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PALESTRA DE LYRICUS

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A ZONA DE INTERFACE

Aluno: Eu estava meditando esta manhã e me peguei distraído pelo barulho que faziam meus colegas. Existe
alguma técnica para bloquear essas distrações para que possa me concentrar melhor na meditação?

Professor: O que você pretende conseguir com a melhora na concentração?

Aluno: Vou conseguir uma meditação mais clara e consequentemente um resultado melhor, com insights
mais profundos.

Professor: Entendo. Algum desses insights mais profundos inclue a percepção de que o mundo exterior não é
uma distração do mundo interior, mas um estimulador para o conhecimento?

Aluno: Você está dizendo que não devo me preocupar com as distrações quando medito?

Professor: Não é a preocupação a fonte de sua distração?

Aluno: Acredito que sim. Mas se essas distrações...

Professor: Não são distrações. São fenômenos do mundo exterior – vibrações que viajam no éter de fontes
sobre as quais você não tem controle. Só isso e nada mais.

Aluno: Mas essas vibrações afetam minha mente e minha habilidade de concentração. A concentração não é
um componente vital no sucesso da meditação?

Professor: Novamente. O que influencia sua mente não são vibrações externas, mas sua reação a elas.

Aluno: Como posso então mudar minha reação para que eu seja mais bem sucedido nas minhas meditações?

Professor: Esse é o único problema relevante em suas meditações?

Aluno: É durante minhas meditações que mais percebo isso.

Professor: Você também percebe o medo e o stress que o mundo exterior causa em você?

Aluno: Sim.

Professor: O medo não é semelhante a uma distração?

Aluno: Suponho que sim.

Professor: E mais, você não teria uma tendência para ser complacente com isso?

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Aluno: Acredito que não.

Professor: Medo, e tudo aquilo que chamamos de emoções negativas, podem parecer distrações, mas também
são catalisadores e instigadores de uma ação. Não é verdade?

Aluno: Entendo seu ponto, mas essas distrações e medos me afastam dos meus estudos espirituais e fazem
com que meu comportamento não seja consistente com uma pessoa espiritualizada.

Professor: E qual é o comportamento de uma pessoa espiritualizada?

Aluno: São pessoas equilibradas e benevolentes. Ficam calmas quando se deparam com distrações e medos.
Exalam paz e são exemplos de compaixão. Expressam amor para todos.

Professor: Você acabou de descrever um santo mitológico, mas não descreveu uma pessoa espiritualizada.
Mesmo na escuridão uma pessoa espiritualizada pode descobrir a luz. São buscadores da verdade e se
mostram em milhares de personalidades diferentes. Não são disseminadores da verdade. Não são santos. São
buscadores da verdade.

Aluno: Minha definição é um pouco idealista, até admito, mas porque isso é tão importante na discussão
sobre medo e distrações?

Professor: Sua preocupação não está relacionada com sua visão daquilo que é o comportamento de uma
pessoa espiritualizada e suas deficiências percebidas em relação a esta imagem?

Aluno: Você está sugerindo que tudo isso pode levar a um erro fundamental?

Professor: Sim. É uma parte significativa daquilo que alimenta sua reação ao medo e distrações. É uma forma
de auto julgamento que define sua reação ao mundo externo. À medida que você se prende a uma imagem e
comportamento daquilo que acredita e define como uma pessoa espiritualizada, você determina sua forma de
atuar, e consequentemente, vai se frustrar por não conseguir uma reprodução fiel.

Aluno: Mas se fico frustado em função da minha imagem idealizada de como imagino que devo me
comportar, você está sugerindo que apenas preciso eliminar minhas expectativas e a frustração acaba?

Professor: Por qual razão suas frustrações deveriam terminar? Por qual razão você prefere a experiência do
contentamento e da calma? Você encarnou neste mundo para ter auto controle e tranqüilidade?

Aluno: Estou apenas dizendo que desejo demonstrar valores espirituais, ou seja, paz e contentamento.

Professor: Valores espirituais estão no mesmo nível que a confusão e o stress estão para a paz e o
contentamento. Valores espirituais não são nem bons nem ruins.

