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COMO IDENTIFICAR

AS TONALIDADES
NAS PARTITURAS

O GUIA

AUTOR
MAESTRO CARLOS VEIGA FILHO

© Carlos Veiga Filho 2019 | Todos os direitos reservados


Maestro Carlos Veiga Filho
sobre o autor
Muitas vezes os cursos de preparação musical
são caros e inacessíveis para a grande maioria
dos brasileiros. E é por causa desta falta de
políticas de educação que diversas pessoas
desistem do sonho de estudar música ao tentar
ingressar em uma universidade e não
conseguir a aprovação. Muitas vezes estas
pessoas não conseguem sequer entender o
motivo da reprovação porque elas já possuem
uma experiência prática muito grande. Mas
apenas prática. Falta a bagagem teórica
elementar.

Percebendo que poderia ajudar a resolver este


Meu nome é Carlos Veiga Filho. Meus alunos problema, juntei meus conhecimentos de
me chamam carinhosamente de Maestro maestro, músico, arranjador, professor de
Carlinhos Veiga. Sou licenciado em música música e analista de sistemas e comecei a
pela Universidade Federal da Bahia e analista desenvolver não apenas vídeos, mas um
de sistemas graduado pela Universidade sistema completo de ensino desta teoria básica
Católica do Salvador. Atuo como regente, com exercícios, solfejos, partituras, análises
arranjador e professor de música há mais de harmônicas e tudo mais que normalmente é
20 anos. cobrado nas provas de habilidades específicas
de música da maioria das universidades do
A partir de uma experiência como professor Brasil. É muito gratificante ver o resultado
na Universidade Federal da Bahia em 2009 e deste esforço através de mensagens de
2010, percebi que muitas pessoas que tentam pessoas que conseguiram estudar música em
ingressar nos cursos de música daquela diversas universidades pelo país. Todo este
universidade chegam com uma experiência material (que consiste em mais de 600 vídeos
musical enorme, uma bagagem incrível nos no YouTube e chamado Tutoriais em Música)
aspectos práticos de canto e instrumento, mas está e sempre estará à disposição das pessoas
com uma falta de conhecimento teórico na internet. Mas eu fiz os Tutoriais de forma
muitas vezes básico e este conhecimento é amadora.
imprescindível para um bom desenvolvimento
de um estudante de graduação em música. Já Em 2019 percebi que chegara a hora de dar o
imaginou se nas universidades de medicina os próximo passo e elevar o nível do ensino de
alunos tivessem que aprender a biologia música a distância na internet.
básica? Se você está lendo este e-book e ainda não
conhece o meu trabalho, você vai se
Infelizmente no Brasil os cursos de surpreender com a maneira fácil e clara com
musicalização infantil não estão nas escolas de que consigo ensinar.
maneira consistente e duradoura. Em muitos
lugares do país até inexistem. Vamos em frente, Pessoas.
Objetivo do
Guia

Esse guia tem como objetivo


orientar os estudantes da
música quanto à
identificação das tonalidades
nas partituras. Não se
pretende aqui esgotar este
conteúdo, mas, trazer luz
sobre o assunto àqueles que
trilham a jornada do
aprendizado de teoria
musical.

© Carlos Veiga Filho 2019 | Todos os direitos reservados


Índice
Pág. 3 01 O Sistema Tonal

Examinando uma Tonalidade


Pág. 4 02
Maior

Examinando uma Tonalidade


Pág. 6 03
Menor

Pág. 8 04 Tonalidades Relativas

Pág. 12 05 Armaduras

Pensando Sobre as
Pág. 15 06
Tonalidades

Pág. 18 07 Guia de Tonalidades

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O Sistema Tonal
O sistema tonal tem suas origens no fim da Idade Média quando dois
modos passaram a ser mais utilizados: Jônio e Eólio.

O modo Jônio passou, com o tempo, a ser chamado de Escala Maior (em
função do intervalo de terça maior existente entre a sua primeira nota e a
sua terceira nota), enquanto o modo Eólio passou a ser chamado de Escala
Menor pelo mesmo motivo.

As escalas maiores e menores são escalas diatônicas e, portanto, todas as 7


notas (Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá e Si) estão presentes. De maneira genérica
dizemos que uma escala diatônica possui 7 graus.

A harmonia mais básica do sistema tonal se baseia em tríades (que são


acordes de três sons formados por dois intervalos de terça) e estas tríades
são formadas sobre cada grau da escala.

O sistema tonal é largamente utilizado na música popular mas este guia não
se propõe a entrar no âmbito harmônico e, portanto, não aprofundaremos
aqui neste e-book os acordes da harmonia tonal.

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Examinando uma
Tonalidade Maior
Todo sistema tonal possui uma Tônica, que é a nota utilizada como o
primeiro grau, o ponto de partida da escala maior ou menor, que dará o
nome à tonalidade.

