Você está na página 1de 128

o Costa

Parte 2
Belmir drigue
s

m áticaA Ermeli
nda Ro

Mate
o
12.º an

Propostas
de Resolução

A cópia ilegal viola os direitos dos autores.


Os prejudicados somos todos nós.
Oo
Índice

Manual – Parte 2
4 Funções exponenciais e logarítmicas 5

5 Funções trigonométricas 45

6 Primitivas. Cálculo integral 79

7 Números complexos 91

Poderá encontrar no e-Manual Premium:

• todas as propostas de resolução do projeto em formato digital em contexto


(também em PDF no menu de recursos do projeto);

• as propostas de resolução assinaladas neste livro, com o ícone ( ), em


formato de aplicação interativa, permitindo a sua apresentação passo a passo.

ISBN 978-972-0-84834-5

2
Manual  Parte 2
NEMA12PR Unidade 4
Unidade 4  Funções exponenciais e logarítmicas

Pág. 7 Pág. 10

 1,5 
1
1 1
1.1. C1 = 3500  1 + 4.1. 0,0001
= = = 10 −4
 = 3552,5 10000 104
 100 
O capital disponível ao fim de um ano é de 3552,50 €. 1 1
4.2. = =
3
4 −3
2 64 4
 1,5 
1.2. C2 = 3500  1 +  ≈ 3605,79
 100  3

O capital disponível ao fim de dois anos é de 3605,79 €. 4.3. = 33 3 2


27 =

5 1 1
 1,5  4.4. 0,0016
= = = 5−4
1.3. C 5 = 3500  1 +  ≈ 3770,49 625 54
 100 

O capital disponível ao fim de cinco anos é de 3770,49 €. 1 1


4.5. 0,0625
= = =
2
4 −2
16 4
2. Se os juros forem de pelo menos 500 euros, então o capital
−2
disponível será de pelo menos 10 500 euros. 1 1
( ) 
 2 2 =
( 2)
−4
4.6. = = 2
2−=
n n 4 22 
 0,8   0,8 
C n ≥ 10500 ⇔ 10000  1 +  ≥ 10500 ⇔  1 +  ≥ 1,05
 100   100  5. Comparando as bases das funções apresentadas, tem-se que

( 2)
x
é: y
2 < e < π < 4 . Então, a correspondência= →d ;

y =4 x → a ; y =e x → c e y =π x → b .

Pág. 11

x
1
6.1. g ( x ) = f (− x ) = 3− x =   , ∀x ∈ R
3

6.2. O gráfico de g é simétrico do gráfico de f em relação ao eixo


das ordenadas. A representação gráfica da função g é:

Recorrendo às capacidades gráficas da calculadora, concluiu-se


que Pedro deve manter o depósito durante 7 anos para obter
pelo menos 500 euros de juros.

6.3. A função f é estritamente crescente pois é uma função do


Pág. 8
tipo y = a x , em que a > 1 , e a função g é estritamente
3. decrescente pois é uma função do tipo y = a x , em que 0 < a < 1 .
2
 1,3 
Opção A : C =8000  1 +  ≈ 8104,34 7. Como f ( 0 ) = 1 , exclui-se de imediato a opção (C). Sendo f
 100 × 2 
1,25 
12 uma função estritamente decrescente, conclui-se que 0 < a < 1 .

Opção B : C =8000  1 +  ≈ 8100,57 Então, a opção correta é a (B).
 100 × 12 
Assim sendo, a opção mais favorável para a Sofia é a A.
NEMA12PR2 © Porto Editora

5 5
NEMA12PR
Unidade 4
Unidade 4

11.3.

NEMA12PR2 © Porto Editora


Pág. 12
1 1
3x+1 = ⇔ 3x+1 =⇔ 3x+1 =
3−2 x ⇔ x + 1 =
−2 x ⇔
8. O gráfico de f interseta o eixo das ordenadas no ponto ( 0, 5 ) , 9x 32 x
isto é, f ( 0 ) = 5 . Ora, f ( 0 ) = 5 ⇔ k + 30 = 5 ⇔ k = 4 . 1
⇔x=−
3
Então, f ( x )= 4 + 3− x .
11.4.
lim f ( x ) = lim ( 4 + 3− x ) = 4 + 0 = 4
x →+∞ x →+∞
x +2
Assíntota horizontal: y = 4 . Logo, b = 4 . x +2
27 x = 3x+2 ⇔ 33 x = 3 2
⇔ 3x = ⇔ 6x = x + 2 ⇔
2
9.1. O gráfico de h interseta o eixo das ordenadas no ponto 2
⇔x=
( 0,4 ) , isto é, h ( 0 ) = 4 . 5

Ora, h ( 0 ) = 4 ⇔ a + 20 = 4 ⇔ a = 3 . 11.5.
1
9.2. A reta de equação y = 0 é uma assíntota horizontal do 5x+1 = 6 − 5− x ⇔ 5x × 51 − 6 + =0⇔
5x
gráfico da função y = 2 x , logo a reta de equação y = 3 é uma
⇔ 5 × ( 5x ) − 6 × 5x + 1 = 0 ∧ 5 ≠ 0 ⇔ 5 × ( 5 x ) − 6 × 5x + 1 = 0
2 2
x

assíntota horizontal do gráfico da função h ( x )= 3 + 2x . condição


universal

10.1. D f = R ; D′f = ] − 1, + ∞ [ e y = −1 é uma equação da Fazendo 5 x = y , tem-se:

assíntota horizontal do gráfico da função f. 6 ± 36 − 20 1


5y 2 − 6 y + 1 = 0 ⇔ y = ⇔ y =1 ∨ y = .
x +1 x +1 10 5
∀x ∈ R , 2 > 0 ⇔ ∀x ∈ R , − 1 + 2 > −1 ⇔
x x 1
⇔ ∀x ∈ R , f ( x ) > −1 Como 5 = y , tem-se: 5 =1 ∨ 5 = ⇔
x

5
⇔ 5x =50 ∨ 5x = 5−1 ⇔ x =0 ∨ x =−1 .
10.2. O gráfico da função g obtém-se do da função f através das
seguintes transformações: simetria em relação ao eixo das 12.1.
abcissas seguida de uma translação vertical associada ao vetor ∀x ∈R , tem-se: ∀x ∈R , tem-se:

v ( 0 , 3) . x2 ≥ 0 ⇔ − x2 ≤ 0 ⇔ g(x) ≤ 9 ⇔ 0 < e
g ( x)
≤ e9 ⇔
] − ∞ ,4 [
2
Conclui-se então que: Dg = R ; D′g = e y = 4 é uma ⇔ 9 − x ≤ 9 ⇔ g (x) ≤ 9 ⇔ 0 < h (x ) ≤ e 9

equação da assíntota horizontal do gráfico da função g. Então, D′g = ] − ∞ , 9] . Então, Dh′ =  0 , e9  .


∀x ∈ R , f ( x ) > −1 ⇔ ∀x ∈R , − f ( x ) < 1 ⇔
12.2.
⇔ ∀x ∈R , 3 − f ( x ) < 4 ⇔ ∀x ∈R , g ( x ) < 4
h( x ) = 9 − ( 9 − e2 ) ⇔ e9−x =⇔
9 − g ( e ) ⇔ e 9− x =
2 2
e2
10.3. O gráfico da função h obtém-se do da função f através de
 ⇔ 9 − x 2 =2 ⇔ x 2 =7 ⇔ x =− 7 ∨ x = 7
uma translação horizontal associada ao vetor u ( 1, 0 ) seguida de

uma translação vertical associada ao vetor v ( 0 , 2 ) .
Pág. 14
Conclui-se então que: Dh = R ; D′=
h ] 1, + ∞ [ e y = 1 é uma
equação da assíntota horizontal do gráfico da função h. 13.1. 10 x ≥ 0,0001 ⇔ 10 x ≥ 10 −4 ⇔ x ≥ −4
∀x ∈R , f ( x − 1) > −1 ⇔ ∀x ∈R , 2 + f ( x − 1) > −1 + 2 ⇔
Então, x ∈[ − 4 , + ∞ [ .
⇔ ∀x ∈R , h ( x ) > 1
1
13.2. 2x > 0,125 ⇔ 2x > ⇔ 2 x > 2−3 ⇔ x > −3
8
Pág. 13
Então, x ∈ ] − 3, + ∞ [ .
1
1
11.1. 7 = x x
7 ⇔7 = 7 ⇔x= 2
2 13.3.
1 1
11.2. 1
9 x +1 − 3 ≤ 0 ⇔ ( 32 )
x +1
≤ 32 ⇔ 32 x +2 ≤ 32 ⇔ 2 x + 2 ≤ ⇔
2
7
5 × ( 2x ) =
3
640 ⇔ 23 x =128 ⇔ 23 x =27 ⇔ 3 x =⇔
7 x= 3  3
3 ⇔ x ≤ − , então, x ∈  − ∞ , −  .
4  4 

6 6
NEMA12PR Unidade 4
Funções exponenciais e logarítmicas

13.4.
1  Pág. 15
e x−1 < x ⋅ e x ⇔ e x ⋅ e −1 − x ⋅ e x < 0 ⇔ e x  − x  < 0 ⇔

e  ∀x∈ R , e x >0 16.1. ∀x ∈R , tem-se:
1 1 1 
⇔ − x < 0 ⇔ x > , então, x ∈  , + ∞  . 4 − x > 0 ⇔ −4 − x < 0 ⇔ 7 − 4 − x < 7 ⇔ g ( x ) < 7 .
e e  e 

13.5. Então, D′g = ] − ∞ ,7 [ .


1
− 5− x ≥ 0 ⇔ 5−2 x ≥ 5− x ⇔ −2 x ≥ − x ⇔ − x ≥ 0 ⇔ x ≤ 0 16.2. ∀x1 , x2 ∈ R , tem-se:
52 x
Então, x ∈ ] − ∞ ,0] . x1 < x2 ⇔ − x1 > − x2 ⇔ 4 − x1 > 4 − x2 ⇔
13.6. ⇔ −4 − x1 < −4 − x2 ⇔ 7 − 4 − x1 < 7 − 4 − x2 ⇔ g ( x1 ) < g ( x2 ) .
71 g é uma função crescente porque ∀x1 , x2 ∈ R ,
7 x − 8 ≤ −7− x +1 ⇔ 7 x − 8 + ≤0⇔
7x x1 < x2 ⇒ g ( x1 ) < g ( x2 ) .
⇔ ( 7x ) − 8 × 7 x + 7 ≤ 0 ∧ 7 ≠ 0 ⇔ ( 7x ) − 8 × 7x + 7 ≤ 0
2 2
x

condição 16.3.
universal

Fazendo 7 x = y , tem-se: y 2 − 8 y + 7 ≤ 0 . Dh= {x ∈ D g : g ( x ) ∈ D f }= { x ∈ R : g ( x ) ∈[ − 25, + ∞ [}=


Vamos começar por determinar as soluções da equação
 5 
y2 − 8y + 7 =0. = {x ∈R : g ( x ) ≥ −25}=  −2, +∞ 
 
8 ± 64 − 28 Cálculos auxiliares:
y2 − 8y + 7 = 0 ⇔ y = ⇔y =7∨ y =1
2 D f ={ x ∈ R : x + 25 ≥ 0} ={ x ∈ R : x ≥ −25} =[ − 25, + ∞ [ .
Assim, y 2 − 8 y + 7 ≤ 0 ⇔ y ≥ 1 ∧ y ≤ 7 .
g ( x ) ≥ −25 ⇔ 7 − 4− x ≥ −25 ⇔ 4 − x ≤ 32 ⇔ 2−2 x ≤ 25 ⇔
Como 7 x = y , tem-se: 7 x ≥ 1 ∧ 7x ≤ 7 ⇔ x ≥ 0 ∧ x ≤ 1
5
Então, x ∈[ 0, 1 ] . ⇔ −2 x ≤ 5 ⇔ x ≥ −
2
16.4.
14.1.
a) f ( x) =0 ⇔ 25 − 51−2 x =0 ⇔ 25 =51−2 x ⇔ 52 =51−2 x ⇔ a) g ( x ) < f ( x ) ⇔ g ( x ) − f ( x ) < 0
1 ( x) g( x )− f ( x) .
Seja h a função definida por h=
⇔ 2 =−
1 2 x ⇔ x =−
2 h é contínua em [ − 1, 1 ] por ser a diferença entre funções
b) f ( x) = 24 ⇔ 25 − 51−2 x = 24 ⇔ 1 = 51−2 x ⇔ 50 = 51−2 x ⇔ contínuas.
1 h ( −1 ) =g ( −1 ) − f ( −1 ) =7 − 4 − 24 =3 − 24 < 0 e
⇔ 0 =1 − 2 x ⇔ x =
2
1
h ( 1 ) =g ( 1 ) − f ( 1 ) =7 − − 26 > 0 , logo h ( −1) × h ( 1) < 0 .
14.2. 4
Como h é contínua em [ − 1, 1 ] e h ( −1) × h ( 1) < 0 , o corolário
f ( x) ≥ −100 ⇔ 25 − 51−2 x ≥ −100 ⇔ −51−2 x ≥ −125 ⇔
do teorema de Bolzano permite concluir que
⇔ 51−2 x ≤ 53 ⇔ 1 − 2 x ≤ 3 ⇔ x ≥ −1 ∃ c ∈ ] − 1, 1 [ : h ( c ) =0 , ou seja, ∃ c ∈ ] − 1, 1 [ : g ( c ) =f ( c ) .
A = R− ∩ [ − 1, + ∞ [ = [ − 1, 0 [
b) Pretende-se determinar graficamente o valor de c pertencente
15.1. ao intervalo ] − 1, 1 [ tal que g ( c ) = f ( c ) .
∀x ∈R , tem-se: ∀x ∈R , tem-se:
f (x) ≤ 5 ⇔ 0 < e
f(x)
x2 ≥ 0 ⇔ − x2 ≤ 0 ⇔ ≤ e5 ⇔
2
⇔ 5 − x ≤ 5 ⇔ f (x) ≤ 5 ⇔ 0 < g( x) ≤ e 5

Então, D′f = ] − ∞ ,5] . Então, Dg′ =  0 , e 5  .

15.2.

g ( x ) > 5 − f (e) ⇔ e5−x > 5 − ( 5 − e2 ) ⇔ e 5−x > e2 ⇔


2 2

⇔ 5 − x2 > 2 ⇔ 3 − x2 > 0
NEMA12PR2 © Porto Editora

3 − x 2 =0 ⇔ x 2 =3 ⇔ x = 3 ∨ x =− 3
Assim, 3 − x 2 > 0 ⇔ x > − 3 ∧ x < 3 .
Conclui-se que x ∈  − 3 , 3  .
Donde se conclui que c ≈ −0,52 .

7 7
NEMA12PR
Unidade 4
Unidade 4

17.1. f ( x ) < 0 ⇔ 4e x − e x ⋅ x 2 < 0 ∧ x ∈ D f ⇔

NEMA12PR2 © Porto Editora


⇔ e x ( 4 − x 2 ) < 0 ∧ x ∈ R ⇔ 4 − x 2 < 0 ⇔ x < −2 ∨ x > 2 ⇔
⇔ x ∈ ] − ∞ , − 2 [ ∪ ] 2, + ∞ [
Cálculo auxiliar:
4 − x 2 =0 ⇔ x 2 =4 ⇔ x = 4 ∨ x =− 4 ⇔
⇔ x =2 ∨ x =−2
4 − x 2 < 0 ⇔ x < −2 ∨ x > 2

17.2. Recorrendo à calculadora gráfica, deve-se determinar as


coordenadas dos pontos A, B, C e D, seguindo, por exemplo, os
procedimentos indicados a seguir:
Conclui-se que P ( −2,344; 2,076 ) .
5 × − 2,344 − 1 5 × 3,344
=
Então, A[ APD] = ≈ 8,4 m2 .
2 2

1.3.
a)
g(x) =f ( 3) ⇔ −3 + 2− x =+
2 33 ⇔ 2− x =
32 ⇔ 2− x =
25 ⇔
⇔ − x = 5 ⇔ x = −5
1
b) 2x +1 + g ( x ) < 0 ⇔ 2 x+1 − 3 + 2− x < 0 ⇔ 2x × 2 − 3 + <0⇔
2x
(2 )
2
x
⇔ × 2 − 3 × 2x + 1 < 0
∀x∈R , 2x >0

Fazendo 2 x = y , tem-se 2y 2 − 3y + 1 < 0 .


3± 9 −8 1
2 y 2 − 3y + 1 = 0 ⇔ y = ⇔ y =1 ∨ y =
4 2
2 1
Assim, 2y − 3y + 1 < 0 ⇔ y > ∧ y < 1 .
2
Como 2 x = y , tem-se:
1
2 x > ∧ 2x < 1 ⇔ 2 x > 2−1 ∧ 2x < 20 ⇔ x > −1 ∧ x < 0 .
2
Então, x ∈ ] − 1,0 [ .

1.4. Pretende-se determinar a abcissa do ponto do gráfico de f


que está a igual distância de [AB] e de [CD]. Sabe-se que [AB] e
Verificou-se que: A ( −2 , 0 ) , B ( 2 , 0 ) , C ( 0 , 4 ) e D ( 1,83 ; 4 ) . [CD] são paralelos e distam entre si 5 unidades. Assim sendo,
5
AB + CD 4 + 1,83 pretende-se resolver graficamente a equação f ( x ) = .
Então, A=
[ ABCD ] × OC
= × 4 ≈ 11,7 cm2 . 2
2 2

Tarefa 1
1.1. f ( x ) = 5 ⇔ 2 + 3x = 5 ⇔ 3x = 3 ⇔ x = 1
Donde se conclui que A ( 1 , 5) e D (1, 0 ) .
g ( x ) = 5 ⇔ −3 + 2− x = 5 ⇔ 2− x = 8 ⇔ 2− x = 23 ⇔ − x = 3 ⇔ x = −3
Donde se conclui que B ( −3 , 5) e C ( − 3, 0 ) .
Então, A[ ABCD] = CD × AD = ( 1 + 3 ) × 5 = 20 m2 .

1.2. Vamos começar por determinar graficamente as


coordenadas do ponto P, ponto de interseção dos gráficos das
funções f e g. A abcissa do ponto pedido é −0,63 .

8 8
NEMA12PR Unidade 4
Funções exponenciais e logarítmicas

 f (1) = −2 k × 2p×1−2 − 3 =


−2 k × 2p−2 = 1 18.6.
2.1.  ⇔ ⇔ ⇔
 f (2) = 1
p×2−2 2 p−2
k × 2 = −3 1 k ×=2 4 2
 π 
n

 1 π 
2n
    π 2 2π

k=
 2p−2

k =
1
k = 1 lim  1 +  = lim   1 + 3   =  e 3  = e 3
⇔ ⇔  2p−2 ⇔   3n   n   
 1 p = 2   
 
×22 p−2
4 2 = 2
= p 2

 2p−2
19.1.
2.2. Atendendo aos resultados obtidos no item anterior, tem-se:
( x ) 22 x −2 − 3 .
f= n2 + 5 n2 + 3 + 2 n2 + 3
= = +
2
1+ 2
=
2
n2 + 3 n2 + 3 n2 + 3 n2 + 3 n +3
Ora, 5 ∈ D′f se ∃ x ∈ D f : f ( x ) =5.
19.2.
f ( x ) = 5 ⇔ 22 x −2 − 3 = 5 ⇔ 22 x −2 = 8 ⇔ 22 x −2 = 23 ⇔ 2 x − 2 = 3 ⇔
5  2  
n2
2 
n2 +3−3
⇔x= lim un =
lim  1 + 2 lim  1 + 2
2  =  =
 n +3  n +3
Donde se conclui que 5 ∈ D′f . n2 +3 −3
 2   2  2 −3 2
=lim  1 + 2  × lim  1 + 2  =e × 1 =e
2.3. Recorrendo à calculadora gráfica, pode proceder-se da  n +3  n +3
seguinte forma:

Pág. 17
20.1.
n n
  8  8
n  n  1 +   lim  1 +  8
 n+8   n   n = e= e 5
lim  = lim  =
 n+3  3  3
n
e3
 n  1 + n   lim  1 + 
    n

20.2.
n n
  7  7
n  n  1 −   lim  1 −  e −7
 n−7   n   n
lim  = lim  = = = e −9
Conclui-se, então, que b ≈ −0,38 .  n+2  2  2
n
e 2

 n  1 + n   lim  1 + 
    n
Pág. 16
2
20.3.
 5
2n
  5 n 
18.1. lim  1 +  = lim   1 +   = ( e 5 ) = e10
2
n
 n   n    3
n
  
n   lim  
 3n  3 n  2  = +∞
lim  = lim  5
= = +∞
 1
n
 2 n − 5      5
n

5

 2n  1 − 2n   e 2
    lim  1 − 2 
n 1
 1   
18.2. lim  1 +  =lim  1 + 4  =e 4 =4 e  
 4n   n  n
 
   

5n
  3 n 
5 20.4.
 3
18.3. lim  1 −  = lim   1 −   =
 n  n   (e )
−3 5
= e −15 n n
    2  2
n  n  1 +   lim  1 + 
 n+ 2    n   n 

3 lim
=   lim  =  =
1 
n
n

3n
    −1 
3 3  n− 3   n  1 − 3    3
 1  lim  1 − 
18.4. lim  1 −  = lim   1 − 8   =  e 8  = e 8   n  

 n 
 n     
 8n  
   
 
 e 2 2+ 3
= = e
3 e− 3
NEMA12PR2 © Porto Editora

 7
n

7 
3n     − 7 3 21
  4 −
 = e 4  = e 4
18.5. lim  1 −  = lim  1 − 
 4 n    n    
   
 

9 9
NEMA12PR
Unidade 4
Unidade 4

20.5.

NEMA12PR2 © Porto Editora


− n2
 1 ′
1 1
 2 3  1
 4n  1 + 2  
− n2 24.3. f ′ ( x ) =   e x = − 2 e x
 4 n2 + 3   4 n  x x
lim  2
=  lim
= 
 4n + 1   2 1 
 4 n  1 + 4 n2  
    2 − xe − x ′ −2 x ′
24.4. f ′ ( x ) =  =( 2e − xe ) =
−x
−1 x
   e 
2
n
3 
  
4 −2 1 − 2 x −2e x + 2 x − 1

lim  1 + 2
 n
 

−1 =−2e − x − ( 1 × e −2 x + ( −2 ) e −2 x x ) = x − 2 x =
  43  e e e2 x
    e  −
3
1
=  =  = e= 4 −
e2
−1 −1 1
 1 
n2   14  −
e 4
   e  Pág. 19
lim   1 + 42    
 n  25. 0 é ponto aderente e pertence ao domínio de j.
   

  1 − ex − ( e x − 1) ex − 1
lim j ( x ) = lim lim
= − lim
= −1
=
21. x →0 x →0 x x →0 x x →0 x
n
j ( 0 ) = −e k
  8 Para a função ser contínua em 0 tem de existir limite quando x
 −n  1 −   n
 8−n   =  n tende para 0, ou seja, lim j ( x ) = j ( 0 ) .
lim un lim
= =   lim
 n+8   8  x →0

 n1 + n   Então, tem-se: −1 =− e k ⇔ 1 =e k ⇔ k =0 .


   
n
 8
lim  1 − 
= lim ( −1 ) ×
n  n
n
26. g ′ ( x=) ( x )′ × e1−x + e1−x
2

( 2

)′ ×=x 2

( 2

)
e 1− x + − 2 x e 1− x × =
x
 8
lim  1 +  = e1−x ( 1 − 2 x 2 )
2

 n
e −8 g ( x ) = g ′ ( x ) ⇔ x e1−x = e1−x ( 1 − 2 x 2 ) ⇔
2 2

Se n é par, tem-se lim un =


1× = e −16 .
e8
⇔ x e1−x − e1−x ( 1 − 2 x 2 ) = 0 ⇔ e1−x ( x − 1 + 2 x 2 ) = 0
2 2 2

e −8 2
∀x∈R , e1− x ≠0
Se n é ímpar, tem-se lim un =−1 × 8 =−e −16 .
e 1
Donde se conclui que a sucessão ( un ) não tem limite. ⇔ 2 x 2 + x − 1 =0 ⇔ x = ∨ x =−1
2
1
Como x A < xB , conclui-se que x A = −1 e xB = .
2
Pág. 18
27. O domínio da função f é R .
3e x − 3 3( ex − 1) 3 ex − 1 3 3
22.1. lim = lim = lim = ×1 =
x →0 2x x →0 2x 2 x→0 x 2 2 ′( x )
Se x < 0 , então f = e )′
(= x
ex .

xe x − x x ( ex − 1) ex − 1 ( −e x + 2 )′ =−e x .
Se x > 0 , então f ′ ( x ) =
22.2. lim= lim = lim
= 1
x →0 x 2 x →0 x 2 x →0 x Seja x = 0 , então:
f ( 0 + h) − f ( 0) eh − 1
e2 x − e x e x ( e x − 1) ex − 1 =f ′ ( 0− ) lim− = lim = 1
22.3. lim = lim = lim e x × lim = 1×1 = 1 h→0 h h→0 −
h
x →0 x x →0 x x →0 x →0 x f ( 0 + h) − f ( 0) −e h + 2 − 1
=f ′ ( 0 + ) lim+ = lim =
23. Se a reta r é paralela à reta de equação y = ex então mr = e . h→0 h h→0 + h
−e h + 1  eh − 1 
mr = e ⇔ f ′ ( x ) = e ⇔ ( e x )′ = e ⇔ e x = e ⇔ x = 1 ; f ( 1=
) e=1 e . lim+
= lim+  −
= =−1
h→0 h h→0
 h 
Então, P ( 1, e ) .
( ) ( )
Como f ′ 0 − ≠ f ′ 0 + então a função não é derivável em x = 0 .
24.1. f ′ ( x ) = ( x )′ × e − x + ( e − x )′ × x 3 = 3 x 2 × e − x + ( −e − x ) × x 3 =
3
Assim, a função derivada de f é definida por:
(
= e − x 3x2 − x 3 ) f ′: R\ {0} → R
 e se x < 0
x
 2 x + 1 ′  1 ′ x
2 x +1 2 x +1
1 2 x +1 x֏ x
24.2. f ′ ( x ) =
  e
x
2+  e
= − 2 e x
=
 x   x x  − e se x > 0

10 10
NEMA12PR Unidade 4
Funções exponenciais e logarítmicas

Pág. 20
29.2.
28.1. 0 é ponto aderente e pertence ao domínio de f.
ex − 1 1 ex − 1 1 1 f ′′ ( x ) = ( x e x )′ = ( x )′ × e x + ( e x )′ × x =1 × e x + e x × x =
lim− f ( x ) = lim− = lim− = ×1 =
x →0 x →0 2x 2 x →0 x 2 2
= e x (1 + x ) ;
 2 x
lim f= ( x ) xlim  3 x +=  0 f ′′ ( x ) = 0 ⇔ e x ( 1 + x ) = 0 ⇔ e x = 0 ∨ 1 + x = 0 ⇔ x = −1
x →0 + →0+  2
Não existe lim f ( x ) . Donde se conclui que f não é contínua no
x →0 x −∞ +∞
ponto de abcissa 0. f ′′ − 0 +
28.2. A função f não é diferenciável em x = 0 . Se fosse 2
f f ( −1 ) =−
diferenciável em x = 0 , então a função seria contínua nesse e
ponto (o que não acontece).
No intervalo ] − ∞ , − 1 ] , a concavidade é voltada para baixo.
28.3. O domínio da função f é R .
No intervalo [ −1, + ∞ [ , a concavidade é voltada para cima.
 e x − 1 ′ e × 2 x − ( e − 1 ) × 2
x x

=
Se x < 0 , então f ′ ( x ) =  =  2
(2x )
2
 2x  Ponto de inflexão:  −1, − 
 e
2 xe x − 2e x + 2 xe x − e x + 1
= = .
4 x2 2 x2 30.

 x ′ 1 x ′
Se x > 0 , então f ′ ( x ) = 3 x 2 +  =6 x + .  ex 2 −  2ex  1  − 2x e x 1 − 2x
 2 2 f ′ ( x )=  −e 2 = −  − e = + e
Seja x = 0 , então:  8  8  2 4 2

f ( 0 + h) − f (0 )  ex 1 − x ′ e 1  1  − x e 1 − x
= f ′ ( 0 − ) lim
= f ′′ ( x ) = + e 2  = +  −  e 2 = − e 2

h
 4 2  4 2 2 4 4
h→0

eh − 1
−0 e 1 − 2x −
x
x
eh − 1  eh − 1 1  f ′′ ( x ) = 0 ⇔ − e = 0 ⇔ e 2 = e ⇔ − = 1 ⇔ x = −2
= lim− 2h = lim− 2
= lim−  ×  = 1 × ( −∞ ) = −∞ ; 4 4 2
h→0 h h→ 0 2h h→ 0
 h 2h 
x −∞ −2 +∞
h
f (0 + h) − f (0) 3h2 + − 0 f ′′ − 0 +
=f ' ( 0 + ) lim+ = lim = 2
h→0 h h→0 + h
f f ( −2 )
 1
h  3h + 
 2  1 1
= lim+ = lim  3h + = 
h→0 h h→0+  2 2 O gráfico de f tem um único ponto de inflexão, de abcissa −2 .
Como f ′ 0 ( ) ≠ f ′ ( 0 ) então a função não é derivável em x = 0 .
− +

Tarefa 2
Assim, a função derivada de f é definida por:
ex ex
1.1. Sendo f ( x )= e − e x , então f ′ ( x ) =
0− =
− .
f ′: R \ {0} → R 2 ex 2
 xe x − e x + 1 Seja t a reta tangente ao gráfico de f no ponto de abcissa 0.
 se x < 0
x֏ 2 x2 e0 1
 6x + 1 mt = f '( 0 ) =
− = − e f (0) =e − e0 = e −1 .
se x > 0 2 2
 2
1
O ponto P(0, e − 1) pertence à reta t : y =
− x + b , logo:
29.1. Seja t a reta tangente ao gráfico de f no ponto de abcissa 1. 2
Sabe-se que mt = f ′ ( 1 ) . 1
e − 1 =− × 0 + b ⇔ b =e − 1 .
2
Como f ′ ( x ) =( x − 1 )′ × e x + ( e x )′ × ( x − 1 ) =1 × e x + e x × ( x − 1 ) = 1
Assim, a reta t é definida pela equação y =− x + e − 1 .
2
= x e x , tem-se mt = e .
t: =
y ex +b 1.2. Se a reta tangente ao gráfico de f no ponto P é
NEMA12PR2 © Porto Editora

Como o ponto de coordenadas (1, 0 ) pertence à reta t, tem-se: perpendicular à reta de equação=y
2
x − 5 então o seu declive
0 =e × 1 + b ⇔ b =−e . e3
y ex −e .
Uma equação da reta t é: = e3
é − .
2

11 11
NEMA12PR
Unidade 4
Unidade 4

x
e3 1 e3 x

NEMA12PR2 © Porto Editora


f ′( x ) =
− ⇔ − ex =
− ⇔ e2 =
e3 ⇔ =3⇔ x =
6 Pág. 21
2 2 2 2
f (6) =
e− e =
e−e 6 3
Proposta 1
(
Assim, P 6 , e − e3 . ) 1.1.
2
 3 
1.3. a) C =20000  1 +  ≈ 20604,5
 100 ×2 
Se o Sr. José optasse pelo banco A, o seu capital ao fim de um
 ex ′ 1 ex ex 1  ex 
f ′′ ( x ) =
−  =− × =
− = − = ano seria de 20 604,50 €.
 2  2 2 e x 4 2  2 
 4
   3 
b) C =20000  1 +  ≈ 21227,27
1 f ′( x )  100 × 2 
= =f ′( x ) Se o Sr. José optasse pelo banco A, o seu capital ao fim de dois
2 2
anos seria de 21 227,27 €.
2.1.
1.2.
 ′ x x
 1 −
x x
2x2 e 2 ( 4 x − x2 )
− − − 12
( x )  2x e =
f ′=  4 x e 2 +  −  e 2=
2 2 
20000  1 +
Banco B: C =
2,98 
   2  ≈ 20604,21
 100 × 12 
x x

( 4 x − x ) =0 ⇔ e
− − 2
f ' ( x ) =0 ⇔ e 2
∨ 4 x − x 2 =0 ⇔  3 
0
=
2 2
 Banco A: C =20000  1 +  ≈ 20604,5
impossível  100 × 2 
⇔x= 0 ∨ x= 4 A melhor proposta para o Sr. José é a do banco A.

x −∞ 0 4 +∞
Proposta 2
f′ − 0 + 0 −
2.1.
f 0 32e −2 4
 5 
a) C =10000  1 +  ≈ 10509,45
 100 ×4 
f é estritamente crescente no intervalo [ 0 , 4 ] . Se as capitalizações forem trimestrais, o capital acumulado pela
f é estritamente decrescente no intervalo ] − ∞ , 0 ] e no intervalo mãe da Luísa ao fim de um ano será de 10 509,45 €.
4
[ 4, + ∞ [ .  5 
b) C =10000  1 +  ≈ 10512,67
 100 × 4 
Mínimo: 0 ; Máximo: 32e −2 .
Se as capitalizações forem diárias, o capital acumulado pela mãe
2.2. da Luísa ao fim de um ano será de 10 512,67 €.

2.2. No caso de as capitalizações serem contínuas, o capital


 −x ′
2  1 −x x
acumulado ao fim de um ano será dado por:
 e 2 (4x − x )  =− e 2 ( 4 x − x2 ) + ( 4 − 2 x ) e 2 =

f ′′ ( x ) =
  2  5  
n n
  0,05 
C = lim 10000  1 +   = 10000 × lim  1 +  =

x
x 2
 −
x
x2
   100 × n    n 
= e  − 4 x + 4  ; f ′′ ( x ) =0 ⇔ e  − 4 x + 4  =0 ⇔
2 2

 2   2  0 ,05
= 10000 × e euros.
x
− x2
⇔ e 0 ∨
=
2
− 4 x + 4 = 0 ⇔ x2 − 8 x + 8 = 0 ⇔
2 Proposta 3
impossível

⇔ x =4 +2 2 ∨ x =4 −2 2 3.1. Ao fim do 2.º dia há 9 pessoas doentes: as 3 que estavam


doentes no final do 1.º dia mais as 6 pessoas que foram
x −∞ 4 −2 2 4+2 2 +∞ contagiadas (cada um dos 3 doentes contagiou outros dois).
f ′′ + 0 − 0 +
3.2.
( x ) 3x , x ∈ R+0 .
a) A função f é definida por f=
f (
f 4 −2 2 ) (
f 4+2 2 ) b1) Como o ponto A pertence ao gráfico da função f e tem
abcissa 6, a sua ordenada é dada por 36, ou seja, é igual a 729.
Donde se conclui que as abcissas dos pontos P e Q, e b2) Como o ponto B pertence ao gráfico da função f e tem
consequentemente dos pontos A e B, são 4 − 2 2 e 4 + 2 2 . ordenada 2187, a sua abcissa é a solução da equação 3x = 2187,
ou seja, é 7.
4 2 × 32e −2 64 2
Então,
= A [ ABC ] = . f ( x )= 2187 ⇔ 3x= 2187 ⇔ 3x= 37 ⇔ x= 7
2 e2

12 12
NEMA12PR Unidade 4
Funções exponenciais e logarítmicas

x
b bx 5 1
Pág. 22 6.3.  = = x
=
 a  a 15 3
Proposta 4
6.4. a x+y = a x × a y = 15 × 3 = 45
Determinando a imagem de zero através de cada uma das
funções podemos facilmente fazer corresponder a cada função
6.5. ( b x )= 5=
2 2
25
uma das representações gráficas.
y
f ( 0=) 2=
0
1 ; g (0) =
−20 =−1 ; 6.6. = ay
a2 = 3
1
h ( 0 ) =2−1 = ; j ( 0 ) =−1 + 20 =0.
2 Pág. 23
Assim sendo, a correspondência é a seguinte:
I − h ; II − f ; III − g ; IV − j . Proposta 7
7.1.
Proposta 5 1
3x+1 = ⇔ 3x +1 =3−5 ⇔ x + 1 =−5 ⇔ x =−6
1 243
5.1. f ( 0=) 2=
−3
, g ( 0 ) =20 − 3 =1 − 3 =−2 e h (= 0 ) 2=3−0
8. O conjunto-solução da equação é {−6} .
8
Assim, a correspondência é a seguinte: f − III; g − II; h − I.
7.2.
5.2. ∀ x ∈ R , 2x −3 > 0 ⇔ ∀ x ∈ R , f ( x ) > 0 . Logo,
4 x +1 = 1024 ⇔ 4 x +1 = 4 5 ⇔ x + 1 = 5 ⇔ x = 4
D′
=f ] 0, + ∞ [ . O conjunto-solução da equação é {4} .
∀ x ∈ R , 2x > 0 ⇔ ∀ x ∈ R , 2 x − 3 > −3 ⇔ ∀ x ∈ R , g ( x ) > −3
7.3.
Então, D′g = ] − 3, + ∞ [ .
2 × ( 3x ) =
2
∀ x ∈ R , 23−x > 0 ⇔ ∀ x ∈ R , h ( x ) > 0 . Assim sendo, 1459 ⇔ 32 x =729 ⇔ 32 x =36 ⇔ 2 x =6⇔x=3
D′
=h ] 0, + ∞ [ . O conjunto-solução da equação é {3} .

