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PRESIDÊNCIA D A REPÚBLICA

ARQUIVO NACIONAL

Coordenação de Documentos Escritos


Documentos do Executivo e do Legislativo

BR RJANRIO.TT.O.IRR.PRO.55
Processo SECOM n° 31.579
17/09/1966

140 folhas/223 páginas


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Estante ou Divisão No.

Pri
rincipiado em:

Terminado em:
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GAMARA MUNICIPAL OE BAR


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Barueri, 17 de Setembr :lv966.

Exmo. Senhor j 31579| p •slisè]


Doutor Carlos Medeiros da Silva
DD. Ministro da Justiça da Hepublica do
Estados Unidos do Brasil
Pão de Janeiro

Senhor Ministro

Os Vereadores que compoem a Câmara Munici-


Iá I pal de Barueri, tomaram posse em março de 1965 e desde lo_
m l
£0 , passaram a emprestar valiosa colaboraçao ao Executi­
vo , não só aprovando as leis necessárias, bem como apre­
I f f sentando sugestões de significativo interesse para o MuniL
cipio. Entretanto, passados oito meses, notamos o desinte_
rêsse doChefe do Executivo - talvez por residir fora do
municipio - por Barueri, não_cumprindo a Lei Eederal n2
4 .320 , de 17 de março de -1964 que determina a eleboração
de Plano Trienal, bem assim legislação federal, estadual

e municipal, não elaborando planos para inicio de obras,
previsão de verbas para o ensino, conforme estabelece a
Constituição, não realizando concorrências públicas para
os serviços do municipio e obrigatórias por le.i, não aten
dendo aos pedidos de informaçoes da Edilidade e, quando
respondidos, apresentado resposta evasivas, não encaminhan
do balancetcs trimestrais exigidos pela legislação vigen­
te, remetendo contas anuais incompletas, observando-se de_s
de logo, irregularidades flagrantes, adquirindo veiculos
acima do preço de tabela e sem concorrência pública, abrin
do créditos através de decretos sen: autorização e inúmeros
sem as foraalidades estabelecidas pela legislação federal,
solicitando a abertura de crédito à Câmara para pagamento
de despesas efetuadas sem verba, distribuindo dinheiro pu­
blico como subvenção 5. Igreja do Municipio, fazendo discur
so no legislativo sôbre imunidade e, dizendo que a IMUMIDA
DE S SUA E ÍTÃC DA REPÚBLICA, respondendo à Câmara "a retro
ação prevista no artigo 5, do Ato Complementar n 2 15, não
atinge as nòmeaçoes e admissões feitas após 27 de outubro
de 1965", cerciando a liberdade dos Vereadores exercerem
suas funções, ameaçando funcionário do Legislativo e outros
Edis nas ruas da cidade - motivo pelo qual, cfcLspendemos to-
S t/
CAMARA MUNICIPAL UE BARUERi
todos os esforços para fo.zer com que o Executivo retomas­
se o caminho do desenvolvimento do municipio.
Observa-se com claridade que, quando inici_
amos nossas atividades fazendo com que o sr. Prefeito-no-
ta-se o rumo absurdo e caótico em que se encontrava e S.
Exa. "velha raposa" da políticalha, correligiónario do
ex-Govemador Adhemar de Barros, contumaz delapidador dos
cofres públicos, conforme provam documentos juntados ao
pedido de IPM enviado ao Cmt do 22 g- Can Au A Aé "Grupo
Bandeirante" e de posse da 2a. Região Militar -QG, - de
imediato usou as artimanhas sempre conhecidas, ou seja, a
pressão sobre vereadores através de determinadas circuns­
tâncias e, ao final, conseguiu alcançar o objetivo, de vez
que, dos oito edis que sempre propugaram pelo progresso do
municipio, e que era a maioria da Gamara, aclareando os ho
rizontes para o Exeoutivo como "oposição" para o sr. Pre­
feito, passou S. Exa agora, a contar com sete Edis e que é
sua maioria, estando os oito, reduzidos a seis Vereadores,
minoria.
Em face das dificuldades que a minoria da
Gamara sempre encontrava para verificar as contas do Execu
tivo, da pratica de inúmeras irregularidades praticadas pe_
lo Prefeito e, da real atitude passiva do Legislativo, re­
presentado por maioria favorável aos atos de corrupção com
provada do Chefe do Executivo, foi solicitado abertura de
IPM em Barueri, com o, apresentação de vasta documentação
comprobatória da situação do municipio, 0 pedido, por cir­
cunstancias que ignoramos, até a presente data, nenhum so­
lução teve, de vez que, o G-. Can Au A Ac- Grupo Bandeiran­
y te tomou, todas as providências cabiveis e exigiveis no ca­
so, mas na 2a. Região Militar, parece-nos, que a solicita-
ição não esta tendo o andamento rápido que o problema exige.
0 assunto é de relevância para Barueri,pois
tôdas as autoridades municipais desde o MM. Juiz de Direi­
to da Comarca, Vigário, etc., até os mais humildes servido^
res, bem assim tôda populaoao encontra-se inteirados conde_
nável vexatória situação administrativa do municipio, an­
siosos para, que sejam tomados novos rumos e vida publica
municipal, fazendo-se JUSTIÇA, em virtude do que, sómente
Vossa Excelência que além dos inúmeros problemas nacionais
que tem pela frente, além da atenção sempre dispensada a
-2 @

P
CÂMARA MUNICIPAL DE BARUERÍ

dispensada a todos os brasileiros, na difícil e árdua


tarefa de fazer JUSTIÇA, ainda, agora, atendendo-nos
aqui, e perdendo minutos preciosos para, cumprimento
do sagrado dever de I.Ü1TI3THO DA^‘
JUSTIÇA, - repetimos -
sòmente Vossa Excelência poderá fazer com que, o pedi­
do de IPIí tenha rápida conclusão para fluir a verdade
incontéste da malversação dos dinheiros públicos neste
município.
Que Deus na sua infinita bondade ilumi­
ne o espirito de V.Exa. nas sempre sábias decisões to_
madas até o presente,
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ANEXO NQ 1 - 22 Set 66

PEDIDO DE BUSCA ne liO/66-S/2 de 2h Ago 66 ao Delegàà^^g^Pícia de //


Barueri s
1, Dados conhecidos
Consta que uá Maquina Motoniveladora pertencente à Prefeitura
|C |

Municipal de Darueri que se encontrava na hecanica GUARAltl, situada


na Alameda Santo Amaro n9 638 - fíão Paulo, pertencente a MOIS FREE£
SINuER foi retirada da mesma para outra Oficina cujo endereço não
sabemos, e que verificou o vereador ISAIAS PERuJRA SOUTO, onde estâó
vendendo peças da referida Maquina por ordem do prefeito Sr ADOMAI
DE ALMEIDA SILLOS. Consta que Ja foram vendidos os pneus e algumas/
peças mais. Consta, tambera conforme relatorio apresentado pelo atuáL
prefeito, datado de 12 Abr 65 ao Sr Presidente da Cariara, ao assu-/
mir a Prefeitura, que a Maquina estava recolhida a uma Oficina em
/ Santò Amaro, com apenas quatro dentes da coroa quebrados.
2, Informações solicitadas
Sindicar com a possível urgência sobre:
a) Veracidade do fato. b) Se a Maquina realmente pertence a Prefei-
0 M# A

tura. c) Se a referida Maquina tem ou naa conserto, d) Se realmente/


o defeito apresentado quando a referida maquina foi recolhida a 0-
ficina Guarani era de U dentes da coroa, e) Em que Oficina se encon
tra a referida máquina atualmente e o motivo da transferência da tlí
ficina Guarani, para outra, f) No caso de estarem sendo vendidas pe
ças da máquina, se a câmara Kunicipal autorizou tal venda, g) Se fo
ram executados e pagos os serviços abaixo, na motoniveladora: (l)Do
cumento 658 - Dragomil Weiss - Valor Cr$ 180.000 Serviços mecânicos
especializados em pe$a s da motoniveladora da Prefeitura datado de/
15 Abr 66 - verso - S erviços de soldá da carcaça de câmbio da moto
niveladora. Documento n& 661 - Joni Lmda - ValoB Cr$ 500.000 Serviç
ços mecânicos especializados em peças da motoniveladora, conforme qa
ta fiscal n® 83 . (3) Documento nQ 665 - Izaltino Mendes do Santos -
Valor Cr$ 180.000 Serviços mecânicos especializados em peças da mo­
toniveladora da PreHeitura, datado de 15 Abr verso Conserto de uma
roda de giro, um braço de giro, 2 pinhões e uma coroa da motonivela
dora. h) Em caso dfirmativo da letra *grt do item 2 , porque foram e-
xecutados os serviços, se conforme relatorio apresentado relo Senhor
Prefeito ADONAI DE AIMEIDA SILLOS, ap presidente da câmara, ao assu
mir a Prefeitura, 0 defeito era a quebra de fi. (quatro) dentes da c£
roa. (a) HÉLIO JOSá DA COSTA LANNA Maj Cmt do Grupo.

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SECRETO
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SECRETO 6
ANEXO nfc 2 - 22 de setembro de 1966
HüSPOSTAjAO PEDIDO DE BUSCA n*> Z*0/66-S/2, DO §R DELEGADO DE POLÍCIA
DE BAHUERI: Em 16 de setembro de 1966. Em atgnçao ao seu pedido de //
busca nc Zj0/66-S/2 informo-lhe que com diligencias feriam de ser fei­
tas na Capital , solicitei o concurso, como alias ja deve ser de seU/£
conhecimento, de um investigador da Chefia /la Zona Oest#e, o qual, apos
diligenciar, forneceu-no § o seguinte relatorio: ''RLLATOHIO - Ao Senhcr
Doutor Delegado de Município de Barueri - Em cumprimento a vossa ordem
verbal, informo-vos que, procedendo investigações em tc^rno do que exls
te de fato com a motoniveladora d$ Prefeitura do Municipio de Barueri*
conçlamos o seguinte): I - Essa maquina foi para oficina Guarani situa
da a alameda Santo ámaro 6;3 de propriedade do senhor i>lois Frelsinzêr
para conserto de Z| dentes d^ coroai* no enta,ntio pela exiguidade de espa
ço gli existente o proprietário sr Àlois nao aceitou a maquina, segun­
do ele informou, a qual ficou em um terrenc em /rente deixada pelo Sr.
Felisberto Santiado que dirigia, entao funciona-lo dessa Prefeitura. /
Tempos depois sem que estivesse consertada, a maquina foi retirada coo
aatorizaçao da Prefeitura, sem que o sr Alo^s nos apresentasse essa au
torizaçao, po^s alegoíi te-la perdida, que nac^ se lembra quem eram ais
pessoas que la estiveram e que retiraram a maquina, mas que poderia re
conhece-las as visse novamente; que essa maquina deu entrada na Ofi
clna Arma c Maquinas Pesadas Ltda de proprèedade do sr Armando, a rua
Camposa Sales 595 em,Santo Amaro, isso a ceraa de um ano, apresentada/
que foi pelo Sr ândre Atanazin como sendo de sua propriedade, conforme
declarou o sr armando, o qual poderia, digo, procedia a retirada e re-
posiçoes de peças sem nhnhum embargo. II Quanto aos quisitos <^o doeu-/
mento secreto &0/66-S/2: a) A maquina de fato existe- b) A maquina //
pertence a Prefeitura, a cerca de 5 anos - c) £ maquina tem conserto /
com custojauito elevado, o ganhador da concorrência orçou-o em treze e
meio milhões„de cruzeiros, d) A maquina foi recolhida a Oficina Guara­
ni para conserto de Í4 dentes quebrados da coroa, no entanto podamos ve
rificar que a carcaça da caixa de cambio estaca trincada e tambem algü
mas outras peças avariadas, e) Atualmente a maquina encontra-se na ruâ
Campos Sales 595 em Santo Amaro, o motivo supoe-se que seja paja re-/
forma, visto o edital £o DO de 30 Ago 66 e 31 de Ago 66. f ) A Camaray
Municipal de Barueri nao v/>tou lei autorizando a venda de peças da máç
q^ina. III- Os paaus da maqiyLna estão colocados na mesma, pgr indaga-/
çoes^fomos j^nformados que ha fp^ta de peças no complexo mecanicc^ que
compoem a ^aquina, no entanto iso na sua montagem e que se poderá deter,
minar o numero e natureza dessas peças. Quaaito ao documento $5$, a caF
caça do cambio foi soldada, ainda que no dizer de alguns mecânicos on­
de ela se encontra atualmentep,9 serviço não corresponda as necessida
dgs. Documento 66l, correspondje a reforma de peças das discriminadas 7
nao conseguimos localizar dois volantes. Documento 665, foram executa4
dos, porem nas mesmas peças podem s^ notar outros defeitos. Esses repa
ros foram faltos a mando do sr Andre Atanazin que se apresentava como
o dono da maquina tendo assim acesso a raestnajia oficina onde estava,ou
trossim inf,ormo-vos que procedendo averiguações a respeito^da pessoa 7
do sr Andr^ no local onde o mesmo trabalhava na Av Conceição 3008, Ja-
baquara, la fomos informados que o mesmo falece# a cerca de J meses.Po
demos, digo, Pelos lugares onde passamos, na^ nossas indagações, toma­
mos conhecimento de que as pessoas abaixo> la tambem estiveram, rela-/
cionadas, direta ou indiretamente com a maquina motoniveladora da Pre­
feitura Municj^al de Barueri, são elas os Sr Felisberto Santlado atual
meaate funcionariç Municipal de Carapicuiba. Llzaouro Nomura vereador 7
licenciado da Camara Municipal de Barueri, e contador da Prefeitura./
Ten Josias de tal, Sr Mario de Dominicis, Narciso Cezar motorista da
Prefeitura- quanto a razao porque foram procedidos os reparos constant
tes dos documentos numerados acinja, ge a finalidade er^^J^^nsertar
apenas quatro dentes da coros, nos nao sabemos, o c ~
de municipal ou outra pessoa a determinar aqueles/
se podera apurar em processo regular. ,Era o que tii
tenciosamente (a) Rubens Moral (*uèiros Investigadf
Zona Policial Oeste11.

SECRETO
SECRETO ?)
COPIA DOS
DOCUMENTOS REFERENTE AO PREFEITO DE BARUERI
Sr ADONAI D:, ALfoEIDA SILLOS

1~ REL^TORIO PERIODICO DE INFOhMAÇOES nP Ü. de 05 Mar


2 - POLÍTICA INTERNA
a) Fatos principais
(1) Ordem política e eleitoral
Ápos uma seria de tentativas de decretação de impedimen­
to do Prefeito deste Município de Baruerl, Sr ADONAI DE ALMEIDA SIL
LOS, acusado por vereadores de improbidade administrativa, esta OM
recebeu em 1® de março do corrente o oficio n£ 36/66 do Presidente/
da Camara Municipal, nos seguintes termos: ’’Em 26 de fevereiro de
1966 , Excelência - Tenho a honra de levar ao conhecimento de V.Excia
que esta Camara em sessão realizada ontem, atendendo requerimento /
. dos vereadores Guilherme Guglielmo e outros , aprovados por unanimjL
dade, deliberou encaminhar a V Excia para conhecimento a inclusa co
pia do fequerimento n^ 10/66 que dispõe sobre a constituição de uma
Comissão de Investigação. Aproveito a oportunidade para apresentar/
à J Excia os meus protestos de alta estima e distinta consideraçao.
Presidente (a) Doutor Milton Campos.

2- RELATÓRIO PERIÓDICO DE IlfflOIü AÇÕES nC 09/66 > de 18 Mai 66


2 - POLÍTICA INTERNA
b) Repercussão local de atos
(3) Do Governo Municipal
Agrava-se a situação politica no Município de Baruerl en
tre o Executivo e o Legislativo, sabendo-se que possivelmente sera/
votado nos prõximos dias requerimento ao Cmt da 2Ô RM, solicitando/
abertura de IPM para verificar as contas do Prefeito desse Municí-/
pio, tendo em vista que a Gamara de Vereadores ate” o momento não põ
de obter desse Prefeito os dados necessários para realizar esse tra
balho.
(Seguiu em anexo à RM copia do requerimento solicitando IPM).

3- RELATÓRIO ESPb CIAL DE I.lAj.u .-.ÇüES nB 01/66. de 25 Mai 66


2 - POLÍTICA INTERNA
a) Fatos Principais
(3) Do Governo Municipal
Agravou-se conforme foi previsto no RPI nc 09/66 a situa
ção política no Municípiè, e a evolução dos acontecimentos segue a-
baixo:
- Ho dia 20 Mai 66 foi recebido 0 Oficio n& l87/66-103/l8/
do Sr Jose Maria Baleeiro, Vice-Presidente da câmara Municipal de

SECRETO
SECRETO /a g l

ôarueri e Presidente em exercicio na sVs&ác* E&tyãótd-íná-


___- 'y V /
ria realizada em 19 de maio de 1966 : '*Cubgggi;<£•djgV'er de
levar ao conhecimento de Vossa Excelência, que esta Cama
ra Municipal, em Sessão Extraordinária realizada hoje, /
com 0 fim especial de tratar das contas do Executivo,foi
deliberado solicitar do glorioso Exe*rcito Brasileiro por
intermedio de V Excia, ilustre Comandante do G Can Ü0,um
Inquérito Policial Militar a fim de verificar as contas/
do Executivo que se encontra nesta Casa para apreciação,
de acordo com a Lei Orgânica dos Municipios.
Aproveito a oportunidade para apresentar a V Excia
os meus protestos de alta estima e distinta consideraçao.
(a) Jose^ Maria Balieiro, Vice Presidente em Exercicio da
Presidência na 1& Sessão Extraordinária realizada nesta
data.
- Os fatos levados imediatamente ao conhecimento /
do Sr Coronel Comandante da Guarnição de Quitauna, que
resolveu marcar amaReunião com o Sr Jose”Maria Balieiro/
para 0 dia 23 de maio de 1966 às 09,30 horas nesta Unida
de, a fim de obter maiores detalhes.
- Realizada a reunião, aela compareceram alem do
Comandante da Guarnição de Quitauna, dêste Cornando e do
Sr Jose Matia Balieiro, 0 Sr João Guerra Zendron, funcio
nário da câmara Municipal, que citou várias irregularida
des imputadas ao Prefeito Municipal Sr Adonai de Almeida
Sillos, e se disse, inclusive, ameaçado dê morte por êste
ultimo.
- Como resultado da reunião, êste Comando enviou /
dois oficios, um ao Sr Jose Maria Balieiro, solicitando-
lhe que enviasse documentos que evidenciassem as irregu­
laridades imputadas ao Chefe do Executivo Municipal e, /
outro ao Presidente Efetivo da Camara Municipal dando-lbe
ciência do Oficio anterior e solicitando-lhe o empenho/
na remessa da documentação pedida.
- É de ressaltar que na Sessão-Extraordinária da
Camara Municipal realizada no dia 19 de maio de 1966,fal
taram o Presidente Efetivo da Camara e alguns vereadores
e há ainda a possibilidade de que um ou mais vereadores,
dentre os que compareceram, poderem vir a mudar de opini
ão.