Aluno: Você fala como se valores espirituais fossem indefinidos e não significassem... nada.

Professor: Você começou este diálogo dizendo que se sentia frustado com o barulho externo que prejudicava
o sucesso de sua meditação. Mostrei a você que o problema não era o barulho ou a distração, mas sua limitada
percepção de qual comportamento se aplica à conduta espiritual.

Aluno: Sim, concordo, mas o comportamento espiritual não está relacionado com raiva, raiva e ganância.
Você não concorda com isso?

Professor: Se você define de forma tão limitada quais ações e atividades compõem o comportamento
espiritual, você vai se tornar não só um juiz de si mesmo como também de todos os outros. Inconscientemente
você vai fechar sua Zona de Interface.

Aluno: O que é Zona de Interface?

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Professor: A Zona de Interface é o aspecto de sua consciência que interage com as espécies com as quais
compartilha uma biologia semelhante. Está fisicamente localizada no seu DNA, e age como elo dentro de uma
vasta rede que, em última análise, está conectada com a Primeira Fonte.

Aluno: E o que é essa vasta rede?

Professor: DNA é tanto uma rede dentro do corpo da pessoa como também um elo dentro do “corpo”
coletivo das espécies ou mente genética. A espécie humana está conectada através dessa rede, e o DNA é que
torna isso possível.

Aluno: Portanto, o que você está dizendo é que acontece dentro de mim é transmitido para todos os outros
humanos?

Professor: A Zona de Interface e como um computador ligado a uma rede. Você não está ciente da rede a
menos que esteja conectado com seu computador. Para acessar a rede e buscar ou compartilhar informação,
você tem que estar atento ao computador. Da mesma forma, a Zona de Interface necessita que você fique
atento a isso a fim de acessar essa rede que engloba todas as espécies.

Aluno: Você está dizendo que posso me comunicar com todos aqueles que são humanos?

Professor: A Zona de Interface é que dá origem a todos os idiomas – todas as linguagens. A linguagem está
codificada dentro desse aspecto do DNA e emerge para o exterior da expressão humana. Isto significa que o
DNA humano traz a linguagem para as espécies e recebe a linguagem das espécies. É uma porta que abre de
ambos os lados.

Aluno: Você está dizendo que posso me comunicar com as espécies similares – em nível de DNA – através
de palavras?

Professor: Sim.

Aluno: Isso é um bem difícil de acreditar.

Professor: Não é isso que os mântras e afirmações fazem dentro de seu corpo? Não são essas palavras e
freqüências que modificam as pessoas, até psicologicamente?

Aluno: Sim, acredito nisso baseado na minha própria experiência, mas o que você está dizendo é que essas
mesmas palavras se comunicam além do meu corpo com as espécies como um todo. Esse é um conceito
difícil de entender, para não dizer acreditar.

Professor: Isto não se comunica automaticamente com a rede do DNA da mesma forma que os pensamentos
não se comunicam automaticamente com a rede de computadores. Na rede de computadores você tem que
converter seus pensamentos em palavras e passá-las através do teclado para o computador e então selecionar o
caminho para enviar seus pensamentos para a rede.

Aluno: Entendo como isso se aplica quando se fala em rede de computadores, mas como isso funciona com a
rede do DNA?

Professor: A Zona de Interface é o equivalente a um computador que precisa de um software e que seja
ligado para acessar a rede.

Aluno: E qual é o software e como ativá-lo.

Professor: Você quer saber isso antes de entender porque gostaria de ter acesso à rede do DNA?

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Aluno: Minha curiosidade vai além da minha lógica. Você poderia me dizer por que eu gostaria de criar uma
Zona de Interface?

Professor: A Zona de Interface é o lugar de encontro dos níveis físicos e energéticos. É o veículo da
linguagem entre dois mundos vibratórios. É a porta de comunicação do indivíduo com as espécies, mas os
humanos mantiveram fechada esta porta de comunicação por conta da expressão de sua individualidade e da
busca de seu ego.

Aluno: Você está falando sobre consciência grupal... assim como formigas e abelhas?

