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Manual do Técnico
Nível I
Programa de Promoção de Competências Pessoais e Sociais
©Programa Escolhas – 4ª Geração
Direitos Reservados a Programa Escolhas – 4ª Geração
Projecto Incetivar e Projecto Estrela Polar
2011 | 2012

Contactos:
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FICHA TÉCNICA

Nome do Programa

O nome do programa de promoção de competências pessoais e sociais é dado pelos


próprios jovens. Pode ser efectuado no início ou no fim e pode ser alterado até
finalizar o mesmo.

Idades

Jovens dos 13 aos 16 anos de idade.

Aplicação

A aplicação é de grupo, entre 10 a 12 elementos.

Número de Sessões

Entre 17 a 27 sessões.

Observação: O número de sessões não é claramente definido devido ao facto do


técnico poder considerar a introdução de sessões, quer ao longo do programa quer na
sua parte final, e que serão elaboradas por este em conjunto com os interesses e
motivações dos próprios jovens.

Frequência das Sessões

Semanal.

Duração das Sessões

As sessões duram em média 90 minutos.

Objectivos Gerais

• Promover competências pessoais, interpessoais e sociais básicas


• Exploração de um projecto de vida pessoal e ocupacional/profissional
• Alargar e dinamizar redes de apoio social

Objectivos Específicos

Competências Pessoais

• Promover um auto-conceito e auto-imagens positivos;

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• Identificar, descrever e facilitar a aquisição de comportamentos mais ajustados
em contexto escolar, social e relacional;
• Facilitar a aquisição de estratégias de auto-regulação do comportamento;
• Facilitar a autonomia e tomadas de decisão pessoal;
• Explorar a tomada de decisão futura acerca do seu projeto
profissional/ocupacional/pessoal;
• Facilitar o auto-conhecimento, a auto-aceitação e a auto-descoberta pessoal; e
• Prevenir comportamentos de risco para a saúde (e.g., consumo de bebidas
alcoólicas e/ou estupefacientes, relações sexuais desprotegidas,
comportamentos sexuais desajustados) e promover os comportamentos de
saúde (e.g., praticar exercíco físico, manter relações íntimas estáveis, de
reciprocidade e baseadas no respeito mútuo).

Competências Interpessoais

• Desenvolver e treinar competências emocionais básicas, como: identificar,


expressar e reconhecer emoções;
• Promover competências de auto-regulação emocional e comportamental,
como: compreender emoções, afetos e sentimentos no Eu e nos Outros,
analisar e refletir criticamente acerca dos processos emocionais em diferentes
contextos, resolver conflitos internos, tolerência à frustração, regular a
impulsividade, a agressividade e a ansiedade;
• Identificar e favorecer a aquisição de estratégias de resolução de problemas
interpessoais, como: cooperação, negociação, análise de consequências do
comportamento, procura de alternativas; e
• Favorecer a auto-reflexão e a análise crítica das situações interpessoais.

Competências Sociais

• Desenvolver competências básicas de comunicação, como: saber escutar, saber


ler sinais verbais e não-verbais de comunicação, identificar barreiras
comunicacionais, iniciar uma conversa, manter uma conversa, fazer uma crítica;
• Identificar e descrever os diferentes estilos de comunicação;
• Promover o respeito pelas normas e regras sociais; e
• Alargar e dinamizar redes de apoio social (i.e., escola, família, outras
instituições e redes de apoio/suporte).

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SESSÃO 0 “Acolhimento”

Objectivos:

- Apresentação do programa, dos técnicos e dos jovens


- Favorecimento da relação de grupo
- Estabelecer um diagnóstico relativamente às competências a desenvolver

Tempo: 90 minutos

Material: Folhas brancas e marcadores.

Descrição das Actividades

1.Apresentação dos Técnicos e do Programa

Os técnicos apresentam-se, dizendo o seu nome, o que fazem, o papel em particular no grupo,
na escola e/ou no projecto ,entre outras.

Podem ser recolhidas as expectativas que os jovens têm em relação ao programa.

São apresentados os objectivos do programa, bem como actividades a realizar, como por
exemplo, referir a importância de um contrato de comportamento para que sejam definidas as
regras de estar em grupo e explicar porque isso é importante. O técncio pode ainda perguntar
o que eles acham de se fazer um contrato de comportamento, se eles sabem o que é e para
que serve.

Sugestões para o Técnico:

O Técnico deve motivar os jovens para as diferentes actividades a realizar ao longo do mesmo,
explicitando claramente os objectivos do programa.

Caso os jovens, não conheçam o trabalho de cada técnico, as representações do que faz cada
um deles é importante desmontar. Por exemplo, o que faz um psicólogo? Para que serve? Qual
o seu papel neste programa em particular.

2.Apresentação dos jovens: Dinâmica de Grupo “O meu nome é e sou...”

Aqui, cada jovem tem uma folha de papel branca onde deve colocar o seu primeiro nome
escrito na vertical. Depois disso, deve identificar e escrever uma característica que inicie com a
letra do nome correspondemte. Por exemplo, se o nome è João, então deve identificar

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características pessoais que iniciam pela letra J, pela letra O, pela letra A e novamente, pela
letra O.

Depois de todos terminarem, os alunos devem apresentar-se individualmente e um de cada


vez.

3. Dinâmica de Grupo: “O mapa das minhas estradas”

Nesta dinâmica é pedido aos jovens que desenham numa folha aquilo que são as estradas das
suas vidas. Isto é, vão ter de identificar nesse mapa:“duas coisas que gosto em mim”; “duas
coisas que não gosto em mim”; “o que quero ser quando for grande”; “o que não quer ser
quando for grande”; “o que tenho de fazer para isso” e o “que não devo fazer para não ser
isso”. Podem desenhar ao longo de toda a folha, o importante é que vão colocando as
estradas, bem como a sua identificação.

Depois de todos terem terminado, cada jovem individualmente apresenta o mapa das suas
estradas e é feita um pequeno resumo acerca do tema: projecto de vida pessoal e/ou
ocupacional e auto-conceito.

Sugestões para o Técnico:

Esta dinâmica permite ao técnico perceber em que medida estes jovens possuem objectivos
de vida pessoal/ocupacional definidos e o que imaginam ter de fazer para isso, ao mesmo
tempo que nos permite uma abordagem ao auto-conceito e auto-imagem geral.

O fim da sessão deve ser sempre finalizado com questões que eles querem colocar e antecipar
a próxima sessão.

4. Partilha/Reflexão de Grupo:

O técnico pode colocar questões e suscitar a reflexão final

- Por que foi importante a sessão de hoje?


- O que fizemos? Para quê?
- O que mais gostaram? E o que menos gostaram?

Antecipação da próxima sessão

- O que vai ser feito


- O que vai ser falado e abordado na próxima sessão

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Módulo I:
CONHECE-TE A TI PRÓPRIO

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SESSÃO 1 “A importância do contrato de grupo”

Objectivos:

- Favorecimento da relação e coesão de grupo


- Definição de um contrato de comportamento
- Promoção da auto-regulação comportamental: negociação e definição de regras de
comportamento de grupo
- Identificar, descrever e facilitar a aquisição de comportamento ajustados em contexto
escolar, social e relacional

Tempo: 90 minutos

Material: Cartolinas, ficha de exercício, folhas brancas, quadro, réguas, lápis de cor ou
marcadores.

Observação: O técnico deve dizer no início decada sessão o nome dado cada sessão. Neste
caso, por exemplo, seria “A importância do contrato de grupo”. Assim como, o nome das
dinâmicas.

Descrição das Actividades

1.Acolhimento: “A coisa que mais gostei no meu dia foi...” e “A coisa que menos gostei no meu
dia foi...”

