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MANUAL DE OPERAÇÃO

TRANSCEPTOR AIS DECLASSE A


KAT-100

Este produto foi especificamente


concebido para ser instalado em
barcos ou outros meios de transporte
marítimo. Se o seu país fizer parte
dos EUA, contacte o seu distribuidor
para mais informações antes de tentar
instalar o aparelho em outro local

KAT-100.OM.E 0093170202-03
Obrigado por adquirir este transceptor AIS de Classe A/AIS Interno.
Este produto foi concebido para lhe oferecer o máximo nível de desempenho e
durabilidade. Esperamos que possa contar com muitos anos de um serviço fiável.
Procuramos alcançar continuamente os mais elevados padrões de qualidade. Se
encontrar algum problema com este produto, contacte o seu distribuidor que se
disponibilizará para lhe fornecer a assistência necessária.
Índice
1 Avisos...............................................................................................7
1.1 Avisos de Segurança .................................................................................................................... 7
1.2 Avisos Gerais................................................................................................................................ 7
1.3 Histórico de Revisão do Documento............................................................................................. 8

2 Introdução ......................................................................................11
2.1 Acerca do AIS ............................................................................................................................. 11
2.2 Dados estáticos e do navio......................................................................................................... 12
2.3 Licenciamento de operação do AIS ............................................................................................ 12

3 Operação ........................................................................................13
3.1 Ecrã e controlos .......................................................................................................................... 13
3.2 Ligar o transceptor ...................................................................................................................... 14
3.3 Layout do ecrã ............................................................................................................................ 14
3.4 Ecrãs de operação principais...................................................................................................... 15
3.5 Lista-alvo..................................................................................................................................... 16
3.6 Dados próprios do navio e da viagem ........................................................................................ 16
3.7 Dados dinâmicos próprios .......................................................................................................... 17
3.8 Mensagens recebidas................................................................................................................. 18
3.9 Ecrã de alarmes.......................................................................................................................... 19
3.10 Ecrã de determinação do alvo .................................................................................................... 20
3.11 Trabalhar com mensagens de texto e Mensagens Relacionadas com a Segurança (SRMs) do AIS20
3.12 Lidar com alarmes ...................................................................................................................... 22
3.13 Inserir texto ................................................................................................................................. 23
3.14 Mensagens de longa distância ................................................................................................... 23
3.15 Palavras-passe e segurança ...................................................................................................... 25
3.16 O menu de configuração............................................................................................................. 25
3.17 Modo de navio-tanque ................................................................................................................ 30
3.18 Ecrã de unidades – velocidade e distância................................................................................. 31
3.19 AIS Interno .................................................................................................................................. 31

4 Instalação .......................................................................................33
4.1 O que está dentro da caixa?....................................................................................................... 34
4.2 Preparação para a instalação ..................................................................................................... 35
4.3 Procedimentos de instalação...................................................................................................... 35
4.4 Ligar o equipamento ................................................................................................................... 41
4.5 Configurar o transceptor KAT-100 .............................................................................................. 48
4.6 Alteração da palavra-passe ........................................................................................................ 51
4.7 Confirmar a operação correcta ................................................................................................... 51
4.8 Definições da área regional ........................................................................................................ 51
4.9 AIS Interno .................................................................................................................................. 53

5 Especificações Técnicas ..............................................................57


5.1 Normas de equipamento aplicáveis............................................................................................ 57
5.2 Físico ......................................................................................................................................... 57
5.3 Ambiental ................................................................................................................................... 57

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5.4 Eléctrico ..................................................................................................................................... 57
5.5 Interface de visualização e do utilizador .................................................................................... 58
5.6 GPS Interno ............................................................................................................................... 58
5.7 Transmissor TDMA .................................................................................................................... 58
5.8 Receptores TDMA ...................................................................................................................... 58
5.9 Receptor DSC............................................................................................................................. 59
5.10 Conexões RF .............................................................................................................................. 59
5.11 Interfaces de dados .................................................................................................................... 59
5.12 Informação de ligação dos dados fonte de energia e de dados ................................................. 60

6 Referência técnica.........................................................................61
6.1 Frases de interface ..................................................................................................................... 61
6.2 Intervalos de transmissão ........................................................................................................... 62
6.3 Portas de entrada de dados do sensor....................................................................................... 62
6.4 Portas de dados bidireccionais ................................................................................................... 63
6.5 Capacidade da drive de saída de portas bidireccionais ............................................................. 63
6.6 Porta DGPS ................................................................................................................................ 63
6.7 Porta RS232 ............................................................................................................................... 63
6.8 Formatos de frases de dados de saída ...................................................................................... 63
6.9 Formatos de frases de dados de saída ...................................................................................... 72

7 Desenhos .......................................................................................76
7.1 Dimensões gerais do transceptor AIS ........................................................................................ 76
7.2 Dimensões gerais da caixa de junção ........................................................................................ 76
7.3 Furos de fixação para suporte da montagem suspensa (desenho de perfuração) (não à escala)77
7.4 Desenho da antena de GPS (não à escala) ............................................................................... 77

8 Anexo A – Tipo de Navios ERI .....................................................78


9 Registo de instalação....................................................................83

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Índice de figuras
Figura 1 A rede AIS ........................................................................................................................ 11
Figura 2 Painel dianteiro do transceptor ......................................................................................... 13
Figura 3 Layout do ecrã .................................................................................................................. 14
Figura 4 Selecção do ecrã de operação principal........................................................................... 15
Figura 5 Ecrã da lista-alvo e visualização dos detalhes do navio................................................... 16
Figura 6 Ecrã de dados próprios do navio e da viagem ................................................................. 16
Figura 7 Ecrã de dados dinâmicos próprios ................................................................................... 17
Figura 8 Ecrã de mensagens recebidas ......................................................................................... 18
Figura 9 Visualização dos detalhes da mensagem ........................................................................ 18
Figura 10 Ecrã de alarmes................................................................................................................ 19
Figura 11 Visualização dos detalhes do alarme ............................................................................... 19
Figura 12 Ecrã de determinação do alvo .......................................................................................... 20
Figura 13 Símbolos de determinação do alvo .................................................................................. 20
Figura 14 Notificação da Mensagem Relacionada com a Segurança .............................................. 21
Figura 15 Compor a mensagem ....................................................................................................... 21
Figura 16 Ecrã de notificação de alarme .......................................................................................... 23
Figura 17 Inserir texto ....................................................................................................................... 23
Figura 18 Notificação do pedido de informação de longa distância; modo de resposta automática activado
24
Figura 19 Notificação do pedido de informação de longa distância; modo de resposta manual activado24
Figura 20 Lista e detalhes de visualização da mensagem de longa distância ................................. 24
Figura 21 Ecrã de inserção da palavra-passe .................................................................................. 25
Figura 22 Estrutura do menu principal.............................................................................................. 26
Figura 23 Estrutura do menu principal.............................................................................................. 27
Figura 24 Menu de dados da viagem ............................................................................................... 27
Figura 25 O menu de mensagens .................................................................................................... 28
Figura 26 Menu de definições do utilizador ...................................................................................... 28
Figura 27 O menu de instalação....................................................................................................... 29
Figura 28 O menu de manutenção ................................................................................................... 29
Figura 29 Menu de diagnóstico......................................................................................................... 30
Figura 30 Ecrã de reconhecimento da inserção do modo navio-tanque .......................................... 30
Figura 31 Ecrã de saída do modo navio-tanque quando a velocidade excede 3 nós ...................... 31
Figura 32 Ligação típica do transceptor AIS..................................................................................... 33
Figura 33 O que está dentro da caixa............................................................................................... 34
Figura 34 Dimensões do transceptor AIS ......................................................................................... 36
Figura 35 Montagem do transceptor AIS .......................................................................................... 36
Figura 36 Montagem em painel do transceptor AIS ......................................................................... 37
Figura 37 Dimensões da caixa de junção......................................................................................... 38
Figura 38 Montagem da caixa de junção.......................................................................................... 38
Figura 39 Localização da antena GPS ............................................................................................. 39
Figura 40 Ligação da antena GPS ................................................................................................... 39
Figura 41 Instalação da antena VHF ................................................................................................ 40
Figura 42 Ligação da antena VHF .................................................................................................... 41
Figura 43 Ligar a caixa de junção ao transceptor............................................................................. 41
Figura 44 Ligações da caixa de junção ............................................................................................ 43
Figura 45 Exemplo de uma ligação ao equipamento de visualização externo ................................. 45
Figura 46 Opções de terminação da linha ........................................................................................ 45
Figura 47 Ligação à fonte de energia ............................................................................................... 46
Figura 48 Ligação de dados do PC (RS232) .................................................................................... 47
Figura 49 Medição das dimensões do navio .................................................................................... 49
Figura 50 Ecrã de lista das áreas regionais...................................................................................... 51
Figura 51 Ecrã de edição da área regional....................................................................................... 52
Figura 52 Ecrã de confirmação das definições da área regional...................................................... 52
Figura 53 Ligação do interruptor do sinal azul.................................................................................. 55
Figura 54 Esquema da porta de entrada .......................................................................................... 62

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Figura 55 Esquema da porta de saída de dados.............................................................................. 63

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Avisos

1 Avisos

Quando ler o presente manual, tome especial atenção aos avisos marcados com um símbolo
triangular que se encontram à esquerda da página. Constituem mensagens importantes
sobre segurança, instalação e utilização do transceptor.

1.1 Avisos de Segurança


Este equipamento deve ser instalado de acordo com as instruções fornecidas no presente manual.
O seu não cumprimento poderá afectar seriamente o desempenho e a fiabilidade. Recomenda-se
que este produto seja instalado e configurado por um técnico formado.
Este equipamento destina-se a ajudar na navegação e não é um substituto do julgamento de
navegação adequado. A informação fornecida pelo equipamento não deve ser considerada
totalmente exacta. As decisões do utilizador com base na informação fornecida pelo equipamento são
da inteira responsabilidade e risco dos utilizadores.
Não instale este equipamento numa atmosfera inflamável tal como uma sala de máquinas ou perto
de tanques de combustível.
Recomenda-se que este produto não seja instalado com exposição directa à luz solar ou por baixo
de um pára-brisas onde pode estar sujeito ao aquecimento solar excessivo.

Não tente fazer a manutenção deste equipamento, pois pode causar um incêndio, um choque
eléctrico ou mau funcionamento invalidando, assim, a garantia. Se forem detectados maus
funcionamentos, contacte o seu fornecedor ou agente de manutenção.
Não instale o transceptor num local onde possa pingar chuva ou água para o equipamento. Este
produto foi concebido para instalação e utilização num ambiente protegido da humidade.

NEM TODOS OS NAVIOS ESTÃO EQUIPADOS COM AIS. O Chefe de Navegação (Officer of the
Watch, OOW) deve estar sempre atento que outros navios e particularmente, embarcações de
recreio, navios pesqueiros e navios de guerra, podem não estar equipados com AIS. O equipamento
AIS nos outros navios como requisito obrigatório pode também estar desligado com base no
julgamento do profissional Mestre.

1.2 Avisos Gerais

1.2.1 Fonte da posição


Todos os transceptores marítimos com Sistema de Identificação Automática (Automatic Identification System,
AIS) utilizam um sistema de localização baseado num satélite, tal como o Sistema de Posicionamento Global
(Global Positioning System, GPS).
A exactidão de uma fixação de posição do GPS é variável e afectada por factores tais como
o posicionamento da antena e o número de satélites usados para determinar uma posição, bem
como a duração de tempo de recepção da informação de um satélite.

O termo geral para os sistemas de localização por satélite é o Sistema Global de Navegação por Satélite ou
GNSS (Global Navigation Satellite System). O presente manual refere-se ao GNSS ou ao GPS dependendo
do contexto.

1.2.2 Distância de segurança em relação à bússola


A distância de segurança em relação à bússola para este transceptor é 0,3m ou superior para um desvio de 0.3°.

1.2.3 Categoria do produto


Este produto está categorizado como “protegido” de acordo com as definições fornecidas na norma IEC 60945.

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Avisos

1.2.4 Eliminação do transceptor e embalagem


Deve eliminar o transceptor de acordo com a Directiva Europeia WEEE ou as regulações locais aplicáveis para
eliminação de equipamentos eléctricos. Foram feitos todos os esforços para assegurar que a embalagem do
transceptor fosse reciclável. Elimine a embalagem de forma amiga do ambiente.

1.2.5 Exactidão do presente manual


Este manual é um guia de instalação, preparação e utilização deste produto. Foram feitos todos os esforços
para assegurar a exactidão deste manual. No entanto, devido ao desenvolvimento contínuo do produto, este
manual pode não estar exacto em todos os aspectos, por isso não se oferece essa garantia. Em caso de
dúvidas acerca de qualquer aspecto deste produto, contacte o seu distribuidor.

1.2.6 CCNR padrão para embarcações de navegação de monitoramento e rastreamento


O KAT Koden 100 está em conformidade com a Comissão Central para a Navegação do Reno padrão para
vaso interior rastreamento e acompanhamento Edição 1,01 datada de 10 de outubro de 2007.

1.3 Histórico de Revisão do Documento

1.3.1 Doc. Nº 0093170202

Não. Doc. Nº / Rev. Nº Data Revissta Conteúdo Revisto


(A/M/D)
0 0093170202-00 2011/01/05 Primeira edição
1 0093170202-01 2011/04/15 Segunda edição para o software do Ecrã 030400.02.05.00
2 0093170202-02 2011/05/02 Segunda edição para o software do Ecrã 030400.02.07.00
3 0093170202-03 2011/12/13 Terceira edição: Categorias de perigo da OMI atualizado.
4
5
6
7
8
9
10

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Avisos

Documento Nº Revisto Versão Norma


Quando parte do documento precisa de ser revista, o documento terá um número de revisão avançado.
O Nº do documento é indicado no canto inferior direito da capa e à esquerda ou direita do rodapé de cada página.

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Nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida, transmitida, traduzida de qualquer forma sem
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sujeitas a alteração sem aviso prévio. A Koden não assume responsabilidade por quaisquer erros, danos
acidentais ou consequenciais causados por má interpretação das descrições contidas nesta publicação.

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Avisos

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Introdução

2 Introdução

2.1 Acerca do AIS


O Sistema de Identificação Automática marítimo (AIS) é um sistema de notificação de localização e informação sobre
o navio. Permite que os navios equipados com AIS partilhem e actualizem regularmente e de forma automática
e dinâmica posição, velocidade, percurso e outra informação tal como a identificação dos navios com
equipamentos semelhantes. A posição deriva do Sistema de Posicionamento Global (Global Positioning
System, GPS) e a comunicação entre navios de transmissões digitais de Frequência Muito Alta (Very High
Frequency, VHF).
Existem vários tipos de aparelhos AIS, tal como se segue:
● Transceptores de Classe A. Foram concebidos para serem incorporados nos navios comerciais, tais
como navios cargueiros e grandes navios de passageiros. Os transceptores de classe A transmitem
um poder de sinal VHF mais elevado que os transceptores de classe B e por isso podem ser recebidos
por navios mais distantes e também transmitidos mais frequentemente. Os transceptores de Classe A
são obrigatórios em todos os navios com mais de 300 toneladas de peso bruto para realização de
viagens internacionais e certos tipos de navios de passageiros sob mandato da SOLAS.
● Estações do AIS Interno. Semelhantes aos transceptores de classe A com funcionalidades adicionais
para utilização em navios de navegação Interior.
● Transceptores de Classe B. Semelhantes aos transceptores de Classe A em muitas formas, mas
normalmente de custo inferior devido aos requisitos de desempenho menos rigorosos. Os transceptores
de Classe B transmitem menor potência e um menor nível de notificação que os de Classe A.
● Estações base AIS. As estações de base AIS são usadas por Sistemas de Tráfego de Navios para
monitorizar e controlar as transmissões dos transceptores AIS.
● Transceptores de Ajuda à Navegação (Aid to Navigation, AtoN). Os AtoNs são transceptores
montados em balizas ou outros perigos para a navegação que transmitem detalhes da sua localização
relativamente aos navios mais próximos.
● Receptores AIS. Os receptores AIS recebem transmissões de transceptores de Classe A, Classe B,
AtoNs e estações base AIS, mas não transmitem qualquer informação sobre o navio no qual estão
instalados.
O transceptor KAT-100 é um transceptor combinado de Classe A/AIS Interno.

Figura 1 A rede AIS

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Introdução

2.2 Dados estáticos e do navio


Informação transmitida por um transceptor AIS em duas categorias: dados estáticos e dinâmicos.
Os dados dinâmicos do navio, que incluem localização, velocidade contra o fundo (SOG) e percurso contra
o fundo (COG) são calculados automaticamente utilizando o receptor de GPS interno.
Os dados estáticos são informação acerca do navio que tem de ser programada no transceptor AIS. Esta
informação inclui:
● Identidade de Serviço Móvel Marítimo (Maritime Mobile Service Identity, MMSI)
● Nome do navio
● Sinal de chamada do navio (se aplicável)
● Tipo de navio
● Dimensões do navio

2.3 Licenciamento de operação do AIS


Na maioria dos países, a operação de um transceptor AIS está incluída nas provisões da licença VHF
marítima. O navio no qual o transceptor AIS será instalado deve ter uma licença radiotelefónica VHF actual
que lista o sistema AIS, o Sinal de Chamada do navio e o número MMSI. Contacte a autoridade relevante no
seu país para mais informações relativamente aos requisitos de licenciamento do rádio no navio.

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Operação

3 Operação

Esta secção assume que o transceptor KAT-100 foi instalado de acordo com as instruções da secção de
Instalação do presente manual.
Leia todos os avisos na parte inicial deste manual antes de operar o transceptor AIS.

3.1 Ecrã e controlos


Ecrã

Sonda menu Tecla menu

cancelar Tecla voltar

Tomada piloto Roda scroll


(por trás da tampa de protecção)

Tecla de função esquerda Tecla de função direita

Figura 2 Painel dianteiro do transceptor

O painel dianteiro do transceptor é apresentado na Figura 2 com a marcação de cada controlo.


Tecla menu
Esta tecla permite ter acesso ao arranque e menu de configuração do transceptor a partir de qualquer ecrã de
operação.
Tecla Cancelar
Esta tecla cancela a operação actual, regressa ao nível do menu anterior ou funciona como tecla de
backspace dependendo da operação realizada no momento.
Roda scroll
A roda scroll é usada para seleccionar a informação apresentada no ecrã, para seleccionar itens do menu
e editar texto e informação numérica apresentada no ecrã. A roda scroll também pode ser premida para
confirmar a inserção de dados apresentados no ecrã.
Teclas de função esquerda e direita
A função destas teclas é exibida na área do ecrã directamente por cima de cada tecla. A função depende da
operação que está a ser realizada.
Sonda
A Sonda emite um “bip” quando uma tecla é premida. Os bips das teclas podem ser activados ou desactivados
através do menu Definições do Utilizador.
Tomada piloto
A Tomada Piloto fornece uma ligação AIS para os pilotos usando o conector da Tomada Piloto de padrão IMO.
Ecrã
O ecrã mostra a informação essencial de operação do AIS e permite configurar o transceptor. Recomenda-se
a ligação do transceptor a um Sistema Electrónico ou de Radar de Visualização de Cartas e de Informação
(Radar ou Electronic Chart Display System, ECDIS) para monitorização dos navios equipados com AIS
durante a navegação.

