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QDC

26086C

EGCP-2 – Controle Para Grupos Motogeradores

8406-115, Entrada de TP: 150-300 VCA, 9-32 VCC


8406-116, Entrada de TP: 50-150 VCA, 9-32 VCC
Manual de Operações (Usuário Final)

Manual 26086C
AVISO!
Leia todo o manual e qualquer outra publicação relativa ao trabalho a ser
realizado antes de instalar, operar ou reparar este equipamento.

Siga à risca todas as instruções e precauções de planta e de segurança. Se


as instruções não forem seguidas, poderão ocorrer danos pessoais e/ou
prejuízos materiais.

O motor, turbina ou outro tipo de acionador primário deverão estar


equipados com um dispositivo de desligamento para o caso de
sobrevelocidade (ou de temperatura ou de pressão, conforme o caso),
operando de forma totalmente independente do(s) dispositivo(s) de
controle do acionador primário, de modo a oferecer proteção contra
descontroles ou danos ao motor, turbina, ou outro tipo de mecanismo
acionador que impliquem possíveis prejuízos ou perdas de vidas caso
falhem o comando hidráulico-mecânico ou controle elétrico, o atuador,
controle de combustível, mecanismo propulsor, articulação ou dispositivo
controlado.

AVISO!
Um terra de proteção (PE) deve ser ligado ao terminal na traseira da
unidade sinalizado com o símbolo padrão de terra (ou em um dos três
pontos similares, mas sem sinalizador). Essa ligação deve ser feita com um
parafuso passante. O condutor que fará a ligação deve ter um terminal
adequado do tipo anel e ser maior ou igual à 2.5 mm2.

CUIDADO!
Os procedimentos de calibração e verificação só devem ser realizados por
pessoas autorizadas, com conhecimento dos riscos inerentes ao trabalho
com equipamento elétrico energizado.

CUIDADO!
Para prevenir danos a um sistema de controle usando um dispositivo de
carregamento por bateria ou alternador, assegure-se de que o dispositivo
carregador esteja desligado antes de desconectar a bateria do sistema.

CUIDADO!
Controles eletrônicos contêm peças sensíveis à estática. Observe as
seguintes precauções para evitar danos aos mesmos.
Descarregue a estática corporal antes de manusear o controle (com a
energia para o controle desligada, toque uma superfície aterrada e
mantenha contato enquanto o estiver manuseando).
Evite o uso de plásticos, vinil, e isopor (com exceção dos tipos
antiestáticos) perto de placas de circuitos impressos.
Não toque nos componentes ou condutores numa placa de circuito
impresso com as mãos, ou com dispositivos condutores.
CUIDADO!
A instalação deverá incluir o seguinte:
A alimentação elétrica deverá estar apropriadamente protegida por
fusíveis, segundo as instruções de instalação e os requerimentos
específicos da fiação.
Na instalação em painéis, próximo ao equipamento e ao alcance do
operador, deve ser instalada uma chave ou disjuntor, claramente
sinalizada como dispositivo interruptor do equipamento. A chave ou o
disjuntor apenas desligará a força da unidade – outras tensões
perigosas ainda poderão estar conectadas a outros terminais na
unidade.

CONCEITOS IMPORTANTES!
AVISO: indica uma situação potencialmente perigosa que, se não for
evitada, poderá acarretar morte ou sérios danos.
CUIDADO: indica uma situação potencialmente perigosa que, se não for
evitada, poderá acarretar danos ao equipamento.
NOTA: fornece qualquer outra informação de utilidade que não conste nos
“avisos” ou “cuidados”.

A Woodward Governor Company reserva-se o direito de atualizar quaisquer partes desta publicação a qualquer
momento. A informação fornecida pela Woodward Governor Company é correta e confiável. No entanto a
Woodward Governor Company não assume nenhuma responsabilidade que não for expressamente declarada.
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Todos os Direitos Reservados
Sumário

Capítulo 1 ........................................................................................................................................................... 1
Informações Gerais............................................................................................................................................. 1
Introdução....................................................................................................................................................... 1
Notas e Avisos sobre a compatibilidade com Normas Reguladoras............................................................... 1
Valores Nominais dos Controles Elétricos ..................................................................................................... 1
Capítulo 2 ........................................................................................................................................................... 5
Prevenção contra Descargas Eletrostáticas......................................................................................................... 5
Capítulo 3 ........................................................................................................................................................... 6
Visão Geral do Controle..................................................................................................................................... 6
Interface do Operador..................................................................................................................................... 8
Procedimentos de Navegação....................................................................................................................... 14
Capítulo 4 ......................................................................................................................................................... 19
Visão Geral do Software .................................................................................................................................. 19
Introdução..................................................................................................................................................... 19
Telas de Estados ........................................................................................................................................... 19
Registros de Alarmes/Eventos...................................................................................................................... 33
Configuration Menu (Menus de Configurações) .......................................................................................... 35
Shutdowns and Alarms (Desligamentos e Alarmes) .................................................................................... 43
Engine Control (Controle do Motor) ............................................................................................................ 47
Synchoscope (Sincronoscópio) .................................................................................................................... 49
Real Load Control (Controle de Carga Ativa).............................................................................................. 52
Reactive Load Control (Controle de Carga Reativa).................................................................................... 54
Process Control (Controle de Processo) ....................................................................................................... 55
Transfer Switch (Chave de Transferência) ................................................................................................... 58
Sequencing and Comms (Seqüenciamento e Comunicações) ...................................................................... 59
Calibration Menu (Menu de Calibração)...................................................................................................... 61
Capítulo 5 ......................................................................................................................................................... 69
Recursos e Funções de Controle....................................................................................................................... 69
Controle do motor ........................................................................................................................................ 69
Proteção do motor ........................................................................................................................................ 69
Controle de Tensão do Gerador e de Carga reativa ...................................................................................... 69
Proteções do gerador .................................................................................................................................... 69
Verificações na Rede.................................................................................................................................... 70
Sincronismo.................................................................................................................................................. 70
Controle de Carga......................................................................................................................................... 70
Seqüênciamento............................................................................................................................................ 70
Acionamento do motor ................................................................................................................................. 71
Relé de Saída Lenta/Nominal ....................................................................................................................... 72
Controle da Tensão do Gerador.................................................................................................................... 72
Controle de carga do gerador ....................................................................................................................... 73
Teoria de operação do sensor de potência ................................................................................................ 73
Descrição do Hardware do sensor de carga .............................................................................................. 73
Droop........................................................................................................................................................ 74
Isócrono .................................................................................................................................................... 74
Divisão de carga em droop/Isócrono num barramento isolado ................................................................ 75
Divisão isócrona de carga num barramento isolado ................................................................................. 76
Base de Carga contra a Rede .................................................................................................................... 76
Funções de carregamento automático do gerador......................................................................................... 76
Descrição do Controle de Processo .......................................................................................................... 77
Descrição do controle de carga reativa..................................................................................................... 78
Controle de VAR...................................................................................................................................... 78

Woodward i
Controle de Fator de Potência .................................................................................................................. 78
Divisão do fator de potência..................................................................................................................... 79
Descrição do Sincronizador.......................................................................................................................... 79
Descrição funcional .................................................................................................................................. 79
Modos de operação................................................................................................................................... 79
Fechamento em barra morta ..................................................................................................................... 80
Casamento de Tensão ............................................................................................................................... 81
Sincronismo com casamento de fase ........................................................................................................ 82
Synch-check (verificação de sincronismo) ............................................................................................... 82
Religações múltiplas................................................................................................................................. 82
Tempos do sincronismo............................................................................................................................ 82
Detecção e Ação em Perda da Rede ......................................................................................................... 83
Seqüenciamento do Gerador......................................................................................................................... 86
Indicação de uma novo mestre - todas as unidades sem carga ................................................................. 88
Indicação de uma nova mestre - mestre em carga .................................................................................... 90
Alteração da prioridade de uma unidade escrava - escrava em carga....................................................... 93
Comunicações entre controles (Rede RS-485) ............................................................................................. 95
Controles/Monitoração remotos (RS-422) ................................................................................................... 95
Capítulo 6 ......................................................................................................................................................... 96
Calibração das entradas e saídas de controle.................................................................................................... 96
Introdução..................................................................................................................................................... 96
Calibração dos TPs e TCs............................................................................................................................. 96
PT Phase A Scale (Escala do TP da fase A) ............................................................................................. 96
PT Phase B Scale (Escala do TP da fase B) ............................................................................................. 97
PT Phase C Scale (Escala do TP da fase C) ............................................................................................. 97
CT Phase A Offset (Offset do TC da Fase A) .......................................................................................... 98
CT Phase A Scale (Escala do TC da fase A) ............................................................................................ 98
CT Phase B Offset (Offset do TC da Fase B)........................................................................................... 98
CT Phase B Scale (Escala do TC da fase B)............................................................................................. 99
CT Phase C Offset (Offset do TC da Fase C)........................................................................................... 99
CT Phase C Scale (Escala do TC da fase C)............................................................................................100
Calibração do TP do Barramento ................................................................................................................100
Bus PT Scale (Escala do TP do Barramento) ..........................................................................................100
Speed Bias Output (Saída de ajuste de velocidade).....................................................................................101
Voltage Bias Output (Saída de Ajuste de Tensão) ......................................................................................101
Capítulo 7 ........................................................................................................................................................103
Instruções Gerais de Partida ............................................................................................................................103
Antes de ligar o conjunto do gerador...........................................................................................................103
Seqüência de Partida e Parâmetros de Verificação......................................................................................104
Carregamento do Gerador ...........................................................................................................................105
Unidades em Mains Parallel ....................................................................................................................105
Configuração Não Paralelo e Escravo (No Parallel and Slave) ...............................................................106
Capítulo 8 ........................................................................................................................................................108
Localização de Falhas .....................................................................................................................................108
Hardware e E/S do Controle........................................................................................................................108
Parâmetros de controle e sensoreamento do motor .....................................................................................109
Sincronismo.................................................................................................................................................110
Controle de Fechamento/Abertura do Disjuntor..........................................................................................111
Controle de Carga Ativa..............................................................................................................................112
Controle de Carga Reativa...........................................................................................................................113
Sequenciamento...........................................................................................................................................114
Sensores da Rede/Barramento .....................................................................................................................115
Comunicações .............................................................................................................................................115
Capítulo 9 ........................................................................................................................................................116
Definição de Termos .......................................................................................................................................116
Capítulo 10 ......................................................................................................................................................122

Woodward ii
Opções de Serviço ...........................................................................................................................................122
Opções de Serviço ao Produto.....................................................................................................................122
Reparo à Taxa Fixa......................................................................................................................................123
Recondicionamento à Taxa Fixa .................................................................................................................123
Retornando o Equipamento para Reparo.....................................................................................................123
Número de Autorização de Retorno ............................................................................................................124
Peças de Reposição .....................................................................................................................................124
Como entrar em contato com a Woodward .................................................................................................124
Serviços Adicionais de Suporte ao Produto Pós-venda ...............................................................................125
Assistência Técnica .....................................................................................................................................127
Informações sobre o Regulador...................................................................................................................127
Apêndice A......................................................................................................................................................128
Registro de Setpoints do EGCP-2 ...................................................................................................................128
Configuration Menu ....................................................................................................................................128
Shutdown and Alarms Menu .......................................................................................................................129
Engine Control Menu ..................................................................................................................................131
Syncronizer Menu .......................................................................................................................................133
Real Load Control Menu .............................................................................................................................134
Reactive Load Control Menu ......................................................................................................................135
Process Control Menu .................................................................................................................................136
Transfer Switch Menu .................................................................................................................................137
Sequencing and Comms Menu ....................................................................................................................138
Calibration Menu.........................................................................................................................................139
Apêndice B ......................................................................................................................................................140
Instruções de Download ..................................................................................................................................140
Especificações do EGCP-2..............................................................................................................................144

Woodward iii
Ilustrações

Figura 1.1 Diagrama de Fiação para o EGCP-2........................................................................................... 2


Figura 3.1 Interface do Operador ................................................................................................................. 9
Figura 3.2 Navegação EGCP-2.................................................................................................................. 14
Figura 4.1 Visão Geral dos estados do motor fora de linha ....................................................................... 20
Figura 4.2 Tela de Estado do Sistema- Isócrono........................................................................................ 22
Figura 4.3 Tela de Estado do Sistema – Base de Carga ............................................................................. 23
Figura 4.4 Visão Geral do Motor ............................................................................................................... 24
Figura 4.5 Estados do Gerador................................................................................................................... 25
Figura 4.6 Estados das Entradas / Saídas ................................................................................................... 26
Figura 4.7 Estados do Sincronismo............................................................................................................ 27
Figura 4.8 Estados da Carga Ativa (kW) ................................................................................................... 28
Figura 4.9 Estado do controle de FP / KVAR............................................................................................ 29
Figura 4.10 Menu de Seqüenciamento......................................................................................................... 30
Figura 4.11 Menu de Seqüenciamento (Unidades Múltiplas) ..................................................................... 31
Figura 4.12 Estado da ATS (Chave de Transferência Automática). ............................................................ 32
Figura 4.13 Tela de Alarmes / Eventos........................................................................................................ 33
Figura 4.14 Registro de Eventos vazio ........................................................................................................ 34
Figura 4.15 Display do Código de Segurança.............................................................................................. 35
Figura 4.16a Lista do Menu de Configurações (Tela 1) ............................................................................ 36
Figure 4.16b Lista do Menu de Configurações (Tela 2) ............................................................................ 36
Figure 4.16c Lista do Menu de Configurações (Tela 3) ............................................................................ 37
Figura 4.17 Triângulo de Potências CA....................................................................................................... 40
Figura 4.18 Lógica do Disjuntor (BREAKER) e Lógica do Contator (CONTACTOR) ............................. 42
Figura 4.19 Alarmes de Sobre/Sub Tensão do Gerador............................................................................... 44
Figura 4.20 Sobre/Sub Freqüência do Gerador............................................................................................ 45
Figura 4.21 Função de tempo inverso de sobrecorrente............................................................................... 45
Figura 4.22 Nível de sobrecorrente – Alta corrente, curta duração.............................................................. 46
Figura 4.23 Nível de sobrecorrente - Notar que a área de sobrecorrente é a mesma ................................... 46
Figura 4.24 Potência Reversa....................................................................................................................... 47
Figura 4.25 Circuito típico usando as funções Permissive e Run para o sincronismo Auto/Manual ........... 50
Figura 4.26 Casamento de Tensão (ajuste 1% ) ........................................................................................... 50
Figura 4.27 Janela de Fase Máxima = 10 Graus ......................................................................................... 51
Figura 4.28 Processo com Ação Direta (exportação de potência)................................................................ 55
Figura 4.29 Processo com Ação indireta (importação de potência)............................................................. 55
Figura 4.30 Processo com Ação direta (importação/exportação)................................................................. 56
Figura 4.31 Miniseletora de EGCP-2........................................................................................................... 56
Figura 4.32 Medição versus Monitoração................................................................................................... 62
Figure 4.34 AVR típico com Potenciômetro externo de ajuste de tensão.................................................... 63
Figura 4.35 Droop do AVR ......................................................................................................................... 63
Figura 4.36 Entrada diretamente proporcional à Temp. da Água ou à Pressão de Óleo. ............................. 65
Figura 4.37 Osciladores controlados por tensão— Efeito do Offset............................................................ 65
Figura 4.38 Osciladores controlados por tensão— Efeito do ganho ............................................................ 65
Figura 4.39 VCO de bateria ......................................................................................................................... 66
Figura 4.40 VCO da pressão de óleo ........................................................................................................... 66
Figura 4.41 VCO de Temperatura da água .................................................................................................. 67
Figura 5.1 Modo Droop ............................................................................................................................. 74
Figura 5.2 Modo isócrono.......................................................................................................................... 75
Figura 5.3 Divisão de Carga em droop/Isócrono ....................................................................................... 75
Figura 5.4 Tempos do sincronizador - Seqüência Padrão .......................................................................... 83
Figura 5.5 Detecção de perda de rede ativa ............................................................................................... 84

Woodward iv
Figura 5.6 Gerador fora de linha (off line)................................................................................................. 84
Figura 5.7 Unidade em paralelo com a rede, com detecção de tensão/freqüência ..................................... 85
Figura 5.8 Unidade em paralelo com a rede, com detecção de surto de carga........................................... 85
Figura 5.9 Rotina Típica de Seqüenciamento Automático......................................................................... 87
Figura 5.10 Configuração Original do Sistema............................................................................................ 89
Figura 5.11 Após alteração de prioridade - unidades desligadas ................................................................. 90
Figura 5.12 Configuração original do sistema ............................................................................................. 90
Figura 5.13 Uma nova mestre assume - Uma unidade operando em barramento isolado............................ 91
Figura 5.14 Alteração da prioridade de uma unidade escrava ..................................................................... 92
Figura 5.15 Alteração da prioridade de uma unidade escrava ..................................................................... 93
Figura 5.16 Alteração da prioridade de uma unidade escrava ..................................................................... 93
Figura 5.17 Alteração da prioridade de uma unidade escrava ..................................................................... 94
Figura 5.18 Alteração da prioridade de uma unidade escrava ..................................................................... 94
Figura 5.19 Alteração da prioridade de uma unidade escrava ..................................................................... 95
Figura 6.1 Relação entre a Voltage Bias e a Tensão do Gerador ..............................................................102

Woodward v
Capítulo 1
Informações Gerais

Introdução
Este manual descreve o Pacote de Controle para Grupos Motogeradores EGCP-2 da Woodward,
modelos 8406-115 e 8406-116 (faixa de tensão máxima de entrada 9-32 Vcc).

Notas e Avisos sobre a compatibilidade com Normas


Reguladoras
Notas e Avisos sobre Instalações e Operações Gerais

• O EGCP-2 é adequado somente para uso em áreas não perigosas.


• A fiação deve obedecer aos códigos elétricos aplicáveis e estar em conformidade com a
autoridade normativa do local onde o equipamento for instalado .
• A fiação de campo deve ser adequada para pelo menos 90 °C.
• Conectar o terminal terra ao PE (Aterramento de proteção).
• Mais de um circuito vivo (ver diagrama da fiação).

Valores Nominais dos Controles Elétricos


Faixa Faixa máx.
Consumo máx. de Faixa Máx. de Faixa máx. de
Nominal de de corrente
Part Number potência à tensão Tensão de Entrada Freqüência do
Alimentação de entrada
nominal no TP Gerador
de Tensão no TC
8406-115 10-29VCC(uso 20 Watts 150-300 VCA rms 0-6 A rms 40 a 70 Hz
8406-116 em sistemas de 50-150 VCA rms
12 e 24 volts)

Woodward 1
Figura 1.1 Diagrama de Fiação para o EGCP-2

Woodward 2
48 - Blank Vazio 94 -GEN CT - C TC GERADOR - C
47- GEN PT – C TP GERADOR - C 93- GEN CT +C TC GERADOR + C
46- GEN PT + C TP GERADOR + C 92- GEN CT – B TC GERADOR – B
45- GEN PT – B TP GERADOR – B 91- GEN CT + B TC GERADOR + B
44- GEN PT + B TP GERADOR + B 90- GEN CT – A TC GERADOR – A
43- GEN PT – A TP GERADOR – A 89- GEN CT + A TC GERADOR + A
42- GEN PT + A TP GERADOR + A 88- SHIELD PROCESS SHIELD CABO
PROCESSO
41- MAIN / BUSS PT - TP PRINCIPAL /BARRA - 87- (-) PROCESS INPUT NEGATIVO ENTRADA
PROCESSO
40- MAIN / BUSS PT + TP PRINCIPAL /BARRA+ 86- (+) PROCESS INPUT POSITIVO ENTRADA
PROCESSO
39- VOLTS BIAS SHLD BLIND. TENSÃO 85- RS422 TXD - 85- RS422 TXD -
38- VOLTAGE BIAS - TENSÃO DE POLARIZ - 84- RS422 TXD + 84- RS422 TXD +
37- VOLTAGE BIAS + TENSÃO DE POLARIZ + 83- RS422 SHLD 83- RS422 SHLD
82- RS422 RXD - 82- RS422 RXD -
36- BLANK VAZIO 81- RS422 RXD + 81- RS422 RXD +
IDLE RATED / LOAD SW LENTA NOMINA/CHAVE 80- COMM GND TERRA
34 e 35 DO#12 CARGA
AUDIBLE ALARM ALARME SONORO 79- COMM + 5 COMM + 5
31, 32 e 33 DO# 11
GEN BREAKER TRIP DESARME DISJUNTOR 78- RS 485 SHLD SHIELD
28,29 e 30 DO# 10 DO GERADOR
MAINS BREAKER TRIP DESARME DISJUNTOR 77- RS 485 - RS 485 -
25, 26 e 27 DO# 09 DA REDE
76- RS 485 + RS 485 +
MAINS PT DISCONNECT DESCONEXÃO TP DA 75- SPEED BIAS SHLD BLIND. DA
23 e 24 DO# 08 REDE POLARIZAÇÃO DE
VELOCIDADE
LOCAL PT CONNECT CONEXÃO TP LOCAL 74- SPEED BIAS - POLARIZ DE VELOC -
21 e 22 DO# 07
VISUAL ALARM ALARME VISUAL 73- SPEED BIAS + POLARIZ DE VELOC +
18,19 e 20 DO# 06
17- BLANK VAZIO
ENGINE CRANK ACIONAMENTO DO
15 e 16 DO# 05 MOTOR
FUEL SOLENOID SELENÓIDE COMBUST. 72- MPU SHLD BLINDAGEM MPU
13 e 14 DO# 04
ENGINE PREGLOW 71- MPU INPUT - ENTRADA MPU -
11 e 12 DO# 03
GEN BREAKER DISJUNTOR DO 70- MPU INPUT + ENTRADA MPU +
08, 09 e 10 DO# 02 GERADOR
MAINS BREAKER DISJUNTOR DA REDE 69- OIL PRESSURE - PRESSÃO DO ÓLEO -
05,06 e 07 DO# 01
04- BLANK VAZIO 68- OIL PRESSURE + PRESSÃO DO ÓLEO +
03- BLANK VAZIO 67- COOLANT TEMP - TEMP REFRIGERAÇÃO -
INPUT POWER: ENTRADA DE TENSÃO: 66- COOLANT TEMP + TEMP REFRIGERAÇÃO+
02 (-VCC) e 01 - VCC, + VCC
(+VCC)
65- D/I COM E/D COMUM
64- (REMOTE FAULT 6) (FALHA REMOTA 6)
63- (REMOTE FAULT 5) (FALHA REMOTA 5)
62- (REMOTE FAULT 4) (FALHA REMOTA 4)
61- (REMOTE FAULT 3) (FALHA REMOTA 3)
60- (REMOTE FAULT 2) (FALHA REMOTA 2)
59- (REMOTE FAULT 1) (FALHA REMOTA 1)

Woodward 3
58- PROCESS I/E (MODO I/E PROCESSO)
MODE)
57- (MAINS C.B. AUX.) (CONT. AUX. DISJ.
REDE)
56- (GEN C. B. AUX.) (CONT. AUX. DISJ.
GERADOR)
55- (SPEED LOWER) (DIMINUI VELOCIDADE)
54- (SPEED RAISE) (AUMENTA
VELOCIDADE)
53- (VOLTAGE LOWER) (DIMINUI TENSÃO)
52- (VOLTAGE RAISE) (AUMENTA TENSÃO)
51- (RUN W/LOAD) (EXECUÇÃO C / CARGA)
50- (TEST ENGINE) (MODO TESTE)
49- (MANUAL/AUTO) (MANUAL / AUTOMÁT.)

Woodward 4
Capítulo 2
Prevenção contra Descargas Eletrostáticas

Todo equipamento eletrônico é sensível à estática e alguns componentes mais que outros. Para
proteger estes componentes contra os danos da estática, deve-se tomar algumas precauções
especiais que minimizem ou eliminem as descargas eletrostáticas.

Siga estas precauções quando estiver trabalhando com o equipamento ou perto dele.

1. Antes de realizar manutenção em controles eletrônicos, descarregue a eletricidade estática do


seu corpo para a terra tocando e segurando um objeto metálico aterrado (tubulações, painéis,
equipamento, etc.).
2. Evite a formação de eletricidade estática no seu corpo evitando vestir roupas confeccionadas
com materiais sintéticos. Vista-se de preferência roupas de algodão ou tecidos contendo
algodão, porque estes tecidos não acumulam tanta carga de eletricidade estática quanto os
produtos sintéticos.
3. Mantenha longe do equipamento e da area de trabalho materiais como: plásticos, vinil e isopor
(como copos ou recipientes de plástico ou isopor, pacotes de cigarros, embalagens de celofane,
livros de vinil ou pastas, garrafas e cinzeiros plásticos).
4. Não remova a placa de circuito impresso (PCI) do gabinete de controle a não ser que totalmente
necessário. Se tiver que remover a PCI do gabinete de controle, siga estas instruções:

• Não toque nenhuma parte da PCI. Segure-a pelas pontas.


• Não toque em condutores elétricos, conectores, ou em componentes com dispositivos
condutores ou com as mãos.
• Ao substituir uma PCI, só retire a novo PCI da embalagem plástica de proteção antiestática que
o acompanha no momento da instalação. Imediatamente após a remoção da PCI usado do
gabinete de controle, coloque-a na embalagem antiestática.

Woodward 5
Capítulo 3
Visão Geral do Controle

Introdução
O EGCP-2 consiste num controlador completo de carga de geradores baseado em microprocessador
e num pacote de gerenciamento de motor projetado para uso com um controle eletrônico de
velocidade do motor e um regulador independente de tensão para automatizar e proteger conjuntos
motogeradores à diesel ou à gás. Projetado para pequenos e médios grupos motogeradores, o
EGCP-2 pode ser configurado para operar sozinho ou paralelado à concessionária de energia. Uma
rede de EGCP-2 é capaz de controlar até oito conjuntos geradores sem operação manual, para
operação de emergência, base de carga ou aplicações de redução de demanda no horário de ponta.

As funções de controle incluem:

Controle do Motor
• Pré-Lubrificação do Motor
• Controle do Solenóide de Combustível
• Controle do Arranque do Motor
• Temporizador de Resfriamento controlado por KVA
• Monitoramento da Pressão do Óleo
• Monitoramento da Temperatura da Água
• Monitoramento da Tensão da Bateria
• Monitoramento de Velocidade com Proteção contra Sobrevelocidade
• Saída de Relé para a função Lenta / Nominal

Sincronismo
• Processamento digital de sinal para eliminar problemas induzidos em sistemas com alto teor
harmônicos que causam múltipla passagem por zero das ondas de tensão.
• Janela de fase máxima ajustável, janela de tensão e janelas de tempo de retardo tão pequenas
quanto 2o de erro e 0.1% de casamento de tensão, respectivamente.
• Lógica segura de fechamento em barra morta interna ao controle.
• Disponíveis no controle múltiplas tentativas de sincronismo com tempo de espera ajustável,
resincronismo automático e temporizador de sincronismo.
• Ajustes manuais de tensão e velocidade para o sincronismo manual (checagem de sincronismo
se mantem ativa durante os paralelismo manual).
• Sincronismo através dos disjuntores do gerador e da concessionária (rede).

Controle de Carga Ativa (kW)


• Cálculos de potência RMS real visando controle rápido e preciso da carga, mesmo em
presença de harmônicos.
• Taxas de rampas suaves, escolhidas pelo usuário, na entrada e na saída de cada modo de
operação.

Woodward 6
• Divisão de carga isócrona de até 8 unidades baseada na carga percentual (permite que máquinas
com valores nominais diferentes dividam proporcionalmente cargas de potência ativa).
• Controle de Base de Carga constante para máxima eficiência do combustível com entradas
discretas para ajuste remoto dos níveis de carga.
• Controle de Importação / Exportação com transdutor de potência externo.
• Função de transferência suave de carga com a rede.
• Base de Carga ou Referencia de Processo ajustáveis externamente com taxas de rampa
independentes.
• Droop de kW disponível para controle manual de carga.

Controle de Reativos (KVAR)


• Divisão de carga reativa (VAR) em barramentos isolados baseado nos percentuais de cargas
reativas (permite que máquinas com valores nominais diferentes dividam proporcionalmente as
cargas reativas).
• Fator de Potência Constante ou Base de Carga Reativa (VAR) em unidades que estão no modo
de controle de Base de Carga Ativa (kW) ou em modo de Controle de Processo.
• Referência de controle de VAR ou FP (fator de potência) ajustáveis externamente.

Seqüenciamento Automático do Gerador


• Parte automaticamente geradores adicionais equipados com EGCP-2 quando a carga exceder o
percentual de carga nominal das máquinas em operação especificado pelo usuário.
• Providencia descarga controlada dos motores, quando a carga do sistema for tão baixa que a
carga nos geradores restantes não exceda a percentagem de carga nominal especificada pelo
usuário.
• A seqüência de prioridade do motor pode ser alterada a partir de qualquer unidade, ou a partir
de um PC para equalizar os tempos de operação (runtime).

Recursos de Proteção do Gerador


• Sobre / Sub Tensão
• Sobre / Sub Freqüência
• Potência Reversa (com retardo de tempo inverso)
• Perda de Excitação
• Sobre Corrente (com retardo de tempo inverso)
• Detecção de perda da rede por:
- Sobre / Sub Tensão
- Sobre / Sub Freqüência
- Variação brusca de carga do gerador
• Incompatibilidade entre Velocidade / Freqüência
• Variações bruscas de carga
• Chave de Carga em KVA

Recursos de Proteção do Motor


• Alta / Baixa Temperatura do fluido refrigerante
• Alta / Baixa pressão de óleo
• Sobre Velocidade
• Excesso de tempo em processo de partida

Woodward 7
• Falha de partida
• Seis entradas de falha separadas e configuráveis pelo usuário

Interface do Computador (PC)


• Fácil upload e download dos ajustes de configuração
• Um PC pode controlar ou monitorar qualquer unidade num local através de uma simples
conexão à rede local via porta serial RS-422, utilizando os protocolos Modbus ou ServLink

Interface do Operador
A Interface de Operador do EGCP-2 foi projetada para ser simples e ter redundância de
funções em todos os modos operacionais. Telas LCD (Liquid Crystal Display) com
iluminação de fundo são usadas para exibir diversas informações de operação e estado ao
operador, bem como para a leitura dos ajustes de configuração e informação de alarme. As
luzes de fundo nas telas LCD apagam-se automaticamente após de um período de cinco
minutos de inatividade, para reduzir o consumo de energia. Para ligar novamente estas luzes
basta pressionar qualquer tecla no teclado frontal.

NOTA
A Interface de Operador do EGCP-2 só pode ser utilizada para configuração e
monitoramento da unidade. Não se pode fazer partida/parada, sincronismo, ou seleção
de modos de comando da unidade pelo painel frontal do EGCP-2.

CUIDADO!
Poderá ocorrer uma condição de insegurança se houver uso inadequado destas
ferramentas de software. Somente pessoal treinado pode ter acesso a estas ferramentas.

As telas fornecem oito linhas de Informação de Estado, com a opção de exibição de quatro linhas de
Ajustes de Setpoints ou informação de Registros de Alarme. Estas telas permitem ao usuário
monitorar e ajustar parâmetros associados ao mesmo tempo.

Woodward 8
Figura 3.1 Interface do Operador

Um LED (diodo emissor de luz) vermelho piscando repetidamente na face do controle indica
uma condição de alarme. Se permanecer continuamente ligado, indica uma condição de
parada.

Há um total de 19 teclas no teclado. Cada uma delas possui a(s) seguinte(s) função(ões):

TECLAS DE REGISTRO DE ALARME / EVENTO:

ALARM / EVENT

A tecla de ALARM / EVENT (Alarme / Evento) é utilizada para acessar o menu


de alarme e eventos na tela de display do lado direito. Quando pressionada, esta tecla mostrará no
display LCD direito o estado atual de alarmes e eventos do grupo gerador.

ALARM CLEAR

A tecla de ALARM CLEAR (Limpar Alarme) é utilizada para reconhecimento


dos eventos de alarme a partir do registro de eventos, e limpá-los (apagá-los). Ao ser pressionada,
esta tecla reconhecerá o alarme selecionado. Ao pressioná-la pela segunda vez, esta tecla fará com
que o item selecionado do evento de alarme seja removido do registro de eventos. Se o evento de
alarme selecionado foi um evento de alarme ativo, a ação associada com o evento de alarme

Woodward 9
também será eliminada da lógica do controle. Se uma saída de ALARME SONORO está ativa
(energizada), a tecla de ALARM CLEAR também irá remover a saída do ALARME SONORO
quando for pressionada pela primeira vez. Exige-se um código de segurança de Nível de Operador
ou maior para reconhecer e limpar os alarmes.

TECLAS DE NAVEGAÇÃO E AJUSTES:


SCROLL

A tecla SCROLL (ROLAGEM) é utilizada para movimentar o cursor para cima,


para baixo, à esquerda e a direita. Também é usada para incrementar e diminuir valores dentro do
menus de configuração.

ESC

A tecla ESC (ESCAPE) é usada para movimentar-se para cima (para fora) dos
níveis do menu de configuração. Também se usa quando do ajuste de um valor, para restaurar o
valor anterior, se o novo valor ainda não estiver inserido na memória (ver a tecla ENTER abaixo).

ENTER

A tecla ENTER (ENTRA) é usada para movimentar um nível para baixo (entrar)
no menu de configuração. Também é usada quando se ajusta um valor, para inserir o novo valor na
memória. Serve também como um meio para reconhecer itens de eventos de alarme na lista de
eventos de alarme sem necessidade de removê-los. Isto é conhecido como registro do item do
evento de alarme. Pressionando-se a tecla ENTER sobre o item de evento / alarme, irá “salvar” tal
item na lista de eventos. Se o evento de alarme selecionado for um evento de alarme ativo, a ação
associada ao evento de alarme então será limpada (apagada) da lógica de controle.

ESTADO E TECLAS DE CONFIGURAÇÃO:

Woodward 10
ESTADO

Ao pressionar-se a tecla ESTADO (ESTADO), os LCD’s esquerdo e direito


entrarão no modo de display de estado. Os displays de estado fornecem informação sobre diversos
itens de operação do motor e grupo gerador. Ver os botões do menu de estado (ESTADO MENU)
abaixo, para detalhes sobre as diversas teclas de estado. Não há valores ajustáveis nos menus de
estado.

CONFIG

Ao pressionar-se a tecla CONFIG (CONFIGURAÇÃO) o LCD direito entrará


no modo de configuração. Os itens do menu de configuração serão exibidos na tela direita. A
informação sobre os estados continuarão sendo exibidas na tela esquerda. Como existem diversos
itens de menu e ajustes no menu de configuração, existe um cursor que pisca no display direito
quando o modo de configuração estiver ativo.

TECLAS DE MENU DE ESTADO:

Os conteúdos dos diversos menus de estado são descritos na seção de Telas de Estado, no Capítulo
4 deste manual.

SYSTEM

Ao apertar-se a tecla SYSTEM (SISTEMA) são exibidas informações de estado


do sistema. O display de estado do sistema também é a tela de display de estado padrão (é sempre o
primeiro display a aparecer após a ativação do controle). Este display mostra informações gerais
sobre a operação do grupo Motor Gerador.