As escalas maiores e menores possuem estruturas diferentes e,


consequentemente, algumas notas precisam ser alteradas para uma
adequação estrutural.

A escala maior (que é a base das tonalidades maiores) possui a seguinte


estrutura:

TOM TOM SEMI-TOM TOM TOM TOM SEMI-TOM

Se toda escala maior possui a mesma estrutura. O que diferencia a escala


de Ré Maior da escala de Sol Maior, por exemplo, é apenas a sua tônica, ou
seja, o seu ponto de partida. Na escala de Ré Maior a tônica é a nota “ré”
enquanto na de Sol Maior a tônica é a nota “Sol”. Como consequência, toda
a escala terá uma sequência diferente de notas.

Vamos entender a estrutura da escala maior observando a escala de Dó


Maior.

DÓ RE MI FÁ SOL LÁ SI DÓ

TOM TOM SEMI-TOM TOM TOM TOM SEMI-TOM

A escala de Dó Maior possui as 7 notas (como todas as escalas maiores e


menores) e nenhuma delas precisa ser alterada com sustenidos ou bemóis
(alterações) pois esta sequência de notas já tem naturalmente a estrutura
da escala maior.

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Reconhecendo que existe uma estrutura formal, podemos generalizar as


notas da escala maior chamando-as de graus.

Vamos entender.

A tonalidade de Lá Maior possui como tônica a nota “lá”. Vejamos que


algumas alterações se fazem necessárias para que a estrutura da escala
maior seja garantida neste caso.

LÁ SI DÓ# RÉ MI FÁ# SOL# LÁ

TOM TOM SEMI-TOM TOM TOM TOM SEMI-TOM

Vamos identificar os 7 graus da escala maior:

PRIMEIRO GRAU Lá

SEGUNDO GRAU Si

TERCEIRO GRAU Dó#

QUARTO GRAU Ré

QUINTO GRAU Mi

SEXTO GRAU Fá#

SÉTIMO GRAU Sol#

Podemos perceber que três sustenidos são necessários para garantir a


estrutura da escala maior. Esta informação é muito importante para a
identificação das tonalidades em uma partitura.

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Examinando uma
Tonalidade Menor
A tonalidade de Lá Menor, por sua vez, utiliza a escala menor e também
possui como tônica a nota “Lá”. Os graus também estão presentes na escala
menor.
Utilizaremos neste momento apenas a “Escala Menor Primitiva” pois, a título
de identificação de tonalidades, é a que devemos considerar.

A estrutura da escala menor primitiva é a seguinte:

TOM SEMI-TOM TOM TOM SEMI-TOM TOM TOM

Vamos entender a estrutura da escala menor primitiva considerando a


escala de Lá Menor.

LÁ SI DO RE MI FA SOL LÁ

TOM SEMI-TOM TOM TOM SEMI-TOM TOM TOM

Podemos perceber que as notas quando escritas em sequência a partir da


nota “Lá” já possuem a estrutura que é justamente a da escala menor
primitiva, ou seja, a escala de Lá Menor (primitiva) não necessita alteração
alguma (assim como a escala de Dó Maior).

Vamos observar agora uma escala menor primitiva que precisa de três
sustenidos (assim como aconteceu com a escala de Lá Maior) e perceber
algumas semelhanças.

FÁ# SOL# LÁ SI DO# RÉ MI FA#

TOM SEMI-TOM TOM TOM SEMI-TOM TOM TOM

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Assim como fizemos com a escala de Lá Maior, vamos observar cada grau
da escala de Fá Sustenido Menor.

PRIMEIRO GRAU Fá#

SEGUNDO GRAU Sol#

TERCEIRO GRAU Lá

QUARTO GRAU Si

QUINTO GRAU Dó#

SEXTO GRAU Ré

SÉTIMO GRAU Mi

É fácil perceber que os três sustenidos acontecem nas mesmas notas (não
nos mesmos graus) da escala de Lá Maior.

Seria isto uma coincidência ou uma regra que acontece também com outras
escalas? Com certeza é uma regra e é conhecida como Tonalidades
Relativas.

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Tonalidades Relativas
Toda tonalidade maior possui uma tonalidade relativa menor da mesma
forma que toda tonalidade menor possui uma tonalidade relativa maior.

Não foi por acaso que escolhemos as escalas de Dó Maior e Lá Menor como
exemplos de escalas sem alterações
.
Também foi intencional a escolha das escalas de Lá Maior e Fá Sustenido
Menor, aquelas que possuem três sustenidos.

Dizemos que Fá Sustenido Menor é a tonalidade relativa de Lá Maior. Da


mesma maneira dizemos que Dó Maior é a tonalidade relativa de Lá Menor.
Agora que já sabemos que existem tonalidades relativas maiores e menores
(aquelas que utilizam as mesmas notas) vamos conhecer a regra que
facilmente identifica as tonalidades relativas.