Os jovens começam por contar a coisa que mais gostaram e a coisa que menos gostaram no
seu dia. Depois podem pintar também o gráfico correspondente à emoção sentida com ambas
as coisas. No Anexo encontra-se a ficha Acolhimento, onde o técnico pode viualizar o exercício.
Pode ainda usar este exercício para a abertura de cada sessão.

Sugestões para o Técnico:

O Técnico deve explorar quais os acontecimentos que mais agraderam e que menos
agradaram aos jovens, eventualmente os motivos e como se sentiram.

2.Confrontar/Explorar/Reflectir e Dialogar: “O nosso contrato”

- O que é um contrato de grupo?


- Para que serve?
- Por que é importante fazermos um contrato de grupo?
- O que devemos colocar nesse contrato?

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3. Exercício Prático: “As regras do meu grupo”

3.1 Cada jovem escreve numa folha uma ou duas regras de grupo ou regras de
comportamento. Posteriormente, cada jovem deve colocar a sua folha dobreda dentro de um
chapéu.
3.2 Quando todos os jovens terminarem, cada jovem retira um papel do chapéu e deve ler em
voz alta a regra que lhe saiu. As regras são escritas no quadro à medida que são lidas.
3.3 São seleccionadas as regras de grupo que não devem ultrapassar 8/9 regras.
3.4 Em grupo, deve ser definido prémios e não-prémios para o cumprimento ou não das regras
de grupo.
3.5 Cada jovem individualmente elabora a sua cartolina com as regras de grupo. No anexo, o
técnico pode encontrar um exemplo desse exercício.
3.6 Discussão e reflexão final:
- Estes comportamentos ou regras são importantes no dia-a-dia? Em quê? Onde vão utilizar
estas regras de comportamento? Por que são importantes na escola? E na sala de aula? E com
os outros?
Sugestões para o Técnico:

O técnico pode definir como prémio uma actividade exterior com os jovens, por exemplo. O
que é importante é que os jovens possam também definir os prémios e os não-prémios, bem
como quando serão ou não entregues.

Por exemplo, ao definir uma actividade exterior como prémio, o técnico deve saber que tipo
de actividade os jovens gostariam de fazer, quem vai fazer e quem não vai fazer e quando será
realizada, por exemplo, na primeira sessão do início de cada mês. Caso opta por esse tipo de
prémios, deverá reservar um tempo da sessão ou mesmo toda a sessão para fazer essa
actividade/prémio e não comprometendo as restantes actividades do programa.

4. Partilha/Reflexão de Grupo:

O técnico pode colocar questões e suscitar a reflexão final

- Por que foi importante a sessão de hoje?


- O que fizemos? Para quê?
- O que mais gostaram? E o que menos gostaram?

Antecipação da próxima sessão

- O que vai ser feito / O que vai ser falado e abordado na próxima sessão

Sugestões para o Técnico:

O fim da sessão deve ser sempre finalizado com questões que eles querem colocar e antecipar
a próxima sessão.

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SESSÃO 2 “As regras do meu grupo”

Objectivos:

- Favorecimento da relação e coesão de grupo


- Promoção da auto-regulação comportamental: facilitação da aquisição de estratégias de
regulação comportamental

Tempo: 90 minutos

Material: Cartolinas, ficha de exercício, quadro, réguas, lápis de cor ou marcadores.

Lembrete: O técnico deve dizer no início decada sessão o nome dado cada sessão. Neste
caso, por exemplo, seria “As regras do meu grupo”. Assim como, o nome das dinâmicas.

Descrição das Actividades

1.Acolhimento: “A coisa que mais gostei no meu dia foi...” e “A coisa que menos gostei no meu
dia foi...”

Actividade de acolhimento (Ver sessão 1).

2. Exercício Prático: “As regras do meu grupo”

3.1 Cada jovem elabora a sua cartolina com as regras de grupo. O técnico deve ajudar os
jovens nesta realização prática.

4. Partilha/Reflexão de Grupo:

O técnico pode colocar questões e suscitar a reflexão final

- Por que foi importante a sessão de hoje?


- O que fizemos? Para quê?
- O que mais gostaram? E o que menos gostaram?

Antecipação da próxima sessão

- O que vai ser feito / O que vai ser falado e abordado na próxima sessão

Sugestões para o Técnico:

O fim da sessão deve ser sempre finalizado com questões que eles querem colocar e antecipar
a próxima sessão.

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SESSÃO 3 “As regras do meu grupo”
Objectivos:

- Favorecimento da relação e coesão de grupo


- Promoção da auto-regulação comportamental: facilitação da aquisição de estratégias de
regulação comportamental

Tempo: 90 minutos

Material: Cartolinas, ficha de exercício, quadro, réguas, lápis de cor ou marcadores.

Observação: Opreenchimento das cartolinas, bem como, a avaliação e monitorização do seu


funcionamento e da mudança comportamental é uma actividade constante a todo o
programa, daí que o técnico deverá tomar atenção ao seu funcionamento, sugirando
estratégias e recursos por forma a que os jovens se adaptem às regras de grupo.

Descrição das Actividades

1.Acolhimento: “A coisa que mais gostei no meu dia foi...” e “A coisa que menos gostei no meu
dia foi...”

Actividade de acolhimento (Ver sessão 1).

2. Exercício Prático: “As regras do meu grupo”

3.1 Cada jovem dá continuidade à elaboração da sua cartolina com as regras de grupo. O
técnico deve ajudar os jovens nesta realização prática.

4. Partilha/Reflexão de Grupo:

O técnico pode colocar questões e suscitar a reflexão final

- Por que foi importante a sessão de hoje?


- O que fizemos? Para quê?
- O que mais gostaram? E o que menos gostaram?

Antecipação da próxima sessão

- O que vai ser feito / O que vai ser falado e abordado na próxima sessão

Sugestões para o Técnico:

O fim da sessão deve ser sempre finalizado com questões que eles querem colocar e antecipar
a próxima sessão.

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SESSÃO 4 “Auto-retrato”

Objectivos:

- Favorecimento da relação e coesão de grupo


- Promoção de um auto-conceito e auto-imagem positivos
- Favorecer o auto-conhecimento, auto-aceitação e a auto-descoberta pessoal
- Facilitação da aquisição de estratégias de auto-regulação comportamental
- Identificar, descrever e facilitar a aquisição de comportamentos mais ajustados em contexto
escolar, social e relacional

Tempo: 90 minutos

Material: Cartolinas, ficha de exercício, folhas brancas, quadro, lápis de cor ou marcadores.

Descrição das Actividades

1.Acolhimento: “A coisa que mais gostei no meu dia foi...” e “A coisa que menos gostei no meu
dia foi...”

Actividade de acolhimento (Ver sessão 1).

2.Confrontar/Explorar/Reflectir e Dialogar: “As regras do nosso grupo”

- Quem tem cumprido ou não as regras de comportamento do grupo? Onde têm usado as
regras de comportamento do grupo? Com quem? Porquê?
- Quais as dificuldades sentidas?
- Por que é importante cumprir o contrato do grupo na esola, na sala de aula e com os outros?
- Alguma coisa que pode ser feita para melhorarem no cumrpimento das regras de grupo?

Sugestões para o Técnico:

Pretende-se que os jovens transfiram as regras de ocmportamento do grupo para outros


contextos, como por exemplo sala de aula, escola, na relação com os outros, etc. Para tal, o
técnico deve lemarar os jovens que para além das regras serem específicas do nosso grupo,
elas também são importantes e devem ser cumpridas noutros contextos e com outras pessoas.