ENGINE

Woodward 11
A tecla ENGINE (MOTOR), ao ser pressionada, exibe informações de estado
sobre as funções e operação do motor.

GEN

A tecla GEN (GERADOR), quando pressionada, mostra os parâmetros das três


fases do gerador

I/O

A tecla I / O (ENTRADAS/SAÍDAS) fornece o estado de todas as entradas e


saídas discretas, bem como informações sobre as entradas e saídas analógicas.

SYNC

A tecla SYNC (SINCRONISMO) mostra informações de estado referentes ao


sincronismo via disjuntor do gerador e da rede.

KW LOAD

A tecla KW LOAD (CARGA ATIVA), quando pressionada, mostra as


informações de estado para o controle de carga em kW do EGCP-2.

PF / KVAR

Pressione a tecla PF/KVAR (FP/KVAR) para exibir informações do Modo de


controle VAR / FP, bem como as tensões e correntes das três fases do gerador.

Woodward 12
SEQUENCE

A tecla SEQUENCE (SEQUÊNCIA) oferece informação sobre seqüenciamento


para sistemas de unidades múltiplas. Nesta tela não haverá informação sobre estado de sistemas de
unidades únicas, e unidades que não estiverem no modo AUTO (automático).

ATS

A tecla ATS (CHAVE DE TRANSFERÊNCIA AUTOMÁTICA), ao ser


pressionada, exibe informações de estado sobre as funções da Chave de Transferência Automática.

Woodward 13
Procedimentos de Navegação
Os diagramas seguintes detalham passo a passo os procedimentos para navegar através do software
do EGCP-2. Além do mais, são mostradas as entradas típicas de display observadas em cada etapa.

Display LCD lado direito Display LCD lado esquerdo


TECLA PRESSIONADA
Inicialização
Estados do sistema Estados do sistema

Estados do motor acionado Estados do motor acionado

Estados do sincronizador Estados do sincronizador

Código de segurança
Estados do sincronizador

Código de segurança
Estados do sincronizador
Entrar código de segurança

Configuração
Estados do sincronizador Paradas e Alarmes
Controle do Motor
Sincronizador

Configuração
Paradas e Alarmes
Estados do sincronizador Controle do Motor
Sincronizador

Figura 3.2 Navegação EGCP-2

Woodward 14
Vem da página anterior
Configuração (*primeiro item na lista)
Estados do sincronizador Paradas e alarmes
Controle do motor
Sincronizador

Paradas e alarmes
Estados do sincronizador Controle do motor
Sincronizador
Controle de carga ativa

Controle de processo
Estados do sincronizador Chave de Transferência
Seqüênciamento e Comunicações
Calibração (*último item na lista)

Controle de processo
Estados do sincronizador Chave de Transferência
Seqüênciamento e Comunicações
Calibrações (*último item na lista)

Sequênciamento automático (*primeiro


Estados do sincronizador item na lista)
Carga max. do gerador
Retardo para próximo grupo gerador
Retardo para carga nominal
Sequênciamento automático (*primeiro
Estados do sincronizador item na lista)
Carga max. do gerador
Retardo para próximo grupo gerador
Retardo para carga nominal
Sequênciamento automático (*primeiro
Estados do sincronizador
item na lista)
Carga max. do gerador
Retardo para próximo grupo gerador
Retardo para carga nominal

Fig. 3.2 – Navegação EGCP-2 (continuação)

Woodward 15
Vem da página anterior

Display próximo grupo gerador


Estados do sincronizador 30 segundos
Woodward EGCP2
Menus de configuração

Display próximo grupo gerador


Estados do sincronizador 29 segundos
Woodward EGCP2
Menus de configuração
>sequênciamento automático (*primeiro
item na lista)
Estados do sincronizador
.>Carga max. do gerador
>Display próximo grupo gerador
> Display carga nominal
>sequênciamento automático (*primeiro
item na lista)
Estados do sincronizador .>Carga max. do gerador
>Display próximo grupo gerador
> Display carga nominal

Carga Max. gerador


Estados do sincronizador 60% seqüenciamento
%KW.0.0

>sequênciamento automático (*primeiro


item na lista)
Estados do sincronizador .>Carga max. do gerador
>Display próximo grupo gerador
> Display carga nominal

Controle de processo
Estados do sincronizador Chave de Transferência
Calibragem de Seqüênciamento e Comms
(*último item na lista)

Fig. 3.2 – Navegação EGCP-2 (continuação)

Woodward 16
Vem da página anterior
Configuração
Estados do sincronizador Paradas e alarmes
Controle do Motor
Sincronizador

Configuração
Estados das entradas/saídas Paradas e alarmes
Controle do Motor
Sincronizador

Estados das entradas/saídas Estados das entradas/saídas

Falha de acionamento
Estados das entradas/saídas 12:00 1 – 1
Alarme baixa de tensão na rede
12:00 1 - 1

Falha de acionamento
Estados do motor 12:00 1 – 1
Alarme baixa de tensão na rede
12:00 1 - 1

Falha de acionamento
Estados do motor 12:00 1 – 1
Alarme baixa de tensão na rede
12:00 1 - 1

Alarme baixa de tensão na rede


Estados do motor 12:00 1- 1
Fim da lista

Fig. 3.2 – Navegação EGCP-2 (continuação)

Woodward 17
Vem da página anterior
Alarme baixa de tensão na rede
Estados dos motor 12:00 1- 1
Fim da lista

Alarme baixa de tensão na rede


Estados do sincronizador 12:00 1- 1

Fim da lista

Alarme baixa de tensão na rede


Estados do motor 12:00 1- 1
Fim da lista

Falha de Partida
Estados do Motor 12:00 1 - 1

Fim da lista

Falha de aquecimento
Estados do Motor 12:00 1 - 1

Fim da lista

Estados do Motor Nenhum gravado

Estados do Sistema Nenhum gravado

Estados do sistema Estados do sistema

Fig. 3.2 – Navegação EGCP-2 (continuação)

Woodward 18
Capítulo 4
Visão Geral do Software

Introdução

O software usado no EGCP-2 usa a lógica de estado de máquina para operar todos os modos. A
lógica de estado de máquina baseia-se em entradas separadas, e condições específicas de operação
para desencadear uma seqüência de operações. A lógica de estado de máquina usa os seguintes
estados de máquina para operar o grupo gerador:

• Fechar Disjuntor da Rede • Sincronismo


• Abrir Disjuntor da Rede • Controle de Carga
• Partida da máquina • Fechar Disjuntor do Gerador
• Parada • Abrir Disjuntor do Gerador

Várias entradas e ações determinam qual estado de máquina está em operação em qualquer
momento dado.

Telas de Estados
Existem nove menus de estado no EGCP-2. Use as teclas de estado na frente do EGCP-2 para
acessar estes Menus de Estado. A informação nos Menus de Estado é dinâmica, atualizando-se a
cada 200 milisegundos (ms).
Ao ser ativado inicialmente o EGCP-2, mostrará por padrão a Tela de Estado do Sistema. Abaixo,
um exemplo da Tela. A Tela de Estado do Sistema pode ser acessada estando-se em qualquer outra
tela de estado pressionando-se a tecla SYSTEM.

Woodward 19
Figura 4.1 Visão Geral dos estados do motor fora de linha

A tela contém as seguintes informações:

Alarmes: Número de alarmes ativos na unidade.

Unidade #: O endereço da unidade na rede.

Alimentação de Rede (Mains): Display gráfico da condição da tensão de


alimentação da rede. Dois símbolos de “menos” (--) indicam que a tensão da rede
está fora de especificação; um símbolo de “mais” (+) indica que a tensão da rede
está dentro da especificação, mas não considerada estável (+ -); dois símbolos de
“mais” (++) indicam que a tensão da rede está dentro da especificação e estável.

Gerador: Display gráfico do estado do gerador. Dois símbolos de “menos” (--)


indicam que o gerador está fora de especificação; um símbolo de “mais” indica
que o gerador está dentro da especificação mas não determinado como estável
(+-); dois símbolos de “mais” (++) indicam que o gerador está dentro da
especificação e estável.

Motor: Estado de operação do motor.

Estados de Controle do Motor:

Woodward 20
• DESLIGADO (OFF)
• PRÉ-LUBRIFICAÇÃO (PREGLOW)
• PARTIDA (CRANK)
• FUNCIONANDO (RUN)
• RESFRIANDO (COOLDOWN)
• REDUÇÃO DE ROTAÇÃO (SPINDOWN)
• RETENTATIVA (RETRY)

Estado de Operação: Mostra se o EGCP-2 está no modo AUTO (automático) ou


MAN (manual).

Estado de Controle: Mostra o estado da lógica do controle de carga do EGCP-2.


Os estados de controle de carga são:

Estados de Controle de Carga:


• DESLIGADO
• DROOP
• ISÓCRONO
• BASE DE CARGA
• PROCESSO

kW: A carga total, em KW do gerador.

Hz: A freqüência, em Hertz, do grupo gerador.

FP: O Fator de Potência médio das três fases do grupo gerador.

kWH: O total de kW-horas acumulado produzido pelo grupo gerador. Este display
muda automaticamente para mW-horas quando o valor de kWH ultrapassa
10.000.

Tempo de Operação (Runtime): O tempo de funcionamento total acumulado do


grupo gerador.

Toda informação do display será automaticamente atualizada à medida que os modos e condições
de operação para o EGCP-2 se alterarem.

Woodward 21
Esta é a aparência da tela de Estado do Sistema, com a rede fora de especificação, o motor em
funcionamento, alimentando isocronamente uma carga de 100kW e tensão do gerador dentro dos
limites especificados. Esta seria uma tela típica se a unidade fosse ajustada para detecção da perda
da rede, e a mesma tivesse falhado.

Figura 4.2 Tela de Estado do Sistema- Isócrono

Woodward 22
Esta é a aparência da tela de visão geral do controle, para um grupo gerador que está paralelado em
base de carga com a rede à 500 kW, FP atrasado de 0,80 e com um alarme não reconhecido.

Figura 4.3 Tela de Estado do Sistema – Base de Carga

Woodward 23
O que segue é um resumo de cada uma das telas de menu de estado, começando com o resumo do
motor:

Figura 4.4 Visão Geral do Motor

HH:MM: Visor de relógio de 24 horas (horas, minutos).


MM-DD: Data (mês - dia).
Engine: Motor. O estado da função de controle do motor.
RPM: RPM do motor.
Battery Volts: Tensão da Bateria em Volts CC.
H2O Temp: Temperatura da água em graus Celsius ou Fahrenheit, dependendo
da unidade de medida selecionada na configuração.
OIL Press: Pressão do Óleo em Bar, ou PSI (libras / pol2), dependendo da
unidade de medida selecionada na configuração.
Gen Breaker: Estado do disjuntor do gerador conforme providenciada na entrada
discreta auxiliar.
Gen: O estado do gerador. Dois símbolos “menos” (--) indicam que o gerador está fora de
especificação, um símbolo “mais” (+) indica que o gerador está dentro da especificação, mas não
considerado estável (+-), dois símbolos “mais” (++) indicam que o gerador está dentro da
especificação e estável.

Woodward 24
Figura 4.5 Estados do Gerador

A B C: Leituras das três fases do gerador.


KVA: Leituras de kVA das três fases.
KW: Leituras de kW das três fases.
KVR: Leituras de KVAR das três fases.
V: Tensão em cada fase do gerador.
A: Corrente por fase para o gerador.
PF: Fator de Potência para cada fase do gerador.

NOTA
A indicação de tensão do gerador (VLL ou VLN) mudará automaticamente
dependendo do ajuste da configuração de tensão de entrada. Ver a seção do
menu de configuração deste manual para mais detalhes.

NOTA
As leituras e indicações de tensão mudarão automaticamente de “V” (volts)
para “KV” (kilovolts) quando a tensão ultrapassar 9999 V nessa entrada.

Woodward 25
Figura 4.6 Estados das Entradas / Saídas

DI: Entradas discretas 1 a 16.


DO: Saídas discretas 1 a 12.
Volt Bias: Saída % bias (ajuste) de tensão (±100% da faixa).
Speed Bias:Saída % de bias (ajuste) de velocidade (±100% da faixa).
Process In: Entrada de Processo em miliamperes (mA).

Entradas discretas Saídas discretas


1. Modo Automático 1. Fechar Disjuntor / Contator da rede
2. Modo Teste 2. Fechar Disjuntor / Contator do
3. Modo Operação com Carga Gerador
4. Aumentar Tensão 3. Pré-lubrificação do Motor
5. Diminuir Tensão 4. Solenóide de Combustível
6. Aumentar Velocidade 5. Motor de Partida
7. Diminuir Velocidade 6. Relé de Alarme Visual
8. Contato Auxiliar do Disjuntor do 7. Conexão do TP do Barramento Local
Gerador 8. Desconexão do TP da rede
9. Contato Auxiliar do Disjuntor da Rede 9. Abre Disjuntor da rede
10. Controle de Processo 10. Abre Disjuntor do Gerador
11-16. Entradas Remotas de Alarme / 11. Alarme Sonoro
Desligamento 12. Chave de carga em KVA, ou Chave
Lenta / Nominal, dependendo da
configuração

Woodward 26
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Figura 4.7 Estados do Sincronismo

Slip: Diferença de freqüência em Hz do gerador com relação ao


barramento ou rede à qual está em paralelo.
Phase: Diferença de ângulo de fase em graus entre o gerador e o
barramento ou rede com a qual está em paralelo.
Volts: Diferença de potencial percentual entre o gerador e o barramento
ou rede com a qual está em paralelo.
Mains / Bus: Entrada de TP ativa monitorada pelo EGCP-2.
Dead Bus: Indica se a entrada TP (rede ou barramento) que está sendo
medida está inativa.
Synchronizer Status: Exibe os estados do sincronizador. Estes são os
seguintes:
Fechar Disjuntor do Gerador
Abrir Disjuntor do Gerador
Fechar Disjuntor da Rede
Abrir Disjuntor da rede
Temporizador do Sincronizador

Woodward 27
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

VB: Saída de Bias (Ajuste) de Tensão (%)


SB: Saída de Bias (Ajuste) de Velocidade (%)
GEN A: Tensão do gerador.
MAINS: Tensão da entrada de TP ativa monitorada pelo sincronizador.

NOTA
A indicação de tensão do gerador (VLL ou VLN) mudará
automaticamente dependendo do ajuste da configuração de tensão de
entrada. Ver a seção do menu de configuração deste manual para mais
detalhes.
NOTA
As leituras e indicações de tensão mudarão automaticamente de “V”
(volts) para “KV” (kilovolts) quando a tensão ultrapassar 9999 V nessa
entrada.

NOTA
O sincronizador exibirá **** no lugar da Diferença, Fase, e Volts, quando
o estiver inativo ou desligado.

Figura 4.8 Estados da Carga Ativa (kW)

Generator KW: A soma da potência em kW das três fases do


Gerador.
Load Reference: A referência de carga, em kW para o
gerador.

Woodward 28
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

System Load: A carga de sistema calculada para todas as


unidades operando no modo isócrono de divisão de
carga. Esta leitura está ativa somente nas unidades
em divisão de carga.
Control: O modo de controle de carga atual em
operação.
Process In: O valor medido da entrada de processo em 4-20 mA
ou 1-5 VCC.

NOTA:
A leitura de entrada de processo será sempre escalada em mA. Se for
usada uma entrada de tensão, a leitura da entrada de processo multiplicada
por 243 converterá a leitura de mA diretamente para a tensão na entrada.

Process Ref: A referência de processo para o controle de


processo.
Master Sync Cmd: O comando mestre de bias (ajuste) para o
sincronizador e o controle de carga (%).
Master Volt Cmd: O comando mestre de bias (ajuste) de tensão (%).

NOTA:
Os comandos master de sincronismo e de tensão estão ativos somente nas
unidades em AUTO em sistemas com múltiplas unidades.

Figura 4.9 Estado do controle de FP / KVAR

VAR / PF MODE: O modo de controle VAR / PF configurado.


PF REFERENCE: O valor referência de controle de fator de potência.

NOTA

Woodward 29
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

A referência do Fator de Potência (FP) muda para KVAR REF quando se


opera em controle de VAR.

PF: O FP médio das três fases do gerador.


A B C: Indicação da leitura das fases A, B, C do gerador.
V: Leituras de tensão das três fases do gerador.
A: Leituras da corrente das três fases do gerador.
KVAR: Leitura do KVAR total para o gerador.

Figura 4.10 Menu de Seqüenciamento

Unit: Endereço de Rede de todas as unidades em Auto na rede


RS-485.
Oper: Unidades em Auto, e na rede com seus disjuntores
fechados e sob carga.
Prty: Prioridade de Rede para todas as unidades em Auto na
rede.
Master Unit: Unidade com a maior prioridade (número mais baixo de
prioridade) que está na rede e em Auto.
Next On: Endereço de Rede da próxima unidade que, na seqüência,
entrará na rede.
Next Off: Endereço de rede da próxima unidade que, na seqüência,
sairá da rede.
Total On Load: Número total de unidades em divisão de carga operando
em modo isócrono.
Gen Breaker: Estado do disjuntor do gerador como determinado pela
entrada discreta gen CB aux.

Woodward 30
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

O exemplo abaixo mostra uma tela típica de seqüenciamento para um sistema de 5


unidades.

Figura 4.11 Menu de Seqüenciamento (Unidades Múltiplas)

Como mostrado na tela de seqüenciamento:

Units 1, 3, e 5 estão em carga e com os disjuntores do gerador fechados.


Next On é a unidade número 2, que possui prioridade de rede 4.
Next Off é a unidade número 5, que possui prioridade de rede 3.
Master Unit neste sistema é a unidade com a prioridade mais alta, que é
a unidade número um.

NOTA
Os estado de seqüenciamento são exibidos quando a unidade está em Auto
e configurada para Unidades Múltiplas.

NOTA
As unidades com paradas (shutdowns) ativos sairão elas mesmas do menu
de seqüenciamento até que a condição de parada seja solucionada.

Woodward 31
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Figura 4.12 Estado da ATS (Chave de Transferência Automática).

Mains: Display gráfico da condição da Rede. Dois símbolos “menos” (--) indicam que a rede
está fora de especificação, um símbolo “mais” (+) indica que a rede está dentro da
especificação, mas não considerada estável (+-), dois símbolos “mais” (++) indicam que
a rede está dentro da especificação e estável.
Gen: Display gráfico da condição do Gerador Dois símbolos “menos” (--)
indicam que o Gerador está fora de especificação, um símbolo “mais” (+)
indica que o Gerador está dentro da especificação, mas não considerado
estável (+-), dois símbolos “mais” (++) indicam que o Gerador está dentro
da especificação e estável.

Mains Breaker: Estado do disjuntor da rede conforme entrada discreta


mains cb aux.

Gen Breaker: Estado do disjuntor do gerador conforme entrada discreta


gen cb aux.

Synch: Modo de controle do sincronizador.

Mains / Bus: Entrada do TP sendo monitorada pela entrada Mains/Bus


PT, através da lógica de saída discreta de desconexão do TP rede,
conexão do TP do barramento.

Bus Dead: Indicação de barramento local vivo ou morto, conforme


determinado pela tensão no barramento e pelo estado das entradas dos
disjuntores do gerador e da rede.

Master Sync Cmd: Comando mestre de bias (ajuste) do sincronizador e


do controle de carga(%).
Master Volt Cmd: Comando mestre de bias (ajuste) de tensão (%).

Woodward 32
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

NOTA
Os comandos master sync e master volt somente estão ativos em unidades
em AUTO em sistemas de múltiplas unidades.

Registros de Alarmes/Eventos

O botão de Alarm / Event proporciona acesso aos Registros de Alarmes e Eventos do EGCP-2.
Este registro cronológico contém até oito itens individuais de Alarmes ou Desligamentos.
Quando se pressiona o botão de Alarm / Event no teclado do EGCP-2, a tela LCD direita
mostrará o registro de Alarmes / Eventos. Este registro cronológico exibe as seguintes
informações. Para navegar dentro do registro de Alarmes / Eventos, ver a seção de navegação
do menu, neste manual.

Figura 4.13 Tela de Alarmes / Eventos

ALARM NAME: Nome conforme definido pelo evento específico de aviso,


alarme ou desligamento.
HH:MM Hora e minuto da ocorrência da alarme.
MM-DD Mês e Dia da ocorrência do alarme.
#### Valor da entrada no momento da alarme. Este valor
somente se torna visível com senha de nível de supervisor
ou maior.

Caso a tecla de registro de alarmes / eventos tenha sido pressionada e não haja alarmes
ativos ou registrados, o display terá esta aparência:

Woodward 33
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Figura 4.14 Registro de Eventos vazio

Os alarmes exibidos no registro cronológico de alarmes / eventos são organizados pela ordem de
“primeiro a entrar, último a sair” (FILO). No topo da lista aparecerão os alarmes mais recentes,
seguidos pelos mais antigos. Caso o total de alarmes registrados e não reconhecidos exceda
dezesseis, os alarmes mais antigos serão retirados da lista para dar lugar aos novos eventos.

Woodward 34
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Configuration Menu (Menus de Configurações)


Pressionando-se a tecla Config no teclado do EGCP-2, a tela LCD direita mudará para os menus
de configuração. O primeiro item neste menu é o Security Code (Código de Segurança). O valor
do Código de Segurança determinará que menus de configuração serão acessados. O Código de
Segurança também é usado para determinar o nível de acesso usado para o registro cronológico
de Alarmes / Eventos.

Figura 4.15 Display do Código de Segurança

Quando é inserido um Código de Segurança válido, aparece a lista do menu de configurações,


que permite ao usuário configurar, calibrar e ajustar todos os itens relativos à operação do
EGCP-2.

Woodward 35
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Figura 4.16a Lista do Menu de Configurações (Tela 1)

Figure 4.16b Lista do Menu de Configurações (Tela 2)

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Figure 4.16c Lista do Menu de Configurações (Tela 3)

NOTA

Consulte o manual 26108 (fornecido com o controle) para informações


quanto aos códigos de segurança e níveis de acesso.

Diversos códigos de Segurança acessam diferentes partes das telas de configurações,


dependendo do nível do código de segurança utilizado. As teclas de “rolar” para cima e
“rolar” para baixo são empregadas para mover o cursor que pisca para o menu de sintonia
que o usuário pretenda acessar. Apertando-se a tecla ENTER, aparecerá o menu de
configurações. Veja a seção de Menu de Navegação neste manual para mais informações
sobre como navegar através dos menus de configurações.

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Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Itens do Menu de Configurações

Código de Segurança requerido para o acesso


Para acessar os menus de configurações é necessário um código de segurança de quatro dígitos.
Se for inserido um código incorreto, ou o código válido não for inserido dentro de 60 segundos,
os displays voltarão ao padrão do Estados do Sistema.

Código de Segurança
• Níveis de Acesso
−Monitor (sem código de segurança)
Acesso a todas as Telas de Estado, e Display de Registros de Alarme / Evento.
−Operador
Acesso ao Registro de Alarmes e Prioridade de Rede (reconhecer e salvar), e a todos os itens
permitidos pelo Código de Segurança do Monitor.
−Supervisor
Permite o acesso aos Endereços de Rede e Ajustes de Tempo, e a todos os itens cujo acesso é
permitido pelo Código de Segurança do Operador.
−Técnico
Permite o acesso a todos os ajustes, exceto ao tempo de funcionamento do motor e calibração. E
a todos os itens com acesso permitido pelo Código de Segurança do Supervisor.
−Fábrica
Permite o acesso ao tempo de execução do motor e ajustes de calibragem (Acesso Total).

Verificações de Integridade:
Para prevenir qualquer configuração inadequada do controle, o software realiza
automaticamente as seguintes “verificações de integridade”:

• Todos os itens no Menu de Configurações devem ser analisados e confirmados antes que a
operação do motor seja permitida. Os itens não analisados e confirmados serão assinalados
com um asterisco (*) próximos a eles na tela. Normalmente este passo é feito na fábrica, e o
sinal de asterisco não aparecerá na maior parte das circunstâncias.

• Os Itens de Configuração que receberam valores diferentes dos valores normais calculados
serão indicados pelo sinal (#). Estes valores devem ser inseridos adequadamente antes que
seja permitida a operação do motor. Condições de Avisos, Desligamentos e Alarmes
também são ignorados pelo controle até os valores estarem corretos.

Todos os Parâmetros do Gerador (kVA, kW, kVAR, Freqüência, e Tensão Nominal)


devem estar dentro das faixas da verificação de integridade, como definido a seguir:

• Relações de TP e TC
• Tensão de Referência
• Número de Pólos
• Velocidade Nominal
• Freqüência Nominal

Endereço de rede (1 a 8)
• Endereço Único para cada unidade no Sistema.
• Máximo de 8 unidades na rede.

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Prioridade de rede (1 a 8)

• Prioridade Única para cada unidade no sistema.


• A prioridade ativa mais baixa é considerada Master.
• Máximo de 8 unidades na rede.
• Seqüenciamento efetivo desde a mais baixa até a mais alta prioridade.
• Quando a prioridade é diminuída abaixo de 1, o valor mudará para “ Set All”. Se a tecla
ENTER for pressionada quando este valor estiver no display, o display mudará e mostrará
todas as unidades em Auto na rede, e suas prioridades. A prioridade de rede de qualquer
unidade pode ser mudada utilizando as teclas de direção (esquerda / direita e acima / abaixo)
no comando. Uma vez realizadas as alterações, as mesmas são aceitas apertando-se duas
vezes a tecla correspondente. Pressionando-se a tecla ESC quando na configuração “Set
All”, as prioridades anteriores serão recuperadas.

Número de Pólos (numérico)


• Determina a Relação Velocidade / Freqüência.
• Usado para Alarme / Desligamento por disparidade entre Velocidade e Freqüência.

Número de Dentes (numérico)


• Determina a escala da rotação (rpm).
• Leituras / Alarmes de Velocidade do Motor.

Freqüência do Sistema (50/60 Hz.)


• Usada como base para a análise das formas de onda do gerador
• Define a freqüência de operação típica do gerador.

Velocidade Nominal (numérica)


• Velocidade Síncrona do Grupo Gerador.
• Usada no Cálculo de Velocidade para determinar o período de amostragem para a entrada
MPU.

KW Nominal (numérico)
• kW Nominal do Gerador.

KVA Nominal (numérico)


• Usado para determinar a Corrente Nominal do Gerador para o nível mínimo de sobrecarga.
• Equação: I=KVA / Tensão Nominal.

KVAR Nominal (numérico)


• KVAR Nominal da Unidade.
• Normalmente, 0,6 x KVA nominal.
• KVA nominal deve ser menor/igual que a Tensão de Referência x Relação primária do
TC
• KW nominal deve ser menor / igual que o kVA nominal.
• KVAR nominal deve ser menor / igual que o KVA nominal.
• Quaisquer valores que saírem destas faixas aparecerão na tela com o símbolo (#)
próximo a eles. Isto indica que o valor está fora da faixa, e o motor não irá funcionar até
que o símbolo # seja excluído após a inserção dos valores corretos.

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KW / KVA=FP
COSØ =KW/KVA
KVA2=KW2+KVAR2
KVA= √ (KW2 + KVAR2)

Figura 4.17 Triângulo de Potências CA

Relação do TC (numérico : 5)
Lê a entrada de corrente do TC detectada como se observa no gerador, transformando-a em
valores proporcionais para processamento interno.
Usado para Algoritmo de Monitoramento de Carga.
(KVA, KW, KVAR, FP)
Usado para Alarmes / Desligamentos.
Sobrecorrente, Limites de KW, Corrente Inversa, etc.

Relação do TP (numérico : 1)
Lê a entrada de níveis de tensão do TP detectada medidos no gerador, transformando-a em
valores proporcionais para processamento interno.
Usado para Algoritmo de Monitoramento de Carga.
(KVA, KW, KVAR, FP)
Usado para Casamento de Tensão
Usado para Detecção de Freqüência do Gerador
Usado para detecção de Alarme / Desligamento
Sobre e Sub Tensão
Limites de KW, etc

Entrada de Tensão (Estrela L-N, Delta L-L)


Ajustado para monitoração / transformação entre o gerador e o EGCP-2.
Define que cálculos serão usados para KW, KVA, KVAR, etc.
Define o tipo de entrada esperada para níveis de tensão nos menus de ajustes.
Ajusta a indicação usada para todas as leituras de estado de gerador e tensão da Rede.
Conexão Y (Estrela), Gerador ou Transformador
− 4 Fios
− Tensão Fase-Neutro exigida para todos os itens de menus de ajuste que requeiram ajustes de
tensão.
Conexão Delta , Gerador ou Transformador
− 3 Fios
− Tensão Fase-Fase exigida para todos os itens de menus de ajuste que requeiram ajustes de
tensão.

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Tensão de Referência (numérico)


Tensão operacional do Gerador obtida da Placa de Identificação do Gerador.
−Usado para divisão de VAR/FP, como referência em relação a qual os múltiplos geradores irão
dividir carga reativa. Isto mantém a referência de tensão nos modos de divisão do fator de
potência ou de controle KVAR num barramento isolado.

Unidades de Trabalho
Americana
– Ajusta as leituras de temperatura para graus Fahrenheit (F), e a pressão para Libras por
Polegada ao Quadrado (PSI).
Métrica
– Ajusta as leituras de temperatura para graus Celsius (C) , e a pressão para Bar (BAR).

Ajuste de Data
Ajusta a data usada pelo controle para marcação de horário de Alarmes / Eventos, e
displays.

Ajuste de horário
Ajusta o tempo usado pelo controle para marcação de horário de Alarmes / Eventos, e
displays.

Função do Relé No 12
Chave de Carga KVA
o
– Define a Saída separada N 12 como a chave de carga de KVA.
– Usa os itens de valores de KVA alto e KVA baixo no menu de configuração do controle de
carga.

Chave Lenta / Nominal


– Define a Saída separada No 12 como chave de velocidade Lenta / Nominal. Esta saída é
normalmente usada para enviar automaticamente ao controle de velocidade do motor um
comando lenta/nominal após a partida.
– Utiliza os itens de Velocidade Lenta e Tempo de Lenta no menu de configuração de controle
do motor.

Tipos de Speed Bias (Ajuste de Velocidade)


+/- 3VCC (WGC)
– Ajusta a saída de speed bias para a faixa de +/- 3VCC, 0VDC significa saída zero,
– -3VDC é – 100% de saída de bias de velocidade
– +3VDC é +100% de saída de bias de velocidade

0.5 to 4.5VCC (DDEC)


– Ajusta a saída de speed bias de 0,5 à 4.5VCC.
– 2.5VCC é zero,
– 0,5VCC é – 100% de saída de bias de velocidade,
– 4.5VCC é +80% de saída de bias de velocidade.

500 Hz PWM = modulação por largura de pulso (adem)


– Ajusta a saída de speed bias para a faixa de 500 Hz de Modulação por Largura de Pulso
(PWM).
– 50% do ciclo de trabalho = 0% de saída de bias de velocidade,
– 0% do ciclo de trabalho = -100% de saída de bias de velocidade,
- 100% do ciclo de trabalho = +100% de saída de bias de velocidade.

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Tipos de Voltage Bias (Ajuste de Tensão)


Ajusta a faixa de tensão de saída de voltage bias.
+/- 9VCC
– 0 VCC = 0% de bias de tensão
– – 9 VDC = -100% bias de tensão
+9 VCC = +100% de bias de tensão
+/- 3VCC
– 0 VCC = 0% de bias de tensão
– – 3 VCC = -100% de bias de tensão
– +3 VCC = +100% de bias de tensão
+/- 1VCC
– 0 VCC = 0% de bias de tensão
– – 1 VCC = -100% de bias de tensão
– +1 VCC = +100% de bias de tensão

Ação de controle dos Disjuntores (Disjuntor / Contactor)


• Define a ação de comando para fechamento do disjuntor do Gerador e da rede.
• Na opção BREAKER (Disjuntor) são enviados sinais independententes e momentâneos de
fechamento e de abertura.
• Na opção CONTACTOR (Contator) , é enviado um sinal continuo de fechamento de
disjuntor através da saída do relé do comando de fechamento do disjuntor. Este sinal é
removido para abertura do contactor.

Relés interno do EGCP-2 Conexões Externas de Fiação

Fechamento do disjuntor
do gerador
Bobina de fechamento do
disjuntor do gerador
Desarme do disjuntor
do gerador
Bobina de abertura do
disjuntor do gerador

Lógica típica baseada na opção BREAKER.


(Mostram-se as saídas do disjuntor do gerador)

Relé interno do EGCP-2 Conexões Externas de Fiação


Fechamento do disjuntor
do gerador
Bobina de abertura /
fechamento do contator
do gerador
Desarme do disjuntor
do gerador Sem conexão

Lógica típica baseada na opção C0NTACTOR.


(Mostram-se as saídas do disjuntor do gerador)

Figura 4.18 Lógica do Disjuntor (BREAKER) e Lógica do Contator (CONTACTOR)

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Modos de Operação
• Paralelo com a Rede (Mains Parallel) ou Não paralelo (No Parallel)
• Paralelo com a rede permitirá que a unidade seja sincronizada com a rede, e também
que alimente a carga enquanto estiver em paralelo com a rede (transição fechada).
• Não Paralelo não permitirá que a unidade opere com carga até que o disjuntor da rede
seja detectado como aberto (transição aberta).
• Todas as unidades operando num sistema de divisão de carga devem ser ajustadas para
o mesmo parâmetro, isto é, Paralelo com a rede, ou Não Paralelo.

Número de unidades (únicas, múltiplas)


• Define se a unidade é parte de um sistema de múltiplas unidades ou não.
• Se for unidade única, não haverá partida automática, nem auto seqüenciamento, carga
ou Divisão de FP com outras unidades sob nenhuma circunstância. A unidade exibe
“unidade única sem seqüenciamento” na tela de seqüenciamento. Os ajustes de
prioridade de rede e endereço de rede são automaticamente removidos do menu de
configuração.
• Se for unidade múltipla, estarão disponíveis a partida automática, seqüenciamento
automático, divisão de carga e VAR / FP entre todas as unidades múltiplas. A unidade
exibe a informação de seqüenciamento do sistema na tela de seqüenciamento. Os
ajustes de prioridade de rede e endereço de rede são adicionados automaticamente ao
menu de configuração. A unidade deve estar no modo Auto para comunicar-se através
da rede de controle interno (RS-485).

Shutdowns and Alarms (Desligamentos e Alarmes)

O menu de desligamento e alarmes é usado para configurar as diversas funções do EGCP-2.


Cada ajuste de alarme pode ser configurado da seguinte maneira:
• Desabilitado
• Aviso— o LED no controle pisca.
• Alarme Visual - o LED pisca e o relé de alarme visual é energizado.
• Alarme sonoro - o LED pisca e os relés de alarme visual e sonoro são energizados.
• Parada Suave - o LED acende, os relés de alarme visual e sonoro são energizados, o
selenóide de combustível é desenergizado. A unidade descarrega suavemente e entra no
ciclo temporização de resfriamento, quando for o caso. A unidade sai por si mesma da
ordem de seqüência automática.
• Parada Brusca - Mesma coisa que acima, mas abre imediatamente o disjuntor do
gerador e desenergiza o solenóide de combustível.