5.3. 7.4.
a) O gráfico de f não interseta o eixo das abcissas porque 0 ∉ D′f .
1 1 1
b) Como g ( 0 ) = −2 , o gráfico de g interseta o eixo das 3 x −5 = ⇔ 3 x −5 = ⇔ 3x−5 = 2 x+2 ⇔ 3x−5 = 3−2 x−2 ⇔
9 x+1 (3 )
x +1
2 3
ordenadas no ponto de coordenadas ( 0, − 2 ) .
⇔ x − 5 =−2 x − 2 ⇔ x =1
c) A abcissa do ponto de interseção dos gráficos das funções de f O conjunto-solução da equação é {1} .
e de h é a solução da equação f ( x ) = h ( x ) .
f ( x ) = h ( x ) ⇔ 2x −3 = 23−x ⇔ x − 3 = 3 − x ⇔ 2 x = 6 ⇔ x = 3 7.5.
A ordenada do ponto de interseção dos gráficos das funções f e h
é h ( 3=) 23−=
3 2
2= 1 . Os gráficos de f e de h intersetam-se no
5 ex − x ex = 0 ⇔ ex ( ) x
5 − x = 0 ⇔ e =0∨ 5−x=0⇔
impossível

ponto de coordenadas ( 3, 1 ) . ⇔ x =5 .

5.4.
O conjunto-solução da equação é { 5} .
a) g ( x ) > −2 ⇔ 2x − 3 > −2 ⇔ 2x > 1 ⇔ x > 0 7.6.
A
Então, = ] 0, + ∞ [ . − x +1
2 1 2 1 2 −x + 1
b) h ( x ) < 1 ⇔ 23− x < 1 ⇔ 23−x < 20 ⇔ 3 − x < 0 ⇔ x > 3 3x = ⇔ 3x = x −1
⇔ 3x = 3 2
⇔ x2 = ⇔
3 x −1 2
3 2
B
Então, = ] 3, + ∞ [ .
1
⇔ 2 x 2 + x − 1 =0 ⇔ x = ∨ x =−1
2
Proposta 6
 1
O conjunto-solução da equação é −1,  .
1 1  2
6.1. b−=
x
=
x
b 5 7.7.
NEMA12PR2 © Porto Editora

7 7 7
ax 15 0,000007= ⇔ 6= ⇔ 106= 103 x +6 ⇔
6.2. a x−=
y
= = 5 103 x +6 10 103 x +6
y
a 3
⇔ 6 = 3x + 6 ⇔ 3x = 0 ⇔ x = 0
O conjunto-solução da equação é {0} .

13 13
NEMA12PR
Unidade 4
Unidade 4

7.8. 9.2.

NEMA12PR2 © Porto Editora


1 1
32+x + 3− x = 10 ⇔ 32 × 3x + − 10 = 0 ⇔ x 5x+1 + 5− x < 6 ⇔ 5x × 5 + − 6 < 0 ⇔x
3x ∀x∈R , 3 >0 5x ∀x∈R , 5 >0

⇔ 9 × ( 3x ) + 1 − 10 × 3x = ⇔ ( 5 x ) × 5 + 1 − 6 × 5x < 0
2 2
0
Fazendo 3x = y , tem-se: 9 y 2 − 10 y + 1 = 0 ⇔ Fazendo 5x = y , tem-se 5y 2 − 6 y + 1 < 0 .
10 ± 100 − 36 1 Vamos começar por determinar as soluções da equação
⇔y= ⇔ y = 1 ∨ y = . Como 3x = y , tem-se: 5y 2 − 6 y + 1 =0.
18 9
1 6 ± 36 − 20 1
x
3 = x
1 ∨ 3 =⇔ 3 = x 0 x
3 ∨3 = −2
3 ⇔x= 0∨ x=−2 . 5y 2 − 6 y + 1 = 0 ⇔ y = ⇔ y =1 ∨ y =
9 10 5
O conjunto-solução da equação é {−2,0} . 2 1
Assim, 5y − 6 y + 1 < 0 ⇔ y > ∧ y < 1 .
5
7.9. Como y = 5x , tem-se:
x 1
14 x +2 14 x × 142  14  5x > ∧ 5x < 1 ⇔ 5x > 5−1 ∧ 5x < 50 ⇔ x > −1 ∧ x < 0 .
x
= 6272 ⇔ = 6272 ⇔   × 196 = 6272 ⇔ 5
7 7x  7 
O conunto-solução da inequação é ] − 1, 0 [ .
⇔ 2x = 32 ⇔ 2x = 25 ⇔ x = 5
O conjunto-solução da equação é {5} . 9.3.

7.10. x −3 −1 x −3 −1
1
1 3
3 ≤ 3⇔3 ≤ 32 ⇔ x − 3 − 1 ≤ ⇔ x − 3 ≤
2 2
x 1 − 2 x+1
+ 2 + 22 + 23 + ... + 2=
1 1023 ⇔ 1 × = 1023 ⇔ 3 3 9 3
1−2 ⇔ x −3≤ ∧ x −3≥ − ⇔ x ≤ ∧ x ≥
Soma de x +1 termos consecutivos
de uma progressão geométrica de r =2
2 2 2 2

⇔ 2x +1 − 1= 1023 ⇔ 2x +1 = 210 ⇔ x= 9 3 9
O conjunto-solução da inequação é  ,  .
2 2
O conjunto-solução da equação é {9} .
9.4.
Proposta 8 81
3 3 3 5 23 x − 9 ≤ −8− x +1 ⇔ 8 x − 9 + ≤0⇔
8.1. f ( 0 ) =− ⇔ 20 + k =− ⇔ k =− − 1 ⇔ k =− 8x
2 2 2 2
⇔ ( 8 x ) − 9 × 8 x + 8 ≤ 0 ∧ 8 ≠ 0 ⇔ (8x ) − 9 × 8x + 8 ≤ 0
2 2
x

5 5 condição
8.2. Sendo k = − , então f ( x=) 2 x − . universal
2 2 x
Fazendo 8 = y , tem-se:
5 5 5
∀x ∈ R, 2 > 0 ⇔ ∀x ∈ R, 2 − > − ⇔ ∀x ∈ R, f ( x ) > − ,
x x
y2 − 9y + 8 ≤ 0 .
2 2 2
Vamos começar por determinar as soluções da equação
 5  y2 − 9y + 8 = 0.
logo D ′f =  − , + ∞  .
 2 
9 ± 81 − 32
y2 − 9y + 8 = 0 ⇔ y = ⇔ y =8 ∨ y =1
8.3. O ponto A pertence ao gráfico da função f e tem ordenada 2
11 Assim, y 2 − 9 y + 8 = 0 ⇔ y ≥ 1 ∨ y ≤ 8 .
igual a k = , logo a sua abcissa é a solução da equação
2 Como 8 x = y , tem-se:
11 8x ≥ 1 ∧ 8x ≤ 8 ⇔ x ≥ 0 ∧ x ≤ 1 .
f (x) = .
2 O conjunto-solução da inequação é [ 0, 1] .
11 5 11 16
f (x) = ⇔ 2x − = ⇔ 2x = ⇔ 2x = 8 ⇔ x = 3
2 2 2 2 9.5.
 11 
Então, A  3,  .
 2
( )
Zeros: 2 x+1 − 8 ( x + 1 ) = 0 ⇔ 2x +1 − 8 = 0 ∨ x + 1 = 0 ⇔

⇔ 2x +1 =23 ∨ x =−1 ⇔ x =∨
2 x=−1
Proposta 9
3
1 − 3 3 x −∞ −1 2 +∞
9.1. 72 x > ⇔ 72 x > 7 2
⇔ 2x > − ⇔ x > −
7 7 2 4 2 x+1
−8 − − − 0 +
 3  x +1 − 0 + + +
O conjunto-solução da inequação é  − , + ∞  .
 4 
(2 x +1
− 8 ) ( x + 1) + 0 − 0 +

14 14
NEMA12PR Unidade 4
Funções exponenciais e logarítmicas

Da análise do quadro resulta que: Proposta 12


(2 x +1
− 8 ) ( x + 1 ) ≥ 0 ⇔ ⇔ x ∈ ] − ∞ , −1 ] ∪ [ 2, + ∞ [ . 12.1. Como A é o ponto de interseção dos gráficos das funções f
O conjunto-solução da inequação é ] − ∞ , − 1 ] ∪ [2, + ∞ [ . e g, a sua abcissa é a solução da equação f ( x ) = g ( x ) .
1 1 1
f ( x ) =g ( x ) ⇔ 2x+1 = x ⇔ 2x +1 = x ⇔ 2 x+1 = 3 x ⇔
9.6. Zeros: ( 32 x − 1 )(16 − 4 − x ) = 0 ⇔ 32 x − 1 = 0 ∨ 16 − 4 − x = 0 ⇔ 8 (2 )
3 2
⇔ 32 x =30 ∨ 42 =4− x ⇔ x =0∨x=−2 1
⇔ 2 x+1 =2−3 x ⇔ x + 1 =−3 x ⇔ x =−
4
x −∞ −2 0 +∞  1
A ordenada do ponto A é igual a g  −  .
2x
3 −1 − − − 0 +  4
1
16 − 4 −x
− 0 + + +  1 1  1 
Como g  −  = 1 = 8 4 = 4 8 , então A  − , 4 8  .
 4  −4  4 
(3 2x
− 1)( 16 − 4 − x ) + 0 − 0 + 8
B é o ponto de interseção do gráfico de f com o eixo das
ordenadas, logo B ( 0 , f ( 0 ) ) .
Da análise do quadro resulta que:
(3 2x
− 1 )( 16 − 4 − x ) < 0 ⇔ x ∈ ] − 2,0 [ Como f (=
0 ) 2=
0+1
2 , então B ( 0 , 2 ) .

O conjunto-solução da inequação é ] − 2, 0 [ . 12.2.


1
1 1 1
Proposta 10 g(x) > 2 ⇔ x
> 2 ⇔ 2−3 x > 2 2 ⇔ −3 x > ⇔ x < −
8 2 6
10.1.  1 
O conjunto-solução da inequação g ( x ) > 2 é  − ∞ , − .
a)  6 
f ( x) = 0 ⇔ 8 − 21+2 x = 0 ⇔ 8 = 21+2 x ⇔ 23 = 21+2 x ⇔
⇔ 3 = 1 + 2 x ⇔ x =1 Proposta 13
b) 13.1. Como o vértice B tem abcissa 2 e pertence ao gráfico da
f (x ) = 7 ⇔ 8 − 21+2 x = 7 ⇔ 1 = 21+2 x ⇔ 20 = 21+2 x ⇔ função f , sabe-se que a sua ordenada é igual a f ( 2 ) .

1 1 5  5
⇔ 0 =+
1 2 x ⇔ x =− f ( 2 ) = 2 −2 + 1 =
+ 1 = , logo B  2,  .
2 4 4  4
b) Como o vértice C pertence ao gráfico da função f e tem
10.2. ordenada 9, para determinar a sua abcissa tem-se de resolver a
f (x ) ≥ −120 ⇔ 8 − 21+2 x ≥ −120 ⇔ −21+2 x ≥ −128 ⇔ equação f ( x ) = 9 .
⇔ 21+2 x ≤ 27 ⇔ 1 + 2 x ≤ 7 ⇔ x ≤ 3 f ( x ) =⇔
9 2− x + 1 =⇔
9 2− x =⇔
8 2− x =23 ⇔ − x =⇔
3 x=−3
A R+ ∩ ]−∞ , 3=]
= ]0, 3 ] Assim, conclui-se que C ( −3,9 ) e D ( −3,0 ) .

O trapézio tem 5 cm de altura AD = 5 .( )


Pág. 24
13.2.
Proposta 11
a) Sabe-se que C ( x ,2− x + 1 ) e D ( x ,0 ) , com x ∈ R− .
11.1. f ( x ) =−
g ( 2 ) ⇔ 6 − 2x =
−2 ⇔ 2 x =
8 ⇔ 2x =
23 ⇔ x =
3
5
4 AB ⇔ 2− x + 1 =×
CD =× 4 ⇔ 2− x =⇔
4 2− x =
22 ⇔ − x =⇔
2
11.2. 4
⇔ x =−2
h( x ) =( f  g )( x ) =f ( g ( x ) ) =f ( 2 − x 2 ) =−
2
6 22−x
∀x ∈ R , tem-se: b)
2 2
x ≥ 0 ⇔ −x ≤ 0 ⇔ 2 − x ≤ 2 ⇔ 2 5
2− x + 1 +
CD + AB 4 × (2=
2 2
⇔ 0 < 22−x ≤ 22 ⇔ 0 > −22−x ≥ −4 ⇔ 6 > 6 − 22−x ≥ 6 − 4 ⇔
2
A[=
ABCD ]
×=AD − x)
2 2
⇔ 6 > h( x ) ≥ 2  9
=  2− x −1 +  × ( 2 − x )
Então, D′h = [ 2,6 [ .  8

Donde se conclui que a equação h ( x ) = 1 é impossível.


NEMA12PR2 © Porto Editora

A equação que traduz o problema é a seguinte:


 − x −1 9 
2 + × (2 − x ) =
265
 8

15 15
NEMA12PR
Unidade 4
Unidade 4

Recorrendo à calculadora gráfica, pode proceder-se da seguinte Fazendo 2 x = y , tem-se: y 2 + y − 6 < 0 . Vamos começar por

NEMA12PR2 © Porto Editora


forma:
determinar as soluções da equação y 2 + y − 6 =0.
−1 ± 1 + 24
y2 + y − 6 =0⇔y= ⇔y=2∨y=−3
2
Assim, y 2 + y − 6 ≤ 0 ⇔ y > −3 ∨ y < 2 .
Como 2 x = y , tem-se: 2
x
 −3 ∧ 2 x < 2 ⇔ x < 1 .
>

Condição
universal

Então, x ∈ ] − ∞ , 1 [ .

14.3. O ponto P é o ponto de interseção dos gráficos das funções


f e g. Assim, P ( 1,4 ) .
Se P pertence ao gráfico de h, então h ( 1 ) = 4 .
1
h ( 1 ) = 4 ⇔ k × 3−1 = 4 ⇔ k × = 4 ⇔ k = 12
3

Proposta 15

A abcissa dos pontos C e D deve ser igual a −6.


15.1.

13.3. f ( 0 ) = 2 ;
n n
  5  5
n  n  1 −   lim  1 −  e −5
 n−5  n   n= 
A área do trapézio tende para lim  = lim  = = e −7
 n+2   2  2 
n
e2
 n  1 + n   lim  1 + 
5     n
2+
4 × 2 =2 + 5 = 13 = 3,25 .
15.2.
2 4 4
n
Quando x tende para zero, a área do trapézio tende para   1 
 3n  1 −  
n
 3n − 1    3n
3,25 cm2. lim 
=  lim
=
 7n + 2    2 
 7n  1 + 7n  
  
Pág. 25 n
 1
Proposta 14  
lim  1 − 3 
14.1. ∀x ∈ R, 2x > 0 ⇔ ∀x ∈ R, − 2 x < 0 ⇔ n  n  −
1

3   e3
⇔ ∀x ∈ R, 6 − 2 x < 6 ⇔ ∀x ∈ R, f ( x ) < 6 lim   ×
= 0× 2 =
= 0
7
n
 2
  e 7
D f = R , D′f = ] −∞, 6 [ e y = 6 é uma equação da assíntota
lim  1 + 7 
 n
horizontal do gráfico da função f. 
 
Dg = R ; D′
=g ] 0, + ∞ [ e y = 0 é uma equação da assíntota
15.3.
horizontal do gráfico da função g.
n n n
14.2.  1+n   2n + 8 − 1 − n   n+7 
lim  2 −  lim 
= = lim  =
a) f ( x ) ≤ −2 ⇔ 6 − 2x ≤ −2 ⇔ 2x ≥ 8 ⇔ 2x ≥ 23 ⇔ x ≥ 3  n+4   n+4   n+4 
n n
Então, x ∈[ 3, + ∞ [ .   7  7
 n  1 +   lim  1 +  7
= lim   n  =  n = e= e3
b) ( f + g )( x ) < 6 ⇔ f ( x ) + g ( x ) < 6 ⇔ 6 − 2x + 4 x < 6 ⇔   4 n
e4
 4
 n  1 + n   lim  1 + 
⇔ 4 x < 2 x ⇔ 22 x < 2x ⇔ 2 x < x ⇔ x < 0     n
Então, x ∈ ] − ∞ ,0 [ .

c) f ( x ) > g ( x ) ⇔ 6 − 2x > 4 x ⇔ −22 x − 2x + 6 > 0 ⇔

⇔ ( 2x ) + 2x − 6 < 0
2

16 16
NEMA12PR Unidade 4
Funções exponenciais e logarítmicas

15.4. 16.4.
n 0
 3
n
 3  3  x 0 x x 1
lim  1 −  = lim   1 − 
 1+  = lim = lim − lim x
= − lim x
= =
 n  
 n  n   x →0 1 − e x x →0
− ( e − 1)
x x →0 e − 1 x →0 e − 1

n n
x
 3  3 1 1
=lim  1 −  × lim  1 +  =e − 3 × e 3
=e0 =1 =− =− =−1
 n n 
  ex − 1 1
lim
x →0 x
15.5.
16.5.
n n n
 n +1   −2n − 8 + n + 1   −n − 7 
lim  −=
2+  lim  =  lim=
 
−e x ( e3 x − 1 )
0
 n+4   n+4   n+4  e x − e4 x 0 −e x e3 x − 1
lim = lim lim
= × lim =
  7
n
 7
n x →0 6x x → 0 6x x → 0 6 x → 0 x
 −n  1 +   lim  1 + 
−1  e3 x − 1  1 1
 n   = lim ( −1 ) ×  n
× 3  =− × ( 1 × 3 ) =−
n
= lim  = × lim 
  4   4
n
6 3 x → 0
 3x  6 2
 n1 + n   lim  1 + 
     n
n
16.6.
 n +1  e7 3
Se n é par, tem-se lim  −2 +  = 1× 4 = e . 0
 n+4  e
e x−1 − 1 0 e x −1 − 1 ey − 1
n lim = lim − lim
= =
 n +1  e7 3 x →1 1 − x 2 x →1 − ( x − 1 )( x + 1 ) y→0 y ( y + 2 )
Se n é ímpar, tem-se lim  −2 +  =−1 × 4 =− e .
 n+4  e
 ey − 1 1   1 1
 n+1 
n
=− lim  × =−  1×  =−
Donde se conclui que não existe lim  −2 +  .
y →0
 y y + 2   2  2
 n+4 
Mudança de variável:
15.6. Fazendo x − 1 =y , vem y= x + 1 . Se x → 1 , então y → 0 .
n
 2 2 
 n −2   n 1 − 2   2 n

  n  
lim  2
=  lim
= Pág. 26
 2n + 1   2 1 
 2n  1 + 2n2   Proposta 17
  
( h ( x ) )′ × e
( e )=′ (
n n

1
 2
lim  1 − 2

n
n


 =
 2
lim  1 − 2
 n


 =
j ′ ( x=
) h( x )
)

h( x ) × e
h( x )
=
2 h( x )
h( x )
=
lim   ×
= 0× 0
2
n n
 1   1 
    h′ ( x ) h( x )
= ×e
lim  1 + 22  lim  1 + 22  2 h( x )
n n
   
    1
Por observação gráfica, sabe-se que h ( 1 ) = .
4
Proposta 16 Seja t a reta tangente ao gráfico de h no ponto de abcissa 1.
16.1.
1  1 2
0 −− 
e3 x − 1 0  e3x − 1  4  4 4 1
lim = lim  × 3  =1× 3 = 3 h′ ( 1=
) m=t = =
x →0 x 3 x →0
 3x  1−0 1 2

16.2. Então,
1 1
h′ ( 1 )
0 1 1
e 2x
−1 0  e 2x − 1  j ′ ( 1 )= ×e
h(1 )
= 2 × e = 2 × e 2=
4
lim =lim  × 2  =×
1 2 =2 1
x   2 h (1) 1 2×
 2x
x →0 2 x → 0
 2
4 2
16.3. 1 e
=× e = .
2 2
(e − 1)
0
2x 2x
e2 x − e 4 x 0 −e −e2 x e2 x − 1
NEMA12PR2 © Porto Editora

lim = lim =lim × lim =


x →0 5x x →0 5x x →0 5 x →0 x
−1  e −1  1 2x
2
= × lim  × 2  =− × ( 1 × 2 ) =−
5 2 x →0  2 x  5 5

NEMA12PR2-2
17 17
NEMA12PR
Unidade 4
Unidade 4

Proposta 18
g ′ ( x ) =( −5 x e x )′ =−5 × e x + ( −5 x ) × e x =−5 e x ( 1 + x ) .

NEMA12PR2 © Porto Editora


18.1. Seja t a reta tangente ao gráfico de g no ponto de abcissa mt = g ′ ( x A ) ⇔ 0 = −5 e xA ( 1 + x A ) ⇔ −5 e xA = 0 ∨ 1 + x A = 0 ⇔
 
0. Sabe-se que mt = g ′( 0 ) . equação
impossível
3 3 ′
( 3

)
g ′ ( x ) = ( x )′ × e x −2 x + e x −2 x × x =1 × e x −2 x + ( 3 x 2 − 2 ) e x × x = ⇔ xA =
−1
A abcissa do ponto A é −1 .
(1 + 3 x − 2x )
3
−2 x 3
= ex
20.2. A ordenada do ponto A é dada por g ( −1) .
Então, tem-se mt = 1 e t : y= x + b .
1 5
Como o ponto de coordenadas ( 0 , 0 ) pertence à reta t, tem-se g ( −1 ) =−5 × ( −1 ) × e −1 =×
5 =
e e
b=0. 5
Uma equação da reta t é y = x . A ordenada do ponto A é .
e
Proposta 21
0 e x −2 x ( 1 + 3 x 3 − 2 x ) =⇔
18.2. g ′ ( x ) =⇔
3
0
21.1. f é uma função ímpar e tem domínio R , logo a função f ′ ,
0 ∨ 1 + 3 x − 2 x =0 ⇔ ( x + 1 ) ( 3 x − 3 x + 1 ) =0 ⇔
3
2x 3 2
⇔ ex− =
impossível
função derivada de f, é par. Se f é ímpar então f ( − x ) =− f (x),
⇔ x + 1 =0 ∨ 3
x −3
x +1 =
0 ⇔ x =−1
2
∀x ∈ D f e se f ′ é par então f ′ (=
− x ) f ′ ( x ) , ∀x ∈ D f ′ . Assim, a
impossível
tabela que relaciona o sinal de f ′ e a variação de f é a seguinte:
x −∞ −1 +∞
ex
3
−2 x + + + x −∞ −1 0 1 +∞
f′ − 0 + + + 0 −
x +1 − 0 +
+ + + f −1 0 1
3x 2 − 3 x + 1
g′ − 0 + f é estritamente decrescente em ]−∞ , − 1] e em [1, + ∞ [ .
g −e f é estritamente crescente em [ − 1, 1 ] .
Mínimo: − e −1 é mínimo e 1 é máximo.
18.3. 21.2. f é contínua em R porque admite derivada finita em todos
os pontos do seu domínio.
21.3. f é uma função ímpar. A função f ′ é par e função f ′′ é
ímpar. Assim, a tabela que relaciona o sinal de f ′′ e o sentido das
concavidades do gráfico de f é:
x −∞ − 3 0 3 +∞
f ′′ − 0 + 0 − 0 +

f 3 3
− 0
2 2

Nos intervalos  −∞ , − 3  e  0, 3  a concavidade é voltada

para baixo. Nos intervalos  − 3 , 0  e  3 , + ∞  a


Donde se conclui que, A ( 1,56; 3 ) .
concavidade é voltada para cima. Pontos de inflexão:
 3  3
Proposta 19  − 3 , −  e  3 , .
 2   2 
O gráfico de f tem a concavidade voltada para baixo em R− e
voltada para cima em R+ . Logo, conclui-se que a função f ′′ é 21.4. Como o domínio da função f é R e f é contínua, então o
negativa em R− e positiva em R+ . seu gráfico não admite assíntotas verticais. Sabe-se que
A opção correta é a (B). lim f ( x ) = 0 + , logo a reta de equação y = 0 é assíntota
x →+∞

horizontal ao gráfico de f quando x → +∞ . Como f é uma função


Pág. 27
ímpar, então conclui-se que lim f ( x ) = 0 − . Assim, a reta de
x →−∞
Proposta 20
equação y = 0 também é assíntota horizontal ao gráfico de f
20.1. Se a reta t é paralela ao eixo das abcissas então mt = 0 . quando x → −∞ .
Como a reta t é tangente ao gráfico de g no ponto A, de abcissa
Conclusão: O gráfico de f tem uma única assíntota, a reta de
x A , então mt = g ′ ( x A ) .
equação y = 0 .

18 18
NEMA12PR Unidade 4
Funções exponenciais e logarítmicas

Proposta 22 1 
O conjunto-solução da inequação é ] − 1,0 [ ∪  , + ∞  .
4
( ) = −2 x e
f ′ ( x ) = e− x
2 ′ −x 2 

f ′′ ( x ) =( −2 x e ) =−2 e
Proposta 25
′ − x2 − x2
(
+ ( −2 x ) −2 x e − x
2

) =e ( −2 + 4 x )
− x2 2
0

O ponto C pertence ao eixo das ordenadas e ao gráfico de f ′′ , e2 x + e x − 2 0 e2 x − 1 + e x − 1


25.1.=
lim lim
=
x →0 x x →0 x
logo C ( 0, f '' ( 0 ) ) , ou seja, C ( 0, − 2 ) . Os pontos A e B pertencem
ao gráfico de f ′′ e têm ordenada nula, pois pertencem ao eixo e2 x − 1 ex − 1  e2 x − 1 
= lim + lim = lim  × 2  + 1 =1 × 2 + 1 = 3
das abcissas. x →0 x x →0 x 2 x →0
 2x 
f ′′ ( x )= 0 ⇔ e − x ( −2 + 4 x 2 ) = 0 ⇔ e
2 2
−x
= 0 ∨ −2 + 4 x 2 = 0 ⇔ 1
equação
impossível   1   0×∞ ex −1 ey − 1
25.2. lim  x  e x −=
1   lim = lim+ = 1

1 2 2
x →+∞
    x→+∞ 1 y →0 y
⇔ x 2 = ⇔ x =− ∨x= x
2 2 2
Mudança de variável:
 2   2 
Então, conclui-se que A  , 0  e B  − , 0  . 1 1
2 Fazendo = y , vem x = . Se x → +∞ , então y → 0 + .
   2  x y
Proposta 26
Pág. 28 A abcissa do ponto A é a solução positiva da equação
Proposta 23 f ( x ) = f ′( x ) .

23.1. 6 x −5 −
2 1
0 ⇔ 6x
=
2
−5 1 2
= ⇔ 6 x −5 =
1

f ( x ) = f ′ ( x ) ⇔ 3 x 2 e − x = 6 xe − x + 3 x 2 − e − x ⇔( )
x x x
6 6 6 2 ⇔ 3x e =2 −x −x 2 −x
6 xe − 3 x e ⇔ 6 x e − 6 xe = 2 −x
0⇔ −x

2 x −
x
5 ⇔ 6 x 2 e − x − 6 xe − x =0 ⇔ 6 xe − x ( x − 1 ) =0 ⇔
−5
⇔ 6x ⇔ x 2 − 5 =− ⇔ 2 x 2 + x − 10 =0 ⇔ x =2 ∨ x =−
=6 2
2 2 −x
⇔ 6 x = 0 ∨ e = 0 ∨ x −1 = 0 ⇔ x = 0 ∨ x = 1
 5  equação
O conjunto-solução da equação é  − , 2  . impossível

 2  3  3
23.2. 3
x
+ 3x −1 + 3x −
2
3x −3 + 3x −4 + 3
+ x −5
= 364 ⇔ ( 1) 3=
Como f = e −1 , então A  1,  .
e  e
Soma de 6 termos consecutivos de uma
1 Para determinar a abcissa do ponto B temos de resolver a
progressão geométrica de razão
3
equação f ′ ( x ) = 0 .
6
1 728 f ′ ( x ) =0 ⇔ 6 xe − x − 3 x 2 e − x =0 ⇔ 3 xe − x ( 2 − x ) =0 ⇔
1− 
 3 364
⇔3 ×x
= 364 ⇔ 3 × 729 = 364 ⇔ 3x ×
x
= 364 ⇔ −x
⇔ 3 x = 0 ∨ e = 0 ∨ 2− x = 0 ⇔ x = 0 ∨ x = 2
1 2 243
1− equação
3 3 impossível

⇔ 3x = 243 ⇔ 3x = 35 ⇔ x = 5 Conclui-se então que B ( 2, 0 ) . O ponto C pertence ao gráfico da


O conjunto-solução da equação é {5} . função f e tem a mesma abcissa do ponto B, logo C ( 2 , f ( 2 ) ) .
Proposta 24
Zero do numerador:
Como f ( 2 ) = 12e −2 , então C 2, 12e −2 . ( )
1 1 1
BC × ( yB − y A ) 12e × 1 −2
4 x − 2 = 0 ⇔ 4 x = 2 ⇔ 22 x = 2 ⇔ 2 x = ⇔ x = 2
A[ ABC ]
= = = 6 e −2
2 4 2 2
Zeros do denominador:
( )
x e x+1 − 1 = 0 ⇔ x = 0 ∨ e x+1 − 1 = 0 ⇔ x = 0 ∨ e x +1 = e0 ⇔ Pág. 29
⇔x=0∨ x=−1 Tarefa 3
1 1.1.
x −∞ −1 0 +∞
4
a) Consideremos dois objetos x1 e x2 pertencentes ao domínio
4x − 2 − − − − − 0 +
da função f.
x − − − 0 + + +
f ( x1 ) = f ( x2 ) ⇔ 2 x1 = 2 x2 ⇔ x1 = x2
e x +1 − 1 − 0 + + + + +
A função f é injetiva porque ∀ x1 , x2 ∈ D f , f ( x1=) f ( x2 ) ⇒ x=
1 x2 .
4x − 2
x ( e x +1 − 1 )
− n.d. + n.d. − 0 + b) ∀x ∈D f , 2x > 0 , ou seja, ∀x ∈ D f , f ( x ) > 0 .
NEMA12PR2 © Porto Editora

A função f é sobrejetiva porque o contradomínio ( R+ ) coincide


Da análise do quadro resulta que:
com o conjunto de chegada ( R+ ) .
4x − 2 1 
> 0 ⇔ ] − 1,0 [ ∪  , + ∞  . 1.2. A função f é bijetiva (pois é injetiva e sobrejetiva), logo
x ( e − 1)
x +1
4 
admite função inversa.

19 19
NEMA12PR
Unidade 4
Unidade 4

NEMA12PR2 © Porto Editora


1.3.
Pág. 31
f f −1
1 2 3,2 4 a 35.1. O gráfico de f pode ser obtido a partir do gráfico de
y = log 2 x seguindo a seguinte sequência de transformações:

2 4 16 2a , a > 0 translação associada ao vetor u = ( −2, 0 ) seguida de uma
23,2

translação associada ao vetor v = ( 0 , 3 ) .
Pág. 30
35.2.
31.1. f −1 ( 5 ) = −2 porque f ( −2 ) =
5. a) D f= { x ∈ R : x + 2 > 0}= { x ∈ R : x > −2}= ] − 2, + ∞ [
31.2. f ( 7 ) = 2 porque f −1
( 2)=7 . b) lim f ( x ) = −∞
x →−2+

c) lim f ( x ) = +∞
31.3. f  f −1 ( 3 ) = 3 x →+∞

d) y A = 3 + log2 ( −1 + 2 ) = 3 + log2 (1 ) = 3 + 0 = 3
1 1
31.4. f −1  f   = e) yB = 3 + log 2 ( 0 + 2 ) = 3 + log2 ( 2 ) = 3 + 1 = 4
2 2
f) 3 + log2 ( x + 2 ) = 5 ⇔ log2 ( x + 2 ) = 2 ⇔ x + 2 = 22 ⇔ x = 2
32.1. f ( x ) = y ⇔ 2 − 5 x −1
=y⇔5 x −1
= 2−y ⇔ A abcissa do ponto C é igual a 2.

− 1 log 5 ( 2 − y ) ⇔
⇔ x= = x log 5 ( 2 − y ) + 1 36.1. D f= { x ∈ R : 3 − x > 0}= { x ∈ R : x < 3}= ] − ∞, 3 [
Então, f −1
(=
x) log 5 ( 2 − x ) + 1 .
36.2. D f = { x ∈ R : x > 0 ∧ ln x ≥ 0} = { x ∈ R : x > 0 ∧ x ≥ 1} =
32.2. g ( x ) =y ⇔ 1 + log 3 ( 2 x + 1 ) =y ⇔ log 3 ( 2 x + 1 ) =y − 1 ⇔ = { x ∈ R : x ≥ 1}= [1 , + ∞ [
3y −1 − 1
⇔ 2 x + 1= 3y −1 ⇔ x=
2 36.3. D f = {x ∈ R : x 2 − 4 x ≥ 0} = ] − ∞ , 0 [ ∪ ] 4, + ∞ [
x2 − 4 x ≥ 0 ⇔ x ( x − 4 ) ≥ 0 ⇔
x −1
3 − 1
Então, g −1 ( x ) = .
2 ⇔ ( x ≥ 0 ∧ x − 4 ≥ 0) ∨ ( x ≤ 0 ∧ x − 4 ≤ 0) ⇔
33.1. log 5 125 = 3 porque 53 = 125 . ⇔ ( x ≥ 0 ∧ x ≥ 4) ∨ ( x ≤ 0 ∧ x ≤ 4) ⇔
⇔ x≥4 ∨ x≤0
 1  1
33.2. log 2   = −5 porque 2−5 = .
 32  32  x 
36.4. D f =  x ∈ R : > 0 ∧ x − 1 ≠ 0 = ] − ∞ , 0 [ ∪ ] 1, + ∞ [
 x −1 
3
3
33.3. log 3 27 = porque 3 = 27 . 2 x −∞ 0 1 +∞
2 0 + + +
x −


3 x −1 − – − 0 +
3 1 2
33.4. log 1 8 = − porque   = 8. x
+ 0 − 0 +
2
2 2 x −1

33.5. log 0,00001 = −5 porque 10 −5 = 0,00001 .