O técnico pode elaborar no quadro um conjunto de vantagens ou ganhos do cumprimento


dessas regras também noutros contextos.

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3. Dinâmica de Grupo: “Auto-retrato”

3.1 Cada jovem desenha o seu próprio retrato. Pode pintar, desenhar adereços, etc. O
importante é que não coloque o seu nome ou identificação na folha.

3.2 Seguidamente viram-se as folhas de costas e cada um tira um desenho ao acaso e terá de
avivinhar de quem é e por quê que acha que é daquele jovem e não de outro jovem.

3.3 Discussão/Reflexão final:

- O que foi mais fácil de adivinhar? Por quê? E o que foi mais difícil? Por quê?
- O que houve nos desenhos que vos fez acertar rapidamente na pessoa?
- Então, podemos dizer que os desenhos são um auto-retrato vosso?
- Esse auto-retrato fala-nos o quê de cada um de vocês?
- O que significa a palavra auto-conceito? Pode haver um auto-conceito escolar e um auto-
conceito físico? Isto é, podemos achar que somos bons numa coisa e maus noutra, por
exemplo? E vice-versa? Não temos só um auto-conceito geral em tudo?
- O que nos faz ter um auto-conceito mais positivo ou menos positivo?

Sugestões para o Técnico:

O técnico pode sugerir estratégias para melhorar o desemepnho e/ou a visão que cada um
tem de si mesmo.

4. Preenchimento das cartolinas pessoais: “As regras do meu grupo”

Antes da finalização da sessão, o técnico deve lembrar que as cartolinas devem ser
preenchidas por cada jovem.

Sugestões para o Técnico:

O técnico deverá monitorizar sempre e em cada sessão o


preenchimento feito por cada jovem.

5.”Partilha/Reflexão de Grupo:

O técnico pode colocar questões e suscitar a reflexão final

- Por que foi importante a sessão de hoje?


- O que fizemos? Para quê?
- O que mais gostaram? E o que menos gostaram?

Antecipação da próxima sessão

- O que vai ser feito


- O que vai ser falado e abordado na próxima sessão

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SESSÃO 5 “O dado mágico”

Objectivos:

- Favorecimento da relação e coesão de grupo


- Promoção de um auto-conceito e auto-imagem positivos
- Favorecer o auto-conhecimento, auto-aceitação e a auto-descoberta pessoal

Tempo: 90 minutos

Material: Cartolinas, ficha de exercício, quadro, vendas, dado feito de cartolina, lápis de cor
ou marcadores.

Descrição das Actividades

1.Acolhimento: “A coisa que mais gostei no meu dia foi...” e “A coisa que menos gostei no meu
dia foi...”

Actividade de acolhimento (Ver sessão 1).

2.Confrontar/Explorar/Reflectir e Dialogar:

- Estamos habituados a que nos digam mais as nossas coisas boas ou as menos boas? Por quê?
- Como reagimos quando nos elogiam? E quando nos criticam ou repreendem?
- Será que fazemos alguma coisa para que isso acontece?
- Que tipo de comportamentos temos quando nos elogiam? E que tipo de comportamentos
temos quando nos repreendem ou criticam?

Sugestões para o Técnico:

Pretende-se que os jovens reflictam acerca da forma como se relacionam com os outros e das
suas consequências na forma como nos sentimos, mas também que percebam que a forma
como se comportam influencia a forma como somos tratados e, por sua vez, a imagem que
temos de nós mesmos.

3. Jogo psicopedagógico: “O dado mágico”

3.1 O técnico deverá escrever no quadro os números de 1 a 6 e a frase correspondente à


frente de cada núemro. As frases são as seguintes:

1 – “Diz duas caraterísticas positivas do colega com quem menos te relacionas ou não
conheces tão bem neste grupo”

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2 – “Completa a frase: a pessoa mais divertida neste grupo é ....”
3 – “Compelta a frase: a pessoa que eu escolheria neste grupo para contar um segredo
seria....”
4 – “Completa a frase: a pessoa que eu acho mais amiga neste grupo é....”
5 – “Diz uma caraterística que mais gostas nessa pessoa”
6 – “Conta uma situação em que alguém deste grupo foi um bom amigo”

Posteriormente, explica-se o jogo ao grupo, dizendo que o jogo vai começar no/a (e dizer um
elemento do grupo) o qual deve lançar o dado e responder à pergunta correspondente ao
número que lhe saiu no dado.

Despois de responder, pede-se ao jovem para passar o dado a outro elemento do grupo e
justificar o motivo (que deve ser sempre um motivo positivo, por exemplo, porque ele é meu
amigo, porque me ajudou naquele dia, etc.). O dado deve ser passado aos elementos que
ainda não o lançaram. Só posteriormente, pode ser lançado pela segunda vez pelos elementos
do grupo.

3.2 Discussão/Reflexão final:

- O que foi mais fácil de nomear? E o que foi mais difícil?


- Houve alguma coisa que gostaria de ter dito a alguém e não tiveram oportunidade de dizer?
- Para que serviu este jogo?
- É verdade que muitas vezes valorizamos o comportamento menos positivo ao invés do
comportamento mais positivo? Por que é que isso acontece?

Sugestões para o Técnico:

O jogo pode continuar até os jovens decidirem parar, o importante é que numa primeira volta,
o dado seja passado por todos os elementos do grupo para que todos possam responder.

4. Dinâmica de Grupo/Quebra-Gelo: “Descobre quem é”

Um elemento venda os olhos enquanto os restantes colocam as mãos esticadas para a frente.
O elemento que está com os olhos vendados tem de adivinhar de quem são as mãos. E assim
sucessivamente. Os elementos com os olhos vendados vão trocando entre si para que todos
tenham a oportunidade de realizar a dinâmica.

Sugestões para o Técnico:

Esta dinâmica pretende que os jovens interajam entre si de forma lúdica e ao mesmo tempo
pedagógico. Dinâmica que pode levar a uma reflexão no final.

- Quem conhecemos melhor e porquê?


- O que conhecemos dos outros?

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- Será que conhecemos assim tão bem as pessoas com quem lidamos diariamente? E os nossos
amigos?
- Será que pessoas diferentes valorizam também características diferentes nos outros?
- O que valorizamos mais nas pessoas tem ou não a ver com a nossa própria visão?

5. Preenchimento das cartolinas pessoais: “As regras do meu grupo”

(Ver sessão 4)

6.”Partilha/Reflexão de Grupo:

O técnico pode colocar questões e suscitar a reflexão final

- Por que foi importante a sessão de hoje?


- O que fizemos? Para quê?
- O que mais gostaram? E o que menos gostaram?

Antecipação da próxima sessão

- O que vai ser feito / O que vai ser falado e abordado na próxima sessão

SESSÃO 6 “Eu com os outros sinto-me bem”

Objectivos:

- Favorecimento da relação e coesão de grupo


- Promoção de um auto-conceito e auto-imagem positivos
- Favorecer o auto-conhecimento, auto-aceitação e a auto-descoberta pessoal

Tempo: 90 minutos

Material: Cartolinas, ficha de exercício, folhas brancas (e fita-cola), (boneco/peluche),


quadro, lápis de cor ou marcadores.

Descrição das Actividades

1.Acolhimento: “A coisa que mais gostei no meu dia foi...” e “A coisa que menos gostei no meu
dia foi...”

Actividade de acolhimento (Ver sessão 1).

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2.Dinâmica de Grupo: “Eu e os outros e os outros e eu”

2.1 Para facilitar a dinâmica o técnico deve escrever no quadro uma lista de características
positivas.

2.2 Cada jovem cola uma folha branca na parte da frente da sua camisola. Posteriormente, os
jovens devem percorrer o espaço e ir escrevendo características positivas nas camisolas uns
dos outros.

