Você está na página 1de 6

Introdução

A civilização egípcia antiga se desenvolveu no Nordeste africano, nas margens


do Rio Nilo. Está sociedade desenvolveu-se a partir da organização de clãs que
há muito se firmaram às margens do rio com propósito de plantar e criar animais.

Essa civilização passou por diferentes fases. Na primeira o Egito era dividido
em Alto Egito e Baixo Egito e na segunda os dois se juntaram, formando um só
governo.

No Egito há o Rio Nilo, que é uma peça importante pois como essa região é
formada por um deserto, o Saara, o rio era utilizado como via de transporte
(através de barcos) de mercadorias e pessoas. Essas águas também eram
usadas para beber, pescar e fertilizar as margens nas épocas de cheia
favorecendo a agricultura.

Depois da centralização do Egito, ele passou a ser governado por várias


dinastias. Mas ao fim do Império, sofreu invasões de outros povos, a mais
importante foi o domínio Romano no fim da Antiguidade Clássica.
Desenvolvimento

De acordo com este povo, os deuses possuíam poderes específicos e


atuavam na vida das pessoas. Havia também deuses que possuíam o corpo
formado por parte humana e parte de animal sagrado.

Outra característica importante da religião egípcia era a crença na vida


após a morte. De acordo com esta crença, o morto era julgado no Tribunal de
Osíris. O coração era pesado e, de acordo com o que havia feito em vida,
receberia um julgamento. Para os bons havia uma espécie de paraíso, para os
negativos, Ammut devoraria o coração.

No Egito Antigo existiam diversos templos, que eram construídos em


homenagem aos deuses. Cada cidade possuía um deus protetor.

A cultura do Antigo Egito parece a partir do modo de vida, costumes e tradições


da antiga sociedade egípcia. Começou no Neolítico e evoluiu a partir de cerca
do ano 3000 a. C. até à época romana, quando praticamente desapareceu, ao
entrar para o Império Romano e, especialmente, ao adotar os costumes cristãos.

A principal escrita egípcia eram os hieróglifos, que foram decifrados em 1822


pelo francês Jean-François Champollion. Os egípcios também tinham outrosdois
tipos de escrita, a hierática que era hieroglífica simplificada e a demótica que era
mais simples e rápida.

A parte artística e cultural dos povos egípcios estava relacionada a tradições


religiosas e funerárias. Pouca parte das obras egípcias foi criada como a arte
pela arte, praticamente quase todas estavam interligadas num contexto religioso
e político, como a representação do faraó.

O que mais marcou a arquitetura foram as grandes pirâmides construídas no


Antigo Egito, com suas proporções gigantescas e com larga utilização da pedra
como matéria-prima. Até hoje nos dias atuais, ainda não se sabe direito como
foram construídas essas pirâmides, os historiadores dizem que os egípcios
utilizavam rampas de terra para colocar os milhares de blocos de pedra uns
sobre os outros, e quanto ao transporte, teria sido usado, provavelmente, trenós.
As pirâmides representavam à força política e perpétua do governante divinizado
e tinham relação com a imortalidade
Os egípcios eram politeístas (acreditavam em vários deuses), esculpiam
imagens das várias manifestações do deus Rá. Em homenagem a esses deuses,
construíram templos monumentais. A arte egípcia refere-se à arte desenvolvida
e aplicada pela civilização do antigo Egito na beira do vale do rio Nilo no Norte
de África.

A construção das pirâmides botou milhares de egípcios para suar, exigiu


conhecimentos avançados de matemática e muitas pedras. Das cem pirâmides
conhecidas no Egito, a maior (e mais famosa) é a de Quéops, única das sete
maravilhas antigas que resiste ao tempo.

Datada de 2 550 a.C., ela foi a cereja do bolo de uma geração de faraós com
aspirações arquitetônicas. Khufu (ou Quéops, seu nome em grego), que
encomendou a grande pirâmide, era filho de Snefru, que já tinha feito sua
piramidezinha. O conhecimento passou de geração em geração, e Quéfren, filho
de Quéops, e Miquerinos, o neto, completaram o trio das pirâmides de Gizé. Para
botar de pé os monumentos, que nada mais eram que tumbas luxuosas para os
faraós, estima-se que 30 mil egípcios trabalharam durante 20 anos. “Esses
trabalhadores eram trocados a cada três meses. A maioria trabalhava no corte e
transporte dos blocos

Situado no nordeste da África, o Egito é um dos países mais populosos do


continente – conta com mais de 85 milhões de habitantes. Irrigado pelo famoso
Rio Nilo, o rio mais extenso do planeta, o país possui a 41ª maior economia do
mundo e destaca-se no setor de turismo. Recheado de história e peça chave
para a evolução dos Estados modernos, o Egito é habitado desde o milênio 10
a.C e abrigou uma das primeiras civilizações a surgir de forma independente no
mundo.

A economia no Antigo Egito era baseada na agricultura. O rio Nilo, com suas
cheias, era uma dádiva dos deuses para os egípcios. As terras cultivadas
pertenciam ao Faraó, considerado pelo seu povo rei, Deus e senhor absoluto,
mas eram controladas pelos sacerdotes, escribas e chefes militares que
administravam os trabalhadores livres e os escravos que ali cultivavam a terra.