Pág. 32

 1  1 1
1 1
33.6. ln 

37.1. f ( 3 ) =−1 ⇔ log a 3 =−1 ⇔ a =3−1 ⇔ a =
 = − porque e = .
2
2 e 3
 e
37.2. yB = log 1 9 = −2
log 2 5
34.1. 5 = 2 3
1
1  1 2 1 1 3
34.2. 5 = log2 ( 2 5
) 37.3. log 1 x= ⇔ x=   ⇔ x= ⇔ x= ⇔ x=
3
2 3 3 3 3

34.3. log 5 ( 5k ) = k 3
A abcissa do ponto C é igual a .
3
log 3 k
34.4. 3 =k 38.1. log 0 ,5 ( 7 ) < log 0 ,5 ( 6 ) porque a função logaritmo de base a,
sendo 0 < a < 1 , é estritamente decrescente.

38.2. log 6 ( 0,5 ) < log 6 ( 0,55 ) porque a função logaritmo de base
a, sendo a > 1 , é estritamente crescente.

20 20
NEMA12PR Unidade 4
Funções exponenciais e logarítmicas

38.3. log 4 ( 3 ) > log 0 ,25 ( 3 ) porque log 4 ( 3 ) > 0 e log 0 ,25 ( 3 ) < 0 . Tarefa 4
1.1.
38.4. log 3 (1 ) = log 5 (1 ) porque log 3 (1 ) = 0 e log 5 (1 ) = 0 .
a x y loga A = log a ( xy ) =P log a x + log a y
39.1. ∀x ∈ R, x + 2 ≥ 2 ⇔ ∀x ∈ R, log2 ( x + 2 ) ≥ log2 2 ⇔
2 2
2 8 4 5 5

⇔ ∀x ∈ R, g ( x ) ≥ 1 5 625 125 7 7
′ [1, + ∞ [ .
Então, Dg= 3 315
3 4
19 19

39.2. ∀x ∈ R, x 2 + 2 ≥ 2 ⇔ ∀x ∈ R, log 0 ,5 ( x 2 + 2 ) ≤ log 0 ,5 2 ⇔ 10 11 11


6 5
10 10

e e 3
e 7
10 10
⇔ ∀x ∈ R, g ( x ) ≤ − 1
Então, Dg′ = ]−∞ , − 1] . 1.2. Os resultados obtidos nas duas últimas colunas são iguais, o
que nos leva a conjeturar que: log a (=
x y ) log a x + log a y .
Pág. 33
2.1.
40.1.
n x l = log2 x P = n log 2 x log 2 ( x n )
a b log2 ( ab ) log2 a + log2 b
3 2 1 3 3
2 4 log2 ( 2 × 4=) log2 =
8 3 log2 2 + log2 4 = 1 + 2 = 3 4 8 3 12 12
5 16 4 20 20
4 8 log 2 ( 4 ×=
8 ) log2 =
32 5 log2 4 + log2 8 = 2 + 3 = 5 6 256 8 48 48

log2 4 + log2 16 = 4 + 4 = 2.2. Os resultados obtidos nas duas últimas colunas são iguais, o
4 16 log2 ( 4 × 16=) log 2 64
= 6
=6 que nos leva a conjeturar que: log a ( x n ) = n log a x .
log2 ( 2 ×
n
= 2 ) log2 ( 2=)
m n+ m
log2 ( 2 ) + log2 ( 2
n m
)=
2n 2m
= n+m = n+m Pág. 34
40.2. 5 log 3 ( 2 × =
41.1. log 3 2 + log 3= 5 ) log 3 10
a
a b log 3   log3 a − log 3 b
b 2 5 log 2 ( 15:
41.2. log 2 15 − log= = 5 ) log2 3

3 9
3 1
log3   = log3   = −1 log3 3 − log 3 9 =1 − 2 =−1 41.3. 3log 5 2 + log 5 4 = log 5 ( 23 ) + log 5 4 = log 5 ( 8 × 4 ) = log 5 32
9 3
 3
 1  41.4. log 0 ,5 3 − 2log 0 ,5 5 =log 0 ,5 3 − log 0 ,5 ( 52 ) =log 0 ,5  
 3  1  1  25 
1 log
= 3   log
= 3   log3   − log 3 27 =
27  27   81  3
3
  =−1 − 3 =−4 41.5. 3 + log2 5 = log 2 8 + log 2 5 = log2 ( 8 × 5 ) = log 2 40
= −4
 100 
 9  1 log 3 9 − log 3 81 = 2 − 4 = 3 log ( 102 ) − log=
41.6. 2 − log= 3 log  
9 81 log 3   = log3   = −2  3 
 81  9 = −2

41.7. ( 2 + ln 3 ) − ln 2= (ln e2 + ln 3 ) − ln 2= ln ( 3e2 ) − ln 2=

40.3.  3 e2 
= ln  
1  2 
a − log2 a log2  
a
1 + ln ( 2e ) =
42.1. yB = ln e + ln ( 2e ) =× ln ( 2e2 )
ln ( e 2e ) =
1
4 − log2 4 =
−2 log2   = −2
4  e
42.2. y A =1 + ln  2 ×  =ln e + ln e =ln ( e × e ) =ln ( e2 )
2  
 
1 1 1
− log 2   =− ( −1 ) =1  e2  1
NEMA12PR2 © Porto Editora

2 2
log2 =
  log
 1 
2 2 1
=
ln ( e2 ) − ln ( 2e2 ) =
y A − yB = ln  2  = ln ( 2−1 ) =
ln   = − ln2
2  2e  2

1 a 2 1
8 − log2 8 =
−3 log2   = −3 43.1. log a   =log a a − log a b =1 − =
8 b 3 3

21 21
NEMA12PR
Unidade 4
Unidade 4

43.2. 3 + 3 − ln ( x + 1 )  6 − ln ( x + 1 ) 

NEMA12PR2 © Porto Editora


=a(x) = ×x x 
1 2  2 
1 1
( )
ab = log a ( ab ) = log a ( ab ) = ( log a a + log a b ) =
2
log a
2 2 x
x
x x  e6   e6  2  e3 
1 2 5
= 1+  = a(=
x)
2
( ) ) ln  = ln 
ln e6 − ln ( x + 1=
2  x +1 
= ln  
2 3 6  x +1   x +1 
x
 e3 
 a2 b  Assim, tem-se: a ( x ) = ln 
43.3. loga  3  = log a ( a2 b ) − loga
 a
( a)=
3 
 x +1 

 1 2 1 7
=log a ( a2 ) + log a b − log a  a 3  = 2 + − =
  3 3 3 Pág. 36

log x k
Pág. 35 47.1. log
= 4 x
2
=
log2 4 2
44.1. log 3 ( 81 × 94 ) = log 3 81 + log 3 ( 94 ) = 4 + 4log 3 9 = 4 + 4 × 2 =
log2 x k k
47.2. log 0 ,5 x = = = = −k
= 12 log2 0,5 log 2 ( 2−1 ) −1
 0,53 
44.2. log2   = log2 0,53 − log2 ( 2−5 ) = log 2 x k k
 2−5  47.3. log 2 x= = = = 2k
  log2 2
1
1
log 2 2 2
 3
  −3  3 7 2
=log2  0,52  − ( −5 ) =log2  2 2  + 5 =− + 5 =
    2 2 log 3 2 log 2
48.1. log 3 7 − log 9 2 = log 3 7 − = log 3 7 − 3 =
3 log 3 9 2
 1   1 
44.3. log 5  0,2 × =
 3log 5  0,2 × =  1  7 
 5  5 log 3 7 − log 3  2 2  =
= log 3  
   2
  1    −12  
  =3  log 5 ( 5 ) + log 5  5   =
−1
=3  log 5 0,2 + log 5 
  5     log2 5 log2 5
48.2. log 4 5 + log 2 3= + log 2 3= + log 2 3=
 1 9 log 2 4 2
=3  −1 −  =−

( )
 2 2 1

= log2 ( 5) 2
log2 3 log2
+= (
5 × 3 log2 3 4 5
= )
  1 1
45.1. log a x=
6 ⇔ log a  x  =
6 ⇔ log a x =
2
6 ⇔ log a x =
12
2 1 5
  49.1. yB − y A = g ( 3 ) − f ( 3 ) = 4 − log 9 3 − log 3 3 = 4 − − 1 =
2 2
Então, log a ( xy )= log a x + log a y = 12 + ( −2 ) = 10 .
log 3 2
 x2  1 49.2. yD − yC =g ( 2 ) − f ( 2 ) =4 − log 9 2 − log 3 2 =4 − − log 3 2
45.2. log a   = log a ( x 2 ) − log a ( y ) = 2log a x − log a y =2 log 3 9
 y log 2 1

1 1
4 − 3 − log 3 2 =
=
2
4 − log 3 22 − log 3 2 =
4 − log 3 2 + log 3 2 ( )
= 2log a x − log a y = 2 × 12 − × ( −2 ) = 24 + 1 = 25
2 2
(
= 4 − log 3 2 2 )
 x3 y  1
45.3. log a  2 = ( )
 log a x 3 y − log a ( a=) log a x + log a y 3 −=
2
2
 a  Pág. 37
1 1 2 28 50.1.
= 12 + log a y − 2= 10 + × ( −2 )= 10 − =
3 3 3 3
46. f ( 0 ) =3 − ln ( 0 + 1 ) =3 . Então, OB = 3 . D f = { x ∈ R : x 2 > 0 ∧ x > 0} = { x ∈ R : x ≠ 0 ∧ x > 0} =

= ] 0, + ∞ [ ;
f (x) =
AP = 3 − ln ( x + 1 ) e OA = x , sendo x > 0 .
Dg ={ x ∈ R : 4 x 4 > 0} ={ x ∈ R : x 4 > 0} =
={ x ∈ R : x ≠ 0} =R \ {0}
Seja a ( x ) a área do trapézio [OAPB].

50.2. f ( x=) ln ( x 2 ) + 2ln x + ln4= ln ( x 2 ) + ln ( x 2 ) + ln4=


OB + AP
a(x) × OA = ln ( x 2 × x 2 × 4=
=
2 ) ln ( 4 x 4 )

22 22
NEMA12PR Unidade 4
Funções exponenciais e logarítmicas

( 2 ) g=
50.3. f= ( 2 ) ln 64 . Não existe f ( −1 ) e porque −1 ∉ Df e 4. Recorrendo ao resultado obtido em 3.2., sabe-se que:
 1  1  1  1
g ( −1= (
) ln 4 × ( −1 ) = ln ( 4 ) .
4
) log 6  1 +  − log 6  7 −=
 7  7
 log 6  =  log 6 =
 7−1 

6
50.4. As funções f e g não são iguais porque D f ≠ Dg . = log 6 ( 6−1 ) = −1

3− y
Tarefa 5 5.1. f ( x ) = y ⇔ 3 − 4 e1−2 x = y ⇔ e1−2 x = ⇔
4
 a2  3 1  3− y 
1.1. log a   =log a ( a ) − log a b =2 − = 1 − ln 
2

 3−y   3− y   4 
 b  2 2 ⇔ 1 − 2 x = ln   ⇔ 2 x = 1 − ln  ⇔ x=
 4   4  2

( ) ( )
1
 3   3− x 
1.2. log a= a (a b)
4 3 3
a ab log a=
 a b  log
= a a b log
= 4
1 − ln  
 
Então, f ( x ) =
−1  4 .
1 1 1 3 9 2
=
4
log a ( a3 b ) =
4
( )
log a ( a3 ) + log a b =  3 +  =
4 2 8 5.2. g ( x ) =y ⇔ 2 + log 3 ( 2 − x ) =y ⇔ log 3 ( 2 − x ) =y − 2 ⇔
log a a 1 2 ⇔ 2 − x = 3y −2 ⇔ x = 2 − 3y −2
1.3. log b a= = =
log a b 3 3 Então, g −1 ( x )= 2 − 3x −2 .
2

1.4. log a ( ab ) − log b ( ab ) = log a a + log a b − (log b a + log b b ) = Pág. 38

3 2 5 1  1 2
 1 
= 1 + − −1 =
2 3 6 51.1. f  = log 3  1 −    − log 3  + 1=

2   2   2 
2.1. log k ( x )= log k ( kab )= log k ( k ) + log k a + log k b= 3
 1 3 3 3  
= 1 + 2 + ( −3 ) = 0 =log 3  1 −  − log 3   =log 3   − log 3   =log 3  4  =
 4  2
  4
  2
   3 
1 2
 a  a 2 1 a
log k ( x ) log
2.2.= =  b  log
k  = log k  
= 1
 
k  
b 2 b = log 3   = log 3 ( 2−1 ) = − log 3 2
2
1 1 5
= ( logk a − logk b ) = ( 2 − ( −3 ) ) = = 2,5 1
g  =
 1
log 3  1 −  =
1
log 3   = log 3 ( 2−1 ) =
− log 3 2
2 2 2
2  2 2
 a  1
2.3. log k ( x ) =
log k  log k a log k b =
 =− 2 − log k b =
x ) log 3 ( 1 − x 2 ) − log 3 ( x +=
51.2. f (= 1 ) log 3 
 1 − x2 
=
 b  2 
 x +1 
1 3 7
= 2 − × ( −3 ) = 2 + = = 3,5  ( 1 − x )( 1 + x ) 
 log 3 ( 1 =
− x ) g ( x ), ∀x ∈ D f ∩ Dg
2 2 2 = log 3  =
 x +1 
 k2  f e g são iguais em D porque ∀x ∈ D , f ( x ) =g ( x ) .
2.4. log k ( x ) =
log k  3 =log k ( k 2 ) − log k ( b3 ) =
2 − 3log k b =
b 
= 2 − 3 × ( −3 ) = 2 + 9 = 11 52.1. log2 ( 2 x − 1 ) = 3 ⇔ 2 x − 1 = 23 ∧ x − 1 > 0 ⇔
9 9
⇔x= ∧ x >1 ⇔ x =
  b2   2 2
3.1. ∀ a , b ∈ R+ e a > b : log ( a2 −=
b2 ) log  a2  1 − =
2 

  a  52.2. x log 5 x − 2 x = 0 ⇔ x (log 5 x − 2 ) = 0 ∧ x > 0 ⇔
 b2   b2 
= log ( a ) + log  1 − 2
2
= 2log ( a ) + log  1 − 2  ⇔ ( x = 0 ∨ log 5 x − 2 = 0 ) ∧ x > 0
 a   a 
⇔ ( x =0 ∨ log 5 x =2 ) ∧ x > 0
3.2. ∀ a ∈ ] 1, + ∞ [ e k ∈ R+ \ {1} : ⇔ ( x = 0 ∨ x = 25 ) ∧ x > 0 ⇔ x = 25

 1  a +1  52.3. 2ln x − ln ( x + 2 ) = 0 ⇔ ln x 2 = ln ( x + 2 ) ∧ x > 0 ∧ x + 2 > 0


 1  1  1+ a   
a 
log k  1 +  − log k =
 a −  log k =  log k  = ⇔ x 2 =x + 2 ∧ x > 0 ∧ x > −2 ⇔ x 2 − x − 2 =0 ∧ x > 0
 a  a 1
 a − 
2
 a −1 
NEMA12PR2 © Porto Editora

a  
  a  1± 1+8
⇔x= ∧ x > 0 ⇔ (x = −1 ) ∧ x > 0 ⇔ x =
2 ∨ x= 2
  2
 a +1  a+1  1 
= log
= k 2  log k  =  log k  
 a −1   ( a − 1 )( a + 1 )   a −1 

23 23
NEMA12PR
Unidade 4
Unidade 4

52.4. log 3 ( x ) + log 3 ( x −=


1 ) log 3 ( x + 8 ) 53. O ponto P (1,4) pertence ao gráfico de f se:

NEMA12PR2 © Porto Editora


⇔ log 3 ( x 2 − =
x ) log 3 ( x + 8 ) ∧ x > 0 ∧ x − 1 > 0 ∧ x + 8 > 0 f ( 1 )= 4 ⇔

⇔ x 2 − x =x + 8 ∧ x > 0 ∧ x > 1 ∧ x > −8 ⇔ 1 + log 2 ( a × 1 + 2 ) = 4 ⇔ log2 ( a + 2 ) = 3 ⇔


⇔ a + 2 = 8 ∧ a + 2 > 0 ⇔ a = 6 ∧ a > −2 ⇔ a = 6
2 ± 4 + 32
⇔ x2 − 2x − 8 = 0 ∧ x > 1 ⇔ x = ∧ x >1
2
Pág. 39
⇔ ( x =4 ∨ x =−2 ) ∧ x > 1 ⇔ x =4
54.1. log2 ( 2 x − 1 ) < −3 ⇔ 2 x − 1 < 2−3 ∧ 2 x − 1 > 0
52.5. ln x +=
2
2 3ln x ⇔ ln x − 3ln x +=2
2 0
1 1 9 1 1 9 
3± 9−8 ⇔ 2x < + 1 ∧ x > ⇔ x < ∧ x > ⇔ x∈ , 
⇔ ln x = ∧ x > 0 ⇔ ( ln x = 2 ∨ ln x = 1 ) ∧ x > 0 8 2 16 2  2 16 
2 2
1
⇔ ( x = e ∨ x = e) ∧ x > 0 ⇔ x = e ∨ x = e
2 2 54.2. log 1 ( x + 3 ) < 2 ⇔ x + 3 >   ∧ x + 3 > 0
2
2  

52.6. log 3 ( x + 1 ) =3 − log 3 ( x − 5 ) 11 11  11 


⇔x>− ∧ x > −3 ⇔ x > − ⇔ x ∈  − , + ∞ 
4 4  4 
⇔ log 3 ( x + 1 ) + log 3 ( x − 5 ) = 3 ∧ x + 1 > 0 ∧ x − 5 > 0
54.3. ln ( x + 2 ) − ln ( 2 x ) > 0
⇔ log 3 ( x + 1 )( x − 5 ) = 3 ∧ x > −1 ∧ x > 5
⇔ ln ( x + 2 ) > ln ( 2 x ) ∧ x + 2 > 0 ∧ 2 x > 0
2 2
⇔ x − 5 x + x − 5 =27 ∧ x > 5 ⇔ x − 4 x − 32 =0 ∧ x > 5 ⇔ x + 2 > 2 x ∧ x > −2 ∧ x > 0 ⇔ x < 2 ∧ x > 0 ⇔ x ∈ ]0 , 2[
4 ± 16 + 128
⇔x= ∧ x > 5⇔ (x =8∨ x=−4 ) ∧ x > 5 ⇔ x =8 54.4. log 3 ( x + 2 ) + log 3 x > 1
2
⇔ log 3 ( x 2 + 2 x ) > 1 ∧ x + 2 > 0 ∧ x > 0
52.7. log 5 ( 3 − x ) − log 5 ( x 2 − 9 ) =
0
⇔ x 2 + 2 x > 3 ∧ x > −2 ∧ x > 0 ⇔ x 2 + 2 x − 3 > 0 ∧ x > 0
− x ) log 5 ( x − 9 ) ∧ 3 − x > 0 ∧ x − 9 > 0
⇔ log 5 ( 3= 2 2
⇔ ( x < −3 ∨ x > 1 ) ∧ x > 0 ⇔ x > 1 ⇔ x ∈ ] 1, + ∞ [
⇔ 3 − x = x − 9 ∧ x < 3 ∧ ( x − 3 )( x + 3 ) > 0
2
Cálculo auxiliar:
−2 ± 4 + 12
−1 ± 1 + 48 x2 + 2x − 3 = 0 ⇔ x = ⇔
⇔ x 2 + x − 12= 0 ∧ x < −3 ⇔ =
x ∧ x ∈ ]−∞ , − 3[ 2
2
⇔x=1∨ x =−3
⇔ ( x = 3 ∨ x = −4 ) ∧ x ∈ ]−∞ , − 3[ ⇔ x = −4
54.5. log2 ( 3 x + 1 ) > 2log2 x + 2
log a ( 10 − x )
52.8. =2 ⇔ log a ( 10 − x ) =2log a ( 4 − x ) ∧ ⇔ log2 ( 3 x + 1 ) > log2 ( x 2 ) + log2 4 ∧ 3 x + 1 > 0 ∧ x > 0
log a ( 4 − x )
1
∧ log a ( 4 − x ) ≠ 0 ∧ 10 − x > 0 ∧ 4 − x > 0 ⇔ log2 ( 3 x + 1 ) > log2 ( 4 x 2 ) ∧ x > −
∧ x >0
3
2 2
⇔ log a ( 10 − =
x ) log a ( 4 − x )
2
∧ 4 − x ≠ 1 ∧ x < 10 ∧ x < 4 ⇔ 3x + 1 > 4 x ∧ x > 0 ⇔ 4 x − 3x − 1 < 0 ∧ x > 0
 1 
⇔ 10 − x = 16 − 8 x + x 2 ∧ x ≠ 3 ∧ x < 4 ⇔  x > − ∧ x < 1 ∧ x > 0 ⇔ x > 0 ∧ x < 1 ⇔ x ∈] 0 , 1 [
 4 
⇔ 3x2 − 7x + 6 = 0 ∧ x ≠ 3 ∧ x < 4
Cálculo auxiliar:
7 ± 49 − 24 3 ± 9 + 16
=⇔x ∧ x ≠3 ∧ x<4 4 x2 − 3x − 1 = 0 ⇔ x = ⇔
2 8
⇔ ( x = 6 ∨ x = 1) ∧ x ≠ 3 ∧ x < 4 ⇔ x = 1 ⇔x=1∨ x=−
1
4
52.9. log a ( 3 x − 5 ) + log a ( x − 2 ) =
log a 2 54.6. log ( 3 x − x 2 ) ≥ log ( 3 − x )
⇔ log a ( 3 x − 5 )( x −
= 2 )  log a 2 ∧ 3 x − 5 > 0 ∧ x − 2 > 0 ⇔ 3x − x 2 ≥ 3 − x ∧ 3x − x 2 > 0 ∧ 3 − x > 0
5 ⇔ − x2 + 4 x − 3 ≥ 0 ∧ x (3 − x ) > 0 ∧ 3 − x > 0
⇔ 3 x 2 − 6 x − 5 x + 10 = 2 ∧ x > ∧ x >2
3 ⇔ x2 − 4 x + 3 ≤ 0 ∧ x > 0 ∧ x < 3
11 ± 121 − 96 ⇔ ( x ≥ 1 ∧ x ≤ 3) ∧ x > 0 ∧ x < 3 ⇔ x ≥ 1 ∧ x<3
⇔ 3 x 2 − 11 x + 8 = 0 ∧ x > 2 ⇔ x = ∧ x >2
6
⇔ x ∈ [1,3[
 8  8
⇔x= ∨ x = 1 ∧ x > 2 ⇔ x = Cálculo auxiliar:
 3  3
4 ± 16 − 12
x2 − 4 x + 3 = 0 ⇔ x = ⇔
2
⇔ x =3 ∨ x =1

24 24
NEMA12PR Unidade 4
Funções exponenciais e logarítmicas

ln ( x + 1 ) 3± 9 +8
54.7. > 0 ⇔ ( ln ( x + 1 ) > 0 ∧ 1 + ln x > 0 ) ∨ x2 − 3x − 2 = 0 ⇔ x = ⇔
1 + ln x 2
∨ ( ln ( x + 1 ) < 0 ∧ 1 + ln x < 0 )  ∧ x + 1 > 0 ∧ x > 0 ⇔ ⇔x
=
3 + 17
=∨x
3 − 17
2 2
⇔ ( x + 1 > 1 ∧ ln x > −1) ∨ ( x + 1 < 1 ∧ ln x < −1)  ∧
3 − 17 3 + 17
∧ x > −1 ∧ x > 0 ⇔ x2 − 3x − 2 ≤ 0 ⇔ x ≥ ∧x≤
2 2
⇔ ( x > 0 ∧ x > e −1 ) ∨ ( x < 0 ∧ x < e −1 )  ∧ x >0 x 2 − 3 x > 0 ∧ x 2 − 3x − 2 ≤ 0 ⇔
 1  1  1   3 − 17 3 + 17 
⇔  x > ∨ x < 0 ∧ x > 0 ⇔ x > ⇔ x∈ , +∞  ⇔ ( x < 0 ∨ x > 3 ) ∧  x ≥ ∧x≤ ⇔
 e  e  e   2 2 

 x +3 x +3 x +3  3 − 17   3 + 17 
54.8. log2   >1⇔ >2 ∧ >0 ∧ x ≠0 ⇔  x ≥ ∧ x < 0  ∨  x > 3 ∧ x ≤ 
 x  x x  2   2 
x+3 x +3  3 − 17   3 + 17 
⇔ −2 > 0 ∧ >0 ∧ x ≠0 Então, D f 
= ,0  ∪  3,
x x .
 2   2 
−x + 3 x +3
⇔ >0 ∧ >0 ∧ x≠0
x x 55.4. D f = { x ∈ R : x > 0 ∧ 1 − ln x > 0} = { x ∈ R : x > 0 ∧ ln x < 1} =
⇔ ( x > 0 ∧ x < 3 ) ∧ ( x < −3 ∨ x > 0 ) ∧ x ≠ 0
= { x ∈ R : x > 0 ∧ x < e} = ] 0 , e [
⇔ x > 0 ∧ x < 3 ⇔ x ∈] 0 , 3 [

Pág. 40
Cálculos auxiliares:
x −∞ 0 3 +∞ 56.1. 1 + log2 ( x − 2 ) =0 ⇔ log2 ( x − 2 ) =−1 ∧ x − 2 > 0 ⇔
−x + 3 + + + 0 − 1 5
⇔ x −2 = ∧ x >2⇔ x = ∧ x >2
x − 0 + + + 2 2
−x + 3
− n.d. + 0 − 2 − log 3 ( x + 1 ) =0 ⇔ log 3 ( x + 1 ) =2 ∧ x + 1 > 0 ⇔
x
⇔ x + 1= 9 ∧ x > −1 ⇔ x= 8 ∧ x > −1
x −∞ −3 0 +∞ 5
x+3 − 0 + + + x −1 2 3 +∞
2
x − − − 0 + 1 + log2 ( x − 2 ) − 0 + + +
x+3 2 − log 3 ( x + 1 ) + + + + + 0 −
+ 0 − n.d. +
x
1 + log2 ( x − 2 )
− 0 + n.d. −
55.1. D f = { x ∈ R : 2 x + 1 > 0 ∧ 1 − log4 ( 2 x + 1) ≥ 0} 2 − log 3 ( x + 1 )

1 1 + log2 ( x − 2 )  5
2 x + 1 > 0 ∧ 1 − log 4 ( 2 x + 1 ) ≥ 0 ⇔ x > − ∧ log 4 ( 2 x + 1 ) ≤ 1 Então, < 0 ⇔ x ∈  2,  ∪ ]8 , + ∞[ .
2 2 − log 3 ( x + 1 )  2
1 1 3
⇔ x > − ∧ 2x + 1 ≤ 4 ⇔ x > − ∧ x ≤
2 2 2 5 ± 25 − 24
56.2. ( log2 x ) − 5log2 x + 6 = 0 ⇔ log2 x =
2
∧ x>0
 1 3  1 3 2
Df =  x ∈R : x > − ∧ x ≤  =  − , 
 2 2  2 2 ⇔ ( log2 x = 3 ∨ log2 x = 2 ) ∧ x > 0 ⇔ ( x = 8 ∨ x = 4 ) ∧ x > 0

1 − ( log2 x ) =0 ⇔ ( log2 x ) =1 ∧ x > 0


2 2
55.2. D f = { x ∈ R : x > 0 ∧ ln x > 0} = {x ∈ R : x > 0 ∧ x > 1} =
⇔ ( log2 x =∨
1 −1 ) ∧ x > 0
log2 x =
= { x ∈ R : x > 1}= ] 1, + ∞ [
 1
55.3. D f = { x ∈ R : x 2 − 3 x > 0 ∧ 1 − log2 ( x 2 − 3 x ) ≥ 0} = ⇔  x =2 ∨ x =  ∧ x > 0
 2

{
= x ∈ R : x 2 − 3 x > 0 ∧ log2 ( x 2 − 3 x ) ≤ 1 = } x 0
1
2 4 8 +∞
2
= { x ∈ R : x − 3 x > 0 ∧ x − 3 x ≤ 2} =
2 2

(log2 x )
2
− 5log2 x + 6 + + + + + 0 − 0 +
= {x ∈R : x 2
− 3 x > 0 ∧ x − 3 x − 2 ≤ 0}
2
1 − (log2 x )
2
− 0 + 0 − − − − −
Cálculo auxiliar:
(log2 x )
2
− 5log2 x + 6
x 2 − 3 x =0 ⇔ x ( x − 3 ) =0 ⇔
NEMA12PR2 © Porto Editora

− n.d. + n.d. − 0 + 0 −
1 − ( log2 x )
2

⇔ x = 0 ∨ x −3= 0 ⇔ x = 0 ∨ x = 3
( log2 x )
2
x 2 − 3x > 0 ⇔ x < 0 ∨ x > 3 − 5log2 x + 6 1 
Então, ≥ 0 ⇔ x ∈  , 2  ∪ [ 4,8 ] .
1 − ( log2 x ) 2 
2

25 25
NEMA12PR
Unidade 4
Unidade 4

56.3. log 2 ( e2 x − e x ) > 1 ⇔ e2 x − e x > 2 ∧ e2 x − e x > 0

NEMA12PR2 © Porto Editora


Pág. 41
⇔ e2 x − e x − 2 > 0 ∧ e2 x > e x ⇔ ( e x + 1 )( e x − 2 ) > 0 ∧ 2 x > x
58.1.
⇔ e x − 2 > 0 ∧ x > 0 ⇔ x > ln2 ∧ x > 0 ⇔ x > ln2
⇔ x ∈ ] ln2, + ∞[ f ′ ( x ) = ( 23 x−1 + x )′ = 3ln2 × 23 x−1 + 1
Cálculo auxiliar:
1± 1+8 58.2.
e2 x − e x − 2 = 0 ⇔ ( e x ) − e x − 2 = 0 ⇔ e x =
2

2
⇔ e x =∨
2 ex =
−1 f ′ ( x ) = ( x 3 × 4 x )′ = ( x 3 )′ × 4 x + ( 4 x )′ × x 3 =

57.1. f ( x ) < 0 ⇔ x 2 ln x − 9ln x < 0 ⇔ ln x ( x 2 − 9 ) < 0 = 3 x 2 × 4 x + ln4 × 4 x × x 3 = 4 x ( 3 x 2 + ln4 × x 3 )

ln x = 0 ⇔ x = 1 ∧ x > 0 58.3.
x 2 − 9 =0 ⇔ x 2 =9 ⇔ x =3 ∨ x =−3
x −∞ −3 0 1 3 +∞  52 x−1 ′
f ′ ( x ) =
=
( 5 )′ × x − ( x )′=
2 x −1
×5 2 x −1


ln x − 0 + + +  x  x2
+ 0 0 + 2ln5 × 52 x −1 × x − 1 × 52 x −1 5 ( 2 x ln5 − 1 )
2 x −1
x2 − 9 − − − − −
= =
f (x) + 0 − 0 + x2 x2

58.4.
f ( x ) < 0 ⇔ x ∈ ]1,3[

57.2. Como os pontos A e B pertencem ao gráfico de f e as (2 x


− x )′
ordenadas são o dobro das respetivas abcissas, sabe-se que A e B
f ′ ( x )= ( ′
2x − x =) 2 2 −x x
=
ln2 × 2 x − 1
2 2x − x
são os pontos de interseção do gráfico de f com a reta de
equação y = 2 x . 59.1.

f ′ ( x ) = ( x 2 × 3x )′ = ( x 2 )′ × 3x + ( 3x )′ × x 2 =

= 2 x × 3x + ln3 × 3x × x 2 = 3x ( 2 x + ln3 × x 2 )

f ′ ( x ) =0 ⇔ 3x ( 2 x + ln3 × x 2 ) =0 ⇔ 3
x
=0 ∨ 2 x + ln3 × x 2 =0 ⇔
impossível

2
⇔ x ( 2 + ln3 × x ) =0⇔x=0∨x=−
ln3

2
x −∞ − 0 +∞
ln3
3x + + + + +
3 2
2 x + ln3 × x + 0 − 0 +

f′ + 0 − 0 +

 2 
f f −  f (0)
 ln3 

Como a ordenada do ponto A é um máximo relativo da função f,


2
As coordenadas dos pontos A e B são, respetivamente, conclui-se que x A = − .
ln3
( 0,8210; 1,6420 ) e ( 3,8348; 7,6697 ) .
Sendo M o ponto médio de [AB], então 59.2. Como a reta t é tangente ao gráfico de f no ponto de
 0,8210 + 3,8348 1,6420 + 7,6697  abcissa 1 sabe-se que mt = f ′ ( 1 ) .
M ;  , ou seja,
 2 2  (
mt =31 ( 2 + ln3 × 12 ) =3 ( 2 + ln3 ) =3 ln ( e2 ) + ln3 =3ln ( 3e2 ) )
M ( 2,3279; 4,65585 ) .
Assim sendo, a abcissa do ponto M é, aproximadamente, igual a ( 3e ) ln(27e
= ln= 2 3 6
)
2,3.

26 26
NEMA12PR Unidade 4
Funções exponenciais e logarítmicas

61.6.
Pág. 42
( 2 x − 1 )′ 2
60.1. f ′ (=
x) ) )′
(log ( 2 x − 1= =
ln3 ( 2 x − 1 ) ln3 ( 2 x − 1 )
3

 1  1
ln   − ln   61.7.
f (2 + h) − f (2)  2+h  2
=f ′ ( 2 ) lim
= lim =
 1 ′
h→0 h h→0 h ′ ( x )  x log 2   −=
f= 2x 
 2+h   x 
ln  
− ln ( 2 + h ) + ln ( 2 )  2   1  h   1 ′
lim
= − lim
= − lim  ln  1 +   =
=  
h h h→0 h
 2  ′
h→0 h→0
 1   1  1 x
= ( x )′ × log2   +  log2    × x − 21 × log2   +   × x − 2
 2
 x   x   x  ln2× 1
  h 
x
1   1  
y
1  1  1 1
− lim  ln  1 +   =
= −  ln  lim  1 +    = − ln e =
− 1
h→0 2
 2   h
2 2   y →+∞
 y 
   2 2 − 2
 = y
  1 1 1
  h  = log2   + x ×= x − 2 log 2   − −2
  x
  ln2× 1  x  ln 2
60.2. x
f ( 1 + h ) − f (1 ) 1 + h + ln ( 1 + h ) − ( 1 + ln 1 ) 62.1.
=f ′ ( 1 ) lim
= lim =
h→0 h h→0 h
 1 1 
h + ln ( 1 + h ) h ln ( 1 + h ) h ln ( 1 + h ) D f =  x ∈ R : x ≠ 0 ∧ > 0 ∧ ln   > 0 
lim
= lim + lim
= lim + lim
= =  x x 
h→0 h h→0 h h→0 h h→0 h h→0 h
 1 1 1
  x≠0∧ > 0 ∧ ln   > 0 ⇔ x ≠ 0 ∧ x > 0 ∧ > 1 ⇔
1  1    1 
y
x x x
= 1 + lim  ln  1 +   = 1 + ln  lim  1 +   = 1 + ln e = 1 + 1 = 2
h→0 h 1   1 =y  y   1− x

y →+∞
   h ⇔ x>0∧ > 0 ⇔ x > 0 ∧ 1− x > 0 ⇔ x > 0 ∧ x <1
  h   x
61.1. Então, D f = ] 0 , 1 [ .

 x ′ 1  1 ′ 1
 x  2 ′ 1   − 2
)  ln   =  x = 2x=
f ′ ( x=
  1  ′
 x x
  2  x ln    1 1
′ 
   1     x  
2 2 x x
′ ( x ) ln  ln  =
62.2. f=   = = =
61.2.    x   1
ln   ln ( x −1
) − ln x
x
 3 ′ 3 1
− 2 =
  3  ′  x  x 1 x ln x
f ′ ( x ) =  ln    = = =−
  x 3 3 x
x x f ( e −1 + h ) − f ( e −1 ) 1 1
62.3. lim = f= ′ ( e −1 ) −1 = =
61.3.
h→0 h e ln ( e )
−1 1
× ( −1 )
e
= −e
f ′ ( x )= ( x ln( x 2
)

− x) = ( x )′ × ln ( x 2 − x ) + (ln ( x 2 − x ) )′ × x
2x − 1 2x − 1 Pág. 43
=1 × ln ( x 2 − x ) + × x =ln ( x 2 − x ) +
x2 − x x −1 63.1.
61.4.
ex − x2  ex x2   ex 1 
lim = lim  = − 3  lim  = +∞ − 0
−  =
( x ln x )′= ( x )′ × ln x + ( ln2 x )′ × x=  x x  x→+∞  x x 
3 3 3
f ′( x =
) 2 2 x →+∞ x x →+∞

1 = +∞
=1 × ln2 x + 2ln x × × x =ln2 x + 2ln x
x 63.2.
61.5.
∞ ex ex
1 lim
ex ∞ x = +∞ = +∞
(=
x)
′ = lim x =
NEMA12PR2 © Porto Editora

x →+∞
lim
′( x )
f= ( (=
lnx ))

x
2=x 1
x 2x
x →+∞ ln x x →+∞ ln x

x
lim
x →+∞ x
ln x 0 +

27 27
NEMA12PR
Unidade 4
Unidade 4

63.3.

