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GUILHERME DE LIMA SANTOS

RAONI FERREIRA GODINHO BRASIL


WALTER LEONARDO MARTINS MONTE ALTO

ESTUDO DA APLICAÇÃO DA NR-06 EM OBRAS DE


SHOPPING

SÃO PAULO
2019
GUILHERME DE LIMA SANTOS
RAONI FERREIRA GODINHO BRASIL
WALTER LEONARDO MARTINS MONTE ALTO

ESTUDO DA APLICAÇÃO DAS NR-05 E NR-06 EM


OBRAS DE SHOPPING

Trabalho de Conclusão de Curso


apresentado como exigência parcial
para a obtenção do título de Graduação
do Curso de Engenharia Civil da
Universidade Anhembi Morumbi

Orientador: Sandro Toshio Uehara

SÃO PAULO
2019
GUILHERME DE LIMA SANTOS
RAONI FERREIRA GODINHO BRASIL
WALTER LEONARDO MARTINS MONTE ALTO

ESTUDO DA APLICAÇÃO DAS NR-05 E NR-06 EM


OBRAS DE SHOPPING
Trabalho de Conclusão de Curso
apresentado como exigência parcial
para a obtenção do título de Graduação
do Curso de Engenharia Civil da
Universidade Anhembi Morumbi

Trabalho____________ em: ____ de_______________de 2019.

__________________Sandro Toshio Uehara____________________


Nome do Orientador

______________________________________________
Nome do professor da banca
Comentários:_________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
Esta página é opcional e reservada para dedicatória.
AGRADECIMENTOS

Texto também opcional. Só utilize se for feito agradecimento institucional.


RESUMO

Este texto deve ser redigido na forma de um parágrafo único, espaço simples, e
conter a descrição completa do trabalho. Não deve ultrapassar esta página. Devem
ser acrescentadas duas palavras chave, no mínimo, na linha abaixo.

SUGESTÃO: MÁXIMO DE 200 PALAVRAS


Palavras Chave: EPIS, ACIDENTE, PREVENÇÃO
ABSTRACT

This part of text must contain a short but complete description of the monograph in a
single paragraph, single line spacing. It cannot overcome this page. At least two
key-worlds must be supplied in the line below.

Key Worlds:
LISTA DE FIGURAS

Figura 6.1 – Antigas vias de acesso a cidade de São PauloError! Bookmark not
defined.
Figura 6.2 – Procedimentos de terraplenagem no século XIXError! Bookmark not
defined.
LISTA DE TABELAS

Tabela 6.1 – Resultado da avaliação da disciplina XYZ ............................................ 27


Tabela 6.2 – População da região do ABC paulista .................................................. 27
LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS

IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e


CNPq
Tecnológico

Departamento de Estradas de Rodagens do Estado de São


DER-SP
Paulo

IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística


LISTA DE SÍMBOLOS

V Velocidade média na direção do escoamento


Fx Carregamento na direção x
SUMÁRIO
p.

1 INTRODUÇÃO ................................................................................................... 13

1.1 Objetivos ....................................................................................................... 14

1.2 Justificativas ................................................................................................. 15

1.3 Abrangência .................................................................................................. 16

2 MÉTODO DE TRABALHO ................................................................................ 17

3 MATERIAIS E FERRAMENTAS ........................................................................ 18

4 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA (OU TÍTULO MAIS APROPRIADO) .................... 19

4.1 Assunto 1 ...................................................................................................... 24

4.2 Assunto 2 ...................................................................................................... 24

5 ESTUDO DE CASO (OU TÍTULO MAIS APROPRIADO) ................................. 25

5.1 Localização ................................................................................................... 25

5.2 Coleta de Dados de Campo ......................................................................... 25

5.3 Assunto 1 (subdividir o capítulo de forma organizada e seqüencial) ...... 25

5.4 Assunto 2 ...................................................................................................... 27

6 ANÁLISE DOS RESULTADOS (OU TÍTULO MAIS APROPRIADO................. 28

7 CONCLUSÕES .................................................................................................. 29

8 RECOMENDAÇÕES.......................................................................................... 30

REFERÊNCIAS ......................................................................................................... 31

APÊNDICE A .............................................................................................................. 1

ANEXO A .................................................................................................................... 3
1 INTRODUÇÃO