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Operação

3.2 Ligar o transceptor


O transceptor KAT-100 não tem um interruptor de alimentação e foi concebido para estar permanentemente
ligado. Quando é ligado pela primeira vez, o ecrã apresenta o texto “Sistema de Identificação Automática
(Automatic Identification System)” durante 5 segundos antes de aparecer o ecrã de operação principal.

3.3 Layout do ecrã


O layout do ecrã é apresentado na Figura 3. Todos os ecrãs operacionais mostram a hora, barra de estado,
indicadores scroll e outras teclas de função relevantes. A hora é apresentada em UTC.
Quando a hora UTC está disponível no módulo GNSS interno, o ecrã da hora mostra --:--:-- em vez da hora do dia.

Hora UTC Barra de estado

HH:MM:SS

Área do ecrã principal Indicadores de "scroll"

Seleccionar Ecrã

Tecla de função esquerda Tecla de função direita

Figura 3 Layout do ecrã

3.3.1 Ícones da barra de estado


A barra de estado mostra o estado actual do transceptor através de ícones. O significado de cada ícone é descrito
na Tabela 1.

Ícone Descrição

OK O transceptor está a funcionar normalmente.

Tx Exibido durante um segundo a seguir a cada transmissão.

Rx Exibido durante um segundo a seguir a cada mensagem


recebida.

GPS Exibido quando o receptor do GPS interno tem uma fixação


INT de posição válida.

GPS Exibido quando um receptor de GPS externo ligado tem uma


EXT fixação de posição válida.

DGPS Exibido quando o receptor do GPS interno tem uma fixação


INT de posição diferencial válida.

DGPS Exibido quando um receptor de GPS externo ligado tem uma


EXT fixação de posição diferencial.

SEM Exibido quando não existe uma fixação de posição interna ou


GPS externa válida.

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Operação

Ícone Descrição

 Exibido quando estão disponíveis mensagens AIS


relacionadas com a segurança não lidas.

 Pisca quando um alarme está activo, é exibido constantemente


quando um alarme está activo, mas foi reconhecido.

1W Exibido quando o transmissor é definido para o modo 1W.

IL Exibido quando o transceptor AIS está a funcionar no modo


“Navegação Interior”.

Tabela 1 Ícones de estado

3.4 Ecrãs de operação principais


No funcionamento normal, o ecrã exibe um dos seis ecrãs de operação principais. O próximo ecrã pode ser
seleccionado em qualquer altura premindo a tecla de função “Ecrã” como mostra a Figura 4. As seguintes
subsecções descrevem cada um dos ecrãs de operação mais detalhadamente.

Lista-alvo Próprio navio & Dinâmicos


dados da viagem próprios dados

Determinação Alarmes Recebidas


do alvo mensagens

Figura 4 Selecção do ecrã de operação principal

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Operação

3.5 Lista-alvo
O ecrã da lista-alvo é apresentado por defeito depois de estabelecida a ligação. Este ecrã exibe o nome (ou
MMSI), a distância (em milhas náuticas) e o rumo (em graus) de outros navios equipados com AIS. O navio
mais próximo é apresentado no topo da lista. Na lista-alvo, são apresentados apenas os 200 navios mais
próximos, os navios mais distantes podem ser visualizados se estiver ligado um ecrã AIS externo, um RADAR
ou ECDIS ao transceptor.

GPS
13:20:47 OK INT.

LISTA-ALVO:
NOME/MMSI RNG(NM) BRG (graus)
MARY ROSE 001.5 254.0
REGENT 003.0 013.0
ANNE GALLANT 012.5 135.5
235789543 015.0 003.0
456723557 030.0 087.5
Seleccionar Ecrã

GPS
13:20:47 OK INT.

DETALHES DO NAVIO:
Tipo de estação: Classe A
MMSI: 235687901
Nome:
>> MARY ROSE
Sinal de Chamada: MYR7A
IMO Nº: 4325640
Navio ant. Próx. navio

Figura 5 Ecrã da lista-alvo e visualização dos detalhes do navio

Quando o ecrã da lista-alvo é exibido, a roda scroll pode ser utilizada para percorrer a lista. Poderá visualizar
mais detalhes do navio seleccionado premindo a tecla de função “Seleccionar” ou premindo a roda scroll. Para
regressar à lista de alvos do ecrã de detalhes do navio, prima a tecla “Cancelar”. Enquanto o ecrã de detalhes
do navio é apresentado, é possível visualizar os detalhes da lista do próximo navio e do anterior utilizando as
teclas de função esquerda e direita sem regressar ao ecrã da lista-alvo.

3.6 Dados próprios do navio e da viagem


Este ecrã mostra os dados relacionados com o próprio navio e a viagem. Estes dados referem-se ao navio no
qual o transceptor está instalado.

GPS
13:20:47 OK INT.

DADOS PRÓPRIOS DO NAVIO:


MMSI: 375570700
Nome:
>> POSEIDON
Sinal de Chamada: POS456
IMO Nº: 5678901
Destino: SOUTHAMPTON
Ecrã

Figura 6 Ecrã de dados próprios do navio e da viagem

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Operação

A informação apresentada neste ecrã inclui:


● MMSI – Identificação do Serviço Móvel Marítimo para o navio no qual o transceptor está instalado.
● Nome do navio
● Sinal de chamada
● Destino – o actual destino da viagem
● Número IMO (onde aplicável)
● ETA – Hora Estimada de Chegada ao destino da viagem
● Tirante
● Estado da Navegação – Ancorado, a navegar, etc.
● Dimensões da antena do GNSS interno
● Tripulação – número de tripulação a bordo
● Tipo de navio/carga
A roda scroll pode ser usada para seleccionar um item de dados estáticos ou de viagem. Para editar os dados
da viagem ou de instalação, veja os menus de “Dados sobre a viagem” e “Instalação” na secção 3.16 e também
informação sobre a instalação na secção 4.

3.7 Dados dinâmicos próprios


Este ecrã mostra os dados dinâmicos actuais dos sensores ligados ao transceptor e/ou do receptor GNSS
embutido. Esta informação é ao vivo e periodicamente transmitida para outros navios equipados com AIS.
A informação apresentada neste ecrã inclui:
● Data e hora actual (UTC)
● Latitude
● Longitude
● SOG (Velocidade Contra o Fundo)
● COG (Percurso Contra o Fundo)
● Rumo
● ROT (Rácio de Retorno)
● Exactidão da posição
● Estado da RAIM
● GNSS em uso (interno ou externo)

GPS
13:20:47 OK INT.

DADOS DINÂMICOS PRÓPRIOS:


Data: 06/01/2010
Hora: 13:24:04
Lat.: 51°16.7904N
Long.: 002°27.9458
SOG: 010.0kts
COG: 134.0°
Ecrã

Figura 7 Ecrã de dados dinâmicos próprios

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Operação

3.8 Mensagens recebidas


Este ecrã mostra as mensagens de texto e Mensagens Relacionadas com a Segurança (SRM) AIS recebidas de
outras estações AIS. A mensagem mais recente é apresentada no topo da lista. A data e hora de recepção, nome
ou MMSI da estação de envio e tipo de mensagem (texto ou SRM) são detalhes apresentados na lista de
mensagens. Para visualizar o conteúdo da mensagem, seleccione a mensagem pretendida utilizando a roda scroll
e depois prima a roda scroll ou a tecla de função “Visualizar”.
O ecrã de mensagens recebidas é apresentado na Figura 8 e o ecrã de detalhes da mensagem na Figura 9.
Quando existem mensagens não lidas, o ícone de mensagem é exibido na barra de estado consoante descrito
na secção 3.3.1.

GPS
13:20:47 OK INT.

MENSAGENS RECEBIDAS:
DATA HORA DE TIPO
29/01 10:00 MARY R... B R Segurança
29/01 09:55 556444321 Segurança AD
28/01 21:45 REGENT B R Binário

Ver Ecrã

Figura 8 Ecrã de mensagens recebidas

GPS
13:20:47 OK INT.

DETALHES DA MENSAGEM:
Tipo: SRM de difusão
MMSI: 235687901
NOME:
>>MARY ROSE
Canal: A
Data: 29/01/2010
Voltar Responder

Figura 9 Visualização dos detalhes da mensagem

Página 18 0093170202-03
Operação

3.9 Ecrã de alarmes


Este ecrã mostra o estado do sistema de alarmes AIS. Se existir uma condição de alarme ainda não
reconhecida, o ícone de alarme na barra de estado irá piscar. Se ocorrer uma condição de alarme que não
esteja no sistema de menu, será exibido de imediato um ecrã de acuso de recepção consoante descrito na
secção 3.12. Se ocorrer uma condição de alarme enquanto edita um campo no menu do sistema, o símbolo
da campainha de alarme pisca na barra de estado.
O ecrã de alarmes mostra a data e hora de activação juntamente com uma breve descrição de qualquer alarme
activo, assim como o seu estado de acuso de recepção – veja Figura 10. Os alarmes que estão activos, mas
que não são reconhecidos pelo operador mostram “Não” na coluna “Rec.”. Uma vez reconhecido o alarme pelo
operador, “Sim” é exibido na coluna “Rec.”. Pode ser seleccionado um alarme individual a partir da lista usando
a roda scroll. Os seus detalhes podem ser visualizados premindo a roda scroll ou a tecla de função “Visualizar”.
A visualização dos detalhes do alarme é apresentada na Figura 11.

GPS
13:20:47 OK INT.

LISTA DE ALARMES:
DATA HORA ALARME REC.
25/11 16:13 Sem ROT válido... Sim
25/11 16:11 Rumo perdido... Sim
25/11 16:11 EPFS Externo... Sim

Ver Ecrã

Figura 10 Ecrã de alarmes

GPS
13:20:47 OK INT.

DETALHES DO ALARME:
ALARME: Sem informação ROT válida
ID: 35
DATA: 25/11/2010
HORA: 16:13:30
REC.: Sim

Sair

Figura 11 Visualização dos detalhes do alarme


Enquanto as condições de alarme estiverem activas e não reconhecidas, qualquer sistema de
alarme externo ligado permanecerá activado.

0093170202-03 Página 19
Operação

3.10 Ecrã de determinação do alvo


O ecrã de determinação do alvo mostra a localização de outros navios equipados com AIS e estações
costeiras relativamente ao seu próprio navio. O ecrã de determinação do alvo fornece um panorama geral
básico de alvos AIS e não deve ser considerado um substituto do ecrã de informação do AIS num sistema
electrónico de visualização de cartas e informação (ECDIS).
Linha do rumo (pontos para cima que signifiquem rumo acima)

Nome do alvo seleccionado MARY ROSE 235687901 MMSI do alvo seleccionado


modo rumo acima [PARA CIMA] 27 Alvos Número de alvos no ecrã
Distância seleccionada 12nm

Distância Ecrã

Alvo seleccionado

Tecla de selecção da distância

Figura 12 Ecrã de determinação do alvo

A distância de determinação pode ser ajustada premindo a tecla de função “Distância” que percorre as
distâncias de 48, 24, 12, 6, 3, 1 e 0.5 nm. A distância está relacionada com o raio do anel de distância exterior
exibido no ecrã.
Os alvos individuais podem ser seleccionados utilizando a roda scroll. Quando seleccionado, aparecerá um
contorno quadrado em torno do alvo. Se premir a roda scroll, terá acesso a todos os detalhes do navio. Para
regressar ao ecrã de determinação do alvo a partir do ecrã de detalhes do navio, prima a tecla “Cancelar”.
São exibidos diferentes símbolos de um alvo AIS dependendo do tipo de alvo e do seu estado. Estes são
apresentados na Figura 13. O símbolo do próprio navio é sempre apresentado no centro da determinação.

"MWPQFSEJEP OBWJP
"UP/

OBWJP"MWP OBWJP
&TUBÎÍPEFCBTF

1SØQSJPOBWJP 4"35

Figura 13 Símbolos de determinação do alvo

O ecrã de determinação do alvo irá funcionar no modo rumo acima quando for ligada uma fonte de dados de
rumo verdadeira ao AIS (p. ex., uma bússola giroscópica). Se a informação do rumo verdadeira não estiver
disponível, a determinação do alvo irá funcionar no modo “Para Norte”. O modo é exibido como [RUMO
ACIMA] ou [PARA NORTE] no canto superior esquerdo do ecrã. O texto “Sem Rumo” também é exibido na
determinação do alvo operando no modo para norte.

3.11 Trabalhar com mensagens de texto e Mensagens Relacionadas com a


Segurança (SRMs) do AIS
As mensagens de texto e Mensagens Relacionadas com a Segurança (SRMs) do AIS podem ser recebidas
através de outros navios equipados com AIS e também enviadas para navios específicos (mensagens
endereçadas) ou enviadas para os navios na área (mensagens de difusão).

Página 20 0093170202-03
Operação

3.11.1 Receber Mensagens de texto e Mensagens Relacionadas com Segurança do AIS


A recepção de uma mensagem de texto AIS é indicada na presença de um ícone de mensagem na barra de
estado. Este ícone aparece sempre que existir uma mensagem de texto AIS não lida. As mensagens podem
ser lidas e respondidas no ecrã de mensagens; veja a secção 3.8.
Quando uma Mensagem Relacionada com a Segurança é recebida, o utilizador será notificado
imediatamente, pois aparece um ecrã a mostrar a mensagem. As mensagens de texto standardizadas não
são exibidas quando recebidas. No entanto, o ícone da mensagem será exibido na barra de estado.

GPS
13:20:47 OK INT.

MENSAGEM RELACIONADA COM A SEGURANÇA:


Tipo: SRM de difusão
MMSI: 235687901
NOME:
>>MARY ROSE
Canal: A
Data: 29/01/2010
Voltar Responder

Figura 14 Notificação da Mensagem Relacionada com a Segurança

3.11.2 Enviar Mensagens de texto AIS e Mensagens Relacionadas com a Segurança através do AIS
Para compor uma nova mensagem de texto ou uma nova Mensagem Relacionada com Segurança (SRM),
prima a tecla “Menu” e seleccione o submenu “MENSAGENS”, e de seguida a opção “MENSAGEM NOVA”.
Pode visualizar o ecrã da mensagem nova na Figura 15. Para enviar uma mensagem, complete os passos
que se seguem:
1. Utilizando a roda scroll, seleccione o campo “TIPO” e o tipo de mensagem que pretende enviar. As
opções disponíveis são “Difusão”, “Endereçada”, “SRM Difundida” e “SRM Endereçada”. Clique na
roda scroll para confirmar o tipo de mensagem.
2. Para tipos de mensagens endereçadas, seleccione apenas o campo “PARA” e prima a roda scroll. Insira
o MMSI do navio. A mensagem deve ser enviada utilizando a roda scroll. Veja a secção 3.13 para
instruções sobre a utilização da roda scroll para inserir dados.
3. Seleccione o campo da “MENSAGEM” e insira a sua mensagem. Note que o comprimento da
mensagem é limitado consoante o seguinte:
○ SRM endereçada 156 caracteres
○ SRM de difusão 161 caracteres
○ Texto endereçado 151 caracteres
○ Texto de difusão 156 caracteres
4. Prima a tecla de função “Enviar” para transmitir a mensagem.
Quando uma mensagem endereçada é enviada, o destinatário irá enviar um aviso de recepção da mensagem.
Se não receber este aviso, irá receber uma mensagem de aviso no ecrã.

GPS
13:20:47 OK INT.

MENSAGEM NOVA:
Tipo: SRM de difusão
MMSI: Não requerido
Canal: Auto
Mensagem:

Voltar/Enviar Editar

Figura 15 Compor a mensagem

0093170202-03 Página 21
Operação

Aviso: Os transceptores de classe B têm permissão para receber Mensagens Relacionadas com
Segurança e mensagens de texto difundidas. No entanto, esta função não é obrigatória. Os
transceptores de classe B não recebem mensagens Relacionadas com Segurança nem
mensagens de texto endereçadas. Por isso, não existe garantia de que as mensagens ou SRMs
enviadas para um transceptor de classe B serão recebidas.

3.12 Lidar com alarmes


O transceptor KAT-100 efectua funções de auto-verificação continuamente. Se uma verificação automática
falhar, irá ocorrer um alarme. As possíveis condições de alarme estão listadas na Tabela 2.

Condição de alarme Descrição

Mau funcionamento do Este alarme pode ocorrer se houver uma falha no transmissor
transmissor ou se a antena VSWR exceder os limites permitidos. O alarme
será apagado se o transmissor recuperar a operação normal ou
a medição VSWR regressar a um valor permitido. Se a condição
de alarme persistir, contacte o seu distribuidor ou instalador.

A antena VSWR excede Esta condição de alarme pode ocorrer se a VSWR (Voltage
o limite Standing Wave Ratio, Razão de Onda Estacionária) da antena
AIS exceder os limites pré-definidos. Este alarme é apagado se
a VSWR regressar a um valor permitido. Se a condição de
alarme persistir, contacte o seu distribuidor ou instalador.

Mau funcionamento do canal Este alarme ocorre se houver um mau funcionamento no


receptor x hardware do receptor. O receptor é identificado pelo valor de x.
Se o receptor regressar ao funcionamento normal, este alarme
será apagado. Se a condição de alarme persistir, contacte o seu
distribuidor ou instalador.

Perda do EPFS externo Este alarme ocorre se a posição do Sistema de Fixação da


Posição Electrónica (i.e., GNSS) for inválida ou se perder.

Nenhuma posição de sensor Este alarme ocorre se o transceptor não tiver informação válida
em uso de qualquer sensor ligado.

Sem informação do COG Este alarme ocorre se o transceptor não tiver informação válida
válida relativa ao Percurso Contra o Fundo de qualquer sensor ligado.

Sem informação SOG válida Este alarme ocorre se o transceptor não tiver informação válida
relativa à Velocidade Contra o Fundo de qualquer sensor ligado.

Rumo perdido ou inválido Este alarme ocorre se o transceptor não tiver informação válida
sobre o rumo de qualquer sensor ligado, ou se o rumo não
estiver definido.

Sem informação ROT válida Este alarme ocorre se o transceptor não tiver informação sobre
o Rácio de Retorno de sensores ligados ou através de cálculo
interno.

Tabela 2 Condições de alarme

Página 22 0093170202-03
Operação

Será indicado um novo alarme exibido no ecrã de notificação de alarme (veja a Figura 16). O ícone de alarme
na barra de estado irá piscar enquanto um alarme está activo e não é reconhecido pelo utilizador.

GPS
13:20:47 OK INT.

NOTIFICAÇÃO DE ALARME:
ID ALARME
35: Sem informação ROT válida
32: Rumo perdido/inválido
25: Perda do EPFS externo

Ir para Lista Rec.

Figura 16 Ecrã de notificação de alarme

No ecrã de notificação de alarme, tem a opção de acusar recepção de imediato um alarme premindo a tecla
de função “REC.” ou de visualizar a lista de alarmes activos premindo a tecla de função “Ir para Lista”. Uma
vez que o alarme é reconhecido, permanecerá na lista de alarmes enquanto a condição de alarme estiver
activa. A presença de condições de alarme activas mas reconhecidas é indicada pela exibição contínua do
ícone de alarme na barra de estado.