NEMA12PR2 © Porto Editora


  −1 + 5
x 0 +∞
e2 x + x 2  e2 x x 2   1  2
 lim  e + x=
x
lim = lim  x + x=
ex − 0 +
x →+∞ x →+∞
 e e  x→+∞  e  x2 + x − 1
  x ( x + 1)
 x2  + + +
1 1
= lim ( e x ) + = +∞ + = +∞ + 0 = +∞ f′ − 0 +
x→+∞  ex  +∞
lim  2   −1 + 5 
x →+∞
 x  f f  
 2 
63.4.
A função atinge o mínimo absoluto no ponto de abcissa

lim
(e 3x
− 1 ) ln x
= 3 lim+
e3 x − 1
× lim+
ln x −∞
= 3 × 1 × + = −∞
−1 + 5
.
x →0 + x2 3 x →0 3x x →0 x 0 2

63.5. 64.3.
 x 2 + x − 1 ′
(e − 1 ) ln x ∞ f ′′ ( x ) =

3x
 e 3 x 1   = 2 
lim 2
= lim  2 − 2  ln x  =  x +x 
x →+∞ x x →+∞
 x x  
  x 3
  =
( x 2 + x − 1)′ × ( x 2 + x ) − ( x 2 + x )′ × ( x 2 + x − 1) =

 e  − 1  ln x  = ( +∞ − 0 ) × ( +∞ ) = +∞ ( x2 + x )
2
= lim   2 
x →+∞   x 2 
  x 3
   
 ( 2 x + 1) × ( x2 + x ) − ( 2 x + 1) × ( x2 + x − 1)
= =
(x + x)
2 2
64.1.
(2 x + 1) × ( x2 + x − x 2 − x + 1) 2x + 1
D f = { x ∈ R : x + 1 > 0 ∧ x > 0} = { x ∈ R : x > −1 ∧ =
x > 0} = =
( x2 + x ) (x + x)
2 2 2

= { x ∈ R : x > 0}= ]0 , + ∞[
Assíntotas verticais: 65.1.
lim+ f ( x ) = lim+ ( x + ln ( x + 1 ) − ln x ) = 0 + 0 − ( −∞ ) = +∞
x →0 x →0
 1 
x = 0 é assíntota vertical ao gráfico de f. D f =  x ∈ R : > 0 ∧ x ≠ 0  = { x ∈ R : x > 0 ∧ x ≠ 0} =
 x 
Como f é contínua em todo o seu domínio, não existem outras
assíntotas verticais. = { x ∈ R : x > 0}= ]0 , + ∞[
Assíntota não vertical: =y mx + b
Assíntotas verticais
  x +1  
 ln     1 
f (x) x + ln ( x + 1 ) − ln x x  lim f ( x ) = lim+  x + ln    = 0 + ln ( +∞ ) = +∞
m= lim = lim =lim  1 +  = x →0 + x→0
  x 
x →+∞ x x →+∞ x x →+∞  x 
  x = 0 é assíntota vertical ao gráfico de f.
 
 1 Como f é contínua em todo o seu domínio, não existem outras
ln  1 +  assíntotas verticais.
x 0
= 1 + lim  =1 + =1 + 0 = 1
x →+∞ x +∞ y mx + b
Assíntota não vertical: =
b lim ( f ( x ) −=
= x ) lim ( x + ln ( x + 1 ) − ln x −=
x) 1
x + ln  
 x  =lim  1 + ln ( x )  =
x →+∞ x →+∞
f (x)  −1

  x +1    1  m =lim =lim
= lim ( ln ( x + 1 ) −=
ln x ) lim  ln  =   ln  xlim  1 += x →+∞ x x →+∞ x x →+∞  x 
x →+∞ x→+∞
  x    →+∞
 x   
= ln ( 1 + 0 ) = 0  ln x 
= lim  1 −  =1 − 0 =1
x →+∞
 x 
A reta y = x é assíntota oblíqua ao gráfico de f.
 1    1 
( x + 1)′
1 b lim ( f ( x ) −=
= x ) lim  x + ln   − =
x  lim  ln  =
64.2. f ′ ( x ) =( x + ln ( x + 1 ) − ln x )′ =1 + − = x →+∞ x →+∞
  x   x →+∞
  x 
x +1 x
= ln ( 0 + ) = −∞
1 1 x ( x + 1) + x − x − 1 x 2 + x − 1
=1 + − = = Como b∉R , conclui-se que não existe assíntota oblíqua ao
x +1 x x ( x + 1) x ( x + 1)
gráfico de f.
x2 + x − 1
f ′( x ) = 0 ⇔ = 0 ⇔ x2 + x − 1 = 0 ∧ x ∈ D ⇔
x ( x + 1)
−1 ± 5 −1 + 5
⇔x
= ∧ x ∈ D=
⇔x
2 2

28 28
NEMA12PR Funções exponenciais e logarítmicas
Unidade 4

ln ( x + 1 ) ln ( x + 1 )
 1 ′ 1 0
lim
′   − 2 ln ( x + 1 ) 0 x x →0 x = = 1 1
  1   x x 1 x −1 67.1. lim 2 x = lim 2 x =
65.2. f ′ ( x ) = x + ln    =1 + =1 + =1 − = x →0 e − 1 x→0 e − 1 e2 x − 1 1× 2 2
  x   1 1 x x × 2 lim ×2
x x 2x 2 x →0 2x
x −1 0
f ′( x ) = 0 ⇔ = 0 ⇔ x − 1 = 0 ∧ x ∈D ⇔ x = 1 ∧ x ∈D x2 − x 0 x −1 1 y 1 1
x 67.2. lim lim
= = lim = × =
x →1 2 x ln x x −1 2 y →0 ln ( y + 1 )
x →1 2ln x y = 2 ln ( y + 1 )
x 0 1 +∞ lim
y →0 y
x −1 − 0 +
1 1 1
x + + + = × =
2 1 2
f′ − 0 +
ex − 1
( )=
0
x x
f f (1) = 1 e −e 2x e e −
x 1 0
x
67.3. lim lim
= lim e x × lim =
( ) x→0 ln ( x + 1 ) x→0 x→0 ln ( x + 1 )
x →0 ln x + 1

f é estritamente decrescente em ] 0 , 1] . f é estritamente x


ex − 1
crescente em [1, + ∞ [ . Mínimo absoluto: 1. lim
x →0 x 1

= = 1
=
ln ( x + 1 ) 1
 1 ′ 1 1 lim
65.3. f ′′ ( x ) = 1 −  =0 + 2 = 2 x →0 x
 x x x
O gráfico de f não tem pontos de inflexão porque ∀ x ∈ D f , 0 ln ( 2 x + 1 ) ln ( 2 x + 1 )
ln ( 2 x + 1 ) 0 × 2 lim ×2
67.4.
= lim x lim
= 2 x 2 x →0
= 2x
f ′′ ( x ) > 0 . x x
x →0 e −1 x →0 e −1 e −1
lim
x x →0 x
65.4.
1× 2
= = 2
1

f ( x ) lim ( e1− x =
68.1. lim = + x) e
x →0 + x →0 +

(
lim f ( x ) = lim− ln ( x 2 ) = −∞
x →0 − x →0
)
Não existe lim f ( x ) porque lim− f ( x ) ≠ lim+ f ( x ) .
x →0 x →0 x →0

f é descontínua em 0 porque não existe lim f ( x ) .


x →0

x = 0 é assíntota vertical ao gráfico de f porque lim− f ( x ) = −∞ .


x →0

Pág. 44
68.2. lim ( f ( x ) − x ) = lim ( e1−x + x − x ) = lim ( e1−x ) = e −∞ = 0 .
x →+∞ x →+∞ x →+∞

ln ( 3 x + 1 ) ∞ ln y 3 ln y Como lim ( f ( x ) − x ) =
0 , conclui-se que y = x é assíntota ao
66.1. lim = lim= = lim x →+∞
x →+∞ 2x 3 x +=1 y y →+∞  y − 1  2 y →+∞ y − 1
2  gráfico de f em +∞ .
 3 
  )′
(x = 2
2x 2
3 ln y 3  ln y 1  3 1
68.3. Se x < 0 , então f ′ ( x=) ln ( x 2 )= ( )

x2
=
x2 x
.
= lim = × lim  ×  = ×0× = 0
2 y →+∞  1 2 y →+∞  y 1−  21 1
y 1 −   y  Se x > 0 , então f ′ ( x ) =e1−x + x ′ =
− e1−x + 1 .( )
 y 
f não é diferenciável em 0 porque é descontínua em 0 .
0×∞  1  1  1  2 
66.2. lim ( x ln x ) lim  ln ( y )  f ′ ( x ) = 0 ⇔  = 0 ∧ x < 0  ∨ ( − e1−x + 1 = 0 ∧ x > 0 ) ⇔
−1
= =  ln    lim
=
 y  y  y x
1
x →0 + y=
x
y →+∞ y →+∞
  
⇔ x ∈∅ ∨ ( 1 − x= 0 ∧ x > 0 ) ⇔ x= 1
 ln y   ln y 
=lim  −  =− ylim   =−0 =0
y →+∞
 y  →+∞
 y  x −∞ 0 1 +∞
f′ − n.d. − 0 +
∞−∞   ln x 
66.3. lim (ln x − x 2 ) = lim  x  − x   = +∞ × ( 0 − ( +∞ ) ) = f e 2
NEMA12PR2 © Porto Editora

x →+∞ y →+∞
  x 
f é estritamente decrescente em ]−∞ , 0 [ e em [ 0 , 1] .
= +∞ × ( −∞ ) = −∞
f é estritamente crescente em [1, + ∞ [ .
Mínimo relativo: 2.

29 29
NEMA12PR
Unidade 4
Unidade 4

69.1. D f= { x ∈ R : x > 0 ∧ x ≠ 0}= { x ∈ R : x > 0}= ]0 , + ∞[ C = 2,5

NEMA12PR2 © Porto Editora


=C 2,5
=  C 2,5
Assíntotas verticais ⇔ ⇔ ln 3 ⇔ 
=  5k ln 3  k =  k ≈ 0,22
2 x − ln x 0 − ( −∞ ) +∞  5
lim f ( x ) = lim+ = = + = +∞ 71.2. Sendo
= C 2,5 e k ≈ 0,22 , então P ( t ) = 2,5 e 0 ,22 t .
x →0 + x →0 x 0+ 0
x = 0 é assíntota vertical ao gráfico de f. Como f é contínua em
todo o seu domínio, não existem outras assíntotas verticais. P ( 6 ) − P ( 2 ) 2,5 e 0 ,22×6 − 2,5 e 0 ,22×2
t.m.v.[2 ,6] =
= =
Assíntota não vertical: = y mx + b 6 −2 4
f (x)
1,32 0 ,44
2 x − ln x  2 ln x 1  2,5 e − 2,5 e
m = lim = lim = lim  + ×  = 0 + 0 × 0=
=0 ≈ 1,37
x →+∞ x x →+∞ x 2 x →+∞
x x x 4
A taxa média de crescimento entre o início de 2012 e o início de
2 x − ln x  ln x 
b = lim ( f ( x ) − 0 x ) = lim = lim  2 −  =2 − 0 =2 2016 foi de, aproximadamente, 1,37 milhares de plantas por ano.
x →+∞ x →+∞ x x →+∞
 x 
A reta y = 2 é assíntota horizontal ao gráfico de f. 71.3. P ′ t = 2,5 e 0 ,22t ′ =
() ( )
2,5 × 0,22e 0 ,22t = 0,55e0 ,22 t
69.2. P ′ ( 8 ) 0,55
= = e 0 ,22×8
0,55e1,76 ≈ 3,2
′ ′
 2 x − ln x ′ ( 2 x − ln x ) × x − ( x ) × ( 2 x − ln x ) A taxa de crescimento no início de 2018 é de, aproximadamente,
f ′( x )  =
=  2
= 3,2 milhares de plantas por ano.
 x  x
 1
 2 −  × x − 1 × ( 2 x − ln x ) 2 x − 1 − 2 x + ln x ln x − 1
 x
( 0,55 e0 ,22t )′ =×
71.4. P ′′ ( t ) = 0,55 0,22 e0 ,22t =
0,121 e 0 ,22t
= =
x2 x2 x2 Sabe-se que ∀ t ≥ 0, P ′′ ( t ) > 0 . Portanto, a taxa de crescimento
2 ′
 ln x − 1 ′ ( ln x − 1 ) × x − ( x ) × ( ln x − 1 )
′ 2 do número de plantas é estritamente crescente.
f ′′ ( x )  =
=  =
( x2 )
2 2
 x 
Pág. 47
1 2 72.1. M ( t ) = 3 × 2t +1 = 3 × 2t × 2 = 6 × 2t = 6 ( eln2 ) = 6 eln2×t
t

  × x − 2 x × ( ln x − 1 ) x − 2 x × ( ln x − 1 ) 1 − 2 × ( ln x − 1 )
x = = =
x4 x4 x3 = e k ln 2 .
c 6=
3 − 2ln x 1
= (3 )
t

( e )=
2 t
x3 × ln9
32t −1 32t × 3−1 3 9=
t
1 ln9 ×t
72.2. M ( t=) = = = e
2 2 2 6 6 6
Pág. 45 1
=c = e k ln 9 .
6
70.1. Um exemplar vivo do organismo encontrado possui 350 mg t
1
72.3. M ( t ) = 5 × 3−2t +1 = 5 × 3−2t × 3 = 15 × ( 3−2 ) = 15 ×   =
t
da substância, logo Q0 = 350 .
9  
53
Q ( t ) =53 ⇔ 350 × e −0 ,000121 t =53 ⇔ e −0 ,000121 t = ⇔  ln 19 
t
350 = 15 − ln9 ×t
=  e  15 e ; c = 15 e k = − ln 9 .
 53   
ln  
 53   350  ⇔ t ≈ 15600
⇔ −0,000121= t ln  =⇔t 73.1. Sabe-se que C ′ ( t ) = 0,75 C ( t ) .
 350  −0,000121
Pode-se então concluir que, desde a morte do organismo Então, a função C é do tipo C ( t ) = c e 0 ,75t .
encontrado, decorreram, aproximadamente, 15 600 anos.
C (t ) =
10 C ( 0 ) ⇔ c e 0 ,75t =
10 × c e 0 ,75×0 ⇔ c e 0 ,75t =⇔
10 c
12 ln10
70.2. Q ( 20000 ) = 12 ⇔ Q0 × e −0 ,000121 × 20000 = 12 ⇔ Q0 = ⇔ ⇔ e 0 ,75t = 10 ⇔ 0,75 t = ln10 ⇔ t = ⇔t ≈3
e −2,42 0,75
⇔ Q0 ≈ 135 Para o número de bactérias passar a 10 vezes mais do que era no
Assim, a quantidade dessa substância que o organismo teria início são necessárias 3 horas.
antes de morrer era, aproximadamente, 135 mg.
73.2. C ( 0=) 1200 ⇔ c e0 ,75×=
0
c 1200
1200 ⇔=
Pág. 46 Então,
= C ( 5 ) 1200
= e 0 ,75×5 1200 e 3,75 ≈ 51025 .
Se o número inicial de bactérias for 12 000, passadas 5 horas
71.1. Sabe-se que no início do ano 2010 havia 2500 plantas, ou
existirão 51 025 bactérias.
seja, P ( 0 ) = 2,5 , e que, no início do ano 2015, o número de
plantas tinha triplicado, ou seja, P ( 5 )= 3 × 2,5 . Pág. 48

P ( 0 ) = 2,5 C e k= = 2,5 C 2,5= C 2,5 74.1. Q ( 6 ) =


4 × e −0 ,08×6 =
4 × e −0 ,48 ≈ 2,5
×0

 ⇔  k×5 ⇔ ⇔  5k ⇔
P ( 5 ) = 7,5 C e = 7,5 
5k
= 2,5 e 7,5
=  e 3 Passadas 6 horas, a quantidade de medicamento existente no
sangue era de, aproximadamente, 2,5 ml.

30 30
NEMA12PR Unidade 4
Funções exponenciais e logarítmicas

1,5 A concentração de “Saratex” no sangue foi máxima


74.2. Q ( t ) ≥ 1,5 ⇔ 4 × e −0 ,08 t ≥ 1,5 ⇔ e −0 ,08 t ≥ ⇔
aproximadamente após 10,248 horas a sua administração ao
4
doente, ou seja, aproximadamente, às 18 horas e 15 minutos (10
ln0,375
⇔ −0,08t ≥ ln0,375 ⇔ t ≤ horas e quinze minutos após a sua administração).
−0,08 Entre a administração dos dois fármacos decorreram 7 horas
ln0,375 7 h) mas, segundo o conselho médico, o segundo
(15 h − 8 h =
Ora, ≈ 12 . O maior intervalo de tempo que deve
−0,08 fármaco deveria ter sido tomado às 18 horas e 15 minutos,
decorrer até voltar a tomar o medicamento é de 12 horas. quando se registou a concentração máxima de “Saratex” no
sangue, o que não ocorreu. O doente não cumpriu as

74.3. Q′ ( t ) =−kQ ( t ) ⇔ ( 4 × e −0 ,08 t ) =−k × ( 4 × e −0 ,08 t ) ⇔ recomendações dadas pelo médico.

⇔ −0,32 × e −0 ,08 t = −4 k × e −0 ,08 t ⇔ −0,32 = −4 k ⇔ k = 0,08 Q ( 0 ) = 80 Q0 = 80


 Q0 ⋅ a 0 =80 Q0 = 80 
2.1.  80 ⇔  ⇔  ⇔  1
Q ( 4 ) = 40 a −4 =
−4
−4
Q0 ⋅ a = 40 80 ⋅ a =
Tarefa 6  2  2

1.1. C ( 2 ) =
2 × 1,05−2×2 ≈ 1,6 Q0 = 80 Q0 = 80
⇔ 4 ⇔ 4
Passadas duas horas após ter sido administrado, a concentração a = 2 a = 2
do fármaco era, aproximadamente, igual a 1,6 mg/l.
2.2. Sendo Q0 = 80 e a = 4 2 , a expressão que dá a quantidade
t 1
1.2. lim C (t ) =lim ( t × 1,05−2t ) =lim =lim = de cafeína em função do tempo é:
t →+∞ t →+∞ t →+∞ 1,052t t →+∞ ( 1,052 ) t −t
 1 t

( 2)
−t −

Q (t ) =
80. ⇔ Q (t ) =
4
80.  2 4  ⇔ Q ( t ) =×
80 2
4

t
 
1
= = 0 A quantidade de cafeína no organismo passadas 3 horas é dada
+∞ −
3

por: Q ( 3 ) =80 × 2
4
Com o passar do tempo a concentração de fármaco no sangue ≈ 47,6 . Assim, passadas três horas, a
tende a desaparecer. quantidade de cafeína no organismo é de, aproximadamente
47,6 mg.
1.3.
2.3. Pretende-se determinar t de modo que Q ( t ) ≥ 15 .
Recorrendo à calculadora gráfica, introduzem-se as funções
t

e y2 = 15 , escolhe-se uma janela adequada e obtêm-


4
y1= 80 × 2
-se as representações gráficas.

De seguida, determina-se as coordenadas do ponto de interseção


Conclui-se que a ≈ 3,53 e b ≈ 22,53 . dos dois gráficos.
1.4. Pode-se determinar a que horas é que a concentração de
“Saratex” foi máxima recorrendo à calculadora gráfica. Para tal
procede-se da seguinte forma:
NEMA12PR2 © Porto Editora

A quantidade de cafeína no organismo é superior a 15 mg


durante aproximadamente 9,66 horas, ou seja, a cafeína produz
efeito estimulante durante, aproximadamente, 9 horas e 40
minutos.

31 31
NEMA12PR
Unidade 4 Unidade 4

NEMA12PR2 © Porto Editora


Pág. 49 Pág. 50

Proposta 27 Proposta 31
27.1. 31.1.
x a log a x
1 7 0
9 3 2
0,001 10 −3
100 000 10 5
64 4 3
64 8 2

27.2. Dg = ] −2, + ∞ [ e D′g = R .


x a y =a x
log a y
31.2.
3 2 8 3
2 5 25 2
4 3 81 4
−2 2 0,25 −2

Proposta 28
Como o ponto A pertence ao gráfico da função f e tem abcissa 2,
32 9 D= ]0 , + ∞ [ e Dg′ = R+0 .
sabe-se que a sua ordenada é igual a f ( 2 ) . f ( 2=
) = , logo
g

2 2
31.3.
 9
A  2 ,  . Como o ponto B pertence ao gráfico da função f e tem
 2
ordenada 3, sabe-se que a sua abcissa é solução da equação
3x
f ( x ) = 3 . f ( x ) = 3 ⇔ = 3 ⇔ 3x = 6 ⇔ x = log 3 6 , logo
2
B ( log 3 6 ,3 ) .

Proposta 29 D=
g ]0 , + ∞ [ e D′g = R .
9 9 9 1
29.1. f −1   = x ⇔ f ( x ) = ⇔ 5 − 2− x +3 = ⇔ 2− x +3 =
2 2 2 2 Proposta 32
] − 1, + ∞ [
− x +3 −1
⇔2 = 2 ⇔ − x + 3 = −1 ⇔ x = 4 32.1. D f = { x ∈ R : x + 1 > 0} =
29.2. f ( −27 ) =⇔
−1
x f (x) =
−27 ⇔ 5 − 2 − x +3
−27 ⇔ 2
= − x +3
32
=
32.2. D f = { x ∈ R : x > 0 ∧ log 3 x − 2 ≠ 0}
⇔ 2 − x +3 = 2 5 ⇔ − x + 3 = 5 ⇔ x = −2
log 3 x − 2 = 0 ⇔ log 3 x = 2 ⇔ x = 32 ⇔ x = 9
Proposta 30 Então, D=
f ]0 , + ∞ [ \ {9} .
1 1 1
( 2=
)
−2
30.1. g ( −=
2) = , então g −1   = −2 . 32.3. D f = {x ∈R : x 2
− 4 > 0} = ] − ∞ , − 2 [ ∪ ] 2, + ∞ [
( )
2
2 2 2
Cálculo auxiliar:
1 
O ponto de coordenadas  , − 2  pertence ao gráfico da função x2 − 4 = 0 ⇔ x2 = 4 ⇔ x = 4 ∨ x = − 4
2 
⇔x=2∨ x=−2
1
inversa de g porque g ( −2 ) =.
2  1
32.4. D f ={ x ∈ R : x − 2 x 2 > 0} =  0 , 
 2
30.2. g −1 ( 3k + 1 ) = 8 ⇔ g ( 8 ) = 3k + 1 ⇔ ( 2 ) = 3k + 1
8

Cálculo auxiliar:
⇔ 16 = 3k + 1 ⇔ k = 5 0 x (1 − 2 x ) =
x − 2 x 2 =⇔ 0
1
⇔ x = 0 ∨ 1 − 2x = 0 ⇔ x = 0 ∨ x =
2

32 32
NEMA12PR Funções exponenciaisUnidade 4
e logarítmicas

 x +1  2
32.5. D f =  x ∈ R : > 0 ∧ 2 − x ≠ 0 35.5. e x + 2e − x = 3 ⇔ e x + − 3 = 0 ⇔ e2 x + 2 − 3e x = 0 ∧ e
x
≠0
 2− x  ex x∈R

Cálculo auxiliar: Zero do numerador: x + 1 =0 ⇔ x =−1


⇔ ( e x ) − 3e x + 2 =
2
0
Zero do denominador: 2 − x = 0 ⇔ x = 2
3± 1
x −∞ −1 2 +∞ Fazendo e x = y , tem-se: y 2 − 3y + 2 = 0 ⇔ y = ⇔
2
x +1 − 0 + + + ⇔ y = 2 ∨ y =1
2−x + + + 0 −
Como y = e x , tem-se: e x = 2 ∨ e x =1 ⇔ x = ln2 ∨ x = 0 .
x +1
− 0 + n.d. −
35.6. 9 x − 3x +1 = 4 ⇔ ( 32 ) − 3x × 3 − 4 = 0 ⇔ ( 3x ) − 3 × 3x − 4 = 0
x 2
2− x

Então, D f = ]−1, 2 [ . 3 ± 25
Fazendo 3x = y , tem-se: y 2 − 3y − 4 = 0 ⇔ y = ⇔
2
Proposta 33
⇔ y =4 ∨ y =−1 . Como y = 3x , tem-se: 3x =4 ∨ 3
x
 4 ⇔
=

33.1. 0 < h ( x ) < 1 ⇔ ln ( h ( x ) ) < ln1 ⇔ f ( x) < 0 impossível

log3 4 .
⇔x=
Então, D′f = ]−∞ , 0 [ .
Proposta 36
33.2. j ( x ) ≥ e ⇔ ln ( j ( x ) ) ≥ ln e ⇔ f ( x) ≥ 1
g ( 0 ) =−5 ⇔ 1 − e 0+k =−5 ⇔ 6 =e k ⇔ ln6 =k
Então, D′
=f [ 1, + ∞ [ . A opção correta é a (A).

Proposta 34 Proposta 37
O ponto A pertence ao gráfico de f porque f ( − log2 3 ) =4log2 3 =
34.1. f ( 2 ) representa um elemento do domínio de f cuja
−1

(2 )
2 log2 3 2

imagem por f é 2. Sabe-se que f ( 1 ) = 2 , então f −1 ( 2 ) = 1 . = = 22log2 =


3
2log2 3= 3=
2
9
A opção correta é a (A).
34.2. f −1 e f são funções inversas uma da outra, logo
Proposta 38
(f −1
 f )(0) = 0 .
1 1  1 1 
38.1. log 2 + log2 0,0625
= log2  × 0,0625=
 log 2  × = 
4 4   4 16 
34.3. f −1 e f são funções inversas uma da outra, logo
 1 
( f  f ) (3) = 3 .
−1 = log2   = log 2 ( 2−6 ) = −6
 64 

1   1   128 
34.4. ( f −1  g −1=
)  2  f −1  g −1 = (2) 1 38.2. log2 128 − log 2 0,25 = log2   = log2 ( 512 ) = log2 ( 2 ) =
−1 9
   f=
  2
    0,25 
1 1 =9
x g ( x ) =⇔ 21−x =
Cálculo auxiliar: g −1   =⇔ 2 −1 ⇔
2
  2 1
( 3)
2

⇔ 1 − x =−1 ⇔ x =2 38.3. log 5 ( 0,2 ) − 2log 3 3 =log 5   − log 3 =


5  
=log 5 ( 5−1 ) − log3 3 =−1 − 1 =−2
Pág. 51

Proposta 35 log12 ( 3 ) + log12 ( 4 ) log12 ( 3 × 4 ) log12 ( 12 ) 1


38.4. = = =
log 3 ( 18 ) − log 3 ( 2 )  18  log 3 ( 9 ) 2
35.1. e x = 2 ⇔ x = ln2 log 3  
 2 
35.2. 3x +1 =5 ⇔ x + 1 =log3 5 ⇔ x =−1 + log 3 5 38.5.
 1
35.3. xe x − 5 x = 0 ⇔ x ( e x − 5 ) = 0 ⇔ x = 0 ∨ e x − 5 = 0 log 2 3 8 + log 4 ( 2 ) × log2 ( 4 ) = log 2 ( 2 ) + log 4  4 2  × log 2 ( 22 ) =
 
⇔ x = 0 ∨ x = ln5
1
= 1 + ×2 = 1 +1 = 2
35.4. 2
1
0 2− x ( 3 × 2− x − 1 ) =⇔
NEMA12PR2 © Porto Editora

3 × 2−2 x − 0 3 × 2−2 x − 2− x =⇔
=⇔ 0  1   1   1 2
 + 2ln ( 3e ) = ln   + ln ( 3e )  = ln  × 9e  =
2
2x 38.6. ln 
9
 e 9
 e  9 e 
−x 1
⇔ 2 =∨ 0 3 × 2− x − 1 =⇔
0 2− x = ⇔ 2x =⇔
3 x=
log2 3 e 1
= ln=
impossível
3

NEMA12PR2-3
33 33
NEMA12PR
Unidade 4 Unidade 4

Proposta 39 42.6. ( 4 − x 2 ) ⋅ ln ( 2 x 2 + x ) =
0

NEMA12PR2 © Porto Editora


a
ln a = ln2 + ln b ⇔ ln a = ln ( 2b ) ⇔ a = 2b ⇔ b =
2 ( )
⇔ 4 − x 2 = 0 ∨ ln ( 2 x 2 + x ) = 0 ∧ 2 x 2 + x > 0
A opção correta é a (D). ⇔ (x = 2
1) ∧ 2 x + x > 0
4 ∨ 2x + x = 2 2

⇔ ( x =2 ∨ x =−2 ∨ 2 x 2 + x − 1 =0 ) ∧ 2 x 2 + x > 0
Pág. 52
 −1 ± 1 + 8  2
⇔  x =2 ∨ x= −2 ∨ x =  ∧ 2 x + x > 0
Proposta 40  4 
 1
 1
( )
log a ( a ) log a
log a a b =+ ( b)=
1 + log  b

a
2
=

1 + log a ( b ) =
2

⇔  x =∨

2 x=
1
−2 ∨ x = ∨ x =
2




1
−1  ∧ x ∈  − ∞ , −  ∪ ] 0 , + ∞ [
2
1 1
=1 + × 4 =1 + 2 = 3 ⇔x= −2 ∨ x =−1 ∨ x = ∨ x =2
2 2
A opção correta é a (A). Cálculo auxiliar:
2 x2 + x = 0 ⇔ x (2 x + 1) = 0
Proposta 41
1
1
1
1 ⇔ x = 0 ∨ 2x + 1 = 0 ⇔ x = 0 ∨ x = −
( )
41.1. log a ⋅ b= log ( a ⋅ b )= log ( a ⋅ b=) (log a + log b=)
2
2
2 2 1
1 1 2x2 + x > 0 ⇔ x < − ∨ x>0
= ( 1,3 + 3,5 ) =× 4,8 = 2,4 2
2 2
1
42.7. x × ln ( x + 3) − 2 x =0 ⇔
3
 a⋅c   a⋅c  1  a⋅c 
41.2. log
=  3  log
= log 
= ⇔ x ( ln ( x + 3 ) − 2 ) =0 ∧ x + 3 > 0 ⇔
  
 b   b  3  b 
⇔ ( x= 0 ∨ ln ( x + 3)= 2 ) ∧ x > −3
1 1 1
= ( log a + log c − log b ) = ( 1,3 − 1,5 − 3,5 ) = × ( −3,7 ) = ⇔ ( x= 0 ∨ x + 3= e2 ) ∧ x > −3
3 3 3
1  37 
= ×  −  =−
37 ⇔ ( x = 0 ∨ x = e2 − 3 ) ∧ x > −3 ⇔ x = 0 ∨ x = e2 − 3
3  10  30
1
42.8. ( ln x ) − ln   =
2
 a2 ⋅ b  6⇔
41.3. log  =
 c 
 log ( a ⋅ b ) − log
2
(=
c) x
1
⇔ ( ln x ) + ln x − 6 = 0 ∧ x > 0 ∧
2
>0⇔
 1 1 x
= log ( a ) + log b − log  c 2  = 2log a + log b − log c =
2

  2 −1 ± 1 + 24
⇔ ln x
= ∧ x>0 ∧ x>0
1 2
= 2 × 1,3 + 3,5 − × ( −1,5) = 6,85
2 ⇔ ( ln x =2 ∨ ln x =−3 ) ∧ x > 0 ⇔
⇔ ( x = e 2 ∨ x = e −3 ) ∧ x > 0 ⇔
Proposta 42
⇔ x = e 2 ∨ x = e −3
42.1. log 2 ( 2 − x ) − 3 = 0 ⇔ log2 ( 2 − x ) = 3 ∧ 2 − x > 0
⇔2−x =2 3 ∧ − x > −2 ⇔ x =−6 ∧ x <2⇔ x =−6 42.9. ln (1 + x ) + ln ( 2 x )= ln ( x + 3 )
⇔ ln ( 2 x 2 + 2 x=
) ln ( x + 3) ∧ 1 + x > 0 ∧ 2 x > 0 ∧ x + 3 > 0
42.2. ln ( 7 − x ) = 1 ⇔ 7 − x = e ∧ 7 − x > 0
⇔ 2 x 2 + 2 x = x + 3 ∧ x > −1 ∧ x > 0 ∧ x > −3
⇔ x =7 − e ∧ x < 7 ⇔ x =7 − e
−1 ± 1 + 24
⇔ 2x2 + x − 3 = 0 ∧ x > 0 ⇔ x = ∧ x>0
42.3. log 3 ( x 3 ) = 15 ⇔ x 3 = 315 ∧ x 3 > 0 ⇔ x = 3
315 ∧ x > 0 4
⇔ x = 35 ∧ x > 0 ⇔ x = 243  3
⇔  x =∨
1 x=
−  ∧ x >0⇔ x =
1
 2 
42.4. e2 x − 8 ⋅ e x = 0 ⇔ e x ( e x − 8 ) = 0 ⇔ e
x
= 0 ∨ ex = 8
condição 42.10. log ( 3 x − 4 ) − log=
x log ( x − 2 ) ⇔ log ( 3 x − 4=
)
impossível

⇔x=
ln8 = log ( x − 2 ) + log x ∧ 3 x − 4 > 0 ∧ x > 0 ∧ x − 2 > 0
4
1 1 4 ) log ( x 2 − 2 x ) ∧ x >
⇔ log ( 3 x − = ∧ x >0 ∧ x >2
42.5. 2log 4 ( x ) =1 ⇔ log 4 ( x ) = ∧ x > 0 ⇔ x =4 2 ∧ x > 0 3
2 2 2
⇔ 3x − 4 = x − 2x ∧ x > 2 ⇔ − x + 5x − 4 = 0 ∧ x > 2
⇔ x= 4 ∧ x > 0 ⇔ x= 2 −5 ± 25 − 16
⇔x= ∧ x > 2 ⇔ ( x =1 ∨ x = 4) ∧ x > 2 ⇔ x = 4
−2