2.3 Discussão/Reflexão final:

- Alguém não concorda com alguma característica descrita pelo colega? Qual?
- Conheciam todas as características que os colegas identificaram?
- Alguém quer acrescentar alguma característica?

Sugestões para o Técnico:

O técnico deve incentivar que cada jovem escreva em vários jovens e muitas características
positivas.

3. Dinâmica de Grupo: “A cadeira vazia”

Numa roda de cadeiras cada elemento se deve sentar numa delas, sobrando uma cadeira a
mais do que o número de elementos. Assim, dá início à actividade o elemento que tiver a
cadeira do seu lado direita vazia, pedindo a um colega do grupo que se venha sentar nessa
cadeira e justificando o motivo.

Este motivo deve ser apenas características positivas. Por exemplo: “Eu quero que a Rita se
venha sentar ao meu lado porque é muito minha amiga”

Dá continuidade ao jogo quem tiver a cadeira do seu lado direita vazia.

Sugestões para o Técnico:

Os elementos não podem repetir os motivos e só podem ser chamados elementos para a
cadeira direita que ainda não foram chamados.

Alternativa Quebra-Gelo: Numa roda, escolhe-se um elemento para iniciar o jogo. Esse
elemento deve fazer um afecto ao boneco. Depois de faze ro afecto, passa o boneca ao colega
do lado que deve fazer um outro afecto e assim sucessivamente até chegar ao último
elemento da roda. Por fim e iniciando novamente no mesmo elemento que iniciou o jogo, cada
um deve fazer ao colega do lado o mesmo afecto que fez ao boneco.

4. Preenchimento das cartolinas pessoais: “As regras do meu grupo”

(Ver sessão 4)

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5.”Partilha/Reflexão de Grupo:

O técnico pode colocar questões e suscitar a reflexão final

- Por que foi importante a sessão de hoje?


- O que fizemos? Para quê?
- O que mais gostaram? E o que menos gostaram?

Antecipação da próxima sessão

- O que vai ser feito


- O que vai ser falado e abordado na próxima sessão

SESSÃO 7 “Avaliar também é importante.”

Objectivos:

- Avaliação formativa
- Monitorização do cumprimento das regras de grupo
- Facilitar a aquisição de estratégias de auto-regulação comportamental

Tempo: 90 minutos

Material: Cartolinas, ficha de exercício, ficha de registo de competências, lápis de cor ou


marcadores.

Descrição das Actividades

1.Acolhimento: “A coisa que mais gostei no meu dia foi...” e “A coisa que menos gostei no meu
dia foi...”

Actividade de acolhimento (Ver sessão 1).

2.Avaliação das sessões:

Preenchimento das Fichas de Registo de Competências. Cada jovem deve preencher o que
corresponde ao jovem e, posteriormente e fora da sessão, o técnico deve também preencher a
sua avaliação do desenvovliemnto de competências de cada jovem.

3. Discussão/Reflexão de Grupo:

- Quais as actividades que gostaram mais? E as que gostaram menos?


- Quai a mais fácil? E a mais difícil?
- Quais os principais temas que trabalhamos ao longo destas 7 sessões?

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- Por que é importante avaliarmos o decorrer das sessões? Para que serve a avaliação?

Sugestões para o Técnico:

O técnico pode aproveitar este momento para fazer uma avaliação do programa e do seu
desenvolvimento, salientando os aspectos mais positivos e oq ue é importante melhorar nas
próximas sessões.

4. Preenchimento das cartolinas pessoais: “As regras do meu grupo”

(Ver sessão 4)

Sugestões para o Técnico:

Neste momento, o técnico pode sugerir algumas estratégias para que os jovens aprendam a
melhor regular o seu comportamento.

5.”Partilha/Reflexão de Grupo:

O técnico pode colocar questões e suscitar a reflexão final

- Por que foi importante a sessão de hoje?


- O que fizemos? Para quê?
- O que mais gostaram? E o que menos gostaram?

Antecipação da próxima sessão

- O que vai ser feito / O que vai ser falado e abordado na próxima sessão

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Módulo II:
EU, OS OUTROS E AS NOSSAS EMOÇÕES

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SESSÃO 8 “Afinal o que é a amizade?”

Objectivos:

- Identificar características pessoais do melhor amigo


- Facilitar a compreensão acerca dos processos envolvidos nas relações interpessoais
- Promover a reflexão acerca de sentimentos, afectos e emoções inerentes às relações
interpessoais

Tempo: 90 minutos

Material: Cartolinas, ficha de exercício, quadro, folhas brancas, lápis de cor ou marcadores.

Descrição das Actividades

1.Acolhimento: “A coisa que mais gostei no meu dia foi...” e “A coisa que menos gostei no meu
dia foi...”

Actividade de acolhimento (Ver sessão 1).

2.Confrontar/Explorar/Dialogar:

- O que é significa a palavra amizade?


- O que é um amigo?
- Todos nós temos amigos mais íntimos e amigos menos íntimos?
- O que torna as relações com os outros diferentes entre si?

Sugestões para o Técnico:

O técnico pode utilizar a téncnica de brainstorming para definir


a palavra amizade no quadro.

3. Exercício Prático: “A pirâmide do meu melhor amigo”

3.1 Utilizando folhas brancas cada elemento deve desenhar uma pirâmide dividida em 5 partes
como ilustra o exemplo abaixo.

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3.2 Nessa pirâmide, o jovem deve preencher com características do seu melhor amigo, sendo
que na base da pirâmide devem estar características mais importante para ele e no topo a que,
sendo importante, é provavelmente menos importante de todas.

3.3 Por fim, cada jovemindividualmente apresenta a sua pirâmide ao grupo, descrevendo as
características, a sua imporância e eventualemnte falando de situações em que partilhou ou
experienciou.

3.4 Discussão/Reflexão Final:

- Existem características ou comportamentos que distinguem ou não as nossas relações?


- Que tipo de características ou comprtamentos podem ser esses?
- O que fazemos no nosso dia-a-dia para manter e/ou fazer novas amizades?

Sugestões para o Técnico:

O técnico pode colocar uma lista de características no quadro.


Os trabalhos podem ser expostos na sala dos jovens.

4. Preenchimento das cartolinas pessoais: “As regras do meu grupo”

(Ver sessão 4)

5.”Partilha/Reflexão de Grupo:

O técnico pode colocar questões e suscitar a reflexão final

- Por que foi importante a sessão de hoje?


- O que fizemos? Para quê?
- O que mais gostaram? E o que menos gostaram?

Antecipação da próxima sessão

- O que vai ser feito / O que vai ser falado e abordado na próxima sessão

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SESSÃO 9 “As emoções também precisam de ser cuidadas por nós”

Objectivos:

- Treino de competências emocionais básicas: identificar, reconhecer e expressar emoções no


Eu e nos Outros
- Promover a aquisição de competências de auto-regulação emocional

Tempo: 90 minutos

Material: Cartolinas, fichas de exercício, quadro, folhas brancas, chapéu, lápis de cor ou
marcadores.

Descrição das Actividades

1.Acolhimento: “A coisa que mais gostei no meu dia foi...” e “A coisa que menos gostei no meu
dia foi...”

Actividade de acolhimento (Ver sessão 1).

2. Exercício Prático: “Descobre a emoção”

Na ficha de trabalho “Descobre a emoção” (Ver Anexo) os jovens devem identificar a emoção
correspondente a cada cara.

No final, a ficha pode ser corrigida e apresentada em grupo.

