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ESPECÍFICO AGENTE DE FISCALIZAÇÃO DE TRÂNSITO

1. Sobre a veiculação de mensagens educativas de trânsito é correto afirmar o seguinte:


a) toda peça publicitária destinada à divulgação de veículos rodoviários automotores, nos meios de comunicação
social, incluirá, obrigatoriamente, mensagem educativa de trânsito a ser conjuntamente veiculada.
b) as campanhas de educação no trânsito podem ser realizadas somente na Semana Nacional de Trânsito.
c) as regras para as peças publicitárias destinadas a divulgação e promoção de produto oriundo da indústria
automobilística ou afim, são válidas apenas para as modalidades outdoor, televisão e jornal.
d) é opcional, quando se tratar de publicidade veiculada em outdoor instalado à margem de rodovia, fora da
respectiva faixa de domínio.
e) em caso de reincidência na veiculação de publicidade feita em desacordo com as condições estabelecidas no
CTB, é prevista multa com valor dez vezes superior.

2. Uma pesquisa realizada pelo DETRAN/PA apontou um alto índice de acidentes envolvendo motociclistas e indicou
que as irregularidades mais comumente cometidas por motociclistas da região metropolitana de Belém e alguns
municípios do interior do Estado são o desuso do capacete, o transporte de crianças e bebês e a condução de
motocicletas por pessoas sem habilitação. O setor responsável pela educação no trânsito elaborou campanha com
mensagem educativa. A alternativa correta é:
a) É permitido o transporte de crianças em motocicletas somente a partir dos cinco anos.
b) Motociclista, o capacete de seu passageiro é opcional, mas o seu é obrigatório.
c) Atenção motociclista! Conduzir veículo sem possuir Permissão para Dirigir ou CNH é infração grave.
d) Para conduzir qualquer veículo é obrigatório possuir habilitação.
e) Motociclista, mantenha o farol da motocicleta sempre aceso: de dia e à noite, na cidade ou na estrada.

3. Sobre habilitação de condutores considere as afirmativas a seguir:


I. Categoria C - condutor de veículo motorizado utilizado em transporte de carga, cujo peso bruto total exceda a três
mil e quinhentos quilogramas.
II. Uma das exigências para habilitar-se para condução de ônibus, o candidato deverá estar habilitado no mínimo
há dois anos na categoria B, ou no mínimo há um ano na categoria C.
III. Normatizar os procedimentos sobre aprendizagem, habilitação e expedição de documentos de condutores é
competência do CONTRAN.
IV. Os exames de habilitação, exceto os de direção veicular, poderão ser aplicados por entidades públicas ou
privadas credenciadas pelo órgão executivo de trânsito dos estados e do Distrito Federal, de acordo com as normas
estabelecidas pelo CONTRAN.
Está correto o que se afirma em
a) I, II e IV.
b) I, III e IV.
c) I, II e III.
d) II, III e IV.
e) I, II, III e IV.

4. Compete ao órgão máximo executivo de trânsito da União coordenar a administração do registro das infrações
de trânsito, da pontuação e das penalidades aplicadas no prontuário do infrator. De acordo com o CTB, são
consideradas penalidades
a) advertência por escrito e retenção do veículo.
b) cassação da Permissão para Dirigir e recolhimento do Certificado de Registro.
c) multa e cassação da Carteira Nacional de Habilitação.
d) frequência obrigatória em curso de reciclagem e remoção do veículo.
e) advertência por escrito e recolhimento da Carteira Nacional de Habilitação.

5. De acordo com o CTB, é considerada uma infração de natureza leve


a) conduzir veículo sem os documentos de porte obrigatório.
b) conduzir o veículo com dispositivo anti-radar.
c) deixar de dar preferência de passagem nas interseções com sinalização de regulamentação de Dê a
Preferência.
d) desobedecer às ordens emanadas da autoridade competente de trânsito ou de seus agentes.
e) estacionar o veículo nas esquinas e a menos de cinco metros do bordo do alinhamento da via t ransversal.

6. No Brasil, os atropelamentos produzem um número expressivo de vítimas fatais de acidentes de trânsito. Em


situações de conflito grave com os veículos, a solução são passagens para os pedestres, e o seu uso elim ina a
possibilidade de acidentes. A obra de arte destinada à transposição de vias, em desnível aéreo, e ao uso de
pedestres é denominada de
a) passeio. b) passarela. c) calçada. d) passagem subterrânea. e) passagem de nível.

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7. Onde não houver linha regular de ônibus, a autoridade com circunscrição sobre a via poderá autorizar, a título
precário, o transporte de passageiros em veículo de ______________, desde que obedecidas as condições de
segurança estabelecidas no CTB e pelo CONTRAN. A autorização não poderá exceder a ______________ .
As lacunas são corretamente preenchidas por
a) tração, doze meses.
b) carga ou misto, doze meses.
c) tração, dois anos.
d) misto, dois anos.
e) carga ou misto, dois anos.

8. Bloquear a via com veículo e conduzir o veículo com equipamento ou acessório proibido são, respectivamente,
infrações de naturezas
a) gravíssima e gravíssima.
b) grave e gravíssima.
c) gravíssima e grave.
d) grave e grave.
e) grave e média.

9. Sobre mobilidade, qualidade de vida e cidadania, que é tratada na Política Nacional de Trânsito, é correto
afirmar o seguinte:
a) longe dos grandes centros também vivem pessoas que se locomovem, muitas vezes em condições precárias,
sobre lombos de animais, em carrocerias de pequenos veículos, a pé, em vias inadequadas, mas não fazem part e
da política de trânsito por terem mais condições de segurança.
b) a mobilidade do cidadão no veículo, centrada nas pessoas que transitam e não na maneira como transitam, é
ponto principal a ser considerado, quando se abordam as questões do trânsito.
c) a violência no trânsito e a drástica redução da qualidade de vida no meio urbano são consequência direta dos
problemas industriais.
d) o direito de todos os cidadãos de ir e vir, de ocupar o espaço público e de conviver socialmente nesse espaço,
são princípios fundamentais para compreender a dimensão do significado expresso na palavra trânsito.
e) o trânsito está associado, de forma preponderante e única, à ideia de fluidez, de ser relacionado apenas aos
condutores de veículos automotores.

10. Na Política Nacional de Trânsito são detalhadas suas diretrizes gerais em específicas. Analise o quadro abaixo
e relacione cada diretriz geral com sua respectiva diretriz específica.
Diretrizes gerais
I. Aumentar a segurança de trânsito.
II. Promover a educação para o trânsito.
III. Garantir a mobilidade e acessibilidade com segurança e qualidade ambiental a toda população.
IV. Fortalecer o sistema nacional de trânsito.
Diretrizes específicas
( ) Estimular a fiscalização para coibir o transporte ilegal de passageiros.
( ) Promover a melhoria nas condições físicas e de sinalização do sistema viário, considerando calçadas e passeios.
( ) Promover a criação de indicadores que permitam avaliar a qualidade do trânsito.
( ) Promover a educação para o trânsito abrangendo toda a população, trabalhando princípios, cidadania, valores,
conhecimentos, habilidades e atitudes favoráveis à locomoção.
A sequência correta é
a) IV, I, II e III.
b) III, I, IV e II.
c) IV, I, III e II.
d) III, I, II e IV.
e) I, IV, III e II.

11. Sobre a educação para o trânsito, de grande importância na sociedade atual, é correto afirmar que
a) a violência no trânsito, ocasionada sobretudo pelo fator falha humana, é passível de ser reduzida com
educação.
b) a educação no trânsito envolve, genericamente, conhecimento, treinamento e convencimento, sendo
necessário que seja dirigida exclusivamente aos educadores.
c) mídia, família, amigos, crianças e idosos podem ser envolvidos no processo de educação para o trânsito, desde
que façam cursos específicos no DENATRAN.
d) conhecer as regras de circulação deve começar quando o indivíduo for tirar sua carteira nacional de habilitação
com o curso de direção defensiva.
e) o álcool e as demais drogas causam reações que modificam o comportamento das pessoas, mas não
comprometem seu reflexo ou a atenção no trânsito.

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12. A Política Nacional de trânsito quando se refere ao transporte e ao trânsito aborda questões fundamentais.
Considere as afirmativas a seguir.
I. A adaptação das cidades para o uso intensivo do automóvel tem levado à violação da natureza, das áreas
residenciais e de uso coletivo.
II. Acomodar, com qualidade e eficiência, a crescente população, os seus deslocamentos e o aumento da frota de
veículos, é um desafio.
III. A estatística nacional de acidentes de trânsito no Brasil é precisa e completa, refletindo de forma fidedigna a
insegurança da população.
Está correto o que se afirma em
a) I.
b) II.
c) III.
d) I e II.
e) II e III.

13. No cotidiano, o cidadão assume diversos papéis no trânsito, e em diferentes momentos pode ser pedestre,
passageiro e condutor. É correto afirmar que
I. a convivência harmoniosa entre os cidadãos no espaço urbano envolve educação, responsabilidade e
conscientização;
II. o pedestre é o elemento mais frágil no trânsito, por isso todas as campanhas educativas são voltadas a el e;
III. todo cidadão é pedestre e passageiro, por isso deve saber mais sobre regras de circulação e ser mais
responsável do que um condutor.
Está/Estão correto(s) o(s) item/itens
a) I.
b) II.
c) I e II.
d) II e III.
e) I, II e III.

14. Sobre os objetivos da Política Nacional de Mobilidade Urbana, disposta na Lei 12587, considere as afirmativas
a seguir.
I. Reduzir as desigualdades e promover a supressão social.
II. Promover o acesso aos serviços básicos e equipamentos sociais.
III. Proporcionar melhoria nas condições urbanas da população no que se refere à acessibilidade e à mobilidade.
IV. Consolidar a gestão democrática como instrumento e garantia da construção contínua do aprimoramento da
mobilidade urbana.
Estão corretos os itens
a) I e II.
b) I e III.
c) II e III.
d) II, III e IV.
e) I, III e IV

15. Educar para o trânsito vai muito além de saber mecanismos pedagógicos. Desta forma, o profissional que atua
nesta área deve entender que a educação para o trânsito
I. tem como foco o ser humano, e trabalha a possibilidade de mudança de valores, comportamentos e atitudes;
II. deve envolver conhecimentos ambientais, de uso do solo, engenharia de tráfego e prediais de emergência;
III. é considerada eficaz na medida em que a população alvo se conscientiza do seu papel como protagonista no
trânsito e modifica comportamentos indevidos.
Está/Estão correto(s) o(s) item/itens
a) I.
b) I e II.
c) I e III.
d) II e III.
e) I, II e III.

16. Um condutor recebeu notificação de autuação de infração por transitar com velocidade superior à máxima
permitida. A notificação indica que a infração é de natureza grave e a velocidade considerada para efeito de
autuação é de 115 km/h. A velocidade máxima permitida na via é de
a) 40km/h.
b) 50km/h.
c) 60 km/h.
d) 70 km/h.

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e) 80 km/h.

17. Segundo o CTB, é competência do Conselho Nacional de Trânsito – CONTRAN – fixar as metas de redução
dos índices de mortos no trânsito para cada estado da Federação e para o Distrito Federal, mediante propostas
fundamentadas dos CETRAN, do CONTRANDIFE e do Departamento de Polícia Rodoviária Federal, no âmbito das
respectivas circunscrições. O estabelecimento de metas tem como objetivo geral
a) apresentar dados estatísticos em novembro, durante a Semana Nacional de Trânsito.
b) reduzir à metade, no mínimo, ao final do prazo de dez anos, o índice nacional de mortos por grupo de veículos
e o índice nacional de mortos por grupo de habitantes.
c) submeter propostas ao CONTRAN e aos CETRAN.
d) submeter relatório analítico a respeito do cumprimento de ações, projetos e programas ao final de 4 anos.
e) apresentar a metodologia para a coleta e o tratamento dos dados estatísticos de 5 em 5 anos.

18. De janeiro a julho deste ano aconteceram 14.002 acidentes no Pará. É o equivalente a uma batida a cada 20
minutos. E 666 acidentes provocaram mortes". Por G1 Pará — Belém. (Disponível em:https://g1.globo.com/pa/
para/noticia/2018/09/20/mais-de-4-mil-processos-de-crimes-de-transitoforam-parar-na-justica-do-pa-em-
2018.ghtml). Segundo o CTB, em casos de homicídio culposo, é correto afirmar que
a) a pena é de detenção, de cinco a oito anos, se o agente conduzir veículo automotor sob a influência de álcool.
b) a pena é de reclusão se o agente deixar de prestar imediato socorro à vítima, quando possível fazê-lo sem risco
pessoal.
c) a pena é de reclusão, de cinco a oito anos, se o agente conduzir veículo automotor sob a influência de álcool ou
de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência.
d) a pena de detenção, de um ano e meio, se o agente deixar de prestar imediato socorro à vítima, quando
possível fazê-lo sem risco pessoal.
e) a pena é de detenção, de seis meses a um ano mais multa, se o agente conduzir veículo automotor sob a
influência de álcool.

19. Proximus é habilitado para conduzir veículos automotores e pretende realizar uma viagem de lazer ao município
H, distante cerca de duzentos quilômetros do seu ponto de partida. Constata, porém, que seu tanque de combustível
estava preenchido pela metade do total possível.
Nos termos do Código de Trânsito Brasileiro, Proximus, como condutor, deve verificar a existência de combustível
suficiente para chegar ao:
a) meio da viagem
b) local de destino
c) ponto determinado de parada
d) posto de combustível credenciado
e) primeiro posto de abastecimento

20. Paulo conduz seu irmão Pedro para o aeroporto e, ao chegar na área destinada ao desembarque, necess ita sair
do veículo para auxiliar seu irmão no translado das malas. No caso de desembarque, segundo o Código de Trânsito
Brasileiro:
a) o passageiro deve realizar o desembarque no lado da calçada
b) o condutor deve descer no lado da calçada quando estiver chovendo
c) o passageiro pode descer ou não do lado da calçada
d) o passageiro deve decidir na hora do desembarque se desce do lado da calçada
e) o condutor deve buscar a autoridade de trânsito para definir o lado da calçada

Respostas 01: 02: 03: 04: 05: 06: 07: 08: 09: 10: 11: 12: 13:
14: 15: 16: 17: 18: 19: 20:

21. R. pretende levar alguns animais que integram o seu rebanho de bovinos pela rodovia T em direção a uma
fazenda próxima. Nesse caso, segundo o Código de Trânsito Brasileiro, os animais só poderão circular:
a) acompanhados de autoridades de trânsito
b) com certificados de propriedade
c) devidamente identificados
d) em grupos de dez animais
e) conduzidos por um guia

22. Creonte deseja utilizar mais comumente a sua motoneta que ganhou de presente de natal. Além da habilitação
específica, Creonte deve observar, na condução de sua motoneta, segundo o Código de Trânsito Brasileiro, que é
necessário:
a) usar calçados leves
b) acessar velocidade ilimitada

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c) segurar o guidom com as duas mãos
d) vestir-se de acordo com a temperatura
e) usar carro lateral de apoio

23. Um agente de trânsito fez o registro da autuação não flagrante de um veículo estacionado no canteiro central.
Relatou à autoridade no próprio auto de infração, informando, como pede o Código de Trânsito Brasileiro, os
seguintes dados:
a) tipificação da infração; local e data do cometimento da infração; caracteres da placa de identificação do veículo,
sua marca e espécie; e o prontuário do condutor.
b) local, data e hora do cometimento da infração; tipificação da infração; caracteres da placa de identificação do
veículo, sua marca e espécie; e a assinatura do infrator valendo esta como notificação do cometimento da
infração.
c) o número do documento do carro; prontuário do condutor; tipificação da infração; e o cometimento da infração.
d) prontuário do condutor; assinatura do infrator; local e data do cometimento da infração; e o número do
documento do carro.
e) tipificação da infração; local, data e hora do cometimento da infração; caracteres da placa de identificação do
veículo, sua marca e espécie, e outros elementos julgados necessários à sua identificação.

24. Administrar fundo de âmbito nacional destinado a segurança e a educação de trânsito e elaborar e distribuir
conteúdos programáticos para a educação de trânsito são competências do
a) DETRAN.
b) SETRAN.
c) CONTRAN.
d) órgão máximo executivo de trânsito da União.
e) órgão máximo executivo de trânsito dos estados.

25. De acordo com o CTB, os CETRAN terão suporte técnico e financeiro dos
a) DETRAN.
b) DENATRAN.
c) CONTRAN.
d) estados e municípios.
e) SETRAN.

26. Laura está conduzindo seu veículo automotor em via urbana quando é surpreendida por retenção no trânsito.
No local, existe variada sinalização, inclusive luminosa. Em determinado momento, a condutora do veículo avista
uma autoridade de trânsito que faz gestos de desvio do tráfego. Nos termos do Código de Trânsito Brasileiro, tem
prevalência:
a) os sinais luminosos
b) as sirenes dos prédios
c) as indicações verticais
d) os semáforos ligados
e) as ordens do agente de trânsito

27. Amanda conduz seu automóvel para a inspeção veicular determinada pelas regras de trânsito. Na inspeção, o
veículo foi reprovado na inspeção de segurança e na de emissão de gases poluentes e ruído. Nesse caso, nos
termos do Código de Trânsito Brasileiro, ocorrerá:
a) nova reavaliação
b) retenção do veículo
c) advertência verba
d) outorga de prazo para regularização
e) convocação do fornecedor automobilístico

28. Bianca é responsável pelo departamento de propaganda da sociedade empresária XS, que atua na indústria
automobilística. Nos termos do Código de Trânsito Brasileiro, no setor automobilístico, a divulgação de produto nos
meios de comunicação social incluirá, obrigatoriamente, a veiculação conjunta de mensagem:
a) de otimismo
b) de notícias
c) de incentivo aos esportes
d) educativa de trânsito
e) em prol dos carentes sociais

29. Basel está organizando sua microempresa de prestação de serviços e busca adquirir ou alugar veículos de
cargas e de passageiros. Nos termos do Código de Trânsito Brasileiro, é considerado veículo de carga:
a) bonde b) ônibus c) automóvel d) bicicleta e) carro de mão
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30. O uso do etilômetro como medidor de teor alcoólico no ar alveolar é um procedimento adotado pelas autoridades
de trânsito e seus agentes na fiscalização do consumo de álcool. Considere as afirmativas a seguir.
I. Para medição realizada inferior a 0,40mg/L o erro máximo admissível será de 0,034mg/L
II. A utilização do teste com etilômetro em fiscalização não é considerado prioritário.
III. De acordo com os "Tabela de Valores Referenciais para Etilômetro", o resultado do Valor Considerado deve
considerar apenas duas casas decimais, desprezando-se as demais, sem arredondamento.
Está correto o que se afirma em
a) III.
b) II.
c) I.
d) I e II.
e) I e III.

31. Uma via urbana arterial tem sinalização regulamentadora de velocidade de 30 km/h apenas no trecho onde está
localizada uma escola de ensino fundamental e no restante da via não há sinalização regulamentadora de
velocidade. Um automóvel particular com velocidade de 75km/h acessa esta via 1 km após a localização da escola
e trafega por ela num percurso de 2km com a mesma velocidade. É correto afirmar o seguinte:
a) o condutor não cometeu infração.
b) onde não existe sinalização a velocidade máxima permitida é de 80km/h.
c) os veículos podem trafegar com qualquer velocidade quando inexiste sinalização regulamentadora de
velocidade.
d) o condutor cometeu infração por excesso de velocidade.
e) de acordo com o CTB, a velocidade deve ser entre 30 e 40 km/h ao longo de vias que têm estabelecimentos de
ensino.

32. Embora o Código de Trânsito Brasileiro – CTB – e todo o arcabouço jurídico que abrange o Sistema Nacional
de Trânsito seja consistente, caso ocorram situações imprevistas, a atribuição de estudar os casos omissos na
legislação de trânsito e submetê-los, com proposta de solução, ao Ministério ou órgão coordenador máximo do
Sistema Nacional de Trânsito cabe ao
a) órgão máximo executivo de trânsito da União.
b) órgão máximo executivo de trânsito dos estados, no âmbito de sua circunscrição.
c) Conselho Estadual de Trânsito.
d) CONTRANDIFE.
e) CONTRAN.

33. Para desviar de um congestionamento no trânsito, um motociclista trafega em um quarteirão sobre a calçada,
transportando passageiro sem o capacete de segurança. O condutor cometeu duas infrações, respectivamente, de
natureza
a) gravíssima e gravíssima.
b) gravíssima e grave.
c) grave e grave.
d) gravíssima e média.
e) grave e média.

34. Compete às Juntas Administrativas de Recursos de Infrações – JARI – julgar os recursos interpostos pelos
infratores. Julgar os recursos interpostos contra decisões das JARI é uma competência do(a)
a) DETRAN.
b) SEMOB.
c) Câmara Temática.
d) CETRAN.
e) SETRAN.

35. Uma pista de 8km destinada à circulação de ciclos, separada fisicamente do tráfego comum pela vegetação, é
classificada como
a) ciclofaixa.
b) ciclopista.
c) ciclovia.
d) faixa de trânsito.
e) rodovia.

36. De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, quanto à disposição geral sobre os crimes cometidos na
direção de veículos automotores, é correto afirmar o seguinte:

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a) a suspensão ou a proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor pode ser
imposta como penalidade principal, isolada ou cumulativamente com outras penalidades.
b) se o réu for reincidente na prática de crime previsto neste código, o juiz poderá aplicar a penalidade de
suspensão da permissão ou habilitação para dirigir veículo automotor, sem prejuízo das demais sanções penais
cabíveis.
c) a penalidade de multa reparatória consiste no pagamento, mediante transferência bancária em favor da vítima.
d) ao condutor de veículo, nos casos de acidentes de trânsito de que resulte vítima, não se imporá a prisão em
flagrante, nem se exigirá fiança se prestar pronto e integral socorro à vitima.
e) transitada em julgado a sentença condenatória, o réu será intimado a entregar à autoridade judiciária, em vinte
e quatro horas, a permissão para dirigir ou a carteira de habilitação.

37. De acordo com o artigo 328 do Código de Trânsito Brasileiro, o veículo apreendido ou removido a qualquer
título e não reclamado por seu proprietário dentro do prazo de sessenta dias contados a partir da data de
recolhimento será avaliado e levado a leilão. Com relação a esse caso é correto afirmar o seguinte:
a) o leilão deve ser realizado preferencialmente por meio eletrônico.
b) publicado o edital do leilão, a preparação poderá ser iniciada após quinze dias, contados da data de
recolhimento do veículo.
c) se não houver oferta igual ou superior ao valor da avaliação, o lote será incluído no leilão seguinte, quando será
arrematado pelo maior lance, desde que por valor não inferior a setenta por cento do avaliado.
d) mesmo classificado como conservado, o veículo que for levado a leilão por três vezes e não for arrematado
será leiloado como sucata.
e) a cobrança das despesas com estada no depósito será limitada ao prazo de três meses.

38. Analise as afirmativas sobre Normas Gerais de Circulação e Conduta.


I. A circulação do trânsito de veículos far-se-á pelo lado direito da via, sem exceções.
II. O condutor, antes de efetuar uma ultrapassagem, deverá certificar-se de que quem o precede na mesma faixa
de trânsito não haja indicado o propósito de ultrapassar um terceiro.
III. Os veículos de transporte coletivo regular de passageiros, quando circularem em faixas a eles destinadas, e os
ciclos motorizados deverão utilizar-se de farol de luz baixa durante o dia e a noite.
IV. A operação de carga ou descarga será regulamentada pelo órgão ou entidade com circunscrição sobre a via e
é considerada estacionamento.
Estão corretas as afirmativas
a) I e II. b) I e III. c) II e III. d) III e IV. e) II, III e IV.

39. As motocicletas e motonetas destinadas ao transporte remunerado de mercadorias, denomin adas


______________, exigem inspeção_____________ para verificação dos equipamentos obrigatórios e de segurança
e registro como veículos da categoria_____________ .
Os termos que tornam a afirmação correta são, respectivamente
a) moto-fretes, semestral, de aluguel.
b) motoboys, anual, de aluguel.
c) moto-fretes, anual, particular.
d) motoboys, semestral, particular.
e) moto-fretes, anual, de aluguel.

40. As autoridades de trânsito e seus agentes na fiscalização do consumo de álcool ou de outra substância
psicoativa que determine dependência, utilizam o teste de etilômetro. Para preenchimento do campo “Valor
Considerado” do auto de infração, observando as margens de erro admissíveis, é correto afi rmar que o valor
considerado
a) é a medição realizada subtraída do erro mínimo admissível.
b) é o erro máximo admissível sobre a medição realizada.
c) é o erro mínimo admissível sobre a medição realizada.
d) é a medição realizada subtraída do erro máximo admissível.
e) é a medição realizada somada do erro mínimo admissível.

Respostas 21: 22: 23: 24: 25: 26: 27: 28: 29: 30: 31: 32: 33:
34: 35: 36: 37: 38: 39: 40:

21. R. pretende levar alguns animais que integram o seu rebanho de bovinos pela rodovia T em direção a uma
fazenda próxima. Nesse caso, segundo o Código de Trânsito Brasileiro, os animais só poderão circular:
a) acompanhados de autoridades de trânsito
b) com certificados de propriedade
c) devidamente identificados
d) em grupos de dez animais
e) conduzidos por um guia
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22. Creonte deseja utilizar mais comumente a sua motoneta que ganhou de presente de natal. Além da habilitação
específica, Creonte deve observar, na condução de sua motoneta, segundo o Código de Trânsito Brasileiro, que é
necessário:
a) usar calçados leves
b) acessar velocidade ilimitada
c) segurar o guidom com as duas mãos
d) vestir-se de acordo com a temperatura
e) usar carro lateral de apoio

23. Um agente de trânsito fez o registro da autuação não flagrante de um veículo estacionado no canteiro central.
Relatou à autoridade no próprio auto de infração, informando, como pede o Código de Trânsito Brasileiro, os
seguintes dados:
a) tipificação da infração; local e data do cometimento da infração; caracteres da placa de identificação do veículo,
sua marca e espécie; e o prontuário do condutor.
b) local, data e hora do cometimento da infração; tipificação da infração; caracteres da placa de identificação do
veículo, sua marca e espécie; e a assinatura do infrator valendo esta como notificação do cometimento da
infração.
c) o número do documento do carro; prontuário do condutor; tipificação da infração; e o cometimento da infração.
d) prontuário do condutor; assinatura do infrator; local e data do cometimento da infração; e o número do
documento do carro.
e) tipificação da infração; local, data e hora do cometimento da infração; caracteres da placa de identificação do
veículo, sua marca e espécie, e outros elementos julgados necessários à sua identificação.

24. Administrar fundo de âmbito nacional destinado a segurança e a educação de trânsito e elaborar e distribuir
conteúdos programáticos para a educação de trânsito são competências do
a) DETRAN.
b) SETRAN.
c) CONTRAN.
d) órgão máximo executivo de trânsito da União.
e) órgão máximo executivo de trânsito dos estados.

25. De acordo com o CTB, os CETRAN terão suporte técnico e financeiro dos
a) DETRAN. b) DENATRAN. c) CONTRAN. d) estados e municípios. e) SETRAN.

26. Laura está conduzindo seu veículo automotor em via urbana quando é surpreendida por retenção no trânsi to.
No local, existe variada sinalização, inclusive luminosa. Em determinado momento, a condutora do veículo avista
uma autoridade de trânsito que faz gestos de desvio do tráfego. Nos termos do Código de Trânsito Brasileiro, tem
prevalência:
a) os sinais luminosos
b) as sirenes dos prédios
c) as indicações verticais
d) os semáforos ligados
e) as ordens do agente de trânsito

27. Amanda conduz seu automóvel para a inspeção veicular determinada pelas regras de trânsito. Na inspeção, o
veículo foi reprovado na inspeção de segurança e na de emissão de gases poluentes e ruído. Nesse caso, nos
termos do Código de Trânsito Brasileiro, ocorrerá:
a) nova reavaliação
b) retenção do veículo
c) advertência verba
d) outorga de prazo para regularização
e) convocação do fornecedor automobilístico

28. Bianca é responsável pelo departamento de propaganda da sociedade empresária XS, que atua na indústria
automobilística. Nos termos do Código de Trânsito Brasileiro, no setor automobilístico, a divulgação de produto
nos meios de comunicação social incluirá, obrigatoriamente, a veiculação conjunta de mensagem:
a) de otimismo
b) de notícias
c) de incentivo aos esportes
d) educativa de trânsito
e) em prol dos carentes sociais

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29. Basel está organizando sua microempresa de prestação de serviços e busca adquirir ou alugar veículos de
cargas e de passageiros. Nos termos do Código de Trânsito Brasileiro, é considerado veículo de carga:
a) bonde
b) ônibus
c) automóvel
d) bicicleta
e) carro de mão

30. O uso do etilômetro como medidor de teor alcoólico no ar alveolar é um procedimento adotado pelas autoridades
de trânsito e seus agentes na fiscalização do consumo de álcool. Considere as afirmativas a seguir.
I. Para medição realizada inferior a 0,40mg/L o erro máximo admissível será de 0,034mg/L
II. A utilização do teste com etilômetro em fiscalização não é considerado prioritário.
III.De acordo com os "Tabela de Valores Referenciais para Etilômetro", o resultado do Valor Considerado deve
considerar apenas duas casas decimais, desprezando-se as demais, sem arredondamento.
Está correto o que se afirma em
a) III.
b) II.
c) I.
d) I e II.
e) I e III.

31. Uma via urbana arterial tem sinalização regulamentadora de velocidade de 30 km/h apenas no trecho onde está
localizada uma escola de ensino fundamental e no restante da via não há sinalização regulamentadora de
velocidade. Um automóvel particular com velocidade de 75km/h acessa esta via 1 km após a localização da escola
e trafega por ela num percurso de 2km com a mesma velocidade. É correto afirmar o seguinte:
a) o condutor não cometeu infração.
b) onde não existe sinalização a velocidade máxima permitida é de 80km/h.
c) os veículos podem trafegar com qualquer velocidade quando inexiste sinalização regulamentadora de
velocidade.
d) o condutor cometeu infração por excesso de velocidade.
e) de acordo com o CTB, a velocidade deve ser entre 30 e 40 km/h ao longo de vias que têm estabelecimentos de
ensino.

32. Embora o Código de Trânsito Brasileiro – CTB – e todo o arcabouço jurídico que abrange o Sistema Nacional
de Trânsito seja consistente, caso ocorram situações imprevistas, a atribuição de estudar os casos omissos na
legislação de trânsito e submetê-los, com proposta de solução, ao Ministério ou órgão coordenador máximo do
Sistema Nacional de Trânsito cabe ao
a) órgão máximo executivo de trânsito da União.
b) órgão máximo executivo de trânsito dos estados, no âmbito de sua circunscrição.
c) Conselho Estadual de Trânsito.
d) CONTRANDIFE.
e) CONTRAN.

33. Para desviar de um congestionamento no trânsito, um motociclista trafega em um quarteirão sobre a calçada,
transportando passageiro sem o capacete de segurança. O condutor cometeu duas infrações, respectivamente, de
natureza
a) gravíssima e gravíssima.
b) gravíssima e grave.
c) grave e grave.
d) gravíssima e média.
e) grave e média.

34. Compete às Juntas Administrativas de Recursos de Infrações – JARI – julgar os recursos interpostos pelos
infratores. Julgar os recursos interpostos contra decisões das JARI é uma competência do(a)
a) DETRAN.
b) SEMOB.
c) Câmara Temática.
d) CETRAN.
e) SETRAN.

35. Uma pista de 8km destinada à circulação de ciclos, separada fisicamente do tráfego comum pela vegetação, é
classificada como
a) ciclofaixa. b) ciclopista. c) ciclovia. d) faixa de trânsito. e) rodovia.

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36. De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, quanto à disposição geral sobre os crimes cometidos na
direção de veículos automotores, é correto afirmar o seguinte:
a) a suspensão ou a proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor pode ser
imposta como penalidade principal, isolada ou cumulativamente com outras penalidades.
b) se o réu for reincidente na prática de crime previsto neste código, o juiz poderá aplicar a penalidade de
suspensão da permissão ou habilitação para dirigir veículo automotor, sem prejuízo das demais sanções penais
cabíveis.
c) a penalidade de multa reparatória consiste no pagamento, mediante transferência bancária em favor da vítima.
d) ao condutor de veículo, nos casos de acidentes de trânsito de que resulte vítima, não se imporá a prisão em
flagrante, nem se exigirá fiança se prestar pronto e integral socorro à vitima.
e) transitada em julgado a sentença condenatória, o réu será intimado a entregar à autoridade judiciária, em vinte
e quatro horas, a permissão para dirigir ou a carteira de habilitação.

37. De acordo com o artigo 328 do Código de Trânsito Brasileiro, o veículo apreendido ou removido a qualquer
título e não reclamado por seu proprietário dentro do prazo de sessenta dias contados a partir da data de
recolhimento será avaliado e levado a leilão. Com relação a esse caso é c orreto afirmar o seguinte:
a) o leilão deve ser realizado preferencialmente por meio eletrônico.
b) publicado o edital do leilão, a preparação poderá ser iniciada após quinze dias, contados da data de
recolhimento do veículo.
c) se não houver oferta igual ou superior ao valor da avaliação, o lote será incluído no leilão seguinte, quando será
arrematado pelo maior lance, desde que por valor não inferior a setenta por cento do avaliado.
d) mesmo classificado como conservado, o veículo que for levado a leilão por três vezes e não for arrematado
será leiloado como sucata.
e) a cobrança das despesas com estada no depósito será limitada ao prazo de três meses.

38. Analise as afirmativas sobre Normas Gerais de Circulação e Conduta.


I. A circulação do trânsito de veículos far-se-á pelo lado direito da via, sem exceções.
II. O condutor, antes de efetuar uma ultrapassagem, deverá certificar-se de que quem o precede na mesma faixa
de trânsito não haja indicado o propósito de ultrapassar um terceiro.
III. Os veículos de transporte coletivo regular de passageiros, quando circularem em faixas a eles destinadas, e os
ciclos motorizados deverão utilizar-se de farol de luz baixa durante o dia e a noite.
IV. A operação de carga ou descarga será regulamentada pelo órgão ou entidade com circunscrição sobre a via e
é considerada estacionamento.
Estão corretas as afirmativas
a) I e II.
b) I e III.
c) II e III.
d) III e IV.
e) II, III e IV.

39. As motocicletas e motonetas destinadas ao transporte remunerado de mercadorias, denominadas


______________, exigem inspeção_____________ para verificação dos equipamentos obrigatórios e de segurança
e registro como veículos da categoria_____________ .
Os termos que tornam a afirmação correta são, respectivamente
a) moto-fretes, semestral, de aluguel.
b) motoboys, anual, de aluguel.
c) moto-fretes, anual, particular.
d) motoboys, semestral, particular.
e) moto-fretes, anual, de aluguel.

40. As autoridades de trânsito e seus agentes na fiscalização do consumo de álcool ou de outra substância
psicoativa que determine dependência, utilizam o teste de etilômetro. Para preenchimento do campo “Valor
Considerado” do auto de infração, observando as margens de erro admissíveis, é correto afirmar que o valor
considerado
a) é a medição realizada subtraída do erro mínimo admissível.
b) é o erro máximo admissível sobre a medição realizada.
c) é o erro mínimo admissível sobre a medição realizada.
d) é a medição realizada subtraída do erro máximo admissível.
e) é a medição realizada somada do erro mínimo admissível.

Respostas 21: 22: 23: 24: 25: 26: 27: 28: 29: 30: 31: 32: 33:
34: 35: 36: 37: 38: 39: 40:

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41. Durante uma blitz foi identificada adulteração no documento de habilitação do condutor de um micro-ônibus. A
natureza da infração e a medida administrativa são, respectivamente,
a) gravíssima e retenção do veículo.
b) grave e retenção do veículo.
c) grave e recolhimento da Carteira Nacional de Habilitação.
d) gravíssima e cassação da Carteira Nacional de Habilitação.
e) gravíssima e remoção do veículo.

42. Sobre a especificação da carteira nacional de habilitação – CNH – no formato cartão a Resolução 718/2017
discorre sobre as impressões especiais. Considere as afirmações a seguir.
I. A numeração com relevo táctil (bold) no campo “número registro” está no anverso do cartão.
II. No verso da CNH a tinta é reativa à radiação UV (ultravioleta) de fluorescência verm elha.
III. O número de espelho impresso a laser está na fonte calibri.
Está correto o que se afirma em
a) I, II e III.
b) II e III.
c) I e III.
d) II.
e) I e II.

43. Segundo o CTB, o veículo classificado, quanto à espécie, como de passageiro e, quanto à tração, de
propulsão humana é o/a
a) carroça. b) bicicleta. c) automóvel. d) charrete. e) carro-de-mão.

44. Sobre o DOV – dispositivo opticamente variável presente na estrutura do corpo da Carteira Nacional de
Habilitação – CNH – é correto afirmar que
a) terá desenho e composição definidos pelo órgão estadual de trânsito para facilitar na fiscalização.
b) é elemento de alta segurança e controle, o que garante a autenticidade gráfica do documento.
c) deverá aparecer, opcionalmente, dependendo da especificação do fabricante em uma segunda camada opaca,
sensível a laser.
d) deverá aparecer com a especificação do fabricante em uma quarta camada transparente, sensível a laser.
e) terá desenho e composição definidos pelo órgão máximo consultivo de trânsito da União.

45. Sobre a Resolução nº. 723/2018, que dispõe sobre a uniformização do procedimento administrativo para
imposição das penalidades de suspensão do direito de dirigir e de cassação do documento de habilitação, considere
as afirmativas a seguir.
I. A data limite para entrega do documento de habilitação físico ou para interpor recurso à JARI não será inferior a
trinta dias.
II. Haverá prescrição intercorrente no procedimento administrativo paralisado por mais de três anos.
III. Concluído com êxito o curso preventivo de reciclagem, a pontuação das infrações relacionadas será eliminada
para todos os efeitos legais.
Está correto o que se afirma em
a) I e II. b) I e III. c) II e III. d) I, II e III. e) II.

46. A CNH expedida em meio físico é um cartão plástico do tipo substrato 100% policarbonato, em todas as
camadas, de acordo com a norma ISO IEC 7816-1. Sobre a sua estrutura é correto afirmar que
a) no verso há uma segunda camada opaca, sensível à impressão por laser.
b) a estrutura do corpo do cartão deverá ser composta precisamente por duas camadas, laminadas em conjunto.
c) tem uma camada transparente (overlay) contendo um DOV, dispositivo opticamente variável, aplicado no verso
da mesma.
d) tem uma camada branca (translúcida) adequada para impressões offset e serigráfica.
e) a estrutura do corpo do cartão deverá ser composta precisamente por quatro camadas, laminadas em conjunto.

47. Ao transitar por uma rodovia, o condutor de um veículo automotor observa uma placa informando uma faixa
adicional a 500 metros. Sobre a placa adicional é correto afirmar que
a) é uma placa de informação complementar aos sinais de advertênc ia.
b) sua cor deve ser diferente da placa de sinal de advertência.
c) tem a forma padrão quadrada, devendo uma das diagonais ficar na posição vertical.
d) não deve ser incorporada à placa principal.
e) sua cor deve ser, obrigatoriamente, branca.

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48. A sinalização de advertência tem por finalidade alertar os usuários da via para
condições potencialmente perigosas, indicando sua natureza. A sinalização A -30b
adverte para

a) ciclistas na via.
b) passagem temporária de ciclistas.
c) trânsito de ciclistas.
d) passagem sinalizada de ciclistas.
e) a preferência dos ciclistas.

49. As placas de identificação de rodovias e estradas pan-americanas possuem características padronizadas pelo
Código de Trânsito Brasileiro. As cores do fundo, da orla interna e da orla externa são, respectivamente,
a) amarela, preta e branca. b) branca, preta e branca. c) laranja, branca e preta.
d) azul, preta e branca. e) preta, azul e branca.

50. Os dispositivos auxiliares, agrupados, segundo o CTB, de acordo com suas funções, são
a) dispositivos de proteção descontínua
b) dispositivos de proteção a áreas de motocicletas
c) dispositivos delimitadores
d) dispositivos paliativos.
e) dispositivos sonoros de segurança.

51. Assinale das alternativas abaixo a única que não é considerada causa de aumento de pena para o autor do
crime de homicídio culposo na direção de veículo automotor:
a) Não possuir Carteira de Habilitação.
b) Praticar o crime em faixa de pedestres.
c) Deixar de prestar socorro, quando possível fazê-lo sem risco pessoal, à vítima do acidente.
d) Estar com sua Carteira de Habilitação suspensa.
e) No exercício de sua profissão ou atividade, estiver conduzindo veículo de transporte de passageiros.

52. Em relação às disposições preliminares do Código de Trânsito Brasileiro, marque a alternativa INCORRETA.
a) Para os efeitos do referido Código, não são consideradas vias terrestres as praias abertas à circulação pública,
as vias internas pertencentes aos condomínios constituídos por unidades autônomas e as vias e áreas de
estacionamento de estabelecimentos privados de uso coletivo.
b) Os órgãos e entidades de trânsito pertencentes ao Sistema Nacional de Trânsito darão prioridade em suas
ações à defesa da vida, nela incluída a preservação da saúde e do meio ambiente.
c) O trânsito, em condições seguras, é um direito de todos e dever dos órgãos e entidades componentes do
Sistema Nacional de Trânsito, a estes cabendo, no âmbito das respectivas competências, adotar as medidas
destinadas a assegurar esse direito.
d) Os órgãos e entidades componentes do Sistema Nacional de Trânsito respondem, no âmbito das respectivas
competências, objetivamente, por danos causados aos cidadãos em virtude de ação, omissão ou erro na
execução e manutenção de programas, projetos e serviços que garantam o exercício do direito do trânsito seguro.
e) As disposições do Código são aplicáveis a qualquer veículo, bem como aos proprietários, condutores dos
veículos nacionais ou estrangeiros e às pessoas nele expressamente mencionadas.

53. Acerca das infrações, penalidades, medidas administrativas, processo administrativo e crimes de trânsito,
assinale a alternativa CORRETA.
a) O Código de Trânsito Brasileiro prevê somente infrações administrativas; não trazendo qualquer delito criminal
em espécie no seu corpo legislativo.
b) O recolhimento da Carteira Nacional de Habilitação não pode ser efetuado, pois tal ato não está previsto como
medida administrativa.
c) Falsificar ou adulterar documento de habilitação e de identificação do veículo é infração administrativa de
natureza leve.
d) Na hipótese de notificação por meio eletrônico, o proprietário ou o condutor autuado será considerado notificado
60 (sessenta) dias, após a inclusão da informação no sistema eletrônico.
e) Eventual penalidade administrativa não afasta a punição criminal, caso a conduta infratora também configure
um delito penal.

54. Sobre a autuação e o julgamento das autuações e penalidades, marque a alternativa CORRETA.
a) A tipificação da infração não constará do respectivo auto de infração.
b) O auto de infração será arquivado e seu registro julgado insubsistente, se, no prazo máximo de quarenta e
cinco dias, não for expedida a notificação da autuação.
c) Caso o infrator opte pelo sistema de notificação eletrônica, se disponível, conforme regulamentação do Contran,
e opte por não apresentar defesa prévia nem recurso, reconhecendo o cometimento da infração, poderá efetuar o
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pagamento da multa por 60% (sessenta por cento) do seu valor, em qualquer fase do processo, até o vencimento
da multa.
d) O recolhimento do valor da multa implica renúncia ao questionamento administrativo, que pode ser realizado a
qualquer momento.
e) Se a infração for cometida em localidade diversa daquela do licenciamento do veículo, o recurso não poderá ser
apresentado junto ao órgão ou entidade de trânsito da residência ou domicílio do infrator.

55. Sobre o Sistema Nacional de Trânsito é CORRETO afirmar que:


a) As Polícias Civis e Militares dos Estados compõem o referido sistema.
b) O CONTRAN (Conselho Nacional de Trânsito) é o órgão coordenador do sistema, porém não apresenta caráter
consultivo.
c) As Guardas Municipais e a Polícia Rodoviária Federal integram o Sistema Nacional de Trânsito.
d) As Juntas Administrativas de Recursos de Infrações – JARI estão no rol de órgãos e entidades componentes do
Sistema Nacional de Trânsito.
e) Os Conselhos Estaduais de Trânsito - CETRAN e o Conselho de Trânsito do Distrito Federal – CONTRANDIFE
são órgãos exclusivamente consultivos.

56. Se o agente conduzir veículo automotor sob a influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa
que determine dependência, e, por conta dessa condição, matar alguém, responderá pelo crime previsto
a) no Art. 306 do CTB: “Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência
de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência” em concurso com o crime previsto no Art.
302 do CTB: “Praticar homicídio culposo na direção de veículo automotor”.
b) no Art. 306 do CTB: “Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência
de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência” em concurso com o crime previsto no Art.
121 do CP: “Matar alguém”, tendo em vista que o CTB não previu a modalidade dolosa do homicídio.
c) no Art. 302 do CTB: “Praticar homicídio culposo na direção de veículo automotor” qualificado pelo “agente
conduzir veículo automotor sob a influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa que determine
dependência”.
d) no Art. 306 do CTB: “Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência
de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência” em concurso com o crim e previsto no Art.
121, parágrafo terceiro do CP: “Matar alguém” de forma culposa.
e) no Art. 121, parágrafo segundo, inciso III do CP: “Matar alguém” com “emprego de veneno, fogo, explosivo,
asfixia, tortura ou outro meio insidioso ou cruel, ou de que pos sa resultar perigo comum”.

57. Sobre os crimes de trânsito, previstos no Código Nacional de Trânsito, é correto afirmar:
a) prevê como crime a conduta de violar a suspensão ou a proibição de se obt er a permissão ou a habilitação para
dirigir veículo automotor imposta como penalidade à infração de trânsito.
b) a pena de suspensão ou proibição de se obter a permissão ou habilitação para dirigir veículo automotor não se
aplicará isoladamente, sendo cumulada a outras penalidades.
c) a pena de suspensão ou proibição de se obter a permissão ou habilitação para dirigir veículo automotor, por
expressa previsão legal, prescreve em 03 (três) anos.
d) é circunstância que sempre agrava as penalidades dos crimes de trânsito ter o condutor do veículo cometido a
infração, sob influência do álcool.
e) prevê como crime deixar o condutor do veículo, na ocasião do acidente, de prestar imediato socorro à vítima,
excepcionada a hipótese de morte instantânea.

58. Nos termos da Lei n. 9.503/1997, a conduta de conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada
em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência, será constatada por
sinais que indiquem, na forma disciplinada pelo Contran, alteração da capacidade psicomotora, ou por concentração
igual ou superior a:
a) 2 decigramas de álcool por litro de sangue ou igual ou superior a 0,1 miligrama de álcool por litro de ar alveolar.
b) 6 decigramas de álcool por litro de sangue ou igual ou superior a 0,3 miligrama de álcool por litro de ar alveolar.
c) 4 decigramas de álcool por litro de sangue ou igual ou superior a 0,4 miligrama de álcool por litro de ar alveolar.
d) 5 decigramas de álcool por litro de sangue ou igual ou superior a 0,9 miligrama de álcool por litro de ar alveolar.
e) 7 decigramas de álcool por litro de sangue ou igual ou superior a 0,8 miligrama de álcool por litro de ar alveolar.

59. Com relação aos crimes de trânsito, é correto afirmar que


a) em qualquer hipótese de lesão corporal culposa, a ação penal será pública condicionada.
b) no crime de homicídio culposo a ação penal poderá ser públic a condicionada.
c) o crime de embriaguez ao volante não admite transação penal, mas nada impede a incidência de suspensão
condicional do processo.
d) o crime de violação da suspensão ou a proibição de se obter a permissão ou habilitação para dirigir veícul o é
incompatível com a suspensão condicional de processo.
e) o crime de fuga do local do acidente não é considerado uma infração penal de menor potencial ofensivo.

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60. Considere as ilustrações abaixo e
as seguintes situações:
I. Os veículos 1 e 2 encontram-se
parados.
II. O veículo 3 encontra-se estacionado.
III. Existe sinalização vertical
regulamentando o estacionamento em
45° na ilustração 1.

Analisando-se as situações e
ilustrações descritas, o(s) veículo(s)
a) 1, 2 e 3 não cometeram infração de
trânsito pois estão parados.
b) 1, apenas, cometeu infração de
trânsito.
c) 1 e 2, apenas, não cometeram
infração de trânsito.
d) 2 e 3, apenas, não cometeram
infração de trânsito.
e) 3, apenas, não cometeu infração de trânsito.

Respostas 41: 42: 43: 44: 45: 46: 47: 48: 49: 50: 51: 52: 53:
54: 55: 56: 57: 58: 59: 60:

61. Considere a imagem abaixo.

Nesse caso, Carlos parou seu veículo afastado a menos de cinquenta centímetros da guia da calçada, o que
a) não constitui infração de trânsito.
b) constitui infração de trânsito leve, passível apenas de multa.
c) constitui infração de trânsito média, passível de multa e remoção do veículo.
d) pode ser sujeita à penalidade de advertência por escrito se Carlos não for reincidente nessa mesma infração,
nos últimos seis meses, caso a autoridade, considerando o prontuário do infrator, entenda esta providência como
mais educativa.
e) pode ser sujeita à penalidade de advertência por escrito se Carlos não for reincidente nesta mesma infração,
nos últimos doze meses, caso a autoridade, considerando o prontuário do infrator, entenda esta providência como
mais educativa.

62. O metalúrgico Cícero da Silva trabalha diariamente em uma linha de montagem de veículos da montadora
“CarWia” das 22h às 06h. Para a felicidade dele, foram concedidos alguns dias de folga para ser desfrutado com a
família no litoral, durante um feriado prolongado. Considere, abaixo, os itens que ilustram ações e atitudes praticadas
por Cícero.
I. Utilizou farol baixo durante o trecho da rodovia que apresentava neblina.
II. Posicionou as bagagens no porta-malas do carro.
III. Encerrado o turno de serviço às 06h, buscou seus familiares às 07h e viajou imediatamente para o litoral.
IV. Acomodou seu animal de estimação no banco traseiro e o amarrou com um cinto de segurança apropriado.
V. Assistiu televisão a bordo enquanto dirigia a fim de se informar sobre as condições da rodovia.
Os itens que correspondem às atitudes e ações características de um condutor defensivo são os que consta m
APENAS de
a) I, II, IV e V. b) II, III e IV. c) I, II e IV. d) III, IV e V. e) I, III e V.

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63. O candidato à obtenção de carteira nacional de habilitação deverá submeter-se a exames realizados pelo órgão
executivo de trânsito e nos casos em que não apresentar indícios de deficiência mental, física ou de progressividade
de doença que possa diminuir a capacidade para conduzir veículo, deverá submeter-se à exame de aptidão física e
mental, preliminares e renováveis, a cada
a) 6 anos ou a cada 3 anos para condutores com mais de sessenta e cinco anos de idade.
b) 6 anos ou a cada 3 anos para condutores com mais de sessenta anos de idade.
c) 5 anos ou a cada 2 anos para condutores com mais de sessenta e cinco anos de idade.
d) 5 anos ou a cada 3 anos para condutores com mais de sessenta anos de idade.
e) 5 anos ou a cada 3 anos para condutores com mais de sessenta e cinco anos de idade.

64. Considere a imagem abaixo.

Os veículos 1, 2, 3 e 4 transitam por fluxos que se cruzam, porém não sinalizados. De acordo com a ilustração
acima, os veículos que possuem preferência de passagem sobre os demais são
a) 1 e 2. b) 1 e 3. c) 1 e 4. d) 2 e 3. e) 2 e 4.

65. Por volta das 22h45, o Sujeito A e o Sujeito B transitavam pela Rua das Vaciladas no sentido Centro -Bairro
enquanto que o Sujeito C transitava no sentido Bairro-Centro. A Rua das Vaciladas apresenta duplo sentido de
direção e pista única, sendo a via sinalizada horizontalmente por linhas de divisão de fluxos opostos, do tipo simples
e contínua, de cor amarela, conforme ilustração abaixo.

O Sujeito B encontrava-se atrasado para uma reunião de motociclistas e decidiu acelerar sua máquina de duas
rodas insanamente pelas ruas da cidade para chegar a tempo.
Analisando-se a situação e ilustração acima, a conduta defensiva correta na direção dos veículos envolvidos é o
Sujeito

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a) C manter a velocidade constante e acionar o farol alto para alertar o Sujeito B que se encontra na contramão de
direção.
b) A manter a velocidade constante e acionar o farol alto para alertar o Sujeito C, bem como buzinar para alertar o
Sujeito B que se encontra na contramão de direção.
c) A manter inalterada a condução do veículo, pois está observando fielmente a legislação de trânsito.
d) C reduzir a velocidade e se aproximar do bordo da pista localizado à direita, a fim de facilitar a ultrapassagem
do Sujeito B.
e) B aumentar velocidade a fim de concluir rapidamente a ultrapassagem sobre o Sujeito A, pois a sinalização da
via permite a ultrapassagem.

66. Os sinais de advertência, em um projeto de sinalização rodoviária, são utilizados sempre que se julgar necessário
chamar a atenção dos usuários para situações potencialmente perigosas, obstáculos ou restrições existentes, na
via ou em suas adjacências, indicando a natureza das situações à frente, sejam permanentes ou eventuais.
Assinale a opção que apresenta um sinal de advertência.

a) b) c) d) e)

67. Assinale a alternativa que apresenta uma infração gravíssima, nos termos da Lei n° 9.503/1997 (Código de
Trânsito Brasileiro).
a) Seguir veículo em serviço de urgência, estando este com prioridade de passagem devidamente identificada por
dispositivos regulamentares de alarme sonoro e iluminação vermelha intermitentes.
b) Transitar pela contramão de direção em vias com duplo sentido de circulação, exceto para ultrapassar outro
veículo e apenas pelo tempo necessário, respeitada a preferência do veículo que transitar em sentido contrário.
c) Usar o veículo para arremessar, sobre os pedestres ou veículos, água ou detritos.
d) Forçar passagem entre veículos que, transitando em sentidos opostos, estejam na iminência de passar um pelo
outro ao realizar operação de ultrapassagem.
e) Deixar o condutor de prestar socorro à vítima de acidente de trânsito quando solicitado pela autoridade e por
seus agentes.

68. Nos termos da Lei n° 9.503/1997 (Código de Trânsito Brasileiro), com relação à suspensão do direito de dirigir,
é correto afirmar que
a) a sua imposição elimina os 20 (vinte) pontos computados para fins de contagem subsequente.
b) somente é imposta ao infrator que atingir a contagem de 20 (vinte) pontos, no período de 12 (doze) meses.
c) a sua imposição implicará na devolução da Carteira Nacional de Habilitação somente após 6 (seis) meses do
cumprimento da penalidade e do curso de reciclagem.
d) não é considerada uma penalidade, mas uma medida administrativa que somente poderá ser imposta após o
devido processo legal, assegurando-se ampla defesa e contraditório.
e) os prazos para sua aplicação poderão variar de 6 (seis) meses a 4 (quatro) anos.

69. Assinale a alternativa que corretamente define a categoria de habilitação.


a) Categoria C – condutor de veículo motorizado utilizado em transporte de carga, cujo peso bruto total exceda a
três mil e quinhentos quilogramas.
b) Categoria B – condutor de veículo motorizado de duas ou três rodas, com ou sem carro lateral.
c) Categoria E – condutor de veículo motorizado utilizado no transporte de passageiros, cuja lotação exceda a oito
lugares, excluído o do motorista.
d) Categoria A – condutor de veículo motorizado cujo peso bruto total não exceda a três mil e quinhentos
quilogramas e cuja lotação não exceda a oito lugares, excluído o do motorista.
e) Categoria D – condutor de combinação de veículos em que a unidade tratora se enquadre nas categorias B e C
e cuja unidade acoplada, reboque, semirreboque, trailer ou articulada tenha 6000 kg (seis mil quilogramas) ou
mais de peso bruto total, ou cuja lotação exceda a 8 (oito) lugares.

70. Assinale a alternativa correta.


a) Consideram-se infrações penais de menor potencial ofensivo as contravenções penais e os crimes a que a lei
comine pena máxima não superior a 4 (quatro) anos, cumulada ou não com multa.
b) Considera-se crime previsto no Código de Trânsito Brasileiro a conduta de afastar-se o condutor do veículo do
local do acidente, para fugir à responsabilidade penal ou civil que lhe possa ser atribuída.
c) Aos crimes praticados com violência doméstica e familiar contra a mulher, independentemente da pena prevista,
aplicam-se integralmente os dispositivos da Lei n o 9.099, de 26 de setembro de 1995.
d) Oferecer, prescrever ou entregar a consumo drogas, ainda que gratuitamente, sem autorização ou em
desacordo com determinação legal ou regulamentar, constitui crime apenado com detenção.