3.13 Inserir texto


A roda scroll é usada para inserir texto quando proceder à actualização de definições ou inserir informação
nova. Para inserir ou alterar texto, primeiro seleccione o campo que pretende editar utilizando a roda scroll.
O campo seleccionado fica destacado com texto branco sobre fundo preto.
Se o campo for editável, aparecerá a tecla de função “Editar”. Prima esta tecla de função ou prima a tecla scroll
para entrar no modo de edição.
Se já houver texto no campo, irá aparecer um bloco sólido na primeira posição do carácter, caso contrário na
primeira posição do carácter. Utilize a roda scroll para mover o bloco para a próxima posição do carácter que
pretende editar, depois prima a roda scroll. A selecção ficará a piscar e se girar a roda scroll irá seleccionar
o carácter para esta posição. Quando o carácter correcto for seleccionado, prima a roda scroll para fixar o carácter
e siga para a próxima posição de carácter. Para limpar (eliminar) um carácter, basta premir a tecla ”Cancelar”.
A Figura 17 explica o processo de inserção de texto.
Depois de completar a inserção de texto, prima a tecla de função “Guardar” para guardar a informação
actualizada.

Figura 17 Inserir texto

3.14 Mensagens de longa distância


Se o transceptor KAT-100 estiver ligado a um sistema de comunicação de longa distância através de uma
porta de comunicação de longa distância, poderá receber pedidos de informação de longa distância. São
pedidos de informação de uma estação de base para além da distância de operação AIS normal.
O transceptor KAT-100 pode ser configurado para responder automaticamente a qualquer pedido de informação
de longa distância (LR) ou poderá optar por responder a qualquer pedido manualmente. A resposta automática é
definida por defeito. Veja a secção 3.16 para mais detalhes sobre a opção de menu utilizada para alterar esta
definição. Note que no modo automático todo o pedido de informação requerido é retribuído se estiver disponível.
Quando um pedido de informação de longa distância é recebido, será alertado por um ecrã de notificação
conforme apresentado na Figura 18 (quando a resposta automática está activada) ou na Figura 19 (quando
a resposta manual está activada).
No modo de resposta automática basta simplesmente rever e acusar recepção da notificação utilizando a tecla
de função “Reconhecer” para retornar ao ecrã de operação anterior. No modo da resposta manual, deve rever
o pedido e seleccionar a tecla de função “Responder” ou “Recusar” consoante apropriado.

0093170202-03 Página 23
Operação

GPS
13:20:47 OK INT.

Pedido de informação de longa distância:


Data: 31/03/2010
Hora: 13:15:39
MMSI: 001245368
Nome:
>> RES
Resposta enviada automaticamente
Aviso de Recepção

Figura 18 Notificação do pedido de informação de longa distância; modo de resposta automática activado

GPS
13:20:47 OK INT.

Pedido de informação de longa distância:


Data: 31/03/2010
Hora: 13:15:39
MMSI: 001245368
Nome:
>> RES
Definir respostas por defeito
Recusar Responder

Figura 19 Notificação do pedido de informação de longa distância; modo de resposta manual activado

Está disponível uma lista de mensagens de pedido de informação de longa distância em qualquer altura
através do submenu “Mensagens”. Para mais detalhes, veja a secção 3.16. A lista de mensagens de longa
distância mostra a hora e a data de recepção de cada mensagem com o MMSI da estação de base de envio.
Poderá visualizar os detalhes completos de cada pedido de informação de longa distância premindo a tecla
de função “Visualizar”. A lista e os detalhes da mensagem de longa distância são apresentados na Figura 20.

GPS
13:20:47 OK INT.

MENSAGENS DE LONGA DISTÂNCIA:


DATA HORA DE TIPO
08/01 15:52 002543887 Velocidade
08/01 15:30 002543887 Posição
06/01 09:25 002564410 Percurso

Ver

GPS
13:20:47 OK INT.

DETALHES DA MENSAGEM:
Data: 08/01/10
Hora: 07:35:39
MMSI: 002543887
Nome:
>> RES
Resposta enviada automaticamente
Voltar Voltar

Figura 20 Lista e detalhes de visualização da mensagem de longa distância

Página 24 0093170202-03
Operação

3.15 Palavras-passe e segurança


Existe informação importante guardada no transceptor que não pode ser alterada sem conhecimento da
palavra-passe. A informação protegida inclui:
● Número MMSI
● Nome do navio
● Sinal de chamada
● Número IMO
● Definições de gestão do canal
● Dimensões do navio e localizações da antena GNSS
● Tipo de navio
● Configuração da interface de dados
Quando tentar editar qualquer item da informação supramencionada, ser-lhe-á pedido para inserir uma
palavra-passe.

A palavra-passe definida por defeito é 00000000, mas pode ter sido alterada durante a instalação.
Para mais informações sobre a alteração da palavra-passe veja a secção correspondente.

O ecrã de inserção da palavra-passe é mostrado na Figura 21. Utilize a roda scroll para seleccionar o dígito
pretendido, depois prima a roda para editar o valor desse dígito. Os dígitos da palavra-passe estão disfarçados
com asteriscos. Quando completado, prima a roda scroll para inserir a palavra-passe.

GPS
10:05:21 OK INT.

INSERIR PALAVRA-PASSE:
8
1 2
9
0......
A
B
C

Editar Ecrã

Figura 21 Ecrã de inserção da palavra-passe

3.16 O menu de configuração


Pode aceder ao menu de configuração do transceptor a qualquer altura premindo a tecla “Menu”. Pode
navegar pelo menu girando a roda scroll para seleccionar um submenu ou item do menu e premindo-a para
seleccionar esse item do submenu ou menu. Premir a tecla “Cancelar” retorna ao nível do menu anterior ou
sai do nível do menu do sistema anterior se estiver a visualizar o menu de nível de topo. A Figura 23 mostra
o ecrã do menu principal.
Pode regressar ao menu de nível de topo a qualquer altura premindo a tecla “Menu”, ou sair do menu do
sistema premindo e mantendo premida a tecla “Cancelar” durante um segundo.
A estrutura do menu principal é apresentada na Figura 22. Alguns itens estão protegidos por palavra-passe
e só podem ser acedidos inserindo-a (veja a secção 3.15).
Certos itens do menu só estão disponíveis no modo AIS Interno. Veja a secção 3.19.

0093170202-03 Página 25
Operação

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&YJCJEPBQFOBTFNNPEP"MUPNBS

&YJCJEPBQFOBTFNNPEP"*4*OUFSOP

Figura 22 Estrutura do menu principal

Página 26 0093170202-03
Operação

GPS
13:20:47 OK INT.

MENU PRINCIPAL:
DADOS DA VIAGEM
MENSAGENS
DEFINIÇÕES DO UTILIZADOR
INSTALAÇÃO
MANUTENÇÃO

Voltar Seleccionar

Figura 23 Estrutura do menu principal

3.16.1 Menu de dados da viagem


O menu de dados da viagem permite um acesso rápido aos parâmetros do transceptor AIS mais
frequentemente alterados.

GPS
13:20:47 OK INT.

DADOS DA VIAGEM:
Estado de Nav.:
>>(15) não definido (por defeito)
Destino:
>>Indisponível
ETA: --:--:--
Tirante: Indisponível
Voltar

Figura 24 Menu de dados da viagem

A partir deste menu, pode definir os seguintes parâmetros:


● Estado da navegação – seleccione o estado de navegação mais apropriado para o seu navio a partir
da lista.
○ Em utilização do motor
○ Ancorado
○ Não sob comando
○ Manobralidade restrita
○ Restringido por tirante
○ Amarrado
○ Encalhado
○ Engrenado em pesca
○ Sob forma de navegação interior
○ Não definido (por defeito)
● Destino – insira o destino para a viagem actual, 20 caracteres no máximo.
● ETA – insira a hora e data estimadas de chegada ao destino. O formato da data é DD/MM e da hora
HH:MM utilizando um relógio de 24 horas e hora UTC.
● Tirante – insira a dimensão máxima do tirante estático presente para o seu navio em metros. O formato
para este valor é xx.x m (ex., 02,5 m). A dimensão máxima do tirante é 25.5m, deve inserir este valor se
a dimensão do seu tirante exceder 25.5m.
● Tipo de carga/navio – veja a secção 4.5.3.
● Número de pessoas a bordo – número da tripulação a bordo, até 8191 no máximo.

0093170202-03 Página 27
Operação

3.16.2 Menu de mensagens


O menu de mensagens permite ter acesso às funções de mensagem AIS de texto e mensagem relacionada
com a segurança assim como às funções de mensagens de longa distância.

GPS
13:20:47 OK INT.

MENSAGENS:
MENSAGEM NOVA
CAIXA DE ENTRADA DE MENSAGENS
MENSAGENS ENVIADAS
MENSAGENS DE LONGA DISTÂNCIA

Voltar Seleccionar

Figura 25 O menu de mensagens

As opções disponíveis são:


● Mensagem nova – conduz ao ecrã de composição da mensagem consoante descrito na secção 3.8.
● Caixa de Entrada de Mensagens – conduz à visualização da lista de mensagens recebidas consoante
descrito na secção 3.8.
● Mensagens enviadas – mostra uma lista das mensagens recebidas recentemente.
● Mensagens de longa distância – visualização de uma lista de mensagens de longa distância
recebidas conforme descrito na secção 3.14.

3.16.3 Menu de definições do utilizador


O menu de definições permite ter acesso às preferências configuráveis pelo utilizador para o transceptor
KAT-100. Todas as definições do utilizador são armazenadas no transceptor e serão mantidas se a fonte de
energia for desligada.

GPS
13:20:47 OK INT.

DEFINIÇÕES DO UTILIZADOR:
BIP DA TECLA
ECRÃ
CONFIGURAÇÃO DE LONGA DISTÂNCIA
DEFINIR IDIOMA
UNIDADES

Voltar Seleccionar

Figura 26 Menu de definições do utilizador

As opções disponíveis são:


● Bip das teclas – o bip ao premir as teclas pode ser activado ou desactivado.
● Ecrã - ajuste da luminosidade e contraste do ecrã LCD assim como a selecção do modo de operação
de dia ou noite. No modo de noite, as cores do ecrã são invertidas (texto claro sob fundo escuro).
● Configuração das mensagens de longa distância – definição da resposta automática ou manual para
as mensagens de longa distância.
○ Com a resposta automática activada, será enviada automaticamente uma resposta para
quaisquer pedidos de informação de longa distância recebidas. Será notificado de que recebeu
um pedido de informação conforme descrito na secção 3.14. Esta é uma definição por defeito.
○ Com a resposta manual activada, terá a possibilidade de responder ou não recusar qualquer
pedido de informação de longa distância recebido. A notificação é descrita na secção 3.14.
● Definir o idioma – seleccione o idioma da interface do utilizador a partir das opções de idioma disponíveis.
● Unidades – seleccione entre unidades Náuticas ou Métricas para o ecrã de distância e velocidade

Página 28 0093170202-03
Operação

3.16.4 Menu de instalação


O menu de instalação concede acesso a definições necessárias durante a instalação do transceptor KAT-100. Leia
a secção de instalação do presente manual para informações mais detalhadas sobre as definições e requisitos de
instalação. Algumas definições no menu de instalação estão protegidas por palavra-passe e só devem ser
ajustadas por pessoal autorizado.

GPS
13:20:47 OK INT.

INSTALAÇÃO:
DEFINIR IDENTIFICAÇÃO
DIMENSÕES
ALTERAR PALAVRA-PASSE
ÁREAS REGIONAIS
CONFIGURAÇÃO DO SENSOR
AIS INTERNO
Voltar Seleccionar

Figura 27 O menu de instalação

As definições e opções disponíveis são:


● Definir identificação – inserção da informação sobre o navio incluindo o número MMSI, nome, sinal
de chamada, tipo de navio e número IMO. Este menu está protegido com palavra-passe.
● Dimensões – inserção das dimensões do navio e localização das antenas GNSS internas e externas.
Este menu está protegido com palavra-passe.
● Alteração da palavra-passe – inserção de uma nova palavra-passe do sistema. Este menu está
protegido com palavra-passe.
● Áreas regionais – através da opção deste menu, o utilizador pode listar, editar e adicionar definições
da área regional. Veja a secção 4.8. Este menu está protegido com palavra-passe.
● Configuração do sensor – este submenu permite definir a velocidade de comunicação das três portas
de entrada de dados do sensor. Veja a secção 4.4.3. Este menu está protegido com palavra-passe.
● Definições do AIS Interno – veja secção 3.19.
● Definir a potência – definição manual da potência do transmissor AIS para 1W (potência baixa) ou
12.5W (por defeito, alta potência).

3.16.5 Menu de manutenção


O menu de manutenção permite ter acesso ao sistema de informação e diagnóstico de operação do KAT-100.
Estas funcionalidades destinam-se a ser usadas apenas por pessoal autorizado e agentes de serviço. O acesso
a algumas funcionalidades de manutenção está protegido com palavra-passe.
GPS
13:20:47 OK INT.

MANUTENÇÃO:
INFORMAÇÃO DO SISTEMA
DIAGNÓSTICO
ESTADO DO SENSOR
INSERIR CÓDIGO DE FUNÇÃO

Voltar Seleccionar

Figura 28 O menu de manutenção

As definições e opções disponíveis são:


● Informação do sistema – se seleccionar este item, terá acesso a informação de configuração interna.
● Diagnóstico – se seleccionar este item, terá acesso a informação de diagnóstico interno. Veja
a secção 3.16.6.

0093170202-03 Página 29
Operação

● Estado do sensor – irá exibir o estado dos sensores externos.


● Inserir um código de funcionalidade – inserção de códigos para activar funcionalidades do sistema
(apenas para uso do instalador).

3.16.6 Diagnóstico
Certa informação de diagnóstico é fornecida para assistir na instalação e manutenção do transceptor. Pode
aceder à mesma através do menu de Manutenção. A Figura 29 mostra a página de diagnóstico do menu de
diagnóstico. Pode aceder a um número de funcionalidades através do menu de diagnóstico:
● O estado do GPS interno fornece o estado de bloqueio do GPS, número de satélites em visualização
e uso e uso do modo.
● Os dados do ADC e VSWR fornecem informação do sistema interno apenas para utilização na
instalação e manutenção.
● O estado da porta do sensor fornece detalhes sobre as definições da porta do sensor.

GPS
13:20:47 OK INT.

DIAGNÓSTICO:
ESTADO DO GPS INTERNO
ADC e VSWR
ESTADO DA PORTA DO SENSOR

Recusar Responder

Figura 29 Menu de diagnóstico

3.17 Modo de navio-tanque


Para estar em conformidade com o Guia de Segurança Internacional ISGOTT para Navios-Tanque &
Terminais a Óleo é fornecido o modo de transmissão a 1W no transceptor AIS. Quando o tipo de navio é
definido para navio-tanque (veja secção 4.5.3) e o estado de navegação para “Amarrado” (veja secção 4.5.3),
a potência do transceptor será automaticamente reduzida para 1W. É apresentado um ecrã de
reconhecimento conforme mostrado na Figura 30 quando este conjunto de condições é cumprido. Aparece
um ícone “1W” na barra de estado quando o modo de navio-tanque está activado (veja secção 3.3).

GPS
13:20:47 OK INT.

MODO NAVIO-TANQUE:

Inserir Modo Navio-Tanque

A Potência de Transmissão é
Potência Baixa (1W)

Aviso de Recepção

Figura 30 Ecrã de reconhecimento da inserção do modo navio-tanque

Este modo é automaticamente desactivado se o tipo de navio ou condições do estado de navegação já não
se aplicarem. É exibido um ecrã de reconhecimento semelhante ao da Figura 31 quando o modo navio-tanque
foi desactivado. O modo de navio-tanque também é desactivado se a velocidade do navio exceder os 3 nós
pois é assumido que o navio já não está amarrado acima desta velocidade. Neste caso, o estado da
navegação deve ser ajustado correctamente e é emitida uma mensagem consoante mostrado na Figura 31.
Se seleccionar a opção “Alterar”, irá visualizar as definições dos dados da viagem onde o estado da
navegação pode ser actualizado.

Página 30 0093170202-03
Operação

GPS
13:20:47 OK INT.

MODO NAVIO-TANQUE:
Sair do Modo Navio-Tanque
A Potência de Transmissão é
Potência Alta (12,5 W)
Alterar EstadoNav.?
(Actualmente amarrado)
Voltar Alterar

Figura 31 Ecrã de saída do modo navio-tanque quando a velocidade excede 3 nós

3.18 Ecrã de unidades – velocidade e distância


Quando opera no modo Classe A (SOLAS), as unidades para a velocidade e distância são, por defeito, nós
(kn) e milhas náuticas (nm) respectivamente.
Quando opera no modo AIS Interno, as unidades para a velocidade e distância são, por defeito, quilómetros
por hora (km/h) e quilómetros (km).
É possível alterar as unidades por defeito através do menu “Definições do Utilizador”. Prima a tecla de menu,
seleccione “Definições do Utilizador” e de seguida “Unidades”. Agora, pode seleccionar a forma de exibição
da velocidade e distância em unidades náuticas ou métricas independentemente do modo AIS.

3.19 AIS Interno


O transceptor KAT-100 suporta tanto a operação “alto mar” como “AIS Interno”. AIS Interno é uma extensão
do AIS que se destina à utilização a bordo de navios em navegação interior.
Durante a instalação, o transceptor será configurado adequadamente para as operações em alto mar ou
interior. Quando o transceptor for configurado para a operação interna, o ícone ‘IL’ aparecerá na barra de
estado (veja secção 3.3.1). Pode encontrar informação sobre a activação / desactivação do modo AIS interno
juntamente com a configuração adicional necessária para a operação interna na secção 4.9.

3.19.1 Ecrã de dados próprios do navio e da viagem no modo AIS Interno


Os dados próprios do navio e da viagem são exibidos nos ecrãs de operação principais no modo AIS Interno.
A informação adicional que se segue é exibida no ecrã de dados próprios do navio (consoante descrito na
secção 3.6):
● O estado do sinal azul é exibido como “Sim” (o sinal é definido), ou “Não” (o sinal não é definido) ou
“indisponível quando o interruptor do sinal azul não está instalado. Se for instalado um interruptor
para o sinal azul, deve ser manualmente colocado na definição adequada durante a navegação (veja
secção 3.19.4).
● O número IMO é definido para “0” ou “0000000” na operação do modo AIS interno.
● As dimensões do navio são definidas para o tamanho rectangular máximo do comboio no modo de
operação AIS interno.
● O destino é exibido como código de localização UN e código terminal ERI.
● O ENI (Número único Europeu de Identificação do Navio) para o navio também é exibido.
● O navio (ou tipo de combinação) é apresentado usando um código de classificação ERI. Na secção 9 é
apresentada uma tabela dos códigos ERI.
● O estado da carga do navio é exibido como “Carregado” ou “Descarregado”.
● É exibido o número de pessoas da tripulação, passageiros e outro pessoal a bordo do navio.