k - RELATÓRIO ESPECIAL DE II.TORi ACÕES WC 03/66. de 25 Jun 66


2. POLÍTICA INTERNA
a) ffatos principais
(3) Do Governo Municipal
SECRETO
SECRETO
-3-

Complementando o Relatorio
01/66, passo a informai os fatos
do citado relatorio ate a presente data:
- Bste Comando através do Oficio datado de 8 Jun 66
do Sr JOSE MARIA BALIEIRO Vice Presidente da Camara Munici
pal, recebeu em dupla via um relatorio com 22 folhas (acom
panhado de uma pasta-dupla via com Co^pia de 7U documentos)
contendo as comprovaçoes do oficiante acerca das irregula*
ridades imputadas ao Pref eito Municipal de Barueri, Sr ADO
NAI DE AIMEIDA SILLOS. Uma via do relatorio acompanhado de
uma pasta com os documentos, foi ermiado em 1U Jun 66 ao
Sr Coronel Comandante da Guarnição de Quitauna, e a outra/
via esta arquivada nesta Unidade;
- Foi recebido o oficio nC l88/66-10Í4/l8/5c de 7 Jun
66,do Sr CONSTANTINO CAMARGO, Presidente da Camara Munici­
pal de Barueri, dando ciência que esta providenciando os e
lementos solicitados no oficio n£ 238-Sec de 2.U Mal 66 //
deste Comando (citado no REI)
- Em ofiMo ne 197/66-113/18/5* de 17 Jun 66 do Sr
CONSTANTINO CAMARGO êste Comando foi informado que a Cama­
ra Municipal de Barueri vai assinar um contrato com a fir­
ma SOCIEDADE TÉCNICA DE ATUARIA e REVISÃO CONTÁBIL (vence­
dora de concorrência publica), a fim de que esta faça um
levantamento minucioso das contas do Prefeito Municipal re
ferentes ao Exercicio de 1965. Nesse mesmo oficio é coloca
do à disposição das autoridades militares os arquivos e do
cumentos da câmara Municipal^
- Foi entregue*^ à êste Comando uma copia do requeri­
mento nc 1*5/66 (com U folhas), datado de 10 Jun 66, dos ve
readores da oposição ao Prefeito Municipal, solicitando ao
Presidente da Camara empenho no sentido de examinar as con
tas do Executivo e responsalhilizando-o pela não convocação
de Sessões da Camara, apo"s a Sessão Extraordinaria de 19 /
Mai 66, Sessão esta que dado ao não comparecimento do Pre­
sidente da Camara e dos 6 (seis^ vereadores que apoiam o
Prefeito, o Presidente era Exercicio da Camara solicitou à
êste Comando a instauração de um IPM na Prefeitura;
- Informo ainda que a Camara Municipal é composta de
13 (treze) vereadores e os 6 Cseis) que integram a Oposi-/
ção ao Prefeito são: JOSE* MARIA BALIEIRO, ISAIAS P.SOUTO ,
DEC10 QUEIROZ, GUILHERME GUGLIELMO, ROQUE BARLLETA e JOÃO
VILA LOBO QUERO;
- Através do oficio nC 90/TDE de 21 Jun 66 do Chefe/
da turma de Diligências Especiais da Delegacia Regional do

SECRETO
SECRETO

-k -

DFSP-Sao Paulo, Major R/l HENRIQUE


cipal de Barueri foi informado que
gado Regional do DFSp, incumbiu o Major R/l HENRIQUE VIEI­
RA de uma investigação sumaria no município. Feio mesmo o-
ficio o funcionário da Camara BENEDITO GUERRA ZENDRON foi
convocado a comparecer dia 2h Jun 66 às 1300 hs no DFSP .
Esclareço que na Camara não existe funcionário com esse no
me, o que lã existe e um funcionário de nome JOÃO GUERRA /
ZENDRON;
- Cora oficio n& 92/TDE de 21 Jun 66, endereçado ac //
Presidente da Camara Municipal, o chefe da TDE do DFSP,con
vocou os vereadores : DÉCIO ALVES DE QUEIROZ, GUILHERME DE
GUGLIELMO, ISAIAS P.SOUTO, JOSE MARIA BALIEIRO, JOÃO VILA
LOBO QUERO e o Presidente da Carçara em exercício, para com
parecerem às lijdO hs do dia 2h Jun na Delegacia Regional do
DFSP.

5 - RELATÓRIO PERIÓDICO DE INFOiiMAÇÕES n& 15/66 de 19 Jul 66


2- POLÍTICA INTERNA
b) Repercussão Local de Atos
(3) Do Governo Municipal
Continua em pleno desenvolvimento a crise política/
no Município de Barueri comunicada em relatõrios anteriores
e pelo oficio n**'. 26-S/2 - Res de 6 Jul 66, ao Exrno Sr Gen
Cmt da 2® HM.

6 - RELATÓRIO PERIÓDICO DE INFORMAÇÕES n£ lh/ 6 6 de 08 Ago 66


2- POLÍTICA INTERNA
b. Repercussão Local de Atos
(3) Do Governo Municipal
a) Os vereadores da oposição e o povo de Barueri em geral,
tendo conhecimento que as denuncias formuladas contra o //
Prefeito Sr ADGNAI DE ALMEIDA SILLOS, foram encaminhadas a
esta Unidade, aguardam as providências. Êste Comando parti
cipou ao Exmo Sr Cmt da 2a RM através de Informações pres­
tadas verbalmente e atrave^s dos documentos : RPI n^ 0l| de
3 Mar 66; 09/66 de 18 Mai 66; 13/66 de 19 Jul 66. REI nc
01/66 de 25 Mai 66; 03/66 de 23 Jun 66. INFORME n^ 08/66 -
S/2 de 2 Mar 66; 26/66-S/2 de 30 Jun 66; 27/66-S/2 de IjJul
66; 31/66-S/2 de 25 Jul 66; 3^l/66-S/2 de 28 Jul 66 e Oficio
n* 26-S/2 de 06 Ago 66. Nota-se atualmente certo retraimen
to por parte daqueles, que diariamente traziam dados ou
documentos coletados sobre 0 assunto, ou ainda para solici
tar informaçoes sobre 0 andamento do problema. Ja sentem..

SECRETO
SECRETO
- 5-

êsses elementos , certo descredito no


tltude que viria a ser tomada, no se
lidades. Esta Unidade e o Exe^rcito de uma maneira geral, se fa­
rão desacreditados nesta área se não forem tomadas providencias
por orgão competente, para apurar os fatos.
b) Neste Municipb de Barueri, consta que esse mesmo Prefeito //
mencionado no item anterior, sera o Presidente do Diretorio Mu­
nicipal da ARENA e em consequência os elementos que hoje o com­
batem sõ poderão integrar a oposição. No Município de Osasco,pa
ra garantir a vitoria da ARENA, declarou o Sr Dep ARNALDO CER-/
DEIRA, que procurara apoio, se necessário, do Sr HIRANT SANAZAR
elemento que esteve indiciado em IPM, o que deu origem a decre-
9^ A
taçao do seu impedimento. Ainda que pareça incoerencia, isso o-
brlgara fatalmente o Sr Interventor Federal de Osasco, a optar/
pelo MDB.
c) Foram apresentadas denuncias sobre o Prefeito de Cajaaar sen
do a documentaçao encaminhada ao Exmo Sr Cmt da 2& RM em oficio
nc 3 3 -S/ 2 de 2 Ago 66, com pedido de Abertura de IPM feito por
vereadores da oposição daquele Município.

RELATQRIO PERIODICO DE INFORMAÇÕES nC 15/66 de 19 Ago 66


2- POLÍTICA INTERNA
a) Fatos principais
(3) Do Governo Municipal
Tem sido constado certo descredito por parte de vereadores
da oposição e do povo de Barueri que têm trazido frequentemente
denuncias contra irregularidades na prefeitura do Município,par
ticipadas por êste Comando através dos documentos já relaciona
dos no RPI nC lij/66 de 8 Ago 66.
Os vereadores eo povo em geral solicitam seja instaurado irnedia
tamente am IPM para apurar tais irregularidades, chegando ate a
dizer que o proprio Prefeito Sr ADONAI DE ALMEIDA SILLOS, parece
não acreditai que as autoridades militares tomem alguma providen
cia, pois consta que continua a cometer uma serie de arbitrarie
dades. Dizem que a Revolução foi feita contra a subversão e a /
corrupção no pais e o caso de Barueri e , conforme consta, de /
corrupção.
Êste Comando recebeu o Oficio n& 172/66-SP de 9 do corrente
do Sr Delegado de Policia de Barueri, Bei DAVID W.ALLEN NETO re
é A
metendo em anexo uma copia da representaçao feita por este Dele
gado dirigida ao Sr Secretário da Segurança Publica do Estado /
de são Paulo, contra o Prefeito de Barueri, Sr ADONAI DE ALMEI­
DA SILLOS.

SECRETO
SECRETO
- 6-

8 - INFORfoAÇÃÒ nc 08-S/2 - 66 de 2 Mar 66


Apos uma serie de tentativas de decretação de iíipê'àitaento do Pre
feito deste Município de Barueri, Sr ADONAI DE ALMEIDA SILLOS,/
acusado por vereadores de improbidade administrativa, esta OM /
recebeu em 1 £ de março do corrente o oficio acima referenciado*
nos seguintes termos : "Em 25 de fevereiro de 1966. Excelencia-
A
Tenho a honra de levar ao conhecimento de V Excia que, esta Ca­
mara em sessão realizada ontem, atendendo requerimento dos vere
adores Guilherme Guglielmo e outros, aprovado por unanimidade,
v /
deliberou encaminhar a V Excia para conhecimento a inclusa copia
do requerimento n *2 10/66 que dispoe sobre a constituição de uma
Comissão de Investigação. Aproveito a oportunidade para apresen
tar à V Excia os meus protestos de alta estima e distinta con­
sideração. Presidente (a) Doutor MiltonA Campos.
(*) Oficio nc 36/66 do Presidente da Camara Municipal.
9 - INFORME nC 26/66 - S/2 de 50 Jun 66
Compareceu a esta Unidade no dia 28 de junho do corrente ano, o
Major R/l HENRIQUE VIEIRA da Delegacia Regional deSao Paulo do
DFSP, declarando ter sido designado para proceder a Investigaçao
Sumária no Município de Barueri.
Essa investigaçao em andamento teve como origem denuncia feita/
pelo Prefeito Sr ADONAI DE ALMEIDA SILLOS contra os vereadores/
da oposição. Conclue-se que o Prefeito atemorizado com as provi
dências adotadas pela câmara de Vereadores contra ele, ja comu­
nicada por informes anteriores e utilizando-se de antigas arniza
des dentro do DFSP procurou amedrontar os vereadores.
Consta que o Major acima citado e amigo pessoal do Prefeito de_s
de quando servia na Fazenda Militar de Barueri.

10 - IKROHME nc 27/66 - S/2 de Oh Jul 66


Em complemento ao Informe 26/ 66-S/2 consta ainda que as ligações
do Major R/l HENRIQUE VIEIRA com 0 Sr ADDHAI DE ALMEIDA SILLOS,
prefeito de Barueri, seriam bastante intimas, tendo inclusive o
Prefeito sido convidado para o casamento do filho do Major, Sr/
Arthur Rodrigues Vieira, e assinado como testemunha do casamen­
to civil dc livro nC 31-B fls 291 verso ou 292.
Consta ainda que o Sr ADONAI DE ALMEIDA SILLOS é muito ligado /
ao Gen R/l PEDRO "Gatilho" que e tio da esposa do Major Vieira.

- INFORME nc 31/66 - S/2 de 25 Jul 66


1- Consta que todo o serviço de Buffet do casamento do filho do
Major R/l HENRIQUE VIEIRA, Sr ARTHUR RODRIGUES VIEIRA, foi pa-/
trocinado pelo proprietário da Boite Michel.
2- Consta, ainda, que o conhecimento entre o proprietário da //
Boite e o referido Major data da epoca da prisão de Michel, por

SECRETO
SECRETO
-7-

determinação da Interpol, realizada pelo M


Chefe das Diligências Especiais da Delegac
Paulo do DFSP.
3- 0 Major Vieira foi excluido do quadro de Colaboradores da
Delegacia Regional há cerca de uma semana:.

12-INFORME n£ 5Í1/66 - S/2 de 28 Jul 66


1- Segue anexo texto da gravação em fita realizada por um verea
dor da oposição de Barueri, em conversa com um empreiteiro da
Prefeitura, citando atos de corrupção praticados pelo Sr Pre-/
feito ADONAI DE ALMEIDA SILLOS e por outros funcionários da
Prefeitura.
^ w S
2- A fita referente a citada gravaçao encontra-se recolhida a
2Ê Secção dêste Grupo.

13 - INFORME ng 56/66 - S/2 de 12 Ago 66


Consta que através de troca de funcionários entre a Camara Mu­
nicipal de Barueri e a Prefeitura dêste mesmo Municipio, vão /
procurar afastar o funcionário da Camara Municipal, que tem for
necido documentação a este Grupo, passando-o para a Prefeitura
Para isso, atrave^s de Requerimento do Presidente da Camara Muni.
cipal, a prefeitura já passou à disposição daquela, um funcio­
nário.

1k - li•'FORME no 57/66 - S/2 de 12 Ago 66


Consta que os funcionários da Prefeitura de Barueri, estão re­
cebendo vencimentos por val&s.

15 - INFORME nfi 58/66 - S/2 de 12 Ago 66


Consta que o Sr Prefeito do Municipio de Barueri, Sr ADOIíAI DE
ALMEIDA SILLOS, não está liberando as verbas da Camara Munici­
pal, que seriam empregadas para pagamento da Firtna SOCIEDADE /
TÉCNICA DE ATUARIA E REVISÃO CONTÁBIL - ST ARC, que vem procô-/
dendo um levantamento das contas do Prefeito Municipal, refe-/
rentes ao Exercício de 1965 e que foi contratada pela Camara /
Municipal.

16 - INFORME nc 59/66 - S/2 de 12 Ago 66


Foi feito pedido de busca ao Delegado de Policia de Barueri,Sr
DAVID W.ALLEII NETO nos seguintes têrmos:
Dados conhecidos- Consta que a Prefeitura de Barueri admitiu
entre 1965 e 1966 cêrca de 20 funcionários e nenhuma providên­
cia foi adotada ate o momento pelo Sr ADONAI DE ALMEIDA SILLOS
no sentido de dar cumprimento ao Ato Compiementar nQ

secreto
SECRETO
- 8 -

2- Informações solicitadas - Sindicar coe


sobre:
a)Veracidade do fato
b) Numero real de funcionários admitidos e atingidos pe
lo Ato Coraplenient ar
c) Providências adotadas pelo Prefeito ate o momento
d) Existência de v/-ga legalmente aberta na epoca da ad­
missão dos possíveis funcionários.
e) Possíveis ligações existentes, entre'o Prefeito, ou /
politicos locais e os funcionarias admitidos.
f) Outros dados julgados úteis.
Em resposta foi informado o seguinte:
Is)3egundo levantamento precariamente feito por nos a Prefei­
tura admitiu depois de 27 de outubro de 1965 os seguintes fun
cionários:
1) ANTONIO CAMILO - Servente de pedreito
2) CARLOS DEI*FIN0 RODRIGUES - Pedreiro
3) JOSE CUSTODIO DIAS - Auxiliar de Esc,ritorio
Ir) MARIA AL/ES SERRA CESCON - Escrituraria
5 ) ZULEIDE PEIXOTO DOS SANTOS, - Escrituraria
6) MAFALDA RAIANO - Escrituraria
7) EIZA13UR0 NOMURA - Contador
8) ANSELMO TEIXEIRA PIIITO - Advogado
9) FRANCISCO 7ALD0 ALEI'CAR - Operário
2C) Pela Portaria 31/66 de 19/7/66 do Sr Prefeito Municipal fo
ram designados os funcionários EIzABTTRO NOMTTRA, Contador (no
meado pelo Decreto n^ 13/66 de l&/7/66e, segundo nos consta
para vaga existente) e Benedito Sant'Ana, Tesoureiro, para /
fazer um levantamento dos funcionários admitidos e contratai
dos sem concurso apõe 27 de outubro de 1965 para dar cumpri­
mento ao Ato Complementar n& 15.
3 c) Quanto ao numero de funcionários admitidos e atingidos pe­
lo Ato Complementar nao nos foi possivel relacionar eis que
o Prefeito Municipal, como se vê às fls 3 do Doc 1 (urn) ane­
xado ao presente (resposta nc 32/66) ao requerimento de auto
ria do vereador GUILKERhE DE GÜGLIELMO e outros e a mais e-
vaslva possivel. Do mesmo modo, vê-se a lacônica resposta da
da ao requerimento 73/65 de autoria por nos não apurada, da­
da pelo Sr Prefeito (fls h e 5 do Doc 2 - Segue anexo).
UQ) quanto às possíveis ligações existentes entre 0 prefeito 01
politicos tenho a informar que:
a) A escriturária ZULEIDE PEIXOTO $>0S SAI' TOS é parente ou a
fira do Sr SILVIO CHALLUPPE, ic Suplente de Delegado de Poli
cia do Município de Barueri e amigo intimo, alem de cabo/
eleitoral do Sr Prefeito Municipal.
b) A escriturária MAFALDA RAIANO foi admitida a pedido de /
JOÃO BARRABAS, conssessionário do bar da estação local da
secreto
SECRETO
-9-

c) A escriturária MARIA ALVES SmRRA CESCON uma //


rv \\yjx? /
carta de apresentação do Sr Prefeito subs c r O N S T A N T I
NO CAMARGO 5 presidente da C amar a.
d) 0 advogado ANSBLMO TEIXEIRA PINTO, ao que nos e dado saber, pa­
rece ser,'alem de advogado da Prefeitura local, socio do Sr Pre­
feito eis que, constamos ser ANSELMO quem assina as petições e
demais atos que devem ser praticados em juizo e fora pelo Sr Pre
feito.
5C) Finalmente, cumpre-nos informar que o vereador me^dico DR MILTON/
RIBEIRO CAMPOS, irmão do Dr ODILON RIBEIRO CAMPOS ex-Diretor do
DOPS, conforme denúncia que chegou ao nosso conhecimento recebe/
uma gratificação mensal de Cr$ 50.000, (?) do Dispensário Nacio­
nal de Saúde, alem de ser servidor público Estadual. (a§ Delega­
do de Policia, Bei DAVI D W.ALLEN NETO. (Segue em anexo copias dos
requerimentos nO 32/66 de autoria do vereador GUILHERME DE GUGLI
ELMO, ISAI AS PEREIRA SANTO, JOSÉ MIARIA BALI EIRO e DECIO ALVES DE
QUEIROZ e as respostas, bem como do Requerimento 73/65 e respos­
ta.

17 - ANEXO nc 1 DO INFORME IJC W 6 6 - S / 2 de 12 Ag o 66


REQUERIMENTO NC 32/66
Exmo Sr Presidente
Considerando que, o artigo 55 da Lei n£ 9.205 (Orgâni
ca dos Municípios) de 28 de dezembro de 1965 diz M0 s cargos pú-/
bllcos serao orlados por Lei, que fixará sua denominação, atri-
buiçoás, padrão de vencimentos, condições de provimento e os re­
cursos pelos quais serão pagos seus ocupantes.
REQUEIRO à Mesa, seja oficiado ao Senhor Prefeito Mu­
nicipal solicitando que informe a esta Casa dentro de 20 dias de
acordo com a Lei Federal nc 3.528 no seu item 12, quais os car-/
gos públicos que estão criados por Lei, especificando as denomi-
naçoes, atribuições,padrão de vencimentos, condições de provimen
to e os recursos pelos quais estão sendo pagos seus ocupantes. /
Sala das Sessões, 20 de abril de I966 . GUILHERME DE GUGLIELMO, I
SAIAS PEREIRA SOUTO, JOSÉ MARIA BALIE3ER0, DEC 10 ALVES DE QUEIROZ.