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e) Não poderá ser negado acesso à informação necessária à tutela judicial ou administrativa de direitos
fundamentais, exceto nas hipóteses previstas em lei.

71. Tem por finalidade informar aos usuários as condições, proibições, obrigações ou restrições no uso das vias.
Suas mensagens são imperativas e o desrespeito a elas constitui infração.
Nos termos da Resolução n° 160/2004 do Contran, o enunciado se refere ao conc eito de Sinalização
a) de Regulamentação.
b) de Proibição Geral.
c) de Indicação.
d) Horizontal.
e) de Advertência.

72. Nos termos da Resolução n° 160/2004 do Contran, a sinalização horizontal se apresenta em


a) 4 (quatro) cores: vermelha, branca, alaranjada e preta.
b) 5 (cinco) cores: amarela, vermelha, branca, azul e preta.
c) 4 (quatro) cores: preta, branca, verde e azul.
d) 4 (quatro) cores: vermelha, branca, verde e preta.
e) 5 (cinco) cores: amarela, vermelha, branca, alaranjada e preta.

73. A respeito dos crimes de trânsito, julgue os itens seguintes, à luz da jurisprudência dos tribunais superiores.
I Confiar a direção de veículo automotor a pessoa não habilitada não configura, por si só, crime de perigo concreto,
que exige a demonstração do risco efetivo à segurança viária.
II Não é possível aplicar o princípio da consunção na hipótese de crime de embriaguez ao volante que tenha
resultado em lesão corporal.
III É admitido o princípio da consunção na hipótese de homicídio culposo no trânsito consequente do crime de
embriaguez ao volante.
IV Ao motorista profissional não se impõe a suspensão da carteira de habilitação em razão do cometimento de delito
de trânsito.
Estão certos apenas os itens
a) I e II.
b) I e IV.
c) II e III.
d) I, III e IV.
e) II, III e IV.

74. De acordo com o Código Brasileiro de Trânsito (CTB), a receita arrecadada com a cobrança das multas de
trânsito será aplicada, exclusivamente, em
a) recapeamento de vias e requalificação de corredores de ônibus.
b) fiscalização, educação de trânsito e despesas de pessoal em geral.
c) construção e manutenção de vias cicláveis, sinalização de trânsito e fiscalização.
d) sinalização, engenharia de tráfego, de campo, policiamento, fiscalização e educação de trânsito.
e) engenharia de tráfego, de campo, policiamento de fronteiras e despesas de arrecadação.

75. O homicídio culposo na direção de veículo automotor


a) depende da ausência de ingestão de bebida alcoólica, caso em que se verifica o dolo eventual.
b) a pena é aumentada de um terço até a metade se praticado na calçada.
c) tem como consequência facultativa da condenação a suspensão da habilitação para dirigir veículo automotor.
d) tem a mesma pena do homicídio culposo do Código Penal, mas tem causas de aumento de pena específicas.
e) na modalidade tentada permite a aplicação de pena restritiva de direitos.

76. Segundooart. 302, § 1º, incisoI,do Código de Trânsito Brasileiro (Lei nº 9.503/1997), "No homicídio
culposo cometido na direção de veículo automotor, a pena é aumentada de 1/3 (um terço) à metade, se o
agente [...] não possuir Permissão para Dirigir ou Carteira de Habilitação". Qual é a circunstância
estabelecida nesse dispositivo e em que fase da fixação de pena ela é aplicada, respectivamente?
a) Circunstância judicial e terceira fase de dosimetria.
b) Circunstância agravante e segunda fase de dosimetria.
c) Circunstância majorante e segunda fase de dosimetria.
d) Circunstância agravante e terceira fase de dosimetria.
e) Circunstância majorante e terceira fase de dosimetria.

77. Um Técnico Judiciário Especialidade Segurança está conduzindo um veículo preto do Tribunal Regional
do Trabalho levando o Desembargador Presidente daquele órgão a um evento oficial na Assembleia
Legislativa do Estado do Rio de Janeiro-ALERJ, porém observa que a 400 metros à sua frente estão vários

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manifestantes bloqueando a via e, aparentemente, gritando palavras de ordem. Seu destino final está a 50
metros após o bloqueio. Nesse momento, é necessário
a) parar imediatamente o veículo e analisar o que fazer.
b) realizar uma manobra evasiva conhecida como “reverso” e voltar de onde veio para garantir a segurança.
c) avisar do risco ao Desembargador, decidindo por uma rota alternativa, ainda que ela seja um pouco mais longa.
d) chegar próximo ao bloqueio e tentar passar em velocidade baixa.
e) usar do improviso, sugerindo ao desembargador que vocês passem a pé pelos manifestantes para não chamar
a atenção, garantindo que cheguem na assembleia o quanto antes.

78. Em princípio são cinco os elementos que explicam a prática de uma direção defensiva. Referente ao
tema, relacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta.
1. Previsão. 2. Conhecimento. 3. Atenção. 4. Habilidade. 5. Decisão.
( ) Informação sobre direitos e deveres no trânsito.
( ) Reação necessária diante da previsão de acidente.
( ) Capacidade de conduzir o veículo.
( ) Estado mental direcionado a todos os elementos envolvidos no trânsito.
( ) Pode ser imediata ou mediata.
a) 2 – 5 – 4 – 3 – 1.
b) 2 – 5 – 4 – 1 – 3.
c) 5 – 3 – 4 – 1 – 2.
d) 2 – 4 – 1 – 3 – 5.
e) 4 – 5 – 1 – 3 – 2.

79. Durante a condução do veículo do Tribunal Regional do Trabalho por uma avenida, desenvolvendo a
velocidade máxima permitida de 60km/h, o Desembargador, que está como passageiro, de forma inesperada
determina que você vire à direita e tome uma via coletora para que cortem caminho até o TRT, e assim você
o faz. Em seguida, ele solicita que acelere para que não cheguem atrasados. Diante dessa situação, qual
será a sua orientação ao desembargador, de acordo com as leis de Trânsito, que poderá fazê-lo retirar o
pedido?
a) Por ser um veículo do Tribunal, tal conduta será errada.
b) Em razão da via não indicar sinalização de velocidade, você poderá desenvolver até 30km/h apenas.
c) Por não existir sinalização de velocidade máxima permitida para aquela via, a velocidade poderá ser até 40km/h
apenas.
d) Por ser uma via coletora, a velocidade máxima permitida é até 50km/h.
e) Por ser uma via coletora, a velocidade máxima permitida é até 30km/h.

80. Considere a seguinte situação hipotética: O motorista “X”, ao participar, em via pública, de competição
automobilística, não autorizada pela autoridade competente, atropela o pedestre “Y”, provocando -lhe lesões
corporais. Diante dessa situação e considerando apenas o atropelamento, é correto afirmar que a infração penal
cometida é considerada um crime
a) comum de lesão corporal, sendo possível aplicar todos os dispositivos da Lei n° 9.099/1995.
b) de trânsito de lesão corporal, sendo vedada a aplicação de alguns dispositivos da Lei n° 9.099/1995.
c) de trânsito de tentativa de homicídio, sendo vedada a aplicação de alguns dispositivos da Lei n° 9.099/1995.
d) comum de tentativa de homicídio, sendo possível aplicar todos os dispositivos da Lei n° 9.099/1995.
e) de trânsito de lesão corporal, sendo possível aplicar todos os dispositivos da Lei n° 9.099/1995.

Respostas 61: 62: 63: 64: 65: 66: 67: 68: 69: 70: 71: 72: 73:
74: 75: 76: 77: 78: 79: 80:

81. Segundo o Código de Trânsito Brasileiro (Lei nº 9.503/1997), constitui infração "gravíssima" qual das
seguintes condutas?
a) Dirigir sob a influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência.
b) Dirigir sem atenção ou sem os cuidados indispensáveis à segurança.
c) Ter seu veículo imobilizado na via por falta de combustível.
d) Estacionar o veículo afastado da guia da calçada (meio-fio) de cinquenta centímetros a um metro.
e) Usar buzina entre as vinte e duas e as seis horas.

82. Desatentus conduzia, distraidamente, seu veículo automotor, não percebendo quando o sinal fechou para sua
passagem. Acabou atropelando Azaradus, na faixa de segurança, quando este atravessava a via pública,
juntamente com sua esposa e três filhos menores. Desatentus fugiu do local, porque não possuía carteira de
habilitação. Azaradus, socorrido por populares, acabou falecendo no hospital. Assinale a alternativa INCORRETA
de acordo com a situação hipotética descrita.

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a) Na hipótese, Desatentus responderá por homicídio culposo de trâns ito, nos termos do artigo 302 do Código de
Trânsito Brasileiro, havendo majorantes e agravantes a serem a ele imputadas.
b) Em caso de condenação, o regime inicial de cumprimento da pena privativa de liberdade a ser imputado a
Desatentus será o semiaberto.
c) Se a morte de Azaradus ocorresse porque o médico que o atendeu no hospital errou, de acordo com a teoria da
imputação objetiva, esse erro médico, poderia, a depender de sua extensão, excluir o nexo causal, imputando -se
o resultado morte apenas ao médico.
d) Em caso de condenação, não caberá a substituição da pena privativa de liberdade por restritiva de direitos por
ter sido crime praticado com violência à pessoa.
e) Em relação à esposa e os três filhos menores de Azaradus, Desatentus não responderá pel a tentativa do crime
previsto no Art. 302 do Código de Trânsito Brasileiro.

83. De acordo com o § 1º do art. 302 da Lei noº 9.503/97 (Código de Trânsito Brasileiro), no homicídio culposo
cometido na direção de veículo automotor, a pena é aumentada de 1/3 (um terço) à metade, se o agente
a) estiver sob efeito de álcool ou droga.
b) não possuir Permissão para Dirigir ou Carteira de Habilitação.
c) for contumaz infrator das leis de trânsito.
d) praticá-lo conduzindo em velocidade excessiva.
e) praticá-lo durante corrida, disputa ou competição automobilística não autorizada pela autoridade competente.

84. Considere o seguinte caso hipotético.


A velocidade máxima permitida na Rua A é de 50 Km/h. “Y”, conduzindo seu veículo a 120 Km/h pela Rua A, atropela
“Z”, provocando-lhe lesões corporais. Diante do exposto e considerando que “Y” cometeu um crime culposo de
trânsito nos termos da Lei no 9.503/1997, é correto afirmar que a conduta de “Y” tipifica o crime de
a) lesão corporal culposa na direção de veículo automotor, de ação penal pública condicionada e com
possibilidade de aplicação da composição dos danos civis prevista na Lei n o 9.099/95.
b) lesão corporal culposa na direção de veículo automotor, de ação penal pública condicionada e com
possibilidade de aplicação da transação penal prevista na Lei n o 9.099/95.
c) lesão corporal culposa na direção de veículo automotor, de ação penal pública inc ondicionada, não sendo
possível a aplicação da transação penal prevista na Lei n o 9.099/95.
d) lesão corporal culposa na direção de veículo automotor, de ação penal pública incondicionada e com
possibilidade de aplicação da composição dos danos civis prevista na Lei no 9.099/95.
e) tentativa de homicídio na direção de veículo automotor, de ação penal pública incondicionada, não sendo
possível a aplicação da transação penal prevista na Lei n o 9.099/95.

85. Segundo o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), os acidentes de trânsito podem ser
classificados em função de sua tipologia. Um dos tipos de colisão é a frontal de um veículo motorizado com
a) um objeto estacionário ou fixo (exceto veículo estacionado), tais como: poste, meio-fio, mureta, barranco etc.
b) outro veículo motorizado que trafegue em sentido contrário, quando o impacto se dá entre as laterais dos
veículos envolvidos.
c) outro veículo motorizado que trafegue no mesmo sentido, em que os veículos se impactam de frente.
d) outro veículo motorizado que trafegue em sentido contrário, em que os veículos se impactam de frente.

86. Atente ao que se afirma a seguir sobre as Normas Gerais de Circulação e Conduta.
I. Todo condutor, ao efetuar a ultrapassagem, deverá indicar, com antecedência, a manobra pretendida, acionando
a luz indicadora de direção do veículo ou por meio de gesto convencional de braço.
II. Todo condutor, ao efetuar a ultrapassagem, deverá aproximar-se do usuário ou usuários aos quais ultrapassa,
de tal forma que deixe livre uma distância frontal de segurança.
III. O condutor que tenha o propósito de ultrapassar um veículo de transporte coletivo que esteja parado, efetuando
embarque ou desembarque de passageiros, deverá reduzir a velocidade, dirigindo com atenção redobrada ou parar
o veículo com vistas à segurança dos pedestres.
IV. Nas interseções e suas proximidades, o condutor deverá efetuar ultrapassagem.
É correto o que se afirma em
a) I, II e IV apenas. b) I, II, III e IV. c) I e III apenas. d) II, III e IV apenas.

87. A habilitação para conduzir veículo automotor e elétrico será apurada por meio de exames que deverão ser
realizados junto ao órgão ou entidade executivos do Estado ou do Distrito Federal, do domicílio ou residência do
candidato, ou na sede estadual ou distrital do próprio órgão. Assinale a opção que NÃO corresponde a um dos
requisitos obrigatórios a serem preenchidos pelo condutor
a) Ser penalmente imputável.
b) Saber ler e escrever.
c) Possuir Carteira de Identidade ou equivalente.
d) Possuir carteira de habilitação categoria A.

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88. No que diz respeito à sinalização de trânsito, escreva V ou F conforme seja verdadeiro ou falso o que se afirma
a seguir.
( ) Nas vias públicas e nos imóveis é proibido colocar luzes, publicidade, inscrições, vegetação e mobiliário que
possam gerar confusão, interferir na visibilidade da sinalização e comprometer a segurança do trânsito.
( ) É permitido afixar sobre a sinalização de trânsito e respectivos suportes, ou junto a ambos, qualquer tipo de
publicidade, inscrições, legendas e símbolos que não se relacionem com a mensagem da sinalização.
( ) Os locais destinados pelo órgão ou entidade de trânsito com circunscrição sobre a via à travessia de pedestres
deverão ser sinalizados com faixas pintadas ou demarcadas no leito da via.
( ) O órgão ou entidade de trânsito com circunscrição sobre a via poderá retirar ou determinar a imediata retirada de
qualquer elemento que prejudique a visibilidade da sinalização viária e a segurança do trânsito, sem ônus para quem
o tenha colocado.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
a) V, V, F, V.
b) V, F, V, F.
c) F, F, V, F.
d) F, V, F, V.

89. Com base no Código de Trânsito Brasileiro – CTB –, antes de entrar à direita ou à esquerda, em outra via ou
em lotes lindeiros, o condutor deverá,
a) ao sair da via pelo lado esquerdo, aproximar-se o máximo possível do bordo direito da pista e executar sua
manobra no menor espaço possível.
b) ao sair da via pelo lado esquerdo, aproximar-se o máximo possível de seu eixo ou da linha divisória da pista,
quando houver, caso se trate de uma pista com circulação nos dois sentidos, ou do bordo direito, tratando -se de
uma pista de um só sentido.
c) durante a manobra de mudança de direção, o condutor deverá ceder passagem aos pedestres e ciclistas, aos
veículos que transitem no mesmo sentido pela pista da qual vai sair, respeitadas as normas de preferência de
passagem.
d) ao sair da via pelo lado esquerdo, aproximar-se o máximo possível de seu eixo ou da linha divisória da pista,
quando houver, caso se trate de uma pista com circulação nos dois sentidos, ou do bordo esquerdo, tratando -se
de uma pista de um só sentido.

90. Acerca da utilização de luzes em veículo, o condutor obedecerá à seguinte determinação:


a) manterá acesos os faróis do veículo, utilizando a luz alta, durante a noite e durante o dia, nos túneis providos de
iluminação pública e nas rodovias.
b) nas vias não iluminadas, o condutor deve usar luz baixa, exceto ao cruzar com outro veículo ou ao segui -lo.
c) a troca de luz baixa e alta, de forma intermitente e por curto período de tempo, com o objetivo de advertir outros
motoristas, só poderá ser utilizada para indicar a intenção de ultrapassar o veículo que segue à frente ou para
indicar a existência de risco à segurança para os veículos que circulam no sentido contrário.
d) os veículos de transporte coletivo regular de passageiros, quando circularem em faixas próprias a eles
destinadas, e os ciclos motorizados, deverão utilizar-se de farol de luz alta durante o dia e a noite.

91. No que concerne ao julgamento das autuações e penalidades, pode-se afirmar corretamente que
a) o pagamento da multa poderá ser efetuado até a data do vencimento expressa na notificação, por setenta por
cento do seu valor.
b) se a infração for cometida em localidade diversa daquela do licenciamento do veículo, o recurso poderá ser
apresentado junto ao órgão ou entidade de trânsito da residência ou domicílio do infrator.
c) o auto de infração será arquivado e seu registro julgado insubsistente se, no prazo máximo de noventa dias,
não for expedida a notificação da autuação.
d) a interposição do recurso no prazo legal implica encerramento da instância administrativa de julgamento de
infrações e penalidades.

92. Acerca das normas de obediência para o trânsito de veículos nas vias terrestres abertas à circulação, assinale
com V ou F conforme seja verdadeiro ou falso o que se afirma nos itens abaixo.
( ) A ultrapassagem de outro veículo em movimento deverá ser feita pela esquerda, obedecida a sinalização
regulamentar e as demais normas estabelecidas no CTB, exceto quando o veículo a ser ultrapassado estiver
sinalizando o propósito de entrar à esquerda.
( ) A circulação far-se-á pelo lado esquerdo da via, admitindo-se as exceções devidamente sinalizadas.
( ) O condutor deverá guardar distância de segurança traseira e frontal entre o seu e os demais veículos, bem como
em relação ao bordo da pista, considerando-se, no momento, a velocidade e as condições do local, da circulação,
do veículo e as condições climáticas.
( ) O trânsito de veículos sobre passeios, calçadas e nos acostamentos só poderá ocorrer para que se adentre ou
se saia dos imóveis ou áreas especiais de estacionamento.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
a) F, V, V, F. b) V, F, V, V. c) F, V, F, F. d) V, F, F, V.

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93. Assinale a opção que corresponde a uma infração considerada gravíssima.
a) Deixar o condutor de prestar socorro à vítima de acidente de trânsito quando solicitado pela autoridade e seus
agentes.
b) Estacionar o veículo nas esquinas e a menos de cinco metros do bordo do alinhamento da via transversal.
c) Dirigir veículo com validade da Carteira Nacional de Habilitação vencida há mais de trinta dias.
d) Estacionar o veículo impedindo a movimentação de outro veículo.

94. Constitui infração grave, deixar de reduzir a velocidade do veículo de forma compatível com a segurança do
trânsito
a) quando o pavimento se apresentar escorregadio, defeituoso ou avariado.
b) nas vias rurais cuja faixa de domínio esteja cercada.
c) ao aproximar-se de locais sinalizados sem advertência de obras ou trabalhadores na pista.
d) ao aproximar-se de ou passar por interseção sinalizada.

95. Assinale a opção que contém apenas infrações graves.


a) Seguir veículo em serviço de urgência, estando este com prioridade de passagem devidamente identificada por
dispositivos regulamentares de alarme sonoro e iluminação vermelha intermitentes; forçar passagem entre
veículos que, transitando em sentidos opostos, estejam na iminência de passar um pelo outro ao realizar operação
de ultrapassagem.
b) Transitar em marcha à ré, salvo na distância necessária a pequenas manobras e de forma a não causar riscos
à segurança; deixar de deslocar, com antecedência, o veículo para a faixa mais à esquerda ou mais à direita,
dentro da respectiva mão de direção, quando for manobrar para um desses lados.
c) Estacionar o veículo ao lado de outro veículo em fila dupla; transitar com o veículo na faixa ou pista da esquerda
regulamentada como de circulação exclusiva para determinado tipo de veículo.
d) Ultrapassar pela direita, salvo quando o veículo da frente estiver colocado na faixa apropriada e der sinal de
que vai entrar à esquerda; executar operação de retorno com prejuízo da livre circulação ou da segurança, ainda
que em locais permitidos.

96. Considerando a Resolução nº 670, de 18 de maio de 2017 – CONTRAN, que trata sobre o processo
administrativo de troca de placas de identificação de veículos automotores em caso de clonagem, atente para as
seguintes afirmações:

I. Veículo clonado é o veículo original que teve a sua Placa de Identificação Veicular (PIV) aplicada em outro veículo.
II. Veículo dublê ou clone é o veículo que utiliza a combinação alfanumérica da PIV do veículo clonado, apresentando
sempre as mesmas características do veículo original, contudo, sem adulteração do Número de Identificação
Veicular gravado no chassi.
III. A troca de placas de identificação de veículos automotores, com a substituição de caracteres alfanuméricos de
identificação, será realizada mediante a instauração de processo administrativo pelo órgão executivo de trânsito da
unidade da federação em que estiver registrado o veículo.
IV. Após a instauração do processo administrativo, e enquanto não for realizada a troca de placas, será inserida
restrição administrativa de “suspeita de clonagem” no cadastro do veículo original, sendo obrigatória a retirada da
restrição a pedido do proprietário do veículo dublê ou clone.
Está correto o que se afirma somente em
a) I, II e IV.
b) I e III.
c) III.
d) II e IV.

97. Deixar o condutor ou passageiro de usar o cinto de segurança, constitui infração


a) grave, cuja penalidade corresponde a multa, e a medida administrativa correspondente é a retenção do veículo
até a colocação do cinto pelo infrator.
b) grave, cuja penalidade corresponde à suspensão do direito de dirigir por 30 (trinta) dias, e a medida
administrativa correspondente é a retenção do veículo.
c) gravíssima, cuja penalidade corresponde a multa e s uspensão do direito de dirigir por 30 (trinta) dias, e a
medida administrativa correspondente é a retenção do veículo até a colocação do cinto pelo infrator.
d) gravíssima, cuja penalidade corresponde a multa, e a medida administrativa correspondente é a retenção do
veículo.

98. Considerando a Resolução nº 624, de 19 de outubro de 2016 – CONTRAN, que regulamenta a fiscalização de
sons produzidos por equipamentos utilizados em veículos, atente para seu artigo primeiro, transcri to a seguir:
“art. 1º Fica proibida a utilização, em veículos de qualquer espécie, de equipamento que produza som audível pelo
lado externo, independentemente do volume ou frequência, que perturbe o sossego público, nas vias terrestres
abertas à circulação”.

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Excetuam-se do disposto no artigo acima transcrito os ruídos produzidos por
I. buzinas, alarmes, sinalizadores de marcha-à- ré, sirenes, pelo motor e demais componentes obrigatórios do
próprio veículo;
II. veículos prestadores de serviço com emissão sonora de publicidade, divulgação, entretenimento e comunicação
que estejam em via pública;
III. veículos de competição e os de entretenimento público, somente nos locais de competição ou de apresentação
devidamente estabelecidos e permitidos pelas autoridades competentes.
Estão corretas as complementações contidas em
a) I, II e III.
b) II e III apenas.
c) I e II apenas.
d) I e III apenas.

99. O CONTRAN regulamentou a utilização de veículos quadricic los por meio da Resolução nº 573/2015, que
estabelece os requisitos de segurança e circulação desses veículos automotores.
Considerando essa resolução, atente à seguinte proposição:
Devem ser observados os seguintes requisitos para a circulação de quadriciclos nas vias públicas:
I. placas de identificação traseira, com dimensões idênticas às de motocicleta e que atendam à legislação vigente;
II. lanterna de marcha à ré na cor branca quando o veículo permitir este tipo de deslocamento;
III. transporte apenas de passageiro maior de 7 anos;
IV. circulação restrita às vias urbanas, sendo proibida sua circulação em rodovias federais, estaduais e do Distrito
Federal.
Estão corretas as complementações contidas em
a) I, II, III e IV.
b) I, II e III apenas.
c) III e IV apenas.
d) I, II e IV apenas.

100. Atente ao que se diz a seguir acerca dos procedimentos sobre remoção, custódia e realização de leilão de
veículos removidos ou recolhidos a qualquer título, por órgãos e entidades componentes do Sistema Nacional de
Trânsito – SNT (Resolução nº 623/2016 – CONTRAN), e assinale com V o que for verdadeiro e com F o que for
falso.
( ) O condutor do veículo flagrado, só quando habilitado, poderá ser notificado e receber o termo de recolhimento
ou documento equivalente, com eficácia de notificação.
( ) Considera-se notificado o proprietário ou condutor presente no momento do recolhimento, ainda que se recuse a
assinar o termo de recolhimento.
( ) A notificação devolvida por desatualização do endereço do proprietário do veículo ou por recusa desse de recebê-
la não será considerada recebida.
( ) Caso restem frustradas as tentativas de notificação presencial, postal ou por qualquer outro meio tecnológico
hábil, a notificação poderá ser feita por edital, a partir do qual passará a contar os 60 (sessenta) dias para a alienação
por leilão.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
a) F, F, V, F.
b) F, V, V, F.
c) V, F, F, V.
d) F, V, F, V.

Respostas 81: 82: 83: 84: 85: 86: 87: 88: 89: 90: 91: 92: 93:
94: 95: 96: 97: 98: 99: 100:

101. Acerca dos requisitos de segurança para a circulação, a título precário, de veículo de carga ou misto
transportando passageiros no compartimento de cargas, Resolução nº 508/2014 – CONTRAN, é vedado
a) transportar passageiros sentados.
b) transportar cargas em ambiente diferente dos passageiros.
c) utilizar veículos de carga tipo basculante e boiadeiro.
d) transportar passageiros nas partes internas.

102. No que se refere à remoção, custódia e realização de leilão de veículos removidos ou recolhidos a qualquer
título, por órgãos e entidades componentes do Sistema Nacional de Trânsito – SNT – (Resolução nº 623/2016 –
CONTRAN), relacione corretamente os itens listados a seguir aos seus respectivos conceitos, numerando a Coluna
II de acordo com a Coluna I:
Coluna I
1. Remoção de veículos 2. Recolhimento 3. Custódia de veículos 4. Leilão

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Coluna II
( ) Ato de encaminhamento do veículo ao pátio de custódia a qualquer título, decorrente de remoção, retenção,
abandono ou acidente, realizado por órgão público ou por particular contratado por licitação pública, inclusive por
meio de pregão.
( ) Modalidade de licitação entre quaisquer interessados para a venda de veículos removidos ou recolhidos a
qualquer título a quem oferecer o maior lance, igual ou superior ao valor da avaliação.
( ) Medida administrativa aplicada pelo agente da Autoridade de Trânsito, quando da constatação da infração de
trânsito que caracterize a necessidade de se retirar o veículo do trânsito, que será recolhido em local apropriado,
conforme o estabelecido no art. 271 do CTB.
( ) Procedimento administrativo de guarda e zelo de veículo recolhido a local apropriado diretamente por órgão
público responsável pelo recolhimento, por órgão público conveniado, por particular contratado por licitação,
inclusive por meio de pregão, ou mediante credenciamento.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
a) 1, 3, 4, 2.
b) 2, 4, 1, 3.
c) 3, 2, 1, 4.
d) 1, 3, 2, 4.

103. Considerando a Resolução nº 466/2013 – CONTRAN, que dispõe sobre o objetivo da vistoria de identificação
veicular, atente aos seguinte itens:
I. recolher taxas aos cofres públicos;
II. verificar a legitimidade da propriedade;
III. verificar se os veículos dispõem dos equipamentos obrigatórios, e se estes estão funcionais;
IV. aferir a pontuação da carteira nacional de habilitação do proprietário do veículo.
Corresponde ao objetivo da vistoria de identificação veicular o que consta em
a) I e IV apenas.
b) I, II, III e IV.
c) II, III e IV apenas.
d) II e III apenas.

104. Sobre a fiscalização de trânsito por intermédio de videomonitoramento em estradas e rodovias, Resolução nº
471/2013 – CONTRAN, é correto afirmar que
a) a autoridade ou o agente da autoridade de trânsito, exercendo a fiscalização remota por meio de sistemas de
videomonitoramento, poderão autuar condutores e veículos, cujas infrações por descumprimento das normas
gerais de circulação e conduta tenham sido detectadas “online” por esses sistemas.
b) a fiscalização de trânsito mediante sistema de videomonitoramento está regida pelas mesmas normas que a
fiscalização por “radares” de velocidade, por isso não necessita que as vias estejam devidamente sinalizadas para
esse fim.
c) a autoridade ou o agente da autoridade de trânsito, responsável pela lavratura do auto de infração, só precisa
informar no campo “observação”, no caso de cometimento de infração de natureza grave ou gravíssima.
d) o agente ou a autoridade de trânsito, responsável pela lavratura do auto de infração, podem realizar a
fiscalização que trata esta resolução, na forma de “gravação”, ou seja, revisando os vídeos captados pelo sistema,
mas que não ultrapassem o prazo de 24 (vinte e quatro) horas do início da captação.

105. Com base no CTB, é correto afirmar que transpor, sem autorização, bloqueio viário policial constitui infração
a) grave, cuja penalidade corresponde a multa e apreensão do veículo, e a medida administrativa correspondente
é a remoção do veículo.
b) gravíssima, cuja penalidade corresponde a multa, apreensão do veículo e suspensão do direito de dirigir, e as
medidas administrativas correspondentes são a remoção do veículo e o recolhimento do documento de
habilitação.
c) gravíssima, cuja penalidade corresponde a multa e suspensão do direito de dirigir, e a medida administrativa
correspondente é o recolhimento do documento de habilitação.
d) grave, cuja penalidade corresponde a multa, e são tomadas as medidas administrativas de remoção do veículo
e recolhimento do documento de habilitação.

106. No que diz respeito à competência do DENATRAN com relação ao Sistema de Notificação Eletrônica
(Resolução nº 622/2016 – CONTRAN), é correto afirmar que NÃO faz parte do rol de competências desse órgão
a) desenvolver e padronizar os procedimentos operacionais do Sistema de Notificação Eletrônica.
b) arbitrar conflitos entre os participantes.
c) definir as atribuições operacionais dos órgãos e entidades integradas.
d) realizar privativamente a cobrança e o recebimento dos valores das multas aplicadas aos condutores de
veículos.

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107. No que concerne ao uso do capacete motociclístico, segundo a Resolução nº 453/2013 – CONTRAN, é correto
afirmar que NÃO constitui um item de fiscalização, por parte das autoridades de trânsito ou seus agentes, observar
a) se o capacete motociclístico utilizado é certificado pelo INMETRO.
b) o estado geral do capacete, buscando avarias ou danos que identifiquem a sua inadequação para o uso.
c) se o capacete pertence ao proprietário do veículo.
d) a aposição de dispositivo retrorrefletivo de segurança nas partes laterais e traseira do capacete motociclístico.

108. O candidato à habilitação deverá submeter-se a exames realizados pelo órgão executivo de trânsito, na
seguinte ordem:
a) de aptidão física e mental; escrito, sobre legislação de trânsito; de noções de primeiros socorros, conforme
regulamentação do CONTRAN; de direção veicular, realizado na via pública, em veículo da categoria para a qual
estiver habilitando-se.
b) escrito, sobre legislação de trânsito; de aptidão física e mental; noções de primeiros socorros, conforme
regulamentação do CONTRAN; de direção veicular, realizado na via pública, em veículo da categoria para a qu al
estiver habilitando-se.
c) de aptidão física e mental; noções de primeiros socorros, conforme regulamentação do CONTRAN; escrito,
sobre legislação de trânsito; de direção veicular, realizado na via pública, em veículo da categoria para a qual
estiver habilitando-se.
d) de direção veicular, realizado na via pública, em veículo da categoria para a qual estiver habilitando-se; de
aptidão física e mental; escrito, sobre legislação de trânsito; e de noções de primeiros socorros.

110. Atente ao que dispõe o artigo 16 do Código de Trânsito Brasileiro – CTB:


“Junto a cada órgão ou entidade executivos de trânsito ou rodoviário funcionarão Juntas Administrativas de
Recursos de Infrações – JARI, órgãos colegiados responsáveis pelo julgamento dos recursos interpostos contra
penalidades por eles impostas”.
Considerando a competência legal das JARI, observe os seguintes itens:
I. julgar os recursos interpostos pelos infratores;
II. solicitar aos órgãos e entidades executivos de trânsito e executivos rodoviários informações complementares
relativas aos recursos, objetivando uma melhor análise da situação recorrida;
III. instruir os recursos interpostos das decisões do CONTRAN, ao ministro ou dirigente coordenador máximo do
Sistema Nacional de Trânsito.
Faz parte da competência legal das JARI o que consta em
a) I, II e III.
b) II e III apenas.
c) I e II apenas.
d) I e III apenas.

110. Dirigir sob a influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência
constitui infração gravíssima, cuja penalidade corresponde a
a) multa (doze vezes) e suspensão do direito de dirigir por 10 (dez) meses; nesse caso, são tomadas as seguinte s
medidas administrativas: recolhimento do documento de habilitação e apreensão do veículo.
b) multa (dez vezes) e suspensão do direito de dirigir por 06 (seis) meses; nesse caso, são tomadas as seguintes
medidas administrativas: recolhimento do documento de habilitação e recolhimento do veículo.
c) multa (duas vezes) e suspensão do direito de dirigir por 08 (oito) meses; nesse caso, são tomadas as seguintes
medidas administrativas: recolhimento do documento de habilitação e retenção do veículo.
d) multa (dez vezes) e suspensão do direito de dirigir por 12 (doze) meses; nesse caso, são tomadas as seguintes
medidas administrativas: recolhimento do documento de habilitação e retenção do veículo.

111. Usar qualquer veículo para, deliberadamente, interromper, restringir ou perturbar a circulação na via sem
autorização do órgão ou entidade de trânsito com circunscrição sobre ela, constitui infração gravíssima, para a qual
é tomada a medida administrativa de remoção do veículo, e cuja penalidade corresponde a
a) multa (vinte vezes) e suspensão do direito de dirigir por 10 (dez) meses.
b) multa (vinte vezes) e suspensão do direito de dirigir por 12 (doze) meses.
c) multa (seis vezes) e suspensão do direito de dirigir por 08 (oito) meses.
d) multa (dez vezes) e suspensão do direito de dirigir por 06 (seis) meses.

112. Parar o veículo afastado da guia da calçada (meio-fio) de cinquenta centímetros a um metro é uma infração
a) grave, cuja penalidade é multa, e a medida administrativa correspondente é a remoção do veículo.
b) média, cuja penalidade é multa.
c) gravíssima, cuja penalidade é multa, e a medida administrativa correspondente é a remoção do veículo.
d) leve, cuja penalidade é multa.

113. Tomando-se por base o CTB, é correto afirmar que são regulamentadas pelo CONTRAN:
I. autorização para conduzir ciclomotores;

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II. autorização para conduzir veículos de propulsão humana e de tração animal;
III. normas relativas à aprendizagem para conduzir veículos automotores e elétricos.
Estão corretas as complementações contidas em
a) I e III apenas.
b) I, II e III.
c) II e III apenas.
d) I e II apenas.

114. De acordo com o Artigo 60 do Código de Trânsito Brasileiro, as vias urbanas, em função de sua utilização, são
classificadas como:
a) principais e secundárias.
b) via de mão única e via de mão dupla.
c) expressas, avenidas, ruas, vielas e arteriais.
d) trânsito rápido, arteriais, coletoras e locais.

115. O Art. 259 do Código de Trânsito Brasileiro traz as pontuações para cada categoria de infração de trânsito
cometida. São elas:
a) gravíssima – 4 pontos; grave – 3 pontos; média – 2 pontos; leve – 1 ponto.
b) gravíssima – 7 pontos; grave – 5 pontos; média – 4 pontos; leve – 3 pontos.
c) gravíssima – 10 pontos; grave – 8 pontos; média – 6 pontos; leve – 4 pontos.
d) gravíssima – 8 pontos; grave – 6 pontos; média – 5 pontos; leve – 4 pontos.

116. A velocidade máxima permitida para a via será indicada por meio de sinalização, obedecidas suas
características técnicas e as condições de trânsito. Nas vias urbanas, onde não existir sinalização regulamentadora,
a velocidade máxima será de
a) 40 (quarenta) quilômetros por hora, nas vias coletoras.
b) 60 (sessenta) quilômetros por hora, nas vias de trânsito rápido.
c) 40 (quarenta) quilômetros por hora, nas vias arteriais.
d) 50 (cinquenta) quilômetros por hora, nas vias locais.

117. Atenção: A questão está alicerçada na Lei n° 9.503, de 23 de setembro de 1997, que institui o Código de
Trânsito Brasileiro, consideradas as alterações posteriores e principais Resoluções.
Considere os seguintes veículos:
I. Motoneta. II. Triciclo. III. Charrete. IV. Carroça. V. Carro de mão.
Quanto à espécie, são exemplos de veículos de carga os que constam APENAS em
a) I, II e III.
b) I, II e IV.
c) I, III e V.
d) III, IV e V.
e) I, II, IV e V.

118. Considere os seguintes requisitos:


I. Ter idade superior a vinte e um anos.
II. Ter idade superior a dezoito anos.
III. Ser habilitado na categoria “D”.
IV. Ser habilitado na categoria “C”.
V. Não ter cometido nenhuma infração grave ou gravíssima, ou ser reincidente em infrações médias durante os
últimos doze meses.
VI. Não ter cometido nenhuma infração grave ou gravíssima, ou ser reincidente em infrações médias durante os
últimos dezoito meses.
O condutor de veículo destinado à condução de escolares deve satisfazer, entre outros, aos requisitos q ue constam
APENAS em
a) I, III e V.
b) I, III e VI.
c) II, IV e VI.
d) II, III e V.
e) I, IV e V.

119. Em não havendo sinalização regulamentadora, as velocidades máxima e mínima, em uma via c aracterizada
por interseções em nível, geralmente controlada por semáforo, com acessibilidade aos lotes lindeiros e às vias
secundárias e locais, devem ser, respectivamente,
a) cento e dez quilômetros por hora e cinquenta e cinco quilômetros por hora.
b) oitenta quilômetros por hora e quarenta quilômetros por hora.
c) setenta quilômetros por hora e trinta e cinco quilômetros por hora.

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d) sessenta quilômetros por hora e trinta quilômetros por hora.
e) quarenta quilômetros por hora e vinte quilômetros por hora.

120. O Analista de Trânsito Godofredo, ao se aproximar do veículo oficial que utilizaria durante seu turno de serviço,
identificou uma mancha de combustível sob o veículo. Manobrou o veículo na garagem e prosseguiu para suas
atividades rotineiras, que incluíam a participação em um projeto de educação e segurança de trânsito em uma escola
pública. Ao chegar ao seu destino, outro motorista advertiu-lhe que o veículo oficial estava derramando combustível
na via pública. A conduta praticada por Godofredo
a) não caracteriza infração de trânsito.
b) caracteriza infração de trânsito leve e sujeita à penalidade de multa.
c) caracteriza infração de trânsito média e sujeita à penalidade de multa.
d) caracteriza infração de trânsito grave, sujeita à penalidade de multa e medida administrativa de retenção do
veículo para regularização.
e) caracteriza infração de trânsito gravíssima, sujeita à penalidade de multa e medida administrativa de retenção
do veículo para regularização.

Respostas 101: 102: 103: 104: 105: 106: 107: 108: 109: 110: 111: 1
12: 113: 114: 115: 116: 117: 118: 119: 120:

121. Atenção: A questão está alicerçada na Lei n° 9.503, de 23 de setembro de 1997, que institui o Código de
Trânsito Brasileiro, consideradas as alterações posteriores e principais Resoluções.
O Analista de Trânsito Rubens conduzia o veículo oficial pela Av. Ordem e Progresso quando o semáforo mudou
de fase e fechou. Rubens, que estava distraído, parou o veículo sobre a faixa de pedestres na mudança de sinal
luminoso. A conduta praticada por Rubens configura infração de trânsito
a) leve e sujeita à penalidade de multa.
b) média e sujeita à penalidade de multa.
c) grave e sujeita à penalidade de multa.
d) média, sujeita à penalidade de multa e medida administrativa de remoção do veículo.
e) grave, sujeita à penalidade de multa e medida administrativa de remoção do veículo.

122. O Analista de Trânsito Wilbort utiliza transporte público para deslocar-se de sua residência até o DETRAN/MA.
Após solicitar a parada do ônibus, Wilbort adentra e se prepara para realizar o pagamento da tarifa para o motorista.
Em ato contínuo, o motorista retoma o deslocamento do veículo, dando prosseguimento ao itinerário da linha. Com
o veículo já em movimento, Wilbort efetua o pagamento de R$ 4,00 (quatro reais) para o motorista, que de imediato
debita a tarifa de R$ 3,80 (três reais e oitenta centavos) e devolve o troco de R$ 0,20 (vinte centavos) para Wilbort.
A conduta praticada pelo motorista do ônibus
a) não configura infração de trânsito.
b) configura infração de trânsito leve e sujeita à penalidade de multa.
c) configura infração de trânsito média e sujeita à penalidade de multa.
d) configura infração de trânsito grave e sujeita à penalidade de multa.
e) configura infração de trânsito gravíssima e sujeita à penalidade de multa.

123. O trânsito de qualquer natureza nas vias terrestres do território nacional é regido pelo Código de Trânsito
Brasileiro − CTB. Nesse sentido, considere:
I. Ruas e avenidas sem pavimentação.
II. Caminhos e passagens.
III. Estradas e rodovias com sinalização horizontal.
IV. Praias abertas à circulação pública.
V. Vias e áreas de estacionamento de estabelecimentos privados de uso coletivo.
VI. Vias internas pertencentes aos condomínios constituídos por unidades autônomas.
São classificadas como vias terrestres as que constam em
a) I, II e VI, apenas.
b) I, III, IV e V, apenas.
c) II, III e IV, apenas.
d) V e VI, apenas.
e) I, II, III, IV, V e VI.

124. Considere:
I. Conselho Nacional de Trânsito − CONTRAN.
II. Juntas Administrativas de Recursos de Infrações − JARI.
III. Departamento Nacional de Trânsito − DENATRAN.
IV. Conselho Estadual de Trânsito − CETRAN.
V. Departamento Estadual de Trânsito − DETRAN.
VI. Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes − DNIT.
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VII. Departamento de Estradas de Rodagem − DER.
São órgãos normativos e consultivos pertencentes ao Sistema Nacional de Trânsito os que constam APENAS em
a) II, III e V. b) VI e VII. c) I, II, IV e V. d) III, VI e VII. e) I e IV.

125. Atenção: A questão está alicerçada no Código de Trânsito Brasileiro − CTB vigente, consideradas as alterações
posteriores e principais Resoluções.
Considere:
I. Automotor. II. Elétrico. III. De propulsão humana. IV. Particular. V. De aprendizagem.
VI. De competição.
São classificados quanto à categoria, os veículos que constam APENAS em
a) I e II.
b) I, II e III.
c) IV e V.
d) IV e VI.
e)III, V e VI.

126. Considere:
I. Tara.
II. Peso Bruto Total − PBT.
III. Peso Bruto Total Combinado − PBTC.
IV. Capacidade Máxima de Tração − CMT.
V. Lotação.
Os veículos novos e acabados de transporte de carga e os coletivos de passageiros com peso bruto total acima de
3500 quilogramas deverão conter, em local facilmente visível, as inscrições que constam em
a) I, II, III, IV e V.
b) II, III e IV, apenas.
c) III e V, apenas.
d) I, IV e V, apenas.
e) I e II, apenas.

127. A Carteira Nacional de Habilitação será conferida ao condutor portador de Permissão para Dirigir ao término
de
a) doze meses, desde que ele não tenha cometido nenhuma infração de natureza grave ou gravíssima ou seja
reincidente em infração média.
b) vinte e quatro meses, desde que ele não tenha cometido nenhuma infração de natureza grave ou gravíssima ou
seja reincidente em infração média.
c) dezoito meses, desde que ele não tenha cometido nenhuma infração de natureza grave ou gravíssima ou seja
reincidente em infração média.
d) dezoito meses, desde que ele não tenha cometido nenhuma infração de natureza gravíssi ma, grave ou média.
e) seis meses, desde que ele não tenha cometido nenhuma infração de natureza média ou seja reincidente em
infração média por uma única vez.

128. A correspondência entre conceito e definição está corretamente estabelecida, no quadro abaixo, em:

a) Veículo automotor de transporte coletivo com capacidade para até vinte passageiros - micro-ônibus
Veículo automotor de duas rodas, dirigido por condutor em posição sentada - motoneta
Veículo de um ou mais eixos que se apoia na sua unidade tratora ou é a ela ligado por meio de articulação
- semirreboque
Via rural pavimentada - estrada

b) Veículo automotor de transporte coletivo com capacidade para até vinte passageiros - ônibus
Veículo automotor de duas rodas, dirigido por condutor em posição sentada - motoneta
Veículo de um ou mais eixos que se apoia na sua unidade tratora ou é a ela ligado por meio de articulação
- reboque
Via rural pavimentada - rodovia

c) Veículo automotor de transporte coletivo com capacidade para até vinte passageiros - micro-ônibus
Veículo automotor de duas rodas, dirigido por condutor em posição sentada - motocicleta
Veículo de um ou mais eixos que se apoia na sua unidade tratora ou é a ela ligado por meio de articulação
- reboque
Via rural pavimentada - rodovia

d) Veículo automotor de transporte coletivo com capacidade para até vinte passageiros - micro-ônibus
Veículo automotor de duas rodas, dirigido por condutor em posição sentada - motoneta

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Veículo de um ou mais eixos que se apoia na sua unidade tratora ou é a ela ligado por meio de articulação
- semirreboque
Via rural pavimentada - rodovia

e) Veículo automotor de transporte coletivo com capacidade para até vinte passageiros - ônibus
Veículo automotor de duas rodas, dirigido por condutor em posição sentada - motocicleta
Veículo de um ou mais eixos que se apoia na sua unidade tratora ou é a ela ligado por meio de articulação
- semirreboque
Via rural pavimentada - estrada

129. Considere as definições:


I. Peso próprio do veículo, acrescido dos pesos da carroçaria e equipamento, do combustível, das ferramentas e
acessórios, da roda sobressalente, do extintor de incêndio e do fluido de arrefecimento, expresso em quilo gramas.
II. Veículo destinado ao transporte de carga com peso bruto total de até três mil e quinhentos quilogramas.
III. Parte da pista de rolamento destinada à circulação exclusiva de ciclos, delimitada por sinalização específica.
IV. Peso máximo que o veículo transmite ao pavimento, constituído da soma da tara mais a lotação.
Considere os conceitos:
a. Tara. b. Peso bruto total. c. Peso bruto total combinado. d. Lotação. e. Caminhonete.
f. Camioneta. g. Ciclovia. h. Ciclofaixa.
Definições e conceitos estão corretamente relacionados em
a) Ib; IIe; IIIh; IVc.
b) Ia; IIe; IIIh; IVb.
c) Ib; IIf; IIIg; IVb.
d) Id; IIf; IIIh; IVb.
e) Ia; IIe; IIIg; IVc.

130. Os veículos para competição que tiverem alteradas quaisquer de suas características poderão circular nas vias
públicas
a) com licença especial da autoridade de trânsito, em itinerário e horário fixados.
b) com licença especial do agente da autoridade de trânsito, em itinerários e dias fixados.
c) com licença especial do agente da autoridade de trânsito, com batedores e em horários livres.
d) sem licença especial da autoridade de trânsito, em itinerários e horários livres, desde que coloquem um
sinalizador vermelho do lado direito do veículo.
e) sem qualquer tipo de licença especial, bastando observar as normas gerais de circulação, conduta e sinalização
existentes nas respectivas vias.

131. A via terrestre caracterizada por interseções em nível não semaforizadas, destinada ao acesso de áreas
restritas, e a via terrestre caracterizada por acessos especiais com trânsito livre, sem interseções em nível, são
denominadas, respectivamente, via
a) arterial e via de trânsito rápido.
b) local e via arterial.
c) local e via de trânsito rápido.
d) local e via coletora.
e) coletora e via de trânsito rápido.

132. Vespasiano conduziu seu veículo até a casa de Marco Aurélio a fim de buscá-lo para assistirem a um show de
música sertaneja no Rodeio Music Hall. Chegou à residência do amigo por volta das 22h15m e buzinou
insistentemente para alertá-lo de sua presença. Em seguida, foi buscar a amiga Cíntia, que também ia ao
mesmoshow, e parou seu veículo sobre a faixa destinada ao uso de pedestres, em frente ao condomínio onde ela
mora. A conduta de Vespasiano, no primeiro caso,
a) não configura infração de trânsito e, no segundo caso, por ser pouco tempo de espera e o condutor permanecer
no veículo, também não configura infração de trânsito.
b) configura infração de trânsito leve sujeita à penalidade de multa e, no segundo caso, configura infração de
trânsito leve também sujeita à penalidade de multa.
c) configura infração de trânsito média sujeita à penalidade de multa e, no segundo caso, por ser uma parada
rápida, não estará sujeita a qualquer penalidade.
d) configura infração de trânsito média sujeita à penalidade de multa e, no segundo c aso, configura infração de
trânsito grave sujeita à penalidade de multa.
e) configura infração de trânsito leve sujeita à penalidade de multa e, no segundo caso, configura infração de
trânsito média sujeita à penalidade de multa.

133. A Assistente de Trânsito Ivete, conduzindo veículo oficial, depara-se com um veículo acidentado, por provável
capotamento, próximo ao bordo direito da pista da Rua do Bosque, a qual não apresentava sinalização de
regulamentação de estacionamento ou parada. Ivete, imediatamente, estaciona a viatura atrás do referido veículo e

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desce para efetuar o atendimento de emergência, porém não liga o sistema de iluminação vermelha intermitente do
veículo de fiscalização de trânsito. A conduta de Ivete
a) não configura infração de trânsito, por ser veículo público em serviço de urgência.
b) configura infração de trânsito leve sujeita à penalidade de multa.
c) configura infração de trânsito média sujeita à penalidade de multa.
d) configura infração de trânsito grave sujeita à penalidade de multa.
e) configura infração de trânsito gravíssima sujeita à penalidade de multa e suspensão da carteira de habilitação
por 6 meses por se tratar de veículo oficial.

134. O Assistente de Trânsito Modesto conduzia um veículo oficial pela Av. Itaqui (sentido Centro-Bairro), a qual
apresenta pista dupla, separada por ilhas de canalização e refúgio para pedestres. Em um dado momento, resolve
realizar operação de retorno passando por cima do refúgio de pedestres a fim de estacionar o veículo em uma vaga
que visualizou na pista de sentido oposto (sentido Bairro-Centro). A realização dessa manobra
a) não configura infração de trânsito.
b) configura infração de trânsito leve sujeita à penalidade de multa.
c) configura infração de trânsito média sujeita à penalidade de multa.
d) configura infração de trânsito grave sujeita à penalidade de multa.
e) configura infração de trânsito gravíssima sujeita à penalidade de multa.

135. De acordo com o Decreto n° 20.242, de 26 de janeiro de 2004, que aprova o Regimento do Departamento
Estadual de Trânsito − DETRAN-MA, a competência para efetuar o cancelamento de multas consideradas
improcedentes, desde que autorizado pela Diretoria, é da Divisão de Controle
a) Contábil-Financeiro.
b) da Arrecadação.
c) de Execução Orçamentária.
d) de Operações.
e) de Registro de Veículos.

136. Entre outras atribuições, compete aos órgãos ou entidades executivos de trânsito dos Estados e do Distrito
Federal, no âmbito de sua circunscrição,
a) implantar, manter e operar sistema de estacionamento rotativo pago nas vias.
b) credenciar os serviços de escolta, fiscalizar e adotar medidas de segurança relativas aos serviços de remoção
de veículos, escolta e transporte de carga indivisível.
c) planejar e implantar medidas para redução de circulação de veículos e reorientação do tráfego, com o objetivo
de diminuir a emissão global de poluentes.
d) conceder autorização para conduzir veículos de propulsão humana e de tração animal.
e) comunicar ao órgão executivo de trânsito da União a suspensão e a cassação do direito de dirigir e o
recolhimento da Carteira Nacional de Habilitação.

137. Considere:
I. Julgar os recursos interpostos pelos infratores.
II. Solicitar aos órgãos e entidades executivos de trânsito e executivos rodoviários informações complementares
relativas aos recursos, objetivando uma melhor análise da situação recorrida.
III. Encaminhar aos órgãos e entidades executivos de trânsito e executivos rodoviários informações sobre problemas
observados nas autuações e apontados em recursos, e que se repitam sistematicamente.
IV. Estimular e orientar a execução de campanhas educativas de trânsito.
V. Acompanhar e coordenar as atividades de administração, educação, registro e licenciamento dos veículos.
São de competência das Juntas Administrativas de Recursos de Infrações − JARI o que se afirma APENAS em
a) I, II e IV.
b) I, III e V.
c) I, II e III.
d) II, IV e V.
e) III, IV e V.

138. No tocante ao uso de luzes em veículos, o condutor


a) está dispensado de manter acesos, durante o dia, os faróis do veículo, utilizando luz baixa, nos túneis providos
de iluminação pública.
b) deve usar sempre luz alta nas vias não iluminadas.
c) deve manter apagadas as luzes de posição do veículo quando sob neblina ou cerração.
d) deve manter acesas, à noite, as luzes de posição quando o veículo estiver parado para fins de embarque ou
desembarque de passageiros.
e) está dispensado de utilizar, em veículos de transporte coletivo regular de passageiros, farol de l uz baixa durante
o dia, quando circular em faixas próprias a ele destinadas.

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139. Considere:
I. É vedado ao motorista profissional dirigir por mais de cinco horas e meia ininterruptas veículos de transporte
rodoviário coletivo de passageiros ou de transporte rodoviário de cargas.
II. Serão observados trinta minutos para descanso dentro de cada seis horas na condução de veículo de transporte
de carga, sendo facultado o seu fracionamento e o do tempo de direção desde que não ult rapassadas cinco horas
e meia contínuas no exercício da condução.
III. Serão observados vinte minutos para descanso a cada quatro horas na condução de veículo rodoviário de
passageiros, sendo facultado o seu fracionamento e o tempo de direção.
IV. O condutor de veículos de transporte rodoviário coletivo de passageiros é obrigado, dentro do período de vinte
e quatro horas, a observar o mínimo de seis horas de descanso, que podem ser fracionadas, usufruídas no veículo
e coincidir com os intervalos de descanso.
São requisitos para a condução de veículos por motoristas profissionais os que constam APENAS em
a) I, II e IV.
b) I, II e III.
c) I, III e IV.
d) I e II.
e) III e IV.

140. Considere:
I. Espaçonildo da Silva estacionou seu veículo na esquina a menos de cinco metros do bordo do alinhamento da via
transversal e o deixou afastado da guia da calçada (meio-fio) em torno de cinquenta e cinco centímetros. As
infrações de trânsito cometidas por Espaçonildo são, respectivamente, de gravidade média e de gravidade leve.
II. João Arcanjo estacionou seu veículo de frente, em ângulo de 45° com o meio-fio, em local regulamentado. Ao
retornar à pista de rolagem, aproveitou a posição do veículo e, certificando-se de que o trânsito estava livre, transitou
de marcha à ré por aproximadamente 100 metros. Tal conduta não configura infração de trânsito e não sujeita o
condutor a qualquer penalidade.
III. Primeiroeu dos Santos transitava em velocidade compatível pela rodovia MA-X, fora do perímetro urbano. O
motorista do veículo imediatamente atrás do seu, mediante um suave toque de buzina, solicitou -lhe passagem.
Primeiroeu acelerou seu veículo e não permitiu a ultrapassagem do veículo pela esquerda. Tal conduta não
configura infração de trânsito nem sujeita o condutor a qualquer penalidade.
Está correto o que se afirma APENAS em
a) II e III.
b) II.
c) III.
d) I.
e) I e III.

Respostas 121: 122: 123: 124: 125: 126: 127: 128: 129: 130: 131:
132: 133: 134: 135: 136: 137: 138: 139: 140:

141. O Assistente de Trânsito Pablo, durante uma abordagem a um veículo, constata que, dos quatro ocupantes,
dois não estavam utilizando os cintos de segurança que se encontravam operantes. A infração de trânsito, a
penalidade e a medida administrativa aplicáveis são:

a) Infração de Trânsito - leve


Penalidade - advertência
Medida Administrativa - Retenção do veículo até a colocação do cinto pelo infrator.

b) Infração de Trânsito - média


Penalidade - multa
Medida Administrativa - Retenção do veículo até a colocação do cinto pelo infrator.

c) Infração de Trânsito - média


Penalidade - advertência
Medida Administrativa - Recolhimento do Certificado de Licenciamento Anual.

d) Infração de Trânsito - grave


Penalidade - multa
Medida Administrativa - Retenção do veículo até a colocação do cinto pelo infrator.

e) Infração de Trânsito - grave


Penalidade - multa
Medida Administrativa - Recolhimento do Certificado de Licenciamento Anual.