Professor: Sim, mas há um sem número de espécies que tem essa capacidade e a utilizam.

Aluno: Se os humanos fecharam essa porta de comunicação, deve haver uma razão.

Professor: É o ato de poluir a mente genética que tem mantido essa porta fechada.

Aluno: Poluir a mente genética?

Professor: Pensamentos são a única forma real de poluir para as espécies humanas. Além de ser uma
expressão puramente instintiva, os pensamentos uniformizam a linguagem e a linguagem uniformiza o
comportamento. Este comportamento pode ser destrutivo para a mente genética das espécies e podem causar
severas limitações na sua capacidade de perceber a alma no portador de alma.

Aluno: Portanto, os humanos aprendem a se identificar com o portador de alma e não com a alma?

Professor: Sim.

Aluno: E quem fecha essa porta de comunicação?

Professor: Os humanos... inconscientemente sabem que é de seu próprio interesse fechar essa porta para
prevenir danos irreparáveis na mente genética. Intuitivamente sabem que chegará um tempo quando ela será
reaberta e a Zona de Interface mais uma vez estará acessível à humanidade.

Aluno: E como será aberta?

Professor: Existem pessoas selecionadas que abrirão essa porta de comunicação com o propósito de
transformar a mente genética das espécies. Esses indivíduos incorporam o que está por vir em relação às
espécies humanas. De certa forma, eles são viajantes do tempo que trazem o futuro das capacidades humanas
para os dias atuais. Primeiro transmitem a visão do futuro, e depois as ferramentas para ativar outras
capacidades.

Aluno: Ainda não sinto que entendi o objetivo de tudo isso.

Professor: É através da ativação da rede do DNA que a humanidade descobrirá o Grande Portal, pois acessar
a mente genética é essencial nessa descoberta, assim como é a comunicação extra sensorial entre aqueles
destinados a reunir as partes componentes da descoberta e juntá-las no quebra cabeça das sete descobertas
(seven-fold).

Aluno: Como se consegue acessar a Zona de Interface?

Professor: Você quer saber como acessá-la antes de entender como isso o afetará?

Aluno: Novamente minha impaciência me atropela. Estou interessado em entender o que esse acesso vai
significar para mim. Por favor, explique.

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Professor: A Zona de Interface é o ponto de acesso para ativar a consciência grupal da humanidade. Se a
humanidade pode operar como uma consciência coletiva, apesar de seus membros permanecerem presos na
plenitude de sua individualidade, a humanidade será capaz de harmonizar o mundo e operar como co-
criadores de um mundo novo com poder que se estenderia para níveis galácticos.

Aluno: Como? Como tudo isso acontece?

Professor: A Zona de Interface é um componente importante da descoberta do Grande Portal e se tornará


conhecido como o elemento de ligação das espécies humanas que unifica sua mente genética e, nesta
unificação, libera seu poder e capacidade de criar soluções para os desafios naturais da vida planetária.

Aluno: Como isso se relaciona com indivíduos como eu?

Professor: Escolhendo conscientemente acessar a Zona de Interface, você percebe a mente genética com
muita clareza. Isto proporciona processos de pensamento mais vívidos e enriquece a intuição. Isso melhora
também as percepções extra sensoriais que o habilitam à cura a distância e comunicação remota.

Aluno: E sobre a comunicação com a mente genética? Você mencionou que a porta se abre de ambos os
lados.

Professor: Falar sobre isso é uma coisa muito delicada e que não posso abrir no momento até que você
avance mais em seu treinamento. Acho que podemos começar com o modelo receptivo antes de investigarmos
o modelo transmissor.

Aluno: Como chego ao modelo receptivo?

Professor: Através da linguagem natural. Como eu disse, a Zona de Interface opera dentro da formação das
línguas desde que contenha todos os arquétipos da linguagem.

Aluno: Então que palavras devo falar?

Professor: Primeiro, linguagem não é necessariamente construída com palavras. Pode ser visual e também
musical, ou seja, tem o seu ritmo, freqüência, modulação etc..

Aluno: O que é mais eficaz?