A indústria da construção civil é reconhecida em todo mundo como uma das atividades
laborais mais perigosas, especialmente pelos acidentes do trabalho fatais que
apresenta.
De acordo com a Organização internacional do Trabalho (OIT), a cada ano ocorrem
60 mil acidentes do trabalho fatais na indústria da construção civil em todo mundo,
com óbito a dez minutos. (AYRES,2001)
Levando em consideração esse dado a preocupação das empresas e responsáveis
técnicos com a segurança do trabalho faz com que aumente a conscientização dos
seus funcionários e subordinados. E em um shopping não é diferente. Como se trata
de um grande polo gerador, suas atividades na construção civil são constantes. Sendo
assim é uma preocupação imensa e constante do Shopping em manter e zelar pelo
seu bom nome na segurança das suas atividades.
Mas se os profissionais responsáveis pelo setor de engenharia do shopping acreditam
que suas funções se limitam apenas em contratar serviços ou fazer treinamentos de
segurança de trabalho, é uma falha grave.
Os responsáveis da engenharia de um shopping têm que promover a segurança do
trabalho de uma forma em que todos envolvidos estejam motivados a atingir o ápice
da execução com segurança de suas atividades, exigindo essa mesma perfeição dos
seus parceiros e dando a fiscalização necessária para o mesmo acontecer.
O melhor caminho para alcançar esse ápice é deixando o diálogo aberto com seus
funcionários e de fácil acesso, e no caso dos eventuais parceiros de trabalho uma
integração as normas e regras do caderno técnico antes de qualquer atividade a ser
executada, além de manter seu documento sempre atualizado com os novos estudos
e tecnologias da segurança, como também treinamentos, campanhas, palestras,
minicursos, atualização e revisão dos seus EPIS, nunca deixando de seguir as NRs
que regulamentam e normatizam essas atividades.
1.1 Objetivos

Esse trabalho busca desenvolver um estudo nas atividades práticas de obras em


shoppings, abordando a NR 5 e NR 6 e com estudo do seu caderno técnico para a
melhoria do uso dos EPIs e melhor desenvolvimento do mapa de riscos do local, para
um ganho na segurança e conforto de trabalho.

Objetivos Gerais

O objetivo geral desta pesquisa é identificar os problemas e analisar os riscos do uso


incorreto dos EPIs nas obras dentro de shoppings. Além disso, o estudo visa
apresentar o nível de conhecimento e opiniões dos trabalhadores dessas obras sobre
a importância dos EPIs.
Outro objeto do presente estudo é a análise do mapa de risco da obra e a sugestão
de melhoria desta ferramenta de segurança.

Objetivos Específicos

Para isto, deverão ser cumpridos os seguintes objetivos:


• Observar as atividades com uso de EPI dentro da obra;
• Especificar as tarefas executadas com o uso dos EPIs;
• Verificar aspectos das atividades executadas nas obras e a segurança do
trabalho;
• Por meio de entrevistas com funcionários de obras de shopping verificar sua
satisfação e conhecimento quanto ao uso de EPIs e mapa de riscos;
• Levantamento da lista dos EPI’s a serem utilizados nas obras;
• Verificação do CA (Certificado de Aprovação) dos EPI’s.

1.2 Justificativas

Toda execução de obra civil é necessária o comprimento da norma NR-06 que trata
sobre o uso dos equipamentos de proteção individual, destinado a proteção de risco
suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho. Além do risco de acidente,
a falta dos usos dos EPI´s poderá acarretar multas e embargo da obra em caso de
fiscalização.
Nos tempos atuais é comum o descaso e não cumprimento das normas de segurança,
seja ela por falta de conhecimento dos responsáveis pelo gerenciamento ou dos
próprios funcionários, gerando assim condições inseguras aos trabalhadores podendo
resultar em acidentes de trabalho.
Portanto, é de grande importância averiguar se uma obra segue todas as normas e se
os funcionários entendem a necessidade do uso constante dos equipamentos
destinados à sua proteção durante o tempo que executam os serviços.
O objetivo do trabalho é alertar quanto a importância do comprimento da NR-06,
sugerindo melhorias e apontando necessidades para o aprimoramento da segurança
do trabalho, além de avaliar dentro da NR-05 o desenvolvimento do mapa de risco da
obra.
1.3 Abrangência