Alarme de Range de tensão


• O alarme/desligamento refere-se a um excesso de sinal de bias (ajuste) de tensão do EGCP-
2 para o AVR.
• Pré-ajustado para disparar quando a saída chega a ±100% de bias (ajuste).
• Indica que o AVR não está respondendo à saída de bias (ajuste) de tensão como deveria.

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Limite de sobre tensão do gerador (ponto de corte do bias de Tensão)

Tensão nominal do gerador

operação
Faixa de

Limite de sub tensão do gerador (ponto de corte do bias de Tensão)

Figura 4.19 Alarmes de Sobre/Sub Tensão do Gerador

Limite de sobre tensão do gerador (numérico)


• Ajusta o nível máximo permitido de tensão do gerador.
• Se a tensão estiver acima do Limite Alto, o gerador não é considerado estável, e é
inadequado para o fechamento do disjuntor.

Limite de sub tensão do gerador (numérico)


• Ajusta o nível mínimo permitido de tensão do gerador.
• Se a tensão estiver abaixo do Limite Baixo, o gerador não é considerado estável, e é
inadequado para o fechamento do disjuntor.
• O bias de tensão não diminuirá enquanto a tensão do gerador estiver abaixo do limite
inferior.

Alarme de Limite de Sobre/Sub tensão do gerador


• Mesmo que o ajuste do alarme para os limites de sobre/sub tensão esteja desativado, o bias
de tensão não permitirá que o ajuste ultrapasse esses limites.
• O mesmo é verdadeiro para o sincronizador, que não permitirá o fechamento do disjuntor
do gerador, se os limites de alta e baixa tensão forem atingidos ou ultrapassados durante um
período de tempo maior do que o ajuste do temporizador de tensão do gerador.

Retardo do Alarme de Tensão


• Ajusta o tempo mínimo, em segundos, permitido antes que sejam ativados os alarmes de
limite de alta/baixa tensão do gerador. Isto permite que ocorram transientes de curta duração
na tensão no gerador sem que os alarmes sejam ativados.

Limite superior de freqüência do gerador (numérico)


• Ajusta o nível máximo permitido de freqüência do gerador.
• Se a freqüência estiver acima do limite superior, o gerador não é considerado estável, e é
inadequado para o fechamento do disjuntor.

Limite inferior de freqüência do gerador (numérico)


• Ajusta o nível mínimo permitido de freqüência do gerador.
• Se a freqüência estiver abaixo do limite inferior, o gerador não é considerado estável e é
inadequado para o fechamento do disjuntor.

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Limite superior de frequencia do gerador (ponto de corte do bias de velocidade)

Velocidade síncrona (50 / 60 Hz)

operação
Faixa de

Limite inferior de frequencia do gerador (ponto de corte do bias de velocidade)

Figura 4.20 Sobre/Sub Freqüência do Gerador

Alarmes dos limites de sobre/sub freqüência do gerador


• Mesmo que o ajuste do alarme esteja em Desativado, o bias de velocidade não permitirá
seu ajuste abaixo destes limites.
• O mesmo é verdadeiro para o sincronizador, que não permitirá o fechamento do disjuntor
do gerador, se os limites de alta e baixa freqüência forem atingidos ou mesmo excedidos.

Alarme de descompasso Velocidade/Freqüência


• Compara a freqüência do gerador com a rotação do motor e alerta se houver descompasso
na relação entre elas.
• Usado para indicar perda de MPU, ou perda de tensão de campo do gerador.

Nível de Sobrecorrente (numérico)


• Sensora as três fases e seleciona a fase com a corrente mais elevada.
• Ajuste para sobrecorrente por fase.
• A detecção da sobrecorrente inicia-se quando a corrente excede a corrente nominal
determinada pelos valores da Tensão de Referência e KVA Nominal no menu de
configuração: (KVA/ Tensão Ref.)/3.
• Usa Função de Tempo inverso como base para a detecção de sobrecorrente. Isto permite
níveis diferentes de sobrecorrente baseado no tempo máximo.

Retardo de sobrecorrente (Numérico)

Ampere
s zona de desarme por
Por fase sobrecorrente
Nível de
b t

100% da corrente

retardo de sobrecorrente tempo

Figura 4.21 Função de tempo inverso de sobrecorrente

Woodward 45
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Amperes
por fase zona de desarme de
sobrecorrente
Nível de
b t

100% da corrente

Retardo de sobrecorrente tempo

Figura 4.22 Nível de sobrecorrente – Alta corrente, curta duração

Amperes
por fase zona de desarme de
corrente excessiva
Nível de
b t

100% da corrente

Retardo de sobrecorrente tempo

Figura 4.23 Nível de sobrecorrente - Notar que a área de sobrecorrente é a mesma

Nível de Potência Reversa (numérico)


• A condição de potência reversa inicia-se quando o kW detectado no gerador é negativo.
• Os níveis de disparo da potência reversa depende da amplitude e duração da condição de
potência reversa.

Retardo de Potência Reversa (numérico)


• A potência reversa também usa uma função de tempo inversa.

Potência Reversa Mínima (numérico)


• Nível mínimo de potência reversa que pode causar uma condição de alarme. Os níveis
de potência reversa abaixo deste ajuste não causarão uma condição de alarme,
independentemente da duração. Quando o nível de potência reversa exceder este ajuste,
o retardo da potência reversa começa, e a acumulação da amplitude da potência inversa
é monitorada pelo controle.

Woodward 46
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Inicio do retardo da
potência reversa
Tempo
Potência
reversa
mínima

Nível de
potência reversa

Figura 4.24 Potência Reversa

Perda de excitação (LOE) (numérico)


Ajustado como uma percentagem da carga KVAR total no gerador que pode ser aplicada
como um bloco de carga reativa à unidade. Se o controle detectar alterações nas cargas
KVAR aplicadas instantaneamente maiores do que este valor, o alarme LOE é disparado.
Usado para indicar perda da excitação de campo para o gerador.

Falhas Remotas #1 a #6
Cada falha é programável da seguinte maneira:
Desabilitada
Aviso
Alarme visual
Alarme sonoro
Desligamento suave (soft shutdown)
Desligamento brusco (hard shutdown)

Falhas Remotas #1 a #6:


Cada alarme possui um retardo de tempo programável (0 a 30000 segundos).
Cada alarme pode ser ajustado para qualquer nível de alarme padrão ou desligamento.
Falhas externas #1 e #2 não iniciam o retardo de tempo até depois de haver expirado o
período estável do gerador.

Engine Control (Controle do Motor)


Preglow Time (Tempo de pré-lubrificação)
Tempo de pré-lubrificação permitido antes do início do ciclo de partida do motor.
Mantido durante o ciclo de partida do motor.
Reiniciado após cada novo ciclo de partida do motor.

Crank Time (Tempo de partida do motor)


Tempo máximo permitido para a partida do motor.

Crank Cutout (Corte da Partida)


Nível de rpm onde é retirado o comando de partida.

Crank Delay (Retardo de Partida)


Tempo de espera entre tentativas sucessivas de partida do motor.

Crank Repeat (Repetição de partida)


Número de vezes que o EGCP-2 tentará repetir uma partida no motor. O número de
tentativas será igual do número de Crank Repeats + 1.

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Crank Fail (Falha na partida)


Setpoint de Alarme.
É ativado quando o número de tentativas de partida foi excedido.

Idle/Rated Speed (Velocidade Lenta/Nominal)


Se a saída do relé no 12 estiver configurada para chave Lenta/Nominal, este valor
configurará a velocidade na qual começa o tempo Lenta/Nominal.
Valor deve ser aprox. 10% menor que a velocidade Lenta real do grupo gerador.

Idle/Rated Time (Tempo Lenta/Nominal)


Temporizador que ajusta o retardo em segundos que o EGCP-2 espera uma vez ultrapassado
o ajuste de velocidade Lenta/Nominal. Uma vez ultrapassado o tempo Lenta/Nominal, o
EGCP-2 energizará a saída discreta no 12 (se a saída do Relé no 12 estiver configurada para
a função de Lenta/Nominal).

Cooldown Time (Tempo de resfriamento)


Tempo permitido para resfriamento quando o motor entrar em um ciclo de parada.
Deve exceder o limite de resfriamento antes de ativado (ver o próximo display).

Cooldown Limit (Limite de resfriamento)


Ajuste em KVA no qual, quando for ultrapassado, o motor irá para o resfriamento durante o
ciclo de parada.

Engine Runtime (Tempo de funcionamento do motor)


Horas de funcionamento do motor
Incrementado em horas.
Retido na memória EEPROM — Não requer alimentação para guardar os valores anteriores.
Atualizado a cada 4 horas de operação, e a cada parada do motor.

MW Hours (megawatts/horas)
MW Horas no gerador
Incrementos em 0,1 MWH.
Retido na memória EEPROM . Atualizado a cada 4 horas de operação, e a cada parada do
motor.

Overspeed (Sobrevelocidade) (numérico)


Ajustado para o limite de sobrevelocidade do motor.
Normalmente ajustado para desligamento brusco, por medida de segurança.
Normalmente ajustado para 10% acima da velocidade nominal do motor.

Battery Voltage High Limit (Limite de alta tensão da bateria) (numérico)


A tensão detectada de CC supre ao EGCP-2.
Pode ser usado para detectar um circuito de carga defeituoso.

Battery Voltage Low Limit (Limite de baixa tensão da bateria) (numérico)


Usado para detectar um carregador de bateria fraco ou defeituoso.
Automaticamente Desativado durante a partida do motor.

High H20 Temperature (Alta temperatura da água) (numérico)


Utiliza um sensor de temperatura montado no motor.
Ativa-se uma vez que o gerador é considerado estável.
O Display é selecionável para graus F (Americano) ou graus C (Métrico).

Low H2O Temperature (Baixa temperatura da água) (numérico)


De utilidade para a detecção de falha no aquecedor de água.
Sempre ativo.

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High Oil Pressure (Alta pressão do Óleo) (numérico)


Utiliza sensor de pressão montado no motor.
Ativo quando o gerador está estável.
O Display é selecionável para PSI (Americano) ou Bar (Métrico).

Low Oil Pressure (Baixa pressão do Óleo)


Utilizado para detectar falha no sistema de lubrificação de óleo.
Ativo quando o gerador está estável.

Synchoscope (Sincronoscópio)

Modos de sincronismo

Permissive (Permissivo)
Atua como um dispositivo de verificação do sincronizador.
O EGCP-2 não emitirá comandos de bias de velocidade ou tensão, mas se as condições de
sincronismo estiverem dentro das especificações (fase e tensão), o controle emitirá um
comando de fechamento de disjuntor.

Check (Verificação)
Utilizado para checar o sincronizador antes de sua ativação.
O EGCP-2 sincroniza ativamente o gerador emitindo comandos de bias de velocidade e
tensão, mas não emite comandos de fechamento aos disjuntores.

Run (Automático)
Modo de operação normal (automático).
Sincroniza ativamente e emite comandos de fechamento de disjuntor.
O EGCP-2 DEVE estar em RUN (execução) para operar em fechamento de barra morta.
Em sistemas de unidades múltiplas o EGCP-2 DEVE estar em AUTO para habilitar o
controle do disjuntor.

Woodward 49
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Manual close =
Breaker close = fechamento do disjuntor
Auto/man switch = chaveamento auto/man

Fechamento Manual

Fecha Disjuntor

Chave
Auto/Man

Figura 4.25 Circuito típico usando as funções Permissive e Run para o sincronismo
Auto/Manual

Synchronizer Gain (Ganho do sincronizador)


Ajusta o ganho da saída de bias de velocidade do sincronizador.

Synchronizer Stability (Estabilidade do sincronizador)


Ajusta a estabilidade da saída de bias de velocidade do sincronizador.
Tanto o ganho como a estabilidade são usados para sintonizar a resposta dinâmica do
sincronizador.

Gain (Ganho)
Multiplicador de ganho para sinal de saída proporcional ao erro de fase.

Stability (Estabilidade)
Estabilidade (Integrador dx/dt em segundos por repetição)

Voltage Matching - Casamento de Tensão (habilitada ou desabilitada)


Habilita/Desabilita o recurso de casamento de tensão do EGCP-2.
Habilita o ajuste da janela de Tensão.

Voltage Window (Janela de Tensão) (numérico)


Percentual total de erro permitido entre o gerador e o barramento, ou entre o gerador e a
Rede.
O EGCP-2 não emitirá um sinal de fechamento do disjuntor se o erro for maior que a janela
de tensão.

Tensão do gerador Tensão do Barramento ou Rede


alta

Tensão do gerador
baixa
Figura 4.26 Casamento de Tensão (ajuste 1% )

Max Phase Window (Janela de fase máxima)

Woodward 50
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Desvio de ângulo de fase máximo permitido a partir da condição “em fase”.


O EGCP-2 não emitirá um sinal de fechamento de disjuntor se o ângulo de fase entre o
gerador e o barramento, ou entre gerador e rede exceder esta janela.

Deve estar dentro da


janela +/- 10 graus para
fechamento do disjuntor

Figura 4.27 Janela de Fase Máxima = 10 Graus

Dwell Time (Tempo de Permanência - numérico)


Período de tempo que o gerador deve estar dentro da janela de fase máxima para o que o
EGCP-2 emita um sinal de fechamento de disjuntor.
Tempos de permanencia mais longos normalmente darão melhor estabilidade após o
fechamento do disjuntor.
Tempos de permanencia mais breves reduzem a quantidade de tempo requerida para
sincronizar a unidade.

CB Hold Time (Tempo de retenção do disjuntor)


Tempo em segundos em que a saída de fechamento do disjuntor/contator é retida após ser
emitido um comando de fechamento de disjuntor.
Close Attempts (Tentativas de fechamento)
Número de tentativas de fechamento permitidas no sincronismo.
O contador de tentativas de fechamento é incrementado se o disjuntor não retornar um sinal
continuo do contato auxiliar para o EGCP-2.

Reclose Delay (Retardo para refechamento)


Tempo em segundos antes de o EGCP-2 tentar o resincronismo após falha na tentativa de
fechamento do disjuntor.

Synch Reclose Alarm (Alarme de refechamento)


Ajuste de alarme se o número de tentativas for esgotado.

Synchronizer Time Out (Tempo máximo de sincronismo)


Ajusta o tempo permitido para o sincronismo em segundos.
Inicia a temporização quando o sincronizador é ativado.
Ativo para todo comando de abertura e fechamento de disjuntor de gerador e rede, a
partir do EGCP-2.
Um ajuste de zero (0) segundos desabilita o temporizador de sincronismo. Um tempo
infinito de sincronismo é permitido.

Synch Time Out Alarm (Alarme do tempo de Max. de sincronismo excedido)


Ajusta o modo de alarme se o tempo máximo de sincronismo é excedido. Não são
permitidas ações de parada.

Woodward 51
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Fechamento em Barra Morta


Habilita/Desabilita o recurso de fechamento em barra morta.
A unidade deve estar dentro dos limites superiores/inferiores de tensão e freqüência
para o fechamento em barra morta.
O fechamento em barra morta utiliza o esquema de passagem de bastão (Token Passing)
para assegurar que somente uma unidade num sistema de rede fechará em barra morta
num determinado instante.
Os sistemas de unidades múltiplas devem ter entrada de autochaveamento que permita o
fechamento em barra morta entre as unidades em rede.

Real Load Control (Controle de Carga Ativa)


Load Control Mode (Modos de Controle de Carga)
Normal
−Ajustes padrões para as funções de controle de carga e VAR/FP.

Soft Transfer (Transferência suave)


−Controle padrão para as funções de carga e de VAR/FP, mas a unidade emitirá comando de
abertura de disjuntor enquanto estiver em controle de processo e a referência de processo for
atingida, ou enquanto em Base de Carga e a referência de Base de Carga for atingida.

Droop
−Controle Manual de Carga e Tensão
−Usado basicamente para comissionamento de partida.

Load Control Gain (Ganhos do Controle de Carga)


Ajusta o ganho de resposta do controle de carga.
Ativo durante as rampas de carga e operação em base de carga.

Load Share Gain (Ganho da divisão de carga)


Ajusta o ganho de resposta da divisão de carga proporcional.
Ativo em operações de divisão de carga.

Load Stability (Estabilidade de Carga)


Ajusta a estabilidade da resposta do controle de carga.
Ativo durante as rampas de carga e operação em base de carga.

Load Derivative (Derivativo de carga)


Ajusta a resposta derivativa do controle de carga.
Ativo durante as rampas de carga e operação em base de carga.

Load Control Filter (Filtro de controle de carga)


Filtro passa baixa usado para atenuar transientes de alta freqüência para melhor
estabilidade.
Ativo em divisão de carga proporcional, rampas de carga, e controle em base de carga.
Valores maiores do filtro tendem a fazer com que a unidade seja mais sensível a picos
pequenos e rápidos.
Valores menores do filtro tendem a fazer com que a unidade seja menos sensível a
transientes pequenos e rápidos.

Base Load Reference (Referência de Base de Carga)


O nível de carga do gerador seguirá em rampa automaticamente para esse valor quando for
selecionada Base de Carga.

Woodward 52
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Unload Trip (Descarga com Abertura)


Nível de carga onde será emitido um comando de abertura do disjuntor/contator do
gerador quando o EGCP-2 estiver descarregando o grupo gerador.

Load Droop (Droop de Carga)


Percentual em droop (queda) de KW usado quando o EGCP-2 está operando no modo
droop.

Load Time (Tempo de carga)


Tempo em segundos para o gerador se carregar a partir do nível de Descarga com
Abertura (Unload Trip) até o nível de Base de Carga. Esta taxa de rampa é aplicada durante
qualquer função de carga automática, incluindo a rampa de divisão de carga.

Unload Time (Tempo de descarga)


Tempo em segundos para o gerador descarregar do nível de Base de Carga para o nível de
Descarga com Abertura. Esta taxa rampa é aplicada durante qualquer função de descarga
automática, incluindo a rampa de divisão de carga.

Raise Load Rate (Taxa de “Aumentar” carga)


Taxa de subida da rampa de carga em porcento por segundo usada quando o contato de
entrada de aumentar carga é fechado durante a operação em Base de Carga.

Lower Load Rate (Taxa de “Diminuir” carga)


Taxa de descida da rampa de carga em porcento por segundo usada quando o contato de
entrada de diminuir carga é fechado durante a operação em Base de Carga.

KW Load High Limit (Limite superior de carga em KW)


Carga máxima permitida na operação em Base de Carga ou em Controle de Processo.
Previne sobrecarga da unidade.

KW High Limit Alarm (Alarme de limite superior de KW)


Ajusta o modo de alarme quando a unidade está no limite superior de carga ou acima dele.
Ativo durante todas as operações de controle de carga.
A unidade não ultrapassará o ajuste do limite superior quando operar nos modos de Base de
Carga ou de Controle de Processo.

KW Low Limit (Limite inferior de carga em KW)


Ativo durante todas as operações de controle de carga.
Ajusta o modo de alarme quando a unidade está no limite inferior de carga do gerador.
Carga mínima permitida ao se operar nos modos de Base de Carga ou Controle de Processo.
Previne corrente reversa na unidade.

KW Low Load Limit Alarm (Alarme do limite inferior de carga em KW)


Coloca o EGCP2 em modo de alarme quando a unidade está no limite inferior de carga ou
abaixo dele.
Ativo durante todas as operações de controle de carga.

KW Switch Low (Chave de KVA baixo)


Ajusta o nível que, se ultrapassado, energiza a saída do relé de KVA.
Somente se aplica em unidades com a função do relé no 12 configurada para Chave de
carga em KVA..

KW Switch High (Chave de KVA alto)


Ajusta o nível que, se ultrapassado, desenergiza a saída do relé de KVA.
Somente se aplica em unidades com a função de relé no 12 configurada para Chave de
carga em KVA.

Woodward 53
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Sumário da ação da chave de carga em KVA:


Se a saída do relé 12 estiver configurada para ação de chave de carga KVA:

Se a soma do KVA das três fases do gerador for maior que o ajuste de KW Switch Low, E
menor que o ajuste de KW Switch High, a saída de relé k12 deverá energizar. Qualquer outro
nível de KVA relativo aos ajustes de chaves baixas e altas desenergizará a saída de relé k12.

Reactive Load Control (Controle de Carga Reativa)


VAR/PF Mode (Modo Controle Reativos/Fator de Potência (VAR/FP))
Disabled (Desativada)
A unidade não divide ou controla o fator de potência sob nenhuma circunstância.
VAR Control (Controle de VAR)
A unidade divide FP em modo de divisão de carga em barramento isolado.
A unidade controla KVAR nos modos de Base de Carga e Controle de Processo.
PF Control (Controle de Fator de Potência)
A unidade divide FP em modo de divisão de carga em barramento isolado.
A unidade controla o FP nos modos de Base de Carga e Controle de Processo.

VAR/PF Gain (Ganho VAR/FP)


Controla o ganho da resposta da unidade no modo de controle VAR/FP.
NÃO é ativo no modo de divisão de FP.

Voltage Ramp Time (Tempo de rampa de tensão)


Tempo de rampa de 0 a ±100% da saída de bias (ajuste) de tensão.
Controla resposta de unidades nos modos de divisão de FP.
Controla o tempo rampa da tensão durante o sincronismo.
Controla o tempo de rampa da tensão durante o ajuste manual de tensão.

VAR/PF Sharing Gain (Ganho de Divisão de VAR/FP)


Controla o ganho da resposta da unidade no modo de Divisão VAR/FP.
NÃO é ativo no modo de controle VAR/FP.

VAR/PF Stability (Estabilidade de VAR/FP)


Controla a Estabilidade da Resposta da unidade no modo de controle VAR/FP.
NÃO é ativo no modo de Divisão de FP.

KVAR Reference (Referência KVAR )


Quando um modo de controle de KVAR é selecionado, este referencia a quantidade de
KVAR que o gerador produzirá nos modos de Base de Carga e Controle de Processo.
Pode ser ajustado para níveis de KVAR de geração ou absorção.
Os níveis de KVAR são limitados pelo KVAR nominal de unidade.

PF Reference (Referência de FP)


O nível de FP que será mantido pelo gerador durante os modos de Base de Carga ou
Controle de Processo.
Pode ser ajustado para fator de potência em avanço ou em atraso.
Integrado desde 0 (unidade) até –0,5 (0,5 avanço) até +0,5 (0,5 atraso).

PF Deadband (Banda morta do FP)


± Banda morta em torno ao valor de referência do FP.
Ajustado em termos de FP.
Ativo nos modos de FP e Divisão de FP.
Pode ser usado para estabilizar unidades à baixas cargas, se necessário.

Woodward 54
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Process Control (Controle de Processo)

Process Action (direct, indirect) (Ação do processo - direta, indireta)


Define a ação do bias (ajuste) de velocidade quando a unidade está operando em controle de
processo, em paralelo com a Rede.
Ação direta = a unidade aumenta o bias (ajuste) de velocidade (combustível) para
incrementar a entrada de processo 4– 20 mA.
Exemplo: controle de exportação de potência
Ação indireta = a unidade diminui o bias (ajuste) de velocidade (combustível) para
incrementar a entrada de processo 4– 20 mA.
Exemplo : controle de importação de potência

Potência
exportada

Bias de velocidade

Figura 4.28 Processo com Ação Direta (exportação de potência)

Potência
Importada

Bias de velocidade

Figura 4.29 Processo com Ação indireta (importação de potência)

Woodward 55
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Bias de velocidade

Figura 4.30 Processo com Ação direta (importação/exportação)

Hardware de importação/exportação de processo

O EGCP-2 pode aceitar um sinal de entrada de 4– 20 mA ou 1– 5 Vcc vindo de um


transdutor. O condicionamento do sinal de entrada é selecionado por uma mini chave
seletora de depressão (dip switch) vertical atrás do controle, chave posição 4, chave
número 4. Fechando esta chave seleciona-se o hardware de entrada de 4-20mA.
Abrindo esta chave seleciona-se o hardware de entrada de 1-5VCC. Ver o diagrama de
layout do EGCP-2 para a localização na unidade.

SW - 4
1. +5V RS-485 Miniseletora no 4
2. Terminação RS-485 123 ohm +
3. Terminação RS-485 123 ohm -
4. Entrada de processo 4-20 mA

Figura 4.31 Miniseletora de EGCP-2

Process Dynamics (Dinâmicas do Processo)


Processo Master usa o PID de Processo para controle.
Ganho, Estabilidade, Derivativo, Filtro, Droop.
Escravos do Processo Master usam valores do PID de Controle de Carga para seguir a
referência de carga do sistema master.
Ganho de carga, , Estabilidade, Derivativo, Filtro.

Process Gain (Ganho do processo)


Ajusta o ganho de resposta do sistema durante o controle de processo.
Efetivo somente na unidade ativa master. Os escravos dependem dos ajustes da dinâmica do
controle de carga para controlar a resposta à referência de carga master.
Deve ser ajustado com o número máximo de unidades operando no modo de controle de
processo.

Woodward 56
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Process Stability (Estabilidade do Processo)


Ajusta a resposta da estabilidade do sistema durante o controle de processo.
Efetivo somente na unidade ativa master. Os escravos dependem dos ajustes da dinâmica do
controle de carga para controlar a resposta à referência de carga master.
Deve ser ajustado com o número máximo de unidades operando no modo de controle de
processo.

Process Derivative (Derivativo de processo)


Ajusta a resposta derivativa do sistema durante o controle de processo.
Efetivo somente na unidade ativa master. Os escravos dependem dos ajustes da dinâmica do
controle de carga para controlar a resposta à referência de carga master.
Deve ser ajustado com o número máximo de unidades operando no modo de controle de
processo.

Process Deadband (Banda morta de processo)


± Banda morta em torno ao valor de referência do processo.
Usado para adicionar estabilidade aos processos com baixa margem de estabilidade.

Process Droop (Droop de processo)


Introduz retroalimentação negativa na referência de processo a medida que a entrada de
processo aumenta.
Usado para adicionar estabilidade aos processos com baixa margem de estabilidade.

Process Filter (Filtro de Processo)


Filtro de passa baixa para atenuar os transientes de freqüência mais alta no sinal de
entrada de processo em 4– 20 mA.
Quando mais alto se ajustar o filtro, mais ativo será o controle de processo para os
transientes de processo de maior freqüência.
Quando mais baixo se ajustar o filtro, menos ativo e mais estável será o controle de
processo para transientes de processo de maior freqüência.

Process Reference (Referência de Processo)


O ponto de referência, em mA, no qual o master controlará a entrada de processo.
Também usado nos modos de Transferência Suave para ajustar o nível de processo no
qual ocorrerá a transferência da Rede para o gerador.

Raise Rate (Taxa de “Aumentar”)


Taxa, em mA/s, na qual a referência do processo mudará quando o EGCP-2 receber um
comando de Aumentar Carga enquanto estiver operando em controle de processo.

Lower Rate (Taxa de “Diminuir”)


Taxa, em mA/s, na qual a referência do processo mudará quando o EGCP-2 receber um
comando de Diminuir Carga enquanto estiver operando em controle de processo.

Process High Limit (Limite superior do Processo)


Nível máximo permitido para a referencia de processo. Ajustado em mA.
Efetivo somente na unidades master ativa.

Process High Limit Alarm (Alarme do limite superior de processo)


Alarme emitido ao ser atingido o limite superior de processo.

Process Low Limit (Limite inferior de processo)


Nível mínimo permitido para a referência de processo. Ajustado em mA.
Efetivo somente na unidades master ativa.

Process Low Limit Alarm (Alarme do limite inferior de processo)


Alarme emitido ao ser atingido o limite superior de processo.

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Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Transfer Switch (Chave de Transferência)


Check Mains Breaker (enabled/disabled) (Verifica o disjuntor de Rede (habilitado /
desabilitado))
Quando habilitado é usado para ativar a verificação da entrada discreta CB aux. da rede.
Se estiver desabilitado, a unidade depende de outras unidades com este ajuste habilitado
para receber o estado do CB Aux. da Rede via rede de dados.
Unidades controlando o disjuntor da Rede devem ter habilitada a verificação do
disjuntor da Rede.

Fast Transfer Delay (Retardo para Transferência rápida)


Tempo requerido para uma transição de chaveamento das operações de Rede para
Gerador, e de Gerador para Rede. Isto inclui os tempos de transição entre as detecções
de barramento e da Rede.

Mains Stable Delay (Retardo para Rede estável)


Período de tempo requerido para a Rede ser declarada estável (dentro dos limites de
tensão e freqüência para o tempo especificado) antes da transição de Gerador(es) para
Rede.

Generator Stable Delay (Retardo para Gerador estável)


Período de tempo requerido para o gerador ser declarado estável (dentro dos limites de
tensão e freqüência para o tempo especificado) antes da transição da Rede para o Gerador, e
também para fechamento em barra morta.

Load Surge (Surto de Carga) (% carga nominal/segundo)


Usada somente em Base de Carga ou controle de processo. (Operações em paralelo com a
Rede).
Ajustado para disparar, atingir determinada porcentagem de variação de carga por segundo
em relação à carga nominal do gerador durante a operação em paralelo com a Rede.
Pode ser ajustado para detecção de perda da Rede.
Disparo instantâneo.

Load Surge Alarm (Alarme de Surto de Carga)


O surto de carga resultará numa resposta definida por este ajuste. As respostas disponíveis são:
Desativado
Advertência
Perda da Rede
Perda da rede com Alarme

Mains Volt High Limit (Limite superior de tensão da Rede - numérico)


Alerta quando a tensão de rede ultrapassar o alarme ajustado.
Alarme pode ser ajustado para detetar perda de Rede.
Se a tensão de rede estiver acima do limite superior, a rede não é considerada estável, e o
EGCP-2 não emitirá nenhum comando de fechamento do disjuntor da Rede.

Mains Volt High Alm (Alarme de Tensão alta na Rede)


A condição de tensão alta na Rede resultará numa resposta definida por este ajuste. As respostas
disponíveis são:
Desativado
Advertência
Perda da Rede
Perda da Rede com Alarme

Woodward 58
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Mains Volt Low Limit (Limite inferior de tensão de rede - numérico)


Alerta quando a tensão de rede cair abaixo do setpoint.
O alarme pode ser ajustado para detetar perda de Rede.
Se a tensão de rede estiver abaixo do limite inferior, a Rede não é considerada estável, e o
EGCP-2 não emitirá nenhum comando de fechamento do disjuntor da Rede.

Mains Volt Low Alm (Alarme de tensão baixa na Rede)


A condição de tensão baixa na Rede causará uma resposta definida por este ajuste. As respostas
disponíveis são:
Desativado
Advertência
Perda da Rede
Perda da Rede com Alarme

Mains Freq High Limit (Limite superior de freqüência da Rede - numérico)


Alerta quando a freqüência da Rede ultrapassar o alarme ajustado.
Alarme pode ser ajustado para detetar perda da Rede.
Se a freqüência da Rede estiver acima do limite superior, a Rede não é considerada estável,
e o EGCP-2 não emitirá nenhum comando de fechamento do disjuntor da Rede.

Mains Freq High Alm (Alarme de freqüência alta da Rede)


A condição de freqüência alta da rede causará uma resposta definida por este ajuste. As
respostas disponíveis são:
Desativado
Advertência
Perda da Rede
Perda da Rede com Alarme

Mains Freq Low Limit (Limite inferior de freqüência da Rede - numérico)


Alerta quando a freqüência de rede cair abaixo do valor ajustado.
Alarme pode ser ajustado para detetar perda da Rede.
Se a freqüência da Rede estiver abaixo do limite inferior, a Rede não é considerada estável,
e o EGCP-2 não emitirá nenhum comando de fechamento do disjuntor da Rede.

Mains Freq Low Alm (Alarme de freqüência baixa da Rede)


A condição de freqüência baixa da Rede causará uma resposta definida por este ajuste. As
respostas disponíveis são:
Desativado
Advertência
Perda da Rede
Perda da Rede com Alarme

LOM Action Delay (Retardo para perda da Rede - numérico em segundos)


Ajusta o retardo de tempo para a ação LOM ser iniciada, uma vez que a perda da Rede
for detectada.
Determina o tempo de retardo desde a detecção de perda da Rede até a abertura do
disjuntor da Rede e o comando de partida do motor.
Nas aplicações onde o barramento da Rede é um tanto instável, esse ajuste pode ser
usado para evitar que uma interrupção momentânea da freqüência ou tensão da Rede
inicie uma ação LOM (perda de Rede).

Sequencing and Comms (Seqüenciamento e Comunicações)

Automatic Sequencing (Seqüenciamento Automático (habilitado/ desabilitado))


Habilita ou desabilita o seqüenciamento automático para aquela unidade.

Woodward 59
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Pode ser usado para desabilitar o seqüenciamento para uma unidade em especial em um
sistema de seqüenciamento, se houver necessidade.
Ao desabilitar o master é desabilitado todo o seqüenciamento automático.

Maximum Generator Load (Carga máx. do gerador)


% de carga do sistema em todas as unidades com disjuntor do gerador fechados, na
mesma rede, em Auto, e nos modos de Divisão de Carga ou Controle de Processo, nos
quais a unidade master começará uma temporização para seqüenciar a próxima unidade
em linha.

Next Genset Delay (Retardo para o próximo grupo gerador)


Período de tempo que transcorrerá antes de o master auto seqüenciar um gerador
adicional em linha após o ajuste de carga máx. do gerador ser ultrapassado, e
permanecer excedido.
O retardo é efetivo somente na unidade master ativa.

Rated Load Delay (Retardo para Carga Nominal)


Retardo quando a carga do sistema ultrapassa à 100%, antes de o master iniciar o próximo
grupo gerador na seqüência.
Operação de seqüência rápida em condição de sobrecarga.
A função de Retardo para Carga Nominal sobrepõe-se à rampa de carga na unidade que
está sendo seqüenciada em linha. Essa unidade assumirá imediatamente sua parte da carga
do sistema.

Maximum Start Time (Tempo máximo de inicialização)


Tempo permitido pelo master para ver a próxima unidade ser seqüenciada em linha na
condição “ativa”, i.é, iniciada e pronta para carga.
Isto é determinado por um sinalizador de rede, que indica se a unidade está pronta para
carregar, e é enviado através da rede pela unidade sendo seqüenciada pelo master.
Se o master não detectar este sinalizador dentro do tempo máx. de inicialização
permitido, irá para a unidade de prioridade inferior mais próxima e tentará parti-la, ou
se não houverem outras unidades disponíveis, tentará o comando de partida na mesma
unidade.
Minimum Generator Load (Carga mínima do gerador)
% de carga do sistema no qual o master inicia a temporização para seqüenciar as
unidades fora de linha.
Master poderá ter que aguardar até que a carga do sistema estiver abaixo deste nível, se
a próxima unidade na linha a ser retirada da seqüência incrementar a carga do sistema
por sobre o setpoint de carga máx. do gerador do master.

Reduced Load Delay (Retardo de carga reduzida)


Tempo em segundos que o master ativo aguarda antes de seqüenciar as unidades fora de
linha.
O retardo é efetivo somente na unidade master ativa.
As unidades de prioridades mais baixas são seqüenciadas fora de linha primeiro.

Maximum Stop Time (Tempo Máximo de Parada)


Tempo em segundos permitido pelo master para que o escravo seja seqüenciado fora de
linha.
O master inicia o seqüenciamento fora de linha da próxima unidade de prioridade mais
baixa, se a carga do sistema ainda estiver acima do setpoint de Carga Min. do Gerador ao
final do limite de Tempo Máximo de Parada.