Professor: O mais eficaz é começar com um quadro conceitual claro da Zona de Interface e como pode ser
ativado para ser mais receptivo como uma onda portadora da mente genética.

Aluno: Como faço isso?

Professor: Lembra quando falei que o DNA espontaneamente configura estruturas como se fossem “buracos
de minhoca”?

Aluno: Sim.

Professor: Estas estruturas são extra-sensórias, e não fazem parte da construção tridimensional do espaço-
tempo. Elas sobem e descem nas suas configurações em uma reação espontânea a uma variedade de
estímulos.

Aluno: Assim como afirmações e mântras?

Professor: Sim. De certa forma são como sementes programadas, pois, a pessoa pode reprogramar o seu
DNA celular de tal forma que melhora sua intuição ou acesso à mente genética.

Aluno: Precisamente, como isso é feito?

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Professor: A simbologia da estrutura do buraco de minhoca, sua impermanência e espontaneidade, a forma
como isto acontece fora das estruturas do espaço-tempo da tridimensionalidade, a maneira como a troca de
energia é recíproca, a imagem do DNA como uma rede inter-espécies – todos esses elementos melhoram sua
visão desse processo.

Aluno: Tenho uma visão conceitual desse processo, mas não é muito claro.

Professor: Você não pode ter uma visão mental clara de algo que opera fora das estruturas de espaço-tempo.
Mas, se você comparar essa visão que tem agora com a que tinha há 10 minutos atrás, vai perceber que é
infinitamente mais precisa. Você não concorda?

Aluno: Acho que sim, apesar de que antes não tinha visão alguma.

Professor: Exatamente.

Aluno: Este quadro conceitual – apesar de vago – é suficiente para eu começar?

Professor: Não. Você precisa ter esse quadro nos olhos de sua mente e contemplar a impressionante mecânica
desse processo. Como o DNA é parecido com o rebento (rebento de uma flor) de um organismo
tremendamente complexo que energeticamente vive fora do corpo humano, mas também tem duplicatas
tridimensionais que comunicam, armazenam e processam informações que residem principalmente na
estrutura intuitiva do sistema corpo-coração-mente.

Aluno: Mas existe alguma palavra ou som específicos que preciso utilizar para ativar ou melhorar minha
recepção da mente genética?

Professor: Se você tem um computador que não esteja conectado na rede, o que você precisa fazer?

Aluno: Ter uma interface ou conexão.

Professor: E o software?

Aluno: Sim, uma interface de algum tipo.

Professor: E você precisa de uma senha.

Aluno: De vez em quando.

Professor: E porque a senha é necessária em alguns casos?

Aluno: Porque a informação é confidencial ou somente é acessível a determinadas pessoas.

Professor: Portanto, você tem um computador, uma conexão e uma interface de software, e caso queira a
informação você precisa de uma senha.
E a informação que está disponível para qualquer um sem senha? Ela é útil?

Aluno: Pode ser que seja.

Professor: E se qualquer um puder obter essa informação que é vital, poderosa e transformadora?

Aluno: Acredito que não.

Professor: Porque?

Aluno: Porque não está protegida.

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Professor: Entendo. Portanto, a informação mais vital e poderosa seria evitada para todas as pessoas, pois
dessa forma seria protegida de pessoas inescrupulosas que distorceriam e usariam essa informação
indevidamente?

Aluno: Sim.

Professor: Imagine que qualquer um dentro da espécie humana, independentemente de idade ou posição
social, tivesse um computador. Cada um pudesse acessar seu computador, mas somente alguns tivessem uma
conexão com a rede. Destes, alguns tivessem uma interface de software. Deste grupo, uma pequena
porcentagem tivesse desenvolvido conteúdo para colocar nessa rede, e destes, uma minúscula parte tivesse
criado conteúdo que pudesse ser definido como inspirador para aqueles que se aventuraram na rede.
Agora, a mais alta autoridade – vamos chamar isto de Deus – insere informação nessa rede, mas protege com
uma senha. A quem você acha que Deus daria essa senha?

Aluno: Ao grupo que desenvolveu o conteúdo inspirador e tem acesso à rede.