3.Dinâmica de Grupo: “Adivinha a emoção que a estátua representa”

Cada jovem deve começar por escrever em pedaços de papel quatro emoções. Depois disso,
deve colocar as emoções no chapéu.

Depois de todos terem escrito as emoções e colocado no chapéu, pedem-se dois voluntários.
Destes dois voluntários, um vai ser a estátua o outro o artísta que a vai moldar. Mas para saber
que emoção vai moldar, o artísta deve retirar do chapéu uma emoção ao acaso e a qual vai
moldar na sua estátua.

Findo o tarbalho, os restantes elementos devem tentar adivinhar que emoção se trata.

Posteriormente, os voluntários trocam entre si e represnetam novamente uma outra emoção.


A dinâmica continua pedindo-se outros dois voluntários.

23
Discussão/Reflexão Final:

- O que foi mais fácil fazer? E mais difícil?


- O que gostaram mais de fazer? Moldar ou ser moldados?
- Quando falamos em emoções falamos apenas na expressão facial? E o resto do corpo?
- O que nos dizem as emoções?
- Por que é importante saber ler emoções no Eu e nos Outros?

Sugestões para o Técnico:

O técnico pode escrever no quadro uma lista de emoções para facilitar a dinâmica.

4. Preenchimento das cartolinas pessoais: “As regras do meu grupo”

(Ver sessão 4)

5.”Partilha/Reflexão de Grupo:

O técnico pode colocar questões e suscitar a reflexão final

- Por que foi importante a sessão de hoje?


- O que fizemos? Para quê?
- O que mais gostaram? E o que menos gostaram?

Antecipação da próxima sessão

- O que vai ser feito / O que vai ser falado e abordado na próxima sessão

24
SESSÃO 10 “Como me sinto, quando e com quem”

Objectivos:

- Treino de competências emocionais básicas: identificar, reconhecer e expressar emoções no


Eu e nos Outros
- Promover a aquisição de competências de auto-regulação emocional

Tempo: 90 minutos

Material: Cartolinas, fichas de exercício, quadro, folhas brancas, lápis de cor ou marcadores.

Descrição das Actividades

1.Acolhimento: “A coisa que mais gostei no meu dia foi...” e “A coisa que menos gostei no meu
dia foi...”

Actividade de acolhimento (Ver sessão 1).

2. Exercício Prático: “A história do meu dia”

Na Ficha de Trabalho “A história do meu dia” (Ver Anexo) os jovens devem preencher
individualmente as fichas de trabalho tendo em conta o seu próprio dia. Devem preencher nos
espaços em branco as emoções de modo a que a história faça sentido.

Por fim, os jovens podem ler a sua história ao resto do grupo.

Sugestões para o Técnico:

No final, o técnico pode explorar com os jovens as emoções, sentimentos e afectos sentidos ao
longo do seu dia. Podem também sugerir actividades e/ou estratégias para melhor lidarem
com as diferentes situações.

3.Exercício Prático “Como me sinto, quando e com quem”

Nesta Ficha de Trabalho, cada jovem deve fazer um pequeno desenho que represente a
emoção identificada na Ficha.

No final, os trabalhos podem ser apresnetados ao resto do grupo.

25
Discussão/Reflexão Final:

- O que foi mais fácil de desenhar? E oq ue foi mais difícil?


- Quem são as situações e as pessoas que nos deixam mais alegres? E as situações e as pessoas
que nos deixam mais tristes?
- O que podemos fazer para nos sentirmos mais alegres connosco e com os outros?

Sugestões para o Técnico:

No final, o técnico pode explorar com os jovens os diferentes desenhos, em que situações se
sentem assim e com quem.

4. Exercício Prático: “O melhor dia da minha via foi...”

Cada um individualmente deve desenhar numa folha branca o melhor dia da sua vida.

No final, cada jovem apresenta ao grupo o seu desenho falando do dia mais feliz da sua vida,
com quem foi, em que siuação, etc.

5. Preenchimento das cartolinas pessoais: “As regras do meu grupo”

(Ver sessão 4)

6.”Partilha/Reflexão de Grupo:

O técnico pode colocar questões e suscitar a reflexão final

- Por que foi importante a sessão de hoje?


- O que fizemos? Para quê?
- O que mais gostaram? E o que menos gostaram?

Antecipação da próxima sessão

- O que vai ser feito / O que vai ser falado e abordado na próxima sessão

26
SESSÃO 11 “Como resolvo os problemas”

Objectivos:

- Identificar e favorecer a aquisição de estratégias de resolução de problemas


- Promover a aquisição de competências de auto-regulação emocional
- Facilitar a reflexão e análise crítica das situações interpessoais

Tempo: 90 minutos

Material: Cartolinas, fichas de exercício, lápis de cor ou marcadores.

Descrição das Actividades

1.Acolhimento: “A coisa que mais gostei no meu dia foi...” e “A coisa que menos gostei no meu
dia foi...”

Actividade de acolhimento (Ver sessão 1).

2. Exercício Prático: “Encontra uma solução para o problema”

Formam-se dois grandes grupos de trabalho. Pede-se que cada grupo escolha 3 imagens.
Seguidamente e, em grupos, devem preencher uma Ficha de trabalho “Tenta resolver o
problema” (Ver Anexo) para cada imagem. Depois dos grupos concluirem a sua tarefa, inicia
um grupo que deve mostrar uma imagem ao outro grupo solicitando que ele resolva o
problema seguindo os passos:

1.Identifica qual é o problema

2.O que cada um está a pensar

3. O que cada um está a sentir

4. O que vai acontecer a seguir ou como termina a história

5. Como podias ajudar a resolver este problema

Depois disso, o grupo que tinha a imagem dá a solução que ele fez para o problema (isto é, lê a
sua ficha de trabalho também)

O exercício continua com o outro grupo a mostrar uma outra imagem. Novamente os mesmos
passoas que o anterior.

27
Sugestões para o Técnico:

As imagens podem ser recortadas para facilitar o seu manejo e observação.


O técnico deve explorar no final com os jovens as diferentes ofrmas e estratégias de resolver
os problemas identificados.

3.Exercício Prático “Conta um problema que já tiveste e como o resolveste”

Nesta parte, o técnico pode solicitar que um jovem conte um problema seu, o que pensou,
como se sentiu e o que fez para o resolver.

Discussão/Reflexão Final:

- O que foi mais fácil de desenhar? E oq ue foi mais difícil?


- O que é um problema interpessoal?
- Os problemas são todos resolvidas de igual forma? Então?
- Por que é qu euns problemas são melhor resolvidos que outros?

Sugestões para o Técnico:

No final, o técnico pode explorar com os jovens que existem diferentes formas de resolver um
problema e que nem todas elas são eficazes, pelo contrário, muitas vezes quando achamos
que estamos a resolver um problema não percebemos que estamos a arranjar outro.

4. Preenchimento das cartolinas pessoais: “As regras do meu grupo”

(Ver sessão 4)

5.”Partilha/Reflexão de Grupo:

O técnico pode colocar questões e suscitar a reflexão final

- Por que foi importante a sessão de hoje?


- O que fizemos? Para quê?
- O que mais gostaram? E o que menos gostaram?

Antecipação da próxima sessão

- O que vai ser feito / O que vai ser falado e abordado na próxima sessão

28
SESSÃO 12 “Pensava que era mais fácil saber comunicar”

Objectivos:

- Compreender a importância da comunicação


- Conhecer processos básicos envolvidos na comunicação
- Identificar e favorecer a aquisição de estratégias de resolução de problemas
- Promover a aquisição de competências de auto-regulação emocional

Tempo: 90 minutos

Material: Cartolinas, ficha de exercício, chapéu, folhas brancas, lápis de cor ou marcadores.