422 Protocol (Protocolo 422)


Este ajuste define o protocolo usado na porta RS-422 do EGCP-2. Assegure-se estar
familiarizado com as diversas configurações lendo a seção de Comunicações Seriais deste

Woodward 60
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

manual, antes de decidir sobre qual protocolo usar. Um ajuste impróprio neste item poderá
resultar na perda de comunicações com o EGCP-2 na porta RS-422.

NOTA
As alterações no ajuste do Protocolo 422 não estarão ativas até que o controle
seja desligado e religado.

ServLink
Ajusta a comunicação serial RS-422 ao Protocolo ServLink

ModBus
Ajusta a comunicação serial RS-422 ao Protocolo RTU ModBus

Upload Setpoints (Carregamento de setpoints)


Ajusta a comunicação serial RS-422 para o modo de carregamento de setpoints.

Identidade do Modbus
Ajusta a identidade de rede de ModBus RTU da unidade. As unidades podem agir somente
como escravos na rede ModBus.

ModBus Timeout (Tempo máximo de comunicação Modbus)


Ajusta o tempo máximo para a comunicação ModBus. Ver a seção de comunicações seriais
neste manual para detalhes.

ModBus Reset
Pode ser usada para resetar indicações de erro do ModBus para a unidade.

Calibration Menu (Menu de Calibração)

Embora cada unidade venha calibrada de fábrica na Woodward, existem entradas e saídas que
podem ser afetadas pela fiação externa, e/ou relés de interface, transformadores, etc e que
podem requerer calibração no campo durante o comissionamento.

O Menu de Calibração permite a calibração de todas as entradas analógicas do EGCP-2, assim


como as saídas de speed bias e voltage bias.

Todos os pontos de calibração no EGCP-2 são utilizados para fazer com que o valor de uma
entrada, tal como a tensão do gerador, lida no display do EGCP-2 reflita o valor real do sinal
que está sendo monitorado.

Para ajudar na calibração da unidade, cada item do menu de calibração tem a entrada sendo
calibrada, exibida nas duas linha inferiores da tela LCD direita. Estes valores são atualizados a
cada 200 milisegundos. Todos os ajustes nos menus de configuração são imediatos na sua ação,
ou seja, os valores não precisam ser gravados na memória para ter efeito na entrada medida, ou
na operação de controle.

Exemplo: Uma tensão medida de 380 Vca entre as fases A-B do gerador, será indicada como
380 Vca na área de medição de tensão entre fases no menu de “Estados do Gerador” do EGCP-
2. O EGCP-2 é configurado para entrada de tensão entre fases.

O item do menu de calibração “Escala da fase A do TP” exibirá a tensão entre aa fases A-B do
gerador nas últimas duas linhas do display. Este valor mudará à medida que o valor da escala do
TP da fase A é ajustado.

Process Input Scale (Escala da Entrada de Processo)

Woodward 61
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Sinal de Entrada de Processo real em 4– 20 mA, ou 1– 5 Vcc de um transdutor externo.


Monitore o Pin (process in = entrada de processo) lendo no menu do Monitor de Controle
de Carga.
Calibre a escala da Entrada de Processo até o Pin indique com precisão o sinal medido na
entrada de processo.
O motor deve estar no modo de teste ou execução e em operação para observar o valor do
Pin nas duas linhas inferiores da tela de ajuste.

Medição versus Monitoração

Medição versus Monitoração

Figura 4.32 Medição versus Monitoração

Speed Bias Offset (Offset do bias de velocidade)


Calibrado de fábrica para offset de 0 Vcc numa faixa de ±3 Vcc.
Todos os controles de velocidade da Woodward operam com este bias (ajuste) de saída,
logo não há necessidade de nenhuma calibração.
A calibração pode ser necessária para controles de velocidade de outros fabricantes.

Voltage Bias Offset (Offset do Bias de Tensão)


Ajustado de fábrica para zeroVolts CC.
Faixa Selecionável por configuração para ±1 Vcc, ±3 Vcc ou ±9 Vcc.
Alguns reguladores requerem um offset positivo no bias de tensão porque eles não podem
receber um comando de bias de tensão negativo. Qualquer offset de bias calibrado no bias
de tensão será exibido no menu de estado de entrada/saída.
O controle EGCP-2 sempre resetará para o offset de bias de tensão quando estiver fora de
linha

Woodward 62
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Entrada de bias de tensão vinda do EGCP-2

Ajuste de trim
Potenciômetro interno de ajuste de trim (corte). Ajusta a
faixa efetiva do bias em +/- 1 VCC vinda do controle
EGCP-2. Normalmente uma variação de tensão de +/- 10%
para uma entrada de +/-1VCC é mais do que suficiente para
um bom controle de VAR e FP.
Figura 4.33 AVR típico com entrada auxiliar (Newage SX-440)

Entrada de bias de Tensão


vinda do EGCP-

Ajuste de corte
Em reguladores sem entrada de corte como os AVRs da
Leroy Summers, deve ser utilizado um potenciômetro
externo de corte para limitar a faixa da entrada de bias de
tensão vinda do EGCP-2.

Figure 4.34 AVR típico com Potenciômetro externo de ajuste de tensão

AVR DROOP (Droop do AVR)


• É altamente recomendado prover o AVR com uma entrada de TC de droop, e ajustar o
droop em um nível intermediário. Isto acrescenta estabilidade ao AVR para Divisão de
VAR/FP em cargas baixas.
• A compensação de cross currente deve estar desabilitada no circuito TC em droop do AVR.
Entrada de +/- 1 VCC vinda do EGCP-2

Figura 4.35 Droop do AVR

Woodward 63
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

PT Phase A Scale (Escalamento do TP da fase A)


• Calibra a entrada de tensão do TP da fase A.
• Ajusta a escala do TP da fase A até que estes valores combinem com a tensão medida na
fase A do gerador.

PT Phase B Scale (Escalamento do TP da fase B)


PT Phase C Scale (Escalamento do TP da fase C )
• O mesmo que acima, mas para as fases B e C do Gerador.

CT Phase A, B and C Offset (Offset dos TC das fases A, B e C)


• Calibra o valor de zero para as correntes de entrada das fases A, B e C do TC do EGCP-2.
• Meça as correntes do gerador com amperímetro alicate, ou o amperímetro de painel.
Verifique 0 ampères na entrada da fase selecionada.
• Calibre a leitura do TC da fase selecionada lendo na janela de calibração.
• NOTA: A leitura da corrente não fica negativa. Portanto, assegure-se ao zerar o valor, que
seja feito o ajuste de desvio (offset) de maneira que a leitura da corrente apenas toque o
zero. Verifique isto incrementando o valor do offset até encontrar uma leitura levemente
positiva da corrente e, então, ajuste suavemente o valor do offset em pequenos incrementos
até que a leitura da corrente acabe de mudar de um valor positivo para zero (0,0).

CT Phase A Scale (Escalamento do TC da fase A)


• Calibra o sensor do TC da fase A do EGCP-2.
• Carregue o gerador e monitore as correntes do gerador no menu de resumo das fases.
• Meça as correntes do gerador com alicate amperímetro ou o amperímetro de painel.
• Calibre a leitura do TC da fase A no resumo de fases.

CT Phase B Scale (Escalamento do TC da fase B)


CT Phase C Scale (Escalamento do TC da fase C)
• Mesmo procedimento que o realizado para o TC da fase A.
• Se a polaridade do TC for invertida, esta fase terá uma leitura de KW negativo quando for
verificada no menu de resumo de fases.
• Se os TC estiverem montados em fases incorretas, então as leituras de KVAR no resumo de
fases serão bem mais altas que o normal.

Bus PT Scale (Escalamento do TP do Barramento)


• Similar ao escalamento do TP do gerador, mas este escalamento é para a entrada
monofásica do TP do barramento do EGCP-2.
• Coloque o sincronizador do EGCP-2 no modo “Check” no menu de configurações do
sincronizador.
• Inicialize o motor no modo “Run/Load” para um barramento ativo (seja em paralelo com
outro gerador, ou com a Rede).
• Monitore o menu Sincronoscópio. Observe e calibre a leitura de “U: volts” até as medições
igualarem o valor monitorado.

Synchonizer (Sincronizador)
• Calibra a detecção de erro do ângulo de fase do EGCP-2.
• Calibrado desde na fábrica para erro zero de ângulo de fase entre o barramento e a fase A da
Rede (dependendo da operação de sincronismo) e as entradas de fase A do gerador.
• Com o sincronizador no modo “Check”, e um barramento ativo, monitore os ângulos de
fase no menu do sincroscópio do EGCP-2.
• Monitore a Tensão através do contato aberto do contator/disjuntor do gerador, ou do
sincroscópio de painel para verificar o erro de ângulo de fase entre o gerador e o
barramento.
• Ajuste a calibração do sincroscópio para a menor tensão através do disjuntor do gerador, ou
leitura de meio-dia no sincroscópio do painel.

Woodward 64
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Freq.

(Hz)

Entrada analógica

Figura 4.36 Entrada diretamente proporcional à Temp. da Água ou à Pressão de Óleo.

Aumento no Offset

Freq.

Diminuição no Offset

Entrada analógica
Figura 4.37 Osciladores controlados por tensão— Efeito do Offset

Ganho crescente

Ganho decrescente

Figura 4.38 Osciladores controlados por tensão— Efeito do ganho

Battery VCO Gain (Ganho VCO da bateria)


Ajusta a inclinação da entrada da bateria na faixa operacional.

Battery VCO Offset (Offset de VCO da bateria)


Ajusta o nível, ou offset da entrada de bateria na faixa operacional.
A tensão da bateria é uma função de entrada de tipo crescente e linear.

Woodward 65
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Freq.
do VCO

Tensão da bateria
Figura 4.39 VCO de bateria

Oil Pressure Gain (Ganho da pressão de óleo)


Entrada do sensor de pressão do óleo.
O sensor termoresistivo no motor é uma função direta, geralmente linear.
Ajusta a inclinação da entrada de pressão de óleo.
Monitore o menu Engine Overview (“Resumo do motor”) do EGCP-2 e compare a pressão
de óleo medida do motor com este funcionando à velocidade nominal.
Ajuste o ganho para a obter a leitura correta de pressão do óleo com o motor operando.

Oil Pressure Offset (Offset da pressão do óleo)


Ajuste o nível, ou o offset da entrada de pressão de óleo na freqüência do VCO.
Ajuste a leitura para 0 psi no menu Engine Overview do EGCP-2, com o motor desligado.
• O ganho e o offset afetam um ao outro, portanto é necessário checar os ajustes nas duas
extremidades da escala (0 psi e psi em operação), se for realizado algum ajuste de ganho
ou offset.

Pressão do Óleo
(OHMS)

Figura 4.40 VCO da pressão de óleo

Water Temperature Gain (Ganho da temperatura da água)


Entrada de temperatura da água.
Mostra-se um sensor inverso, não linear, acoplado ao motor, de 0-200 ohm.
Se for usada uma entrada de estilo resistivo não linear, utilize as miniseletoras do resistor de
Shunt atrás do EGCP-2 (SW-2, 3 e 4 ativadas=ON). Estes resistores ajudam a linearizar a
entrada do sensor.
Ajusta a inclinação da entrada de temperatura da água.
Monitore o menu Engine Overview do EGCP-2 e compare à temperatura da água medida do
motor à uma baixa temperatura de operação.
Ajuste o ganho para a leitura apropriada da temperatura da água durante a operação do
motor.
Menu de calibragem.

Woodward 66
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Water Temperature Offset (Offset da temperatura da água)


Ajusta o nível, ou a o offset da entrada de temperatura da água.
Monitore Engine Overview e, com o motor operando a temperatura normal, ajuste a
compensação da temperatura da água para o valor correto.
Esta é uma função inversa. A resistência do sensor DECRESCE à medida que a temperatura
do motor aumenta.

Water Temperature (Temperatura da água)


Testes de uma amostra de sensores de pressão de óleo com o EGCP-2 mostrou que um
sensor típico requer os seguintes ajustes de ganho/offset para Ain1 no menu de calibração:
Gain: 0,0242
Offset: -11,90
Testes de uma amostra de sensores de temperatura de água mostrou que um sensor típico
requer os seguintes ajustes de ganho e offset:
Gain: -0,0389.
Offset: 246,0.
Miniseletoras do resistor de shunt 3 e 4 fechadas no grupo SW-2 do EGCP-2.

Sensor sem shunt

Sensor com shunt

Freq.
VCO

Temperatura da água

Figura 4.41 VCO de Temperatura da água

Woodward 67
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Dropouts NetComm (Perda de comunicação da rede)


O número de comunicações de rede perdidas ou corrompidas tolerado pela unidade
receptora.
Um número excessivo de perda de comunicação na rede devido à falha na fiação, blindagem
imprópria ou configuração incorreta produzirão, na unidade que sofre as perdas, um piscar
intermitente no Menu de Seqüência do EGCP-2. Normalmente ajustado de 5 até 10
dropouts.

Unit Calibrated (true/false) (Unidade calibrada) (verdadeiro/falso)


Se ajustado para verdadeiro (TRUE), indica que a unidade foi calibrada na fábrica. Requer
código de segurança Nível 4 para ser alterado.

Woodward 68
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Capítulo 5
Recursos e Funções de Controle

Controle do motor
Partida automática programável na Perda de Rede (Loss of Mains).
Todas as unidades em modo Auto e com detecção de Perda de Rede habilitada partem e
assumem carga.
Ajuste para múltiplas tentativa de partida
Temporizador para nova partida
Alarme/desligamento por falha na partida
Corte de partida a partir de determinado valor de rpm
Pré-lubrificação
Relé lenta/nominal

Proteção do motor
Pressão de óleo
Ajustes de alarme/desligamento por limite superior e inferior
Temperatura da água
Ajustes de alarme/desligamento por limite superior e inferior
Tensãoda bateria
Ajustes de alarme/desligamento por limite superior e inferior
Sobrevelocidade
Ajustes de alarme/desligamento

Controle de Tensão do Gerador e de Carga reativa


Controle de VAR ou do Fator de Potência na operação em paralelo com a Rede (Mains
Parallel).
Divisão do Fator de Potência quando em divisão de Carga, operação No Parallel.
Referência VAR/FP ajustável externamente.
Capacidade de controle manual de tensão

Proteções do gerador
Sub/Sobre Tensão
Sobrecorrente
Corrente reversa
Perda de excitação
Sub/sobre freqüência
Determinação de gerador estável por estar dentro dos limites de tensão e freqüência durante
um período determinado.
Chave de carga em KVA

Woodward 69
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Verificações na Rede
Sub/sobre Tensão
Sub/sobre Freqüência
Surto de carga
Programável de alarme para deteção de Perda da Rede (Loss of Mains).
Temporizador de perda de rede.
Rede estável é determinada por estar dentro dos limites de tensão e freqüência durante um
período determinado.

Sincronismo
Sincronismo por casamento de fase (phase matching)
Operação em três modos
automático, checagem, permissivel
Casamento de tensão
Fechamento em barra morta
Temporizador do sincronismo
Temporização para tentativa de resincronismo
Capacidade de sincronismo Manual (modo permissivo)

Controle de Carga
Divisão de carga proporcional
Controles de Base de Carga e de Processo integral
Rampa de Carga
Entradas remotas de setpoint de Base de Carga e de processo com taxas de rampa para
Aumentar / Diminuir
Ajuste do ponto de abertura na descarga
Capacidade de controle em Droop.

Seqüênciamento
A cada unidade no sistema é assinalada uma prioridade.
O Master (prioridade mais alta) automaticamente seqüencia as unidades para entrar ou
sair de linha conforme a carga do sistema.
As unidades de prioridade mais alta são seqüenciadas para ligar na ordem de sua
prioridade e para desligar no sentido inverso de sua prioridade.
O setpoint de Carga do Sistema (System Load) determina o nível percentual de carga do
sistema no qual as unidades adicionais serão colocadas, ou retiradas da linha.
Setpoints de tempo determinam o período de retardo para a colocação/retirada de
unidades da linha.
Retardo de tempo separado para níveis de sobrecarga (100% +) do sistema, de forma
que as unidades adicionais entrem em linha rapidamente.

Woodward 70
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Acionamento do motor

O EGCP-2 foi projetado para controlar automaticamente as funções de acionamento do motor


do grupo gerador. Para controlar com segurança o acionamento do motor, O EGCP-2 utiliza os
seguintes setpoint, encontráveis no menu de sintonia “Engine Control”:

Tempo de pré-lubrificação
Tempo de partida
Corte da partida
Retardo da partida
Repetição da partidas

A descrição dos itens acima é encontrada na seção de telas de sintonia neste manual na lista de
menu de configuração.

Seqüência de partida:

Ao receber um comando de partida acontecem os seguintes eventos:

1. A saída de pré-lubrificaçào é energizada durante o retardo de tempo de pré-lubrificação, e


permanece energizada no ciclo de partida.
2. Quando acaba o tempo de pré-lubrificação, a saída do solenóide de combustível é
energizada.
3. 200 ms após a saída de selenóide de combustível ser energizada, a saída de partida é
energizada.

Neste ponto, o motor deve estar girando numa determinada rpm e recebendo combustível.
Tipicamente, uma partida ocorrerá nestas condições. Para verificar se a partida ocorreu, o
EGCP-2 monitora o pickup magnético do motor. Se o pickup magnético indicar que o motor
está funcionando além da velocidade de corte da partida, o EGCP-2 removerá as saídas de
partida e pre-lubrificação, deixando energizado o solenóide de combustível. O estado do motor
no menu de visão geral do controle mudará de “ OFF” para “ RUN”.

Se por algum motivo o motor não atingir o nível de rpm de corte da partida, o EGCP-2 acionará
o motor durante o Tempo de Partida (Crank Time). Se o motor não conseguir superar o nível de
corte de partida durante esse tempo, o EGCP-2 removerá o sinal de saída de Partida (Crank),
esperará pelo retardo de Partida e, se o número de Repetições de Partida (Crank Repeats)
permitir, acionará o motor novamente (Retentativa). Esta seqüência continuará até que o número
de repetições de partida ajustado se esgote, ou até que a velocidade do motor supere o setpoint
de rpm de corte de partida, o que vier primeiro. Se o número de repetições de partida estiver
esgotado, o EGCP-2 ativará a saída de alarme de falha de partida, com base no setpoint desse
alarme.

Woodward 71
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

NOTA
A saída de pré-lubrificação ficará energizada durante as tentativas de acionamento se o
tempo de pré-lubrificação for maior que a soma dos ajustes de tempo de partida e de
retardo de partida.

IMPORTANTE
Ajuste as repetições de partida para zero ao partir o motor pela primeira vez com o
EGCP-2. Isto impedirá danos ao arranque e à transmissão do motor se a entrada de pick-
up do controle estiver defeituosa. Monitore o menu Engine Overview na primeira partida
e confirme a leitura das rpm durante a partida. Após uma partida bem sucedida, as
repetições de partida poderão ser ajustadas a um valor apropriado para a aplicação.

Relé de Saída Lenta/Nominal

O EGCP-2 pode ser configurado para fornecer uma saída de relé, que sinalizará ao controle
eletrônico de velocidade do motor para mudar seu ponto de operação de velocidade lenta para
nominal. Ao ser configurado para esta função, a Saída Discreta #12 será energizada para
fornecer a indicação de lenta para nominal.

A mudança de lenta para nominal acontece depois de uma partida bem sucedida (gerador acima
da velocidade de corte de partida) haver ocorrido, o motor estar operando em ou acima do
setpoint de velocidade lenta e o setpoint do tempo de retardo de lenta houver se esgotado.

Controle da Tensão do Gerador

O EGCP-2 pode controlar a tensão do grupo gerador. Esta habilidade é usada para controlar
quatro operações separadas que requerem ajustes da tensão do gerador:

1. Ajuste manual de tensão


2. Casamento de tensão durante o sincronismo através do disjuntor do gerador ou da Rede.
3. Divisão de fator de potência entre unidades múltiplas num barramento isolado.
4. Controle de carga reativa quando em paralelo com a rede.
A tensão do gerador ou a carga reativa (dependendo da operação) é ajustada injetando-se um
sinal de ajuste de tensão no regulador automático de tensão. O EGCP-2 pode ser ajustado para
saídas de ±1 Vcc, ±3 Vcc, ou ±9 Vcc. A amplitude (span) da saída é selecionada pelo item do
menu de configuração “Voltage Bias Type” (“tipo de ajuste de tensão”) no EGCP-2.

Selecione a entrada de faixa de tensão apropriada, como recomendado pelo fabricante do AVR.

A tensão do gerador pode ser controlada manualmente a partir das entradas discretas de
Aumentar / Diminuir Tensão no EGCP-2. A taxa de rampa para ajustes os manuais de tensão é
colocada no menu de sintonia do controle de carga reativa, no setpoint do tempo de rampa de
tensão (Voltage Ramp Time). O tempo de rampa de tensão é o tempo que o EGCP-2 levará para
enviar um sinal de ajuste de tensão de 0 a 100%, ou de 0 a –100% para o AVR.

Quando o controle estiver operando no modo TESTE, o ajuste manual de tensão somente é
permitido através das entradas de Aumentar / Diminuir tensão. Isto permite que se teste a saída
de ajuste de tensão (voltage bias output), e os níveis de tensão do gerador antes da operação com
carga no gerador.

Quando está operando no modo Isócrono, o EGCP-2 não permite o ajuste manual de tensão, a
menos que o setpoint do Controle de Carga no menu de Configuração esteja ajustado para
Droop, ou o setpoint de controle VAR/FP no menu de sintonia do controle de carga reativo
esteja definido como “Disabled” (desabilitado). A utilização de qualquer destas definições

Woodward 72
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

implica no uso do controle manual de tensão, e em que nenhuma função de controle de carga
reativa automática esteja ativa.

NOTA
É altamente recomendável que o controle de carga reativa automático no EGCP-2 seja
usado par condicionamento adequado de carga em toda a faixa de carga do gerador(es).
Isto é possível ajustando o setpoint do controle de carga no menu de Configurações para
“Normal” ou “Soft Transfer” (dependendo da aplicação), e o setpoint de controle VAR/FP
no menu de Controle de Carga Reativa para controle VAR ou FP (dependendo da
aplicação). Para obter mais detalhes sobre estas funções veja as seções sobre Controle de
Carga Ativa e Controle de Carga Reativa, neste manual.

O nível percentual da saída de ajuste de tensão pode ser monitorado na tela de estado das
Entradas/Saídas do EGCP-2. Este é um ponto útil para monitorar durante a partida inicial da
unidade. Enviando-se sinais de entrada de Aumentar / Diminuir Tensão para o controle durante
a operação no Modo Teste, pode-se facilmente confirmar os níveis de tensão do gerador para os
vários tipos de voltage bias. Normalmente, a tensão do gerador não deve mudar mais que ±10%
para uma de saída de ajuste de tensão ±100% vinda do EGCP-2.

Todos os outros modos de operação do grupo gerador baseiam-se nas funções de controle de
carga reativa do EGCP-2. Veja as informações na seção “Controle de Carga Reativa” neste
manual para mais detalhes sobre tensão e controle de carga reativa.

Controle de carga do gerador


Teoria de operação do sensor de potência

A técnica de medição de potência por processamento digital de sinal (DSP) usada pelo EGCP-2,
envolve amostragens periódicas da tensão e corrente sobre um número inteiro de formas de
ondas. O microprocessador computa o produto das amostras de tensão e corrente, soma e
encontra a média dos produtos, para obter a potência.

Descrição do Hardware do sensor de carga

O sensor digital de carga recebe informações de tempo do sinal de tensão da fase A do gerador.
Tensões proporcionais à tensão e corrente de carga para cada fase são roteadas para os circuitos
de amostragem e retenção dos conversores A/D (análogico/digital). Os valores de amostragens
simultâneas representando tensão e corrente são mantidos quando é recebido um sinal de
conversão-armazenamento do microprocessador. Então, cada entrada é convertida e é gerada
uma interrupção quando todas as entradas são convertidas. O microprocessador lê os valores
digitais dos registradores A/D. Este procedimento é repetido em intervalos regulares para prover
entrada para continuação do processamento de sinais.

Para uma maior precisão na presença de ruído e harmônicos nas entradas, são colhidas várias
amostragens de cada forma de onda dentro de um número de ciclos de entrada, para se obter o
valor da potência medida.

O EGCP-2 possui quatro modos centrais de operação de controle de carga do gerador.


Estes quatro modos são:
Droop
Divisão isócrona de carga
Base de Carga
Controle de processo

Woodward 73
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

O modo específico de controle do gerador em que está a unidade, em determinado tempo, pode
ser monitorado no menu Control Overview.

Aqui está a descrição de cada um desses modos de controle de carga, e os diversos estados de
operação que porão o EGCP-2 dentro de cada respectiva operação de controle de carga.

Droop

O controle de carga em Droop no EGCP-2 usa os kWs medidos no gerador para prover
realimentação negativa à referência de velocidade do regulador de controle de velocidade
através da saída de ajuste de velocidade (speed bias). Isto resultará numa diminuição na
freqüência do gerador à medida que a carga é aumentada durante a operação como unidade
única num barramento isolado. Se a entrada Speed Raise (aumento de velocidade) for enviada
durante este tipo de operação, a velocidade do motor aumentará gradualmente, aumentando
portanto a freqüência do grupo gerador.

Durante a operação em paralelo com a rede, a operação em Droop provê controle de carga em
kW do gerador através das entradas de Aumentar / Diminuir velocidade do EGCP-2. Como a
rede determina a freqüência do gerador, a mudança da referência de velocidade durante o
funcionamento em paralelo com a rede causará uma alteração em kW.

O controle em droop de carga é normalmente utilizado apenas durante o comissionamento do


EGCP-2. Isto permite um total controle manual da carga do gerador quando em paralelo com a
Rede.

O EGCP-2 somente pode operar em droop se o setpoint do menu de configurações, rotulado


“Load Control”, for mudado para “Droop”, ou se a unidade for operada com a entrada CB Aux.
do gerador aberta quando conectada a uma carga, ou à Rede. Nenhuma outra operação ou
setpoint de software pode mudar a configuração do controle de carga do modo droop.
FREQ / VELOCIDADE

COM DROOP, A VELOCIDADE


DECRESCE COM A CARGA

Figura 5.1 Modo Droop

Isócrono

Isócrono significa repetir à uma taxa única, ter uma freqüência fixa ou período fixo. Um grupo
gerador operando no modo isócrono irá funcionar sempre na mesma freqüência ajustada,
independentemente da carga que está fornecendo, até a capacidade de carga total do grupo
gerador, como se ilustra na figura 5-2. Este modo pode ser utilizado em um grupo gerador
funcionando sozinho em um sistema isolado.

Woodward 74
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Carga
UM REGULADOR ISÓCRONO
MANTÉM A VELOCIDADE CONSTANTE
EM TODAS AS CARGAS ATÉ 100%.

Figura 5.2 Modo isócrono

O modo isócrono também pode ser utilizado num grupo gerador conectado em paralelo com
outros grupos geradores. A menos que os controles do grupo gerador possuam capacidade para
divisão de carga e controle de velocidade, apenas um dos grupos geradores operando em
paralelo poderá estar no modo isócrono. Se dois grupos geradores operando no modo isócrono
sem capacidade de divisão de carga estiverem interligados à mesma carga, uma das unidades
tentará assumir toda a carga, e a outra cederá toda a sua carga. Para dividir carga com as outras
unidades, é preciso usar alguns meios adicionais para evitar que cada grupo gerador tente
assumir toda a carga ou que funcione como motor.

Divisão de carga em droop/Isócrono num barramento isolado

O modo droop/isócrono combina os dois primeiros modos. Todos os grupos geradores no


sistema, exceto um, operam no modo Droop. A única unidade que não está em Droop é operada
no modo isócrono. É identificada como máquina flutuante (swing machine). Neste modo, as
máquinas em modo droop funcionarão na freqüência da unidade isócrona. Os ajustes em droop
e velocidade de cada unidade em droop são feitos de maneira que cada uma gere uma
quantidade fixa de potência, como se ilustra na fig. 5-3. A potência de saída da máquina
flutuante mudará, acompanhando as alterações de carga no sistema.

UMA UNIDADE ISÓCRONA MANTÉM


A FREQÜÊNCIA E ASSUME AS
VARIAÇÕES DE CARGA.

Figura 5.3 Divisão de Carga em droop/Isócrono

Woodward 75
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

A carga máxima para este tipo de sistema é limitada à saída combinada da máquina flutuante
com a potência total do grupo de máquinas no modo Droop. A carga mínima do sistema não
deverá cair abaixo da saída definida para as máquinas em droop. Se isto acontecer, a freqüência
do sistema cairá, e a máquina flutuante poderá ser motorizada.

A máquina com maior capacidade de saída deve funcionar como máquina flutuante, de maneira
que o sistema aceite as maiores alterações de carga dentro de sua capacidade.

Divisão isócrona de carga num barramento isolado

A divisão isócrona de carga é o meio mais comum de colocar em paralelo vários geradores
juntos a uma carga comum num barramento isolado. O EGCP-2 utiliza o controle de divisão
isócrona de carga quando está operando no modo Multiple Unit (múltiplas unidades), com o
modo de controle de carga ajustado em Normal ou em Soft Transfer. A divisão isócrona de
carga opera todos os grupos geradores do sistema no modo isócrono. A divisão de carga é
conseguida utilizando o sensor de carga do EGCP-2 para ajustar (bias) a referência de
velocidade do regulador isócrono. Os sensores do EGCP-2 estão conectados via rede inter-
controles RS-485. No caso do EGCP-2, A divisão isócrona de carga é feita digitalmente através
desta rede. Qualquer desequilíbrio na carga entre as unidades alterará o circuito de regulação em
cada regulador. Enquanto cada unidade continua a funcionar em velocidade isócrona, estas
alterações forçarão cada máquina a suprir uma cota proporcional de potência, para preencher a
demanda total de carga no sistema.

Base de Carga contra a Rede

Base de Carga é o método de ajustar uma carga base ou uma carga fixa numa máquina operando
em paralelo com a rede. O EGCP-2 opera o grupo gerador em Base de Carga cada vez que o
gerador está em paralelo com a Rede, à menos que um modo de controle de processo seja
selecionado através da entrada discreta de Processo. Isto se consegue utilizando um controle de
carga isócrono e fornecendo uma referência com a qual se controla a carga. O regulador fará a
saída do gerador aumentar ou diminuir até que a saída do sensor de carga seja igual à referência
ajustada. A referência de Base de Carga é ajustada no menu de sintonia do Controle de Carga
Ativa do EGCP-2. Neste ponto, o sistema está em equilíbrio.

A vantagem do controle em Base de Carga sobre o Droop é que ao se separar da uma Rede, não
há alteração na freqüência. A simples remoção do sinal de ajuste requerido para manter a
referência de Base de Carga na saída do paralelo com a rede (CB Aux da rede aberto), faz
retornar o sistema ao controle de carga isócrono.

O EGCP-2 só pode ficar em paralelo com a Rede no modo de operação Mains Parallel. Quando
for configurado para este tipo de operação, o EGCP-2 operará no modo de controle de Base de
Carga ou em Controle de Processo, quando em paralelo com a rede. O EGCP-2 comuta
automaticamente entre Base de Carga e operação isócrona, dependendo da entrada CB Aux. do
disjuntor da rede estar fechada ou não, ao mesmo tempo que a entrada CB Aux do gerador está
fechada. Se as duas entradas CB Aux da rede e do gerador estiverem fechadas, então o EGCP-2
reconhece estar em paralelo com a rede e opera no modo de controle de Base de Carga. O
EGCP-2 operará em modo de controle de processo - o que é tratado mais adiante nesta seção -
se ambas entradas discretas de Processo e Run with Load estiverem ativas (on).

Funções de carregamento automático do gerador

As funções de carregamento automático do gerador no EGCP-2, são projetadas para serem


usadas junto com o controle de velocidade para controlar automaticamente a carga e descarga
do gerador. Isto permite uma transferência sem trancos quando o gerador for colocado em
paralelo com um sistema de divisão de carga ou com um sistema de barramento infinito, ou
ainda quando um gerador for retirado de um sistema.

Woodward 76
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Descrição do Controle de Processo

A função de controle de processo do EGCP-2 controlará qualquer processo onde o parâmetro


sob controle for determinado pela carga do gerador, e possa ser monitorado com um sinal de
entrada de 4– 20 mA ou 1– 5 Vcc.

O controle compara o sinal de entrada com o setpoint de processo no menu de sintonia do


Controle de Carga Ativa, no EGCP-2. Este setpoint utiliza miliampères como unidade, de modo
que é facilmente comparado com o sinal de entrada de 4-20mA ou 1-5 Vcc. O EGCP-2 então
ajusta a carga do gerador para manter o setpoint desejado. O EGCP-2 somente operará no modo
de controle de processo se for configurado para ser uma unidade em paralelo com a rede (Mains
Parallel), e receber simultâneamente as entradas discretas Auto, Run with Load, e de Processo.
Além disso, o EGCP-2 pode operar no modo de transferência suave de processo, se o setpoint
do modo de controle de carga no menu de sintonia de Configurações estiver ajustado para Soft
Transfer (transferência suave), a entrada discreta de Teste estiver fechada ao mesmo tempo que
as entradas discretas de Run With Load e Processo. No modo de transferência suave, o EGCP-2
carregará o gerador ou geradores (dependendo da aplicação) no nível do setpoint de processo.
Ao ser atingido o valor do setpoint no sinal de entrada de 4– 20 mA ou 1– 5 Vcc, o EGCP-2
abrirá o disjuntor da rede. Este modo de transferência suave é usado para transferir a
alimentação de energia da carga da rede para o gerador.

No modo de controle de processo, as entradas discretas de Aumentar/Diminuir carga atuam no


setpoint de controle de processo. O tempo de rampa para estas entradas de Aumentar/Diminuir
carga, durante a operação no modo de controle de processo, é ajustado no menu de sintonia de
Controle de Carga Ativa, em Process Raise e Process Lower Ramp Rate Setpoint. A graduação
deste setpoint é em mA por segundo.

Quando a função de processo é selecionada pela primeira vez, a referência é ajustada igual à
referência de processo interno ou remota. Se a entrada de processo e a referência de processo
não forem iguais, o controle mudará a referência de carga em rampa no sentido correto para
reduzir o erro. Quando o erro de processo atinge o zero, ou a referência de carga atinge os
valores máximos ou mínimos, o controle de processo estará habilitado.

Quando o controle de processo está habilitado, o sinal de erro entre a referência de processo e o
sinal de processo é introduzido em um controlador PID (proporcional, integral, derivativo)
operando em cascata com o controle de carga. A saída do controlador é uma referência de carga
que está limitada pelos setpoints de limite de carga alta e baixa, na tela de sintonia de Controle
de Carga Ativa, para prevenir sobrecarga ou potência reversa no gerador. O sinal de ajuste de
carga é enviado do controle de carga para o controle de velocidade visando ajustar o controle na
carga necessária para manter o nível de processo desejado.

