Você está na página 1de 8

Logomarca do produto

TRIGARD® 750 WP
VERIFICAR RESTRIÇÕES DE USO CONSTANTES NA LISTA DE AGROTÓXICOS
DO PARANÁ.
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) sob nº: 013289.

COMPOSIÇÃO:
N-cyclopropyl-1,3,5-triazine-2,4,6-triamine.(CIROMAZINA) ........................................ 750 g/kg (75% m/m)
Outros Ingredientes: ..................................................................................................... 250 g/kg (25% m/m)

PESO LÍQUIDO: (VIDE RÓTULO)


CLASSE: Inseticida sistêmico e de ingestão do grupo químico triazinamina
TIPO DE FORMULAÇÃO: PÓ MOLHÁVEL

TITULAR DO REGISTRO (*):


Syngenta Proteção de Cultivos Ltda.
Av. Nações Unidas 18001, CEP 04795-900, São Paulo, SP, CNPJ 60744463/0001-90, Fone (11) 5643-
2322, Fax (11) 5643 2353 – Cadastro na SAA/CDA/ SP sob nº 001.

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:


 Syngenta Crop Protection Inc. – 3905 Highway, 75 LA. 70776 – St Gabriel, Estados Unidos.
 Syngenta Grimsby Ltd. - Pyewipe Grimsby, South Humberside DN 31 2SR – Reino Unido.
 Chemdesign Corporation - 2 Stanton Street Marinette, WI 54143-2543 – EUA.

FORMULADOR:
 Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. – Rod. SP 332, Km 130, CEP 13148-082, Paulínia, SP, CNPJ
60.744.463/0010-80, Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 453.
 BASF S/A - Av. Brasil, 791 - CEP: 12521-000 - Guaratinguetá/SP - CNPJ. 48.539.440/0002-07 -
Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 487.
 Bayer S.A.– Estrada Boa Esperança, 650, CEP 26110-100, Belford Roxo, RJ, CNPJ
18.459.628/0033-00 - Empresa registrada na INEA LO nº IN023132;
 FMC Química do Brasil Ltda. – Av. Antônio Carlos Guillaumon, 25, Distrito Industrial III, CEP
38001-970, Uberaba, MG, CNPJ 04.136.367/0005-11 Cadastro IMA/MG 701/2530/2006;
 Iharabras S.A. Indústrias Químicas – Av. Liberdade, 1701, CEP 18087-170, Sorocaba, SP, CNPJ
61.142.550/0001-30, Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 008;
 Sipcam UPL Brasil S.A. – Rua Igarapava nº 599 – Distrito Industrial III – CEP 38044-755 – Uberaba
– MG - CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Cadastro Reg. IMA/MG 701-332/2011;
 Arysta Lifescience do Brasil Indústria Química e AgroPecuária Ltda. - Rod. Sorocaba Pilar do
Sul, km 122 SP 264 – Distrito Industrial - CEP: 18160-000 - Salto Pirapora SP – Brasil – CNPJ
62.182.092/0012-88 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 476.

O nome do produto e o logo Syngenta são marcas de uma companhia do grupo Syngenta.

o
N do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E


CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

Indústria Brasileira
1
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA IV - POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL III - PRODUTO PERIGOSO
AO MEIO AMBIENTE

Cor da faixa: verde intenso

2
INSTRUÇÕES DE USO:
TRIGARD 750 WP é um inseticida químico, fisiológico e sistêmico indicado especificamente para o
controle da Mosca-minadora da folha nas culturas e doses abaixo relacionadas:

CULTURAS DOENÇAS DOSE NÚMERO, INÍCIO, ÉPOCA E


INTERVALO DE APLICAÇÃO
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO

Batata Mosca-minadora Lyriomyza huidobrensis 120 g/ha

Crisântemo Mosca-minadora Lyriomyza huidobrensis 15 g/100 L


O TRIGARD 750 WP deve
ser aplicado logo no início
Feijão Mosca-minadora Lyriomyza huidobrensis 100 g/ha do aparecimento da praga
na cultura. O número de
Feijão-Vagem Mosca-minadora Lyriomyza huidobrensis 15 g/100 L aplicações dependerá da
Mosca-minadora Lyriomyza huidobrensis freqüência e intensidade
Melancia 120 g/ha (ou da praga.
15 g/100 L)
Em situações de pressão
Melão Mosca-minadora Lyriomyza huidobrensis 120 g/ha (ou contínua da praga, as
15 g/100 L) pulverizações devem ser
repetidas a cada 7 dias.
Pepino Mosca-minadora Lyriomyza huidobrensis 15 g/100L

Tomate Mosca-minadora Lyriomyza huidobrensis 15 g/100L

MODO DE APLICAÇÃO:
TRIGARD 750 WP deve ser aplicado na forma de pulverização através de equipamentos costais
(manuais ou motorizados), motorizados estacionários ou tratorizados com barra, equipados com bicos de
jato cônico vazio de maneira a proporcionar uma cobertura uniforme das plantas.
Recomenda-se utilizar de 100 a 1000 litros de calda/ha, conforme o tipo de cultura e estágio de
desenvolvimento das plantas, principalmente das tutoradas.
Nas culturas de melão e melancia, recomenda-se quando viável (áreas pequenas, ou fases iniciais da
cultura) a pulverização em jato dirigido as plantas. Neste caso, utilizar a dose expressa em gramas de
produto/100 litros de água, e os seguintes volumes de água necessários para uma boa cobertura das
plantas: Até 45 dias do plantio: 100 a 400 litros/ha, após 45 dias: até 800 litros/ha. Para grandes
áreas, quando a pulverização for feita em área total das culturas, recomenda-se a dose expressa em
gramas de produto/ha, sendo que o volume de água recomendado é de 300 litros/ha,
independentemente do estágio de desenvolvimento da cultura.

