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11/04/2019

OBJETIVOS GERAIS CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS


@ Identificar as diferentes fases da evolução da 1. Microinformática – evolução histórica;
microinformática; 2.Principais ferramentas informáticas na ótica do
utilizador;
@ Identificar, caracterizar e distinguir os diferentes 3. Hardware - Introdução básica;
componentes da microinformática;
4. Software - Identificação e caracterização;
5. Técnicas de processamento de texto;
@ Utilizar a nível elementar, as principais ferramentas
informáticas na ótica do utilizador. 6. Técnicas de processamento de folhas de cálculo;

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. MICROINFORMÁTICA – Evolução Histórica


▪O que é informação?
7. Técnicas de criação e apresentação de diapositivos;
Tudo aquilo que permite adquirir qualquer tipo de
8. Fundamentos de armazenamento de dados; conhecimento.
9. Utilização da Internet;
10. Utilização do Correio eletrónico;
▪O que é informática?
11. Impressoras – manuseamento;
Ciência que estuda o tratamento automático e
12. Tipos de impressoras. racional da informação.
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1. MICROINFORMÁTICA – Evolução Histórica 1. MICROINFORMÁTICA – Evolução Histórica


▪Conceitos básicos: ▪Conceitos básicos – Informática:
INFORMÁTICA ▪Entre as principais funções da informática
destacam-se:
Informação + Automática ▪Desenvolvimento de novas máquinas;
▪Desenvolvimento de novos métodos de trabalho;
▪A palavra INFORMÁTICA resulta da junção das ▪Construção de aplicações automáticas;
palavras informação + automática. ▪Melhoria dos métodos e aplicações existentes.

1. MICROINFORMÁTICA – Evolução Histórica 1. MICROINFORMÁTICA – Evolução Histórica


▪Conceitos básicos – Informática: ▪Conceitos básicos – Computador:
▪ O conjunto de equipamentos e componentes funciona com ▪ [Do latim computatore.]. s. m. Aquele que calcula.
base em ordens, escritas e codificadas em linguagens que ▪ Computador eletrónico:
permitem a comunicação entre o utilizador e o ▪ Processador de dados com capacidade de aceitar informações e , com
computador. elas, efetuar operações programadas fornecendo resultados para a
resolução de problemas.
▪ A esses conjuntos de ordens chamamos programas, que são ▪ Divide-se basicamente em 2 grupos:
construídos com base em linguagens de programação. ▪ Computador analógico e Computador digital.
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1. MICROINFORMÁTICA – Evolução Histórica 1. MICROINFORMÁTICA – Evolução Histórica


▪Conceitos básicos – Computador: ▪Conceitos básicos – Computador:
▪O computador é uma máquina eletrónica capaz de: ▪ Os computadores atuais são dispositivos eletrónicos que, sob o comando e
controlo de um programa, executam quatro operações básicas:
▪Receber informações;

▪Submetê-las a um conjunto especifico e pré-determinado


de operações lógicas e aritméticas;
▪ Um sistema computacional é um conjunto de componentes integrados,
funcionando como se fossem um único elemento, tendo como objetivo
▪Fornecer o resultado dessas operações. realizar manipulações com dados de modo a obter uma informação útil.

1. MICROINFORMÁTICA – Evolução Histórica 1. MICROINFORMÁTICA – Evolução Histórica


▪Um pouco de história da computação: ▪E a história começa…
▪ Primeiro ser humano a calcular: pastor de ovelhas. ▪ Ábaco (2500 A.C.): instrumento utilizado para realizar somas
▪ Técnica utilizada: empilhar pedras para o controlo da e subtrações.
quantidade de ovelhas do rebanho.
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▪1642 - Blaise Pascal: máquina de somas. É criada ▪1671 - Gottfried von Leibniz desenvolve uma
a primeira calculadora mecânica do mundo. máquina que efetua multiplicações e divisões.
Antecessora das calculadoras manuais.

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▪Depois, surgem os computadores… ▪1ª geração (Mecânicos e Eletromecânicos)
▪ 1802 - Em França, Joseph Marie Jacquard passou a utilizar
Cartões Metálicos Perfurados para
▪1ª e 2ª geração: analógicos
controlar e automatizar máquinas
de tear.
▪3ª e 4ª geração: digitais
(operações repetitivas e sequênciais).
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1. MICROINFORMÁTICA – Evolução Histórica 1. MICROINFORMÁTICA – Evolução Histórica


▪1ª geração (Mecânicos e Eletromecânicos) ▪1ª geração (Mecânicos e Eletromecânicos)
▪ 1822 - Máquina Diferencial, desenvolvida por um cientista ▪ 1834 - Babbage (conhecido como o “pai do computador”)
inglês chamado Charles Babbage. desenvolveu uma Máquina Analítica capaz de:
▪ Permitia cálculos de funções trigonométricas e logarítmicas, ▪ Executar as quatro operações (somar, dividir, subtrair e multiplicar);
utilizando os cartões de Jacquard. ▪ Armazenar dados numa memória
(até 1000 números de 50 dígitos);
▪ Imprimir resultados.

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▪1ª geração (Mecânicos e Eletromecânicos) ▪1ª geração (Mecânicos e Eletromecânicos)
▪ A companheira de Charles Babbage, a condessa Ada ▪ 1890 - Herman Hollerith utiliza cartões perfurados para
Lovelace torna-se a primeira programadora com o projeto agilizar o censo demográfico dos EUA. Foi a primeira
de uma máquina analítica, que permitia calcular funções utilização dos cartões perfurados.
matemáticas mais complexas do que ▪ O censo que era calculado
as logarítmicas. em 7 anos, foi calculado
em 2 anos e meio.

UFCD 7846 - Informática - Noções Básicas Mar. 2019 I.E..P. – Guarda – Filipe R. Pinto
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1. MICROINFORMÁTICA – Evolução Histórica 1. MICROINFORMÁTICA – Evolução Histórica


▪1ª geração (Mecânicos e Eletromecânicos) ▪1ª geração (Mecânicos e Eletromecânicos)
▪ 1890 - William S. Burroughs, iniciou a produção de uma ▪ 1896 - Hollerith fundou a Tabulating Machine Company
máquina de calcular mecânica que imprimia as parcelas e os para a exploração das suas invenções.
resultados.
▪ 1924 - A empresa teve sucesso depois do
▪ Era comercializada pela empresa que, em 1986, receberia o
seu computador mecânico vencer uma
nome de UNISYS.
concorrência do governo americano,
tornando-se a IBM.

1. MICROINFORMÁTICA – Evolução Histórica 1. MICROINFORMÁTICA – Evolução Histórica


▪1ª geração (Mecânicos e Eletromecânicos) ▪1ª geração (Mecânicos e Eletromecânicos)
▪ Década de 1930: Konrad Zuse constrói uma ▪ 1937: primeiro computador eletromecânico: MARK I
série de máquinas de calcular automáticas ▪ Howard Aiken desenvolve o MARK I, contruído em Harvard.
usando relés (interruptores) eletromagnéticos. ▪ Ficou pronto em 1944. Demorava 6 segundos para executar uma
instrução.
▪ O seu trabalho foi perdido com o bombardeamento da cidade de
Berlim, pelos aliados em 1944. ▪ A entrada e saída eram feitas por meio de uma fita de papel
perfurada. Quando Aiken terminou de construir o MARK II, os
▪ Porém, é considerado um dos pioneiros na Ciências da
computadores a relé já estavam obsoletos.
Computação.
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1. MICROINFORMÁTICA – Evolução Histórica 1. MICROINFORMÁTICA – Evolução Histórica


▪ Ajuda financeira da IBM: US$ 500.000,00 ▪1ª geração (Mecânicos e Eletromecânicos)
▪ Tinha cerca de 15m de comprimento e 2,5m de altura. ▪ 1944: Um projeto britânico, sob a liderança do matemático Alan
▪ Envolvido por uma caixa de vidro e de aço inoxidável. Turing, colocou em operação uma série de máquinas mais
ambiciosas: o COLOSSUS.
▪ 760.000 peças, 800km de fios, 420 interruptores para controlo.
▪ Usada para decifrar os códigos de Hitler.
▪ Realizava uma soma em 0,3s,
▪ Ao invés de relés eletromecânicos,
uma multiplicação em 0,4s e uma
usava 2.000 válvulas eletrónicas.
divisão em cerca de 10s.

