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CIÊNCIAS – 7o ANO

PROF – PADRÃO – VOL III


Direção Executiva:
Fabio Benites

Gestão Editorial:
Maria Izadora Zarro

Diagramação, Ilustração Autores:


de capa e Projeto Gráfico:
Alan Gilles Mendes Ciências: Alba Alencar
Alex França D. Geométrico: Thiago Santos
Dominique Coutinho Espanhol: Mizael Souza
Erlon Pedro Pereira Geografia: João Paulo Prado
Estevão Cavalcante História: Michelle Trugilho
Paulo Henrique de Leão Inglês: Maria Izadora Zarro
Matemática: Ricardo Pereira
Estagiários: Português: Luiza Marçal
Amanda Silva Redação: Cláudia Pires
Fabio Rodrigues
Gustavo Macedo
Lucas Araújo

Irium Editora Ltda


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no114 - Tijuca - RJ
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Fone: (21) 2560-1349
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quer meio ou processo, inclusive quanto às caracte-
rísticas gráficas e/ou editoriais. A violação de direitos
autorais constitui crime (Código Penal, art. 184 e §§, e
Lei nº 6.895, de 17/12/1980), sujeitando-se a busca e
apreensão e indenizações diversas (Lei nº 9.610/98).
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 2017

ORIENTADOR METODOLÓGICO PADRÃO

ENSINO FUNDAMENTAL 2016/2017

O material didático da Irium Educação foi reformulado para o biênio 2016/2017 com o
intuito de estar atualizado com as demandas educacionais dos principais concursos do país e
alinhado com os pilares educacionais elementares defendidos pela editora.

Além de conter um projeto pedagógico inovador, o projeto gráfico é totalmente inovador.


O design de cada página foi projetado para ser agradável para a leitura e atrativo visualmente,
favorecendo a passagem das informações. Há uma identidade visual para cada disciplina e as
seções são marcadas para favorecer a aprendizagem.

Veja algumas páginas:

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Didaticamente, há um projeto traçado que envolve fundamentos pedagógicos de
vanguarda. Além disso, o material impresso “conversa” com o site galeracult.com.br, além de
vídeos dispostos na videoteca do irium.com.br.

Confira os fundamentos pedagógicos do material e suas justificativas:

Fundamento 01:
Apresentar um conteúdo em termos de ementa e nível de acordo com os Parâmetros
Curriculares Nacionais (PCNs), refletidos pelos principais concursos do país do referido
segmento, assim como do segmento subsequente (Ensino Médio).

Descrição: O conteúdo de cada série segue as orientações dos PCNs, porém existe a
possibilidade de reordenação, pois o material é constituído de cadernos independentes, que
possibilitam a construção de acordo com a vontade da escola parceira. Para isso, basta a escola
utilizar o nosso cronograma – que está apresentado a seguir – e escolher a nova ordem dos
cadernos, inclusive trocando de séries, caso seja necessário. Fundamento 02: Alinhar desde o
princípio os objetivos pedagógicos de cada caderno (capítulo).

Fundamento 02:
Alinhar desde o princípio os objetivos pedagógicos de cada caderno (capítulo).

Descrição: Ainda na capa de cada caderno (capítulo), professores e alunos encontrarão


os objetivos a serem alcançados naquela unidade. Dessa forma, pretende-se que docentes e
discentes comecem “com o objetivo em mente”, ou seja, que tenham clareza desde o início dos
objetivos.

Como funciona na prática? Após a contextualização, sugerimos que o professor


apresente os objetivos pedagógicos do caderno, ou seja, o que o aluno deve assimilar e quais
competências ele deve desenvolver, quando o caderno estiver com a teoria vista e os exercícios
realizados.

Na capa do caderno de Sinais de Pontuação, ao lado, ao ler os


objetivos da unidade, junto com os alunos, o professor deixa
claro que visa ensinar para compreensão dos alunos dos erros
de comunicação gerados por má emprego da pontuação,
reconheçam e saibam empregar corretamente os sinais de
pontuação.

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CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 2017

Fundamento 03:
Transcender o conteúdo tradicional, através do diálogo entre este e outros saberes,
não previstos na Base Nacional Comum, mas considerados relevantes para a formação
do jovem, segundo a visão da Irium Educação.

Descrição: Além do conteúdo tradicional, o material do Ensino Fundamental II é focado


em novos saberes essenciais para a formação dos jovens hoje em dia. Saberes como Educação
Financeira, Noções de Nutrição, Noções de Direito, Empreendedorismo, entre outros, são
apresentados de forma dialógica com os conteúdos tradicionais. De forma prática, em cada
caderno há pelo menos uma inserção transdisciplinar em formato de observação. Essas inserções
surgem no material impresso em uma versão reduzida e o artigo na íntegra pode ser acessado
no site do projeto galeracult.com.br.

Como funciona na prática? As inserções são apresentadas em um quadro específico e


o conteúdo é exposto por um personagem ficcional criado pelo time da Irium Educação. Esses
personagens são jovens e possuem características e linguagem próprias da adolescência, o que
gera identificação com os alunos. Para os professores, fica a sugestão de utilizar esses artigos
transdisciplinares para apresentar como o conteúdo presente “dialoga” com outros, estendendo
a aprendizagem e mostrando outras áreas do conhecimento onde alguns alunos, com certeza,
irão se identificar. Esse fundamento do material didático é uma grande oportunidade para fazer
conexões entre os saberes, valorizando cada um e ainda mais a sinergia entre eles. Além do
artigo presente na apostila, os educadores podem incentivar os educandos a acessar o conteúdo
completo, no site, possibilitando a navegação por outros artigos e, consequentemente, o acesso
a mais informações de qualidade. Veja no recorte abaixo, como a música do Cazuza foi utilizada
para exemplificar uma Oração Subordinada Adverbial e, com isso, acaba sendo conectada a
história do próprio compositor, enriquecendo o conhecimento cultural do aluno.

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Fundamento 04:
Sugerir contextos para apresentação dos conteúdos a fim de tornar o aprendizado
mais prático e concreto para o aluno.

Descrição: Um desafio para os educadores é não cair no “conteudismo” puro, distante


da aplicabilidade desses e da realidade dos alunos. Para isso não acontecer, o material traz
sugestões de contextualizações para o início do conteúdo, além de outras exemplificações
práticas ao longo da apresentação da teoria.

Como funciona na prática? Na capa de cada caderno, há uma charge, uma tirinha, uma
citação, um meme ou outra representação que o professor pode usar como “gancho” para iniciar
a sua aula de forma contextualizada, trazendo mais significado para o aprendizado desde o início
da aula. Repare que o texto abaixo (à esquerda) – entre a imagem principal e a seção “Objetivos”
– propõe uma reflexão sobre o conceito de História. Essa provocação cabe perfeitamente para o
início da exposição, considerando que se pretende desconstruir o conceito vulgar de História. No
outro exemplo (à direita), o autor inseriu uma tirinha para exemplificar uma oração subordinada
adverbial.

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CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 2017

Fundamento 05:
Promover uma linguagem mais dialógica e sedutora para o aluno, a fim de
sensibilizá-lo para a importância do conteúdo, facilitando o processo de aprendizagem.

Descrição: A forma como as informações são apresentadas é essencial para criar


simpatia ou rejeição por parte dos alunos. Pensando nisso, reformulamos a linguagem do
material, especialmente no início de cada caderno – na primeira impressão, - para que ela fosse
mais atrativa para os jovens. Assim, o texto “conversa” com o leitor, favorecendo a apresentação
do conteúdo e evitando rejeições devido a forma como ele é apresentado.

Como funciona na prática? Os textos do material não possuem linguagem coloquial,


eles são técnicos. Porém, não são puramente técnicos no sentido tradicional. Eles buscam
uma aproximação do leitor, como se o autor estivesse “conversando” com o leitor. Esse tipo de
construção favorece a compreensão e os professores podem usar isso em exercícios como:
reescreva determinado texto com suas palavras, deixando claro o que você entendeu. Nos textos
tradicionais, normalmente, os alunos tem dificuldade de entenderem sozinhos. Veja os textos
abaixo como são convidativos.

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Fundamento 06:
Articular conteúdo e exercícios de forma planejada, a fim de tirar o melhor do
proveito desses últimos, funcionando como validação dos conceitos básicos trabalhados
ou espelhando a realidade dos mais diversos concursos.

Descrição: Há três seções de exercícios “tradicionais”. Os Praticando possuem o


aspecto de validação da aprendizagem, os Aprofundando refletem a clássica abordagem dos
concursos e os Desafiando são os mais difíceis, até mesmo para os principais concursos do
país. Existem também, em todas as seções, questões resolvidas em vídeo. Elas estão sinalizadas
com um ícone de uma câmera, que indica que há solução gravada, e podem ser localizadas pelo
código justaposto. Através desse código, o aluno-usuário deverá acessar a área da Videoteca,
localizada em irium.com.br.