34 34
NEMA12PR Funções exponenciaisUnidade 4
e logarítmicas

Proposta 43 =y 3 x − 2 x ln x
Sabe-se que D f = R e Dg = { x ∈ R : 2 − x > 0} = { x ∈ R : x < 2} =  y =3 x − 2 x ln x  y =
e
⇔ x =0 ∨ ln x =1 ⇔  ⇔
 + =  x e=  e
x
]−∞ , 2[ .
impossível
=  D=R
Dg  f = { x ∈ Df : f ( x ) ∈ Dg } = { x ∈ R : f ( x ) < 2} = { x ∈ R : x > 1} = OA × yB e e × e e 2 e
Então, B ( e , e ) . Assim,=
A[OAB] = = .
2 2 2
= ]1, + ∞ [
A opção correta é a (B).
Proposta 46
Proposta 44 46.1.

f (x)  =
44.1. D f = R e ∀x ∈ R , = (9 = 1
) 9 x −1 .
1− x 2
−1 1− x
2
2 2 x +1 − 2 x ln ( x − 2 ) ≥ 0 ⇔ 2x (2 − ln ( x − 2 ) ) ≥ 0 ∧ x − 2 > 0
 2 x >0 ,∀x∈R
9
2 ⇔ 2 − ln ( x − 2 ) ≥ 0 ∧ x > 2 ⇔ ln ( x − 2 ) ≤ 2 ∧ x > 2
∀x ∈ R, x 2 ≥ 0 ⇔ ∀x ∈R, x 2 − 1 ≥ −1 ⇔ ∀x ∈R, 9 x −1 ≥ 9−1
1 1  ⇔ x − 2 ≤ e2 ∧ x > 2 ⇔ x ≤ 2 + e2 ∧ x > 2 ⇔ x ∈  2, 2 + e2 
⇔ ∀x ∈ R , f ( x ) ≥ ; logo, =
D ′f  , + ∞  .
9 9 
Dg = R e Dg′ = R+ porque ∀x ∈ R , 3−3 x ≥ 0 ⇔ ∀x ∈ R , g ( x ) ≥ 0 . 46.2. log3 ( x 2 − x ) − log3 ( x ) ≤ 1

1 1 1 ⇔ log 3 ( x 2 − x ) ≤ log 3 3 + log 3 ( x ) ∧ x 2 − x > 0 ∧ x > 0


3 ⇔ (3 )
2
2 x −1
44.2. f ( x ) =3 ⇔ 9 x 2 −1
= 2
=3 ⇔3 2 2 x 2 −2
=3 ⇔ 2
⇔ log 3 ( x 2 − x ) ≤ log 3 ( 3 x ) ∧ x ( x − 1 ) > 0 ∧ x > 0
1 5 5 5 ⇔ x2 − x ≤ 3x ∧ x > 1 ⇔ x2 − 4 x ≤ 0 ∧ x > 1
⇔ 2 x 2 − 2 = ⇔ 4 x 2 − 5 =0 ⇔ x 2 = ⇔ x = ∨ x =−
2 4 4 4
⇔ ( x ≥ 0 ∧ x ≤ 4 ) ∧ x > 1 ⇔ x > 1 ∧ x ≤ 4 ⇔ x ∈ ] 1, 4 ]
5 5
⇔x= ∨ x=−
2 2 Cálculo auxiliar:
x 2 − 4 x =0 ⇔ x ( x − 4 ) =0
44.3. f ( x ) =g ( x ) ⇔ 9x −1 =3−3 x ⇔ ( 32 )
2 x 2 −1 2
=3−3 x ⇔ 32 x −2
=3−3 x ⇔ x =0 ∨ x −4 = 0 ⇔ x =0 ∨ x = 4

−3 ± 9 + 16 x2 − 4 x ≤ 0 ⇔ x ≥ 0 ∧ x ≤ 4
⇔ 2x2 − 2 =
−3 x ⇔ 2 x 2 + 3 x − 2 =
0⇔ x =
4 x log x
46.3. >0
1 1 − log x
⇔ x = ∨ x =−2
2 O domínio da condição dada é:
1 −
3
D = { x ∈ R : x > 0 ∧ 1 − log x ≠ 0} =
g ( −2 ) =
36 e g   = 3 2 . Os gráficos das funções f e g
2 = {x ∈ R : x > 0 ∧ x ≠ 10}= ] 0 , + ∞ [ \ {10}
intersetam-se nos pontos de coordenadas − 2, 36 ( )e Para resolver a condição dada pode-se construir um quadro de
 1 − 32  sinais.
 ,3  . Zeros do numerador:
2 
x log x = 0 ⇔ x = 0 ∨ log x = 0 ⇔ x = 0 ∨ x = 1

Pág. 53 Zero do denominador:


1 − log x = 0 ⇔ log x =1 ⇔ x = 10
Proposta 45
x −∞ 0 1 10 +∞
45.1. A abcissa do ponto A é a solução da equação f ( x ) = 0 . x − 0 + + + + +

3 x − 2 x ln x = 0 ⇔ x ( 3 − 2ln x ) = 0 ∧ x > 0 log x − 0 + + +


1 − log x + + + 0 −
⇔ ( x = 0 ∨ 3 − 2ln x = 0 ) ∧ x > 0 ⇔
x log x
 3  3
 − 0 + n.d. −
⇔  x = 0 ∨ ln x =  ∧ x > 0 ⇔  x = 0 ∨ x = e 2  ∧ x > 0 1 − log x
 2   
Da análise do quadro resulta que:
⇔ x= e 3 ⇔ x= e e x log x
> 0 ⇔ x ∈ ] 1, 10 [
45.2. B é o ponto de interseção do gráfico de f com a reta de 1 − log x
46.4. ln2 ( x + 2 ) > ln ( x + 2 )
2
equação y = x (bissetriz dos quadrantes ímpares).
y =3x − 2 x ln x y = 3x − 2 x ln x y = 3x − 2 x ln x ⇔ ln2 ( x + 2 ) > 2ln ( x + 2 ) ∧ x + 2 > 0 ∧ ( x + 2 ) > 0
2
NEMA12PR2 © Porto Editora

 ⇔ ⇔ ⇔
y= x 3 x − 2 x ln x= x 2 x − 2 x ln x= 0 ⇔ ln2 ( x + 2 ) − 2ln ( x + 2 ) > 0 ∧ x > −2 ∧ x + 2 ≠ 0
 y =3 x − 2 x ln x  y =3 x − 2 x ln x y =3 x − 2 x ln x
⇔ ⇔ ⇔ ⇔ ⇔ ln ( x + 2 ) ( ln ( x + 2 ) − 2 ) > 0 ∧ x > −2 ∧ x ≠ −2
2 x ( 1 − ln x ) =0 2 x ( 1 − ln x ) =0 2 x =0 ∨ 1 − ln x =0
⇔ ln ( x + 2 ) ( ln ( x + 2 ) − 2 ) > 0 ∧ x > −2

35 35
NEMA12PR
Unidade 4 Unidade 4

Para resolver a condição dada pode-se construir um quadro de Proposta 49

NEMA12PR2 © Porto Editora


sinais. Zeros: ln ( x + 2 ) ( ln ( x + 2 ) − 2 ) =0 ⇔ ( 3 x − 1 )′ 3
49.1. f ′ ( x )= (ln ( 3 x − 1 ) )′= =
⇔ ln ( x + 2 ) = 0 ∨ ln ( x + 2 ) − 2 = 0 ⇔ x + 2 = 1 ∨ x + 2 = e 2
3x − 1 3x − 1
⇔ x =−1 ∨ x =e2 − 2
 1 ′ 1
− 2
x −∞ −2 −1 e2 − 2 +∞   1    x 

x 1
ln ( x + 2 ) − 0 + + +
( x )  ln  =
49.2. f ′=  =
1 1

  x  x
ln ( x + 2 ) − 2 − − − 0 + x x
ln ( x + 2 ) ( ln ( x + 2 ) − 2 ) + 0 − 0 + 49.3.
Da análise do quadro resulta que:
(x − 3 x + 4 )′
3

ln ( x + 2 ) ( ln ( x + 2 ) − 2 ) > 0 ⇔ ′( x )
f= ( log2 ( x 3 − 3 x +=
4)

) =
ln2 ( x 3 − 3 x + 4 )
⇔ x ∈ ] − 2, − 1 [ ∪  e2 − 2, + ∞ 
3x 2 − 3
=
ln2 ( x 3 − 3x + 4 )
Proposta 47
47.1. Por observação gráfica, sabe-se que ∀x ∈ R , f ( x ) ≥ −4 . 49.4.

∀x ∈ R, f ( x ) ≥ −4 ⇔ ∀x ∈ R, 2
f(x)
≥ 2−4 ⇔ f ′( x )= ( x e )′ = x 2 −3 x
1e x
2
−3 x
+ x (2 x − 3) e x
2
−3 x
=
1 1
f(x)
⇔ ∀x ∈ R , 3 − 2 ( ) ≤ 3 − ⇔ (2 x − 3x + 1)
f x 2
⇔ ∀x ∈ R , − 2 ≤− = ex −3 x 2

16 16
 x 2 ′ 2 x ( x + 3 ) − x × 1
2
47
⇔ ∀x ∈ R , g ( x ) ≤
 
16   x 2  ′  x + 3  ( x + 3)
2

47  f ′ ( x )  ln  =
49.5.=   = =
 x + 3 x 2
x2
Então, Dg′ =  −∞ ,  .   
 16  x +3 x +3

47.2. Dh = { x ∈ Df : x > 0 ∧ f ( x ) > 0} = x2 + 6x


( x + 3) = x ( x + 6)
2
x2 + 6x x +6
{ x ∈R : x > 0 ∧ ( x < −1 ∨ x > 3)} ={ x ∈R : x > 3} =] 3, + ∞ [
= = =
x 2
=
x ( x + 3 ) x ( x + 3 ) x 2 + 3x
2 2

x +3
Pág. 54
4 ′ 4
Proposta 48 49.6. f ′ ( x ) =  4 3 x −  = 3ln4 × 43 x + 2
 x x
0
3 x − ln ( x + 1 )
 ln ( x + 1 ) 
0
48.1. lim = lim  3 −  = 3 − 1 = 2
49.7.
x →0 x
x →0
 x  ex
ln ( x + 1 )  ln ( e x + 1 ) ′ x
× x − ln ( e x + 1 ) × 1
Cálculo auxiliar: Mostrar que lim =1 . =f ′ ( x ) =  e + 1 =
x →0 x  x  x2
 
Fazendo ln ( x + 1 ) =
y , tem-se = x ey − 1 .
e x × x − ln ( e x + 1) × ( e x + 1)
Se x → 0 , então y → 0 . =
ln ( x + 1 ) y 1 1 (e x
+ 1) × x 2
lim = lim y = = = 1
x →0 x y →0 e − 1 ey − 1 1 49.8.
lim
y →0 y
 x ′
0 ′  x
  x  2
ln ( 6 x + 1 ) 0  ln ( 6 x + 1 )   ln ( y + 1 )  f ′( x ) =
 x + log 2  x   =1+   =
48.2. lim = lim  = × 6  lim  = × 6   2
   x 
x →0 x x →0
 6 x 
y=
6 x y →0
 y  ln2 ×  x 
2 
=1 × 6 = 6
1 × 2x − ln2 × 2x × x
0
2 x − ln2× 2x × x
 e2 x − 1 
(2 )
2x x 2
e −1 0 x 1 − ln2 × x
48.3. lim = lim  × = ×2 = 1+ 1+
= 2x 1+
= =
x →0 ln ( x + 1 ) x →0
 2x ln ( x + 1 )   x ln2× x ln2 × x
ln2×  x 
e2 x − 1 x e2 x − 1 1 2 
= lim × lim = × 2 lim × = ×2
x →0 2x x →0 ln ( x + 1 ) 2 x →0 2x ln ( x + 1 ) 1
lim =
x →0 x ln2 × x
1
=1× ×2 =2
1

36 36
NEMA12PR Funções exponenciaisUnidade 4
e logarítmicas

Proposta 50 1
− 2
  1  ′ 1 x
1 51.2. f ′ ( x ) = x ln    =1 × ln  + x × =− ln x − 1
50.1. Sendo f ( x ) = ln x e g ( x ) = e2 x+1 , então f ′ ( x ) = e   x  x 1
x
x
g ′ ( x ) = 2e2 x+1 . 1
f ′ ( x ) = 0 ⇔ − ln x − 1 = 0 ⇔ ln x = −1 ⇔ x = e −1 ⇔ x =
e
( f  g )′ ( x=) ) f ′ ( e2 x +1 ) × 2e2 x+=1
f ′ ( g ( x ) ) × g ′ ( x=
1
1 x 0 +∞
= 2 x +1 × 2e2 x +1 =2 e D( f= D= R . Conclui-se que a e
g ) ' f g
e f′ + 0 −
representação gráfica da função ( f  g )′ é uma reta horizontal 1 1
f f  =
que interseta o eixo das ordenadas no ponto de coordenadas e e
( 0, 2 ) , ou seja, é paralela ao eixo das abcissas. 1
A função f tem um máximo absoluto igual a .
e
1 1
( x ) g ′ ( f ( x ) ) × f ′=
50.2. ( g  f )′ = ( x ) g ′ ( ln x )=
× 2e2ln x +1 =
×
51.3. A reta de equação y =
−2 x + e é tangente ao gráfico da
x x
função f no ponto ( x , f ( x ) ) . Então, sabe-se que f ′ ( x ) = −2 .
2ln x +1
2e
=
x
f ′ ( x ) = −2 ⇔ − ln x − 1 = −2 ⇔ ln x = 1 ⇔ x = e
Sabe-se que o declive da reta tangente ao gráfico da função g  f
1
no ponto de abcissa
1  1 
é dado por ( g  f )′   . Como f ( e ) =e ln   =e × ( −1 ) =− e , conclui-se que P ( e , − e ) .
2e  2e  e
2
 1   1   1   1 
2ln +1 ln  +ln e ln 2 ×e  ln 
Proposta 52
′  1  2e = 2e = 2e = 2= e  4e 
 2e   2e   4e 
( g  f )=   1 1 1 1 1 1 1 1
 2e  T (=
2) 2k
T0 ⇔ T0 × e −= 2k
T0 ⇔ e −= k ln   ⇔
⇔ −2=
2e 2e 2e 2e 4 4 4 4
1 1 1
2× ⇔ −2k =− ln4 ⇔ k = ln4 ⇔ k =ln4 2 ⇔ k =ln 4 ⇔ k =ln2
= = 4 e 1 2
1
2e
Proposta 53
Se o declive da reta tangente ao gráfico da função g  f no ponto
1 53.1. No ano n + 1 de contrato o preço C n+1 a pagar por cada
de abcissa é igual a 1 então a reta é paralela à bissetriz dos
2e peça é igual ao preço pago no ano anterior, C n , acrescido de 4%.
quadrantes ímpares.
Assim, tem-se: C n+1 =C n + 0,04C n ⇔ C n+1 =1,04C n . ( C n ) é uma
Pág. 55 progressão geométrica de razão 1,04 e primeiro termo igual a 6.
O termo geral é dado por: C n = 6 × 1,04 n−1 . Donde se conclui que
Proposta 51
o preço de cada peça no enésimo ano de contrato é dado por
x C n = 6 × 1,04 n−1 . O preço de x milhares de peças, representado
51.1. Pretende-se determinar x ∈ D f tal que f ( x ) = .
2
Pn ( x ) 1000 x × C n , ou seja,
por Pn ( x ) , é dado por =
 1 
D f =  x ∈ R : > 0  ={ x ∈ R : x > 0} = R+ Pn ( x ) 6000 x × 1,04 n−1 .
=
 x 
x 1
  x x 53.2. Fazendo n = 3 e x = 7,5 , tem-se:
f ( x )= ⇔ x ln  = ⇔ − x ln ( x ) − = 0 ⇔
2 x 2 2
 1 1 −
1 P3 ( 7,5 ) = 6000 × 7,5 × 1,043−1 =
48 672 .
⇔ x  − ln ( x ) −  =0⇔
x= 0 ∨ ln x =− ⇔x=e2⇔
 2 ∉D f 2
O cliente, no terceiro ano de contrato, pagou 48 672 €.
1 e
⇔ x= ⇔ x= 53.3. Pretende-se determinar o valor de x sabendo que
e e
P5 ( x ) = 41413 .
 −1  −1  1  −1  1 
= e 2 ln  e 2 = e × 1 = e
f  e 2 = e 2 ln  1 41413
   −
   e 2 2e P5 (=
x ) 41413 ⇔ 6000 x × 1,04
= 4
41413 ⇔=x
e 2
 6000 × 1,04 4
As coordenadas do ponto do gráfico da função f, em que a ⇔ x ≈ 5,9
NEMA12PR2 © Porto Editora

 1 1  No quinto ano de contrato, o cliente comprou 5900 peças.


ordenada é metade da abcissa, são  , .
 e 2 e

37 37
NEMA12PR
Unidade 4 Unidade 4

NEMA12PR2 © Porto Editora


Pág. 56 Pág. 57

Proposta 54 Proposta 56
4 − log2 ( x − 1 )
54.1. Inicialmente o número de azevinhos com doença era >0
1 − 31−x
120 e passados 8 anos, ou seja, para t = 8 , era 60.
0,15 × 800 =
O domínio da condição dada é:
N (0) 120 =
=
 ⇔
A × 20 120  A = 120
⇔ ⇔ D= {x ∈R : x − 1 > 0 ∧ 1 − 3 1− x
≠ 0} =
N (8) = 60
8B
120 × 2 = 60
8B
 A × 2 = 60 = { x ∈ R : x > 1 ∧ 1 − x ≠ 0} =
 A = 120
  A = 120  A = 120 = { x ∈ R : x > 1 ∧ x ≠ 1}= ] 1, + ∞ [
 8 B 1 ⇔  8 B −1 ⇔  ⇔
2 = 2 2 = 2 8B = −1 Para resolver a condição dada pode-se construir um quadro de
sinais.
 A = 120 Zero do numerador:
  A = 120
⇔ 1 ⇔ 4 − log2 ( x − 1 ) =0 ⇔
 B = − B = −0,125
8 ⇔ log 2 ( x − 1) = 4 ∧ x − 1 > 0 ⇔ x − 1 = 42 ∧ x > 1 ⇔
54.2. Pretende-se determinar t de modo que N ( t ) < 0,02 × 800 , ⇔ x = 17 ∧ x > 1 ⇔ x = 17
Zero do denominador:
ou seja, N ( t ) < 16 . Recorrendo à calculadora gráfica, a resposta
1 − 31− x = 0 ⇔ 31− x = 1 ⇔ 1 − x = 0 ⇔ x = 1
à questão colocada pode ser encontrada, seguindo, por exemplo,
os procedimentos indicados a seguir: x −∞ 1 17 +∞
4 − log2 ( x − 1) + 0 −
1 − 31− x − 0 + + +
4 − log2 ( x − 1 )
+ 0 −
1 − 31−x

Da análise do quadro resulta que:


4 − log 2 ( x − 1 )
> 0 ⇔ x ∈ ] 1, 17 [
1 − 31−x

Proposta 57
57.1. A altura do triângulo [OAB] relativa ao lado [AO] é igual à
ordenada do ponto B. A abcissa do ponto B é a solução da
Os dois gráficos têm um único ponto de interseção pois a função equação f ( x ) = g ( x ) .
N é estritamente decrescente. A abcissa desse ponto é,
aproximadamente, 23,3. Assim sendo, prevê-se que o número de (x) g(x) ⇔
f=
azevinhos com doença seja inferior a 2% em 2023. 3x  3x

⇔ ln ( x +=1 ) ln  10 −  ∧ x + 1 > 0 ∧ 10 − > 0
 2  2
Proposta 55
3x
⇔ x + 1= 10 − ∧ x > −1 ∧ 20 − 3 x > 0
6 6 2
(0)
55.1. N= = = 1
1 + 5 × e0 1 + 5 5x 20
⇔ = 9 ∧ x > −1 ∧ x < ⇔
No início da criação dos viveiros foram utilizados 1000 peixes. 2 3
18 20
55.2. Meio ano corresponde a 6 meses. ⇔= x ∧ x > −1 ∧ x < ⇔
5 3
6
N (6)
= ≈ 5,926 18
1 + 5 × e −6 ⇔x=
5
Ao fim de meio ano havia, aproximadamente, 5926 peixes.
 18 
6 6 A ordenada do ponto B é dada por f   .
55.3. lim
= N (t ) lim = = 6  5 
t →+∞ 1 + 5e
−t
t →+∞ 1 + 5× 0
 18   18   23 
Com o passar do tempo o número de peixes tende para 6 f =  ln  + 1=  ln  
 5   5   5
milhares, ou seja, para 6000.
23
 
Conclui-se que ln   é o valor exato da altura do triângulo
 5
[OAB] relativa ao lado [AO].

38 38
NEMA12PR Funções exponenciaisUnidade 4
e logarítmicas

57.2. A é o ponto de interseção do gráfico de g com o eixo das x 0 3 8


abcissas, logo a abcissa do ponto A é a solução da equação A′′ + 0 − −
g(x) = 0 .
A A ( 3) A(8)
 3x  3x
g ( x ) =0 ⇔ ln  10 −  =0 ∧ 10 − > 0
 2  2 O ponto de abcissa 3 é um ponto de inflexão do gráfico da
3x 3x 20 função A.
⇔ 10 − = 1 ∧ 20 − 3 x > 0 ⇔ = 9 ∧ x<
2 2 3
18 20 Pág. 62
⇔ x= ∧ x < ⇔ x= 6
3 3 Questões de Exame
 23  2n
6 × ln    1  1  
n
 1 
n

1. lim  1 +  = lim  1 +  = lim  1 +  = ( e1 ) = e2 .


2
OA × yB  5  3ln  23  ≈ 4,6 cm2 .
Então, = A [OAB] = =    n  n n
2 2  5       
A opção correta é a (D).
Proposta 58
2. loga ( a b3 ) = 5 ⇔ loga ( a ) + loga ( b3 ) = 5 ⇔ 1 + 3loga ( b ) = 5
58.1. Sendo o triângulo [OAB] isósceles, a abcissa do ponto B é
4
a a ⇔ log a ( b ) =
e a ordenada é f  =  4ln ( a + 1 ) − a . 3
2 2 log a ( a ) 1 3
A área do triângulo [OAB] é dada por: Então, log b ( a=) = = .
log a ( b ) 4 4
a 3
OA × f  
 2  a × ( 4ln ( a + 1 ) − a ) a2 A opção correta é a (B).
A(a) =
= = 2a ln ( a + 1 ) − ,
2 2 2
3. f ( 2 ) = 8 ⇔ ea ln2 = 8 ⇔ ( e ln2 ) = 8 ⇔ 2a = 23 ⇔ a = 3
a
a∈ ]0 , 8 ] .
A opção correta é a (C).
 a2 ′ 1
58.2. A′ (=
a )  2a ln ( a + 1 ) − =
 2 
 2ln ( a + 1 ) + 2a ×
a +1
a
−= (
4. log a a5 3 b += )
alog b loga ( a5 ) + loga
a
( b=
3
)+b
2a 1 1
= 2ln ( a + 1 ) + −a = 5 + log a b + b = 5 + × 3 + b = 6 + b
a+1 3 3
A função A′ é contínua em ]0 , 8 ] , em particular é contínua em A opção correta é a (A).

10,8
[ 5,4; 5,5] . A′ ( 5,4
= ) 2ln ( 6,4 ) + − 5,4 ≈ 9,6 × 10−5 e Pág. 63
6,4
11 5.1. f ( x ) ≥ 4 + log 3 ( x − 8 )
' ( 5,5 ) 2ln ( 6,5 ) +
A= − 5,5 ≈ −0,064 .
6,5
⇔ 2 + log 3 x ≥ 4 + log 3 ( x − 8 ) ∧ x > 0 ∧ x − 8 > 0
Como função A′ é contínua em [ 5,4; 5,5] e
⇔ log 3 x ≥ 2 + log 3 ( x − 8 ) ∧ x > 0 ∧ x > 8
A′ ( 5,5 ) < 0 < A′ ( 5,4 ) , então pelo Teorema de Bolzano conclui-
⇔ log 3 x ≥ log 3 9 + log 3 ( x − 8 ) ∧ x > 8
-se que ∃ c ∈ ]5,4 ; 5,5[ : A′ ( c ) =0 . Como a derivada passa de
⇔ log 3 x ≥ log 3 ( 9 x − 72 ) ∧ x > 8 ⇔ x ≥ 9 x − 72 ∧ x > 8
positiva a negativa, no intervalo ] 5,4; 5,5 [ , conclui-se que no
⇔ x ≤ 9 ∧ x > 8 ⇔ x ∈ ] 8, 9 ]
ponto de abcissa c a função A atinge um máximo. Então, a área
do triângulo [OAB] é máxima para um valor de a pertencente ao
5.2. f ( 361000 ) − f ( 41000 ) =2 + log 3 ( 361000 ) − ( 2 + log 3 ( 41000 ) )
intervalo ] 5,4; 5,5 [ .
= log 3 ( 361000 ) − log 3 ( 41000 ) = 1000log3 36 − 1000log3 4
 2a ′  36 
58.3. A′′ (=
a ) 2ln ( a + 1 ) + − a= = 1000 ( log 3 36 − log=
 a + 1  3 4 ) 1000log 3 =  1000log 3 9
 4 
1 2 ( a + 1) − 2a ⋅ 1 2 2 = 1000 ×=2 2000
= 2 + 1
−= + 1
−=
( a + 1) a + 1 ( a + 1 )2
2
a +1
6. f ( x ) = 0 ⇔ 1 − ln ( x 2 ) = 0 ∧ x 2 > 0 ⇔ ln ( x 2 ) = 1 ∧ x ≠ 0
2 ( a + 1 ) + 2 − ( a + 1 ) 2a + 2 + 2 − a − 2a − 1
2 2 2
3−a
=
( a + 1)
2
=
( a + 1)
2
( a + 1)
2 ⇔ x2 = (
e ∧ x ≠ 0 ⇔ x = e ∨ x =− e ∧ x ≠ 0 )
NEMA12PR2 © Porto Editora

3 − a2 ⇔ x =e ∨ x =− e
A′′ ( a ) =0 ⇔ =0 ∧ a ∈ ]0 ,8 ] O gráfico de f interseta o eixo Ox nos pontos de coordenadas
(a + 1)
2

⇔ 3 − a = 0 ∧ a ∈ ]0 , 8] ⇔ a2 = 3 ∧ a ∈ ]0 , 8 ] ⇔ a = 3
2 (− e,0 e ) ( )
e,0 .

39 39
NEMA12PR
Unidade 4 Unidade 4

7. A = Dg ={ x ∈ R : 1 − x 2 > 0} −1 − 2ln x

NEMA12PR2 © Porto Editora


g′ ( x ) = 0 ⇔ = 0 ⇔ −1 − 2ln x = 0 ∧ x ∈ R+ ⇔
x3
1 − x 2 > 0 ⇔ ( 1 − x )( 1 + x ) > 0 ⇔ 1 1
1 − −

⇔ ( 1 − x > 0 ∧ 1 + x > 0 ) ∨ (1 − x < 0 ∧ 1 + x < 0 ) ⇔ ⇔ ln x =− ∧ x ∈ R+ ⇔ x =e 2 ∧ x ∈ R+ ⇔ x =e 2


2
⇔ ( x < 1 ∧ x > −1 ) ∨ ( x > 1 ∧ x < −1 ) 1
x 0 e

2 +∞
⇔ ( x < 1 ∧ x > −1 ) ∨ x ∈∅ ⇔ −1 < x < 1
−1 − 2ln x + 0 −
Então, A = ] − 1,1 [ . A opção correta é a (B). x 3 + + +

2 2 g′ + 0 −
8.1.
= 7,1 log10 ( E ) − 2,9 =
⇔ 10 log10 ( E ) =
⇔ 15 log10 ( E )
3 3  −1 
g ge 2 
⇔E =
1015  
1015  − 
1
1015 = M0 × 1,6 × 10 −5 ⇔ = M0 ⇔ 0,625 × 1020 = M0
1,6 × 10 −5 g é estritamente crescente no intervalo  0 , e 2  .
 
⇔ 6,25 × 1019 =
M0
 −1 
g é estritamente decrescente no intervalo e 2 , + ∞  .
2 2 2  2  
8.2. M1 − M2 = ⇔ log10 ( E1 ) − 2,9 −  log10 ( E2 ) − 2,9  =
3 3 3  3 −
1

2 2 2 g tem um máximo relativo para x = e 2


.
⇔ log10 ( E1 ) − log10 ( E2 ) = ⇔ log10 ( E1 ) − log10 ( E2 ) =
1⇔
3 3 3
E  E1 11. D=
f D=
f′ R
⇔ log10  1  =1 ⇔ =10 ⇔ E1 =10E2
 E2  E
′
( e )′ × ( x + x + 1) + ( x + x + 1)′ × e=
f ′′ ( x=) e x ( x 2 + x + 1) =
2
x 2 2 x

Pág. 64 = e × ( x + x + 1) + ( 2 x + 1) × e = e ( x + x + 1 + 2 x + 1) =
x 2 x x 2

9. D f = R+0 = e ( x + 3x + 2 )
x 2

f ′′ ( x ) = 0 ⇔ e ( x + 3x + 2 ) = 0 ⇔ e
x 2 x
= 0 ∨ x + 3x + 2 = 0 ⇔ 2
f ′( x=
) ( x e )=′ ( x )′ × e + ( e )′ × x =
2 1− x 2 1− x 1− x 2
impossível

= 2x × e − e × x = e (2x − x )
1− x 1− x 2 1− x 2
−3 ± 1
⇔x= ⇔x=−1 ∨ x =−2
2
f ′ ( x ) =0 ⇔ e ( 2 x − x ) =0 ⇔ e
1− x
=
2
0 ∨ 2 x − x

1− x 2
=0 ⇔
impossível x −∞ −2 −1 +∞
⇔ x (2 − x ) = 0 ⇔ x = 0 ∨ x = 2 ex + + + + +
x2 + 3x + 2 + 0 − 0 +
x 0 2 +∞
e 1− x
+ + + + f ′′ + 0 − 0 +

2x − x 2 0 + 0 − f f ( −2 ) f ( −1 )
f′ 0 + 0 −
4 Nos intervalos ]−∞ , − 2] e [ −1, + ∞ [ a concavidade é voltada
f 0
e para cima. No intervalo [ −2, − 1 ] a concavidade é voltada para
f é estritamente crescente no intervalo [ 0 , 2 ] . baixo. Abcissas dos pontos de inflexão: −2 e − 1 .
f é estritamente decrescente no intervalo [2, + ∞ [ . 12. f ′′ ( x ) = 0 ⇔ e− x x 2 ( x − 1) = 0 ⇔ e
−x
= 0 ∨ x2 = 0 ∨ x − 1 = 0
Mínimo relativo: 0. impossível

4 ⇔ x =0 ∨ x =1
Máximo relativo: .
e

10. Dg = R+ x −∞ 0 1 +∞
e −x
+ + + + +
 1 + ln x ′ (1 + ln x )′ × x 2 − ( x 2 )′ × (1 + ln x ) x2 + 0 + + +
g ′ ( x ) =
=  =
(x )
2 2 2
 x  x −1 − − − 0 +

1 2 f ′′ − 0 − 0 +
× x − 2 x × ( 1 + ln x ) x − 2 x 1 + ln x 1 − 2 1 + ln x
x ( ) ( )
= = = f f (0) f ( 1)
x4 x4 x3
−1 − 2ln x O gráfico de f tem um único ponto de inflexão, o ponto de abcissa
=
x3 1. A opção correta é a (D).

40 40
NEMA12PR Funções exponenciaisUnidade 4
e logarítmicas

f é estritamente decrescente no intervalo ] − ∞ , 1 [ e no intervalo

Pág. 65
] 1, 2 ] . f é estritamente crescente no intervalo [2, + ∞ [ .
Mínimo relativo: e 2
13.1. D f = R+
14.2.
Assíntotas verticais:
lim+ f ( x ) = lim+ ( 3 x − 2ln x ) = 0 − 2ln ( 0 + ) = −2 × ( −∞ ) = +∞  ex 
x →0 x →0 ln  f ( x )  = x ⇔ ln   = x ∧ x ∈Df ∧ f ( x ) > 0
x = 0 é assíntota vertical ao gráfico de f. Como f é contínua em  x −1 
todo o seu domínio, não existem outras assíntotas verticais. ⇔ ln ( e x ) − ln ( x − 1 ) = x ∧ x ≠ 1 ∧ x − 1 > 0
Assíntota não vertical: =y mx + b
⇔ x − ln ( x − 1 ) = x ∧ x ≠ 1 ∧ x > 1 ⇔ ln ( x − 1 ) = 0 ∧ x > 1
f (x) 3 x − 2ln x  ln x 
m = lim = lim = lim  3 − 2  = 3 − 2× 0 = 3
x →+∞ x x →+∞ x x →+∞
 x  ⇔ x −1 = 1 ∧ x > 1 ⇔ x = 2
b = lim ( f ( x ) − 3 x ) = lim ( 3 x − 2ln x − 3 x ) = lim ( −2ln x ) =
x →+∞ x →+∞ x →+∞ 14.3. D f = R \ {1}
= −2 × ( +∞ ) = −∞
Assíntotas verticais:
Como b∉ R , conclui-se que não existe assíntota não vertical ao ex e
gráfico de f. lim− f ( x ) = lim− = − = −∞
x →1 x →1 x − 1 0
1 2 ex e
13.2. f ′ ( x ) = ( 3 x − 2ln x )′ = 3 − 2 × = 3 − lim+ f ( x ) = lim+ = + = +∞
x x x →1 x →1 x − 1 0
2 2 2 x = 1 é assíntota vertical ao gráfico de f. Como f é contínua em
f ′ ( x ) = 0 ⇔ 3 − = 0 ∧ x ∈ R+ ⇔ x = ∧ x ∈ R+ ⇔ x = todo o seu domínio, não existem outras assíntotas verticais.
x 3 3
2 Assíntotas horizontais:
x 0 +∞ ex 0
3 lim f (=
x ) lim = = 0
x →−∞ x →−∞ x − 1 −∞
f′ − 0 +
y = 0 é assíntota horizontal ao gráfico de f em −∞ .
2
f f 
3 ex ex
lim
= f ( x ) lim = lim =
x →+∞ x →+∞ x − 1 x→+∞  1
2 x 1 − 
f   é o único mínimo de f.  x
3 x
e
lim
13.3. f ( x ) = 3 x ⇔ 3 x − 2ln x = 3 x ∧ x > 0 ⇔ −2ln x = 0 ∧ x > 0 ⇔ x →+∞ x +∞
= = = +∞
 1  1−0
⇔ ln x = 0 ∧ x > 0 ⇔ x = 1 ∧ x > 0 ⇔ x = 1 lim  1 − 
x →+∞
 x
A abcissa do único ponto do gráfico de f cuja ordenada é o triplo Não existe assíntota horizontal ao gráfico de f em +∞ .
da abcissa é 1.
14.1. 15.1. D f = R \ {0}
x ′
 e x ′ ( e ) × ( x − 1 ) − ( x − 1 ) × ( e )
′ x
Assíntotas verticais:
f ′ ( x ) =
=  = ex − 1
 x −1  ( x − 1)
2 0
x
e −1 0
x
=lim f ( x ) lim = lim =
e x × ( x − 1) − 1 × ( e x ) e x ( x − 2 ) x →0 − x →0 − e
4x
− 1 x→0− e 4 x − 1
= ×4
( x − 1)
2
( x − 1)
2 4x
ex − 1
ex ( x − 2) lim−
1 1
f ′( x ) = 0 ⇔ = 0 ⇔ ex ( x − 2) = 0 ∧ x ≠ 1 ⇔ =
x →0 x = =
( x − 1)
2
 e − 1  1× 4 4
4x
lim  ×4
 x  4 x →0 −
 4x 
⇔  e = 0 ∨ x −2 = 0 ∧ x ≠ 1 ⇔ x = 2 ∧ x ≠ 1 ⇔ x = 2
 impossível  1
ln  
f ( x ) lim+=
ln x
0×∞
y
x −∞ 1 2 +∞ lim
= ( x ln x ) xlim
= lim=
→0+ 1 y = 1 y →+∞
x →0+ x →0 y
ex + + + + + x
x
0 +
ln( y −1 )
x −2 − − −
−ln y ln y
( x − 1)
2
+ 0 + + + =lim =lim =− lim =−0 =0
NEMA12PR2 © Porto Editora

y→+∞ y y →+∞ y y →+∞ y


f′ − n.d. − 0 +
x = 0 não é assíntota vertical ao gráfico de f. Como f é contínua
f n.d. e2
em R− e em R+ , o gráfico de f não admite assíntotas verticais.