1. MICROINFORMÁTICA – Evolução Histórica 1. MICROINFORMÁTICA – Evolução Histórica


▪2ª geração (Válvulas a vácuo) ▪2ª geração (Válvulas a vácuo)
▪ 1946 - 1957: Válvulas Eletrónicas ▪ 1946: Os Estados Unidos criam o ENIAC
(Eletronic Numerical Integrator And Calculator)
▪ Tamanho semelhante ao de uma lâmpada elétrica.
▪ Constituído por 19.000 válvulas, 1.500 relés e diversos
▪ Geravam muito calor, queimando componentes, consumindo cerca de 200 KW de potência.
frequentemente, não se sabendo se ▪ A memória podia registar até 20 números de 10 dígitos cada.
a falha era devida à programação ▪ Fazia 5.000 adições e 360 multiplicações por segundo.
ou à máquina. ▪ Considerado o primeiro computador eletrónico digital.
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1. MICROINFORMÁTICA – Evolução Histórica 1. MICROINFORMÁTICA – Evolução Histórica


▪2ª geração (Válvulas a vácuo) ▪2ª geração (Válvulas a vácuo)
▪ 1946-1957: John von Neumann propõe ▪ 1948: EDVAC - Computador Eletrónico de Variáveis Discretas.
(Eletronic Discrete Variable Computer)
um conceito de programa armazenado.
▪ Primeiro computador a utilizar o conceito

▪ As ideias de von Neumann (ainda hoje utilizadas) fizeram com de programas.


que os computadores pudessem ser programados através de
rotinas de manipulação de dados, que utilizavam instruções ▪ Planeado para acelerar o trabalho, armazenando programas e
próprias do computador. dados na memória interna (conceito de von Neumann).

1. MICROINFORMÁTICA – Evolução Histórica 1. MICROINFORMÁTICA – Evolução Histórica


▪2ª geração (Válvulas a vácuo) ▪2ª geração (Válvulas a vácuo)
▪ 1951: O primeiro computador comercial ▪ 1953: Jay Forrester, do MIT, construiu uma memória magnética
foi entregue a um cliente: UNIVAC menor e mais rápida, a qual substituía as que usavam válvulas
(Universal Automatic Computer), um ENIAC eletrónicas.
modificado. ▪ 1954: A IBM concluiu o primeiro
computador produzido em série, o
▪ 1952: Grace Hopper criou o primeiro compilador e ajudou a IBM 650, que era de tamanho médio.
desenvolver duas linguagens de programação que tornaram os
computadores mais atrativos para o comércio. ▪ Gordon Teal, da Texas Instruments, descobre um meio de fabricar
transístores de cristais isolados de silício de baixo custo.
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▪3ª geração (Transístores) ▪3ª geração (Transístores)
▪ Os cientistas da Bell Lab desenvolveram o transístor, um pequeno ▪ Concluiu-se o primeiro computador transistorizado, elaborado
dispositivo que transfere sinais eletrónicos através de um emissor. pela Bell Laboratories, o TRADIC, com 800 transístores.
▪ A invenção do transístor permitiu a substituição das válvulas, ▪ A partir da criação da técnica de
proporcionando inúmeras vantagens em relação à utilização da circuito impresso, o tamanho dos
energia.
computadores diminuiu.

1. MICROINFORMÁTICA – Evolução Histórica 1. MICROINFORMÁTICA – Evolução Histórica


▪4ª geração (Circuitos integrados) ▪4ª geração (Circuitos integrados)
▪ O Circuito Integrado ou chip, surgiu da ideia de unir transístores ▪ 1964: É lançado o IBM 360, cuja série marcou uma nova
e outros componentes eletrónicos numa única peça. tendência na construção de computadores com o uso de chips.
▪ Os computadores ficam menores e mais rápidos. Chegaram às ▪ Os chips incorporavam, numa peça de
casas e passaram a estar ao alcance de qualquer pessoa. dimensões reduzidas, dezenas
▪ 1958/59: Robert Noyce, Jean Hoerni, de transístores, formando circuitos
Jack Kilby e Kurt Lehovec participam no eletrónicos complexos.
desenvolvimento do CI (Circuito Integrado).
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▪4ª geração (Circuitos integrados) ▪4ª geração (Circuitos integrados – Alta integração)
▪ 1965: A DEC lança o PDP-8, primeiro minicomputador comercial ▪ LSI (Large Scale Integration) - Integração em grande escala:
com preço competitivo. 3.000 a 100.000 transístores/chip.
▪ 1968: Os primeiros computadores ▪ A junção de vários circuitos integrados num só,
com circuito integrado, com
dá origem aos microprocessadores.
sucesso, foram criados pela
▪ Ganho em velocidade, confiabilidade
Burroughs: B2500 e B3500. e armazenamento.
Exemplos: Intel 4004, Intel 8086.

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▪5ª geração? - O futuro… ▪Resumindo…
▪Computador quântico

▪Computador químico*

▪Computação DNA*

▪Computador ótico*
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▪Evolução dos computadores: ▪Evolução dos computadores:
▪ 1990 - Windows 3.0, uma interface gráfica funcional; ▪ 2000 - MS Windows ME;
▪ 1991 - Nasceu o Linux; ▪ 2000 - Mac OS X da Apple. S.O. com interface gráfico baseado em Unix;
▪ 1991 - IBM OS/2 ▪ 2001 - Lançamento do primeiro iPod da Apple;
▪ 1991 - Windows NT; ▪ 2002 - MS Windows XP SP1;
▪ 1995 - Microsoft lança o Windows 95 com suporte Plug and Play; ▪ 2005 - Microsoft apresenta o Windows Vista;
▪ 1996 - Lançamento do Windows NT 4.0; ▪ 2005 - Microsoft lança a Xbox 360, primeiro consola a integrar-se com o PC;
▪ 1998 - Microsoft lança o Windows 98; ▪ 2006 - Lançamento da Playstation 3 (Sony);
▪ 1999 - AMD cria o Athlon; ▪ 2007 - Microsoft lança o Windows Vista para utilizadores “domésticos”;

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▪Evolução dos computadores: ▪Evolução dos computadores:
▪ 2010s – O mundo está interligado e a tecnologia é indispensável. ▪ 20XX – À medida que a tecnologia avança, é possível que dentro de alguns
Surgem os Tablets e o conceito de Nuvem, bem como novas anos, os computadores possam aproximar-se da capacidade humana de
plataformas multimédia. raciocínio, além de novos conceitos digitais.