0093170202-03 Página 31
Operação

3.19.2 Ecrã de detalhes do navio no modo AIS Interno


Estão disponíveis detalhes adicionais relacionados com os navios-alvo no modo de operação AIS. A informação
adicional só é exibida para os navios-alvo que também estão equipados com um transceptor AIS Interno e transmitem
dados AIS interno.
Os detalhes do navio-alvo são exibidos consoante descrito na secção 3.5 e mostram os seguintes dados
adicionais:
● O estado do sinal azul é exibido como “Sim” (o sinal é definido), ou “Não” (o sinal não é definido).
● O número IMO não é apresentado para navios-alvo Internos; em vez desse número, é exibido o ENI
(Número único Europeu de Identificação do Navio).
● As dimensões exibidas do navio correspondem ao tamanho máximo rectangular do comboio.
● O destino do navio-alvo é exibido como código de localização UN e código terminal ERI.
● O navio (ou tipo de combinação) é apresentado usando um código de classificação ERI. Na
secção 9 é apresentada uma tabela dos códigos ERI.
● O estado da carga do navio é exibido como “Carregado” ou “Descarregado”.
● A informação sobre a qualidade da velocidade, percurso e rumo será apresentada como “alta”
quando o navio-alvo está a utilizar um sensor aprovado para gerar estes dados, ou baixa quando
deriva apenas de um GNSS interno.
● É exibido o número de pessoas da tripulação, passageiros e outro pessoal a bordo do navio.

3.19.3 Definir os dados da viagem no modo AIS Interno


É necessário introduzir informação relacionada com a viagem para a operação Interna juntamente com as
alterações da configuração AIS padrão. Deve inserir a seguinte informação adicional no transceptor AIS:
● O estado da carga do navio para “carregado” ou “descarregado”.
● O estado do número de cones azuis ou bandeira azul para a carga (cones azuis ou bandeira azul 1, 2 ou 3)
● O tirante do navio para o centímetro mais próximo.
● O tirante do ar para o centímetro mais próximo.
● O número de pessoas da tripulação (0 a 254 ou desconhecido), passageiros (0 a 8190 ou
desconhecido) e outro pessoal a bordo (0 a 254 ou desconhecido).
● O número de rebocadores a bordo (de 0 a 6).
A informação adicional de identificação pode ser inserida através do menu principal. Prima a tecla “Menu”
e seleccione o submenu “Dados da viagem”. Quando o transceptor AIS estiver a operar no modo AIS Interno,
o ecrã de inserção de dados sobre a viagem será estendido para permitir a inserção de informação adicional
consoante acima descrito.
A informação de identificação da viagem AIS padrão deve ser actualizada para o AIS Interno:
● Destino
O destino da viagem deve ser inserido utilizando os códigos de localização do terminal UN e os códigos do
terminal ERI onde possível.

3.19.4 Operação sinal azul


Em opção, pode ser ligado um “sinal azul” ao transceptor AIS durante a instalação. Este interruptor define
o estado “sinal azul” na posição transmitida pelo AIS interno para “Definido” ou “Indefinido”. Se não for
instalado um interruptor de sinal azul, o seu estado é transmitido como “indisponível”.
Se for instalado um interruptor de sinal azul, deve ser definido de acordo com a situação actual de navegação.
O estado actual do sinal azul será exibido no ecrã dos dados próprios do navio.

Página 32 0093170202-03
Instalação

4 Instalação

O transceptor AIS KAT-100 foi concebido para facilitar a instalação. O transceptor é um desenho de “uma
caixa” que contém o transceptor e o ecrã. Para facilitar a ligação do sensor e a conexão dos dados do ecrã
é fornecida uma caixa de junção externa. A Figura 32. mostra um diagrama do sistema e da ligação típica.

Antena VHF Antena de GPS

Acima dos convés

Abaixo dos convés

CW-407
PC opcional

CW-271

Caixa de junção
JB-16
Equipamento piloto Fonte de alimentação DC 12/24V

Ecrãs Dados do sensor do navio


(ECDIS, RADAR) (DGPS, GIRO, Rumo)

Figura 32 Ligação típica do transceptor AIS

Os principais procedimentos para a instalação são:


1. Montar o transceptor e a caixa de junção num local adequado.
2. Instalar a antena VHF de acordo com as instruções do fabricante.
3. Instalar a antena GPS.
4. Estabelecer a ligação das interfaces de dados.
5. Depois de ligado, configurar o transceptor.
6. Confirmar o seu correcto funcionamento.
7. Completar o registo da instalação.

0093170202-03 Página 33
Instalação

4.1 O que está dentro da caixa?


Figura 33 mostra os itens incluídos na sua aquisição do transceptor AIS. A secção seguinte fornece uma breve
visão geral de cada item. Assegure-se de que todas as peças estão no pacote. Se faltar alguma peça, contacte
o seu distribuidor.
Transceptor Suportes para montagem no painel Molde de montagem
Caixa de junção

JB-16

Suporte de pinos
Manual do produto
Cabo de dados Antena de GPS Cabo de alimentação Parafusos
Rápido
instalação
CD guia

CW-407 CW-271 Rápido


operação
guia

Figura 33 O que está dentro da caixa

● Transceptor AIS/AIS InternoKAT-100 Classe A


O transceptor principal e o ecrã.
● Cabo de dados
Um cabo de dados com 1m (3.3pés) de comprimento, 50 direcções para ligar as portas de dados em
série do transceptor à caixa de junção.
● Caixa de junção
Fornece os terminais de parafusos para as ligações de dados aos sensores dos navios e sistemas de
visualização.
● Cabo de alimentação
Um cabo de energia com 2 m (6.6 pés) de comprimento para fornecer energia ao transceptor. O cabo
de energia também inclui ligações de saída de alarme.
● Suporte de pinos
Suporte para montagem do transceptor numa superfície plana (p. ex., em cima de um painel deinstrumentos).
● Suportes para montagem no painel
Suportes com grampos utilizados para montagem do transceptor através de um painel (montagem
deengastar).
● Parafusos de fixação
São fornecidos oito parafusos de fixação para montagem do transceptor (quando é utilizado um
suporte de pinos) e a caixa de junção.
● Manual do utilizador e instalação
Leia atentamente este documento antes de tentar instalar e colocar o transceptor em funcionamento.
● Guia rápido de iniciação
O guia rápido de iniciação é uma referência útil de uma página sobre o processo de instalação.
● CD de ferramentas de apoio
Configuração de ferramentas de software do transceptor AIS e este manual do utilizador em outros idiomas.
● Molde de montagem
Molde para corte de uma abertura quando montar o transceptor num painel.

Página 34 0093170202-03
Instalação

4.2 Preparação para a instalação


Para além das peças fornecidas com o transceptor KAT-100, serão necessárias as seguintes peças para
completar a instalação:

4.2.1 Antena VHF


Será necessário estabelecer a ligação de uma antena VHS adequada de modo a que o transceptor AIS possa
funcionar. Uma antena VHS padrão para banda marítima tal como a utilizada para os rádios de voz VHF é suficiente.
O cabo da antena deve ser terminado com um conector PL-259 (ou UHF). Tenha em atenção os avisos listados
no início deste manual relativamente à instalação e utilização de antenas.

4.2.2 Cabos da antena


A antena GPS é fornecida com 10 metros (32.8 pés) de cabo. Se não for suficiente para cumprir a distância
pretendida entre a localização da antena GPS e o transceptor AIS, será necessário usar uma extensão para o cabo.
Para mais informações, contacte o seu distribuidor. O tipo de conector da antena GPS no transceptor AIS é um
receptáculo TNC e destina-se à ligação com um conector de uma tomada fêmea no cabo de antena GPS.

4.2.3 Montagem da antena GPS


É necessário um suporte de montagem para a antena GPS fornecida. A antena tem um fio de montagem
padrão de 1 pé com 14 TPI. Deve estabelecer a ligação e instalar um suporte de antena compatível adequado
ao local de instalação.

4.2.4 Cabos de interface de dados


Será necessário um cabo devidamente blindado e de multicondutores para estabelecer a ligação das portas
de dados do sensor do navio (DGPS, Giro, etc.) à caixa de junção AIS.

4.3 Procedimentos de instalação


Antes de iniciar a instalação do seu transceptor para o AIS, assegure-se de que tem as peças adicionais
necessárias conforme descrito na secção 4.2. Recomenda-se que leia todas as instruções neste manual antes
de iniciar a instalação.
Se depois de ler este manual, ainda tiver dúvidas respeitantes a qualquer aspecto do processo de instalação,
contacte o seu distribuidor. As secções que se seguem explicam o processo de instalação passo a passo para
cada um dos elementos do sistema principal.

4.3.1 Passo 1 – Instalar o transceptor para o AIS


Tenha atenção às orientações que se seguem quando seleccionar um local para o seu transceptor AIS.
● O transceptor AIS deve ser colocado num local pelo menos a 30cm (1 pé) de distância de uma
bússola ou qualquer outro aparelho magnético.
● Deve haver espaço suficiente à volta do transceptor AIS para encaminhamento dos cabos. Veja a figura
Figura 34 para mais detalhes sobre as dimensões do transceptor AIS.
● A temperatura ambiente em torno do transceptor AIS deve ser mantida entre -15ºC e +55ºC (5ºF e 131ºF).
Assegure uma ventilação adequada do espaço durante a montagem em painel do transceptor.
● O transceptor AIS não deve estar localizado numa atmosfera inflamável ou perigosa como uma casa
de máquinas ou perto de tanques de combustível.
● O transceptor AIS deve ser instalado num ambiente “com cobertura” abrigado das condições climatéricas.
● O transceptor é fornecido com quarto parafusos autorroscantes para adaptação do transceptor AIS a uma
superfície adequada utilizando um suporte de fixação. Veja a figura Figura 35 para mais orientações.
● O transceptor é fornecido com grampos de montagem em painel para engaste num painel de
instrumentos. Veja a figura Figura 36 para mais orientações. É necessário ter acesso à parte traseira
do painel se utilizar esta opção de montagem.
● O transceptor AIS deve ser montado num local em que o ecrã seja visível para o utilizador na posição
onde o navio é normalmente operado.
● Deve estar disponível uma porta AC para fornecimento de energia perto da tomada piloto. Está
localizada uma tomada piloto no painel dianteiro do transceptor AIS que pode também ser mudada
utilizando a caixa de junção. Veja a secção 4.4.2 para mais orientações.

0093170202-03 Página 35
Instalação

172 mm

157 mm

195 mm 112 mm
105 mm

8 5 mm
Figura 34 Dimensões do transceptor AIS

Figura 35 Montagem do transceptor AIS

Página 36 0093170202-03
Instalação

Figura 36 Montagem em painel do transceptor AIS

4.3.2 Passo 2 – Instalar a caixa de junção


O transceptor AIS recebe dados dos sensores do navio através de um cabo de dados de 50 direcções que
está ligado à parte traseira do transceptor. A outra ponta deste cabo é ligada à caixa de junção que fornece
um sistema conveniente de terminais de parafusos para ligação aos cabos de dados do sensor do navio.
De forma a preencher os requisitos do IMO, o transceptor AIS deve poder transmitir pelo menos
informação sobreVelocidade contra o Fundo (Speed Over Ground, SOG), Percurso Contra o Fundo
(Course Over Ground, COG) e Taxa de Retorno (Rate Of Return, ROT). Estes dados são obtidos
através da ligação das saídas de dados a partir do DGPS do navio, girobússola e outros sensores
para o transceptor via caixa de junção.
Tenha atenção às orientações que se seguem quando seleccionar a localização da caixa de junção AIS:
● Deve haver espaço suficiente à volta do transceptor AIS para encaminhamento dos cabos. Veja a figura
Figura 37 para mais detalhes sobre as dimensões da caixa de junção.
● A temperatura ambiente em torno da caixa de junção deve ser mantida entre -15ºC e +55ºC (5ºF e 131ºF).
● A caixa de junção não deve estar localizada numa atmosfera inflamável ou perigosa como uma casa
de máquinas ou perto de tanques de combustível.
● A caixa de junção deve ser instalada num ambiente “com cobertura” abrigado das condições climatéricas.
● O transceptor é fornecido com quarto parafusos autorroscantes para adaptação da caixa de junção
a uma superfície adequada. Veja a figura Figura 38 para mais orientações.
● A caixa de junção deve estar localizada a 1 m (3.2 pés) do transceptor AIS de modo a ceder espaço
suficiente para o comprimento do cabo de interface de dados fornecido.

0093170202-03 Página 37
Instalação

NN

NN
NN

NN NN

Figura 37 Dimensões da caixa de junção

Figura 38 Montagem da caixa de junção

4.3.3 Instalação da antena GPS


O transceptor KAT-100 para o AIS inclui um receptor de GPS interno para sincronização do tempo. É necessário ter
uma antena GPS para este transceptor para além de qualquer equipamento GPS que já esteja instalado a bordo.
Para montagem da antena GPS fornecida com o seu transceptor AIS, irá precisar de um suporte de um pé com
pólos de 14 TPI. Contacte o seu distribuidor para proceder a uma montagem adequada no local de instalação.
Tenha atenção às orientações que se seguem quando seleccionar a localização da antena GPS:
● O suporte da antena GPS deve estar seguro numa superfície rígida.
● A antena GPS deve ser colocada num local com visão clara e desobstruída para o céu.
● A antena GPS deve ser montada o mais alto possível. No entanto, não se recomenda a sua montagem
no topo de um mastro elevado em que o movimento do navio possa fazer com que a antena balance
e reduza potencialmente a exactidão da posição do GPS. Veja a figura Figura 39 para mais orientações.

Página 38 0093170202-03
Instalação

● Se possível, monte a antena pelo menos a 5 m (16 pés) de quaisquer antenas de RADAR ou Satélite
e certifique-se de que a antena GPS não está na trajectória de descida de qualquer antena de RADAR.
● Encaminhe o cabo da antena do GPS através da montagem por pólos e depois para o transceptor
AIS. Se for necessário usar extensões de cabos, todas as junções devem ser feitas utilizando
conectores coaxiais apropriados e estanques à água.
● Estabeleça a ligação da antena GPS ao conector do GPS no transceptor AIS consoante a Figura 40.

Antena de GPS montada


numa superfície rígida
Antena do GPS deve
tem de ser de pelo
menos 5m (16 pés) Afastado das antenas
do RADAR ou Satélite trajectória de descida
comunicação
do RADAR

Figura 39 Localização da antena GPS

Ligação da antena do GPS

Figura 40 Ligação da antena GPS

0093170202-03 Página 39
Instalação

4.3.4 Instalação da antena VHF


O transceptor KAT-100 com AIS requer uma antena VHS para comunicação. Uma antena VHF marinha
padrão é adequada.
Tenha atenção às orientações que se seguem quando seleccionar antena VHF para o AIS:
● A antena VHF deve ser colocada ao nível mais alto possível e o mais longe possível de outras antenas.
● A antena VHF deve ter uma polarização vertical omnidireccional.
● Onde possível, a antena VHF deve ser instalada pelo menos a 3m (10 pés) de qualquer outra antena
de transmissão de rádio, satélite e RADAR.
● Idealmente, a antena VHF deve ser montada directamente por cima ou por baixo da antena VHF
radiotelefónica primária sem separação horizontal e com um mínimo de 2m de separação vertical. Se
estiver localizada no mesmo nível horizontal que as outras antenas, a distância entre elas deve ser
de pelo menos 10m. Veja a Figura 41 para mais orientação.
● O cabo da antena VHF deve ser mantido o mais curto possível para minimizar a perda de sinal. Deve ser
utilizado um cabo coaxial de alta qualidade e de baixa perda apropriado à localização de instalação.
● O cabo da antena VHF deve ser terminado num conector coaxial PL-259 para ligação ao transceptor AIS.
● Quaisquer conectores instalados no exterior dos cabos da antena devem ser resistentes à água.
● Os cabos da antena devem ser instalados em canais de cabo de sinal separados pelo menos a 10cm
(4 pol.) dos cabos de alimentação. O cruzamento de cabos deve ser feito em ângulos rectos e as
pontas afiadas dos cabos da antena devem ser evitadas.
● Estabeleça a ligação do cabo da antena VHF ao conector do transceptor AIS consoante a Figura 42.

Antena VHF Posicionado a pelo menos 3m (10 pés)


de outro rádio de transmissão,
antenas do satélite e do RADAR

Figura 41 Instalação da antena VHF

Página 40 0093170202-03
Instalação

Ligação da antena VHF

Figura 42 Ligação da antena VHF

4.4 Ligar o equipamento


Após a instalação do transceptor, da caixa de junção e da antena já é possível estabelecer a ligação do
equipamento para preparação do comissionamento.

4.4.1 Ligações da antena


Se as ligações da antena ainda não foram estabelecidas, as antenas GPS e VHF devem ser ligadas ao
transceptor. Veja a Figura 40 e Figura 42 para mais orientação.

4.4.2 Ligações dos dados


O transceptor KAT-100 é fornecido com um cabo de dados de 50 direcções para interconexão do transceptor
e da caixa de junção.
Estabeleça a ligação da caixa de junção ao transceptor utilizando o cabo de dados consoante a Figura 43.

Transceptor
Caixa de junção

Figura 43 Ligar a caixa de junção ao transceptor

0093170202-03 Página 41
Instalação

4.4.3 Configuração do sensor


O transceptor KAT-100 tem sete portas de dados NMEA0183 (IEC61162-1/2) para ligação aos sensores do navio
e ao equipamento do ecrã conforme descrito na Tabela 3. Existem três portas de entrada para os dados do sensor
e três portas bidireccionais para ligação do equipamento do ecrã tal como os ecrãs do Radar ou de gráficos
electrónicos. Recomenda-se a ligação de um sistema de gráficos electrónicos AIS ao transceptor KAT-100 para
exibição dos alvos AIS. Para cumprir com as regulações do IMO, o AIS deve ser ligado às fontes de informação de
velocidade contra o fundo (SOG), percurso contra o fundo (COG), rumo, rácio de retorno (ROT) e posição.
As três portas do sensor são entradas apenas para portas de dados para ligação dos dados a partir dos sensores
do navio. As quatro portas restantes são ligações de alta velocidade bidireccionais para entrada e saída de dados
do AIS. Estas portas são adequadas para a ligação dos ecrãs e equipamento piloto dos ecrãs ECDIS e RADAR.
Todas as ligações de entrada de dados são isoladas opticamente.

Porta de Velocidade de
Função Tipo
dados transmissão por defeito

1 Entrada sensor 1 Apenas para recepção 4800


(DGPS -
COG/SOG/LAT/LON)

2 Entrada sensor 2 Apenas para recepção 4800


(Rácio de Retorno)

3 Entrada sensor 3 Apenas para recepção 4800


(Rumo giroscópico)

4 Ecrã externo / ECDIS Bidireccional 38400

5 Porta-piloto Bidireccional 38400

6 Longa Distância Bidireccional 38400

7 Receptor de radiofarol Bidireccional 4800


DGPS

Tabela 3 Portas de dados em série


Todas as portas do sensor podem ser configuradas através do menu de configuração do sensor disponível na
opção de menu de configuração>Instalação>do Sensor por baixo do menu Principal.
O menu de configuração do sensor também inclui a possibilidade de desactivar o requisito para os sensores do
GPS externo de modo a fornecer uma frase DTM (Datum), pois nem todos os aparelhos de GPS contêm esta frase.
Se um aparelho de GPS externo que não forneça a frase DTM for ligado ao transceptor e o transceptor
estiver configurado para requerer frases DTM, os dados do GPS externo não serão aceites pelo
transceptor. Se a frase DTM for solicitada, a datum WGS84 será usada como origem da
coordenada e o aparelho de GPS externo terá de ser configurado para a posição de saída
utilizando esta datum.