RESPOSTA CONFORME OFICIO NC 15 0/66


Requerimento nC 3 2/66. Os -funcionários municipais exer­
cem cargos criados por Lei, os seus vencimentos e os recursos fi
nanceiros, contam da Lei orçamentária, e das folhas de pagamento
enviadas a E.Gamara.

18 ~ ANEXO NC 2 DO INFORME NC 59/66-S/2 de 12 Ago 66


REQUERIMENTO N* 73/65

SECRETO
SECRE i O
- 10-

Pedido de informaçao
Bxmo Sr presidente Nr<y^'?|Sv^
Os vereadores infra-assinados, com base Tier"regimento In
terno, requerem à V Excia depois de ouvido em plenário, seja ofi­
ciado ao Senhor Prefeito Municipal solicitando as seguintes infor
mações:
ic. Quantos servidores municipais tinha o quadro da muni­
cipalidade *> {Ate 26/3/65).
2£. Funcionários nomeados e contratados quantos foram re­
colhidos ate a presente momento?
3C. Nomes, data de seu recolhimento e quanto percebem men
salmente?
Alguns funcionários novos foram demitidos. Quais? ...
Quanto percebiam?
5C. Quanto atingia a folha de pagamento no mes de abril /
dos efetivos e contratados?
6c. Quando foi iniciado a 5& Legislatura, quais os funcio
nários efetivos e quais os contratados e quais os seus vencimentos?
7e. Somente os funcionárias novos efetivos e contratados
qual e a despesa mensalmente com a folha de pagamento?
8c. Pretende 0 Executivo ainda recolher mais. Quantos ?
Sala das Sessões, 19 de novembro de 1965
RESPOSTA CONFORME OFICIO NC 29/65 do Sr Prefeito
Requerimento 73/65 - 0 roí dos serviçoes municipais dà
Prefeitura Municipal de Barueri ate 23/3/1965 e respectivos venci
mentos constam, s.m.j. das folhas de pagamentos do mes de dezembro
de 196 /4., que foram eníiados juntamente com todos os comprovantes/
e balanço encerrado em 3 I/I2/6 I4.entregue à câmara Municipal de Ba
rueri , dentro do proazo estipulado pela Lei Orgânica Municipal. A
contratação de outros em epocas posteriores foi feito com fundamai
to no Artigo 52 da Lei Orgânica dos Municípios.
19 - IliFOuME NC l\2/60S /2 de 26 Ago 66
Consta que vereadores da oposição da Camara Municipal de Barue
ri, em número de seis estao pleiteando uma renúncia total, em vis,
ta das arbitrariedades cometidas pelo Prefeito, Sr ADONAI DE AL-/
MEIDA SILLOS, e já informadas à esses Comandos.
20 - ITFQ.l-E nc 1:5/66-3/2 de 26 Ago 66
Consta que o Prefeito de Barueri, Sr ADONAI DE ALMEIDA SILLOS
anda falando na cidade para amigos que não vive "puxando 0 saco"de
oficiais no s quartéis e que já conseguiu tirar o Cel FIUZA do Co­
mando do Grupo Bandeirante", bem como 0 Sr Juiz de Direito.

SECRETO
»R2 I A I 0 H I 0-
Os crimes de responsabilidade dos PRHFEITOS
MUNICIPAIS estão definidos na Lei na 3.528, de 3
de janeiro de 1.959 (LEI FâmSHALMDOC.JT« 1) e que
podem aqui dentre outro3 serem citados os seguin­
tes i
a) - 2 - Negar execução &s leis federais,ejs
taduais ou municipais;
b) - 8 - Recusar-se aos documentos públicosj
c) -10 - Estabelecer ou subvencionar cultos
religiosos, sem pre juizo de colabo­
ração reciproca em prol do interâsse coletivo na
forma da Lei, ou lhes embargar o exercicio}
d) -12 - Omitir ou retardar dolosamente a
publicação das leis e resoluçoes
da Câmara dos Vereadores, ou deixar de prestar-lhes
dentro de 20 (vinte) dias, as imformaçoeo que 30li-
citarj
e) -14 - Exceder ou transportar, sem autori­
zação da Câmara dos Vereadores, as
verbas do orçamento, bera como realizar o seu extÔr-
no ou infriíJLr disposiçoÕ3 da mesma lei;
f) -15 - Ordenar despesas imo autorizadas
por lei ou sem observância de suas
prescrições;
g) -16 - Abrir crédito em desaoônJo com a
Lei ou sem as suas formalidades.
Como se vê, ê crime de responsabilidade do
Chefe do Poder Executivo estabelecer ou subvencio-
nar cultos religiosos* omitir ou retardar dolosamen
te a publicação das leis e resoluçoes da Câmara dos
Vereadores, ou deixar de prestar-lhes dentro em 20
dias as infoxmaçoÕ3 solicitadas; exceder ou trans­
portar sem autorização da Câmara, as verbas do or­
çamento, bem como realizar o seu extômo ou infrin
gir disposiçoõs legai3 e ordénar despesas nao auto­
rizadas por lei ou sen observância de suas prescri­
ções.
-Folha
Como ficou dito, os crimes de responsabilida­
de dos Prefeitos f^unicipais são os estabelecidos na
mencionada Lei Federal ns 3.528,
0 PRESENTE RELATORIO TEM POR FINALIDADE DE­
MONSTRAR 03 CRIMES DE RESPONSABILIDADE DO SENHOR
PR3F ’ITO MÜNICIPAL DE BAHÜERI e, que resumem-se no
que se segue.
1* (DOCUMENTOS 2. 3. 4. 5» 6. 7 e 8)
Para o devido esclarecimento do crime de res­
ponsabilidade no que se refere à abertura de credito
adicional sem o revestimento das formalidades estatui
das na LEI FSDERAL4320, de 17 de março de 1.964 que
traça nomas gerais de direito financeiro para elabo­
ração dos orçamentos e balanços da Uniao, dos Estados,
dos Municipios e do Distrito Federal, é citada m le­
gislação especificat
"Art. 43 — A abertura de créditos suple­
mentares e especiais depende
da existência de recursos disponiveis para ocorrer à
despesa e será precedida de exposição justificativa.
§ 1« - ....
I - ....
I I - .....
§ 22 — . . . . . . .
§ 3* - Entende-se por excesso de ar­
recadação, para os fins dêste
artigo, o saldo positivo das diferenças acumuladas
mês a mês, entra a arrecadação prevista e a realiza­
da, considerando-se, ainda, a tendência do exercicio.
§ 4® - Para o fim de apurar os recur­
sos utilizáveis, provenientes
de excesso de arrecadação, deduzir-se-á a importância
dos créditos extraordinários abertos no exercicio.
Pelos documentos números 2,3,4,5,6,7 e 8tobser
va-se oue o sr. Prefeito Municipal não cumpriu as exi
gências da Lei n» 4.320;
Não cumpriu o disposto no artigo 82 da Lei n»
1, de 18 de setembro de 1947 (Lei Crganioa dos Munici
pios), quando diz*
"Artigo 82 - Nenhuma despesa será ordena­
da ou satifeita, sem que
exista saldo de verba ou credito votado pela Câmara".
Não cumpriu o estabelecido no artigo 243 da
Eeselução n» 5» de 7 de agosto de 1961 (Regimento In-
terao-Doc. a® 8) da Câmara rtunicipal que preceituai
"Artigo 243- Nenhum encargo será criado
pela Câmara, ao erário muni­
cipal sem que especifiquem nas respectivas leis os re
cursos hábeis para atender ao valos das despesas" •
Não cumpriu o artigo 43 da lei aft 4*320 que
prevê para abertura de créditos suplementares e espe­
ciais a necessidade da existência de recursos disponi
veis para ocorrer a despesa e que 3erão precedidos de
exposição justificativa,
Nos documentos anexos observa-se ainda inúme­
ras irregularidades, ou sejam:
a) Autorização ao Executivo para abrir
crédito sem prever os recursos hábeis;
b) Concorrência administrativa, quando o
legal ê publica;(
c) Nas leis de créditos suplementares ou
especiais não consta a importância pa­
ra a abertura de créditos;
d) A menção de recurso como "excesso de
arrecadação" está em desacordo com a
Legislação, pois, ê necessaria a expo­
sição de motivos, apresentando os indi,
ces de direito se realmente existe o
excesso,
A Lei a* 4# 320, tão oportunamente posta «a vi-
gÕr, vem de encontro as necessidades da regularização
dos poderes constituidos naquilo que diz respeito &
administração, pois, coloca um paradeiro aos demandos
das Casas legislativas e Prefeitos Municipais ao con­
cederem subvenções e auxilios, autorizarem despesas
sem os devidos recursos# Agora, realmente, sé se pode
gastar aquilo que se arrecada.
Pela Lei nâ 4«320 não existe possibilidade de
serem executadas leis que não apresentem os recursos
hábeis para atender as despesas legais*
Os documentos 2,3,4,5,6,7 • ® provam cabal­
mente a infração do Executivo no presente caso,

2. (P0CWIKNT03 NÜMEROS 9.10.11.12.13.14«


Ü H áSM m f »

0 Senhor Chefe d© Executivo incorreu no crime


de responsabilidade ao adquirir um veiculo Aero-Wil-
lys 1.965# em data de 19 de Outubro de 1.965 (Doe nfl
9) na finna Sodam-Sociedade Distribuidora de Automo-
veis Nacionais Ltda, da cidade de Osasco, Estado de
3ao Paulo, pela importancia de OS 9*455*650, sendo
pago Cr3 4*000*000 no ato da compra e o saldo em 3
parcelas de Crt 1.818.550.
Nota-se que a Câmara através do projeto de
lei nfi 33 (Doc.n® 10)(Lei 33, sancionada e promulga­
da pelo 3r. Prefeito) autorizou o Executivo a refor­
mar os veiculos do Munloipio.. **..... adquirir vei-
culos. por preço digo por tabela de preço ou em con­
corrência publica ou administrativa.
No presente caso, amo existe concorrência ad­
ministrativa, a aquisição não pode ser feita por ta­
bela de preços e sim, puramente por concorrência pu­
blica confome detemina a Lei Organica dos Munici-
pios.
QBGERVACoSst- Nota-se que o sr. Prefeito Municipal,
pelos documentos números 23 e 24, nao
desconhece a legislação sôbre o assunto, pois no ci­
tados fala da necessidade de nomeação de Comissão
de Sindicância para apurar irregularidades nas ges­
tões dos Senhores Joao Accacio de Almeida e Carlos
Capriotti, esclarecendo que os citad03 cidadoes pra
ticaram inúmeras faltas, inclusive*
Doe* 23 - «CONSERTOS BC OFICINAS MECÂNICAS,
SEM CONCORRÊNCIA PUBLICAS DE VALOR
SUPERIOR A CrS 300*000".
Doe* 24 - "SI A AífBULANCIA E UM JIPP, FOI AD­
QUIRIDO m CONCORRÊNCIA PUBLICA E
QUAL A VT:RBA*'*
_ <S)
WUNICtfO-

(eri

'"' -— -folha nfi 5-


IBREGULARIDADES
a) Aquisição feita sem verba orçamentaria.
b) Credito aberto por decreto do Executivo,
Decreto na 25 , cuja cápia foi solicitada
ao Sr. Prefeito de acôrdo com os requerimentos núme­
ros 36/65* 69/65 e 5/66 (Documentos nfis. 11,12 e 13)
e sempre negado ao Legislativo conforme respostas
evasiva» (Documentos números 14,15 e 16)ecpor ultimo
responde que os decretos já foram publicados no jor­
nal O Suburbano, cujos exemplares a Egrégia Câmara
deve possuir em seus arquivos, e a parte restante s<a
rá publicada no proximo numero do mesmo jomal. (Doc.
nfi 17).
CRIME DE RESPONSABILIDADE
a) Compra feita sem verba;
b) credito aberto era desacordo com a Le­
gislação, ou seja, por decreto execu­
tivo;
c) Aquisição feita sem concorrência pu­
blica, contrariando a Lei Orgânica
dos Municipica;
d) compra realizada acima do valôr (no­
tar que no oficio n$ 23/65 (Doc.n«l8),
o Prefeito diz que a negociação 33tava estipulada por
preço oficial da tabela publicada). Existem duas cola
tas de preçoe feitas por Edis, provando o preço acima
pago pelo Chefe do Executivo (Documentos nSs. 2o e21),
PROVAS
a) Docunento n* 22, prova que o Sr. Prefeito
Municipal adquiriu o Aero víillys no dia 19
de Outubro de 1.965.
b) Documento na 18, oficio nS 23/65 resposta do
requerimento na 58/65 (d oc .19), datado de 29
de Outubro de 1.965 do sr. Prafeito Municipal, letra
"a”, respondendo que o Executivo flflo ADQUIRIU 0 VEICÜ-
w
c) Documento na 15, oficio de 19 de novembro de
1.965, do sr. 3refeito, respondendo ao reque
rimento 64/65, que a Prefeitura possui um veiculo Aero
—Willysj
-folha nfi
d) Documento n# 22, verifica-se que foi pago
Cr$ 4.000.000 em 19 de Outubro de 1.965,em
penhado posteriormente ou seja, no dia 28 do mesmo
mês com credito aherto por Decreto de nfi 25/65)
Fazendo analise, verifica-se que o Aero-Wil-
3ya foi adquirido por GrS 9*455*650, sendo pago a im
portância de Cr$ 4.000.000 no dia 19 de Outubro de
1.965, s endo empenhado no dia 23 daquele mês e ano,
e no dia seguinte, ou seja, 29 de outubro, o ar.Pre­
feito informa a üânara de que "0 PODER SXLvUTIYO n Xo
ADQUIRIU 0 AÜTOI.IOVEL AER0 »YILLYS".
Pelo documento nfi 25, projeto de lei nfi}4 de
21 d© maio de 1*965 transformado em Lei pelo Senhor
Prefeito, comparando com o projeto de lei n« 33/65
(Doc. na 10) também sancionado, verifica-se que a
abertura de credito ambos no artigo 29 das menciona­
das leis as palavras são quasi as mesmas, sendo que
para o caso do projeto de lei 34 o sr. Prefeito esta
va autorizado A EXECUTAR AJ OBRA.. DTJ PARITDSo DO RIO
BAKU-IRI * mas no entanto não abriu ©redito por Decre­
to como fez para a Lei 331 enviou outro projeto que
tomou o nfi 58/65 o qual tanbem foi sancionado (Doo*
nfi 26) pedindo um credito de Cr$ 5*000*000 destinado
A CCNoTRÜÇ%0 DS UM MUP.O DE ARRIMO. NAS BARRANCAS DO
HIO BAKPERI.
PBRGrUNTA-SE ENTXO, QÜAL A RAZXO QUE 0 SENHOR
PR3PEIT0 »XÔ USOU 0 MESM© CRITÉRIO PARA 03 DOIS CA­
SOS.
0 Senhor Prefeito Municipal infringiu a Lei
nfi 3*528 que difine os crimes de responsabilidade
os seguintes itenst
8 - recusar-se aos documentos públicos;
15 - ordenar despesas não autorizada por
Lei ou sem observância de suas pres­
crições;
16 - abrir credito em desaoÔrdo com a Lei
ou com as suas formalidades;
Infringiu a Lei 9*205 (Orgânica dos Municipios
nos seguintes artigos*
Artigo 25 - Ao Prefeito compete, entre ou
tras atribuiçõesf
XXV - presta» à Gamara, dentro de 20 (vin
te) dias uteis, as informaçoea soli_
citadas)
Artigo 5* - Os limites de concorrência pa­
ra obras, serviços e forneci­
mentos são os seguintesi
I - Atl Qrt 250,000 - coleta de preços|
II - Até Gf 2,500,000 - concorrência administra­
tiva!
III - Aoima de Cr® 2,500,000 - concorrência publi­
ca.
Artigo 64 - Nenhuma despesa será ordenada
ou realizada sem que exista re
curso disponivel e credito votado pela Câmara, salvo a
que ocorrer por conta de credito extraordinario.
Artigo 65 - Nenhuma lei que crie ou aumen­
te despesa será sancionada,sem
que dela conste a indicação de recursos disponiveis pa
ra atender aos noveos encargos)
0 Senhor Prefeito contrariou a lei Federal de ns
4,320 de 17 de março de 1,964, principalmente na abertu
ra do credito senão vo janos*
Artigo 41 - Os créditos adicionais olessifi_
cam-se í
I - Suplementares os destinados a
reforço d© dotação orçamentaria.
II - Especiais, ou destinados a des­
pesas para as qu is não haja do­
tação orçamentaria especifica)
III - líxtraordinarios, os destinados
as despesas urgentes e imprevis­
tas, em oasé de guerra, comoção
intestina ou calamidade publica.
Artigo 43 - A a%erturas dos créditos suple­
mentares e especiais depende da
existência de recursos disponiveis para ocorrer a despe,
sa e será precedida de exposição justificativa.
Artigo 44 - Os créditos extraordinários se*
rão abertos por Decreto do Po­
der Bxecutivo, que dêlis dará imediato conhecimento ao
Poder legislativo.
•-- "-folha na8-
Artigo 4 6 - 0 ato que abrir credito adi­
cional indicará a importân­
cia, a eapecie do mesmo e a classificação da despesa,
até onde fôr possivel*
Artigo 60 — % vedada a realização de des­
pesa sem prévio empenho*(No­
tar pelo Doc* nP 22 que foi pago primeiro e empenhado
posterioiroente)•
Artigo 70 - A aquisição de material e for
necimento e a adjudicação de
obras e serviços serão regulados em lei, repeitando o
principio de concorrência.
Artigo 8 1 - 0 contrôle da execução orçamen
tsrla, pelo Poder Executivo t<e
rá por objetivo verificar a probidade da administração,
a guarda e legal emprego dos dinheiros públicos e o cum
primento da lei de orçamento*

3 .(ftOCU!TENTO HPMERO 27)

Pelo documento ns 27 anexo, fica caraterizada,


nas próprias palavras do sr* Prefeito, o crime de res­
ponsabilidade estatuido na Lai Federal n8 3*528, de 3
de janeiro de 1*959 (Doc. no 1), no seu artigo 1«,itens
14 e 15, quando o artigo 2# do citado documento estatuit
"Artigo 2a - a presente suplementação se
faz necessário em virtude desta
verba, constante do orçamento vigente, ter dotação insu­
ficiente para empenho de despesas .já pa:*as por ocasião
do recebimento das parcelas da Quota do Excesso de Arre­
cadação (art. 20 da Const* Federal) nos môses de julho e
setembro do corrente exerci cio, e ta-bem de juros descon­
tados referente ao empréstimo Bancario levantado em setem
p . p . * de acôrdo com autorização legislativa"*
(0 GRIFO t NOSSO)
Assim, o sr* Prefeito Municipal procedeu ao paga­
mento de despesas SEM VERBA, o que o enquadra na Lei 3528,
notando-se que a importância total dessa suplementação,ou
seja, dêsse pagamento S M VERBA, atinge a soma de Cr$***..
3.000*000*
fe dispensável qualquer citação das leis infringi­
das*
3