Uma das características da economia egípcia era o poder centralizador do


Estado na figura do Faraó. A pedido do Imperador, os artesãos eram
requisitados para a construção de templos e para a fabricação de armas para o
exército. Com isso o comércio externo tornou-se possessão do Estado, pois só
ele dispunha de material em demasia para a exportação.

Era comum o cultivo do linho, do algodão, da vinha, dos cereais e da oliveira.


Os animais mais utilizados nesse período foram o boi e o asno, mas existia a
criação de carneiros, cabras e gansos. O uso do cavalo só ocorreu no nono
império, e o camelo, animal símbolo da civilização egípcia, só foi utilizado na
época de Ptolomeu. Apesar de a agricultura ser a principal base econômica, já
existiam em pequena quantidade indústrias de cerâmicas, de mineração e
têxteis.
Os gregos forneciam plantas que serviriam como uma das matérias primas
utilizadas no processo de mumificação. Através de uma feitoria concedida na
margem esquerda do Delta, os estabelecimentos comerciais que ali existiam
efetuavam trocas, como o vinho, o azeite, a cerâmica e alguns produtos
metalúrgicos pelo trigo que faltava em suas cidades de origem. As pequenas
operações comerciais internas eram feitas por troca direta, não existiam moedas,
porém circulavam objetos de cobre e de ouro com peso estável. Os povos
egípcios comercializavam através do Mediterrâneo, ao que tudo indica, foram os
precursores. A matéria-prima para a construção dos barcos vinha da Fenícia e o
pagamento era baseado na troca de objetos de arte e metais preciosos.
Os egípcios eram politeístas (acreditavam em vários deuses). De acordo
com este povo, os deuses possuíam poderes específicos e atuavam na vida das
pessoas. Havia também deuses que possuíam o corpo formado por parte
humana e parte de animal sagrado. Anúbis, por exemplo, deus da morte, era
representado com cabeça de chacal num corpo de ser humano.

No Egito Antigo existiam diversos templos, que eram construídos em


homenagem aos deuses. Cada cidade possuía um deus protetor. Outra
característica importante da religião egípcia era a crença na vida após a morte.
De acordo com esta crença, o morto era julgado no Tribunal de Osíris.
O coração era pesado e, de acordo com o que havia feito em vida,
receberia um julgamento. Para os bons havia uma espécie de paraíso, para os
negativos, Ammut devoraria o coração

O faraó mantinha a posição de rei, e governava como senhor absoluto, e era


chamado de deus vivo. Todo o Egito era considerado sua propriedade. O faraó
governava apoiado em um grande número de funcionário. Subordinavam-se ao
soberano os monarcas, os escribas e os militares.
A ideologia era predominante, influenciando a vida econômica, política e
cultural, daí dizer-se que era um estado teocrático. O estado egípcio era
considerado uma monarquia despótica de origem divina, baseado na servidão
coletiva dos camponeses.

OAntigoImpério(3200-2300a.C.)
O período conhecido como Antigo Império estende-se de 3200 até
2300a.C.Nesse período, ocorreu a formação do Reino do Alto e do Baixo Egito,
acredita-se que Menés teria unificado o Egito, dando início ao período dinástico.

OMédioImpério(2050-1750a.C.)
O Médio Império teve início com o príncipe de Tebas, Mentuhotep I, o qual
estendeu seu poder sobre todo o país, após um período de turbulências. Os
faraós que se destacaram nesse período foram o Amenemhat III, que construiu
o Lago Méris ou Faium, Sesóstris I e Sesótris III
ONovoImpério(1580-1080a.C.)
Por volta de 1580 a.C., Amés, governador de Tebas, expulsou os hicsos do
território egípcio, dando início ao Novo Império. Tebas voltou a ser a capital, e
Amon, o deus local, tornou-se a principal divindade do Egito.

A sociedade egípcia é caracterizada por ser completamente hierárquica,


onde a possibilidade da mobilidade social é quase nula. Cada “classe social”
possuía suas funções perante o estado, sendo quem tinha menos poder deveria
obedecer quem estava acima. No topo da sociedade estava o Faraó, que era o
governador máximo do estado e era considerado e adorado como uma divindade
na terra. Seu poder era completamente centralizado, e exercia função política e
religiosa.

Logo a baixo dele estavam os sacerdotes, que eram responsáveis por rituais,
festas, todas, é claro, ligadas as atividades religiosas. Tinha como função
também administrar todos os bens que eram oferecidos aos deuses, assim,
acabavam acumulando uma grande quantidade de bens materiais.

A terceira classe era destinada aos nobres. Dentre eles chefes militares, que
eram responsáveis pela segurança do território egípcio. Os escribas, que eram
responsáveis pela escrita egípcia, registrando a vida do faraó e alguns
acontecimento no estado, sendo responsáveis também por registrar impostos
cobrados (por serem alfabetizados, eram remunerados, não com dinheiro pois
nesse período não existia um padrão monetário, mas com produtos).

Os escribas, que eram responsáveis pela escrita egípcia, registrando a vida


do faraó e alguns acontecimento no estado, sendo responsáveis também por
registrar impostos cobrados (por serem alfabetizados, eram remunerados, não
com dinheiro pois nesse período não existia um padrão monetário, mas com
produtos). Outra classe de grande importancia é a dos comerciantes que a partir
deles desenvolveram-se uma economia baseada também no comércio e na
circulação de riquezas entre seu povo e civilizações
Referencias

https://www.historiadomundo.com.br
https://www.suapesquisa.com
https://www.infoescola.com

https://www.resumoescolar.com.br