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HANSENÍASE (LEPRA)

Graduando em Medicina Veterinária


Disciplina: Epidemiologia Veterinária;
Docente: Dunezeu Alves;
Discentes: Guilherme Oliveira e Luan Eduardo Souza.
HISTÓRIA
• Doenças mais antigas da humanidade
(600 a.C.)
• Ásia juntamente com a África, são
consideradas o berço da doença;
• Doentes eram considerado pecador
perante a Igreja “castigo divino”;
• 1873: Hansen descobre o bacilo
• 1970: “Lepra” → “Hanseníase”
O QUE É?
• A hanseníase é uma doença crônica;

• Atinge a pele e o SNP;

• a tratamento gratuito com a poliquimioterapia (PQT-OMS), disponível


em qualquer unidade de saúde;

• Manifestações clinica depende dos fatores genético, ambiental e de


exposição.
AGENTE ETIOLÓGICO
• Mycobacterium leprae ou bacilo de Hansen;

• Multiplicação celular lenta (11 a 16 dias);

• Um bacilo álcool-ácido resistente;

• Gram-positivo;

• Os nervos superficiais da pele e troncos


nervosos periféricos;

• Infecta as células de Schwann e macrófagos.


RESERVATORIO
• O homem é reconhecido como única fonte de infecção (reservatório),
embora tenham sido identificados animais naturalmente infectado
(tatu).
TRANSMISSÃO
• A hanseníase é transmitida por meio de contato próximo e
prolongado de uma pessoa suscetível (com maior probabilidade de
adoecer) com um doente com hanseníase que não está sendo
tratado.

• Normalmente, a fonte da doença é um parente próximo que não


sabe que está doente.
TRANSMISSÃO
• A bactéria é transmitida pelas vias respiratórias (pelo ar), e não pelos
objetos utilizados pelo paciente.
SINTOMAS
TRATAMENTO
• Há cura se for diagnosticado e tratado nas fases primordiais

• Usos de antibióticos:
• Clofazimina
• Dopsona
• Predmisoma
• Rifamicina
• Talidomina
TRATAMENTO
• Paucibacilar – poucos bacilos

• Multibacilar – muitos bacilos


PROFILAXIA
• Educação sanitária;

• Tratamento dos doentes;

• Vacina BCG.
EPIDEMIOLOGIA
• O boletim epidemiológico da OMS de 27 Agosto de 2010, 16 países
no mundo notificaram mil ou mais casos em 2009:
• Ásia apresentou a maior taxa de detecção, 9,39 casos por
100.000 habitantes, seguida das Américas com 4,58 casos por
100.000 habitantes.
• Índia com 133.717 (Ásia) / Brasil com 37.610 (Américas).
EPIDEMIOLOGIA
• No Estado da Bahia foi notificado cerca de 50,553 casos, no
período de 2001 a 2016.
DÚVIDAS
REFERÊNCIAS
• Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia para o Controle
da hanseníase. Brasília: Ministério da Saúde, 2002.

• Alves, Cinthia J. M. et al. Avaliação do grau de incapacidade dos pacientes com diagnóstico de hanseníase em Serviço de
Dermatologia do Estado de São Paulo. Rev Soc Bras Med Trop, v. 43, n. 4, p. 460-1, 2010.

• BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Vigilância Sanitária. Alimentos, medicamentos, produtos e serviçõs de interesse à
saúde. Guia didático. Brasília, 2007. 97 p.

• Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica.


Capacitação em prevenção de incapacidades em hanseníase: caderno do monitor. Brasília: Ministério da Saúde,
2010.

• Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Vigilância em Saúde:
dengue, esquistossomose, hanseníase, malária, tracoma e tuberculose. 2. ed. rev. Brasília, 2008.