PREPARO DA CALDA: O TRIGARD 750 WP é acondicionado em saco hidrossolúvel, que é totalmente


dissolvido em contato com a água, não havendo necessidade de abrir ou cortá-lo.
Proceder do seguinte modo:
- Encher 1/4 do tanque do pulverizador com água limpa.
- Iniciar a agitação (mecânica ou manual).
- Retirar o saco hidrossolúvel da embalagem externa e colocá-lo diretamente no tanque sem abri-lo ou
cortá-lo.
- Completar o volume de água no tanque mantendo a agitação constante.

3
INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a
colheita):
Crisântemo: ................ U.N.A. (uso não alimentar)
Batata ..............................................7 dias
Feijão ..............................................21 dias
Feijão-vagem ..............................................21 dias
Tomate ..............................................4 dias
Melão ..............................................7 dias
Melancia ..............................................7 dias
Pepino ..............................................3 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:


A reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda aplicada estiver
seca. Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles
mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação do produto.

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
O produto não é fitotóxico para a cultura indicada na dose e condições recomendadas.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:


(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela saúde humana - ANVISA/MS).

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS


Vide ítem “modo de aplicação”

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA


EQUIVALENTE:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente –
IBAMA/MMA)

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,


TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente –
IBAMA/MMA)

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE


PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente –
IBAMA/MMA)

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:


Qualquer agente de controle de inseto pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se a praga alvo
desenvolver algum mecanismo de resistência a ele. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a
Inseticidas - IRAC-BR, recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência, visando prolongar a
vida útil dos inseticidas:
 Qualquer produto para controle de pragas, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em
gerações consecutivas da praga.
 Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo.
 Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência a
Inseticidas.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE PRAGAS:


Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex. Controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de
Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.

4
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

PRECAUÇÕES GERAIS:
 Leia e siga as instruções do rótulo e bula.
 Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto.
 Não utilize equipamentos com vazamentos.
 Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
 Não manuseie o produto com as mãos desprotegidas.
PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:
 Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS
SOCORROS.
 Produto perigoso se inalado ou aspirado.
 Use luvas de borracha.
 Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
 Use macacão com mangas compridas, chapéu de abas largas, luvas, botas e máscara facial
apropriada.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
 Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação.
 Não aplique o produto contra o vento.
 Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, luvas, botas e máscara facial
apropriada.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
 Não reutilize a embalagem vazia.
 Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado, longe do alcance
de crianças e animais.
 Tome banho, troque e lave as suas roupas.
PRIMEIROS SOCORROS:
INGESTÃO: - Não provoque vômito e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou
receituário agronômico do produto.
CONTATO COM OS OLHOS: - Lave com água em abundância e procure o médico, levando a
embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
CONTATO COM A PELE: - Lave com água e sabão em abundância e se houver irritação procure o
médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO:
Além da reduzida toxicidade do produto, se ingerido é quase que completamente excretado na forma
original. As principais vias de excreção em estudos realizados com ratos são pela urina e fezes.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS:
Efeitos agudos:
Toxicidade aguda oral (ratos): 1.350 mg/kg
Toxicidade aguda dérmica (ratos): > 5.200 mg/kg
Irritação dérmica (coelhos): não irritante
Irritação/corrosão a olhos (coelhos): não irritante
Efeitos Crônicos: estudos de toxicidade crônica foram realizados visando avaliar efeitos carcinogênicos.
Baseado nos resultados obtidos conclui-se que não houve efeitos que pudessem ser relacionados ao
produto.
SINTOMAS DE ALARME: Não específicos.
ANTÍDOTO E TRATAMENTO (INFORMAÇÕES PARA USO MÉDICO):
Não há antídoto específico. O tratamento deve ser sintomático.

5
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO


AMBIENTE:

 Este produto é:
- Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).

- Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).

X - PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).

- Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).

 Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente


 Evite contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
 Não utilize equipamentos com vazamentos.
 Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
 Aplique somente as doses recomendadas, conforme indicado.
 Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos de
água. Evite a contaminação da água.
 A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo,
da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E


PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
 Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
 O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
 A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
 O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
 Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
 Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
 Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou
para o recolhimento de produtos vazados.
 Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
 Observe as disposições constantes da legislação Estadual e Municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:
 Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS
LTDA – PLANTÃO SYNGENTA 24 HORAS – TELEFONE DE EMERGÊNCIA: 0800 704-4304.
 Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores).
 Isole e sinalize a área contaminada.
 Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
 Piso pavimentado: Recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e
identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte
o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
 Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado acima.
 Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal e
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as

6
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso
hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido;
 Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 ou PÓ
QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E


DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA


O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser
adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA


No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no
ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas –
modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de
Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA


O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.

7
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no
ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGENS

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS


A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU


O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA


EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTO IMPRÓPRIO PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO


Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através
do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:


O transporte está sujeito as regras e aos procedimentos da legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem
ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO


FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis).