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Orquestra Sinfônica da UFBA

Coordenação: Prof. Dr. José Maurício Brandão


Flautas Oboés
Tota Portela Lucas Caetano* Roberta Benjamim** Gustavo Seal
Clarinetas Fagotes
Patricia Perez Mateus Levi* Bruno Peçanha Valter Pedro***
William Alexandria* Jean Marques
Trompas Trompetes UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
Celso Benedito João L. Magalhães Rogerys Machado* Alana Rana Oliveira*
Javier Rosa* Davi Eugênio*** Juraci Pereira ESCOLA DE MÚSICA
Paula Grazielle Santos Josely Saldanha
Trombones Timpanos
ORQUESTRA SINFÔNICA DA UFBA
Gilmar Chaves* Eliel Gonçalves* Oscar Mauchle Rian Mourthe*
Alexsandro Santos* Gerson Barbosa
Fred Dantas
Tuba Harpa
Renato Costa Pinto Mariana Tudor Ullianovich
Violinos I Violinos II
Priscila Rato (Spalla) Teodoro Salles Mário Gonçalves Ângela Onnis
Ana Zanata Damaris dos Santos* Davi Guima Antonio Amorim
Sarah Fernandes Herbert Rios* Andre Silva* Laizila Santos*
Diogo Pimentel Mario Soares
Ezequiel Oliveira*
Fred Pessoa
TEMPORADA 2018, 12º CONCERTO
Serghei Iurcik
Violas
Icaro Smetak
Violoncelos
Thomaz Rodrigues Guilherme Venturato
CONCERTO SINFÔNICO
Lais Guimarães Sara Aline Silva* M. Cândida Lobão Christian Knop (PREMIAÇÃO DO CONCURSO SOLISTAS OSUFBA 2018.2)
Eduardo Conceição*** Junio Santana* Leticia Ferreira* Claudio L. do Val
Neiva Salu Ana Florencia Paulin Clara Mascarenhas* Andre Miranda*
Gabriela Melo* Rafael Knop*
Contrabaixos Administrativo
Jessica Albuquerque Kivia Santos* Isadora Ramos Fabricio Nascimento
Rodolfo Dantas
Arte Gráfica Técnica Arquivo
Augusto Caymmi Antonio Jorge Ferreira Davi Cerqueira
*Aluno da UFBA ** Professor da UFBA *** Músico Convidado

Próximos Concertos
Quarta-feira, 19 de dezembro de 2018, 20 horas, Reitoria da UFBA
OSUFBA, Concerto Sinfônico

Nossos Contatos
www.escolademusica.ufba.br osufba@gmail.com
http://www.facebook.com/orquestra.universidadefederaldabahia

Salão Nobre da Reitoria da UFBA


Quinta-feira, 06 de dezembro de 2018, 20 horas
PROGRAMA

O Concerto para Violino No. 3 em si menor, Op. 61, de Saint-Saëns, escrito


em março de 1880, é dedicado ao virtuoso Pablo de Sarasate, que o estreiou
em outubro de 1880. Em três movimentos – Allegro non troppo; Andantino
Camile Saint-Saëns Concerto para Violino e Orquestra quasi allegretto; Molto moderato e maestoso - Allegro non troppo – o
(1835-1921) No. 3, em si menor, Op. 61 (1880) terceiro (e último) dos concertos de violino de Saint-Saëns embora pareça
impor menos exigências técnicas ao solista do que seus antecessores, pela
sua invenção melódica e sua sutileza impressionista (além do seu sutil “sabor
francês”) apresentam desafios interpretativos significativos. Esses desafios
Allegro non troppo são mais notáveis no segundo movimento e no coral do final, que é uma
Andantino quasi allegro reminiscência da conclusão do Quarto Concerto para Piano. Possivelmente
Molto moderato e maestoso – Allegro non troppo por causa disso, o Concerto No 3, junto com a Introdução e Rondo
Capriccioso, Op. 28 e a Havanaise, Op. 83 mantiveram a obra de Saint-
Saëns para violino no standard do virtuosismo violinistico.
Uiler Moreira – Violino
A relação desenvolvida por Brahms com os cânones musicais da tradição
Premiado no Concurso Prof. Horst Schwebel,
ocidental, uma atitude considerada conservadora e tradicionalista na sua
Solistas OSUFBA 2018.2
época, apresenta-se como um dos aspectos mais modernos da sua música.
Classe do Prof. Dr. Alexandre Casado
Garante uma continuidade entre passado e futuro: sobre as formas
convencionais desenvolvem-se novas sensibilidades e novas explorações
estruturais e harmônicas; e permite a compreensão de que, através do
trabalho de (re)interpretação da tradição, Brahms redescobre e reinventa as
possibilidades de renovação da linguagem musical. Nesta perspectiva, é
Johannes Brahms Sinfonia No 3, Op. 90 em fá maior central a Sinfonia n.º 3 em Fá maior, Op. 90, na qual a construção de
arquiteturas formais perfeitas e coesas se poderia interpretar como uma
(1840-1893) (1833-97) procura de racionalização do “irrequieto”, “mutável” e “contraditório”
Romantismo que percorre a obra. Brahms escreveua sua terceira Sinfonia em
Allegro con brio 1883, quando contava cinquenta anos, num Verão passado na cidade de
Andante Wiesbaden, junto ao vale do Reno. A estreia da obra teve lugar em Viena, a
Poco Allegretto 2 de Dezembro de 1883, sob a direção de Hans Richter junto a Filarmônica
Allegro de Viena com enorme sucesso. Richter veio a considera-la a “Heróica” de
Brahms. Sendo a mais curta e compacta das quatro sinfonias do compositor,
a Sinfonia n.º 3 tem como fundamento uma ideia de coesão e intensidade.
Três dos quatro movimentos assumem a forma-sonata, e, num processo
cíclico, os materias temáticos são referidos ao longo dos movimento, como
Orquestra Sinfônica da UFBA clara ligação ao cerne motívico que perpassa toda a obra, fechando o círculo
na sequência final do último andamento. A sucessiva justaposição entre Fá
Maestro José Maurício Brandão – Regência maior e Fá menor apresenta-se como dispositivo recorrente, e os quatro
andamentos são equilibrados em termos de duração e apontam para o
cuidado com as proporções.