41 41
NEMA12PR
Unidade 4 Unidade 4

15.2. Como Dg = R+ , tem-se: 4. yA = 4 − log2 1 = 4 − 0 = 4

NEMA12PR2 © Porto Editora


g ( x=
) f ( x ) − x + ln x ⇔ g ( x=) x ln x − x + ln x
2 2
OA × xP 4 × xP
A [ AOP ] = 10 ⇔ = 10 ⇔ = 10 ⇔ xP = 5
1 1 2 2
g ′ ( x ) = ( x ln x − x + ln2 x )′ = 1 × ln x + x × − 1 + 2ln x × =
x x  16  8
yP =4 − log2 ( 5 + 1 ) =log2 16 − log 2 6 =log2   =log2  
2ln x 2ln x  2  6  3
= ln x + 1 − 1 + = ln x + = ln x  1 + 
x x  x A opção correta é a (B).
 2
g ′ ( x ) = 0 ⇔ ln x  1 +  = 0 ∧ 0 < x ≤ e ⇔
 x
5. f ′ ( x =) (x )

ln x = ( x )′ × ln x + ( ) ′
ln x × x=

 2  1
⇔  ln x = 0 ∨ 1 + = 0  ∧ 0 < x ≤ e ⇔ (ln x )′ × x = ln x +
 x  1
=× ln x + x × x = ln x + 1 =
⇔ (x =1 ∨ x =−2 ) ∧ 0 < x ≤ e ⇔ x =1 2 ln x 2 ln x 2 ln x
2ln x + 1
x 0 1 e =
2 ln x
g′ − 0 + +
f ( e + h) − f (e ) 2ln e + 1 2 × 1 + 1 3
g g ( 1) g ( e) lim = f= ′( e ) = =
h→0 h 2 ln e 2 1 2
A opção correta é a (C).
g ( 1 ) = −1 e g ( e ) = 1 .
g é estritamente decrescente no intervalo ] 0, 1 ] .
Pág. 67
g é estritamente crescente no intervalo [1, e ] .
Mínimo relativo: −1 Avaliar – 2.ª Parte
Máximo relativo: e  8   x   8 
0 1.1. f ( x ) = ln   ⇔ ln   = ln  ⇔
e −1ax 0 e −1 ax  2 − x   x + 1   2− x 
16.
= lim f ( x ) lim
= lim
=
x →0 2 2x→0 ax + a x x →0 ax ( x + a ) ⇔
x
=
8

x
> 0 ∧ x +1 ≠ 0 ∧
8
>0 ∧ 2−x ≠ 0
x +1 2− x x +1 2−x
eax − 1 1 1 1
=lim × lim =1 × = ⇔ − x 2 + 2 x= 8 x + 8 ∧ ( x < −1 ∨ x > 0 ) ∧ x < 2
ax→0 ax x →0 x + a a a
A opção correta é a (A). ⇔ x 2 + 6 x + 8= 0 ∧ ( x < −1 ∨ x > 0 ) ∧ x <2
−6 ± 4
⇔x
= ∧ ( x < −1 ∨ x > 0 ) ∧ x < 2
Pág. 66 2
⇔ (x =−4 ∨ x =−2 ) ∧ ( x < −1 ∨ x > 0 ) ∧ x < 2
Avaliar – 1.ª Parte ⇔ x =−4 ∨ x =−2
1.
n  x 
  k 1.2. D f =  x ∈ R : > 0 ∧ x + 1 ≠ 0
 n 1 +  
n  x +1 
 n+k    n =
lim un =
e ⇔ lim   e
= ⇔ lim e⇔ x
 n+3   3 > 0 ⇔ ( x > 0 ∧ x + 1 > 0) ∨ ( x < 0 ∧ x + 1 < 0) ⇔
n 1
  n+ x +1
  
n
⇔ ( x > 0 ∧ x > −1) ∨ ( x < 0 ∧ x < −1) ⇔ x > 0 ∨ x < −1
 k
lim  1 +  k 1 Então, D f = ]−∞ , − 1 [ ∪ ]0, + ∞ [ .
⇔  n  = e ⇔ e = e2 ⇔ k − 3 = 1 ⇔ k = 7
 3
n
e 3
2 2 Assíntotas verticais:
lim  1 + 
 n   x   −1 
lim f ( x ) = lim−  ln    = ln  −  = ln ( +∞ ) = +∞
A opção correta é a (A). x →−1− x →−1
  x + 1   0 
x = −1 é assíntota vertical ao gráfico de f.
2.   x   0+ 
lim+ f ( x ) = lim+  ln    = ln   = ln ( 0 + ) = −∞
( x2 + 1 )′ = 2x
x →0 x →0
  x +1   1 
( ′
3 − ln ( x 2 + 1 ) =
g′( x ) = 0− 2
x +1
) − 2
x +1
x = 0 é assíntota vertical ao gráfico de f. Como f é contínua em
todo o seu domínio, não existem outras assíntotas verticais.
g′ ( 0 ) × f ′ ( g ( 0 ) ) =
( f  g )′ ( 0 ) = 0 × f ′ ( 3) =
0. Assíntotas horizontais:
A opção correta é a (C).   x    1 
lim f ( x ) = lim  ln   = lim  ln  1 − ln ( 1 ) =
 = 0
x →−∞ x →−∞
  x + 1   x →−∞
  x +1 
log a ( k ) 2
3. loga ( k )= = = 1   x    1 
log a ( a ) lim f ( x ) = ln ( 1 ) =
2
2
2 lim  ln   = lim  ln  1 −  = 0
x →+∞ x →+∞
  x + 1  x →+∞
  x +1 
A opção correta é a (D). y = 0 é assíntota horizontal ao gráfico de f em −∞ e em +∞ .

42 42
NEMA12PR Funções exponenciaisUnidade 4
e logarítmicas

1.3. Seja P um ponto do gráfico de f.


3.2. f ′ ( x ) = ( e2 x − e x )′ = 2e2 x − e x
  x 
Então P ( x , f ( x ) ) , ou seja, P  x ,ln    , x ∈ Df . f ′ ( x ) =0 ⇔ 2e2 x − e x =0 ⇔ e x ( 2e x − 1 ) =0 ⇔
  x +1 
1 1
Distância do ponto P ao ponto O ( 0 ,0 ) : ⇔ e x = 0 ∨ 2e x − 1 = 0 ⇔ e x = ⇔ x = ln   ⇔ x = ln ( 2−1 ) ⇔
 2 2
impossível
2 2
  x     x  ⇔x=− ln2
( x − 0)
2
PO = +  ln  −0 = x 2 +  ln  
  x +1     x +1 
x −∞ − ln2 +∞
Pretende-se determinar graficamente a abcissa do ponto P do f′ − 0 +
gráfico de f cuja distância ao ponto O ( 0 , 0 ) é mínima.
f f ( − ln2 )

A ordenada do ponto A é o mínimo absoluto da função f, donde


se conclui que a abcissa de A é − ln2 .

f ′′ ( x ) = ( 2e2 x − e x )′ = 4 e2 x − e x

f ′′ ( x ) =0 ⇔ 4 e2 x − e x =0 ⇔ e x ( 4 e x − 1 ) =0 ⇔
1 1
⇔ e x = 0 ∨ 4e x − 1 = 0 ⇔ e x = ⇔ x = ln   ⇔ x = ln ( 4 −1 ) ⇔
 4 4
impossível

⇔ x =− ln4

x −∞ − ln 4 +∞
f ′′ − 0 +
Conclusão: xP ≈ 0,71 .
f f ( − ln2 )
2. D f = { x ∈ R : e x + 1 > 0} = R
Como o ponto B é ponto de inflexão do gráfico de f, conclui-se
f é contínua em R porque resulta de operações entre funções
que a abcissa de B é − ln4 .
contínuas. Então, f é contínua em [ 0, 1 ] . f ( 0 ) < 3 < f ( 1 ) , pois
xA =
− ln2 e xB =
− ln4 , logo
f (=
0 ) ln2 ≈ 0,7 e f ( 1 ) =2 + ln ( e + 1 ) ≈ 3,3 .
xB = − ln ( 22 ) =
− ln 4 = −2ln 2 =
2 xA .
Como f é contínua em [ 0, 1 ] e f ( 0 ) < 3 < f ( 1 ) , pelo teorema de
Bolzano-Cauchy, conclui-se que ∃ c ∈ ] 0, 1 [ : f ( c ) =3. 4.1. T ( 0 ) = 80 ⇔ C + 65 e − k×0 = 80 ⇔ C + 65 e 0 = 80 ⇔
Daqui resulta que a equação f ( x ) = 3 tem pelo menos uma ⇔ C + 65 × 1 = 80 ⇔ C = 80 − 65 ⇔ C = 15
solução em ] 0, 1 [ , ou seja, é possível em ] 0, 1 [ . Assim sendo, a constante C é igual à temperatura ambiente
(15 °C).
( ) ′
( ′
f ′ ( x ) = 2 x + ln ( e x + 1 ) =( 2 x )′ + ln ( e x + 1 ) = ) 35
4.2. T ( 2 ) = 50 ⇔ 15 + 65 e − k×2 = 50 ⇔ 65 e −2 k = 35 ⇔ e −2 k = ⇔
65
( e + 1)′ =
2+ x
=
x
ex
2+ x
e +1 e +1  7
ln  
 7  13  ⇔ k ≈ 0,31
e x
−2k ln   ⇔
⇔= =k
Como ∀x ∈ R, e x > 0 , então ∀x ∈ R, 2 + >0.  13  −2
ex + 1
f é estritamente crescente no seu domínio porque 4.3. Considerando
= C 15 e k ≈ 0,31 , tem-se:
∀x ∈ D f , f ′ ( x ) > 0 . pPortanto, a equação f ( x ) = 3 tem uma
T ( t=) 15 + 65 e −0,31 t
única solução pertencente ao intervalo ] 0, 1 [ .
T ( t )= 0,25T ( 0 ) ⇔ 15 + 65 e−0,31t = 0,25 × 80 ⇔ 15 + 65 e −0,31 t = 20
3.1. f ( x ) < 2 ⇔ e2 x − e x < 2 ⇔ ( e )
x 2
− ex − 2 < 0 1 
ln  
5 1   13  ⇔ t ≈ 8,2740
Vamos começar por resolver a equação ( e )
−0,31t
x 2
− ex − 2 =0. ⇔e = ⇔ −0,31t = ln   ⇔ t =
65  13  −0,31
Fazendo e x = y , tem-se: 0,2740 × 60
= 16,44 ≈ 16
1± 9 Para que a temperatura sofra uma redução de 75%, devem
NEMA12PR2 © Porto Editora

y2 − y − 2 = 0 ⇔ y = ⇔ y= 2∨ y = −1 . decorrer, aproximadamente, 8 minutos e 16 segundos.


2
Como y = e x , tem-se:
e x > −1 ∧ e x < 2 ⇔ x ∈R ∧ x < ln2 ⇔ x < ln2
Portanto, x ∈ ]−∞ , ln 2 [ .

43 43
NEMA12PR Unidade 5
Unidade 5  Funções trigonométricas
2
3 7
Pág. 71 sin2 θ + cos2 θ =
1 ⇔ sin2 θ +   =
1 ⇔ sin2 θ =
4 16
Tarefa 1 7
Como θ ∈ 4.° Q , conclui-se que sin θ = − .
4
3 3 3
1.1. sin ( −α )= ⇔ − sinα = ⇔ sinα = −  3π  7
7 7 7 Então, cos  − θ  =
− sin θ = .
 2  4
 3π 
Como α ∈  0 , e sinα < 0 , conclui-se que α ∈ 3.° Q .
 2 
2
 3 40 Pág. 72
sin2 α + cos2 α =
1 ⇔  −  + cos2 α =
1 ⇔ cos2 α =
 7 49
1.1. Como α ∈ ] π , 2π [ e cos α > 0 , conclui-se que α ∈ 4.° Q .
2 10
Como α ∈ 3.° Q , conclui-se que cos α = − . 2
7 1 8
sin2 α + cos2 α =
1 ⇔ sin2 α +   =
1 ⇔ sin2 α =
3 9
2
2 5 2 2
1.2. sin2 β + cos2 β =
1 ⇔ sin2 β +   =
1 ⇔ sin2 β = Como α ∈ 4.° Q , conclui-se que sin α = − .
3   9 3
5  π π π 2 2 2 1 2
Como β ∈ [ π , 2 π [ , conclui-se que sin β = − . sin  α +  =sin α cos + cos α sin =− × + × =
3  4 4 4 3 2 3 2
5 −4 + 2 2 −4
Então, sin ( − β ) =
− sin β = . = =
3 6 6

5 1.2.

sin β 3 5
1.3. tan ( − β ) =
− tan β =
− =
− = π  π π
cos β 2 2 sin  =+ α  sin cos α + cos = sin α
3 6  6 6

2.1. 1 1 3  2 2  1−2 6
= × + × − =
2 3 2  3  6
( x ) 2sin ( π − x ) + cos ( π +=
f= x ) 2sin x + ( − cos=
x)
= 2sin x − cos x 1.3.
A opção correta é a (C).  π π π 2 2 1 1 3
sin  α −  =sin α cos − cos α sin =− × − × =
2.2. tan ( π + α )= 2 ⇔ tanα = 2  3 3 3 3 2 3 2

 π π −2 2 − 3 2 2+ 3
Como α ∈  − ,  e tanα > 0 , conclui-se que α ∈1.° Q . = =−
 2 2 6 6
1 1 1 1 2.1.
1 + tan=
2
α ⇔ 1 +=
22 ⇔
= 5 ⇔ cos=
2
α .
cos2 α cos2 α cos2 α 5
α  α  2
Como α ∈1.° Q , conclui-se que cos α =
5
. f (α ) =
2 ⇔ 3sin   =2 ⇔ sin   =
5 2 2 3
sin α 5  π α
tan α = ⇔ sin α =
tan α × cos α ⇔ sin α =
2× ⇔ Como α ∈  0,  , conclui-se que ∈ 1.° Q .
cos α 5  2 2
2
2 5 α  α  2 α  α  5
⇔ sin α = sin2   + cos2   =1 ⇔   + cos2   =1 ⇔ cos2   =
5 2 2 3 2 2 9
2 5 5 3 5 α α  5
Então, f (α ) =
2sinα − cos α =
2× − = . Como ∈ 1.° Q , conclui-se que cos   = .
5 5 5 2 2 3
 π α π  α  π α  π 
 5 yB = f  α +  = 3sin  +  = 3  sin   cos + cos   sin 
3. O ponto A  2θ ,  pertence ao gráfico de f, então sabe-se  2 2 4   2 4 2 4 
 2 
2 2 5 2  2 2 + 10
5 = 3 × + × =
que f ( 2θ ) = . 3 2 3 2  2
2 
NEMA12PR2 © Porto Editora

5 5 3
f ( 2θ ) =⇔ 1 + 2cos θ = ⇔ cos θ =
2 2 4
Como θ ∈ ] π , 2π [ e cos θ > 0 , conclui-se que θ ∈ 4.° Q .

45 45
NEMA12PR
Unidade 5
Unidade 5

2.2. 4.2.

NEMA12PR2 © Porto Editora


 2π  α π  π   π  
yC = f  α −  = 3sin  −  = cos ( x − y=) sin  − ( x − y )=
 sin  − x  + y=

 3   2 3  2   2  
 α  π α  π  2 1 5 3 π  π 
= 3  sin   cos − cos   sin = 3  × − × = =sin  − x  cos y + cos  − x  sin y =cos x cos y + sin x sin y
 2 3 2 3  3 2 3 2  2  2 

= 1−
15 5. cos c = cos ( π − ( a + b ) ) = − cos ( a + b ) =
2
− ( cos a cos b − sin a sin b ) =−
= sin a sin b cos a cos b
Tarefa 2

ˆ=
1. OPA
π ˆ = π −  π −α  − π = α .
− α , logo BPP
2 2  2
Pág. 74
PP ′ 6.1.
2. sin (α + β ) = ⇔ PP ′ = sin(α + β )
1 sin ( a + b ) sin a cos b + cos a sin b
a) tan (=
a + b) = =
cos ( a + b ) cos a cos b − sin a sin b
PP ′′
3. sin β = ⇔ PP ′′ = sin β sin a cos b cos a sin b sin a sin b
1 + +
cos a cos=b cos a cos b cos a cos b tan a + tan b
= =
P ′′B cos a cos b sin a sin b sin a sin b 1 − tan a tan b
4. cos α = ⇔ P ′′B = cos α sin β − 1− ×
sin β cos a cos b cos a cos b cos a cos b
sin ( a − b ) sin a cos b − cos a sin b
OP ′′ b) tan (=a − b) = =
5. cos β = ⇔ OP ′′ = cos β cos ( a − b ) cos a cos b + sin a sin b
1
sin a cos b cos a sin b sin a sin b
− −
AP ′′ cos a cos b cos a cos b cos a cos b tan a − tan b
6. sinα = ⇔ AP ′′ = sinα cos β = = =
cos β cos a cos b sin a sin b sin a sin b 1 + tan a tan b
+ 1+ ×
cos a cos b cos a cos b cos a cos b
7. AP ′′ +=
P ′′B sinα cos β + cos α sin β
6.2.
8. Como PP
=′ AP ′′ + P ′′B , conclui-se que
π
sin (α=
+ β ) sinα cos β + cos α sin β . tan x + tan
tan x + 3 3 =−1 ⇔
=−1 ⇔
1 − 3 tan x π
1 − tan tan x
Pág. 73 3
 π 1
3.1. ⇔ tan  x +  =−1 ∧ tan x ≠ ⇔
 3 3
π  π π π π  π  π π
g  = cos  3 × + = cos  + = ⇔ tan  x + = tan  −  ∧ x ≠ + kπ , k ∈Z ⇔
9  9 4 3 4  3   4  6
π π π π 1 2 3 2 2− 6 π π π 7π
=cos cos − sin sin = × − × = ⇔ x + =− + kπ ∧ x ≠ + kπ , k ∈ Z ⇔ x =− + kπ , k ∈Z
3 4 3 4 2 2 2 2 4 3 4 6 12

3.2. 7.1.
π π π π
 π   π  π  π π π π cos x cos =sin x sin ⇔ cos x cos − sin x sin =0⇔
g  −  = cos  3 ×  −  +  = cos  − +  = cos  −  3 3 3 3
 18    18  4   6 4  4 6
 π π π π
π π π π 2 3 2 1 6+ 2 ⇔ cos  x +  = 0 ⇔ x + = + kπ , k ∈Z ⇔ x = + kπ , k ∈ Z
= cos cos + sin sin = × + × =  3 3 2 6
4 6 4 6 2 2 2 2 4
7.2.
4.1. x x 1  x 1
sin x cos + cos x sin = ⇔ sin  x +  = ⇔
2 2 2  2 2
π   π  
cos ( x + y=) sin  − ( x + y )=
 sin   − x  − y=
  3x   π  3x π 3x π
2   2   ⇔ sin   = sin   ⇔ = + 2kπ ∨ = π − + 2kπ , k ∈Z ⇔
 2  6 2 6 2 6
π  π 
=sin  − x  cos y − cos  − x  sin y =cos x cos y − sin x sin y
 2  2  π 4 kπ 5π 4 k π
⇔x= + ∨ x= + , k ∈Z
9 3 9 3

46 46
NEMA12PR Unidade 5
Funções trigonométricas

8. 11.1.
2π π
( x ) cos  − x  + sin x +=
f= ( x ) a sin2 x + b sin x + c ⇔
f=
 3   6
⇔ cos ( 2 x ) − sin
= x a sin2 x + b sin x + c ⇔
2π 2π π π
= cos cos x + sin sin x + sin x cos + cos x sin =
3 3 6 6 ⇔ cos2 x − sin2 x − sin
= x a sin2 x + b sin x + c ⇔
1 3 3 1 ⇔ 1 − sin x − sin x − sin
2 2
= x a sin2 x + b sin x + c ⇔
=− cos x + sin x + sin x × + cos x × = 3 sin x ⇔ −2sin x − sin=
2
x + 1 a sin2 x + b sin x + c
2 2 2 2
Donde se conclui que a = −2, b = −1 e c = 1.
3 3 3 3
f ( x ) =⇔ 3 sin x =⇔ sin x = ⇔ sin x = ⇔
2 2 2 3 2 11.2.
π π π
⇔ sin x = sin ⇔ x = + 2kπ ∨ x = π − + 2k π , k ∈ Z ⇔ f ( x ) = 1 ⇔ −2sin2 x − sin x + 1 = 1 ⇔ −2sin2 x − sin x = 0 ⇔
3 3 3
π 2π
⇔ x = + 2kπ ∨ x = + 2kπ , k ∈Z 1
3 3 ⇔ sin x ( −2sin x − 1 ) =0 ⇔ sin x =0 ∨ sin x =− ⇔
π 2π 2
Se k = 0 , então x = ∨ x= . π 7π
3 3 ⇔x= kπ ∨ x = − + 2k π ∨ x = + 2k π , k ∈ Z
2π π π 6 6
Donde se conclui que b − a = − = .
3 3 3  7π 11π 
Como x ∈ [ 0, 2 π ] , conclui-se que x ∈ 0, π , , , 2π  .
 6 6 

Pág. 75 Tarefa 3

π π π π 2 1.
9.1. 2sin   cos  = sin  2 × = sin  =
8 8  8 4 2 P ( cos θ , sinθ ) ; A ( 2 , 0 ) ; B ( 2 , sinθ )

9.2. cos2 
π 2 π   π π 3 ( 2 −cosθ ) × sinθ
2sinθ − cosθ sinθ
 − sin  = cos  2 × = cos  = Então, a (θ )
= = =
 12   12   12  6 2 2 2
1 1 1
sinθ − ( 2cosθ sinθ ) =
sinθ − cosθ sinθ =
= sinθ − sin ( 2θ ) .
 π π   π   π   π 2 4 4
9.3. 4sin   cos  = 2 2sin   cos   = 2sin  2 × =
12
     12 12
    12  12 
2.1.
π 1
=2sin   =2 × =1 ( cosθ ) + ( sinθ )= cos2 θ + sin2 θ= 1
2 2
a) AA + A=
6 2 B

( cosθ ) − ( sinθ )= cos2 θ − sin2 =


θ cos ( 2θ )
2 2
b) AA − A=
B
tan a + tan a 2tan a
10.1. tan ( 2a=) tan ( a + a=) =
1 − tan a tan a 1 − tan2 a 1 1 2π
2.2. AA − AB =− ⇔ cos ( 2θ ) =− ⇔ cos ( 2θ ) =cos ⇔
2 2 3
10.2. 4 cos ( 2 x ) sin x cos x =2cos ( 2 x ) × 2sin x cos x =
2π 2π
1 ⇔ 2θ = + 2kπ ∨ 2θ = − + 2k π , k ∈ Z ⇔
=2cos ( 2 x ) sin ( 2 x ) =sin ( 2 × 2 x ) =sin ( 4 x ) =2 × =1 3 3
2 π π
⇔ θ = + kπ ∨ θ =− + kπ , k ∈Z
2 3 3
 x  x 
10.3.  sin   − cos    =  π π
 2  2  Como θ ∈  0,  , conclui-se que θ = .
 2 3
x x x x  x
=sin2   − 2sin   cos   + cos2   =− 1 sin x
1 sin  2 ×  =− 1 3
2
  2
    2 2
   2 Assim sendo, P  ,  .
2 2 
sin a
2
2tan a cos a 2sin a
10.4. = = cos a sin ( 2a )
= 2sin a= Pág. 76
1 + tan2 a 1 1
cos2 a cos a sin2 x
12.1. lim =0
x →+∞ x
10.5.
Sabe-se que, ∀x ∈ R , 0 ≤ sin2 x ≤ 1 .
sin2 a cos2 a − sin2 a
NEMA12PR2 © Porto Editora

1− 2 0 sin2 x 1
1 − tan a
2
cos a = cos2 a Quando x tende para +∞ , tem-se:≤ ≤ .
= = cos2 a − sin2 a = x x x
1 + tan2 a 1 1
0 1 sin2 x
cos2 a cos2 a = lim
Como lim = 0 , necessariamente lim =0.
x →+∞ x x →+∞ x x →+∞ x
= cos ( 2a )

47 47
NEMA12PR
Unidade 5
Unidade 5

x + sin x  sin x  13.6.

NEMA12PR2 © Porto Editora


12.2. lim = lim  1 +  =1 + 0 =1
x →−∞ x x →−∞
 x  0
sin ( π + x ) − sin ( 3 x ) 0 − sin ( x ) − sin ( 3 x )
2 x − tan x  tan x  lim= lim =
sin ( π − 2 x ) sin ( 2 x )
12.3. lim  = 2 − ( +∞ ) = −∞
x →0 x →0
= lim−  2 −
x→
π− x x→ 
π x 
2 2
 sin x sin ( 3 x ) 
=−
lim  − =
x →0  2sin x cos x sin ( 2 x ) 
x π π 
12.4. lim = =
x →π 1 − cos x 1 − ( −1 ) 2  sin ( 3 x ) 
lim  ×3
 1  3 x →0
 3x  =− 1 − 1 × 3 =−2
12.5. =lim  − −
x →0
 2cos x   sin ( 2 x )  2 1×2
0
lim  ×2
2 x
(1 − cos x )(1 + cos x )
2 x →0
1 − cos x 0  
lim =
lim
x →0 − sin x x →0 − sin x ( 1 + cos x ) 13.7.
1 − cos x 2
sin x 2
sin x 0
= lim− = lim = lim = = 0  sin x    sin x 
sin x (1 + cos x ) x→0− sin x (1 + cos x ) x→0− 1 + cos x 2   = ln ( 0 ) = −∞
+
x→0 lim ln   = ln  xlim 
→+∞ 
 x  x
x →+∞
   
Pág. 77 13.8.
13.1.
1
sin  
0  1
    x  lim sin y
sin ( 5 x )  sin ( 5 x ) 5  lim x sin
=    xlim = = 1
5 5 x →+∞ 
0
lim =lim  ×  =1 × =   x  →+∞ 1 y →0 +
y
x →0 2x 5 x →0
 5 x 2  2 2 x
1 1
13.2. Mudança de variável: Fazendo = y , vem x = . Se x → +∞ ,
x y
0 então y → 0+ .
sin x cos ( 2 x ) 0 sin x cos ( 2 x ) 1 1
lim =lim × lim =1 × = 1
x sin 
  1 
lim  x sin  
x →0 2x x →0 x x →0 2 2 2 Logo, lim e = e x→+∞
x  x 
= e=
1
e.
x →+∞

13.3.
14.1.
x  x 
sin   − sin ( 4 x ) 0  sin   0
 2 0
 2  sin ( 4 x )  f (x) 1 − cos ( 2 x ) 0 ( 1 − cos ( 2 x ) ) ( 1 + cos ( 2 x ) )
lim = lim  − = =
lim 2 =
lim lim =
x →0 x x →0  x x  x →0 x x →0 x2 x→0 x 2 ( 1 + cos ( 2 x ) )
 
 
1 − cos2 ( 2 x )  sin ( 2 x ) sin ( 2 x ) 4 
 x  = lim = lim  × × = 
 sin  2  1   sin ( 4 x )  1 7
( ( ))
x→0 x 2 1 + cos 2 x x →0 
 2x 2x 1 + cos ( 2 x ) 
=lim    ×  − lim  × 4  =1 × − 1 × 4 =− 2
x
→0  x 2  4 x →0
 4 x  2 2  sin ( 2 x )   4  2
2
 2  =  lim  × lim   = 1 × 2 = 2
  2x   1 + cos ( 2 x ) 
2 x →0 x →0

13.4. 0
g(x) x sin x 0 sin x
14.2. lim= lim= = 1
lim
π   sin ( 3 x )  x →0 x 2 x →0 x 2 x → 0 x
cos  + 3 x  0 lim  −3 × 
2  0 lim − sin ( 3 x ) 3 x →0
 = 3x 
lim = = 14.3.
x →0 sin x x →0 sin x sin x
lim
x →0 x 0
f (x) 1 − cos ( 2 x ) 0 (1 − cos ( 2 x ) ) ( 1 + cos ( 2 x ) )
−3 × 1 =
lim = lim
lim
=
1
= −3 x →0 g ( x ) x→0 x sin x x →0 x sin x (1 + cos ( 2 x ) )

13.5. 1 − cos2 ( 2 x ) sin2 ( 2 x )


= lim
= lim =
( ( ) ) x→0 x sin x (1 + cos ( 2x ) )
x →0 x sin x 1 + cos 2 x

 sin ( −2 x ) 
0 lim  −2 ×  sin ( 2 x ) sin ( 2 x ) 2
sin ( −2 x ) 0 −2 x →0
 −2 x  −2 × 1 =lim × lim × lim =
lim = = = −2 x →0 sin x 2 x →0 2x x→0 1 + cos ( 2 x )
x →0 sin x sin x 1
lim 2
x →0 x
= lim ( 2cos x ) × 1 × = 2 × 1 = 2
x →0 2

48 48
NEMA12PR Unidade 5
Funções trigonométricas

16.2.
Pág. 78
Assíntota horizontal
π sin x
15.1. é ponto aderente e pertence ao domínio da função f. lim =0
6 x →+∞ e x − 1

π Sabe-se que, ∀x ∈R, − 1 ≤ sin x ≤ 1 .


Então f é contínua em se existir lim f ( x ) , ou seja, se
6 x→
π
−1 sin x 1
6 Quando x tende para +∞ , tem-se: ≤ ≤ .
ex − 1 ex − 1 ex − 1
π
lim f ( x ) = f   . −1 1
x→
π
6 Como lim = lim = 0 , necessariamente
6 x →+∞ e x − 1 x →+∞ e x − 1

  π   π sin x
0 cos  3  y +   cos  3y +  lim =0 .
cos ( 3 x ) 0 =  6   2 x →+∞ e x − 1
lim f ( x ) lim
= = lim lim =
x→
π
x→
π 6x − π y →0 6y y →0 6y Então, y = 0 é assíntota horizontal ao gráfico de f em +∞ .
6 6
Assíntota oblíqua: = y mx + b .
− sin ( 3y )  sin ( 3y ) −1   1 1
=lim =lim  ×  =1 ×  −  =−  1 
y→0 6y 3 y →0
 3 y 2   2  2 ∞ x2  1 + 2 
f (x) x2 + 1 ∞  x 
π π =m lim
= lim= lim =
Mudança de variável: Fazendo x − = y , vem x= y + . Se x →−∞ x x →−∞ x x →−∞ x
6 6 1 1
π π x 1+ −x 1 + 2
x → , então y → 0 . f  =k = lim x 2= lim x = lim  − 1 + 1 
=

x →−∞ 

6 6 x →−∞ x x →−∞ x  x2 
π 1
Portanto, f é contínua em se k = − . =− 1+ 0 =−1
6 2
( )
∞−∞
=b lim ( f ( x=
) + x ) lim x 2 + 1=
+x
15.2. 1 é ponto aderente e pertence ao domínio da função f. x →−∞ x →−∞

Então f é contínua em 1 se existir lim f ( x ) , ou seja, se


x→1
=
x2 + 1 + x
lim
( x2 + 1 − x
= lim
)(
=
x2 + 1 − x2 )
lim f ( x ) = f ( 1 ) . x →−∞
x2 + 1 − x x →−∞
x2 + 1 − x
x→1
1 1
0 = lim = = 0
sin ( x − 1) 0 sin y sin y x →−∞
x +1 − x
2 +∞
=lim f ( x ) lim+= lim = lim =
x →1 x + x − 2 y →0+
( y + 1) + y + 1 − 2 y→0+ y + 3y
2 2 2
x →1+ Então, y = − x é assíntota oblíqua ao gráfico de f em −∞ .
 sin y 1  1 1
= lim+  ×  =1 × =
y →0
 y y +3 3 3
Pág. 79
Mudança de variável: Fazendo x − 1 =y , vem x= y + 1 . Se
x → 1+ , então y → 0+ . x ′ 1
17.1. f ′ ( x ) =
 + sin ( 2 x )  =
+ 2cos ( 2 x )
 2 2 3  3
lim f ( x ) = lim−  e k −  =e k −
x →1− x →1  3 3
2 ′
f (1= ) ek − 2  3x   2 3  3x 
17.2. f ′ ( x ) =
 + sin   = − 2 + cos  
3 x  2  x 2  2 
2 1
Portanto, f é contínua em 1 se e k − = .
3 3 17.3.
k 2 1 k
e − = ⇔ e =1 ⇔ k = 0
3 3  sin ( 2 x ) ′
f ′ ( x ) =
= 
16.1. 0 é ponto aderente e pertence ao domínio da função f.  3 − sin x 
Então f é contínua em 0 se existir lim f ( x ) , ou seja, se ( sin (2 x ) )′ × ( 3 − sin x ) − ( 3 − sin x )′ × sin (2 x ) =
x→0
=
lim f ( x ) = f ( 0 ) . ( 3 − sin x )
2
x →0

sin x 2cos ( 2 x ) × ( 3 − sin x ) − ( − cos x ) × sin ( 2 x )


0
lim = =
sin x 0 x→0 x 1 ( 3 − sin x )
2
lim f ( x )= lim x =

= = 1
x →0 −
x →0 e − 1 −
ex − 1 1
lim 6cos ( 2 x ) − 2cos ( 2 x ) sin x + cos x sin ( 2 x )
x →0 −
x =
NEMA12PR2 © Porto Editora

( 3 − sin x )
2

lim f ( x ) = lim x 2 + 1 =
+ +
lim ( x 2 + 1 ) = 1 = 1
+
x →0 x →0 x →0

f (0)= 0 +1= 1
Donde se conclui que f é contínua em 0.

NEMA12PR2-4
49 49
NEMA12PR
Unidade 5
Unidade 5

17.4.