4.4.4 Ligações da caixa de junção


A caixa de junção permite estabelecer ligações com terminal de parafusos para cada uma das sete portas de
dados. As ligações e funções de cada ligação estão definidas na Tabela 4. Todas as ligações estão
identificadas no PCB da caixa de junção. Poderá visualizar um diagrama com as ligações disponíveis na caixa
de junção na Figura 44.
Recomenda-se a utilização de um cabo blindado aquando da ligação dos sensores do navio e sistemas de
visualização. Estabeleça a ligação da blindagem do cabo ao bloco do terminal com a marca “blindagens” na
caixa de junção. Durante a instalação, é possível remover o PCB da caixa de junção para ajudar na ligação
dos cabos aos terminais de parafuso.

Não estabeleça a ligação da blindagem do equipamento externo ao mesmo tempo que a caixa
de junção. Estabeleça a ligação apenas de um término.

Página 42 0093170202-03
Instalação

Para o transceptor
Entradas de
Portas de dados bidireccionais Fios de ponte de terminação dados do sensor

EXT_DISP_IN PILOT_IN DGPS_IN LR_IN SEN1 SEN2 SEN3


A B TERRA A B TERRA A B TERRA A B TERRA A B TERRA A B TERRA A B TERRA

A B TERRA A B TERRA A B TERRA A B TERRA COM. NC SEM TERRATERRATERRA SM BS COM.


EXT_DISP_OUT PILOT_OUT DGPS_OUT LR_OUT ALARME BLINDAGEM INTERRUPTORES

Glandes do cabo

Figura 44 Ligações da caixa de junção

0093170202-03 Página 43
Instalação

Porta de Etiqueta do sinal da


Descrição Função
dados caixa de junção

Sensor 1 SEN1 A Entrada A da porta do sensor 1 Estabeleça a ligação à fonte


de dados, tipicamente o GPS
SEN1 B Entrada B da porta do sensor 1 principal do navio, em 4800
báudios. Esta porta pode ser
SEN1 GND Terra isolada da porta 1 do configurada para operar tanto
sensor a 4.800 como 38400 báudios*.

Sensor 2 SEN2 A Entrada A da porta do sensor 2 Estabeleça a ligação da fonte


de dados, tipicamente giroscópio
SEN2 B Entrada B da porta do sensor 2 ou de rumo. Esta porta pode ser
configurada para operar tanto
SEN2 GND Terra isolada da porta 2 do a 4.800 como 38400 báudios*.
sensor

Sensor 3 SEN3 A Entrada A da porta do sensor 3 Estabeleça a ligação à fonte


de dados, tipicamente ROT ou
SEN3 B Entrada B da porta do sensor 3 velocidade. Esta porta pode ser
configurada para operar tanto
SEN3 GND Terra isolada da porta 3 do a 4.800 como 38400 báudios*.
sensor

Ecrã EXT_DISP_IN A Entrada A do ecrã externo Estabeleça a ligação à saída


externo de dados de um sistema de
EXT_DISP_IN B Entrada B do ecrã externo visualização externo, tipicamente
um ECDIS. Esta porta opera
EXT_DISP_IN GND Entrada à terra (isolada) do a 38400 báudios.
ecrã externo

EXT_DISP_OUT A Saída A do ecrã externo Estabeleça a ligação à entrada


de dados de um sistema de
EXT_DISP_OUT B Saída B do ecrã externo visualização externo, tipicamente
um ECDIS. Esta porta opera a
EXT_DISP_OUT GND Saída à terra do ecrã externo 38400 báudios.

Piloto PILOT_IN A Entrada A do ecrã externo Ligações para a porta piloto. Estas
ligações duplicam a tomada piloto
PILOT_IN B Entrada B do ecrã externo no painel dianteiro do transceptor
e podem ser usadas para mudar
PILOT_IN GND Entrada à terra (isolada) do a tomada piloto se necessário.
ecrã externo

PILOT_OUT A Saída A do ecrã externo Mudança da tomada piloto, o


AMP/Receptáculo (Rebordo
PILOT_OUT B Saída B do ecrã externo Quadrado (-1) ou Armação Livre
(-2)), Tamanho da Caixa 11,
PILOT_OUT GND Saída à terra do ecrã externo 9-pinos, Std. Deverá ser utilizado
Sex. 206486-1/2 ou equivalente
c o m as t e r m i n a ç õ e s q u e s e
seguem.
- TX A ligado ao Pino 1
- TX B ligado ao Pino 4
- RX A ligado ao Pino 5
- RX B ligado ao Pino 6
- Blindagem ligada ao Pino 9

Tabela 4 Ligações das portas de dados em série


*Esta configuração está relacionada com a operação IEC61162-1 ou IEC61162-2.

Página 44 0093170202-03
Instalação

Poderá ver um exemplo de uma ligação ao equipamento de visualização externo na Figura 45. As ligações
a outro equipamento e sensores seguem o mesmo esquema. Para determinar as linhas “A” e “B” do sinal no
equipamento externo, utilize um voltímetro digital para medir a linha do sinal com referência à terra. Se o voltímetro
apresentar uma voltagem negativa, a linha “A” do sinal está a ser medida; uma voltagem positiva indica a linha
“B” do sinal.

EXT_DISP_IN PILOT_IN DGPS_IN LR_IN SEN1 SEN2 SEN3


A B TERRA A B TERRA A B TERRA A B TERRA A B TERRA A B TERRA A B TERRA

A B TERRA A B TERRA A B TERRA A B TERRACOM. NC SEM TERRATERRA TERRA SM BS COM.


EXT_DISP_OUT PILOT_OUT DGPS_OUT LR_OUT ALARME BLINDAGEM INTERRUPTORES

Sistema do ecrã externo.


EXT_DISP_IN PILOT_IN ex.: ECDIS
A B TERRA A B TERRA

EXT_DISP_IN A Transmitir A
EXT_DISP_IN B Transmitir B

EXT_DISP_OUT A Receber A
EXT_DISP_OUT B Receber B
A B TERRA A B TER
EXT_DISP_OUT PILOT_OUT

Conectar a blindagem se necessário

Figura 45 Exemplo de uma ligação ao equipamento de visualização externo

A caixa de junção fornece fios de ponte para seleccionar configurações de terminação da linha alternativas
para as ligações de entrada de dados a partir de equipamento remoto. As opções de terminação da linha são:
● Nenhuma - sem terminação de linha, adequada para passagens de cabos curtas, menos de 10m
(como fornecido).
● R - terminação de linha 120 Ohm, adequada para passagens de cabo mais compridas,
maiores que 10m.
● RC - AC com 120 Ohm / terminação 1uF. Não utilizada.
Seleccione a terminação de linha adequada para cada ligação de entrada de dados utilizando o fio de ponte
adjacente à ligação de entrada de dados na caixa de junção. As posições do fio de ponte para cada opção de
terminação são apresentadas na Figura 46.

Sem terminação de linha linha 120 Ohm 120 Ohm / linha 1uF
(por defeito) terminação (R) terminação (RC)

Figura 46 Opções de terminação da linha

0093170202-03 Página 45
Instalação

Juntamente com as ligações da porta de dados, a caixa de junção também fornece ligações aos contactos de relé
do alarme do transceptor AIS. Os contactos de alarme mais comuns e normalmente abertos são duplos das
ligações do relé de alarme disponíveis no conector de fonte de energia (veja Tabela 5) enquanto que o contacto
fechado normalmente só é fornecido na caixa de junção. As ligações do relé de alarme são descritas na Tabela 5.
Utilize as ligações de alarme apropriadas para o sistema de alarme do navio.

Ligação do alarme da Classificação do


Função
caixa de junção contacto

COM Ligação comum do relé de alarme


Máximo 220V ou 2A
NC Ligação do relé de alarme normalmente ou 60W
fechada

NO Ligação do relé de alarme normalmente


aberta

Tabela 5 Ligações do relé de alarme

4.4.5 Ligações à fonte de alimentação e alarme


A fonte de alimentação é ligada ao transceptor através do cabo de alimentação de quatro direcções e do
alarme consoante a Figura 47.

Ligação à fonte de alimentação

Figura 47 Ligação à fonte de energia

O cabo de alimentação e de alarme contém quatro fios que devem ser ligados de acordo com a Tabela 6.

Cor dos fios Função Ligar a

Castanho Fonte de alimentação + Fonte de alimentação de 12V ou


24V DC da fonte de energia da
emergência do navio*

Preto Fonte de alimentação - Ligação à terra

Branco Contacto do relé de alarme Sistema de alarme em ponte


normalmente aberto

Azul Contacto comum do relé de alarme Sistema de alarme em ponte

Tabela 6 Ligações à fonte de alimentação


*A ligação a uma fonte de alimentação em caso de emergência é um requisito IMO para navios SOLAS.

Página 46 0093170202-03
Instalação

Os níveis da fonte de alimentação e as correntes de fusão ou de disjunção são os seguintes:


● Uma fonte de alimentação de 12VDC deve ser capaz de fornecer 4.0A e ser fundida em 8.0A.
● Uma fonte de alimentação de 24VDC deve ser capaz de fornecer 2.0A e ser fundida em 4.0A.
O relé de alarme tem uma corrente nominal máxima de 220VDC ou 24DC ou 60W. As ligações de alarme fornecidas
nas fontes de alimentação são um duplo das disponíveis através da caixa de junção e são descritas na secção 4.4.
É fornecido um pino de chassis à terra no painel traseiro do transceptor. Note que o chassis do transceptor
é isolado da fonte de alimentação, por isso este pino não deve ser conectado à fonte de alimentação externa.

4.4.6 Ligação aos dados do PC


É fornecido um conector do tipo D com 9 direcções na parte traseira do painel do transceptor KAT-100. Esta
interface permite uma ligação directa a uma interface PC RS232 e pode ser utilizada para instalação,
diagnóstico ou ligação ao ecrã externo. A configuração por defeito desta interface permite a ligação de um
ECDIS ou sistema de cartismo e duplica a porta “Ecrã externo” na caixa de junção.

Ligação de dados do PC (RS232)

Figura 48 Ligação de dados do PC (RS232)

A porta RS232 está galvanicamente isolada da fonte de alimentação interna.

A alocação do pino para a tomada fêmea do tipo D com 9 direcções na parte traseira do painel é apresentada
na Tabela 7.

Pino tipo D com 9 direcções


Sinal Função
do transceptor

1 Sem ligação

2 RS232 Transmitir Ligar a PC RS232 receber

3 RS232 Receber Ligar a transmissão PC RS232

4 Sem ligação

5 RS232 Terra Ligar a PC RS232 terra

6 Sem ligação

7 Sem ligação

8 Sem ligação

9 Sem ligação

Tabela 7 Alocação de pinos para a tomada fêmea tipo D 9 direcções

0093170202-03 Página 47
Instalação

4.5 Configurar o transceptor KAT-100


Uma vez estabelecidas as ligações, pode ligar a fonte de alimentação do transceptor e configurá-lo para a operação.
Durante a configuração, é inserida a informação acerca do navio no qual o transceptor é instalado. É
importante que esta informação seja inserida com exactidão pois será emitida por radiodifusão para outros
navios equipados com AIS e estações terrestres.
Completada a configuração, o registo da instalação encontrado na parte posterior do presente manual deve
ser completado e mantido a bordo do navio.

4.5.1 Verificações de pré-configuração


Para proceder com a configuração, deve ter já completado os seguintes passos:
● O transceptor está fixo no navio
● As antenas VHF e GPS foram instaladas e ligadas ao transceptor
● O cabo de dados foi ligado entre o transceptor e a caixa de junção
● Os sensores de blindagem e o equipamento de visualização activado do AIS foram ligados à caixa
de junção
● Foi fornecida energia ao transceptor e o transceptor está operacional (o ecrã está activo).
As seguintes instruções de configuração assumem que o instalador está familiarizado com a interface de
utilizador do KAT-100. Pode encontrar todos os detalhes na secção Operação do presente manual.

4.5.2 Configurar a informação de identificação do navio


O transceptor deve ser configurado com informação acerca do navio no qual está instalado antes do seu
funcionamento. É necessária a informação que se segue:
● MMSI – número MMSI do navio (Maritime Mobile Service Identity, Identidade Marítima de Serviço
Móvel). Esta informação pode normalmente ser encontrada na licença de rádio VHF do navio e deve
ser o mesmo MMSI usado para o rádio VHF / DSC.
● Nome – Nome do Navio (limitado a 20 caracteres)
● Sinal de chamada – sinal de chamada por rádio do navio (limitado a 7 caracteres)
● Nº IMO – número de identificação IMO do navio (se aplicável)
● Dimensões dada a localização da antena GNSS ligada ao transceptor AIS (GPS Interno)
● Dimensões consoante localização dada pela antena GNSS ligada a qualquer fonte de posição
externa conectada ao transceptor AIS
Para inserir a informação sobre a identificação do navio, prima a tecla “Menu”, seleccione “Instalação” e depois
a opção “Definir identificação”. Ser-lhe-á pedido para inserir uma palavra-passe. A palavra-passe por defeito
é “00000000” (oito zeros). Consulte a secção 3.15 para mais informações acerca das palavras-passe e
segurança. Pode inserir os dados sobre o MMSI, Nome, sinal de Chamada e número IMO do navio no ecrã
visualizado depois de inserir a palavra-passecorrecta.

Página 48 0093170202-03
Instalação

Para inserir as localizações da antena GNSS regresse ao menu principal e seleccione “Dimensões” e depois
a opção “Interno” ou “Externo consoante apropriado. As dimensões das antenas GNSS internas e externas
devem ser inseridas se for ligado um GNSS externo ao transceptor AIS. As dimensões da antena devem ser
inseridas em metros consoante o diagrama apresentado na Figura 49.

Ref. C Antena

Popa Proa
Ref. B Ref. A

Ref. D

Ref. A + Ref. B = Comprimento em metros Ref. C + Ref. D = Vau em metros

Figura 49 Medição das dimensões do navio

4.5.3 Configuração de dados relacionados com a viagem


O transceptor deve ser configurado com informação acerca da sua viagem antes do seu funcionamento.
É necessária a informação que se segue:
● Estado Nav. – Estado da navegação seleccionado da lista abaixo:
○ 0 – Em utilização do motor.
○ 1 – Ancorado.
○ 2 – Não em comando.
○ 3 – Manobralidade restrita.
○ 4 – Restringido por tirante.
○ 5 – Amarrado.
○ 6 – Encalhado.
○ 7 – Engrenado em pesca.
○ 8 – Sob forma de navegação.
○ 9 – 14 – Reservado para utilização futura.
○ 15 – não definido (definição por defeito).
● Destino – Próximo porto de destino do navio (limitado a 20 caracteres).
● ETA – Hora/data estimada de chegada ao destino (hora UTC).
● Tirante – Tirante estático máximo presente para o próximo 1/10 de um metro.
● Tipo de navio e carga – código de dois dígitos seleccionado da Tabela 8. Onde o segundo dígito for
representado por [n], o código apropriado para o segundo dígito deve ser seleccionado a partir da Tabela 9.
● Tripulação – Número de pessoas da tripulação a bordo (opcional).
Para inserir a informação sobre a identificação do navio, prima a tecla “Menu” e seleccione a opção “Dados da
viagem”. Aqui, pode inserir os dados sobre o estado de Nav., destino, ETA, tirante, Tipo e tripulação a bordo do navio.

0093170202-03 Página 49
Instalação

Inserir
Tipo de navio
código
Reservado (não utilizar) 1[n]
Ecranoplano 2[n]
Pesca 30
Reboque 31
O reboque e o comprimento do reboque excede 200m ou largura excede 25m 32
Engrenado em operações de dragagem ou submarinas 33
Engrenado em operações de mergulho 34
Engrenado em operações militares 35
Veleiro 36
Embarcação de recreio 37
Embarcação de Alta Velocidade (High Speed Craft, HSC) 4[n]
Navio piloto 50
Navio de Busca e Salvamento 51
Rebocador 52
Bote para o porto 53
Navio com instalações antipoluição 54
Navio para aplicação da lei 55
Sobressalente – para uso local 56
Sobressalente – para uso local 57
Transportes médicos (consoante convenções de Genebra de 1949 e protocolos adicionais) 58
Navios de acordo com a Resolução RR Nº 18 (Mob-83) – Relacionado com o Procedimento 59
de Identificação e Anúncio da Posição do Navio e Aeronaves de Estados Não Membros de
um Conflito Armado
Navio de passageiros 6[n]
Cargueiro 7[n]
Navio-tanque 8[n]
Outro tipo de navio 9[n]

Tabela 8 Tipos de navios e códigos de tipo correspondentes

Segundo dígito
Tipo de carga
(onde não pré-definido)
Todos os navios deste tipo 0
Transporte de DG, HS ou MP, IMO poluente ou perigoso, categoria X 1
Transporte de DG, HS ou MP, IMO poluente ou perigoso, categoria Y 2
Transporte de DG, HS ou MP, IMO poluente ou perigoso, categoria Z 3
Transporte de DG, HS ou MP, IMO poluente ou perigoso, categoria OS 4
Reservado (não utilizar) 5
Reservado (não utilizar) 6
Reservado (não utilizar) 7
Reservado (não utilizar) 8
Sem informação adicional 9

Tabela 9 Tipos de códigos para navios de transporte de mercadorias

Página 50 0093170202-03
Instalação

4.6 Alteração da palavra-passe


A seguir à configuração do transceptor, a palavra-passe deve ser alterada do seu valor por defeito de
“00000000” para outro código de oito dígitos. A alteração da palavra-passe é feita seleccionando o menu
“Instalação” no menu principal, e depois o submenu oito-octanas “palavra-passe”.
Será apresentada uma mensagem com a palavra-passe existente, seguindo-se a inserção de uma nova
palavra-passe e a confirmação da mesma antes de a nova palavra-passe ser guardada e ficar activa. A palavra-passe
deve ser guardada no registo de instalação que poderá consultar na secção 9.

