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INFLUÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

A RESSIGNIFICAÇÃO DAS TRANÇAS AFRICANAS “NESSE CANTO DO


MUNDO”: UMA REPORTAGEM DIGITAL

Por Gabriela Isaias de Sousa

RIO DE JANEIRO

2018
A ressignificação das tranças africanas “nesse canto do mundo”: uma reportagem digital
Influências bibliográficas

Parte integrante do trabalho prático submetido à Banca


de Graduação da Escola de Comunicação (ECO) da
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) como
requisito para obtenção do diploma de Comunicação
Social com habilitação em Jornalismo. As referências
aqui creditadas foram utilizadas na composição da
reportagem Nesse canto do mundo e seu respectivo
relatório de produção.
A ressignificação das tranças africanas “nesse canto do mundo”: uma reportagem digital
Influências bibliográficas

SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO ............................................................................................................ 1

2. FONTES ........................................................................................................................ 2

3. BIBLIOGRAFIA .......................................................................................................... 3

3.1 Livros e capítulos .................................................................................................... 3

3.2 Trabalhos acadêmicos ............................................................................................ 6

3.3 Artigos acadêmicos ................................................................................................. 8

3.4 Artigos eletrônicos ................................................................................................ 11

4. REFERÊNCIAS AUDIOVISUAIS ........................................................................... 20

4.1 Músicas e materiais sonoros ................................................................................ 20

4.2 Filmes e vídeos ...................................................................................................... 21

4.3 Referências fotográficas ....................................................................................... 22

4.4 Reportagens multimídia ....................................................................................... 23


A ressignificação das tranças africanas “nesse canto do mundo”: uma reportagem digital
Influências bibliográficas

1.1.
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Influências bibliográficas

1. INTRODUÇÃO

Nesse canto do mundo é resultado de um intenso trabalho realizado ao longo de 14


meses. O projeto começou a ser planejado e produzido em março de 2017, quando teve
início a pesquisa para a realização do meu pré-projeto monográfico, apresentado na
disciplina Projeto Experimental I, ministrada pela professora Raquel Paiva.
Desde então, o trabalho dividiu-se em três etapas (pré-produção, entrevistas e pós-
produção) e envolveu diretamente um grupo de 48 entrevistados, além de outros
profissionais que trabalharam em diferentes momentos da criação deste produto
jornalístico. O projeto foi idealizado, concebido e estruturado por minhas mãos, mas só foi
possível graças à colaboração direta ou indireta de diversas pessoas que auxiliaram na
construção dessa reportagem.
No presente arquivo constam, portanto, as principais fontes, referências e
influências que não puderam ser citadas em sua totalidade devido à limitação espacial dos
formatos escolhidos para reprodução do trabalho de conclusão de curso (reportagem
multimídia em plataforma digital e relatório monográfico de produção).
À todos, meu sincero respeito e gratidão.

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2. FONTES

As principais fontes de informação desse trabalho foram as vivências dos


personagens entrevistados para a reportagem. As entrevistas, realizadas com as pessoas
abaixo listadas, foram produzidas ao longo de 25 encontros que ocorreram entre as datas
de 6 de julho e 15 de novembro de 2017.

1. Andreia Cardoso 25. Keith Kelly


2. Alessa Oliveira 26. Leandro Brum
3. Barbara Pessanha 27. Letícia Castro
4. Bianca Marques 28. Liana Mascarenhas
5. Bruna Oliveira 29. Marcos Silva
6. Carlos Henrique Fox 30. Margarida Souza
7. Carolina Elliot 31. Michelle Alves
8. Cíntia Ébano 32. Monique Miranda
9. Cristiane Pinheiro 33. Naiara Pinheiro
10. Danieli Saucedo (Falashewa) 34. Natalie Akil
11. Érika Ferher 35. Nathália Negrão
12. Fabio Alves 36. Nathalya Nascimento
13. Gabriela Azevedo 37. Priscilla Silva
14. Genyce Rosa 38. Quênia Lopes
15. Iany Kathleen 39. Raiany Estrela
16. Jaciara Júlia 40. Roberta Souza
17. Jana Guinond 41. Rosângela Aparecida
18. Januário Garcia 42. Sandra Nascimento
19. Jamile Bento 43. Simone Ferreira
20. Jessica Silva 44. Skarleti Ully
21. Juliana Marinho 45. Stefany Marques
22. Jullyet Souza 46. Thaiene Moraes
23. Karla Raymundo 47. Tiara Mello
24. Katia Medeiros 48. Verônica Moraes

Obrigada também à Babi Cruz, Arlindo Cruz, grupo Berimbrown, Xênia França,
Lucas Cirillo, Marvyn e Yas Werneck, pela autorização do uso das músicas nos vídeos
elaborados para este trabalho.

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3. BIBLIOGRAFIA

Entre pré-produção, entrevistas e pós-produção da reportagem digital, cinco meses


foram reservados a um intenso estudo bibliográfico. As obras aqui citadas foram analisadas
e revisadas a fim de uma profunda estruturação da reportagem multimídia.
Importante é ressaltar que durante a seleção das obras a serem lidas, foram
priorizados autores nacionais. Essa preferência foi dada porque o assunto deste trabalho
corresponde à realidade afro-brasileira – o que torna ainda mais importante a busca por
conceitos e teóricos locais ao invés da predominância de teorias eurocêntricas, tão
exploradas nas produções acadêmicas.

3.1 Livros e capítulos

Livros e/ou capítulos de obras bibliográficas utilizados como embasamento teórico


do projeto apresentado:

● ADICHIE, Chimamanda Ngozi. Americanah. São Paulo: Companhia das Letras,


2014.
● ALMEIDA, Djaimila Pereira de. Esse cabelo: a tragicomédia de um cabelo crespo
que cruza fronteiras. Rio de Janeiro: LeYa, 2017
● AMARAL FILHO, Nemézio. O passo a passo da monografia em jornalismo. Rio
de Janeiro: FAPERJ: Quartet, 2011.
● ANTONACCI, Maria Antonieta. Memórias Ancoradas em corpos negros. 2. ed.
São Paulo: EDUC, 2014. p. 35-183
● ARAÚJO, Leusa. Livro do Cabelo. São Paulo: Leya, 2012.
● BAUDRILLARD, Jean. A implosão do sentido nos media. In:______. Simulacros e
Simulação. Tradução: Maria João da Costa Pereira. Lisboa: Relógio D’Água, 1981.
p. 103-112.
● BORDON, Mariângela. Que cabelo é esse?. s.n.t. 97p.
● BYRD, Ayana; THARPS, Lori. Untangling the Roots of Black Hair in America.
New York: St. Martin's Griffin, 2001.
● BAUDRILLARD, Jean. A implosão do sentido nos media. In:______. Simulacros e
Simulação. Tradução: Maria João da Costa Pereira. Lisboa: Relógio D’Água, 1981.
p. 103-112.