▪ 2010 - Lançado o Apple Ipad bem como Apps (aplicações) e jogos; ▪ Surgimento da Realidade Virtual e de Hologramas, como os Óculos Rift;

▪ O número de smartphones com acesso à internet e interface, ▪ Biochip, que poderão ser implantados no corpo humano
ultrapassa o de computadores; e gerar imagens digitais;
▪ O conceito de Nuvem, desenvolvido em 2013, permite enviar ▪ Computadores e smartphones feitos de película digital ou mesmo embutidos
ficheiros dos mais variados tipos entre várias plataformas digitais. em roupas e outros acessórios do dia-a-dia.
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1. MICROINFORMÁTICA – Evolução Histórica 1. MICROINFORMÁTICA – Evolução Histórica


▪Tendências dos computadores: ▪Os empreendedores:

2. PRINCIPAIS FERRAMENTAS INFORMÁTICAS NA ÓTICA DO 2. PRINCIPAIS FERRAMENTAS INFORMÁTICAS NA ÓTICA DO


UTILIZADOR UTILIZADOR
▪ A informática constitui atualmente um amplo domínio na
conceção, utilização e manutenção de sistemas ▪ Informática na ótica do utilizador: utilização dos sistemas
informáticos. Esta área subdivide-se em: informáticos, com diversos fins, para a realização de
determinadas tarefas de tratamento da informação.
▪ Informática na ótica do Hardware: conceção e
implementação dos componentes de hardware.
▪ Informática na ótica dos técnicos de informática:
▪ Informática na ótica do Software: conceção e
montagem, manutenção e reparação dos sistemas
desenvolvimento de software necessário ao funcionamento
informáticos.
do hardware.
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2. PRINCIPAIS FERRAMENTAS INFORMÁTICAS NA ÓTICA DO 2. PRINCIPAIS FERRAMENTAS INFORMÁTICAS NA ÓTICA DO


UTILIZADOR UTILIZADOR
▪ São consideradas ferramentas informáticas na ótica do ▪ Programas de apoio às tarefas:
utilizador, as operações efetuadas através de meios ▪Processador de texto;
informáticos (Hardware e Software). O objetivo é a ▪Folha de cálculo;
realização de tarefas de tratamento da informação, como
▪Apresentação de diapositivos;
por exemplo:
▪Bases de dados;
▪Elaboração de documentos;
▪Publicações;
▪Comunicação;
▪Correio eletrónico;
▪Desenho assistido por computador, etc…
▪Entre outros…

2. PRINCIPAIS FERRAMENTAS INFORMÁTICAS NA ÓTICA DO 2. PRINCIPAIS FERRAMENTAS INFORMÁTICAS NA ÓTICA DO


UTILIZADOR UTILIZADOR
▪ Programas de apoio às tarefas: ▪ Programas de apoio às tarefas:
▪ Processador de texto ▪ Folha de cálculo
▪ Possibilita a criação e edição de documentos com aspeto ▪ Possibilita a execução de cálculos, análise de informações
profissional, como cartas e relatórios. através de tabelas e visualização de dados por gráficos.
▪ Alguns exemplos: ▪ Alguns exemplos:
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2. PRINCIPAIS FERRAMENTAS INFORMÁTICAS NA ÓTICA DO 2. PRINCIPAIS FERRAMENTAS INFORMÁTICAS NA ÓTICA DO


UTILIZADOR UTILIZADOR
▪ Programas de apoio às tarefas: ▪ Programas de apoio às tarefas:
▪ Apresentação de diapositivos ▪ Bases de dados
▪ Possibilita a criação e edição de diapositivos para ▪ Possibilita a criação de bases de dados e programas para
apresentações em reuniões, apresentações em público e controlo e gestão de informações.
páginas web.
▪ Alguns exemplos:
▪ Alguns exemplos:

2. PRINCIPAIS FERRAMENTAS INFORMÁTICAS NA ÓTICA DO 2. PRINCIPAIS FERRAMENTAS INFORMÁTICAS NA ÓTICA DO


UTILIZADOR UTILIZADOR
▪ Programas de apoio às tarefas: ▪ Programas de apoio às tarefas:
▪ Publicações ▪ Correio eletrónico
▪ Possibilita a criação de publicações e materiais de marketing ▪ Possibilita o envio e receção de correio em formato
tais como boletins, panfletos, cartazes, etc. eletrónico. Efetua a gestão de agendas, contactos e de
tarefas para o registo de atividades.
▪ Alguns exemplos:
▪ Alguns exemplos:
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2. PRINCIPAIS FERRAMENTAS INFORMÁTICAS NA ÓTICA DO 2. PRINCIPAIS FERRAMENTAS INFORMÁTICAS NA ÓTICA DO


UTILIZADOR UTILIZADOR
▪ Programas de apoio às tarefas: ▪ Programas de apoio às tarefas:
▪ Existem ainda diversos programas para: ▪ Alguns exemplos de Softwares com pacotes completos:
▪Elaborar formulários; Partilhar documentos; Recolher, Organizar e
Localizar informações, etc.
▪ Concluindo, existem diversos Softwares que incluem pacotes
completos, com todos os programas de apoio às referidas tarefas.
▪ Esses Softwares podem ser gratuitos, pagos, de demonstração, etc.
▪ A definição destes Softwares e o que os diferencia, será um tema a
abordar posteriormente, em pormenor, nesta apresentação.

3. HARDWARE – Introdução Básica 3. HARDWARE – Introdução Básica


▪ O surgimento do termo…
▪ Na área da informática, associa-se o conjunto de todos os
▪ Traduções: Hard – Duro, rígido. Ware – Mercadoria, produto.
▪ Hardware – quinquilharias, ferragens…
componentes eletrónicos e mecânicos relacionados com o
▪ No contexto da Informática: equipamento informático.
computador : placa de som, placa de rede, rato, teclado,
monitor, motherboard, colunas, leitor de cd’s, etc.

▪ Obviamente existem diversas definições, mas de uma forma


simples, podemos definir Hardware como sendo toda a
parte física de um sistema computacional.
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3. HARDWARE – Introdução Básica 3. HARDWARE – Introdução Básica


▪ Estrutura básica de um computador: ▪ Estrutura básica de um computador:

1- Monitor 3- Teclado 6- Placa de vídeo 7- Ventilador


9- Leitor de cartões 10-Disco rígido 11- Bateria 12/13- Colunas
14- Derive CD/DVD 15- Motherboard 17- Ventilador
19- Processador 21- Porta USB

3. HARDWARE – Introdução Básica 3. HARDWARE – Introdução Básica


▪Esquema básico de um computador: ▪Como se organiza a informação:
▪ Todos os dados introduzidos no computador (textos,
Ao centro temos a CPU, onde
está o processador (responsável gráficos, desenhos...) são elaborados com base em
por todas as operações) e as programas.
memórias.

Nos dispositivos de entrada ▪ No entanto o computador é incapaz de entender os


(Input) temos, por exemplo, o
rato e o teclado. “símbolos” que utilizamos. Assim sendo, têm de ser
▪ Nos dispositivos de saída (Output) temos, por exemplo, as colunas e o
traduzidos , codificados e descodificados numa linguagem
monitor. própria.
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3. HARDWARE – Introdução Básica 3. HARDWARE – Introdução Básica


▪Como se organiza a informação: ▪Sistema Binário:
▪ Essa linguagem, composta por dois símbolos, 0 e 1, é ▪ É um sistema matemático (composto apenas por zeros e uns)
extremamente simples para o computador, pelo facto de ser utilizado na computação, fundamental para que os dispositivos
composta por conjuntos de 0 e 1. comuniquem entre si.

▪ À referida linguagem damos o nome de código binário e,


com base nela, o computador transforma e codifica toda a
informação.

3. HARDWARE – Introdução Básica 3. HARDWARE – Introdução Básica


▪Sistema Binário – Exemplos: ▪Placa-mãe (Motherboard):
▪ Cálculo para a conversão: ▪ É uma placa de circuitos impressos, que como o próprio nome
indica, ocupa o lugar central na estrutura do computador.
▪ Nessa placa estão inseridos: o processador, as memórias
(excetuando o disco rígido), bem como circuitos integrados e
componentes eletrónicos.
▪ Contém ranhuras onde poderão ser instaladas placas (exemplo: placa
de som, placa de rede, etc) e ligações para os periféricos (rato, teclado,
monitor, etc).
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3. HARDWARE – Introdução Básica 3. HARDWARE – Introdução Básica


▪Placa-mãe (Motherboard): ▪ Unidade Central de Processamento – Processador (CPU):
▪ Circuito integrado de dimensões reduzidas, responsável pelas operações
computacionais. Considerado o “cérebro” do computador.
▪ Está dividido em 3 áreas distintas:
▪ Unidade de Controlo: comanda todas as operações;
▪ Unidade Lógica e Aritmética (ALU): dedicada à manipulação de dados,
cálculos e operações sobre os dados;
▪ Registos: utilizados como pequenas memórias temporárias para os valores
utilizados nas diversas operações.