Como funciona na prática? Os exercícios Praticando, por serem validações da


aprendizagem, permeiam a teoria, ou seja, teoria 1 → praticando 1 → teoria 2 → praticando 2
→ ... Os Aprofundando servem como mini simulados de concursos e são recomendados “para
casa” para serem corrigidos na aula seguinte. Os Desafiando, por serem os mais difíceis, podem
valer pontos extras em atividades a parte.

Fundamento 07:
Incentivar o aluno a estender sua aprendizagem além da sala de aula, seja com links
com sites e aplicativos ou através de atividades complementares de pesquisa e reflexão.

Descrição: O material possui também exercícios não ortodoxos. As questões “tradicionais”


são testes para verificar se o aluno consegue reproduzir aquilo que deveria ser aprendido. Na
seção Pesquisando, o material propõe exercícios novos, que incentivam a pesquisa on-line
e off-line, reflexões sobre escolhas e comportamentos e servem também, para possibilitar a
atuação dos responsáveis na educação formal do filho, pois podem ajuda-los nas pesquisas e
reflexões sugeridas pela atividade.

Como funciona na prática? A seção Pesquisando é constituída


de exercícios “fora da caixinha”, isto é, aqueles que exigem
pesquisas e/ou reflexões. Há algumas utilizações pedagógicas
interessantes para essa seção. Exemplos: 1) O professor poderia
pedir um caderno separado para registro desses exercícios. Ao
final ele teria um verdadeiro portfólio da produção dos alunos ao
longo de determinado tempo; 2) Os pais poderiam ser convidados
a participar da educação formal do filho, ajudando-o ou
simplesmente perguntando sobre os temas abordados nesses
exercícios, pois são mais fáceis para esse intuito do que os
exercícios tradicionais; 3) O aluno poderia exercitar sua oratória
apresentando atividades propostas nessa seção; 4) Alguns
Pesquisando podem ser usados como temas para debates em
sala, desenvolvendo as habilidades de ouvir e compreender o
outro, além, obviamente, da capacidade de argumentação.

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CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 2017

Fundamento 08:
Oferecer informações sintetizadas, a fim de atender momentos de revisão do
conteúdo.

Descrição: No final de todo caderno, apresentamos uma seção denominada Resumindo,


onde é apresentado uma síntese do conteúdo do caderno. O intuito é possibilitar que o aluno
tenha um resumo bem construído para uma revisão rápida, quando necessária.

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CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
7º ANO – 2016 / 2017

CIÊNCIAS

1o bimestre:

EF2CIE701: Como tudo começou: origem da vida e teorias evolutivas


• Características gerais dos seres vivos
• Origem da vida: teoria de Oparin, abiogênese x biogênese
• Teorias evolutivas: Lamarckismo e Darwinismo

EF2CIE702: Observando a vida na terra: características gerais dos seres vivos e


os cinco reinos
• Taxonomia: características taxonômicas
• Nomenclatura científica: regras de nomenclatura científica de Lineu
• Os cinco reinos dos seres vivos: características gerais dos reinos

EF2CIE703: Observando a vida na terra: reino Monera, reino Protista e reino Fungi
• Reino Monera: bactérias e cianofíceas
• Reino Protista (Protoctista): protozoários e algas unicelulares eucariontes
• Reino Fungi: fungos

2º bimestre

EF2CIE704: Observando e sentindo o que nos cerca: doenças causadas por


bactérias, protozoários e fungos
• Doenças causadas por bactérias: principais bacterioses
• Doenças causadas por protozoários: principais protozooses
• Doenças causadas por fungos

EF2CIE705: Conhecendo a biodiversidade dos animais invertebrados I: poríferos,


cnidários, platelmintos e nematoides
• Poríferos
• Cnidários

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CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 2017

• Platelmintos
• Nematoides

EF2CIE706: Conhecendo a biodiversidade dos animais invertebrados II: anelídeos,


moluscos, artrópodes e equinodermos
• Anelídeos
• Moluscos
• Artrópodes
• Equinodermos

3º bimestre

EF2CIE707: Conhecendo a biodiversidade dos animais vertebrados: peixes,


anfíbios e répteis
• Filo dos vertebrados: peixes
• Anfíbios
• Répteis

EF2CIE708: Conhecendo a biodiversidade dos animais vertebrados: aves e


mamíferos
• Aves
• Mamíferos

4º bimestre

EF2CIE709: Conhecendo a biodiversidade dos vegetais: introdução ao reino das


plantas e as criptógamas
• Reino das plantas: classificação das plantas
• Briófitas
• Pteridófitas

EF2CIE710: Conhecendo a biodiversidade dos vegetais: fanerógamas e os órgãos


vegetais
• Gimnospermas
• Angiospermas
• Os órgãos vegetais

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CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 2017

ORIENTADOR METODOLÓGICO PADRÃO

ENSINO FUNDAMENTAL 2016/2017


7º ano
CIÊNCIAS

3o bimestre:

Aula: 21
Tópico: Conhecendo a biodiversidade dos animais vertebrados: peixes, anfíbios e répteis
Objetivos: Filo dos vertebrados: peixes
Subtópicos: A evolução dos vertebrados; Os peixes
Exercícios: x
Para casa: Praticando 1 ao 7

Aula: 22
Tópico: Conhecendo a biodiversidade dos animais vertebrados: peixes, anfíbios e répteis
Objetivos: Anfíbios
Subtópicos: Anfíbios;
Exercícios: x
Para casa: Praticando 8 ao 15

Aula: 23
Tópico: Conhecendo a biodiversidade dos animais vertebrados: peixes, anfíbios e répteis
Objetivos: Répteis
Subtópicos: Répteis
Exercícios: Praticando 16 ao 22
Para casa: Aprofundando e Desafiando

Aula: 24
Tópico: Conhecendo a biodiversidade dos animais vertebrados: peixes, anfíbios e répteis
Objetivos: Revisão
Subtópicos: x
Exercícios: Aprofundando e Desafiando
Para casa: Pesquisando

Aula: 25
Tópico: Conhecendo a biodiversidade dos animais vertebrados: aves e mamíferos
Objetivos: Aves
Subtópicos: Aves;
Exercícios: x
Para casa: Praticando 1 ao 10

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Aula: 26
Tópico: Conhecendo a biodiversidade dos animais vertebrados: aves e mamíferos
Objetivos: Mamíferos
Subtópicos: Mamíferos;
Exercícios: Praticando 11 ao 19
Para casa: Aprofundando e Desafiando

Aula: 27
Tópico: Conhecendo a biodiversidade dos animais vertebrados: aves e mamíferos
Objetivos: Revisão
Subtópicos: x
Exercícios: Aprofundando e Desafiando
Para casa: Pesquisando

Aula: 28
Tópico: Revisão
Objetivos:
Subtópicos: Revisão
Exercícios: Revisão bimestral
Para casa: Revisão bimestral

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ORIENTADOR METODOLÓGICO: CONHECENDO A BIODIVERSIDADE DOS ANIMAIS VERTEBRADOS I: PEIXES, ANFÍBIOS E RÉPTEIS

ORIENTADOR METODOLÓGICO
Conhecendo a biodiversidade dos animais vertebrados I:
peixes, anfíbios e répteis
Objetivos:
• Reconhecer as características gerais do filo dos vertebrados;
• Compreender as características adaptativas dos peixes e a sua diversidade;
• Analisar as características adaptativas dos anfíbios e a sua diversidade;
• Analisar as características adaptativas dos répteis e a sua diversidade.

Praticando:
1) Presença de nadadeiras, pele coberta por escamas e coração dividido em duas cavidades.

2) Significa dizer que sua temperatura varia com a temperatura ambiente.

3) O esquema deve indicar o sangue indo para as brânquias, destas para o corpo e depois
para o coração.

4) A linha lateral é formada por canais que se comunicam com o exterior por pequenos
poros por onde o peixe capta vibrações na água que indicam a presença de outros animais.

5) A bexiga natatória é um saco que armazena gás e ajuda o peixe a flutuar.

6) Significa que o desenvolvimento do embrião ocorre no interior de um ovo que fica fora
do corpo materno.

7) Peixes ósseos: sardinha e tainha; Peixes cartilaginosos: tubarão e raia.

8) A

9) As larvas dos anfíbios têm respiração branquial e os anfíbios adultos têm respiração pul-
monar e cutânea.