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Influências bibliográficas

● CHATAIGNIER, Gilda. Influências étnicas na formação da moda brasileira. In:


VILLAÇA, Nízia (Org.); CASTILHO, Kathia (Org.). Plugados na moda. São
Paulo: Editora Anhembi Morumbi, 2006. p. 19-21
● DAVIS, Darien J. “Afro-brasileiros: demografia contemporânea” e “A
representação dos afro-brasileiros na cultura nacional”. In:______. Afro-brasileiros
hoje. Tradução: Felipe Lindoso. São Paulo: Summus, 1999. p. 65-76.
● ESTÉS, Clarissa Pinkola. Mulheres que correm com os lobos: mitos e histórias do
arquétipo da mulher selvagem. Tradução: Waldéa Barcellos; consultoria da
coleção: Alzira M. Cohen. Rio de Janeiro: Rocco, 1994.
● FANON, Frantz. Pele negra, máscaras brancas. Tradução de Renato da Silveira.
Salvador: EDUFBA, 2008. p. 33-102.
● FOLHA DE S. PAULO. Manual de redação. 18. ed. São Paulo: Publifolha, 2013.
● FRAIHA, Silvia; LOBO, Tiza. Madureira e Oswaldo Cruz. Rio de Janeiro: Fraiha,
1998.
● GELEDÉS INSTITUTO DA MULHER NEGRA. Caderno IV Geledés: Mulher
negra. São Paulo, 1993. 41 p. Disponível em: <https://www.geledes.org.br/wp-
content/uploads/2015/05/Mulher-Negra.pdf>. Acesso em: 2 jun. 2018.
● GOMES, Nilma Lino. Sem perder a raiz: corpo e cabelo como símbolo da
identidade negra. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2008.
● GONZALEZ, Lélia. Relações entre negros e brancos no Brasil. In:______. Lugar
de negro. Rio de Janeiro: Marco Zero, 1982. p. 84-88.
● HALL Stuart. As culturas nacionais como comunidades imaginadas. In:______. A
identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, 2006. cap. 3, p.
47-65.
● KLEON, Austin. Roube como um artista: 10 dicas sobre criatividade. Rio de
Janeiro: Rocco, 2013.
● KOTSCHO, Ricardo. “O dia-a-dia”. In:______. A prática da reportagem. São
Paulo: Ática, 1986. p. 10-24.
● LEACH, Edmund. “O cabelo mágico”. In:______. Antropologia. Tradução: Alba
Zaluar Guimarães (et al.); Organização: Roberto Da Matta; Coordenação: Florestan
Fernandes. São Paulo: Ática, 1983. p. 139-169.
● LE BRETON, David. A sociologia do corpo. Tradução: Sônia M.S. Fuhrmann. 2.
ed. Petrópolis: Vozes, 2007.
● LE BRETON, David. O inapreensível do corpo. In:______. Antropologia do corpo
e modernidade. Tradução: Fábio dos Santos Creder Lopes. Petrópolis: Vozes, 2011.
p. 7-41.
● LEMINSKI, Paulo. Toda poesia. São Paulo: Companhia das Letras, 2013.

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Influências bibliográficas

● LODY, Raul. Cabelos de axé: identidade e resistência. Rio de Janeiro: Ed. Senac
Nacional, 2004.
● LODY, Raul. Moda e história: as indumentárias das mulheres de fé. Fotografia:
Pierre Fatumbi Verger. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2015.
● LOPES, Nei; MACEDO, José Rivair. Dicionário de história da África: Séculos VII
a XVI. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2017.
● MARQUES, Sílvia. História do penteado. São Paulo: Matrix, 2009.
● MARWICK, Arthur. Fascínio. In:______. Uma história da beleza humana.
Tradução: Luiz A. de Araújo. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2009. p. 13-41
● MEDINA, Cremilda. Entrevista, o diálogo possível. São Paulo: Ática, 1986.
● MAUSS, Marcel. “As técnicas do corpo”. In:______. Sociologia e Antropologia.
Tradução Paulo Neves. São Paulo: Cosac & Naify, 2003. p. 399-422.
● MUNANGA, Kabengele. Negritude - Usos e sentidos. 2. ed. São Paulo: Ática,
1988.
● MUNANGA, Kabengele. Rediscutindo a mestiçagem no Brasil. Petrópolis: Vozes,
1999. p. 50-140.
● PALACIOS, Marcos. Ruptura, continuidade e potencialização no jornalismo on-
line: o lugar da memória. In: MACHADO, Elias; PALACIOS, Marcos (Org.).
Modelos de Jornalismo Digital. Salvador: Edições GJOL & Editora Calandra,
2003. p. 14-36
● PEREIRA, Amilcar Araujo. O mundo negro: relações raciais e a constituição do
movimento negro no Brasil. Rio de Janeiro: Pallas, 2013.
● RODRIGUES, Raymundo Nina. Procedências africanas dos negros brasileiros.
In:______. Os africanos no Brasil. Rio de Janeiro: Centro Edelstein de Pesquisas
Sociais, 2010. p. 19-43.
● RODRIGUES, Raymundo Nina. Valor social das raças e povos negros que
colonizaram o Brasil, e dos seus descendentes. In:______. Os africanos no Brasil.
Rio de Janeiro: Centro Edelstein de Pesquisas Sociais, 2010. p. 287-298.
● SANSONE, Lívio. Da África ao afro. Usos e abusos da África na cultura popular e
acadêmica brasileira durante o último século. In:_______. Negritude sem
etnicidade: o local e o global nas relações raciais e na produção cultural negra do
Brasil. Tradução: Vera Ribeiro. Salvador: Edufba; Pallas, 2003. p. 89-139.
● SCHUMAHER, Schuma; BRAZIL, Érico Vital. Mulheres negras do Brasil. Rio de
Janeiro: SENAC NACIONAL História do Brasil, 2006.
● SODRÉ, Muniz. Claros e escuros: identidade, povo e mídia no Brasil. 2. ed.
Petrópolis, RJ: Vozes, 1999.
● SODRÉ, Muniz; FERRARI, Maria Helena. Técnica de reportagem: notas sobre a
narrativa jornalística. São Paulo: Summus, 1986.