3. HARDWARE – Introdução Básica 3. HARDWARE – Introdução Básica


▪Memórias: ▪Dispositivos de Armazenamento:
▪ Sendo o computador uma máquina de processamento de dados
(informação), estes necessitam serem guardados temporariamente ou ▪ A importância de guardar um ficheiro?
permanentemente.
▪ Quando se cria um documento, o computador armazena-o na
▪ Ficheiros temporários - são guardados em memória temporária.
pequenas memórias incorporadas na CPU.
▪ Se queremos guardar esse documento para uma futura utilização,
▪ Ficheiros permanentes - ficam guardados devemos guardá-lo no disco rígido ou em outro dispositivo.
numa memória de grandes dimensões ▪ Se não o guardarmos, o documento perder-se-á, no caso de haver
(atualmente Gigabytes ou mais): o disco rígido. uma falha de corrente ou quando se desligar o computador.
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3. HARDWARE – Introdução Básica 3. HARDWARE – Introdução Básica


▪Dispositivos de Armazenamento ▪Dispositivos de Armazenamento
▪Suportes de informação: ▪Suportes de informação:
▪ Têm como função guardar informação. Sendo alguns destes ▪ Disco rígido externo: suporte idêntico ao anterior. Como o
suportes de característica amovível, permitem transportar a próprio nome indica a diferença é que está no exterior do
mesma informação. computador.
▪ Disco rígido (HD): é um suporte de armazenamento de ▪ PenDrive: são dispositivos amovíveis de fácil
grandes quantidades de informação que se encontra transporte, utilizados para médias/grandes
inserido no interior do computador. quantidades de informação.

3. HARDWARE – Introdução Básica 3. HARDWARE – Introdução Básica


▪Equipamentos Periféricos ▪Equipamentos Periféricos
▪Dispositivos (Unidades) de Entrada e Saída: ▪Dispositivos (Unidades) de Entrada e Saída:
▪ São dispositivos que, interna ou externamente leem, ▪ Periféricos de Saída (Output) - permitem a apresentação da
armazenam e apresentam a informação. Proporcionam a informação para o exterior.
troca de informação com o exterior. Mediante o sentido do
fluxo da informação, subdividem-se em: ▪ Periféricos de Entrada/Saída (Input/Output) – Fornecem a
▪ Periféricos de Entrada (Input) – dispositivos através dos informação ao computador e permitem
quais a informação é fornecida ao computador. a apresentação da mesma para o exterior.
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3. HARDWARE – Introdução Básica 3. HARDWARE – Introdução Básica


▪ Periféricos (Dispositivos) de Entrada (Input): ▪ Periféricos (Dispositivos) de Saída (Output):

3. HARDWARE – Introdução Básica 3. HARDWARE – Introdução Básica


▪ Periféricos (Dispositivos) de Entrada/Saída (Input/Output): ▪Resumindo:
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4. SOFTWARE – Identificação e Caracterização 4. SOFTWARE – Identificação e Caracterização


▪ É considerado Software, toda a parte lógica correspondente ao ▪ Nunca será demais relembrar…
conjunto de instruções e de dados processados pelos circuitos de
Hardware. Traduções: Soft – Suave, macio. Ware – Mercadoria, produto. Em
Informática: programa /aplicativo informático.

▪ Também em relação a este tema encontramos várias definições.


Consideramos que é o conjunto de programas instalados num
computador e que permitem ao utilizador a realização de todo o
tipo de tarefas.
▪ De uma forma muito simples, pode dizer-se que o Software é a
parte lógica de um sistema informático.

4. SOFTWARE – Identificação e Caracterização 4. SOFTWARE – Identificação e Caracterização


▪Existem dois tipos de Software: ▪Alguns exemplos de Sistemas Operativos (S.O.):
@ Software de Sistema @ Software de Aplicação ▪ MS-DOS, Unix , Windows (Windows 1.0, Windows 2.0, Windows 3.0,
Windows 3.1, Windows 95, Windows NT, Windows 98, Windows Me,
▪Software de Sistema: Windows 2000, Windows XP, Windows 2003, Windows Vista, Windows 7,
▪ Fundamental para o funcionamento do computador e responsável, Windows 8, Windows 10)
entre outras coisas, por gerir os recursos de hardware.
▪ Linux (Alinex, Mandriva,
▪ O melhor exemplo para este tipo de Software, é o Sistema Fedora, Suse, Caixa Mágica, Ubuntu, etc.)
Operativo (S.O.) de um computador.
▪ Mac OS (Tiger, Leopard, Phanter, etc.)
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4. SOFTWARE – Identificação e Caracterização 4. SOFTWARE – Identificação e Caracterização


▪Sistema Operativo (S.O.): ▪Funções do Sistema Operativo (S.O.):
▪ Trata-se de um conjunto de programas responsáveis ▪ 1. Gerir as trocas de dados entre os vários componentes de
pelo controlo e gestão do hardware. hardware e o processador;
▪ Apesar de ser considerado Software, supervisiona ▪ 2. Otimizar a instalação da memória do computador;
constantemente todos os programas em
▪ 3. Definir as regras de funcionamento para o Software em geral;
funcionamento.
▪ 4. Disponibilizar ao utilizador um conjunto de programas e
▪ Podemos considerar que é o primeiro programa a ser iniciado
ferramentas que facilitem a gestão do sistema e da informação;
automaticamente e o último a ser encerrado, sendo que, durante o
seu funcionamento, permite ao utilizador interagir com a máquina. ▪ 5. Enviar mensagens informativas e/ou de erro para o exterior.

4. SOFTWARE – Identificação e Caracterização 4. SOFTWARE – Identificação e Caracterização


▪Modelo de organização de informação: ▪Princípios básicos da utilização do S.O.:
▪ Ficheiro (File) - elemento base da organização da informação. ▪ Pastas e ficheiros:
Toda a informação guardada nos dispositivos de ▪ Podemos criar uma analogia, de um escritório com o
armazenamento, é organizada em ficheiros. Cada ficheiro tem ambiente de trabalho do S.O., para perceber como um
um identificador, ou seja o nome pelo qual é conhecido, além computador gere a informação e organiza os dados.
de outras características.
▪ Diretório/Pasta (Directory/Folder ) - Cada pasta pode conter
▪ O armário será o Disco rígido, as gavetas as Pastas e os
outras pastas, organizando-se de forma hierárquica, começando
documentos serão os Ficheiros.
sempre pela “raiz” do dispositivo de armazenamento.
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4. SOFTWARE – Identificação e Caracterização 4. SOFTWARE – Identificação e Caracterização


▪Princípios básicos da utilização do S.O.: ▪Princípios básicos da utilização do S.O.
▪ Pastas e ficheiros: ▪ Pastas e ficheiros:
▪ Por norma, em qualquer sistema operativo, há uma pasta de ▪ Por uma questão de organização (não obrigatório!), os documentos
“Documentos” ou “Os Meus Documentos”, local onde e ficheiros pessoais, sejam ficheiros de texto, folhas de cálculo,
normalmente se guardam ficheiros e documentos pessoais. imagens, vídeos, entre outros, são guardados nas respetivas pastas
do diretório “Documentos” ou “Os Meus Documentos”.
▪ Todas as restantes são pastas específicas referentes ao
▪ De igual modo, a instalação de um programa pode fazer-se em
Sistema Operativo ou ao restante Software que está qualquer localização, embora seja conveniente a instalação na
instalado no computador. localização “Computador -> Disco Local (C:) -> Programas”.

4. SOFTWARE – Identificação e Caracterização 4. SOFTWARE – Identificação e Caracterização


▪Como já foi referido anteriormente, existem dois tipos ▪Software de Aplicação:
de Software:
▪ O Software de Aplicação engloba todos os programas que
@ Software de Sistema @ Software de Aplicação permitem ao utilizador efetuar as mais diversas tarefas. Os
chamados programas de apoio às tarefas, tema já abordado
▪Software de Aplicação: anteriormente nesta apresentação.
▪ É representado pelo conjunto de programas que permitem ao ▪ Alguns exemplos: processadores de texto, folhas de cálculo,
computador executar tarefas práticas e úteis no dia-a-dia do apresentações eletrónicas, bases de dados, programas de
utilizador. navegação na Internet (browsers), etc.
▪ Estes programas são por vezes designados por aplicações.
11/04/2019

4. SOFTWARE – Identificação e Caracterização 4. SOFTWARE – Identificação e Caracterização


▪Software - Alguns exemplos de licenças de Software: ▪Software - Alguns exemplos de licenças de Software:
▪ O que é uma licença de Software? ▪ Software Livre: disponibilizado gratuitamente engloba qualquer
programa que pode ser usado, copiado, modificado e redistribuído.
▪ Podemos considerar que uma licença de Software é uma
A maioria dos Softwares livres é licenciada como GNU, GPL ou BSD.
autorização de utilização a ser aplicada a um computador.
▪ A denominada licença, é utilizada como uma ferramenta que obriga ▪ GPL: Licença Pública Geral (GNU) acompanha os pacotes
o utilizador a cumprir as Leis de Direito de Autor em relação ao distribuídos pelo Projeto GNU (General Public License). É a mais
Software. utilizada, sendo adotada pelo Linux. Impede que o Software seja
▪ Estas leis são aplicadas ao uso doméstico, em rede e empresarial. integrado num Software proprietário e garante os direitos de autor.

4. SOFTWARE – Identificação e Caracterização 4. SOFTWARE – Identificação e Caracterização


▪Software - Alguns exemplos de licenças de Software: ▪Software - Alguns exemplos de licenças de Software:
▪ BSD: impõe poucas restrições sobre as formas de uso, alterações e ▪ Software proprietário: é aquele cuja cópia, redistribuição ou
redistribuição do Software, sendo também chamada de Copycenter. modificação são proibidos pelo autor num determinado grau. Será
O programa pode ser vendido e não precisa incluir o código fonte. necessário solicitar autorização ou pagar pela utilização. Poderá ser
Addware, Freeware, Shareware, Trial ou Demoware.
▪ Software em Domínio Público: o autor do Software abdica da
propriedade do programa e este torna-se um bem comum, ou seja, ▪ Addware: O Software pode ser instalado de forma gratuita, pois
não possui copyright. No entanto o autor pode impor restrições no exibe publicidades das empresas que financiaram o seu
que diz respeito a modificações no programa. desenvolvimento, pagando pela publicação neste tipo de
programas.
11/04/2019

4. SOFTWARE – Identificação e Caracterização 4. SOFTWARE – Identificação e Caracterização


▪Software - Alguns exemplos de licenças de Software: ▪Software - Alguns exemplos de licenças de Software:
▪ Freeware: Software de uso livre, completos, sem custos de ▪ Trial: versão de teste. Disponibiliza algumas funções,
licença, normalmente sem garantia de manutenção ou geralmente por 30 dias, para que o utilizador teste o programa,
atualização. e saber se atende às suas necessidades.
▪ Shareware: Software disponibilizado gratuitamente por um
período de tempo ou com algumas restrições nas suas ▪ Demoware: versão de demonstração, semelhante ao Trial. A
funcionalidades. Para utilizá-lo durante mais tempo será sua utilização é de tempo limitado ou apenas com algumas
necessário pagar pela sua licença. funções disponíveis.

4. SOFTWARE – Identificação e Caracterização 4. SOFTWARE – Identificação e Caracterização


▪Programas e aplicações nativas do MS Windows:
▪Software - Alguns exemplos de licenças de Software:
▪ Ao adquirir o S.O. MS Windows, temos ao dispor várias
▪ Software Comercial: Software desenvolvido com o objetivo de
ferramentas/aplicações para as mais diversas funções. Alguns
obtenção de lucros.
exemplos:
▪ Open Source: o Software de Código Aberto é aquele que ▪Windows Media Player (leitor de multimédia);
disponibiliza o seu código fonte restringindo-se aos termos ▪Paint (criar desenhos numa área em branco ou em imagens);
técnicos da questão. Pode ser livre, ou proprietário. É como um
▪Calculadora (modo básico ou científico);
Software Freeware, permitindo modificações e melhorias. As
alterações do código fonte devem disponibilizar o novo código ▪Bloco de Notas (escrever e guardar pequenas notas de texto
simples);
gratuitamente.
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4. SOFTWARE – Identificação e Caracterização 5. TÉCNICAS DE PROCESSAMENTO DE TEXTO


▪Programas e aplicações nativas do MS Windows: ▪ Um PROCESSADOR (ou editor) DE TEXTO
▪ WordPad (processador de texto); é um programa de computador destinado
a editar e visualizar ficheiros de texto.
▪ Internet Explorer ou Edge (navegador de internet - Browser);
▪ Utiliza os recursos existentes no computador permitindo a execução
▪ Jogos (Diversos e já possível jogar em tempo real com outros de tarefas que seriam difíceis ou mesmo impossíveis de realizar
jogadores); numa máquina de escrever.
▪ Firewall (funciona como um “porteiro”. Controla tudo o que ▪ Numa máquina de escrever moderna, até poderíamos repetir um
pretende entrar no sistema. Exemplo: ao instalar um programa, por texto já escrito ou apagar algo, só que os processadores de texto
vezes a Firewall alerta e questiona se queremos continuar o vão muito além disso.
processo).

5. TÉCNICAS DE PROCESSAMENTO DE TEXTO 5. TÉCNICAS DE PROCESSAMENTO DE TEXTO


▪ O PROCESSADOR DE TEXTO apresenta um conjunto ▪ Funções especiais de um Processador de Texto:
de recursos que facilitam o trabalho e  Memorizar e recuperar texto  Colunas e tabelas
contribuem para o enriquecimento visual dos documentos.
 Correção ortográfica e sinónimos  Numeração automática de secções
▪ Ajuda-nos a criar documentos bem estruturados e com uma
 Documentos múltiplos e janelas  Notas
apresentação atraente. Modelos temáticos, capas, estilos de
cabeçalhos e rodapés, ilustrações, etc.  Funções matemáticas  Referências cruzadas

▪ Permite a utilização imediata de símbolos, funções, tabelas, formas  Visualização do documento final  Índices automáticos
geométricas e gráficos, bem como, incluir um conjunto de índices  Gráficos  Formulários
automáticos e editor de equações matemáticas completo.  Importação/exportação
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5. TÉCNICAS DE PROCESSAMENTO DE TEXTO 5. TÉCNICAS DE PROCESSAMENTO DE TEXTO


▪ Exemplo de alguns programas de ▪ De entre todos os exemplos existentes, a abordagem, no nosso
caso, será sobre o Microsoft Word.
Processador (editor) de Texto:

▪ Existem diversas versões deste software que ainda são diariamente utilizadas.
Nesta apresentação será feito uma abordagem à versão MS Word 2013 e/ou
MS Word 2016.
▪ Nesta fase iremos abordar de forma teórica algumas das ferramentas básicas
bem como, algumas de utilização menos comum.
▪ Todas essas ferramentas serão posteriormente abordadas em sessões
práticas referentes ao MS Word.