4.7 Confirmar a operação correcta


A seguir à inserção da identificação do navio e da informação relacionada com a viagem, o transceptor
começa a funcionar normalmente. Para completar a instalação, deve verificar o funcionamento correcto
consoante o seguinte:
1. Saia do sistema de menu e retorne aos ecrãs de operação principais. Prima a tecla “Ecrã” até
aparecer o ecrã “Dados Dinâmicos Próprios”.
2. Verifique se a informação relativa à posição, percurso, velocidade e rumo estão correctas
comparando-as com o ecrã associado à fonte de posição interligada e outras fontes de dados.
3. Verifique se o ícone de estado mostra “OK” e se o ícone “TX” pisca regularmente.
4. Se o navio estiver numa área onde estejam outros navios equipados com AIS, prima a tecla “Ecrã” até que
apareça o ecrã “Lista-alvo”. Verifique se os dados de outros navios equipados com AIS aparecem no ecrã.
O transceptor KAT-100 está agora operacional e deve permanecer ligado a não ser mediante autorização pela
autoridade marítima local. Deve completar o registo de instalação na parte final do presente manual e mantê-lo
a bordo do navio.

4.8 Definições da área regional


O transceptor pode ser programado manualmente com definições da área regional. Estas definições
controlam o canal de rádio do AIS e as definições de transmissão numa área pré-definida. As definições
regionais também podem ser configuradas remotamente pela autoridade marítima local através de
transmissões a partir de uma estação base AIS. A inserção manual das definições da área regional só deve
ser efectuada mediante requisito da autoridade marítima local.
O transceptor tem capacidade para guardar oito definições de áreas regionais, tanto entradas remotas como
manuais.

4.8.1 Criar uma nova definição de área regional


Para inserir uma nova definição de área regional, prima a tecla “Menu”, seleccione “Instalação” e de seguida
o submenu “Áreas regionais”. O ecrã mostra uma lista das definições de área regional actuais consoante
a Figura 50.

GPS
13:20:47 OK INT.

DEFINIÇÕES DA ÁREA REGIONAL:


Lat. NE Long. NE Lat. SO Long. SO
> --°--N ---°--E --°--N ---°--E

Novo Editar

Figura 50 Ecrã de lista das áreas regionais

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Instalação

Para criar uma nova definição de área, prima a tecla de função ”Novo” para aparecer o ecrã de edição como
mostra a Figura 51.

GPS
13:20:47 OK INT.

EDITAR ÁREA REGIONAL:


Em Uso: Não
Duração de Em Uso: --:--:--
Fonte de Info: Indisponível
Canal A: 2087
Canal B: 2088
Canal A BW: Por Defeito
Voltar

Figura 51 Ecrã de edição da área regional

1. Pode utilizar a roda scroll para o campo da edição.


2. Seleccione o campo premindo a roda scroll ou a tecla de função “Editar”.
3. Insira um valor ou seleccione a partir de uma lista de possíveis valores utilizando a roda scroll.
4. Prima a tecla de função “OK” ou ”Cancelar” para confirmar ou cancelar a entrada.
5. Repita o processo 1 – 4 para cada campo a ser editado.
6. Prima a tecla de função “Voltar/Guardar” para guardar a definição de área regional e voltar à lista de
definições da área
7. Ser-lhe-á pedido para confirmar se pretende guardar a definição de área regional. Veja a mensagem
no ecrã consoante a Figura 52.
8. Depois de confirmar as definições regionais, estas são guardadas e podem ficar activas de imediato
dependendo da localização do navio.

GPS
13:20:47 OK INT.

GUARDAR ÁREA REGIONAL:


Tem a certeza que pretende guardar a
na Área Regional editada?

As definições da área podem ter efeito


imediatamente!

Não Sim

Figura 52 Ecrã de confirmação das definições da área regional

4.8.2 Editar uma definição de área regional existente


Para editar uma definição de área regional, prima a tecla “Menu”, seleccione “Instalação” e de seguida o submenu
“Áreas regionais”. O ecrã mostra uma lista das definições de área regional actual consoante a Figura 50. Utilize
a roda scroll para fazer scroll e avançar para a selecção da entrada da definição de área regional que pretende
editar. De seguida, siga as instruções para criar uma nova definição de área regional na secção 4.8.1.

Página 52 0093170202-03
Instalação

4.9 AIS Interno


O transceptor KAT-100 para o AIS suporta tanto a operação de Classe A (altos mares / SOLAS) como a operação
AIS Interno. É possível alternar entre a Classe A e o AIS Interno através do menu do sistema e esta definição deve
ser feita durante a instalação dependendo do ambiente em que o navio opera. É necessária informação adicional
sobre o navio e a viagem para transmissão quando opera no modo AIS Interno. Deve ser configurada
consoante descrito nas secções que se seguem.

O transceptor guarda dados sobre o navio e a viagem de Classe A (altos mares) e AIS Interno
separadamente, por isso, são necessárias duas configurações independentes, uma para a Classe
A, outra para o AIS Interno. Se o transceptor for instalado a bordo de um navio Interno, a configuração
dos dados do navio standard e de viagem deve ser feita antes de uma configuração Interna adicional
abaixo descrita.

4.9.1 Alternar entre os modos “Classe A” e “AIS Interno”


Para alternar entre os modos de operação, prima a tecla “Menu”, seleccione o submenu “Instalação”, de
seguida “AIS Interno” e por último a opção “Configuração interna”. Finalmente, proceda à definição do “AIS
Interno” para “Activado” ou “Desactivado” antes de guardar a definição. Quando o transceptor é configurado
para operar no modo AIS Interno, o ícone “IL” é mostrado permanentemente na barra de estado.

4.9.2 Inserir as definições de identificação do navio Interno


É necessário introduzir informação da identificação adicional do navio para a operação Interna juntamente com
as alterações da configuração AIS padrão. Deve inserir a seguinte informação adicional no transceptor AIS:
● O ENI do navio (Identificador Europeu Único) – este é um número de oito dígitos alocado ao navio.
● O tipo de navio sob forma de código ERI (4 dígitos) seleccionado a partir da tabela fornecida na secção 9.
● O comprimento do navio para o mais próximo de 10cm (maior exactidão que a configuração padrão do AIS).
● O vau do navio para o mais próximo de 10cm (maior exactidão que a configuração padrão do AIS).
● É necessário definir a qualidade para as fontes de dados sobre velocidade, percurso e rumo ligados
ao AIS. A definição da qualidade pode ser “alta” ou “baixa” para cada uma das fontes de dados. Deve
ser usada a definição baixa a não ser que seja ligado um tipo de sensor aprovado (p. ex., um
giroscópio que forneça informação sobre o rumo) ao transceptor AIS.
A informação adicional de identificação pode ser inserida através do menu principal. Prima a tecla Menu” e
navegue pelos submenus de “Instalação”, “AIS Interno” para seleccionar o menu “Dados do navio Interno”.
Este ecrã permite inserir informação específica Interna conforme acima descrito.
A informação de identificação do navio AIS padrão deve ser actualizada para o AIS Interno:
● O número IMO deve ser definido para “0” ou “00000000” para o navio Interno.
● O tipo padrão do navio deve ser definido para o tipo de navio mais aplicável - veja a tabela dos tipos
de navio na secção 9.
Estas actualizações deverão ser feitas através do processo descrito na secção 4.5.
Dimensões do navio Interno - o comprimento e o vau do navio devem ser inseridos para os
10cm mais próximos durante o funcionamento no modo AIS Interno. Esta é uma adição às
dimensões do navio derivada da localização da antena GPS inserida durante a configuração
padrão (veja secção 4.5) que é inserida em metros. As dimensões específicas do comprimento
e largura devem ser arredondadas para cima para o metro mais próximo quando inseridas na
configuração padrão. Ambos os conjuntos de dimensões devem estar relacionados com a dimensão
rectangular máxima do comboio.

0093170202-03 Página 53
Instalação

4.9.3 Inserir as definições da viagem do navio Interno


É necessário introduzir informação relacionada com a viagem para a operação Interna juntamente com as
alterações da configuração AIS padrão. Deve inserir a seguinte informação adicional no transceptor AIS:
● O estado da carga do navio para “carregado” ou “descarregado”.
● O estado do número de cones azuis ou bandeira azul para a carga (cones azuis ou bandeira azul 1, 2 ou 3)
● O tirante do navio para o centímetro mais próximo.
● O tirante do ar para o centímetro mais próximo.
● O número de pessoas da tripulação e outro pessoal a bordo do navio.
● O número de rebocadores a bordo (de 0 a 6).
A informação adicional de identificação pode ser inserida através do menu principal. Prima a tecla “Menu” e
seleccione o submenu “Dados da viagem”. Quando o transceptor AIS estiver a operar no modo AIS Interno, o
ecrã de inserção de dados sobre a viagem será estendido para permitir a inserção de informação adicional
consoante acima descrito.
A informação de identificação da viagem AIS padrão deve ser actualizada para o AIS Interno:
● Destino
O destino da viagem deve ser inserido utilizando os códigos de localização do terminal UN e os códigos do
terminal ERI onde possível.

4.9.4 Outras definições do AIS Interno


Quando operar no modo Interno, é possível ligar um interruptor “sinal azul” ao transceptor AIS e também configurar
manualmente o relatório de reporte da posição do AIS. A ligação do sinal azul é descrita na secção 4.9.5.
As definições para o interruptor e relatório de reporte estão disponíveis no menu principal seleccionando a
opção “Instalação”, seguindo-se o submenu “Configuração Interna”.
Seleccione a opção “Definições do sinal azul” para configurar o interruptor de sinal azul. O interruptor pode ser
configurado para “Disponível” se for conectado um interruptor de sinal azul ou “Indisponível” se nenhum
interruptor for conectado.
Seleccione a opção “Selecção do relatório de reporte” para ajustar manualmente o intervalo do limiar da
posição do AIS. As definições do intervalo de limiar disponíveis são:
● Modo autónomo (por defeito).
● Uma vez a cada 10 minutos.
● Uma vez a cada 6 minutos.
● Uma vez a cada 3 minutos.
● Uma vez a cada minuto.
● Uma vez a cada 30 segundos.
● Uma vez a cada 15 segundos.
● Uma vez a cada 10 segundos.
● Uma vez a cada 5 segundos.
● Uma vez a cada 2 segundos.
● Próximo rácio de limiar mais alto.
● Próximo rácio de limiar mais baixo.

As alterações manuais ao rácio do limiar devem ser efectuadas com cuidado e normalmente
só mediante instruções da autoridade local.

Página 54 0093170202-03
Instalação

4.9.5 Ligação do interruptor do sinal azul


Pode ser ligado um interruptor externo ao transceptor AIS de modo a indicar qual o estado do sinal azul
durante o modo do AIS Interno. Se for instalado um interruptor de sinal azul, deve ser definido para
“Disponível” consoante descrito na secção 4.9.4.
O interruptor externo deve ser do tipo de pólo único de sustentação e estar ligado aos terminais “Interruptores”
da caixa de junção conforme apresentado na Figura 53. Quando o interruptor é ligado (curto circuito), o estado
do sinal azul será definido e transmitido de acordo com os relatórios da posição do AIS Interno.

Não estabeleça a ligação de uma fonte de voltagem às ligações do interruptor do sinal azul.

EXT_DISP_IN PILOT_IN DGPS_IN LR_IN SEN1 SEN2 SEN3


A B TERRA A B TERRA A B TERRA A B TERRA A B TERRA A B TERRA A B TERRA

A B TERRA A B TERRA A B TERRA A B TERRACOM. NC SEM TERRATERRATERRA SM BS COM.


EXT_DISP_OUT PILOT_OUT DGPS_OUT LR_OUT ALARME BLINDAGEM INTERRUPTORES

Interruptor de sinal azul

Figura 53 Ligação do interruptor do sinal azul

0093170202-03 Página 55
Instalação

Página 56 0093170202-03
Especificações Técnicas

5 Especificações Técnicas

5.1 Normas de equipamento aplicáveis

IEC61993-2 (2001) Equipamento de Classe A a bordo do sistema de identificação automática (AIS) –


Requisitos operacionais e de desempenho, métodos de teste e resultados de teste
necessários

IEC60945 (2002) Equipamento e sistemas de navegação marítima e de radiocomunicação -


Requisitos gerais – Métodos de teste e resultados de teste necessários

IEC61162-1 (2010) Equipamento e sistemas de navegação marítima e de radiocomunicação -


Interfaces digitais – Um único transmissor e múltiplos ouvintes

IEC61162-2 (1998) Equipamento e sistemas de navegação marítima e de radiocomunicação -


Interfaces digitais – Um único transmissor e múltiplos ouvintes, transmissão de alta
velocidade

ITU-R M.1371-3 Características técnicas para um sistema de identificação automática utilizando


acesso múltiplo à divisão do tempo na banda móvel marítima VHF

IEC61108-1 (2003) Sistemas Globais de Navegação por Satélite (GNSS) –


Parte 1: Sistema de posicionamento global (GPS) – Equipamento receptor –
Padrões de desempenho, métodos de teste e resultados de teste requeridos

CCNR VTT 1.01 Comissão central para Navegação no Reno, Equipamento AIS Interno
(2008) – Rastreio do navio e Norma de Rastreio para Navegação Interior

5.2 Físico

Dimensões do transceptor 195mm x 105mm x 157mm (WxHxD, veja o desenho em 7.1)

Peso do transceptor n1,5 kg

Dimensões da caixa de junção 178mm x 76mm x 52mm (veja o desenho em 7.2)

Peso da caixa de junção 0,35kg

Distância de segurança em 300mm (Transceptor)


relação à bússola

5.3 Ambiental

Intervalo da temperatura de operação -15°C to +55°C

Humidade máxima de operação 90% a +40°C, não condensação

Avaliação do ingresso da água IP52

5.4 Eléctrico

Voltagem de potência 12 a 24V DC (10,8V mín. absoluto, 31,2 V máx. absoluto)

Consumo de energia < 12W

Consumo de corrente @12 VDC fornecimento 0.9A típico, 4.0A pico

Consumo de corrente @24 VDC fornecimento 0.5A típico, 2.0A pico

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Especificações Técnicas

5.5 Interface de visualização e do utilizador

Ecrã 248 x 128 pixéis LCD monocromo com luz de presença ajustável

Teclado Duas teclas de função e duas teclas de menu com luz de presença ajustável

Controlo rotativo Codificador com função de empurro e luz de presença ajustável

Sonda Avisador 2.4 kHz

5.6 GPS Interno

Canais do receptor 16 canais

Tempo para a primeira fixação Tipicamente 36 segundos

Frequência Banda L1, 1575.42 MHz

Exactidão 2.5m CEP / 5.0m SEP sem correcção diferencial


2.0m CEP / 3.0m SEP com SBAS ou correcção RTCM DGPS

Requisitos da antena Antena activa (5V bias) com ganho >15dB

5.7 Transmissor TDMA

Nível de frequência 156.025 MHz a 162.025 MHz

Largura de banda do canal 25kHz

Saída de energia 1W ou 12.5W (selecção automática)

Rácio de transmissão de dados 9600 bits/s

Modo de modulação 25kHz GMSK

5.8 Receptores TDMA

Número de receptores 2

Nível de frequência 156.025 MHz a 162.025 MHz

Largura de banda do canal 25kHz

Sensibilidade <-107dBm para 20% PER

Modo de modulação 25kHz GMSK

Selectividade do canal adjacente 70dB

Rejeição de resposta espúria 70dB

Página 58 0093170202-03
Especificações Técnicas

5.9 Receptor DSC

Número de receptores 1

Frequência 156.525MHz (Canal 70)

Largura de banda do canal 25kHz

Sensibilidade -107dBm @ BER <10-2

Modo de modulação 25kHz AFSK

Selectividade do canal adjacente 70dB

Rejeição de resposta espúria 70dB

5.10 Conexões RF

Ligação da antena VHF SO-239 / UHF

Impedância da porta VHF 50 Ohms

Ligação da antena do GPS TNC fêmea

impedância da porta do GPS 50 Ohms

5.11 Interfaces de dados

Portas de entrada de dados do sensor

Número de portas 3

Norma IEC61162-1

Velocidade da comunicação 4800 baud

Portas de dados bidireccionais (incluindo porta piloto)

Número de portas 3

Norma IEC61162-1(-2)

Velocidade da comunicação 4800 ou 38400 baud (por defeito)

Porta de correcção diferencial

Norma ITU 823-2 / RTCM SC-104

Velocidade da comunicação 4800 baud

Porta RS232

Norma IEC61162-1 / -2 acima de RS232

Velocidade da comunicação 38400 baud

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Especificações Técnicas

5.12 Informação de ligação dos dados fonte de energia e de dados

Conector de energia LTW Metades de LTW


BSD-04PMMS-SC7001 acoplamento BSD-04BFFM-SL6A02

Conector da tomada TYCO Metades de TYCO


piloto 206486-2 acoplamento 206485-1

Conector de dados com Harting Metades de Harting


50 direcções 09665526612 acoplamento 09670505615

Conector RS232 Harting Metades de Harting


09661526612 acoplamento 09670095615

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Referência técnica

6 Referência técnica

6.1 Frases de interface


As frases IEC61162 aceites por e de saída das portas de dados em série do transceptor são listadas na
Tabela 10 abaixo.

Porta de dados Frases de entrada Frases de saída

Sensor 1 DTM, GBS, GGA, GLL, GNS, HDT, N/A


Sensor 2 RMC, ROT, VBW, VTG
Sensor 3

Ecrã externo ABM, ACA, ACK, AIR, BBM, DTM, ABK, ACA, ALR, LR1, LR2, LR3,
Piloto GBS, GGA, GLL, GNS, HDT, LRF, LRF, LRI, TXT, VDM, VDO
Longa Distância LRI, RMC, ROT, SSD, VBW, VSD,
VTG

DGPS RTCM SC-104 formato binário RTCM SC-104 formato binário

RS232 ABM, ACA, ACK, AIR, BBM, DTM, ABK, ACA, ALR, LR1, LR2, LR3,
GBS, GGA, GLL, GNS, HDT, LRF, LRF, LRI, TXT, VDM, VDO
LRI, RMC, ROT, SSD, VBW, VSD,
VTG

Tabela 10 Entrada e saída de frases IEC61162

0093170202-03 Página 61
Referência técnica

6.2 Intervalos de transmissão


As frases IEC61162 são no geral de saída como resposta a um determinado evento, tal como o início de uma
mensagem binária através da interface do utilizador. Certas mensagens são de saída através das portas em
intervalos de transmissão regulares. A Tabela 11 fornece uma lista de cada tipo e intervalo de transmissão.

Tipo de frase de
Intervalo de transmissão Comentários
saída

VDO uma vez por segundo Relatórios VDL próprios do navio.


Quando um relatório não é gerado
pelo transceptor, é gerado um
“boneco” VDO no seu lugar.

ALR (inactivo) uma vez por minuto Uma frase de ALR para cada
alarme interno é uma saída como
um bloco único uma vez a cada
minuto enquanto todos os alarmes
estão inactivos

ALR (activo) uma vez a cada trinta segundos Uma vez que um alarme fica activo,
o intervalo da transmissão altera para
uma vez a cada trinta segundos. O
alarme activo não é reportado como
parte do bloco de alarmes inactivos
durante este período.