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Influências bibliográficas

● SOUZA, Neusa Santos. Tornar-se negro: ou as vicissitudes das identidades do


negro brasileiro em ascensão social. 2. ed. Rio de Janeiro: Graal, 1983.
● SOVIK, Liv. Afeto, diferença e identidade brasileira. In:______. Aqui ninguém é
branco. Rio de Janeiro: Aeroplano, 2009. p. 33-54.
● VIGARELLO, Georges. História da beleza - o corpo e arte de se embelezar do
Renascimento aos dias de hoje. Tradução: Léo Schlafman. Rio de Janeiro: Ediouro,
2006.
● ZANETTI, Julia; SACRAMENTO, Mônica. Jovens negras: ressignificando
pertencimentos, construindo práticas. In: Jurema Werneck (Org.). Mulheres negras:
um olhar sobre as lutas sociais e as políticas públicas no Brasil. Rio de Janeiro:
Criola, 2010. p. 24-36.

3.2 Trabalhos acadêmicos

Trabalhos acadêmicos consultados durante a produção da reportagem digital:

● BARBALHO, Marcelo Leite. Fotojornalismo expandido: Fotógrafo e reportagem


visual no atual sistema de produção e difusão de notícias. 2015. 194 f. Tese
(Doutorado em Comunicação e Cultura) – Escola de Comunicação, Universidade
Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro. Disponível em:
<http://www.pos.eco.ufrj.br/site/teses_dissertacoes_interna.php?tease=16>. Acesso
em: 2 jun. 2018.
● BOUZÓN, Patrícia Gino. Construindo identidades: um estudo etnográfico sobre
manipulação da aparência em salões de beleza na cidade do Rio de Janeiro. 2010.
331 f. Tese (Doutorado em Antropologia Social) – Programa de Pós-Graduação em
Antropologia Social, Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio
de Janeiro.
● CLEMENTE, Aline Ferraz. Trança Afro: A Cultura do Cabelo Subalterno. In:
Curso de especialização em gestão de projetos culturais e organização de eventos
da Escola de Comunicações e Artes – ECA, 2010, São Paulo. Centro de Estudos
Latino Americano sobre Cultura e Comunicação (CELACC). São Paulo: USP,
2010. Disponível em:
<http://paineira.usp.br/celacc/sites/default/files/media/tcc/247-754-1-SM.pdf>.
Acessado em: 15 Mai. 2018.
● CRUZ, Alline Torres Dias da. Suburbanização e racismo no Rio de Janeiro: uma
leitura de Madureira e Dona Clara no contexto pós-emancipação (1901-1920).
2007. 164 f. Dissertação (Mestrado em Planejamento Urbano e Regional) –
Programa de Pós-Graduação em Planejamento Urbano e Regional, Universidade
Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro.
● FERREIRA, Bruna de Lara Morais. Quando a violência adoece as mulheres: uma
reportagem digital. 2017. 101 f. Projeto Prático (Graduação em Comunicação

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Influências bibliográficas

Social/ Jornalismo) – Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de


Janeiro, Rio de Janeiro.
● JACOUB, Kamila Marques. O cabelo como símbolo de resistência em Americanah
de Chimamanda Adichie. 2017. 31 f. Monografia (Licenciatura em Letras) –
Instituto de Letras da Universidade de Brasília, Rio de Janeiro.
● LIMA, Carlos Eduardo de Freitas. Sou negro e tenho orgulho! Política, identidades
e música negra no Black Rio (1960-1980). 2017. 168 f. Dissertação (Mestrado em
História) – Programa de Pós-Graduação em História, Universidade Federal
Fluminense, Niterói. Disponível em:
<http://www.historia.uff.br/stricto/td/2159.pdf>. Acesso em: 25 mai. 2018.
● PAIXÃO, Marli Madalena Estrela. Uma rosa para meus cabelos crespos:
experiência estética e política da imagem. 2008. 157 f. Dissertação (Mestrado em
Ciências Sociais) – Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais, Universidade
Federal do Maranhão, São Luís. Disponível em:
<https://tedebc.ufma.br/jspui/bitstream/tede/587/1/MARLI%20MADALENA%20E
STRELA%20PAIXAO.pdf>. Acesso em: 2 jun. 2018.
● SABINO, César. O Peso da Forma. Cotidiano e Uso de Drogas entre
Fisiculturistas. 2004. 342 f. Tese (Doutorado em Sociologia e Antropologia) –
Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia, Universidade Federal
do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro. Disponível em:
<http://www.antropologia.com.br/divu/colab/d20-csabino.pdf>. Acesso em: 15
mai. 2018.
● SANT’ANNA, Simone. O modo descritivo em reportagens: operações discursivas
e patemização. 2010. 120 f. Dissertação (Mestrado em Letras) – Faculdade de
Letras, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro. Disponível:
<http://www.letras.ufrj.br/posverna/mestrado/Sant'AnnaS.pdf>. Acesso em: 16
mai. 2018.
● SANTOS, Nádia Regina Braga dos. Do black power ao cabelo crespo a construção
da identidade negra através do cabelo. 2015. 35f. Trabalho de conclusão de curso
(Mídia, Informação e Cultura) – Escola de Comunicação e Artes, Universidade de
São Paulo, São Paulo. Disponível em:
<http://paineira.usp.br/celacc/sites/default/files/media/tcc/artigo_nadia.pdf>.
Acesso em: 2 jun. 2018.
● VIGORITO, Joanice de Souza. “Mercadão de Madureira: patrimônio cultural,
mercado popular e religioso” (1977-2014). 2016. 227 f. Tese (Doutorado em
História Comparada) – Programa de Pós-Graduação em História Comparada,
Universidade Federal Do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro. Disponível em:
<http://www.ppghc.historia.ufrj.br/index.php/teses-e-dissertacoes/teses-e-
dissertacoes/teses/233-mercadao-de-madureira-patrimonio-cultural-mercado-
popular-e-religioso-1977-2014/file>. Acesso em: 2 jun. 2018.