5. TÉCNICAS DE PROCESSAMENTO DE TEXTO 5. TÉCNICAS DE PROCESSAMENTO DE TEXTO


▪ Ao iniciar o MS Word a primeira janela terá o seguinte aspeto: ▪ Ao selecionar “Documento em branco” surge o Ambiente de trabalho do MS
Word:
11/04/2019

5. TÉCNICAS DE PROCESSAMENTO DE TEXTO 5. TÉCNICAS DE PROCESSAMENTO DE TEXTO


▪ Descrição de algumas ferramentas ▪ Seguidamente iremos mencionar e analisar algumas
▪ Criação, gravação e edição de documentos: funcionalidades. Todas elas , bem como outras menos
usuais, serão abordadas em sessões de formação prática.
▪Comando Novo ▪ Ferramentas de edição mais específicas na Formatação de
documentos:
▪Comando Abrir
▪ Seleção de texto:
▪Comando Guardar
▪ No Word, todas as funções de formatação, devem ser feitas depois
▪Comando Guardar Como do texto estar escrito, selecionando posteriormente o texto
pretendido.

5. TÉCNICAS DE PROCESSAMENTO DE TEXTO 5. TÉCNICAS DE PROCESSAMENTO DE TEXTO


▪ Formatar: ▪ Ferramenta Pincel:
▪ A maioria das funções de formatação de texto pode ser feita com o ▪ Utilizada para copiar formatos.
rato, após selecionar o texto. Podemos formatar letras, palavras, ▪ Clicar ou selecionar a frase/palavra que desejamos copiar o formato
parágrafos, etc. e em seguida clicar na ferramenta pincel.
▪ Destacar palavras: ▪ Deslocamos o rato na nova palavra/frase e clicando, sobre a
mesma, conseguimos a cópia do formato.
▪ Podemos dar ênfase a palavras ou frases num texto alternando os
atributos dos caracteres com, itálico, sublinhado, ou qualquer ▪ Inserir qualquer tipo de Ilustrações:
conjugação entre estes.
▪ Separador Inserir, grupo Ilustrações.
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5. TÉCNICAS DE PROCESSAMENTO DE TEXTO 5. TÉCNICAS DE PROCESSAMENTO DE TEXTO


▪ Ferramenta Anular ou Repetir operação: ▪ Espaçamento entre linhas:
▪ Utilizada para corrigir operações indevidas. ▪ Selecionar o texto.
▪ Separador Base , grupo Parágrafo e escolher o espaçamento
desejado.
▪ Marcas e Numeração:
▪ Caso seja executada alguma formatação, alinhamento, eliminado
algo, etc., que não deveria ter sido feito, poderá ser usada a ▪ Usados para formar listas com itens.
referida ferramenta para reverter o erro. ▪ Selecionar o texto, no separador Base clicar no ícone Marcas,
Numeração ou Lista.

5. TÉCNICAS DE PROCESSAMENTO DE TEXTO 5. TÉCNICAS DE PROCESSAMENTO DE TEXTO


▪ Nota de rodapé e de fim – (referências ao texto): ▪ Cabeçalhos, Rodapés e Números de Página:
▪ São introduzidas a partir da respetiva opção no separador ▪ Os documentos têm área (normalmente invisíveis) de cabeçalhos e
Referências. As notas são automaticamente numeradas e é alterada de rodapé, no inicio e no final de cada página, respetivamente.
toda a numeração sequencial caso, seja eliminada uma das notas
▪ Estas áreas são úteis para colocar referências comuns a todas as
ou sejam colocadas notas adicionais entre as já existentes no texto.
páginas do documento. Pode ser uma imagem, texto, etc.
▪ Podem também ser dinâmicas, como por exemplo: número de
página, que o Word atualiza automaticamente ao longo do
documento.
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5. TÉCNICAS DE PROCESSAMENTO DE TEXTO 5. TÉCNICAS DE PROCESSAMENTO DE TEXTO


▪ Cabeçalhos, Rodapés e Números de Página: ▪ Orientação da Página:
▪ Procedimento: aceder ao separador Inserir, escolher o ícone ▪ Por predefinição o Word apresenta uma página na vertical.
correspondente da área Cabeçalho e Rodapé. Podemos no entanto assumir a posição horizontal, mais vantajosa
para alguns documentos, como apresentações, desdobráveis ou
▪ Podemos definir diferentes cabeçalhos e rodapés para diferentes
brochuras.
páginas do mesmo documento. Para tal é necessário utilizar as
quebras de secção , no separador Esquema de Página. ▪ Procedimento: separador Esquema de Página, grupo Configurar
Página, ícone Orientação.

5. TÉCNICAS DE PROCESSAMENTO DE TEXTO 5. TÉCNICAS DE PROCESSAMENTO DE TEXTO


▪ Margens: ▪ Texto em colunas:
▪ Qualquer que seja o formato da página é importante determinar as ▪ Clique no separador Esquema de página onde deverá encontrar o
margens do documento, podendo assim definir o espaço útil usado ícone colunas.
pelo texto na página.
▪ Separador Esquema de página, clicar em Margens para aceder a
uma lista de margens predefinidas. ▪ Pode optar pelo numero de colunas escolhidas por defeito ou
▪ É aconselhável saber a impressora selecionar a opção “Mais colunas”, que lhe irá apresentar uma
que se está a usar pois poderá nova janela com uma serie de opções para a formatação das
não ser imprimir para além de determinados valores. mesmas colunas.
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6. TÉCNICAS PROCESSAMENTO DE FOLHAS DE CÁLCULO 6. TÉCNICAS PROCESSAMENTO DE FOLHAS DE CÁLCULO


▪ A Folha de Cálculo é utilizada para manipular tabelas de dados, ▪ Exemplo de alguns programas de
principalmente numéricos, possibilitando a criação de relatórios e
Folha de Cálculo:
gráficos.
▪ Analisa e controla tanto despesas domésticas como complexos
cálculos industriais, por exemplo, nas seguintes áreas:
▪Administrativa (folha de pagamentos, salários, contabilidade, …);
▪Financeira (análise de investimentos, custos, …);
▪Produção (controlo de produtividade, stocks, …);
▪Comercial (encomendas, vendas, variação de preços, …).

6. TÉCNICAS PROCESSAMENTO DE FOLHAS DE CÁLCULO 6. TÉCNICAS PROCESSAMENTO DE FOLHAS DE CÁLCULO


▪ Folha de Cálculo – MS Excel ▪ Folha de Cálculo – MS Excel
▪ O Excel é um software que permite criar tabelas, calcular e analisar ▪ Folha de cálculo = área/ folha de trabalho; enorme tabela ou folha
dados. quadriculada, dividida em linhas e colunas;
▪ Criar tabelas que calculam automaticamente os totais de valores ▪ Colunas: dispostas na vertical (letras); Linhas: dispostas na
numéricos introduzidos, imprimir tabelas em esquemas atrativos e
criar gráficos simples. horizontal (números); Célula: espaço onde se introduzem dados
que se trabalham; (intersecção coluna/linha);

Célula = linha + coluna.


11/04/2019

6. TÉCNICAS PROCESSAMENTO DE FOLHAS DE CÁLCULO 6. TÉCNICAS PROCESSAMENTO DE FOLHAS DE CÁLCULO


▪ Iniciar um documento: ▪ Formatar um documento:
▪ Exemplo: a Célula A4 (na figura abaixo) contém o valor 10 e a Célula ▪ A formatação das tabelas é feita através dos diferentes separadores
D2 contém o texto “Valor total”. e grupos, tal como os existentes no MS Word.
▪ Através deles podemos obter tabelas com limites, preenchimentos,
texto e números formatados de variadíssimas formas. Exemplo:
▪ Informações da mesma categoria são digitadas na mesma Coluna
(no exemplo, a coluna B é a descrição do produto; a Coluna C é o valor
unitário).
▪ Podemos no entanto agrupar as informações por linha ou por
outras formas mais convenientes para cada caso.

6. TÉCNICAS PROCESSAMENTO DE FOLHAS DE CÁLCULO 6. TÉCNICAS PROCESSAMENTO DE FOLHAS DE CÁLCULO


▪ Inserir e Excluir Folhas: ▪ Trabalhar com Linhas e Colunas
▪ O Excel apresenta, inicialmente, 1 ou mais folhas. ▪ Para Inserir e Excluir Linhas e Colunas:
▪ Caso seja necessário podemos eliminar ou inserir folhas: ▪ Separador base, grupo Células, selecione o local adequado e clicar
na ferramenta Inserir, Inserir Linhas na Folha ou Inserir Colunas na
▪ Ao clicar com o botão direito do rato sobre
Folha.
as folhas existentes, temos acesso a
várias opções (ver a imagem)
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6. TÉCNICAS PROCESSAMENTO DE FOLHAS DE CÁLCULO 6. TÉCNICAS PROCESSAMENTO DE FOLHAS DE CÁLCULO


▪ Alterar a Altura e Largura de Linhas e Colunas:
▪ A definição de tamanho é extremamente comum para as linhas e
colunas.
▪ As linhas e colunas podem ter a altura aumentada ou diminuída.
▪ Para alterar a altura de uma linha ou largura de uma coluna:
apontar o rato entre as linhas 1 e 2, clicar e arrastar para alterar a
altura da linha ou apontar o rato entre as
colunas A e B, clicar e arrastar para alterar
a largura da coluna.

6. TÉCNICAS PROCESSAMENTO DE FOLHAS DE CÁLCULO 6. TÉCNICAS PROCESSAMENTO DE FOLHAS DE CÁLCULO


▪ Operadores: ▪ Exemplo 1 de operações básicas:
▪ No exemplo que se segue , bastaria colocar na coluna D do Total o
valor da coluna B multiplicado pelo valor da coluna C. (350x1,30,…)
▪ Na linha 5, a soma dos valores das respetivas colunas (B e C).
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6. TÉCNICAS PROCESSAMENTO DE FOLHAS DE CÁLCULO 6. TÉCNICAS PROCESSAMENTO DE FOLHAS DE CÁLCULO


▪ Exemplo 2 de operações básicas: ▪ Exemplo 2:
▪ Controlar a faturação de uma empresa que vende quatro produtos.
▪ Definimos onde cada informação será
colocada, mas sem a digitar.
Vamos registrar a faturação de cada
um dos quatro produtos, mês a mês,
e a partir dessa informação efetuar os cálculos.

6. TÉCNICAS PROCESSAMENTO DE FOLHAS DE CÁLCULO 6. TÉCNICAS PROCESSAMENTO DE FOLHAS DE CÁLCULO


▪ Exemplo 2 de operações básicas: ▪ Exemplo 2 de operações básicas:
▪ As informações serão digitadas da célula B4 até a célula E15. Na ▪ Escrever as fórmulas para calcular a faturação total mensal (coluna
célula B4 será digitado a faturação do mês de janeiro F). Essa faturação é a soma dos valores vendidos de cada produto.
correspondente a engrenagens; na célula C4, a faturação de janeiro
▪ A faturação total de janeiro (célula F4) será a soma da faturação de
de parafusos; na célula B5, a faturação de fevereiro de
cada produto nesse mês (da célula B4 até a E4). Portanto, na célula
engrenagens, e assim por diante.
F4 vamos digitar a seguinte fórmula:
▪ As informações da coluna F, faturação mensal total, e as
informações da linha 17, faturação anual por produto, serão
calculadas automaticamente.
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6. TÉCNICAS PROCESSAMENTO DE FOLHAS DE CÁLCULO 6. TÉCNICAS PROCESSAMENTO DE FOLHAS DE CÁLCULO


▪ Exemplo 2 de operações básicas: ▪ Exemplo 2 – Função SOMA:
▪ A fórmula da célula F5 é muito parecida com a fórmula da célula F4 ▪ Quando a fórmula for extensa, usar a função SOMA que soma
e o mesmo acontece com todas as células, até F15. Seria bastante todas as células especificadas.
trabalhoso digitar a mesma fórmula 12 vezes, vamos copiá-la.
▪ Na célula B17, a fórmula será:
▪ Coloque o cursor no canto inferior direito da
▪ A notação B4:B15 indica que devem ser
célula. Ao aparecer uma cruz preta pressione
utilizadas todas as células entre B4 até B15.
o cursor e arraste até à célula desejada.
▪ Serão assim somados os valores de todas as
células e o resultado aparecerá na célula B17.

6. TÉCNICAS PROCESSAMENTO DE FOLHAS DE CÁLCULO 6. TÉCNICAS PROCESSAMENTO DE FOLHAS DE CÁLCULO


▪ Exemplo 2 - Função SOMA: ▪ Utilização de funções:
▪ É preciso copiar a fórmula para as células de C17, D17 e E17. Ao ▪ As funções de uma folha de cálculo são comandos mais compactos
usar o procedimento anterior, o programa ajusta as referências das e rápidos para se executar fórmulas. É possível efetuar operações
colunas automaticamente. complexas com uma única fórmula.
▪ Após copiar a fórmula para a coluna C17, temos =Soma(C4:C15); na ▪ As funções são agrupadas em categorias, para ser mais fácil a sua
célula D17 teremos =Soma(D4:D15), e assim por diante. localização, sendo que também facilitam o trabalho com folhas de
cálculo especializadas.
▪ A folha está completa, basta digitar os valores para cada mês e para
cada tipo de produto, das linhas 4 a 15, das colunas B a E. Os ▪ Funções matemáticas (calcular a resistência de um material), ou
valores da linha 17 e da coluna F, aparecem automaticamente. Funções financeiras (elaborar o balanço de uma empresa).
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6. TÉCNICAS PROCESSAMENTO DE FOLHAS DE CÁLCULO 6. TÉCNICAS PROCESSAMENTO DE FOLHAS DE CÁLCULO


▪ Utilização de funções: ▪ Utilização de funções – Função MÉDIA:
▪ Entre as diversas funções, destacam-se: ▪ Funções lógicas – Para comparar células e apresentar valores que
não podem ser calculados com fórmulas tradicionais.
▪ Funções financeiras – calculo de juros, rendimento de aplicações,
depreciação de ativos, etc.
▪ Para dar um exemplo, vamos usar a função estatística MÉDIA numa
▪ Funções matemáticas e trigonométricas – calculo de raiz quadrada,
folha que controla a nota dos alunos de uma escola.
fatorial, seno, tangente, etc.
▪ Funções estatísticas – calculo de média de valores, valores ▪ Se a média for superior a 5, o aluno é aprovado; caso contrário, é
máximos e mínimos de uma lista, desvio padrão, distribuições, etc. reprovado. A função calcula a média das células indicadas.