Na construção civil, segurança é dependente de vários fatores para que ocorra de


forma correta, dentre eles condições climáticas, materiais de qualidade, mão de obra
qualificada e outros, impactando diretamente no prazo de entrega da obra. No estado
de São Paulo, existe cerca de 175 shoppings segundo a (ABRASCE,2019),
movimento bilhões anuais na economia, assim vemos o quanto é importante a
minimização de acidentes nessas obras.
O trabalho limitou-se a aplicação de analise, do mau uso dos EPIS, adequação na
obra dos mesmos e desenvolvimento do mapa de riscos após observar necessidades.
2 MÉTODO DE TRABALHO

Esse trabalho tem como objetivo a análise da aplicação da NR-06 em obras dentro de
shoppings, o estudo do mapa de risco (NR-05) e a sugestão de melhoria na prevenção
de acidentes e no ambiente de trabalho. Esses objetivos serão alcançados através de
observação em campo, estudo caderno técnico do shopping, levantamento de dados
e pesquisa com os operários.
3 MATERIAIS E FERRAMENTAS

Por se tratar de um estudo de caso em campo, serão utilizados formulários de


entrevista, material fotográfico e vídeo, caderno técnico fornecido pelo responsável,
laudos de segurança interno do shopping.
4 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA
Neste capítulo apresenta-se as características do setor da construção civil e conceitos
essenciais para o entendimento dos riscos relacionados à falta do uso dos EPI’s nas
construções e a importância da aplicação do mapa de riscos.

4.1 – IMPORTANCIA DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL


A indústria da construção civil é um dos setores com a maior representatividade no
mercado de trabalho no Brasil, a importância social da construção civil é oriunda
principalmente da grande absorção de mão de obra do setor e do poder de gerar
empregos diretos e indiretos (PATRÍCIO, 2013).
Segundo Patrício (2013), construção civil é um termo usado para todo tipo de
construção que tenha interação com a população, comunidade ou com a cidade,
sendo uma nomenclatura utilizada até hoje.
Para Oliveira (2012) a Construção Civil é caracterizada como atividade produtiva da
construção que envolve a instalação, reparação, equipamentos e edificações de
acordo com as obras a serem realizadas. O Código 43 da Classificação Nacional de
Atividades Econômicas (CNAE) do IBGE, relacionam as atividades da construção civil
como as atividades de preparação do terreno, as obras de edificações e de engenharia
civil, as instalações de materiais e equipamentos necessários ao funcionamento dos
imóveis e as obras de acabamento, contemplando tanto as construções novas, como
as grandes reformas, as restaurações de imóveis e a manutenção corrente.
Grandes mudanças ocorreram na indústria da construção civil no Brasil,
historicamente era caracterizada por métodos construtivos artesanais que com o
passar do tempo, devido à grande concorrência e aumento da exigência do cliente
final, precisou sofrer mudanças e se profissionalizar, tornando-se uma industrial de
montagem, principalmente as fornecedoras de material, assumindo um papel de
grande força em todo o país. Mesmo que até nos dias de hoje exista ainda uma grande
resistência dos profissionais que nela trabalham a mudanças e novos métodos de
produção e tecnologia (PATRICIO, 2013).