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3.3 Artigos acadêmicos

Artigos acadêmicos lidos e/ou fichados na fundamentação da monografia:

● CRUZ, Denise Ferreira da Costa. Seguindo as tramas da beleza: cabelos na


centralidade estético-corporal de Maputo. cadernos pagu, Campinas, n. 45, p. 135-
156, jul./dez. 2015. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/cpa/n45/0104-8333-
cpa-45-00135.pdf>. Acesso em: 2 jun. 2018.
● DOMINGOS, João Pedro; NOGUEIRA, Maria Alice de Faria. Geração
Tombamento e mercado: a popularização do jovem negro na cultura do consumo.
In: INTERCOM, 40, 2017. Volta Redonda. Anais eletrônicos. Volta Redonda:
Intercom, 2017. Disponível em:
<http://portalintercom.org.br/anais/sudeste2017/resumos/R58-0614-1.pdf>. Acesso
em: 2 jun. 2018.
● DOMINGUES Petrônio. Movimento da negritude: uma breve reconstrução
histórica. Revista de Ciências Sociais, Londrina, v. 10, n.1, p. 25-40, jan./jun.
2005. Disponível em:
<http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/mediacoes/article/viewFile/2137/2707>.
Acesso em: 15 mai. 2018.
● DOMINGUES Petrônio. Movimento Negro Brasileiro: alguns apontamentos
históricos. Tempo (Revista do Departamento de História da UFF), v. 12, n. 23, p.
100-122, 2007. Disponível em:
<http://www.scielo.br/pdf/tem/v12n23/v12n23a07>. Acesso em: 2 jun. 2018.
● FIGUEIREDO, Ângela. “Cabelo, cabeleira, cabeluda e descabelada”: Identidade,
Consumo e Manipulação da Aparência entre os Negros Brasileiro. In: REUNIÃO
ANUAL DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA
EM CIÊNCIAS SOCIAIS, 26, 2002, Caxambu: GT 17- Relações Raciais e
Etnicidade, 2002. Disponível em: <https://www.anpocs.com/index.php/papers-26-
encontro/gt-23/gt17-14/4475-afigueiredo-cabelo/file>. Acesso em: 2 jun. 2018.
● FRAGA, Annelise Caetano; SANTOS, Miriam de Oliveira. Madureira, capital dos
subúrbios (1940-1960): carnaval e comércio na produção de uma comunidade
imaginada. Iluminuras, Porto Alegre, v. 16, n. 37, p. 11-31, jan./jun. 2015.
Disponível em:
<http://seer.ufrgs.br/index.php/iluminuras/article/view/53132/32893>. Acesso em:
2 jun. 2018.
● GIRARDI JR, Liráucio. A reportagem como experiência etnográfica. Anuário de
Jornalismo, S.l., v.2 ,n.2, p.198-213, 2000. Disponível em:
<https://www.researchgate.net/publication/292328364_A_reportagem_como_exper
iencia_etnografica?enrichId=rgreq-68af4cbb2ce3772d740bd77ba8f04dfa-
XXX&enrichSource=Y292ZXJQYWdlOzI5MjMyODM2NDtBUzozMjM3MDAz

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Influências bibliográficas

OTY2MjU5MjBAMTQ1NDE4NzU5NjUxNw%3D%3D&el=1_x_2&_esc=publica
tionCoverPdf>. Acesso em: 2 jun. 2018.
● GOMES, Nilma Lino. Educação, identidade negra e formação de professores/as:
um olhar sobre o corpo negro e o cabelo crespo. Educação e Pesquisa, São Paulo,
v. 29, n. 1, p. 167-182, jan./jun. 2003. Disponível em:
<http://www.scielo.br/pdf/ep/v29n1/a12v29n1.pdf>. Acesso em: 2 jun. 2018.
● hooks, bell. Alisando o nosso cabelo. Tradução do espanhol: Lia Maria dos Santos.
Revista Gazeta de Cuba - Unión de escritores y Artista de Cuba, [S.l.: s.n], jan./fev.
2005.
● hooks, bell. Intelectuais negras. Revista Estudos Feministas, v. 3, n. 2, p. 464-478,
1995. Disponível em:
<https://periodicos.ufsc.br/index.php/ref/article/view/16465/15035>. Acesso em: 2
jun. 2018.
● INOCÊNCIO, Nelson Olokofá. Corpo negro na cultura visual brasileira. Educação
Africanidades Brasil, Brasília, v.1, p.185-192, 2006.
● LIMA, R. G.; ALMEIDA, V. P.; GUERRA, M. O. O New Journalism e sua
estrutura: Discussões acerca de parâmetros de análise do Novo Jornalismo. In:
INTERCOM, 36, 2016. São Paulo. Anais eletrônicos… São Paulo: Intercom, 2016.
Disponível em: <http://portalintercom.org.br/anais/nacional2016/resumos/R11-
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● LOMBARDI, Kátia Hallak. Documentário Imaginário: reflexões sobre a fotografia
documental contemporânea. Revista Discursos Fotográficos, Londrina, v. 4, p. 35-
58, 2008. Disponível em:
<http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/discursosfotograficos/article/view/1505/
1251>. Acesso em: 17 mai. 2018.
● MALYSSE, Stéphane Rémy. “Extensões do feminino”: Megahair, baianidade e
preconceito capilar. OPUS CORPUS: Studium (UNICAMP), São Paulo, n. 11, p. 1-
26, 2002. Disponível em:
<http://www.studium.iar.unicamp.br/11/megahair/Megahair.pdf>. Acesso em: 15
mai. 2018.
● MUNANGA, Kabengele. “Arte afro-brasileira” o que é, afinal?. In:
ASSOCIAÇÃO 500 ANOS BRASIL ARTES VISUAIS. Mostra do
redescobrimento. Arte afro-brasileira. São Paulo: Fundação Bienal de São Paulo,
2000. p. 98-111.
● OLIVEIRA, Josiane Silva de; VIEIRA, Francisco Giovanni David. Os bens de
consumo como mecanismo de mediação da reprodução cultural das mulheres
negras. Comunicação, mídia e consumo, São Paulo, v. 6, n. 17, p. 73-99, nov. 2009.
Disponível em:
<http://revistacmc.espm.br/index.php/revistacmc/article/view/167/168>. Acesso
em: 23 mai. 2017.

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A ressignificação das tranças africanas “nesse canto do mundo”: uma reportagem digital
Influências bibliográficas

● OLIVEIRA, Marina Trench. Cabelos: da etologia ao imaginário. Revista Brasileira


de Psicanálise, São Paulo, v. 41, n. 3, p. 135-151, 2007. Disponível em:
<http://pepsic.bvsalud.org/pdf/rbp/v41n3/v41n3a12.pdf>. Acesso em: 2 jun. 2018.
● ROCHA, Neli Gomes da. Crespos: o cabelo como ícone da identidade negra.
Memória e estética, a circulação de ideias e valores na realidade brasileira. Revista
NEP (Núcleo de Estudos Paranaenses), Curitiba, v. 2, n.1, p. 86-92, 2016.
Disponível em: <https://revistas.ufpr.br/nep/article/view/45435/27595>. Acesso
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● RODRIGUES, José Carlos. Os Códigos do Corpo e os Códigos da Sociedade.
In:______. O tabu do corpo. Rio de Janeiro: Edições Achiamé, 1979. p. 129-159.
Disponível em: <https://pt.scribd.com/doc/110984089/Tabu-Do-Corpo-Livro-
Inteiro-1>. Acesso em 2 jun. 2018.
● ROVIDA, Mara Ferreira. Etnografia e reportagem jornalística: aproximação
possível para uma metodologia de pesquisa empírica. Líbero, São Paulo, v. 18, n.
35, p. 77-88, jan.-jun. 2015. Disponível em: <https://casperlibero.edu.br/wp-
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Nacional de História. São Paulo: ANPUH, 2011. p. 1-16. Disponível em:
<http://www.snh2011.anpuh.org/resources/anais/14/1300671094_ARQUIVO_Text
oAnpuh(GiovanaXavier.2011).pdf>. Acesso em: 2 jun. 2018.
● XAVIER, Giovana. Esculpindo a nova mulher negra: feminilidade e
respeitabilidade nos escritos de algumas representantes da raça nos Estados Unidos
1895-1904. cadernos pagu, Campinas, n. 40, p. 255-287, jan./jun. 2013. Disponível
em: <http://www.scielo.br/pdf/cpa/n40/08.pdf>. Acesso em: 2 jun. 2018.

3.4 Artigos eletrônicos

Listagem dos principais textos, posts, notícias, dados e catálogos acessados durante
a montagem do projeto prático (todos disponibilizados gratuitamente em meio on-line):

● ABIHC. Panorama do setor 2017. São Paulo, 2017. 31 p. Disponível em:


<https://abihpec.org.br/publicacao/panorama-do-setor-2017/>. Acesso em: 2 jun.
2018.
● AFRICA GUIDE. African Tribes. [S.l.], [2015?]. Disponível:
<http://www.africaguide.com/culture/tribes.htm>. Acesso em: 2 jun. 2018.

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<http://claudio-zeiger.blogspot.com/2011/10/arte-do-penteado-africano.html>.
Acesso em: 2 jul. 2018.
● ARAÚJO, Márcio Marques. “Encontro promove cooperação com a África e a
Diáspora Africana”. Câmara dos Deputados, 3 dez. 2013. Disponível em:
<http://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-
permanentes/credn/noticias/encontro-promove-cooperacao-com-a-africa-e-a-
diaspora-africana>. Acesso em: 2 jun. 2018.
● AZEVEDO, Thiago. “Diferenças entre Sensação e Sentimento”. Psicoativo, 26 set.
2016. Disponível em: <http://psicoativo.com/2016/09/diferencas-entre-sensacao-e-
sentimento.html>. Acesso em: 2 jun. 2018.
● B. Charlotte. “History of African braiding in history”. Afroculture.net, 17 abr.
2016. Disponível em: <http://afroculture.net/history-of-african-braiding-in-
history/>. Acesso em: 2 jun. 2018.
● BARBOSA, Francisco de Assis. “Apresentação ao livro Rui Barbosa e a queima
dos arquivos”. Fundação Casa Rui Barbosa, 1988. Disponível em:
<http://www.casaruibarbosa.gov.br/dados/DOC/artigos/a-
j/FCRB_FranciscodeAssisBarbosa_Apresentacao_livro_RuiBarbosa_queima_arqui
vos.pdf>. Acesso em: 2 jun. 2018.
● BARROS, Luiza. “Pela primeira vez no Brasil, buscas no Google por cabelo
cacheado superam as por cabelo liso”. O Globo, 8 ago. 2017. Disponível em:
<https://oglobo.globo.com/ela/beleza/pela-primeira-vez-no-brasil-buscas-no-
google-por-cabelo-cacheado-superam-as-por-cabelo-liso-21683014>. Acesso em: 2
jun. 2018.
● BELCHIOR, Douglas. Tornar-se negra, intelectual e ativista: percursos de Lélia
Gonzalez. Carta Capital, 3 fev. 2014. Disponível em:
<http://negrobelchior.cartacapital.com.br/tornar-se-negra-intelectual-e-ativista-
percursos-de-lelia-gonzalez/>. Acesso em: 2 jun. 2018.
● BERTOLUCCI, Rodrigo. “Na Zona Norte, a efervescência do bairro de
Madureira”. O Globo, Rio de Janeiro, 18 set. 2014. Disponível em:
<https://oglobo.globo.com/rio/na-zona-norte-efervescencia-do-bairro-de-
madureira-13976938>. Acesso em: 2 jul. 2018.
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anos-bairros-rio-madureira>. Acesso em: 2 jun. 2018.
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primeira-vez-em-buscas-do-google/>. Acesso em: 2 jun. 2018.
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mostram mais felizes com cabelos ao natural. [S.l.], 14 nov. 2017. Disponível em:
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mulheres-se-mostram-mais-felizes-com-cabelos-ao-natural/>. Acesso em: 2 jun.
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18 a 35 anos acreditam que o cabelo influencia na autoestima. [S.l.], 13 abr. 2018.
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que-85-das-brasileiras-de-18-a-35-anos-acreditam-que-o-cabelo-influencia-na-
autoestima/>. Acesso em: 2 jun. 2018.
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produtos para cabelo. [S.l.], 4 set. 2017. Disponível em:
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importante-em-produtos-para-cabelo/>. Acesso em: 2 jun. 2018.
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artísticas angolanas e poucas pessoas sabem. [S.l], 26 abr. 2014. Disponível em:
<https://coracaoafricano2532014.wordpress.com/2014/04/26/o-que-esta-por-tras-
de-algumas-mascaras-artisticas-angolanas-e-poucas-pessoas-sabem/>. Acesso em:
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ou pardos, revela Censo 2010”. R7, Rio de Janeiro, 20 nov. 2011. Disponível em:
<http://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/noticias/rio-em-bairros-mais-pobres-mais-de-
60-se-declaram-pretos-ou-pardos-revela-censo-2010-20111120.html>. Acesso em:
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jovens guerreiros”. História Hoje.com, 25 jun. 2016. Disponível em:
<http://historiahoje.com/adolescencia-rituais-africanos-que-marcavam-os-jovens-
guerreiros/>. Acesso em: 2 jun. 2018.
● RIBEIRO, Djamila. “É necessário se discutir essa questão com seriedade, porém,
sem intransigências e desonestidade”. Revista AzMina, 5 abr. 2016. Disponível em:
<http://azmina.com.br/2016/04/apropriacao-cultural-e-um-problema-do-sistema-
nao-de-individuos/>. Acesso em: 2 jun. 2018.
● RODRIGUES, Fania. “Jovens negras assumem o cabelo crespo com muita atitude”.
Geledés, 17 nov. 2015. Disponível em: <https://www.geledes.org.br/jovens-negras-
assumem-o-cabelo-crespo-com-muita-atitude/>. Acesso em: 2 jun. 2018.
● ROSA, Antonilde; SANTOS, Luane Bento dos. “Na trama das tranças existem os
saberes ancestrais matemáticos, artísticos e filosóficos”. Catarinas, 3 abr. 2017.