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142. Durante as festividades de Carnaval, a Assistente de Trânsito Anita conduzia um veículo oficial na Av. Beija-
flor, quando visualizou que o motorista do veículo a sua frente arremessou pela janela uma sacola cheia de papéis
picados. Anita sinalizou, solicitando a parada do veículo. O condutor prontamente atendeu a ordem emanada e
estacionou o veículo, mas recusou-se a entregar os documentos de habilitação e licenciamento solicitados por Anita.
A primeira conduta praticada por este condutor, na esfera administrativa,
a) não configura infração de trânsito, é passível apenas de advertência. No segundo caso, configura infração de
trânsito gravíssima, sujeita à penalidade de multa e apreensão do veículo.
b) configura infração de trânsito leve sujeita à advertência e penalidade de multa. No segundo caso, configura
infração de trânsito gravíssima, sujeita à penalidade de multa e apreensão do veículo.
c) configura infração de trânsito média sujeita à penalidade de multa. No segundo caso, configura infração de
trânsito gravíssima, sujeita à penalidade de multa e apreensão do veículo.
d) configura infração de trânsito grave sujeita à penalidade de multa. No segundo caso, configura infração de
trânsito grave, sujeita à penalidade de multa e apreensão do veículo.
e) configura infração de trânsito média sujeita à penalidade de multa. No segundo caso, configura infração de
trânsito média, sujeita à penalidade de multa e apreensão do veículo.

143. O Assistente de Trânsito Jimmy, durante uma operação de trânsito, depara-se com as seguintes situações:
I. Um motorista transportando tubulações de plástico fixadas nas partes externas do seu automóvel sem qualquer
tipo de autorização.
II. Um motorista usando no veículo equipamento com som em volume que não seja autorizado pelo CONTRAN.
III. Um condutor transitando com seu veículo com dispositivo antirradar.
IV. Um condutor transitando com seu veículo sem qualquer uma das placas de identificação.
Considera-se infração gravíssima sujeita à penalidade de multa com medida administrativa de remoção do veículo
o que consta APENAS em
a) III e IV. b) I, III e IV. c) II e III. d) I, II e IV. e) I e II.

144. Atenção: A questão está alicerçada na Lei n° 9.503, de 23 de setembro de 1997, que institui o Código de
Trânsito Brasileiro, consideradas as alterações posteriores e principais Resoluções.
Considere as categorias B, C, D e E de habilitação.
Poderão conduzir na via pública os veículos I, II e III o condutor habilitado APENAS nas categorias expressas em:

a) Veículo I - Trator de Roda - B, D e E


Veículo II - Equipamentos automotores destinados
a executar trabalhos agrícola - C, D e E
Veículo III - Veículo especialmente destinado à condução
coletiva de escolares - C e D

b) Veículo I - Trator de Roda - B, C, D e E


Veículo II - Equipamentos automotores destinados
a executar trabalhos agrícola - B, C, D e E
Veículo III - Veículo especialmente destinado à condução
coletiva de escolares - D

c) Veículo I - Trator de Roda - C e E


Veículo II - Equipamentos automotores destinados
a executar trabalhos agrícola - C e E
Veículo III - Veículo especialmente destinado à condução
coletiva de escolares - B e D

d) Veículo I - Trator de Roda - B e C


Veículo II - Equipamentos automotores destinados
a executar trabalhos agrícola - C e E
Veículo III - Veículo especialmente destinado à condução
coletiva de escolares - B e D

e) Veículo I - Trator de Roda - B e E


Veículo II - Equipamentos automotores destinados
a executar trabalhos agrícola - B e E
Veículo III - Veículo especialmente destinado à condução
coletiva de escolares - C

145. O Assistente de Trânsito Magaiver foi acionado pela Central Operacional para o atendimento de uma ocorrência
envolvendo a colisão de quatro veículos. Segundo relatos preliminares, havia vítimas presas nas ferragens dos
veículos e vazamento de óleo e combustível com risco de incêndio e explosão. De imediato, acionou os sistemas

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sonoros e luminosos da viatura e prosseguiu para o local do acidente. Durante o itinerário, e em função do acidente,
o trânsito estava demasiadamente congestionado, porém os demais condutores abriam o caminho para a viatura
em situação de emergência. Contudo, ao olhar pelo retrovisor interno, Magaiver percebeu que diversos veículos o
seguiam, aproveitando-se da abertura de caminho realizada pela viatura para evitar o congestionamento.
A conduta praticada pelos condutores que se aproveitavam da abertura de caminho
a) não configura infração de trânsito.
b) configura infração de trânsito grave sujeita à penalidade de multa.
c) configura infração de trânsito média sujeita à penalidade de multa.
d) configura infração de trânsito leve sujeita à penalidade de multa.
e) configura infração de trânsito gravíssima sujeita à penalidade de multa.

146. Para o condutor de veículo habilitar-se nas categorias indicadas no quadro abaixo, entre os requisitos previstos
no CTB, ele deve satisfazer os constantes em:

a) Categoria C
- Ser habilitado, no mínimo, há um ano na categoria “B”.
- Não ter cometido nenhuma infração grave ou gravíssima, ou ser reincidente em infrações médias durante os
últimos doze meses.
Categoria D
- Ter idade superior a vinte e um anos.
- Ser habilitado, no mínimo, há três anos na categoria “B” ou, no mínimo, há dois anos na categoria “C”.
- Não ter cometido nenhuma infração grave ou gravíssima, ou ser reincidente em infrações médias durante os
últimos seis meses.

b) Categoria C
-Ser habilitado, no mínimo, há um ano na categoria “B”.
-Não ter cometido nenhuma infração grave ou gravíssima, ou ser reincidente em infrações médias durante os últimos
doze meses.
Categoria D
-Ter idade superior a vinte e um anos.
-Ser habilitado, no mínimo, há dois anos na categoria “B” ou, no mínimo, há um ano na categoria “C”.
-Não ter cometido nenhuma infração grave ou gravíssima, ou ser reincidente em infrações médias durante os últimos
doze meses.

c) Categoria C
-Ter idade superior a vinte e um anos.
-Não ter cometido nenhuma infração grave ou gravíssima, ou ser reincidente em infrações médias durante os últimos
doze meses.
Categoria D
-Ter idade superior a vinte e um anos.
-Não ter cometido nenhuma infração grave ou gravíssima, ou ser reincidente em infrações médias durante os últimos
dezoito meses.

d) Categoria C
-Ter idade superior a vinte e um anos.
-Ser habilitado, no mínimo, há um ano na categoria “B”.
-Não ter cometido nenhuma infração grave ou gravíssima, ou ser reincidente em infrações graves durante os últimos
dezoito meses.
Categoria D
-Ter idade superior a vinte anos.
-Ser habilitado, no mínimo, há um ano na categoria “B” ou, no mínimo, há um ano na categoria “C”.
-Não ter cometido nenhuma infração grave ou gravíssima, ou ser reincidente em infrações médias durante os últimos
doze meses.

e) Categoria C
-Ter idade superior a dezoito anos.
-Não ter cometido nenhuma infração grave ou gravíssima, ou ser reincidente em infrações graves durante os últimos
dezoito meses.
Categoria D
-Ter idade superior a dezoito anos.
-Não ter cometido nenhuma infração grave ou gravíssima, ou ser reincidente em infrações médias durante os últimos
dezoito meses.

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147. Nos crimes de trânsito previstos na Lei nº 9.503/1997,
a) se o réu for reincidente na prática de crime previsto neste Código, o juiz não poderá aplicar a penalidade de
suspensão da permissão ou habilitação para dirigir veículo automotor.
b) em qualquer fase da investigação ou da ação penal, havendo necessidade para a garantia da ordem pública,
poderá o juiz, como medida cautelar, ainda que de ofício, decretar, em decisão motivada, a suspensão da
permissão ou da habilitação para dirigir veículo automotor, ou a proibição de s ua obtenção.
c) a penalidade de multa reparatória consiste no pagamento, mediante depósito judicial em favor da vítima, ou
seus sucessores, sempre que houver qualquer tipo de prejuízo resultante do crime.
d) a prática do delito em faixa de pedestres é causa de aumento dos delitos de homicídio culposo e lesão corporal
culposa, e não pode ser aplicada como agravante dos demais delitos.
e) a penalidade de suspensão ou de proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo
automotor tem a mesma duração da pena de prisão prevista para o delito.

148. Assinale a opção que corresponde a requisito(s) que o condutor de veículo destinado à condução de escolares
deve satisfazer.
a) Ter idade superior a dezoito anos.
b) Ser habilitado na categoria E.
c) Não ter sido condenado criminalmente.
d) Não ter cometido nenhuma infração grave ou gravíssima, ou ser reincidente em infrações médias durante os
doze últimos meses.

149. Com fundamento na Resolução nº 622/2016 do Conselho Nacional de Trânsito – CONTRAN –, podese afirmar
corretamente que
a) a utilização do Sistema de Notificação Eletrônica não substitui qualquer outra forma de notificaç ão para todos os
efeitos legais.
b) na hipótese de notificação por meio eletrônico, o proprietário ou o condutor autuado será considerado notificado
30 (trinta) dias após a inclusão da informação no sistema eletrônico.
c) é de exclusiva responsabilidade do usuário e de cada DETRAN, o acesso ao Sistema de Notificação Eletrônica,
respondendo ambos, solidariamente, por todos os atos praticados.
d) o Sistema de Notificação Eletrônica não permitirá o parcelamento das multas de trânsito.

150. Compete aos órgãos ou entidades executivos de trânsito dos Estados e do Distrito Federal, no âmbito de sua
circunscrição:
a) vistoriar veículos que necessitem de autorização especial para transitar, e estabelecer os requisitos técnicos a
serem observados para a circulação desses veículos.
b) credenciar órgãos ou entidades para a execução de atividades previstas na legislação de trânsito, na forma
estabelecida em norma do CONTRAN.
c) arrecadar valores provenientes de estada e remoção de veículos e objetos, e escolta de veículos de cargas
superdimensionadas ou perigosas.
d) implantar, manter e operar o sistema de sinalização, os dispositivos e os equipamentos de controle viário.

151. Nos termos da Resolução nº 205/2006 do CONTRAN, são documentos de porte obrigatório:
a) Permissão para Dirigir e Certificado de Registro e Licenciamento Anual – CRLV –, no original.
b) Autorização para Conduzir Ciclomotor – ACC – e comprovante de pagamento do IPVA.
c) Carteira Nacional de Habilitação – CNH – e Licenciamento Anual – CRLV –, no original ou em cópia
autenticada.
d) Comprovante de pagamento do IPVA e Carteira Nacional de Habilitação – CNH.

152. Fundamentando-se na Resolução nº 623/2016 do CONTRAN, pode-se afirmar corretamente que


a) sucatas aproveitáveis são aquelas transformadas em fardos metálicos, por processo de prensagem ou
trituração, sendo desnecessária a inutilização de placas e numeração do chassi quando a prensagem ocorrer em
local supervisionado pelo órgão responsável pelo leilão.
b) o órgão ou entidade responsável pelo leilão a que o veículo for destinado não poderá reclassificar a avaliação
do veículo.
c) a despesa de remoção e estada será devida integralmente, por período contado em dias, a partir do
recolhimento do veículo, limitado ao prazo máximo de 3 (três) meses.
d) os veículos, sucatas e materiais inservíveis de bens automotores que se encontrarem recolhidos há mais de 1
(um) ano poderão ser destinados à reciclagem como material ferroso, independentemente da existência de
restrições sobre o veículo.

153. Compete ao CONTRAN


a) estabelecer e normatizar os procedimentos para a aplicação das multas por infrações, a arrecadação e o
repasse dos valores arrecadados.
b) estimular e orientar a execução de campanhas educativas de trânsito.

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c) responder a consultas relativas à aplicação da legislação e dos procedimentos normativos de trânsito.
d) dirimir conflitos sobre circunscrição e competência de trânsito no âmbito dos Municípios.

154. No que tange à temática da segurança dos veículos e com base no artigo abaixo transc rito, assinale a opção
que completa, correta e respectivamente, as lacunas do dispositivo legal apresentado em seguida.
“Art. 104. Os veículos em circulação terão suas condições de segurança, de controle de emissão de gases poluentes
e de ruído avaliadas mediante inspeção, que será obrigatória, na forma e periodicidade estabelecidas pelo
CONTRAN para os itens de segurança e pelo CONAMA para emissão de gases poluentes e ruído.”
“Estarão isentos da inspeção de que trata o caput do art. 104, durante ______¹ anos a partir do primeiro
licenciamento, os veículos novos classificados na categoria particular, com capacidade para até ______²
passageiros, desde que mantenham suas características originais de fábrica e não se envolvam em acidente de
trânsito com danos de média ou grande monta.”
a) 3 (três)¹; 5 (cinco)²
b) 3 (três)¹; 7 (sete)²
c) 2 (dois)¹; 5 (cinco)²
d) 2 (dois)¹; 7 (sete)²

155. Quanto à identificação do veículo, pode-se afirmar corretamente que


a) os caracteres das placas serão individualizados para cada veículo e o acompanharão até a baixa do registro,
permitido seu reaproveitament o.
b) as placas com as cores verde e amarela da Bandeira Nacional serão usadas somente pelos veículos de
representação dos Presidentes dos Tribunais Federais, dos Governadores, Prefeitos, Secretários Estaduais e
Municipais, dos Presidentes das Assembleias Legislativas, das Câmaras Municipais, dos Presidentes dos
Tribunais Estaduais e do Distrito Federal, e do respectivo chefe do Ministério Público e ainda dos Oficiais Generais
das Forças Armadas.
c) os aparelhos automotores destinados a puxar ou a arrastar maquinaria de qualquer natureza ou a executar
trabalhos de construção ou de pavimentação são sujeitos ao registro na repartição competente, se transitarem em
via pública, sendo obrigatório o licenciamento e o emplacamento.
d) os veículos de duas ou três rodas são dispensados da placa dianteira.

156. Para alguns crimes elencados no CTB, nas situações em que o juiz aplicar a substituição de pena privativa de
liberdade por pena restritiva de direitos, esta deverá ser de prestação de serviço à comunidade ou a entidades
públicas, sendo o trabalho, aos fins de semana, em equipes de resgate dos corpos de bombeiros e em outras
unidades móveis especializadas no atendimento a vítimas de trânsito uma das espécies possíveis. São delitos aos
quais é legalmente aplicável a solução exposta:
a) trafegar em velocidade incompatível com a segurança nas proximidades de escolas, hospitais, estações de
embarque e desembarque de passageiros, logradouros estreitos, ou onde haja grande movimentação ou
concentração de pessoas, gerando perigo de dano; e permitir, confiar ou entregar a direção de veículo automotor
a pessoa não habilitada, com habilitação cassada ou com o direito de dirigir suspenso, ou, ainda, a quem, por seu
estado de saúde, física ou mental, ou por embriaguez, não esteja em condições de conduzi -lo com segurança.
b) dirigir veículo automotor, em via pública, sem a devida Permissão para Dirigir ou Habilitação ou, ainda, se
cassado o direito de dirigir, gerando perigo de dano; e participar, na direção de veículo automotor, em via pública,
de corrida, disputa ou competição automobilística não autorizada pela autoridade competente, gerando situação
de risco à incolumidade pública ou privada.
c) praticar homicídio culposo na direção de veículo automotor; e inovar artificiosamente, em caso de acidente
automobilístico com vítima, na pendência do respectivo procedimento policial preparatório, inquérito policial ou
processo penal, o estado de lugar, de coisa ou de pessoa, a fim de induzir a erro o agente policial, o perito, ou juiz.
d) violar a suspensão ou a proibição de obter-se a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor
imposta com fundamento no CTB; e conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão
da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência.

157. Deixar o condutor envolvido em acidente com vítima de prestar ou providenciar socorro à vítima, podendo fazê -
lo, constitui
a) crime previsto no Código de Trânsito Brasileiro – CTB.
b) infração gravíssima.
c) crime previsto em norma externa ao Código de Trânsito Brasileiro – CTB.
d) infração grave.

158. Considerando as disposições gerais relativas aos crimes de trânsito previstos no CTB, assinale a afirmação
verdadeira.
a) Aos crimes cometidos na direção de veículos automotores aplicam-se as normas gerais do Código Penal e do
Código de Processo Penal, ainda que o CTB preveja de modo diverso.
b) A penalidade de suspensão ou de proibição de obter-se a permissão ou a habilitação, para dirigir veículo
automotor tem a duração de seis meses a cinco anos.

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c) Proferido o julgamento em primeira instância, ainda que a sentença condenatória não tenha transitado em
julgado, o réu será intimado a entregar à autoridade judiciária, em quarenta e oito horas, a Permissão para Dirigir
ou a Carteira de Habilitação.
d) A penalidade de suspensão ou de proibição de obter-se a permissão ou a habilitação para dirigir veículo
automotor não se inicia enquanto o sentenciado, por efeito de condenação penal, estiver recolhido a
estabelecimento prisional.

159. Para habilitar-se nas categorias D e E ou para conduzir veículo de transporte coletivo de passageiros, de
escolares, de emergência ou de produto perigoso, o candidato deverá preencher o(s) seguinte(s) requisito(s):
a) ser maior de vinte e cinco anos.
b) estar habilitado no mínimo há três anos na categoria B, ou no mínimo há um ano na categoria C, quando
pretender habilitar-se na categoria D.
c) não ter cometido nenhuma infração grave ou gravíssima ou ser reincidente em infrações médias durante os
últimos seis meses.
d) ser aprovado em curso especializado e em curso de treinamento de prátic a veicular em situação de risco, nos
termos da normatização do Conselho Nacional de Trânsito – CONTRAN.

160. As vias abertas à circulação, de acordo com sua utilização, classificam -se em vias urbanas e vias rurais.
Assinale a opção que apresenta apenas tipos de vias urbanas.
a) Via de trânsito rápido, rodovias e via arterial.
b) Via arterial, estradas e rodovias.
c) Via local, via arterial e via de trânsito rápido.
d) Via arterial, via coletora e estradas.

Respostas 141: 142: 143: 144: 145: 146: 147: 148: 149: 150: 151: 1
52: 153: 154: 155: 156: 157: 158: 159: 160:

161. Será obrigatória a expedição de novo Certificado de Registro de Veículo quando


a) o proprietário mudar o município em que trabalha.
b) for transferida a propriedade.
c) forem alteradas todas as características do veículo.
d) não houver mudança de categoria.

162. No que diz respeito ao licenciamento de veículos, assinale a afirmação verdadeira.


a) O veículo somente será considerado licenciado estando quitados os débitos relativos a tributos, encargos e
multas de trânsito e ambientais, vinculados ao veículo, independentemente da responsabilidade pelas infrações
cometidas.
b) Todo veículo automotor, elétrico, articulado, bélico, reboque ou semirreboque, para transitar na via, deverá ser
licenciado anualmente pelo órgão executivo de trânsito do Estado, ou do Distrito Federal, onde estiver registrado o
veículo.
c) O primeiro licenciamento será feito apenas após o registro.
d) Os veículos novos estão sujeitos ao licenciamento e terão sua circulação regulada pelo CONTRAN durante o
trajeto entre a fábrica e o Município de destino.

163. Assinale a opção que NÃO corresponde a uma medida administrativa aplicável por autoridade de trânsito ou
seus agentes na esfera das competências estabelecidas no Código de Trânsito e dentro de sua circunscrição.
a) Recolhimento da Carteira Nacional de Habilitação.
b) Recolhimento do Certificado de Licenciamento Anual.
c) Multa.
d) Retenção do veículo.

164. A educação para o trânsito será promovida na pré-escola e nas escolas de 1º, 2º e 3º graus, por meio de
planejamento e ações coordenadas entre os órgãos e entidades do Sistema Nacional de Trânsito e de Educação,
da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, nas respectivas áreas de atuação. Considerando as
ações a serem promovidas pelo Ministério da Educação e do Desporto, mediante proposta do CONTRAN e do
Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras, analise os itens listados a seguir e assinale-os
com V ou Fconforme sejam verdadeiros ou falsos.

( ) Adoção, em todos os níveis de ensino, de um currículo interdisciplinar com conteúdo programático sobre
segurança de trânsito.
( ) Elaboração de planos de prevenção de acidentes de trânsito junto aos núcleos interdisciplinares universitários de
trânsito, com vistas à integração universidades-sociedade na área de trânsito.

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( ) Adoção de conteúdos relativos à educação para o trânsito nas escolas de formação para o magistério e o
treinamento de professores, estudantes e multiplicadores.
( ) Criação de corpos técnicos interprofissionais para levantamento e análise de dados estatísticos relativos ao
Trânsito.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
a) F, V, F, V.
b) V, F, F, V.
c) V, F, V, F.
d) F, V, V, F.

165. Ocorrendo infração prevista na legislação de trânsito, lavrar-se-á auto de infração, no qual deve(m) constar
a) somente o local e a data do cometimento da infração.
b) o prontuário do condutor, em todos os casos.
c) a assinatura do infrator, sempre valendo esta como notificação do cometimento da infração.
d) caracteres da placa de identificação do veículo, sua marca e espécie, e outros elementos julgados necessários
à sua identificação.

166. Relacione corretamente as infrações listadas a seguir às respectivas classificações, numerando a Coluna II de
acordo com a Coluna I.
Coluna I
1. Transportar crianças em veículo automotor sem observância das normas de segurança especiais estabelecidas
no Código de Trânsito.
2. Atirar do veículo ou abandonar na via objetos ou substâncias.
3. Estacionar o veículo ao lado de outro veículo em fila dupla.
4. Parar o veículo afastado da guia da calçada (meio-fio) de cinquenta centímetros a um metro.
Coluna II
( ) Média
( ) Leve
( ) Gravíssima
( ) Grave
A sequência correta, de cima para baixo, é:
a) 2, 4, 1, 3.
b) 4, 2, 3, 1.
c) 3, 1, 4, 2.
d) 1, 3, 2, 4.

167. São componentes do CONTRAN:


a) um representante do Ministério da Ciência e Tecnologia e um representante do Ministério da Defesa.
b) um representante do Ministério das Relações Exteriores e um representante do Ministério da Justiça.
c) um representante do Ministério da Educação e do Desporto e um representante do Ministério da Saúde.
d) um representante do Ministério do Trabalho e Emprego e um representante do Ministério dos Transportes.

168. No que concerne à penalidade de multa prevista nos crimes de trânsito, é correto afirmar que
a) a multa reparatória poderá ser superior ao valor do prejuízo demonstrado no processo.
b) a multa prevista nos crimes de trânsito é a mesma prevista nas demais infrações previstas no Código de
Trânsito Brasileiro – CTB.
c) na indenização civil do dano, o valor da multa reparatória será descontado.
d) a penalidade de multa reparatória consiste no pagamento, mediante depósito judicial em favor da vítima, ou
seus sucessores, de quantia, ainda que não haja prejuízo material resultante do crime.

169. Assinale a opção que apresenta apenas componentes do Sistema Nacional de Trânsito.
a) Polícias Militares dos Estados e do Distrito Federal e Polícia Rodoviária Federal.
b) Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal.
c) Polícias Militares dos Estados e do Distrito Federal e Polícia Federal.
d) Polícia Civil Estadual e Polícia Rodoviária Federal.

170. Compete aos Conselhos Estaduais de Trânsito – CETRAN – e ao Conselho de Trânsito do Distrito Federal –
CONTRANDIFE –
a) normatizar os procedimentos sobre a aprendizagem, habilitação, expedição de documentos de condutores, e
registro e licenciamento de veículos.
b) julgar os recursos interpostos contra decisões das Juntas Administrativas de Recursos de Infração – JARI.
c) aprovar, complementar ou alterar os dispositivos de sinalização e os dispositivos e equipamentos de trânsito.
d) dirimir conflitos sobre circunscrição e competência de trânsito no âmbito da União, dos Estados e do Distrito
Federal.

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171. Assinale a opção que corresponde a um dos equipamentos de uso obrigatório dos veículos, estabelecido pelo
Conselho Nacional de Trânsito – CONTRAN.
a) Equipamento registrador instantâneo inalterável de velocidade e tempo para os veículos de transporte e de
condução escolar, os de transporte de passageiros com mais de 7 lugares e os de carga com peso bruto total
superior a quatro mil, quinhentos e trinta e seis quilogramas.
b) Cinto de segurança, com exceção dos veículos destinados ao transporte de passageiros em percursos em que
seja permitido viajar em pé.
c) Encosto de cabeça, para todos os tipos de veículos.
d) Equipamento suplementar de retenção – air bag frontal para o condutor, o passageiro do banco dianteiro e os
passageiros do banco traseiro.

172. Compete aos órgãos e entidades executivos de trânsito dos Municípios, no âmbito de sua circunscrição
a) credenciar os serviços de escolta, fiscalizar e adotar medidas de segurança relativas aos serviços de remoção
de veículos, escolta e transporte de carga indivisível.
b) prestar suporte técnico, jurídico, administrativo e financeiro ao CONTRAN.
c) promover a realização periódica de reuniões regionais e congressos nacionais de trânsito, bem como propor a
representação do Brasil em congressos ou reuniões internacionais.
d) conceder autorização para conduzir veículos de propulsão humana e de tração animal.

173. A ordem de preferência da sinalização de trânsito é regulamentada da seguinte forma:


a) as ordens do agente de trânsito sobre as normas de circulação e outros sinais.
b) as indicações do semáforo sobre as demais normas de trânsito.
c) as indicações dos sinais sobre as ordens do agente de trânsito.
d) as normas de circulação sobre os demais sinais.

174. Assinale a opção que completa, correta e respectivamente, as lacunas do seguinte dispositivo legal:
“O exame de aptidão física e mental será preliminar e renovável a cada __________¹ anos, ou a cada ________²
anos para condutores com mais de sessenta e cinco anos de idade, no local de residência ou domicílio do
examinado”.
a) 3 (três)¹; 2 (dois)²
b) 3 (três)¹; 5 (cinco)²
c) 5 (cinco)¹; 3 (três)²
d) 5 (cinco)¹; 4 (quatro)²

175. São veículos que se classificam, quanto à espécie, como “mistos”:


a) bonde e ciclomotor.
b) micro-ônibus e trator misto.
c) caminhonete e motocicleta.
d) camioneta e utilitário.

176. Assinale a opção que corresponde a um requisito exigido para a condução e circulação de veículos destinados
ao transporte de escolares.
a) Inspeção anual para verificação dos equipamentos obrigatórios e de segurança.
b) Idade superior a trinta e cinco anos para o condutor de veículo destinado à condução de escolares.
c) Pintura de faixa horizontal na cor amarela, com quarenta centímetros de largura, à meia altura, em toda a
extensão das partes laterais e traseira da carroçaria, com o dístico ESCOLAR, em preto, sendo que, em caso de
veículo de carroçaria pintada na cor amarela, as cores aqui indicadas devem ser invertidas.
d) Lanternas de luz obrigatoriamente branca dispostas nas extremidades da parte superior dianteira e lanternas de
luz vermelha dispostas na extremidade superior da parte traseira.

177. Considerando que os candidatos à habilitação para dirigir veículos podem habilitar-se nas categorias de A a E,
atente ao que se diz a seguir sobre as categorias C e D, e assinale a opção que corresponde à correta descrição
da categoria indicada.
a) Categoria C – condutor de veículo motorizado utilizado no transporte de passageiros, cuja lotação exceda a oito
lugares, excluído o do motorista.
b) Categoria D – condutor de veículo motorizado utilizado em transporte de carga, cujo peso bruto total exceda a
três mil e quinhentos quilogramas.
c) Categoria D – condutor de veículo motorizado não abrangido pela categoria A cujo peso bruto total não exceda
a três mil e quinhentos quilogramas e cuja lotação não exceda a oito lugares, excluído o do motorista.
d) Categoria C – condutor de veículo motorizado utilizado em transporte de carga, cujo peso bruto total exceda a
três mil e quinhentos quilogramas.

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178. Considerando as normas aplicáveis aos condutores das categorias C, D e E, e o caput do art . 148-A do CTB,
abaixo transcrito, assinale a afirmação verdadeira.
“Art. 148-A. Os condutores das categorias C, D e E deverão submeter-se a exames toxicológicos para a habilitação
e renovação da Carteira Nacional de Habilitação.”
a) O exame de que trata esse artigo buscará aferir o consumo de substâncias psicoativas que, comprovadamente,
comprometam a capacidade de direção e deverá ter janela de detecção mínima de 60 (sessenta) dias, nos termos
das normas do CONTRAN.
b) Os condutores das categorias C, D e E com Carteira Nacional de Habilitação com validade de 3 (três) anos
deverão fazer o exame previsto no prazo de 1 (um) ano e 6 (seis) meses a contar da realização do disposto no
caput acima transcrito.
c) Os condutores das categorias C, D e E com Carteira Nacional de Habilitação com validade de 5 (cinco) anos
deverão fazer o exame previsto no prazo de 2 (dois) anos e 6 (seis) meses a contar da realização do disposto no
caput acima transcrito.
d) A reprovação no exame previsto nesse artigo terá como consequência a suspensão do direito de dirigir pelo
período de 6 (seis) meses, condicionado o levantamento da suspensão ao resultado negativo em novo exame, e
vedada a aplicação de outras penalidades, ainda que acessórias.

179. Considerando os requisitos exigidos para habilitação de condutores de veículos, é correto afirmar que
a) para habilitar-se na categoria D, o condutor deverá estar habilitado, no mínimo, há um ano na cat egoria B e não
ter cometido nenhuma infração grave ou gravíssima, ou ser reincidente em infrações médias, durante os últimos
doze meses.
b) os condutores da categoria B são autorizados a conduzir veículo automotor da espécie motor-casa, cujo peso
não exceda a 6.000 kg (seis mil quilogramas), ou cuja lotação não exceda a 8 (oito) lugares, excluído o do
motorista.
c) a autorização para conduzir veículos de propulsão humana e de tração animal ficará a cargo dos Estados.
d) as informações do candidato à habilitação serão cadastradas no RENAVAM.

180. No que concerne às normas regentes dos veículos destinados à formação de condutores, é correto afirmar que
a) a formação de condutor de veículo automotor e elétrico será realizada por instrutor autorizado pelo órgão
executivo de trânsito do Município, pertencente ou não à entidade credenciada.
b) ao aprendiz será expedida permissão para dirigir, de acordo com a regulamentação do CONTRAN, após
aprovação nos exames de aptidão física, mental, de primeiros socorros e sobre legislação de trânsito.
c) os veículos destinados à formação de condutores serão identificados por uma faixa amarela, de vinte
centímetros de largura, pintada ao longo da carroçaria, à meia alt ura, com a inscrição AUTO-ESCOLA, na cor
branca.
d) no veículo eventualmente utilizado para aprendizagem, quando autorizado para servir a esse fim, deverá ser
afixada ao longo de sua carroçaria, à meia altura, faixa branca removível, de vinte centímetros de largura, com a
inscrição AUTO-ESCOLA, na cor preta.

Respostas 161: 162: 163: 164: 165: 166: 167: 168: 169: 170: 171:
172: 173: 174: 175: 176: 177: 178: 179: 180:

181. A cassação do documento de habilitação dar-se-á


a) quando o condutor for condenado judicialmente por qualquer crime.
b) quando, suspenso o direito de dirigir, o infrator conduzir qualquer veículo.
c) no caso de reincidência, no prazo de doze meses, de qualquer infração gravíssima.
d) somente por determinação expressa do CONTRAN.

182. Considerando a infração prevista no Artigo 220 do CTB: “Deixar de reduzir a velocidade do veículo de forma
compatível com a segurança do trânsito”, é correto afirmar que se trata de uma infração
a) leve nos locais onde o trânsito esteja sendo controlado pelo agente da autoridade de trânsito, medi ante sinais
sonoros ou gestos.
b) média nos locais onde o trânsito esteja sendo controlado pelo agente da autoridade de trânsito, mediante sinais
sonoros ou gestos.
c) grave quando se aproximar de passeatas, aglomerações, cortejos, préstitos e desfiles.
d) gravíssima quando se aproximar de passeatas, aglomerações, cortejos, préstitos e desfiles.

183. De acordo com as infrações previstas no CTB, constitui infração média com penalidade de multa
a) transitar com o veículo em velocidade inferior à metade da velocidade máxima estabelecida para a via,
retardando ou obstruindo o trânsito, a menos que as condições de tráfego e meteorológicas não o permitam, salvo
se estiver na faixa da direita.
b) transitar com o veículo em velocidade inferior ao dobro da velocidade mínima estabelecida para a via,
retardando ou obstruindo o trânsito, a menos que as condições de tráfego e meteorológicas não o permitam, salvo
se estiver na faixa da direita.
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c) transitar com o veículo em velocidade inferior ao terço da velocidade máxima estabelecida para a via,
retardando ou obstruindo o trânsito, a menos que as condições de tráfego e meteorológicas não o permitam, salvo
se estiver na faixa da direita.
d) transitar com o veículo em velocidade inferior à metade da velocidade mínima estabelecida para a via,
retardando ou obstruindo o trânsito, a menos que as condições de tráfego e meteorológicas não o permitam, salvo
se estiver na faixa da direita.

184. Considerando as infrações previstas no CTB, é correto afirmar que é exemplo de infração grave
a) dirigir veículo com carteira nacional de habilitação ou permissão para dirigir de categoria diferente da do veículo
que esteja conduzindo.
b) deixar o condutor ou passageiro de usar o cinto de segurança.
c) confiar ou entregar a direção de veículo a pessoa que, mesmo habilitada, por seu estado físico ou psíquico, não
estiver em condições de dirigi-lo com segurança.
d) atirar do veículo ou abandonar na via objetos ou substâncias.

185. De acordo com as infrações previstas no CTB, é exemplo de infração média


a) dirigir veículo sem possuir carteira nacional de habilitação, permissão para dirigir ou autorização para conduzir
ciclomotor.
b) dirigir sob a influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência.
c) dirigir sem atenção ou sem os cuidados indispensáveis à segurança.
d) usar o veículo para arremessar, sobre os pedestres ou veículos, água ou detritos.

186. No que diz respeito às disposições finais e transitórias do CTB, assinale a proposição verdadeira.
a) As repartições de trânsito conservarão por, no mínimo, 10 (dez) anos os documentos relativos à habilitação de
condutores, ao registro e ao licenciamento de veículos e aos autos de infração de trânsito.
b) A receita arrecadada com a cobrança das multas de trânsito será aplicada, exclusivamente, em sinalização,
engenharia de tráfego, de campo, policiamento, fiscalização e educação de trânsito.
c) O órgão responsável deverá publicar, semestralmente, na rede mundial de computadores (internet), dados
sobre a receita arrecadada com a cobrança de multas de trânsito e sua destinação.
d) O percentual de cinco por cento do valor das multas de trânsito arrecadadas será depositado, mensalmente, na
conta de fundo de âmbito estadual destinado à segurança e educação de trânsito.

187. São exemplos de medidas administrativas:


a) transbordo do excesso de carga e recolhimento da Carteira Nacional de Habilitação.
b) retenção do veículo e multa.
c) remoção do veículo e suspensão do direito de dirigir.
d) frequência obrigatória em curso de reciclagem e realização de teste de dosagem de alcoolemia ou perícia de
substância entorpecente ou que determine dependência física ou psíquica.

188. Considerando as normas elencadas pela Resolução nº 466/2013 do CONTRAN, que estabelece procedimentos
para o exercício da atividade de vistoria de identificação veicular, assinale a assertiva verdadeira.
a) É permitida a realização de vistoria de identificação veicular em veículo sinistrado com laudo pericial de perda
total.
b) A Apólice de Seguro de Responsabilidade Civil Profissional e o Certificado ISO 9001:2008 devem ter caráter
individual e intransferível, não sendo aceitos apólices de seguros e certificados coletivos.
c) É lícita a participação de sócio ou proprietário de pessoa jurídica habilitada para a prestação de serviços de
vistoria veicular, que exerça outra atividade empresarial regulamentada pelo CONTRAN ou DENATRAN.
d) A pessoa jurídica de direito público ou privado habilitada somente poderá emitir laudos de vistoria de
identificação veicular referentes às placas de veículos dos municípios abrangidos por sua habilitação.

189. O infrator será submetido a curso de reciclagem, na forma estabelecida pelo CONTRAN, quando se envolver
em acidente grave,
a) para o qual haja contribuído, dependendo do resultado do processo judicial.
b) ainda que não haja contribuído, independentemente de process o judicial.
c) para o qual haja contribuído, independentemente de processo judicial.
d) ainda que não haja contribuído, dependendo do resultado do processo judicial.

190. Considerando as penalidades previstas no CTB, assinale a afirmação verdadeira.


a) A imposição da penalidade será comunicada aos órgãos ou entidades executivos de trânsito responsáveis pelo
licenciamento do veículo e habilitação do condutor.
b) A aplicação das penalidades previstas no CTB elide as punições originárias de ilícitos penais decorrentes de
crimes de trânsito, conforme disposições de lei.
c) O transportador e o embarcador são responsáveis, sendo este subsidiariamente, pela infração relativa ao
excesso de peso bruto total, se o peso declarado na nota fiscal, fatura ou manifesto for superior ao limite legal.
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d) O embarcador é o responsável pela infração relativa ao transporte de carga com excesso de peso nos eixos ou
quando a carga proveniente de mais de um transportador ultrapassar o peso bruto total.

191. É exemplo de infração média, em que é aplicável a medida administrativa de retenção do veículo para
regularização, conduzir veículo que esteja
a) com o lacre, a inscrição do chassi, o selo, a placa ou qualquer outro elemento de identificação do veículo
violado ou falsificado.
b) com qualquer uma das placas de identificação sem condições de legibilidade e visibilidade.
c) sem registro e o devido licenciamento.
d) com vidros total ou parcialmente cobertos por películas refletivas ou não, painéis decorativos ou pinturas.

192. Com fulcro na resolução nº 371/2010 do CONTRAN, atualizar o Manual Brasileiro de Fiscalização de Trânsito
– MBFT–, em virtude de norma posterior que implique a necessidade de alteração de seus procedimentos, compete
a) à Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT.
b) ao órgão máximo executivo de trânsito da União.
c) ao órgão máximo executivo rodoviário da União.
d) aos Conselhos Estaduais de Trânsito – CETRAN – e ao Conselho de Trânsito do Distrito Federal –
CONTRANDIFE –, cada um no âmbito de sua atuação.

193. Com fulcro na resolução nº 466/2013 do CONTRAN, a habilitação para a realização da atividade de vistoria de
identificação veicular, compete
a) aos órgãos e entidades executivos de trânsito da União.
b) aos órgãos e entidades executivos de trânsito dos Municípios.
c) ao CONTRAN.
d) aos órgãos e entidades executivos de trânsito dos Estados e do Distrito Federal.

194. Considerando as normas elencadas pela Resolução nº 508/2014 do CONTRAN, que dispõe sobre os requisitos
de segurança para a circulação, a título precário, de veículo de carga ou misto transportando passageiros no
compartimento de cargas, e seu artigo 1º transcrito a seguir, assinale a proposição verdadeira.

“Art. 1º A autoridade com circunscrição sobre a via poderá autorizar, eventualmente e a título precário, a circulação
de veículo de carga ou misto transportando passageiros no compartimento de cargas, desde que sejam cumpridos
os requisitos estabelecidos nesta Resolução.”

a) Em trajeto que utilize mais de uma via com autoridades de trânsito com circunscrição diversa, a autorização
pode ser concedida por apenas uma das autoridades para o trecho total.
b) A circulação de que trata o artigo 1º só poderá ser autorizada entre localidades de origem e desti no que
estiverem situadas em um mesmo município.
c) Os veículos referidos nesse artigo só poderão ser utilizados após expedição do Certificado de Segurança
Veicular – CSV –, expedido por Instituição Técnica Licenciada – ITL –, e vistoria da autoridade competente para
conceder a autorização de trânsito.
d) A autorização será expedida pelo órgão com circunscrição sobre a via, não podendo ultrapassar o prazo de seis
meses.

195. Atente ao seguinte dispositivo legal:


“Art. 174. Promover, na via, competição, eventos organizados, exibição e demonstração de perícia em manobra de
veículo, ou deles participar, como condutor, sem permissão da autoridade de trânsito com circunscrição sobre a
via”.
Quanto à infração prevista no dispositivo legal acima transcrito, é correto afirmar que
a) consiste em infração grave.
b) a única medida administrativa aplicável é o recolhimento do documento de habilitação.
c) se aplica em dobro a multa devida em caso de reincidência no período de 24 (vinte e quatro) meses da infração
anterior.
d) entre as penalidades aplicáveis estão a suspensão do direito de dirigir e apreensão do veículo.

196. O principal condutor será excluído do RENAVAM


a) somente mediante requerimento próprio.
b) quando o condutor cometer três infrações gravíssimas no período de 12(doze) meses.
c) a partir da indicação de outro principal condutor.
d) somente mediante requerimento do proprietário do veículo.

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197. Com fundamento nas normas contidas no Código de Trânsito Brasileiro – CTB –, é correto afirmar que
a) salvo em casos de emergência, a autoridade de trânsito com circunscrição sobre a via avisará a comunidade,
por intermédio dos meios de comunicação social, com vinte e quatro horas de antecedência, de qualquer
interdição da via, indicando-se os caminhos alternativos a serem utilizados.
b) é proibida, em qualquer caso, a utilização das ondulações transversais e de sonorizadores como redutores de
velocidade.
c) nenhum projeto de edificação que possa transformar-se em polo atrativo de trânsito poderá ser aprovado sem
prévia anuência do órgão ou entidade com circunscrição sobre a via e sem que do projeto conste área para
estacionamento e indicação das vias de acesso adequadas.
d) nenhuma obra ou evento que possa perturbar ou interromper a livre circulação de veículos e pedestres, ou
colocar em risco sua segurança, será iniciada sem comunicação prévia ao órgão ou entidade de trânsito com
circunscrição sobre a via.

198. Compete às Juntas Administrativas de Recursos de Infração – JARI –


a) organizar e manter o Registro Nacional de Veículos Automotores – RENAVAM.
b) proceder à supervisão, à coordenação, à correição dos órgãos delegados, ao controle e à fiscalização da
execução da Política Nacional de Trânsito e do Programa Nacional de Trânsito.
c) apurar, prevenir e reprimir a prática de atos de improbidade contra a fé pública, o patrimônio, ou a administração
pública ou privada, referentes à segurança do trânsito.
d) encaminhar aos órgãos e entidades executivos de trânsito e executivos rodoviários informações sobre
problemas observados nas autuações e apontados em recursos, e que se repitam sistematicamente.

199. Assinale a opção correta a respeito dos crimes de trânsito.


a) A condução de veículo automotor em via pública por motorista com a habilitação suspensa configurará crime
apenas se a situação gerar perigo de dano.
b) Para a constatação do crime de embriaguez ao volante, é imprescindível a realização de prova por teste de
bafômetro ou etilômetro.
c) A lesão corporal culposa cometida na direção de veículo automotor por condutor sob a influência de álcool
dispensa a representação do ofendido.
d) A suspensão da habilitação, aplicada cumulativamente na sentença condenatória por homicídio culposo na
direção de veículo automotor, deve ter o mesmo prazo da pena de prisão.
e) É causa de aumento de pena a utilização de veículo em que tenham sido adulterados equipamentos ou
características que afetem a sua segurança ou o seu funcionamento.

200. Caracteriza infração de trânsito grave a conduta de


a) praticar ao volante manobra perigosa mediante arrancada brusca.
b) deixar o condutor ou o passageiro de usar o cinto de segurança.
c) deixar o condutor envolvido em acidente com vítima de identificar-se a autoridade policial que se apresentar no
local.
d) ter o condutor seu veículo imobilizado na via por falta de combustível.
e) dirigir veículo com a carteira nacional de habilitação vencida há mais de trinta dias.

Respostas 181: 182: 183: 184: 185: 186: 187: 188: 189: 190: 191:
192: 193: 194: 195: 196: 197: 198: 199: 200:

201. Com base na Lei nº 9.792/99, assina le a alternativa INCORRETA:


a) A gerência e a administração da Agência serão exercidas por uma Diretoria Colegiada, composta por até três
membros.
b) Compete à Diretoria Colegiada editar normas sobre matérias de competência da Agência, que devem ser
acompanhadas de justificativas técnicas e, sempre que possível, de estudos de impacto econômico e técnico no
setor regulado e de impacto na saúde pública, dispensada essa exigência nos casos de grave risco à saúde
pública.
c) Dos atos praticados pela Agência caberá recurso à Diretoria Colegiada, com efeito suspensivo, como última
instância administrativa no prazo de trinta dias, contados a partir da publicação oficial da decisão recorrida.
d) Compete ao Diretor-Presidente decidir ad referendum da Diretoria Colegiada as questões de urgência.

202. É caracterizada como infração de trânsito média


a) estacionar veículo em acostamento.
b) parar veículo sobre faixa destinada a pedestres.
c) parar veículo afastado do meio-fio.
d) estacionar veículo ao lado de outro veículo em fila dupla.
e) atirar objetos do interior de veículo.

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203. Renan estava transportando o Presidente da corte para um evento na Advocac ia-Geral da União. Após deixar
a autoridade no local designado, Renan retornou à sede do Tribunal. Durante o percurso, um agente da autoridade
de trânsito surpreendeu Renan dirigindo o veículo oficial com um dos braços pendentes do lado de fora do veículo,
sem que estivesse efetuando qualquer sinal regulamentar. A conduta de Renan
a) caracteriza infração de trânsito de natureza leve, sendo computados três pontos pelo cometimento da infração.
b) caracteriza infração de trânsito de natureza média, sendo computados quatro pontos pelo cometimento da
infração.
c) caracteriza infração de trânsito de natureza grave, sendo computados cinco pontos pelo cometimento da
infração.
d) caracteriza infração de trânsito de natureza gravíssima, sendo computados sete pontos pelo cometimento da
infração.
e) não caracteriza infração de trânsito.

204.Juraci conduzia o veículo oficial do Tribunal pela Av. Recife, a cerca de 200 metros do Fórum Ministro Artur
Marinho, quando, de repente, Walfredo, também do Tribunal, acenou, solicitando seu auxílio em razão de o veículo
oficial ao qual conduzia ter apresentado problemas mecânicos e estar parado na faixa central da respectiva via.
Juraci tinha disponível no porta-malas da viatura um cabo flexível e decidiu rebocar o veículo de Walfredo até a sede
do Fórum. Diante desta situação, a conduta de Juraci
a) não caracteriza infração de trânsito.
b) caracteriza infração de trânsito de natureza leve, sendo computados três pontos pelo cometimento da infração.
c) caracteriza infração de trânsito de natureza média, sendo computados quatro pontos pelo cometimento da
infração.
d) caracteriza infração de trânsito de natureza grave, sendo computados cinco pontos pelo cometimento da
infração.
e) caracteriza infração de trânsito de natureza gravíssima, sendo computados sete pontos pelo cometimento da
infração.

205. Luan, Técnico Judiciário, estava transitando pela Avenida Beira-Mar, em Recife/PE, sendo que, em dado
momento, visualizou um ciclista transitando na mesma via, no mesmo sentido e direção. Momentos antes de
ultrapassar o ciclista, visualizou o condutor de outro veículo que transitava à sua frente tocar o retrovisor es querdo
do veículo no guidão da bicicleta, fazendo com que o ciclista se desequilibrasse e caísse no asfalto. A conduta
praticada pelo condutor que transitava à frente de Luan
a) não caracteriza infração de trânsito.
b) caracteriza infração de trânsito de natureza leve, sendo computados três pontos pelo cometimento da infração.
c) caracteriza infração de trânsito de natureza média, sendo computados quatro pontos pelo cometimento da
infração.
d) caracteriza infração de trânsito de natureza grave, sendo computados cinco pontos pelo cometimento da
infração.
e) caracteriza infração de trânsito de natureza gravíssima, sendo computados sete pontos pelo cometimento da
infração.

206. Manoel, dirigindo seu veículo, por distração, atropela a estudante universitária Cristine de 18 anos. Percebendo
que não haviam testemunhas, evade-se do local, sem prestar socorro, para fugir da prisão em flagrante delito.
Cristine morre. Manoel estará sujeito às penas do crime de homicídio
a) doloso, com o aumento da pena em 1/3.
b) culposo, com o aumento da pena em 2/3.
c) culposo, com o aumento da pena em 1/3.
d) doloso, com o aumento da pena em 2/3.
e) culposo, com o aumento da pena em dobro em face da fuga do local.

207. Nos últimos dez meses, os Técnicos Judiciários Ricardo e Mário cometeram, cada um deles, infrações de
trânsito que atingiram a contagem de 14 pontos. No décimo primeiro mês, Ricardo, enquanto conduzia o veículo
oficial, ultrapassou outro veículo pelo acostamento. Mário, por sua vez, executou uma operação de conversão à
direita em local proibido pela sinalização. De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro,
a) Ricardo e Mário serão penalizados com suspensão do direito de dirigir por terem atingido 20 pontos no período
de 12 meses.
b) apenas Ricardo será penalizado com suspensão do direito de dirigir por ter atingido 20 pontos no período de 12
meses.
c) apenas Mário será penalizado com suspensão do direito de dirigir por ter atingido 20 pontos no período de 12
meses.
d) nenhum dos dois será penalizado com suspensão do direito de dirigir por não terem atingido 20 pontos no
período de 12 meses.
e) Ricardo e Mário não serão penalizados porque não atingiram a pontuação especial para os funcionários
públicos de 30 pontos, no prazo de 12 meses.

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208. Com base no entendimento dos tribunais superiores acerca dos crimes de trânsito, assinale a opção correta.
a) Constitui crime de perigo abstrato trafegar em velocidade incompatível com a segurança próximo a escolas,
hospitais e estações de embarque e desembarque de passageiros.
b) O crime de embriaguez ao volante possui elemento objetivo do tipo de natureza exata, o que não permite a
aplicação de critérios subjetivos de interpretação para sua configuração.
c) Confiar a direção de veículo automotor a pessoa não habilitada ou em estado de embriaguez constitui delito que
tem natureza de infração penal de perigo abstrato.
d) Configura crime de perigo abstrato o ato de dirigir veículo automotor, em via pública, sem a devida permissão
ou habilitação para dirigir ou após cassação do direito de dirigir.
e) O crime de embriaguez ao volante, por ser delito mais grave, absorve a infração penal de dirigir veículo
automotor em via pública sem permissão ou habilitação.

209. A respeito dos crimes previstos no Código de Trânsito Brasileiro – Lei nº 9.503/1997 , assinale a alternativa
correta:
a) Nos crimes previstos o Código de Trânsito Brasileiro, a suspensão ou a proibição para se obter permissão ou
habilitação para dirigir veículo automotor deve ser imposta cumulativamente com outras penalidades, não como
pena autônoma.
b) Nos termos da Lei nº. 9.503/1997 – Código de Trânsito Brasileiro – a pena de suspensão da habilitação para
dirigir veículo automotor deve durar duas vezes o período da pena privativa de liberdade aplic ada, e não é iniciada
enquanto o sentenciado, por efeito de condenação penal, estiver recolhido a estabelecimento prisional.
c) No caso de réu reincidente em crime de trânsito - Lei nº 9.503/1997, é obrigatório que o magistrado, ao julgar a
nova infração, fixe a pena prevista no tipo, associada à suspensão da permissão ou habilitação de dirigir veículo
automotor.
d) São circunstâncias que sempre agravam as penas no crime de trânsito praticá-lo perto de faixa de trânsito
temporário destinada a pedestre e com a carteira de habilitação vencida.

210. Notícias a respeito de acidentes de trânsito envolvendo ingestão de bebida alcoólica são comuns na mídia
nacional. A respeito da Lei federal n°9.503/1997, é correto afirmar:
a) Dirigir sob a influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência é
considerada infração gravíssima.
b) Recusar-se a ser submetido à perícia médico-legal é considerado crime, estando o acusado sujeito à detenção.
c) A verificação de alteração da capacidade psicomotora em razão da influência de álcool etílico é de competência
exclusiva do Perito Médico Legista.
d) Alcoolemia acima de 0,3 decigramas de álcool por litro de sangue é considerada c rime sujeito à reclusão.
e) Concentrações inferiores a 0,6 gramas de álcool por litro de ar alveolar estão dentro das margens de tolerância
disciplinadas pelo Conselho Nacional de Trânsito − Contran.

211. Compete ao Conselho Nacional de Trânsito, EXCETO:


a) Estabelecer as normas regulamentares referidas neste Código e as diretrizes da Política Nacional de Trânsito;
b) Estabelecer as diretrizes do regimento das JARI
c) Aprovar, complementar ou alterar os dispositivos de sinalização e os dispositivos e equipamentos de trânsito
d) Cumprir e fazer cumprir a legislação e as normas de trânsito, no âmbito das respectivas atribuições;

212. Com relação aos veículos destinados a socorro de incêndio e salvamento, os de polícia, os de fiscalização e
operação de trânsito e as ambulâncias, marque a alternativa INCORRETA.
a) Quando os dispositivos estiverem acionados, indicando a proximidade dos veículos, todos os condutores
deverão deixar livre a passagem pela faixa da direita, indo para a esquerda da via e parando, se necessário.
b) Os pedestres, ao ouvir o alarme sonoro, deverão aguardar no passeio, só atravessando a via quando o veículo
já tiver passado pelo local.
c) O uso de dispositivos de alarme sonoro e de iluminação vermelha intermitente só poderá ocorrer quando da
efetiva prestação de serviço de urgência.
d) A prioridade de passagem na via e no cruzamento deverá se dar com velocidade reduzida e com os devidos
cuidados de segurança, obedecidas as demais normas do Código de Trânsito.

213. Marque a alternativa INCORRETA.


a) Nas vias públicas e nos imóveis é proibido colocar luzes, publicidade, inscrições, vegetação e mobiliário que
possam gerar confusão, interferir na visibilidade da sinalização e comprometer a segurança do trânsito.
b) Os locais destinados pelo órgão ou entidade de trânsito com circunscrição sobre a via à travessia de pedestres
deverão ser sinalizados com sinalização vertical.
c) Nenhuma via pavimentada poderá ser entregue após sua construção, ou reaberta ao trânsito após a realização
de obras ou de manutenção, enquanto não estiver devidamente sinalizada, vertical e horizontalmente, de forma a
garantir as condições adequadas de segurança na circulação.
d) Nas vias ou trechos de vias em obras deverá ser afixada sinalização específica e adequada.

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214. Marque a alternativa em que a norma de circulação está INCORRETA.
a) A circulação far-se-á pelo lado direito da via, não admitindo-se exceções mesmo que devidamente sinalizadas.
b) O condutor deverá guardar distância de segurança lateral e frontal entre o seu e os demais veículos.
c) O trânsito de veículos sobre passeios, calçadas e nos acostamentos, só poderá ocorrer para que se adentre ou
se saia dos imóveis ou áreas especiais de estacionamento.
d) Os veículos precedidos de batedores terão prioridade de passagem, respeitadas as demais normas de
circulação.

215. Antes de colocar o veículo em circulação nas vias públicas, o condutor deverá verificar a existência e as b oas
condições de funcionamento dos equipamentos de uso obrigatório, bem como:
a) Assegurar-se da existência de combustível suficiente para chegar ao local de destino.
b) Não portar dos documentos necessários para a condução.
c) Portar do Código Nacional de Trânsito para eventual consulta
d) Verificar o porte de alarme sonoro

216. Todo condutor deverá, antes de efetuar uma ultrapassagem, certificar-se de que:
a) Nenhum condutor que venha atrás haja começado uma manobra para ultrapassá-lo.
b) Quem o precede na mesma faixa de trânsito não haja indicado o propósito de ultrapassar um terceiro.
c) A faixa de trânsito que vai tomar esteja livre numa extensão suficiente para que sua manobra não ponha em
perigo ou obstrua o trânsito que venha em sentido contrário.
d) Todas as alternativas anteriores.