Descrição das Actividades

1.Acolhimento: “A coisa que mais gostei no meu dia foi...” e “A coisa que menos gostei no meu
dia foi...”

Actividade de acolhimento (Ver sessão 1).

2. Exercício Prático: “Afinal não foi claro”

Cada jovem individualmente deve desenhar numa folha branca as instrusões dadas pelo
técnico. No final, comparam-se os desenhos uns dos outros e com o que “deveria” ter sido
feito e não foi (Ver anexo Ficha de Trabalho “Afinal não foi claro”).

Discussão/Reflexão Final:

- Aquilo que comunicamos é importante ou não?


- A clareza com que comunicamos importa para transmitir a mensagem ou não?
- Se assim não fosse, porque desneharam coisas diferentes?
- Aquilo que cada um entende também varia de pessoa para pessoa ou não?

Sugestões para o Técnico:

É importante que o técnico salienta que cada um deve fazer o seu próprio desenho e não
copiar ou fazer o tarbalho em grupo.

29
3.Dinâmica de Grupo: “A forma como comunicamos também é importante”

Pede-se um voluntário que terá de retirar do chapéu um papel e em seguida ler o pequeno
texto de acordo com a personagem que lhe saiu no papel (Ver anexo “A forma como
comunicamos também é importante)

Em seguida, os restantes elementos devem adivinhar de que personagem se trata. A dinâmica


continua pedindo-se outro voluntário que retira um novo papel do chapéu e lê o texto
representando essa personagem.

As personagens escritas no papel podem ser:

- Feirante
- Apresnetador de telejornal
- Relator de futebol
- Padre

Discussão/Reflexão Final:
- A forma como comunicamos influencia ou não a passagem da mensagem?
- No nosso dia-a-dia valorizamos estes processos? Como?

4. Preenchimento das cartolinas pessoais: “As regras do meu grupo”

(Ver sessão 4)

5.”Partilha/Reflexão de Grupo:

O técnico pode colocar questões e suscitar a reflexão final

- Por que foi importante a sessão de hoje?


- O que fizemos? Para quê?
- O que mais gostaram? E o que menos gostaram?

Antecipação da próxima sessão

- O que vai ser feito / O que vai ser falado e abordado na próxima sessão

30
SESSÃO 13 “Comunicar é transmitir alguma coisa a alguém”

Objectivos:

- Desenvolver e treinar competências básicas de comunicação


- Identificar e descrever os diferentes estilos de comunicação
- Identificar e favorecer a aquisição de estratégias de resolução de problemas
- Promover a aquisição de competências de auto-regulação emocional
- Facilitar a reflexão e análise crítica de situações sociais

Tempo: 90 minutos

Material: Cartolinas, ficha de exercício, quadro, folhas brancas, lápis de cor ou marcadores.

Descrição das Actividades

1.Acolhimento: “A coisa que mais gostei no meu dia foi...” e “A coisa que menos gostei no meu
dia foi...”

Actividade de acolhimento (Ver sessão 1).

2. Dinãmica de Grupo:

Inicialmente formam-se 3 subgrupos. A cada um deverá ser entregue um envelope com uma
situação à qual deverão argumentar de forma passiva, agressiva e assertiva. Após algum
tempo cada subgrupo deverá apresentar a sua situação e as respostas adoptadas para cada
um dos estilos comportamentais. Os restantes devem adivinhar o estilo que está a ser
representado.

No final os jovens são convidados a reflectir sobre os aspectos positivos e negativos de cada
estilo comportamental.

• Pedes aos teus pais para ires passar o fim-de-semana fora com uns amigos. Eles
hesitam em aceitar e tu argumentas;
• Pedes ao professor para sair mais cedo da aula, embora tenhas chegado atrasado;
• Precisas de uma nota positiva para passar de ano. Argumenta com o professor de
forma a conseguires a nota.

Posteriormente, os grupos podem trocar e fazer uma nova argumentação, enquanto os


restantes adivinham que estilo se trata.

31
Sugestões para o Técnico:

Pode distribuir uma folha a cada elemento com as respectivas orientações para cada estilo de
comunicação no sentido de facilitar a aprendizagem e a própria dinâmica.

Podem representar em simulação de pápeis.

No final, o técnico deve levar os jovens a reflectir acerca dos estilo de comunicação que usam
e em que situações. Deve ainda salientar as vantagens de se usar um estilo assertivo ao invés
de passivo ou agressivo.

3. Preenchimento das cartolinas pessoais: “As regras do meu grupo”

(Ver sessão 4)

4.”Partilha/Reflexão de Grupo:

O técnico pode colocar questões e suscitar a reflexão final

- Por que foi importante a sessão de hoje?


- O que fizemos? Para quê?
- O que mais gostaram? E o que menos gostaram?

Antecipação da próxima sessão

- O que vai ser feito / O que vai ser falado e abordado na próxima sessão

32
SESSÃO 14 “Avaliar também é importante.”

Objectivos:

- Avaliação formativa
- Monitorização do cumprimento das regras de grupo
- Facilitar a aquisição de estratégias de auto-regulação comportamental

Tempo: 90 minutos

Material: Cartolinas, ficha de exercício, ficha de registo de competências, lápis de cor ou


marcadores.

Descrição das Actividades

1.Acolhimento: “A coisa que mais gostei no meu dia foi...” e “A coisa que menos gostei no meu
dia foi...”

Actividade de acolhimento (Ver sessão 1).

2.Avaliação das sessões:

Preenchimento das Fichas de Registo de Competências. Cada jovem deve preencher o que
corresponde ao jovem e, posteriormente e fora da sessão, o técnico deve também preencher a
sua avaliação do desenvovliemnto de competências de cada jovem.

3. Discussão/Reflexão de Grupo:

- Quais as actividades que gostaram mais? E as que gostaram menos?


- Quai a mais fácil? E a mais difícil?
- Quais os principais temas que trabalhamos ao longo destas 7 sessões?
- Por que é importante avaliarmos o decorrer das sessões? Para que serve a avaliação?

Sugestões para o Técnico:

O técnico pode aproveitar este momento para fazer uma avaliação do programa e do seu
desenvolvimento, salientando os aspectos mais positivos e oq ue é importante melhorar nas
próximas sessões.

4. Preenchimento das cartolinas pessoais: “As regras do meu grupo”

(Ver sessão 4)

33
Sugestões para o Técnico:

Neste momento, o técnico pode sugerir algumas estratégias para que os jovens aprendam a
melhor regular o seu comportamento.

5.”Partilha/Reflexão de Grupo:

O técnico pode colocar questões e suscitar a reflexão final

- Por que foi importante a sessão de hoje?


- O que fizemos? Para quê?
- O que mais gostaram? E o que menos gostaram?

Antecipação da próxima sessão

- O que vai ser feito / O que vai ser falado e abordado na próxima sessão

34
Módulo III:
EU SEI O MEU CAMINHO

35
SESSÃO 15 “Projecto de vida”

Objectivos:

- Explorar a tomada de decisão futura acerca de um projecto de vida


ocupacional/profissional/pessoal
- Facilitar a autonomia e tomada de decisão pessoal
- Alargar e dinamizar redes de apoio social

Tempo: 90 minutos

Material: Cartolinas, ficha de exercício,(cartolinas, computadores, cola, fita-cola), lápis de cor


ou marcadores.

Descrição das Actividades

1.Acolhimento: “A coisa que mais gostei no meu dia foi...” e “A coisa que menos gostei no meu
dia foi...”

Actividade de acolhimento (Ver sessão 1).