ABK, ACA, LR1, Transmitidos apenas quando


LR2, LR3, LRF, iniciados especificamente por um
LRI, TXT, VDM, evento externo
RTCM

Tabela 11 Intervalo de transmissão IEC61162 para frases periódicas

6.3 Portas de entrada de dados do sensor


O esquema da porta de entrada de dados do sensor é apresentado na Figura 54. A terminação opcional de
120 Ohm pode ser seleccionada através de um jumper na caixa de junção e deve ser ajustado para a posição
“R” quando é necessário usar cabos grandes para ligação à fonte de dados - veja secção 4.4.4. Cada porta
de entrada de dados do sensor é isolada de outras portas de entrada de dados de fontes de alimentação
internas dos transceptores.
Fonte de
alimentação
isolada +

Caixa de junção de entrada


B Entrada B Para UART
ENTRADA +
Porta para Fio de ponte
entrada de
120 Ohms 1
ENTRADA +
dados Entrada à terra
A Entrada A TERRA
TERRA
TERRA

Fonte de
alimentação
isolada -

Figura 54 Esquema da porta de entrada

Uma entrada lógica baixa é definida como: A-B < -0,2V.


Uma entrada lógica alta é definida como: A-B > +0,2V.
A impedância da entrada é de aproximadamente 54 kOhms sem o jumper da caixa de junção fixado, e de
120 Ohms com o jumper encaixado.

Página 62 0093170202-03
Referência técnica

6.4 Portas de dados bidireccionais


O circuito das portas de dados bidireccionais é idêntico ao circuito das portas de entrada de dados do sensor
descrito na secção anterior. O circuito de saída consiste numa driver IC de linha diferencial (Texas Instruments
AM26LV31E) conforme apresentado na Figura 55.

220 Ohms
10 Ohms @100MHz
B

Do UART Porta para saída


de dados
A

10 Ohms 220 Ohms


@100MHz

GND
TERRA
100 Ohms

TERRA
GND

Figura 55 Esquema da porta de saída de dados

Cada porta bidireccional de entrada de dados é isolada de outras portas de entrada de dados de
fontes de alimentação internas dos transceptores. As portas bidireccionais de saída de dados não
são isoladas umas das outras ou da fonte de alimentação dos transceptores internos. A fonte de
energia dos transceptores internos é totalmente isolada da fonte de alimentação externa.

6.5 Capacidade da drive de saída de portas bidireccionais


As portas bidireccionais podem fornecer uma corrente de saída de até 30 mA. As votagens de saída são 0 (baixa)
e 3.3 V (alta). A resistência da carga efectiva deve estar em excesso de 100 Ohms.

6.6 Porta DGPS


A porta de correcção DGPS destina-se a estabelecer a ligação a um receptor DGPS de balizamento. A porta
tem as mesmas características físicas que as portas de dados bidireccionais conforme descrito nas secções
que se seguem. Se a ligação de um receptor de balizamento não for necessária, esta porta pode ser
novamente configurada como porta bidireccional para IEC61162-2. Veja a secção 3.16 para mais opções de
configuração das portas.

6.7 Porta RS232


A porta RS232 contém dados IEC61162 através de RS232 e destina-se à ligação a um PC durante a instalação
e manutenção. A porta também pode ser usada para ligar aplicações de cartografia baseadas no PC para
exibição de dados do AIS.

6.8 Formatos de frases de dados de saída


Toda a saída de dados é feita através de frases IEC61162 / NMEA 0183. As frases usadas pelo transceptor
para o AIS são documentadas em secções posteriores. As tabelas de estrutura das frases descrevem cada
campo na frase começando pelo campo mais à esquerda (campo 1) depois do identificador da frase. Todas
as frases terminam com a soma de controlo IEC61162 exibido como “*hh”. Para mais detalhes sobre o cálculo
da soma de controlo, veja IEC61162-1.

0093170202-03 Página 63
Referência técnica

6.8.1 ABM – Mensagem binária e relacionada com a segurança


Esta frase permite que aplicações externas transmitam mensagens binárias e relacionadas com a segurança
utilizando as mensagens 6 e 12 do transceptor AIS.

!--ABM,x,x,x,xxxxxxxxx,x,x.x,s--s,x*hh<CR><LF>

Número Descrição
do campo

1 x= Número total de frases necessárias para transmitir a mensagem

2 x= Número da frase

3 x= Identificador da Mensagem Sequencial

4 xxxxxxxxx = O MMSI do transceptor AIS de destino para a mensagem ITU-R M.1371

5 x= Canal AIS para difusão da mensagem de rádio

6 x.x = ITU-R M.1371 ID da mensagem

7 s--s = Dados encapsulados

8 x= Número de bits inteiros, 0-5

6.8.2 ACA – Mensagem de atribuição do canal regional do AIS


Esta frase é usada tanto para inserir como para obter informação sobre gestão de canais.

$--ACA,x,llll.ll,a,yyyyy.yy,a,llll.ll,a,yyyyy.yy,a,x,xxxx,x,xxxx,x,x,x,a,x,hhmmss.ss*hh<CR><LF>

Número Descrição
do campo

1 x= Número Sequencial, de 0 a 9

2 llll.ll,a = Latitude de canto Região Nordeste – N/S

3 yyyyy.yy,a = Longitude de canto Região Nordeste – E/O

4 llll.ll,a = Latitude de canto Região Sudoeste – N/S

5 yyyyy.yy,a = Longitude de canto Região Sudoeste – E/O

6 x= Dimensão da Zona de Transição

7 xxxx = Canal A

8 x= Largura de banda do Canal A

9 xxxx = Canal B

10 x= Largura de banda do canal B

11 x= Controlo do modo Tx/Rx

12 x= Controlo do nível de energia

13 a= Fonte da informação

14 x= Bandeira em Uso

15 hhmmss.ss = Tempo para mudança de “em uso”

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Referência técnica

6.8.3 REC – Aviso de recepção do alarme


Esta frase é usada para confirmar recepção de uma condição de alarme reportada pelo transceptor.

$--ACK,xxx,*hh<CR><LF>

Número Descrição
do campo

1 xxx = Número de identificação da fonte de alarme a ser reconhecido.

6.8.4 AIR – Requisito de Interrogação AIS


Esta frase suporta a mensagem 15 ITU-R M.1371. Fornece aplicações externas com o objectivo de iniciar
requisitos para mensagens ITU-R M.1371 específicas a partir de estações AIS.

$--AIR,xxxxxxxxx,x.x,x,x.x,x,xxxxxxxxx,x.x,x*hh<CR><LF>

Número Descrição
do campo

1 xxxxxxxxx = MMSI da estação de interrogação-1

2 x.x = ITU-R M.1371 mensagem requerida pela estação-1

3 x= Subsecção da mensagem (Reservado para uso futuro)

4 x.x = Número da segunda mensagem a partir da estação-1

5 x= Subsecção da mensagem (Reservado para uso futuro)

6 xxxxxxxxx = MMSI da estação de interrogação-2

7 x.x = Número da mensagem requisitada a partir da estação-2

8 x= Subsecção da mensagem (Reservado para uso futuro)

6.8.5 BBM - Mensagem de difusão binária


Esta frase permite a geração de mensagens ITU-R M.1371 de difusão binária (mensagem 8) ou difusão de
mensagens relacionadas com a segurança (mensagem 14). O conteúdo da mensagem é definido pela
aplicação.

!--BBM,x,x,x,x,x.x,s--s,x*hh<CR><LF>

Número Descrição
do campo

1 x= Número total de frases necessárias para transmitir a mensagem, de 1 a 9

2 x= Número da frase, de 1 a 9

3 x= Identificador sequencial da mensagem, de 0 a 9

4 x= Canal AIS para difusão da mensagem de rádio

5 x.x = ITU-R M.1371 ID da mensagem, de 8 a 14

6 s--s = Dados encapsulados

7 x= Número de bits inteiros, de 0 a 5

0093170202-03 Página 65
Referência técnica

6.8.6 DTM – Plano de referência


Dados geodésicos lógicos e desvios de dados de um plano de referência.

$--DTM,ccc,a,x.x,a,x.x,a, x.x,ccc*hh<CR><LF>

Número Descrição
do campo

1 ccc = Plano de referência local

2 a= Código de subdivisão do plano de referência local – NÃO UTILIZADO

3 x.x, a = Deslocamento da lat., min., N/S – NÃO UTILIZADO

5 x.x,a = Deslocamento da longitude, min., E/O – NÃO UTILIZADO

7 x.x = Deslocamento da altitude (metros) – NÃO UTILIZADO

8 ccc = Plano de referência

Os valores da possível linha de referência e plano de referência são:


● WGS84 = W84
● WGS72 = W72
● SGS85 = S85
● PE90 = P90
● Definido pelo utilizador = 999 (apenas disponível em “Ponto de referência local”)
● Código IHO do ponto de referência ( „ -„- „ -„- -„- )

6.8.7 Detecção do satélite GBS – GNSS por defeito


Esta frase é usada para apoiar a monitorização de integridade autónoma do receptor GNSS (MIAR). Dado que
um receptor GNSS está a identificar satélites em número suficiente para desempenhar verificações de
integridade para a qualidade do posicionamento da solução de posição, é necessária uma mensagem para
relatar o output deste processo a outros sistemas para aconselharem o utilizador do sistema. Com a RAIM no
receptor GNSS, o receptor pode isolar as falhas para satélites individuais e não utilizá-los no cálculo da sua
posição e velocidade. O receptor GNSS continua a poder fazer o rastreio do satélite e pode facilmente julgar
quando regressar à tolerância.
Esta frase deve ser usada para reportar a inormação da RAIM. Para realizar esta função de integridade, o
receptor do GPS deve ter pelo menos duas variáveis observáveis em adição ao mínimo necessário para
navegação. Normalmente, estas variáveis observáveis tomam a forma de satélites redundantes adicionais.

$--GBS, hhmmss.ss, x.x, x.x, x.x, xx, x.x, x.x, x.x *hh <CR><LF>

Número Descrição
do campo

1 hhmmss.ss Hora UTC do GGA ou fixação do GNS associada a esta frase

2 x.x Erro esperado na latitude

3 x.x Erro esperado na longitude

4 x.x Erro esperado na latitude – NÃO USADO

5 xx Número de ID do satélite mais provável de falhar – NÃO USADO

Página 66 0093170202-03
Referência técnica

$--GBS, hhmmss.ss, x.x, x.x, x.x, xx, x.x, x.x, x.x *hh <CR><LF>

6 x.x Probabilidade de uma detecção falhada para um satélite provavelmente


falhado – NÃO USADO
7 x.x Estimativa de tendenciosidade do satélite mais provável de falhar – NÃO
USADO

8 x.x Desvio padrão da estimativa de tendenciosidade – NÃO USADO

6.8.8 GGA – dados de fixação do Sistema de posicionamento global (GPS)


Esta frase fornece os dados relativamente à hora, posição e fixação de um receptor de GPS.

$--GGA, hhmmss.ss, llll.ll, a, yyyyy.yy, a, x, xx, x.x, x.x, M, x.x, M, x.x, xxxx*hh<CR><LF>

Número Descrição
do campo

1 hhmmss.ss Hora UTC da fixação de posição

2 llll.ll, a Latitude N/S

3 yyyyy.yy, a Longitude E/O

4 x Indicador de qualidade do GPS

5 xx Nº de satélites em uso, 00-12 – NÃO USADO

6 x.x Diluição da precisão horizontal – NÃO USADO


7 x.x Altitude da antena acima/abaixo do nível do mar (geoide) – NÃO USADO
8 M Unidades da altitude da antena, m – NÃO USADO

9 x.x Separação geoidal – NÃO USADO

10 M Unidades de separação geoidal, m – NÃO USADO

11 x.x Idade dos dados dif. do GPS – NÃO USADO

12 xxxx ID 0000-1023 da Estação de referência diferencial – NÃO USADO

6.8.9 GLL – Posição geográfica, latitude e longitude


Esta frase fornece a latitude e a longitude para a posição do navio juntamente com o estado e hora de fixação.

$--GLL, llll.ll, a, yyyyy.yy, a, hhmmss.ss, A, a *hh<CR><LF>

Número Descrição
do campo

1 llll.ll, a Latitude, N/S

2 yyyyy.yy, a Longitude, E/O

0093170202-03 Página 67
Referência técnica

$--GLL, llll.ll, a, yyyyy.yy, a, hhmmss.ss, A, a *hh<CR><LF>

3 hhmmss.ss Hora da posição (UTC)

4 A Estado: A = dados válidos V = dados inválidos

5 a Indicador de modo:
A = Autónomo
D = Diferencial
E = Estimado (navegação estimada)
M = Entrada Manual
S = Simulador
N = Dados inválidos

6.8.10 Dados de fixação GNS – GNSS


Esta frase fornece os dados de fixação para um sistema de navegação de satélite único ou combinado. A mensagem
fornece dados para o GPS, GLONASS e possíveis sistemas de satélite futuros e respectivas combinações.

$-- GNS, hhmmss.ss, llll.ll, a, yyyyy.yy, a, c--c,xx,x.x,x.x,x.x,x.x,x.x *hh<CR><LF>

Número Descrição
do campo

1 hhmmss.ss Hora da posição (UTC)

2 llll.ll, a Latitude N/S

3 yyyyy.yy, a Longitude E/O

4 c--c Indicador de modo

5 xx Nº de satélites em uso, 00-99 – NÃO USADO

6 x.x Diluição da precisão horizontal (HDOP) – NÃO USADO


7 x.x Altitude da antena, m, acima do nível do mar – NÃO USADO
8 x.x Separação geoidal, m – NÃO USADO

9 x.x Idade dos dados diferenciais – NÃO USADO

10 x.x ID da Estação de referência diferencial – NÃO USADO

6.8.11 HDT – Rumo, verdadeiro


O rumo actual do navio em graus produzido por um sistema ou aparelho de rumo verdadeiro.

$--HDT, x.x, T*hh<CR><LF>

Número Descrição
do campo

1 x.x, T Rumo, graus verdadeiro

Página 68 0093170202-03
Referência técnica

6.8.12 LRF – Função de longa distância


Esta frase é usada nas interrogações de longa distância e respostas a interrogações.

$--LRF,x,xxxxxxxxx,c--c,c--c,c--c*hh<CR><LF>

Número Descrição
do campo

1 x Número sequencial, de 0 a 9

2 xxxxxxxxx MMSI do iniciador

3 c--c Nome do iniciador, 1 a 20 caracteres

4 c--c Requisito da função, 1 a 26 caracteres de:


A = Nome do navio, sinal de chamada e número IMO
B = Data e hora da composição da mensagem
C = Posição
E = Percurso contra o fundo
F = Velocidade contra o fundo
I = Destino e ETA
O = Tirante
P = Tipo de Navio / Carga
U = Comprimento, vau e tipo do navio
W = Pessoas a bordo

5 c--c Estado da resposta de função:


2 = Informação disponível e fornecida na seguinte frase LR1, LR2 ou LR3
3 = Informação indisponível do transceptor AIS
4 = Informação disponível mas não fornecida (i.e., acesso restrito
determinado pelo mestre do navio)

6.8.13 LRI – Interrogação de longa distância


A interrogação de longa distância do AIS é alcançada através da utilização de duas frases. O par de frases de
interrogação, uma frase LRI seguida por uma frase LRF fornece a informação necessária por um AIS para
determinar se deve construir e fornecer frases de resposta (LRF, LR1, LR2 e LR3).

$--LRI,x,a,xxxxxxxxx,xxxxxxxxx,llll.ll,a,yyyyy.yy,a,llll.ll,a,yyyyy.yy,a*hh<CR><LF>

Número Descrição
do campo

1 x Número sequencial, 0-9

2 a Bandeira de controlo

3 xxxxxxxxx MMSI do “iniciador”

4 xxxxxxxxx MMSI do “destino”

5 llll.ll,a Latitude – N/S

6 yyyyy.yy,a Longitude – E/O (coordenada norte-este)


7 llll.ll,a Latitude – N/S
8 yyyyy.yy,a Longitude – E/O (coordenada sul-oeste)

0093170202-03 Página 69
Referência técnica

6.8.14 RMC – Dados GNSS mínimos recomendados especificados


Informação sobre hora, data, posição, percurso e velocidade fornecida por um receptor GNSS. Todos os
campos de dados devem ser fornecidos e os campos nulos utilizados quando os dados estão
temporariamente indisponíveis.

$--RMC, hhmmss.ss, A, llll.ll,a, yyyyy.yy, a, x.x, x.x, xxxxxx, x.x,a, a*hh<CR><LF>

Número Descrição
do campo

1 hhmmss.ss Hora da posição de fixação (UTC)

2 A Estado: A = dados válidos V = aviso do receptor de navegação

3 llll.ll, a Latitude, N/S

4 yyyyy.yy, a Longitude, E/O

5 x.x Velocidade contra o fundo, nós

6 x.x Percurso contra o fundo, graus verdadeiro


7 xxxxxx Data: dd/mm/aa – NÃO USADO
8 x.x, a Variação magnética, graus, E/O – NÃO UTILIZADO

10 a Indicador de modo:
A = Modo autónomo
D = Modo diferencial
E = Modo Estimado (navegação estimada)
M = Modo de entrada manual
S = Modo de simulador
N = Dados inválidos

6.8.15 ROT – Rácio de Retorno


Esta frase fornece o rácio de retorno e direcção da informação de retorno.

$--ROT, x.x, A*hh<CR><LF>

Número Descrição
do campo

1 x.x Rácio de retorno, º/mín., “-” = proa regressa ao porto

2 A Estado: A = dados válidos, V = dados inválidos

6.8.16 SSD – Dados estáticos da estação


Esta mensagem é usada para inserir parâmetros estáticos no transceptor AIS do navio. Os parâmetros nesta
mensagem fornecem os conteúdos de várias mensagens ITU-R M.1371.

$--SSD,c--c,c--c,xxx,xxx,xx,xx,c,aa*hh<CR><LF>

Número Descrição
do campo

1 c--c Sinal de Chamada do Navio, 1 a 7 caracteres

2 c--c Nome do Navio, 1 a 20 caracteres

3 xxx Ref. da pos., “A”, distância da proa, 0 a 511 metros

Página 70 0093170202-03
Referência técnica

$--SSD,c--c,c--c,xxx,xxx,xx,xx,c,aa*hh<CR><LF>

4 xxx Ref. da pos., “B”, distância da popa, 0 a 511 metros

5 xx Ref. da pos., “C”, distância do vau da porta, 0 a 63 metros

6 xx Ref. da pos., “D”, distância do vau a estibordo, 0 a 63 metros


7 c Bandeira indicadora DTE
8 aa Identificador da fonte

6.8.17 VBW – Fundo duplo / velocidade da água


Esta frase refere-se a dados de velocidade para a água e fundo.

$--VBW, x.x, x.x, A, x.x, x.x, A, x.x, A, x.x, A*hh<CR><LF>

Número Descrição
do campo

1 x.x Velocidade longitudinal da água, nós – NÃO USADO

2 x.x Velocidade transversal da água, nós – NÃO USADO

3 A Estado: Velocidade da água, (A = dados válidos, V = dados inválidos) – NÃO


USADO

4 x.x Velocidade longitudinal do fundo, nós

5 x.x Velocidade transversal do fundo, nós

6 A Estado, velocidade fundo, (A = dados válidos, V = dados inválidos)


7 x.x Velocidade transversal da água na proa, nós – NÃO USADO
8 A Estado: Velocidade marítima da proa, (A = dados válidos,
V = dados inválidos) – NÃO USADO

9 x.x velocidade de fundo transversal da proa, nós – NÃO USADO

10 A Estado: velocidade de fundo da proa, (A = dados válidos,


V = dados inválidos) – NÃO USADO

6.8.18 VSD – Dados estatísticos da viagem


Esta frase é usada para inserir informação sobre a viagem do navio.