217. É assegurada ao pedestre a utilização dos passeios ou passagens apropriadas das vias urbanas e dos
acostamentos das vias rurais para circulação, podendo a autoridade competente:
a) Permitir a utilização de parte da calçada para outros fins, desde que não seja prejudicial ao fluxo de pedestres.
b) Permitir a utilização de toda a calçada para outros fins, desde que não seja prejudicial ao fluxo de pedestres.
c) Proibir a passagem de pedestres
d) Proibir a utilização de parte da calçada para outros fins

218. Todo condutor, ao perceber que outro que o segue tem o propósito de ultrapassá-lo, deverá:
a) Se estiver circulando pela faixa da direita, deslocar-se para a faixa da esquerda, sem acelerar a marcha.
b) Se estiver circulando pela faixa da esquerda, deslocar-se para a faixa da direita, sem acelerar a marcha.
c) Se estiver circulando pela faixa da esquerda, acelerar o carro para desencorajar a ultrapassagem do outro
condutor.
d) Se estiver circulando pelas demais faixas, deslocar-se para a faixa da esquerda, e acelerar a marcha.

219. Para cruzar a pista de rolamento o pedestre deverá tomar precauções de segurança, levando em conta,
principalmente a, exceto:
a) visibilidade
b) distância
c) velocidade dos veículos
d) sua agilidade

220. Compete aos órgãos e entidades executivos de trânsito dos Municípios, no âmbito de sua
circunscrição, EXCETO:
a) Planejar, projetar, regulamentar e operar o trânsito de veículos, de pedestres e de animais, e promover o
desenvolvimento da circulação e da segurança de ciclistas
b) Coletar dados estatísticos e elaborar estudos sobre os acidentes de trânsito e suas causas;
c) Aplicar as penalidades de advertência por escrito e multa, por infrações de circulação, estacionamento e parada
previstas neste Código, notificando os infratores e arrecadando as multas que aplicar
d) Credenciar órgãos ou entidades para a execução de atividades previstas na legislação de trânsito, na forma
estabelecida em norma do CONTRAN;

Respostas 201: 202: 203: 204: 205: 206: 207: 208: 209: 210: 211:
212: 213: 214: 215: 216: 217: 218: 219: 220:

221. “Executar a fiscalização de trânsito em vias terrestres, edificações de uso público e edificações privadas de
uso coletivo, autuar e aplicar as medidas administrativas cabíveis e as penalidades de advertência por escrito e
multa, por infrações de circulação, estacionamento e parada previstas no Código de Trânsito, no exercício regular
do poder de polícia de trânsito, notificando os infratores e arrecadando as multas que aplicar, exercendo iguais
atribuições no âmbito de edificações privadas de uso coletivo, somente para infrações de uso de vagas reservadas
em estacionamentos.”

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O texto acima se refere a uma competência:
a) Órgãos e entidades executivos de trânsito dos Municípios
b) Polícias Militares dos Estados
c) CONTRAN
d) CETRAN

222. Os usuários das vias terrestres devem:


a) Abster-se de todo ato que possa constituir perigo ou obstáculo para o trânsito de veículos, de pessoas ou de
animais.
b) Atirar, depositar ou abandonar na via objetos ou substâncias.
c) Obstruir o trânsito ou torná-lo perigoso, criando na via qualquer obstáculo.
d) Provocar ato que possa causar danos a propriedades públicas ou privadas.

223. Compõem o Sistema Nacional de Trânsito, EXCETO:


a) Polícia Civil dos Estados
b) Polícia Rodoviária Federal
c) Polícias Militares dos Estados
d) Juntas Administrativas de Recursos de Infrações

224. Definição para Rodovia:


a) Via rural pavimentada
b) Obra de construção civil destinada a ligar margens opostas de uma superfície líquida qualquer.
c) Parte da via normalmente utilizada para a circulação de veículos, identificada por elementos separadores ou por
diferença de nível em relação às calçadas, ilhas ou aos canteiros centrais.
d) Parte da via, devidamente sinalizada e protegida, destinada ao uso de pedestres durante a travessia da
mesma.

225. Marque a alternativa que indica uma infração gravíssima.


a) Deixar o condutor ou passageiro de usar o cinto de segurança,
b) Dirigir sem atenção ou sem os cuidados indispensáveis à segurança.
c) Transportar crianças em veículo automotor sem observância das normas de segurança especiais estabelecidas
no Código de Trânsito
d) Usar o veículo para arremessar, sobre os pedestres ou veículos, água ou detritos.

226. Qual a medida administrativa para quem promove, na via, competição, eventos organizados, exibição e
demonstração de perícia em manobra de veículo, ou participa, como condutor, sem permissão da autoridade de
trânsito com circunscrição sobre a via:
a) Remoção do veículo
b) Recolhimento do documento de habilitação
c) Recolhimento do documento de habilitação e remoção do veículo.
d) Nenhuma das alternativas anteriores.

227. Quando uma pista de rolamento comportar várias faixas de circulação no mesmo sentido:
a) São as da direita destinadas ao deslocamento dos veículos mais lentos e de maior porte, quando não houver
faixa especial a eles destinada, e as da esquerda, destinadas à ultrapassagem e ao desloc amento dos veículos de
maior velocidade.
b) São as da direita destinadas ao deslocamento dos veículos de maior velocidade e de maior porte, quando não
houver faixa especial a eles destinada, e as da esquerda, destinadas à ultrapassagem e ao deslocamento d os
veículos mais lentos.
c) São as da direita destinadas ao deslocamento à ultrapassagem dos veículos de maior velocidade e de maior
porte, quando não houver faixa especial a eles destinada, e as da esquerda, destinadas e ao deslocamento dos
veículos mais lentos.
d) São as da direita destinadas ao deslocamento dos veículos mais lentos e de menor porte, quando não houver
faixa especial a eles destinada, e as da esquerda, destinadas à ultrapassagem e ao deslocamento dos veículos de
maior porte.

228. Recusar-se a ser submetido a teste, exame clínico, perícia ou outro procedimento que permita certificar
influência de álcool ou outra substância psicoativa, é infração:
a) Grave
b) Gravíssima
c) Leve
d) Média

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229. Os sinais de trânsito classificam-se em:
a) luminosos - sonoros - gestos do agente de trânsito e do condutor.
b) verticais – horizontais - luminosos - sonoros
c) verticais - horizontais - dispositivos de sinalização auxiliar - luminosos - sonoros - gestos do agente de trânsito e
do condutor.
d) verticais - horizontais - dispositivos de sinalização auxiliar - luminosos - sonoros.

230. A sinalização NÃO terá a seguinte ordem de prevalência:


a) As indicações do semáforo sobre os demais sinais.
b) As indicações dos sinais sobre as demais normas de trânsito.
c) As normas de trânsito sobre as indicações do semáforo.
d) As ordens do agente de trânsito sobre as normas de circulação e outros sinais.

231. Leia o caso a seguir.


Na Avenida Afonso Pena, localizada em Campo Grande-MS, Ulisses atropelou Ramon logo após sair de um bar.
Submetido à exame pericial, constatou-se a influência de álcool. Metros depois, na mesma via de trânsito, Arnaldo
perdeu o controle de seu veículo, atropelando Marcel. Testemunhas afirmaram que outro veículo não identificado
disputava um racha com Arnaldo. Devido aos acidentes, Ramon e Marcel sofreram pequenas lesões corporais.
Encaminhados à Delegacia, a autoridade de plantão, de ofício, instaurou os inquéritos, cumprindo as diligências
necessárias. Ao final, relatou que os condutores agiram com culpa, indiciando-os pelo crime de lesão corporal
culposa de trânsito, cuja pena privativa de liberdade é detenção, de 6 meses a 2 anos (artigo 303 da Lei n°
9.503/1997).

Com base no caso proposto, assinale a alternativa correta.


a) Recebendo os inquéritos, o Promotor de Justiça avaliará a possibilidade de ofertar transação penal aos
infratores, salvo se os envolvidos alcançarem a composição dos danos civis.
b) A instauração dos inquéritos policiais dependia de representação dos ofendidos, pois o crime de lesão corporal
culposa é de ação penal pública condicionada.
c) Nenhuma medida preliminar à instauração dos inquéritos policiais fazia-se necessária, pois, em ambos os
casos, trata-se de crime de ação penal pública incondicionada.
d) A instauração dos inquéritos policiais dependia de requerimento das vítimas, pois o crime de lesão corporal
culposa é de ação penal privada.
e) Tratando-se de infrações de menor potencial ofensivo, o Delegado não deveria ter instaurado os inquéritos
policiais, senão lavrado os respectivos termos circunstanciados.

232. Em relação aos crimes de trânsito, é CORRETO afirmar:


a) É pacífica na doutrina e na jurisprudência a tese da inconstitucionalidade do crime previsto no artigo 305 do
Código de Trânsito Brasileiro (fuga do local do acidente), por ofensa ao princípio da não autoincriminação.
b) A infração penal prevista no artigo 309 do Código de Trânsito Brasileiro (condução de veículo automotor sem
habilitação) é considerada de perigo abstrato, de acordo com a doutrina e a jurisprudência.
c) O crime previsto no artigo 306 da Lei n. 9.503/97 (embriaguez ao volante) admite, em tese, a proposta de
suspensão condicional do processo.
d) Admite-se a punição do agente pela prática do crime previsto no artigo 307 do Código de Trânsito Brasileiro,
ainda que não tenha sido notificado pessoalmente da penalidade administrativa de suspensão da habilitação.
e) O crime de lesões corporais culposas na condução de veículo automotor é de ação penal públic a
incondicionada.

233. Quanto aos crimes de trânsito, é correto afirmar que


a) não padece de inconstitucionalidade o tipo que incrimina o ato de afastar-se o condutor do veículo do local do
acidente, para fugir à responsabilidade penal ou civil que lhe possa ser atribuída
b) o crime de dirigir veículo automotor, em via pública, sem a devida permissão para dirigir ou habilitação ou,
ainda, se cassado o direito de dirigir, por reclamar que decorra do fato perigo de dano, derrogou, integralmente, a
contravenção penal prevista no art. 32 do Decreto-lei n° 3.688/41, sob a rubrica de falta de habilitação para dirigir
veículo.
c) o juiz, no curso da ação penal, havendo necessidade para garantia da ordem pública, poderá, de ofício,
decretar, em decisão motivada, a suspensão da permissão ou da habilitação para dirigir veículo automotor, ou a
proibição de sua obtenção, cabendo contra tal ato recurso em sentido estrito, sem efeito suspensivo.
d) constitui circunstância agravante, no crime de homicídio culposo na direção de veículo automotor, a ser
considerada na segunda fase do cálculo da pena, o fato de o autor não possuir permissão para dirigir ou carteira
de habilitação.

234. Em relação ao Sistema Nacional de Trânsito, analise as afirmativas abaixo.


I - Os órgãos e entidades de trânsito pertencentes ao Sistema Nacional de Trânsito darão prioridade em suas ações
à fluidez do trânsito de veículos, nela incluída a preservação da saúde e do meio ambiente.

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II - Entre as competências dos órgãos executivos de trânsito dos Municípios, no âmbito de sua circunscrição, está
a de operar o trânsito de veículos, de pedestres e de animais.
III - O Sistema Nacional de Trânsito é coordenado pelo Conselho Nacional de Trânsito, que é presidido pelo dirigente
do órgão máximo executivo de trânsito da União.
IV - Uma das competências dos Conselhos Estaduais de Trânsito e do Conselho de Trânsito do Distrito Federal é
julgar os recursos interpostos pelos condutores infratores.
Estão corretas as afirmativas
a) II e III, apenas.
b) I, II e III, apenas.
c) I e IV, apenas.
d) II, III e IV, apenas

235. Qual alternativa apresenta uma penalidade INCOMPATÍVEL com aquelas aplicadas pela autoridade de trânsito
em sua circunscrição e dentro das competências estabelecidas pelo Código de Trânsito Brasileiro?
a) Advertência por escrito
b) Cassação da Permissão para Dirigir
c) Cassação da Carteira Nacional de Habilitação
d) Advertência oral

236. Em relação aos direitos e deveres do cidadão no trânsito, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para
as falsas.
( ) Os pedestres que estiverem atravessando a via sobre as faixas delimitadas para esse fim terão prioridade de
passagem, exceto nos locais com sinalização semafórica, onde deverão ser respeitadas as disposições do Código
de Trânsito Brasileiro.
( ) Quando houver travessia delimitada para pedestres, o ciclista montado na bicicleta equipara-se ao pedestre em
direitos e deveres, tendo também prioridade.
( ) Em caso de mudança do semáforo, liberando a passagem de veículos, não terão preferência os pedestres que
não tenham concluído a travessia, pois a prioridade passa a ser dos veículos.
( ) Nas vias rurais, quando não houver acostamento, a circulação de pedestres na pista de rolamento será feita pelos
bordos da pista, em sentido contrário ao deslocamento de veículos.
Assinale a sequência correta.
a) V, F, F, V
b) F, V, V, F
c) V, F, V, V
d) F, V, F, F

237. Sobre os veículos, o Art. 105 do Código de Trânsito Brasileiro estabelece os seus equipamentos
obrigatórios. NÃO faz parte desses equipamentos:
a) Cinto de segurança para os automóveis, exceto para veículos que transportam passageiros em percursos em
que seja permitido viajar em pé.
b) Encosto de cabeça para todos os tipos de veículos automotores , segundo normas estabelecidas pelo
CONTRAN.
c) Capacete para o condutor de veículos de duas rodas, incluindo motocicletas e motonetas.
d) Equipamento suplementar de retenção (air bag frontal) para o condutor e passageiro do banco dianteiro.

238. Considerando as disposições contidas no Código de Trânsito Brasileiro referentes à educação, engenharia e
segurança de trânsito, analise as afirmativas abaixo.
I - Nenhuma via pavimentada poderá ser entregue após sua construção, ou reaberta ao trânsito após a realização
de obras ou de manutenção, enquanto não estiver devidamente sinalizada.
II - A educação para o trânsito deverá ser promovida nas escolas, em todos os níveis de ensino, mediante adoção
de currículo interdisciplinar, com conteúdo programático sobre formação de condutores.
III - A sinalização terá a seguinte ordem de prevalência: as ordens do agente de trânsito sobre as normas de
circulação e outros sinais; as indicações do semáforo sobre os demais sinais; as indicações d os sinais sobre as
demais normas de trânsito.
IV - Qualquer projeto de edificação que possa transformar-se em polo atrativo de trânsito poderá ser aprovado sem
prévia anuência do órgão ou entidade com circunscrição sobre a via, desde que a obtenha o mais breve possível.
Estão corretas as afirmativas
a) I, II e III, apenas.
b) I e III, apenas.
c) II e IV, apenas.
d) II, III e IV, apenas.

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239. Considerando as penalidades impostas às infrações de trânsito definidas pelo Código de Trânsito Brasileiro,
assinale a afirmativa INCORRETA.
a) As multas serão impostas e arrecadadas pelo órgão ou entidade de trânsito com circunscrição sobre a via onde
haja ocorrida a infração, de acordo com a competência estabelecida no Código de Trânsito Brasileiro.
b) Quando a infração for cometida com veículo licenciado no exterior, em trânsito no território nacional, a multa
respectiva poderá ser paga depois de sua saída do país, respeit ando-se o princípio da reciprocidade.
c) As multas decorrentes de infração cometida em unidade da Federação diversa daquela do licenciamento do
veículo poderão ser comunicadas ao órgão ou entidade responsável pelo seu licenciamento, que providenciará a
notificação.
d) A cada infração de trânsito cometida são computados os seguintes números de pontos para o condutor infrator:
gravíssima – sete pontos; grave – cinco pontos; média – quatro pontos; leve – três pontos.

240. Em relação à habilitação de condutores, o Código de Trânsito Brasileiro dispõe em seu Art. 141 que o processo
de habilitação, as normas relativas à aprendizagem para conduzir veículos automotores e elétricos e a autorização
para conduzir ciclomotores serão regulamentados pelo
a) Conselho Estadual de Trânsito (CETRAN).
b) Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN).
c) Departamento Estadual de Trânsito (DETRAN).
d) Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN).

Respostas 221: 222: 223: 224: 225: 226: 227: 228: 229: 230: 231:
232: 233: 234: 235: 236: 237: 238: 239: 240:

241. No que se refere às infrações de trânsito e às medidas administrativas delas decorrentes, o Art. 270 do Código
de Trânsito Brasileiro dispõe sobre os casos expressos em que poderá ocorrer a retenção de veículos. Com base
nesse dispositivo legal, analise as afirmativas abaixo.
I - Quando a irregularidade puder ser sanada no local da infração, o veículo será liberado tão logo seja regularizada
a situação.
II - Não sendo possível sanar a falha no local da infração, o veículo, com condições de segurança para circulação,
poderá ser liberado e entregue a condutor regularmente habilitado, mediante recolhimento do Certificado de
Licenciamento Anual, contra apresentação de recibo, assinalando-se prazo razoável ao condutor para regularizar a
situação, para o que se considerará, desde logo, notificado.
III - O Certificado de Licenciamento Anual será devolvido ao condutor no Órgão Normativo de Trânsito do Estado,
tão logo o veículo seja apresentado à autoridade devidamente regularizado.
IV - O agente deverá realizar a imediata retenção do veículo quando se tratar de veículo de transporte coletivo de
passageiros ou veículo transportando produto perigoso ou perecível, ainda que o veículo ofereça condições de
segurança para circulação na via.
Estão corretas as afirmativas
a) II, III e IV, apenas.
b) I e IV, apenas.
c) I e II, apenas.
d) I, II e III, apenas.

242. Em relação ao processo administrativo de infrações, o Art. 281 do Código de Trânsito Brasileiro estabelece em
seu parágrafo único que o auto de infração será arquivado e seu registro julgado insubsistente se não for expedida
a notificação da autuação no prazo máximo de
a) quinze dias.
b) trinta dias.
c) quarenta e cinco dias.
d) sessenta dias.

243. Considerando as normas gerais de circulação e conduta, onde não existir sinalização regulamentadora, a
velocidade máxima nas vias urbanas será de
a) trinta quilômetros por hora, nas vias locais.
b) cem quilômetros por hora, nas vias de trânsito rápido.
c) quarenta quilômetros por hora, nas vias locais.
d) trinta quilômetros por hora, nas vias coletoras.

244. O Código de Trânsito Brasileiro disposto em Lei nº 9.503/1997 tem como um dos seus atributos ordenar sobre
os procedimentos do condutor nas vias. Sobre esses procedimentos, marque V para as afirmativas verdadeiras e F
para as falsas.
( ) O condutor deve apresentar domínio de seu veículo ao dirigi-lo com atenção e cuidados essenciais à segurança
no trânsito.

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( ) Ao realizar uma ultrapassagem, o condutor deve indicar a sua intenção da manobra acionando a luz indicadora
de direção do veículo ou utilizando-se do gesto de braço, já consolidado pela prática.
( ) Os faróis do veículo devem ser mantidos acesos por meio da luz alta durante a noite e também durante o dia nas
passagens subterrâneas que possuam iluminação pública.
( ) É expressamente proibido o uso da buzina para fazer advertências úteis para que se evi tem acidentes.
( ) Nas interseções e suas proximidades, o condutor não poderá efetuar ultrapassagem.
Assinale a sequência correta
a) F, V, V, F, V b) F, F, V, V, F c) V, F, F, V, F d) V, V, F, F, V

245. Conforme a Lei nº 9.503/1997, analise as afirmativas a seguir.


I - Para conduzir veículos de outra categoria que não a sua, o condutor deverá realizar exames complementares
exigidos para habilitação na categoria pretendida.
II - Para habilitar-se nas categorias D e E ou para conduzir veículo de transporte coletivo de passageiros, de
escolares, de emergência ou de produto perigoso, o candidato não poderá ter cometido qualquer tipo de infração
grave ou gravíssima ou ser reincidente em infrações médias durante os últimos seis meses.
III - A cada condutor corresponderá um único registro no RENACH, agregando-se nele todas as informações
necessárias.
IV - Quando o candidato é aprovado nos exames de habilitação, recebe Permissão para Dirigir, com validade de 02
(dois) anos.
V - Os condutores das categorias C, D e E deverão submeter-se a exames toxicológicos para a habilitação e
renovação da Carteira Nacional de Habilitação.
Estão corretas as afirmativas
a) II, III e IV, apenas. b) I e IV, apenas. c) II e V, apenas. d) I, III e V, apenas.

246. Sobre normas de circulação e conduta nas vias, pode-se afirmar expressamente:
a) Os passageiros e o condutor devem sempre realizar o embarque e o desembarque pelo lado da calçada.
b) É considerada via de trânsito rápido aquela caracterizada por acessos de trânsito livre com interseções em
nível, acesso direto aos lotes lindeiros e com travessia em nível para os pedestres.
c) Os veículos que forem mais lentos devem manter distância suficiente entre si para que permitam àqueles que
os forem ultrapassar se interpor de forma segura um atrás do outro.
d) O Código de Trânsito Brasileiro recusa a regulamentação da operação de carga e descarga como
estacionamento.

247. A categoria de habilitação C destina-se aos condutores de veículos motorizados utilizados em transporte de
carga cujo peso bruto total excede a 3.500 k g. Para habilitar-se nessa categoria o condutor deve estar habilitado no
mínimo há ___________na categoria B e não ter cometido nenhuma infração grave ou gravíssima, ou ser
reincidente em infrações médias, durante os últimos _____________.
Assinale a alternativa que preenche de forma correta as lacunas do texto.
a) Um ano / doze meses.
b) Seis meses/ doze meses.
c) Dois anos / quatro meses.
d) Um ano / seis meses.

248. Em se tratando da temática da Educação para o Trânsito, o Código de Trânsito Brasileiro, Lei nº 9.503/1997,
dispõe:
a) A educação para o trânsito recebeu com o CTB um caráter muito restrito no diz respeito à atuação dos órgãos
nas campanhas publicitárias.
b) A educação para o trânsito desde a pré-escola até os cursos de graduação deve decorrer da atuação
independente dos órgãos do Sistema Nacional de Trânsito e Educação.
c) As ações de educação para o trânsito têm um fim delimitado: mudança de comportamento dos usuários da via,
para incremento da segurança do trânsito.
d) A coordenação educacional em cada órgão ou entidade que compõe o Sistema Nacional de Trânsito é
facultativa.

249. A primeira coluna apresenta as siglas de órgãos do Sistema Nacional de Trânsito e a segunda, atribuição de
cada órgão. Numere a segunda coluna de acordo com a primeira..
1 – CETRAN 2 – PRF 3 - DETRAN 4 - CONTRAN
( ) Coordenar os órgãos do Sistema Nacional de Trânsito, objetivando a integração de suas atividades.
( ) Dirimir conflitos sobre circunscrição e competência de trânsito no âmbito dos Municípios.
( ) Estabelecer, em conjunto com as Polícias Militares, as diretrizes para o policiamento ostensivo de trânsito.
( ) Realizar o patrulhamento ostensivo, executando operações de segurança pública.
Assinale a sequência correta.
a) 3, 4, 2, 1 b) 4, 1, 3, 2 c) 1, 3, 4, 2 d) 4, 2, 1, 3

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250. Qual circunstância faz EXCEÇÃO aos agravantes das penalidades dos crimes de trânsito estabelecidos no
Capítulo XIX, artigo 298, do Código de Trânsito Brasileiro?
a) Utilizando o veículo sem placas, com placas falsas ou adulteradas.
b) Dirigindo com Carteira de Habilitação de categoria diferente daquela do veículo.
c) Sendo condutor cuja profissão ou atividade exija cuidados especiais com transporte de passageiros ou de
carga.
d) Fazendo ou deixando que se faça reparo em veículo em via pública.

251. O Código de Trânsito Brasileiro, em seu Anexo II, dispõe sobre as ordens emanadas por gestos de Agentes
da Autoridade de Trânsito. Em relação a esses gestos, qual o significado do “braço estendido horizontalmente, com
a palma da mão para baixo, fazendo movimentos verticais”?
a) Diminuição de velocidade.
b) Parada para os veículos que trafegam pela direita.
c) Seguir em frente.
d) Parada para os veículos que estejam em interseções.

252. Em relação aos crimes previstos pelo Código de Trânsito Brasileiro, é correto afirmar:
a) Os órgãos executivos estaduais são responsáveis por estipular a equivalência entre os distintos testes de
alcoolemia para efeito de caracterização do crime de trânsito.
b) O condutor que praticar crime de trânsito previsto pelo CTB receberá a penalidade de suspensão do direito de
dirigir veículo automotor pela duração de seis anos.
c) Nos casos de acidentes de trânsito de que resulte vítima, não se imporá a prisão em flagrante, nem se exigirá
fiança, se o condutor prestar pronto e integral socorro à vítima.
d) A multa reparatória pelo prejuízo material resultante do crime de trânsito poderá vir a ser superior ao prejuízo
demonstrado no processo, dependendo da natureza do crime.

253. No Código de Trânsito Brasileiro afirma-se que ao regular a velocidade, o condutor deverá observar
constantemente as condições físicas da via, do veículo e da carga, as condições meteorológicas e a intensidade do
trânsito, obedecendo aos limites máximos de velocidade estabelecidos para a via, além de ...
A partir do texto, analise as afirmativas.
I - Cumprir e fazer cumprir a legislação e as normas de trânsito, no âmbito das respectivas atribuições.
II - Não obstruir a marcha formal dos demais veículos em circulação sem causa justificada, transitando a uma
velocidade extremamente reduzida.
III - Indicar claramente, com antecedência necessária e sinalização adequada, que irá reduzir a velocidade.
IV - Utilizar-se de sinais sonoros intensos para assegurar a atenção dos outros condutores na via.
Estão corretas as afirmativas
a) I e IV. b) II e III. c) III e IV. d) I e II.

254. Analise o sinal a seguir.

Ele indica, proibido


a) mudar de faixa ou pista de trânsito da direita para esquerda.
b) virar à esquerda.
c) mudar de faixa ou pista de trânsito da esquerda para direita.
d) virar à direita. e) retornar à esquerda.

255. Analise o sinal a seguir.

Ele indica:
a) início de pista dupla.
b) fim de pista dupla.
c) pista dividida.
d) ponte estreita. e) ponte móvel.

256. Leia a afirmativa a seguir.


____________________: Tem por finalidade alertar aos usuários da via para condições potencialmente perigosas,
indicando sua natureza. Suas mensagens possuem caráter de recomendação.
Marque a opção que completa corretamente a lacuna.
a) Placas de indicação
b) Placas de advertência
c) Sinalização horizontal
d) Placas educativas
e) Placas de regulamentação.

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257. O infrator NÃO será submetido a curso de reciclagem, na forma estabelecida pelo CONTRAN, quando
a) sendo contumaz, for necessário à sua reeducação.
b) se envolver em qualquer acidente, mesmo não tendo contribuído, independentemente de processo judicial.
c) suspenso do direito de dirigir.
d) condenado judicialmente por delito de trânsito.
e) for constatado, a qualquer tempo, que o condutor está colocando em risco a segurança do t rânsito.

258. Nos termos do Código de Trânsito Brasileiro, usar qualquer veículo para, deliberadamente, interromper,
restringir ou perturbar a circulação na via, sem autorização do órgão ou entidade de trânsito com
circunscrição sobre ela, terá como penalidade, multa
a) (dez vezes) e suspensão do direito de dirigir por 12 (doze) meses.
b) (cinco vezes) e suspensão do direito de dirigir por 06 (seis) meses.
c) (vinte vezes) e suspensão do direito de dirigir por 12 (doze) meses.
d) (três vezes) e suspensão do direito de dirigir por 06 (seis) meses.
e) (quinze vezes) e suspensão do direito de dirigir por 12 (doze) meses.

259. Segundo o Código Trânsito Brasileiro, é vedado ao motorista profissional dirigir por mais de cinco horas e meia
ininterruptas veículos de transporte rodoviário coletivo de passageiros ou de transporte rodoviário de cargas. O
condutor é obrigado, dentro do período de vinte e quatro horas, a observar o mínimo de X horas de descanso, que
podem ser fracionadas. O valor de X é
a) quatro.
b) dez.
c) oito.
d) seis.
e) onze.

260. Conforme a Resolução Contran 236/2007, a determinação do trecho de ultrapassagem proibida em curvas
baseia-se em critérios de segurança e, para a realização do movimento de ultrapassagem com segurança, é
necessária uma distância mínima de visibilidade de ultrapassagem, que varia em função da velocidade
regulamentada do tráfego. Para um veículo que esteja a 80 km/h, a distância mínima de visibilidade é, em metros,
a) 245.
b) 180.
c) 210.
d) 320.
e) 355.

Respostas 241: 242: 243: 244: 245: 246: 247: 248: 249: 250: 251:
252: 253: 254: 255: 256: 257: 258: 259: 260:

261. Na Resolução Contran 236/2007, a linha simples contínua (LMS -1), aplicada no pavimento na cor branca,
ordena fluxos de mesmo sentido de circulação de veículos delimitando o espaço disponível para cada faixa de
trânsito e regulamentando as situações em que são proibidas a ultrapassagem e a transposição de faixa de trânsito,
por comprometer a segurança viária. A LMS-1 deve ser utilizada, entre outras situações, em pontes estreitas, onde
a ultrapassagem e transposição de faixa comprometam a segurança, e seu comprimento deve se estender ao longo
de toda a ponte, sendo o trecho anterior e posterior a ela de, no mínimo,
a) 20 m.
b) 25 m.
c) 15 m.
d) 12 m.
e) 10 m.

262. A sinalização vertical de advertência em vias de circulação de veículos tem por finalidade alertar aos usuários
as condições potencialmente perigosas, obstáculos ou restrições existentes na via ou adjacentes a ela. Em vias
rurais, as placas suspensas, devem ter altura livre mínima, em metros, de
a) 4,60.
b) 6,20.
c) 6,00.
d) 4,80.
e) 5,50.

263. Segundo o Código de Trânsito Brasileiro, a velocidade máxima permitida para a via será indicada por meio de
sinalização, obedecidas as suas características técnicas e as condições de trânsito. Nas rodovias de pista simples

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das vias rurais, onde não existir sinalização regulamentadora, a velocidade máxima para automóveis, camionetas e
motocicletas será de
a) 60 km/h.
b) 110 km/h.
c) 90 km/h.
d) 80 km/h.
e) 100 km/h.

264.De acordo com a resolução do Contran no 396/2011, quando em determinado trecho da via houver instalado
medidor de velocidade do tipo fixo, os equipamentos dos tipos estático, portátil e móvel somente poderão ser
utilizados a uma distância mínima daquele equipamento de X m em vias urbanas e trechos de vias rurais com
características de via urbana, e Y m em vias rurais e vias de trânsito rápido. Os valores de X e Y são,
respectivamente,
a)200 e 2.200.
b)100 e 1.500.
c)500 e 2.000.
d)300 e 3.000.
e)400 e 3.600.

265.De acordo com a Resolução do Contran n o 236/2007, as marcas transversais ordenam os deslocamentos
frontais dos veículos. As LRV – linhas de estímulo à redução de velocidade, implantadas no pavimento na cor
branca, são um conjunto de linhas paralelas que, pelo efeito visual, induz o condutor a reduzir a velocidade do
veículo em um ponto adiante na via. Em cruzamentos e ondulações transversais, a última linha da LRV deve estar
posicionada, do ponto onde a velocidade já deva estar reduzida, a uma distância, em metros, mínima de
a)2,0. b)3,0. c)2,5. d)1,5. e)1,0.

266.Segundo a Lei federal no 13.103, de 02/03/2015, é vedado ao motorista profissional dirigir por mais de X horas
e Y minutos ininterruptamente veículos de transporte rodoviário coletivo de passageiros ou de transporte rodoviário
de cargas. Os valores de X e Y são, respectivamente,
a)8 e 00. b)5 e 30. c)7 e 30. d)6 e 30. e)6 e 00.

267.As placas de pré-sinalização informam antecipadamente ao condutor as opções de destino com saídas à frente
e ordenam o uso de faixas de trânsito. Nas vias arteriais e coletoras, a placa de pré-sinalização deve ser implantada,
antes da saída, a uma distância, em metros, mínima de
a)100. b)120. c)75. d)90. e)60.

268.No Anexo I do Código de Trânsito Brasileiro, a via caracterizada por interseções em nível, geralmente controlada
por semáforo, com acessibilidade aos lotes lindeiros e às vias secundárias e locais, possibilitando o trânsito entre
as regiões da cidade é denominada via
a)local.
b)coletora.
c)arterial.
d)urbana.
e)de trânsito acelerado.

269.Conforme a resolução do Contran no 160/2004, as vias onde houver cruzamento ferroviário devem ser
sinalizadas com a cruz de Santo André inscrita no pavimento na cor branca, c omo ilustrado na figura abaixo:

O comprimento máximo da sinalização é, em metros, de


a)4,0.
b)5,5.
c)6,0.
d)4,5.
e)5,0.

270.Segundo a resolução do Contran no 502/2014, o peso bruto transmitido por eixo, nas superfícies das vias
públicas, de veículos de característica rodoviária para transporte coletivo de passageiros, fabricados a partir de 01
de janeiro de 2012, que possuam eixo simples dotado de quatro pneumáticos é, em toneladas,
a)16,5.
b)7,0.
c)14,5.
d)11,0.
e)18,0.
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271.A resolução do Contran no 600/2016 estabelece os padrões e critérios para a instalação de ondulação
transversal, também conhecida como lombada física, em vias públicas . Em rodovia, somente em travessia de trecho
urbanizado, via urbana coletora e em via urbana local pode ser instalada a ondulação transversal TIPO A (largura
igual à da pista, comprimento: 3,70 m, e altura: 0,08 m ≤ h ≤ 0,10 m), onde ocorre a necessidade de limitar a
velocidade máxima, em km/h, para
a)70.
b)40.
c)50.
d)60.
e)30.

272.Nas vias rurais e urbanas de trânsito rápido, a não ser que o espaço existente seja muito limitado, para permitir
a leitura de todos os sinais, em função do tempo necessário para a percepção e reação dos co ndutores,
especialmente quando são desenvolvidas velocidades elevadas, a resolução do Contran n o 243/2007 recomenda
manter uma distância mínima entre placas de
a)100 m.
b)200 m.
c)150 m.
d)180 m.
e)50 m.

273.Para a fiscalização de peso dos veículos por balança rodoviária será admitida a tolerância máxima de X% sobre
os limites de pesos regulamentares, para suprir a incerteza de medição do equipamento, conforme legislação
metrológica. O valor de X é
a)7.
b)5.
c)10.
d)12.
e)15.

274.Conforme a Resolução do Contran no 180/2005, a sinalização vertical R-1 “Parada obrigatória” determina o fluxo
de veículos que devem parar em uma interseção. Em vias rurais, as distâncias mínima e máxima que essa placa
deve ser colocada do prolongamento do meio-fio ou do bordo da pista transversal é, em metros, de
a)3,0 e 30 m.
b)1,5 e 15 m.
c)2,5 e 25 m.
d)2,0 e 20 m.
e)1,0 e 10 m.

275.Quanto aos delitos tipificados no Código de Trânsito, Lei nº 9.503/97, avalie as afirmativas abaixo:
I. São causas especiais de aumento de pena do homicídio culposo quando o agente não possui Permissão para
Dirigir ou está com a Carteira de Habilitação suspensa, bem como quando deixa de prestar socorro, quando
possível fazê-lo sem risco pessoal, à vítima do acidente.
II. São circunstâncias agravantes genéricas, quando o agente pratica o delito em faixa de pedestres ou na c alçada
e sem possuir Permissão para Dirigir ou Carteira de Habilitação.
III. São circunstâncias agravantes genéricas quando o agente pratica o delito sem permissão para Dirigir ou
Carteira de Habilitação de categoria diferente da do veículo ou no exercício de sua profissão ou atividade, estiver
conduzindo veículo de transporte de passageiros e cargas.
IV. São causas especiais de aumento de pena do homicídio culposo quando o agente pratica o delito no exercício
de sua profissão ou atividade, estiver conduzindo veículo de transporte de passageiros e cargas.
Estão corretas as afirmativas:
a)I, II, III e IV.
b)I e II, apenas.
c)II, III e IV, apenas.
d)II e III, apenas.

276.Quanto aos crimes de lesão corporal culposa no trânsito (Lei nº 9.503/97), é correto afirmar que
a)cabe a aplicação da transação penal, prevista na Lei nº 9.099/95, quando o agente estava trafegando em
velocidade superior a máxima permitida para a via em 50 km/hora.
b)trata-se de ação penal pública condicionada à representação da vítima quando o agente participava de corrida,
disputa ou competição.
c)cabe a suspensão do processo, nos termos do art. 89 da Lei nº 9.099/95, quando o agente era inabilit ado para
condução de veículos automotores.

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d)trata-se de ação penal pública incondicionada, quando o agente era inabilitado.

277.Considerando a jurisprudência do STF e do STJ em relação aos crimes de trânsito, assinale a opçã o correta.
a)Dirigir automóvel na via pública sem possuir permissão para dirigir ou habilitação é crime de perigo concreto,
cuja tipificação exige a prova de geração do perigo de dano.
b)O crime de omissão de socorro à vítima atropelada por imprudência do motorista não se verifica quando se
constata que a morte ocorreu instantaneamente.
c)A embriaguez ao volante é crime de perigo concreto, em que a ingestão de bebida alcoólica e a condução
perigosa do automóvel geram perigo de dano.
d)O fato de dirigir perigosamente automóvel sem ser habilitado, vindo a causar lesões corporais em transeunte,
implica dois crimes praticados em concurso formal.

278.Sobre as infrações, penalidades e medidas administrativas previstas no Código de Trânsito Brasileiro – CTB,
ao atirar objetos ou substâncias do veículo ou abandoná-los na via, caracteriza ao condutor infração
a)leve, a penalidade é multa e o recolhimento do documento de habilitação.
b)grave, a penalidade é multa e retenção do veículo.
c)média e a penalidade é multa.
d)gravíssima, multa, recolhimento do documento de habilitação e suspensão do direito de dirigir.
e)levíssima e a penalidade é multa.

279.Considere as seguintes placas de sinalização regulamentadas pelo Código de Trânsito Brasileiro − CTB:

As placas da esquerda para a direita, seus significados conforme terminologia e regulamentação do Código de
Trânsito Brasileiro, são, respectivamente,
a)sentido proibido, permitido estacionar, parada obrigatória e a preferência é da via expressa.
b)não é permitido avançar, estacionamento regulamentado, pare e dê a preferência.
c)sentido proibido, estacionamento regulamentado, parada obrigatória e dê a preferência.
d)não siga em frente, permitido estacionar e parar, parada preferencial e preferência obrigatória.
e)não é permitido avançar, estacionamento regulamentado, pare e dê a preferência

280.Um motorista particular de determinada empresa não verificou que o cinto de segurança do passageiro
apresentava problemas antes do início de uma viagem para uma localidade que distava 76 km do local de origem.
Ocorreu um acidente no trajeto e, em função disso, o passageiro machucou-se gravemente. Em relação ao Código
de Trânsito Brasileiro, o motorista
a)atendeu-o, pois não cabe ao motorista verificar todos os itens de segurança do veículo antes do início de
qualquer viagem cujo trajeto seja inferior a 100 km do local de origem.
b)atendeu-o, pois o passageiro deveria ter verificado que o cinto de segurança não estava em boas condições de
funcionamento e deveria ter avisado o motorista.
c)descumpriu-o, pois deveria ter perguntado a todos os passageiros se as condições de segurança estavam
atendidas.
d)descumpriu-o, pois deveria ter verificado as boas condições de funcionamento dos equipamentos de uso
obrigatório, no caso, o cinto de segurança do passageiro.
e)atendeu-o, pois cabe ao motorista apenas a condução do veículo, a verificação das boas condições mecânicas
e da existência de combustível suficiente para a viagem.

Respostas 261: 262: 263: 264: 265: 266: 267: 268: 269: 270: 271:
272: 273: 274: 275: 276: 277: 278: 279: 280:
___________________________________________________________________________________________

281.Os extintores de incêndio veiculares,


a)sejam eles de qualquer tipo de unidade extintora e para qualquer tipo de veículo motorizado, só podem estar
fixados debaixo do banco sob as pernas do motorista.
b)do tipo ABC atuam somente no fogo em componentes como: fios elétricos, tapeçaria, painéis de plásticos,
bancos e carroçaria.

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c)do tipo BC foram substituído pelo tipo ABC, sendo obrigatórios somente em carros e veículos utilizados para
transporte de passageiros, ônibus e micro-ônibus. Logo, não se pode mais utilizar o tipo BC desde 2005, conforme
Resolução 157 do Contran. Quanto às camionetas, caminhonetes, veículos utilizados comercialmente para
transporte de cargas e triciclos de cabines fechadas, é opcional o tipo ABC.
d)podem ser de 3 tipos: o do tipo A, destinado a apagar fogo em combustível; do tipo B, destinado à apagar fogo
em sistemas elétricos; e do tipo C, destinado a apagar o fogo em componentes de bancos.
e)podem ser de 2 tipos: o do tipo BC, destinado a apagar fogo em combustível e em sistemas elétricos; e ABC,
destinado a apagar o fogo em componentes de tapeçaria, painéis, bancos e carroçaria.

282.Tomando como base a direção defensiva e conforme diretrizes do Código de Trânsito Brasileiro, a distância
lateral ao ultrapassar um ciclista deverá ser de
a)cinquenta centímetros.
b)um metro.
c)um metro e cinquenta centímetros.
d)dois metros.
e)noventa centímetros.

283.O trânsito de veículos nas vias terrestres abertas à circulação obedecerá às seguintes normas, segundo
o CTB, EXCETO:
a)A circulação far-se-á pelo lado direito da via, admitindo-se as exceções devidamente sinalizadas.
b)Os veículos que se deslocam sobre trilhos terão preferência de passagem sobre os demais, respeitadas as
normas de circulação.
c)Os veículos precedidos de batedores terão preferência absoluta de passagem, respeitadas as demais normas
de circulação.
d)O condutor deverá guardar distância de segurança lateral e frontal entre o seu e os demais veículos, bem como
em relação ao bordo da pista, considerando-se, no momento, a velocidade e as condições do local, da circulação,
do veículo e as condições climáticas.

284.Sobre as normas gerais de circulação e conduta presentes no CTB, analise as afirmativas a seguir.
I. Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas no CTB, em ordem decrescente, os veículos de
menor porte serão sempre responsáveis pela segurança dos maiores, os não motorizados pelos motorizados e,
juntos, pela incolumidade dos pedestres.
II. Os veículos mais lentos, quando em fila, deverão manter proximidade suficiente entre si para não permitir que
veículos que os ultrapassem possam se intercalar na fila, pois, nestes casos, a ultrapassagem não é permitida.
III. O condutor não poderá ultrapassar veículos em vias com duplo sentido de direção e pista única, nos trechos em
curvas e em aclives sem visibilidade suficiente, nas passagens de nível, nas pontes e viadutos e nas travessias de
pedestres, em nenhuma hipótese.
Estão INCORRETAS as afirmativas
a) I, II e III. b) I e II, apenas. c) I e III, apenas. d)II e III, apenas.

285.A velocidade máxima permitida para a via será indicada por meio de sinalização, obedecidas suas
características técnicas e as condições de trânsito. Onde não existir sinalização regulamentadora, a
velocidade máxima será de quarenta quilômetros por hora, nas vias urbanas:
a) Vias locais.
b)Vias arteriais.
c)Vias coletoras.
d)Vias de trânsito rápido.

286.Segundo o CTB, assinale a afirmativa INCORRETA.


a)Entende-se como tempo de direção ou de condução apenas o período em que o condutor estiver efetivamente
ao volante, em curso entre a origem e o destino.
b)É vedado ao motorista profissional dirigir por mais de doze horas e meia ininterruptas veículos de transporte
rodoviário coletivo de passageiros ou de transporte rodoviário de cargas.
c)Serão observados trinta minutos para descanso dentro de cada seis horas na condução de veículo de transporte
de carga, sendo facultado o seu fracionamento e o do tempo de direção desde que não ultrapassadas cinco horas
e meia contínuas no exercício da condução.
d)Em situações excepcionais de inobservância justificada do tempo de direção, devidamente registradas, o tempo
de direção poderá ser elevado pelo período necessário para que o condutor, o veículo e a carga cheguem a um
lugar que ofereça a segurança e o atendimento demandados, desde que não haja comprometimento da
segurança rodoviária.

287.De acordo com o CTB, é INCORRETO afirmar que:


a)Somente poderá transitar pelas vias terrestres o veículo cujo peso e dimensões atenderem aos limites
estabelecidos pelo CONTRAN.

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b)Nenhum proprietário ou responsável poderá, sem prévia autorização da autoridade competente, fazer ou
ordenar que sejam feitas no veículo modificações de suas características de fábrica.
c)Em nenhuma hipótese será tolerado um percentual sobre os limites de peso bruto total e peso bruto transmitido
por eixo de veículos à superfície das vias, mesmo quando aferido por equipamento, na forma estabelecida pelo
CONTRAN.
d)Nenhum veículo ou combinação de veículos poderá transitar com lotação de passageiros, com peso bruto total,
ou com peso bruto total combinado com peso por eixo, superior ao fixado pelo fabricante, nem ul trapassar a
capacidade máxima de tração da unidade tratora.

288.Segundo o CTB, a autoridade de trânsito, na esfera das competências estabelecidas por esse Código e
dentro de sua circunscrição, deverá aplicar, às infrações nel e previstas, certas penalidades. Acerca dessas
penalidades, marque V para as verdadeiras e F para as falsas.
( ) Multa.
( ) Advertência verbal.
( ) Suspensão do direito de dirigir.
( ) Cassação da Carteira Nacional de Habilitação.
A sequência está correta em
a) V, F, V, V. b)V, F, F, V. c)V, F, V, F. d) F, V, F, V.

289.Segundo o CTB, assinale a alternativa INCORRETA.


a)O ciclista desmontado empurrando a bicicleta equipara-se ao pedestre em direitos e deveres.
b)É assegurada ao pedestre a utilização dos passeios ou passagens apropriadas das vias urbanas e dos
acostamentos das vias rurais para circulação, podendo a autoridade competente permitir a utilização de parte d a
calçada para outros fins, desde que não seja prejudicial ao fluxo de pedestres.
c)Nas áreas urbanas, quando não houver passeios ou quando não for possível a utilização destes, a circulação de
pedestres na pista de rolamento será feita com prioridade sobre os veículos, pelos bordos da pista, em fila única,
exceto em locais proibidos pela sinalização e nas situações em que a segurança ficar comprometida.
d)Nas vias rurais, quando não houver acostamento ou quando não for possível a utilização dele, a circula ção de
pedestres, na pista de rolamento, será feita sem prioridade sobre os veículos, pelos bordos da pista, em fila única,
no mesmo sentido ao deslocamento de veículos, exceto em locais proibidos pela sinalização e nas situações em
que a segurança ficar comprometida.

290. A placa de trânsito apresentada corresponde a um tipo de


a)sinalização temporária.
b)sinalização vertical de regulamentação.
c)sinalização vertical de advertência.
d)sinalização vertical de indicação.
e)dispositivo auxiliar de sinalização.

291.A sinalização horizontal de vias na cor amarela é usada para


a)regulamentar ultrapassagem e deslocamento lateral.
b)demarcar ciclovias ou ciclofaixas.
c)simbolizar as áreas especiais de estacionamento para pessoas portadoras de necessidades especiais.
d)separar movimentos veiculares de mesmo sentido.
e)regulamentar faixas de travessias de pedestres.

292.Para circular nas vias, veículos de transporte escolar devem


a)ter cinto de segurança apenas para o motorista.
b)ter equipamento registrador instantâneo e inalterável de velocidade e tempo.
c)ter faixa horizontal pintada na cor vermelha, a meia altura, em toda a extensão das partes laterais e traseira da
carroçaria, com o dístico ESCOLAR em branco.
d)ter autorização emitida pelo DENATRAN.
e)ser equipados com lanternas de luz vermelha nas extremidades da parte inferior dianteira.

293.O condutor de veículo destinado à condução de escolares deve satisfazer os seguintes requisitos:
a)ter idade superior a dezoito anos, ser habilitado na categoria D, ter sido aprovado em curso especializado e não
ter cometido nenhuma infração grave ou gravíssima nem ter reincidido em infrações leves nos últimos doze meses
ou em infrações médias nos últimos seis meses.
b)ter idade superior a dezoito anos, ser habilitado na categoria E, ter sido aprovado em curso especializado e não
ter cometido nenhuma infração grave ou gravíssima nem ter reincidido em infrações médias nos últimos vinte e
quatro meses.
c)ter idade superior a dezoito anos, ser habilitado na categoria B, ter sido aprovado em curso especializado e não
ter cometido nenhuma infração grave ou gravíssima nem ter reincidido em infrações médias nos últimos seis
meses.
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d)ter idade superior a vinte e um anos, ser habilitado na categoria D, ter sido aprovado em curso especializado e
não ter cometido nenhuma infração grave ou gravíssima nem ter reincidido em infrações médias nos últimos doze
meses.
e)ter idade superior a vinte e um anos, ser habilitado na categoria A, ter sido aprovado em curso especializado e
não ter cometido nenhuma infração nos últimos seis meses.

294.Em uma pista com faixas de rolamento de mesmo sentido, a faixa da extremidade esquerda destina -se a
a)ultrapassagem e deslocamento dos veículos de maior velocidade.
b)circulação de veículos lentos e pesados.
c)circulação de veículos escolares e carros oficiais, mesmo quando não houver sinalização especial.
d)circulação de veículos de passeio.
e)manobras de retorno.

295.Em rodovias providas de acostamento, sem local apropriado para retorno ou para se entrar à esquerda, o
condutor deverá aguardar a oportunidade para cruzar a pista, parando o veículo
a)no centro da pista, na faixa divisória dos fluxos.
b)à direita da pista, sem adentrar no acostamento.
c)no centro da linha contínua divisória das faixas de rolamento.
d)no acostamento, à direita, para cruzar a pista com segurança.
e)à esquerda da pista.

296.De acordo com a legislação de trânsito, os veículos destinados a socorro de incêndio e salvamento, as
ambulâncias e os veículos da polícia têm trânsito livre quando estiverem
a)em serviço de urgência e devidamente identificados por dispositivos regulamentares de alarme sonoro e
iluminação intermitente.
b)em via pública, independentemente da situação.
c)nas faixas exclusivas.
d)em missões especiais devidamente autorizadas pela autoridade de trânsito.
e)escoltados por batedores.

297.Antes de iniciar qualquer manobra que implique deslocamento lateral, o condutor deverá
a)indicar sua intenção, com a devida antecedência, mediante sinalização, luz indicadora do veículo ou gesto
convencional.
b)acionar o pisca-alerta e parar completamente o veículo antes da conversão.
c)dar um breve toque na buzina.
d)dar sinal com luz alta e buzinar.
e)parar o veículo para verificar as condições da via.

298.Nas vias em que seja proibido estacionar, a parada de veículos poderá ser feita
a)pelo tempo necessário à carga e à descarga.
b)restringindo-se ao tempo indispensável para embarque ou desembarque de passageiro, sem interromper o
trânsito.
c)de acordo com o tipo e modelo do veículo em circulação.
d)somente se autorizada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres.
e)sobre o passeio.

299.De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, a verificação dos equipamentos obrigatórios e de s egurança
deve ser feita por meio de inspeções
a)semanais. b)trimestrais. c)semestrais. d)diárias.
e)anuais.

300.Segundo a Portaria nº 2.048, de 05 de novembro de 2002, que “Aprova o Regulamento Técnico dos Sistemas
Estaduais de Urgência e Emergência”, são requisitos e competências do Condutor Socorrista, EXCETO:
a)Profissional de nível básico, maior de 21 anos, habilitado em CNH D e com equilíbrio emocional e autocontro le.
b)Profissional de nível médio, com capacidade de trabalhar em equipe e que tenha disponibilidade para
capacitações periódicas.
c)Profissional de nível básico, que conheça integralmente o veículo e que consiga realizar manutenções básicas
neste.
d)Profissional de nível básico, que conheça a malha viária local e que auxilie a equipe nas imobilizações e
transporte das vítimas.

Respostas 281: 282: 283: 284: 285: 286: 287: 288: 289: 290: 291:
292: 293: 294: 295: 296: 297: 298: 299: 300:

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LEGISLAÇÃO
MUNICIPAL
Atualizada

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Prezado aluno, a vídeo aula que acompanha este material foi elaborada para você entender e responder cada item
abordado. Vamos ver alguns pontos relevantes do edital que estarão na sua prova.

Concurso. Nomeação. Posse. Exercício. Estabilidade


.
Estágio
probatório

Cargo:
Estabilidade
:
Posse:

Exercício
:
Nomeação
:
Concurso:

Nomeação:
Recondução:
Provimento:
Reintegração:
Entrada no Reversão:

cargo. Readaptação:
Aproveitamento:
Promoção:

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Teste seus conhecimentos:

1. O concurso será aberto:


a) Somente aos concurseiros que forem brasileiros natos.
b) Somente aos brasileiros naturalizados.
c) Somente aos brasileiros.
d) Aos brasileiros e estrangeiros.
2. A prof.ª Taís Madrid, que atua no Grupo Educacional Concurseirosnota10, pergunta se no concurso haverá:
a) Cota para negros e pardos na proporção de 50% das vagas.
b) Vagas destinadas a portadores de deficiência na proporção de 35% das vagas.
c) Prazo de dois anos de validade, cabendo uma prorrogação.
d) Prazo especial para servidores tomarem posse.

3. O prazo de posse será de:-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------


---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
4. O prazo para o servidor entrar em exercício será de:------------------------------------------------------------------------------
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
5. Ao tomar posse o servidor:---------------------------------------------------------------------------------------------------------------
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
6. Se o candidato não tomar posse:
a) Será demitido.
b) Será exonerado.
c) Será tornado sem efeito a entrada em exercício.
d) Será tornado sem efeito a nomeação.
e) Será tornada sem efeito a posse.
7. A estabilidade pressupõe:----------------------------------------------------------------------------------------------------------------
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
8. O conceito de cargo público:-------------------------------------------------------------------------------------------------------------
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
9. Quais as formas de nomeação:----------------------------------------------------------------------------------------------------------
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
10. Quais as formas de recondução:--------------------------------------------------------------------------------------------------------
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
11. A reintegração ocorre quando:----------------------------------------------------------------------------------------------------------
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
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12. A reversão ocorre quando:---------------------------------------------------------------------------------------------------------------
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13. A readaptação ocorre quando:----------------------------------------------------------------------------------------------------------
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
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Vacância: Demissão:

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Recondução:
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Readaptação:

Promoção:
14. Por que a recondução e readaptação estão nas formas de provimento e de vacância ao mesmo tempo:-----------
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15. Viviane, professora do Grupo Educacional Concurseirosnota10 na área de legislação, pergunta quais as formas
de exoneração:------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
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16. Mario, professor do Grupo Educacional Concurseirosnota10, questiona se a reversão tem idade limite?----------
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17. Eduardo, membro da equipe do Grupo Educacional Concurseirosnota10, pergunta em que situação o servidor
estaria em disponibilidade remunerada?---------------------------------------------------------------------------------------------
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18. Se a prova pedir qual e a forma de provimento primário ?----------------------------------------------------------------------
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19. Carol , integrante da equipe do Grupo Educacional Concurseirosnota10, reafirma que a reintegração ocorre
devido a:--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
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20. Os cargos denominados CC( cargo em comissão) tem por características:---------------------------------------------------
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21. Kleiton, professor do Grupo Educacional Concurseirosnota10, questionou se poderia assumir mais de um
concurso municipal:------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
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Material elaborado por Concurseirosnota10/Mundo dos Concursos CNPJ 18.617927-0001-30, fone (55) 3312-6204-Rua General Ernesto Dorneles, 764-
Santo Ângelo/RS-Todos os direitos reservados. Proibida a reprodução parcial ou integral, sem autorização do autor-lei federal nº 9.610/98
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LEI Nº 1.256
De 05 de julho de 1990.

“Dispõe sobre o Regime Jurídico dos


Servidores Públicos do Município e dá outras
providências.”

Atualizado conforme leis e decretos:


L. 1261/90; L.1371/91; L.1560/92; L. 1.910/95,
L. 2035/96; L.2262/99; L.2430/01; L.2470/01,
L.2494/01, Dec. 2900/02, L.3041/07, L.3042/07,
L.3070/07, L. 3.267/09, L. 3.320/09, L. 3.349/09,
L. 3.462/10, L. 3.515/11, L. 3.551/11, Decreto 3.377/2011,
L. 3.611/12, 3.612/12, L. 3.729/13, L. 3.947/15, L. 4.001/2015,
L. 4.063/2016, L. 4.133/2017, L. 4.177/2017 e L. 4.205/2018.

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LEI Nº 1.25690
DISPÕE SOBRE O REGIME JURÍDICO DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO E DÁ OUTRAS
PROVIDÊNCIAS.

LEI: TÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1º Esta Lei institui o Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município de Santo Ângelo - RS.