-folha ns
4 .(DOMENTOS NSg. 28.29.30 e 31)

A Constituição Federal, a Lei n** 3*528 e ou­


tros atoa proibem & União, aos Estados, ao Distrito
Federal e aos Municípios, estabelecer ou subvencio­
nar eultos religiosos, ou embaraçar-lhea o exerci­
do.
No artigo 31» da Const. Federal encon­
tramos:
“Artigo 31 - A União, ao3 Estados, ao
Distrito Federal e aos Muni
cipios é vedado|
I — Criar...
II - Estabelecer ou subvencionar
cultos religiosos ou embara-
çar-lhes o exercício".
Através do item 10, do artigo 1», da lei n»
3528 de 3 de janeiro de 1959, constatamos ser crime
de responsabilidade dos Prefeitos Municipaist
»10 - estabelecer ou subvencionar cul­
tos religiosos, oem prejuizo de
colaboração reciproca em pról do
interesse coletivo, na forma da
Lei, ou lhes embargar o exercício".
Pela legislação mencionada nfctnhuma duvida exi£
te quanto a vedação de subvencionar cultos religlosoa
Incorreu o sr. Prefeito «funicipal no crime de
responsabilidade, de ves que sancionou leis referen­
tes aos projetos de lei n«3. 61 e 62/65, concedendo
auxilio para aquisição de matérias de contrução desti,
nados ao termino de obras da Igreja Evangélica Assem­
bleia de Deus do Jardim Belval; auxílios à Congreção
Crista do Brasil e Associação Cultural e Esportiva de
Baruerl. (Domentos números 28 e 29).
Mas, nota-.se com facilidade o crime de respon­
sabilidade do sr. Prefeito que conhece perfeitamente
a legislação em vigor e acima citada, pois, através
do projeto de lei 67/65 (doc. 30) que concedia uma su
bvençao de Cr$ 500.000 & Associação Assistenclal da Pa
-folha, ns 10-
quia de 3«João Batista de Barueri, V3T0Ü-A (Doc.nS
31), justificando tal atitude do Poder 5xsoutivo,a
infração dos dispositivos já citados, senão vejamos
as próprias palavras d© ar. Chefe do Executivo no
mencionado veto em suas letras "b", "c" e "d**, as­
sim x
*b) - Considerando ainda, que por fôrça
da LeiFederal 3528, de 3 do janei­
ro de 1959# inciso 10, do art. Ifi, não i permitido
ao yenher Prefeito Municipal estabelecer ou subven­
cionar ou dar subvenção (aubventio) pecuniário a
cultos religiosos, aob pena de responsabilidade cri
minaii
c) - Considerando mais, que o art. 12
do projeto de lei n8 43/65 NÍO DI3
POÜ COM CLARESA a destinaçao da importancia de Gr$.*
500,000, se para fins assistenciais ou se para sub­
vencionar culto religioso, tonto asuim que não dis­
põe igualnente sôbre a aplicação, nem con4ioiona a
obrigatoriedade da posterior prestação de contas,
pela entidade beneficiada;
d) - Considerando, entretanto, em face
da obscuridade de nue se reveste o
diploma, vejo-*ae forçado a veta-lo nessa parto, não
s<5 para resguardo de uma prerrogativa constitucio­
nal e o art* 18f inciso 10 da Lei Federal nB 3528,
de 1359” (0 Prefeito ao vetar a proposição confun-
diu-se cos o n®, citando 43 ao invez de 67/65).
Nenhuma duvida existe» está consumado, está
caraterizado o crime de responsabilidade do sr* rre
feito Municipal* Infração da Constituição Federal,
infração da Lei n» 3*528 com perfeito conhecimento
da mesma e ainda mais, aitude politica ao v^tar o
projeto n® 67/65.

% * (POCirTBNTO N8 32)
Pelo documento n® 32» constata-se o pagamen­
to de C 100*000 à IOEBJA N033A 3ENB0SA DA3 GRAÇA3
DO JARDIM BluLVAl. Ê dispensável qualquer comentário*
Os documentos de números 33, 34 e 35 anexos,
levantam duvidas por inúmeras circunstancias, Tra­
tam de deoapropriaçeõ de terrenos e abertura de ore
ditos.
Em 6 de julho de 1965* foi apresentado o pro
jeto de lei n*> 45/65 (Doo. n® 33) o transformado em
lei desapropriando os terrenos constantes dos lotes
nfis* 58,59#60t38*39*40 Q de propriedade do ar*
Emilio Guerra, medindo 1*507 metros quadrados e uma
área de propriedade da firma MINEBRA MXHBBXOS BRA3I
IEIE03 S/k ou quem de direito*
Como ne vê duae áreas de terras.
0B.,2JRVAC05a8
1 — desapropriação de duas áreas de ter­
ras,
2 - pelo artigo 4fi nota-se que as despe­
sas correrão por conta das verbas
próprias do orçamento» o que presumia
se que em 6 de julho existia verba
orçamentaria.
Agora, o que acontece, é que em 20 de agôeto
de 1965 (Doc*34-projeto de lei a» 55/65)* o sr* Pre­
feito encaminhou à Câmara o projeto de lei nô 55/65*
solicitando a abertura de um credito especial na im­
portância de Cr$ 13.000.000 (treze milhões de cruzei­
ros) (Doe* n* 34) para pagamento da desapropriação
dos lotes 58,59*60*33*39*40 e 41* de propriedade do
sr* Emilio Guerra. Apenas para a propriedade do sr.
Emilio Guerra* Ssseprojeto foi retirado pelo 3r.Pre­
feito o, cinco dias ap<5s a apresentação do citado
projeto nfi 55 e retirada do memo, ou seja, em 25 de
agfisto de 1965* o sr. Chefe do íxecutivo, envia à
Câmara o projeto de lei n* 59/65 (Doc*na 35) trans­
formado em lei pelo 3r* Profeito e solicitando a
abertura de um credito na importância de Cr# .......
32*268*156 sendo que para pagamento da desapropria­
ção, objeto desta argumentação, consta a importância
de 0$ 8*288*500.
Além das duvidas quanto a abertura dos crédi­
tos solicitados dada a diferença de importâncias*exi£
te o crime de resposabilidade previsto na Lei 3528,
considerando que em 6#7« 65» não existia verba no orça
mento para atender a lei sancionada pelo sr. Prefeito
e» ainda mais, as leis de desapropriação e abertura
de crédito contrariam frontalnente a Lei n» 4.320.

7 . (POCUrnSKTOS ÍTOMEROS 36 e 37)

Os documentos n®s. 36 e 37 tratam de leis irre


guiares, assimt
a - 0 artigo 2a (Bec*a&J6) autoriza a aber
tura de crédito sen estabelecer os re­
cursos hábeis, infringindo a Lei Orgâ­
nica dos ’tunicipioa e o Regimento In­
terno da C&nara, conforme se vê dos
itens 1 e 2$
b - No artigo 1» preceitua concorrência ad­
ministrativa, quando o artigo 88 da Lei
Organica é claro:
"Art.88 - Os serviços e obras publicas
municipais aerao executados:
I - Mediante concorrência publica nos Mu
nicipios....."
c - Nao foi feita concorrência publica e
confome o documento n® 37, a despesa
atinge a sona de CrS 5.000.000 ( cinco
milhões de cruzeiros), o que implica o
Ir
Sr* Prefeito ?*unicipal em crime de res­
ponsabilidade •
OBSERVACOSS:
Nota-se cue o sr. Prefeito tUnicipal pelos
documentos nss* 23 e 24 anexos, nao desco­
nhece a legislaçao aôbre o assunto, pois
no citado documento fala da necessidade de
nomeação de Comissão de Sindicância para
apurar irregularidades nas g»3toeo dos srs
Joao Acacio de Almeida 8 Carlos Caprioti,
esclarecendo que os citados cidadoee prati,
cara© inúmeras faltas, inclusive principal
mente falta de concorrência publica.
—folha nfi 13-
8 .(DOCUT:!ffTCS NUMKHOS 38.39»40«41,42 e 43)

A prestação a® contas do Poder Executivo 6 re­


gulamentada pela lei Orgânica dos r-unicipios (lei n»
1» de 18 de setembro de 1947)(Lei revogada pela nova
Lei Organica doa EUnicipios de n^ 9*205 que entrou
em vigor no dia 19 de janeiro déste exercício), que
o Executivo deverá publicar mensalmente balancete da
receita e despesa? enviar à Câmara até o dia 10 do
mÔs seguinte, balancetes trimetrais e finalmente,nos
primeiros meses do exercico seguinte o BALARÇO ANUAL#
Ho artigo 100 da Lei Orgânica em vigor naquela
época defrontamos com o seguinte t
"Art.100 - 0 balancete da receita e despe-
se^relatlvo ao mês anterior, será
publicado at£ o dia 20 de cada
mãe, na fonaa prevista no arti­
go precedente”•
Ho artigo 101, encontramost
"Art.101 - Os balancetes trimestrais serão
enviados à Cfimare atá o dia 10
do més seguinte, acompanhados
de relação das despesas referen­
tes a cada verba ou dotação, de
acôrdo com as tabelas explioati^
vas, devendo tal relação decla­
rar, sempre que se trate de dejB
sa superior a mil cruzeiros,quem
recebeu o pagamento, qual o ser­
viço prestado ou as mercadorias
adquiridas, mencionadas global­
mente** •
0 citado artigo 101, conta com um § urtico,
assim redigidot
**§ UITICO - Ho municipio da Capital, a im­
portância referida neste artigo
será deCr$ 10#000 e de Cr$5.000,
no3 nunicipios de renda superior
a Crê 10.000.000#
 vista do exposto, deve o sr. Prefeito Munici­
pal publicar mensalmente o balanoete, enviar à Câmara
balancete trimestral © encaminhar ao Legislativo o Ba­
lanço Anual«
0 Prefeito Kunicipal de Barueri, atá a presente
data não encaminhou um balancete trimestral siquer à
Edilidade. Enviou, isto sim, do mês de janeiro atá o
mês de dezembro do exercico findo, ura singálo balanoe-
te mensal sem observância dos artigos preceituados na
Lei Organica dos Funicipios, principalmente quando fa­
la que a relação das despesas de cada verba feu dotação
deverá declarar, sempre nue as trate de despesa sune-
rior a Cr$.1.000 (no caso de Barueri - Cr$ 5.000),quem
recebeu o pagamento, qual o serviço prestado, ou as
mercadorias adquiridas, mencionadas globalmente.
A falta de prestação de contas (balancetes trl
metrais desde junho do ano de 1965 e as respostas ova
sivas do sr. Prefeito) i crime de responsabilidade pre^
visto no artigo 12* da lei n& 3.528, item 2, de vez
que, o sr. Prefeito nega-se a cumprir a Lei Orgânica
dos Municípios que <5 uma Lei emanada de um Poder Su­
perior, qual seja à Assembleia Legislativa do Estado.
Heste exercico, não recebemos nem um balancete
mensal e muito menos ainda um trimestral (Doc.nfi 38 ).
0 Sr. Prefeito respondendo ao requerimento ns
34/66 (Doc*n239) diz que "Os Balancetes trimestrais
atrazou-3e devido 0 acumulo de serviço no Departamento
de Contabilidade"(Doc#40) o no mesmo documento respon­
dendo ao requerimento na 35/66 (Doc.nfi 41) diz"0 Balan
cete relativo à receita e despesa, 4 publicado na Pre­
feitura e afixado em local de costume, nos tôxmos da
Lei e regulamentos"#
OBSEHVAçXOs- Porque não envia então a Câmara.
Documento n** 42 já a Edilidade requeria do sr*
Prefeito os balancetes trimestrais e responde conforme
doc# nfi 43 já estavam quasi prontos.

Ã3.IH igjS S.tlZ>53^.9, 6C y611621fàé íttâggíélM.


68.69 e 70)

Pelos documentos n*s# 15*40,44,45,46,47,48,49,


50,51,52,53,54,55,56,57,58,59,60,61,62,53,64*65,66,67,
^Kufy^otV sr ' - " y
"folha n» 15
68,69 e 70, constata-se que o Prefeito ffunicipal de
Baruerl nega-se a cumprir as leis do Municipio em
pleno vigor, incorrendo assim, nos crimes capitula­
dos na citada lei 3528 de 3 de janeiro de 1959 e do
pleno conhecimento de S.Excia.
Pelos citados documentoa pode ser observada
a forma truncada, a maneira facciósa do sr. Prefei­
to responder as solicitações do Legislativo. Sao
respostas evasivas que bem demonstram o desejo de
não prestar contas de sua administrarão ao Poder Le
gislativo.
S.Excia. discursando na Sdilidade,na 12a.Ses­
são Extraordinaria, fls.32, linha 39 do livro de
Atas, em resposta a interpelações de edis expressou-
se assim í
M....Ôsse pretexto entre o Executivo e o
legislativo, então, vou abrir uma
sindicância para apurar denuncias dôa a quem doer.
Vou abrir sindicância e oficiar ainda hoje mesmo
pedindo a abertura de uma sindicância e Un processo
criminal para apurar Ôsses fatos porque nao pexmito
que ninguém use o Executivo para manchar o nome do
Executivo, porque Tabelião desta comarca a 30 anos,
onde registrei seus filhos não tenho uma mancha fun­
cional. Exerci o cargo de Prefeito por 4 anos,deixei
o municipio com saUdades. Voltei para servir o Muni­
cípio, mas, o povo do municipio e tenho demonstrado
a todos no Municipio". Para na lina 66 dizer ainda*
"Sr. Gentil, sua denuncia para mim 4 um
pouco grave, vou investigar, saber e
abrâr uma sindicância judicial para apurar êsses fa­
tos se o SA1EME está agindo em nome do Executivo,re­
cebendo propinas ou que quer que seja, compete a mim
baixar um ato proibindo a entrada dêle na Prefeitura.
Ontem estive lá com o Jeep e já pedi a êle pe3sôalmen
te que me désse um relatorio do ocorrido em minha au­
sência. Recebendo Ôsse relatorio, eu o enviarei a Câ­
mara. Portanto digo aos senhores vereadores com tôda
a minha ombrldade de homem e de Prefeito que será
apurado 6sse fato ele esta na rua e não o quero mais
no meu gabinete, i! um suplente désta Casa do cargo de
Vereador, Se praticou ato indiano e ofendeu o dignâ
Presidente também me dôi pois faa parte do Executi­
vo, tratos todos com ombridade, trato como homem to.
dos os sunicipes e dou razão aquele que merece* le­
so os senhores ver digo vereadores poderão ficar
tranquilos que saberei agir a altura do meu cargo"•
Nenhuma sindicância, nenhum ato administrati.
vo o sr. Prefeito determinou ou baixou; nenhuma pro
vidência tomou, nada realizou para apurar os fatos.
Tinalmente, o sr. Prefeito Municipal de Ba-
rueri, cidadão ABONAI DE AlMEIDA SÍLOS» discursando
no Poder let"islativo que encontrava-se em sessão
plenarla, num gesto de intimidação à Edilidade, que
rendo viver ainda os tempos ditatoriais, procurando
amordaçar a Gamara por inúmeros meios sempre do no£
so conhecimento, mas impossivel de prova e, numa
afronta verdadeiramente inconcebivel, disse: (con­
forme requerimento n& 99 (Doc*ns 71) foi transcrito
na integra as palavras do sr. Prefeito na 33a.ses­
são ordinaria do dia 13A2/65 no verso da folha 48,
linha 67 do livro de Atas).
"Nobre vereador Isaias, seu talento,sua
bravura me abala certas palavras: Bal-
budia, se V.Sxcia conhecer a palavra
balbudia; estava deserto o município,
porque este município é habitado por
dignos vereadores. Balbudia ha em cida
des e em estado que não ha postura.Por
tanto aquela balbudia que S.üseia dis­
se não está no Xecutivo essa palavra;
esta na oua residência eu não sei sr.
vereador, porque o Poder Hunicipal não
têm balbudia na sua adminlstraçãojpor-
que não permito balbudia seja de quem
fÔr será posto na rua imediatamente, e
deposto de sua funçao, que não permito
balbudia. Segunda acusação que V.Excia
pede apesar de nós estamos no Ato n92
da ordem publica cujas garantias sus­
pensas de todos nds, sem direito a
herbias corpus, sem direito a imunida-
-folha na 17'
de parlamentar executiva porque foi suspen­
sa pelo Ato nfi 2, assim mesmo eu em praça
publica seja pnde gôr digarei ao povo ou a
quem quer que seja que minha imunidade é
minha pessôal nao é da REPUBLICA. Se a Con£
titucionalidade sao por fim administrativo,
porque tenho imunidade em minha casa, em
minha residência e em meu governo. Portanto
meu caro e nobre vereador Isaias, admiro
sua vivacidade a procura do Executivo diari
amente pedindo favores, imo a V.Excia mas
aos munícipes. Sei que V.Excia tem um manda­
to que recebeu do povo para cumprir e vem
pedir ao Prefeito Municipal calçemtno de
uma rua quO/%>reci»a fechar determinada rua
é um direito que lhe assiste Senhor Verea­
dor. 0 Prefeito atende seus pedidos oportu­
namente. Portanto Senhor Vereador, agraãeço
sua explanamento, sé retiro que ^.Excia reti
ra a palavra balbudia.
Falar mais alguma coisa nao é necessário, pois a
imunidade do Sr. Prefeito Municipal de Barueri é dele,é
òa sua residência, é no seu goteemo administrativo^, a sua
imunidade NlO fi DA REPUBLICA.
Ainda mais, esta em andamento pela Edilidade de de_
nuncias contra o sr. Prefeito por ameaçar até os funciona
rio da Casa além de vereadores. (Does. 72, 73 e 74).