6. TÉCNICAS PROCESSAMENTO DE FOLHAS DE CÁLCULO 6. TÉCNICAS PROCESSAMENTO DE FOLHAS DE CÁLCULO


▪ Utilização de funções – Função MÉDIA: ▪ Utilização de funções – Função MÉDIA:
▪ As notas foram digitadas nas colunas de B até E. As médias são ▪ Digite a fórmula =Média(B3:E3) na célula F3.
calculadas e colocadas na coluna F, utilizando a função MÉDIA.
▪ É indicado o próximo passo, ou seja o cálculo da média das células
de B3 a E3 (a média de B3, C3, D3 e E3).
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6. TÉCNICAS PROCESSAMENTO DE FOLHAS DE CÁLCULO 6. TÉCNICAS PROCESSAMENTO DE FOLHAS DE CÁLCULO


▪ Inserir e Excluir Gráficos: ▪ Inserir e Excluir Gráficos: IMPORTANTE
▪ O MS Excel apresenta um excelente recurso para a criação de ▪ Antes de fazer qualquer tipo de gráfico é necessário selecionar pelo
Gráficos: separador Inserir. Para inserir um gráfico, selecionar a menos um grupo de textos para representar a legenda e, um ou
área com os dados a apresentar. Selecionar, inclusive, os dados a mais grupos de números, para elaborar o gráfico.
serem apresentados como gráfico e os que representam a legenda.
▪ No exemplo anterior (Exemplo 2): Selecionar os meses que irão
▪ O MS Excel identifica dentro da área selecionada o que irá ser representar a legenda e, mantendo a tecla CTRL pressionada,
apresentado como legenda e como gráfico. selecionar os valores que irão representar o gráfico.
▪ O programa “entende” que a área selecionada está disposta ▪ Clicar no separador Inserir e escolher um modelo de gráfico, mais
segundo padrões que facilitam a identificação dos elementos. adequado, ao contexto abordado na tabela em questão.

7. TÉCNICAS DE CRIAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE DIAPOSITIVOS 7. TÉCNICAS DE CRIAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE DIAPOSITIVOS


▪ As ferramentas de criação de apresentações destinam-se ▪ Exemplo de alguns programas de
essencialmente à comunicação, tendo como finalidade a criação,
manipulação e apresentação de variadíssimos conteúdos; Apresentação de Diapositivos:
▪ Substitui os “velhos” acetatos sendo uma ferramenta auxiliar de
comunicação/apresentação;
▪ Deve destacar os pontos-chave cruciais da comunicação oral;
▪ Oferece maior interatividade, maior controlo, dá maior realce aos
pontos essenciais, melhorando a gestão do tempo e duração da
comunicação, sendo que é muito mais atrativo visualmente.
11/04/2019

7. TÉCNICAS DE CRIAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE DIAPOSITIVOS 7. TÉCNICAS DE CRIAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE DIAPOSITIVOS


▪ Nesta apresentação será abordado o MS PowerPoint. ▪ Ambiente de trabalho do MS PowerPoint:
▪ Ecrã de inicio:

7. TÉCNICAS DE CRIAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE DIAPOSITIVOS 7. TÉCNICAS DE CRIAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE DIAPOSITIVOS


▪ Alguns aspetos a considerar: ▪ “Regra” 10-20-30:
▪ Para elaborar apresentações não existem propriamente “regras” ▪ 10 - Dez é o número máximo de diapositivos que a apresentação
rígidas a cumprir, mas sim algumas orientações e “dicas” deve ter, sendo difícil reter com eficácia além desse número.
importantes que devem ser consideradas.
▪ 20 – Tempo ideal, sem que a atenção do público alvo se disperse,
▪ O conhecimento do tema é um aspeto imprescindível. pelo que, o ideal será, cada tema ter a duração de 20 minutos.
▪ Uma referência muitas vezes considerada é a de Guy Kawasaki (Site ▪ 30 – Será o tamanho ideal do tipo de letra a utilizar, facilitando a
Oficial de Kawasaki - http://www.guykawasaki.com/) , com a sua regra 10-20-30 leitura e permitindo assim focar os temas e as ideias.
para apresentações de sucesso.
▪ Esta “regra” de Kawasaki é uma mera sugestão, sendo que existem
outras normas/dicas importantes na elaboração de apresentações.
11/04/2019

7. TÉCNICAS DE CRIAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE DIAPOSITIVOS 7. TÉCNICAS DE CRIAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE DIAPOSITIVOS


▪ Princípios gerais a considerar: ▪ Fundo da Apresentação:
▪Dominar o tema; ▪ Utilizar nos diapositivos um fundo, com um estilo global, que já
▪Usar o mínimo de texto possível; exista nas opções ao dispor.
▪Expor uma única ideia por diapositivo;
▪Expor uma única ilustração por diapositivo;
▪Ser consistente e coerente; ▪ A utilização de cores escuras são as mais eficazes. São confortáveis
visualmente e oferecem um contraste suficiente para texto e
▪Evitar utilizar demasiada animação;
imagens. Cores brilhantes e claras são por norma visualmente
▪Treinar e rever a apresentação antes de a divulgar. cansativas.

7. TÉCNICAS DE CRIAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE DIAPOSITIVOS 7. TÉCNICAS DE CRIAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE DIAPOSITIVOS


▪ Formato: ▪ Texto:
▪ O formato deverá ser semelhante ao de um livro, ou seja, deverá ▪ Não utilizar muito texto, deixando demasiado espaço
existir coerência tipográfica de modo a que cada diapositivo entre as letras e as linhas.
estabeleça ligação com o seguinte.
▪ Utilizar palavras-chave do conteúdo que pretende apresentar.
▪ Utilizar maiúsculas apenas para Títulos, Anotações, Cabeçalhos
e/ou para dar ênfase a conceitos importantes.
▪ É da máxima importância ser coerente, pelo que deverá ser ▪ Não sublinhar o texto para lhe dar ênfase. Em alternativa, usar
mantido o mesmo estilo durante toda a apresentação. texto em Itálico, mudar o tamanho do texto, utilizar uma cor
diferente ou utilizar maiúsculas.
11/04/2019

7. TÉCNICAS DE CRIAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE DIAPOSITIVOS 7. TÉCNICAS DE CRIAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE DIAPOSITIVOS


▪ Texto: ▪ Fonte:
▪ Nunca reduzir o espaçamento entre linhas para ▪ Alguns tipos de fonte “diferentes” podem não estar instalados nos
poder introduzir mais texto. computadores onde a apresentação será executada, correndo o
risco de se perder a formatação pretendida.
▪ Optar por não escolher o alinhamento ao centro por dificultar a
leitura, sendo o alinhamento à esquerda a melhor opção. ▪ Não utilizar mais de 2 fontes por diapositivo e mais 3 fontes por
apresentação.
▪ Fonte:
▪ Usar o itálico, o bold ou MAIÚSCULAS para
▪ Usar um tipo de letra standard do Windows como por exemplo o
realçar algo, para tal evitar a utilização de
Arial, Calibri ou Verdana.
um novo Tipo de letra.

7. TÉCNICAS DE CRIAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE DIAPOSITIVOS 7. TÉCNICAS DE CRIAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE DIAPOSITIVOS


▪ Cores: As cores ajudam a: - Apontar diferenças ▪E ainda…
- Atrair a atenção - Despertar sensações ▪ Utilizar animações controladas e simples;
▪ Restringir o número de cores; máximo de 4 cores por diapositivo.
▪ Evitar animações demasiadas agressivas, coloridas e
▪ Dar preferência a cores suaves, por serem mais eficazes do que dinâmicas, correndo o risco de se tornar cansativo;
cores com um grande contraste. Evitar textos a azul pois são de
difícil leitura.
▪ Uma boa apresentação deverá ser “curta”,
interessante e cativante;
▪ Evitar o verde e vermelho juntos. Coerência na utilização das cores.
▪ Possibilitar a interação com o público alvo;
▪ Estabelecer mudanças subtis para dar ênfase, sem grandes
contrastes, sendo mais agradável à vista. ▪ As transições devem ser simples e rápidas.
11/04/2019

WEBGRAFIA
▪ www.forma-te.com
▪ pt.wikipedia.org/
▪ pt.scribd.com
▪ www.microsoft.com/portugal
▪ pt.slideshare.net

UFCD 7846 - Informática - Noções Básicas Mar. 2019 I.E.F.P. – Guarda – Filipe R. Pinto

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