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A ressignificação das tranças africanas “nesse canto do mundo”: uma reportagem digital
Influências bibliográficas

Disponível em: <http://catarinas.info/colunas/na-trama-das-trancas-existem-os-


saberes-ancestrais-matematicos-artisticos-e-filosoficos/>. Acesso em: 2 jun. 2018.
● ROSSI, Amanda; GRAGNANI, Juliana. “A luta esquecida dos negros pelo fim da
escravidão no Brasil”. BBC Brasil, 11 mai. 2018. Disponível em:
<http://www.bbc.com/portuguese/resources/idt-
sh/lutapelaabolicao?ocid=wsbrasil.social.sponsored-post.twitter.SMP-Brasil-
Escravos.nneed2.competitors.mktg>. Acesso em: 2 jun. 2018.
● SANTOS, Luane Bento dos. “Penteados afro e matemática: um diálogo possível”.
Flor de dendê, 10 mar. 2017. Disponível em:
<http://flordedende.com.br/penteados-afro-matematica-e-educacao-um-dialogo-
possivel/>. Acesso em: 2 jun. 2018.
● SECRETARIA ESPECIAL DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA PREFEITURA
DO RIO DE JANEIRO. New journalism: a reportagem como criação literária. Rio
de Janeiro, 2003. Disponível em:
<http://www.rio.rj.gov.br/dlstatic/10112/4204433/4101399/estudos7.pdf> Acesso
em: 2 jun. 2018.
● SENKEVICS, Adriano. “A cor e a raça nos censos demográficos nacionais”.
Geledés, 23 fev. 2015. Disponível em: <https://www.geledes.org.br/cor-e-raca-nos-
censos-demograficos-nacionais/>. Acesso em: 2 jul. 2018.
● SILVEIRA, Daniel. “População que se declara preta mantém tendência de
crescimento no país, aponta IBGE”. G1, Rio de Janeiro, 26 abr. 2018. Disponível
em: <https://g1.globo.com/economia/noticia/populacao-que-se-declara-preta-
mantem-tendencia-de-crescimento-no-pais-aponta-ibge.ghtml>. Acesso em: 15
mai. 2018.
● SLAVE VOYAGES. Banco de Dados do Tráfico Transatlântico de Escravos.
[S.l.], 2013. Disponível em: <http://slavevoyages.org/>. Acesso em: 2 jun. 2018.
● SOUSA JÚNIOR, Vilson Caetano. “A importância da cabeça para as religiões de
matriz africana”. Vilson Caetano De Sousa Junior, 24 mar. 2011. Disponível em:
<http://vilsoncaetanodesousajunior.blogspot.com/2011/03/importancia-da-cabeca-
para-as-religioes.html>. Acesso em: 2 jun. 2018.
● SOUZA, Daiane. “A cronologia da luta pelo fim da discriminação racial no país”.
Fundação Cultural Palmares, 21 mar. 2011. Disponível em:
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● THIRSTY ROOTS. African american hairstyle history. [S.l.], [2014?]. Disponível
em: <http://thirstyroots.com/black-hair-history/african-american-hairstyle-history>.
Acesso em: 2 jun. 2018.
● THIRSTY ROOTS. Black hair history. [S.l.], [2014?]. Disponível em:
<http://thirstyroots.com/black-hair-history>. Acesso em: 2 jun. 2018.
● THIRSTY ROOTS. Discovering our roots: do i hate my hair?. [S.l.], [2014?].
Disponível em: <http://thirstyroots.com/black-hair-history/discovering-our-roots-
do-i-hate-my-hair>. Acesso em: 2 jun. 2018.

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A ressignificação das tranças africanas “nesse canto do mundo”: uma reportagem digital
Influências bibliográficas

● TRANÇA NAGÔ. Origem da Trança Nagô. Rio de Janeiro, 23 fev. 2010.


Disponível em: <http://trancanago.blogspot.com/2010/02/origem-tranca-
nago.html>. Acesso em: 2 jun. 2018.
● TRANÇA NAGÔ. Trança Nagô. Rio de Janeiro, 7 fev. 2010. Disponível em:
<http://trancanago.blogspot.com/2010/02/tranca-nago_07.html>. Acesso: 2 jun.
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● TRIP DOWN MEMORY LANE. Hairstyles in African culture. [S.l.], 6 set. 2012.
Disponível em: <https://kwekudee-
tripdownmemorylane.blogspot.com/2012/09/hairstyles-in-african-culture.html>.
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● UFRGS. Negritude. [S.l.], [2010?]. Disponível em:
<http://www.ufrgs.br/cdrom/depestre/negritude.htm>. Acesso em: 2 jun. 2018.
● VASCONCELLOS, Gilberto. “Cafuné e gineceu lésbico”. Folha de S. Paulo, São
Paulo, 31 out. 1999. Disponível em:
<http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs3110199904.htm>. Acesso em: 2 jun.
2018.
● VENKITESH, Deepa. “Cultural significance of braiding in African tribes”. Bright
Hub Education, 6 jun. 2012. Disponível em:
<https://www.brighthubeducation.com/social-studies-help/121031-cultural-
significance-of-hair-braiding-in-african-tribes/>. Acesso em: 2 jun. 2018.
● WALKER, Alice. “Cabelo oprimido é um teto para o cérebro”. Geledés, 12 jul.
2011. Disponível em: <https://www.geledes.org.br/cabelo-oprimido-e-um-teto-
para-o-cerebro/>. Acesso em: 2 jun. 2018.
● WILLIAM, Maicol. “Quem é negro no Brasil? Parte I”. Revista Òkòtó, 26 fev.
2018. Disponível em: <https://medium.com/revistaokoto/quem-%C3%A9-negro-
no-brasil-parte-i-70f32adf060c>. Acesso em: 2 jun. 2018.
● WILLIAM, Maicol. “Quem é negro no Brasil? Parte II”. Revista Òkòtó, 5 mar.
2018.Disponível em: <https://medium.com/revistaokoto/quem-%C3%A9-negro-no-
brasil-parte-ii-8cbec20bc776>. Acesso em: 2 jun. 2018.

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A ressignificação das tranças africanas “nesse canto do mundo”: uma reportagem digital
Influências bibliográficas

4. REFERÊNCIAS AUDIOVISUAIS

Além das obras bibliográficas, o material utilizado como fonte e influência para a
composição deste trabalho é também composto por produtos audiovisuais e sonoros. Nos
seguintes subcapítulos, a listagem das referências que auxiliaram direta ou indiretamente a
construção da reportagem Nesse Canto do Mundo e seu respectivo relatório de produção.