APRECIAÇÃO CrERAL

Os documentos juntados ao presente relatorio não es­


pelham ainda a realidade dos fatos de corrupção, e por que
não dizer de suberverção digo de subverção quando o sr. Pre
feito diz "MINHA IMUNIDADE Ê PESSOAL E NÃO t DA REPUBLICA"
tPrefeito pertencente ao extinto P.S.P, velho correligioná­
rio do ex Governador do Estado) - do Governo Municipal
atual, pois, uma v*olhos rápida nas contas apresentadas pe­
lo sr. Prefeito Municipal, prova, mesmo para nós Vereadores
leigos no assunto, que*
1 — não foram juntados os comprovantrs das despesas
efetuadas, ou sejam, as NOTAS FISCAIS, NOTAS DE DESPESAS,
-folha as
etc* na maioria, ou seja totalidade dos gastos, Porque ?
Porque nao foram juntados os comprovantes? A menos que
prestação de contas no entender do 3r. Chefe do Executi­
vo, seja,esaa barbaridade que como exemplo citamos, o ca
so do automovel (Docts. 9 a 22) juntada de recibo e nota
de empenho. Onde eotá o documento comprabatório ? Vai
o sr. Prefeito auerer argumentar que o documento compra-
batório sé será apresentado quando a Prefeitura liqui­
dar o débito ? Mesmo qze assim seja, onde está a concorrên
cia publica estipulada pela legislação em vigor ? Onde a
tomada de preço (isto se ouizer lmpeingir à Câmara 9
responsabilidade por ter-lhe autorizado adquirir veículos
por concorrência administrativa ? 0 crime do Prefeito es­
tá na não apresentação dos comprovantes de despesas} gas­
to sem verba; na realização da compra sem concorrência o,
ainda mais gravei aouislçio acima do preço de tabela (do­
cumentos n2s» 20 e 21), Porque não a apresentação do do­
cumento legal ?
2 - Porque a prova visivel e comprovada nãosó da
Presidência e de todos os Vereadores que atualmente não
dão "quorum" para as sessoõs da cSmara em não desejarem
a contratação de peritos, conforme prevê a lei FBDSRAL H»
4.320, de 17 de março de 1.964, para exame, verificação e
apresentação de laudo pericial sôbre as contas ?
Porque a Câmara não se reune desde que a Presidên­
cia recebeu, o oficio 236-Sec, de 24 de maio de 1966, do
Sr, Cel. Cradte. do 2» Grupo G Can Au A kê Grupo Bandeiran
te, solicitnado documentos das mencionadas contas ?,
Porque a Presidência teima em fazer com que o presen
te relatorio soja protrlado na sua remessa ?.
3 - Porque na prestação de contas nao foram juntados
as cópias dos CONTRATOS ftxmados pela Prefeitura com os
empreiteiros de serviços, com o CONTADOR contratado e VE­
READOR NCMUERA ? Cópia do contrato do DOUTOR ANSELMO T3I-
XHJRA PINTO ?
4 - Porque naprestação de contas nao EXISTE A ASSINA­
TURA DO PREFEITO, DO TESOUREIRO e DO CONTADOR em todos os
doeu entoo e nao peças vitais, constando apenas em umas e
outras ?
Má fé ? Documentos ilegais ? Docuientos irregulares?
Ignorancia ?
‘olha
5 - Porque na prestação de contas não existe a re­
lação de bens patrimoniais do líunicipio ? Será que I tal
vez em virtude do caso da Moto-Niveladora (existofca Co­
missão de Investigação sÔbre o asaunti e que concluiu pa
ra que tal veiculo volte à Prefeitura urgentemente. O
ex-Prefeito Carlos Capriotti, deixou a moto numa numa ofi
cinan em Santo Amaro, e conforme, informaçoes do atual
Prefeito essa moto e3tá com 4 dente3 quelsrados na corda»
sendo que, talvez em virtude da Comissão, estão aparecen­
do na Prefeitura diversas peças recolhidas pelo Vereador
Mario De Domenicis). Mac, acontece aue nesse interim foi
apresentado um projeto de lei pelo vereador Arnaldo Rodri^
guea Bittencourt, lidor do Prefeito, apaniguado do sr* ex
Governador, deves que, foi promovido por politica, num
cargo de chefia da Estrada de Perro Sorocabana» quando ve­
readores do Município, em reunião com o Goveraadoo para
tratar de interesses do municipio, foram surpreendidos com
um pedido do ex-Presidente da Câmara Municipal de Baruerl,
dr. Milton Ca poa, para que 0 ar* Arnaldo a« Bittencourt
fosse * melhorado de condição do funcionário”,. V:'ND2HD0 A
MOTONIV :LATX)RA, e, foi rejeitado pela Câmara» motivo pelo
qual, C0M2ÇABAM A APARECER A5 PEÇAS DO MOTO, através do
Vereador Mario De Domenicia, sendo que, após a Constituição
da Comissão de Investigação, o Vereador Mario De Domecini-
cis, não mais compareceu h Câmara* Será que 0 Vereador Ma­
rio De Domenicis, não maia compareceu a Câmara, porque se­
ria interpelado pelos membros da Comissão sôbfe 0 assunto ?
6 - Porque as contas foram apresentadas sem as for­
malidades legais ? Aberturas de créditos irregulares ?
7 » PORQUE o Prefeito não mandou as cépias dos de­
cretos expedidos pelo Executivo sôbfce abertura de créditos?
Créditos abertos ilegalmente ? Sem recursos hábeis, previs­
tos na LEI FEDERAL H# 4.320, de 17 de março de 1.964 ? Será
porque 0 Prefeito Municipal de há muito incorreu em crimes
de responsabilidade previsto na LEI F3DERLA n t 4.320 digo
3.528, de 3 de janeiro de 1959 ?
8 - PORQUE as contau do sr. Prefeito Não apresentam
os RESTOS A PAGAR que aanovas normas financeiras prevem na
-folha nfi 20-
LEI FEDERAL na 4.320, d© 17 de março de 1964 (Eatabe-le-
ce noraaa gerais de direito financeiro para eleboração
dos orçamentos e balanços da União, dos Estados, dos
Municipioa e do Distrito Federal) ?•
FORQUE noa citados reatos a pagas apenas CONSTA A
IMPORTÂNCIA e, não a relaçao de credorea, as deapesaa
efetuadaa, aa mercadorèáa adquiridas, as oondiçoea ?
SERX q ue a importância constante dos restos a
PAGAR, SXO DOCUMENTOS REFERENTES A DESPESAS EFETUADAS
SEM VERBAS, DE CREDORES FICTÍCIOS OU DE NEGOCIATAS, CO­
MO A REFEHRNTE AO CALÇAMENTO DE DIVERSAS VIAS PUBLICAS,
ONDE PARA ALGUMAS EXISTE CONCORRÊNCIA E PARA OUTRAS
NJO ? OU SERJt, QUE TAIS TXJCUMENTOS ENCONTRAM:-SE NA CAI
XA SEM MPENHO CONTRARIANDO A LEI FEDERAL 4.320 e, O ar.
Prefeito, no inicio do novo exercicio, com a maioria doa
Vereadores, aprova um credito especial para atender des-
pesaa já efetuadaa (ver dct,27) ?
9 - Estarão certos oa proceaao de desapropriação
de terrenoa (dcta. 33# 34 e 35) ?•
10 - è o problema de sibvenção a cultos religiosos
proibida pela Conatituição Federal e Emenda
Constitucional ?
11 - PORQUE o ar. Prefeito em 1965 nao apresentou
os balancetés trimestrais obrigatoriamente
determinados pela antiga Lei Organica dos Municipios ?
Será que havia a necesaidade do ar. Prefeito acertar oa
empenhos e pagaraentos, antes da prestação de contaa a-
nual ?
12 - Ora, vejamos o que diz o artigo 23 do Ato Ins­
titucional nfi 2
"Constitui crime de responsabilidade contra a
probidade na administração a aplicação irre­
gular, pelos Prefeito, da cota do Imposto de
Renda atribuida aos Municipioa pela União»ca­
bendo a inci digo iniciativa da ação penal,ao
Ministério Publico ou a um terço dos membroa
da Câmara Municipal", Será que a protelação
da prestação de contaa do sr. Prefeito (balancetes tri­
mestrais, balanço anual, falta de relação de credorea,
etc.), o interesse da Presidência da câmara em não con­
tratar peritos, em não enviai* docusentoa ao G.CAN, EM
-folha nfl 21-
h Xo M B * QUORUM" nas seaaoea da wÃmara após o recebi­
mento do of. 238 do <3 Caa, T M OBIOm NA INFRIffl&NCIA DÊ£
SE DISPOSITIVO DA REVOLUÇÃO ?
Dessa revolução feita sob a égide do direito, da
verdade, do amor a uma patria melhor eivada da subver-
sao, dos corruptos e dos erros de antanho ?
13 - QUâL 0 MOTIVO que as contas anteriores, doa
dos Prefeitos de geatoes passadas, inoluaive
do sr. ABONAI DE ALMEIDA JYL03, Prefeito de adminiatra­
ção anterior a esta, nao foram aprovadas até a presente
data ? Ocorreu irregularidades ? Que fala um relatorlo
assinado pelo sr. Pi m i n o doa Santos, Contador Aposen­
tado do Estado e dirigido ao Exmo. 3r. João Aoacio de
Almeida, DD Prefeito itunicipal de Barueiri digo Barueri
(Prefeito daquela época)| relatorlo ésse em poder do sr
Joaquim Feres Filho. Tal documento prova que o sr. Ado­
nai de Almeida £ylos, no exercico do cargo de Prefeito
em 53/57 praticou inúmeros criman digo crimes de respon
stabil! ade, como sejam 1 despesas pagas sem %erbas e sem
autorização legislativa) pagamentos efetuados direta—
mentos ao Prefeito; pagamento feitos sen recibo; docu­
mentos de despesas empenhadas em verbas impróprias;des­
pesas feitas sem documentos com recibos sem a comprova­
ção real que as juatifinuem; e mais; diferença entre o
lançamento e documentos comprobatórlos existentes HA
QUOTA D' BXCIS30 DE ARRBCADAçXO;
NAS QUOTAS DO ?UNDO RfDOVUHXO NACIONAL E AUXI­
LIO DOTOVIARIO ESTADUAL — Qr$ 100.000)
NAS CUOTAS DC IMPOOTÔ DE THANSAÇXo - 0 $ 24.299,30;
NA QUOTA ”0 I^POSTC DE RENDA -Cr$ 8.271,20, consta»
digçfeonJtritando " Como V.S. verificará dou documentos e
através o relatorlo que venho lhe apresentar, várias re­
tenções indevidas de dlneh digo dinheiro publico se posi­
tivaram. Aponto como exeiplo as seguintes«
a) — Um 27 de agdsto de 1955 foi paga uma quota do
Imposto de transações à Prefeitura, no valSr
de Cr$ 37.160,50 e em 17 de fovereirqíe 1956, outra parce­
la de Oê 40*178,20, do digo conforme documento 31.
Entretanto a Contadoria Sfunioipal sé registrou tais
pagamentos em 23 de marco de 1957. pelo global de Crf.....
77.333,70, conforme lançamento de caixa a folha 135.
■folha nfl 22-

b) Como ae vê da conta fornecida pelo D*E*R,, foi


entregue em m i o de 1955, varias parcelas totalisando
QrS 720,400.000, A Contadoria ^uniclpal sé efetuou o lan
çamento em 17 de Outubro, isto S 5 meses depois."
feios documentos de fls. 1« 2 e 3 assinados pelo
Contador Orlando Sacco, e constantes do citado relatorio
a responsabilidade â ararar. naquela Ipoca, gestão do
Prefeito Adonai, erá do alcance de Cri 1.167.920,60*
FALAR 0 qtJS MAIS DS3SE OIBAdXO QUE HOJE, INVESTI­
DO NO CARGO DE PREFEITO, APADRINHADO DO IX—GOVERNADOR
ADHEMAR DE BARROS, DISCÍPULO B CONTUMAZ SEGUIDOR DO
CHEFE DO PESSEPISMO NO ESTADO ?
Nada mais é preciso que se diga para provar o des­
calabro administrativo de Barueri e a aplicação indevida
de varbas orçamentarias*
Nada mais é necessário que se fale para vislumbrar
a malícia, o peculato configurado e o crine de responsa­
bilidade do agente político estabelecido na legislação
vigente*
Onde os fôros de civismo, de patriotismo e amor a
liberdade, à democracia, h Patria e na defesa dos interess
ses da coletividade ? Nas facaltruas costumazes nos idos
de gestões anteriores ? Na insana consciência de que os
tempos continuam os mesmos, sem atinar rme neste instante
de acórde dos sentidos, quando os espíritos dos gloriosos
homens do n0330 'icerei cito vislumbram uníssonos com os
anseios do povo pela liberdade do vinculo politlco e ecÔ-
no JLco que sempre sufocou o nosso Pais, estão enttlchei­
rados nos ideàis da verdade, da justiça e daquilo que só
o pensamento positivo pode elevar aos mais longínquos pa­
rámos da realidade ? Chegou a hora da verdade, da Justiça
em que os nossos homens que asseguram a verdadeira e inso,
fiamável paz, devem fazer com que prevaleça o real, o imu
tavával desfazendo as duvidas e os sofismasj desarmando os
espíritos encouraçadoe nos mais reefintidoa do sêr* para
que caminhem na senda do d&reito
Xx: . \

x Çf l c MA 8 íl§l)eAf}^ U IRlosiçoes
1,079 de 10 de Abril de 1950 „ que define os crimes de
responsabilidade o regula o respectivo processo de julgamento o
ArtíXfi - Sfvo crimes do responsabilidade doo Prefeitos Municipais?
1 - atentar contra a Constituição da Heptfallca ® a do respectivo
Betado
2 - negar <tr.ecuçao ás leis federais* estaduais ou municipais?
3 - incidi?; nas infrações prevista,<9 nos artigos 312 a 327 do Códl
go PeiVíl;
4 - praticar qttnlquer do?? atos punidoe na o legislação federai, so
bre elelcore e sobre defesa do Eatndo e de ordew política e 80
ciai;
5 - impedir 5 por qualquer melo* o efeito doe atos5 mandados ou-
dectsoee do l-oder Judiciário ou negar-H7.es cumprimento no que
dejjendex’do -leroício de auas funções?
6 «* obstar* de cjjalquer ir.odo, ao funcionamento regular de serviço
publico da Vuiao ou do Betado s que executado diretamente * quer
por via de conofssâo;
7 - opor-se às i.dens emanadas de autoridades federal ou estadual?,
no exeroioic da respectiva uompetenoàa?
8 - recusar-se ros documentos mfblicos 9
9 * criar dist-nçoeR entre brasileiros ou preferencias em favor .de
uns contra outros Estados ou Municípios*
10 - estabelece: ou subvencionar cultos religiososv u m prejuízo de
oolat>oraç£V.i recíproca em prol do interesse coletivo na forma -
da Lei* or lhes embargar o exercício;
11 - opor-eeç .:lretemente? por si ou subordinados,, ou em concerto ~ t
cora outro! autoridades® ao livre exerc-íoio da Gamara dos~Verea
dores;
12 - omitir ou retardar dolosamente a publicaçáo dae leis e reeolu-
çoes da (finara dos Vereadoresf ou deixar de prestar-lhes dentro
em 20 (víi.te) diaa* as infcxmaçoés que solicitai1;
13 - nao apresentar à Gamara dos Vereadores9 nos prazos da Lei * a -
proposte ie orçamento ou contas documentadas* relativas a© exer
ciclo ar/.erior* bem como nao lograr aprovação das mesmas eonfeaet
por mo tire de emprlgo ilícito dos dinheiros públicos?
14 - exceder ou transportar« sem autorizaçao da Gamara dos Verea do»
reaf ei verbas do orçamentop bem como realisãr o seu externo -
ou infringir disposição da mesma lei;
15 - ordonay despesas náo autorizadas por lei ou sem obaej
de suts' prescrições;
lú - abrir t-edito e& desacordo a%m & lei ou ooui a» âft
dr/Iec; ~ '
17 - odBtrair emprostimos* emitir apaLiceSj ou efetuar- ©peraça o de
codito sem autorização legal 3
18 * deixar de oumprlr obi'igaçao prevista em lei fedex*al píira apli­
cação do arte 15 *§ 49* da Constituição da Republica*
19 « negligenciar a arrecadação das rendas 9 impostos e taras 3 too»
como a conservação do patrimônio nunicipali
20 - alienar bens municipais „ arx*endá~los ou dá-los em comodato»
sem permissão legal ou empenhar x'enda publica, sen que pjrooe
da autorização dos poderes competentes«,
21 - utilizar-se* em proveito próprio ou de terceiros de bens p^-
bllCOS}
22 - servix^-ae de autoridades(bo)sob sua auòordin&çào para pxatlear
abuso de poder* ou tolerar que essas autoridades o pratiquem
oem repressão sua;
23 - violar qualquer direito ou garantia individual constante do
artigo 14-1 da Constituição da República ou de lei oomplenum-
tar do art o 1*>7 da mesma Constituição*
24 - expedir ordem contraria à disposição expressa em lei ,
2*5 - ausentar-se do Município 'sera licença da respectiva ciwara, 'xoq
casos prescritos em lei estadual ou municipal t-, bem como per-'
manecer fora do território de sua jurisdição por mais tempo
que o oonoedidoj
26 - proceder de modo incompatível oom a dignidade, a honra e o
decoro do cargoo
Art o 22 ~ Cs crir.es definidos neste, lei» ainda quando simpleeme»-•

te tentados9 são possíveás da pena de perda do cargos iom
inabllitação até cinco anosf para $ exercício de qualquer funçãoo
Parágrafo Único - A imposição d * pena referiia neste arti
go não exclui o processo <=> julgamento do acusado por crlae^conm pe
rante a justi ça ordinária* nos tertaos âas leis processuais o
Arto 3e - Os Prefeitos Municipais serao processados e julgados9 nos
crimes de responsabilidade t. pelo modo previsto na Consti­
tuição -3 nas leis estaduaÍ3 o
Art « 4â - Nos Estados , onde as Cor.atltuiçoes ou as leis orgânicas
não determinarem o processo nos crimes de responsãbllidade
dos prefeitos«ohservecp^se^ão, par,, os respectivos atos, mo que lhe
for aplicável e enquanto perdurar a.comissão do legislador competen-
têtas non&atà» ^estabelecidaé na Lei n® lo0799 Ge 10 de abril ãe 1*950 •>
w Parágrafo unieo - QUfUido m o dispuser de outra forma a .Le- ■ ’
gislaoao estadualj o julgamento incumbir^ à Gamara dos Vereadçÿ^f*
que su poâerá proferir sentença oondenatçria pelo voto de doi£^‘
ços des seus membros5e da sentença caberá recurso de oficio ?J*
feito suspensivof, para a 4ssembleia Legislativa0 w
Arto 52 » ssta -kfâi entrará em vigor na data <|e sua publicaçãoe \
Ax*to 62 » KevogaBâf-se as disposlçoos em contrario* v
f BARUERI U
de^ w JÍT'
CÂMARA MUNICIPAL DE B A R U E R I
PRUCTTIJKA DO IUITICIPIO 33E BAUDEEI
Estado Ag São Paulo

-OdPIÀ AUTENTICA-

PROJETO DE LEI Í72 47/e? do 12 PB JULHO DE 1*965»-

!-í." ;

A Caoara íâmiclpal Baruc::i docrota«.