Numa unidade múltipla, configurada em Mains Parallel, a unidade master (prioridade numérica
mais baixa) opera também como a master de processo. A unidade master deve receber o sinal
de entrada de processo em 4-20mA, ou 1-5 Vcc. Se a unidade master estiver operando no modo
Auto, e portanto é parte da rede de seqüênciamento e controle entre unidades, então ela
controlará todas as unidades escravas que estiverem no modo Auto para manter a referência de
processo da master. As unidades escravas operam num modo do tipo Divisão de Carga, onde a
carga total do sistema é dividida igualmente entre as unidades na proporção de sua capacidade
de carga nominal. A master também seqüenciará automaticamente as unidades escravas em/fora
de linha, conforme necessário para manter a referência do processo.

Recursos adicionais do controle de processo estão presentes no filtro ajustável de sinal de


entrada de processo e na banda morta ajustável no integrador. O filtro ajustável permite a
redução da largura de banda quando estiver controlando um processo ruidoso, como o que
ocorre nas aplicações de digestores de gás combustível. A banda morta é útil tanto em
aplicações ruidosas como também nos processos muito lentos.

Woodward 77
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

A função de controle de processo é configurável para ação direta e inversa. Controle de


processo direto é aquele onde o sinal de entrada detectado aumenta à medida que aumenta a
carga (como aquela onde a entrada detectada é pressão de descarga ou potência exportada). Um
controle de ação inversa é aquele onde o sinal de entrada detectado decresce à medida que
aumenta a carga (como quando se controla a potência importada, onde a potência importada
diminui à medida que o gerador assume uma parcela maior da carga local).

Descrição do controle de carga reativa

Quando se coloca um pequeno gerador em paralelo com a rede, a função de casamento de


tensão do sincronizador ajusta a tensão do gerador para igualar a da rede. As variações de tensão
que podem ocorrer no sistema da Rede depois da entrada em paralelo, poderão causar grandes
alterações na corrente reativa do gerador. O controle de VAR/Fator de Potência permite um
controle em malha fechada dos VARs ou dos fatores de potência, quando operando em paralelo
com um outro sistema de potência, sempre que esse sistema puder aceitar a carga reativa.

No entanto, o ajuste de tensão pode afetar a potência reativa somente quando um outro sistema
estiver disponível para aceitar a carga reativa. Então as funções de controle de VAR/ Fator de
Potência são automaticamente comutadas para Divisão de fator de potência quando houver uma
ou várias unidades operando no modo de Divisão isócrona de carga num barramento isolado
(CB Aux. da rede aberta).

O modo de controle VAR/FP é selecionado escolhendo-se VAR/FP Control Mode no menu de


sintonia de Reactive Load Control. Quando o modo de controle VAR ou FP for selecionado, a
função de controle é habilitada cada vez que o contato CB Aux. do gerador for fechado e o
controle estiver configurado para controle Normal ou Soft Transfer. O controle VAR/FP é
desconsiderado quando o modo de controle de carga estiver selecionado para operação em
Droop. O controle VAR/FP pode ser desabilitado selecionando-se o modo de controle VAR/FP
para Disabled. A saída de ajuste de tensão é restaurada para 0% quando a entrada CB Aux. do
gerador estiver aberta.

NOTA
Se estiver instalada no regulador de tensão uma compensação de cross-current, esta
deverá ser removida antes de usar o modo de controle VAR/FP, ou poderão ocorrer
instabilidades. O TC de Droop deve permanecer conectado ao regulador de tensão.

Controle de VAR

O controle de VAR ajusta a tensão do gerador para manter uma carga de potência reativa
constante (kVAR) no gerador, em toda a faixa operacional de kW, enquanto o gerador estiver
em paralelo com a rede. Isto assegura uma excitação suficiente do campo do gerador sob todas
as condições de carga. Um setpoint está disponível para ajustar os VARs desejados. A função
VAR Control pode ser habilitada selecionando-se o modo VAR/FP Control. A referência de
KVAR pode ser alterada uma vez que o gerador esteja em paralelo com a rede, através dos
contatos de Aumentar/Diminuir Tensão no EGCP-2. Aumentar a referência de KVAR elevará a
saída de ajuste de tensão para o regulador de tensão, que fará com que os VARs sejam
exportados para a rede. Diminuir a referência VAR fará decrescer a saída de ajuste de tensão
para o regulador, o que fará com que os VARs sejam absorvidos da Rede.

Controle de Fator de Potência

O controle de fator de potência ajusta a tensão do gerador para manter um ângulo constante de
potência em toda a faixa operacional de KW, enquanto o gerador estiver em paralelo com a
Rede. Um setpoint está disponível para ajustar a referência de fator de potência desejada. A
função de controle do fator de potência pode ser habilitada selecionando-se o modo de controle
VAR/FP Control. A referência de FP pode ser alterada uma vez que o gerador esteja em

Woodward 78
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

paralelo com a rede, através dos contatos de Aumentar/Diminuir Tensão no EGCP-2. Aumentar
a referência de FP fará elevar a saída de ajuste de tensão para o regulador de tensão, fazendo
com que o FP se mova com um ângulo de atraso crescente. Diminuir a referência FP fará
decrescer a saída de ajuste de tensão para o regulador, fazendo com que o FP se mova num
ângulo de avanço crescente.

Divisão do fator de potência

Quando forem selecionados VAR Control ou PF Control, e o EGCP-2 estiver operando no


modo de divisão isócrona de carga, a divisão do fator de potência é automaticamente
selecionada. A divisão do fator de potência ajusta os reguladores de tensão, de maneira que
todos os geradores assumam a mesma proporção de carga reativa, equilibrando o fator de
potência em todas as unidades. Um setpoint de referência de tensão está disponível para definir
a tensão operacional do sistema. Múltiplos controles EGCP-2 operando no modo de divisão de
fator de potência ajustarão suas respectivas tensões para dividir a carga reativa no barramento
isolado, e operar em torno da tensão de referência ajustada.

Descrição do Sincronizador

O sincronismo, como é normalmente aplicado à geração de eletricidade, é o casamento da forma


de onda da tensão de saída de um gerador elétrico síncrono de corrente alternada, com a forma
de onda de tensão de um outro sistema elétrico de corrente alternada. Para que os dois sistemas
possam ser sincronizados e conectados em paralelo, devem ser consideradas estas cinco
condições:
O número de fases em cada sistema;
A direção da rotação das fases;
As amplitudes de tensão dos dois sistemas;
As freqüências dos dois sistemas;
O ângulo de fase de tensão nos dois sistemas;

As duas primeiras condições são determinadas na especificação, instalação e fiação do


equipamento. O sincronizador casa as condições remanescentes (tensão, freqüência e fase) antes
de fechar os disjuntores de paralelismo.

Descrição funcional

Esta seção descreve como ocorre o casamento do gerador e barramento, e como são verificadas
todas as condições pelas funções do sincronizador.

Modos de operação

O EGCP-2 é capaz de sincronizar tanto pelo disjuntor do gerador quanto pelo disjuntor da Rede,
dependendo da aplicação e da configuração do EGCP-2. Um EGCP-2 configurado para uma
operação em No Parallel (não-paralelo) nunca permitirá que os disjuntores do gerador e da Rede
sejam fechados ao mesmo tempo, e portanto não sincroniza através do disjuntor da Rede. As
unidades configuradas para Mains Parallel (paralelo com a Rede), sincronizarão ativamente o
gerador ou, no caso de um sistema de múltiplas unidades, os geradores, com a concessionária,
antes de fechar o disjuntor de ligação da concessionária (Tie Breaker).

O EGCP-2 monitora a fase A do gerador e a compara com a fase A da entrada do TP do


barramento, ou com a fase A da entrada do TP da Rede. A entrada do TP do barramento é
comutada através da DO-7 (conexão ao barramento local). O TP do barramento sempre é
monitorado cada vez que o EGCP-2 estiver sincronizando, ou fechando em barra morta através
do disjuntor do gerador. A detecção do TP do barramento é uma condição momentânea, pois o
EGCP-2 sempre voltará a detectar a entrada do TP da Rede, comutando para D0-8 (Desconexão

Woodward 79
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

da Rede) toda vez que o sincronismo do gerador for completado. A comutação para o TP da
Rede permite que o EGCP-2 monitore procurando uma condição de Perda de Rede (Loss of
Mains), quando operando em um gerador que não está sincronizando através de seu disjuntor de
gerador.

NOTA
Nos sistemas que operam em paralelo com a rede, ou com modos de detecção de perda de
rede, é recomendável que cada unidade EGCP-2 nesse sistema receba as entradas de rede
e do TP do barramento, para que se obtenha uma operação adequada.

O menu de sintonia do sincronismo é usado para configurar a ação de sincronismo do EGCP-2.


Os itens do menu do sincronismo aplicam-se tanto às funções do disjuntor/contator do gerador
quanto do disjuntor/contator da Rede.

A operação do sincronizador é determinada por três modos diferentes de operação, disponíveis


no EGCP-2. Estes três modos são Run, Check, e Permissive (automático, checagem e
permissivo).

O modo Run permite uma operação normal do sincronizador e dos sinais de fechamento do
disjuntor. O sinal de ajuste de velocidade (explicado abaixo) é mantido junto com o sinal de
fechamento do disjuntor. Quando decorrer o tempo ajustado para o pulso de fechamento e o
sinal de fechamento do contato CB Aux. for recebido no EGCP-2, o sincronizador é
desabilitado. O sincronizador é restaurado automaticamente assim que o gerador for
descarregado e o disjuntor do gerador aberto.

O modo Check permite um sincronismo normal e casamento de tensão, mas sem emissão do
sinal de fechamento de disjuntor.

O modo permissivo habilita a função synch-check (verificação de sincronismo) para que se


obtenha um sincronismo adequado, mas a operação do sincronizador não afeta a velocidade do
motor ou a tensão do gerador. Se a fase, freqüência e tensão estiverem dentro dos limites
adequados para o tempo de parada (Dwell time) especificado, o sincronizador emite um
comando de fechamento de disjuntor. Isso permite o sincronismo manual do gerador com ação
do operador.

Fechamento em barra morta

Quando um barra morta é detectada e o modo de fechamento em barra morta for habilitado num
sistema de várias unidades, o sincronizador tentará conseguir uma permissão bloqueio de
ligação exclusivo para emitir um comando de fechamento do disjuntor. Esta segurança é
necessária para impedir que duas ou mais unidades fechem seus disjuntores ao mesmo tempo.
Para providenciar esta segurança, é feita uma mensagem de rede requisitando o bloqueio,
dirigida a todos os outros controles do EGCP-2 ativos na rede.

Quando um EGCP-2 recebe uma requisição de bloqueio, realiza as seguintes ações:

1. Se não estiver sendo feita uma requisição de permissão de barra morta, é indicada uma
condição de barra morta, e a entrada discreta do CONTATO AUX. DO GERADOR está inativa
o EGCP-2 retorna uma mensagem de resposta para a unidade requisitante.

NOTA
O requisito de CONTATO AUX DO GERADOR aberto restaura a condição de barra
morta no caso de uma falha de TP do barramento. Se for indicada uma condição de barra

Woodward 80
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

morta por falta de tensão do barramento, mas o disjuntor do gerador estiver fechado, não
será enviada nenhuma resposta.

2. Se também estiver sendo feita uma requisição de permissão de barra morta e essa requisição
precede seqüencialmente a requisição recebida, a requisição recebida é retida; caso contrário, é
enviada a resposta. (No caso de empate na seqüência, a unidade com endereço de rede mais
baixo vencerá).

Quando todas as outras unidades responderem, indicando que elas também têm um barra morta
(entrada de barramento menor que 40 Vca) e não mantêm um bloqueio, a unidade requisitante
então mantém a permissão de bloqueio e pode tentar o fechamento de seu disjuntor. O bloqueio
é liberado automaticamente após a emissão do comando de fechamento do disjuntor. Isto
habilitará qualquer outra unidade a conseguir permissão para bloqueio se o disjuntor falhar no
fechamento.

A função de fechamento do barra morta pode ser habilitada ou desabilitada pelo usuário com o
setpoint do fechamento do barra morta , no menu de sintonia do sincroscópio.

Casamento de Tensão

As tensões dos geradores num sistema em paralelo devem ser casadas dentro de uma pequena
percentagem para minimizar o fluxo de potência reativa no sistema. Se dois geradores síncronos
com tensão desigual forem colocados em paralelo, a tensão combinada terá um valor diferente
da tensão gerada pelos geradores individualmente. A diferença nas tensões resulta em fluxos de
correntes reativas no sistema, com a conseqüente queda da eficiência do sistema.

Se um gerador síncrono é colocado em paralelo num sistema maior como a Rede, uma diferença
nas tensões antes da colocação em paralelo não alterará a tensão do barramento. Se a tensão do
gerador for menor que a tensão do barramento, será retirada potência reativa do barramento e
usada para excitar o gerador até a tensão do barramento.

Quando a tensão do gerador for baixa o suficiente, o fluxo de potência reativa poderá fazer o
gerador funcionar como motor com danos potenciais aos enrolamentos do gerador.

O microprocessador então calcula os valores RMS das tensões. O processador emite um sinal de
ajuste de tensão, se usado, ao regulador de tensão para trazer a tensão do gerador para dentro da
janela especificada acima da tensão do barramento. Para garantir que será gerada uma potência
reativa, a faixa da janela vai desde a tensão do barramento até o percentual especificado acima
da tensão do barramento.

A função automática de casamento de tensão pode ser habilitada ou desabilitada com um


setpoint. Quando habilitada, o casamento de tensão ocorrerá nos modos de Check e Run, e é
verificado somente pela função sync-check (verificação do sinc.) no modo Permissive. Quando
estiver habilitada num EGCP-2 que esteja monitorando e controlando o disjuntor da rede, o
casamento de tensão ocorrerá tanto no gerador quanto no disjuntor da rede antes de o
sincronizador emitir um comando de fechamento do disjuntor, quando o gerador estiver em
paralelo com a rede.

Woodward 81
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Sincronismo com casamento de fase

O modo de sincronismo com casamento de fase corrige a freqüência e fase do gerador para
adequa-la à freqüência e fase do barramento. O microprocessador usa técnicas de
processamento de sinal para obter a diferença de fase dos sinais de tensão da fase A do gerador
e da fase A do barramento. Quando há uma diferença, o sincronizador envia um sinal de
correção ao controle de velocidade. O sinal de correção da saída do ajuste de velocidade
aumenta ou diminui a velocidade do motor, dependendo de o deslizamento ser mais rápido ou
mais lento que o barramento. Um controlador PI (proporcional + integral) providencia o sinal de
correção. Os ajustes de ganho e estabilidade ao controlador PI permitem obter uma operação
estável do sincronizador automático sobre uma larga faixa de dinâmica do sistema.

Synch-check (verificação de sincronismo)

A função synch-check determina quando estão satisfeitas todas as condições para um


sincronismo correto, e energiza o relé de fechamento do disjuntor. A comparação da tensão do
gerador e do barramento é feita se a função de casamento de tensão estiver habilitada. A tensão
do gerador deve estar dentro da janela especificada de tensão acima da tensão do barramento,
antes que seja dado o comando de fechamento do disjuntor.

Para minimizar transientes, o disjuntor deve ser fechado quando a diferença de fase entre o
gerador e o barramento estiver perto de zero. Além disso, manter o erro de ângulo de fase entre
o gerador e o barramento dentro da especificação da Janela de Fase Máxima (Max Phase
Window) para um tempo de parada (Dwell Time) específico permite que o sincronizador seja
configurado para uma larga faixa de condições de sincronismo. Os setpoints da janela de fase
máx. e tempo de parada (Dwell time) estão no menu Syncroscope do EGCP-2.

Normalmente será usada uma janela de fase máxima maior e um tempo de parada menor nos
conjuntos de reserva de emergência, onde é preciso uma rápido sincronismo. A janela maior e o
tempo de parada mais curto fazem com que o sincronizador seja menos sensível à transições na
freqüência e erro do ângulo de fase do gerador, quando for comparado com o barramento ao
qual o gerador está sincronizando. Quando se derem todas as condições de tensão e fase, será
emitido o comando de fechamento do disjuntor.

Uma janela de fase máx. menor e um tempo de parada mais longo serão usados nos sistemas
geradores onde é requerida um o sincronismo suave e preciso e onde o tempo para sincronizar
não é tão crítico como numa aplicação em standby (espera). Uma janela menor e um tempo de
parada maior requerem que o gerador esteja dentro de menor tolerância de freqüência e de erro
de ângulo de fase, quando comparado com o barramento ao qual o gerador está sincronizando.
Quando ocorrerem todas as condições de tensão e fase, então será emitido o comando de
fechamento do disjuntor.

Religações múltiplas

A função de religação múltipla permite várias tentativas de fechamento. O controle provê


setpoints para o número de tentativas de fechamento e para o tempo de retardo de religação. A
falha de fechamento após um número especificado de tentativas bloqueia o sincronizador
colocando-o no modo de auto-off e, se o alarme estiver habilitado, energizando a saída de relé
de alarme apropriada. O sincronizador deve ser então rearmado, limpando-se a condição de
alarme no Registro de Alarmes/Eventos. A função de fechamento múltiplo é desabilitada
configurando o contador de religação para um (1).
Tempos do sincronismo

Os diagramas de tempo abaixo ilustram as várias seqüências de tempo que a função do


sincronizador usa ao colocar em paralelo unidades simples e múltiplas através do disjuntor do
gerador ou da rede (dependendo da aplicação).

Woodward 82
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

EVENTOS E TEMPOS DE SINCRONISMO


SEQUÊNCIA PADRÃO TEMPORIZAÇÃO DE SINCR. ATIVA >0 seg.

DESCAR.
DESARME DE
NO PONTO DE
MANUT. CB
TEMPO
MANUT. CB
TEMPO
PARADA
TEMPO
TEMPO DE RAMPA DE
DESCARREGA
MENTO
DISJUNTOR FECHADO SINCRONIZADOR

DE
CASAMENTO DE FASE E (ENTRADA CB AUX DESLIGADO

DE
DE
TENSÃO RECEBIDA) UNIDADE EM CARGA

EM SINC.

DISJ. ENVIADO
FECHAMENTO DO
COMANDO DE

ABERTO)
MODO DE DISJUNTOR
(SINCRONIZADOR EM
EMITIDO
COMANDO DE DESC.
REMOVIDO
COMANDO
FECHADO
DISJUNTOR

EMITIDO
ABRIR DISJUNTOR
COMANDO PARA

DISJUNTOR REMOVIDO
COMANDO PARA ABRIR
SINCRONIZADOR
ATIVADO

PERÍODO DE TEMPORIZAÇÃO DO SINCR

-
COM TENTATIVAS DE RELIGAÇÃO: TEMPORIZAÇÃO DO SINCRONISMO ATIVA E
EXCEDIDA
(PARCIAL)
RELIGAÇÃO
RETARDO
MANUT. CB
TEMPO
PARADA
TEMPO

DE

CASAMENTO DE FASE E SINCRONIZADOR


DE

TENSÃO DESLIGADO CASAMENTO DE FASE E DE


ALARME DE
DE

TENSÃO
INTERRUPÇÃO ATIVO 020-100
00-04-27
DISJUNTOR EMITIDO
COMANDO DE FECH. DO

FECH. DISJ. REMOVIDO


SINCRONIA
EM

ATIVO
DE SINCRONIZADOR
RESWET DO ALARME
EXCEDIDO
TEMPO DE SINCRONISMO

SINCRONIZADOR
ATIVADO

PERÍODO DE
ITEMPORIZAÇÃO DO SINCR

Figura 5.4 Tempos do sincronizador - Seqüência Padrão

Detecção e Ação em Perda da Rede

O EGCP-2 pode ser configurado para detectar uma condição de perda de rede, responder a essa
condição isolando a Rede da carga, e transferir a alimentação de energia à carga da rede para os
grupos motogeradores locais.

O EGCP-2 pode ser configurado para unidades simples ou múltiplas e operação de sistemas
não-paralelos ou paralelos na Rede, que detectarão uma perda de Rede. As ações de perda de
Rede são uma combinação das funções de controle de sincronismo e carga do EGCP-2. Estas
funções permitem ao EGCP-2 operar efetivamente numa condição de perda de Rede.

Abaixo estão os diagramas de eventos para sistemas em paralelo com a rede e não-paralelos.
Estes tempos são aplicáveis ao controle master em sistemas de unidades múltiplas, ou a
qualquer aplicação de unidade simples.

Woodward 83
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Seqüência padrão: unidade Single No Parallel, em modo Auto e com Loss of Mains habilitada.

Fim do retardo da ação LOM


início do retardo da ação LOM
Rede na especificação Retardo para gerador Retardo para Retardo para Retardo para Rede na espec. e em
estável transferência rápida Gerador em carga rede estável transferência rápida carga

especificação
Rede na
fecha em Barra Morta
Disjuntor do gerador
Partida do gerador
Rede
Abertura do disjuntor da
especificação
Rede fora da

disjuntor da rede
Fechamento do
gerador
Abertura do disjuntor do
rápida
retardo para transferência
Gerador estável. Início do

TEMPO VIS-110
00-04-27

* Sobre/Sub freqüência e/ou


Sobre/Sub tensão

Figura 5.5 Detecção de perda de rede ativa

Seqüência padrão: unidade em Single Mains Parallel, no modo Auto e com Loss of Mains (LOM) habilitada.
Início do retardo de ação LOM

Fim do retardo da ação LOM

Rede na espec. Retardo para Rampa de Rede na espec. e em


Retardo de estab. do Retardo de transf. Gerador em carga
carga
gerador rápida rede estável descarga do
gerador
Partida do gerador
Abertura do disj. rede.

Al. principal na espec.


gerador
Fechamento do disjuntor do
Rede fora da espec.

disjuntor da rede .
Sincronismo e fechamento do

gerador
Abertura
transf. de partida rápida
Gerador estável. Retardo de

do
disjuntor
do

VIS-112
TEMPO 00-04-27

Sobre/Sub freqüência
e/ou Sobre/Sub tensão

Figura 5.6 Gerador fora de linha (off line)

Woodward 84
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Seqüência padrão: unidade em Single Mains Parallel funcionando com carga no modo Auto e com detecção de
Loss of Mains habilitada.

Início do retardo da ação LOM

Fim do retardo da ação LOM


Rede na espec. Retardo de rede Inclinação de Rede na espec. e em carga
Conj. do gerador em estável descarregamento
carga do gerador

Gerador em carga em Modo de


Controle de Base de Carga ou
de Processo

Rede na especificação
Abertura do disjuntor da rede

disjuntor da rede
Sincronismo e fechamento do
Rede fora de espec.

Abertura do disjuntor do gerador


TEMPO

VIS-112
Sobre/Sub freqüência e/ou Sobre/Sub 00-04-27
tensão

Figura 5.7 Unidade em paralelo com a rede, com detecção de tensão/freqüência

Seqüência padrão: unidade em Single Mains Parallel funcionando com carga no modo Auto e com detecção de Loss of
Mains habilitada. Ocorrencia de surto de carga.
Abertura do disjuntor da Rede

Rede na espec. Retardo para rede Rampa de descarga Rede na espec. e em


Gerador em carga estável do gerador carga

Gerador em carga em Modo de


Controle de Base de Carga ou
de processo
Rede na espec.

disjuntor da rede
Sincronixzaçãpo e fechamento do
excedido
Nível de surto de carga

Abertura do disjuntor do gerador

TEMPO

* A detecção de surto de
carga é imediata.

Figura 5.8 Unidade em paralelo com a rede, com detecção de surto de carga

Woodward 85
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Seqüenciamento do Gerador
Seqüenciamento do Gerador é a possibilidade que tem o EGCP-2 de manter a capacidade de
geração on-line de uma taxa de carga em quilowatts, em uma configuração de unidade
múltiplas. Para ativar a função de seqüenciamento automático do EGCP-2, cada unidade em um
sistema de unidades múltiplas deve ter os seguintes setpoints habilitados:

Menu de Configuração:

Number of Units Automatic Sequencing


Multiple Enabled

Cada unidade no sistema deve estar no modo Auto (Entrada discreta # 1 fechada) para ser uma
parte ativa do sistema de seqüenciamento.

Quando configurada para seqüenciamento automático como acima descrito, a tela de Estados de
Seqüência do EGCP-2 mostrará todas as unidades ativas na rede, na ordem dos respectivos
Endereços de rede, bem como a prioridade destas unidades no esquema de seqüenciamento. No
caso de unidades fora do modo Auto ou com o setpoint do número de unidades em “Single”,
será exibida a mensagem “Manual Unit, No Sequencing” na tela Estados de Seqüência.
Unidades em modo Auto e definidas em operação como “Multiple”, mas com o setpoint “Auto
Sequencing” desabilitado, ainda aparecerão na tela Estados de Seqüência, mas não responderão
a comandos de seqüenciamento automático do Mestre, além de não serem capazes de operar
como Mestre de controle.

O EGCP-2 usa níveis de carga de sistema calculados para determinar os pontos em que as
unidades são seqüenciadas em carga ou fora de carga pela unidade mestre. A mestre pode não
sequenciar uma unidade fora de carga, mesmo que esta esteja em ou abaixo do setpoint de carga
mínima do gerador, se isto levar a carga do sistema a superar o setpoint de carga máxima do
gerador.

Uma rotina típica de seqüenciamento é exibida abaixo. O sistema representado compreende três
unidades em barramento isolado, alimentadas pelos geradores e alimentando cargas variáveis. A
unidade mestre (prioridade de rede # 1) tem os seguintes setpoints para seqüenciamento no
menu de Real Load Control (Controle de Carga Ativa):

Carga Máxima do Gerador = 65% Retardo para o próximo gerador = 30 s


Retardo de Carga = 5 segundos Tempo Máximo de Partida = 60 segundos
Carga Mínima do Gerador = 25% Retardo Reduzido para próximo Gerador = 30 segundos
Tempo de Parada Máximo = 15 segundos

NOTA
Estes parâmetros são exibidos apenas para demonstração. Os setpoints de seqüenciamento
podem variar dependendo dos requisitos do sistema.

Woodward 86
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Carga do
Sistema

Tem

Figura 5.9 Rotina Típica de Seqüenciamento Automático

Ponto A
O Gerador Mestre controlando carga em modo isócrono num barramento isolado. Saltos de
carga do sistema aproximadamente entre 10% e 30%.

Ponto B
O Gerador Mestre responde à um salto de carga que leva a carga do sistema a aproximadamente
70%. Este nível excede o setpoint de carga máxima do gerador (65%) definido no menu de
Controle de Carga Ativa. O controle Mestre inicia a contagem do tempo de 30 segundos “Next
Genset Delay” para o seqüenciamento do próximo gerador. Após decorridos os 30 segundos, a
carga ainda está acima do setpoint de carga máxima do gerador. O controle mestre emite um
comando de partida para ligar a próxima unidade (prioridade de rede # 2).

Ponto C
Dez segundos após receber o comando de partida, a unidade de prioridade de rede # 2 se
conecta ao barramento e divide carga com a mestre.

Ponto D
A carga do sistema cai para aproximadamente 45% após a unidade # 2 terminar a rampa de
divisão de carga.

Ponto E
Um grande salto de carga no barramento carrega os dois geradores a mais de 100 % de sua
carga nominal. A carga do sistema reflete estes níveis. A unidade mestre inicia a contagem do
tempo “Rated Load Delay (retardo de carga nominal) ajustado em 5 segundos, antes de ligar a
terceira unidade.

Ponto F
A terceira unidade fecha seu disjuntor para as duas unidades já no barramento isolado. Como o
retardo de carga nominal está ativado e a carga do sistema está acima de 100% da capacidade de
geração na linha, a terceira unidade imediatamente divide sua carga, sem qualquer rampa. A
carga do sistema cai imediatamente para 55% quando a terceira unidade fecha seu disjuntor no
barramento.

Woodward 87
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Ponto G
Um salto negativo de carga no barramento leva a carga do sistema para aproximadamente 35%.
Todos os três geradores permanecem em linha, em divisão isócrona de carga.

Ponto H
Mais um decréscimo de carga no barramento isolado faz a carga do sistema cair abaixo do
setpoint de carga mínima do gerador de 25% para aproximadamente 10%. A unidade mestre
inicia a contagem do tempo “Reduced Gen Dly Time”, ajustado em 30 segundos.

Ponto J
Como a carga do sistema ainda está abaixo de 25% e expirou o tempo de retardo reduzido para
o próximo gerador da mestre, esta unidade emite um comando para a unidade 3 (prioridade de
rede # 3) para diminuir a carga e abrir seu disjuntor. A unidade # 3 inicia a rampa de retirada de
carga. A carga do sistema começa a crescer. A mestre inicia o retardo “Max Stop Time” (Tempo
de Parada Máximo) de 15 segundos antes de verificar se a carga está suficientemente baixa para
permitir, em seguida, a saída de linha de outra unidade.

Ponto K
A unidade 3 atinge o ponto de parada com descarga (unload trip level) e abre o disjuntor do
gerador. A carga do sistema ainda está abaixo do setpoint de carga mínima do gerador de 25%.
O retardo Tempo de Parada Máximo da mestre expirou. A mestre inicia a contagem de tempo
para a retirada do próximo gerador.

Ponto L
A carga do sistema permanece abaixo de 25 % e a unidade mestre emite um comando para a
unidade # 2 (prioridade de rede # 2) para diminuir a carga.

Ponto M
A unidade 2 diminui a carga e abre o disjuntor do gerador. Isto deixa apenas a unidade mestre
(prioridade de rede # 1) na linha fornecendo carga. Quando necessário, a mestre colocará e
retirará unidades da linha conforme explicado acima e determinado pelos setpoints de
seqüenciamento no menu de Controle de Carga Ativa.

A unidade Mestre em qualquer sistema EGCP-2 de unidades múltiplas é sempre a unidade com
o menor parâmetro de prioridade de rede (Network Priority). Todas as unidades escravas entram
em linha na ordem ascendente dos respectivos parâmetros de prioridade de rede e são retiradas
de linha na ordem decrescente dos parâmetros de prioridade de rede. A Mestre é sempre
responsável por qualquer seqüenciamento automático das unidades escravas entrando e saindo
da linha.

Para dar ao usuário do EGCP-2 a capacidade de controlar os níveis de tempo de operação do


motor em um sistema de unidades múltiplas, qualquer EGCP-2 no sistema pode ser usado para
alterar a prioridade de rede de qualquer unidade EGCP-2 ativa na mesma rede. Para uma
unidade estar ativa na rede, deve ter a entrada discreta Auto fechada, ser configurada para
operação com unidades múltiplas, ter seu setpoint de Auto Sequencing habilitado e ser
fisicamente conectada à rede RS-485 entre unidades.
A capacidade de alterar a prioridade de qualquer unidade na rede tem algumas regras
fundamentais associadas ao próprios procedimentos de alteração na prioridade da unidade. Estas
regras se relacionam com a indicação de uma nova mestra, a alteração da seqüência de unidades
em carga e estados permissivos de alteração de seqüência.

Indicação de uma novo mestre - todas as unidades sem carga


Quando a prioridade de uma unidade se altera de forma a torná-la a nova mestra do sistema, a
resposta do sistema à alteração depende do estado operacional do sistema na hora da alteração.

Woodward 88
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Se o sistema não estiver em carga, se os motores não estiverem funcionando, e se o sistema não
experimentou ou não foi configurado para uma condição de perda de rede, então a mudança da
alteração da mestre terá o seguinte efeito no sistema:

Após no máximo 5 minutos, a indicação Master na tela de Estado de Seqüência identifica a


nova unidade mestre.

Pouco após isto ocorrer, a nova tela Estado de Seqüência da mestre registrará as unidades
escravas Next On e Next Off (próximas on-line e off-line) da nova configuração de prioridade
do sistema.

Nenhuma unidade ligará ou entrará em carga sob estas condições como resultado da indicação
da nova mestre. Veja na Figura 5-10.

REDE
NENHUMA FALHA DE REDE DETECTADA

TELA DE SEQÜÊNCIA DA MESTRE

CARGA DO SISTEMA = %

TODOS OS GERADORES SEM


CARGA

ENDEREÇO DE REDE NO 1 ENDEREÇO DE REDE NO 2 ENDEREÇO DE REDE NO 3


PRIORIDADE DE REDE NO 1 PRIORIDADE DE REDE NO 2 PRIORIDADE DE REDE NO 3

Figura 5.10 Configuração Original do Sistema

Woodward 89
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

REDE
NENHUMA FALHA NA REDE DETECTADA

TELA DE SEQÜÊNCIA DA MESTRE

CARGA DO SISTEMA = %

TODOS OS GERADORES SEM


CARGA

ENDEREÇO DE REDE NO 1 ENDEREÇO DE REDE NO 2 ENDEREÇO DE REDE NO 3


PRIORIDADE DE REDE NO 2 PRIORIDADE DE REDE NO 1 PRIORIDADE DE REDE NO 3

Figura 5.11 Após alteração de prioridade - unidades desligadas

Indicação de uma nova mestre - mestre em carga


O próximo cenário de alteração de prioridade de seqüência envolve ter a unidade mestre em um
barramento isolado devido à perda da Rede, ou a partir de uma entrada Auto e Run with Load.
As duas unidades escravas estão fora de linha porque a carga do sistema não precisa que elas
fiquem em linha. Alterar a prioridade de rede da mestre indicará uma nova mestre no sistema.

Neste sistema, a unidade mestre sempre terá uma carga mínima de geração de 25% e uma carga
máxima de geração de 65%. Estes valores serão usados em todos os exemplos de carga
restantes.
REDE

FALHA DE REDE DETECTADA


OU RUN WITH LOAD EM UMA
APLICAÇÃO NO PARALLEL

TELA DE SEQÜÊNCIA DA MESTRE

CARGA DO SISTEMA -= 40%

ENDEREÇO DE REDE NO 1 ENDEREÇO DE REDE NO 2 ENDEREÇO DE REDE NO 3


PRIORIDADE DE REDE NO 1 PRIORIDADE DE REDE NO 2 PRIORIDADE DE REDE NO 3

Figura 5.12 Configuração original do sistema

Em cinco minutos a tela de seqüência de qualquer unidade refletirá a alteração da mestre da


unidade 1 para a unidade 2.

A carga do sistema está em um nível entre 25 e 65 porcento, onde nenhuma unidade escrava é
encadeada on-line ou off-line.

Woodward 90
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

REDE

FALHA DE AL. REDE DETECTADA


ou Run with Load em uma aplicação No
Parallel

TELA DE SEQÜÊNCIA DA MESTRE

CARGA DO SISTEMA = 35%

ENDEREÇO DE REDE NO 1 ENDEREÇO DE REDE NO 2 ENDEREÇO DE REDE NO 3


PRIORIDADE DE REDE NO 2 PRIORIDADE DE REDE NO 1 PRIORIDADE DE REDE NO 3

Figura 5.13 Uma nova mestre assume - Uma unidade operando em barramento isolado

Quando a tela de seqüência exibir a nova mestre, o motor da nova mestra iniciará a seqüência de
partida. A nova mestre deverá ligar e ficar on-line para assumir seu novo papel como mestre, o
que significa controlar a carga e a seqüência das unidades escravas.

A nova mestre (Endereço de rede 2) ligará em paralelo à mestre anterior (Endereço de rede 1).
O controle de carga será por Divisão isócrona de carga entre as duas unidades. Veja na Figura 5-
13. Se a carga do sistema for maior que 25%, as duas unidades permanecerão on-line. Se a carga
do sistema for menor que 25%, a nova mestre (Endereço de rede 2) colocará a escrava
(Endereço de Rede 1) off-line.