Art. 2º Para efeitos desta Lei, Servidor Público é a pessoa legalmente investida em cargo público.

Art. 3º Cargo Público é o criado em Lei, em número certo, com denominação própria,
remunerado pelos cofres municipais, ao qual corresponde um conjunto de atribuições e
responsabilidades cometidas a Servidor Público.

Parágrafo Único. Os cargos Públicos serão de provimento efetivo ou em comissão.

Art. 4º A investidura em cargo Público depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de
provas e títulos, ressalvadas as nomeações p/ cargos em comissão declarados em lei de livre nomeação e
exoneração.

§ 1º. A investidura em cargo do Magistério Municipal será por concurso de provas e títulos.

§ 2º. Somente poderão ser criados cargos de provimento em comissão para atender encargos de direção, chefia ou
assessoramento, e seu provimento, nos casos, condições e percentuais mínimos previstos em Lei, será destinado
aos servidores de carreira. (Parágrafo alterado pela Lei 3.070/2007).
§ 3º. VETADO.

Art. 5º Função Gratificada é a instituída por Lei para atender a encargos de direção, chefia ou
assessoramento, sendo privativa de servidor detentor de cargo de provimento efetivo,
observados os requisitos para o exercício.

Art. 6º É vetado cometer ao servidor atribuições diversas das de cargo, exceto encargos de direção, chefia ou
assessoramento e comissões legais.

TÍTULO II
DO PROVIMENTO E DA VACÂNCIA
CAPÍTULO I - DO PROVIMENTO
SEÇÃO I - DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 7º São requisitos básicos para ingresso no serviço público municipal.
I - ser brasileiro, nato ou naturalizado, ou estrangeiro, na forma da lei; (Inciso alterado pela Lei nº 3.070/2007).
II - ter idade mínima de dezoito anos;
III - estar quite com as obrigações militares e eleitorais;
IV - gozar de boa saúde física e mental, comprovada mediante inspeção médica; (Inciso alterado pela Lei nº
3.070/2007).
V - ter atendido as condições prescritas em lei para o cargo.

§ 1º Às pessoas portadoras de
necessidades especiais é
assegurado o direito de se
inscrever em concurso público para
provimento de cargo cujas
atribuições sejam compatíveis com
a necessidade especial de que são
portadoras, para as quais terão
reservadas 5% das vagas
oferecidas. (Parágrafo acrescentado
pela Lei nº 3.349/09)

§ 2º As inscrições para concurso


público, nomeação e posse no
município dos portadores de
necessidades especiais serão
definidas pelo edital do concurso
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público. (Parágrafo acrescentado pela Lei nº 3.349/09).

Art. 8º Os cargos públicos serão providos por:

I - nomeação ; II - recondução ; III - readaptação ;

IV – reversão ; V - reintegração ;

VI - aproveitamento ;
ORIGINÁRIO

DERIVADO

FORMAS DE
PROVIMENTO
VII - Suprimido (alterado pela Lei nº 3.070/2007)

SEÇÃO II
DO CONCURSO PÚBLICO
Art. 9º- As normas gerais para realização de concurso serão estabelecidos em regulamento.

Parágrafo Único. Além das normas gerais, os concursos serão regidos por instruções especiais, que deverão
ser expedidas pelo órgão competente, com ampla publicidade na imprensa local.

Art. 10. Os limites de idade para inscrição em concurso público serão fixados em lei, de acordo com a natureza de
cada cargo.

Parágrafo único. Os limites de idade para inscrição em concurso público serão fixados em lei, de acordo com
a natureza e a complexidade de cada cargo. (Parágrafo alterado pela Lei nº 3.070/2007).
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Art. 11. O prazo de validade do concurso será de até 2 anos, prorrogável,
uma vez, por igual período, conforme estabelece a Constituição Federal. (Redação alterada pela
Lei 1.261/90).

SEÇÃO III
DA NOMEAÇÃO
ART. 12. A NOMEAÇÃO É O ATO DE PROVIMENTO EM CARGO PÚBLICO E SERÁ FEITA: (ARTIGO ALTERADO PELA LEI
Nº 3.070/2007)
I - EM COMISSÃO, QUANDO SE TRATAR DE CARGO QUE, EM VIRTUDE DE LEI, ASSIM DEVA SER PROVIDO;
II - EM CARÁTER EFETIVO, NOS DEMAIS CASOS.

Art. 13. A nomeação em caráter efetivo obedecerá à ordem de classificação dos candidatos no concurso público.

SEÇÃO IV
DA POSSE E DO EXERCICÍO
Art. 14 Posse é a aceitação expressa das atribuições, deveres e responsabilidades inerentes ao
cargo público, com o compromisso de bem servir, formalizada com a assinatura de termo pela
autoridade competente e pelo nomeado. (Artigo alterado pela Lei nº 3.070/2007).

§ 1º. A posse dar-se-á no prazo de até 30 dias, contados da data de publicação do ato de nomeação.
(Parágrafo alterado pela Lei 3.729/2013).

§ 2º. No caso de nomeação de servidor público municipal para outro cargo, estando este gozo de férias ou
licenças remuneradas estabelecidas nesta lei, o prazo para a posse será contada a partir do término do gozo das
mesmas.

§ 3º. No ato da posse o servidor apresentará, obrigatoriamente, declaração sobre o exercício de outro cargo,
emprego ou função pública, e, nos casos que a lei indicar, declaração de bens e valores que constituem seu
patrimônio.

§ 4º - A posse em cargo público dependerá de previa inspeção médica e psicológica oficial. (Parágrafo alterado
pela Lei nº 3.349/09).

Art. 15. Exercício e o desempenho das atribuições do cargo pelo servidor.

§ 1º É de 15 dias o prazo para o servidor entrar no exercício, contados da data da posse. (Parágrafo alterado
pela Lei 3.729/2013)

§ 2º. SERÁ TORNADO SEM EFEITO O ATO DE NOMEAÇÃO, SE NÃO OCORRER A POSSE E O EXERCÍCIO,
NOS PRAZOS LEGAIS.
§ 3º. O exercício deve ser dado pelo chefe da repartição para qual o servidor for designado.

Art. 16 Nos casos de recondução, readaptação, reintegração, reversão e aproveitamento, o prazo de que trata o §
1º do artigo anterior será contado da data da publicação do ato. (Artigo alterado pela Lei nº 3.070/2007).

Art. 17. A promoção, a readaptação e a recondução, não interrompem o exercício.


Art. 18. O início, a suspensão, a interrupção e o reinício do exercício serão registrados no assentamento individual
do servidor. (Artigo alterado pela Lei nº 3.070/2007).

Parágrafo Único. Ao entrar em exercício o servidor apresentará, ao órgão de pessoal, os elementos necessários
ao assentamento individual.

Art. 19. O nomeado que, por prescrição legal, deva prestar caução como garantia, não poderá entrar em exercício
sem prévia satisfação dessa exigência. (Artigo alterado pela Lei nº 3.070/2007).

§ 1º. A caução poderá ser feita por uma das modalidades seguintes:
I - depósito em moeda corrente; II - garantia hipotética; III - título de dívida pública;
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IV - seguro fidelidade funcional, emitido por instituições legalmente autorizada.

§ 2º. No caso de seguro, as contribuições referentes ao prêmio serão descontadas do servidor segurado, em
folha de pagamento.

§ 3º. Não poderá ser autorizado o levantamento da caução antes de tomadas as contas do servidor.

§ 4º. O responsável por alcance ou desvio de material não ficará isento da ação administrativa, cível e criminal,
ainda que o valor da caução seja superior ao montante do prejuízo causado. (Parágrafo alterado pela Lei nº
3.070/2007).

SEÇÃO V
DA ESTABILIDADE
Art. 20. O servidor nomeado para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público adquire estabilidade
após 03 anos de efetivo exercício, na forma desta Lei. (Artigo alterado pela Lei nº
3.070/2007).

Art. 21. O Servidor só perderá o cargo: (Art. alterado pela Lei nº 2.494/01).
I - em virtude de sentença judicial transitada em julgado; (alt. pela Lei nº 2494/01).
II - mediante processo administrativo em que lhe seja assegurada ampla defesa; (Alterado pela
Lei nº 2.494/01)
III - mediante procedimento de avaliação periódica de desempenho, na forma de lei
complementar, assegurada ampla defesa. (Alt. p/ L. 2.494/01).
IV - para cumprimento dos limites da despesa com pessoal, nos termos da Constituição
Federal e da legislação correlata. (Inciso acrescentado pela Lei nº 3.070/2007).
Art. 22. Ao entrar em exercício, o servidor nomeado para cargo de provimento efetivo ficará sujeito a estágio
probatório por período de 03 anos, durante o qual a sua aptidão, capacidade e desempenho serão
objeto de avaliação por Comissão Especial designada para esse fim, com vista à aquisição da estabilidade,
observados os seguintes quesitos: (Artigo alterado pela Lei nº 3.070/2007).

I - Assiduidade; II - Pontualidade; III - Disciplina; IV - Eficiência; V - Responsabilidade; VI -


Relacionamento.

§ 1º. É condição para a aquisição da estabilidade a avaliação do desempenho no


ONTUALIDADE estágio probatório nos termos deste artigo. (Alt. p/ L. 2494/01).

SSIDUIDADE § 2º. A avaliação será realizada por trimestre e a cada um corresponderá um


competente boletim, sendo que cada servidor será avaliado no efetivo exercício
do cargo para o qual foi nomeado. (Alt.p/ Lei nº 2.494/01).
ISCIPLINA
§ 3º. Somente o afastamento decorrente do gozo de férias legais não prejudica a
ESPONSABILIDADE avaliação do trimestre e o implemento do triênio. (Parágrafo alterado pela Lei nº
3.070/2007).
ELACIONAMENTO
§ 4º. Todos os demais afastamentos no período considerado suspendem a
avaliação do estágio probatório, cujo prazo ficará automaticamente protelado
FICIÊNCIA até o implemento do efetivo exercício do trimestre. (Parágrafo alterado pela
Lei nº 3.070/2007).

§ 5º Três meses antes de findo o período de estágio probatório, a avaliação do desempenho do servidor, realizada
de acordo com o que dispuser a lei ou regulamento, será submetida à homologação da autoridade competente,
sem prejuízo da continuidade de apuração dos quesitos enumerados nos incisos I a VI do “caput” deste artigo.
(Parágrafo alterado pela Lei nº 3.070/2007).

§ 6º. Em todo o processo de avaliação, o servidor deverá ter vista de cada boletim de estágio, podendo se
manifestar sobre os itens avaliados pela(s) respectiva(s) chefia(s), devendo apor sua assinatura. (Parágrafo
acrescentado pela L. 2.494/01).

§ 7º. O servidor que não preencher alguns dos requisitos do estágio probatório deverá receber orientação
adequada para que possa corrigir as deficiências. (Parágrafo alterado pela Lei nº 3.070/2007).

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§ 8º. Verificado, em qualquer fase do estágio, resultado insatisfatório por três avaliações consecutivas, será
processada a exoneração do servidor. (Parágrafo acrescentado pela Lei no 2.494/01).

§ 9º. Sempre que se concluir pela exoneração do estagiário, ser-lhe-á assegurado visto do processo, pelo prazo
de cinco dias úteis para apresentar defesa e indicar as provas que pretenda produzir. (Parágrafo acrescentado pela
Lei no 2.494/01).

§ 10. A defesa, quando apresentada, será apreciada em relatório conclusivo, por Comissão especialmente
designada pelo Prefeito, podendo, também, serem determinadas diligências e ouvidas testemunhas. (Parágrafo
acrescentado pela Lei nº 2.494/01).

O servidor não aprovado no estágio probatório será exonerado ou, se estável,


§ 11.
reconduzido ao cargo anteriormente ocupado observados, os dispositivos pertinentes. (Parágrafo
alterado pela Lei nº 3.070/2007).

§ 12. O estagiário, quando convocado, deverá participar de todo e qualquer curso específico referente às atividades
de seu cargo. (Parágrafo alterado pela Lei nº 3.070/2007).

§ 13. Os casos de cometimento de falta disciplinar, inclusive durante o primeiro e o último trimestre, o estagiário terá
a sua responsabilidade apurada através de sindicância ou processo administrativo disciplinar, observadas as
normas estatutárias independente da continuidade da apuração do estágio probatório pela Comissão Especial.
(Parágrafo acrescentado pela Lei nº 3.070/2007).

SEÇÃO VI
DA RECONDUÇÃO

Art. 23. RECONDUÇÃO é o retorno do servidor estável ao cargo anteriormente ocupado.

§ 1º. Inabilitação em estágio probatório em outro cargo municipal de provimento efetivo. (Parágrafo alterado pela
Lei nº 3.070/2007).

§ 2º. A hipótese de condução de que trata a alínea "a" do parágrafo anterior, será apurada nos termos dos
parágrafos do art. 22 e somente poderá ocorrer no prazo de dois anos a contar do exercício em outro cargo.

§ 3º. Inexistindo vaga, serão cometidas ao servidor as atribuições do cargo de origem, assegurados os direitos e
vantagens decorrentes, até o regular provimento.

SEÇÃO VII
DA READAPTAÇÃO
Art. 24. READAPTAÇÃO é a investidura do servidor efetivo em cargo de atribuições, responsabilidades, habilitação
e nível de escolaridade compatíveis com a limitação que tenha sofrido em sua capacidade física ou mental,
verificada em inspeção médica. (Artigo alterado pela Lei nº 3.070/2007).
§ 1º. A readaptação será efetivada em cargo de igual padrão de vencimento ou inferior.
§ 2º. Realizando-se a readaptação em cargo de padrão inferior, ficará assegurado ao servidor à irredutibilidade do
valor total da remuneração já incorporada. (Parágrafo alterado pela Lei nº 3.070/2007).
§ 3º. Inexistindo vaga serão cometidas ao servidor as atribuições do cargo indicado, até o regular provimento.

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SEÇÃO VIII
DA REVERSÃO
Art. 25. REVERSÃO é o retorno do servidor aposentado por invalidez a atividade no serviço público municipal,
verificado, em processo, que não subsistem os motivos determinados da aposentadoria.

§ 1º. A reversão far-se-á a pedido ou de oficio, condicionada sempre a existência de vaga.

§ 2º. Em nenhum caso poderá efetuar-se a reversão sem que, mediante inspeção médica, fique provada a
capacidade para o exercício do cargo.

§ 3º. Somente poderá ocorrer reversão para cargo anteriormente ocupado ou, se transformado, no resultante de
transformação.

Art.26. Será tornada sem efeito a reversão e cassada a aposentadoria do servidor que, dentro do prazo
legal, não entrar no exercício do cargo para o qual haja sido revertido, salvo motivo de força maior,
devidamente comprovado.

Art. 27. Não poderá reverter o servidor que contar 70 anos de idade.
Art. 28. A reversão não dará direito à contagem do tempo em que o servidor esteve aposentado, para qualquer fim.
(Artigo alterado pela Lei nº 3.070/2007).

SEÇÃO IX
DA REINTEGRAÇÃO

Art. 29. REI NTEGRAÇÃO é a investidura do servidor estável no cargo anteriormente ocupado, quando invalidada
a sua demissão por decisão judicial, com ressarcimento de todas as vantagens.

Parágrafo Único. Reintegrado o servidor e não existindo vaga, aquele que houver ocupado o cargo será
reconduzido ao cargo de origem, sem direito a indenização, aproveitado em outro cargo ou posto em
disponibilidade.

SEÇÃO X
DA DISPONIBILIDADE E DO APROVEITAMENTO
Art. 30. Extinto o cargo ou declarada a sua desnecessidade o servidor estável ficará em disponibilidade, com
remuneração proporcional ao tempo de serviço, até ser adequado o aproveitamento em outro cargo. (Art. alterado
pela Lei 2.494/01).

Art. 31. O retorno à atividade de servidor em disponibilidade far-se-á mediante aproveitamento em cargo
equivalente por sua natureza e retribuição aquele de era titular.

Parágrafo Único. No aproveitamento terá preferência o servidor que estiver há mais tempo em disponibilidade e,
no caso de empate, o que contar mais tempo de serviço público municipal. (Parágrafo alterado pela Lei
2.494/01).

Art. 32. O aproveitamento de servidor que se encontre em disponibilidade há mais de doze meses dependerá
de prévia comprovação de sua capacidade física e mental, por junta médica oficial.

Parágrafo Único. Verificada incapacidade definitiva, o servidor em disponibilidade será aposentado.

Art. 33. Será tornado sem efeito o aproveitamento e cassada a disponibilidade se o servidor não entrar em exercício
no prazo legal, contado da publicação do ato de aproveitamento, salvo doença comprovada por inspeção
feita por junta médica oficial do município. (Artigo alterado pela Lei nº 3.070/2007).

Art. 34. Não será realizado concurso público quando, comprovadamente, houver servidores em disponibilidade que
possam sem aproveitamento em cargos equivalentes por sua natureza e retribuição aquele de que era titular.

SEÇÃO XI
DA PROMOÇÃO
Art. 35. As promoções obedecerão às regras estabelecidas na lei que dispuser sobre os planos de carreira dos
servidores municipais. (Art. suprimido pela Lei nº 3.349/09).

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CAPÍTULO II
DA VACÂNCIA
Art. 36. A VACÂNCIA do cargo decorrerá de:

EXONERAÇÃO + DEMISSÃO + READAPTAÇÃO + RECONDUÇÃO +


APOSENTADORIA + FALECIMENTO
VII - promoção. (Inciso suprimido pela Lei nº 3.070/2007).

Art. 37. Dar-se-á a exoneração:


I - a pedido;
II - de ofício quando:
a) se tratar de cargo em comissão;
b) de servidor não estável nas hipóteses do art.22, desta lei;
c) ocorrer posse de servidor não estável em outro cargo inacomulável, observado o disposto nos Parágrafos 1º e 2º
do art.152 desta Lei.

Art. 38. A abertura da vaga ocorrerá na data da publicação da lei que criar o cargo ou do ato que formalizar
qualquer das hipóteses previstas no art. 36.

Art. 39. A vacância de função gratificada dar-se-á por dispensa, a pedido ou de ofício, ou por destituição.

Parágrafo Único. A destituição será aplicada como penalidade, nos casos previstos nesta lei.

TÍTULO III: DAS MUTAÇÕES FUNCIONAIS


CAPÍTULO I: DA SUBSTITUIÇÃO
Art. 40. Dar-se-á a substituição de titular de cargo em comissão ou de função gratificada durante o seu
impedimento legal.

§ 1º. Poderá ser organizada e publicada no mês de janeiro a relação de substitutos para o ano todo.

§ 2º. Na falta dessa relação, a designação será feita em cada caso.

Art. 41. O substituto fará jus ao vencimento do cargo em comissão ou do valor da função gratificada, se a
substituição ocorrer por prazo superior a 7 dias. (Artigo alterado pela Lei nº 3.070/2007).

Parágrafo Único. O substituto também fará jus aos vencimentos e demais vantagens do cargo substituído, sempre
que a soma dos dias das substituições intermitentes ou descontínuas no ano atingir o montante a 30 dias, devendo
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a administração efetuar o necessário registro de todos os períodos de substituição ocorridos na ficha funcional,
para efeitos de que trata o presente artigo. (Parágrafo acrescentado pela Lei 1.560/92).

CAPÍTULO II
DA REMOÇÃO
Art. 42. REMOÇÃO é o deslocamento do servidor de uma para outra repartição.

§ 1º. A remoção ocorrerá a:


I - A pedido, atendida a conveniência do serviço;
II - De ofício, no interesse da Administração, devidamente justificado.

§ 2º. Fica assegurado ao servidor removido o pedido de revisão do ato, mediante justificação de que houve grave
prejuízo ao mesmo em decorrência da remoção.

Art. 43. A remoção será feita por ato da autoridade competente.

Parágrafo Único. Não poderão ser removidos dirigentes Sindicais, e os candidatos a cargos da diretoria das
Entidades Sindicais, cujos nomes constem em chapa já registrada. (Parágrafo alterado pela Lei 1261/90).

Art. 44. A remoção por permuta será precedida de requerimento firmado por ambos os interessados.

CAPÍTULO III
DO EXERCÍCIO DE FUNÇÃO DE CONFIANÇA
Art. 45.A função de confiança a ser exercida exclusivamente por servidor público
efetivo, poderá ocorrer sob a forma de função gratificada. (Artigo alterado pela Lei nº
3.070/2007).

Art. 46. A função de confiança é instituída por lei para atender atribuições de direção, chefia e assessoramento,
que não justifiquem o provimento por cargo em comissão. (Artigo alterado pela Lei nº 3.070/2007).

Parágrafo único. A função gratificada poderá também ser criada em paralelo com o cargo em comissão, como
forma alternativa de provimento da posição de confiança, hipótese em que o valor da mesma não poderá ser
superior a setenta por cento do vencimento do cargo em comissão. (Parágrafo alterado pela Lei nº 3.070/2007).

Art. 47. A designação para o exercício da função gratificada, que nunca sera cumulative com o cargo em
comissão, será feita por ato expresso da autoridade competente.

Art. 48. O valor da função gratificada será percebido cumulativamente com o vencimento do cargo de provimento
efetivo.

Art. 49. O valor da função gratificada continuará sendo percebido pelo servidor que, sendo seu ocupante estiver
ausente em virtude de férias, luto, casamento, licença para tratamento de saúde, licença à gestante ou
paternidade, licença prêmio, serviços obrigatórios por lei ou atribuições decorrentes de seu cargo ou função.

Art. 50. Será tornada sem efeito a designação do servidor que não entrar no exercício da função gratificada no prazo
de dois dias a contar do ato de investidura.

Art. 51. O provimento de função gratificada poderá recair também em servidor de outra entidade pública posto a
disposição do Município sem prejuízo de seus vencimentos.

Art. 52. É facultado ao servidor efetivo do Município, quando nomeado para o exercício de cargo em comissão,
optar pela designação para o exercício da função gratificada correspondente. (Artigo alterado pela Lei nº
3.070/2007).

Parágrafo Único. A incorporação da Função Gratificada ou do Cargo em Comissão,


será sobre a FG ou CC de maior valor, desde que exercida pelo período de 03
anos. (Suprimido pela Lei nº 3.070/2007).
Art. 53. A Lei indicará os casos e condições em que os cargos em comissão serão exercidos preferencialmente
por servidores ocupantes de provimento efetivo.

Art. 54. Ao servidor efetivo do Quadro Geral e

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Técnico-Científico que contar com 96 meses de tempo de serviço computável à
aposentadoria, e que houver exercido, por 48 meses, consecutivos ou
interpoladamente, e ao Servidor do Quadro do Magistério que contar com 48 meses
consecutivos ou interpoladamente, terá incorporado à remuneração, como
vantagem pessoal, na forma prevista neste artigo e que tenha efetuado a respectiva
contribuição previdenciária, do valor atual vigente da: (Alterada pela Lei 3.551/11.)
a) função gratificada e /ou cargo em comissão; h) desdobre;
b) regime de dedicação exclusiva; i) classe especial;
c) regime de tempo integral; j) classe multiseriada;
d) gratificação de produtividade individual; k) coordenador de escola de educação infantil – creche;
e) auxílio para diferença de caixa; l) gratificação de escola;
f) difícil acesso; m) adicionais de insalubridade, periculosidade, penosidade e
g) difícil provimento; noturno;
n) outras gratificações.

§ 1º Ao servidor efetivo do Quadro Geral e Técnico-Científico. a cada 48 meses excedentes, ao previsto no caput,
corresponderá novo acréscimo, no mesmo percentual, até o máximo de 100%, observada a seguinte
correspondência com o tempo computável à aposentadoria: (Parágrafo alterado pela L. 3.515/11)
 I – Computar no mínino 96 meses de serviço e 48 meses de percepção da gratificação:
máximo de 25% / 10% do valor; (Inciso alterado pela L. 3.515/11) SEMPRE
 II – Computar no mínino 144 meses de serviço e 96 meses de percepção da gratificação:
máximo de 50% / 10%do valor; (Inciso alterado pela L. 3.515/11)
 III – Computar no mínino 192 meses de serviço e 144 meses de percepção da gratificação:
máximo de 75% / 10% do valor; (Inciso alterado pela L. 3.515/11)
 IV – Computar no mínino 240 meses de serviço e 192 meses de percepção da gratificação: DO VALOR
máximo de 100% /10%do valor; (Inciso alterado pela L. 3.515/11)

§ 2º Ao servidor efetivo do Quadro do Magistério a cada 48 meses excedentes, ao previsto no caput,


corresponderá novo acréscimo, no mesmo percentual, até o máximo de 100%, observada a seguinte
correspondência com o tempo computável à aposentadoria: (Parágrafo alterado pela L. 3.515/11)
 I – Computar no mínino 96 meses de serviço e 48 meses de percepção da gratificação:
máximo de 25% 10% do valor; (Inciso alterado pela L. 3.515/11) SEMPRE
 II – Computar no mínino 144 meses de serviço e 96 meses de percepção da gratificação:
máximo de 50% 10% do valor; (Inciso alterado pela L. 3.515/11)
 III – Computar no mínino 192 meses de serviço e 144 meses de percepção da gratificação:
máximo de 75% 10% do valor; (Inciso alterado pela L. 3.515/11)
 IV – Computar no mínino 240 meses de serviço e 192 meses de percepção da gratificação: DO VALOR
máximo de 100% 10% do valor. (Inciso alterado pela L. 3.515/11)

§ 3º. Computar-se-ão, para todos os efeitos legais as permanências já ocorridas à vista de seus assentamentos
funcionais, respeitando-se o direito adquirido na contagem dos prazos para concessão do benefício. (Parágrafo
acrescentado pela Lei nº 3.070/2007).

§ 4º A incorporação será de acordo com os percentuais estabelecidos sobre a maior função exercida no período
aquisitivo, desde que pelo tempo mínimo de 30 (trinta) meses para o Quadro Geral e Técnico- Científico e 30 (trinta)
meses para o Quadro do Magistério. (Parágrafo alterado pela L. 3.515/11).

§ 5º No caso do servidor não completar o tempo mínimo, citado no parágrafo terceiro, utilizar-se a média,
obtida pela soma das vantagens e dividindo-as pelo número de vantagens, para calcular a incorporação que será
concedida pela vantagem igual ou a maior, no arredondamento (para + > 6). (Parágrafo alterado pela L.
3.515/11).

§ 6º. Ao servidor que tiver optado pelo cargo em comissão, a incorporação se dará pelo
valor da correspondente função gratificada, observado os parágrafos quarto e quinto deste
artigo. (Parágrafo acrescentado pela Lei nº 3.070/2007).

§ 7º. O servidor no gozo da vantagem prevista neste artigo nada perceberá pelo exercício de atividade equivalente
àquela que incorporou ao vencimento, tendo direito à diferença entre a incorporada e o valor da atividade que está
desempenhando ou à diferença a maior quando vier a desempenhar outro posto mais elevado. (Parágrafo
acrescentado pela Lei nº 3.070/2007).
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§ 8º. O servidor beneficiado por este artigo não pode se eximir, sem justo motivo, ao desempenho de função que
lhe seja atribuída, desde que compatível com a incorporada. (Parágrafo acrescentado pela Lei nº 3.070/2007).

§ 9º. Caso o servidor beneficiado por este artigo, eximir-se de exercer as atribuições compatíveis à incorporação,
será advertido e perderá o equivalente a 50% (cinqüenta por cento) do valor incorporado, reincidindo perderá a
totalidade do valor incorporado. Iniciando-se, novamente, a contagem de prazo, para fins de futuras incorporações.
(Parágrafo acrescentado pela Lei nº 3.070/2007).

§ 10º. A incorporação se dará como parcela autônoma à remuneração, não sendo computada ao padrão de
vencimento. (Parágrafo acrescentado pela Lei nº 3.070/2007).

§ 11º. O servidor que contar com 65 anos: e não tiver o tempo de serviço, previsto no parágrafo
primeiro e segundo, para cada48 meses ao servidor efetivo do Quadro Geral e
período de
Técnico-Científico, terá incorporado ao vencimento do cargo, os
percentuais previstos no parágrafo 1º deste artigo, e
48 meses para o servidor efetivo do Quadro do Magistério, consecutivos ou
interpoladamente, terá incorporado ao vencimento do cargo, os
percentuais previstos no parágrafo 2º deste artigo do valor atual vigente:
da Função Gratificada,
Cargo em Comissão,
Regime de Dedicação Exclusiva,
Regime de Tempo Integral, Gratificação de Produtividade Individual, auxílio para diferença de caixa, Difícil Acesso,
Difícil Provimento, Desdobre, Classe especial, Classe Multiseriada, Coordenador de Escola de Educação Infantil -
creche, gratificação de direção, adicionais de insalubridade, periculosidade, penosidade e noturno e que tenha
efetuado a respectiva contribuição previdenciária, como vantagem pessoal, na forma prevista neste artigo.
(Parágrafo alterado pela Lei nº 3.551/2011).

§12º. A incorporação das verbas previstas no artigo 54 aos servidores do Poder Legislativo será regulamentada
através da Lei de autoria da Mesa Diretora da Câmara de Vereadores, sendo aplicadas as normas desta Lei até
que ocorra a referida regulamentação. (Parágrafo acrescentado pela Lei nº 4.001/2015.)

§13º Servidores efetivos cedidos a outros órgãos da administração direta municipal, estadual ou federal contarão o
tempo e incorporarão a função gratificada ou cargo em comissão exercente no órgão cessionário, considerando o
disposto no artigo 119, §2º, da Lei Municipal nº 1.256/1990, desde que haja a respectiva contribuição ao Regime
Próprio de Previdência Social, nos termos do caput, sendo que no ato de incorporação o valor da função incorporada
será convertido ao Padrão de Referencia Remuneratório do Poder que o servidor estiver vinculado. (Parágrafo
acrescentado pela Lei nº 4.133/2017)

TÍTULO IV
DO REGIME DE TRABALHO
CAPÍTULO I
DO HORÁRIO E DO PONTO
Art. 55. O Prefeito determinará, quando não estabelecido em lei ou regulamento, o horário de expediente das
repartições.

Art. 56. A jornada normal de trabalho de cada cargo ou função é a estabelecida na legislação específica, não
podendo ser superior a oito horas diárias e a quarenta e quatro horas semanais. (Artigo alterado pela Lei nº
3.070/2007).

Art. 57. Atendendo a conveniência ou a necessidade do serviço e mediante acordo escrito, poderá ser instituído
sistema de compensação de horário, hipótese em que a jornada diária poderá ser superior a oito horas, sendo o
excesso de horas compensado pela correspondente diminuição em outro dia, observada sempre a jornada
máxima semanal.

Art. 58. A freqüência do servidor será controlada:


I - Pelo ponto
II - Pela forma determinada em regulamento, quanto aos servidores não sujeitos ao ponto.

§1º. Ponto e o registro mecânico ou não, que assinala o comparecimento do servidor ao serviço e pelo qual se
verifica diariamente, a sua entrada e saída.

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§ 2º. Salvo nos casos do inciso II deste artigo, e vedado dispensar o servidor do registro do ponto e abonar
faltas ao serviço.

CAPÍTULO II
DO SERVIÇO EXTRAORDINÁRIO
Art. 59. A prestação de serviços extraordinários só poderá ocorrer por expressa determinação da autoridade
competente, mediante solicitação fundamentada do chefe da repartição, ou de oficio.

serviço extraordinário será remunerado por hora de trabalho que exceda o


§ 1º. O
período normal, com acréscimo de 50% em relação à hora normal. (Parágrafo alterado
pela Lei 1261/90).

§ 2º. Salvo em casos excepcionais, devidamente justificado, sem acordo escrito, não poderá o trabalho em
horário extraordinário exceder a duas horas diárias.

Art. 60. O serviço extraordinário, excepcionalmente, poderá ser realizado sob a forma de plantões para
assegurar o funcionamento dos serviços municipais ininterruptos. (Artigo alterado pela Lei nº 3.070/2007).

Parágrafo Único. O plantão extraordinário visa a substituição do plantonista titular legalmente afastado ou em falta
ao serviço.

Art. 61. O servidor em efetivo exercício e detentor de FG, previamente convocado e autorizado por superior
imediato, com controle de ponto, fará jus a percepção de remuneração por serviço extraordinário. (Artigo alterado
pela Lei nº 3.462/2010).

CAPÍTULO III
DO REPOUSO SEMANAL
Art. 62. O servidor tem direito a repouso remunerado, num dia de cada semana, preferencialmente aos domingos,
bem como nos dias feriados, civis e religiosos.

§ 1º. A remuneração do dia de repouso corresponderá a um dia normal de trabalho.

§ 2º. Na hipótese de servidores com remuneração por produção, peça ou tarefa, a remuneração do servidor
corresponderá ao total da produção da semana, dividido pelos dias úteis da mesma semana.

§ 3º. Consideram-se já remunerados os dias de repouso semanal do servidor mensalista ou quinzenalista, cujo
vencimento remunera trinta ou quinze dias, respectivamente.

Art. 63. Perderá a remuneração do repouso o servidor que tiver faltado, sem motivo justificado, ao serviço
durante a semana, mesmo que apenas em um turno.

Parágrafo Único. São motivos justificados as concessões, licenças e afastamentos previstos em lei, nas quais o
servidor continua com o direito ao vencimento normal, como se em exercício estivesse.

Art. 64. Nos serviços públicos ininterruptos poderá ser exigido o trabalho nos dias feriados, civis e religiosos,
hipótese em que as horas trabalhadas serão pagas com acréscimo de cinqüenta por cento, salvo a concessão de
outro dia de folga compensatória.

TÍTULO V
DOS DIREITOS E VANTAGENS
CAPÍTULO I
DO VENCIMENTO E DA REMUNERAÇÃO
Art. 65. VENCIMENTO é a retribuição paga ao servidor pelo efetivo exercício do cargo, correspondente ao valor
básico fixado em lei.

Art. 66. REMUNERAÇÃO é o vencimento acrescido das vantagens pecuniárias, permanents ou temporárias,
estabelecidas em lei.

Art. 67. Nenhum servidor poderá perceber mensalmente, a título de remuneração ou subsídio, importância
maior do que a fixada como limite pela Constituição Federal, e sua interpretação, segundo o STF. (Artigo
alterado pela Lei nº 3.070/2007).

Parágrafo único. Excluem-se do teto de remuneração previsto neste artigo as diárias de viagem e as demais
parcelas de caráter indenizatório percebidas pelo servidor. (Parágrafo acrescentado pela L e i n º 3.070/2007).
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Art. 68. A lei poderá fixar a relação de valores entre a maior e a menor remuneração dos servidores municipais.
(Artigo alterado pela Lei nº 3.070/2007).

Art. 69. Incluem-se nos tetos de remuneração estabelecidos nos artigos precedentes, todos os valores
percebidos a título de remuneração salarial, inclusive o serviço extraordinário e as vantagens previstas no art. 84,
incisos II a V, e no art. 102 desta Lei. (Redação alterada pela Lei 1261/90).

Parágrafo Único. Em qualquer hipótese o total dos valores percebidos como remuneração, em espécie, a
qualquer título, por servidor público municipal, não poderá ser superior aos valores percebidos como remuneração,
em espécie, pelo Prefeito.

O servidor perderá:
Art. 70.
I - A remuneração dos dias que faltar ao serviço, bem como dos dias de repouso
da respectiva semana, sem prejuízo da penalidade disciplinar cabível.
II - A parcela da remuneração diária, proporcional aos atrasos, ausências e
saídas antecipadas, iguais ou superiores a trinta minutos, sem prejuízo da
penalidade disciplinar cabível, salvo em casos especiais, devidamente autorizado
pela chefia.
III - Metade da remuneração na hipótese prevista no parágrafo único do artigo.
150.

Art. 71. Salvo por imposição legal, ou mandado judicial, nenhum desconto incidirá sobre a remuneração ou provento.

Parágrafo Único. Mediante autorização do servidor, poderá haver consignação em folha de pagamento a favor
de terceiros, a critério da administração e com reposição de custos, até o limite de 30% da remuneração, salvo nas
autorizações coletivas, no interesse da categoria, quando não incidirá o limite de descontos. (Parágrafo alterado
pela Lei nº 3.729/2013).

Art. 72. As reposições devidas à Fazenda Municipal, poderão ser feitas em parcelas mensais, corrigidas
monetariamente mediante desconto em folha de pagamento.

§ 1º. O valor de cada parcela não poderá exceder a vinte por cento da remuneração do servidor.

§ 2º. O servidor será obrigado a repor, de uma só vez a importância do prejuízo causado a Fazenda Municipal em
virtude de alcance, desfalque, ou comissão em efetuar o recolhimento ou entradas nos prazos legais.

Art. 73. O servidor em débito com o Erário, que for demitido, exonerado ou que tiver a sua disponibilidade cassada,
terá que repor a quantia de uma só vez.

Parágrafo Único. A não quitação do débito implicará em sua inscrição em dívida ativa e cobrança judicial.

CAPÍTULO II
DAS VANTAGENS
Art. 74. Além do vencimento, poderão ser pagas ao servidor as seguintes vantagens:

INDENIZAÇÕES OU GRATIFICAÇÕES E ADICIONAIS OU LICENÇA


PRÊMIO OU AUXÍLIO PARA DIFERENÇA DE CAIXA
§ 1º As indenizações não se incorporam ao vencimento ou provento para qualquer efeito.

§ 2º As gratificações, os adicionais, os prêmios e os auxílios incorporam-se ao vencimento ou provento, nos casos


e condições indicadas na Lei.

Art. 75. Os acréscimos pecuniários não serão computados nem acumulados para fim de concessão de
acréscimos ulteriores. (Artigo alterado pela Lei nº 3.070/2007).

SEÇÃO I
DAS INDENIZAÇÕES
Art. 76. Constituem indenizações ao servidor:
I - DIÁRIAS; II - AJUDA DE CUSTOS; III - TRANSPORTE.
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SUBSEÇÃO I
DAS DIÁRIAS
Art. 77. Ao servidor que, por determinação da autoridade competente, se deslocar eventual ou transitoriamente do
Município, no desempenho de suas atribuições ou em missão ou em estudo de interesse da Administração, serão
concedidos, além do transporte de locomoção urbana, diárias conforme o parágrafo 3º deste artigo. (Art. alterado
pela Lei 4.063/2016)

§ 1º. Nos casos em que o deslocamento não exija pernoite fora da sede, sendo superior a 08 horas e exija pelo
menos uma refeição de almoço ou jantar, as diárias serão pagas por metade. (Parágrafo alterado pela Lei nº
3.070/2007).

§ 2º Nos deslocamentos para Municípios com distância superior a 300 km


o valor da diária será multiplicada pelo coeficiente de 1,5
para os deslocamentos fora do estado pelo coeficiente 2,0 e nos deslocamentos para o
exterior pelo coeficiente 3,0. (Parágrafo alterado pela Lei nº 3.070/2007).
§ 3º A diária começará a contar a partir do horário de saída do Município até o respectivo horário de chegada ao
Município. (Parágrafo alterado pela Lei nº 3.070/2007).

§ 4º O valor das diárias será calculado com base no Padrão de Referência Municipal - PRM, vigente na data do
deslocamento, que não poderão ter coeficiente inferior a 0,5 do PRM e serão fixadas através de Decreto do
Executivo. (Parágrafo alterado pela Lei nº 3.070/2007).

§ 5º. O valor da diária normal não poderá exceder 50% da remuneração do servidor.
(Parágrafo acrescentado pela Lei nº 3.070/2007).

§ 6º. O servidor que prestar serviços no interior do Município receberá diárias do interior, visando à satisfação
de suas necessidades básicas de alimentação. (Parágrafo acrescentado pela Lei nº 3.070/2007).

Art. 78. Se o deslocamento do serviço constitui exigência permanente do cargo, não fará jus a diárias. (Artigo
alterado pela Lei nº 3.070/2007)

Art. 79. O servidor que receber diárias e não se afastar da sede por qualquer motivo, fica obrigado a restituí-las
integralmente, no prazo de três dias. (Artigo alterado pela Lei nº 3.070/2007)

Parágrafo Único. Na hipótese de o servidor retornar ao Município em prazo menor que o previsto para o seu
afastamento, restituirá as diárias recebidas em excesso em igual prazo. (Parágrafo alterado pela Lei nº
3.070/2007).

Art. 80. O servidor que prestar serviços no interior do Município receberá diárias do interior visando a satisfação de
suas necessidades básicas, desde que esteja exercendo às atividades em períodos superiores a 6 horas
diárias. (Artigo alterado pela Lei nº 4.133/2017)

Parágrafo Único. A tabela de diárias do interior será fixada através de lei do Executivo, onde restará estabelecida a
base do vencimento. (Parágrafo alterado pela Lei nº 4.133/2017)

SUBSEÇÃO II
DA AJUDA DE CUSTOS
Art. 81. A ajuda de custo destina-se a cobrir as despesas de viagem e instalação do servidor que for designado
para exercer missão ou estudo fora do Município, por tempo que justifique a mudança temporária de residência.

Parágrafo Único. A concessão da ajuda de custo ficará a critério da autoridade competente, que considerará os
aspectos relacionados coma a distância percorrida, número de pessoas que acompanharão o servidor e a duração
da ausência.

Art. 82. A ajuda de custo não poderá exceder o dobro do vencimento do servidor, salvo quando o deslocamento
for para o exterior, caso em que poderá ser até de quatro vezes o vencimento, desde que arbitrada justificadamente.

SUBSEÇÃO III
DO TRANSPORTE
Art. 83. Conceder-se-á indenização de transporte ao servidor que realizar despesas com a utilização do meio
próprio de locomoção para a execução de serviços externos, por forca das atribuições próprias do cargo, nos
termos da Lei específica.
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§ 1º. Somente fará jus a indenização de transporte pelo seu valor integral, o servidor que no mês, haja efetivamente
realizado serviço externo, durante pelo menos vinte dias.

§ 2º. Se o número de dias de serviço externo for inferior ao previsto no parágrafo anterior, a indenização será
devida na proporção de um vinte avos por dia de realização do serviço.

SEÇÃO II
DAS GRATIFICAÇÕES E ADICIONAIS
Art. 84. Constituem gratificações dos servidores Municipais: (Artigo e
incisos acrescentados e alterados pela Lei nº 3.070/2007).
I - gratificação natalina;
II – gratificação de Permanência em Serviço;
III - gratificação de Formação Educacional;
IV - gratificação direção de escola (Discriminado na L. 1.257/90)
V - adicional noturno
VI – adicional por tempo de serviço
VII – adicional pelo exercício de atividades em condições penosas
insalubres ou perigosas
VIII- coordenação de Escola de Educação Infantil – creche, na forma
da Lei. (Discriminado na Lei 1.257/90)

SUBSEÇÃO I
DA GRATIFICAÇÃO NATALINA
gratificação natalina corresponde a 1/12 da remuneração integral a que o
Art. 85. A
servidor fizer jus no mês de dezembro, por mês de exercício no respectivo ano. (Artigo alterado
pela Lei nº 3.070/2007).

§ 1º. Os adicionais de insalubridade, periculosidade, e noturno, as gratificações, desdobres e o valor de função


gratificada, serão computadas na razão de 1/12 de seu valor vigente em dezembro, por mês de exercício em que
o servidor percebeu a vantagem, no ano correspondente. (Parágrafo alterado pela L. 3070/2007).

§ 2º. Integrará a gratificação natalina o correspondente a um doze avos do valor das horas extras recebidas no
exercício correspondente. (Parágrafo alterado pela L. 3070/2007).

fração igual ou superior a quinze dias, de exercício no mesmo mês será considerada
§ 3º. A
como mês integral. (Parágrafo alterado pela L. 3070/2007).
Art. 86. A gratificação natalina será paga até o dia vinte do mês de dezembro de cada ano. (Artigo alterado
pela L. 3.070/2007).

Parágrafo Único - Entre os meses de maio a outubro de cada ano, o Município, poderá pagar, como
adiantamento de gratificação referida, de uma só vez, quarenta por cento da remuneração percebida no mês
anterior. (Parágrafo alterado pela L. 3.070/2007).

Art. 87. O servidor exonerado, falecido, aposentado ou cedido a outro órgão perceberá, na data de
formalização do ato, sua gratificação natalina proporcionalmente aos meses de efetivo exercício calculada sobre a
remuneração do mês em que for exarado o ato correspondente. (Artigo alterado pela Lei 4.133/2017)

Art. 88. A gratificação natalina não será considerada para cálculo de qualquer vantagem pecuniária. (Artigo alterado
pela L. 3.070/2007).

SUBSEÇÃO II
DA GRATIFICAÇÃO DE PERMANÊNCIA EM SERVIÇO
Art. 89. O servidor que tenha completado as exigências para aposentadoria voluntária estabelecidas no artigo 40
parágrafo primeiro, III, da Constituição Federal e que opte, através de requerimento, por permanecer em
atividade fará jus a um abono de permanência equivalente ao valor da sua contribuição previdenciária até completar
as exigências para aposentadoria compulsória, contidas no parágrafo primeiro, II, da Constituição Federal.
(Incluída pela L. 3.070 de 2/062007)

SUBSEÇÃO III
DO ADICIONAL POR TEMPO DE SERVIÇO
Art. 90. O adicional por tempo de serviço é devido à razão da seguinte tabela:
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I - 1% - sobre o vcto da classe do servidor anualmente, ate completar 10
anos de svço ocupante de cargo efetivo.

II -1,5% - sobre o vcto do servidor, anualmente, de 11 até completar 20 anos


de svço ocupante de cargo efetivo.

III - 2% - sobre o vcto de servidor, anualmente, a partir de 21 anos de


svço ocupante de cargo efetivo.
Parágrafo Único. O servidor fará jus ao adicional automaticamente, a partir do mês em que completar o anuênio.

SUBSEÇÃO IV
DOS ADICIONAIS DE PENOSIDADE, INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE
Art. 91. Os servidores que executarem atividades penosas, insalubres ou perigosas, farão jus a
uma gratificação adicional, que incidente sobre o valor do menor padrão e/ou padrão de
vencimento vigente do servidor no Município como estabelece esta Lei e apurado conforme o
LTCAT – Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho. (Art. alterado pela L.
3.320/2009).

Parágrafo único. As atividades penosas, insalubres ou perigosas serão definidas em Decreto Municipal, própria
apurada com o LTCAT – Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho. (Art. Alterado pela L.
3.320/2009).

O EXERCÍCIO DE ATIVIDADE EM CONDIÇÕES DE INSALUBRIDADE


Art. 92.
ASSEGURA AO SERVIDOR A PERCEPÇÃO DE UM ADICIONAL, SEGUNDO A
CLASSIFICAÇÃO NOS GRAUS:
MÁXIMO 40%
MÉDIO 20%
MÍNIMO 10%
ATIVIDADES PENOSAS OU PERIGOSAS 30%
De acordo com o LTCAT – Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho. (Art. alterado pela L.
3.320/2009).

Art. 93. O adicional de penosidade e periculosidade serão calculados sobre o padrão de remuneração do
servidor que fizer jus ao mesmo e os adicionais de insalubridade serão calculados sobre o menor padrão de
vencimento vigente no município. (Art. alterado pela L. 3.320/2009).

Art. 94. Os adicionais de PENOSIDADE, INSALUBRIDADE e PERICULOSIDADE não são acumuláveis


cabendo ao servidor optar por um deles, quando for o caso.
Art. 95 - O direito ao adicional de penosidade, insalubridade ou periculosidade, cessará com a eliminação das
condições ou dos riscos que deram causa a sua concessão, sendo sua concessão ou eliminação precedida de laudo
pericial, realizado por Médico ou Engenheiro do Trabalho. (Artigo alterado pela Lei nº 3.070/2007).

SUBSEÇÃO V
DO ADICIONAL NOTURNO
Art. 96. O servidor que prestar trabalho noturno fará jus a um adicional de
20% sobre o vencimento do cargo.
§ 1º. Considera-se trabalho noturno, para efeitos deste artigo, o executado
entre as 22 horas de um dia e 5 horas do dia seguinte.
§ 2º. Nos horários mistos, assim entendidos os que abrangem períodos diurnos
e noturnos, o adicional será pago proporcional às horas de trabalho noturno.

§ 3º. A hora noturna será de 52 minutos e 30 segundos.


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SUBSEÇÃO VI
DA GRATIFICAÇÃO DE FORMAÇÃO EDUCACIONAL
Art. 96–A. O servidor estável que concluir nível de formação educacional, acima do exigido no concurso
público de admissão, terá acrescido ao seu padrão gratificação de formação educacional, conforme
regulamentação a ser feita no prazo de 90 dias. (Regulamentado pelo Decreto 3.377/2011 e Lei nº 3.947/2015).
REVOGADO PELA LEI Nº 4.177 DE 14/11/2017.

§ 1º. Será incluído na gratificação de formação educacional relativo a Conclusão do ensino fundamental,
Conclusão do ensino médio, Conclusão de graduação, Conclusão de pós, especialização L.S. (Lato Sensu) ou
E.S. (Estricto Sensu), Conclusão de mestrado, Conclusão de doutorado. REVOGADO PELA LEI Nº 4.177 DE
14/11/2017.

§ 2º. O Acréscimo será cumulativo em pontos percentuais incidindo sobre o mesmo todos os descontos, previstos
em Lei. REVOGADO PELA LEI Nº 4.177 DE 14/11/2017.

§ 3º. A incorporação se dará como parcela autônoma à remuneração, não sendo computada ao padrão de
vencimento. REVOGADO PELA LEI Nº 4.177 DE 14/11/2017.

§ 4º. A repetição de conclusão de curso no mesmo nível de formação não acarretará novo acréscimo no salário.
REVOGADO PELA LEI Nº 4.177 DE 14/11/2017.

§ 5º. O Município, na regulamentação, implantará Programa Municipal de Apoio à Formação Educacional, a seus
servidores estáveis, que poderão ser subsidiados com recursos previstos na Lei de Orçamento Municipal para
esta finalidade. REVOGADO PELA LEI Nº 4.177 DE 14/11/2017.

SEÇÃO III
DA LICENÇA-PRÊMIO
Art. 97. Por quinquênio de ininterrupto exercício conceder-se-á ao servidor licença-prêmio de
03 meses, com todas as vantagens do cargo, como se nele estivesse em exercício.
(Redação alterada pela L. 1.560/92).

Não será concedida a licença-prêmio ao servidor que no


§ 1º.
quinquênio tiver: (Red. alt. pela L. 1560/92).
I - sofrido PENA DE SUSPENSÃO; (alt.L.1560/92)
II - sofrer + de 05 FALTAS NÃO JUSTIFICADAS ao servidor; (alt. pela L. 1560/92).
III - GOZADO LICENÇA: (alt. pela L. 1560/92).

a) por motivo de licença para tratamento em pessoas da família > a 30 dias; (alt. pela
L.1560/92)
b) para tratar de interesses particulares; (alterada pela L. 1560/92).
c) para tratamento de saúde por prazo > a 60 dias. (alt. pela Lei 1.560/92).

§ 2°. As Licenças para tratamento de saúde excedentes a 90 dias, consecutivos ou não, dentro do período
aquisitivo da licença prêmio, protelarão sua concessão em período = ao número de dias de licença excedentes,
salvo se decorrentes de acidente em serviço ou moléstia profissional, que não protelarão o prêmio. (Parágrafo
alterado pela Lei nº 3.070/2007).

§ 3º Os servidores que contam com 05 anos de serviço e que não infringiram proporcionalmente os critérios de
concessão da licença-prêmio por decênio da legislação anterior, terão direito a concessão da licença-prêmio por
quinquênio. (Alt. pela Lei n.º 1560/92).

§ 4º. Os servidores que contam com menos de 05 anos de serviço, terão direito a licença-prêmio por quinquênio,
quando completar o período exigido pela Lei e não infringir os critérios estabelecidos pela legislação a partir da
promulgação desta alteração. (Redação alterada pela Lei n.º 1560/92).

§ 5º Em caso de licença para tratar de interesse particular, iniciar-se-á nova contagem de período aquisitivo a partir
do retorno do servidor. (Parágrafo acrescentado pela Lei nº 4.001/2015).

Art. 98. A licença-prêmio será gozada de uma só vez ou em parcelas nunca inferiores a (01) um mês. (alt. pela
Lei n.º 1560/92)

§ 1º. A licença-prêmio será deferida a critério exclusivo da administração, de acordo com o interesse público e
do serviço, através de despacho da chefia competente, sendo facultado ao Município de acordo com a necessidade
de trabalho ou por motivo relevante, o pagamento em pecúnia da licença-prêmio ou parte dela. (Redação
alterada pela L. 1560/92).
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§ 2º. O número de servidores em gozo simultâneo de licença prêmio, somente poderá ser superior a um terço (1/3)
da lotação da respectiva unidade administrativa do órgão ou entidade. (Redação alterada pela L. 1560/92).

Art. 99. Terá preferência para entrar em gozo de licença-prêmio o servidor que requerer mediante prova de
moléstia.

Art. 100. VETADO


Parágrafo Único. SUPRIMIDO

Art. 101. O tempo total ou parcial de licença-prêmio não gozada pelo servidor, será, mediante requerimento,
averbado e contado em dobro para efeitos de aposentadoria ou disponibilidade, vedada a desconversão. (Redação
alterada pela L. 2.035/96). (Suprimido pela Lei nº 3.070/2007).

SEÇÃO IV
DO AUXÍLIO PARA DIFERENÇA DE CAIXA
Art. 102. O Servidor que por força das atribuições próprias de seu cargo pagar ou receber
recursos monetários, perceberá um auxílio para diferença de caixa, no montante de dez por
cento do vencimento. (Art. Alterado pela Lei nº 3.070/2007).

§ 1º. O servidor que estiver respondendo legalmente pelo tesouro ou caixa durante os
impedimentos legais deste fará jus ao pagamento do auxílio.

§ 2º. O auxílio de que trata este artigo só será pago enquanto o servidor estiver
efetivamente executando serviços de pagamento ou recebimento e nas férias regulamentares.

CAPÍTULO III
DAS FÉRIAS
SEÇÃO I
DO DIREITO A FÉRIAS E DE SUA DURAÇÃO
Art.103. O servidor terá direito anualmente ao gozo de período de férias, sem prejuízo de
remuneração.

Art. 104. Após, cada período de doze meses de vigência da relação de trabalho entre o
Município e o servidor, terá este direito a férias de 30 dias. (Artigo alterado pela Lei nº
3.070/2007).

Parágrafo Único. Não terá direito a férias o servidor que, no curso do período aquisitivo,
houver tido mais de 32 faltas não justificadas ao serviço, tiver gozado auxílio-doença ou licença por motivo de
doença em pessoa da família, isoladamente ou em conjunto por mais de 6 (seis) meses, embora descontínuos.
(Parágrafo alterado pela Lei nº 4.001/2015).
Art. 105. Não serão consideradas faltas ao serviço as concessões, licenças e afastamentos previstos em Lei,
nos quais o servidor continua com direito à remuneração normal, como se em exercício estivesse, bem como
nas demais hipóteses expressamente previstas nesta Lei. (Artigo alterado pela Lei nº 3.070/2007).

Art. 106. O tempo de serviço anterior será somado ao posterior para fins de aquisição do período aquisitivo
do período aquisitivo de férias nos casos de licença previstos nos incisos I, III e V do artigo 113.

Art. 107. Não terá direito a férias o servidor que, no curso do período aquisitivo tiver gozado licenças para
tratamento de saúde, por acidente em serviço ou por motivo de doenças em pessoa da família, por mais de seis
meses, embora descontínuos, e licença para tratar de interesse particular por prazo superior a trinta dias.

Parágrafo Único. Iniciar-se-á o decurso de novo período aquisitivo quando o servidor, após o implemento de
condições previsto neste artigo, retornar ao trabalho.

SEÇÃO II
DA CONCESSÃO E DO GOZO DE FÉRIAS
Art. 108. É obrigatória a concessão e gozo das férias, nos onze meses subsequentes à data a que o servidor
tiver adquirido o direito. (Redação alterada pela Lei 1560/92).

§ 1º. As férias somente poderão ser interrompidas por motivo de calamidade pública, comoção interna, convocação
para júri, serviço militar ou eleitoral, ou por motivo de superior interesse público, sendo que o restante do
período interrompido será gozado de uma só vez. (Parágrafo alterado pela Lei nº 3.070/2007).

§ 2º. As férias poderão ser parceladas em até três etapas, desde que assim requeridas pelo servidor, e no interesse
da administração pública. (Parágrafo acrescentado pela Lei nº 3.070/2007).
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§ 3º. O servidor que opera direta e permanentemente com Raios X ou substâncias radioativas gozará 20 (vinte)
dias consecutivos de férias, por semestre de atividade profissional, proibida em qualquer hipótese a acumulação.
(Parágrafo acrescentado pela Lei nº 3.070/2007).