Para encontrar a tonalidade relativa menor de uma tonalidade maior,


devemos encontrar o sexto grau da escala maior.

Perceba que a nota “Lá” é a sexta nota (sexto grau) da escala de Dó Maior.

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PRIMEIRO GRAU Dó

SEGUNDO GRAU Ré

TERCEIRO GRAU Mi

QUARTO GRAU Fá

QUINTO GRAU Sol

SEXTO GRAU Lá

SÉTIMO GRAU Si

Quando retomamos a escala de Lá Maior (que já foi mostrada


anteriormente) percebemos que Fá# é o sexto grau e já sabemos que a
tonalidade de Fá Sustenido Menor possui as mesmas alterações existentes
na tonalidade de Lá Maior.

PRIMEIRO GRAU Lá

SEGUNDO GRAU Si

TERCEIRO GRAU Dó#

QUARTO GRAU Ré

QUINTO GRAU Mi

SEXTO GRAU Fá#

SÉTIMO GRAU Sol#

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Desta maneira fica comprovado que para encontrar a tonalidade relativa


menor de uma tonalidade maior, basta encontrar o sexto grau da escala
maior utilizada naquela tonalidade.

E quando estamos com uma tonalidade menor? Como descobrir a sua


tonalidade relativa maior?

Vamos pegar como ilustração a tonalidade de Lá Menor pois já sabemos


que a sua tonalidade relativa maior é a tonalidade de Dó Maior.

PRIMEIRO GRAU Lá

SEGUNDO GRAU Si

TERCEIRO GRAU Dó

QUARTO GRAU Ré

QUINTO GRAU Mi

SEXTO GRAU Fá

SÉTIMO GRAU Sol

Percebemos que a tonalidade relativa maior de Lá Menor é aquela cuja nota


está no terceiro grau da escala menor primitiva (Dó Maior).

Já foi demonstrado anteriormente que Fá Sustenido Menor e Lá Maior


possuem as mesmas alterações (Fá#, Dó#, Sol#) e são, portanto,
tonalidades relativas. E adivinhe qual é o grau de nota “Lá” na escala
(tonalidade) de Fá Sustenido Menor? Terceiro grau.

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PRIMEIRO GRAU Fá#

SEGUNDO GRAU Sol#

TERCEIRO GRAU Lá

QUARTO GRAU Si

QUINTO GRAU Do#

SEXTO GRAU Ré

SÉTIMO GRAU Mi

Fica fácil concluir que para identificar a tonalidade relativa maior de uma
tonalidade menor, basta encontrar o terceiro grau da escala menor em
questão.

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Armaduras
Se uma tonalidade utiliza como base uma escala e esta escala possui
alterações, nada mais lógico que estas alterações sejam indicadas em um
lugar que o músico identifique de imediato quais as alterações utilizadas
para que ele já saiba que sempre que a nota aparecer na partitura ele
identifique que ela é alterada sem que seja necessário escrever esta
alteração de forma recorrente.

Este lugar é justamente logo após a clave utilizada pelo instrumento e o


chamamos de armadura.

Vamos estudar alguns exemplos de armaduras.

Não importa se a partitura é para apenas um instrumento ou para um


conjunto musical, sempre há na música tonal a identificação da tonalidade,
ou seja, uma armadura.

Vejamos um exemplo que está na tonalidade de Si Bemol Maior.

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Como sei que esta música está em Si Bemol Maior? Justamente por causa
da armadura, ou seja, pelas alterações que estão indicadas ao lado da clave.
O exemplo acima está escrito para piano.

O pianista sabe que, ao se deparar com esta armadura, ele deve tocar “Si
bemol” e “Mi bemol” ao se deparar com as notas “Si” e “Mi” na partitura.
Mas como é uma partitura para um conjunto musical? Como fica a
armadura neste caso? Vamos ver.

Esta partitura é completa por ser a partitura do maestro e ela mostra


justamente o que cada instrumento vai tocar durante a música. Neste caso
a nossa armadura indica a tonalidade de Mi Maior.

Como temos quatro sustenidos as notas “Fá”, “Dó”, “Sol” e “Ré” serão
tocadas como “Fá sustenido”, “Dó sustenido”, “Sol sustenido” e “Ré
sustenido” todas as vezes que elas forem identificadas pelos músicos na
hora da execução.

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Outra grande vantagem da utilização da armadura é deixar a partitura mais


limpa. Imagine se cada vez que uma destas quatro notas surgisse, fosse
necessário escrever um sustenido antes dela para que o músico soubesse
que era necessário tocar aquela nota alterada?