2. Exercício Prático: “Vamos lá conhecer as diferentes ocupações/profissões”

O técnico pode elaborar com os jovens e em pequenos grupos um trabalho expositivo acerca
das diferentes formações ou ocupações/profissões. É importrante que sejam seleccionadas as
formações ou ocupações/profissões mais direccionadas para os interesses e possibilidades do
grupo de jovem.

Os trabalhos podem ser feitos em computador, cartolinas ou outro material. Será importante
que sejam os jovens a elaborarem cada trabalho por eles próprios ainda que com a ajuda e
supervisão do técnico.

A informação que pode ser últil constar diz respeito:

- Imagens acerca das formações, ocupações ou profissões (exemplos concretos)


- Onde se podem fazer ou procurar (exemplos concretos)
- Condições necessárias para ingressar (exemplos concretos)
- Que tipo de aprendizagem se pode fazer (exemplos concretos)
- Entre outras

Pode ainda ser pertinente o técnico convidar profissionais ou estudantes de várias áreas para
falarem acerca da sua experiência nessa ocupação, formação ou profissão. Caso não seja
possível, o técnico pode preparar algumas visitas para os jovens poderem visitar alguns desses
locais.

36
Sugestões para o Técnico:

Os trabalhos podem ser expostos na sala de aula, escola, ou


outros espaços da instituição.
Nalguns grupos o técnico pode ter dificuldade em que os jovens elaborem o trabalho por eles
próprios, nets ecaso, o tecnico pode levar a informação para a sessão e os jovens apenas
elaboram ou montam todo o trabalho.
É possível que este trabalho dure mais do que uma ou duas sessões.

3. Preenchimento das cartolinas pessoais: “As regras do meu grupo”

(Ver sessão 4)

5.”Partilha/Reflexão de Grupo:

O técnico pode colocar questões e suscitar a reflexão final

- Por que foi importante a sessão de hoje?


- O que fizemos? Para quê?
- O que mais gostaram? E o que menos gostaram?

Antecipação da próxima sessão

- O que vai ser feito / O que vai ser falado e abordado na próxima sessão

SESSÃO 16 “Caça ao tesouro”

Objectivos:

- Promover o respeito pelas normas e regras sociais


- Treino de competências de relação de grupo: negociação, liderança, cooperação,
comunicação, resolução de problemas, entre outros.
- Facilitar a definição de temas de trabalho

Tempo: 90 minutos

Material: Cartolinas, ficha de exercício, envelopes, lápis de cor ou marcadores.

Descrição das Actividades

37
1.Acolhimento: “A coisa que mais gostei no meu dia foi...” e “A coisa que menos gostei no meu
dia foi...”

Actividade de acolhimento (Ver sessão 1).

2.Jogo psicopedagógico: “Caça ao tesouro”

Cada equipa tinha um mapa consigo. Deve seguir as pistas dadas ao longo dos diferentes
envelopes. Cada pista leva à seguinte e assim sucessivamente. As pistas estavam espalhadas
em diferentes pontos chave do espaço exterior que neste caso é a escola. Para além de
seguirem as pistas deveriam responder a um conjunto de questões acerca de de normas e
regras sociais e formar a palavra-chave no fim que era: viver com os outros

Sugestões para o Técnico:

O técnico pode substituir este tema por outro. Pode ainda considerar a hipótese de haver
prémios para as equipas.
No final deve ainda solicitar que cada grupo define um projecto ou actividade que gostaria de
trabalhar, por exemplo, drogas, sexualidade, entre outros.
São as sugestões de trabalho de cada grupo que vão permitir realizar diferentes actividades a
partir de então.

3. Discussão/Reflexão de Grupo:

- Definir 2/3 grandes temas a trabalhar nas próximas sessões e em que formato, por exemplo,
em sala de aula, integração em penas actividades e projectos escolares, etc.
- Explicar aos jovens que vão ter a oportunidade de eles prórpios definirem actividades e/ou
projectos de grupo.

Sugestões para o Técnico:

O importante é que o técnico perceba quais são as maiores motivações dos jovens e como
podem ser trabalhadas.

É possível que esta actividade não seja finalizada nesta sessão. Caso não seja possível, então
deverá ser continuada na próxima sesão.

4. Preenchimento das cartolinas pessoais: “As regras do meu grupo”

(Ver sessão 4)

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5.”Partilha/Reflexão de Grupo:

O técnico pode colocar questões e suscitar a reflexão final

- Por que foi importante a sessão de hoje?


- O que fizemos? Para quê?
- O que mais gostaram? E o que menos gostaram?

Antecipação da próxima sessão

- O que vai ser feito / O que vai ser falado e abordado na próxima sessão

SESSÃO 17 À SESSÃO ________:


“___________________________________________________________”

Objectivos:

- Prevenir comportamento de risco para a saúde e promover a aquisição de comportamentos


de saúde
- Alargar e dinamizar redes de apoio social

Tempo: 90 minutos

Material: Cartolinas, ficha de exercício, lápis de cor ou marcadores.

Observação: O título da sessão e das restantes sessões ficaram ao critério dos jovens, bem
como, dos temas seleccionados para a realização de trabalhos e/ou actividades mais práticas.

Descrição das Actividades

1.Acolhimento: “A coisa que mais gostei no meu dia foi...” e “A coisa que menos gostei no meu
dia foi...”

Actividade de acolhimento (Ver sessão 1).

Sugestões para o Técnico:

Após o levantamento e selecção dos temas mais pertinentes, o técnico pode ajudar o grupo a
elaborar pequenas actividades ou trabalhos em contexo de sala de aula ou exterior no sentido
de trabalhar os temas seleccionados.

39
O importante é que os jovens estejam motivados para os temas em causa, isto é, que sejam
temas do seu interesse e propostos por eles.

É possível que neste nível os jovens trablhem melhor em actividades ou projectos mais
directivos e não sejam eles a planear e elaborar autonomamente as actividades e/ou
projectos. Neste âmbito, as actividades e/ou projectos de curta duração serão os mais
indicados.

Um exemplo de actividade ou projecto passa pela elaboração de panfletos acerca de


comportamentos de risco para a saúde, por exemplo consumo de drogas.

Nesta fase o técnico pode alargar a rede social dos jovens, envolvendo familiares e/ou outros
elementos significativos para colaborar e participar nestes trabalhos.

3. Preenchimento das cartolinas pessoais: “As regras do meu grupo”

(Ver sessão 4)

4.”Partilha/Reflexão de Grupo:

O técnico pode colocar questões e suscitar a reflexão final

- Por que foi importante a sessão de hoje?


- O que fizemos? Para quê?
- O que mais gostaram? E o que menos gostaram?

Antecipação da próxima sessão

- O que vai ser feito / O que vai ser falado e abordado na próxima sessão

SESSÃO DE ENCERRAMENTO

Objectivos:

- Avaliação formativa (programa, competências e resultados)


- Antecipação de questões futuras
- Entrega de certificados de formação

Tempo: 90 minutos

Material: Cartolinas, ficha de exercício, Ficha de Registo de Competências, cartões, lápis de


cor ou marcadores, certificados

40
Descrição das Actividades

1.Acolhimento: “A coisa que mais gostei no meu dia foi...” e “A coisa que menos gostei no meu
dia foi...”

Actividade de acolhimento (Ver sessão 1).

2.Avaliação das sessões:

Preenchimento das Fichas de Registo de Competências. Cada jovem deve preencher o que
corresponde ao jovem e, posteriormente e fora da sessão, o técnico deve também preencher a
sua avaliação do desenvovliemnto de competências de cada jovem.

3. Discussão/Reflexão de Grupo:

- Quais as actividades que gostaram mais? E as que gostaram menos?