§ 4º. A requerimento do servidor e no interesse da administração, poderá 1/3 das férias ser convertida em pecúnio.
(Parágrafo acrescentado pela Lei nº 3.070/2007).

Art. 109. A concessão das férias, mencionado o período de gozo, será participado, por escrito, ao servidor, com
antecedência de, no mínimo, de 15 dias, cabendo a este assinar a respectiva notificação.

Art. 110. Vencido o prazo mencionado no artigo 108, sem que a Administração tenha concedido as férias,
incumbe ao servidor no prazo de (30) trinta dias, requerer o gozo das férias. (Redação alterada pela L.
1560/92).

§ 1º. VETADO

§ 2º. Não atendido o requerimento pela autoridade competente no prazo legal, o servidor poderá ajuizar ação,
pedindo a fixação, por sentença, da época do gozo de férias, hipótese em que as mesmas serão remuneradas em
dobro. (Parágrafo alterado pela Lei nº 3.070/2007).

SEÇÃO III
DA REMUNERAÇÃO DAS FÉRIAS
Art. 111. O servidor perceberá durante as férias a remuneração integral, acrescida de 1/3 (um terço).
§ 1º. Os adicionais, exceto o por tempo de serviço, que serão sempre computados integralmente, às
gratificações, o valor da função gratificada e os desdobres não percebidos durante todo o período aquisitivo
serão computados proporcionalmente, observados os valores atuais. (Parágrafo alterado pela Lei nº 3.070/2007).

§ 2º. O pagamento de 1/3 das férias será efetuado até 02 (dois) dias antes do início do respectivo período.
(Parágrafo alterado pela Lei nº 3.070/2007).

SEÇÃO IV
DOS EFEITOS NA EXONERAÇÃO
Art. 112. No caso de exoneração, falecimento, aposentadoria ou cedência de servidor
efetivo a outro órgão, será devida a remuneração correspondente ao período de férias
cujo direito o servidor tenha adquirido nos termos do art. 104. (Artigo alterado pela Lei
4.133/2017)

Parágrafo Único: Suprimido pela Lei nº 3.070/207.

§ 1º. O servidor exonerado, falecido, aposentado ou cedido a outro órgão, além do disposto no caput, terá direito
também à remuneração relativa ao período incompleto de férias, na proporção de um doze avos por mês de
serviço ou fração superior a quatorze dias. (Parágrafo alterado pela Lei nº 4.133/2017)

§ 2º. A indenização será calculada com base na remuneração do mês em que for exarado o ato. (Parágrafo alterado
pela Lei nº 4.133/2017)

CAPÍTULO IV
DAS LICENÇAS
SEÇÃO I
DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 113 - Conceder-se-á licença ao servidor:
I - por motivo de doença em pessoa da família;
II - para o serviço militar;
III - para concorrer a mandato eletivo; (Inciso alterado pela Lei nº 3.070/2007).
IV - para tratar de interesses particulares;
V - para desempenho de mandato classista.
VI – À gestante, adotante e paternidade (Inciso incluído pela Lei nº 3.612/2012)
VII – Por acidente em serviço (Inciso incluído pela Lei nº 3.612/2012)
VIII – Para tratamento da Saúde (Inciso incluído pela Lei nº 3.612/2012)

§ 1º. O servidor não poderá permanecer em licença da mesma espécie por período superior a vinte e quatro
meses, salvo nos casos dos incisos II, III e V.

§ 2º. A licença concedida dentro de sessenta dias do término de outra da mesma espécie será considerada como
prorrogação.

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DA LICENÇA À GESTANTE, ADOTANTE E PATERNIDADE
(incluído pela Lei nº 3.612/2012)
“Art. 113 – A. Será concedida, mediante laudo médico, licença à servidora gestante, por
cento e oitenta dias consecutivos, sem prejuízo de remuneração”.

§ 1º A licença deverá ter início no primeiro dia do nono mês de gestação, salvo
antecipação por prescrição médica.

§ 2º No caso de nascimento prematuro, a licença terá início a partir do parto.

§ 3º No caso de natimorto, decorridos trinta dias após o evento, a servidora será submetida a exame médico e, se
julgada apta, reassumirá o exercício.

§ 4º No caso de aborto não criminoso, atestado por médico oficial, a servidora terá direito de trinta dias de repouso
remunerado.

§ 5° Serão custeados com recursos do RPPS/FABS os primeiros 120 (cento e vinte dias) e o saldo remanescente
estará a cargo do órgão ao qual a servidora estiver vinculada.

“Art. 113 – B. À segurada que adotar, ou obtiver guarda judicial para fins de adoção de criança, é devido salário-
maternidade, nos termos da Lei reguladora do RPPS/FABS.

“Art. 113 – C. A licença-paternidade será de quinze dias a contar da data do nascimento do filho, sem prejuízo
de remuneração”.

SEÇÃO VIII
DA LICENÇA POR ACIDENTE EM SERVIÇO
(incluído pela Lei nº 3.612/2012)
“Art. 113 – D. Será licenciado com remuneração integral, o servidor acidentado em serviço.”

“Art. 113 – E. Configura acidente em serviço o dano físico ou mental sofrido pelo servidor e
que se relacione, mediata ou mediatamente, com as atribuições do cargo exercido.

Parágrafo Único. Equipara-se ao acidente em serviço o dano:


I - decorrente de agressão física sofrida e não provocada pelo servidor no exercício do cargo;
II - sofrido no percurso da residência para o trabalho e vice-versa.”

“Art. 113 – F. O servidor acidentado em serviço que necessite de tratamento especializado poderá ser tratado em
instituição privada à conta de recursos públicos.

Parágrafo Único. O tratamento de que trata este artigo, recomendado por junta médica oficial, constitui medida de
exceção e somente será admissível quando inexistirem meios e recursos adequados em instituição pública.”

“Art. 113 – G. A prova acidente será feita no prazo de cinco dias, prorrogável quando as circunstâncias o
exigirem.”

SEÇÃO IX
DA LICENÇA PARA TRATAMENTO DE SAÚDE
(incluído pela Lei nº 3.612/2012)
“Art. 113 – H. Será concedida ao servidor licença para tratamento de saúde, a pedido ou de
ofício, com base em exame médico, sem prejuízo da remuneração a que fizer jus.

“Art. 113 – I. Para licença até quinze dias, a inspeção será feita por médico servidor do
Município e, se por prazo superior, de acordo com a Lei reguladora do RPPS/FABS.

Parágrafo Único. Inexistindo médico do Município, será aceito atestado firmado por outro
médico, nas licenças até quinze dias.”

“Art. 113 – J. Será punido disciplinarmente com suspensão de quinze dias, o servidor que se recusar ao exame
médico, cessando os efeitos da penalidade logo que se verifique o exame.

“Art. 113 –K. A licença poderá ser prorrogada:


I - de ofício, por decisão do órgão competente;
II - a pedido do servidor, formulado até três dias antes do término da licença vigente.”

“Art. 113 –L. O servidor licenciado para tratamento de saúde não poderá dedicar-se a qualquer outra atividade
remunerada, sob pena de ter cassado a licença.” 84
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SEÇÃO II
DA LICENÇA POR MOTIVO DE DOENÇA EM PESSOA DA FAMÍLIA
Art. 114. Poderá ser concedida licença ao servidor, por motivo de doença do cônjuge ou companheiro, do pai ou
da mãe, de filho e ou enteado e de irmão, mediante comprovação médica do município.

§ 1º. A licença somente será deferida se a assistência direta do servidor for indispensável e não puder ser
prestada simultaneamente com o exercício do cargo, o que deverá ser apurado, através de acompanhamento pela
Administração Municipal.

§ 2º. A licença será concedida sem prejuízo da remuneração até 30 (trinta) dias e, após, com os seguintes
descontos: (Redação alterada pela Lei 1560/92).
I - de 1/3 (um terço), quando exceder a 30 dias e até 60 dias; (alt. L.1560/92)
II - de 2/3 (dois terços) quando exceder 60 dias até 90 dias; (alt. L.1560/92).
III - sem remuneração, a partir do terceiro mês até o máximo de dois anos. (alt. pela Lei nº1560/92)

SEÇÃO III
DA LICENÇA PARA O SERVIÇO MILITAR
Art. 115. Ao Servidor que for convocado para o serviço militar e outros encargos de segurança
nacional, será concedida licença sem remuneração.

§ 1º. A licença será concedida a vista de documento oficial que comprove a convocação.

§ 2º. O servidor desincorporado deverá reassumir o exercício do cargo dentro de trinta dias se a
desincorporação ocorrer em outro Estado ou quinze dias se for no Rio Grande do Sul.

SEÇÃO IV
DA LICENÇA PARA CONCORRER A CARGO ELETIVO
Art. 116. O servidor ocupante de cargo efetivo que concorrer a mandato eletivo federal, estadual, distrital
ou municipal, fará jus à licença remunerada. (Artigo alterado pela Lei nº 3.070/2007).

Parágrafo único. O período de duração da licença coincidirá com o prazo de afastamento estabelecido pela
legislação federal reguladora do processo eleitoral. (Parágrafo acrescentado pela Lei nº 3070/2007).

§ 1º. O servidor candidato a cargo eletivo no próprio município e que exerça cargo ou função de direção, chefia,
arrecadação ou fiscalização, dele será afastado, a partir do dia imediato ao registro de sua candidatura perante a
Justiça Eleitoral, até o dia seguinte ao do pleito. (Parágrafo Suprimido pela Lei nº 3.070/2007).

§ 2º. A partir do registro da candidatura e até o quinto dia seguinte ao da eleição, salvo se lei federal específica
estabelece prazos maiores, o servidor ocupante de cargo efetivo fará jus a licença remunerada, como se em
efetivo exercício estivesse. (Parágrafo suprimido pela Lei nº 3.070/2007).

SEÇÃO V
DA LICENÇA PARA TRATAR DE INTERESSES PARTICULARES
Art. 117. A critério da administração, poderá ser concedida ao servidor estável licença para tratar de assuntos
particulares, pelo prazo de até dois anos consecutivos, sem remuneração.

§ 1º. A licença pode ser interrompida a qualquer tempo, a pedido do servidor ou no interesse do serviço.

§ 2º. Não se concederá nova licença antes de decorridos dois anos do término ou interrupção da anterior.

§ 3º. O Servidor licenciado optará, em continuar contribuindo ou não para o Fundo de Aposentadoria e Benefícios
dos Servidores Públicos Municipais, assim como para o Plano de Saúde. (Parágrafo alterado pela Lei nº 3.07/2007).

§ 4º. A não contribuição para o Fundo de Aposentadoria e Benefícios dos Servidores Públicos Municipais,
suspende a contagem do tempo de serviço. (Parágrafo acrescentado pela Lei nº 3.070/2007).

§ 5º. O servidor licenciado optando em continuar a contribuir com o Fundo de Aposentadoria e Benefícios dos
Servidores Públicos Municipais, pagará o montante relativo à parte do servidor e a patronal. (Parágrafo
acrescentado pela Lei nº 3.070/2007).

§ 6º. O Servidor licenciado que optar em continuar com Plano de Saúde, pagará o montante relativo à parte do
servidor e a patronal exceto a parte relativa à recuperação do passivo atuarial. (Parágrafo acrescentado pela Lei nº
3.070/2007).

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SEÇÃO VI
DA LICENÇA PARA DESEMPENHO DE MANDATO CLASSISTA
Art. 118. É assegurado ao servidor o direito a licença para o desempenho de mandato em confederação, federação
ou sindicato representativo da categoria, sem prejuízo da remuneração.

§ 1º. Somente poderão ser licenciados servidores eleitos para cargos de direção ou representação nas referidas
entidades, ate o máximo de um, por entidade.

§ 2º. A licença terá duração igual a do mandato, podendo ser prorrogada no caso de reeleição.

CAPÍTULO V
DO AFASTAMENTO PARA SERVIR A OUTRO ÓRGÃO OU ENTIDADE
Art. 119. O servidor poderá ser cedido para ter exercício em outro órgão ou entidade dos poderes da União, dos
Estados e dos Municípios, nas seguintes hipóteses:
I - para exercício de função de confiança;
II - em casos previstos em leis específicas. Far-se-á mediante substituição por ocupante de cargo e/ou de
qualificação similar, a fim de que as funções que lhe são inerentes não restem prejudicadas. (Redação alt. p/ Lei
2.470/01).
III – para cumprimento de convênio.

§ 1º. Na hipótese do inciso I deste artigo, a cedência será sem ônus para o Município e, nos demais casos,
conforme dispuser a lei ou o convênio.

§ 2º. A cedência não implicará alterações na situação funcional do servidor, que continuará vinculado ao Município
para fins remuneratórios; (Parágrafo acrescentado pela Lei n.º 2.470/01).

§ 3º. O pedido só será apreciado e deferido, se atender aos interesses da Administração e estiver instruído com
a expressa concordância do servidor. (Parágrafo acrescentado pela Lei n.º 2470/01).

§ 4º. A falta ou impedimento do substituto sem sua imediata substituição determinará o pronto retorno do servidor
a sua ordem. (Parágrafo acrescentado pela Lei n.º 2470/01).

§ 5º. Efetivada a cedência, o servidor se sujeitará às regras administrativas do cessionário, permanecendo, contudo,
a competência do Município cedente para a apuração e julgamento de eventual transgressão. (Parágrafo
acrescentado pela Lei n.º 2470)

CAPÍTULO VI
DAS CONCESSÕES
Art. 120. Sem qualquer prejuízo, poderá o servidor ausentar-se do serviço:
I - por um dia quando doar sangue; (Inciso alterado pela Lei nº 3.070/2007)
II - até dois dias, para se alistar como eleitor;
III - ate cinco dias consecutivos, por motivo de:
a) casamento;
b) falecimento do cônjuge, companheiro, pais, madrasta ou padrasto, filhos ou enteados e irmãos;
c) Suprimido pela L. 3.349/09.
IV - ate dois dias consecutivos por motivo de falecimento de avó ou avô.
V - À servidora gestante será concedida, mediante inspeção médica, licença maternidade de 180 (cento e oitenta)
dias, sem prejuízo da remuneração. (Alterada pela L. 3.349/09).
VI - À servidora adotante será concedida licença a partir da concessão do termo de guarda ou da adoção, sem
prejuízo da remuneração, proporcional à idade do adotado: (Inciso acrescentado pela Lei nº 3.070/2007)
a - de zero a dois anos, 180 (cento e oitenta) dias; (Alterado pela L. 3.349/09).
b - de mais de dois até quatro anos, 120 (cento e vinte) dias; (Alterado pela L. 3.349/09).
c - de mais de quatro até seis anos, 90 (noventa) dias; (Alterado pela L. 3.349/09).
d - de mais de seis anos, desde que menor, 60 (sessenta) dias. (Alterado pela L. 3.349/09).
VII – Ao servidor pai, será concedida licença-paternidade de 15 dias, para nascimento do filho ou adoção, sem
prejuízo da remuneração. (Acrescentado pela L. 3.349/09).

§ 1º. No caso de natimorto, decorridos 30 (trinta) dias do evento, a servidora será submetida à inspeção médica
e, se julgada apta, reassumirá o exercício do cargo. (Parágrafo acrescentado pela Lei nº 3.070/2007).

§ 2º. A servidora terá direito a uma hora por dia para amamentar o próprio filho até que este complete seis
meses de idade. A hora poderá ser fracionada em dois períodos de meia hora, se a jornada for de dois turnos. Se
a saúde do filho o exigir, o período de seis meses poderá ser dilatado, por prescrição médica, em até três meses.
(Parágrafo acrescentado pela Lei nº 3.070/2007).

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Parágrafo único. (Parágrafo suprimido pela Lei nº 3.070/207).

Art. 121. Nenhum desconto sofrerá em seu vencimento o Servidor regularmente matriculado em estabelecimento
de ensino superior ou médio, por motivo de afastamento do serviço durante o período de provas e exames
a que estiver sujeito nesses institutos.

§ 1º. O mesmo direito será assegurado ao servidor que se inscrever em exames de habilitação a curso superior.

§ 2º. O servidor para gozar deste benefício deverá apresentar documentação comprobatória das datas e horários
das provas e exames.

Art. 122. Poderá ser concedido horário especial ao servidor estudante, quando comprovada a incompatibilidade
entre o horário escolar e o da repartição, sem prejuízo do exercício do cargo, desde que haja correlação do curso
com o cargo ocupado.

Parágrafo Único - Para efeito do disposto neste artigo, será exigida a compensação de horários na repartição,
respeitada a duração semanal do trabalho.

CAPÍTULO VII
DO TEMPO DE SERVIÇO
Art. 123. A apuração do tempo de serviço será feita em dias, os quais serão convertidos em anos,
considerados estes como período de 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias. (Artigo alterado pela Lei nº
3.070/2007).

Parágrafo único. Os dias de efetivo exercício serão computados à vista dos comprovantes de pagamento ou dos
registros funcionais. (Parágrafo acrescentado pela Lei nº 3.070/2007).

§ 1º. O número de dias será convertido em anos, considerados de 365 dias. (Parágrafo suprimido pela Lei nº
3.070/2007).

§ 2º. Feita a conversão, o dias restantes, até cento e oitenta dois, não serão computados, arredondando-se para um
ano quando excederem este número, para efeito de cálculo de proventos de aposentadoria. (Parágrafo suprimido
pela Lei nº 3.070/2007).

Art. 124. Além das ausências do servidor, previstas no art. 120, são considerados como efetivo exercício os
afastamentos em virtude de: (Redação alterada pela Lei 1.560/92).
I - férias; (Red. alt. pela L. 1560/92)
II - exercício de cargo em comissão, no Município; (Red. alt. L. 1560/92)
III - convocação para o exercício militar; (alterada L. 1560/92)
IV - júri e outros serviços obrigatórios por lei; (alt. pela L. 1560/92)
V - licença: (alt. pela L. 1560/92).
a) a gestante, a adotante e a paternidade;
b) para tratamento de saúde, inclusive por acidente em serviço ou moléstia profissional; e
c) licença para tratamento de saúde de pessoa da família, quando remunerada.
VI – desempenho de mandato eletivo federal, estadual, distrital ou municipal. (Inciso acrescentado pela Lei nº
3.070/2007).
VII – desempenho de mandato classista em órgão de classe ou sindicato relativos aos servidores municipais.
(Inciso acrescentado pela Lei nº 3.070/2007).
VIII – participação em programa de treinamento regularmente instituído e correlacionado às atribuições do cargo.
(Inciso acrescentado pela Lei nº 3.070/2007).
IX para concorrer a mandato eletivo Federal, Estadual, Distrital ou Municipal, na forma determinada pela legislação
eleitoral, exceto para promoção por merecimento. (Inciso acrescentado pela Lei nº 3.070/2007).
X- para participar de cursos, congressos, que digam respeito ao interesse do serviço. (Inciso acrescentado pela Lei
nº 3.070/2007).

Art. 125. Contar-se-á para efeito de aposentadoria e incorporações o tempo: (Artigo alterado pela Lei nº
3.070/2007).
I – de contribuição no serviço público federal, estadual, distrital e municipal, inclusive o prestado às suas autarquias
e fundações; (Inciso alterado pela Lei nº 3.070/2007).
II – de contribuição na atividade privada, urbana e rural, desde que devidamente certificado, nos termos da
legislação federal pertinente; (Inciso alterado pela Lei nº 3.070/2007).
III – em que o servidor esteve em disponibilidade remunerada. (Inciso alterado pela Lei nº 3.070/2007).

Art. 126. Para efeito de disponibilidade será considerado o tempo de serviço público Federal, Estadual, Distrital e
Municipal. (Artigo alterado pela Lei nº 3.070/2007).
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Art. 127. O tempo de afastamento para exercício de mandato eletivo será contado na forma das
disposições constitucionais ou legais específicas.

Art. 128. É vedada a contagem acumulada de tempo de serviço simultâneo.

CAPÍTULO VIII
DO DIREITO DE PETIÇÃO
Art. 129. É assegurado ao servidor o direito de requerer, pedir reconsideração, recorrer e representar, em defesa
de direito ou de interesse legítimo.

Parágrafo Único. As petições, salvo determinação expressa em lei ou regulamento, serão dirigidas ao Prefeito
Municipal e terão decisão final no prazo de trinta dias.

Art. 130. O pedido de reconsideração deverá conter novos argumentos ou provas suscetíveis de reformar
o despacho, a decisão ou o ato.

Parágrafo Único. O pedido de reconsideração, que não poderá ser renovado, será submetido a autoridade que
houver prolatado o despacho, proferido a decisão ou praticado o ato.

Art. 131. Caberá recurso ao Prefeito, como última instância administrativa, sendo indelegável sua decisão.
(alt. p/ Lei 1261/90).

§ 1º - VETADO
§ 2º - VETADO

Art. 132. O prazo para interposição do pedido de reconsideração ou de recurso, é de trinta dias, a contar da
publicação ou da ciência, pelo interessado, da decisão recorrida.

Parágrafo Único. O pedido de reconsideração e o recurso não terão efeito suspensivo e, se providos, seus
efeitos retroagirão à data do ato impugnado.

Art. 133. O direito de reclamação administrativa prescreve, salvo disposição legal em contrário, em 03 (três) anos
a contar do ato ou fato do qual se originar.

§ 1º. O prazo prescricional terá início na data de publicação do ato impugnado ou da data da ciência, pelo
interessado, quando o ato não for publicado.

§ 2º. O pedido de reconsideração e o recurso interrompem a prescrição administrativa.

Art. 134. A representação será dirigida ao chefe imediato do servidor que, se a solução não for de sua alçada, a
encaminhará a quem de direito.

Parágrafo Único - Se não for dado andamento à representação, dentro do prazo de cinco dias, poderá o servidor
dirigi-la direita e sucessivamente às chefias superiores.

Art. 135. É assegurado o direito de vistas do processo ao servidor ou representante legal.

TÍTULO VI
DO REGIME DISCIPLINAR
CAPÍTULO I
DOS DEVERES
Art. 136. São deveres do servidor:
I - exercer com zelo e dedicação as atribuições do cargo;
II - lealdade às instituições, a que servir;
III - observância das normas legais e regulamentares;
IV - cumprimento às ordens superiores, exceto quando manifestante ilegais;
V - atender com presteza:
a) ao público em geral, prestando as informações requeridas, ressalvadas as protegidas
por sigilo;
b) a expedição de certidões requeridas para defesa de direito ou esclarecimento de
situações de interesse pessoal; e
c) às requisições para a defesa da Fazenda Pública;
VI - levar ao conhecimento da autoridade superior as irregularidades que tiver ciência em razão do cargo;
VII - zelar pela economia do material e conservação do patrimônio público;
VIII- guardar sigilo sobre assuntos da repartição;
IX - manter conduta compatível com a moralidade administrativa; 88
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X - ser assíduo e pontual no serviço;
XI - tratar com urbanidade as pessoas;
XII - representar contra ilegalidade ou abuso de poder;
XIII- apresentar-se ao serviço, em boas condições, de asseio e convenientemente trajado ou com uniforme que
for determinado;
XIV - observar as normas de segurança e medicina do trabalho estabelecidas, bem como o uso obrigatório de
equipamentos de proteção, individual (EPI) que lhe forem fornecidos;
XV - manter espírito de cooperação e solidariedade com os colegas de trabalho;
XVI - freqüentar cursos e treinamentos instituídos para seu aperfeiçoamento especialização;
XVIII- sugerir providências tendentes a melhoria ou aperfeiçoamento do serviço;

Parágrafo Único. Será considerado como co-autor o superior hierárquico que, recebendo denúncia ou
representação a respeito de irregularidades no serviço ou falta cometida por servidor, seu subordinado, deixar de
tomar as providências necessárias a sua apuração.

CAPÍTULO II
DAS PROIBIÇÕES
Art. 137. É proibido ao servidor qualquer ação ou omissão capaz de comprometer a
dignidade e o decoro da função pública, ferir a disciplina e a hierarquia, prejudicar a eficiência
do serviço, ou causar dano a Administração Pública, especialmente:
I - ausentar-se do serviço durante o expediente, sem prévia autorização do chefe imediato;
II - retirar, sem prévia anuência da autoridade competente, qualquer documento ou objeto da
repartição;
III - recusar fé a documentos públicos;
IV - opor resistência injustificada ao andamento de documentos e processo, ou execução de
serviço;
V - promover manifestação de apreço ou desapreço, no recinto da repartição;
VI - referir-se de modo depreciativo ou desrespeitoso às autoridades públicas ou aos atos do Poder Público,
mediante manifestação escrita ou oral;
VII - cometer a pessoa estranha à repartição, fora dos casos previstos em Lei, o desempenho de encargo que
seja de sua competência ou de seu subordinado;
VIII- compelir ou aliciar, mediante ato ilícito, outro servidor no sentido de filiação a associação profissional ou
sindical, ou a partido político;
IX - manter sobre sua chefia imediata, cônjuge, companheiro ou parente ate segundo grau civil, salvo se decorrente
de nomeação por concurso público;
X - valer-se do cargo para lograr proveito pessoal ou de outrem, em detrimento da dignidade da função pública;
XI - atuar, como procurador ou intermediário, junto a repartições publicas, salvo quando se tratar de benefícios
previdenciários ou assistenciais de parentes até segundo grau;
XII - receber propina, comissão, presente ou vantagem de qualquer espécie, em razão de suas atribuições;
XIII- aceitar comissão, emprego ou pensão de Estado estrangeiro, sem licença prévia nos termos da lei;
XIV - praticar usura sob qualquer de suas formas;
XV - proceder de forma desidiosa no desempenho das funções;
XVI - cometer a outro servidor atribuições estranhas às do cargo que ocupa, exceto em situações de emergência
e transitórias;
XVII- utilizar pessoal ou recursos materiais da repartição em serviços, ou atividades particulares; e
XVIII- exercer quaisquer atividades que sejam incompatíveis com o exercício do cargo ou função e com o horário
de trabalho.

Art. 138. É lícito ao servidor criticar atos do Poder Publico do ponto de vista doutrinário ou da organização, do
serviço, em trabalho assinado.

CAPÍTULO III
DA ACUMULAÇÃO
Art. 139. É vedada a acumulação remunerada de cargos públicos, exceto, quando houver compatibilidade de
horários: (Art. Alterado pela Lei nº 3.070/2007).
a) a de dois cargos de professor; (acrescentado pela L.3.070/2007).
b) a de um cargo de professor com outro, técnico ou científico; (acrescentado pela L.3.070/2007).
c) a de dois cargos ou empregos privativos de profissionais de saúde, com profissões regulamentadas.
(acrescentado pela L.3.070/2007).

§ 1º. É vedada a percepção simultânea de proventos de aposentadoria decorrente dos artigos 40, 42 e
142 da Constituição Federal com a remuneração de cargos, empregos ou função pública, ressalvados os cargos
acumuláveis na forma do “caput”, os cargos eletivos e os cargos em comissão declarados em lei de livre
nomeação e exoneração. (Parágrafo alterado pela L. 3.070/2007).

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§ 2º. A proibição de acumular estende-se a empregos e funções e abrange autarquias, fundações, empresas
públicas, sociedades de economia mista, suas subsidiárias, e sociedades controladas, direta ou indiretamente, pelo
poder público. (Parágrafo alterado pela L. 3.070/2007).

CAPÍTULO IV
DAS RESPONSABILIDADES
Art. 140. O Servidor responde civil, penal e administrativamente pelo exercício irregular de suas atribuições.

Art. 141. A responsabilidade civil decorre de ato omissivo ou comissivo, doloso ou culposo, que resulte em
prejuízo ao Erário ou a terceiros.

§ 1º. A indenização de prejuízos causados ao Erário poderá ser liquidada na forma prevista no art. 72.

§ 2º. Tratando-se de dano causado a terceiros responderá o servidor perante a Fazenda Pública, em ação
regressiva.

§ 3º. A obrigação de reparar o dano estende-se aos sucessores e contra eles será executada, até o limite do valor
da herança recebida.

Art. 142. A responsabilidade penal abrange os crimes e contravenções imputadas ao servidor, nessa qualidade.

Art. 143. A responsabilidade administrativa resulta de ato omissivo ou comissivo praticado no desempenho do cargo
ou função.

Art. 144. As sanções civis, penais e administrativas poderão cumular-se, sendo independentes entre si.

Art. 145. A responsabilidade civil ou administrativa do servidor será afastada no caso de absolvição criminal que
negue a existência do fato ou a sua autoria.

CAPÍTULO V
DAS PENALIDADES
Art. 146. São penalidades disciplinares:
I - advertência;
II - suspensão;
III - demissão;
IV - cassação de aposentadoria e disponibilidade; e
V - destituição de cargo ou função de confiança.

Art. 147. Na aplicação das penalidades serão consideradas a natureza e a gravidade da infração cometida, os danos
que dela provierem para o serviço público, as circunstâncias agravantes ou atenuantes e os antecedentes.

Art. 148. Não poderá ser aplicada mais de uma pena disciplinar pela mesma infração.

Parágrafo Único. No caso de infrações simultâneas, a maior absorve as demais, funcionando estas como
agravantes na gradação da penalidade.

Art. 149. Observando o disposto nos artigos precedentes, a pena de advertência ou suspensão para aplicada, a
critério da autoridade competente, por escrito, na inobservância de dever funcional previsto em lei, regulamento
ou norma interna e nos casos de violação de proibição que não tipifique infração sujeita a penalidade de demissão.

Art. 150. A pena de suspensão não poderá ultrapassar a trinta dias.

Parágrafo Único. Quando houver conveniência para o serviço, a penalidade de suspensão poderá ser convertida
em multa, na base de cinqüenta por cento por dia de remuneração, ficando o servidor obrigado a permanecer em
serviço.

Art. 151. Será aplicada ao servidor a pena de demissão nos casos de:
I - crime contra a administração pública; V - improbidade administrativa;
II - abandono de cargo; VI - incontinência pública e conduta escandalosa;
III - indisciplina ou insubordinação graves ou VII - ofensa física contra qualquer pessoa,
reiteradas; cometida em serviço, salvo em legítima defesa ou
IV - inassiduidade ou impontualidade habituais; caso fortuito;
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VIII- aplicação irregular de dinheiro público; XI - corrupção;
IX - revelação de segredo apropriado em razão do XII - acumulação ilegal de cargos, empregos ou
cargo; funções;
X - lesão aos cofres públicos e dilapidação do XIII- transgressão do art. 137, incisos X a XVI.
patrimônio municipal;

Art. 152. A acumulação de que trata o inciso XII do artigo anterior acarreta a demissão de um dos
cargos, empregos ou funções, dando-se ao servidor o prazo de cinco dias para opção.

§ 1º. Se comprovado que a acumulação se deu por má fé, o servidor será demitido de ambos os cargos e
obrigado a devolver o que houver recebido dos cofres públicos.

§ 2º. Na hipótese do parágrafo anterior, sendo um dos cargos, empregos ou funções exercido na União, nos
Estados, no Distrito Federal ou em outro Município, a demissão será comunicada ao outro órgão ou entidade
onde ocorre acumulação.

Art. 153. A demissão nos casos do inciso V, VII e X do art. 151, implica em indisponibilidade de bens e
ressarcimento ao Erário, sem prejuízo da ação penal cabível.

Art. 154. Configura abandono de cargo a ausência intencional ao service por mais de trinta dias consecutivos.

Art. 155. A demissão por inassiduidade ou impontualidade somente será aplicada quando caracterizada a
habitualidade de modo a representar seria violação dos deveres e obrigações do servidor, após anteriores
punições por advertência e suspensão.

Art. 156. O ato de imposição de penalidade mencionará sempre o fundamento legal.

Art. 157. SERÁ CASSADA A APOSENTADORIA E A DISPONIBILIDADE SE FICAR PROVADO QUE O


INATIVO:
I - praticou, na atividade, falta punível com a demissão;
II - aceitou ilegalmente cargo ou função pública;
III - praticou usura, em qualquer das suas formas.

Art. 158. A pena de destituição de função de confiança será aplicada:


I - quando se verificar falta de exação no seu desempenho;
II - quando for verificado que, por negligência ou benevolência, o servidor contribuiu para que não se apurasse no
devido tempo, irregularidade do serviço.

Parágrafo Único. A aplicação da penalidade deste artigo não implicará em perda de cargo efetivo.

Art. 159. O ato de aplicação de penalidade é de competência do Prefeito Municipal.

Parágrafo Único. Poderá ser delegada competência aos Secretários Municipais para aplicação da pena de
suspensão ou advertência.

Art. 160. A demissão por infringência ao art. 137 incisos X e XI, incompatibiliza o ex-servidor para nova
investidura em cargo ou função pública do Município, pelo prazo de cinco anos.

Parágrafo Único. Não poderá retornar ao Serviço Público Municipal o servidor que for demitido por infringência do
art. 151, incisos I, V, VIII, X e XI.

Art. 161. SUPRIMIDO

Art. 162. As penalidades aplicadas ao servidor serão registradas em sua ficha funcional.

ART. 163. A AÇÃO DISCIPLINAR PRESCREVERÁ:


I - EM 5 ANOS, QUANTO ÀS INFRAÇÕES PUNÍVEIS COM DEMISSÃO, CASSAÇÃO DE APOSENTADORIA E DISPONIBILIDADE,
OU DESTITUIÇÃO DE FUNÇÃO DE CONFIANÇA;
II - EM 2 ANOS, QUANTO À SUSPENSÃO; E
III - EM 180 DIAS, QUANTO À ADVERTÊNCIA.

§ 1º. A falta prevista também na lei penal como crime prescreverá juntamente com este.

§ 2º. O prazo de prescrição começa a correr na data em que a autoridade toma conhecimento da existência da
falta.
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§ 3º. A abertura de sindicância ou a instauração de processo disciplinar interrompe a prescrição.

§ 4º. Na hipótese do parágrafo anterior, todo o prazo começa a correr novamente, no dia da interrupção.

CAPÍTULO VI
DO PROCESSO DISCIPLINAR EM GERAL
SEÇÃO I
DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 164. A autoridade que tiver ciência de irregularidade no serviço público é obrigada a promover a sua apuração
imediata, mediante sindicância ou processo administrativo disciplinar.

§ 1º. As denúncias sobre irregularidades serão objeto de apuração, desde que contenham a identificação e o
endereço do denunciante e sejam formuladas por escrito.

§ 2º. Quando o fato narrado, de modo evidente não configurar infração disciplinar ou ilícito penal, a denúncia
será arquivada, por falta de objeto.

Art. 165. As irregularidades e as faltas funcionais serão apuradas por meio de:
I - sindicância, quando não houver dados suficientes para sua determinação ou para apontar o servidor faltoso;
II - processo administrativo disciplinar, quando a gravidade da ação ou omissão torne o servidor passível de
demissão, cassação da aposentadoria ou da disponibilidade.

SEÇÃO II
DA SUSPENÇÃO PREVENTIVA
ART. 166. A AUTORIDADE COMPETENTE PODERÁ DETERMINAR A SUSPENSÃO PREVENTIVA DO SERVIDOR, ATÉ TRINTA
DIAS, PRORROGÁVEIS POR MAIS QUINZE SE, FUNDAMENTALMENTE, HOUVER NECESSIDADE DE SEU AFASTAMENTO PARA
APURAÇÃO DE FALTA A ELE IMPUTADA.

Art. 167. O servidor terá direito:


I - à remuneração e à contagem do tempo de serviço relativo ao período de suspensão preventiva, quando do
processo não resultar punição ou esta se limitar a pena de advertência.
II - à remuneração e à contagem do tempo de serviço correspondente ao período de afastamento excedente ao
prazo de suspensão efetivamente aplicada.

SEÇÃO III
DA SINDICÂNCIA
Art. 168. A Sindicância será cometida a servidor, podendo este ser dispensado de suas
atribuições normais até a apresentação do relatório.

§ 1º. A critério da autoridade competente, considerando o fato a ser apurado, a função sindicante
poderá ser atribuída a uma comissão de servidores, até o máximo de três.

§ 2º. A pedido do servidor e garantida a participação do sindicato de classe, na fiscalização do


processo na Sindicância.

Art. 169. O sindicante ou a comissão efetuará, de forma sumária, as diligências necessárias ao esclarecimento da
ocorrência e indicação do responsável, apresentando, no prazo máximo de trinta dias úteis, relatório a respeito.
(Art. Alterado pela L. 3.070/2007).

§ 1º. Preliminarmente, deverá ser ouvido o autor da representação e o servidor implicado, se houver.

§ 2º. Reunidos os elementos apurados, o sindicante ou comissão traduzirá no relatório as suas conclusões, indicando
o possível culpado, qual a irregularidade ou transgressão e o seu enquadramento nas disposições estatutárias.

Art. 170. A autoridade, d e posse do relatório acompanhado dos elementos que instituíram o processo, decidirá, no
prazo de cinco dias úteis:
I - pela aplicação de penalidade de advertência ou suspensão; II - pela instauração de processo administrativo
disciplinar; ou III - arquivamento do processo.

§ 1º. Entendendo a autoridade competente que os fatos não estão devidamente elucidados, inclusive na indicação
do possível culpado, devolverá o processo ao sindicante ou comissão, para ulteriores diligencias, em prazo certo,
não superior a cinco dias úteis.

§ 2º. De posse do novo relatório e elementos complementares, a autoridade decidirá no prazo e nos termos deste
artigo.

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SEÇÃO IV
DO PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR
Art. 171. O processo administrativo disciplinar será conduzido por comissão de três servidores
estáveis, designada pela autoridade competente que indicará, dentre eles, o seu presidente.

Parágrafo Único. A comissão terá como secretário, o servidor designado pelo presidente,
podendo a designação recair em um de seus membros.

Art. 172. A comissão processante, sempre que necessário e expressamente determinado no


ato de designação, dedicará todo o tempo aos trabalhos do processo, ficando os membros d a comissão, e m tal
caso, dispensados dos serviços normais da repartição.

Art. 173. O processo administrativo será contraditório, assegurada ampla defesa ao acusado, com a utilização
dos meios recursos admitidos em direito.

Art. 174. Quando o processo administrativo disciplinar resultar de prévia sindicância, o relatório desta integrará os
autos, como peça informativa da instrução.

Parágrafo Único. Na hipótese do relatório da sindicância concluir pela prática de crime, a autoridade competente
oficiará à autoridade policial, para abertura de inquérito, independente da imediata instauração do processo
administrativo disciplinar.

Art. 175. O prazo para a conclusão do processo não excederá sessenta dias, contados da data do ato que constituir
a comissão, admitida a prorrogação por mais trinta dias, quando as circunstâncias o exigirem, mediante
autorização da autoridade que determinou a sua instauração.

Art. 176. As reuniões da comissão serão registradas em atas que deverão detalhar as deliberações adotadas.

Art. 177. Ao instalar os trabalhos da comissão, o Presidente determinará a autuação da portaria e demais
peças existentes e designará o dia, local e hora para primeira audiência e citação do indiciado.

Art. 178. A citação do indiciado deverá ser feita pessoalmente e contra-recibo, com, pelo menos, cinco dias de
antecedência em relação à audiência inicial e conterá dia, hora e local e qualificação do indiciado e a falta que
lhe e imputada.

§ 1º. Caso o indiciado se recuse a receber a citação, deverá o fato ser certificado, a vista de, no mínimo, duas
testemunhas.

§ 2º. Estando o indiciado ausente do Município, se conhecido seu endereço, será citado por via postal, em carta
registrada, juntando-se ao processo o comprovante do registro e o aviso de recebimento.

§ 3º. Achando-se o indiciado em lugar incerto e não sabido, será citado por edital, no mínimo duas vezes,
divulgado como os demais atos oficiais do Município, com prazo de quinze dias.

Art. 179. O indiciado poderá constituir procurador para fazer a sua defesa.

Parágrafo Único. Em caso de revelia, o Presidente da comissão processante designará, de ofício, um defensor.

Art. 180. Na audiência marcada, a comissão promoverá o interrogatório do indiciado, concedendo-lhe, em seguida,
o prazo de três dias, com vista do processo na repartição, para oferecer alegações escritas, requerer provas e arrolar
testemunhas, até o máximo de cinco.

Parágrafo Único. Havendo mais de um indiciado, o prazo será comum e de seis dias, contados a partir da
tomada de declarações do último deles.

Art. 181. A comissão promoverá a tomada de depoimentos, acareações, investigações e diligências cabíveis,
objetivando a coleta de prova, recorrendo, quando necessário, a técnicos e peritos de modo a permitir a completa
elucidação dos fatos.

Art. 182. O indiciado tem o direito de, pessoalmente ou por intermédio de procurador, assistir aos atos probatórios
que se realizam perante a comissão, requerendo as medidas que julgar convenientes.

§ 1º. O presidente da comissão poderá indeferir pedidos considerados impertinentes, meramente protelatórios ou de
nenhum interesse para esclarecimento dos fatos.

§ 2º. Será indeferido o pedido de prova pericial, quando a comprovação do fato independer de conhecimento
especial de perito. 93
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Art. 183. As testemunhas serão intimadas a depor mediante mandado expedido pelo presidente da comissão,
devendo a segunda via, com o ciente do intimado, ser anexada aos autos.

Parágrafo Único. Se a testemunha for servidor publico, a expedição do mandado será imediatamente comunicada
ao chefe da repartição onde serve, com a indicação do dia e hora marcados para a inquirição.

Art. 184. O depoimento será prestado oralmente e reduzido a termo, não sendo lícito a testemunha trazê-lo
por escrito.

§ 1º. As testemunhas serão ouvidas separadamente, com prévia intimação do indiciado ou de seu procurador.

§ 2º. Na hipótese de depoimentos contraditórios ou que infirmem, proceder-se-á a acareação entre os depoentes.

Art.185. Concluída a inquirição das testemunhas, poderá a comissão processante, se julgar útil ao esclarecimento
dos fatos, reinterrogar o indiciado.

Art. 186. Ultimada a instrução do processo, o indiciado será intimado por mandado pelo Presidente da Comissão
para apresentar defesa escrita, no prazo de quinze dias, assegurando-se-lhe a carga do processo ao procurador
por cinco dias.

Art. 187. Após o decurso do prazo, apresentada a defesa ou não, a comissão apreciará todos os
elementos do processo, apresentado relatório, no qual constará em relação a cada indiciado, separadamente, as
irregularidades de que foi acusado, as provas que instruíram o processo e as razoes de defesa, propondo,
justificadamente, a absolvição ou punição do indiciado, e indicando a pena cabível e seu fundamento legal.

Parágrafo Único. O relatório e todos os elementos dos autos serão remetidos à autoridade que determinou a
instauração do processo, dentro de dez dias, contados do término do prazo para apresentação da defesa.

Art. 188. A comissão ficará à disposição da autoridade competente, até a decisão final do processo, para prestar
esclarecimento ou providência julgada necessária.

Art. 189. Recebidos os autos, a autoridade que determinou a instauração do processo:


I - dentro de cinco dias:
a) pedirá esclarecimentos ou providências que entender necessários, à comissão processante, marcando-lhe prazo;
b) encaminhará os autos à autoridade superior, se entender que a pena cabível escapa a sua competência;
II - despachará o processo dentro de dez dias, acolhendo ou não as conclusões da comissão processante,
fundamentando o seu despacho se concluir diferentemente do proposto.

Parágrafo Único. Nos casos do inciso I deste artigo, o prazo para decisão final será contado, respectivamente, a
partir do retorno ou recebimento dos autos.

Art. 190. Da decisão final, são admitidos os recursos previstos na Lei.

Art. 191. As irregularidades processuais que não constituem vícios substanciais insanáveis, suscetíveis de
influírem na apuração da verdade ou na decisão do processo, não lhe determinarão a nulidade.

Art. 192. O Servidor que estiver respondendo a processo administrativo disciplinar só poderá ser exonerado a
pedido do cargo, ou aposentado voluntariamente, após a conclusão do processo e o cumprimento da penalidade,
acaso aplicada.

Parágrafo Único. Excetua-se o caso de processo administrativo instaurado apenas para apurar o abandono de
cargo, quando poderá haver exoneração a pedido, a juízo da autoridade competente.

SEÇÃO V
DA REVISÃO DO PROCESSO
Art. 193. A revisão do processo administrativo disciplinar poderá ser requerida a qualquer tempo, uma única vez,
quando:
I - a decisão for contrária ao texto da lei ou à evidência dos autos;
II - a decisão se fundar em depoimentos, exames ou documentos falsos ou viciados;
III - forem aduzidas novas provas, suscetíveis de atestar a inocência do interessado ou de autorizar diminuição da
pena.

Parágrafo Único. A simples alegação de injustiça da penalidade não constitui fundamento para a revisão do
processo.
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Art. 194. O processo de revisão será realizado por comissão designada segundo os moldes das comissões
de processo administrativo e correrá em apenso aos autos do processo originário.

Art. 195. No processo revisional, o ônus da prova cabe ao requerente.

Art. 196. As conclusões da comissão serão encaminhadas à autoridade competente, dentro de trinta dias,
devendo a decisão ser proferida, fundamentalmente, dentro de dez dias.

Art. 197. Julgada procedente a revisão, será tornada insubsistente ou atenuada a penalidade imposta,
restabelecendo-se os direitos decorrentes dessa decisão.

TÍTULO VII
DA SEGURIDADE SOCIAL DO SERVIDOR
CAPÍTULO I
DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 198. É assegurado a concessão de aposentadoria e pensão aos servidores estáveis e
seus dependentes, sendo o regime de previdência social dos servidores ocupantes de cargo
de provimento efetivo é o estabelecido pelo Município em lei específica. (Art. Alterado pela L.
3.070/2007).

§ 1º. O plano de Seguridade Social será parcialmente prestado mediante sistema contributivo na forma prevista
em legislação específica. (Parágrafo alterado pela Lei no 2.494/01).

§ 2º. As prestações do Plano de Seguridade Social, não atendidos pelo sistema próprio de previdência social do
município, serão custeadas, com vantagens de natureza social, diretamente pelo próprio município. (Parágrafo
acrescentado pela Lei no 2.494/01).

§ 3º. O servidor ocupante exclusivamente de cargo de provimento em comissão, que não seja titular de cargo
efetivo na administração pública, será contribuinte compulsório do sistema nacional da previdência social, pelo qual
serão atendidas as prestações correspondentes, ficando excluído do plano de seguridade social de que trata este
Título VII. (Parágrafo acrescentado pela L. 2494/01).

Art. 199. O regime de previdência social dos ocupantes, exclusivamente, de cargo de provimento em comissão
e dos servidores contratados temporariamente é o estabelecido pela Constituição e pela legislação federal
pertinente. (Artigo alterado pela L. 3.070/2007).
I - garantir meios de subsistência nos eventos de doença, invalidez, velhice, acidente em serviço, inatividade,
falecimento e reclusão. (Inciso suprimido pela Lei nº 3.070/2007).
II - proteção à maternidade. (Inciso suprimido pela Lei nº 3.070/2007).

Art. 200. A assistência à saúde do servidor e de sua família compreende assistência médica, hospitalar e
odontológica, prestada mediante sistema próprio do Município, ou mediante convênio, nos termos da
lei. (Artigo alterado pela L. 3.070/2007).
I - QUANTO AO SERVIDOR: (SUPRIMIDO PELA L. 3.070/2007)
a) aposentadoria; b) salário- família; c) licença para tratamento de saúde;
d) licença à gestante, à adotante e à paternidade; (Suspensa a eficácia da "paternidade" pelo Decreto no 2.900
de 13/09/2002); e) licença por acidente em serviço. (Suprimido pela L. 3.070/2007).
II - QUANTO AO DEPENDENTE: (SUPRIMIDO PELA L. 3.070/2007)
a) pensão por morte; b) auxilio funeral; (excluído pela Lei 2.494/01)
c) auxilio reclusão. (Suprimido pela L. 3.070/2007)

Parágrafo Único. Os benefícios de aposentadoria e pensão por morte, serão atendidos mediante o sistema próprio
de previdência social, de natureza contributiva, conforme lei específica. (Parágrafo suprimido pela L.3.070/07)

CAPÍTULO II Art. 209. SUPRIMIDO pela Lei nº 3.611/12.


DOS BENEFÍCIOS
SEÇÃO I SEÇÃO III
Art. 201. SUPRIMIDO pela Lei nº 3.611/12. DO SALÁRIO FAMÍLIA
Art. 202. SUPRIMIDO pela Lei nº 3.611/12. Art. 210. SUPRIMIDO pela Lei nº 3.611/12.
Art. 203. SUPRIMIDO pela Lei nº 3.611/12. Art. 211. SUPRIMIDO pela Lei nº 3.611/12.
Art. 204. SUPRIMIDO pela Lei nº 3.611/12. Art. 212. SUPRIMIDO pela Lei nº 3.611/12.
Art. 205. SUPRIMIDO pela Lei nº 3.611/12.
Art. 206. SUPRIMIDO pela Lei nº 3.611/12. SEÇÃO IV
Art. 207. SUPRIMIDO pela Lei nº 3.611/12. DA LICENÇA PARA TRATAMENTO DE SAÚDE
Art. 208. SUPRIMIDO pela Lei nº 3.611/12. Art. 213. SUPRIMIDO pela Lei nº 3.611/12.
Art. 214. SUPRIMIDO pela Lei nº 3.611/12.
SEÇÃO II Art. 215. SUPRIMIDO pela Lei nº 3.611/12.
DO AUXÍLIO NATALIDADE Art. 216. SUPRIMIDO pela Lei nº 3.611/12. 95
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Art. 230. SUPRIMIDO pela Lei nº 3.611/12.
SEÇÃO V Art. 231. SUPRIMIDO pela Lei nº 3.611/12.
DA LICENÇA À GESTANTE, ADOTANTE E Art. 232. SUPRIMIDO pela Lei nº 3.611/12.
PATERNIDADE Art. 233. SUPRIMIDO pela Lei nº 3.611/12.
Art. 218. SUPRIMIDO pela Lei nº 3.611/12.
Art. 219. SUPRIMIDO pela Lei nº 3.611/12. SEÇÃO VIII
Art. 220. SUPRIMIDO pela Lei nº 3.611/12. DO AUXÍLIO – FUNERAL
Art. 234. SUPRIMIDO pela Lei nº 3.611/12.

SEÇÃO VI SEÇÃO IX
DA LICENÇA POR ACIDENTE EM SERVIÇO DO AUXÍLIO – RECLUSÃO
Art. 221. SUPRIMIDO pela Lei nº 3.611/12. Art. 235. SUPRIMIDO pela Lei nº 3.611/12.
Art. 222. SUPRIMIDO pela Lei nº 3.611/12.
Art. 223. SUPRIMIDO pela Lei nº 3.611/12.
Art. 224. SUPRIMIDO pela Lei nº 3.611/12. CAPÍTULO III
DA ASSISTÊNCIA À SAÚDE
SEÇÃO VII Art. 236. SUPRIMIDO pela Lei nº 3.611/12.
DA PENSÃO POR MORTE
Art. 225. SUPRIMIDO pela Lei nº 3.611/12. CAPÍTULO IV
Art. 226. SUPRIMIDO pela Lei nº 3.611/12. DO CUSTEIO
Art. 227. SUPRIMIDO pela Lei nº 3.611/12. Art. 237. SUPRIMIDO pela Lei nº 3.611/12.
Art. 228. SUPRIMIDO pela Lei nº 3.611/12. Art. 238. SUPRIMIDO pela Lei nº 3.611/12.
Art. 229. SUPRIMIDO pela Lei nº 3.611/12.

TÍTULO VIII
DA CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA DE EXCEPCIONAL INTERESSE PÚBLICO
Art. 239. Para atender a necessidades temporárias de excepcional interesse público,
poderão ser efetuadas contratações de pessoas por tempo determinado.

Art. 240. Consideram-se como de necessidade temporária de excepcional interesse público, as


contratações que visam a:
I - atender a situações de calamidade pública;
II - combater surtos epidêmicos;
III - atender outras situações de emergência vierem a ser definidas em lei específica.

Art. 241. As contratações não poderão ultrapassar o prazo de 12 (doze) meses, podendo ser prorrogado por igual
período havendo interesse público. (Art. Alterado pela L. 4.205/2018).

Art. 242. É vedado o desvio de função de pessoa contratada na forma deste título, sob pena de nulidade do
contrato e responsabilidade administrativa e civil da autoridade contratante. (Art. Alterado pela L. 4.205/2018).

§ 1º. REVOGADO PELA LEI Nº 4.205/2018.


§ 2º. REVOGADO PELA LEI Nº 4.205/2018.

Art. 243. Os contratos serão de natureza administrativa, ficando assegurados os seguintes direitos ao
contratado:
I - remuneração equivalente à percebida pelos servidores de igual ou assemelhada função no quadro permanente
do Município;
II - jornada de trabalho, serviço extraordinário, repouso semanal remunerado, adicional noturno e gratificação natalina
proporcional, nos termos da Lei;
III - férias proporcionais, ao término do contrato;
IV - inscrição em sistema oficial de previdência social.

TÍTULO IX
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS, TRANSITÓRIAS E FINAIS
Art. 244. O Dia do Servidor Público será comemorado a vinte oito de outubro.
Art. 245. Os prazos previstos nesta Lei serão contados em dias corridos, excluindo-se o dia do começo e incluindo-
se o do vencimento, ficando prorrogado, para o primeiro dia útil seguinte o prazo vencido em dia em que não haja
expediente.

Art. 246. Consideram-se da família do servidor, além do cônjuge e filhos, quaisquer pessoas que vivam às suas
expensas e constem de seu assentamento individual.

Parágrafo Único. Equipara-se ao cônjuge a companheira ou companheiro, com mais de cinco anos de vida em
comum ou por menor tempo, se da união houver prole.

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Art. 247. Do exercício de encargos ou serviços diferentes dos definidos em lei ou regulamento, como próprios de
seu cargo ou função gratificada, não decorre nenhum direito ou servidor.

CAPÍTULO II
DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS E FINAIS
Art. 248. As disposições desta Lei aplicam-se aos servidores dos Poderes Executivo e Legislativo, das autarquias e
fundações públicas.

Art. 249. Os atuais servidores municipais, estatutários ou celetistas, admitido mediante prévio concurso público,
ficam submetidos ao regime desta Lei.

§ 1º. Os empregos ocupados pelos servidores celetistas de que trata este artigo ficam transformadas em cargos, na
data da publicação desta Lei.

§ 2º. Os contratos individuais de trabalho se extinguem automaticamente pela transformação do emprego,


assegurada as verbas rescisórias cabíveis.

§ 3º. No que termine as férias e 13º salário, o servidor deverá optar, mediante termo escrito, pela continuidade
da contagem do tempo de serviço para posterior gozo no novo regime.

Art. 250. Os servidores celetistas n ã o concursados e estáveis nos termos do artigo 19 das Disposições
Constitucionais Transitórias da Constituição de 1988, constituirão quadro especial em extinção, excepcionalmente
regido na CLT, com remuneração e vantagens estabelecidas em lei específica, ate o ingresso por concurso em
cargo sob regime desta Lei.

Art. 251. Os contratos de trabalhos dos servidores celetistas admitidos sem concurso público e não portadores
d a estabilidade referida no artigo anterior, serão rescindidos dentro do prazo máximo de 180 dias, a contar da
vigência desta Lei.

§ 1º. Durante o prazo de que trata a este artigo, o Município promoverá a realização de concurso público para
cargos iguais ou assemelhados aos empregos desempenhados pelos referidos servidores, para oportunizar o
ingresso dos mesmos no regime jurídico instituído por esta Lei.

§ 2º. Os que lograrem aprovação e classificação de modo a permitir o aproveitamento segundo as vagas existentes
e necessidade do serviço municipal, serão nomeados em cargos sob regime desta Lei, sendo os demais,
inclusive os que não se submeterem ao concurso público, excluídos do quadro de servidores do Município.

Art. 252. Será computado o tempo de serviço prestado ao município nos regimes celetista e estatutário, para fins de
concessão dos anuênios previstos para os servidores estatutários, sob a égide desta Lei, garantida a irredutibilidade
dos vencimentos, de acordo com o art. 37, XV, da Constituição Federal. (Alterado pela L. nº 3.042 de
27/03/2007).

Parágrafo único. As outras vantagens extintas pelo presente Lei, ficam incorporadas aos novos padrões
referenciais de cada categoria funcional. (Parágrafo acrescentado pela L. nº 3.042 de 27/03/2007).

Art. 253. VETADO

Art. 254. É assegurada a concessão de aposentadoria e pensão, a qualquer tempo, aos servidores ocupantes de
cargos efetivos bem como aos seus dependentes, que, até dezesseis de dezembro de 1998, tenham cumprido os
requisitos para a obtenção destes benefícios, com base nos critérios da legislação então vigente. (Art.
acrescentado pela Lei 2494/01).

