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RESUMO DAS PROFESSORAS: ALINE, ANA PAULA, CLÉIA E LEIDE

DAIANA

A Pedagogia da Neurociência

Ensinando o cérebro e a mente

Os desafios da neurociência para a escola.

Os processos de aprendizagem acontecem desde muito cedo na vida da criança


através de intervenções neurofisiológicas e neuropsicológicas, contando também com
significativas contribuições do ambiente que são inseridas necessitando de funções
cerebrais e mentais. Um bebê desde o útero da mãe reconhece a sua voz, e absorve os
sons do ambiente. O amadurecimento do cérebro se da progressivamente com o
amadurecimento da capacidade mental, se desenvolvendo simultaneamente desde a
concepção da criança e a qualquer momento durante o decorrer de sua vida.

O cérebro precisa receber nutrientes como glicose e oxigênio para seu completo
desenvolvimento e crescimento, porém necessita também de cuidados psicoafetivos
para que não sofra danos futuros, agressões, hostilidade e abuso podem causar
anormalidades e danos cerebrais, prejudicando imensamente o desenvolvimento da
criança.

Porém um cérebro com pleno funcionamento que foi devidamente estimulado e


apresenta-se bem estruturado não é garantia de aprendizagem, o que pode ocorrer, por
exemplo, no caso da dislexia que é uma dificuldade no processamento fonológico e
nível neurológico.

Um ambiente enriquecido juntamente com mente, pensamento e as emoções tem


um impacto importante no desenvolvimento de cada pessoa. E ainda desenvolver-se
segundo a necessidade do mercado exige apenas desenvolvimento intelectual com
execução de planos e metas incluídos como funções executivas que amadurecem
tardiamente na idade adulto jovem. Porém, as ações educacionais, brincadeiras infantis,
atividades recreativas, sociais e acadêmicas ajudam a modelar essas funções e auxiliam
no desenvolvimento da criança.

Quando as funções executivas são bem desenvolvidas, o aluno é capaz de ser


independente, superar seus limites, utilizando habilidades para aprender.

Para um funcionamento psíquico perfeito, o sistema neural interconectado em


rede permite que se conceba um contínuo entre os processos cognitivos e afetivos. O
pensar e o sentir foram apresentados como universos separados, porém, em sala de aula
é possível observar que o conhecimento afetivo requer ações cognitivas e da mesma
forma, as ações cognitivas exigem os aspectos afetivos. Sobre esse aspecto Arantes
(2002, p.1) comenta
[...] não existe uma aprendizagem
meramente cognitiva ou racional, pois os
alunos e as alunas não deixam os aspectos
afetivos que compõem sua personalidade do
lado de fora da sala de aula, quando estão
interagindo com os objetos do conhecimento,
ou não deixam “latentes” seus sentimentos,
afetos e relações interpessoais quanto pensam.

Assim, aceitar esses processos cognitivos e afetivos na educação abre caminhos


para se compreender o psiquismo humano e consequentemente a compreensão da
realidade.

ABERTURA AO NOVO

A palavra mudança, dependendo do contexto que se emprega, pode ter


diferentes sentidos. Esta palavra e um de seus significados pode representar de alguma
forma o título a cima, em especial quando falamos em Educação.
Mudanças muitas vezes se fazem necessárias, seja de vida, aquisição de novos
hábitos, estar aberto para aprender e reaprender de maneiras diferentes o que já
sabemos, buscando novo estilo de vida, fazer uma revisão de valores, regras e atitudes
de nós enquanto seres sencientes e sapientes. Temos capacidade e disposição para nos
abrir ao novo. Nesta busca/mudança ao novo podemos englobar desde os níveis de
cortesia, socialização até o sentido técnico que se refere ao processo contínua de
desenvolvimento das faculdades físicas, intelectuais do ser humano, a fim de melhorar e
se aprimorar, de integrar-se na sociedade ou no seu próprio grupo. Tudo é um processo
possível, mas passivo se não estivermos abertos a mudanças. A vida está aí sorrindo
para nós todos os dias, nos convidando a viver, explorar, experimentar, imaginar.
Dando-nos oportunidades infinitas.

AUTOGESTÃO

Autogestão, se emprega bem o termo e suas ações quando nos referimos à


escola, gestores, discentes e docentes. Ambiente este que requer dos profissionais que
nela atuam tomada de decisões com determinação, organização, responsabilidade e
foco para um melhor resultado dos objetivos propostos. Uma característica de
autogestão revelam traços desafiadores aos envolvidos em um processo de estruturação
mas ao mesmo tempo deve refletir atenção e gentileza. Deve-se estar disposto e ciente
do que implica suas decisões e articulações dentro do contexto que se encontrar. Sendo
mediador e ágil nas decisões e execuções a serem desenvolvidas e concluídas.
RELATÓRIO ENGAJAMENTO COM OS OUTROS/
AMABILIDADE/RESILIÊNCIA EMOCIONAL

É importante para nós profissionais da educação e de outras áreas, adquirir novas


experiências, habilidades e competências, através do embasamento teórico e pesquisas
em fontes seguras, e principalmente nas relações entre as outras pessoas onde haja um
engajamento positivo através da troca de experiências, para que ocorra as interações
sociais produtivas e prazerosas onde as pessoas se sintam motivadas, capazes de
expressar e transmitir seus conhecimentos sobre vários temas com habilidade,
expressividade, possibilitando que todos possam refletir e opinar colocando suas ideias,
sentimentos e desejos em discussão.

Várias competências como amabilidade, empatia, respeito e confiança visam


auxiliar no desenvolvimento nos aspectos físicos, sociais, afetivos e cognitivos das
pessoas, é de grande importância sermos empáticos saber lidar com as emoções,
respeitarmos as diferenças de modo verdadeiro, nos sensibilizar diante de possíveis
erros sempre dar a oportunidade de refletir com calma e atenção.

Para alcançar o sucesso profissional e pessoal, é preciso saber lidar com nossos
sentimentos como frustações, ansiedades e raiva, para isso é preciso sermos tolerantes
com nós mesmos e com os outros, alcançar a autoconfiança acreditar na nossa
capacidade de espalhar o amor com responsabilidade e entusiasmo.