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Conceitos:

• Por que conceituar

• para que se inicie de modo claro, inequívoco, a


conversa.

• o que pretendemos é fundamentar a conversa que


passaremos a ter de hoje a novembro
ética moral direito
• se distinguem,
• se vinculam,
• se sobrepõem.
moral
• sistema de valores
• código de condutas normas

• impõe deveres
ética
quando nascemos chegamos a um mundo onde há uma
moral...não nascemos éticos ou não, com o tempo
buscamos justificativas para as regras que a moral impõe
Nos tornamos éticos.
• Moral •Ética
• conjunto de Normas • É percebida, apreendida.
• Cultural (“os costumes”) • Universal
• Ação • Reflexão crítica sobre a ação ou
comportamento humana
• Trata do certo e do errado • Procura das razões de fazer ou
deixar de fazer algo.
• É regra
• Conduta
• permanente
• temporal
• Prática
• Teoria
• Conduta específica • Princípio
Relação intrínseca

ética

moral
Direito- aspectos legais
• A Lei é fruto de esforços para a melhor convivência em
sociedade...
• Regula condutas externas, ... a lei nos ajuda a balizar a
conduta nos cuidados em saúde:
• Todos têm direito à Vida! E vida com Dignidade!
• Cada um tem direito a consentir ou não sobre o
tratamento a que será submetido! (direito a verdade)
• (TCLE, DAV, Plano de Parto...)
• Cuidado: “Judicializar” a medicina não é saudável!
Moral Ética Direito

agir pessoal agir social agir legal


experiências adesão e consenso imposição
regras pessoais regras sociais regras legais
consciência cultura da sociedade institucional
individual coletivo jurídico
fundamenta a ética se constrói pelo consenso Leis
entre variados conceitos
morais
Deontologia
• O termo data de 1834, pelo filósofo inglês Bentham, para
falar sobre o ramo da ética em que o objeto de estudo é o
fundamento do dever e das normas.
• Também é o conjunto de princípios e regras de conduta ou
deveres de uma determinada profissão, ou seja, cada
profissional deve ter a sua deontologia própria para regular
o exercício da profissão, e de acordo com o Código de Ética
de sua categoria.

• Para os profissionais, refere às normas estabelecidas não


pela moral e sim para a correção de suas intenções, ações,
direitos, deveres e princípios.
reflexão ética

• percepção de conflitos
• (emoção x razão)
• escolha de posição
• (autonomia)

• coerência
• (equilíbrio)
Um indivíduo pode ser considerado
ético quando:
• possui um personalidade bem integrada:
quando tenha uma
maturidade emocional
que lhe permita lidar com as emoções conflitantes,
uma força de caráter,
um equilíbrio de vida interior
e um bom grau de adaptação à realidade do mundo.

SEGRE &COHEN, 2008,p.22-23


• Mas como eu
me faço um
sujeito ético
Identidade e Moral
Habermas (1990)
• “O desenvolvimento moral é parte do desenvolvimento
da personalidade, o qual, por sua vez, é decisivo para a
identidade do Eu”.

• visualizado sob três aspectos:


• capacidade de conhecimento
• linguagem e
• ação.
Desenvolvimento Moral
• Consciência moral.

• É um componente constitutivo do agir moral: a


consciência moral exerce uma avaliação dos nossos
atos; envolve, portanto, um ato de julgamento.
• Uma dimensão constitutiva da identidade do Eu,
focalizada em sua relação com as normas e os valores
da cultura na qual o indivíduo se insere.
• Habermas define a consciência moral como “a
capacidade de usar a competência interativa para
elaborar conscientemente conflitos de ação moral
relevantes” (1990)
Identidade do Eu
• A formação de uma identidade do Eu supõe:

• compreensão de si

• história pessoal

• contexto das tradições culturais que a constituíram.


• Eu real Eu ideal

• Identidade do Eu

• Autonomia
Teoria do desenvolvimento moral de
Kohlberg (1984)

• pré-convencional
• convencional
• pós-convencional.

• No centro de toda teoria do desenvolvimento, no


âmbito da Psicologia, está o conceito de estágio de
desenvolvimento.
Referências
• SEGRE, M. COHEN, C. (orgs.) Bioética. São Paulo: Editora da
Universidade de São Paulo, 2008. 218 p. p.22-23
• GOLDIM, J.R. Bioética, 2003. Disponível em
<https://www.ufrgs.br/bioetica/eticmor.htm>. Acesso em jul.2016.
• HABERMAS, J. Consciência moral e agir comunicativo. Rio de Janeiro,
Tempo Brasileiro., 1989.
• _______ . Para a reconstrução do materialismo histórico. São Paulo,
Brasiliense. 1990;
• KOHLBERG, L. Essays on moral development: The psychology of moral
development. V. 2. San Francisco: Harper and Harper. 1984.
• GONCALVES, M. A. S. Identidade do eu, consciência moral e estágios do
desenvolvimento: perspectivas para a educação. Psicol. educ., São
Paulo , n. 19, p. 73-89, dez. 2004 . Disponível em
<http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-
69752004000200005&lng=pt&nrm=iso >. acessos em 03 ago. 2016.