Artigo 12 ) ~ KLc q o loverno do íâmiclplo autorizado a oxecu

tar9 n«jdlanto concorrência publica ou aámlnis-


: vV V;’ ’ 7 J; ,«V ■>;.tV?•'N'* 'i:t,
trativa, por onproí/.ada ou fssas conta própria? ao otiras de cons­

trução do una esta; ao rodoviária na o ode dos te 12unicipioe om


i
|- lOoal for Julgado oonviniente, de acordo eon o projeto,

orçarionto o especificações a soron ©laboro.dor: 2:0 X 0 Serviço ;

do Cbrao da Pref situra*

Artií 2*2) - í; tj Govor.no do Ilunicipio i&uolaente autorisado

a /âqiiirir o terreno necessário à construção

da r ;i’■:t ida oa*açao o


Artigo 3^) - >?ara ocorrer ao despesas decorrentes da execução

da presente L«if fica o Pode:? Executivo tanbem. •

autorizado o afcrlr os oreditoe especiais ç?üe se fizerem ne­

cessários o
Artigo 4 ü ) ~ Esfco Lei ontrai-á en vi:;;or na data <le sua

co^ao«, levo&adae as disposiçcSs cr: ooatrai Lo,,

Prefeitura I/Anlcipal do Barucjrl, en 12 do Julho de 1.965

: ric;vn r ri• imiiciPAL

••'avoijai 1■1 i n n M stlo-

cópia autenticada pela Seoretarla d^;0^ejpa' ^


Municipal de Barueri, aoe 27 de Maio de 1.966* / g/\gU£Rl
*• V f. ~
r^0C-

CAMARA MUN E BARUERI


TSEiTiITUHA DO' iflJHICtFIO DE .BAil'O'KKI
ESQ-ABO BE 8&0 PAULO

Projetc de Lei 30 de 21 de Kaio de 1,-.9^5c

A Oeiiiora.liznicipal de Barueri deo^eta*

Arti&o is.) - Plea o Podar Executive autox’iaadc a promover


a ilusn. ..g'io puglj.oa da Averiide 26 c'.t Margo
Marginal do Rio Earuerij. de ai^bbe os lados# ate o ;.Gj; 29*
bern as aim ha con- urbana e nfW.l«
Artigo 22 ) - Para concorrer as de.spesas oor.i a execugao da
presorte Lei^iio: ,-o Pp&er »■.itivo auto- .
_iado a abrzlr oredito supl'eriiejat?x respective,.
Artigo 3- ' - Eevogara-R« as iispoarl^oes dr contrario, a pre
sente lei sntr :ea em vigor n-.- data de sua pu-
blieayao,

Preieitura c.'ic:r-;;.l do 3ar f era '1 de Halo de l 0$lo^0

ir r^T ... ii.' :j

Cjpia autentloada pela Secretaria da Camara


Municipal de Barueri, aos 27 de Maio de 1»966*
l i CÂMARA M DE BARUERI
DO LU LEI Nfi 16 DE 5 DE NOVEMBRO DE 1 ^ 6 5 o-
-OÓPIA AUTENTICA-

A Cfanara Ifonicipal de Bnrueri docreta


iç/úlgo ic) - Picam suplementadas as seguintes verbas
o respectivos ijbens do orçamento vigentes-
a)«- Verba. 312079 - Item 0204 - SAfe PÚBLICA - Material de 0
Consumo - Combustíveis a Lubrificantes9 çom a importancig
de C$ 500*000 (quinhentos mil cruzeiros)0
to) - Verba 313099 Item Ôg03 - OBRAS E SERVIÇOS -
Materiel de Consumo - Combustíveis e Lubrificantes9
com a importencia de Ct$ 900,000 (novecentos mil cruzeiros)c
c) - Verba 313099 - Item 0303 - OBRAS E SERVIÇOS ~
SErviços de f,erceiros • Reparo. Conservação e Adaptação de
Veiculos? coíi.a importância de Ct$ 2 <,000„000 (dois milhões
de cruzolros)o
Artigo 26 ) « A suplemantaçao de que trata o artigo anterior
destina-se f.specialmente ao pagamento pelo fornecimento de
combustíveis e lubrificantes aos veiculos da Municipalidade
a serviços jeoanicos para reparos nos meemos veiculos0 ,
Artigo 32 ) - As despesas decorrentes coa as suplementaçao
acima* coiri*erãô por conta do excesso de arrecadaçaodo exer­
cício vigente 0
Artigo 42) - Esta Lei entrará em vigor na data de sua publi
caoacç revogadas as disposiçoês em contrarioo

Prefeitura Municipal de Baruerl, em 5 de Novembro de 1 &965»

ADOBAI DE ALMEIDA SILOS-


-Profeito Municipal-

C<5pla autenticada pela Seoretaria da Camara


Municipal de Barueri, aos 27 de Maio de 1*966.
CÂMARAW uNfrCIPM^DE BARUERÍ
PkOJETO DE m ire 7? DE 5 DE NOVEMBRO DE 1965 o -OÓPIA APTEinglOA-

A Catíiíxra Ilunicipol cie Baruert dooreta;

Artigo le 5 - 51com ouplenentadao as verbas 312099 e


411295 - itens 0209 e 2004 ~ OBRAS E SERVIÇOS - CON«
SERVAç$> DE VIAS PÚBLICAS - Material d© Gonaumo - e
Despeais de 0 usteio* em Ctíl 10.000.000 (dos milhões
de o/asseiras«
Artigo 29) - As supleaentaífcoes de que trata o artigo
fiiterior são necessárias e de carater urgente s afim
de que naç sejam paralizadas as obras publicas do
Municípioo
Artigo 3Ê) As despesas decorrentes com a suplementa»
çoes das verbas acima es])ecificadas9 correi’ao por
conta do excesso de arrecadação do exercício vigenteo
Lrtigo 40) - Esta Lei entrara em vigor na data de,sua
publicação? revogadas as disposieoes en contrario0

Prefeitura Monicipal de Barueri, em 5 de novembro de


1^í05 o“'

-ABONAI DS ALMEIDA SYLOS


^Prefeito ifanielpal

GÍpia autenticada pela Seoretaria da Ofitt»


Mmiolpal de Barueri, aos 27 de Halo áe 1.966.
PREFETiUHA DO MDNICIPIO DE BAKÜElíI
Estado de São Paulo - v im m m w r

PBOJETO DE LEI NS 74 32K 5 DE Novembro de 1,965»-

A Gamara Municipal de Ba rueil decretas-


*v

Artigo 13 )- 'Fica suplonentada a verba 313003 ** item


tfnrzrgm jtn m ?Wfc»»swM—■
w »» *"

0306 - GABINEEB DO PREFEITO E EDItlííiaíiUgXO


GE1ÍAL - Serviços do Terceiros - I3.iimiaação5 Porça Motriz
e Grásj em Cr$ 3«000c000 ( treis milhões de cruzeiros(o
Artigo 22} a presents suplementaçao é destinada
ao pagamento pelo forneoinonto de luz nas vias publicas
do município 8 nos proprios públicos* em atrazo desde o mês
de maio do correente ai>.o3 em virtude da insuficiência da
dotaçao orçamentaria vigente o
Artigo 35) - As despesas decorrentes com: a suplementaçao
acima.>■ correrão por conta do excesso de arrecadação do
exercicio vigenteo
Artigo 42) ~ Esta Lei entrara em vigor na data d® sua pet»
blicação9 revogadas as disposiçoes em contrarioo
»
Prefeitura Municipal do Barueri* em 5 de novembro de Xo96$

§ PHEEEITO MUNICIPAL

-ADONAI JiE ALMEIDA SYLOS-


Oépia autenticada pala Secretaria 4» Ornara
Hutidpal de Baruerlt aoa 27 de Maio d» 1*966.
> c .. vxH

CAMARA M t ^ 4 CWMrL DE B A R U E R I
m PREFEITURA DO MUNICÍPIO jv» BARUEHI
Estado do São Paulo flSol-

PROÍTTO DE LEI NS 6 9^65 DE 14 DE outubro de l®965o~

A Gamara Municipal de Barueri Decretar-

â£ÈíS2.™í2.í~ S'ietam suplementadas as seguintes verbas e


respectivos itens do orçamente vigentes-
a)- Verba 313003 - item 306 - GABINETE DO PREFEITO E
Ai)MLlii 8:tHAyAO GERAL - Serviços de Terceiros - Ilumina­
ção s ?orçá Motriz e Gas, com a importancia de C$00000
3o000o000 (tres milhões de cruzeiros);
b)~ Verba 327Ô13 ~ Item 1$02 - J34CARGÒS MUNICIPAIS -
TRANSFERENCIAS CORRENTES - Jtoroa da Divida Publica —
Kuidaáa íntema -■ «furos; da .Divida sundada? com a impor­
tância de Gü 3o000o000. (tres milhões d« cruaeiros}?
o7- Verba 413003 - item 22Õ0 ~ SERVIÇOS FAZ3NDARI0S -
Investimentos - Meterial Permanente - Moveis e Utensí­
lios %/ Escritorio? com a importância de Cc$ 1o5000000
(hum milhão e quinhentos mil cruzeiros);
d)- Verba 311103 - item 0006 - SÊRYIÇOS FASEKUaRIOS -
ressoai - Pessoal Civil -.Licença-Premio Remunerada?
cfcjn a importância de C.4 Io000.-000 [hum milhSo de cru­
zeiros} ;
o)~ Verba 312079 - item 0204 - SAÚDE FÚBLICA - Mate­
rial de Consumo — Combustitteis e Lubrificantes, com a
importancia de Cti& 500<,000 (quinhentos mil cruzeiros) ?
f)- Verba 313099 - item 0203 - OBRAS E SERVIÇOS - Ma­
terial de Consumo - Combustiveis e Lubrificantes f com
a importancia de :>.$ 9OO 0OOO (novecentos mil cruzeiros)?
g)~ Verba 313099 - item 0304 - OBRAS E SERVIÇOS*- Ser­
viços de Terceiros - Reparo? Conservação e Adaptaçao.
de Be^is Moveis e Veiculas, com a importancia de Cíooc
2 o000 o000 (dois milhões de cruzeiros);
h)~ Verba 411295 - item 2OO4 - OBRAS E SERVIÇOS - CON­
SERVAÇÃO DE VIAS PUBLICAS - Ruas e Estrada? - Despesas
de custeio, com a importâacia de Cr| 1 0 ,000,000 (dez
mijJioês de Cruzeiros)?
CÂMARA MUNICIPAL DE B A R U E R I

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE BARUERI FL3o2-


Estaclo de são Poulo
(continuaçao)

i)- Verba 312099 - item 0209 - OBRAS E SERVIÇOS -


Material de Consumo - Material p/ construção e con­
servação de obras em geral, na importância de Crfoo
5o000o000 (cinco milhões de cruzeiros);
1 U Verba 313003 - item
r jj «■ 0305 - GABINETE DO PREFEITO
E A3MEHISTRAÇXO GERAI. - Serviços de Teroelx-os - Ser­
viços E s p e c i a l i z a d o s para Levantamento da planta
topográfica ç cadastro do municipio, na importância
de Círíi 2oü00t000 (doia milhões de cruzeiros) <,
Artigo 29)- As despesas deòòrrentes com as supletaentaçoes
acima especificadas, correrão por conta do excesso de arre­
cadação do execicio vigente*.
Artigo 36) Esta Lei entrará em vigor na data sua pu­
blicação, revogadas as dispcsiçoês em contrario«,

Prefeitura Municipal de Barueri, em 14 de Outubro de .U965°~

0 PREFEITO MUNICIPAL

-ABONAI DE AtMSIDA SYLOS-


-Prefeito ^ m l cipal-

oépia autentioada pela Secretaria da Camara Mumlolpal


de Barueri, aOs 27 de Maio de 1*966*

João- fcendrcm
CÂM ARA MUNICIPAL DE BARUERÍ

REGIMENTO INTERNO


RESOLUÇÃO N.” 5/61 DE 7 DE AG Ô STO DE 1961

A C A M A R A M U N IC IP A L DE B A R U E R I, invocando
o nom e de Deus resolve adotar o seguinte:

REGIMENTO INTERNO

CAPITULO I

DA CAM ARA M U N IC IP A L

A R T .» l.o) — A Câm ara M unicipal, órgão legisla­


tivo do M unicípio, com põe-se de treze (13) vereadores,
eleitos na con form id ad e da legislação em v ig o r (L e i N.°
1174, de 21/8/1951).

A R T .° 2.°) — No dia 26 de m arço do quadriénio para


o qual tenham sido eleitos, reunir-se-ão, os vereadores
diplom ados, no ed ifício destinado ao funcionam ento do
legislativo, sob Presidência do M. Juiz Eleitoral, a fim
de ser instalada a Câm ara M unicipal.

A R T .0 3.°) — O Juiz, assum indo a direção dos tr a ­


balhos, con vidará um dos eleitos para Secretário, e à
m edida que fo r fe ita a cham ada individu al receberá os
diplom as, convidando a cada um de per si tom ar assen.

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to nas respectivas bancadas. Km seguida, empossados
os vereadores declarará, in stalad a a Câm ara M unicipal,
passando esta a eleg er a sua Mesa, que d everá servir
du ran te o p rim eiro ano legislativo. P roclam a do o resul­
tado, o Juiz E leito ra l con vid a rá os eleitos a assumir os
seus cargos, dando-ihes posse, e, com êsse ato fin a liza
a sua intervenção.

A R T .0 4.°) — Nessa m esm a ocasião, o P re fe ito e o


V ic e -P re fe ito , exibindo os diplom as con feridos pela Jus­
tiça E leitoral, tom a rã o posse de seus cargos peran te a
Câm ara, prestando o m esm o com prom isso d eferid o aos
vereadores.

A R T .° 5.°) — N o d ia 26 de m arço de cada ano, com


exceção ao ú ltim o ano do quadriénio para o qual tenham
sido eleitos, os vereadores elegerão a Mesa, que deverá
servir durante a sessão legisla tiva seguinte,, devendo
tom a r posse em 26 de m arço em Sessão Solene.

A R T .0 6.°) — P roced er-se.á a eleição da M esa por


voto descoberto, ob rigatoriam en te, em cédulas separadas
p ara cada cargo e por m aioria absoluta de votos dos
vereadores que com põe a Câm ara (L e i Est. N.° 2550, de
13/1/54).

§ 1.°) — F e ita a cham ada n om in al peio 1.° S ecretá­


rio, o verea d or lerá em voz alta e in te lig ív e l o nom e da
pessoa em que está votando, depositando a cédula na
Mesa, e consignando o 2.° S ecretário o resultado da
votação;

§ 2.e) — m a io ria absoluta é a represen tada pelo nú­


m ero im ed iatam en te su perior a m etade dos V ereadores
que com põem a C âm ara;

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§ 3.°) — se nenhum dos candidatos tiv e r obtida
aquela m aioria, realiza r-se-á segundo escrutínio entre
os dois m ais votados, considerando-se eleito o que al­
cançar m a io r votação. Em caso de em pate, considerar-
se-á eleito o mais idoso.

A R T .» 7.o) — Em possada a Mesa, proceder-se-á, a se­


guir, à eleição das Comissões Perm anentes. (L e i N.°
1, de 18/9/47, art. 51).

A R T . 8.°) — O ano le g is la tiv o com o ano civil, v ig o ­


rando de 26 de m arço até 26 de m arço.

A R T .0 9.°) — O V erea d or que não ten h a prestado


com prom isso na sessão de instalação, fá -lo -á n a p rim eira
sessão a que com parecer, p eran te o P resid en te da Câ­
m ara.

§ ú n ico — T am b ém peran te o Presidente, em Sessão


da Câm ara, prestará com prom isso o suplente, quando
convocado.

A R T .0 10.°) — ■ A a firm a çã o regim en tal, nos com pro­


missos, será a seguinte:

“ P R O M E T O E X E R C E R COM D E D IC A Ç A O E LE ALD AD E
O M EU M A N D A T O , R E S P E IT A N D O A LE I E PROM O­
V E N D O O BEM G E R A L DO M U N IC ÍP IO .”

CAPITULO II
DA MESA

A R T .° 1 1 ») — A M esa com pete a direção de todos


os trabalh os da Câm ara.

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§ 1.°) — A Mesa cujo m andato te rá duração de um
ano, com por-se-á de um Presidente, de um V ic e -P re ­
sidente, de um l.o S ecretário e de um 2.° S ecretário:
§ 2.0) — Os m em bros da M esa poderão ser reeleitos;
§ 3.°) — ocorrendo va g a de qualquer cargo da Mesa,
a eleição para o respectivo p reen ch im en to só poderá
ser realizad a no expedien te da prim eira sessão ordin ária
seguinte a que se der con h ecim en to d a vaga.
A R T .0 12.o) — As funções dos m em bros da M esa so­
m en te cessarão:
a ) — pela posse da Mesa eleita para o exercício
s e g u in te ;;
b ) — pelo térm in o do m an dato;
c ) — pela m orte, renúncia oú perda de m andato.
ART.o l3.o) — N enhum a proposição que m od ifiqu e os
serviços da S ecretaria da Câm ara, ou as condições de
seu pessoal, ainda m esm o que seja com o em enda ao
P ro je to de L e i orçam entária, poderá ser subm etida a
deliberação do plenário, sem p arecer da Mesa, que terá
para isso, o prazo im p ro rro g á vel de dez (10) dias.

CAPITULO III
DO PR E S ID E N T E

A R T .0 1 4 .0) — o Presid en te é o representante da


Câm ara, com p etin d o-lh e d irig ir os seus trabalhos, m an ter
as ordens nas Sessões, fa z e r ob servar o R egim en to In t e r ­
no e, especialm ente:
a) — abrir, presidir, suspender e en cerra r as sessões,
m andando proceder a ch am ada dos veread ores e a le i­

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tu ra da ata e dem ais papéis que devem ser apreciados
p ela C âm ara;
b ) — observar e fa ze r ob servar o R egim en to In tern o;

c ) — assinar, em p rim eiro lugar, as deliberações da


Câm ara, as atas das sessões, bem com o editais e mais
expedientes de serviço, m antendo e d irig in d o a corres­
pondência o fic ia l d,ai C âm ara;
d ) — con vocar sessões extraordinárias, de acôrdo
com o R egim en to In te rn o ;
e ) — n om ear substitutos para os m em bros das Co­
m issões Perm anentes, na fa lta e im p ed im en to dos e fe ­
tivos respeitando o disposto no artigo 47;

f ) — em possar os vereadores que não tenham com ­


parecido a sessão de instalação e os suplentes, quando
convocados;
g ) — conceder a p a la vra aos Vereadores, ad vertir os
que se desviarem da m atéria, e, em caso de desobediência,
ou quando as circunstâncias o exigirem , suspender à
sessão;
h ) — declarar esgotada a h o ra destinada ao expe­
diente e a O rdem do D ia e os prazos concedidos aos
vereadores para fa la r;

i) — resolver questões de ordem e sôbre a votação


p o r p a rte;
3) — anunciar o o b jeto da discussão e da votação,
e d ar o resultado desta;

k ) — autorizado pela Câm ara, n om ear com issões es­


peciais, respeitando, sem pre, o disposto no artigo 47;

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1 ) — su perintender a publicação dos trabalhos da
Câmara, evitando o em prêgo de têrmos, expressões e
conceitos an ti-regim en tais;
m ) — rubricar os livros destinados aos serviços da
C âm ara e da Secretaria;

n ) — designar os trabalhos para a ordem do D ia das


sessões e despachar no expediente desta, nos seus in ­
tervalos, os papéis apresentados ao conhecim ento da
Câm ara, rem etendo.os, quando fo r o caso, as respectivas
comissões;
o) — nom ear, rem over, prom over, suspender e d e ­
m itir os funcionários da Câmara, fisca liza r o desempenho
de suas funções, conceder-lhes licença, férias, aposen­
tadorias, na con form id ad e das leis aprovadas pela Câ­
m ara e prom ovendo-lhes a responsabilidade c iv il e cri­
m inal, na format da legislação em vig o r;
p ) — au torizar as despesas da Câmara, dentro dos
lim ites das respectivas verbas orçam entárias, requisitando
ao P re fe ito o seu pagam en to;
q ) — nos casos de vaga ou licen ça de vereador, con ­
vocar o respectivo suplente, com unicando o fa to à ju s ti­
ça E leitoral. (L e i N.° 1, A rt.° 36 § 1.°);
r ) — dar andam ento aos recursos interpostos de
atos seus, do P re fe ito e da Câm ara, encam inhando-os
a quem de d ireito ;
s) — p rovid en cia r quando as comissões excedem os
prazos legais para estudo e parecer sôbre assuntos que
lhes forem afetos;
t ) — en viar ao P refeito , para a prom ulgação e pu­
blicação as leis aprovadas pela Câm ara;
u) — assinar com o secretário e fa zer publicar as
resoluções, bem como prom ulgar e publicar as leis da
Câmara, quando o P re fe ito não o tenha fe ito no prazo
le g a l ou quando rejeita d o o veto. (L e i N.° 1, A rt.° 38 § 3.°
e 6.«).
A R T .“ 15«) — Na sua fa lta ou im pedim ento, o Pre­
sidente será substituído pelo Vice-Presidente, e, na falta
dêste, pelo 1.° e 2.° Secretários, e, em seguida, pelo
vereador mais idoso.