Professor: Há uma verdade nesta analogia e também uma nobre decepção. Deus não está interessado em
proteger a verdade sobre a rede do DNA. São os próprios humanos que fazem isso.
Todas as pessoas têm a “senha” assim como seguramente todos podem respirar, mas a maioria acredita que
está no grupo que tem computador que não está conectado com a rede, portanto nem mesmo tentam acessar a
rede. A minúscula parte que sabe sobre essa rede, acredita que está protegida por senha.

Aluno: Mas se temos a senha, nós não a usamos?

Professor: Não sabemos como usá-la.

Aluno: Por quê?

Professor: Como disse antes, a humanidade esqueceu-se dessa capacidade porque está mais interessada na
exploração do ego individual do que na formação e evolução da consciência grupal.

Aluno: Você pode me dizer qual é essa senha?

Professor: Você deve ter o quadro conceitual e manter claramente a seguinte afirmação na sua mente e
coração: Estou o tempo todo conectado com meus irmãos e irmãs de todos os tempos e
espaço. O que é conhecido por eles eu posso conhecer. O que é percebido por eles eu
posso perceber. O que vem deles eu posso ser. Em tudo que faço possa a mente do
todo prevalecer sobre a mente do um. (I am forever connected to my brothers and
sisters of all time and space. What is known by them I can know. What is found by them
I can find. What is to come from them I can be. In all that I do may the mind of many
hold sway over the mind of one.)

Aluno: Esta é a senha?

Professor: É uma afirmação codificada. Ela ativa a Zona de Interface dentro de você. Estimula a conexão
entre você e a mente genética da humanidade.

Aluno: Tem mais alguma coisa na senha?

Professor: Você está procurando a chave para virar a fechadura quando ainda nem encontrou a porta. Seja
paciente. Todas as questões referentes ao espírito são processos de troca entre o mundo do sistema corpo-
coração-mente e dimensões interiores da alma.

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A Zona de Interface é a ponte de conexão entre você e as espécies. O que você precisa é conectar, não isolar.
É a ponte para avançar na consciência grupal, não julgar sua imperfeição. Para oferecer seus dons para esse
ser total, unificado e não ao Deus que você imagina.

A senha é apenas uma metáfora para aceitar esta atitude básica e permitir seu poder no seu coração dos
corações e na mente das mentes. Essa atitude deve tomar todo o seu ser.

Aluno: Mas já não é assim?

Professor: Apenas pela natureza de sua primeira afirmação nesse nosso diálogo, digo que não.

Aluno: Por quê? O que eu fiz que torna isso tão evidente?

Professor: Você havia colocado que seus colegas estudante o distraiam. Lembra-se?

Aluno: Entendo seu ponto.

Professor: A senha não é uma palavra mágica, mântra ou afirmação. É a construção, acima de tudo, de uma
atitude que se torna essencial na sua personalidade. Quando você puder citar a afirmação que te dei e
reconhecer em seu coração e mente que tem vivido verdadeiramente esse sentimento por um período de
meses, talvez anos, você terá o acesso transparente para a mente genética que tanto você quer.

Aluno: Obrigado por esse insight. Entendo o que vim aprender hoje. Tenho apenas mais uma pergunta.

Professor: Qual é a sua pergunta.

Aluno: A afirmação diz que qualquer coisa que eu faça possa a mente do todo prevalecer sobre a mente do
um. A mente do um não é uma metáfora da Primeira Fonte? E se este for o caso, porque deveria colocar
minha confiança na mente genética em vez de colocá-la no Criador de todas as vidas?

Professor: Sim. É uma antiga afirmação que está codificada. Na realidade seu DNA “ouve” esta afirmação e
o “buraco de minhoca” da conexão espontaneamente é ativado.

A Primeira Fonte e todos aqueles interessados no caminho evolucional da humanidade estão codificando um
aspecto da mente genética para se tornar uma ferramenta na descoberta do Grande Portal. Esta afirmação
única é útil para acessar essa parte específica da mente genética. Não é ressonante com todos os aspectos da
mente genética.

Aluno: Entendo. Obrigado.

Professor: Você é sempre muito bem vindo.

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