§ 1º. O servidor de que trata este artigo, que tenha completado as exigências para aposentadoria integral e que
opte por permanecer em atividade fará jus à isenção da contribuição previdenciária até completar as exigências
para aposentadoria contidas no art. 40, parágrafo 1º, III, "a", da Constituição Federal. (Acresc. pela Lei n.º 2494/01).

§ 2º. Os proventos da aposentadoria a ser concedidas aos servidores efetivos referidos no "caput", e termos
integrais ou proporcionais ao tempo de serviço já exercido até a data de publicação da EC no 20/98, bem como
as pensões de seus dependentes, serão calculados de acordo com a legislação em vigor à época em que foram
atendidas as prescrições nela estabelecidas para a concessão destes benefícios ou nas condições da legislação
vigente. (Parágrafo acrescentado pela lei n.º 2.494/01).

§ 3º. São mantidos todos os direitos e garantias assegurados nas disposições constitucionais vigentes à data de
publicação da Emenda nº 20/98 aos servidores, inativos e pensionistas, que já cumpriram, até aquela data, os
requisitos para usufruírem tais direitos observado o disposto no art. 37, XI, da Constituição Federal. (Parágrafo
acrescentado pela Lei n.º 2.494/01).
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Art. 255. Observado o disposto no art. 40, parágrafo 10, da Constituição Federal, o tempo de serviço considerado
para legislação vigente para efeito de aposentadoria, cumprindo até que a lei discipline a matéria, será contado
como tempo de contribuição. (Parágrafo acrescentado p/ L. 2494/01).

Art. 256. Observado o disposto no art. 255, e ressalvado o direito de opção à aposentadoria pelas normas do
art. 201, é assegurado o direito à aposentadoria voluntária com proventos calculados de acordo com o art. 40,
parágrafo 3º, da Constituição Federal, àquele que tenha ingressado regularmente em cargo efetivo na
administração pública municipal, direta, autárquica e fundacional, até a data de publicação da EC n.º 20/98, quando
o servidor, cumulativamente: (Art. acrescentado pela Lei n.º 2494/01).
I - tiver 53 (cinqüenta e três) anos de idade, se homem, e 48 (quarenta e oito) anos de idade, se mulher; (Inciso
acrescentado pela Lei n.º 2494/01).
II - tiver 5 (cinco) anos de efetivo exercício no cargo em que se dará a aposentadoria; (Inciso acrescentado pela Lei
n.º 2494/01).
III - contar tempo de contribuição igual, no mínimo, à soma de: (inciso acrescentado pela Lei n.º 2494/01).
a) 35 (trinta e cinco) anos, se homem, e 30 (trinta) anos, se mulher, e, (Acrescentado pela L. 2494/01).
b) um período adicional de contribuição equivalente a 20% (vinte por cento) do tempo que, na data da publicação
da EC no 20/98, faltaria para atingir o limite de tempo constante da alínea anterior. (Acrescentado pela L.2494/01).

§ 1º. O servidor de que trata este artigo, desde que atendido o disposto em seus incisos I e II, e observado o
disposto no art. 4º da EC no 20/98 poderá aposentar-se com proventos proporcionais ao tempo de contribuição,
quando atendidas as seguintes condições: (Acrescentado pela L. 2494/01).
I - contar tempo de contribuição igual, no mínimo, à soma de: (Acresc. p/ Lei no 2494/01).
a) 30 (trinta) anos, se homem e 25 (vinte e cinco) anos, se mulher, e, (Acrescentado pela Lei 2494/01).
b) um período adicional de contribuição equivalente a 40% (quarenta por cento) do tempo que, na data da
publicação da Emenda Constitucional nº 20/98, faltaria para atingir o limite de tempo constante da alínea anterior;
(Acrescentado pela Lei n.º 2494/01).
II - os proventos da aposentadoria proporcional serão equivalentes a 70% (setenta por cento) do valor máximo que o
servidor poderia obter de acordo com o "caput", acrescido de 5% (cinco por cento) por ano de contribuição que
supere a soma a que se refere o inciso anterior, até o limite de 100% (cem por cento). (Acrescentado p/ L. 2494/01).

§ 2º. O professor, que, até a data da publicação da E.C. nº 20/98, de 15/12/98, tenha ingressado, regularmente,
em cargo efetivo de magistério e que opte por aposentar-se na forma do disposto no "caput", terá o tempo de
serviço exercido até a publicação da E.C. nº 20/98 contado com o acréscimo de 17% (dezessete por cento), se
homem, e de 20% (vinte por cento), se mulher desde que se aposente, exclusivamente, com tempo de efetivo
exercício das funções de magistério. (Parágrafo acrescentado pela Lei no 2.494/01).
§ 3º. O servidor de que trata este artigo, após completar as exigências para a aposentadoria estabelecidas no
"caput", permanecer em atividade, fará jus à isenção da contribuição previdenciária até completar as exigências para
a aposentadoria contidas no art. 40, parágrafo 1º, III, "a" da Constituição Federal. (Parágrafo acrescentado pela Lei
2.494/01).

Art. 257. A vedação prevista no art. 37, parágrafo 10, da Constituição Federal, não se aplica aos membros de poder
e aos inativos, servidores e militares, que, até a publicação da Emenda Constitucional nº 20/98, tenham
ingressado novamente no serviço público por concurso público de provas ou de provas e títulos, e pelas demais
formas previstas na Constituição Federal, sendo-lhes proibida a percepção de mais de uma aposentadoria pelo
regime de previdência a que se refere o art.40, da Constituição Federal, aplicando-se-lhes em qualquer hipótese, o
limite de que trata o parágrafo 11, deste mesmo artigo. (Acrescentado pela Lei 2.494/01).

Art. 258. O Município instituirá Conselho de Política Administrativa e remuneração de pessoal,integrada por
servidores efetivos, representativo designados pelos Poderes Executivo e Legislativo, no prazo de 30 dias após da
entrada em vigência desta Lei. (Artigo acrescentado pela Lei nº 3.070/2007).

Parágrafo único: As medidas administrativas e legislativas referentes a política de administração e remuneração


de pessoal serão antecedidas de parecer do Conselho de que trata o presente artigo. (§ acrescentado pela Lei nº
3.070/2007).
Art. 259. É garantida aos Servidores Públicos Municipais a revisão geral anual da remuneração no mês de maio,
sem distinção de índices. (Art. acrescentado pela Lei nº 3.070/2007).
Parágrafo Único. Suprimido. (Parágrafo suprimido pela L. 3.515/11).
Art. 260. Revogam-se as disposições em contrário, inclusive o § 4º do artigo 1º da Lei nº 1.892 de 21 de março de
1995.
Art. 261. Revogadas as disposições em contrário, esta lei entra em vigor no dia primeiro do mês seguinte a de
sua publicação.

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LEI ORGÂNICA MUNICIPAL


PREFEITURA DE SANTO ÂNGELO
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responsabilidade social e democratização das oportunidades.

Alguns resultados(APROVAÇÕES)recentes (2017/2018):

 117 aprovados no último concurso da PM/RS.


 68 aprovados na SUSEPE/RS (Carreira Estadual)
 83 aprovados na Escola de Sargentos (Carreira Federal)
 73% de aprovação no IFRS
 87% dos convocados nos concursos da Prefeitura de Santo Ângelo/RS(últimos três concursos)
totalizando 42 candidatos.
 34 aprovados no último concurso da PM/SC.
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Prezado aluno, a vídeo aula que acompanha este material foi elaborada para você entender e responder cada item
abordado. Vamos analisar alguns pontos relevantes do edital que estarão na sua prova. Bons estudos!

PODERES EXECUTIVO
MUNICIPAIS
LEGISLATIVO

A AUTONOMIA
DO MUNICÍPIO SE
EXPRESSA POR:

IMPOSTOS
MUNICIPAIS
(de competência municipal)

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IMPOSTOS FEDERAIS E
ESTADUAIS QUE TÊM
COTAS PARA O MUNICÍPIO
(SEMPRE CAI)

SERVIÇOS PÚBLICOS
MUNICPAIS:
PODEM SER EXECUTADOS PELA
INICIATIVA PRIVADA MEDIANTE
CONCESSÃO, AUTORIZAÇÃO OU
PERMISSÃO.

VEDAÇÕES A TODOS OS
ENTES PÚBLICOS, INCLUSIVE
O MUNICÍPIO

Vamos responder juntos.

1. Lombroso, Prefeito Municipal, que nunca estudou no Concurseirosnota10, teve um parecer prévio do Tribunal
de Contas do Estado reprovando as contas do Município. Esse parecer só perderá o efeito se:-----------------------
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
-------------------------------------------------------- ------------------------------------------------------------------------------------------
2. Mario, Professor de língua estrangeira do Concurseironota10 , quer saber como é exercido o poder de polícia
administrativa municipal:-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
3. O Professor Kleiton, responsável pela área de produção de textos e redação do Concurseirosnota10, que saber
se pode o Município realizar desapropriação, em que casos?-------------------------------------------------------------------
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
4. A desapropriação feita pelo Município prevista na CF/88 prevê que:---------------------------------------------------------
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
5. Luft, operador de gravação do Grupo Educacional Concurseirosnota10, perguntou ao Professor sobre os
cargos em comissão no Município, aplicação, percentuais e formas de provimento:-------------------------------------
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6. A prof.ª. Taís Madrid, que atua no Grupo Educacional Concurseirosnota10 nas áreas de biologia e ciências da
natureza, questionou se pode haver acumulação remunerada de cargos no Município:--------------------------------
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
7. Remuneração do serviço extraordinário:---------------------------------------------------------------------------------------------
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
8. A investidura em cargo público no município se dará por:-----------------------------------------------------------------------
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
9. O prazo para o servidor concursado adquirir a estabilidade é de:--------------------------------------------------------------
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
10. A Drª. Viviane a qual atua no Grupo Educacional Concurseirosnota10 nas turmas da OAB, comentou que o
servidor municipal estável só perderá o cargo nas hipóteses de----------------------------------------------------------------
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
11. A lei orgânica será aprovada com interstício de :-----------------------------------------------------------------------------------
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
12. O número mínimo de vereadores que o Legislativo municipal comporta:---------------------------------------------------
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
13. O número máximo de vereadores que o Legislativo Municipal comporta é:------------------------------------------------
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
14. Cada legislatura terá duração de:-------------------------------------------------------------------------------------------------------
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
15. O menor subsídio de vereador, previsto na Constituição , será de:------------------------------------------------------------
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
16. Carol, formanda do curso de Administração e estagiária no Grupo Educacional Concurseirosnota10,
questionou ao professor em qual caso o Município terá segundo turno de eleição:--------------------------------------
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
17. Os valores destinado ao pagamento dos vereadores não poderá ultrapassar:----------------------------------------------
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
18. A iniciativa popular de projetos de lei de interesse específico do Município, da cidade ou de bairros, dependerá
de manifestação de, pelo menos, ---------------------------------------------------------------do eleitorado.
19. O total da despesa do Poder Legislativo Municipal, incluídos os subsídios dos Vereadores e excluídos os gastos
com inativos, não poderá ultrapassar os seguintes percentuais, relativos ao somatório da receita tributária e
das transferências previstasefetivamente realizado no exercício anterior:
a) 7%:----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
b) 6%:----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
c) 5%:----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
d) 4,5%:-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
e) 4,0%:-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
f) 3,5%:--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
20. Eduardo, membro da equipe do Grupo Educacional Concurseirosnota10, informou que da verba destinada ao
Poder Legislativo, a parte destinada a folha pagamento, incluindo os dos vereadores não ultrapassará:-----------
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
21. O Poder Executivo repassará a verba do legislativo até o dia:------------------------------------------------------------------
22. Manu , colaboradora do Grupo Educacional Concurseirosnota10, quer saber se o controle externo das contas
do executivo será feita por:--------------------------------------------------------------------------------------------------------------
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
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LEI ORGÂNICA DO MUNICÍPIO DE SANTO ÂNGELO
Atualizada através das Emendas à Lei Orgânica nº 01/1992, 02/1997, 01/2002, 01/2008,
02/2008, 05/2011, 06/2015 e 07/2017.
PREÂMBULO
Nós, vereadores, representantes do povo santo - angelense, invocando a proteção de Deus, reunidos em Câmara
Municipal Constituinte para instituir uma nova ordem juridical na esfera municipal, destinada a contribuir para o pleno
exercício dos direitos sociais e individuais, tendo a liberdade, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade, a segurança
e a justiça como valores supremos no Município, e objetivando implementar meios para estimular a democracia
participativa, com o fim de uma sociedade fraterna que combata as injustiças através de medidas administrativas,
assim como zelar pela guarda desta Lei Orgânica, das leis e das instituições democráticas e a conservação do
patrimônio público, promulgamos a seguinte LEI ORGÂNICA.

Título I
DOS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS
Art. 1º- O Município de Santo Ângelo, parte integrante do Estado do Rio Grande do Sul e da República Federativa do
Brasil, organiza-se autônomo em tudo que respeite o interesse local, regendo-se por esta Lei Orgânica e as demais leis
que adotar, e respeitando os princípios estabelecidos nas Constituições Federal e Estadual.

Parágrafo único: Todo o Poder do Município emana do povo de Santo Ângelo, que o exerce por meio dos representantes
eleitos ou diretamente, nos termos desta Lei Orgânica.

Art. 2º- São Poderes do Município, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo e o Executivo.
§ 1º- É vedada a delegação de atribuições entre Poderes.
§ 2º- O cidadão investido na função de um deles, não pode exercer a de outro.

Art. 3º- É mantido o atual território do Município, cujos limites só podem ser alterados nos termos da legislação estadual.

Art. 4º- Os símbolos do Município são os atualmente existentes e outros que vierem a ser fixados por lei.

Art. 5º- A autonomia política, administrativa e financeira do Município, se expressa:


I - pela eleição direta do Prefeito, do Vice-Prefeito e Vereadores, que compõem os Poderes Executivo e Legislativo
Municipal, respectivamente;
II - pela administração própria, no que respeite o seu interesse local.
III - pela instituição, arrecadação e aplicação de seus recursos.

Art. 6º- Constituem objetivos fundamentais do Município, contribuir para:


I - constituir uma sociedade livre, justa, democrática e solidária;
II - promover o desenvolvimento do Município e o bem comum de todos os munícipes;
III - erradicar o analfabetismo, a pobreza, a marginalização e combater a desigualdade social.

Título II
DA ORGANIZAÇÃO DO MUNICÍPIO
Capítulo I
DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
Seção I
DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 7º- A Administração do Município reger-se-á pelos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade,
eficiência e participação popular nas decisões.”

“Parágrafo único: É lícito a qualquer cidadão obter informações e certidões sobre assuntos referentes à administração
pública municipal.

Art. 8º- Todas as medidas do Poder Público Municipal de grande repercussão na comunidade devem ser discutidas com
as entidades representativas do Município, nas questões que digam respeito diretamente à categoria que representam,
antes de colocadas em prática.

Art. 8º (a) – À administração pública direta ou indireta, é vedada a contratação de empresas que façam uso do trabalho
infantil ou adotem práticas discriminatórias na admissão de mão-de-obra, ou que veiculem propaganda discriminatória.
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Seção II
DA COMPETÊNCIA
Art. 9º- Compete ao Município, no exercício de sua autonomia:
I - organizar-se administrativamente, observadas as legislações federal e estadual;
II - aprovar suas leis, expedir decretos e atos relativos ao interesse local;
III - administrar seus bens, adquiri-los, aliená-los, aceitar doações, legados e heranças e dispor de sua aplicação;
IV - desapropriar, por necessidade ou utilidade pública, ou por interesse social, nos casos previstos em lei;
V - conceder e permitir os serviços públicos locais e os que lhe sejam concernentes;
VI - organizar os quadros e estabelecer o regime jurídico único de seus servidores, através de lei;
VII - elaborar o Plano de Desenvolvimento Urbano, estabelecendo as normas de edificação, loteamento e zoneamento,
bem como diretrizes urbanísticas convenientes à ordenação de seu território;
VIII - estabelecer normas de prevenção e controle de ruídos, da poluição do meio ambiente, o espaço aéreo e das
águas;
IX - conceder e permitir os serviços de transportes coletivos, táxis e outros, fixando suas tarifas, itinerários, pontos de
estacionamentos e paradas;
X - regulamentar a utilização dos logradouros públicos e sinalizar as faixas de rolamento e zonas de silêncio;
XI - regulamentar e fiscalizar a instalação e funcionamento dos elevadores;
XII - disciplinar os serviços de carga e descarga e a fixação da tonelagem máxima permitida;
XIII - estabelecer as servidões administrativas necessárias à realização de seus serviços;
XIV - disciplinar a limpeza dos logradouros públicos e a remoção do lixo domiciliar;
XV - dispor sobre a prevenção de incêndio;
XVI - licenciar estabelecimentos industriais, comerciais, de prestação de serviços e outros, assim como cassar os
alvarás de licença dos que se tornarem danosos à saúde, à higiene, ao bem-estar público e aos bons costumes;
XVII - fixar os feriados municipais e os horários de funcionamento dos estabelecimentos comerciais, industriais, de
prestação de serviços e outros;
XVIII – legislar sobre o serviço funerário e cemitérios, inclusive fiscalizando os pertences a entidades particulares;
XIX - interditar edificações em ruínas ou em condições de insalubridade e fazer demolir construções que ameacem a
segurança coletiva;
XX – regulamentar a fixação de cartazes, anúncios, emblemas e quaisquer outros meios de publicidade e propaganda;
XXI - regulamentar e fiscalizar as competições esportivas, os estádios, ginásios e demais locais destinados à prática
esportiva e os locais de espetáculos e diversões públicas;
XXII - legislar sobre a apreensão e depósito de semoventes, mercadorias e móveis em geral, no caso de transgressão
de leis e demais atos municipais, bem como sobre a forma e condições de venda das coisas apreendidas;
XXIII - legislar sobre serviços públicos, e regulamentar os processos de instalação, distribuição e consumo de água,
gás, luz e energia elétrica e todos os demais serviços de caráter e uso coletivo.

Art. 10- O Município pode celebrar convênio com a União, O Estado e Municípios, mediante autorização da Câmara
Municipal, para a execução de suas leis, serviços e decisões, bem como para executar encargos análogos dessas
esferas.
§ 1º- Os convênios podem visar à realização de obras ou à exploração de serviços públicos de interesse comum.
§ 2º- Pode, ainda, o Município, através de convênios ou consórcios com outros municípios da mesma comunidade sócio-
econômica, criar entidades intermunicipais à realização de obras, atividades ou serviços específicos de interesse
comum, devendo os mesmos ser aprovados por leis dos municípios que deles participem.
§ 3º- É permitido delegar, entre o Estado e o Município, também por convênio, os serviços de competência concorrente,
assegurados os recursos necessários.

ART. 11- COMPETE, AINDA, AO MUNICÍPIO, CONCORRENTEMENTE COM A UNIÃO OU ESTADO, OU SUPLETIVAMENTE ENTRE ELES:
 I - zelar pela saúde, higiene, segurança e assistência pública;
 II - promover o ensino, a educação e a cultura;
 III - estimular o melhor aproveitamento da terra, promovendo as defesas contra as formas de exaustão do solo;
 IV - abrir e conservar estradas e caminhos e determinar a execução de serviços públicos;
 V - promover a defesa sanitária vegetal e animal e a extinção dos insetos e animais daninhos;
 VI - impedir a evasão, a destruição e a descaracterização dos documentos, obras e outros bens de valor
histórico, artístico e cultural;
 VII - amparar a maternidade, a infância e os desvalidos, coordenando e orientando os serviços no âmbito do
Município;
 VIII - estimular a educação e a prática esportiva;
 IX - proteger a juventude contra toda a exploração, assim como contra fatores que possam conduzi-la ao
abandono físico, moral e intelectual;
 X - tomar medidas necessárias para restringir a mortalidade infantil, bem como medidas que impeçam a
propagação de doenças transmissíveis;
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 XI - incentivar o comércio, a indústria, a agricultura, o turismo e outras fontes que visem ao desenvolvimento
econômico;
 XII - fiscalizar a produção, a conservação, o comércio e o transporte dos gêneros alimentícios destinados ao
abastecimento público;
 XIII - regulamentar e exercer as atribuições não vedadas pelas Constituições Federal e Estadual;
 XIV - manter cursos profissionalizantes abertos à comunidade em geral e complementar o ensino público com
programas permanentes e gratuitos, com material didático, transporte, alimentação e assistência à saúde.

ART. 12- AO MUNICÍPIO É VEDADO:


I - instituir ou majorar tributos sem que a lei estabeleça;
II - instituir impostos sobre:
a) o patrimônio, a renda e os serviços da União, dos Estados e do Município;
b) os templos de qualquer culto;
c) o patrimônio, a renda e os serviços dos partidos políticos e de instituições de educação ou de
assistência social;
d) livros, jornais e periódicos, assim como o papel destinado à sua impressão;
III - realizar operações ou acordos e contrair empréstimos externos, de qualquer natureza, sem prévia manifestação da
Assembleia Legislativa do Estado e autorização prévia do Senado Federal, ao qual, para tanto, a Assembleia
Legislativa remeterá as respectivas propostas com sua manifestação a respeito;
IV - estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o exercício, ou manter com eles ou seus
representantes, relação de aliança ou dependência de caráter estritamente confessional;
V - utilizar ou permitir que seja utilizado, para propaganda político-partidária ou para fins estranhos à administração,
qualquer dos bens previstos na legislação eleitoral;
VI - criar distinções entre brasileiros ou preferências em favor de qualquer pessoa de direito público interno;
VII - recusar fé aos documentos públicos;
VIII - praticar discriminação de qualquer natureza, em solenidades oficiais do Município;

Parágrafo único: O disposto na alínea “a”, do inciso II deste artigo é extensivo às autarquias, no que se refere ao
patrimônio, à renda e aos serviços vinculados às suas finalidades essenciais ou delas decorrentes; mas, não se estende
aos serviços públicos concedidos, nem exonera o promitente comprador da obrigação de pagar impostos que incidam
sobre imóvel objeto de promessa de compra e venda.

Seção III
DOS SERVIDORES PÚBLICOS
Art. 13- O Município instituirá Conselho de Política Administrativa e remuneração de pessoal,
integrada por servidores efetivos designados pelos Poderes Executivo e Legislativo.

Parágrafo Único. As medidas administrativas e legislativas referentes à política de administração e


remuneração de pessoal serão antecedidas de parecer do Conselho de que trata o presente artigo.

ART. 14- É VEDADA:


I - a participação de servidores no produto de arrecadação de tributos e multas, inclusive na dívida ativa;
II - a acumulação remunerada de cargos públicos, exceto quando houver compatibilidade de horário e compreender:
a) dois cargos de professor;
b) um cargo de professor com outro técnico ou científico;
c) dois cargos privativos de médicos.

Art. 15- O Município responde pelos danos que seus servidores, no exercício de suas funções, venham a causar a
terceiros.

Parágrafo único: Cabe ao Município ação regressiva contra o servidor responsável, em caso de culpa ou dolo.

Art. 16- O servidor municipal, para exercer mandato de Prefeito, deverá afastar-se do cargo ou função, podendo optar
pela remuneração do Prefeito, sem prejuízo da percepção da verba de representação que lhe for atribuída.

Art. 17- Investido no mandato de vereador e havendo compatibilidade de horário, o servidor público municipal, da
administração direta ou indireta, pode exercer tanto a vereança com o respectivo cargo, função ou emprego, percebendo
cumulativamente, os respectivos vencimentos.

Parágrafo único: Havendo incompatibilidade de horário, o vereador que for servidor do Município afastar-se-á do cargo,
função ou emprego. 106
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Art. 18- O Município poderá estabelecer, por lei ou convênio, o regime previdenciário de seus servidores não sujeitos à
legislação trabalhista.

Parágrafo único: No caso do regime previdenciário do Município ser estabelecido por convênio, a respectiva contribuição
será autorizada por lei.

Art. 19 - Os concursos públicos na esfera municipal deverão ser convocados com antecedência mínima de trinta dias,
com ampla publicidade nos meios de comunicação local.

Parágrafo único: São estáveis após três anos de efetivo exercício os servidores nomeados para cargo de provimento
efetivo em virtude de concurso público, somente perdendo tal condição nos termos previstos na Constituição
Federal e lei complementar respectiva.

Art. 20 - A remuneração e os subsídios dos ocupantes de cargos, funções e empregos públicos da administração direta,
autarquias e fundacional, dos detentores de mandato eletivo e os proventos, pensão ou outra espécie remuneratória,
percebidos cumulativamente ou não, incluídas vantagens pessoais de qualquer natureza, não poderão exceder o
subsídio mensal, em espécie, dos Ministros do Supremo Tribunal Federal.

Art. 21- Nenhuma pessoa poderá receber remuneração, a qualquer título, dos cofres públicos municipais, sem que esteja
no efetivo exercício da atividade, excetuando-se os casos de aposentadoria, licença-prêmio, férias, auxílio- doença e
cedência, devendo, no caso desta última, o Poder Executivo comunicar ao Poder Legislativo, no prazo de quinze dias
após o ato de cedência.

Art. 22- O pagamento da remuneração dos servidores municipais deverá ser feito até o último dia útil do mês à
que corresponde.

Parágrafo único: É vedado, sob pena de responsabilidade do Prefeito e do Presidente da Câmara, observadas as
competências de cada um, o pagamento da remuneração, mesmo que em parte, do Prefeito, Secretários e Vereadores,
sem que antes seja paga a dos servidores.

Art. 23 – O servidor municipal terá gozo de férias anuais remuneradas com, pelo menos um terço a mais do que a
remuneração normal e o seu pagamento antecipado.

Art. 24- É garantido aos servidores públicos do Município, o Padrão de Referência Municipal, incidente sobre os
coeficientes relativos aos respectivos cargos, de valor equiparado ao salário mínimo fixado pela União aos
trabalhadores urbanos e rurais. (Artigo declarado inconstitucional pelo Processo nº 70005495015 – TJ/RS)

Art. 25 - Suprimido

Art. 26 - O Município deverá indenizar integralmente as despesas necessárias de seus servidores, efetuadas em função
do deslocamento, quando estiverem prestando serviços fora de sua sede.

Art. 27- Decorridos trinta dias da data em que tiver sido protocolado o requerimento de aposentadoria, o servidor público
municipal será considerado em licença especial, podendo se afastar do serviço, salvo se antes tiver sido cientificado do
indeferimento do pedido.

Parágrafo único: O valor da função gratificada ou da gratificação de direção de escola incorporada aos cinco anos de
exercício, integram o cálculo do provento da aposentadoria, perfazendo remuneração.

Art. 28- O servidor público municipal processado civil ou criminalmente, em razão de ato praticado no exercício regular
de suas funções, terá direito à assistência judiciária pelo Município.

Art. 29- É assegurado ao servidor o direito à licença para o desempenho de mandato em confederação, federação ou
sindicato representativo da categoria, sem prejuízo da remuneração.

Parágrafo único: a licença terá a duração igual a do mandato, podendo ser prorrogada no caso de reeleição.

Art. 30- É assegurada a estabilidade provisória do servidor municipal eleito para o cargo de direção de comissões
internas de prevenção de acidentes, desde o registro de sua candidatura até um ano após o final de seu mandato.

Art. 31- O Município deverá fornecer auxílio-transporte ao servidor municipal, correspondente ao seu deslocamento para
o trabalho, nos termos da legislação federal vigente. 107
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Art. 32- Fica assegurado aos servidores dos Poderes Executivo e Legislativo do Município o benefício de pensão por
morte aos seus dependentes, em valor equivalente ao vencimento que o servidor percebia na atividade, sendo seu
reajuste nos mesmos percentuais atribuídos aos servidores da ativa.

Art. 33- Suprimido.

Art. 34- Não serão registrados pela administração dados dos servidores municipais referentes às suas convicções
políticas, filosóficas ou religiosas e as que digam respeitoà vida privada e a intimidade pessoal do servidor, à filiação
partidária e syndical, salvo quando se tartar de processamento estatístico e não individualizado.

Parágrafo único: Será assegurado aos servidores municipais o direito administrativo de acesso às informações,
retificações ou supressão dos dados referents à sua pessoa, relacionados neste artigo.

Art. 35- Ao servidor público municipal adotante fica estendido os direitos que assistem aos pais naturais, na forma
regulada em lei.

Art. 36 – O disposto nesta Seção se aplica aos servidores dos Poderes Executivo e Legislativo.

Art. 36 (a) - É garantida aos Servidores Públicos Municipais a revisão geral anual da remuneração, na mesma data e
sem distinção de índices.

Art. 36 (b) - O Município, mediante sistema de caráter contributivo manterá regime de assistência e previdências de seus
servidores e dependentes.

Seção IV
DOS BENS MUNICIPAIS
Art. 37 - Os bens do Município compreendem todas as coisas imóveis, móveis e semoventes, direitos
e ações que a qualquer título lhe pertençam.

Art. 38 - Cabe ao Prefeito Municipal administrar os bens municipais, respeitada a competência da


Câmara Municipal quanto àqueles empregados em seu serviço.

Art. 39 - A alienação de bens municipais, subordinada à existência de interesse público devidamente


justificado, será precedida de avaliação e, quando imóveis, dependerá de autorização legislativa e
concorrência pública, dispensada esta nos casos de doação ou permuta.
§ 1º- O Município, preferentemente à venda ou doação de seus bens, outorgará o direito real de concessão de uso,
mediante prévia autorização legislativa e concorrência pública. A concorrência poderá ser dispensada por lei, quando o
uso se destina à concessionária de serviços públicos, a entidades assistenciais ou quando houver relevante interesse
público.
§ 2º- A venda aos proprietários de imóveis lindeiros de área urbana remanescente e inaproveitável para edificação,
resultante de obras públicas, dependerá de prévia avaliação e autorização legislativa, dispensada, porém, a licitação. As
áreas resultantes de alienamento serão alienadas nas mesmas condições, quer sejam aproveitáveis ou não.

Art. 40 - A aquisição de bens imóveis por compra ou permuta dependerá de prévia avaliação e autorização legislativa.

Art. 41 – O uso de bens municipais por terceiros poderá ser feito mediante comissão ou permissão, conforme o interesse
public.
§ 1º- A concessão de uso dependerá de lei e concorrência pública e far-se-á mediante contrato, sob pena de nulidade do
ato.
§ 2º - A permissão de uso sera feita a título precário, por ato unilateral do Prefeito, cuja decisão deve ser comunicada
pelo Poder Executivo do Poder Legislativo, no prazo de 15 (quinze) dias.

Art. 42- Todos os bens municipais deverão ser cadastrados com identificação específica, numerando-se os móveis
segundo o que for estabelecido em regulamento.

Art. 43 - É vedado o exercício de atividades permanentes em bem público municipal por pessoa física não empregada do
Município, exceto aquela desenvolvida através de convênio ou concessão a qualquer título, mediante autorização do
Poder Legislativo.
Seção V
DOS ATOS MUNICIPAIS
Art. 44 - Os atos municipais são legislativos e administrativos e sua publicação é obrigatória sempre que criem,
modifiquem, extingam ou restrinjam direitos. 108
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Art. 45 - A obrigatoriedade da publicação se aplica:
I - às leis, decretos legislativos, resoluções;
II - aos decretos;
III - aos balancetes e balanços;
IV - aos atos normativos externos em geral;
V - às prestações de contas de auxílios concedidos pelo Estado.

Art. 46 - A publicação das Leis e atos municipais far- se-á em circulação local ou em diário oficial, conforme dispuser a
legislação. (Alterado pela Emenda à Lei Orgânica nº 07/2017, de 06 de novembro de 2017)

Art. 47 - A Prefeitura e a Câmara Municipal devem fornecer, quando solicitada, no prazo máximo de dez dias, a qualquer
interessado, certidão de atos administrativos enunciativos, sob pena de responsabilidade de autoridade ou servidor que
negar ou retardar sua expedição. No mesmo prazo, deverão atender às requisições judiciais, se outro não for fixado em
lei ou pelo juiz.

Parágrafo único: A certidão relativa ao exercício do cargo de Prefeito será fornecida pelo Presidente da Câmara, sob
pena de responsabilidade.

Seção VI
DAS OBRAS E SERVIÇOS MUNICIPAIS
Art. 48 - A execução das obras públicas municipais deverá ser precedida de projeto elaborado segundo as normas
técnicas adequadas.

Art. 49 - As concessões a terceiros, de execução de serviços públicos, serão feitas mediante contrato, após prévia
licitação.

Art. 50 - As permissões a terceiros, para execução de serviços públicos, serão sempre outorgadas a título precário,
mediante decreto.

Art. 51 - Serão nulas de pleno direito as concessões e as permissões realizadas em desacordo com o estabelecido em
lei.

§ 1º- Os serviços concedidos ou permitidos ficarão sempre sujeitos à regulamentação e fiscalização do Município,
incumbindo, aos que os executem, sua permanente atualização e adequação às necessidades dos usuários.

§ 2º- O Município poderá retomar, sem indenização, serviços concedidos ou permitidos, desde que executados em
desconformidade com o contrato ou ato permissivo, bem como aqueles que se revelem insuficientes para o atendimento
dos usuários.

Título III
DA ORGANIZAÇÃO DOS PODERES
Capítulo I
DO PODER LEGISLATIVO
Seção I
DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 52 – O Poder Legislativo é exercido pela Câmara Municipal, composta de quinze vereadores. (Alterado pela Emenda
à Lei Orgânica nº 05/2011, de 21 de junho de 2011)

Art. 53 - A Mesa Diretora da Câmara Municipal terá mandato de um ano, impedida a reeleição para o mesmo cargo.

Parágrafo Único: A Mesa Diretora, exceto a primeira de cada legislatura, será eleita na última Sessão Ordinária de cada
ano, sendo que os efeitos legais da eleição e posse nos cargos, dar-se-ão a partir de primeiro de janeiro do ano
subsequente.

Art. 54 - (Revogado pela Emenda à Lei Orgânica nº 06/2015, de 24 de novembro de 2015)

Parágrafo único - (Revogado pela Emenda à Lei Orgânica nº 06/2015, de 24 de novembro de 2015)

Seção II
DAS ATRIBUIÇÕES
Art. 55 - Compete, privativamente, à Câmara Municipal:
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I - eleger sua Mesa Diretora e destituí-la na forma legal;
II - dispor sobre a organização de sua Secretaria, elaborar o regimento respectivo e nomear seus servidores;
III - dar posse ao Prefeito e ao Vice-Prefeito e conhecer de sua renúncia;
IV - conceder licença ao Prefeito e ao Vice-Prefeito, para afastamento dos respectivos cargos, quando a ausência
exceder a quinze dias;
V - julgar o Prefeito e os Vereadores por infrações legais e cassar ou declarar extintos seus mandatos;
VI - autorizar, por dois terços de seus membros, abertura de processo contra o Prefeito e o Vice-Prefeito e proceder na
tomada de contas sessenta dias após a abertura da sessão legislativa;
VII - autorizar o Prefeito a contrair empréstimos, regulando-lhe a condição e a aplicação;
VIII - autorizar o Município a firmar convênios;
IX - exercer a fiscalização financeira e orçamentária do Município, com o auxílio do Tribunal de Contas do Estado,
tomando e julgando as contas da Prefeitura.
X - criar comissão parlamentar de inquérito, mediante requerimento de um terço de seus membros, para apuração de
fato determinado e por prazo certo, sendo suas conclusões, se for o caso, encaminhadas ao Ministério Público, para
que promova a responsabilidade civil ou criminal dos infratores;
XI - mudar sua sede, em definitivo, para onde for transferida a sede do município;
XII - sustar os atos normativos do Poder Executivo que exorbitem do poder regulamentar ou dos limites de delegação
legislativa, através de decreto legislativo;
XIII - conceder título de cidadão honorário a pessoas que tenham prestados relevantes serviços ao Município, mediante
decreto legislativo aprovado por, no mínimo, dois terços de seus membros;
XIV - deliberar, mediante resolução, sobre assuntos de ordem interna e nos casos de sua competência externa, por
meio de decreto legislativo;
XV - elaborar seu Regimento Interno, aprovado por maioria absoluta dos vereadores;
XVI - elaborar leis e resoluções de sua competência exclusiva, assim como deliberar sobre requerimentos, indicações e
moções;
XVII - decidir sobre os vetos do Prefeito;
XVIII - zelar pelo fiel cumprimento das leis internas;
XIX - Suprimido.
XX - fixar por Lei, os subsídios do Prefeito, Vice-Prefeito e dos Secretários Municipais, observado o que dispõe os
artigos 37, XI, 39, §4º, 150, II, 153, III, §2º, I, em cada legislatura para a subsequente em data anterior à realização das
eleições para os respectivos cargos.
XXI - fixar por lei os subsídios dos vereadores em cada legislatura para a subsequente em data anterior à realização
das eleições para o respectivo cargo.

Art. 56 - Compete, ainda, à Câmara Municipal:


I- propor medidas que complementem as leis federais e estaduais, especialmente no que diz respeito:
a) ao cuidado com a saúde, a assistência pública, a proteção e garantia às pessoas portadoras de deficiência;
b) a proteção, à evasão, à destruição e à descaracterização dos documentos, obras e outros bens de valor histórico,
artístico e cultural;
c) a abertura de meios de acesso à cultura, à educação e à ciência;
d) a proteção ao meio ambiente e ao combate à poluição;
e) o incentivo à indústria e ao comércio;
f) a criação de distritos industriais;
g) o fomento da produção agropecuária e organização do abastecimento alimentar;
h) a promoção de programas de construção de moradias, melhorando as condições habitacionais e de saneamento
básico;
i) o combate às causas da pobreza e aos fatores de marginalização, promovendo a integração social dos setores
desfavorecidos;
j) o registro, acompanhamento e fiscalização das concessões de pesquisa e exploração de recursos hídricos e minerais
de seu território;
k) o estabelecimento e implantação de política de educação para a segurança do trânsito;
l) a cooperação, com a União e o Estado, tendo em vista o equilíbrio do desenvolvimento e do bem-estar.

Art. 57 - A Câmara Municipal, ou qualquer uma de suas Comissões, poderá convocar Secretários Municipais para
prestar, pessoalmente, informações sobre assuntos previamente determinados, importando crime de responsabilidade a
ausência sem justificação adequada.

Parágrafo único: A convocação, a que se refere o caput deste artigo, deve ser encaminhada ao Prefeito Municipal, com
antecedência mínima de quarenta e oito horas da reunião à que deverá comparecer o secretário.

Art. 57 (a) - O total da despesa com a remuneração dos vereadores não poderá ultrapassar o montante de cinco por
cento da receita do Município.
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Art. 57 (b) - O total das despesas da Câmara Municipal, incluídos os subsídios dos vereadores e excluídos os gastos
com inativos, não poderá ultrapassar o percentual disposto no art. 29 - A da Constituição Federal, relativos ao somatório
da receita tributária e das transferências previstas no § 5º do art. 153 e 159, efetivamente realizado no exercício anterior.

Seção III
DOS VEREADORES
Art. 58 - No primeiro ano de cada legislatura, no dia 01 de janeiro, em sessão solene de instalação, independente do
número presente, sob a presidência do Vereador mais votado dentre os presentes, os Vereadores prestarão
compromisso e tomarão posse.
§ 1º- O Vereador que não tomar posse na sessão prevista neste artigo, deverá fazê-lo no prazo de quinze dias, salvo
motivo justo aceito pela Câmara.
§ 2º No ato da posse, os Vereadores deverão desincompstibilizar-se. Na mesma ocasião, anualmente e ao término do
mandato, deverão fazer declaração de seus bens, a qual sera transcrita em livro próprio, constando de ata o seu resumo.

Art. 59 - Os Vereadores são invioláveis por suas opiniões, palavras e voto no exercício do mandato e na circunscrição do
Município.

Parágrafo único: Os vereadores têm livre acesso aos órgãos da administração direta e indireta do Município, mesmo
sem prévio aviso, sendo-lhes devidas todas as informações necessárias.

Art. 60 - É vedado ao Vereador:


I - desde a expedição do diploma:
a) firmar ou manter contrato com a administração pública municipal, autarquia, empresa pública,
sociedade de economia mista ou empresa concessionária de serviço público, salvo quando o
contrato obedecer a cláusulas uniformes;
b) aceitar ou exercer cargo, função ou emprego remunerado, inclusive os de que sejam demissíveis
“ad-nutum”, nas entidades constantes da alínea anterior;
II - desde a posse:
a) ser proprietário, controlador ou diretor de empresas beneficiadas com privilégios, isenção ou favor, em virtude de
contrato com a administração pública municipal, ou nela exercer função remunerada;
b) patrocinar causa em que seja interessada qualquer das entidades à que se refere o inciso I,”a”.
c) ocupar ou exercer cargo, função de que sejam demissíveis “ad nutum”, nas entidades referidas no inciso I,“a”;
d) ser titular de mais de um cargo ou mandato público eletivo.

Parágrafo único: proibições e incompatibilidades, no exercício da vereança, são similares, no que couber, ao disposto na
Constituição Federal e Estadual, para os membros do Congresso Nacional e da Assembleia Legislativa.

Art. 61 - Sujeita-se à perda do mandato o Vereador que:


I - utilizar-se do mandato para a prática de atos de corrupção, de improbidade administrativa ou atentatória às
instituições vigentes;
II - proceder de modo incompatível com a dignidade da Câmara ou faltar com o decoro a esta em sua conduta pública;
III - fixar residência fora do Município.
IV - deixar de comparecer em cada sessão legislativa, à terça parte das sessões ordinária da Câmara Municipal, salvo
licença ou missão por esta autorizada;
V - que perder ou tiver suspensos os direitos políticos
VI - quando o decretar a Justiça Eleitoral.
VII - quando infringir qualquer das proibições estabelecidas no art. 60 desta Lei Orgânica.

Parágrafo único: É assegurado amplo direito de defesa ao vereador enquadrado em qualquer dos casos deste artigo. O
rito processual será objeto de normas regimentais, observadas as disposições legais.

Art. 62 - O Vereador investido no cargo de Secretário Municipal não perde o mandato, desde que se licencie do exercício
da vereança.

Seção IV
DAS SESSÕES
Art. 63 - As Sessões da Câmara Municipal serão públicas e realizar-se-ão em horário a ser determinado pelo Regimento
Interno, garantida a transmissão pelo Rádio.

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Parágrafo único: Para fins do disposto neste artigo, a Mesa da Câmara realizará anualmente, sob pena de destituição,
licitação pública, que levará em consideração o alcance, a potência e abrangência da emissora na comunidade e o
preço.

Art. 64 - Fica instituída a tribuna popular nas sessões ordinárias da Câmara Municipal, para uso pelas entidades
representativas do Município.
§ 1º- O número de entidades a usar da tribuna popular, por sessão, é de uma, ou excepcionalmente duas, com tempo de
até dez minutos cada uma.
§ 2º- Para ter direito ao uso da tribuna popular, deverá a entidade enviar ofício à Mesa da Câmara até vinte e quatro
horas antes da sessão à que disser respeito, ou em prazo menor, com aprovação do plenário do Poder Legislativo.

Art. 65 - É assegurada a participação de servidores públicos municipais, por sua entidade sindical, nas sessões da
Câmara de Vereadores em que seus interesses profissionais e previdenciários sejam objeto de discussão e deliberação.

Parágrafo único: Os representantes da categoria mencionada neste artigo terão, nos termos do Regimento Interno da
Câmara, vez e voz para expressar suas razões.

Seção V
DO PROCESSO LEGISLATIVO

Art. 66 - A iniciativa legislativa será exercida pelo Chefe do Poder Executivo, Vereadores no exercício de mandato,
proposições apresentadas por cinco por cento dos eleitores ou cinco entidades representativas da comunidade, com
sede no Município há pelo menos um ano.
§ 1º- Para fins do disposto neste artigo, serão consideradas entidades representativas da comunidade aquelas que,
constituídas em forma de associações, alistarem-se perante a Câmara Municipal, com personalidade jurídica
reconhecida em lei e, pelo menos, um ano de existência na sede do Município.
§ 2º- Ao apresentar a proposição, os subscritos indicarão a pessoa que fará a defesa da mesma junto à Câmara, com
direito ao uso da palavra em defesa da matéria, no mesmo tempo destinado ao Vereador.
§ 3º- A Câmara deverá informar com antecedência mínima de dez dias a data em que a proposição irá à votação, que
será realizada no prazo máximo de sessenta dias de sua apresentação junto ao Legislativo.

Art. 67 - Aprovado o projeto de lei na forma regimental, será ele enviado ao Prefeito que, no prazo de quinze dias úteis
contados da data do recebimento, deverá sancioná-lo, ou então vetá-lo, se o considerar inconstitucional, contrário à lei
ou ao interesse público.
§ 1º- O veto, obrigatoriamente justificado, poderá ser total ou parcial, devendo, neste caso, abranger o texto integral de
artigo, parágrafo, inciso ou alínea.
§ 2º- Decorrido o prazo sem manifestação do Prefeito, considerar-se-á sancionado o projeto aprovado pela Câmara de
Vereadores, cabendo ao mesmo promulgá-lo em quarenta e oito horas, sendo que se não o fizer, caberá ao Presidente
do Poder Legislativo fazê-lo em igual prazo.
§ 3º- A apreciação do veto pelo Legislativo deverá ser feita dentro de trinta dias a contar de seu recebimento, em uma só
discussão e votação, com parecer da comissão competente, só podendo ser rejeitado pelo voto da maioria absoluta dos
vereadores.
§ 4º- Esgotado sem deliberação o prazo estabelecido no parágrafo terceiro, o veto será colocado na ordem do dia da
sessão imediata, sobrestadas as demais proposições, até a sua votação final.
§ 5º- Havendo veto parcial ao projeto de lei e ele abranger mais de um artigo, parágrafo, inciso ou alínea, a apreciação
far-se-á por artigo, parágrafo, inciso ou alínea.
§ 6 - Havendo verto parcial ao projeto de lei e ele abranger mais de uma emenda, o veto deverá ser por emenda o
mesmo acontecendo com a Câmara, que apreciá-lo-á por emenda.
§ 7º- Rejeitado o veto, o projeto será enviado ao Prefeito Municipal para promulgação dentro de quarenta e oito horas,
sendo que se este não o fizer, caberá ao Presidente do Poder Legislativo fazê-lo em igual prazo.
§ 8º- Caso o projeto de lei seja ventado durante o recesso da Câmara, o Prefeito comunicará o veto à Comissão
Representativa e, dependendo da urgência e relevância da matéria poderá convocar extraordinariamente o Poder
Legislativo para apreciá-lo.

Art. 68 - Poderá o Prefeito enviar à Câmara Municipal projetos de lei sobre qualquer matéria, os quais se assim o
solicitar, deverão ser apreciados dentro de trinta dias, a contar do recebimento na Secretaria do Poder Legislativo.
§ 1º- Se o Prefeito julgar urgente a medida, poderá solicitar que a apreciação do projeto se faça em regime de urgência,
dentro do prazo de quinze dias.
§ 2º- Os prazos previstos neste artigo não se aplicam aos projetos de codificação como: estatutos, reorganizações dos
serviços e sistemas de classificação dos servidores e de cargos, assim como não correm nos períodos de recesso do
Poder Legislativo.
§ 3º- Decorridos os prazos previstos neste artigo, sem deliberação da Câmara ou rejeitado o projeto na forma regimental,
o seu Presidente comunicará o fato ao Prefeito, em quarenta e oito horas, sob pena de responsabilidade. 112
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Art. 69 - A matéria constante de proposta de projeto de lei rejeitada não poderá ser objeto de nova proposta na mesma
sessão legislativa.
Art. 70 - A presente Lei Orgânica poderá ser emendada mediante proposta:
I - de um terço, no mínimo, dos membros da Câmara;
II - do Prefeito;
III - de cinco por cento dos eleitores do Município.
§ 1º- Em qualquer dos casos deste artigo, a proposta será discutida e votada pela Câmara em duas sessões, no prazo
de vinte dias, a contar de sua apresentação ou recebimento e havida por aprovada quando obtiver, em ambas as
votações, dois terços dos votos dos membros da Câmara.
§ 2º- O prazo previsto no parágrafo anterior não correrá no período de recesso da Câmara.
§ 3º- A emenda da Lei Orgânica será promulgada pela Mesa da Câmara com o respectivo número em ordem
cronológica.

Seção VI
DA INICIATIVA POPULAR
Art. 71 – Plebiscito é o ato pelo qual a Câmara Municipal, Poder Executivo, entidades
associativas ou eleitores solicitam manifestação popular, convocada na forma da lei, para
que a comunidade decida sobre assunto de seu interesse, atráves de referendo, consulta ou
veto popular.

Art. 72 – Referendo é a prerrogativa conferida ao Chefe do Poder Executivo, às entidades


associativas e aos eleitores, pelo qual estes serão chamados a se manifestar sobre lei
rejeitada pela Câmara ou que tenha sido mantido o veto.
§ 1º- Três quartos das entidades representativas, com sede no município há pelo menos um
ano, ou o Poder Executivo, convocam o referendo através de proposição encaminhada à
Câmara Municipal, acompanhada de assinatura de dez por cento dos eleitores inscritos no âmbito do Município.
§ 2º- Os eleitores convocam o referendo mediante proposição encaminhada à Câmara com vinte por cento das
assinaturas dos mesmos.

Art. 73 - Consulta é o ato pelo qual a Câmara Municipal ou o Poder Executivo convocam os eleitores a se manifestarem
sobre a conveniência ou não da realização de tal evento, obra ou serviço público, que será regulamentada em lei
complementar.

Seção VII
DA COMISSÃO REPRESENTATIVA
Art. 74 - A Comissão Representativa funciona nos períodos de recesso da Câmara e tem as seguintes atribuições:
I - zelar pelas prerrogativas do Poder Legislativo; II - velar pela observância das leis;
III - autorizar o Prefeito a se ausentar do Município, do Estado e do País;
IV - convocar Secretários Municipais ou titulares de órgãos equivalentes, nos termos da Lei Orgânica, para fornecer
informações.

Parágrafo único: As normas relativas ao funcionamento e desempenho das atribuições da Comissão Representativa são
estabelecidas no Regimento Interno da Câmara Municipal.

Art. 75 - A Comissão Representativa é composta de um representante de cada bancada e do Presidente da Câmara e


igual número de suplentes.

Parágrafo Único: A Presidência da Comissão Representativa cabe ao Presidente da Câmara, cuja substituição dar-se-á
na forma regimental.

Art. 76 - A Comissão Representativa deve apresentar à Câmara relatório das medidas por ela tomadas, quando do
reinício dos trabalhos legislativos.

Seção VIII
DA FISCALIZAÇÃO CONTÁBIL, FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA
Art. 77 - A fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial do
Município e das entidades da administração direta e indireta, quanto à legalidade,
legitimidade, economicidade, aplicação das subvenções e renúncia de receitas, será
exercida pela Câmara Municipal, mediante controle externo, e pelo sistema de controle
interno do Poder Executivo.
113
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§ 1º- O controle externo da Câmara Municipal será exercido com o auxílio do Tribunal de Contas do Estado.
§ 2º- O parecer prévio, emitido pelo órgão competente sobre as contas que o Prefeito deve anualmente prestar, só
deixará de prevalecer por decisão de dois terços dos membros da Câmara Municipal.
§ 3º- Prestará contas qualquer pessoa física ou entidade pública que utilize, arrecade, guarde, gerencie ou administre
dinheiro, bens ou valores públicos ou pelos quais o Município responda ou em nome deste assuma obrigações de
natureza pecuniária.

Art. 78 - As contas do Município ficarão, durante sessenta dias, anualmente, à disposição de qualquer contribuinte, para
exame e apreciação, o qual poderá questionar-lhes a legitimidade.

Art. 78 (a) - As contas apresentadas pelo Chefe do Poder Executivo ficarão disponíveis, durante todo o exercício, no
respectivo Poder Legislativo para consulta e apreciação pelos cidadãos e instituições da sociedade. (Declarado
inconstitucional, em parte, pelo Processo nº 70005631098)

Capítulo II
DO PODER EXECUTIVO
Seção I
DO PREFEITO E DO VICE-PREFEITO
Art. 79 - O Poder Executivo é exercido pelo Prefeito, com o auxílio dos Secretários e Assessores.

Art. 80 - O Prefeito e o Vice-Prefeito tomarão posse na sessão solene de instalação da Câmara Municipal, após a posse
dos Vereadores e prestarão o compromisso de manter, defender e cumprir as leis e administrar o Município visando ao
bem geral dos munícipes.

Parágrafo único: Se o Prefeito ou Vice-Prefeito não tomar posse, decorridos dez dias da data fixada, salvo motivo de
força maior, o cargo será declarado vago.

Art. 81- O Vice-Prefeito substituirá o Prefeito em seus impedimentos e ausências e sucedê-lo-á no caso de vaga.

Parágrafo único: Cabe ao Vice-Prefeito, além de outras atribuições que lhe forem conferidas por lei complementar,
auxiliar o Prefeito, sempre que por ele convocado para missões rotineiras e especiais.

Art. 82 - Em caso de impedimento do Prefeito e do Vice - Prefeito, ou vacância dos respectivos cargos, serão
sucessivamente chamados ao exercício na Chefia do Poder Executivo, o Presidente e o Vice - Presidente da Câmara
Municipal.

Parágrafo único: Estará configurada a necessidade da convocação para assumir a chefia do Executivo, através
sucessivamente do Vice-Prefeito, Presidente da Câmara ou seus Vices-Presidentes, quando o titular ou seu
substituto por qualquer motivo estiver ausente do território municipal por período mínimo de três dias. Nada obsta que
a substituição seja promovida em período menor por iniciativa de quem estiver no exercício do cargo de Prefeito.
(Declarado inconstitucional pelo Processo nº 70005631098)

Art. 83 - Vagando os cargos de Prefeito e Vice-Prefeito antes de cumpridos dois terços do mandato do Prefeito, a eleição
para ambos os cargos será feita trinta dias depois da última vaga, pela Câmara Municipal, devendo a escolha recair
entre seus membros titulares.

Seção II
DAS ATRIBUIÇÕES DO PREFEITO
Art. 84 - Compete privativamente ao Prefeito:
I - representar o Município em juízo ou fora dele;
II - nomear e exonerar os secretários municipais, os diretores de autarquias e departamentos,
além de titulares de instituições de que participe o Município;
III - iniciar o processo legislativo das leis de sua competência privativa;
IV - sancionar, promulgar e fazer publicar as leis, bem como expedir decretos e regulamentos
para a sua fiel execução;
V - vetar projetos de lei, total ou parcialmente;
VI - dispor sobre a organização e o funcionamento da administração municipal;
VII - declarar a utilidade ou necessidade pública, ou de interesse social, de bens para fins de
desapropriação ou servidão administrativa.
VIII - expedir atos próprios de sua atividade administrativa;
IX - contratar a prestação de serviços e obras, observando o processo licitatório;
X - planejar e promover a execução dos serviços públicos municipais; 114
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XI - prover os cargos públicos e expedir os demais atos referentes à situação funcional dos servidores;
XII - enviar ao Poder Legislativo o Plano Plurianual de Investimentos - PPI, o projeto de Lei de Diretrizes
Orçamentárias e as Propostas de Orçamento previstas nesta lei;
XIII - prestar, anualmente, ao Poder Legislativo, dentro de sessenta dias após a abertura do ano legislativo, as contas
referentes ao exercício anterior e remetê-las, em igual prazo, ao Tribunal de Contas do Estado;
XIV - prestar à Câmara Municipal, dentro de quinze dias as informações solicitadas, sobre fatos relacionados ao
Poder Executivo e sobre matéria legislativa em tramitação na Câmara, ou sujeita à fiscalização do Poder Legislativo.
XV - colocar à disposição da Câmara Municipal, dentro de quinze dias de sua requisição, as quantias que devem ser
despendidas, de uma só vez, e, até o dia vinte e cinco de cada mês, a parcela correspondente ao duodécimo de sua
dotação orçamentária;
XVI - resolver sobre os requerimentos, reclamações ou representações que lhe forem dirigidos em matéria de
competência do Executivo Municipal;
XVII - aprovar projetos de edificações e planos de loteamento, arruamento e zoneamento urbano ou para fins
urbanos;
XVIII - administrar os bens e as rendas municipais, promover o lançamento, a fiscalização e a arrecadação dos
tributos;
XIX - propor ao Poder Legislativo o arrendamento, o aforamento ou a alienação de bens municipais, bem como a
aquisição de outros.

ART. 85 - COMPETE AO PREFEITO:


 I - convocar extraordinariamente a Câmara Municipal, quando necessário;
 II - solicitar o auxílio da polícia do Estado, para a garantia de cumprimento de seus atos;
 III - propor a divisão administrativa do Município, de acordo com a lei;
 IV - revogar atos administrativos por razões de interesse público e anulá-los por vício de legalidade, observado o
devido processo legal;
 V - oficializar, obedecidas as normas urbanísticas aplicáveis, as vias e logradouros públicos.

Art. 86 - Além dos secretários Municipais, o Prefeito poderá contar com assessores e sub-prefeitos para administrar o
Município, consoante o previsto nesta Lei Orgânica.

Seção III
DAS RESPONSABILIDADES
Art. 87 - Importam responsabilidades, os atos do Prefeito ou do Vice-Prefeito que atentem contra as
Constituições Federal e Estadual e especialmente:
I - o livre exercício dos poderes constituídos; II - o exercício dos direitos individuais, políticos e sociais;
III - a probidade na administração; IV - a Lei Orçamentária Annual V - o cumprimento das leis e das decisões judiciais;
VI - as disposições constantes da presente Lei Orgânica e demais leis aprovadas pelo Poder Legislativo Municipal.

Art. 88 - Aplicam-se aos titulares de autarquias e instituições de que participe o Município, o disposto nesta seção, no
que for compatível.

Seção IV
DOS SUB-PREFEITOS
Art. 89 - Os distritos poderão ter Sub-Prefeito, nomeado pelo Prefeito Municipal, bem como Inspetor de Zona Rural, que
representarão seus distritos junto ao Poder Público Municipal.

Art. 90 - Cabe ao Sub-Prefeito:


I - cumprir e fazer executar de acordo com as instruções recebidas do Prefeito, as leis, resoluções, regulamentos e
demais atos do Prefeito e da Câmara;
II - fiscalizar os serviços distritais;
III - atender reclamações das partes e encaminhá-las ao Prefeito, quando se tratar de matéria estranha às suas
atribuições;
IV - prestar contas ao Prefeito, mensalmente ou quando lhe forem solicitadas, das obras e serviços que vêm sendo
realizados no distrito.

Seção V
DA PROCURADORIA - GERAL DO MUNICÍPIO
Art. 91 - Fica instituída a Procuradoria - Geral do Município, que representa este como advocacia geral, judicial e
extrajudicial, cabendo-lhe nos termos da Lei Complementar que dispuser sobre a sua organização e funcionamento, as
atividades de Consultoria e Assessoria Jurídica do Município.

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Art. 92 - O ingresso na carreira de Procurador Municipal far-se-á mediante concurso público de provas e títulos.
(Suprimido por ADIN parte final)

Título IV
DA TRIBUTAÇÃO, ORÇAMENTO E FINANÇAS
Capítulo I
DOS IMPOSTOS MUNICIPAIS
Art. 93 - Compete ao Município instituir impostos sobre:
I - propriedade predial e territorial urbana;
II - transmissão “inter vivos”, a qualquer título por ato oneroso, de bens imóveis, por natureza ou acessão física, e de
direitos reais sobre imóveis, exceto os de garantia, bem como cessão de direitos à sua aquisição;
III - serviços de qualquer natureza, não compreendidos no art. 155, II, definidos em lei complementar.
IV - serviços de qualquer natureza, não compreendidos no art. 155, I, b, definidos em lei complementar.
§ 1º- sem prejuízo da progressividade no tempo a que se refere o art. 182, § 4º, inciso II, o imposto previsto no inciso I
poderá:
I - ser progressivo em razão do valor do imóvel;
II - ter alíquotas diferentes de acordo com a localização e o uso do imóvel.
§ 2º- O imposto previsto no inciso II:
I - não incide sobre a transmissão de bens ou direitos incorporados ao patrimônio da pessoa jurídica em realização de
capital, nem sobre a transmissão de bens ou direitos decorrentes de fusão, incorporação, cisão ou extinção de pessoa
jurídica, salvo se, nesse caso, a atividade preponderante do adquirente for a compra e venda desses bens ou direitos,
locação de bens imóveis ou arrendamento mercantil;
II - compete ao Município da situação do bem:
§ 3º- Em relação ao imposto previsto no inciso III do caput, cabe à lei complementar:
I - fixar as suas alíquotas máximas;
II - excluir da sua incidência exportações de serviços para o exterior.

Art. 94 - O Imposto Predial e Territorial Urbano deverá ser progressivo para garantir o cumprimento da
função social da propriedade.

Parágrafo único: O Poder Executivo analisará o cadastro municipal dos terrenos urbanos objetivando
reavaliá-los, analisando o valor venal para a tributação prevista no “caput” deste artigo.

Art. 95- Suprimido

Art. 96- Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado ao Município:
I - exigir ou aumentar tributos sem lei que o estabeleça;
II - instituir tratamento desigual entre contribuintes que se encontrem em situação equivalente, proibida
qualquer distinção em razão de ocupação profissional ou função por eles exercidas, independentemente da
denominação jurídica dos rendimentos, títulos ou direitos;
III - cobrar tributos:
a) em relação a fatos geradores ocorridos antes do início da vigência da lei que os houver
instituído ou aumentado;
b) no mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou;
IV - utilizar tributos com efeito de confisco;
V - estabelecer limitações ao tráfego de pessoas ou bens, por meio de tributos, ressalvada a cobrança de
pedágio pela utilização de vias conservadas pelo Poder Público.
VI - instituir impostos sobre:
a) patrimônio, renda ou serviços, uns dos outros;
b) templos de qualquer culto;
c) patrimônio, renda ou serviços dos partidos políticos, inclusive suas fundações, das entidades
sindicais dos trabalhadores, das instituições de educação e de assistência social, sem fins
lucrativos, atendidos os requisitos de lei;
d) livros, jornais, periódicos e o papel destinado a sua impressão.

§ 1º - As vedações expressas no inciso VI, alíneas “b” e “c” compreende somente o patrimônio, a renda e os
serviços relacionados com as finalidades essenciais das entidades nelas mencionadas.
§ 2º - A lei determinará medidas para que os consumidores sejam esclarecidos acerca
dos impostos instituídos.
§ 3º - Qualquer subsídio ou isenção, redução de base de cálculo, concessão de crédito presumido, anistia ou
remissão, relativos a impostos, taxas ou contribuições, só poderá ser concedido mediante lei específica
municipal, que regule exclusivamente as matérias acima enumeradas ou correspondente tributo ou contribuição.116
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Capítulo II
DO ORÇAMENTO E DAS FINANÇAS
Art. 97- A distribuição de recursos públicos assegurará prioridade ao atendimento das
necessidades sociais, destinando recursos, prioritariamente, para programas
de interesse social nas áreas de habitação às famílias de baixa renda, saúde e
saneamento básico, educação, infra-estrutura urbana e assistência social.

Art. 98- As disponibilidades de caixa do Município e das entidades da


administração indireta serão depositadas em instituições financeiras oficiais do Estado,
exceto quando as instituições financeiras privadas oferecerem melhor rendimento, ressalvados os
casos previstos em leis federais e estaduais.

Art. 99- Os projetos de lei sobre o Plano Plurianual de Investimentos-PPI, a Lei de Diretrizes Orçamentárias-LDO e
a Lei Orçamentária Anual-LOA, serão enviados pelo Prefeito ao Poder Legislativo nos seguintes prazos: (Artigo
alterado pela Emenda n° 02, de 16 de junho de 1997)
I - o projeto de lei do Plano Plurianual de Investimento, até 30 de junho do primeiro ano do mandato do Prefeito;
II - os projetos de Lei das Diretrizes Orçamentárias, anualmente,até 30 de agosto;
III - os projetos de Lei Orçamentária Anual, até 30 de outubro de cada ano;

Art. 100- Os projetos de leis de que trata o artigo anterior, após a apreciação pelo Poder Legislativo,
deverão ser encaminhados para sanção nos seguintes prazos: (Artigo alterado pela Emenda n° 02, de 16 de
junho de 1997)
I - o projeto de lei do Plano Plurianual de Investimento, até 15 de agosto do primeiro ano do mandato do
Prefeito;
II - os projetos de Lei das Diretrizes Orçamentárias, até 15 de outubro de cada ano;
III - os projetos de Lei Orçamentária Anual, até 30 de dezembro de cada ano;

Parágrafo único: Para cumprimento dos prazos estabelecidos no presente artigo serão sobrestadas todas as
demais matérias em apreciação.

Art. 101- São vedados:


 I - o início de programas ou projetos não incluídos na lei orçamentária anual:
 II - a abertura de crédito suplementar ou especial, sem prévia autorização legislativa e sem indicação dos
recursos correspondentes;
 III - a realização de despesas ou assunção de obrigações diretas que excedam os créditos
orçamentários ou adicionais;
 IV - a destinação de verbas públicas, a qualquer título, para a manutenção de fundos especiais que
visem à concessão de aposentadoria ou outros benefícios previdenciários aos agentes políticos dos
Poderes Executivo e Legislativo.

Art. 102- Quando da elaboração e discussão da proposta orçamentária, será assegurada a participação de um
representante do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais.

Art. 103- Serão destinados trinta por cento dos recursos orçamentários, no mínimo, à manutenção e desenvolvimento
do ensino.

Art. 104- Suprimido

Art. 105- O Município destinará recursos orçamentários, anualmente, para o desenvolvimento de projetos
habitacional, de infra-estrutura e saneamento.

Art. 106- A alíquota destinada à Câmara Municipal para prover suas despesas é de quatro por cento do
orçamento anual, considerando-se a receita real do Município.

Parágrafo único: Em caso de insuficiência de recursos para atender às despesas do Poder Legislativo,
proceder-se-á da mesma forma que procede o Poder Executivo.

Art. 107- O Poder Executivo efetuará o depósito do valor correspondente a um doze avos do
orçamento do Poder Legislativo, nos valores consoantes à previsão legal, em conta bancária, até o
vigésimo quinto dia de cada mês, em nome da Câmara Municipal, em agência bancária desta cidade a
ser indicada pelo Poder Legislativo. 117
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Art. 108- Os recursos correspondentes às dotações orçamentárias, inclusive os créditos suplementares
e especiais, destinados ao Poder Legislativo, ser-lhe-ão entregues até o dia vinte e cinco de cada mês.

Art.109- O Município, em cooperação com o Estado, desenvolverá programa de transporte escolar, inclusive no meio
rural, que assegure os recursos financeiros e meios disponíveis para garantir o acesso de todo estudante à
escola.

Art. 110- Suprimido

Art. 111- O Município participará com recursos financeiros para o Programa de Microbacias Hidrográficas, que
deverão constar no orçamento municipal;

Parágrafo único: Os recursos a que se refere este artigo serão alocados na Secretaria Municipal de Agricultura.

Título V
DA ORDEM SOCIAL E ECONÔMICA
Capítulo I
DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 112- Na organização de sua economia, em cumprimento ao que estabelecem as Constituições Federal e Estadual,
o Município zelará pelos seguintes princípios:
 I - promoção de bem estar do homem como fim essencial da produção e do desenvolvimento
econômico;
 II - valorização econômica e social do trabalho e do trabalhador, associada a uma política de expansão das
oportunidades de emprego e de humanização do processo social de produção,com a defesa dos interesses
do povo;
 III - democratização do acesso à propriedade dos meios de produção;
 IV - planificação do desenvolvimento, determinante para o setor público e indicativo para o setor
privado;
 V - integração e descentralização das ações públicas setoriais;
 VI - proteção da natureza e ordenação territorial;
 VII - condenação dos atos de exploração do homem e exploração predatória da
natureza, considerando-se juridicamente ilícito e moralmente indefensável qualquer ganho
individual ou social auferido com base neles;
 VIII - integração das ações do Município com as da União e do Estado, no sentido de garantir a
segurança social, destinadas a tornar efetivos os direitos ao trabalho, à educação, à cultura,
ao desporto, ao lazer, à saúde, à habitação e à assistência social;
 IX - estímulo à participação da comunidade através de suas organizações representativas;
 X - preferência aos projetos de cunho comunitário nos financiamentos públicos e incentivos fiscais.

Art.113- A intervenção do Município no domínio econômico dar-se-á por meios previstos em lei, para orientar e
estimular a produção, corrigir distorções da atividade econômica e prevenir abusos do poder econômico.

Parágrafo único: No caso de ameaça ou efetiva paralisação de serviço ou atividade essencial por decisão patronal,
pode o Município intervir, tendo em vista o direito da população ao serviço ou atividade, respeitadas as
legislações federal e estadual e os direitos dos trabalhadores.

Art.114- Na organização de sua economia, o Município combaterá a miséria, o analfabetismo, o desemprego, a


propriedade improdutiva por meios de tributação especial ou desapropriação, a marginalização do indivíduo, o êxodo
rural, a economia predatória e todas as formas de degradação da condição humana.

Art.115- O Município organizará sistemas e programas de prevenção e socorro nos casos de calamidade pública
em que a população tenha ameaçados seus recursos, meios de abastecimento ou de sobrevivência.

Capítulo II
DA POLÍTICA E DESENVOLVIMENTO MUNICIPAL
Art. 116- O planejamento econômico, incluída a industrialização do Município, será elaborado e
acompanhado por um Conselho composto pelo Prefeito ou seu representante, que o presidirá, pelo Vice-
Prefeito, um representante de cada partido político com assento na Câmara Municipal, um
representante dos empregadores e um dos empregados, indicados pelos sindicatos das respectivas categorias
com sede no Município.

118
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Art. 117- Os planos de desenvolvimento econômico do Município terão objetivo de promover a melhoria
da qualidade de vida da população, a distribuição da riqueza produzida, o estímulo à permanência do homem
no campo e o desenvolvimento social e econômico sustentável.

Art.118- Os investimentos do Município atenderão, em caráter prioritário, as necessidades básicas da


população e deverão estar compatibilizados com o plano de desenvolvimento econômico.

Capítulo III
DA POLÍTICA URBANA

Art. 119- A execução da política urbana está condicionada às funções sociais da


propriedade, compreendidas estas como direito de acesso de todo o cidadão à moradia,
ao transporte público, ao saneamento, à energia elétrica, à iluminação pública, à
saúde, à comunicação, à educação, ao lazer, ao abastecimento e à segurança,
assim como à preservação dos patrimônios ambiental e cultural.

Art. 120- Nos projetos de loteamento deverá constar doação pelo proprietário ao Município ou ao
Estado, de área destinada à construção de escola.

Parágrafo único: Excetuam-se ao previsto neste artigo os loteamentos cujos proprietários possuir área de
terra, loteada ou para lotear, inferior a três hectares.

Art. 121- Para garantir a gestão democrática no planejamento e política urbana, deverá o Município
instituir, entre outros:
I - órgão colegiado de política urbana e gestão orçamentária participativa; II - debates,audiências e consultas
públicas;
III - conferências sobre assuntos de interesse urbano; IV - iniciativa popular de projetos de lei e de planos,
programas e projetos de desenvolvimento urbano.

Art. 122- A sede do distrito que contar com mais de trinta casas deverá ter seu perímetro urbanizado,
criando-se infra-estrutura necessária para manter o homem com o mínimo de conforto urbanístico e social.

Art. 123- No Município de Santo Ângelo é vedada a urbanização de áreas de terras às margens dos
rios, riachos e nascentes.

Parágrafo único: O Poder Municipal providenciará para que se restaurem as margens urbanizadas,
transferindo as edificações para outros locais.

Art. 124- Tem o Município poderes de desapropriação de solo urbano não edificado ou
subutilizado, mediante notificação para que promova seu adequado aproveitamento, incluindo calçamento,
iluminação e abastecimento de água e construção de rede de esgotos, em tempo a ser prescrito na lei
específica, podendo promover:
I - parcelamento e edificação compulsórias;
II - emissão de títulos da dívida pública pelo valor venal do lote urbano com
resgate em até dez anos;
III - imposto progressivo sobre o terreno no exercício temporal.

Capítulo IV
DA HABITAÇÃO

Art.125-O Plano Plurianual de Investimentos-PPI, a Lei de Diretrizes Orçamentárias-LDO e a Lei


Orçamentária Anual-LOA contemplarão expressamente recursos destinados ao desenvolvimento da política habitacional
de interesse social, compatível com os programas estaduais dessa área, cuja implantação prioritária dar-se-
á da seguinte forma:
I - com a participação comunitária organizada; II - visando, exclusivamente, às classes sociais de baixa renda
familiar;

§ 1º- Para tanto, promoverá programas de construção de moradias populares, objetivando a melhoria das
condições de habitação das famílias de baixa renda, para o que implantará e manterá projetos de olarias,
cuja finalidade é:
I - a regularização fundiária; II - a dotação de infra-estrutura básica e de equipamentos sociais;
III - a implantação de empreendimentos habitacionais. 119
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§ 2º- O Município apoiará a construção de moradias populares realizadas pelos próprios interessados,
em regime de mutirão, por cooperativas habitacionais e outras formas alternativas.

Capítulo V
DOS TRANSPORTES E DO TRÂNSITO
Art. 126- As empresas concessionárias de transporte coletivo urbano deverão colocar à disposição dos
estudantes, tantas passagens quantas sejam necessárias para a frequência a todos os turnos escolares.

Art. 127- A Prefeitura Municipal colocará à disposição das comunidades do interior uma patrulha agrícola,
com trator de esteira, patrola, retroescavadeira, caminhão e trator com equipamentos agrícolas, dando prioridade de
atendimento às microbacias e a comunidades organizadas, objetivando atender os proprietários de até cinquenta
hectares.

Art.128- Na zona central da cidade deverá ter estacionamento específico destinado às


motocicletas e ciclomotores.

Capítulo VI
DA POLÍTICA AGRÍCOLA, FUNDIÁRIA E DE ABASTECIMENTO
Art. 129- O Município, no desempenho de sua organização econômica, planejará e
executará políticas voltadas para a agricultura e o abastecimento, especialmente quanto:
I - ao desenvolvimento da propriedade em todas as suas potencialidades, a partir da
vocação e da capacidade de uso do solo, levada em conta a proteção do meio
ambiente;
II - ao fomento à produção agropecuária e a de alimentos de consumo interno;
III - ao incentivo a agroindústria;
IV - ao incentivo ao cooperativismo, ao sindicalismo e ao associativismo;
V - à implantação de cinturões verdes;
VI - ao estímulo à criação de centrais de compras para abastecimento de microprodutores rurais e empresas de
pequeno porte, com vista à diminuição do preço final das mercadorias e produtos na venda ao consumidor.

Art. 130- O Município, através do Poder Executivo, deverá participar da manutenção dos serviços de
assistência técnica e extensão rural, que dará prioridade ao atendimento dos pequenos e médios produtores
rurais e suas famílias, e às formas associativas.

Art. 131- Implantar junto à Secretaria Municipal da Agricultura, setor de fomento agrícola para a
venda de insumos, sementes e corretivos agrícolas, incentivando o sistema troca-troca, bem como a
conservação do solo através de mudas de árvores e distribuição de sementes forrageiras para adubação de
cobertura.
Art. 132- O Município deverá contribuir, inclusive com recursos, para acelerar a implantação da reforma
agrária na sua área territorial.

Art. 133- O Município incentivará a formação de agroindústria.


Parágrafo único: Poderá também o Município organizar fazendas coletivas orientadas ou administradas
pelo Poder Público, destinadas à formação de elementos aptos às atividades agrícolas.

Art. 134- O Município destinará área específica para a comercialização de produtos hortigranjeiros, produzidos
exclusivamente no território de Santo Ângelo, não podendo um agricultor se valer de mais de um box no
espaço destinado para essa finalidade.

Art. 135 – O Municipio organizrá uma Central Muncipal de Abastecimento, para comercialização de gêneros alímenticios
básicos e hortigrutigranjeiros, objetivando oferecer à população do Municipio alimentos a preços mais acessiveis às
familias de baixa renda.

Parágrafo único: Para desenvolver o empreendimento, o Município proporcionará condições à participação do


Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Emater, Cooperativas Agrícolas e Associações de Produtores.

Art. 136- O Município deverá implementar projetos de cinturão verde para a produção de alimentos,
bem como estimular as formas alternativas de venda de produtos agrícolas diretamente aos
consumidores urbanos, prioritariamente nos bairros da periferia. 120
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§ 1º- Utilizar-se de áreas verdes de propriedades do Município que se localizarem nas proximidades de
bairros ou vilas, para a criação de pomares coletivos, cuja responsabilidade de conservação
e manutenção será da Secretaria Municipal da Agricultura e das escolas municipais existentes na localidade.
§ 2º- Poderão ser utilizadas as áreas verdes, referidas no parágrafo anterior, dependendo da produtividade
de seu solo, também para a organização de hortas comunitárias, em benefício das entidades assistenciais
do Município.

Título VI
DOS DIREITOS E GARANTIAS SOCIAIS
Capítulo I
DISPOSIÇÃO GERAL
Art. 137- Os direitos e garantias sociais são assegurados por um conjunto de ações do Município
destinadas a tornar efetivos os direitos ao trabalho, à educação, à habitação, à cultura, ao desporto, ao
lazer, à saúde e à assistência social, garantidos ao indivíduo pela Constituição Federal, guardadas as peculiaridades
locais.
§ 1°- Será estimulada e valorizada a participação da população na integração e
controle das ações mencionadas neste artigo, através de suas organizações
representativas.
§ 2º- Os projetos de cunho comunitário terão preferência nos financiamentos públicos e nos
incentivos fiscais, além de outros.

Capítulo II
DA EDUCAÇÃO
Art.138- A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, baseada
na justiça social, na democracia e no respeito aos direitos humanos, ao meio ambiente e aos valores
culturais, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno
desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício consciente da cidadania e sua qualificação para o
trabalho.

Art. 139 - O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:
 I - igualdade de condições para acesso e permanência na escola;
 II -liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber;
 III - pluralismo de ideias e de concepção pedagógicas;
 IV - gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais;
 V - valorização dos profissionais do ensino, garantindo, na forma de lei, plano de
carreira para o magistério, com piso salarial profissional e ingresso no magistério público
exclusivamente por concurso público de provas e títulos, e regime jurídico único para todas
as instituições do Município.
 VI - gestão democrática do ensino;
 VII - garantia do padrão de qualidade;
 VIII - compromisso com a luta emancipatória dos trabalhos; o combate a todas as formas de
discriminação, especialmente racial, sexual e religiosa;
 IX - dimensão ético-religiosa, formação da consciência moral, cultivo da religiosidade numa relação
da pessoa consigo mesmo, com seus semelhantes e com Deus, alicerçada nos valores
transcendentes.

Parágrafo Único: É vedado o pagamento de taxas escolares, a qualquer título, nas escolas públicas municipais.

Art. 140- A lei estabelecerá o Plano Municipal de Educação, de duração plurianual, em consonância
com o Plano Estadual e Nacional de Educação, visando à articulação e ao desenvolvimento do ensino e à
integração das ações desenvolvidas pelo Poder Público que conduzem a:
I - erradicação do analfabetismo;II - universalização do atendimento escolar; III - melhoria na qualidade do ensino;
IV-formação para o trabalho;V-promoção humanística, científica e tecnológica;VI -valorização e preservação do meio
ambiente.

Art.141-Organizar-se-á o Conselho Municipal de Educação, órgão consultivo, fiscalizador e deliberativo, dotado de


autonomia administrativa, com suas demais atribuições e funcionamento regulados em lei.

Art.142- Na composição do Conselho Municipal de Educação, o Poder Executivo indicará até no máximo um quinto do
seus membros, reservados os demais à participação das entidades representativas do magistério, dos pais, dos
alunos, dos funcionários e da sociedade civil organizada.Parágrafo único: (Suprimido pela Emenda n° 01, de 01
de junho de 1992) 121
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Art. 143- O Município organizará seu sistema de ensino atuando prioritariamente no ensino fundamental e na
educação infantil, definindo formas de colaboração de forma a assegurar a universalização do
ensino obrigatório, respeitando as diretrizes e as bases fixadas pelas legislações federal e
estadual.

Art. 144- O Município publicará, semestralmente, relatório da execução financeira de despesas com
educação, por fonte de recursos, discriminando os gastos mensais, enviando cópia ao Conselho Municipal
de Educação e ao Poder Legislativo.

Art. 145- O Município apoiará a educação especial, nos órgãos em que for desenvolvida, promovendo
convênios com entidades que preencham os requisitos do artigo 213 da Constituição Federal.

Art. 146 – O Poder Público Municipal garantirá, com recursos específicos que não os destinados à manutenção e
desenvolvimento do ensino, o atendimento em crèches e pré-escolas às crianças de zero a seis anos de idade.

Art. 147- Os diretores de escolas municipais serão eleitos dentre membros do corpo docente, pelo
voto direto e secreto dos professores, alunos, pais e funcionários, para o mandato de dois anos.

Art. 148- É assegurado aos pais, professores, alunos e funcionários organizar-se em todos os estabelecimentos de
ensino, através de associações, grêmios e outras formas.

Art. 149- As escolas públicas municipais localizadas no meio rural deverão incluir em seus currículos
disciplinas voltadas ao ensino técnico-agrícola, atendendo aos princípios básicos de formação com o meio do
educando, especialmente à agricultura alternativa.

§ 1º- Os professores de 1ª à 5ª séries deverão receber treinamento específico para lecionar no meio rural.
§ 2º- Deverão ser inseridas nas disciplinas temas que digam respeito ao meio em que vive o educando.
§ 3º- É obrigatória a introdução de disciplina de iniciação à agricultura, constando nelas, entre
outros assuntos, associativismo, sindicalismo e cooperativismo, nas escolas municipais de 6ª a 8ª séries, com a
mesma carga horária das disciplinas básicas como Português e Matemática.

Art. 150- Além de aulas teóricas, a disciplina de iniciação à agricultura deverá conter práticas, onde o Município
fornecerá o material, sementes e insumos para o desenvolvimento.

Art. 151- São obrigatórias para o 1º grau rural as disciplinas de Ecologia e Técnicas Agrícolas adequadas às
necessidades e à realidade local.

Parágrafo único: No tocante à disciplina de Ecologia, sua obrigatoriedade é estendida às escolas no meio
urbano.

Art.152- O currículo escolar das escolas municipais deverá adotar, como disciplina, a educação para o
trânsito e prevenção ao uso do fumo, álcool e psicotrópicos.

Art. 153- O ensino religioso, de matrícula facultativa, é parte integrante da formação básica do cidadão e
constitui disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental, assegurado o
respeito à diversidade cultural e religiosa do Brasil, vedadas quaisquer formas de proselitismo.

§ 1º- O sistema de ensino regulamentará os procedimentos para a definição dos


conteúdos de ensino religioso e estabelecerá normas para habilitação e admissão de professores.

§ 2º- O sistema de ensino ouvirá entidades civis constituídas pelas diferentes denominações religiosas,
para definição do conteúdo de ensino religioso.

Art. 154- O Município deverá firmar convênio com as instituições de ensino superior de Santo Ângelo, no
sentido de colaborarem com os referidos educandários na ampliação da qualidade técnica de ensino,
oportunizando aos alunos e professores a utilização de materiais, equipamentos, laboratórios e
maquinários, não disponíveis nas instituiçõesou insuficientes para atender número maior de estudantes e
professores.

Capítulo III
DA CULTURA
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Art. 155- É obrigação do Município e direito do cidadão a conservação e proteção do patrimônio histórico,
cultural e turístico.

Art. 156- O Município estimulará o desenvolvimento das ciências, das letras e das artes, incentivará a
pesquisa e o ensino científico e tecnológico, amparará a cultura e protegerá, de modo especial,
monumentos e as paisagens naturais.

Art. 157- O Município deverá promover a história de Santo Ângelo, das Missões Jesuíticas, do Rio
Grande do Sul e do Brasil, especialmente incentivando os movimentos culturais dedicados à história, à música
e às artes cênicas, fornecendo meios adequados ao seu desenvolvimento.

Art. 158- O Poder Público, com a colaboração da comunidade, protegerá o patrimônio cultural
por meio de inventário, registros, vigilância, tombamentos, desapropriações e de outras formas
de acautelamento e preservação, observando que:
 I - os proprietários de bens de qualquer natureza, tombados pelo Estado, receberão incentivos
da Prefeitura, para sua preservação e conservação;
 II - os danos e ameaças ao patrimônio cultural serão punidos na forma da lei, mediante ação do
Município;
 III - as instituições públicas municipais deverão priorizar a ocupação dos prédios tombados no
Município, desde que haja ofensa à sua preservação.
 IV - o Município dedicará atenção especial à aquisição de bens
culturais e históricos, para garantir a sua preservação;
 V - o Município proporcionará a atualização permanente e a manutenção
do acervo da Biblioteca Pública Municipal.
 VI - estabelecer projetos especiais com vista à autopreservação e
integração da cultura da comunidade indígena missioneira, especialmente
quanto ao aspecto humano, ao patrimônio público municipal.

Capítulo IV
DO DESPORTO E DO TURISMO
Art. 159- É dever do Município fomentar práticas desportivas formais e não formais, como direito
de todos, observando:
I - a autonomia das entidades desportivas, dirigentes de associações, quanto à sua organização e
funcionamento;
II - a destinação de recursos públicos para a promoção prioritária do desporto educacional, construindo instalações
esportivas e recreativas para as escolas municipais.
III - o tratamento diferenciado para o desporto profissional e não profissional;

Art. 160- O Município auxiliará, pelos meios ao seu alcance, as organizações de esporte amador,
sendo que as amadoristas e os colegiais terão prioridade e isenção de pagamento de taxas no uso
de estádios, campos e instalações de propriedade do Município.

Capítulo V
DA SAÚDE, DA PREVIDÊNCIA E DO SANEAMENTO BÁSICO
Art. 161- A saúde é um direito de todos e dever do Estado, assegurado mediante políticas econômicas e
ambientais que visem à preservação e à eliminação do risco de doenças e outros agravos, e ao acesso
universal e igualitário às ações e serviços para a sua promoção, proteção e recuperação, sem qualquer
discriminação.

Art. 162- A saúde expressa a organização social e econômica de um País, Estado ou


Município, tendo como determinantes e condicionantes o direito à terra, à moradia, à educação, à vida,
ao trabalho, ao vestuário, ao transporte, ao saneamento, à proteção do meio
ambiente, à preservação de consumo e aos serviços essenciais.

Art. 163- Cabe ao Município definir e colocar em prática uma política


de saúde e de saneamento básico, interligada com os programas da União e
do Estado, com o objetivo de preservar a saúde individual e coletiva, devendo,
para tanto, entre outras medidas:
I - dinamizar o atendimento nos postos de saúde já existentes, aproveitando-os
de forma permanente e racional;
II - instalar postos de saúde em todos os distritos do
Município;
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III - adquirir equipe volante composta de gabinete odontológico, ambulatório médico e farmácia básica, sobretudo
para atender as comunidades distantes da sede do Município;
IV - manter serviços de ambulância durante vinte e quatro horas por dia, inclusive feriados, dias
santos e fins de semana.

Parágrafo único: A equipe de que trata o inciso III deste artigo deverá prestar serviços em cada
distrito, no mínimo uma vez por mês.

Art. 164- As ações e serviços de saúde são de natureza pública. O Município disporá, nos termos da lei, a
regulamentação, a fiscalização e o controle.

Art. 165- As ações e serviços de saúde são prestados através do Sistema Único de Saúde, respeitadas
as seguintes diretrizes:
 I - descentralização e direção única no Município;
 II - integração das ações e serviços de saúde adequados às diversas realidades epidemiológicas;
 III - universalização da assistência de igual qualidade, com instalação e acesso a todos os
níveis dos serviços de saúde a população;
 IV - participação tripartite, em nível de decisão, de entidades gestoras, trabalhadores da saúde
e usuários, devendo estes ser maioria, na formulação, gestão e controle das políticas e ações de
saúde em nível municipal, e seus representantes devem ser indicados pelas próprias entidades.

§ 1º- As instituições privadas poderão participar, em caráter supletivo, do sistema de saúde do Município,
segundo diretrizes deste, mediante contrato de direito público, com preferência às entidades filantrópicas e às
sem fins lucrativos.
§ 2º- O Poder Público poderá intervir ou desapropriar os serviços de natureza privada necessários ao
alcance dos objetivos do Sistema Único de Saúde.

Art. 166- Ao Sistema Único de Saúde compete, além de outras atribuições:


I - gerir administrativa e financeiramente, planejar, controlar e avaliar a política municipal;
II - garantir aos usuários o acesso ao conjunto das informações referentes às atividades desenvolvidas pelo
sistema, assim como sobre os agravos individuais ou coletivos identificados;
III - desenvolver recursos humanos, através de aperfeiçoamento técnico-científico e valorizar o trabalhador do
setor, com a implantação imediata do plano de cargos e salários único, que contemple as reivindicações
dos trabalhadores do setor, no que for possível;
IV - estabelecer normas, fiscalizar e controlar as edificações, instalações, estabelecimentos, atividades,
procedimentos, produtos, substâncias e equipamentos, que interfiram individual e coletivamente, incluindo os
referentes à saúde do trabalhador;
V - propor atualizações periódicas do Código Sanitário
Municipal;
VI - prestar serviços de saúde, de vigilâncias sanitária e epidemiológica, incluídos os relativos à saúde
do trabalhador, além de outros de responsabilidade do sistema estadual, de modo complementar e
integrado com o sistema municipal;
VII - desenvolver, formular e implantar medidas que atendam à:
a) saúde do trabalhador e seu ambiente de trabalho; b) saúde da mulher e suas propriedades;
c) saúde das pessoas portadoras de deficiência; d) saúde da criança e dos idosos.

Art. 167- É de responsabilidade do Sistema Único de Saúde do Município garantir o cumprimento das
normas legais que dispuserem sobre as condições e requisitos que facilitem a remoção de órgãos, tecidos e
substâncias humanas, para fins de transplante, pesquisa ou tratamento, bem como a coleta, o processamento e a
transfusão de sangue e seus derivados, realização de aborto nos casos previstos em lei, vedado todo tipo
de comercialização.

Art. 168- O financiamento do setor de saúde é de responsabilidade do Estado, a quem cabe adotar uma
política de descentralização que considere dentro do próprio Município o aspecto de vida que a população
está submetida, promovendo a distribuição justa dos recursos.

Art. 169- A definição da política de saúde será tomada a nível municipal, através do Conselho Municipal de
Saúde.

Art. 170- A autorização para funcionamento de todo e qualquer serviço público ou privado caberá
ao Conselho Municipal de Saúde, que observará os requisitos vigentes.
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Art. 171- Os recursos repassados pelo Estado e pela União à saúde no Município não poderão ser
utilizados em outras áreas.

Art. 172- A inspeção médica nos estabelecimentos de ensino municipal terá caráter obrigatório.
Parágrafo único: Constituirá exigência indispensável, a apresentação, no ato de matrícula, de atestado de
vacina contra moléstias infecto-contagiosas.

Art. 173 – Cabe ao Poder Público recolher e industrializar o lixo urbano, diretamente ou atráves
de concessão a terceiros, mediante licitação pública.

Parágrafo único: Todo o lixo proveniente de hospitais, casas de saúde, consultórios médico-
odontológico e laboratórios clínicos, será acondicionado em recipientes apropriados e
recolhido pelo serviço de limpeza pública, que dará destino tecnicamente adequado.

Capítulo VI
DA FAMÍLIA, DO CIDADÃO, E DO DEFICIENTE
Art. 174- O Município definirá formas de participação na política de combate ao uso de entorpecentes,
objetivando a educação preventiva, a assistência e a recuperação dos dependentes de substâncias
entorpecentes ou que determinem dependência física ou psíquica.

Art. 175- O Município prestará assistência social, educacional e à saúde dos deficientes físicos, sensoriais e
mentais, visando sua integração social e profissional através de seus próprios órgãos ou convênios
com o Estado e instituições privadas.
§ 1º- É assegurada aos deficientes comprovadamente carentes a gratuidade do transporte coletivo
municipal;
§ 2º- São garantidas às pessoas deficientes as condições para a prática de educação física, de
lazer e de esporte.
§ 3º- O Município deverá criar mecanismo, mediante incentivos fiscais, que estimulem as empresas
a absorver a mão-de-obra dos deficientes.
§ 4º- As oportunidades de educação especial serão oferecidas aos portadores de deficiência múltipla,
visuais, audiovisuais, físicas e mentais, educáveis e treináveis.
§ 5- A educação especial será ministrada:
I - em escolas municipais de educação especial;
II - nas instalações de outras instituições conveniadas com o Município;
§ 6º- Os convênios a que se refere o inciso II do parágrafo 5º deste artigo poderão ser
realizados com instituições públicas ou privadas, sem fins lucrativos, sob prévia autorização legislativa.

Capítulo VII
DO MEIO AMBIENTE
Art. 176- Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do
povo eessencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder
Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo.
§ 1º- Para assegurar a efetividade desse direito, incumbe ao Poder Público:
 I - conservar as obras e monumentos artísticos, históricos, paisagísticos e naturais tombados,
por lei ou decreto, responsabilizando-se obrigatoriamente , na forma da lei, o agente público, em
caso de ruína, deteriorização ou mutilação da obra ou monumento.
 II - fiscalizar e manter as unidades públicas de conservação e fiscalizar as reservas florestais
públicas e privadas, devendo ser averbada a delimitação das reservas no Cartório de Registro de
Imóveis.
 III - licenciar a localização, instalação e operação de atividades poluidoras ou agressoras do meio
ambiente, através do órgão municipal competente;
 IV - determinar a realização de estudo prévio de impacto ambiental para a implantação e
operação de atividades que possam causar significativa degradação do meio ambiente;
 V - organizar o Conselho Municipal do Meio Ambiente para formular a política ambiental do
Município, tendo, entre outras competências, a de decidir, em grau de recurso, licenciamento
das atividades utilizadoras dos recursos ambientais, sendo um terço do mesmo
composto de representantes das Universidades, associações ambientais legalmente constituídas,
devendo a lei regulamentar o mandato e a forma de eleição de seus membros;
 VI - fomentar e auxiliar tecnicamente associações de proteção ao meio ambiente, constituídas
na forma da lei, respeitando sua independência de atuação;

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 VII - estruturar a administração integrada dos recursos ambientais, participando, obrigatoriamente, da
gestão da bacia hidrográfica com os outros municípios e os representantes dos usuários
das bacias hidrográficas;
 VIII - estabelecer o tráfego de material radioativos e perigosos na zona urbana;
 IX - fiscalizar o transporte e a localização de substâncias químicas perigosas, de agrotóxicos e
biocidas.

§ 2º- O Poder Público Municipal é obrigado a exigir a reconstituição do ambiente degradado resultante da mineração,
conforme dispõe o § 2º, do artigo 225 da Constituição Federal.

§ 3º- O Poder Público Municipal por si ou por seus concessionários é obrigado a coletar, tratar e destinar
adequadamente os resíduos sólidos domiciliares e de limpeza urbana.

§ 4º- As pessoas físicas ou jurídicas, públicas ou privadas, que exercem atividades consideradas
poluidoras ou potencialmente poluidoras, são responsáveis pela coleta, tratamento e destinação final
adequada dos resíduos e poluentes por elas gerados.

§ 5º- O Poder Público Municipal deverá estabelecer uma zona intermediária, entre a zona industrial, a
comercial e a residencial, na qual haverá área verde.

Art. 177- Compete à administração municipal a proteção do meio ambiente, a defesa da fauna e da flora e o
equilíbrio ecológico no âmbito de sua circunscrição.

Parágrafo único: As entidades que não providenciarem nas medidas necessárias incorrerão
em infração administrativa, independente de dolo ou culpa.

Art. 178- As empresas poluidoras, situadas na circunscrição do Município, apresentarão


anualmente laudo técnico aos Poderes Legislativo e Executivo, informando quais as medidas tomadas,
durante o ano respectivo, para restaurar os efeitos de seus atos lesivos ao meio ambiente.

Art. 179- O Poder Público exigirá de quem explorar recursos minerais no Município, inclusive
através de ação judicial, o cumprimento da obrigação de fazer a recuperação do ambiente degradado,
devendo ser depositada caução para o exercício dessas atividades ou provada a existência de seguro
adequado.

Art. 180- O Poder Público construirá todas as obras e implantará equipamentos que evitem os efeitos
prejudiciais da poluição.

Art. 181- Todo o estabelecimento comercial ou industrial que consumir lenha, ficará obrigado
a repor seis árvores por metro cúbico de lenha consumida.

Parágrafo único: Padarias, restaurantes, churrascarias, hospitais e empresas que usam lenha poderão
associar-se e recolher o valor estipulado pelo IBAMA, correspondente às árvores que são obrigadas a
repor de acordo com o consumo anual.

Art. 182- Ficam proibidas no Município a caça e a pesca predatórias, a queimada de reservas florestais e dos
resíduos das lavouras, como forma de garantir a conservação do solo.

Art. 183- Fica estipulada a distância de um metro e meio às margens das estradas para o plantio de
árvores, cana- de-açúcar e outras culturas.

Art. 184- É proibido qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do
solo, água e ar causada por qualquer forma de energia ou de substâncias sólida, líquida ou gasosa
ou combinação de elementos despejados em níveis capazes, direta ou indiretamente, de:
I - prejudicar a saúde, a segurança e o bem-estar da população;
II - criar condições adversas às atividades sociais e econômicas;
III - ocasionar danos à flora, à fauna e a outros recursos minerais.

Art. 185- As autoridades incumbidas da fiscalização ou inspeção, para fins de controle da poluição ambiental, terão
livre acesso, a qualquer dia e hora, às instalações industriais, comerciais, agropecuárias e outras
particulares capazes de poluir o ambiente.

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Art. 186- O Poder Executivo deverá informar, pelo menos a cada três meses, a população, através
dos órgãos de comunicação social, sobre o estado de meio ambiente no Município e suplementar o
monitoramento, efetuado pela União e pelo Estado das fontes de poluição.
Parágrafo único: O Poder Público, ao conhecer da prática poluidora lesiva ao meio ambiente,
realizada por pessoa física ou jurídica, tem o dever, sob pena de responsabilidade, de:
I - aplicar-lhe multa;
II – notificá-la para a reparação do dano causado ao meio ambiente e, portanto, à coletividade;
III - determinar a paralisação da obra poluidora;
IV - comunicar ao Ministério Público para que seja promovida a ação competente.

Art. 187- Os alvarás de funcionamento de estabelecimento s comerciais e industriais serão


concedidos às pessoas físicas ou jurídicas somente após plena comprovação do atendimento
às normas estabelecidas de proteção ao meio ambiente e à vida humana.

Art. 188- O Poder Público Municipal, através do Executivo, deve participar no sentido de
preservar as matas existentes no Município, consoante o previsto nas Leis nº 4771, nº 5197 e nº 7511,
podendo, para tanto, firmar convênio com órgãos e entidades, mediante autorização do Poder
Legislativo.

Art. 189- O Poder Executivo determinará, através de decreto, o limite de áreas na zona urbana e junto
às sedes dos distritos, para o depósito de produtos tóxicos, incorrendo os infratores em multas
que serão delimitadas através de Decreto do Executivo.

Art. 190- Para a instalação, construção, reconstrução, reforma, conservação e ampliação de


estabelecimentos industriais é obrigatória a consulta ao Conselho de Defesa do Meio Ambiente.

Art. 191- Para licitação ou aprovação de qualquer obra ou atividade pública ou privada, potencialmente
causadora de risco à saúde e ao bem-estar da população, bem como aos recursos naturais, é obrigatório
a realização de estudo de impacto ambiental e de audiências públicas, competindo à comunidade requerer o
plebiscito, conforme estabelecido em lei.

Art. 192- A administração pública municipal fiscalizará as indústrias instaladas em seu território, para
que implementem as medidas necessárias com o fim de prevenir e corrigir os inconvenientes e prejuízo
da população e da contaminação das águas provindas de área territoriais e da atmosfera.

Art. 193- É vedado o armazenamento de inseticidas e pesticidas em locais de acesso ao público ou


animais, em prédios residenciais ou em locais onde se armazenam alimentos, sementes e outros
insumos agrícolas.

Parágrafo único: é vedada, a partir da publicação desta Lei Orgânica, a instalação de industrias ou outras
estruturas semelhantes em zonas ribeirinhas ou em locais exclusivamente residenciais, que possam causar danos à
saúde da população, tais como inalação de gases tóxicos, resíduos de produtos de pintura e assemelhados.

Art. 194- É expressamente proibido o transporte de pesticidas e outros produtos tóxicos, em cargas
mistas com outros produtos de qualquer espécie, origem ou destino, e em transportes coletivos.

Parágrafo único: Cargas de alto risco somente poderão ser transportadas na zona urbana mediante prévia
licença da Secretaria Municipal de Saúde, após vistoria e desde que adotadas as devidas medidas de
segurança.

Art. 195- Para os fins previstos na lei, define-se como pesticida a substância ou mistura de substâncias
destinadas a prevenir as ações ou destruir direta ou indiretamente insetos, ácaros, roedores,
fungos, nematóides, ervas daninhas, bactérias e outras formas de vida animal ou vegetal prejudiciais à
lavoura, à pecuária, seus produtos e outras matérias-primas alimentares. Incluem-se neste item os
desfolhantes, os dessecantes, as substâncias usadas em dedetizações doméstica. Excluem-se deste item
as vacinas, medicamentos, antibióticos de uso veterinário e agentes empregados no controle biológico.

Art. 196- Toda e qualquer embalagem de pesticida, após a utilização, é de responsabilidade de seu
usuário, que responderá pelos problemas delas advindos.

§ 1º- Para que se diminuam os problemas de contaminação, as embalagens serão colocadas


em depósitos de lixo tóxico que serão construídos no meio rural, de forma individual ou comunitária,
conforme modelo a ser fornecido pelos órgãos de assistência técnica e extensão rural. 127
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§ 2º- É vedada a reutilização de embalagens de pesticidas usadas, jogá-las em poços
desativados, às margens de cursos de água ou outros locais com possibilidade de contaminação
ambiental, assim como o abastecimento de máquinas de pulverização terrestre ou aéreas,
diretamente de cursos d’água, fontes e açudes ou lagos, bem como sua lavagem ou limpeza nestes locais.

§ 3º- O abastecimento de máquinas de pulverização deverá ser feito através de abastecedouros individuais
ou comunitários, conforme modelos fornecidos pelos órgãos de assistência técnica e extensão rural.

Art. 197- Todo o trabalho de recuperação, conservação e manejo do solo e da água que venha a ser
realizado, seguirá as normas e tecnologias do Programa Nacional de Microbacias Hidrográficas, devidamente
adequado às realidades locais.

§ 1º- Os trabalhos, a que se refere este artigo, serão direcionados pela Comissão Municipal de
Microbacias Hidrográficas e coordenados pela Secretaria Municipal de Agricultura.

§ 2º- Cabe ao Poder Executivo o fornecimento de máquinas pesadas que forem necessárias à
eliminação de voçorocas e valetas nas divisas de propriedade, reconstrução de estradas, construção de
açudes e construção de terraços de retenção ou outros que venham a ocorrer.

§ 3º- Todos os serviços de construção, manutenção e modelagem de estradas, devem observar


os parâmetros estabelecidos no Programa de Microbacias Hidrográficas.

§ 4º- As áreas de domínio das estradas municipais não poderão ser exploradas por particulares e qualquer
uso que se faça delas estará subordinado ao Programa de Microbacias Hidrográficas.

Título VII
DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 198- Esta Lei Orgânica e o Ato das Disposições Transitórias, depois de assinados pelos vereadores, serão
promulgados simultaneamente pela Mesa da Câmara Municipal Constituinte e entrarão em vigor na data de sua
publicação.

ATOS DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS

Art. 1º- A Lei municipal estabelecerá a política de turismo para o Município, definindo diretrizes e observar
nas ações públicas e privadas, como forma de promover o desenvolvimento social e econômico.
Parágrafo único: O Poder Executivo elaborará inventário e regulamentará o uso, ocupação e fruição dos bens
naturais e culturais de interesse turístico, observadas as competências da União e do Estado.

Art. 2º- A lei que estabelece o plano de carreira e o regime jurídico do Servidor Público Municipal assegurará o
multiplicador de coeficiente e objeto de incidência deste, o Padrão de Referência Municipal-PRM, equiparado
ao salário mínimo previsto no art. 7º, IV da Constituição Federal:

Parágrafo único: as funções gratificadas por direção de escolas, incorporadas aos cinco anos de
exercício ininterrupto, integram a remuneração para fins de cálculo dos proventos de aposentadoria.

Art. 3º Fica estabelecido o mês de maio como data-base para a negociação coletiva entre os representantes dos
Servidores Municipais e a Administração. (Redação alterada pela Lei n°3.075, de 19 de junho de 2007).

Art. 4º- Serão estabelecidos pelo Município, em lei complementar, os critérios objetivos de classificação de
cargos públicos municipais de modo a garantir a isonomia de vencimentos.

§ 1º- Os planos de carreira preverão também:


I - vantagens de caráter individual;
II - vantagens relativas à natureza e ao local de trabalho;
III - limites máximo e mínimo de remuneração e a relação entre os limites, nos termos da Constituição
Federal.

§ 2º- As carreiras, em qualquer dos poderes, serão organizadas de modo a favorecer o acesso generalizado
aos cargos públicos.

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§ 3º- As promoções de grau nos cargos organizados em carreira obedecerão ao critério de merecimento e
antiguidade alternadamente cabendo à lei estabelecer normas que assegurem critérios objetivos na avaliação do
merecimento.

§ 4º- São estendidos aos inativos do Município quaisquer benefícios ou vantagens posteriormente
concedidos aos servidores ou reclassificação do cargo ou função em que se deu a aposentadoria.

Art. 5º- Os proventos de aposentadoria dos funcionários aposentados na data da promulgação da Lei Orgânica
terão seus valores revistos, a fim de que seja estabelecido o poder aquisitivo conforme a atualização
salarial, desde a suaconcessão, obedecendo-se esse critério de atualização até a implantação do plano de
carreira para os servidores da administração direta ou indireta.

Parágrafo único: Os proventos mensais atualizados de acordo com este artigo serão definidos e pagos a
partir da promulgação da Lei Orgânica.

Art. 6º- A lei municipal definirá os direitos dos servidores do Município e acréscimos por tempo de
serviço, assegurada a licença prêmio por quinquênio.

Art. 7º- Serão remuneradas pelo Poder Executivo todas as pessoas que realizarem estágios e
desenvolverem o mesmo trabalho que desenvolve o profissional da seção onde está se realizando o estágio,
na importância proporcional à cinqüenta por cento do valor percebido pelo efetivo.

Art. 8º- O Município deverá criar um quadro especial de fiscais que terá o encargo de manter rígida
fiscalização nos locais de vendas, beneficiamentos, industrialização, peso, medida e as condições sanitárias
dos gêneros alimentícios.
§ 1º- Suprimido
§ 2º- Suprimido

Art. 9º- A Lei Complementar de criação da guarda municipal estabelecerá a organização e a


competência dessa força auxiliar na proteção dos bens, serviços e instalações municipais.

Art. 10- Suprimido

Art. 11- Lei Municipal estabelecerá normas de construção dos logradouros e dos edifícios de uso
público, a fim de garantir meios adequados de acesso às pessoas portadoras de deficiência física.
Parágrafo único: O Poder Executivo Municipal adaptará os logradouros e edifícios públicos para facilitar o
acesso de deficientes físicos.

Art. 12- O Município deverá implementar medidas para criar uma escola agrícola e agropecuária em nível
de 2º grau.§ 1º- Dentro de dois meses após a promulgação da Lei Orgânica, será criada uma comissão de
estudos e elaboração do projeto da escola mencionada, a qual deverá ser constituída de um representante
dos órgãos e entidades seguintes: Prefeitura Municipal, Secretaria Municipal de Educação,
Secretaria Municipal de Agricultura, 14º Delegacia de Educação, Sindicatos dos Trabalhadores
Rurais, Secretaria Estadual da Agricultura, COTRISA, Associação dos Produtores de Leite, CPERGS,
Fundação Regional Integrada, Câmara Municipal e Sindicato dos Municipários.

§ 2º- Essa comissão terá o prazo de seis meses para apresentar ao Poder Público Municipal projeto de
viabilidade técnica, econômica e estrutural da escola.

Art. 13- Suprimido

Art. 14- Lei municipal definirá normas de incentivos às formas associativas e cooperativas, às pequenas
micro- unidades econômicas e às empresas que estabelecerem participação dos trabalhadores nos
lucros e na gestão.

Art. 15- O Poder Executivo Municipal terá o prazo de dois anos, a partir da promulgação desta Lei
Orgânica, para construir, no Cemitério Municipal, uma capela comunitária para uso das pessoas carentes.

Art. 16- Fica estipulado o prazo de um ano, a partir da promulgação desta Lei Orgânica, para o Executivo
Municipal:
I - encaminhar ao Poder Legislativo projeto instituindo o novo Código de Posturas e o Plano Diretor,
inclusive na zona urbana das sedes distritais;
II - criar e colocar em funcionamento as Secretarias da 129
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Saúde e do Meio Ambiente e da Habitação;
III - adquirir e colocar à disposição das pessoas de baixo poder aquisitivo uma ambulância e um carro fúnebre,
que deverá ficar de plantão vinte e quatro horas por dia, inclusive feriados, dias santos e fins de
semana.
IV - estudar a poluição sonora no Município e disciplinar, através de lei complementar, o uso de
aparelhos sonoros em área residencial, a implantação e a atividade de empresas que trabalham com
aparelhos que produzam poluição sonora, assim como veículos automotores, estabelecendo horários,
dias, proibições, penalidades e defesa do bem-estar público.
V - realizar levantamento, oferecer mudas e dar orientação técnica para o proprietário de terra rural
efetuar o reflorestamento, de no mínimo dez metros de largura nas margens dos rios e riachos onde não
mais houver mata ciliar na extensão prevista na legislação vigente e no artigo 188 desta Lei Orgânica.

Art. 17- Fica estipulado o prazo de seis meses, a partir da promulgação desta Lei Orgânica, para
o Executivo Municipal:
I - enviar projetos à Câmara Municipal instituindo os novos Códigos Tributário e de Obras;
II - criar e colocar em funcionamento a Central de Abastecimento à que se refere o artigo 135
desta Lei Orgânica;
III - enviar projeto à Câmara Municipal instituindo a Secretaria do Menor Carente, que terá por objetivo
buscar soluções para o problema do menor no Município de Santo Ângelo, visando:
a) incentivar a criação e funcionamento de uma Fundação que se destine a proporcionar educação,
saúde e profissionalização do menor carente, mediante a canalização de verbas para essa finalidade;
b) a Secretaria do Menor atuar em conjunto com a Fundação, também repassando verbas,
cabendo a esta a administração dos recursos oriundos do Poder Público, de empresas, associados
e particulares para implementação da política acerca do menor carente em Santo Ângelo;
IV – fazer levantamento geral de seu patrimônio, através de inventário analítico, e com publicação do resultado;
V - enviar à Câmara projeto do novo Plano Diretor, levando em consideração as necessidades de
urbanização e de forma a garantir o crescimento das áreas comerciais, residenciais e industriais;
VI - adotar Plano Diretor dos Recursos Naturais, que será elaborado pelas entidades profissionais
ligadas ao setor, sob a coordenação do Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente - COMDEMA;
VII - elaborar o plano de carreira e promover a reclassificação de cargos e salários de seus
servidores, observado o seguinte:a) vencimento igual para as mesmas funções, alternando- o de acordo com
o tempo de serviço, calculado como parcela autônoma sobre o valor básico;
b) vencimento básico nunca inferior ao salário de que trata o artigo 7º, Inciso IV da Constituição federal;
c) vencimentos diferenciados de acordo com a complexidade do serviço, calculado a partir da
adoção de um salário de referência a nível de Município, que não poderá ser inferior ao disposto no
artigo 7º, Inciso IV da Constituição federal, corrigindo mensalmente de forma de mantê-lo
atualizado em índices nunca inferiores à inflação real.
d) participação do Sindicato na Comissão elaboradora do Plano.

Art. 18 – Fica estabelecido o prazo de noventa dias, após a promulgação desta Lei Orgânica, para o Executivo
Municipal:
I - Suprimido
II - cadastrar junto à Prefeitura Municipal as pessoas que comercializarem pesticidas, sob pena de
suspensão imediata das atividades;
III - enviar projeto de lei definindo o planejamento e a ordenação das zonas de proteção dos aeródromos,
dentro de sua base territorial;
IV - Suprimido

Art. 19- A administração municipal, a partir da promulgação desta Lei Orgânica, terá o prazo de
cinco anos para promover a recuperação do Rio Itaquarinchim, deixando livre de qualquer produto poluente
as águas e margens de seu leito, podendo, para isso, firmar convênio com o Estado e a União.

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