As alterações recorrentes (aquelas da tonalidade) são escritas na armadura


enquanto apenas as alterações pontuais são escritas durante a peça
deixando, assim, a partitura mais limpa para os músicos.

É importante notar que não interessa a clave que está escrita, mas sim a
quantidade de sustenidos (4). Temos no exemplo acima as claves de Sol, Dó
e Fá.

A ausência de sustenidos ou bemóis também indica uma tonalidade, a


tonalidade de Dó Maior, como já estudamos. Vejamos um exemplo:

É desta forma, portanto, que um músico ao se deparar com uma partitura


consegue determinar a tonalidade da peça em questão.

É muito comum escutarmos que o tom ou a tonalidade de uma música é Ré


Maior, Fá Maior, Sol Maior ou até mesmo tonalidades menores como Ré
Menor, Si Menor ou Dó Sustenido Menor.

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Pensando Sobre as
Tonalidades
É difícil o que acabamos de estudar? É complicado?

No início parece um pouco confuso mas a utilização constante deste


raciocínio logo transforma este assunto em um tema fácil, divertido e
extremamente útil para o músico.

Mas para quê um músico precisa saber estas coisas?

Esta é uma questão que escuto frequentemente e a resposta é a mesma:


para ser um músico melhor.

Vamos construir um raciocínio:

Escalas maiores e menores (a base da música tonal) são escalas


diatônicas;

Vimos que a diferença de uma escala maior para outra escala maior é
apenas a sua nota de partida (tônica);

Vimos que a escala de Dó Maior não possui alteração alguma;

Conhecemos uma escala maior que possui três sustenidos;

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As escalas diatônicas possuem sete notas;

Podemos imaginar que existem escalas maiores com um sustenido, com


dois e até mesmo com sete sustenidos, ou seja, com todas as notas
alteradas;

Entendemos que existem ainda mais sete possibilidades de escalas com


os bemóis como alteração;

Vamos transformar este raciocínio em números:

Uma escala sem alteração + sete escalas com sustenidos + sete


escalas com bemóis. Só até aí temos quinze possibilidades de
tonalidades diferentes.

Mas vimos também que existem as tonalidades relativas, ou seja, para


cada uma tonalidade desta, existe outra relativa que possui as mesmas
alterações.

Passamos, então, para trinta possibilidades de tonalidades.

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Antes que você desista de estudar por achar que eu estou te desanimando
deixa eu dizer que isto pode ser muito simples se você compreender estes
conceitos que apresentamos até aqui e usar o restante deste guia como
referência em um primeiro momento, justamente o momento em que tudo
parece confuso.

Este guia vai te ajudar a identificar as tonalidades maiores e as suas


relativas menores de forma que você possa consultá-lo sempre que precisar
encontrar respostas rápidas. Após se aprofundar nos estudos de teoria
musical, o reconhecimento das tonalidades ficará muito mais fácil!

Vamos ao nosso Guia de referência.

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Guia de Tonalidades
Este guia se propõe a ser uma rápida referência para aqueles que estão em
processo de aprendizagem e ainda não dominam esta importante etapa
que é a identificação de uma tonalidade.

Vamos, então, mostrar as possíveis armaduras de tonalidades maiores e as


suas relativas menores. Usaremos a clave de sol a título de demonstração
mas, como já foi mencionado anteriormente, a quantidade de alterações é
que determina a tonalidade, não importando a clave utilizada.

Vamos nessa.

Nenhuma alteração
Dó Maior ou Lá Menor

Vamos observar inicialmente o sustenido como alteração da armadura.

Um Sustenido
Sol Maior ou Mi Menor

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Dois Sustenidos
Ré Maior ou Si Menor

Três Sustenidos
Lá Maior ou Fá Sustenido Menor

Quatro Sustenidos
Mi Maior ou Dó Sustenido Menor

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Cinco Sustenidos
Si Maior ou Sol Sustenido Menor

Seis Sustenidos
Fá Sustenido Maior ou Ré Sustenido Menor

Sete Sustenidos – Dó Sustenido Maior ou


Lá Sustenido Menor

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Agora vamos perceber o que acontece quando o bemol é a alteração.

Um Bemol
Fá Maior ou Ré Menor

Dois Bemóis
Si Bemol Maior ou Sol Menor

Três Bemóis
Mi Bemol Maior ou Dó Menor

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- 22 -

Quatro Bemóis
Lá Bemol Maior ou Fá Menor

Cinco Bemóis
Ré Bemol Maior ou Si Bemol Menor

Seis Bemóis
Sol Bemol Maior ou Mi Bemol Menor

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- 23 -

Sete Bemóis
Dó Bemol Maior ou Lá Bemol Menor

Simples, não?

Continue focado nos seus estudos de teoria musical. A virtuose vem com
persistência e dedicação!

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