A R T .» 16.°) — O Presidente pode, com o Vereador,


apresentar projetos, indicações e requerim entos, mas,
para discuti-los, d eixará à Presidência.

§ l.° ) — O Presidente só terá voto nas vitações se­


cretas, na eleição da M esa e nos casos de empate.
(L e i N.° 1, art. 44, § 1.°);

§ 2.°) — estando o Presidente com a palavra no


exercício de sua função, não poderá ser interrom pido,
nem aparteado.

CAPITULO IV
DO V IC E -PR E S ID E N TE

A R T .0 17.°) — O V ice-Presidente substituirá Presi­


dente, fican do investido na plenitude das respectivas
funções em sua falta, ausência, im pedim en to ou licença.

A R T .0 18.°) — Nos mesmos casos previstos no artigo


anterior, o V ice-Presiden te será substituído sucessiva­
m ente, pelo l.o Secretário, Segundo Secretário e, fin a l­
m ente, pelo V eread or m ais idoso.

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CAPITULO V
DOS S E C R E TÁ R IO S

ART.o 19.o) — ao P rim eiro S ecretário com pete:

a) v e rific a r a presença dos vereadores pelo respec­


tiv o liv ro de presença e fa zer a cham ada dos mesmos nos
casos previstos nêste R egim en to;
b ) ler, na h ora do expedien te ou durante a sessão,
a SÚ M U LA dos ofícios e petições d irigidos à Câm ara, as
indicações e requerim entos dos vereadores, projetos, pa­
receres e dem ais papéis sujeitos a deliberação ou co­
n h ecim en to da Câm ara;
c ) fa ze r o relato sin tético de tudo que ocorra na
sessão para, afin al, la v ra r a ata;
d ) fisca liza r a redação das atas e proceder a sua
leitu ra;
e ) assinar, com o Presidente, os atos da Mesa e as
Resoluções da Câm ara;
f ) vela r pela guarda dos papéis submetidos a d eci­
são da Câm ara e nêles anotar as discussões e votações,
autenticando-os com a sua assinatura;
g) su perintender e regu lam en tar os trabalhos e fis ­
calizar tódas as despesas da S ecretaria da Câm ara;
h ) dar aos vereadores e as partes as inform ações
solicitadas e subscrever as .certidões devidam ente re ­
queridas.
A R T .° 20.o) — ao Segundo S ecretário com pete:

a) — substituir o p rim eiro S ecretário em caso de


im pedim ento, ausência, licen ça e fa lta ;

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b) — la vra r as atas das sessões secretas;
c ) — fa ze r a inscrição dos oradores pela ordem
cron ológica;
d ) — anotar o tem po e núm ero de vêzes que cada
orad or ocupar a tribuna, com unicando-o ao Presidente;
e ) — an otar as respostas que os vereadores derem
na votação nom inal.

A R T .0 21.°) — O Presidente, n a fa lta ou im pedi­


m ento de qualquer Secretário, designará o vereador que
o deva substituir.

CAPÍTULO VI
DOS VEREAD O RES

A R T .° 22.°) — São obrigações dos Vereadores:

a) — com parecer às sessões da Câm ara nos dias e


boras designados;
b ) — desem penhar-se dos cargos para que forem
designados, salvo m otivo justo, sujeito a deliberações da
Câm ara;
c) — apresentar, nos prazos dêste regim ento, as in ­
form ações e pareceres de que fo rem incum bidos;
d ) — propor à Câmara, por escrito, as medidas que
ju lgarem convenientes ao M unicípio e a segurança e
bem -estar de seus habitantes, bem como, im pugnar as
que lhes parecerem preju diciais ou contrárias ao interês-
se co letivo;
e) — fazer, no on icio e térm in o do mandato, de­
claração de bens, que será entregue ao Presidente da

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Câm ara, em sôbre-carta la cra d a e que som ente por so­
licita çã o da m a ioria absoluta se torn ará pública;

f) — com u n icar ao P resid en te da C âm ara sem pre


que tiv e r m o tivo ju sto para d eix a r de com parecer ás
sessões.

A R T .0 23.°) — O v erea d o r p od erá requerer ao P r e ­


siden te e obter, p re feren cia lm en te a quaisquer outros
serviços, certidões de atas, docum entos, pareceres, papéis
e p ro jeto s existen tes no arquivo;
A R T .0 24.°) — O v erea d o r p a ra ex ercer o c a rg o de
co n fia n ça ju n to ao E xecu tivo F ederal, estadual ou m u ­
n icipal, d everá licenciar-se, e só pod erá reassum ir a
verean ça depois de cessada a sua função ju n to ao exe -
cu tivo e desde que com unique ao Presid en te da Câm ara
a sua intenção, com 1 an tecedên cia m ín im a de três (3 )
dias de qualquer sessão. (L e i N.° 1, A rt. 31, le tra b ).

A R T .° 25.°) — O verea d o r p od erá o b ter licença, por


prazo determ in ad o, nos seguintes casos:

a ) — para desen pen h ar missões públicas de caráter


tra n sitó rio ;
b ) — p ara tra ta m en to de saúde;
c ) — p a ra tr a ta r de interêsse particulares.

A R T .0 26.°) — O requ erim en to de licen ça de q u a l­


quer v erea d o r d everá ser d irig id o ao Presid en te da Mesa
da Câm ara, que do m esm o dará con h ecim en to ao plenário.

§ l.° ) — D espachado êsse requ erim en to, será co n vo ­


cado o suplente para em possar.se na p rim eira sessão a
que com parecer, fazen d o-se a com unicação ao Juiz E le i­
to r a l da C om arca;

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§ 2 .°) — quando solicitad a a licen ça no expediente
de um a sessão, poderá ser em possado o respectivo su­
plente, se presente estiver;
§ 3.°) — a convocação do Suplente, obedecerá r i­
gorosam en te a cla ssifica çã o o b tid a no resultado das
eleições. Nos casos de ausência com provada, im p ed i­
m en to le g a l ou recusa p o r escrito do convocado, a P re ­
sidência con vocará o suplente seguinte da lista.

A R T .° 27.°) — N o caso de qu erer reassum ir a ca­


d eira antes de te rm in a r a licença, d everá o vereador
m a n ifesta r sua intenção, por escrito, em requerim ento
d irig id o ao P resid en te d a Câm ara, com antecedência
m ín im a de três (3 ) dias de qualquer sessão.

A R T ." 28.°) — Esgotado o prazo de licença, sem pe­


dido de prorrogação, d eixa rá o suplente o exercício da
vereança, m esm o que o titu la r não ven h a reassumir.

A R T .» 29.o) — Quando não hou ver suplente h ab ili­


tado, o P resid en te da Câm ara, para os fin s de direito,
dará con h ecim en to do fa to ao Juiz E leito ra l com petente.

A R T .0 30.°) — O V erea d or p erd erá o m andato:

a) — p o r fa lta às sessões, p o r m ais de seis meses


consecutivos sem licença. Const. Fed. A rt.° 48, § 1 “, e
L e i N.o 211, de 7/1/1948);
b ) — p o r in fra çã o ao disposto nas alineas “ a” a “ f ’\
do art.° 31 da L e i O rgân ica dos M unicípios;
c ) — in corren d o em p roced im en to in com p atível com
o decôro parlam en tar. (C onst. Federal, A rt.° 48 § 2 .°);
d ) — por m udança de residência, desde que fix e m o ­
ra d ia além das divisas do M u n icíp io;

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AR T.o 31.°) — O processo de p erd a de m an dato de
vereador, nos casos previstos nas le tra s “ a” , “ b” e “ d ” do
a rtig o anterior, terá in icio m ed ian te p roposta de qu al­
qu er verea d or ou representação docum entada de P a r ti­
do P o lític o ;
§ l.o) — recebida p ela M esa a representação, será
esta en viad a a Com issão de Justiça e Redação, para
instauração do respectivo processo, assegurado am pla
defesa ao acusado.
§ 2 .o) — a Comissão de Justiça e Redação, sem pre
que con clu ir p ela procedência da representação, fo r ­
m u lará p ro je to de Resolução nêsse sentido.
§ 3.°) — quando a Comissão de Justiça e Redação
op in ar p relim in a rm en te con tra instauração de processo
sôbre perda de m andato, p rop orá a Câm ara, desde logo,
o arqu ivam en to da representação.

ART.o 32.o) — o processo de perda de m andato de


verea d or por procedim en to in co m p a tível com o decoro
parlam en tar, será instaurado por in icia tiva da Mesa, ou
m ed ian te represen tação fundam entada, subscrita por L í­
d e r de P a rtid o ou um têrço, no m ínim o, dos m em bros
da Câm ara.

§ 1 .°) — tom ad a a in icia tiva , ou recebida a rep re­


sentação, será nom eada, pelo Presidente, um a Comissão
E special de três (3 ) m em bros, que se incu m b irá d o p ro ­
cesso e apresentará, afin al, tf seu parecer.

§ 2.o) — aplicam -se aos trabalh os dessa Comissão


E special as norm as estabelecidas p ara a Comissão de
Justiça e Redação, nos p ará gra fos 2.° e 3.°, do artigo
anterior.

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A R T .0 33.°) — A perda de m andato de veread or só
poderá ser declarada, p ela Câm ara, depois de aprovada
pelo voto, no m ínim o, de dois terços (2/3) dos V eread o­
res que a com põem . (A rt.° 35, § 2.°, d a L e i Orgânica,
com a nova redação que lh e fo i dada na L ei 1406, de
21-12-1951).

A R T .» 34.°) — Salvo deliberação em contrário, o vo­


to será secreto sem pre que a C âm ara tiv e r que resolver
sôbre a p erd a d e m andato.

A R T .° 35.°) — A renúncia do verea d or fa r-se-á por


oficio , com firm a reconhecida e d irig id a a Câmara, re
pu tan do.se aberta a v a g a in depen den tem en te da acei­
tação expressa, desde que seja lid o em sessão o o fício e
conste de ata.

CAPÍTULO VII
DOS LÍD E R E S

A R T .» 36.°) — L íd e r é o p orta-voz de uma repre­


sentação p a rtid á ria e o in term ed iário autorizado entre
ela e os órgãos da Câm ara.

§ l.oj — as representações partid árias deverão in ­


dicar à Mesa, no in ício de cada ano, os respectivos L íd e­
res e V ice-L íd eres;

§ 2 .°) —- sem pre que hou ver alterações, deverá ser


fe ita a n ova com unicação à M esa;
§ 3.°) — os líd eres serão substituídos, nas faltas,
im pedim en tos ou ausência do recinto, pelos respectivos
V ice-Líderes.

13
ART.o 37.°) — É da com petência do Líder, além de
outras atribuições que lhe co n fere o R egim en to Interno,
a In d icação dos m em bros substitutos do respectivo p ar­
tido, nas Comissões.
ART.o 3 8 .0) —. é facu ltad o aos Líderes, em caráter
excepcion al e a c rité rio do Presidente, em qualquer m o­
m ento da sessão, salvo quando se estiver procedendo a
votação ou h a v e r ora d or na tribuna, usar da palavra,
para tra ta r assunto que, por sua relevân cia e urgência,
interesse ao conhecim ento d a Câm ara. A Juízo do P r e ­
sidente poderá o líder, se p or m otivo pon d erável não
lh e fo r possível ocupar pessoalm ente a tribuna, tra n s­
m itir a p a la vra a um dos seus liderados. O Presiden te
p re fix a rá o tem p o destinado ao ora d or que preten der
usar da facu ld ad e estabelecida nêste artigo.
ART.o 3 9 .0) — Sem pre que os partidos políticos, com
representação na Câm ara, con stitu írem coligação in ter-
partid ária, fic a rá esta com a faculdade de in d icar um
líd e r para in té rp re te de seu pensam ento nos trabalhos
L egislativos, gosando êsse L íd e r das p rerrogativas do
artigo anterior.

CAPÍTULO VIII
DAS COM ISSÕES

ART.o 4 o.o) — a s Comissões da Câm ara são P erm a ­


nentes, Especiais e de Representação.
AR T.o 4 i o) — a s Comissões Perm an en tes são em
núm ero de quatro (4 ) com postas, cada uma, de três (3 )
vereadores, com atribuições indicadas pelas suas deno­
m inações:

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1.® — Justiça e Redação
2.® — Finanças, O rçam en to e Contas

3.® — Urbanismo, Serviços e Obras Públicas


4.® — Educação, Saúde e Assistência Social.

ART.o 42.°) — As Comissões Perm anentes serão elei­


tas anualm ente logo após a sessão da eleição da Mesa,
assegurada a com posição daquelas a representação pro­
porcional dos Partidos Políticos. (L e i 1, A rt.° 51).

ART.o 43.°) — As Comissões Especiais serão cons­


tituídas para fim pré-d eterm in ad o por proposta da M e­
sa ou a R equerim ento de um terço, no m ínim o, dos
m em bros da Câm ara e com a aprovação do plenário.
§ ú n ico ) — O requerim ento d everá indicar, desde
logo, o núm ero de m em bros que com porão a Comissão.
ART.o 44 .0) — a s Comissões de Representação são
as constituídas por proposta da Mesa ou Requerim ento
de dois ( 2 ) vereadores em exercício, com a aprovação
da Câm ara, para representá-la em atos externos.
§ ú n ico) — a nom eação dos respectivos membros
com pete ao Presiden te da Câmara.
ART.o 4 5 .0) _ As Comissões Especiais e de R epre­
sentação, terão duração necessária para o desempenho
de suas funções.
ART.o 4 6 .o) — a s Comissões Perm anentes fu n cion a­
rão, tam bém , nas Sessões Extraordinárias.
ART.o 47.°) — O m andato dos m em bros das Com is­
sões Perm anentes term in a com a posse dos sucessores
no in ício do ano legisla tivo seguinte.

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ART.o 48.°) — O Presiden te da Mesa, terá o voto
n a eleição das Comissões, mas n ão poderá fa ze r parte
das mesmas.
A R T .0 4 9 0 ) — n o caso de vaga, ausência ou im p e­
dim en to de qualquer m em bro das Comissões, o Presidente
da M esa n om eará o seu substituto, escolhido en tre os
representantes da legen d a p a rtid á ria a que p erten cia o
substituído, respeitan do a indicação do líd e r de cada
bancada.
A R T .0 5 o.o) — As Comissões elegerão os respectivos
Presidentes em sua p rim eira reunião, deliberando, nessa
oportunidade, sôbre o dia e ordem de seus trabalhos,
o que será consignado em liv ro próprio.
ART.o 5 i.o _ o s papéis serão entregues as Comissões
por m eio de protocolos, e do seu estudo será incum bido
aquele d e seus m em bros que fo r designado pelo Presiden ­
te da Comissão.
A R T .0 5 2 .o) — P oderão as Comissões requesitar do
P re fe ito , por in term éd io do Presid en te da Câm ara, e
in depen den tem en te de votação desta, tôdas as in fo rm a ­
ções que ju lg a r necessárias.

CAPÍTULO IX
DO T R A B A L H O DAS COM ISSÕES

A R T .0 53.°) — As Comisspes Perm anentes reu nir-se-ão


n o ed ifíc io da Câm ara, em dias p ré-fix a d o s e serão se­
cretariados p o r fu n cion ários d a S ecreta ria da Câm ara.
A R T .0 54,o) — a s reuniões E xtraord in árias se rea li­
zarão m ed ian te convocação dos respectivos Presidentes,
com antecedência, m ínim a, de 24 horas.

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A R T.o 55.°) — S alvo deliberação em contrário, as
reuniões serão públicas.

ART.o 56 .o — As reuniões secretas só poderão estar


presentes vereadores e pessoas convocadas pelas Co­
missões, servin do de S ecretário um m em bro d a Comissão
designado pelo Presidente, ou, a ju ízo da Comissão, um
fu n cion ário da Secretaria.

ART.o 57.0 — a s Comissões Perm anentes tem p or ob­


je tiv o estudar e d ar p arecer sôbre os assuntos, subme­
tidos ao seu exam e, bem como, p rep arar projetos, por
in ic ia tiv a próp ria ou por in dicação da Câmara.

AR T.o 5 8 .o — C om pete a Comissão de Justiça e R e­


dação, m an ifesta r-se sôbre todos os assuntos quanto ao
seu aspecto legal, n otadam en te as proposições que ver­
sarem sôbre:

a) perda de m andato, nos term os do a rtigo 30, dês-


te R eg im en to In tern o ;

b) ajuste e convicções com o Estado e a União;

c) alterações no quadro do fu ncionalism o m uni­


cipal.

ART.o 5 9 .o — C om pete a Comissão de Finanças, O r­


çam entos e Contas, e m itir pareceres sôbre:
a) a p roposta do orçam ento rem etid a p elo execu ti­
vo, sugerindo as m odificações que lhe parecerem con ­
venientes ;

b) os balancetes trim estrais da P refeitu ra, acom pa­


nhando, por in term éd io dêste, o andam ento das despesas
públicas;

17
c) a prestação de contas do P refeito , rela tiva ao
exercício findo, que con clu irá por p ro je to de Resolução,
aceitan d o-a ou re je ita n d o .a ;
d ) proposições referen tes a m a téria tribu tária, a b er­
tu ra de créditos, em préstim os públicos e as que, d ire ta ­
m ente, m ed iata ou rem otam ente, alterem a despesa ou
a receita do M unicípio, acarretem responsabilidade para
o T ezou ro M u n icip al ou interessem ao créd ito público.

A R T ." 60.°) — C om pete a Com issão de Urbanism o,


Serviços e Obras Públicas, e m itir parecer sôbre:

a ) — jardins, praças, ruas e alinham entos;


b ) — estradas e pontes;
c ) — calçam entos e pavim en tação;
d ) — águas, esgotos e lim p eza pública;
e) — desapropriações;
f ) — ed ifício s públicos;
g ) — cem itérios;
h ) — loteam en tos urbanos;
i) — transportes e trânsito.

A R T .0 61.°) — C om pete a Com issão de Educação,


Saúde e A ssitên cia Social, esp ecialm en te e m itir pacerer
sôbre:
a ) — ensino público m u n icipal;
b ) — bibliotecas;
ic) — cu ltu ra artística, form a çã o m o ra l e cívica em
geral;
d ) — saúde pública e estado san itário do m u n icípio;
e ) — assistência social

18
A R T .° 62.°) — As Comissões Especiais e de R ep re­
sentação com petem as atribuições que lhe ío rem ex­
pressam ente con feridas pela Câmara.
ART.o 63.°) — As Comissões deliberarão somente
com a presença da m aioria de seus m em bros e por
m aioria de votos.
ART.o 64.°) — Recebida proposição sôbre qual se deva
m an ifestar a Comissão, o seu Presidente designará, des­
de logo, o relator.