A nova mestre terá se estabelecido na rede com todas as atribuições de Mestre.

As ações acima ocorrem apenas alterando-se a prioridade de determinada unidade, de forma que
esta unidade seja a New Master (nova mestre). Desde que a unidade esteja em modo Auto,
configurada para operação com unidades múltiplas e ligada à rede de comunicação, ela se
transferirá automaticamente para a posição de mestre.

As unidades operando em Auto com a entrada discreta Run with Load (operação com carga)
fechada efetivamente transferirão ou reconhecerão a transferência das unidades mestres.
Entretanto, estando nos modos Auto e Run with Load, estas unidades em particular não podem
ser colocadas off-line pelo controle da mestre.

Se uma unidade não estiver em modo Auto, se estiver configurada para operação de unidade
simples, ou se não estiver ligada à rede RS-485, nenhuma transferência de mestre poderá
ocorrer.
Além disso, para ocorrer uma transferência de mestre, as unidades precisam estar no modo de
operação de seqüenciamento automático. Isto implica em um divisão de carga ou em modo de
controle de processo. Sem estar nestes modos de operação, é impossível ocorrer uma
transferência de mestre porque a nova mestre não pode colocar a mestre anterior off-line. O
modo de controle de carga que não suporta transição de nova mestre é Base Load ( Base de
Carga). No modo Base Load, não há seqüenciamento entre as unidades e, portanto, não pode
ocorrer uma troca de mestre até que as unidades saiam do modo de Base de Carga, entrem em
Divisão Isócrona de carga, ou em modo de controle de processo.

Woodward 91
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

NOTA: Os controles da mestre operando em Modo de Controle de Processo devem ter


uma entrada de transdutor de 4-20 mA ou de 1-5 Vcc para funcionar
adequadamente.

Alteração da prioridade de uma unidade escrava - nenhuma escrava em


carga

REDE

NENHUMA FALHA DE REDE DETECTADA

TELA DE SEQÜÊNCIA DA MESTRE

CARGA DO SISTEMA = 0 %

TODOS OS GERADORES SEM CARGA

ENDEREÇO DE REDE NO 1 ENDEREÇO DE REDE NO 2 ENDEREÇO DE REDE NO 3


PRIORIDADE DE REDE NO 1 PRIORIDADE DE REDE NO 2 PRIORIDADE DE REDE NO 3

Figura 5.14 Alteração da prioridade de uma unidade escrava

Se a prioridade da unidade escrava se alterar de forma a simplesmente mudar o local desta


escrava no esquema de seqüência sem tornar a escrava uma Nova Mestre, uma das duas coisas a
seguir acontecerá, dependendo do posicionamento das escravas na ordem de prioridade.

1) A escrava simplesmente se posiciona na nova seqüência sem ter que entrar em carga.
2) A escrava terá que entrar em carga para assumir sua nova prioridade no sistema de
seqüenciamento.

O Caso 1 ocorrerá se a prioridade da escrava se alterou sem unidades operando e sem ocorrer
detecção de perda de Rede, ou se a própria escrava não estiver operando devido aos níveis de
carga do sistema não exigirem que a unidade esteja em linha, e a prioridade da escrava tenha
diminuído (foi para valor numérico mais alto).

Woodward 92
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores
REDE

NENHUMA FALHA DE REDE DETECTADA OU


OPERAÇÃO RUN WITH LOAD NA MESTRE

TELA DE SEQÜÊNCIA DA MESTRE

CARGA DO SISTEMA = 50%

ENDEREÇO DE REDE NO 1 ENDEREÇO DE REDE NO 2 ENDEREÇO DE REDE NO 3


PRIORIDADE DE REDE NO 1 PRIORIDADE DE REDE NO 2 PRIORIDADE DE REDE NO 3

Figura 5.15 Alteração da prioridade de uma unidade escrava

Mestre operando em carga em barramento isolado (Figura 5-15). O nível de carga do sistema
está em 40%; assim, nenhuma unidade escrava é seqüenciada em linha.

REDE

NENHUMA FALHA DE REDE DETECTADA OU


OPERAÇÃO RUN WITH LOAD NA MESTRE

TELA DE SEQÜÊNCIA DA MESTRE

CARGA DO SISTEMA = 50%

ENDEREÇO DE REDE NO 1 ENDEREÇO DE REDE NO 2 ENDEREÇO DE REDE NO 3


PRIORIDADE DE REDE NO 1 PRIORIDADE DE REDE NO 3 PRIORIDADE DE REDE NO 2

Figura 5.16 Alteração da prioridade de uma unidade escrava

Uma alteração de prioridade nas unidades com endereços de rede # 2 e # 3 troca a prioridade de
rede entre estes dois pontos. Como nenhuma das duas unidades está operando (só a mestre está
em carga), ocorre a troca de prioridade, reconhecida pela mestre. A alteração é vista nas linhas
next on/next off da tela de estado de seqüência da mestre. Veja na Figura 5-16.

Alteração da prioridade de uma unidade escrava - escrava em carga


O caso 2 ocorrerá se a unidade escrava não estiver operando, se não houve detecção de perda de
Rede e se a prioridade da escrava aumentou (para valor numérico inferior) a um nível que
provoca a substituição por outra escrava operando em carga.

Woodward 93
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REDE
FALHA DE REDE DETECTADA OU
OPERAÇÃO RUN WITH LOAD NA MESTRE

TELA DE SEQÜÊNCIA DA MESTRE

CARGA DO SISTEMA = 50%

ENDEREÇO DE REDE NO 1 ENDEREÇO DE REDE NO 2 ENDEREÇO DE REDE NO 3


PRIORIDADE DE REDE NO 1 PRIORIDADE DE REDE NO 2 PRIORIDADE DE REDE NO 3

Figura 5.17 Alteração da prioridade de uma unidade escrava

A figura acima representa um sistema em carga, em barramento isolado e com Divisão de carga.
A unidade mestre encadeou on-line a unidade escrava de prioridade no 2. A carga do sistema
está em 50%.

REDE

FALHA DE REDE DETECTADA OU OPERAÇÃO RUN


WITH LOAD NA MESTRE

TELA DE SEQÜÊNCIA DA MESTRE

CARGA DO SISTEMA = 50%

ENDEREÇO DE REDE NO 1 ENDEREÇO DE REDE NO 2 ENDEREÇO DE REDE NO 3


PRIORIDADE DE REDE NO 1 PRIORIDADE DE REDE NO 3 PRIORIDADE DE REDE NO 2

Figura 5.18 Alteração da prioridade de uma unidade escrava


A prioridade de rede das unidades de prioridade 2 e 3 foi trocada - a unidade com endereço de
rede 3 tem prioridade 2 e a de endereço de rede 2 tem prioridade 3. Após um retardo de menos
de 5 minutos, a unidade de endereço de rede 3 (prioridade 2) é ligada pela mestre e colocada em
paralelo com o barramento. Agora todas as três unidades estão on-line. Veja na Figura 5-18. A
mestre reconhece a seqüência on/off correta para as novas prioridades e colocará off-line a
unidade de endereço de rede 2 quando os níveis de carga do sistema caírem para menos de 25%.
Veja na Figura 5-19.

Woodward 94
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores
REDE
FALHA DE REDE DETECTADA OU OPERAÇÃO
RUN WITH LOAD NA MESTRE

TELA DE SEQÜÊNCIA DA MESTRE

ENDEREÇO DE REDE NO 1 ENDEREÇO DE REDE NO 2 ENDEREÇO DE REDE NO 3


PRIORIDADE DE REDE NO 1 PRIORIDADE DE REDE NO 3 PRIORIDADE DE REDE NO 2

Figura 5.19 Alteração da prioridade de uma unidade escrava

Os níveis de carga do sistema diminuíram para menos de 25% e a mestre colocou off-line a
unidade com endereço de rede 2 e prioridade 3. A mestre reconheceu completamente a troca de
prioridade e as novas prioridades estão ativadas..

Os exemplos acima são funções típicas de seqüenciamento do EGCP-2. Aplicações de


barramento isolado foram mostradas para esclarecimento. O EGCP-2 pode fazer
seqüenciamento automático enquanto em paralelo com a Rede nos modos de controle do
processo ou de controle do processo com transferência suave. Os exemplos acima, de troca de
prioridade e seus efeitos, também são precisos em modos de controle de processo de unidades
múltiplas em paralelo com a rede.

Comunicações entre controles (Rede RS-485)


O EGCP-2 utiliza uma estrutura de comunicação proprietária para trocar informações entre os
vários controles EGCP-2 em um sistema. Esta estrutura de comunicação permite uma divisão
precisa de carga, e que estados e troca de mensagens de comando sejam feitas entre até 8
unidades. A rede usa o protocolo RS-485 com par blindado trançado padrão para conectar as
unidades no sistema. As unidades extremas da rede precisam ter suas chaves de terminação de
rede selecionadas no Switch Location 4. As chaves 1, 2 e 3 devem ser fechadas para garantir
comunicação segura entre controles e impedir a propagação de dados refletidos na rede.

As informações na rede RS-485 são apenas para comunicações entre controles e de forma
alguma devem ter interfaces com dispositivos externos. Existe uma porta RS-422 no EGCP-2
usada para monitorar e controlar remotamente as unidades.

Monitoração/Controles remotos (RS-422)


Para facilitar a conexão à computadores externos, o EGCP-2 tem uma porta RS-422 que permite
acesso direto às funções no controle. A rede RS-422 é uma linha multidrop que permite a
conexão de um dispositivo externo a qualquer ponto na rede. Isto permite a monitoração e
controle de até 8 unidades simultaneamente a partir de um PC.

A rede RS-422 é dedicada ao controle e monitoração do EGCP-2.

Woodward 95
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Capítulo 6
Calibração das entradas e saídas de controle
Introdução
O EGCP-2 pode ser visto como um dispositivo de medição digital que monitora o motor,
gerador, barramento e os sinais analógicos da rede. Sendo um dispositivo de medição digital, o
EGCP-2 deve ser calibrado corretamente para que possa cumprir com precisão seu papel de
dispositivo de controle. Este capítulo trata da calibração das diversas entradas e saídas do
EGCP-2 e dos efeitos da calibração nas funções de medição do EGCP-2.

As entradas e saídas do EGCP-2 são calibradas na fábrica para a melhor tolerância possível
entre o sinal de entrada e o sinal medido pelo EGCP-2. Todos os sinais analógicos que entram
no EGCP-2 passam por conversores de sinais analógicos para digitais (A/D). Estes conversores
têm a capacidade de serem “calibrados” de forma a igualar os sinais de entrada captados pelo
software do EGCP-2 ao sinal de entrada verdadeiro.

Enquanto a calibração de fábrica posiciona o EGCP-2 dentro de tolerância apertada com relação
às diversas entradas alimentadas no controle, ela não pode considerar perdas na fiação de
campo, comuns nas aplicações de geração de energia. A perda de sinal devido ao comprimento
e impedância da fiação, as perdas do primário para o secundário do transformador e a não
linearidades de dispositivos de transmissão não pode ser compensada na fábrica. Porisso o
EGCP-2 deve ser calibrado antes de começar a funcionar.

A intenção de calibrar o EGCP-2 é fazer a unidade ler as diversas tensões, correntes,


freqüências e temperaturas nas diversas telas de exibição do menu de estado, o mais próximo
possível dos valores reais nas verdadeiras fontes destes sinais.

Por exemplo, considere que existe um grupo gerador de 480 volts entre fases operando em um
sistema que utiliza transformadores de tensão 4:1 para alimentar o EGCP-2. A tensão de entrada
entre fases CA no EGCP-2 é 118 volts devido às perdas entre primário e secundário nos
transformadores de tensão. O menu Generator Status do EGCP-2 exibirá uma tensão de geração
de 472 Vca L-L para cada fase, que não é exatamente a que o gerador está produzindo. Neste
caso, o menu de Calibração pode ser usado para ajustar os conversores A/D nas três entradas do
transformador de tensão do gerador até que o menu Generator Status indique 480 Vac L-L para
cada fase. Assim o menu de Calibração é usado para compensar perdas de sinal entre a fonte e o
EGCP-2. O menu de Calibração permite o ajuste de todas as entradas e saídas analógicas do
EGCP-2 com esta finalidade.

Calibração dos TP’s e TC’s


O menu Calibração do EGCP-2 contém pontos para calibração das tensões e correntes das três
fases do gerador. Estes pontos de calibração são os seguintes:

PT Phase A Scale (Escala do TP da fase A)

Calibra a entrada do TP da fase A do gerador.

Menus afetados
Alterações no setpoint da calibração mudarão a tensão da fase A do gerador exibida no menu de
estado do gerador. Alterar este valor também afetará os níveis de KW e KVAR do gerador.

A tensão da fase A do gerador também é usada como parte da função que determina quando o
gerador está “na especificação”, conforme mostra o menu de visão geral do controle através

Woodward 96
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

uma onda senoidal posta abaixo do rótulo “GEN”. Se o TP da Fase A do gerador não for
calibrado corretamente, o nível no qual o gerador é mostrado como “na especificação” pode não
refletir uma condição verdadeira.

Operações Afetadas
O EGCP-2 usa a tensão da fase A do gerador para casamento de tensão ao sincronizar através
do disjuntor do gerador. Uma calibração precisa do TP da fase A do gerador é crítica para uma
operação correta do casamento de tensão.

A tensão do gerador medida na fase A é usada no modo de Divisão Fator de Potência/VAR


quando o EGCP-2 está em paralelo com outras unidades em um barramento isolado. O EGCP-2
usa a Voltage Reference (Referência de Tensão) do menu de Configuração como um ponto de
referência da tensão do gerador ao balancear a carga reativa no barramento entre os geradores.
Se a tensão do TP da fase A estiver fora de calibração no EGCP-2, a tensão do barramento pode
estar fora desta referência quando em modo de Divisão de Fator de Potência/ VAR. Além disso,
pode haver má Divisão VAR/FP se o TP da fase A não for corretamente calibrado.

A tensão do gerador também é usada em cálculos de carga ativa e reativa. Este cálculos são
usados em todas as funções de controle de potência ativa e reativa.

Alarmes afetados
A tensão do TP da fase A é usada para setpoints dos limites de Voltage High e Voltage Low
(Tensão Alta e Tensão Baixa) localizados no menu Shutdown and Alarm (Desligamento e
Alarme). Os setpoints dos limites de tensão podem ser configurados para diversas indicações de
alarme. Além disso, se a tensão do gerador medida pelo EGCP-2 exceder o limite de tensão alta
ou ficar abaixo do limite de tensão baixa, a saída de ajuste de tensão deixará de variar no sentido
em que o alarme ocorreu.

A tensão do TP da Fase A é usada nos cálculos de carga KW e KVAR. Todos os alarmes que
monitoram estas condições serão afetados se o TP da fase A não for calibrado corretamente.

PT Phase B Scale (Escala do TP da fase B)

Calibra a entrada do TP da fase B do gerador.

Menus Afetados
Alterações no setpoint de calibração modificarão a tensão da fase B do gerador mostrada no
menu de estado do gerador. Alterar este valor também afetará os níveis de KW e KVAR do
gerador.

Operações Afetadas
A tensão do gerador também é usada em cálculos de carga ativa e reativa. Este cálculos são
usados em todas as funções de controle de potência ativa e reativa.

Alarmes Afetados
A tensão do TP da Fase B é usada nos cálculos de carga KW e KVAR. Todos os alarmes que
monitoram estas condições serão afetados se o TP da fase B não for calibrado corretamente.

PT Phase C Scale (Escala do TP da fase C)

Calibra a entrada do TP da fase C do gerador.

Menus Afetados
Alterações no setpoint de calibração modificarão a tensão da fase C do gerador mostrada no
menu de estado do gerador. Alterar este valor também afetará os níveis de KW e KVAR do
gerador.

Woodward 97
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Operações Afetadas
A tensão do gerador também é usada em cálculos de carga ativa e reativa. Este cálculos são
usados em todas as funções de controle de potência ativa e reativa.

Alarmes Afetados
A tensão do TP da Fase C é usada nos cálculos de carga KW e KVAR. Todos os alarmes que
monitoram estas condições serão afetados se o TP da fase C não for corretamente calibrado.

CT Phase A Offset (Offset do TC da Fase A)

Calibra o offset (corrente zero) da entrada do TC da fase A do gerador.

Menus Afetados
Alterações no valor de calibração afetarão a leitura de corrente da fase A no menu de estado do
gerador. Alterar este valor também afetará os níveis de KVA, KW e KVAR do gerador.

Operações Afetadas
A corrente do gerador também é usada em cálculos de carga ativa e reativa. Este cálculos são
usados em todas as funções de controle de potência ativa e reativa.

Alarmes Afetados
A corrente do gerador na fase A é monitorada e usada como entrada para o alarme de
sobrecarga. O EGCP-2 usa todas as entradas do TP das três fases para verificar condições de
sobrecarga e seleciona a fase com a corrente mais alta em qualquer instante. Níveis de TC da
fase A mal calibrados afetarão o ponto de detecção de sobrecarga no gerador.

A calibração do TC da fase A afeta os níveis KW e KVAR da fase A e da soma de todas as três


fases do gerador. Os diversos setpoints de alarme que monitoram níveis de carga ativa e reativa
são afetados por este ponto de calibração.

CT Phase A Scale (Escala do TC da fase A)

Calibra a entrada do TC da fase A do gerador.

Menus Afetados
Alterações no setpoint de calibração modificarão a leitura de corrente da fase A mostrada no
menu de estado do gerador. Alterar este valor também afetará os níveis de KW e KVAR do
gerador.

Operações Afetadas
A corrente do gerador também é usada em cálculos de carga ativa e reativa. Este cálculos são
usados em todas as funções de controle de potência ativa e reativa.

Alarmes Afetados
A corrente do gerador na fase A é monitorada e usada como entrada para o alarme de
sobrecarga. O EGCP-2 usa todas as entradas de TC das três fases para medir condições de
sobrecarga e seleciona a fase com a corrente mais alta em qualquer instante. Níveis de TC da
fase A mal calibrados afetarão o ponto de detecção de sobrecarga no gerador.

A calibração do TC da fase A afeta os níveis de KW e KVAR da fase A e da soma de todas as


três fases do gerador. Os diversos setpoints de alarme que monitoram níveis de carga ativa e
reativa são afetados por este ponto de calibração.

CT Phase B Offset (Offset do TC da Fase B)

Woodward 98
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Calibra o offset (corrente zero) da entrada do TC da fase B do gerador.

Menus Afetados
Alterações no menu de calibração afetarão a leitura de corrente da fase B no menu de estado do
gerador. Alterar este valor também afetará os níveis de KVA, KW e KVAR do gerador.

Operações Afetadas
A corrente do gerador também é usada em cálculos de carga ativa e reativa. Este cálculos são
usados em todas as funções de controle de potência ativa e reativa.

Alarmes Afetados
A corrente do gerador na fase B é monitorada e usada como entrada para o alarme de
sobrecarga. O EGCP-2 usa todas as entradas do TC das três fases para medir condições de
sobrecarga e seleciona a fase com a corrente mais alta em qualquer instante. Níveis de TC da
fase B mal calibrados afetarão o ponto de detecção de sobrecarga no gerador.

A calibração do TC da fase B afeta os níveis KW e KVAR da fase B e da soma de todas as três


fases do gerador. Os diversos setpoints de alarme que monitoram níveis de carga ativa e reativa
são afetados por este ponto de calibração.

CT Phase B Scale (Escala do TC da fase B)

Calibra a entrada do TC da fase B do gerador.

Menus Afetados
Alterações no setpoint de calibração modificarão a leitura de corrente da fase B mostrada no
menu de estado do gerador. Alterar este valor também afetará os níveis de KW e KVAR do
gerador.

Alarmes Afetados
A corrente do gerador na fase B é monitorada e usada como entrada para o alarme de
sobrecarga. O EGCP-2 usa todas as entradas do TC das três fases para medir condições de
sobrecarga e seleciona a fase com a corrente mais alta em qualquer instante. Níveis de TC da
fase B mal calibrados afetarão o ponto de detecção de sobrecarga no gerador.

A calibração do TC da fase B afeta os níveis de KW e KVAR da fase B e da soma de todas as


três fases do gerador. Os diversos setpoints de alarme que monitoram níveis de carga reais e
reativas são afetados por este ponto de calibração.

CT Phase C Offset (Offset do TC da Fase C)

Calibra o offset (corrente zero) da entrada do TC da fase C do gerador.

Menus Afetados
Alterações no menu de calibração afetarão a leitura de corrente da fase C no menu de estado do
gerador. Alterar este valor também afetará os níveis de KVA, KW e KVAR do gerador.

Operações Afetadas
A corrente do gerador também é usada em cálculos de carga ativa e reativa. Este cálculos são
usados em todas as funções de controle de potência ativa e reativa.

Alarmes Afetados
A corrente do gerador na fase C é monitorada e usada como entrada para o alarme de
sobrecarga. O EGCP-2 usa todas as entradas do TC das três fases para medir condições de
sobrecarga e seleciona a fase com a corrente mais alta em qualquer instante. Níveis de TC da
fase C mal calibrados afetarão o ponto de detecção de sobrecarga no gerador.

Woodward 99
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

A calibração do TC da fase A afeta os níveis KW e KVAR da fase C e da soma de todas as três


fases do gerador. Os diversos setpoints de alarme que monitoram níveis de carga reais e reativas
são afetados por este ponto de calibração.

CT Phase C Scale (Escala do TC da fase C)

Calibra a entrada do TC da fase C do gerador.

Menus Afetados
Alterações no setpoint de calibração modificarão a leitura de corrente da fase C mostrada no
menu de estado do gerador. Alterar este valor também afetará os níveis de KW e KVAR do
gerador.

Alarmes Afetados
A corrente do gerador na fase C é monitorada e usada como entrada para o alarme de
sobrecarga. O EGCP-2 usa todas as entradas do TC das três fases para medir condições de
sobrecarga e seleciona a fase com a corrente mais alta em qualquer instante. Níveis de TC da
fase C mal calibrados afetarão o ponto de detecção de sobrecarga no gerador.

A calibração do TC da fase C afeta os níveis de KW e KVAR da fase C e da soma de todas as


três fases do gerador. Os diversos setpoints de alarme que monitoram níveis de carga ativa e
reativa são afetados por este ponto de calibração.

Calibração do TP do Barramento
A entrada do TP do barramento no EGCP-2 tem um “duplo papel”, pois é usada para medir a
tensão dos TP do barramento e da rede. O EGCP-2 automaticamente alterna entre os TP do
barramento e da rede ao executar ações de monitoração da rede, de sincronismo e de
fechamento de barra morta .

Bus PT Scale (Escala do TP do Barramento)


Calibra as leituras de tensão do barramento e da rede no EGCP-2.

Menus Afetados
Leitura da Tensão da Rede
A entrada do TP do barramento é usada como parte do sistema de leitura que determina quando
a tensão da rede está “na especificação”, conforme mostrado no menu de resumo do controle
por uma onda senoidal sob o rótulo MAINS (rede). O TP do barramento também monitora a
rede quando o gerador fica em paralelo com a rede em aplicações de paralelismo com a rede. O
valor “U:” no menu Synchroscope indicará a tensão da rede ao se operar no modo “Close Mains
Breaker” (fechar disjuntor da Rede).

Leitura da Tensão do Barramento


A entrada do TP do barramento é usada quando se sincroniza à barra via disjuntor do gerador
(barra viva ou morta). O menu do sincroscópio exibirá a tensão do barramento no valor “U:” ao
executar as funções de fechamento do disjuntor do gerador.

Operações Afetadas
A calibração da escala do TP do barramento afetará a precisão do casamento de tensão quando o
gerador está em paralelo com outros geradores num barramento isolado (TP do barramento
sendo monitorado), ou quando o gerador está em paralelo com a Rede (TP da rede sendo
monitorado). Uma calibração incorreta da leitura do TP do barramento do EGCP-2 pode causar
grandes variações de carga reativas quando se paralela com o barramento ou com a Rede, após o
fechamento do disjuntor do gerador.

Alarmes Afetados

Woodward 100
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

A calibração da escala do TP do barramento afetará os setpoints de alarme de limites de alta e


baixa tensão da rede no menu de sintonia de desligamento e alarmes. Se a escala do TP do
barramento for calibrada incorretamente, a leitura de tensão para estes setpoints de alarme de
alta e baixa poderá fazer os alarmes e/ou ação de perda da Rede (Loss of Mains) ocorrer em
níveis errados de tensão.

Speed Bias Output (Saída para ajuste de velocidade)


A calibração de Speed Bias Offset estabelece uma offset (desvio) na saída de ajuste de
velocidade do EGCP-2. Esta saída é alimentada no governador de velocidade para ajustar a
velocidade com fins de sincronismo e controle de carga. Esse offset é o ponto de partida de onde
o EGCP-2 inicia todas suas as operações de ajuste de velocidade. O valor de Speed Bias Offset
é calibrado na fábrica em 0,0 Vcc.

Normalmente a saída de ajuste de velocidade deve permanecer no nível calibrado na fábrica. O


governador de velocidade é usado para estabelecer a velocidade síncrona do gerador e nenhum
ajuste adicional é necessário.

Entretanto, se o EGCP-2 for conectado a controles de velocidade diferentes dos fabricados pela
Woodward Governor Company, pode ser necessário um offset para operação adequada.

Aumentar o Speed Bias Offset fará aumentar a leitura de Speed Bias no menu I/O Display (Tela
de E/S) do EGCP-2. O Speed Bias Offset força uma compensação na porcentagem de saída de
ajuste de velocidade. Por exemplo, um Speed Bias Offset de 3% dará uma leitura de ajuste de
velcidade de 3% no menu I/O Display. Diminuir o Speed Bias Offset tem o efeito contrário,
pois os valores serão negativos em vez de positivos.

Quando energizado inicialmente, o EGCP-2 sempre aplicará o valor do Speed Bias Offset à
saída de ajuste de velocidade. Com os parâmetros de fábrica, a saída de ajuste de velocidade
sempre irá para 0,0 Vcc na energização inicial.

O Speed Bias Offset afetará a freqüência do barramento de uma máquina única operando em
barramento isolado. O Speed Bias Offset também afetará a divisão de carga entre máquinas
operando em um barramento isolado. Recomenda-se que a saída de ajuste de velocidade seja
calibrada para 0% (0,0 Vcc) ao usar os controles de velocidade Woodward Governor.

Voltage Bias Output (Saída para Ajuste de Tensão)


O Voltage Bias Offset no menu de Calibração é usado para impor uma tensão de compensação
na saída de ajuste de tensão para o regulador automático de tensão. Esta compensação de tensão
CC é aplicada na entrada de ajuste de tensão do regulador automático de tensão e é mantida
como ponto de partida para todas as operações de ajuste de tensão usadas pelo EGCP-2.

A maioria dos reguladores que têm uma entrada de ajuste de corte (voltage trim bias) de tensão
requer um Voltage Bias Offset de 0,0 Vcc. Este reguladores operam com uma tensão ± CC
aplicada a esta entrada de corte. Em seguida, a tensão é centrada próximo de uma desvio zero
volts, ou de Voltage Bias zero.

Relação entre a Voltage Bias e a tensão do gerador (reguladores de tensão com uma entrada de
Voltage Bias de +/0/-)

Bias em + 100% ______________________________ 110% da tensão nominal no gerador

0 % Bias Offset (0,0 VCC) ______________________ tensão nominal no gerador

Bias em - 100% ______________________________ 90% da tensão nominal no gerador

Woodward 101
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Figura 6.1 Relação entre a Voltage Bias e a Tensão do Gerador

Alguns reguladores não podem aceitar uma entrada de voltage trim ± e requerem um sinal de
Voltage Bias apenas positivo (ou negativo) em valor. Em casos como estes, o Voltage Bias
Offset pode ser usado para aumentar o desvio da saída de ajuste de tensão para um nível que
permita um ajuste de tensão mais positivo ou menos positivo em torno de uma tensão de
compensação positiva.

O Voltage Bias Offset afetará a tensão nominal do gerador na velocidade síncrona antes do
fechamento do disjuntor do gerador. O efeito que o voltage bias offset tem na tensão do gerador
pode ser observado operando-se a unidade em modo Teste e medindo a tensão do gerador.
Recomenda-se que o ajuste de tensão do regulador automático de tensão seja definido para a
tensão nominal desejada do gerador, com o voltage bias offset do EGCP-2 aplicado ao
regulador.

Woodward 102
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Capítulo 7
Instruções Gerais para Start-Up

Antes de ligar motor/gerador


Antes de ligar o gerador, configure os setpoints no EGCP-2 para valores mais compatíveis com
as características de operação e desempenho das máquinas. Verifique novamente estes valores
antes de ligar a unidade.

Verifique a fiação para o EGCP-2 e os seguintes itens quanto à polaridade e configuração


corretas:

Entrada da fonte de alimentação


Entradas TC do Gerador
Entradas TP do Gerador
Entradas TP da Rede e Barramento
Entrada de PickUp Magnético
Saída de Ajuste de Tensão
Saída de Ajuste de Velocidade

Uma vez verificados estes itens quanto à polaridade adequada, verifique a tensão da fonte de
alimentação quanto à amplitude correta. Ao terminar, aplique a alimentação ao EGCP-2.

Com o EGCP-2 energizado, a unidade passará por um teste de RAM e, após um período de
autoverificação, exibirá o menu Control Overview. Se o controle não ligar adequadamente,
desligue a entrada de alimentação e verifique novamente a polaridade e a amplitude da tensão
que alimenta o EGCP-2.

Com o EGCP-2 alimentado, vá para a tela de Estados de E/S no menu de Estados. Esta tela
exibe o estado das diversas entradas e saídas discretas do controle. Monitore esta tela e feche as
entradas discretas para o EGCP-2 que estão sendo usadas nesta aplicação em particular.
Verifique se o EGCP-2 reconhece estas entradas na tela I/O Estado.

Verifique se as saídas de Speed Bias (Ajuste de Velocidade) e Voltage Bias (Ajuste de Tensão)
estão em zero porcento, ou nos níveis adequados, se existir uma compensação de ajuste usada.

AVISO
Verifique se existe um meio de fazer uma parada de emergência na unidade antes de ligá-
la. Verifique o funcionamento correto dos dispositivos de parada de emergência antes de
ligar a unidade.

Woodward 103
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Seqüência de Partida e Parâmetros de Verificação


1. Entre os setpoints de programa em todos os menus.

2. Verifique as entradas discretas no menu I/O Status.

3. Ajuste as repetições de partida em 0.

4. Ajuste o modo do sincronismo para Check.

5. Defina o modo de controle para Normal.

6. Ligue o motor usando a chave de teste do EGCP-2.

7. Verifique a tela de visão geral de estados do motor quanto à leitura de rpm do motor;
confirme se a rpm é correta para a unidade.

8. Verifique a tensão da unidade no menu de estados do gerador - ajuste a tensão se necessário..

9. Ajuste a tensão do AVR no AVR se necessário para obter a tensão nominal do gerador.

10. Verifique se as chaves de Aumentar/Diminuir tensão funcionam corretamente. Ajuste o


tempo de rampa da tensão, se necessário.

11. Ajuste o potenciômetro de trim do AVR (se existir) em ± 10% da tensão nominal para ±
100% da saída de ajuste de tensão de EGCP-2. Se esta faixa não puder ser obtida, desligue o
gerador e selecione o nível seguinte mais alto de saída de tensão na miniseletora SW-2
localizada na traseira do EGCP-2. Repita as etapas de 9 a 11 até obter resultados satisfatórios.

12. Verifique se as chaves de Aumentar/Diminuir carga funcionam corretamente.


a. Ajuste as taxas rampa de Aumentar/Diminuir carga, se necessário.
b. Verifique a variação de velocidade com entradas de aumentar/diminuir carga.

13. Verifique a tensão da Rede no menu Synchroscope (se disponível) - calibre se necessário.

14. Calibre o sincronizador, se possível.

15. Remova a entrada de Teste. Verifique se o motor desliga corretamente.

Woodward 104
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Colocando Carga no Gerador


AVISO
Operar o conjunto Motor Gerador com faseamento incorreto de TC e TP pode causar
sérios ferimentos ou danificar os equipamentos. Se a carga na unidade subir rapidamente
quando o disjuntor do gerador ou da rede fechar, abra imediatamente o disjuntor e
desligue a unidade. Verifique as fases dos TP’s e TC’s. Não permita que a unidade
continue a receber carga nem opere o sistema sem corrigir esta condição.

Unidades em Mains Parallel

Siga estas etapas se estiver configurando uma unidade mestre em Mains Parallel, ou uma
unidade escrava em Mains Parallel, mas que irá operar como mestre redundante. As unidades
mestre redundantes devem ter o Mains CB Aux conectado. Todas as outras conexões para as
Unidades Mestre e Mestre Redundantes precisam ser idênticas para operação correta das
unidades Redundantes em caso de perda da unidade mestre.

1. Ligue a unidade com as entradas Auto e Run with Load aplicadas.


a. A unidade partirá e tentará sincronizar.

2. Ajuste o sincronizador para o melhor controle do casamento de fase (monitore o menu do


sincronoscópio para ver o erro de fase).

3. Use um voltímetro para verificar a tensão no disjuntor do gerador e para garantir a rotação de
fase e polaridade corretas na entrada do TP da rede.

4. Ajuste os tempos de rampa de carga/descarga para pelo menos 60 segundos.

5. Ajuste o nível de carga básico em 30% da carga nominal.

6. Desligue a unidade removendo as entradas Auto e Run with Load.

7. Coloque o sincronizador no modo Run.

8. Ligue a unidade com as entradas Auto e Run with Load.

9. Monitore o menu do sincronoscópio.

a. Verifique o funcionamento do sincronizador.

NOTA
Se usar a entrada de processo de 4-20 mA, ajuste a referência do processo no nível
adequado.

10. Após o disjuntor do gerador fechar para a rede, monitore o menu de estados do gerador.

a. Monitore a carga em kW na unidade.


b. Monitore KVAR/FP na unidade conforme definido pelos ajustes do controle de carga reativa.

11. Ajuste novamente o ganho, estabilidade, derivativo do controle de carga, para um


funcionamento estável.
12. Uma vez satisfeito com a operação de controle de carga, vá para o controle de processo (se
aplicável).

13. Confirme a rampa para o nível de referência do processo.

Woodward 105
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

a. Sintonize o controle do processo para a melhor resposta.

14. Remova a entrada Run with Load para a unidade.

a. Verifique a rampa de descarga.

b. Verifique o ponto de desarme na descarga.

c. Verifique se o disjuntor do gerador abre.

d. Verifique o timer de resfriamento (se atingido).

15. Ajuste as repetições de partida, referência de base de carga, referência de processo, tempos
de rampa de carregamento e modo de controle de carga conforme necessário para operação
correta.

Isto conclui a configuração do máster para Mains Paralel.

Configuração Não Paralelo e Escravo (No Parallel and Slave)

Use as seguintes instruções para configurar Aplicações Não Paralelas e aplicações da unidade
como Escrava.