$--VSD,x.x,x.x,x.x,c--c,hhmmss.ss,xx,xx,x.x,x.x*hh<CR><LF>

Número Descrição
do campo

1 x.x Tipo de navio e categoria da carga, 0 a 255

2 x.x Tirante estático presente máximo, 0 a 25.5 metros

3 x.x Pessoas a bordo, 0 a 8191

4 c--c Destino, 1-20 caracteres

5 hhmmss.ss Hora estimada de chegada ao destino (UTC)

6 xx Dia estimado de chegada ao destino, 00 a 31 (UTC)

0093170202-03 Página 71
Referência técnica

$--VSD,x.x,x.x,x.x,c--c,hhmmss.ss,xx,xx,x.x,x.x*hh<CR><LF>

7 xx Mês estimado de chegada ao destino, 00 a 12 (UTC)


8 x.x Estado da navegação, 0 a 15

9 x.x Bandeiras de aplicação regionais, 0 a 15

6.8.19 VTG – Percurso e velocidade contra o fundo


O percurso e a velocidade actuais do navio relativamente ao fundo.

$--VTG, x.x, T, x.x, M, x.x, N, x.x, K,a*hh<CR><LF>

Número Descrição
do campo

1 x.x, T Percurso contra o fundo, graus verdadeiro

2 x.x, M Percurso contra o fundo, graus magnético – NÃO USADO

3 x.x, N Velocidade contra o fundo, nós

4 x.x., K Velocidade contra o fundo, km/h

5 a Indicador de modo:
A = Modo autónomo
D = Modo diferencial
E = Modo Estimado (navegação estimada)
M = Modo de entrada manual
S = Modo de simulador
N = Dados inválidos

6.9 Formatos de frases de dados de saída


Toda a saída de dados é feita através de frases IEC61162 / NMEA 0183. As frases usadas pelo transceptor
para o AIS são documentadas em secções posteriores. As tabelas de estrutura das frases descrevem cada
campo na frase começando pelo campo mais à esquerda (campo 1) depois do identificador da frase. Todas
as frases terminam com a soma de controlo IEC61162 exibido como “*hh”. Para mais detalhes sobre o cálculo
da soma de controlo, veja IEC61162-1.
Todas as frases começam com o delimitador “$” ou “!” seguido de um identificador do tipo de equipamento do
locutor. O identificador para o AIS é “AI”, p. ex., “AIABK”.

6.9.1 ABK – Aviso de recepção dirigido e difusão binária


A frase ABK é gerada quando uma transacção, iniciada após recepção de uma frase ABM, AIR ou BBM, é completada
ou terminada.

$--ABK,xxxxxxxxx,a,x.x,x,x*hh<CR><LF>
Número Descrição
do campo
1 xxxxxxxxx MMSI do transceptor AIS para o destino especificado
2 a Canal de recepção do AIS
3 x.x ITU-R M.1371 ID da mensagem
4 x Número Sequencial da Mensagem
5 x Tipo de acuso de recepção

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Referência técnica

6.9.2 ACA – Mensagem de atribuição do canal do AIS


Veja a secção 6.8.2.

6.9.3 ALR – Definir estado do alarme


Esta frase é usada para indicar as condições de alarme locais e o estado juntamente com o aviso de recepção
do estado de alarme.

$--ALR,hhmmss.ss,xxx,A, A,c--c*hh<CR><LF>

Número Descrição
do campo

1 hhmmss.ss Hora da alteração da condição do alarme, UTC

2 xxx Número do alarme local (identificador)

3 A Condição de alarme (A = limiar excedido, V = não excedido)

4 A Estado de reconhecimento do alarme, A = reconhecido, V = desconhecido


5 c--c Texto de descrição do alarme

6.9.4 LRF – Função de longa distância do AIS


Veja a secção 6.8.12.

6.9.5 LR1 – Resposta de longa distância com destino para o pedido de função “A”
A frase LR1 identifica o destino da resposta e contém informação pedida pelo carácter de função “A”.

$--LR1,x,xxxxxxxxx,xxxxxxxxx,c--c,c--c,xxxxxxxxx*hh<CR><LF>

Número Descrição
do campo

1 x Número Sequencial, de 0 a 9

2 xxxxxxxxx MMSI do respondedor

3 xxxxxxxxx MMSI do iniciador (destino da resposta)

4 c--c Nome do navio, 1 a 20 caracteres


5 c--c Sinal de chamada, 1 a 7 caracteres

6 xxxxxxxxx Número IMO, número de 9 dígitos

6.9.6 LR2 – Resposta de longa distância para pedidos de função “B”, “C”, “E” e “F”
A frase LR2 contém a informação solicitada pelos caracteres de função B, C, E e F.

$--LR2,x,xxxxxxxxx,xxxxxxxx,hhmmss.ss,llll.ll,a,yyyyy.yy,a,x.x,T,x.x,N*hh<CR><LF>

Número Descrição
do campo

1 x Número Sequencial, de 0 a 9

2 xxxxxxxxx MMSI do respondedor

3 xxxxxxxxx Data: Ddmmaaaa, 8 dígitos

0093170202-03 Página 73
Referência técnica

$--LR2,x,xxxxxxxxx,xxxxxxxx,hhmmss.ss,llll.ll,a,yyyyy.yy,a,x.x,T,x.x,N*hh<CR><LF>

4 hhmmss.ss Hora da posição UTC


5 llll.ll,a Latitude, N/S

6 yyyyy.yy,a Longitude, E/O

7 x.x, T Percurso contra o fundo, graus Verdadeiro

8 x.x,N Velocidade contra o fundo, nós

6.9.7 LR3 – Resposta de longa distância para pedidos de função “I”, “O”, “U” e “W”
A frase LR3 contém a informação pedida pelos caracteres de função I, O, P, U e W.

$--LR3,x,xxxxxxxxx,c--c,xxxxxx,hhmmss.ss,x.x,cc,x.x,x.x,x.x,x.x*hh<CR><LF>

Número Descrição
do campo

1 x Número Sequencial, de 0 a 9

2 xxxxxxxxx MMSI do “respondedor”

3 c--c Destino da viagem, 1 a 20 caracteres

4 xxxxxx Data ETA: ddmmaa


5 hhmmss.ss Hora ETA, valor mais próximo de segundo

6 x.x Tirante, valor de 0,1 metro

7 cc Navio/Carga (ITU-R M.1371, Tabela 18)

8 x.x Comprimento do navio, valor mais próximo de metro

9 x.x Largura do navio, valor mais próximo do metro

10 x.x Tipo de navio

11 x.x Pessoas, 0 a 8191

6.9.8 TXT – Transmissão de texto


Para a transmissão de curtas mensagens de texto a partir do equipamento do AIS. Estas mensagens estão
relacionadas com o estado do equipamento.

$--TXT,xx,xx,xx,c--c*hh<CR><LF>

Número Descrição
do campo

1 xx Número total de mensagens, 01 a 99

2 xx Número de mensagem, 01 a 99

3 xx Identificador do texto, 01-99

4 c--c Mensagem de texto, ASCII, até 61 caracteres

Página 74 0093170202-03
Referência técnica

6.9.9 VDM – mensagem de ligação de dados VHF


Esta frase é usada para transferir conteúdos de uma mensagem AIS recebida (conforme definido em ITU-R
M.1371) recebida na Transmissão de Dados VHF (VDL) usando uma encapsulação de dados ASCII de 6 bits.

!--VDM,x,x,x,a,s--s,x*hh<CR><LF>

Número Descrição
do campo

1 x Número total de frases necessárias para transmitir a mensagem, de 1 a 9

2 x Número da frase, de 1 a 9

3 x Identificador sequencial da mensagem, de 0 a 9

4 a Canal AIS, “A”, ou “B”


5 s--s Mensagem de rádio ITU-R M.1371 encapsulada
6 x Número de bits não informativos, de 0 a 5

6.9.10 VDO – mensagem de transmissão de dados VHF


Esta frase é usada para fornecer informação reunida para difusão pelo transceptor AIS. Utiliza encapsulação
de dados ASCII de 6 bits.

!--VDO,x,x,x,a,s--s,x*hh<CR><LF>

Número Descrição
do campo

1 x Número total de frases necessárias para transmitir a mensagem, de 1 a 9

2 x Número da frase, de 1 a 9

3 x Identificador sequencial da mensagem, de 0 a 9

4 a Canal AIS, “A”, ou “B”


5 s--s Mensagem de rádio ITU-R M.1371 encapsulada
6 x Número de bits não informativos, de 0 a 5

0093170202-03 Página 75
Desenhos

7 Desenhos

7.1 Dimensões gerais do transceptor AIS

172 mm

157 mm

195 mm 112 mm
105 mm

85 mm
7.2 Dimensões gerais da caixa de junção

NN
NN
NN

NN NN

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Desenhos

7.3 Furos de fixação para suporte da montagem suspensa (desenho de perfuração)


(não à escala)

Furo para tamanho de parafuso nº 8 (4-PL)


Furo roscado tamanho nº 29 (furo de 3mm
120,0mm
é suficiente)

40,0mm
7.4 Desenho da antena de GPS (não à escala)
21,3mm

108mm

Cabo RG58 10m

TNC (macho)

0093170202-03 Página 77
Anexo A – Tipo de Navios ERI

8 Anexo A – Tipo de Navios ERI

A tabela abaixo deve ser usada para converter o tipo de Navio UN ERI (usado no AIS Interno) para o tipo de
navio IMO usado na operação padrão AIS. Os navios do tipo ERI são transmitidos no tipo 10 de mensagem
AIS Interno, ao passo que o tipo de navio ITU é transmitido numa mensagem 5 do AIS.

Código ERI (AIS Interno) Código ITU AIS do


tipo de Navio

Código U Nome do navio (EN) Vorschlag Via 1º dígito 2º dígito


completo

8000 Não Navio, tipo desconhecido Unbekannter Schiffstyp 9 9

8010 V Cargueiro a motor Motorgüterschiff (MGS) 7 9

8020 V Navio-tanque a motor Motortankschiff (MTS) 8 9

8021 V Navio-tanque a motor, carga Motortankschiff, 8 0


líquida, tipo N Flüssigfracht, Typ N

8022 V Navio-tanque a motor, carga Motortankschiff, 8 0


líquida, tipo C Flüssigfracht, Typ C

8023 V Navio-tanque a motor, carga Motortankschiff, 8 9


seca como se fosse líquida (p. Trockenfracht
ex., cimento)

8030 V Navio Contentor Containerschiff 7 9

8040 V Navio-tanque de gás Gas-Tankschiff 8 0

8050 C Cargueiro a motor, rebocador Motorzugschiff 7 9

8060 C Navio-tanque com motor, Motortankzugschiff 8 9


rebocador

8070 C Cargueiro com um ou mais Gekoppelte Fahrzeuge, 7 9


navios lado a lado MGS

8080 C Cargueiro com motor e Gekoppelte Fahrzeuge, 8 9


navio-tanque mind. 1 M

8090 C Cargueiro a motor a puxar um ou Schubverband, MGS 7 9


mais cargueiros

8100 C Cargueiro a puxar pelo menos Schubverband, mind. 1 TSL 8 9


um navio-tanque

8110 Não Rebocador, cargueiro Schlepp-Güterschiff 7 9

8120 Não Rebocador, navio-tanque Schlepp-Tankschiff 8 9

8130 C Navio rebocador, acoplado Gekoppelte 3 1


Schlepp-Güterschiffe

8140 C Cargueiro/navio-tanque Gekoppeltes Schlepp-Schiff, 3 1


rebocador, acoplado min. 1 Schl.TS

8150 V Cargueiro combinado Schubleichter (SL) 9 9

Página 78 0093170202-03
Anexo A – Tipo de Navios ERI

8160 V Transporte combinado Tankschubleichter (TSL) 9 9

8161 V Transporte combinado, carga Tankschubleichter, 9 0


líquida, tipo N Flüssigfracht Typ N

8162 V Transporte combinado, carga Tankschubleichter, 9 0


líquida, tipo C Flüssigfracht, Typ C

6163 V Transporte combinado, carga Tankschubleichter, 9 9


seca como se fosse líquida (ex., Trockenfracht
cimento)

8170 V Cargueiro combinado com Tankschubleichter mit 8 9


contentores Containern

8180 V Batelão cisterna, gás Tankschubleichter für Gas 9 0

8210 C Reboque empurrador, batelão Motorschubschiff mit 1 SL 7 9


para uma carga

8220 C Reboque empurrador, batelão Motorschubschiff mit 2 SL 7 9


para duas cargas

8230 C Reboque empurrador, batelão Motorschubschiff mit 3 SL 7 9


para três cargas

8240 C Reboque empurrador, Motorschubschiff mit 4 SL 7 9


combinado para quatro cargas

8250 C Reboque empurrador, batelão Motorschubschiff mit 5 SL 7 9


para cinco cargas

8260 C Reboque empurrador, batelão Motorschubschiff mit 6 SL 7 9


para seis cargas

8270 C Reboque empurrador, batelão Motorschubschiff mit 7 SL 7 9


para sete cargas

8280 C Reboque empurrador, batelão Motorschubschiff mit 8 SL 7 9


para oito cargas

8290 C Reboque empurrador, nove ou Motorschubschiff mit mehr 7 9


mais batelões als 8 SL

8310 C Reboque empurrador, batelão Motorschubschiff mit 1 TSL 8 0


para um navio-tanque/gás

8320 C Reboque empurrador, dois Motorschubschiff mit 8 0


batelões e pelo menos um 2 SL – min.1 TSL
navio-tanque ou batelão para gás

C Reboque empurrador, três Motorschubschiff mit 8 0


batelões e pelo menos um 3 SL – min.1 TSL
8330 navio-tanque ou batelão para gás

8340 C Reboque empurrador, quatro Motorschubschiff mit 8 0


batelões e pelo menos um 4 SL – min.1 TSL
navio-tanque ou batelão de gás

0093170202-03 Página 79
Anexo A – Tipo de Navios ERI

8350 C Reboque empurrador, cinco Motorschubschiff mit 8 0


batelões e pelo menos um 5 SL – min. 1 TSL
navio-tanque ou batelão de gás

8360 C Reboque empurrador, seis Motorschubschiff mit 8 0


batelões e pelo menos um 6 SL – min. 1 TSL
navio-tanque ou batelão de gás

8370 C Reboque empurrador, sete Motorschubschiff mit 8 0


batelões e pelo menos um 7 SL – min. 1 TSL
navio-tanque ou batelão de gás

8380 C Reboque empurrador, oito Motorschubschiff mit 8 0


batelões e pelo menos um 8 SL – min.1 TSL
navio-tanque ou batelão de gás

8390 C Reboque empurrador, nove Motorschubschiff > 8 0


batelões e pelo menos um 8 SL – min.1 TSL
navio-tanque ou batelão de gás

8400 V Rebocador, simples Motorzugschiff 5 2

8410 Não Rebocador, um ou mais Motorzugschiff 3 1


reboques

8420 C Rebocador, assistência a um Motorzugschiff assistierend 3 1


navio ou combinação de
acoplamento

8430 V Barco empurrador único Motorschubschiff 9 9

8440 V Navio de passageiros, ferry, navio Motorfahrgastschiff 6 9


de cruzeiro, navio da cruz
vermelha

8441 V Ferry Fähre 6 9

8442 V Navio da cruz vermelha Krankentransport 5 8

8443 V Navio cruzeiro Kabinenschiff 6 9

8444 V Navio de passageiros sem Ausflugsschiff 6 9


alojamento

8450 V Navio de serviço, patrulha Bundes-, Einsatzfahrzeug 9 9


polícia, serviço de porto

8460 V Navio, bote para trabalho de Arbeitsfahrzeug 3 3


manutenção, vagão flutuante,
navio-cabo, barco para
lançamento de bóia, draga

8470 C Objecto, rebocado, sem outra Geschlepptes Objekt 9 9


especificação

8480 V Barco de pesca Fischerboot 3 0

8490 V Navio bunker Bunkerboot 9 9

Página 80 0093170202-03
Anexo A – Tipo de Navios ERI

8500 V Batelão, navio-tanque, químico Tankschubleichter, 8 0


chemische Stoffe

8510 C Objecto, sem outra especificação Objekt, nicht näher 9 9


bezeichnet

1500 V Navio para carga marítima geral Frachtschiff (See) 7 9

1510 V Unidade marítima de transporte Containerschiff (See) 7 9

1520 V Transporte marítimo em bulk Massengutschiff (See) 7 9

1530 V Navio-tanque Tankschiff (Kein Gas) 8 0


(See)

1540 V Navio-tanque para gás liquefeito Seegehendes 8 0


Gas-Tankschiff (See)

1850 V Barco de lazer, maior que 20 Barco de desporto > 20 m 3 7


metros (Mar)

1900 V Navio rápido Schnelles Schiff 4 9

1910 V Hidróptero Tragflügelboot 4 9

0093170202-03 Página 81
Anexo A – Tipo de Navios ERI

Página 82 0093170202-03
Registo de instalação

9 Registo de instalação

O registo de instalação que se segue deve ser completado e guardado a bordo do navio uma vez instalado e
comissionado o transceptor AIS.

Detalhes do navio
Nome do navio

Estado da
bandeira

Número IMO Número MMSI

Proprietário Sinal de chamada do


rádio

Tipo de navio Tonelagem bruta


registada

Comprimento (m) Vau (m)

Número de série do transceptor AIS


(veja parte de baixo ou etiqueta de embalagem
do transceptor)

Palavra-passe da instalação (se alterada da


definida por defeito)

Número da versão do software do transceptor

Número da versão do software da IU

Localizações das antenas GPS / GNSS


Localização da antena do GPS interno (todas as dimensões em metros, veja o diagrama abaixo)

A= B= C= D=

Localização da antena GNSS externa (todas as dimensões em metros, veja o diagrama abaixo)

A= B= C= D=

Ref. C Antena

Popa Proa
Ref. B Ref. A

Ref. D

Ref. A + Ref. B = Comprimento em metros Ref. C + Ref. D = Vau em metros

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Registo de instalação

Tipo de equipamento ligado (onde aplicável, anote o modelo do equipamento e a porta de dados do
AIS em cada caso)
Receptor (D) GPS

Bússola giroscópica

Indicador ROT

Registo de velocidade

ECDIS

Radar

Outro equipamento

Fonte de alimentação

Os desenhos que se seguem devem ser fornecidos e anexados a este registo de instalação:
● Layout da antena para as antenas VHF e GPS
● Desenho do esquema de montagem do AIS
● Diagrama de blocos apresentando a interconexão do equipamento

Registo de manutenção

Número de registo de modificação Detalhes (insira detalhes de modificações para o transceptor incluindo
actualizações de software)

10

Detalhe do instalador
Instalado por (nome)

Nome da empresa de instalação

Data da instalação

Localização do navio aquando da instalação

Assinatura

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201-0402:1