10) O coração do peixe tem duas cavidades: um átrio e um ventrículo, e o coração do sapo
tem três cavidades: dois átrios e um ventrículo.
11) As glândulas lacrimais produzem as lágrimas que mantêm os olhos dos anfíbios úmidos,
evitando sua desidratação.
EF2CIE7-07

1
ORIENTADOR METODOLÓGICO: CONHECENDO A BIODIVERSIDADE DOS ANIMAIS VERTEBRADOS I: PEIXES, ANFÍBIOS E RÉPTEIS

12) E

13) Após a fecundação ocorre a formação do ovo ou zigoto. Depois de aproximadamente


84 horas, o embrião existente no interior do ovo origina uma larva denominada girino, que
passa por uma série de transformações; as principais são: aparecimento das patas poste-
riores, surgimento das patas anteriores, redução da cauda e substituição das brânquias por
pulmões.

14) E

15) C

16) Coração com três câmaras ocorre em:


Anfíbios, vertebrados com respiração cutânea e pulmonar, portanto, adaptados a ambien-
tes úmidos.
Répteis não crocodilianos, vertebrados com pele grossa e respiração, exclusivamente, pul-
monar, adaptados ao ambiente terrestre.

17) Três cavidades, dois átrios e um ventrículo.

18) A

19) Os répteis, em sua maioria, são ovíparos. Os ovíparos se desenvolvem dentro de um ovo
fora do corpo materno, e os ovovivíparos se desenvolvem dentro de um ovo que fica prote-
gido no interior do corpo materno.

20) E

21) As cobras ovíparas produzem mais ovos. Nas cobras ovíparas o ovo se desenvolve fora
do corpo da mãe e, por isso, há maior mortalidade de embriões do que no caso das ovoviví-
paras, cujo desenvolvimento ocorre no interior do corpo materno.

22) a) Serpentes peçonhentas possuem dentes inoculadores de veneno que deixam marcas
características no local da picada. Além disso, são atraídas por animais homeotermos por
possuírem, geralmente, uma fosseta loreal. Estes répteis apresentam também, em geral, a
cabeça triangular, escamas ásperas, pupilas verticais e cauda que termina abruptamente.
b) O soro contém anticorpos específicos para neutralizar o veneno da cobra. Em institu-
tos especializados, cavalos, bois ou cabras recebem pequenas doses do veneno e passam a
produzir ativamente os anticorpos que constituirão o soro antiofídico.
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ORIENTADOR METODOLÓGICO: CONHECENDO A BIODIVERSIDADE DOS ANIMAIS VERTEBRADOS I: PEIXES, ANFÍBIOS E RÉPTEIS

Aprofundando:
1) Os peixes ósseos possuem esqueleto predominantemente ósseo, possuem bexiga na-
tatória e apresentam placas denominadas opérculos protegendo as fendas branquiais. Os
peixes cartilaginosos possuem esqueleto predominantemente cartilaginoso, não possuem
bexiga natatória e não têm as fendas branquiais recobertas por opérculos.

2) Presença de nadadeiras e de uma cauda que impulsiona o corpo; forma alongada e hidro-
dinâmica da maioria dos peixes; escamas e muco, que deixam a pele bem lisa, o que diminui
o atrito com a água.

3) Porque com a maior produção de óvulos aumentam as chances de fecundação, já que na


fecundação externa muitos gametas se perdem no ambiente. Isso não ocorre nos peixes
ovovivíparos, pois a fecundação nestes animais é interna.

4) B

5) a) O peixe-palhaço é ósseo.
b) As anêmonas pertencem ao grupo dos cnidários.
c) As nadadeiras auxiliam na locomoção do peixe na água. Elas propulsionam e orientam
o deslocamento dos peixes, além de ajudar no seu equilíbrio.
d) Nos peixes ósseos, os dentes têm formato de cone e estão presentes na boca e na fa-
ringe. Na maioria dos peixes cartilaginosos, os dentes são pontiagudos, dispostos em várias
fileiras, e podem ser substituídos periodicamente.
• A respiração da maioria das espécies de peixes ósseos é branquial, mas há algumas
espécies que respiram por meio de pulmões. A respiração nos peixes cartilaginosos, por sua
vez, é sempre branquial. Além disso, os peixes ósseos apresentam opérculo recobrindo suas
fendas branquiais, enquanto os cartilaginosos não o apresentam.
• Os peixes ósseos geralmente apresentam fecundação externa. Já a maioria dos peixes
cartilaginosos apresenta fecundação interna.
e) Espera-se que os alunos respondam que as espécies que vivem nesses recifes de corais
poderiam morrer, pois ficariam sem local para se abrigar e procurar alimento.