1. Ajuste a deteção de subfrequencia na Rede para LOM (Loss Of Mains).

2. Ajuste a unidade para verificar a desativação do disjuntor da rede.

3. Habilite o fechamento em barra morta.

4. Remova as entradas de TP e CB Aux da Rede, abrindo o disjuntor da rede se necessário.

5. Ligue a unidade com a entrada Auto.

6. A unidade partirá e fechará o disjuntor do gerador no barramento.

a. Verifique o fechamento em barra morta .


b. Aplique carga à unidade usando banco de carga ou a carga da instalação conforme aplicável.
c. Calibre as leituras dos TC, se necessário.

7. No caso de um sistema de várias unidades, repita as etapas anteriores para todas as unidades.
Ajuste todas as unidades a serem testadas e os sincronizadores para o modo Check antes da
partida.

8. A unidade atual que suporta a carga no barramento atuará como referência de sincronismo
para as outras unidades.

9. Verifique o casamento de tensão e os relações de fase de outras unidades monitorando o


menu do sincronoscópio.
a. Verifique os níveis de tensão nos disjuntores do gerador.

10. Sintonize individualmente as dinâmicas do sincronizador.


a. Calibre o sincronizador, se necessário.

11. Após constatar a operação correta de cada sincronizador, desligue estas unidades removendo
a entrada Auto.

12. Altere o modo de sincronismo para Run (automático) em todas as unidades.

Woodward 106
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

a. Isto permitirá o fechamento do disjuntor do gerador no barramento vivo.

13. Parta uma unidade em Auto e deixe-a fechar em barra morta .

a. Verifique a operação isócrona.


b. Verifique o nível de tensão correta no barramento.

14. Ligue outra unidade em paralelo com o barramento vivo.


a. Confirme o casamento de fase e a operação do sincronizador.
b. Verifique o fechamento do disjuntor do gerador.

15. Controle de carga


a. Verifique a divisão de carga.
b. Verifique a divisão de VAR/FP

16. Ligue outras unidades em paralelo com o barramento da mesma forma que as unidades
anteriores.
a. A carga deve ser suficiente para impedir o seqüenciamento para fora da linha das unidades de
menor prioridade.
b. Confirme o endereço da unidade e as configurações de prioridade.
c. Diminua o ganho do controle de carga se estiver instável durante a rampa para divisão de
carga.
d. Ajuste o ganho de divisão de carga, se a divisão de carga estiver instável.

17. Remova as unidades do barramento isolado, uma de cada vez, abrindo a entrada Auto.
a. Verifique a rampa de descarga.
b. Verifique o desarme na descarga.
c. Verifique a unidade entrou em cooldown (resfriamento) se esse limite tiver sido excedido.

18. Quando todas as unidades estiverem fora de linha, feche o disjuntor da rede, se aplicável.
a. Leve todas as unidades para Auto, para detecção de LOM (perda de Rede).

Isto conclui a configuração No Parallel (Não Paralelo).

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Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Capítulo 8
Localização de Falhas

Hardware e E/S do Controle


Problema Causa Provável Ação Corretiva
A unidade não liga Sem fonte de alimentação Verificar a entrada da fonte de
alimentação nos terminais 1 e
2. Essa entrada deve ficar entre
9 e 32 VCC.
Fonte de alimentação de Assegure a polaridade
entrada invertida adequada da fonte de
alimentação para o EGCP-2.
A unidade é energizada e Bateria fraca do motor ou Carregar ou substituir a bateria
funciona intermitentemente tensão da bateria do motor do motor.
quando o motor é ligado abaixo de 6 Vcc na partida
As entradas discretas não Fiação defeituosa das chaves de Verificar a fiação das chaves de
aparecem ativadas na tela de entrada discreta entrada discreta.
estados de I/O quando as
chaves são ativadas
As tensões do gerador exibidas Fiação defeituosa dos Verificar a fiação dos
são muito pequenas transformadores de potencial transformadores de potencial
(TP’s) do gerador (TP’s)
As entradas dos TP’s do Calibrar corretamente a(s)
gerador estão calibradas entrada(s) dos TP’s. Consultar
incorretamente a seção 1.10. Calibração das
Entradas e Saídas do Controle.
Estados de E/S indica que os Fiação defeituosa dos contatos Verificar a fiação dos contatos
relés estão energizados, mas a de saída dos relés de saída dos relés.
ação (alarme) não acontece
A tensão do gerador flutua ou éDinâmica do AVR configurada Sintonizar a dinâmica do AVR
instável sem carga no gerador. incorretamente. para operação estável.
Consultar o manual de
instrução do fabricante do AVR
para obter mais detalhes.
As tensões ou correntes As entradas de TP do EGCP-2 Calibrar corretamente a(s)
exibidas pelo EGCP-2 são foram calibradas entrada(s) dos TP’s. Consultar
diferentes do parâmetro medido incorretamente a seção 1.10. Calibração das
Entradas e Saídas do Controle.

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Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Parâmetros de controle e sensoreamento do motor


Problema Causa Provável Ação Corretiva
O comando de partida (ou seja, O menu de Configuração não Digitar os setpoints de
Teste ou Run with Load) não foi aceito ou entrado Configuração de forma que
liga o motor corretamente todos os símbolos “*” e “#”
sejam removidos da tela.
Consultar a seção 1.3.4
Descrição dos Setpoints para
obter mais detalhes.
Existe uma condição de alarme Restaurar a condição de alarme.
ativado Consultar a seção 1.3.2,
Descrição das Telas
Os contatos de saída dos relés Verificar a fiação dos contatos
não estão conectados de saída dos relés.
corretamente à chave de partida
do motor e ao solenóide de
combustível.
O motor de partida continua O setpoint de corte de partida Colocar o setpoint CRANK
ligado após a partida do motor no menu de controle do motor é CUTOUT (corte de partida) no
muito alto. valor correto. Consultar a
descrição dos setpoints.
Sinal de MPU incorreto na Verificar a fiação do MPU e se
entrada do EGCP-2 existe sinal adequado na
entrada do EGCP-2.
A velocidade do motor é A dinâmica do controle de Sintonizar a dinâmica do
instável quando a unidade está velocidade está configurada controle da velocidade para
sem carga. incorretamente. operação estável. Consultar o
manual do fabricante do
controle para obter mais
detalhes.
Quando o comando de partida é A bateria está muito fraca para Instalar uma bateria de maior
emitido, o EGCP-2 perde a demanda de corrente do capacidade ou um motor de
potência, faz um reset e inicia motor de partida partida mais eficiente.
um teste de RAM
Fiação defeituosa da fonte de Verificar a fonte de
alimentação para o EGCP-2. alimentação para o EGCP-2.

Woodward 109
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Sincronismo
Problema Causa Provável Ação Corretiva
A unidade nunca entra em fase Setpoint do modo de Levar o modo de sincronismo
corretamente. sincronismo no menu para a configuração correta.
synchroscope em Consultar a descrição dos
PERMISSIVO setpoints.
Dinâmica de sincronismo no Sintonizar a dinâmica de
menu synchroscope sincronismo. Ver descrição dos
incorretamente configurada. setpoints.
O sincronizador exibe pequena A entrada do TP da fase A do Verificar se a entrada do TP da
diferença de fase, mas a gerador é L-L e a entrada do TP fase A do gerador e a entrada
diferença de fase medida é da fase A do barramento é L-N do TP da fase A do barramento
grande ou vice-versa são do mesmo tipo (ou seja, L-
N ou L-L).
As entradas do barramento e/ou Verificar se as entradas do
do TP do gerador não estão na barramento e/ou do TP do
fase A gerador não estão na fase A
Sincronizador calibrado Calibrar o sincronizador. Veja a
incorretamente Calibração das entradas e
saídas do controle.
O sincronizador entra em fase, Setpoint do Modo de Levar o modo de sincronismo
mas nunca fecha o Sincronismo no menu para a configuração correta.
disjuntor/contator synchroscope em CHECK Consultar a descrição dos
setpoints.
Setpoint do tempo de atraso no Reduzir o setpoint do tempo de
menu synchroscope muito alto atraso no menu synchroscope.
Consultar a descrição dos
setpoints.
O sincronizador exibe a fase O TP do gerador ou do Verificar a polaridade correta
correta, mas a diferença de fase barramento está com a das entradas do TP do gerador
medida é - 180 graus. Ou seja, polaridade invertida (falha na e do barramento.
quando o disjuntor fecha, o fiação)
sincronizador paralela o
gerador 180 graus fora de fase.
A unidade não fecha em barra Sistema de várias unidades com Ativar o setpoint DEADBUS
morta o setpoint DEADBUS CLOSING no menu de
CLOSING no menu de configuração. Ver a descrição
configuração em DISABLED dos setpoints.
(desativado)
O setpoint do sincronizador Levar o modo de sincronismo
está em CHECK (verificação) para a configuração adequada.
Ver a descrição dos setpoints.
O sincronizador não atinge a O setpoint VOLTAGE ATIVAR o setpoint
tensão correta MATCHING no menu VOLTAGE MATCHING no
synchroscope está desativado menu synchroscope. Ver as
descrições dos setpoints.
O sincronizador não atinge a A entrada do TP da fase A do Calibrar as entradas do TP da
tensão dentro da especificação gerador e/ou entrada do TP da fase A do Gerador e a entrada
fase A do barramento estão do TP da fase A do barramento.
calibradas incorretamente. Ver a Calibração das entradas e
saídas do controle.
O setpoint de Voltage Ajustar corretamente o setpoint
Matching no menu de Voltage Matching no menu
synchroscope é muito grande synchroscope. Ver descrição
dos setpoints.

Woodward 110
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Controle de Fechamento/Abertura do Disjuntor


Problema Causa Provável Ação Corretiva
Quando o gerador está Sincronizador ajustado em Levar o modo de sincronismo
sincronizando, o disjuntor CHECK para a configuração correta.
nunca fecha Ver a descrição dos setpoints.
Fiação defeituosa fazendo com Verificar a fiação dos contatos
que a saída do relé não feche o de saída do relé.
disjuntor
O setpoint do tempo de espera Reduzir o setpoint do tempo de
(Dwell Time) no menu espera no menu synchroscope.
synchroscope é muito alto. Ver descrição dos setpoints.
O contator fecha durante breve O setpoint C B CONTROL no Ajustar corretamente o setpoint
instante e em seguida abre. menu de configuração está em C B CONTROL no menu de
BREAKER configuração. Ver descrição
dos setpoints.
O setpoint CB HOLD TIME no Aumentar o setpoint CB HOLD
menu synchroscope é muito TIME no menu synchroscope.
pequeno Ver descrição dos setpoints.
Fiação com defeito nos Verificar a fiação dos contatos
contatos auxiliares do disjuntor auxiliares do disjuntor para a
entrada do EGCP-2.
O relé de fechamento do O setpoint C B CONTROL está Ajustar corretamente o setpoint
disjuntor permanece energizado ajustado em CONTACTOR C B CONTROL no menu de
quando é emitido um comando configuração. Ver descrição
de fechamento, nunca emitindo dos setpoints.
um comando de abertura

Woodward 111
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Controle de Carga Ativa


Problema Causa Provável Ação Corretiva
Leitura negativa de kW em O transformador de corrente Verificar/inverter a polaridade
uma fase (TC) teve a polaridade do TC para os canais afetados.
invertida NOTA: o grupo motogerador
deve estar desligado para se
abrir com segurança o circuito
de um transformador de
corrente.
A unidade apresenta proporção Setpoint de KW nominal com Ajustar o setpoint de KW
inadequada de carga ativa valor incorreto no menu de nominal com valor correto no
durante a divisão de carga configuração menu de configuração. Ver
isócrona descrição dos setpoints.
Existe um erro de velocidade cc Ajustar a velocidade do
proporcional na unidade de controle de velocidade para
controle de velocidade corresponder à freqüência do
(velocidade sem carga não barramento. Se a unidade
ajustada para corresponder à estiver carregando carga muito
freqüência do barramento) pequena, o ajuste de velocidade
precisa ser aumentado. Se a
unidade estiver carregando
carga muito grande, o ajuste de
velocidade precisa ser
diminuído.
O Controle de Carga Ativa fica A dinâmica do Controle de Sintonizar a dinâmica do
instável quando em paralelo Carga Ativa no menu de Controle de Carga Ativa no
com a Rede Controle de Carga Ativa está menu de Controle de Carga
mal ajustada Ativa. Ver descrição dos
setpoints.
A operação de controle do Setpoint PROCESS ACTION Ajustar o setpoint PROCESS
processo causa sobrecarga ou no menu de controle do ACTION no menu de controle
potência reversa processo ajustado para ação do processo. Ver descrição dos
incorreta setpoints.
Carregamento e/ou As taxas de rampa de Aumentar/diminuir as taxas de
descarregamento muito carregamento/descarregamento rampa de carregamento /
rápido/lento no menu de Controle de Carga descarregamento no menu de
Ativa estão definidas Controle de Carga Ativa. Ver
incorretamente. descrição dos setpoints.
A velocidade/carga do motor A dinâmica do controle de Ajustar a dinâmica de controle
tem uma instabilidade que velocidade está mal ajustada de velocidade para operação
flutua muito rápido estável. Ver o manual de
instrução do fabricante do
controle de velocidade para
obter mais detalhes.

Woodward 112
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Controle de Carga Reativa


Problema Causa Provável Ação Corretiva
Fatores de potência anormais. TCs conectados a entradas de Verificar se os TCs estão
Duas das três fases estão fora fase incorretas conectados aos terminais de
da faixa entrada adequados.
NOTA: o grupo motogerador
deve estar desligado para se
abrir com segurança o circuito
de um transformador de
corrente.

A unidade tem proporção O setpoint de KVA nominal Ajustar o setpoint de KVA


inadequada de carga reativa está incorreto nominal no menu de
durante a divisão de carga configuração. Ver descrição
isócrona dos setpoints.
As entradas TP da fase A do Calibrar as entradas TP da fase
gerador estão calibradas A do Gerador. Ver calibração
incorretamente das entradas e saídas de
controle.
Controle da carga reativa Dinâmica de controle de carga Ajustar a dinâmica de controle
instável quando em paralelo reativa no menu de controle de de carga reativa no menu de
com a fonte de rede carga reativa mal configurada controle de carga reativa. Ver
descrição dos setpoints.
A unidade mantém carga VAR O setpoint VAR/PF no menu Ajustar corretamente o setpoint
constante e não o fator de de controle de carga reativa VAR/PF no menu de controle
potência quando em paralelo está em VAR CONTROL de carga reativa. Ver descrição
com a fonte de rede dos setpoints.
A unidade mantém uma carga O setpoint VAR/PF está em PF Ajustar corretamente o setpoint
de fator de potência constante e CONTROL VAR/PF no menu de controle
não VAR constante quando em de carga reativa. Ver descrição
paralelo com a fonte de rede dos setpoints.
Conjuntos de vários geradores O setpoint VOLTS RAMP Ajustar corretamente o setpoint
ficam instáveis em divisão de TIME no menu de controle de VOLTS RAMP TIME no menu
VAR/PF em baixas cargas. carga reativa não está de controle de carga reativa.
corretamente ajustado Ver descrição dos setpoints.
Transformador de Corrente em Verificar a conexão do
droop incorretamente Transformador de Corrente em
conectado ao AVR droop ao AVR. Ver o Manual
do fabricante do AVR para
obter mais detalhes.

Woodward 113
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Seqüênciamento
Problema Causa Provável Ação Corretiva
O número da unidade, não Chave na posição manual Colocar a chave da unidade(s)
aparece na ordem de seqüência em Auto. Ver entradas/saídas
na tela/unidade de seqüência. A cc.
unidade não seqüencia em Auto
Setpoint de seqüênciamento HABILITAR o setpoint de
automático no menu de seqüência automática no menu
configuração em DISABLED de configuração. Ver descrição
dos setpoints.
A unidade tem um alarme Arquivar ou resetar o alarme.
ativado Ver na descrição das telas.
A rede RS-485 não está Verificar se a rede RS-485 está
conectada à(s) unidade(s). conectada a todos os controles
EGCP-2 no sistema.
A rede RS-485 está terminada Verifique se a rede RS-485 está
incorretamente terminada corretamente. Ver as
comunicações entre controles
(RS-485).
Quando a carga do sistema é O setpoint NEXT GENSET Aumentar o setpoint NEXT
suficientemente grande para DELAY no menu de seqüência GENSET DELAY no menu de
exigir mais conjuntos de é muito pequeno seqüência. Ver descrição dos
geração, mais de um conjunto setpoints.
entra em seqüência na linha
O setpoint MAX START Aumentar o setpoint MAX
TIME no menu de seqüência éSTART TIME no menu de
muito pequeno seqüência. Ver descrição dos
setpoints.
Quando a carga do sistema é O setpoint REDUCED LOAD Aumentar o setpoint
suficientemente pequena para DELAY no menu de seqüência REDUCED LOAD DELAY no
exigir mais conjuntos de é muito pequeno menu de seqüência. Ver
geração off line, mais de um descrição dos setpoints.
conjunto é seqüenciado off line
O setpoint MAX STOP TIME Aumentar o setpoint MAX
no menu de seqüência é muito STOP TIME no menu de
pequeno seqüência. Ver descrição dos
setpoints.

Woodward 114
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Sensores da Rede/Barramento
Problema Causa Provável Ação Corretiva
A(s) unidade(s) não Setpoints de desligamento / Ajustar corretamente os
responde(m) à perda da Rede alarme para o sensoreamento setpoints de alta/baixa
da Rede não ajustado para freqüência e de alta/baixa
LOSS OF MAINS (LOM) tensão no menu de
desligamento/alarme. Ver
descrição dos setpoints.
Entrada Auto da(s) unidade(s) Colocar as unidades em modo
não ativadas. Auto. Ver entradas/saídas cc.
A unidade não reconhece Os setpoints de alta/baixa Aumentar os setpoints de alta
quando a Rede está na freqüência e de alta/baixa freqüência e tensão e diminuir
especificação tensão da rede no menu de os de baixa freqüência e tensão
desligamento/alarme estão da rede no menu de
muito próximos para avaliar desligamento/alarme. Ver
quando a rede está de acordo descrição dos setpoints.
com a especificação

Comunicações
Problema Causa Provável Ação Corretiva
Um número de uma unidade A Rede RS-485 está terminada Verificar se a rede RS-485 está
não aparece na ordem de incorretamente. terminada corretamente. Ver
seqüência na tela de seqüência comunicações entre controles
(RS-485).
A Rede RS-485 não está Verificar se a Rede RS-485 está
conectada à(s) unidade(s) conectada à entrada RS-485 do
EGCP-2 em todas as unidades.
A Rede RS-485 está conectada Verificar a polaridade da Rede
com polaridade invertida em RS-485 em todas as unidades.
uma ou mais unidades
Se uma unidade com a A fonte de alimentação de +5 Verificar se a fonte de
terminação de rede é desligada, Vcc não está conectada entre as alimentação de +5 Vcc está
as comunicações ficam unidades (erro na fiação) conectada entre as unidades.
inconstantes ou cessam
completamente

Woodward 115
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Capítulo 9
Definição de Termos
_________________________________________

AMF Falha Automática da Rede. A capacidade de um controle detectar e agir


em uma condição de falha da Rede. O EGCP-2, que tem capacidades
AMF, pode ser programado para medir uma condição de perda da Rede
baseado na tensão da Rede, freqüência, ou em surto de carga súbito em
um gerador operando em paralelo com a Rede. A ação do EGCP-2
quando capta uma falha de rede pode ser programada para acionamento
de alarme, ou de alimentação de standby, onde todos os geradores dão
partida e se associam à carga após a Rede com falha ter sido isolada
daquela carga.

Controle Um modo de controle utilizado pelo EGCP-2 para ativar diversas


Automático funções automáticas dentro do controle. Estas funções, que são
dependentes dos setpoints do programa e da configuração do sistema,
são detecção de Perda da Rede, Seqüênciamento Automático e
fechamento automático em barra morta . O controle automático
efetivamente conecta as unidades EGCP-2 em automático à Rede de
Operação Local (LON).

Chave Auto Uma entrada discreta do controle que irá iniciar a operação automática
do EGCP-2.

ATS Chave de Transferência Automática. Um dispositivo que isola a Rede


mediante uma falha detectada na Rede, ou através da operação manual.
A ATS seleciona uma fonte de alimentação secundária, tal como um
gerador a diesel para suprir a carga quando a Rede tiver sido isolada. A
ATS irá também reconectar a carga à Rede quando a mesma estiver
reestabelecida e estável. O EGCP-2 tem as funções ATS.

Alarme Audível Uma condição de alarme utilizada pelo EGCP-2 para diversas
configurações de alarme que farão a saída do relé de alarme audível
energizar quando forem alcançados ou excedidos os parâmetros de
alarme.

Seqüenciamento O acréscimo ou redução automático de geradores à carga baseado em


Automático níveis de carga pré-determinados sendo ultrapassados por períodos
específicos. O seqüenciamento automático é função de um sistema de
vários geradores que opera em modo de divisão de carga isolado da
rede, ou modo de controle de processo em paralelo com a rede.

AVR Regulador Automático de Tensão. Um dispositivo que controla a


excitação do campo de um gerador CA de forma a manter um nível de
tensão específico ao longo da faixa de carga de operação do gerador. O
EGCP-2 ajusta o setpoint de tensão do AVR para um casamento de
tensão durante o sincronismo e para controlar a carga reativa durante a
divisão de carga e a operação em paralelo com a Rede.

Base de Carga Um termo utilizado para descrever uma condição de carregamento do

Woodward 116
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

gerador na qual o gerador é colocado em paralelo a uma outra fonte de


alimentação, tipicamente a Rede, e carregado com um nível de KW
fixo. O gerador mantém este nível de KW independentemente da carga
na Rede.

Disjuntor Um dispositivo utilizado para conectar uma fonte de alimentação a uma


carga, ou a uma outra fonte de alimentação. Os disjuntores podem ser
operados manualmente ou automaticamente e usualmente incorporam
proteção contra sobrecarga. O EGCP-2 controla os disjuntores
motorizados emitindo uma saída de fechamento para energizar a bobina
do disjuntor, e uma saída de abertura separada para abrir o disjuntor
paralelamente.

Contator Um dispositivo usado para conectar uma fonte de alimentação a uma


carga, ou a outra fonte de alimentação. Os contatores têm normalmente
operação automática e são energizados para fechamento a partir de uma
fonte externa. O EGCP-2 controla os contatores emitindo uma saída
para fechar o contator e removendo esta saída para abri-lo.

TC (CT) Transformador de corrente. Um dispositivo usado para medir níveis de


corrente em uma fonte de alta corrente, tal como um gerador. O lado
secundário do transformador de corrente fornece um sinal de corrente
menor, seguro para alimentar nos dispositivos de medição e controle. O
EGCP-2 utiliza TC’s de corrente secundária de 5A nas suas entradas de
medição de corrente, a partir das três fases do gerador.

Fechamento em A capacidade de um dispositivo de controle de disjuntor de gerador para


Barra Morta medir e fechar com segurança para uma carga que não tenha outros
geradores ou fontes de energia ligadas a ela. O fechamento em Barra
morta deve impedir que dois geradores tentem se ligar à barra morta ao
mesmo tempo, uma vez que uma situação de paralelismo fora de fase
poderia ocorrer. O EGCP-2 usa sua Rede de Operação Local para
garantir o fechamento seguro em barra morta entre todas as unidades
conectadas a esta rede. As unidades têm um bastão de barra morta que
permite à unidade que o possui ligar à barra morta. Só existe um bastão
na rede, portanto é impossível que várias unidades se liguem
simultaneamente à barra morta. O fechamento em Barra morta está
sempre ativo em configurações de uma unidade (Single Unit).

Droop Uma redução na referência de um parâmetro controlado, quando a


amplitude deste parâmetro cresce (realimentação negativa). O EGCP-2
usa Kilowatt Droop como meio manual de carregamento do gerador
quando em paralelo com outro gerador ou com a rede. O Controle em
droop só fica ativo se o setpoint LOAD CONTROL MODE no menu
Configuração está em DROOP.

Dwell Time Termo usado para descrever o tempo necessário durante o sincronismo,
em que uma fonte de alimentação está dentro de determinada janela de
ângulo de fase de outra fonte à qual está sendo sincronizada.

Desligamento Uma condição de desligamento usada pelo EGCP-2 para diversas


Brusco (Hard configurações de alarme que fará a unidade abrir imediatamente o

Woodward 117
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Shutdown) disjuntor do gerador se estiver em carga, e desligar ao atingir ou exceder


os parâmetros de alarme.

Isócrono Termo usado para descrever um conjunto gerador que manterá sua
freqüência em nível constante mesmo quando a carga deste gerador se
alterar. O EGCP-2 normalmente usa controle isócrono de carga quando
em divisão de carga ou quando opera individualmente. Isto garante uma
freqüência constante sob todas as cargas de geração que estejam dentro
da capacidade do gerador.

Retardo de Um retardo de tempo usado para detecção de sobrecorrente e de


Tempo Inverso potência reversa, que usa o tempo e a amplitude da condição para
determinar o nível real de desarme. O retardo de tempo inverso se
baseia em que rápidas condições de grande amplitude devem causar um
desarme, bem como condições de baixa amplitude mas de longa
duração.

Barramento Um barramento isolado eletricamente da Rede.


Isolado

KVA Kilovolts Amp. A potência nominal do conjunto de geração em KVA é


determinada multiplicando-se a tensão nominal do gerador pela sua
corrente nominal.

KVARs Kilovolt Amp. Reativos. A carga reativa é produzida por um diferencial


de ângulo de fase entre a tensão e a corrente do gerador. Os KVARs
tanto podem ser produto de cargas capacitivas como de indutivas
quando operando em barramento isolado, como ser produzidos pelo
gerador ao operar em paralelo com outra fonte de energia, como a Rede.

KW Kilowatts. O produto da tensão do gerador com a corrente produzida no


ciclo de tensão. A carga em kilowatts é resistiva por natureza.

Carga A carga em KW do gerador um momento qualquer.

Surto de Carga Uma condição em que um salto de carga no gerador, que opera em
modo paralelo com a rede (Base de Carga ou Processo), acima de
determinada amplitude, pode ser usada para disparar uma condição de
Perda da Rede.

Perda da Rede Condição em que a entrada de TP da rede para o EGCP-2 cai abaixo de
determinados setpoints de tensão e/ou de freqüência por determinado
tempo. O Surto de Carga também pode ser usado para detectar uma
condição de Perda da Rede. Pode-se configurar o EGCP-2 para disparar
uma reação à Perda da Rede (LOM) para estas condições e permitir
geração de energia local para complementar a carga até que a Rede se
estabilize.

Mains Parallel Sincronizar e fechar um gerador operacional com a Rede. O EGCP-2


(Paralelo com a pode ser configurado para operação em Paralelo com a Rede.

Woodward 118
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

(Paralelo com a
Rede)

Mestre A unidade de maior prioridade em um sistema operacional automático.


O Controle Mestre controla a divisão de carga, a divisão de VAR/PF, o
seqüênciamento, o sincronismo com a rede, a abertura/fechamento do
disjuntor da rede, bem como a partida de unidades múltiplas.

Manual Uma entrada de chave para o EGCP-2 que coloca o controle em modo
de operação Manual. Quando em Manual, o EGCP-2 não se comunica
com outras unidades na rede e, no caso de sistema de unidades
múltiplas, não emitirá um comando de fechamento em barra morta.
Estar em Manual também cancela qualquer detecção de Perda de Rede
para esta unidade específica.

Endereço de Um endereço exclusivo atribuído a cada unidade operando em um


Rede sistema automático. O endereço de rede é aquele “nome” da unidade
particular na rede de modo que ela possa ser identificada corretamente
por outras unidades operando na mesma rede.

Prioridade de Um endereço exclusivo atribuído a cada unidade operando em


Rede automático na rede. A prioridade de rede define a seqüência em que as
unidades serão colocadas/retiradas de carga quando operando em uma
configuração de seqüenciamento automático (Divisão de Carga ou
Controle de Processo). O seqüenciamento automático colocará unidades
em carga conforme necessário, iniciando pela de mais alta prioridade na
rede (menor valor numérico), e adicionando unidades de menor
prioridade (maior valor numérico) à medida que a carga do sistema
ultrapasse determinados limites. O seqüenciamento automático também
removerá unidades da carga na ordem inversa em relação à usada para
colocar unidades em carga na seqüência, ou seja, da mais baixa
prioridade (maior valor numérico) para a mais alta prioridade (valor
numérico mais baixo). Além disso, a unidade com prioridade de rede
mais alta é considerada a mestre e todas as outras unidades com
menores prioridades são suas escravas.

No Parallel (Não Um modo operacional do EGCP-2 que não permitirá que os geradores
Paralelo) operem em paralelo com a rede em nenhuma circunstância. Todas as
transições com a Rede são feitas numa ação de transição aberta.

Paralelo Sincronizar e fechar um gerador operacional com relação à fonte de


alimentação.

Triângulo de Um triângulo equilátero usado para determinar a relação entre KVA,


Potência KW e KVAR.

Controle de Uma entrada de chave que seleciona um modo de controle usado


Processo quando em paralelo com a rede. Ao operar no controle do processo, o
EGCP-2 recebe uma entrada de 4-20 mA ou de 1-5 Vcc de um
transdutor externo. Este transdutor monitora uma variável afetada pela
operação do gerador. Variáveis como energia importada para um local,

Woodward 119
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

energia exportada para a rede, temperatura de descarga e níveis de


pressão de gás combustível são típicas para monitoração com um
transdutor. O EGCP-2 usa um nível de referência interno para entrada
do processo e compara esta referência com a entrada do transdutor.
Então o EGCP-2 aumenta ou abaixa o valor da carga do gerador para
manter a entrada do transdutor do processo no valor de referência.

Divisão Um modo de controle de carga usado pelo EGCP-2 ao operar unidades


Proporcional de múltiplas em barramento isolado. A divisão proporcional de carga mede
Carga a capacidade total em KVA de todas as unidades no barramento e divide
a carga total em KVA no barramento por esta capacidade. Este valor é
então enviado para na rede como referência de carga para todas as
unidades que operam em paralelo no barramento. O resultado é a
capacidade de várias unidades referidas em KVA operarem na
respectiva proporção da carga total no barramento. Isto permite uma
divisão de carga consistente entre unidades de vários tamanhos em toda
a faixa de carga operacional.

TP (PT) Transformador de Potencial. Um dispositivo que transforma tensão CA


mais alta para tensão CA mais baixa. Normalmente usado em aplicações
de geração para diminuir a tensão do gerador até um valor seguro para
uso em dispositivos de medição e controle.

Operação Com Uma entrada discreta no EGCP-2 que faz a unidade operar o gerador em
Carga (Run carga. Como o controle coloca o gerador em carga depende da
with Load) configuração do software e do tipo de sistema para o qual o EGCP-2
está configurado.

Escravo (Slave) Uma unidade EGCP-2 com menor prioridade de rede (Maior valor
numérico) que a mestre.

Desligamento Uma condição de desligamento usada pelo EGCP-2 para diversas


Suave (Soft definições de alarme que farão a unidade perder carga e resfriar
shutdown) suavemente ao atingir ou exceder os parâmetros de alarme.

Transferência Um modo de Controle de Carga do EGCP-2 que permite que a unidade


Suave (Soft ou o grupo de unidades transfira energia da rede aos geradores locais.
transfer) Atingindo uma referência de base de carga ou o nível de referência de
controle do processo, o EGCP-2 emitirá um comando para abrir o
disjuntor da rede. Isto resulta em uma transição completa de energia da
rede para os geradores locais.

Sincronizar Casar a freqüência, ângulo de fase e tensão de um gerador com outra


fonte de energia como um gerador ou a fonte de alimentação. Isto
permitirá um fechamento de disjuntor seguro e suave do gerador para a
fonte de energia. O EGCP-2 usa o Casamento de Fase e de Tensão para
garantir que exista um mínimo de potencial através do disjuntor antes
do fechamento.

Carga do Uma variável usada no programa de controle de carga do EGCP-2, igual


Sistema à razão entre a demanda total de carga para a capacidade total de

Woodward 120
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

geração que alimenta a carga. Carga do Sistema = Carga em


KW/Capacidade em KW.
Teste Uma entrada discreta para o EGCP-2 usada para ligar o motor para teste
e verificação inicial de partida. A entrada de teste também é usada junto
com a entrada Run with Load ou entradas de processo e um setpoint de
software, para colocar o EGCP-2 em modo de transferência suave.

Controle de A capacidade de controlar um nível de VAR ou de PF em um gerador


VAR/PF enquanto em paralelo com a Rede. O EGCP-2 tem recursos de controle
de VAR/PF que permitem ao usuário definir um nível desejado de VAR
ou de PF no gerador em paralelo com a Rede. O valor de VAR ou PF é
mantido alterando-se o nível de excitação do gerador. Isto é obtido
alterando-se a referência de tensão do AVR a partir do EGCP-2.

Divisão de A capacidade de compartilhar a carga VAR e PF em várias unidades


VAR/PF operando em barramento isolado. Como na divisão de carga, a divisão
de VAR/PF do EGCP-2 mede os VARs da carga no barramento isolado
e divide este valor pela capacidade de VAR total dos geradores ligados
à carga. Um nível proporcional de VAR/PF então é mantido entre todas
as unidades ligadas à carga, com base na sua capacidade nominal de
VAR.

Woodward 121
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Capítulo 10
Opções de Serviço
_________________________________________

Opções de Serviço ao Produto


A seguir são listadas as opções de fábrica disponíveis para serviços de manutenção
dos equipamentos Woodward em conformidade com a Garantia de Produtos e
Serviços (25222) padrão da Woodward, em vigor na ocasião em que o produto for
vendido pela Woodward ou o serviço for realizado:
Substituição/Troca (serviço 24 horas)
Reparo à Taxa Fixa
Recondicionamento à Taxa Fixa

Caso você esteja experimentando problemas com a instalação ou desempenho


insatisfatório de um sistema instalado, encontram-se disponíveis as seguintes opções:
Consultar o guia de localização & reparo de defeitos no manual.
Entrar em contato com a assistência técnica da Woodward (veja “Como Entrar em
Contato com a Woodward” mais adiante neste capítulo) e discuta seu problema.
Na maioria dos casos, seu problema poderá ser resolvido por telefone. Caso
negativo, você pode selecionar que curso de ação deseja seguir baseado nos
serviços disponíveis listados nesta seção.

Substituição/Troca
Substituição/Troca é um programa premium projetado para o usuário que esteja
precisando de serviço imediato. Este permite a você solicitar e receber uma unidade
para substituição “como nova” em tempo mínimo (usualmente dentro de 24 horas do
pedido), contanto que uma unidade adequada esteja disponível na ocasião do pedido,
desta forma minimizando o custo do tempo de paralisação. Este é também um
programa estruturado a Taxa Fixa e inclui a garantia plena de produto Woodward
padrão, de acordo com a Garantia de Produtos e Serviços (25222) da Woodward.

Esta opção lhe permite ligar antes de uma interrupção programada ou uma interrupção
inesperada e solicitar uma unidade de controle para substituição. Se a unidade estiver
disponível na ocasião da chamada, ela pode usualmente ser enviada dentro de 24
horas. Você substitui sua unidade de controle de campo com a substituta “como nova”
e retorna a unidade de campo à instalação da Woodward conforme explicado mais
adiante neste capítulo.