4.1 Músicas e materiais sonoros

Arquivos sonoros consultados durante o processo de concepção, desenvolvimento e


finalização da série jornalística:

● BERÇO do Samba, do Jongo a Capoeira… Chegou Madureira!. Rio de Janeiro:


G.R.E.S. Acadêmicos de Madureira, 2018. [Samba-enredo]
● BITTENCOURT, Jarbas. Linda e preta. Intérprete: COUTO, Nara. In: COUTO,
Nara. Contipurânia. Salvador: Nara Couto, 2018. 1 CD. Faixa 2.
● CIRILLO, Lucas; FRANÇA, Xênia. Pra que me chamas?. Intérprete: FRANÇA,
Xênia. In: FRANÇA, Xênia. Xênia. São Paulo: Agogô Cultural, 2017. 1 CD. Faixa
1. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=e_4UQ0vhl5g>. Acesso
em: 18 mai. 2018.
● COSTA, Osvaldo. Olhos coloridos. Intérprete: SÁ, Sandra. In: SÁ, Sandra. Olhos
coloridos. Rio de Janeiro: Som Livre, 1995. 1 CD. Faixa 9.
● CRUZ, Arlindo; DINIZ, Mauro. Meu Lugar. Intérprete: Arlindo Cruz. In: CRUZ,
Arlindo. Sambista perfeito. Rio de Janeiro: DeckDisc, 2007. 1 CD. Faixa 1.
● DUARTE, Mauro; PINHEIRO, Paulo César. Canto das três raças. Intérprete: Clara
Nunes. In: NUNES, Clara. Canto das três raças. Rio de Janeiro: EMI Brazil, 1979.
Faixa 1.
● ELNIÑO, Thiago. Diáspora. Intérprete: ELNIÑO, Thiago. In: ELNIÑO, Thiago.
Filhos de um Deus Que Dança. Rio de Janeiro: Thiago Elniño, 2016. 1 CD. Faixa
3.
● GOES, João. Pele Preta. Intérprete: BERIMBROWN. In: BERIMBROWN.
Lamparina. Belo Horizonte: Berimbrown, 2016. 1 CD. Faixa 3. Disponível em:
<https://www.youtube.com/watch?v=bQSFmB2OjE0>. Acesso em: 18 mai. 2018.
● MADUREIRA, capital do samba. Rio de Janeiro: G.R.E.S. União de Vaz Lobo,
1972. [Samba-enredo].

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A ressignificação das tranças africanas “nesse canto do mundo”: uma reportagem digital
Influências bibliográficas

● MARVYN; JHOW, Ene. Respeite a minha pele. Intérprete: Marvyn. Brasília, 2016.
● SAPIÊNCIA, Rincon. Ponta de lança. Intérprete: SAPIÊNCIA, Rincon. Galanga
Livre. São Paulo: Boia Fria Produções, 2017. 1 CD. Faixa 13. Disponível em:
<https://onerpm.com/disco/album&album_number=1069267859>. Acesso em: 5
jun. 2018.
● SOARES, Elza. A mulher do fim do mundo. Rio de Janeiro, Circus, 2015. 1 CD.
Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=KLw-
JzqtVOg&list=LLQrXQXQkdGbmDLzHoSYPmxg&t=0s&index=400>. Acesso
em: 5 jun. 2018.
● SOUSA, Gabriela et al. O Império de Dona Ivone. Rio de Janeiro: AudioAtivo,
2015. 1 documentário sonoro. Trabalho da disciplina de Radiojornalismo I na
Escola de Comunicação da UFRJ. Disponível em:
<http://www.audioativo.com/2015/03/12/o-imperio-de-dona-ivone/>. Acesso em:
15 mai. 2018.
● WERNECK, Yas. Confiança. Intérprete: WERNECK, Yas. In: WERNECK, Yas.
Hexagonal. Rio de Janeiro: Beco 226, 2016. 1 EP. Faixa 3. Disponível em:
<https://www.youtube.com/watch?v=xrB4yN7MZz0>. Acesso em: 5 jun. 2018.

4.2 Filmes e vídeos

Filmografia utilizada como fonte de informação e inspiração no decorrer do


projeto:

● 100 YEARS of Black American Fashion. Edição e produção: Gustave Cadet.


Intérpretes: Garrick Bernard; Briana Byrd; Joshua Davis; Kyle Drew; Daysha
Edewi; Kuwilileni Hauwanga; Tristan Hill; Mikala Jones; Curtis Taylor Jr; Selorm
Kploanyi; Jazzmyne J. Robbins e Nyla Wissa. [S.l.]: BuzzFeedYellow, 2017. 1
videoclipe (2 minutos), son., color. Disponível em:
<https://www.youtube.com/watch?v=mwzFxoodAkY&list=LLQrXQXQkdGbmD
LzHoSYPmxg&index=146&t=0s>. Acesso em: 5 jun. 2018.
● 100 YEARS of Black Hair. Produção: Angela Soto. [S.l.]: Allure, 2017. 1
videoclipe (3 minutos), son., color. Disponível em:
<https://www.youtube.com/watch?v=4vd-AP_q2r4&t=0s&index=79&list=WL>.
Acesso em: 2 jun. 2018.
● APROPRIAÇÃO cultural existe? Pode branca de turbante?. Produção: Nátaly Neri.
São Paulo: Afros e Afins, 2017. 1 vídeo (11 minutos), son., color. Disponível em:
<https://www.youtube.com/watch?v=8Q_H99xE9_U&list=LLQrXQXQkdGbmDL
zHoSYPmxg&t=442s&index=378>. Acesso em: 5 jun. 2018.
● CARAVANA Trançando Idéias no Morro da Providência - 30.11.2012 Legenda
inglês. Rio de Janeiro: TV Brasil, 2009. Disponível em:

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A ressignificação das tranças africanas “nesse canto do mundo”: uma reportagem digital
Influências bibliográficas