NEMA12PR2 © Porto Editora


Pág. 80
 ′ π ′
 π  π 
f ′ ( x =)  2 x sin   = ( 2 x )′ × sin  +  sin   × 2 x=
  x   x    x   x
+sin x ′  x ′
x
+sin x 1
x
 2 +sin x
19. f ′ ( x ) =
 e2  + sin x  e
 = 2
 + cos x  e
=
  2  2 
 π   π ′  π   π  2π  π 
=2 × sin   +   sin   × 2 x =2sin   − cos   x
x x
      x x x x 1  +sin x 1
f ′ ( x ) =0 ⇔  + cos x  e 2 =0 ⇔ cos x =−
2  2
 ′ 2π 4π
π  Como x ∈ [ 0 , 2 π ] , conclui-se que x =
( x )  x 2 sin  − x=
17.5. f ′=  3
∨ x=
3
.
 3 
′ 2π 4π
( x )′ × sin  π3 − x  +  sin  π3 − x   × x =
x 0 2π
= 2 2
3 3
  f′ + + 0 − 0 + +
π  π  2  2π   4π 
= 2 x sin  − x  − cos  − x  x f f ( 0) f  f  f ( 2π )
3  3   3   3 
2π 4π
que x A
Donde se conclui= = e xB .
x + sin x )′
( 3 x + sin x )′ = 3(
17.6. f ′ ( x ) = =
1 + cos x 3 3
3 ( x + sin x ) 3 3 ( x + sin x )
3−1 2
20.1.

18.1.  sin x ′ cos x ( 2 + sin x ) − sin x × cos x


g ′ ( x ) =
=  =
 2 + sin x  ( 2 + sin x )
2
 π π 3 0
f (x)− f   x + sin ( x ) − −
π  3 3 2 0
2cos x + cos x sin x − sin x cos x 2cos x
mt f=
= '   lim = lim = = =
 3  x→ π3 π π
( 2 + sin x ) ( 2 + sin x )
π 2 2
x− x→
3 x−
3 3
 π 3  π 3 20.2. Sendo a reta tangente paralela ao eixo das abcissas então o
 x− sin ( x ) −  sin  y +  −
seu declive é nulo.
3 2
lim 
= 3+ 2 = 1 + lim  =
x→ 
π π π  y → 0 y 2cos x
3 x−
 x−  h′ ( x ) =
0 ⇔ g′ ( x ) = 0⇔ = 0⇔
 3 3  ( 2 + sin x )
2

π π 3 π
⇔ 2cos x = 0 ∧ ( 2 + sin x ) ≠ 0 ⇔ cos x = 0 ⇔ x = + kπ, k ∈Z
2
sin y cos + cos y sin −
=
1 + lim 3 3 2 =   2
condição
y→0 y universal

1 3 3 Em cada intervalo do tipo [2k π , 2 π + 2k π ] , k ∈Z , há 2 zeros da


sin y + cos y −
1 sin y 3 cos y − 1
= 1 + lim 2 2 2 = 1 + lim + lim = função derivada. Assim, no intervalo [ 460 π , 551π ] .
y→0 y 2 y→0 y 2 y→0 y
( 551π − 460 π= 91π= 45,5 × 2π , o que corresponde a 45 voltas e
1 3 ( cos y − 1)( cos y + 1 ) 3 3 cos2 y − 1 meia) há 91 zeros da função derivada, ou seja, há 91 pontos do
= 1 + ×1 + lim = + lim =
2 2 y→0 y ( cos y + 1 ) 2 2 y→0 y ( cos y + 1 ) gráfico de h em que a reta tangente ao gráfico em cada um
desses pontos é paralela ao eixo Ox.
3 3 − sin2 y 3 3  sin y − sin y 
= + lim = + lim  ×  =
2 2 y→0 y ( cos y + 1 ) 2 2 y →0  y cos y + 1 
3 3 sin y − sin y 3 3 0 3 3 Pág. 81
=
+ lim × lim = + ×1× = + 0 =
2 2 y →0 y y →0 cos y + 1 2 2 2 2 2
π π  cos x ′ sin x
Mudança de variável: Fazendo x − = y , vem x= y + . 21.1. f ′ ( x ) =
1+  =

3 3 2 2 
π
Se x → , então y → 0 . ′
3   1    1 ′   1  1  1 
21.2. f ′ ( x ) =
 cos    =
   − sin    =
− 2  − sin    =
 x x x x
     x     
( x + sin x )′ =
18.2. f ′ ( x ) = 1 + cos x
1 1
Se a reta tangente ao gráfico de f no ponto B é paralela ao eixo = sin  
x2  x 
Ox então tem declive nulo.
mt = 0 ⇔ 1 + cos x = 0 ⇔ cos x = −1 ⇔ x = π + 2kπ, k ∈Z
21.3. f ′ ( x =) (x 2
cos ( 3 x ) )′= ( x )′ × cos ( 3x ) + ( cos ( 3 x ) )′ × x =
2 2

A menor solução positiva da equação anterior é π .


Então, B ( π , f ( π ) ) , ou seja, B ( π , π ) . = 2 x cos ( 3 x ) − 3 x 2 sin ( 3 x )

50 50
NEMA12PR Unidade 5
Funções trigonométricas

cos0 1 1
21.4. f ′ ( x ) = (
cos ( x ) =
( x )′ − sin ( x ) =
− )′
sin ( x ) ( ) 1
2 x
(0)
f= = = ;
2 + sin0 2 + 0 2
7π 3
21.5. f ′ ( x =) ( xe )=′ ( x )′ × e
cos x cos x ′
+ x × ( e cos x )=  7π 
f =
cos
6 =

2 3
=− ;
= 1e cos x + x ( − sin x ) e cos=
x
e cos x ( 1 − x sin x )  6  2 + sin 7π 2 +  − 1  3
6  
 2
21.6. 11π 3
cos
′  11π  6 2 3
 1
 1
′ f
=  = = ;

 sin x  2  1  sin x  2  sin x   6  2 + sin 11π 2 +  − 1  3

f ( x=) 
′ = × =  
  
 2 + cos x   2  2 + cos x   6  2
 2 + cos x 
 
cos ( 2π ) 1 1
1 f ( 2=
π) = = .
1  sin x  cos x ( 2 + cos x ) − ( − sin x ) sin x

2 2 + sin ( 2π ) 2 + 0 2
=   × =
2  2 + cos x  ( 2 + cos x )
2
 7π   11π 
O mínimo absoluto é f   e o máximo absoluto é f  .

1
 6   6 
1  sin x  2 2cos x + cos x + sin x 2 2
=   × = 7π 11π
2  2 + cos x  ( 2 + cos x )
2
que a =
Donde se conclui= e b .
6 6
1

1  sin x  2 2cos x + 1 22.3. Atendendo aos resultados obtidos anteriormente, tem-se
  ×
2  2 + cos x  ( 2 + cos x )
2
 3 3
que D′f =  − , .
21.7.  3 3 

′ 3 x − π ) )′
( cos (=
f ′( x )
= (ln( cos ( 3=
x − π)))
cos ( 3 x − π )
Pág. 82

23.1.
−3sin ( 3 x − π )
= = −3tan ( 3 x − π ) sin ( 2 x )
cos ( 3 x − π ) f (x) =
1⇔ + cos2 x =
1⇔
2
22.1. 2sin x cos x
⇔ + cos2 x − 1 = 0 ⇔ sin x cos x − sin2 x = 0 ⇔
2
 cos x ′ ( cos x )′ ( 2 + sin x ) − ( 2 + sin x )′ cos x ⇔ sin x ( cos x − sin x ) =
0 ⇔ sin x = 0 ∨ sin x = cos x ⇔
f ′ ( x ) =
=  =
 2 + sin x  ( 2 + sin x )
2
π
⇔ x = kπ ∨ x = + kπ , k ∈Z
− sin x ( 2 + sin x ) − cos x cos x −2sin x − sin2 x − cos2 x 4
= =
( 2 + sin x ) ( 2 + sin x )
2 2
23.2.
2sin x + 1
=−
( 2 + sin x )
2
 sin ( 2 x ) ′ 2cos ( 2 x )
f ′ ( x ) =  + cos2 x  = + 2cos x ( cos x )′ =
 2  2
22.2.
= cos ( 2 x ) + 2cos x ( − sin x =
) cos ( 2 x ) − 2cos x sin x=
2sin x + 1 = cos ( 2 x ) − sin ( 2 x )
f ′( x ) = 0 ⇔ − = 0 ∧ x ∈[ 0,2π] ⇔
( 2 + sin x )
2

23.3.
1
⇔ 2sin x + 1 =0 ∧ x ∈ [ 0, 2π ] ⇔ sin x =− ∧ x ∈[ 0, 2π ] ⇔
2 π  π  π π π
7π 11π f ′ =
 cos  2 ×  − sin  2 × =
 cos   − sin  =

⇔ x= ∨ x= 8  8  8 4 4
6 6
2 2
x 0
7π 11π

= − =0
6 6 2 2
f′ − − 0 + 0 − − ( cos ( 2 x ) − sin ( 2 x ) )′ =
f ′′ ( x ) = −2sin ( 2 x ) − 2cos ( 2 x )
 7π   11 π 
f f ( 0) f  f  f ( 2π ) π  π  π π π
 6   6  f ′′   =
−2sin  2 ×  − 2cos  2 ×  =
−2sin   − 2cos   =
NEMA12PR2 © Porto Editora

8  8  8 4 4


2 2
=−2 × − 2× =− 2 − 2 =−2 2
2 2

51 51
NEMA12PR
Unidade 5
Unidade 5

π π π   π  π  π

NEMA12PR2 © Porto Editora


Como f ′   = 0 e f ′′   < 0 , conclui-se que f   é máximo b) Sendo k ∈Z , então f ′  + k  =− cos  + kπ  =0 .
8
  8
  8  4 2   2 
relativo da função f. O declive das retas tangentes ao gráfico de f nos pontos de
π kπ
abcissa x= + , k ∈Z , é nulo, logo essas retas são paralelas
( x − cos ( 2 x ) )′ =
24.1. f ′ ( x ) = 1 + 2sin ( 2 x ) 4 2
1 ao eixo das abcissas.
f ′ ( x ) = 0 ⇔ 1 + 2sin ( 2 x ) = 0 ⇔ sin ( 2 x ) = − ⇔
2
π
( − cos ( 2 x ) )′ =
1.2. f ′′ ( x ) = 2sin ( 2 x )
 
⇔ sin ( 2 x ) = sin  −  ⇔
 6 f ′′ ( x ) = 0 ⇔ 2sin ( 2 x ) = 0 ∧ x ∈ ] 0, 2 π [ ⇔
π 7π ⇔ sin ( 2 x ) = 0 ∧ x ∈ ] 0, 2 π [ ⇔ 2 x = k π , k ∈ Z ∧ x ∈ ] 0, 2 π [ ⇔
⇔ 2 x = − + 2k π ∨ 2 x = + 2k π , k ∈ Z ⇔
6 6 kπ π 3π
⇔ x = , k ∈Z ∧ x ∈ ] 0, 2π [ ⇔ x = ∨ x =π ∨ x =
π 7π 2 2 2
⇔ x =− + kπ ∨ x = + kπ , k ∈Z
12 12 π 3π
x 0 π 2π
 5π π 7π 11π  2 2
Como x ∈ [ − π , π ] , tem-se x ∈  − , − , , .
 12 12 12 12  f ′′ + 0 − 0 + 0 −
f  π f (π)  3π 
5π π 7π 11π f  f 
x −π − − π 2  2 
12 12 12 12
f′ + + 0 − 0 + 0 − 0 + +
 5π   π  7π   11π   π   3π 
f f ( −π ) f −  f −  f  f f (π) Nos intervalos  0 ,  e  π , a concavidade é voltada para
 12   12   12   12 

 2  2 
cima.
 5π   π   3π 
f é estritamente crescente nos intervalos  − π , − , Nos intervalos  , π  e  , 2π  a concavidade é voltada para
 12  2   2 
 π 7π   11π  baixo.
 − 12 , 12  e  12 , π  . π 3π
    Os pontos de inflexão são os pontos de abcissas , π e .
2 2
 5π π 
f é estritamente decrescente nos intervalos  − , −  e
 12 12 
2.1. f ′ ( x =) ( sin ( 2 x ) − 2cos x )=′ 2cos ( 2 x ) + 2sin x=
 7π 11π 
 12 , 12  . 2 ( cos2 x − sin2 x ) + 2sin x =
= 2 ( 1 − sin2 x ) − 2sin2 x + 2sin x =
 
A função tem máximos relativos nos pontos de abcissas −4 sin2 x + 2sin x + 2
=
5π 7 π
− , e π.
12 12 2.2. f ′ ( x ) = 0 ⇔ −4 sin2 x + 2sin x + 2 = 0 ∧ x ∈ [ 0,2 π ] ⇔
A função tem mínimos relativos nos pontos de abcissas
 1 
π 11π ⇔  sin x =− ∨ sin x =1  ∧ x ∈[ 0, 2π] ⇔
−π , − e .  2 
12 12
π 7π 11π
⇔x= ∨ x= ∨ x=
2 6 6
(1 + 2sin ( 2 x ) )′ =
24.2. f ′′ ( x ) = 2 × 2cos ( 2 x ) =
4 cos ( 2 x )
 π   π  7  11π 
1 π Assim sendo, A  , 0  , B  , 0 e C  , 0 .
f ′′ ( x ) =2 ⇔ 4cos ( 2 x ) = 2 ⇔ cos ( 2 x ) = ⇔ cos ( 2 x ) =
cos ⇔ 2   6   6 
2 3
π π 2.3.
⇔ 2 x = + 2k π ∨ 2 x = − + 2k π , k ∈ Z ⇔
3 3 x 0
π 7π 11π

2 6 6
π π
⇔ x = + kπ ∨ x =− + kπ , k ∈Z f′ + + 0 + 0 − 0 + +
6 6
f f (0)  π  7π   11π  f ( 2π )
f  f  f 
2  6   6 
Tarefa 4
1.1. 7π 11π
A função f atinge extremos nos pontos de abcissas e .
6 6
 π ′ π  π 
a) f ′ ( x=)  cos2  x +  = 2cos  x +   − sin  x + =

  4  4  4
   (2cos ( 2 x ) + 2sin x )′ =
2.4. f ′′ ( x ) = 2 ( −2sin ( 2 x ) ) + 2cos x =
  π   π
− sin  2  x +   =
= − cos ( 2 x )
− sin  2 x +  = −4 sin ( 2 x ) + 2cos x
=
  4   2

52 52
NEMA12PR Unidade 5
Funções trigonométricas

2.5. A função f ′′ é contínua em [ 0 , 2π ] , em particular é 25.6.


 4 π 11π  x 1
contínua em  , . '
2× ×
 3 6     x 2  
f ′( x ) = x + tan      = 1+ 2 2 =
 4π   2π   4π  3  1    2    2

f ''    2  x
 =−4 sin   + 2cos   =−4 × + 2×  −  = cos    
 2  
 3   3   3  2  2  
 11π   11π   11π 
−2 3 − 1 ; f ′′ 
= =−4sin   + 2cos  = x
 6   3   6  = 1+
  x 2 
 3  3 2cos2    
−4  −  2  
=  + 2  3 3.
 =  
 2   2 
 4 π 11π  26.1.
Como função f ′′ é contínua em  ,  e
 3 6  0
 1  x 0 x
 4π   11π 
f ′′   < 0 < f ′′  lim ( x h ( x ) ) =lim  x ×  =lim =lim =
 , então pelo Teorema de Bolzano-Cauchy x →0 x →0
 tan x  x →0 tan x x →0 sin x
 3  6 
cos x
 4 π 11π 
conclui-se que ∃ c ∈  ,  : f ′′ ( c ) =0 . cos x x→0 limcos x 1
 3 6  = lim = = = 1
x →0 sin x sin x 1
Como a segunda derivada da função f passa de negativa a lim
x x →0 x
 4 π 11π 
positiva, no intervalo  , , conclui-se que o gráfico de f
 3 6  1 1
admite um ponto de inflexão pertencente ao intervalo  1 ′ 0 − cos2 x − cos2 x 1
26.2. h′ ( x ) =   = 2
= 2
=− 2
 4 π 11π   tan x  tan x sin x sin x
 3 , 6 . cos2 x
 
26.3. A função h′ não tem zeros e é sempre negativa.
Pág. 83
π
x 0 π
3 2
( x + tan ( 3 x ) )′ =
25.1. f ′ ( x ) = 1+
cos2 ( 3 x ) h′ − −
+∞ 0−
h
25.2. 0+ −∞

1 Por observação da tabela conclui-se que a função h é decrescente


f ′ ( x ) = ( x tan2 x )′ = 1 × tan2 x + x × 2tan x × =
cos2 x  π π 
em  0,  e em  , π  .
2 x tan x  2 2 
= tan2 x +
cos2 x
 1 ′
25.3. 26.4. h′′ ( x ) =
− 2  =
sin x

( − sin−2 x )′ =

1 2cos x
  1  ′
− 2
1 =− ( −2 ) sin−3 x × cos x = 3
f ( x ) =  tan    =
′ x =− . sin x
x
    cos2  1  1
x 2 cos2   π
 
x x h′′ ( x ) ≠ 0, ∀ x ∈ ]0 , π[ \  
2
25.4. x 0
π
π
2

( x )′ = h′′ + −
f ′( x ) =(
sin x + tan ( x ) )′ =
cos x +
cos ( x )
2 h

1  π
No intervalo  0,  , a concavidade é voltada para cima.
2 x = 1  2
cos x +
= cos x +
cos 2
x( ) 2 x cos2 ( x) π 
No intervalo  , π  , a concavidade é voltada para baixo.
2 
NEMA12PR2 © Porto Editora

2 ′  1  Não existem pontos de inflexão.


25.5. f ′ ( x )= (1 − tan x )  = 2 ( 1 − tan x ) ×  − 2 =
 cos x 
−2 + 2tan x
=
cos2 x

53 53
NEMA12PR
Unidade 5
Unidade 5

NEMA12PR2 © Porto Editora


( kx + 4 tan x )′ =
27.1. f ′ ( x ) = k+
Pág. 85
2
cos x

 4 ′ 0 − 4 × 2cos x ( − sin x ) 8sin x 29.1. Como 2π é o período positivo mínimo da função seno,
f ′′ ( x ) =
k + 2  =0+ =
 cos x  cos4 x cos3 x tem-se:
π  8sin x
 π  π π
f ′′ ( x ) ==
0 ∧ x ∈− , ⇔ 0 ∧ x ∈− ,
== ⇔   2π    2π 
2  cos x
 2
3
 2 2  ( x ) sin(=
f= 3x ) sin ( 3 x +=
2π ) sin  3  x + =  f  x + 
  3   3 
 π π
⇔ sin x = 0 ∧ x ∈  − ,  ⇔ x = 0 2π
 2 2 Daqui se conclui que ∀x ∈ Df , f ( x= ) f  x +  , ou seja, o
 3 
π π
x − 0 2π
2 2 período positivo mínimo da função f é .
3
f ′′ − 0 +

f f (0) = 0 29.2. Como o período positivo mínimo da função f é ,
3
Então, qualquer função da família tem um ponto de inflexão em conclui que
atendendo à representação gráfica conclui-se
x =0. π 2π π 2π 5π 11π
a= − e c= + , ou seja, a =− e c= .
4 3 4 3 12 12
27.2. Sendo k = −8 , então:
30.1. Como 2π é o período positivo mínimo da função seno,
4
f ′ ( x ) =( −8 x + 4 tan x )′ =−8 + tem-se:
cos2 x
4 1   2π    2π 
f ' ( x ) = 0 ⇔ −8 + = 0 ⇔ cos2 x = ⇔ ( x ) sin(=
f= 5x ) sin ( 5x +=
2π ) sin  5  x + =  f  x + 
cos2 x 2   5    5 
2 2 π 2π
⇔ cos x =
2
∨ cos x =−
2
⇔ x = + kπ, k ∈Z
4
∈ Daqui se conclui que ∀x ∈ Df , f ( x=) f  x +  , ou seja, o
 5 
 π π π π 2π
Como x ∈  − ,  , conclui-se que x =− ∨ x =. período positivo mínimo da função f é .
 2 2 4 4 5
π π π π
x − − 30.2. Como 2π é o período positivo mínimo da função seno,
2 4 4 2
x x 1
f′ + 0 − +
) sin − = sin − − 2π= sin  − ( x + 8π )=
tem-se: f ( x=
f
 π
f − 
π
f 
 4  4   4 
 4 4
 − ( x + 8π ) 
= sin  = f ( x + 8π ) . Daqui se conclui que
 π  π  4 
f  −  = 2π − 4 e f  −  = −2π + 4 .
 4  4 ∀x ∈ D f , f ( x=
) f ( x + 8 π ) , ou seja, o período positivo mínimo
Máximo relativo: 2π − 4 .
da função f é 8π .
Mínimo relativo: −2 π + 4 .
30.3. Como 2π é o período positivo mínimo da função seno,

Pág. 84
) sin ( π x + 2π=) sin ( π ( x + 2 )=) f ( x + 2 ) .
tem-se: f ( x=) sin ( π x=
Daqui se conclui que ∀x ∈ D f , f ( x=
) f ( x + 2 ) , ou seja, o
28.1. Como 3 < 2 , conclui-se
se que o gráfico I corresponde à
período positivo mínimo da função f é 2.
função g e o gráfico II corresponde à função f.

[ −2 , 2] e Dg′ =
28.2. D ′f = − 3 , 3  .
  Pág. 86

28.3. Sendo a o máximo da função representada pelo gráfico I, 31.1. Como 2π é o período positivo mínimo da função seno,
sabe-se que a = 3 .  π  π 
f ( x ) 3sin 4 x=
tem-se: = −  3sin  4 x − =+ 2π 
 3  3 
3 π
f ( x ) = 3 ⇔ 2sin x = 3 ⇔ sin x = ⇔ sin x =sin ⇔
2 3  π   π π  π
= 3sin  ( 4 x + 2 π ) −  = 3sin  4  x +  −  = f  x +  .
π 2π  3   2 3  2
⇔ x = + 2kπ ∨ x = + 2kπ , k ∈Z
3 3 π
π 2π ) f  x +  , ou seja, o
Daqui se conclui que ∀x ∈ D f , f ( x=
Se k = 0 , então x = ∨ x = .  2
3 3
π
π   2π  período positivo mínimo da função f é .
Portanto, A  , 3  e B  , 3. 2
 3   3 

54 54
NEMA12PR Unidade 5
Funções trigonométricas

31.2. Como 2π é o período positivo mínimo da função seno,


tem-se: Pág. 87

π π 34.1.
( x ) sin 2 x += sin 2 x + + =
f=

2π 
a) Como 2π é o período positivo mínimo da função seno, tem-
 5   5 
-se:
 π  π
= sin  ( 2 x + 2π ) + =  sin 2 ( x + π ) + = f ( x + π) .  π  π 
 5   5 f (x) =
1 + sin  3x +  = 1 + sin  3x + + 2π  =
 6  6 
Daqui se conclui que ∀x ∈ D f , f (=
x ) f ( x + π ) , ou seja, o
 π    2 π  π  2π 
período positivo mínimo da função f é π . =+1 sin  ( 3 x + 2π ) +  =+1 sin  3  x +  +  =f  x +  .
 6    3  6   3 
32.1. O gráfico da função g obtém-se a partir do gráfico da 2π
) f  x +  , ou seja, o
Daqui se conclui que ∀x ∈ Df , f ( x=
π   3 
função f através de uma translação associada ao vetor u  , 0  .
2  2π
período positivo mínimo da função f é .
O gráfico da função h obtém-se a partir do gráfico da função g 3
através de uma dilatação vertical de coeficiente 3.  π
b) ∀x ∈ R, − 1 ≤ sin 3x +  ≤ 1 ⇔
Então, f → III ; g → II ; h → I .  6
 π
32.2. Como c corresponde ao máximo da função h e ⇔ ∀x ∈ R, − 1 + 1 ≤ 1 + sin  3x +  ≤ 1 + 1 ⇔
 6
D′h = [ −3, 3] , conclui-se que c = 3 .
⇔ ∀x ∈ R , 0 ≤ f ( x ) ≤ 2

f ( x ) = 0 ⇔ sin ( 2 x ) = 0 ⇔ 2 x = kπ, k ∈Z ⇔ x = , k ∈Z Então, D′f = [ 0 , 2] .
2
π π  π π 1 3
Se k = 1 , então x = . Então, a = . c) f ( 0 ) = 1 + sin  3 × 0 +  = 1 + sin   = 1 + =
2 2  6   6 2 2
 π π  3
g ( x ) = 0 ⇔ sin  2 x −  = 0 ⇔ 2 x − = kπ, k ∈Z ⇔ Logo, B  0 ,  .
 2 2  2
π π kπ 3  π 3  π 1
⇔ 2 x = + kπ , k ∈Z ⇔ x = + , k ∈Z f ( x ) = ⇔ 1 + sin  3x +  = ⇔ sin  3x +  = ⇔
2 4 2 2  6  2  6 2
π 3π  π π
Se k = 0 , então x = . Se k = 1 , então x = . ⇔ sin  3 x + = sin ⇔
4 4  6 6
3π π π π π
Donde se conclui que b = . ⇔ 3 x + = + 2k π ∨ 3 x + = π − + 2k π , k ∈ Z ⇔
4 6 6 6 6
33.1. Dg = R e D′g = [ −2 , 2 ] . 2kπ 2π 2kπ
⇔ x= ∨ x= + , k ∈Z
3 9 3
33.2. Como 2π é o período positivo mínimo da função seno, 2π
Se k = 0 , então x = 0 ∨ x = .
tem-se: 9
2π 8π
 π  π  Se k = 1 , então x = ∨ x= .
g ( x ) 2sin  3x=
= −  2sin  3 x − +=
2π  3 9
 4  4  2π 4π
Se k = −1 , então x = − ∨ x= − .
 π   2π  π   2π  3 9
= 2sin ( 3x + 2π ) − = 2sin  3  x +  − =
 g x +  .
 4    3  4  3   2π 3   2π 3 
Donde se conclui que A  − ,  e C  , .
2π  3 2  3 2
) g  x +  , ou seja, o
Daqui se conclui que ∀x ∈ Dg , g ( x=
 3   π   π 

34.2. f ( x ) =+
1 sin 3x +  =+
1 sin  3  x +  
período positivo mínimo da função g é . 6
    18 
3
O gráfico da função f obtém-se a partir do gráfico da função g
 π   π   π 
33.3. g (=
x ) 2sin  3x − = através de uma translação associada ao vetor u  − , 0  ,
 2sin  3  x −    18 
4   12 
1
O gráfico da função g obtém-se a partir do gráfico da função f seguida de uma contração horizontal de coeficiente e de uma
3
 π  
através de uma translação associada ao vetor u  , 0  , seguida translação associada ao vetor v ( 0 , 1 ) .
NEMA12PR2 © Porto Editora

 12 
de uma dilatação vertical de coeficiente 2.

55 55
NEMA12PR
Unidade 5
Unidade 5

 π b)

NEMA12PR2 © Porto Editora


 x π x−4   2π 
35. h=( x ) 2sin − =  − 3 2sin   −3 ∀x ∈ R, − 1 ≤ cos  4 x −  ≤ 1 ⇔
2 8  2   3 
 
 2π 
O gráfico da função h obtém-se a partir do gráfico da função g ⇔ ∀x ∈ R, − 1 + 3 ≤ 3 + cos  4 x −  ≤ 1 + 3 ⇔
 3 
π 
através de uma translação associada ao vetor u  , 0  , seguida ⇔ ∀x ∈ R , 2 ≤ f ( x ) ≤ 4
4 
Então, D′f = [2, 4 ] .
de uma dilatação vertical de coeficiente 2 e de uma translação

associada ao vetor v ( 0 , − 3 ) . 36.2. O gráfico da função g obtém-se a partir do gráfico da
função f através de uma translação associada ao vetor
Tarefa 5   2π 
u  − , 0  , seguida de uma translação associada ao vetor
11π 3π  3 
1.1. Período da função f: T = − = π. 
8 8 v ( 0 , − 3) .

 π  π Tarefa 6
1.2. −1 ≤ sin  bx +  ≤ 1 ⇔ d − 1 ≤ d + sin  bx +  ≤ d + 1 ⇔
 4   4  1.1.
⇔ d −1 ≤ f (x) ≤ d +1 a) A transformação geométrica que permite obter o gráfico da
Então, D ′f =[d − 1 , d + 1] . Por observação gráfica sabe-se que função h a partir do gráfico de f é a translação associada ao vetor
π 
D′f = [2 , 4 ] , donde se conclui que d = 3 . u  , 0 .
3 
2 π 11π 3π 2π
= − ⇔ = π ⇔ b = 2 ⇔ b = 2 ∨ b = −2 b) A transformação geométrica que permite obter o gráfico da
b 8 8 b função g a partir do gráfico de h é a dilatação vertical de
 3π  coeficiente 3.
Como f   = 2 , conclui-se que b = − 2 .
 8  1.2. Como 2π é o período positivo mínimo da função cosseno,
1.3. C ( 0 , f ( 0 ) ) porque C é o ponto de interseção do gráfico de tem-se:

f com o eixo Oy.  π  π 


g ( x ) 3cos  2 x=
= −  3cos  2 x − =+ 2π 
 π π 2  3  3 
f ( 0 ) = 3 + sin  −2 × 0 +  = 3 + sin   = 3 +
 4 4 2  π  π
= 3cos  ( 2 x + 2π ) − =  3cos  2 ( x + π ) − = g ( x + π) .
 2  3   3
Portanto, C  0, 3 + .
 2  Daqui se conclui que ∀ x ∈ Dg , g ( = x ) g ( x + π ) , ou seja, o
período positivo mínimo da função g é π .
2.1. D ′f = − a + d , a + d 
2.1.

2.2. Período positivo mínimo da função f : .  π
b g ( 0 ) = 0 ⇔ −1 + a cos  b × 0 +  = 0 ⇔
 3

Pág. 88 π 1
⇔ −1 + a cos   = 0 ⇔ a × = 1 ⇔ a = 2
3 2
36.1. Por observação gráfica sabe-se que o período positivo mínimo da
a) Como 2π é o período positivo mínimo da função cosseno, 10 π  2π  12π
função g é: T = −−  = = 4π .
tem-se: 3  3  3
 2π   2π  2π 1 1 1
f (x) =
3 + cos  4 x −  = 3 + cos  4 x − + 2π  = Então, tem-se: = 4π ⇔ b = ⇔ b = ∨ b = − .
 3   3  b 2 2 2
 2π    π  2π   10 π  1
3 + cos  ( 4 x + 2π ) −  =
= 3 + cos  4  x +  −  = Como g 
 3    2  3   = 1 , conclui-se que b = .
 3  2
 π
= fx+  1  x π
 2 2.2. Sendo
= a 2=
e b , então g ( x ) =−1 + 2cos  +  .
2 2 3
π
) f  x +  , ou seja, o
Daqui se conclui que ∀x ∈ D f , f ( x= g ( x ) = 0 ∧ x ∈ [2 π , 3 π ] ⇔
 2
π  x π
período positivo mínimo da função f é . ⇔ −1 + 2cos  + = 0 ∧ x ∈ [2π , 3π] ⇔
2 2 3

56 56
NEMA12PR Unidade 5
Funções trigonométricas

 x π 1 37.5. Como π é o período positivo mínimo da função tangente,


⇔ cos  +  = ∧ x ∈ [ 2 π , 3 π] ⇔
2 3 2 tem-se:
 x π π  π  π 
⇔ cos  +=  cos ∧ x ∈[2π , 3π] ⇔ f (x) =
5 − 3tan  4 x +  =
5 − 3tan  4 x + + π  =
2 3 3  6  6 
x π π x π π   π   π π  π
⇔  + = + 2kπ ∨ + = − + 2 kπ , k ∈ Z  ∧ x ∈ [ 2 π , 3π ] ⇔ = 5 − 3tan  ( 4 x + π ) +  = 5 − 3tan  4  x +  +  = f  x +  .
2 3 3 2 3 3   6   4  6   4
 4π  8π
⇔  x = 4 k π ∨ x = − + 4 k π , k ∈ Z  ∧ x ∈ [ 2 π , 3π ] ⇔ x = π
 3  3 ) f  x +  , ou seja, o
Daqui se conclui que ∀x ∈ D f , f ( x=
 4
π
Pág. 89 período positivo mínimo da função f é .
4
37.1. Como π é o período positivo mínimo da função tangente,
( 0 ) g=
38. f = ( 0 ) j=
( 0 ) 0 e h ( 0 ) = −1 .
tem-se:
A função h corresponde ao gráfico IV porque, das quatros
  π   π funções dadas, é a única cujo gráfico não passa pela origem do
f ( x ) tan=
= ( 2 x ) tan( 2 x=
+ π ) tan  2  x +=  f x+  . referencial.
  2   2
Como lim− f ( x ) = 2 , lim− g ( x ) = −∞ e lim− j ( x ) = −1 , conclui-se
π
) f  x +  , ou seja, o
π π π
Daqui se conclui que ∀x ∈ D f , f ( x=
x→ x→ x→
4 4 4
 2 que a função f corresponde ao gráfico III, a função g corresponde
π ao gráfico II e a função j corresponde ao gráfico I.
período positivo mínimo da função f é .
2
Tarefa 7
37.2. Como π é o período positivo mínimo da função tangente,
1. O gráfico da função g obtém-se a partir do gráfico da função f
tem-se:
através de uma dilatação vertical de coeficiente 2, seguida de
 4π   4π  uma reflexão de eixo Oy. Então, a opção correta é a (C).
f ( x ) tan  =
= − 2 x  tan  − 2=
x − π
 3   3 
2.1. Como π é o período positivo mínimo da função tangente,
 4π  π   π tem-se:
= tan  − 2  x +   = f  x +  .
 3  2   2 
 π  π 
h ( x ) =−1 + tan  2 x −  =−1 + tan 2 x − + π  =
π 4 4
) f  x +  , ou seja, o
Daqui se conclui que ∀x ∈ D f , f ( x=
  
 2  π   π π  π
=−1 + tan  ( 2 x + π ) −  =−1 + tan  2  x +  −  =h  x +  .
π  4   2  4   2
período positivo mínimo da função f é .
2
π
) h  x +  , ou seja, o
Daqui se conclui que ∀x ∈ Dh , h ( x=
37.3. Como π é o período positivo mínimo da função tangente,  2
tem-se: π
período positivo mínimo da função h é .
2
π π π π 
f ( x ) =−2tan  x −  + 1 =−2tan  x − + π  + 1 = π π
4 2 4 2   
2.2. Dh =  x ∈ R : 2 x − ≠ + kπ, k ∈Z =
 4 2 
 π  π π π
=−2tan   x + π  −  + 1 =−2tan  ( x + 4 ) −  + 1 =  3π kπ 
 4  2   4 2  = x ∈ R : x ≠ + , k ∈Z
 8 2 
= f (x + 4) .
A expressão geral das assíntotas verticais ao gráfico de h é:
Daqui se conclui que ∀x ∈ D f , f ( x=) f ( x + 4 ) , ou seja, o 3π k π
x = + , k ∈Z .
período positivo mínimo da função f é 4. 8 2
37.4. Como π é o período positivo mínimo da função tangente, 3π
Se k = 0 , então x = .
tem-se: 8

Se k = 1 , então x = .
 x π x π  8
f ( x ) tan  =
= −  tan  − =+ π
3 4 3 4  π
Se k = −1 , então x = − .
NEMA12PR2 © Porto Editora

8
 x  π  ( x + 3π ) π 
= tan   + π  −  = tan  −  = f ( x + 3π ) . Daqui se 3π 7π π
 3  4  3 4 Donde se conclui que a = , b= e c= − .
8 8 8
conclui que ∀x ∈ D f , f ( x=) f ( x + 3π ) , ou seja, o período
positivo mínimo da função f é 3π .

57 57
NEMA12PR
Unidade 5
Unidade 5

 π  π 3.