Os encargos para o serviço de Substituição/Troca são baseados em uma taxa fixa


mais as despesas de remessa. Sua fatura cobre o encargo de substituição/troca à taxa
fixa mais um encargo de núcleo na ocasião em que a unidade for remetida. Se o
núcleo (unidade de campo) for retornado à Woodward dentro de 60 dias, a Woodward
emitirá um crédito pelo encargo do núcleo. [O encargo de núcleo é a diferença entra o
encargo de substituição/troca à taxa fixa e o preço de lista corrente de uma nova
unidade.]

Woodward 122
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Etiqueta de autorização de Embarque de Retorno. Para assegurar o pronto


recebimento do núcleo, e evitar encargos adicionais, o pacote deverá ser marcado
corretamente. Uma etiqueta de autorização de retorno é incluída com cada unidade de
Substituição/Troca que deixa a Woodward. O núcleo deverá ser reempacotado e a
etiqueta de autorização de retorno afixada á parte externa do pacote. Sem a etiqueta
de autorização, o recebimento do núcleo retornado poderá sofrer atraso e acarretar na
aplicação de encargos adicionais.

Reparo à Taxa Fixa


O Reparo à Taxa Fixa encontra-se disponível para a maioria dos produtos padrão em
campo. Este programa oferece-lhe serviço de reparo para seus produtos com a
vantagem de saber antecipadamente qual será o custo. Todo o trabalho de reparo leva
a garantia de serviço Woodward padrão, de acordo com a Garantia de Produtos e
Serviços (25222) da Woodward para peças substituídas e mão de obra.

Recondicionamento à Taxa Fixa


O Recondicionamento à Taxa Fixa é muito semelhante à opção de Reparo à Taxa
Fixa com a exceção de que a unidade será retornada a você em condição “como
nova” e leva consigo a garantia plena de produto Woodward padrão, de acordo com a
Garantia de Produtos e Serviços (25222) da Woodward. Esta opção é aplicável
somente aos produtos mecânicos.

Retornando o Equipamento para Reparo


Se um controle (ou qualquer peça de um controle eletrônico) tiver que ser retornada à
Woodward para reparo, por favor entre em contato antecipadamente com a Woodward
para obter um Número de Autorização de Retorno. Ao embarcar o(s) item(ns), coloque
uma etiqueta com as seguintes informações:
nome e local onde o controle está instalado;
nome e número de telefone da pessoa de contato;
part number(s) e número(s) de série Woodward completos;
descrição do problema
instrução descrevendo o tipo de reparo desejado.

CUIDADO
Para prevenir danos aos equipamentos eletrônicos causados por manuseio
incorreto, leia e observe as precauções no manual Woodward 82715, Guia
para Manuseio e Proteção de Controles Eletrônicos, Placas de Circuito
Impresso e Módulos.

Woodward 123
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Empacotando um Controle

Utilize os seguintes materiais quando estiver retornando um controle completo:


• tampas protetoras em quaisquer conectores;
• sacos com proteção antiestática em todos os módulos eletrônicos
• materiais de empacotamento que não danifiquem a superfície da unidade;
• pelo menos 100 mm (4 polegadas) de material de empacotamento industrialmente
aprovado, densamente empacotado;
• uma caixa de papelão com paredes duplas;
• um fita robusta em torno da parte externa da caixa de papelão para aumento de
resistência.

Número de Autorização de Retorno


Ao retornar equipamentos à Woodward, por favor telefone e peça pelo Departamento
de Serviço ao Cliente [(1)(800) 523-2831 na América do Norte ou (1)(970) 482-5811].
Eles irão ajudar a apressar o processamento de seu pedido através de nossos
distribuidores ou instalação de serviço local. Para apressar o processo de reparo,
entre em contato com a Woodward antecipadamente para obter um Número de
Autorização de Retorno e providenciar a emissão de um pedido de compra para o(s)
item(s) a serem reparados. Nenhum trabalho poderá ser iniciado até que seja recebida
uma ordem de compra.

" NOTA
Recomendamos enfaticamente que você providencie antecipadamente as
remessas de retorno. Entre em contato com um representante de serviço ao
cliente pelo (1)(800) 523-2831 na América do Norte ou (1)(970) 482-5811 para
obter instruções e um Número de Autorização de Retorno.

Peças de Reposição
Ao encomendar peças de reposição para controles, inclua as seguintes informações:
Part number(s) da(s) peça (XXXX-XXX) presente(s) na placa de identificação do
produto;
o número de série da unidade, também presente na placa de identificação.

Como entrar em contato com a Woodward


Na América do Norte, utilize o seguinte endereço para remessa ou correspondência:
Woodward Governor Company
PO Box 1519
1000 East Drake Rd
Fort Collins CO 80522-1519, USA

TELEFONE: (1)(970) 482-511 (24 horas)


DISCAGEM GRATUITA (na América do Norte): (1)(800) 523-2831
FAX: (1)(970) 498-3058

Para assistência fora da América do Norte, ligue para uma das seguintes instalações
internacionais da Woodward para obter o endereço e número de telefone da instalação
mais próxima de sua localização onde você será capaz de obter informação e serviço.

INSTALAÇÃO NÚMERO DE TELEFONE


Austrália (61)(2) 9758 2322

Woodward 124
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Índia (91)(129) 230419


Japão (81)(476) 93-4661
Países Baixos (31)(23) 56 61111

No Brasil,
Woodward Governor (Reguladores) Ltda
Rua Joaquim Norberto, 284
Jardim Santa Genebra
13080-150 Campinas – SP

TELEFONE:
0xx19 3807-4752 - Assistência Técnica
0xx19 3708-4800 - Geral

Você também pode contatar o Departamento de Serviço ao Cliente Woodward ou


consultar nosso diretório mundial no site da Woodward na Internet
(http://www.woodward.com) para obter o nome de seu distribuidor ou instalação de
serviço Woodward mais próximo.

Serviços Adicionais de Suporte ao Produto Pós-venda


Serviços Pós-venda Wooodward oferece o seguinte suporte pós-venda para todos os
produtos Woodward:
Treinamento ao Cliente
Assistência Técnica
Serviço de Campo
Serviços Especializados

O Treinamento ao Cliente é oferecido em nossa instalação em Loveland, Colorado,


ou em seu local. Este treinamento, conduzido por instrutores experientes, irá
assegurar que a equipe do cliente será capaz de manter a confiabilidade e
disponibilidade do sistema. Para informação concernente ao treinamento disponível,
ligue para o número acima e peça pelo treinamento ao consumidor.

A Assistência Técnica encontra-se disponível utilizando o número de discagem


gratuita Woodward. O grupo de engenharia de aplicação Pós-venda encontra-se
disponível para auxiliar os clientes com questões técnicas ou resolução de problemas
durante o horário comercial normal ou como suporte de emergência de 24 horas por
dia. Este grupo também poderá proporcionar suporte de engenharia para alterações
ou aprimoramentos após o comissionamento de seu sistema. Para assistência de
engenharia técnica, ligue para o número acima e peça pela assistência técnica.

Woodward 125
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Os engenheiros de Serviço de Campo são despachados da instalação da Woodward


no Colorado, ou de um dos muitos escritórios regionais ou mundiais localizados
próximo ao cliente para fornecer pronto atendimento. Os engenheiros de campo da
Woodward são experientes e atualizam-se continuamente em todos os produtos
Woodward bem como muito dos equipamentos não-Woodward com os quais fazem
interface. Os engenheiros de campo asseguram que toda a documentação encontra-
se atualizada, e são bem informados quanto a novos problemas que possam surgir.
Os engenheiros de campo Woodward estão de prontidão 24 horas por dia. Ligue para
o número acima e peça pelo serviço de campo.

Os Serviços Especializados podem ser adequados às suas necessidades


específicas. Estes serviços podem ser baseados em um aspecto de um único serviço
ou uma combinação de serviços e são cobertos mediante um contrato de serviço de
baixo custo. Poderá ser feito um contrato para cursos de treinamento programados
regularmente ou possivelmente ter um engenheiro a campo visitar seu local a
intervalos predeterminados para proporcionar uma análise de sistema, verificar a
operação correta, e fazer recomendações para as melhorias de manutenção,
aprimoramentos, ou outras necessidades. Estes contratos são usualmente projetados
sob medida e estruturados para permitir o máximo de flexibilidade, desta forma
permitindo-lhe planejar e orçar com maior precisão. Para mais detalhes, entre em
contato com o representante de vendas da Woodward, ou ligue para o número acima
e peça pelo suporte de vendas para discutir necessidades específicas.

Woodward 126
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Assistência Técnica
Se você precisar telefonar pedindo assistência, você precisará fornecer as seguintes
informações. Por favor, anote-as antes de telefonar:

Informações Gerais
Seu Nome
Local da Instalação
Número de Telefone
Número de Fax

Informações sobre o acionador principal


Número do Modelo do Motor/Turbina
Fabricante
Número de Cilindros (se aplicável)
Tipo de Combustível (gás, gasoso, vapor, etc.)
Classificação
Aplicação

Informações sobre o Regulador


Por favor, liste todos os reguladores, atuadores e controles eletrônicos Woodward em seu
sistema:

Part Number e Letra de Revisão da Woodward


_____
Descrição do Controle ou Tipo de Regulador
_____
Número de Série

Part Number e Letra de Revisão da Woodward


_____ _____
Descrição do Controle ou Tipo de Regulador
_____ _____
Número de Série Número de Série

Part Number e Letra de Revisão da Woodward


_____ _____
Descrição do Controle ou Tipo de Regulador
_____ _____
Número de Série Número de Série

Se você tem um controle eletrônico ou programável, tenha as configurações de ajuste ou as


configurações de menu anotadas consigo na hora da chamada.

Woodward 127
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Apêndice A
Registro de Setpoints do EGCP-2
_________________________________________
Configuration Menu
Item: Range: Default: As Set Value: Note:
SECURITY CODE Min: 0 **** **** Veja a seção
Max: 9999 Password
NETWORK Min: 1 1 Só acessível se
ADDRESS Max: 8 configurado para
múltiplas unidades
NETWORK Min: 1 1 Só acessível se
PRIORITY Max: 8 configurado para
múltiplas unidades
NUMBER OF Min: 2 4
POLES Max: 18
NUMBER OF Min: 16 60
TEETH Max: 500
SYSTEM Min: 50 60 Hz
FREQUENCY Max: 60
RATED SPEED Min:100 1800 RPM
Max: 5000
RATED KW Min: 1 0 kW
Max: 30000
RATED KVA Min: 1 0 kVA
Max: 30000
RATED KVAR Min: 1 0 kVAR
Max: 30000
CT RATIO Min: 5:5 5:5
Max: 30000:5
PT RATIO Min: 1.0:1 1.0:1
Max: 1000.0:1
VOLTAGE Wye line-neutral Wye (line-
INPUT Delta line-line neutral))
VOLTAGE REF Min: 1 220 Volts
Max: 30000
DISPLAY UNITS AMERICAN METRIC
METRIC
SET DATE MM-DD-YY 6-16-2000
SET TIME HH :MM 12 :00 Relógio 24 Horas
START Enable Enable
SEQUENCING Disable
RELAY #12 KVA LOAD SWITCH KVA LOAD
FUNCTION IDLE/ RATED SWITCH SWITCH
SPEED BIAS +/- 3VDC (wgc) +/-3VDC
TYPE .5 TO 4.5 VDC (ddec)
500 Hz PWM (adem)
VOLTAGE BIAS +/-1VDC BIAS +/- 1VDC BIAS
TYPE +/- 3VDC BIAS
+/-9VDC BIAS
CKT BREAKER Breaker Breaker
CONTROL Contactor
OPERATING No Parallel No Parallel
MODE Mains Parallel
NUMBER OF SINGLE SINGLE
UNITS MULTIPLE

Woodward 128
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Shutdown and Alarms Menu


Item: Range: Default: As Set Value: Note:
VOLTAGE RNG Audible Alarm Warning
ALM Visual Alarm
Warning
Disabled
GEN VOLT HI Min: 50 250.0 volts
LMT Max: 30000
GEN VOLT HI Disabled Warning
ALM Warning
Visual Alarm
Audible Alarm
Soft Shutdown
Hard Shutdown
GEN VOLT LO Min: 50 200.0 volts
LMT Max: 30000
GEN VOLT LO Disabled Warning
ALM Warning
Visual Alarm
Audible Alarm
Soft Shutdown
Hard Shutdown
VOLTAGE ALM Min: 0.1 5.0 sec.
DLY Max: 30.0
GEN FREQ HI Min: 40 65 Hz
LMT Max: 75
GEN FREQ HI Disabled Warning
ALM Warning
Visual Alarm
Audible Alarm
Soft Shutdown
Hard Shutdown
GEN FREQ LO Min: 40 55 Hz
LMT Max: 75
GEN FREQ LO Disabled Warning
ALM Warning
Visual Alarm
Audible Alarm
Soft Shutdown
Hard Shutdown
SPD FREQ Disabled Disabled
MISMTCH Warning
Visual Alarm
Audible Alarm
Soft Shutdown
Hard Shutdown
OVERCURRENT Min: 5.0 30 Amps/phase
LVL Max: 30000.0
OVERCURRENT Min: 0.1 1.0 second
DLY Max: 20.0
OVERCURRENT Disabled Soft Shutdown
ALM Warning
Visual Alarm
Audible Alarm
Soft Shutdown
Hard Shutdown
REVERSE PWR Min: -50.0 -10.0 %
Max: -1.0
REV PWR DELAY Min: 0.1 5.0 seconds
Max: 20.0
MIN REVERSE Min: -50.0 -5.0 %
PWR Max: -1.0

Woodward 129
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Item: Range: Default: As Set Value: Note:


REVERSE PWR Disabled Soft Shutdown
ALM Warning
Visual Alarm
Audible Alarm
Soft Shutdown
Hard Shutdown
LOSS OF EXCITE Min: -100.0 -50.0 %
Max: -5.0
LOE ALARM Disabled Warning
Warning
Visual Alarm
Audible Alarm
Soft Shutdown
Hard Shutdown
REMOTE FAULT1 Disabled Disabled 15 seg após a
Warning velocidade de corte
Visual Alarm da partida. Tempor.
Audible Alarm de Fault1 pode ser
Soft Shutdown somado à esse
Hard Shutdown tempo.
FAULT1 TIMER Min: 0.0 0.0 seconds
Max: 30.0
REMOTE FAULT2 Disabled Disabled 15 seg após a
Warning velocidade de corte
Visual Alarm da partida. Tempor.
Audible Alarm de Fault2 pode ser
Soft Shutdown somado à esse
Hard Shutdown tempo.
FAULT2 TIMER Min: 0.0 0.0 seconds
Max: 30.0
REMOTE FAULT3 Disabled Hard Shutdown
Warning
Visual Alarm
Audible Alarm
Soft Shutdown
Hard Shutdown
FAULT3 TIMER Min: 0.0 0.0 seconds
Max: 30.0
REMOTE FAULT4 Disabled Disabled
Warning
Visual Alarm
Audible Alarm
Soft Shutdown
Hard Shutdown
FAULT4 TIMER Min: 0.0 0.0 seconds
Max: 30.0
REMOTE FAULT5 Disabled Disabled
Warning
Visual Alarm
Audible Alarm
Soft Shutdown
Hard Shutdown
FAULT5 TIMER Min: 0.0 0.0 seconds
Max: 30.0
REMOTE FAULT6 Disabled Disabled
Warning
Visual Alarm
Audible Alarm
Soft Shutdown
Hard Shutdown
FAULT6 TIMER Min: 0.0 0.0 seconds
Max: 30.0

Woodward 130
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Engine Control Menu


Item: Range: Default: As Set Value: Note:
PREGLOW TIME Min: 0 5 sec
Max: 1200
CRANK TIME Min: 0 10 sec
Max: 240
CRANK CUTOUT Min: 5 550 RPM
Max: 10000
CRANK DELAY Min: 1 30 sec
Max: 240
CRANK REPEATS Min: 0 0
Max: 20
CRANK FAIL Warning Warning
Visual Alarm
Audible Alarm
IDLE SPEED Min: 5 1200 RPM
Max: 30000
IDLE TIME Min: 1 10 sec
Max: 240
COOLDOWN Min: 0 120 sec
TIME Max: 2400
COOLDOWN Min: 0 20 kVA
LIMIT Max: 10000
ENGINE RUN Min: 0 0 Hours
TIME Max: 32000
MW HOURS Min: 0.0 0.0 MW Hrs
Max: 32000.0
OVERSPEED Min: 5.0 1980 RPM
Max: 30000.0
OVERSPEED Disabled Hard Shutdown
ALARM Warning
Visual Alarm
Audible Alarm
Soft Shutdown
Hard Shutdown

BATT VOLT HI Min: 5.0 28.5 VOLTS


LMT Max: 50.0
BATT VOLT HI Disabled Warning
ALM Warning
Visual Alarm
Audible Alarm
Soft Shutdown
Hard Shutdown

Woodward 131
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

BATT VOLT LO Min: 5.0 10.0 VOLTS


LMT Max: 50.0

BATT VOLT LO Disabled Warning


ALM Warning
Visual Alarm
Audible Alarm
Soft Shutdown
Hard Shutdown

HI OIL PRESS Min: 0.0 65 Bar or PSI


LMT Max: 120.0
HI OIL PRESS Disabled Warning
ALM Warning
Visual Alarm
Audible Alarm
Soft Shutdown
Hard Shutdown
LO OIL PRESS Min: 0.0 15 Bar or PSI
LMT Max: 120.0
LO OIL PRESS Disabled Soft Shutdown
ALM Warning
Visual Alarm
Audible Alarm
Soft Shutdown
Hard Shutdown
HI H20 TEMP Min:75.0 212 Deg C or F
Max: 300.0
HI H20 TEMP Disabled Soft Shutdown
ALM Warning
Visual Alarm
Audible Alarm
Soft Shutdown
Hard Shutdown
LO H20 TEMP Min: 0.0 20.0 Deg C or F
Max: 100.0
LO H20 TEMP Disabled Disabled
ALM Warning
Visual Alarm
Audible Alarm
Soft Shutdown
Hard Shutdown

Woodward 132
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Syncronizer Menu
Item: Range: Default: As Set Value: Note:
SYNC MODE CHECK CHECK
RUN
PERMISSIVE
SYNC GAIN Min: 0.01 0.10
Max: 100.00
SYNC STABILITY Min: 0.00 1.00
Max: 20.00
VOLTAGE Disabled Enabled
MATCHING Enabled
VOLTAGE Min: 0.1 1.0 %
WINDOW Max: 10.0
MAX PHASE Min: 2.0 10.0 degrees
WINDOW Max: 20.0
DWELL TIME Min: 0.1 .05 sec
Max: 30.0
CB HOLD TIME Min: 0.1 1.0 sec
Max: 30.0
CLOSE Min: 1 2
ATTEMPTS Max: 20
RECLOSE DELAY Min: 2 30 seconds
Max: 1200
SYNC RECLOSE Warning Warning
ALM Visual Alarm
Audible Alarm
SYNC TIMEOUT Min: 0 0 seconds 0= SEM LIMITE
Max: 1200
SYNC TIMEOUT Warning Warning
ALM Visual Alarm
Audible Alarm
DEADBUS Disabled Disabled Em unidades
CLOSURE Enabled singelas esse estado
não importa
(internamente
HABILITADO).

Woodward 133
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Real Load Control Menu


Item: Range: Default: As Set Value: Note:
LOAD CONTROL Droop Normal
MODE Normal
Soft Transfer
LOAD CTRL GAIN Min: 0.001 0.01
Max: 100.0
LOADSHARE Min: 0.1 0.72
GAIN Max2.0
LOAD STABILITY Min: 0.0 2.00
Max:20.0
LOAD Min: 0.0 0.20
DERIVATIVE Max: 20.0
LOAD CTRL Min: 0.01 1.0 Hz
FILTER Max: 10.0
BASE LOAD Min: 0.0 50.0 kW
REFERENCE Max: 30000.0
UNLOAD TRIP Min: -10.0 10 kW
Max: 30000.0
LOAD DROOP Min: 0.0 5.0 %
Max: 50.0
LOAD TIME Min: 1.0 10 seconds
Max: 7200.0
UNLOAD TIME Min: 1.0 10 seconds
Max: 7200.0
RAISE LOAD Min: 0.01 2.00 %/second
RATE Max: 100.0
LOWER LOAD Min: 0.01 2.00 %/second
RATE Max: 100.0
KW LOAD HIGH Min: 0.0 30 kW
LIMIT Max: 30000.0
KW HIGH LIMIT Disabled Warning
ALARM Warning
Visual Alarm
Audible Alarm
KW LOAD LOW Min: 0.0 5 kW
LIMIT Max: 30000.0
KW LOW LIMIT Disabled Disabled
ALARM Warning
Visual Alarm
Audible Alarm
KVA SWITCH Min: 0 10 KVA
LOW Max: 30000
KVA SWITCH Min: 0 100 KVA
HIGH Max: 30000

Woodward 134
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Reactive Load Control Menu


Item: Range: Default: As Set Value: Note:
VAR/PF MODE Disabled PF control
PF control
VAR
VAR/PF GAIN Min: .01 1.00
Max: 20.0
VOLTS RAMP Min: 0 60 sec
TIME Max: 1000
VAR/PF SHARING Min: .01 1.00
GAIN Max: 20.0
VAR/PF Min: 0.0 1.00
STABILITY Max: 20.00
KVAR Min: 0 10 kVAR + = GERA
REFERENCE Max: 30000 - = ABSORVE
PF REF Min: -0.5 =.5 LEAD 0.0= 1.00 LAG 0.0 = UNITY PF
Max: +.5 =.5 LAG + = INDUTIVO
- = CAPACITIVO
PF DEADBAND Min: 0.0 0.005
Max: 1.0

Woodward 135
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Process Control Menu


Item: Range: Default: As Set Value: Note:
PROCESS ACTION Direct Indirect
Indirect
PROCESS GAIN Min: 0.001 0.10
Max: 100.0
PROCESS Min: 0.0 1.0 sec
STABILITY Max: 20.0
PROCESS Min: 0.0 0.1 sec
DERIVATIVE Max: 20.0
PROCESS Min: 0.0 0.05 mA
DEADBAND Max: 20.0
PROCESS DROOP Min: 0.0 0.0 %
Max: 50.0
PROCESS FILTER Min: 0.1 1.0 Hz
Max: 5.0
PROCESS Min: 4.0 12.0 mA
REFERENCE Max: 20.0
RAISE RATE Min: 0.01 0.1 mA/sec
Max: 20.0
LOWER RATE Min: 0.01 0.1 mA/sec
Max: 20.0
PROCESS HIGH Min: 4.0 20.0 mA
LMT Max: 20.0
PROC HI LMT Disabled Disabled
ALM Warning
Visual Alarm
Audible Alarm
Soft Shutdown
Hard Shutdown
PROCESS LOW Min: 4.0 4.0 mA
LMT Max: 20.0
PROC LO LMT Disabled Disabled
ALM Warning
Visual Alarm
Audible Alarm
Soft Shutdown
Hard Shutdown

Woodward 136
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Transfer Switch Menu


Item: Range: Default: As Set Value: Note:
CHECK MAINS Disabled Enabled
BREAKER Enabled
FAST XFER Min: 0.1 1.0 sec
DELAY Max: 30.0
MAINS STABLE Min: 1 60 second
DLY Max: 30000
GEN STABLE DLY Min: 1 10 second
Max: 30000
LOAD SURGE Min: 25.0 100.0 % / sec
Max: 300.0
LOAD SURGE Disabled Warning
ALARM Warning
Loss of Mains
Loss of Mains w/alarms
MAIN VOLT HIGH Min: 50.0 240 volts
LMT Max: 30000.0
MAIN VOLT HIGH Disabled Warning
ALARM Warning
Loss of Mains
Loss of Mains w/alarms
MAIN VOLT LOW Min: 50.0 200 volts
LMT Max: 30000.0
MAIN VOLT LOW Disabled Warning
ALARM Warning
Loss of Mains
Loss of Mains w/alarms
MAIN FREQ HIGH Min: 40.0 61.0 Hz
LMT Max: 75.0
MAIN FREQ HIGH Disabled Warning
ALARM Warning
Loss of Mains
Loss of Mains w/alarms
MAIN FREQ LOW Min: 40.0 59.0 Hz
LMT Max: 75.0
MAIN FREQ LOW Disabled Disabled
ALARM Warning
Loss of Mains
Loss of Mains w/alarms
LOM ACTION Min: 0.1 0.1 seconds
DELAY Max: 30.0

Woodward 137
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Sequencing and Comms Menu


Item: Range: Default: As Set Value: Note:
AUTO Disabled Disabled
SEQUENCING Enabled
MAX GEN LOAD Min: 1 60 %
Max: 100
NEXT GENSET Min: 1 30 sec
DLY Max: 1200
RATED LOAD Min: 1 5 sec
DELAY Max: 1200
MAX START Min: 1 30 sec
TIME Max: 1200
MIN GEN LOAD Min: 1 30 %
Max: 100
REDUCED LOAD Min: 1 60 sec
DLY Max: 1200
MAX STOP TIME Min: 1 60 sec
Max: 1200
422 PROTOCOL Servlink Modbus
Modbus
Upload Setpoints
Modbus ID Min: 1 1
Max: 247
Modbus Timeout Min: 0.1 3.0 sec
Max: 20.0
Modbus Reset False False
True

Woodward 138
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Calibration Menu
Item: Range: Default: As Set Value: Note:
Process In scale Min: 0.5 1.192
Max: 2.0
Speed Bias offset Min: -10.0 -0.42
Max: 10.0
Volts Bias offset Min: -25.0 0.05
Max: 25.0
PT Phase A scale Min: 0.5 2.6
Max: 10.0
PT Phase B scale Min: 0.5 2.6
Max: 10.0
PT Phase C scale Min: 0.5 2.6
Max: 10.0
CT Phase A offset Min: -90.0 0.0
Max: 90.0
CT Phase A scale Min: 0.5 1.90
Max: 5.0
CT Phase B offset Min: -90.0 0.0
Max: 90.0
CT Phase B scale Min: 0.5 1.90
Max: 5.0
CT Phase C offset Min: -90.0 0.0
Max: 90.0
CT Phase C scale Min: 0.5 1.90
Max: 5.0
Bus PT scale Min: 0.5 2.6
Max: 10.0
Synchronizer Min: -1.0 0.00
Max: 1.0
Battery VCO Gain Min: -0.1000 0.0055
Max: 0.1000
Batt VCO offset Min : -900.0 5.00
Max: 900.0
Oil Press Gain Min: -0.1000 0.0174
Max: 0.1000
Oil Press Offset Min: -900.0 -20.64
Max: 900.0
WaterTemp Gain Min: -0.1000 0.0399
Max: 0.1000
Water Temp Offset Min: -900.0 -62.84
Max: 900.0
NetComm Dropouts Min: 0 2
Max: 50
Calibrated Unit False True NÃO MUDE
True

Woodward 139
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Apêndice B
Instruções de Download
_________________________________________

Propósitos

DOWNLOAD é um programa freeware baseado em DOS que pode fazer upload e


download de arquivos de configuração através da porta serial RS-422 do EGCP-2.
Este programa encontra-se disponível pela Internet na seguinte endereço:
<http://www.woodward.com/industrial/gcpinfo.htm>

Requisitos

• conversor RS-232 / RS-422


• Cabo de Donwload do EGCP
• DOWLOAD.EXE, part number 9926-113 Rev B ou maior

Instruções

Salvar o arquivo DOWLOAD.EXE no computador. No exemplo a seguir este arquivo é


salvo em um diretório chamado EGCP2 no drive c:\. Então, utilizando um prompt de
comando DOS, vá para o diretório onde o arquivo de download está armazenado e
digite DOWNLOAD –h (ou –?) para obter uma lista completa das opções de linha de
comando (veja abaixo).

Estabelecendo uma conexão:

Conectar o cabo RS-232 / RS-422 entre o EGCP-2 e o computador. Veja a seção


Porta de Comunicação do capítulo quatro no manual “Set Builder” (“Montador do
conjunto”) para obter mais informações sobre esta interface de cabo.

Woodward 140
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

" NOTA
Apenas um EGCP-2 poderá ser conectado à rede de comunicação quando
estiver fazendo o upload ou download dos setpoints. Se houver mais de um
EGCP-2 ligado à porta de comunicação RS-422 de uma rede multidrop, será
necessário separar o controle da rede de forma a fazer o upload ou download
dos setpoints.

Fazendo o Upload dos Setpoints:


Salvando os setpoints do controle para um arquivo no computador.
Os exemplos seguintes presumem que a COM1 é a porta serial disponível no PC, e
que o programa download.exe tenha sido salvo para o diretório c:\EGCP2.

No EGCP-2, sob o menu SEQUENCING AND COMMS, siga até o item “422 Protocol”.
Selecione “Upload Setpoints” e pressione a tecla Enter.
Desligue e ligar o EGCP-2.
Quando o EGCP-2 passar pelos auto-testes, ele estará pronto para começar a fazer o
upload dos setpoints.
Utilizando um prompt de comando DOS, vá para o diretório onde o arquivo
DOWLOAD.EXE encontra-se armazenado e digite “download –u –o unit1.spt” no
prompt de comando do DOS (veja abaixo). O “–u” diz ao programa para esperar por
uma cadeia de upload a vinda do controle. O “–o” especifica que a informação deverá
ser salva para um arquivo, e unit1.spt é o arquivo que será criado no mesmo diretório.
O nome do arquivo poderá ter até 8 caracteres de comprimento, conforme o padrão
dos DOS. Este comando presume que a porta de comunicação 1 é a porta de
comunicação que está sendo utilizada no computador. Se outra porta estiver sendo
utilizada, acrescente o número desta porta ao final do comando, i.e. “download –u –o
unit1.spt2” para a porta de comunicação 2, acrescente um 3 para a porta de
comunicação 3, etc.

O programa começará a fazer o upload dos setpoints dentro de alguns segundos.


Após o upload estar concluído, o texto “Done” (Feito) aparecerá na tela.

Quando fazendo o upload para mais do que um controle, certifique-se de utilizar um


nome diferente para os arquivos .spt (i.e. Unit1. Unit2...).

Woodward 141
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Fazendo o Download dos Setpoints:


Carregando um arquivo de setpoint existente do computador para o controle.

Utilizando um prompt de comando DOS, vá para o diretório onde o arquivo


DOWLOAD.EXE encontra-se armazenado e digite “download unit1.spt” no prompt de
comando do DOS (veja abaixo). O menu “422 Protocol” poderá ser usado para
selecionar qualquer uma das três opções: Upload Setpoints, Modbus, ou Servlink.

Desligar e ligar o EGCP-2.


Quando a força for restaurada no controle, o download irá começar.
Uma barra de rolamento aparecerá na tela do computador mostrando o progresso do
download (veja abaixo).

Na tela do EGCP-2 o texto “SETPOINTS” será exibido.


Após o download estar concluído, pressione a tecla Config e digite a senha correta.
Cada item no menu de Configuração precisará ser verificado visualizando-se o
setpoint e pressionando a tecla Enter no controle. Um “*” será exibido em seguida ao
setpoint até que este valor tenha sido confirmado no controle pressionando-se a tecla
Enter. Esta etapa força o usuário a visualizar cada setpoint e verificar que o valor que
acabou de ser baixado esteja correto para esta configuração do sistema. Isto se aplica

Woodward 142
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

somente ao menu de Configuração, os outros menus não precisam ser confirmados,


embora seja recomendado verificar-se cada item.

Recomenda-se enfaticamente que o Uploading e Downloading de setpoints somente


seja feito entre as unidades com o mesmo nível de revisão de código. O EGCP-2
exibirá uma mensagem de aviso e fará um reboot após os auto-testes se os setpoints
e os rótulos não forem compatíveis com o número de revisão do código interno. Este
número de revisão é exibido brevemente após os auto-testes serem concluídos. Ele
será exibido na última linha do painel LCD inferior.

Woodward 143
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

Especificações do EGCP-2
_________________________________________

Part Numbers Woodward


8406-115 Controle de Motogeradores EGCP-2, Entrada TP de 150-300 Vca
8406-116 Controle de Motogeradores EGCP-2, Entrada TP de 50-150 Vca

Fonte de Alimentação 9-32 Vcc (SELV) Faixa máxima de tensão de entrada


Consumo de Energia Menor ou igual a 13 W nominal, 20 W máximo

Tensão de Entrada Corrente de Entrada


12 V (nominal) 1.08 A
24 V (nominal) 542 mA
32 V 406 mA
Entrada TP 50-150 Vca, 8406-116
150-300 Vca, 8406-115
Entrada TC 0-5A Rms
Faixa de Freqüência do Gerador 40-70 Hz
Pickup Magnético 100-15000 Hz
Entradas Discretas (8) 5 mA de corrente da fonte quando FECHADO para o Comum da Chave
(65)
Entrada de Processo 4-20 mA, 1-5 Vcc
Entradas de temperatura e pressão Sensores de 0-200 ohms, transdutor de 4-20 mA, ou transdutor de 0-5V
Bias de Velocidade ±3 Vcc, 0.5-4.5 Vcc, 5 V pico 500 Hz PWM
Bias de Tensão ±1 Vcc, ±3 Vcc, ±9 Vcc
Saídas Discretas (Saídas de Relé) 10 Amp, 250 Vca Resistivo
1/3 HP, 125 Vca (7.2 Amp, 0.4-0.5 FP)
10 Amp, 30 Vcc Resistivo
Portas de Comunicação RS-485, RS-422
Temperatura Ambiente de Operação -20 a +70 °C (-4 a +158 °F) (em volta da parte externa do Chassi do EGCP-2)
Temperatura de Armazenagem -40 a +105 °C (-40 a +221 °F)
Umidade 95% a +20 a +55 °C (+68 a +131 °F)
2
Vibração Mecânica SV2 5-2000 Hz @ 4 G e RV1 10-2000 Hz @ 0.04 G /Hx
Choque Mecânico US MIL-STD 810C, Método 516.2, Procedimento I (teste do projeto básico),
Procedimento II (teste de queda em trânsito, empacotado), Procedimento V
(manuseio em bancada)
Classificação do Equipamento Classe 1 (equipamento aterrado)
Qualidade do Ar Grau de Poluição II
Sobretensão na Instalação Categoria III
Grau de vedação Atenderá os requisitos da IP56 conforme definidos na IEC529 quando
instalados em um invólucro adequado atmosfericamente ventilado.

Conformidade à Normas
Conformidade Européia para Marca CE:
Diretriz EMC: Declarado à DIRETRIZ DE CONSELHO 89/336/EEC de 03 de maio de
1989 na aproximação das leis dos estados membros relativas à
compatibilidade eletromagnética.
Diretriz de baixa Tensão Declarado à DIRETRIZ DE CONSELHO 72/23/EEC de 19 de fevereiro de
1973 na harmonização das leis dos Estados Membros relativa aos
equipamentos elétricos projetados para uso dentro de certos limites de
tensão.

Conformidade Norte-Americana:
UL Listado na UL para Localizações Ordinárias para uso nos Estados Unidos
e Canadá
CSA Certificado CSA para Localizações Ordinárias para uso nos Estados
Unidos e Canadá
NOTA A fiação deverá estar de acordo com os códigos elétricos aplicáveis pela
autoridade em jurisdição.

Woodward 144
Manual 26086 EGCP-2 Controle para Grupos Motogeradores

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