<https://www.youtube.com/watch?v=DSjRacrZ3Do&t=0s&list=LLQrXQXQkdGb
mDLzHoSYPmxg&index=283>. Acesso em: 5 jun. 2018.
● FORMATION. Direção: Melina Matsoukas. Produção: Mike Will e Beyoncé.
Intérprete: Beyoncé; Big Freedia e Messy Mya. Composição: Michael L. Williams
II; Khalif Brown; Asheton Hogan e Beyoncé. [S.l.]: Parkwood Entertainment,
2016. 1 videoclipe (4 minutos), son., color. Disponível em:
<https://www.youtube.com/watch?v=WDZJPJV__bQ&list=LLQrXQXQkdGbmD
LzHoSYPmxg&t=0s&index=407>. Acesso em: 5 jun. 2018.
● STILL I Rise. Intérprete: Maya Angelou. Direção: Ginny Martin. [S.l]: PBS
Video/KERA, 1992. Parte integrante do documentário Kindred Spirits:
Contemporary African-American Artists (30 minutos), son., color. Disponível em:
<https://www.youtube.com/watch?v=NzQtGCw49uc>. Acesso: 2 jun. 2018.
● THIS is America. Direção: Hiro Murai. Produção: Jason Cole; Ibra Ake e Fam
Rothstein. Intérprete: Childish Gambino; Young Thug e outros. Composição:
Donald Glover e Ludwig Göransson. [S.l.]: RCA Records, 2018. 1 videoclipe (4
minutos), son., color. Disponível em:
<https://www.youtube.com/watch?v=VYOjWnS4cMY&list=LLQrXQXQkdGbmD
LzHoSYPmxg&t=0s&index=3>. Acesso em: 5 jun. 2018.
● TOMBEI. Direção: Konrad Dantas. Produção: KondZilla Filmes. Intérprete: Karol
Conka e Tropkillaz. [S.l.]: Buuum, 2014. 1 videoclipe (3 minutos), son., color.
Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=LfL4H0e5-Js>. Acesso em: 5
jun. 2018.
● TOO Black For Brazil. Direção: Barney Lankester-Owen. Produção: Bruce
Douglas e Amanda Moreth. Rio de Janeiro: The Guardian, 2016. Disponível em:
<https://www.youtube.com/watch?v=S0ODz9aIQ_k>. Acesso em: 5 jun. 2018.
● OFICINA Trançando Idéias na TV Brasil. Rio de Janeiro: TV Brasil, 2009.
Disponível em:
<https://www.youtube.com/watch?v=VzMdc6lte1M&t=0s&list=LLQrXQXQkdGb
mDLzHoSYPmxg&index=282>. Acesso em: 5 jun. 2018.

4.3 Referências fotográficas

Todas as imagens utilizadas no site foram registradas por mim. Porém, diversos
fotógrafos e editores criativos influenciaram o estilo de edição das minhas fotografias.
Portanto, profundos agradecimentos à inspiração que esses artistas me despertam: Yagazie
Emezi, Helen Salomão, Nasrin Suleiman, Joana Choumali, Luisa Dörr, Holly-Marie Cato e
Malin Fehezai.

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A ressignificação das tranças africanas “nesse canto do mundo”: uma reportagem digital
Influências bibliográficas

4.4 Reportagens multimídia

Algumas reportagens digitais já realizadas por veículos da imprensa nacional e


internacional inspiraram a linguagem, o formato, a disposição de itens informativos e a
realização desse Nesse canto do mundo. São elas:

● BBC. A luta esquecida dos negros pelo fim da escravidão no Brasil. Rio de
Janeiro, 2018. Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/resources/idt-
sh/lutapelaabolicao?ocid=wsbrasil.social.sponsored-post.twitter.SMP-Brasil-
Escravos.nneed2.competitors.mktg>. Acesso em: 2 jun. 2018.
● CHICAGO TRIBUNE. His saving grace. Chicago, [2013?]. Disponível em:
<http://graphics.chicagotribune.com/grace/>. Acesso em: 2 jun. 2018.
● ESTADÃO. Olimpíada 2016: 500 dias para os jogos. São Paulo, 2015. Disponível
em: <http://infograficos.estadao.com.br/esportes/500-dias-olimpiadas-rio-2016/>.
Acesso em: 2 jun. 2018.
● ESTADÃO. Os caminhos de Francisco. São Paulo, 2013. Disponível em:
<http://www.estadao.com.br/infograficos/cidades,os-caminhos-do-papa-francisco-
da-argentina-ao-brasil,196266>. Acesso em: 2 jun. 2018.
● FOLHA DE S. PAULO. 50 anos do Golpe Militar de 1964. São Paulo, 2014.
Disponível em: <http://arte.folha.uol.com.br/treinamento/2014/01/05/50-anos-
golpe-64/>. Acesso em: 2 jun. 2018.
● FOLHA DE S. PAULO. A batalha de Belo Monte. São Paulo, 2013. Disponível
em: <http://arte.folha.uol.com.br/especiais/2013/12/16/belo-monte/index.html>.
Acesso em: 2 jun. 2018.
● FOLHA DE S. PAULO. Crime sem castigo. São Paulo, 2015. Disponível em:
<http://arte.folha.uol.com.br/mercado/2015/03/12/crime-sem-castigo/>. Acesso em:
2 jun. 2018.
● FOLHA DE S. PAULO. Floresta sem fim. São Paulo, 2015. Disponível em:
<http://arte.folha.uol.com.br/tudo-sobre/desmatamento-zero/>. Acesso em: 2 jun.
2018.
● FOLHA DE S. PAULO. Líquido incerto. São Paulo, 2014. Disponível em:
<http://arte.folha.uol.com.br/ambiente/2014/09/15/crise-da-agua/>. Aceso em: 2
jun. 2018.
● FOLHA DE S. PAULO. Rio maravilha mutante. São Paulo, 2016. Disponível em:
<http://arte.folha.uol.com.br/tudo-sobre/rio-em-transformacao/>. Acesso em: 2 jun.
2018.

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A ressignificação das tranças africanas “nesse canto do mundo”: uma reportagem digital
Influências bibliográficas

● LA TERCERA. Especial 40 años del 11 de Septiembre de 1973. Santiago, 2013.


Disponível em: <http://11septiembre1973.latercera.com/es/>. Acesso em: 2 jun.
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● PITCHFORK. Glitter in the dark. Chicago, 2012. Disponível em:
<https://pitchfork.com/features/cover-story/reader/bat-for-lashes/>. Acesso em: 2
jun. 2018.
● THE GUARDIAN. Firestorm. Londres, 2013. Disponível em:
<https://www.theguardian.com/world/interactive/2013/may/26/firestorm-bushfire-
dunalley-holmes-family>. 2013. Acesso em: 2 jun. 2018.
● THE NEW YORK TIMES. Snow Fall: The Avalanche at Tunnel Creek.
Reportagem: John Branch. Nova York, 2012. Disponível em:
<http://www.nytimes.com/projects/2012/snow-fall/index.html#/?part=tunnel-
creek>. Acesso em: 2 jun. 2018.
● THE WASHINGTON POST. Cycling’s road forward. Washington, 2013.
Disponível em: <https://www.washingtonpost.com/sf/wp-
sports/2013/02/27/cyclings-road-forward/>. Acesso em: 2 jun. 2018.
● ZEIT ONLINE. 100 Jahre tour de France. Hmaburgo, 2013. Disponível em:
<https://www.zeit.de/sport/tour-de-france.html#chapter-01>. Acesso em: 2 jun.
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