NEMA12PR2 © Porto Editora


2.3. h ( x ) =0 ⇔ −1 + tan  2 x −  =−1 ⇔ tan  2 x −  =0 ⇔
 4   4 
d ( t )= 38 ∧ t ∈ [ 45,60 ] ⇔ 40 + 3sin ( 0,5t )= 38 ∧ t ∈ [ 45,60 ] ⇔
π π kπ
⇔ 2 x − =kπ , k ∈ Z ⇔ x = + , k ∈Z 2
4 8 2 ⇔ sin ( 0,5t ) =− ∧ t ∈ [ 45,60 ] ⇔
π 3
Se k = 0 , então x = . ⇔ sin ( 0,5t ) ≈ sin ( −0,73 ) ∧ t ∈ [ 45, 60 ] ⇔
8
5π ⇔ ( 0,5t ≈ −0,73 + 2kπ ∨ 0,5t ≈ π − ( −0,73 ) + 2kπ , k ∈ Z ) ∧
Se k = 1 , então x = .
8 ∧ t ∈ [ 45, 60 ] ⇔

Donde se conclui que x A = . ⇔ ( t ≈ −1,46 + 4 k π ∨ t ≈ 2 π + 1,46 + 4 k π , k ∈ Z ) ∧ t ∈ [ 45, 60 ] ⇔
8
⇔ t ≈ 45,4 ∨ t ≈ 48,8 ∨ t ≈ 58,0
Pág. 90 Nos últimos 15 segundos de ondulação, a distância da rolha ao
fundo do reservatório foi de 38 cm exatamente três vezes.
39.1. −1 ≤ cos ( 0,4t ) ≤ 1 ⇔ −2,5 ≤ 2,5cos ( 0,4t ) ≤ 2,5 ⇔
Pág. 92
⇔ 40 − 2,5 ≤ 40 + 2,5cos ( 0,4t ) ≤ 40 + 2,5 ⇔ 37,5 ≤ d ( t ) ≤ 42,5
40.1.
A distância mínima da bola ao fundo do reservatório é de
37,5 cm. π π π
a) x ( 0 ) = 6cos  × 0 +  = 6cos   = 6 × 0 = 0
 8 2 2
 
d (=
t ) 37,5 ⇔ 40 + 2,5cos ( 0,4=
t ) 37,5 ⇔ cos ( 0,4=
t ) −1 ⇔
A abcissa de P no instante t = 0 é 0.
⇔ 0,4t = π + 2kπ, k ∈Z ⇔ t = 2,5π + 5kπ, k ∈Z
b)
Se k = 0 tem-se =
t 2,5π ⇔ t ≈ 8 .
π π  3π    π 
x ( 2 ) = 6cos  × 2 +  = 6cos   = 6  − cos    =
Após o início da experiência, a distância da bola ao fundo do 8 2  4    4 
reservatório é mínima, pela primeira vez, ao fim de
 2
aproximadamente 8 segundos. =6 ×  − =−3 2
 2 
 

39.2. O período positivo mínimo da função é T = = 5π . A abcissa de P no instante t = 2 é −3 2 .
0,4
π 36 π 40.2. A amplitude do movimento de P é 6.
Logo, p − = 5π ⇔ p = .
7 7

T = 16 e a
40.3. O período T deste oscilador harmónico é =
π
Tarefa 8
8
1. Depois de inserirmos os dados da tabela em duas listas da 1 1
calculadora, por exemplo nas listas L1 e L2, procedemos da frequência f é f= = .
T 16
seguinte forma:
40.4.

x ( t ) =3 ⇔ x ( t ) =3 ∨ x ( t ) =−3 ⇔

π π π π
⇔ 6cos  t +  =3 ∨ 6cos  t +  =−3 ⇔
8 2 8 2
π π 1 π π 1
⇔ cos  t +  =∨ cos  t +  = − ⇔
8 2 2 8 2 2
π π π π π 2π
⇔ cos  t + = cos ∨ cos  t + = cos ⇔
8 2 3 8 2 3
π π π π π π
⇔ t + = + 2k π ∨ t + = − + 2k π ∨
8 2 3 8 2 3
Podemos considerar, por exemplo, d ( t=) 40 + 3sin ( 0,5t ) .
π π 2π π π 2π
∨ t+ = + 2k π ∨ t + = + 2k π , k ∈ Z ⇔
2. −1 ≤ sin ( 0,5t ) ≤ 1 ⇔ −3 ≤ 3sin ( 0,5t ) ≤ 3 ⇔ 8 2 3 8 2 3
1 1 1 1 1 1 1 1 2
⇔ 40 − 3 ≤ 40 + 3sin ( 0,5t ) ≤ 40 + 3 ⇔ 37 ≤ d ( t ) ≤ 43 ⇔ t + = + 2k ∨ t + = − + 2k ∨ t + = + 2k ∨
8 2 3 8 2 3 8 2 3
Durante o tempo de ondulação, e de acordo com o modelo 1 1 2 4 20
obtido, a maior e a menor distância da rolha ao fundo ∨ t+ = − + 2k , k ∈ Z ⇔ t = − + 16k ∨ t = − + 16k ∨
8 2 3 3 3
reservatório foram, respetivamente, 43 e 37 centímetros.
4 28
∨ t = + 16k ∨ t =− + 16k , k ∈Z
3 3

58 58
NEMA12PR Unidade 5
Funções trigonométricas

Como t ∈ [ 0, 20 [ , conclui-se que: 1.2.


4 20 28 44 52 3 19 4 9
t= ∨ t= ∨ t= ∨ ∨ t= ∨ t= . a) sin (α + β ) = sin α cos β + cos α sin β = × + × =
3 3 3 3 3 5 10 5 10

41. A amplitude deste oscilador harmónico é 5, logo a distância 3 19 + 36


=
máxima da origem é 5. 50
b)
x ( t ) =5 ⇔ x ( t ) =5 ∨ x ( t ) =−5 ⇔
19 4 9 3
cos ( β − α =
) cos β cos α + sin β sin α= × + ×=
 π 2π   π 2π  10 5 10 5
⇔ 5cos  t +  = 5 ∨ 5cos  t +  = −5 ⇔
6 3  6 3  4 19 + 27
=
 π 2π   π 2π  50
⇔ cos  t +  = 1 ∨ cos  t +  = −1 ⇔
6 3  6 3  c)
π 2π 1 2 4 19 3 9
⇔ t + =kπ , k ∈ Z ⇔ t + =k , k ∈ Z ⇔ cos (α + β ) = cos α cos β − sin α sin β = × − × =
6 3 6 3 5 10 5 10
1 2 4 19 − 27
⇔ t =− + k , k ∈ Z ⇔ t =−4 + 6k , k ∈ Z =
6 3 50
Como t ∈ [ 0, 25 [ , conclui-se que t ∈ {2 , 8 , 14 , 20} .
Proposta 2
Pág. 93 2.1.
2 2 2
AD = 42 + 12 ⇔ AD = 17 ⇔ AD = 17 e BC = 52 − 42 ⇔
42.1. 2
⇔ BC =9 ⇔ BC =3 .
 π  π
−1 ≤ cos  π t +  ≤ 1 ⇔ −2 ≤ 2cos  π t +  ≤ 2 ⇔ 4 4 3 1
 3  3 cos ( β − α ) = cos β cos α + sin β sinα = × + × =
5 17 5 17
 π 
⇔ 5 − 2 ≤ 5 + 2cos  π t +  ≤ 5 + 2 ⇔ 3 ≤ f ( t ) ≤ 7 16 3 19
 3 = + =
5 17 5 41 5 17
A distância mínima e máxima do corpo ao solo é, respetivamente,
3 dm e 7 dm .
2.2.
π
42.2. A fase do oscilador harmónico é . sin (θ + δ ) = sin ( π − ( β − α ) ) = sin ( β − α ) =
3
3 4 4 1 8
= sin β cos α − cos β sinα = × − × =
Pág. 94 5 17 5 17 5 17

Proposta 1 2.3.
1.1. 3 1

1
tan β − tanα 4 4 8
a) Atendendo à lei dos senos, tem-se: tan ( β − α ) = = = 2 =
sinα sin β 1 + tan β tanα 1 + 3 × 1 19 19
= ⇔ 4 4 16
BC AC
3
Pág. 95
⇔=5 sin β ⇔ = 3 sin β

8 12 40 12 Proposta 3
3 × 12 9
⇔ sin β = ⇔ sin β =
40 10 3.1.

3
2
16  π 2 2 2
b) sin2 α + cos2 α =
1 ⇔   + cos2 α =
1 ⇔ cos2 α = cos  θ + = ⇔ − sin θ = ⇔ sin θ = −
 5 25  2 3 3 3
Como α é agudo (pois o triângulo [ABC] é acutângulo), conclui-  π 3π 
4 Como θ ∈  ,  e sin θ < 0 , conclui-se que θ ∈ 3.° Q .
-se que cos α = . 2 2 
5 2
 2 5
 9 
2
19 sin2 θ + cos2 θ =
1 ⇔  −  + cos2 θ =
1 ⇔ cos2 θ =
sin β + cos β =
2 2
1 ⇔   + cos2 β = 1 ⇔ cos2 β =  3 9
 10  100
5
Como β é agudo (pois o triângulo [ABC] é acutângulo), conclui- Como θ ∈ 3.° Q , conclui-se que cosθ = − .
3
NEMA12PR2 © Porto Editora

19 2
-se que cos β = . −
10 sin θ 3 2 2 5
θ
Então, tan= = = = .
cos θ 5 5 5

3

59 59
NEMA12PR
Unidade 5
Unidade 5

3.2. 4.3.

NEMA12PR2 © Porto Editora


 3π 
sin  θ −  − cos ( 2θ ) = π π
 4  tanα + tan tanα − tan
 π  π 4 4
tan  α +  tan=
α −  × =
 3π   3π   4  4 π π
= sin θ cos   − cos θ sin   − ( cos2 θ − sin =2
θ) 1 − tanα tan 1 + tanα tan
 4  4  4 4
tanα + 1 tanα − 1 tan2 α − 1 − ( − tan α + 1 )
2
5  2   5   2  
2 2
2  2  =× = =2 =
−1
=− ×  −  −  −  × −  −  −  −  =
3  2   3  2  3   3   1 − tanα 1 + tanα 1 − tan α
2
1 − tan α
 
2 10  5 4  6 2 + 3 10 − 2 Proposta 5
= + − −  =
3 6 9 9 18
5.1.
3.3.  3 1 
f ( x )= 3 sin x + cos x= 2  sin x + cos x =
π   2 2 
cos  + θ  + sin ( 2θ ) =
6   π π   π
2  cos sin x + sin cos x  =
= 2sin  x + 
π π  6 6   6
= cos   cos θ − sin   sin θ + 2sin θ cos θ =
6 6
5.2. O máximo absoluto da função f é 2 porque Df′ = [ −2, 2] .
3  5  1  2  2  5 
= ×  −  − ×  −  + 2 ×  −  ×  − =  π  π  π
2  3  2  3  3   3  f ( x ) = 2 ∧ x ∈  0,  ⇔ 2sin  x +  = 2 ∧ x ∈  0,  ⇔
 2  6  2
15 1 4 5 −3 15 + 6 + 8 5
=− + + =  π   π 
6 3 9 18 ⇔ sin  x +  = 1 ∧ x ∈  0,  ⇔
 6  2
3.4. π π  π
⇔ x + = + 2k π , k ∈ Z ∧ x ∈  0 ,  ⇔
6 2  2
π 2 5
tanθ + tan +1 π  π π
 π 4 5 = 2 5= +5 ⇔x= + 2k π , k ∈ Z ∧ x ∈  0 ,  ⇔ x =
tan  θ + = = 3  2 3
 4 π 2 5 5 − 2 5
1 − tanθ tan 1− ×1
4 5 π 
Então, A  , 2  .
3 
(2 5 + 5)(= 5+2 5) 10 5 + 20 + 25 + 10 5 20 5 + 45
= = 5.3. O mínimo absoluto da função f é −2 porque Df′ = [ −2, 2] .
( 5 − 2 5 )( 5 + 2 5 ) 25 − 20 5
 π  π  π
= 4 5+9 f ( x ) =−2 ∧ x ∈  0,  ⇔ 2sin  x +  =−2 ∧ x ∈  0,  ⇔
 2   6   2
Proposta 4  π  π
⇔ sin  x +  =−1 ∧ x ∈  0 ,  ⇔
 6  2
4.1.
π 3π  π
sin (α + β ) sin (α − β ) = ⇔x+ = + 2k π , k ∈ Z ∧ x ∈  0 ,  ⇔
6 2  2
= ( sin α cos β + cos α sin β )( sin α cos β − cos α sin β ) = 4π  π 4π
⇔ x= + 2kπ , k ∈ Z ∧ x ∈  0,  ⇔ x =
3  2 3
= ( sin α cos β ) − ( cos α sin β ) =
2 2

 4π 
= sin2 α cos2 β − cos2 α sin2 β = Então, B  , − 2  .
 3 
= sin2 α ( 1 − sin2 β ) − (1 − sin2 α ) sin
= 2
β
= sin2 α − sin2 α sin2 β − sin2 β + sin2 α sin2 β = sin2 α − sin2 β
Pág. 96
4.2.
Proposta 6
cos (α + β ) cos (α − β ) =
6.1.
= ( cos α cos β − sin α sin β )( cos α cos β + sin α sin β ) =
= ( cos α cos β ) − ( sin α sin β )
2 2
= cos2 α cos2 β − sin2 α sin2 β =  π  π
sin  x +  + cos  x +  =⇔
1
 6  6
(1 − sin2 α ) cos2 β − sin2 α (1 − cos2 β ) =
=
2  π 2  π 2
= cos2 β − sin2 α cos2 β − sin2 α + sin2 α cos2 β = cos2 β − sin2 α ⇔ sin  x +  + cos  x +  =
2  6  2  6  2
π  π π  π 2
⇔ cos sin  x +  + sin cos  x +  =
4  6 4  6  2

60 60
NEMA12PR Unidade 5
Funções trigonométricas

 π π π x 1π x 19 π
⇔ sin  x + +  =
sin ⇔ =− + 2kπ ∨ = + 2kπ , k ∈Z
 6 4 4 2 12 2 12
π π π π π π π 19 π
⇔ x + + = + 2kπ ∨ x + + = π − + 2kπ , k ∈Z ⇔x= − + 4 kπ ∨ x = + 4 kπ , k ∈Z
6 4 4 6 4 4 6 6
π π
⇔ x =− + 2kπ ∨ x = + 2kπ , k ∈Z 6.7. 3 cos ( 3x ) − sin ( 3x ) =−1 ⇔
6 3
3 1 1
6.2. sin
= 2
x 3cos2 x ⇔ 1 − cos
= 2
x 3cos2 x ⇔ ⇔ cos ( 3 x ) − sin ( 3 x ) =

2 2 2
1 1 1 π π 1
⇔ cos2 x = ⇔ cos x = ∨ cos x =− ⇔ ⇔ cos   cos ( 3 x ) − sin   sin ( 3 x ) =

4 2 2 6 6 2
π 2π
⇔ cos x = cos ∨ cos x = cos ⇔ π   2π 
3 3 ⇔ cos  + 3 x  =cos  
6   3 
π π 2π
⇔ x = + 2kπ ∨ x =− + 2kπ ∨ x = + 2kπ ∨ π 2π π 2π
3 3 3 ⇔ + 3 x = + 2k π ∨ + 3 x = − + 2kπ , k ∈Z
6 3 6 3
2π π π
∨ x =− + 2kπ , k ∈ Z ⇔ x = + kπ ∨ x =− + kπ , k ∈Z π 2k π 5π 2k π
3 3 3 ⇔x= + ∨ x= − + , k ∈Z
6 3 18 3
x x
6.3. cos2 x − sin2 x= cos   ⇔ cos ( 2 x )= cos   ⇔ x x x x 3
2 2 6.8. 4sin   cos   =
− 3 ⇔ 2sin   cos   =
− ⇔
2 2 2 2 2
x x
⇔ 2 x =+ 2kπ ∨ 2 x = − + 2kπ , k ∈Z  π
2 2 ⇔ sin x =sin  − 
3x 5x  3
⇔ = 2kπ ∨ = 2k π , k ∈ Z ⇔ π
2 2  π
⇔x= − + 2k π ∨ x =π −  −  + 2k π , k ∈ Z
3  3
4 kπ 4 kπ
x
⇔= x
∨= , k ∈Z π 4π
3 5 ⇔x= − + 2kπ ∨ x = + 2kπ , k ∈Z
3 3
x x 1 x x
6.4. sin   cos   − = 0 ⇔ 2sin   cos   − 1 = 0 ⇔ 6.9. 2sin3 x cos x + sin2 x =
0
3 3 2 3 3
⇔ sin2 x ( 2sin x cos x + 1) =
0
 2x  2x π
⇔ sin   =1 ⇔ = + 2k π , k ∈ Z ⇔
 3  3 2 ⇔ sin2 x ( sin ( 2 x ) + 1) =
0
3π ⇔ sin2 x = 0 ∨ sin ( 2 x ) + 1 = 0
⇔ x= + 3 kπ , k ∈ Z
4 0 ∨ sin ( 2 x ) =
⇔ sin x = −1
x x π π
6.5. cos   sin x − sin   cos x =  
cos  x +  ⇔ x =kπ ∨ 2 x =− + 2kπ , k ∈Z
2 2  2 2
 x x π
⇔ sin  x −  = − sin x ⇔ sin   = sin ( − x ) ⇔ x =kπ ∨ x =− + kπ , k ∈Z
 2 2 4
x x π
⇔ =
2
− x + 2k π ∨ =
2
π + x + 2kπ , k ∈Z 6.10. sin  x +  + cos x = 3 ⇔
 6 
3x x
⇔ = 2kπ ∨ − = π + 2kπ , k ∈Z π π
2 2 ⇔ sin x cos + cos x sin + cos x =
3
6 6
4 kπ
⇔x= ∨ x = −2π − 4 kπ , k ∈Z 3 1
3 ⇔ sin x × + cos x × + cos x =3
2 2
x x 6 3 3
6.6. sin   − cos   =
− ⇔ ⇔ sin x × + cos x × =3
2
  2
  2 2 2
2 x 2 x 6 2  1 3
⇔ sin   − cos   =
− × ⇔ 3  sin x × + cos x ×  =3
2 2 2 2 2 2  2 2 
π x π x 3 π π
⇔ cos sin   − sin cos   = − ⇔ sin x × cos + cos x × sin = 1
4 2 4 2 2 3 3
NEMA12PR2 © Porto Editora

 x π  π  π π π
⇔ sin  −  = sin  −  ⇔ sin  x +  = 1 ⇔ x + = + 2kπ , k ∈ Z
 2 4   3  3 3 2
x π π x π π π
⇔ − = − + 2k π ∨ − = π + + 2kπ , k ∈Z ⇔ x = + 2kπ , k ∈Z
2 4 3 2 4 3 6

61 61
NEMA12PR
Unidade 5
Unidade 5

Proposta 7  3π  α  π 3π 

NEMA12PR2 © Porto Editora


Como α ∈  π , , então ∈  , .
 2  2  2 4 
7.1.
α 
 3π  2  3π   3π   3π  2 Logo, cos   < 0 .
a) cos2   − sin   = cos  2 ×  = cos   = − 2
 8  8  8   4 2
α  3
 5π   5π  3  5π   5π  Donde se conclui que cos   = − .
b) 3sin   cos   = × 2sin   cos   = 2 3
 12   12  2  12   12 
 1
3  5π  3  5π  3 1 3 1−− 
= × sin  2 ×  = × sin   = × = 2 α  1 − cos α  3 2
2  12  2  6  2 2 4 b) sin
=   = =
2 2 2 3
7.2. α  α  π 3π 
sin   > 0 porque ∈ , .
a) 2 2  2 4 
π  2 π π 2 α  2 2 6
cos  − k  = ⇔ cos   cos k + sin   sin k = ⇔ Donde se conclui que sin  = = = .
6  5 6 6 5 
2 3 3 3
3 1 2 4
⇔ cos k + sin k =⇔ 3 cos k + sin k =
2 2 5 5 Pág. 97
b)
Proposta 9
π   π π 
4 sin  + k  + 1 =0 ⇔ 4  sin   cos k + cos   sin k  =−1
3   3 6  9.1.
 3 1 
⇔ 4  cos k + sin k  =−1 ⇔ 2 3 cos k + 2sin k =−1 ⇔
a) Df= {x ∈R : 1 + cos x ≠ 0}= { x ∈R : cos x ≠ −1}
 2 2  Então, Df = { x ∈R : x ≠ π + 2kπ , k ∈Z} .
1 sin x
⇔ 3 cos k + sin k =
− b) f ( x ) = 0 ⇔ = 0 ⇔ sin x = 0 ∧ x ∈ D f ⇔
2 1 + cos x
Proposta 8 ⇔ x =kπ , k ∈ Z ∧ x ∈ D f ⇔ x =2kπ , k ∈ Z
8.1. sin x
c) f ( x )= 3⇔ = 3 ⇔ sin x= 3 + 3 cos x ∧ x ∈ D f
a) cos ( 2= x cos2 x − (1 − cos2 =
x ) cos2 x − sin2= x) 1 + cos x
⇔ sin x − 3 cos x= 3 ∧ x ∈Df
= cos2 x − 1 + cos=
2
x 2cos2 x − 1
b) cos ( 2x ) =
cos2 x − sin2 x =
1 − sin2 x − sin2 x =
1 − 2sin2 x 1 3 3
⇔ sin x − cos x= ∧ x ∈ Df
2 2 2
8.2. π π 3
⇔ cos sin x − sin cos x= ∧ x ∈Df
=
a) Considerando 2x = y na equação cos ( 2x ) 2cos2 x − 1 , 3 3 2
tem-se:  π π
⇔ sin  x − = sin ∧ x ∈ D f
y y  3  3
cos y 2cos2   − 1 ⇔ cos
= = y + 1 2cos2   ⇔
2 2  π π π 2π 
⇔  x − = + 2k π ∨ x − = + 2k π , k ∈ Z  ∧ x ∈ D f
cos y + 1  y   3 3 3 3 
⇔ cos2  
=
2 2  2π 
⇔  x = + 2k π ∨ x = π + 2k π , k ∈ Z  ∧ x ∈ D f
b) Considerando 2x = y na equação cos ( 2x )= 1 − 2sin2 x ,  3 
tem-se: 2π
⇔ x= + 2k π , k ∈ Z
y y 3
cos y = 1 − cos y ⇔
1 − 2sin2   ⇔ 2sin2   = 2π
2 2 Se k = 0 , então x = .
3
 y  1 − cos y
⇔ sin2   = 4π
2 2 Se k = −1 , então x = − .
3
8.3. 2π  4 π  6 π
Donde se conclui que b − a = −−  = = 2π .
π 1 1 1 3  3  3
a) sin  α − = ⇔ − cos α = ⇔ cos α = −
 2 3 3 3
9.2.
1
− +1 a)
2 α  cos α + 1 2 α  3 α  1
cos   = ⇔ cos   =⇔ cos2  = ⇔  3π 
2 2 2 2 2 3 sin  
 3π   2  = −1 = −1
α  1 α  1 f =
⇔ cos   = ∨ cos   =−  2   3π  1 + 0
2
  3 2
  3 1 + cos  
 2 

62 62
NEMA12PR Unidade 5
Funções trigonométricas

π 11.3.
sin  
π  2 1
f =  = = 1 0
 2  1 + cos  π  1 + 0 lim
x − sin x 0  x sin x 
= lim  − =
 1 1 sin x 
lim  − × =
 
2 x →0 2x x →0 2 x
 2 x  x →0 2
 2 x 
 3π  π 1 1
Ora, f   < 0 < f   . = − ×1 = 0
 2  2 2 2
  3π   π   11.4.
Donde se conclui que 0 ∈  f   , f    .
  2   2 
0
b) sin x − tan ( 2 x ) 0 1  sin x sin ( 2 x ) 
sin x lim = lim  − =
f (x) = 0 ⇔ = 0 ⇔ sin x = 0 ∧ x ∈ D f ⇔ x →0 3x 3 x →0  x x cos ( 2 x ) 
1 + cos x
⇔ x − = k π , k ∈ Z ∧ x ∈ D f ⇔ x = 2k π , k ∈ Z 1 sin x 1  sin ( 2 x ) 2 
= lim − lim  × =
3 x →0 x 3 2 x →0
 2x cos ( 2 x ) 
 π 3π 
Logo, ∀ x ∈  ,  , f ( x ) ≠ 0 .
2 2  1 1 1
= × 1 − × ( 1 × 2 ) =−
3 3 3
9.3. Nos resultados obtidos em 9.3. não contrariam o Teorema
11.5.
 π 3π 
de Bolzano porque a função f não é contínua em  ,  .
2 2  0
2 − 2cos x 0 1 − cos x ( 1 − cos x )( 1 + cos x )
Proposta 10 =
lim =
2lim 2lim =
x →0 x2 x →0 x2 x →0 x 2 ( 1 + cos x )
AC × BE AC × OB − OE
= A[ ABC ]
=
( )
1 − cos2 x  sin2 x 1 
2 2 = 2lim = 2lim  2 × =
2cos θ × ( 1 − sinθ ) 2cos θ − 2cosθ sinθ
x →0 x2
(1 + cos x ) x→0  x 1 + cos x 
= f (θ ) = = 2
2 2  sin x   1  2 1
=2  lim  × lim   =2 × 1 × =1
2cosθ − sin ( 2θ ) 1  x →0 x
 x →0 1 + cos x
  2
= = cos θ − sin ( 2θ )
2 2
11.6.
 π
0
cos  y + 
cos x 0  2 − sin y 1 sin y
lim = lim =
lim =
− lim =
x→ 2 x − π 2y
π y→0 y→0 2 y 2 y →0 y
2

1 1
=− × 1 =−
2 2
Mudança de variável:
π π
Fazendo x − = y , vem x= y + .
2 2
π
Se x → , então y → 0 .
2
Pág. 98
11.7.
Proposta 11   π 
0 tan  3  y +  
tan ( 3 x ) 0   3  tan ( 3y + π )
11.1. =
lim
π 3x − π
lim = =
lim
x→
y →0 3y y →0 3y
3
0
sin ( 3 x ) 0  sin ( 3 x ) 3  3 3 tan ( 3y )  sin( 3y ) 1 
lim = lim  ×  =1 × = = lim = lim  ×
2x =
x →0 3 x →0
 3x 2 2 2 3y  cos ( 3y ) 
 3y
y→0 y →0

11.2.  sin ( 3y )   1  1
= lim   × lim   =1 × =1
3 y →0 3 y y→0  cos ( 3y )  1
   
 sin x 
0 lim Mudança de variável:
sin x 0 x→0  x  1
lim = = = 2 π π
x →0 x  x  1 ×1 Fazendo x − = y , vem x= y + .
sin   sin   3 3
NEMA12PR2 © Porto Editora

2 1 2 2
lim   π
2 x →0 x Se x → , então y → 0 .
2
2 3

63 63
NEMA12PR
Unidade 5
Unidade 5

11.8. π

NEMA12PR2 © Porto Editora


b) é ponto aderente e pertence ao domínio da função f.
0 4
sin ( x − 1 ) 0 sin ( x − 1 ) sin y
=
lim 2 lim= lim = π
x →1 x −1 ( )( x + 1) y→0 y ( y + 1 + 1 )
x →1 x − 1 Então f é contínua em se existir lim f ( x ) , ou seja, se
4 x→
π
4
 sin y 1  1 1
=lim  ×  =1 × = π
y →0
 y y +2 2 2 =
lim f ( x ) lim
= f (x) f   .
x→
π−
x→
π+ 4
Mudança de variável: 4 4

Fazendo x − 1 = y , vem x= y + 1 . π
Se x → 1 , então y → 0 . x  4 π 1 2 2
lim− f ( x ) =lim−  cos x  = cos = × =
x→  π  π 4 4 2 8
π π
x→
4 4

 π   π π
sin  2 x −  0 sin  2  y +  − 
11.9.  2 0   4 2
=lim+ f ( x ) lim
= lim =
0 +
4x − π y →0+ 4y
1 + cos ( y + π )
π π
1 + cos x 0 1 − cos y x→
4
x→
4
=
lim lim = =
lim
( x − π) y y2 sin ( 2y ) 1 sin ( 2y ) 1
x →π 2 y →0 2 y →0
1
= lim+ = lim+ = ×1 =
4y 2 2 y→0 2y 2 2
(1 − cos y )(1 + cos y ) 1 − cos2 y
y →0

lim = =
lim
y →0 y 2 ( 1 + cos y ) y →0 y 2
(1 + cos y ) Mudança de variável:
+
 sin2 y 1   sin y   1
2
 2 1 1 π π π
= lim  2 × Fazendo x − = y , vem x= y + . Se x → , então y → 0 + .
 =  lim  × lim  = 1 × = 4 4 4
y →0
 y 1 + cos y   y→0 y  y→0  1 + cos y  2 2
Mudança de variável: Assim sendo, não existe lim f ( x ) .
π
x→
Fazendo x − π = y , vem x = y + π . Se x → π , então y → 0 . 4

π
Donde se conclui que f é descontínua em x = .
4
11.10. 12.2. 1 é ponto aderente e pertence ao domínio da função f.
0 sin x lim  2 + 3 × sin x  Então, f é contínua em x = 1 se existir lim f ( x ) , ou seja, se
+ ×
2 x + 3sin x 0 2 3 x x →0  x 
x→1

= lim
lim = = lim f ( x ) = f ( 1 ) .
x →0 5 x + sin x x→0 sin x  sin x  x→1
5+ lim  5 +
x 
0
x x →0
 sin ( x − 1 ) 0 sin y 1 sin y 1 1
lim f ( x ) = lim− = lim− = lim = ×1 =
2 + 3×1 5
= =
x →1− x →1 2 ( x − 1) y →0 2y 2 y →0− y 2 2
5+1 6
Mudança de variável:
Fazendo x − 1 =y , vem x= y + 1 .

11.11. Se x → 1− , então y → 0 − .
0
  sin ( 2 x )   e x −1 − 1 0 e x −1 − 1 ey − 1
( )
∞−∞
lim ln ( sin ( 2 x ) ) =
− ln ( 2 x ) lim  ln  =   lim f ( x ) lim
= = lim = lim+ =
x →0 +   x →1+ x − 1 x →1+ ( x − 1 )( x + 1 ) y →0 y ( y + 1 + 1 )
2
  2x  
x →0 + x →1+

  sin ( 2 x )   ey − 1 1 1 1
= lim+ × lim+ =1 × =
= ln  lim+  = = 0
 ln1 y →0 y y→0 y + 2 2 2
 2 x→0 
  2x  
Mudança de variável:
Proposta 12 Fazendo x − 1 =y , vem x= y + 1 .
Se x → 1+ , então y → 0 + .
12.1.
f ( 1) = k
a) 0 é ponto aderente e pertence ao domínio da função f.
Então f é contínua em x = 0 se existir lim f ( x ) , ou seja, se 1
x →0
Portanto, f é contínua em x = 1 se k = .
2
lim f ( x ) = f ( 0 ) .
x →0

 sin ( 2 x ) 
lim 0 ×2 
sin ( 2 x ) 0
 2x =
2 x →0
×2
 1=
( x ) lim
lim f = =
x →0 e x − 1
2
x →0 ex − 1 1
lim
x →0 x

( ) 1
f ( 0 ) = 4log2 2 = 4 × =2
2
Donde se conclui que f é contínua em x = 0 .

64 64
NEMA12PR Unidade 5
Funções trigonométricas

 2π   4 π 
f é estritamente crescente nos intervalos  0 ,  e  , 2 π  .
Pág. 99  3  3 
Proposta 13  2π 4 π 
f é estritamente decrescente no intervalo  , .
3 3 
13.1.
f ( 0 ) = 0 + 2sin 0 = 0 + 2 × 0 = 0
π
f (x)− f    2π  2π  2π  2π 3 2π
π 3 f  = + 2sin  = + 2× = + 3
= ′   lim
mt f= =  3  3  3  3 2 3
3
  x→ 3π π
x−
3  4 π  4π  4π  4π  3  4π
f  = + 2sin  = + 2 ×  − = − 3
  3  3  3  3  3  2  3
π 3 0  x − π 2  sin x −  
x + 2sin x − − 2 × 2 f ( 2π ) = 2π + 2sin ( 2π ) = 2π + 2 × 0 = 2π
3 2 =0  3+  =
=
lim lim  
π π π π π 2π
x− 3 x − x− 
x→ x→
3 Máximos relativos: + 3 e 2π .
3  3 3  3
 

 π 3 Mínimos relativos: 0 e − 3.
sin  y +  − 3
 3 2
=
1 + 2lim =
y
(1 + 2cos x )′ =
y →0
13.3. f ′′ ( x ) = −2sin x
π π 3
sin y cos + cos y sin − f ′′ ( x ) = 0 ⇔ −2sin x = 0 ⇔ sin x = 0 ⇔ x = kπ , k ∈Z
=
1 + 2lim 3 3 2 =
y →0 y Como x ∈[ 0, 2π] , tem-se x =0∨ x=π ∨ x =π
2 .
1 3 3
sin y + cos y − x 0 π 2π
=
1 + 2lim 2 2 2 = f ′′ − − 0 + +
y →0 y
1 sin y 3 cos y − 1 f 0 π 2π
= 1 + 2 × lim + 2 × lim =
2 y →0 y 2 y→0 y
( cos y − 1)( cos y + 1) No intervalo [ 0, π] , a concavidade é voltada para baixo.
= 1 + 1 × 1 + 3lim =
y →0 y ( cos y + 1 ) No intervalo [ π , 2π] , a concavidade é voltada para cima.
cos2 y − 1 − sin2 y
2 + 3lim
= =
2 + 3 lim = Ponto de inflexão: P ( π , π )
y →0 y ( cos y + 1 ) y →0 y ( cos y + 1 )

 sin y − sin y  13.4.


=2 + 3 lim  ×  =2 + 3 × ( 1 × 0 ) =2 a)
y →0
 y cos y + 1 
0
f (x) x + 2sin x 0  x 2sin x 
Mudança de variável: lim+ lim+ =lim+  + =
x →0 x x →0 x x →0
x x 
π π
Fazendo x − = y , vem x= y + .  sin x 
3 3 = lim+  1 + 2 ×  = 1 + 2×1 = 3
x →0
 x 
π
Se x → , então y → 0 . b)
3
0
f (x) x + 2sin x 0  x 2sin x 
( x + 2sin x )′ =
13.2. f ′ ( x ) = 1 + 2cos x lim lim = lim+ 
x →0 + sin ( 2 x ) x →0+ sin ( 2 x ) x →0  sin ( 2 x )
+ = 
sin ( 2 x ) 

1  2π 
f ′( x ) =0 ⇔ 1 + 2cos x =0 ⇔ cos x =− ⇔ cos x =
cos   ⇔  
2  3   1 2sin x 
2π 2π = lim+  + = 
⇔ x = + 2k π ∨ x = − + 2k π, k ∈Z x →0  sin ( 2 x ) 2sin x cos x 
3 3  2× 
 2x 
2π 4π
Como x ∈[ 0, 2π] , tem-se x = ∨ x= . 1  2  1 2 3
3 3 = + lim  =
 +=
 sin ( 2 x )  x →0+  cos x  2 × 1 1 2
lim  2 × 
2π 4π 2 x →0 +
 2x 
x 0 2π
3 3
NEMA12PR2 © Porto Editora

f′ + + 0 − 0 + +
 2π   4π 
f f ( 0) f  f  f ( 2π )
 3   3 

NEMA12PR2-5
65 65
NEMA12PR
Unidade 5
Unidade 5

Proposta 14 15.2.

NEMA12PR2 © Porto Editora


14.1.
x  cos ( x 2 ) ′
f ( x ) − f ( π)
3sin   − 3 0 f ′ ( x ) =
= 
=f ′ ( π ) lim= lim= 2 0
 1 + cos x 
 
x →π x−π x →π x−π
−2 x sin ( x 2 ) ( 1 + cos x ) − ( − sin x ) cos ( x 2 )
=