6) Os anfíbios necessitam da água para a reprodução e um lar quando larva, mas quando
vai evoluindo adquire patas traseiras e sua respiração é pulmonar, dificultando a sua vida
na água. Anfíbios.

7) O coração dos anfíbios é formado por três cavidades. No ventrículo, o sangue venoso
mistura-se com sangue arterial e, por este motivo, a circulação dos anfíbios é classificada
como incompleta. É classificada também como dupla, pois o sangue passa pelo coração
duas vezes antes de ser distribuído para o organismo do animal.
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ORIENTADOR METODOLÓGICO: CONHECENDO A BIODIVERSIDADE DOS ANIMAIS VERTEBRADOS I: PEIXES, ANFÍBIOS E RÉPTEIS

8) D

9) D

10) B

11) E

12) a) Florestas
b) Anfíbios são adaptados a ambientes úmidos, típicos de biomas florestais.

13) O coração dos crocodilianos, grupo de répteis que inclui os jacarés e crocodilos, é divi-
dido em quatro cavidades (dois átrios e dois ventrículos) e o coração dos demais répteis é
dividido em apenas três cavidades (dois átrios e um ventrículo).

14) Porque se a vítima for mantida calma, seus batimentos cardíacos não aceleram e o vene-
no demora mais para se espalhar pelo seu corpo.

15) Deve-se aplicar o soro antiofídico na vítima, pois ele contém anticorpos específicos que
irão combater os antígenos presentes no veneno.

16) a) Répteis podem se reproduzir fora da água porque apresentam fecundação interna,
desenvolvimento direto e um ovo com casca protetora. Esses animais se desenvolvem asso-
ciados a anexos embrionários como o âmnio (proteção contra choques e hidratação), alan-
toide (excreção e respiração) e saco vitelínico (nutrição).
b) Respiração pulmonar.

17) Ovos de répteis apresentam casca calcária protetora e anexos embrionários como âm-
nio, alantoide e córion.

18) B

19) E

Desafiando:
1) Não. Porque os órgãos que realizam as trocas gasosas na maioria dos peixes são as brân-
quias e, para que a água chegue até essas estruturas, ela entra pela boca e não pelas nari-
nas. Os peixes que realizam respiração pulmonar engolem o ar para que ele chegue até os
pulmões, e, também neste caso, as narinas não são utilizadas no processo respiratório.

2) Fecundação interna; ovo amniota e/ou ovo com casca.


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CONHECENDO A BIODIVERSIDADE DOS ANIMAIS VERTEBRADOS II: AVES E MAMÍFEROS

ORIENTADOR METODOLÓGICO
Conhecendo a biodiversidade dos animais vertebrados II:
aves e mamíferos
Objetivos de aprendizagem:
• Compreender as características adaptativas das aves e a sua diversidade;
• Identificar as características adaptativas dos mamíferos e a sua diversidade;
• Analisar o papel ecológico de cada classe.

Praticando:
1) Os diferentes formatos dos bicos representam adaptações aos vários tipos de alimenta-
ção. Algumas catam sementes, outras se alimentam de folhas e frutas, pescam peixes, se
alimentam de insetos etc.

2) B

3) Significa que as aves dependem da produção de calor realizada pelo organismo (através
do metabolismo) para regular a temperatura corporal, mantendo-a constante.

4) São ossos ocos, bastante leves e delicados que facilitam a realização do voo por reduzirem
o peso das aves.

5) O osso esterno em forma de quilha é importante pois favorece o “corte” do ar, tornando
o corpo das aves mais aerodinâmico.

6) B

7) Quatro: dois átrios e dois ventrículos.

8) Sim, pois a ausência de uma bexiga armazenadora de urina torna a ave mais leve e, desta
maneira, facilita o voo.

9) Com uma visão aguçada, as aves de rapina podem avistar suas presas, mesmo durante o
voo, quando se encontram em altitudes elevadas.

10) Homeotermia e proteção.

11) Presença de pelos na pele e de glândulas mamárias produtoras de leite nas fêmeas.
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CONHECENDO A BIODIVERSIDADE DOS ANIMAIS VERTEBRADOS II: AVES E MAMÍFEROS

12) As glândulas sudoríparas ajudam o corpo a perder calor quando a temperatura aumen-
ta: ao evaporar, a água presente no suor retira calor da pele.