4.2 – OS RISCOS DA ATIVIDADE DA CONSTRUÇÃO CIVIL


As condições reais dos canteiros de obra apresentam riscos por sua própria natureza,
tais riscos são agravados pela diferença de métodos de trabalho realizados pelos
operários, por conta de situações não previstas, mas que são constantes no trabalho,
por não existirem procedimentos de execução formalizados na maioria das empresas.
O que existem, no máximo, são instruções verbais. Por muitas vezes os próprios
trabalhadores fazem a regulação dos métodos de trabalho, por ações informais ou
não usuais, o que põe em dúvida a confiabilidade do sistema, resultando em riscos de
acidentes (MEDEIROS E RODRIGUES, 2001).
Os autores Medeiros e Rodrigues (2001) ainda ressaltam que um trabalhador
instruído absorve muito mais fácil as informações concedidas em um treinamento,
inclusive aquelas que se destinam ao esclarecimento das normas de segurança do
trabalho. Este trabalhador não estará sujeito a acidentes de trabalho tão facilmente
quanto aquele com pouca ou nenhuma instrução. Um dos fatores que influencia ainda
esta questão é a alta rotatividade do setor.
Outro fator que interfere no controle de riscos de acidentes é a existência de sistemas
de pagamento diversificados na maioria dos canteiros onde os critérios da
produtividade são baseados na execução do trabalho dos funcionários mais rápidos e
experientes. Este fato pode gerar prejuízos à segurança dos trabalhadores, uma vez
que os operários – principalmente os mais inexperientes - ao executarem suas tarefas
com mais rapidez, e, assim, com maior desgaste de sua força de trabalho, podem
desempenhar condutas equivocadas que permitam à ocorrência de acidentes
(MEDEIROS E RODRIGUES, 2001).
O gerenciamento de riscos tem como objetivo principal a não ocorrência do acidente
ou quase acidente, ou seja, prioriza a ausência de acontecimentos e eventos
indesejáveis no exercício das atividades. Para desenvolver uma análise de riscos é
necessário conhecer todo o processo e de que maneira os operários executam os
serviços, além disso, para que a análise de riscos seja imparcial, é importante
organizar uma equipe com diferentes profissionais de diversas áreas da construção.
Este grupo de analise precisa, além de acompanhar e entender todo o processo, ouvir
os trabalhadores, e alinhar todos os pontos de vistas para chegar a um consenso e
uma visão imparcial, critica e eficaz dos riscos existentes nos processos avaliados
(PATRÍCIO, 2013).
4.3 – SEGURANÇA DO TRABALHO NO SETOR DA CONSTRUÇÃO CIVIL

A construção civil se difere dos outros setores industriais por possuir características
próprias, sendo uma delas a pouca importância das máquinas e tecnologias para a
obtenção da qualidade do produto e depende, quase que exclusivamente, da mão-de-
obra utilizada. Essa dependência que a construção civil tem da mão-de-obra utilizada
deveria contribuir para que este fosse um setor desenvolvido no aspecto de segurança
no trabalho, porém o que se nota é que ainda é um dos setores industrias com maior
percentual de acidentes (GROHMANN, 1997).

Para Grohmann (1997) a segurança no trabalho é uma função empresarial que, cada
vez mais, torna-se uma exigência conjuntural. As empresas necessitam minimizar os
riscos a que estão expostos seus funcionários pois a atividade envolve um certo grau
de insegurança. A falta de um sistema eficaz de segurança acaba gerando problemas
de relacionamento humano, produtividade, qualidade dos produtos e/ou serviços
prestados e o aumento de custos. A pseudo-economia feita não se investindo no
sistema de segurança mais adequado acaba resultando em graves prejuízos pois, um
acidente no trabalho implica baixa na produção, investimentos perdidos em
treinamentos e outros custos.

Um dos principais pontos de atenção na construção civil é a segurança do trabalho.


O setor é um dos que mais sofrem com acidentes.
Para diminuir estes riscos e evitar que o problema continue neste estado preocupante,
é essencial que medidas de segurança façam parte da rotina de quem trabalha e de
quem gerencia os canteiros de obra. Com o objetivo de contribuir para essa melhoria
nas condições de segurança.
Muitos dos acidentes que ocorrem em um canteiro de obras poderiam ser evitados se
as normas de segurança do trabalho na construção civil fossem seguidas. Mas,
infelizmente, ainda há muita negligência em diversos aspectos do trabalho, o que
coloca a segurança e vida dos trabalhadores em risco.
Um canteiro de obras é um ambiente que apresenta muitos riscos, por isso precisa
estar bem organizado para diminuir a possibilidade de que acidentes ocorram. Isso
significa que todos as ferramentas e equipamentos utilizados na obra devem estar
Guardados em local apropriado, assim como o canteiro também deve dispor de
sinalização adequada informando sobre riscos e pontos de atenção.
Trabalhadores da construção civil lidam constantemente com diversas ferramentas
que podem causar lesões graves. Por este motivo, é muito importante que todos os
operários recebam treinamento e instruções adequadas para o uso de cada
equipamento, além de material de proteção.
Quase todas as causas apontadas acima podem ser evitadas desde que sejam
cumpridas as normas de segurança do trabalho na construção civil, contudo muitas
vezes essas normas não são respeitadas. Seja para baratear os custos da obra, seja
por falta de informação ou mesmo conscientização, essa falta de atenção com a
segurança traz inúmeros problemas e pode resultar em acidentes graves e
fatalidades, contribuindo para os números alarmantes que mencionamos
Existem regras que devem ser seguidas para garantir a segurança do trabalhador da
construção civil e que podem ajudar a reduzir drasticamente o número de acidentes e
mortes ocorridos no ambiente de trabalho.