- Quai a mais fácil? E a mais difícil?
- Quais os principais temas que trabalhamos ao longo destas sessões?
- Questões pendentes que queiram colocar?
- que tiop de situações é esperado encontrarem depois do programa e emq ue sentido irão
utilizar competÊncias e aprendizagens tidas ao longo do mesmo?

Sugestões para o Técnico:

O técnico pode aproveitar este momento para fazer uma avaliação do programa e do seu
desenvolvimento, salientando os aspectos mais positivos.

O técnico pode fazer um círculo por forma a colocar os elementos em interacção e facilitar a
dinâmica.

4. Dinâmica de Grupo: “O que levo daqui”

Num dos cartões cada jovem escreve num cartão uma coisa boa que leva do grupo e/ou das
sessões, assinando o seu nome. No outro cartão escreve algo que gostasse de deixar com o
técncio.

O técnico pode acrescentar no primeiro cartão de cada elemento escrevendo algo empático ou
o que também levou das sesões. Este primeiro cartão fica com o jovem enquanto que o
segundo fica com o técnico.

41
Sugestões para o Técnico:

A mensagem do técnico em cada cartão deve ser personalizada a cada jovem.

5. Preenchimento das cartolinas pessoais: “As regras do meu grupo”

(Ver sessão 4)

6. Encerramento e entrega de certificados

O técnico pode acrescentar uma avaliação geral do programa, do processo e respectivos


resultados; sugerir algumas questões futuras, disponibilizar contacto, entre outras.
Por fim, a entrega de certificados pode contar também com outros elementos da isntituição ou
outros significativos

42
Anexos

43
Acolhimento
Nome:______________________________________ Data:______/______/_______

“A coisa que mais gostei no meu dia foi...___________________________________

______________________________________________________________”

“A coisa que menos gostei no meu dia foi..._____________________________

_______________________________________________________________”

Gráfico da Minahs Emoções: A coisa que mais gostei no meu dia

Alegria Medo Tristeza Zanga Raiva Contentamento Carinho

Gráfico da Minahs Emoções: A coisa que menos gostei no meu dia

Alegria Medo Tristeza Zanga Raiva Contentamento Carinho

44
As Regras de Grupo

Indicações para o Técnico:

Os dias correspondem aos dias em que há sessão.

Em cada caixa em branca podemo colocar:

- Uma cara alegra (um smile) sempre que cumprem a regra


- Uma cara triste sempre que não cumprem

Na caixa em branco correspondente ao Prémio ou Não-Prémico devem colocar o que


foi escolhido pelo grupo.

No final de cada sessão devem preencher as suas cartolinas.

Mês Mês (ex. Janeiro) Mês (ex. Fevereiro)

Prémio/Não Prémio/Não
Dia Dia Dia Dia Dia Prémio Dia Dia Dia Dia Dia Prémio
1 2 3 4 5 1 2 3 4 5
Regras
Regra 1

Regra 2

etc

Mês Mês Mês

Dia Dia Dia Dia Dia Prémio/Não Dia Dia Dia Dia Dia Prémio/Não
1 2 3 4 5 Prémio 1 2 3 4 5 Prémio

Regras
Regra 1

Regra 2

etc

45
Ficha de Trabalho (“Descobre a emoção”)
Nome:______________________________________ Data:______/______/_______

46
Ficha de Trabalho (“A história do meu dia”)
Nome:______________________________________ Data:______/______/_______

Hoje acordei e vim para a escola como todos os dias de manhã. Cheguei à escola e
rapidamente encontrei o João que é o meu melhor amigo e logo me senti_________________
ao vê-lo. Como ainda não tinha tocado para a entrada, fomos procurar os restantes amigos do
grupo e encontramos o Pedro que estava _________________. Perguntamos o que lhe tinha
aocntecido, mas ele não quis falar porque estava ____________________. Fomos procurar o
nosso monitor que nos recebeu de forma ______________________ e nos veio ajudar a falar
com o Pedro. Depois do monitor ter falado com o Pedro ele sentiu logo __________________
e veio connosco para a aula muito mais _________________.

Durante as aulas eu sinto-me a maior parte das vezes ___________________, porque às vezes
estou _______________. Qaundo toca para o intervelo é a parte do dia que eu gosto
_________ já que me divirto com os meus colegas. Por vezes, acontecem zangas ou brigas e
quando isso acontece eu sinto-me ___________________ porque acho que os jovens se
deviam dar bem.

Depois das aulas, costumo ir para casa e quando chego a casa normalmente faço muitas
actividades. Em casa normalmente sinto-me ______________ porque sei que a minha família
me trata ______________.

Durante a noite prefiro fazer outras actividades como por exemplo______________________

____________________________________________________________________________.

Outras actividades que faço são :__________________________________________________

_________________________________________________ porque me sinto_____________.

Gostava que na escola houvesse _______________________________ para me sentir


_________________________.

O que posso fazer para aprender mais é _________________________________________.

47
Ficha de Trabalho (“Como me sinto, quando e com quem”)
Nome:______________________________________ Data:______/______/_______

Zangado Alegre

Paixão/Amor Triste

Enjoado Medo

48
Ficha de Trabalho (“Encontra um solução para o problema”)
Nomes:________________________________________________________________
________________________________________________________________
Data:______/______/_______

Imagem 1 Imagem 2

Imagem 3 Imagem 4

Imagem 5 Imagem 6

49
Grupo (Nomes):________________________________________________________________

Imagem Nº:______Identifica o problema:___________________________________________

O que que estão a penar? Como se estão a sentir?

O que vai acontecer em seguida?

Como resolverias o problema (coloca os núemros de 1 a O que nunca faria...


6). Não precisas de utilizar todas as estratégias abaixo Coloca uma cruz
indicadas.
____ Conversar e tentar perceber o motivo/razão/o que ___Chorava com ele/ela
aconteceu
___Criticar/ameaçar
_____Pediria ajuda a um adulto significativo
_____Pensaria em várias hipóteses e suas consequências ___Negociava

antes de tomar um decisão ___Cooperava


_____Contar-lhe-ia que comigo já tinha aocntecido algo
___Dar um abraço
semelhante
___Preocupar-me
_____Sugeria atitudes ou comportamentos que o/a
ajudassem a resolver o problema ___Pedir desculpa

_____Pediria um conselho a um adulto significativo ___Dar-lhe a minha ajuda


_____Pensava em toda a informação que tinha recolhido
___Incentivar a bater no outro
e tomava uma decisão
___Dizer-lhe para pedir desculpa ao outro
_____Pensava em situações parecidas que me tinham
acontecido e sugeri-a-lhe o mesmo que eu fiz ___Tomar uma decisão por ele/ela

_____Abraçava-o/a ___Mostra desagrado


_____Mostrava-lhe a minha disponibilidade em ajudar
___Dizer-lhe que era a última vez que o/a ajudava
_____Preocupava-me e/ou dava-lhe força
___Outra:________________________________
_____Negociava/cooperava com ele/ela
_____Mostrava que ele podia contar comigo ___Outra:________________________________
___Outra:________________________________ ___Outra:________________________________
50
Ficha de Trabalho (“Afinal não foi claro”)
Nome:______________________________________ Data:______/______/_______

51
52
Dinâmica de Grupo

(“A forma como comunicamos também é importante”)

Texto

Céu geralmente nublado. Vento moderado rodando para sudoeste para o final da
tarde enfraquecendo. Aguaceiros diminuindo de frequência ao longo do dia e que
serão de nece acima dos 1400 metros. Descida de temperatura, em especial da
mínima. Estado do mar: na costa ocidental, ondas de oeste de 3 a 3,5 mestros. Costa
sul: ondas de sudoeste com 2 a 2,5 mestros.

53