13) Presença de pelos e de glândulas sudoríparas na pele.

14) Os órgãos que compõem o sistema digestivo dos mamíferos são: a boca, o esôfago, o
estômago, o intestino delgado e o intestino grosso.

15) As partes que compõem o estômago dos mamíferos ruminantes são: a pança, o folhoso,
o barrete e o coagulador.

16) C

17) E

18) B

19) B

Aprofundando:
1) Os sacos aéreos são bolsas que funcionam como reservatórios de ar, pois durante o voo,
eles fornecem ar para a respiração. Estas estruturas também contribuem com a redução do
peso das aves, colaborando com o voo.

2) As aves possuem fecundação interna, portanto, o encontro dos gametas masculino e fe-
minino ocorre no interior do corpo da fêmea, em um canal denominado oviduto.

3) A clara é rica em proteínas que serão utilizadas para o desenvolvimento do embrião.

4) O vitelo é um reservatório de gordura que será utilizado durante o desenvolvimento do


embrião.

5) Membros anteriores modificados em asas, ausência de dentes, ausência de bexiga uriná-


ria e osso esterno em forma de quilha.

6) B

7) D
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6
CONHECENDO A BIODIVERSIDADE DOS ANIMAIS VERTEBRADOS II: AVES E MAMÍFEROS

8) C

9) a) Ao voar, o joão-de-barro leva as sementes de jabuticaba para longe. Essas sementes


serão eliminadas com as fezes do animal e poderão formar novas árvores. Desse modo, o
joão-de-barro contribui para a dispersão da planta.
b) A águia e o gavião são aves de rapina que caçam ratos e outros animais terrestres. A
visão bem desenvolvida é importante para que elas possam localizar, do alto, suas presas.

10) A função do coração é bombear sangue para o corpo.

11) O coração dos mamíferos é composto por quatro cavidades: duas superiores (o átrio
direito e o átrio esquerdo) e duas inferiores (o ventrículo direito e o ventrículo esquerdo).

12) Os rins, os ureteres, a bexiga e a uretra.

13) O embrião retira alimento e oxigênio do sangue materno através de um órgão denomi-
nado placenta.

14) Os mamíferos possuem um músculo denominado diafragma, situado abaixo dos pul-
mões que separa o tórax e o abdômen. Quando o diafragma se contrai, permite a entrada
de ar nos pulmões. Quando este músculo relaxa, contribui para a saída de ar dos pulmões.

15) a) A - morcego; B - rã; C - peixe; D - esquilo; E - pato; F - cobra; G - tubarão; H - golfinho;


I - coruja; J - tartaruga; K - pinguim; L - foca; M - canguru; N - raia; O - jacaré; P - tamanduá;
Q - chimpanzé; R - avestruz.
b) Peixes - C, G, N; anfíbios - B; répteis: F, J, O;
aves - E, I, K, R; mamíferos - A, D, H, L, M, P, Q.
c) Pato, coruja, pinguim e avestruz (aves); morcego, esquilo, golfinho, foca, canguru, ta-
manduá e chimpanzé (mamíferos).
d) Morcego, esquilo, cobra (algumas), tubarão, golfinho, foca, canguru, tamanduá e chim-
panzé.
e) Rã.
f) C, G e N.
g) Chimpanzé.

16) a) Urso-polar: classe dos mamíferos; pinguim: classe das aves; camelo: classe dos mamí-
feros.
b) O pinguim possui penas e asas (transformadas em nadadeiras); o urso-polar possui
pelos, glândulas sudoríparas e glândulas mamárias.
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CONHECENDO A BIODIVERSIDADE DOS ANIMAIS VERTEBRADOS II: AVES E MAMÍFEROS

17) C

18) A presença de glândulas mamárias, respiração sempre pulmonar, homeotérmicos, entre


outros.

19) Porque eles realizam respiração pulmonar, retirando gás oxigênio do ar atmosférico.

Desafiando:
1) a) Mamíferos.
b) Presença de pelos e secreção láctea.

2) a) Usando a energia proveniente do metabolismo dos alimentos. A energia química pre-


sente nos alimentos é transformada em energia térmica.
b) Porque esses animais gastariam muita energia para manter a temperatura corporal
regulada quando as temperaturas do ambiente estão muito extremas. Por isso, permane-
cendo em repouso e diminuindo um pouco sua temperatura corporal, eles economizam
energia.
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