4.4 – NR5 MAPA DE RISCOS (Desenvolver)


4.5 – NR6 A IMPORTÂNCIA DO USO DOS EPI’s NAS OBRAS (Desenvolver)

São muitos os riscos que podem ameaçar a segurança e a saúde em uma construção
civil. Para proteger e tornar mais seguro o dia a dia desses profissionais, é importante
que o trabalhador use o Equipamento de Proteção Individual (EPI), descrito na NR-
06, que faz parte das normas regulamentadoras do MTE (Ministério do Trabalho e
Emprego). São eles: óculos de proteção, luva, capacete, protetor auricular e máscara,
calçados, cinturão, macacão, mangas, proteção de tronco, respirador e protetor facial.
Mas como saber se o funcionário está em risco e precisa de um EPI? Segundo a NR-
06, compete ao Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina
do Trabalho – SESMT, ouvida a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes –
recomendar ao empregador o EPI adequado à atividade. Nas empresas desobrigadas
a constituir SESMT, cabe ao empregador selecionar o equipamento apropriado ao
risco, mediante orientação de profissional, ouvida a CIPA o designado e trabalhadores
usuários.
Entender a importância do EPI é essencial para que tanto o trabalhador quanto o
empregado respeitem as regras e normas que regulamentam seu uso. Para o
profissional, o equipamento garante sua saúde e bem-estar ao evitar acidentes graves
e o desenvolvimento de doenças ou enfermidades. Já para a empresa, a norma reduz
futuros riscos, principalmente ao evitar acidentes que podem gerar indenizações ou
perdas de funcionários. Além disso, a empresa evita ter que pagar adicionais de
insalubridade ou periculosidade em determinados casos.
Segundo a norma, a empresa é obrigada a fornecer os equipamentos gratuitamente
aos empregados, em perfeito estado de conservação e funcionamento sempre que
outro equipamento de proteção coletiva não eliminem todos os riscos de acidentes do
trabalho. Além disso, é obrigatório quando as medidas de proteção coletiva ainda
estão sendo colocadas na obra ou em situações de emergência
Assunto 1

Assunto 2

ESCREVER NO MÁXIMO DE 20 PÁGINAS


5 ESTUDO DE CASO (OU TÍTULO MAIS APROPRIADO)

Localização

Coleta de Dados de Campo

Assunto 1 (subdividir o capítulo de forma organizada e seqüencial)

A partir deste capítulo, podem ser utilizadas ilustrações e tabelas, que devem ser
legendadas com o comando “Inserir” “Referências” “Legenda” e o rótulo “Figura” ou
“Tabela” ou “Quadro”, conforme o que estiver sendo feito. Deve-se inserir uma
moldura nas figuras e centralizar as mesmas.
Nas ilustrações o título deve ser colocado acima da figura, enquanto que a legenda
e a fonte devem ser colocadas na parte inferior da mesma, conforme ABNT.
As Figuras devem ser chamadas no texto que antecede. Não podem existir “figuras
perdidas” no trabalho, ou seja, toda e qualquer figura que aparecer no trabalho deve
ser chamada no texto antes de inserir a própria figura, e esta deve ser utilizada para
explicar ou demonstrar algo importante do trabalho.
Figura 5.1 – Vias de acesso à cidade de São Paulo.

Observa-se que os acessos à cidade de São Paulo apresentados


no mapa são as estradas antigas.
Fonte: Departamento de Estradas e Rodagem de São Paulo (2003).

Figura 5.2 – Procedimentos de escavação de valas no século XIX.

A figura mostra o sistema de escavação de valas adotadas no século XIX.


Pode-se observar que nos taludes laterais não foi aplicada proteção
contra processos erosivos.
Fonte: Departamento de Estradas e Rodagem de São Paulo (2003).
Para as Tabelas o título, a legenda e a fonte devem ser colocados da mesma maneira
que nas Figuras: título na parte superior, ficando na parte inferior a legenda e a fonte.
Conforme pode ser visto na Error! Not a valid bookmark self-reference. e na Tabela
5.2. Pode-se ver que enquanto o texto é feito com fonte arial no tamanho 12, o interior
da tabela pode ser feito em fonte arial no tamanho 10 assim como o título e a fonte,
ficando o título em negrito.
NOTA: As tabelas não podem ser fechadas com as linhas verticias: devem ficar
abertas.
Tabela 5.1 – Resultado da avaliação da disciplina XYZ
Nome RA Curso Nota
Fulano de Tal 0215212 Engenharia Civil 8,0
Pedro dos Santos 0410256 Engenharia Civil 5,0
Média 6,5
Fonte: Universidade Anhembi Morumbi (2005).

Tabela 5.2 – População da região do ABC paulista


Estado População
Santo André 669.592
São Bernardo do Campo 788.566
São Caetano do SUl 134.295
Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (2006).

Assunto 2

SUGESTÃO: TOTAL DE 10 A 20 PÁGINAS


6 RESULTADOS E DISCUSSÔES (OU TÍTULO MAIS APROPRIADO)

SUGESTÃO: DE 5 A 15 PÁGINAS
7 CONCLUSÕES (OU CONSIDERAÇÕES FINAIS)

SUGESTÃO: 1 PÁGINA
8 RECOMENDAÇÕES (OPTATIVO)
O grupo de alunos poderá ou não descrever este item, conforme orientação do
professor orientador.

SUGESTÃO: 1 PÁGINA
REFERÊNCIAS

ABRASCE. Associação Brasileira De Shopping Centeres . Disponível em: <


https://abrasce.com.br/numeros/estados/ >. Acesso em 20 mai. 2019.

AYRES, D. O. e CORRÊA, J. A. P.. Manual de Prevenção de Acidentes de


Trabalho. São Paulo: Editora Atlas, 2017. 225 p.

GROHMANN, M. Z.. Segurança no trabalho através do uso de epi’s: estudo de


caso realizado na construção civil de Santa Maria. Universidade Federal de Santa
Maria, 1997. Disponível em: < http://www.segurancaetrabalho.com.br/download/epis-
construcao.pdf>. Acesso em 04 abr. 2019.

IBGE. Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) . Disponível em:


< https://cnae.ibge.gov.br/?view=divisao&tipo=cnae&versao=9&divisao=43 >. Acesso
em 20 mai. 2019.

MEDEIROS, J. A. D. M. e RODRIGUES, C. L. P. A existência de riscos na indústria


da construção civil e sua relação com o saber operário. In: Encontro Nacional de
Engenharia de Produção, 2001, Salvador.

OLIVEIRA, V. F. O papel da Indústria da Construção Civil na organização do


espaço e do desenvolvimento regional. Congresso Internacional de Cooperação
Universidade-Indústria. Taubaté (SP), 2012.

PATRÍCIO, R. P. Adequação do FMEA para gerenciamento de riscos em obra de


infraestrutura, após a aplicação da análise preliminar de risco na execução de
muro de gabião. 2013. 66 f. Monografia (Curso de Pós-Graduação em Engenharia
de Segurança do Trabalho) – Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Curitiba,
2013.

Segurança e Medicina do Trabalho. 6 ed. São Paulo.. Editora Saraiva, 2010.


96 p.
APÊNDICE A
Incluir no apêndice os elementos que fazem parte do trabalho, porém não é
conveniente inserir no meio do texto do TCC para não atrapalhar o leitor. No Apêndice
são incluídos conteúdos de autoria própria (dos integrantes do grupo de TCC).

Exemplos que requer a inserção de Apêndice: explicações de estatística utilizada no


desenvolvimento do TCC; ou a descrição do método mais adequado para uso de um
software.
ANEXO A
O Anexo deve ser inserido quando houver a necessidade em apresentar os dados
utilizados por terceiros (que não são de autoria do grupo de TCC), por exemplo:
medidas, valores etc.

Separar os Anexos de acordo com o tipo de dado, por exemplo: Anexo A – Valores
de temperatura do ano de 1990 da cidade de São Paulo; Anexo B – Precipitações (em
mm) de 1º de dezembro de 1956 até 31 de janeiro de 2001.

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