A R T .o 65.° — O rela tor da Comissão, a que fo r dis-


triubuída qualquer m atéria, terá o prazo de sete (7 ) dias
para a apresentação de seu parecer escrito, devendo en­
cam in h á-lo a S ecretaria até as dezesseis (16) horas,
em d ia de sessão. ' -
ART.o 66.°) — Êsse prazo poderá ser porrogado por
m ais cinco (5 ) dias, pelo Presdiente da Comissão, a r e ­
querim ento fundam entado do relator.
ART.o 67.°) — Esgotado o prazo, sem que o relator
h a ja apresentado o parecer, o Presidente, disignará im e­
d iatam en te novo relator, ao qual o processo será en­
tregu e com prazo de cinco (5 ) dias, para apresentar
p arecer sôbre a m atéria.
ART.o 68.) — Se o parecer do rela tor não fo r sdota-
úo pela m aioria da Com issão o Presidente designará
outro m em bro da Comissão para no prazo de três (3)
dias, apresentar, por escrito, a conclusão aceita pela
m aioria.
ART.o 69.o) — Se h ou ver pedido da vista, esta será,
no m áxim o, de três (3 ) dias im prorrogáveis.

19
A R T .° 70.°) — Nas reuniões secretas, deliberar-se-á
sem pre a resp eito da con ven iên cia de ser o assunto nelas
tratan d o, discutido e votado, tam bém , em sessão secreta
d a Câm ara.

A R T.o 71.°) — Os papéis rela tivo s a m a téria que d eva


ser discu tida e vo ta d a em sessão secreta da Câm ara, se­
rão entregues, em sigilo, a Mesa, d ireta m en te pelo P re­
siden te da Comissão.

A R T .° 72.o — o s Presiden tes das Comissões poderão


d eterm in a r a tran scrição n a ata das Comissões, de quais­
qu er p apéis ou docum entos que interessem aos assuntos
em exam e.
AR T.o 73.0 — As Com issões terã o o prazo m á xim o de
dez ( 1 0 ) dias para se m a n ifesta rem sôbre as proposições
que lh es fo re m enviadas, e, esgotado êsse prazo, serão
estas requisitados p o r in ic ia tiv a do P resid en te da Câm ara
ou a requ erim en to de qualquer vereador, para en tra r na
O rd em do Dia.
A R T .0 7 4 .o) _ a exceção dos vereadores, só por
ord em do P resid en te d a Com issão p od erá qualquer fu n ­
cion ário da S ecreta ria fo rn ecer in form ações sôbre p ro ­
posições em an dam en to e os assuntos nelas contidos.
A R T . 7 5 .0) — a distribu ição de papéis às Comissões
será fe ita pelo P resid en te d a Mesa.
*
A R T .“ 7 6 .o — Q uando qualquer proposição fô r dis­
trib u íd a a m ais de um a Comissão, cada qual dará seu
p arecer separadam ente, sendo a Com issão de Justiça e
R edação ouvida, sem pre, em p rim eiro lu g a r e a de F i­
nanças, O rçam entos e Contas, em últim o.

20
ART.o 77.°) — O processo sôbre o qual deva pronun-
ciar.se m ais de um a Comissão será encam inhado d ire­
tam en te de uma para outra, feitos os registros nos pro­
tocolos com petentes.
ART.o 78.o) — Quando um a Comissão pretender que
outra se m an ifeste sôbre a m a téria a ela submetida, ou
com ela se reuna para d eliberar a respeito, seu Presi­
dente requererá, no p róprio processo, no prim eiro caso,
ao Presidente da Câm ara, e no segundo entender-se-á com
o Presidente da outra Comissão, designando ambos, de
com um acôrdo, a data em que se realizará a sessão
conjunta.
ART.o 7 9 .o) — Quando o veread or p reten der que uma
Comissão se m an ifeste sôbre determ in ada m atéria, re-
quere-lo-á, sendo o requerim ento subm etido a votação
da Câmara, sem discussão.
ART.o só.0) — é vedado a qualquer Comissão m a­
nifestar-se:

a) — sôbre a con titu cion alidade e legalidade da pro­


posição, em co n trá rio ao parecer da Comissão de Justiça
e R edação;
b ) — sôbre a conveniência ou a oportunidade de des­
pesas, em oposição ao parecer da Comissão de Finanças,
Orçam ento e Contas;
c) — sôbre o que não fô r de sua atribuição especi­
ficada, ao apreciar as proposições submetidas ao seu
exam e
ART.o 8 i.o) — Quando algum a Comissão solicitar o
pronunciam ento de outra, êste versará ünicam ente sôbre

21
a questão apresentada, nos têrm os em que se a ch a r fo r ­
m ulada.
A E T ." 82.°) — Os pareceres serão apresentados por
escrito, em têrm os explícitos, sôbre a c o n ven iên cia da
ap rovação ou rejeiçã o da m a téria a que se reportarem ,
e term in a rã o por conclusões sintéticas.

A R T ." 83.°) — Os paceres rela tivo s as contas do P r e ­


fe ito concluirão, obrigatoriam en te, por um P ro je to de
Resolução, aceitan do ou rejeita n d o tais contas.

A R T .° 84.°) — Sem pre que um m em bro da Com issão


não puder com p arecer às reuniões, com u n ica-lo-á ao
P resid en te d iretam en te, ou por in te rm é d io do líd e r de
seu p artido, p ara e fe ito de convocação do resp ectivo
subistituto.

A R T .» 85.o) — o V erea d o r designado para Comissão


P erm an en te ou E special que fa lta r, sem ju s tific a tiv a
p révia, a cinco (5 ) reuniões consecutivas, p erd erá o iu-
gar, não m ais podendo p a rticip a r de qualquer Comissão
P erm an en te ou E special du rante o ano.

AR T.o 86.o) — o Presid en te da C âm ara preenchera,


p or nom eação, as vagas verific a d a s nas Comissões, de
acôrdo com in dicação do líd e r do P a rtid o P o lític o a
que p erten cer o substituído.

CAPITULO X
%
DAS SESSÕES

A R T .0 87.0) — As Sessões d a C âm ara serão o rd in á ­


rias, ex tra o rd in á ria s e solenes, e, salvo deliberação em
con trário, rea liza r-se.ã o publicam ente.

22
$6/ X I
§ l.o) — A Câm ara, para o exercício de suas funções,
reu nir-se-á ordin àriam en te tôdas as segundas-feiras,, com
exceção dos períodos de 15 de Junho a 15 de Julho e de 15
de Dezem bro a 15 de Janeiro, considerado período de
férias.
§ 2.o) — C oincidindo com feriado, dia-santo ou pon­
to facu ltativo, o dia da sessão ordinária, esta realizar-
se-á no p rim eiro dia ú til im ediato.

ART.o 88 .°) — As sessões extraordinárias poderão ser


convocadas para qualquer data e hora, com antecedên­
cia m ín im a de três (3 ) dias, por in ic ia tiv a do Presidente
ou deliberação da Câm ara, a requerim ento de, pelo menos,
três (3 ) vereadores.

ART.o 89.o) — serã o solenes as sessões de instalação


dos trabalhos legislativos, as disignadas para a posse do
P refeio, e outras com o tais, desde que, convocadas pelo
Presiden te da Câm ara, m ereçam a aprovação do ple­
nário.
A R T . 90.o) — S alvo em caso de extrem a urgência, a
convocação de sessão extra ord in á ria ou solene será sem­
pre fe ita m edian te com unicação por aviso eacrito aos
vereadores, com antecedência m ín im a de três (3) dias
(L e i N.o 1, Art.o 42).

A R T .0 9 i.o) — Nas sessões estraordinárias não será


adm itida a discussão de m a téria estranha ao fim para
que fo i convocada, e o tem po do expediente será so­
m ente destinado a sua leitura.
A R T .0 9 2 .o) — Nas sessões solenes será observada a
ordem dos trabalhos estabelecida pelo presidente.

23
CAPÍTULO XI
DAS SESSÕES PÚ B LIC A S

A R T .° 93.°) — As sessões ordinárias terão in ício im ­


p reterivelm en te às v in te ( 2 0 ) horas, e duração de três
(3 ) horas, no m áxim o.

A R T .1’ 94.°) — A h ora regim en tal, tan to os m em bros


da Mesa, com o os dem ais vereadores presentes ocuparão
as respectivas cadeiras, no recinto, depois de lançarem
as assinaturas no livro de presença.

§ ú n ico) — O Presid en te d eterm in ará ao 1.« S ecre­


tário, que verifiqu e, n o liv ro de presença, o núm ero de
vereadores presentes. H avendo núm ero le g a l declarará
aberta a sessão.

A R T .» 95.°) — N ão havendo núm ero legal, mas, es­


tan d o presentes pelo m enos um terço (1/3) dos V erea ­
dores, o Presid en te d eterm in ará ao 1.» S ecretá rio a le i­
tu ra da expedien te que não depender de voto da Câm ara,
para te r o (Conveniente destino. T e rm in a d a essa leitura,
proceder-se-á a n ova cham ada que não poderá ser fe ita
senão 15 m inutos depois da prim eira, m esm o que a le i­
tura do expedien te ten h a se processado den tro do m en or
prazo. Se ainda v e rific a r a fa lta de núm ero legal, d e­
cla ra rá o P residen te que, em virtu d e dessa circunstância,
não h averá sessão, dando por encerrados os trabalhos.

§ ú n ico ) — em bora não h a ja sessão, será lavrad a


uma ata dos trabalhos, a qual não dependerá de ap ro­
vação, anunciando o Presidente a O rdem do D ia da
sessão subseqüente.

24
A R T .» 96.°) — Qualquer veread or poderá requerer
p rorrogação de prazo de duração de uma sessão, sendo o
seu R equ erim ento subm etido a votação im ediata, não se
adm itin do discussão.
§ ú n ico ) — os pedidos de prorrogação deverão es­
p e c ific a r o seu prazo, devendo os fequ erim entos ser
apresentados a M esa até o m om ento de ser anunciada a
O rdem do D ia da sessão seguinte.
A R T .» 97.°) — As sessões ordinárias serão divididas
em duas partes: E X PE D IE N T E e O RD EM DO DIA.
o
A R T .» 9 8 ») — expedien te terá duração de uma
h ora e m eia, sendo a prim eira m eia h ora destinada a
leitu ra da a ta e dos papéis de expediente, e a, hora
restan te aos oradores inscritos para versarem assuntos
de sua liv re escolha, cabendo a cada um, vin te ( 2 0 ) m i­
nutos, no m áxim o, na sua vez, observando as seguin­
tes norm as:
a ) — se a p rim eira m eia h ora não fo r utilizada
to ta lm en te para o seu fim , a M esa dará a p alavra aos
Vereadores que solicitarem ;
b ) — o prazo destinado ao E xpediente é im p ror­
ro g á vel;
C) — é facu ltad o a qualquer orad or inscrito ceder
seu tem po, no todo ou em parte, ao V ereador que se
ache na tribuna, para que term in e explanação in adiável;
d ) — é facu ltad o ao orador, se não tiv e r ultim ado
o seu discurso, requerer ao Presidente considerá-lo ins­
crito em explicação pessoal n a m esm a sessão.
e ) — decorrido o tem po do expediente, sem que o
ora d or ten h a podido u tiliza r os seus vin te ( 2 0 ) minu-

25
í> ' . ,
tos de tem po p ara fa la r, p od erá requ erer ao P resid en te
sua inscrição, em exp licação pessoal n a m esm a sessão,
ou, na sua fa lta , com o p rim eiro o ra d o r do exp ed ien te
da sessão seguinte, sem pre p elo tem p o restante, sem
d ire ito de ced ê-lo a ou trem e com p re fe rê n c ia sôbre
os dem ais inscritos;
f ) — as in crições dos oradores p ara o exp ed ien te
serão feita s de próp rio punho, em liv r o especial, em
ordem cro n ológica ;
g ) — qualquer orad or que es te ja in scrito p ara o e x ­
pediente, não desejando fa z e r uso da palavra, poderá
ced ê-la a outro verea d o r in scrito ou não;

h ) — é p erm itid o a cada verea d o r perm u tar com


ou tro a ordem de sua in scrição;

i) — o orad or que tiv e r que apresen tar a Casa m e ­


m oriais subscritos por terceiros, poderá sim plesm ente
en cam in h á-los a M esa, a fim de serem publicados, com o
p a rte in tegra n te do seu discurso;

A R T.o 99.°) — Tôd as as proposições e papéis deverão


ser entregu es a P resid ên cia até 24 horas antes da ins­
talação da sessão, a fim de que sejam lid os em resum o no
expediente. Os papéis entregu es fo ra dêsse prazo serão
lidos n a ou tra sessão.
§ ú n ico ) — excetuam -se do disposto nêste artigo, os
papéis relacion ados com m a téria de sessão e x tra o rd i­
n ária, que serão lidos nos expedientes dessas sessões.

A R T .0 100.°) — Fin d a a p rim eira p arte da sessão,


por se te r esgotado o tem p o regu la m en ta r ou p or fa lta
de orador, tra ta r-s e .á da m a té ria da O rd em do Dia.

26
ART.o 101.°) — A m atéria da O rdem do Dia, salvo
a concessão de inversão preferencial, será assim dis­
tribuída:
1.0) — M atéria de redação fin a l
2 .0) — M atéria de segunda discussão
3.0) — M atéria em prim eira discussão.
A R T ." i02.o) — Esgotada a Ordem do Dia e se ne­
nhum V ereador pedir a palavra para E xplicação Pessoal,
ou fin d o o prazo de três (3 ) horas a que se refere o
artigo 93.o, 0 Presidente dará por term inada a sessão.
§ Ú nico) — o Presidente poderá prorrogar o tempo
das sessões, a pedido de qualquer vereador, com a apro­
vação da m aioria da Câmara.
A R T .0 io3.°) — Esgotada a m atéria da Odrem do
Dia, o tem po restante dos trabalhos será destinado a
E xplicação Pessoal.
A R T .0 i04.o) — a inscrição para explicação pessoal
será feita, pelo vereador em livro especial, de próprio
punho, observando o disposto na letra “ e” do art.° 98.°.
§ ú n ico) — terão p referên cia para fa la r em p ri­
m eiro lu gar os oradores inscritos no expediente e que
não tiverem term inado os seus dicursos, na form a do
disposto na letra “ d ” do artigo 98.°.
A R T .0 i05.o) — Em explicação pessoal o vereador po­
derá fa la r durante vin te ( 2 0 ) minutos, versando assunto
de sua liv re escolha.
ART.o 106.°) — A Ordem do Dia só poderá ser alte­
rada ou in terrom pida por m otivo de urgência, inversão
p referen cial ou adiam ento, nos dois últimos casos m e.

27
d ian te requerim ento de dois ou m ais vereadores, apro­
vado pela Câm ara, não cabendo sôbre êle discussão.
ART.o 107.°) — A u rgência é a dispensa de exigên ­
cias regim entais, salvo a de núm ero legal, de pareceres
e de duas discussões e votações, para que determ in ada
proposição seja im ediatam en te discutida e vo ta d a até
a sua fin a l decisão.

ART.o lo s.0) — O requerim ento de urgência, fe ito


por um veread or presente, é im ediatam en te levado ao
con h ecim en to do plenário, sôbre êle podendo m an ifestar-
se, um a vez, um m em bro de cada bancada, durante o
prazo de cin co (5 ) m inutos, subm etendo-se, a seguir,
a proposição a votação nom inal.

ART.o 109.0) — A p rova d a a urgência, en trará a m a ­


téria na O rdem do Dia, e, subm etida a duas discussões e
votações sucessivas, será decidida num a ú nica sessão,
p rorrogad a quando necessário. Som ente a redação fin al,
a critério d o plenário, p od erá se dar em sessão e x tra o r­
din ária designada para m om ento o m ais próxim o possí­
vel, funcionando no in terva lo a Com issão respectiva.

A R T.o HO.0) — s e não h ou ver sido dado p arecer da


comissão respectiva sôbre a proposição para a qual fô r
concedida a urgência, será êsse p arecer em itido, na
sessão, em prazo m arcado pelo Presidente, que poderá,
se m ister, e no caso de ausência dos m em bros da mesma
Comissão, usar a facu ldade que llie con fere a letra “ e”
do artigo 14.°.
ART.o m o ) — a inversão p referen cia l consistirá
na sim ples anteposição da m atéria, na pauta, de form a
seja ela con h ecida pela Casa sem observância da escala
da Ordem do Dia, mas, sua discussão e votação não
dispensam a observância de tôdas as demais exigências
regim entais.
A R T .° 112.°) — O adiam ento só poderá ser propos­
to por tem po determ inado, seja o qual fo r o estado em
que se ache a m atéria em discussão ou votação, não
sendo, entretanto, perm itido in terrom per o vereador que
estiver discutindo ou votando, a fim de propor-se adia­
m ento. Apresentados dois ou mais requerim entos de
adiam ento, com prazos diferentes, será votado p refe­
rencialm ente o que m arcar m enor prazo.

CAPÍTULO XII
DAS SESSÕES SECRETAS

A R T .0 113.°) — A Câmara realizará sessões secretas por


deliberação da Mesa, ou quando assim o requerer, no
início, um terço (1/3) dos mem bros da Câmara, cabendo
ao Presidente d eferir êsse requerimento.
§ l.° ) — quando tiv e r de celebrar sessão secreta,
o Presidente tornará público que a Câm ara passará as­
sim a deliberar, e a Mesa providenciará para que retirem
os assistentes, mesmo que sejam funcionários da Câ­
m ara;
§ 2.°) — deliberada a sessão secreta no curso da
sessão pública, o Presidente fa rá cum prir o disposto no
artigo anterior.
§ 3.°) — ao segundo secretário com pete lavrar a res­
pectiva ata que, lida e aprovada na mesma sessão, será
assinada, lacrada e arquivada, com rótulo datado e ru­
bricado pela Mesa.

29
§ 4.°) — as atas assim lacradas só poderão ser aber­
tas para exam e em sessão secreta, sob pena de respon­
sabilidade c iv il e crim inal.

A R T ." 114.°) —- Será perm itid o ao veread or que hou­


v e r p a rticip a d o dos debates, redu zir seu discurso a es­
crito para ser arquivado com a ata e os docum entos
referen tes a sessão.

A R T .0 115.°) — A ntes de encerrada a sessão secreta,


a C âm ara resolverá, após discussão, se a m a téria deci­
dida d everá ou não ser publicada, to ta l ou parcialm ente.

CAPITULO XIII
DAS A T A S E R E L A T Ó R IO S

A R T .0 116.°) — De cada sessão da C âm ara la vra r-


se-á uma ata resumida, contendo o nom e dos Vereadores
presente, dos ausentes e dos que ausentaram e um a e x ­
posição suscinta dos trabalhos, a fim de ser lid a e sub­
m etid a ao plenário.

§ ú n ico) — Essa ata será lavrada, ainda que não


h a ja sessão por fa lta de núm ero; e, nêsse caso, além do
expedien te despachado, serão nela m encionados os no­
m es dos vereadores presentes e dos que d eixa rem de
com parecer.

A R T .» 117.°) — Os docum entos lidos em sessão, se­


rão m encionados resum idam ente na ata e n ela tra n s­
critos, quando in flu irem em m atéria dependente de d e li­
beração da Câmara.
§ ú n ico ) — as inform ações e os docum entos não o fi­
ciais, lidos em resum o pelo 1.° S ecretário n a h ora do

30
Expediente, serão som ente indicados na ata com a d e­
claração do ob jeto a que se referirem , salvo se a sua pu­
blicação in teg ra l fo r requerida e aprovada pela Câ­
mara.
ART.o 118.°) — A ata da sessão an terior será sem­
pre lid a na sessão subseqüente e não havendo pedido
de retifica çã o ou im pugnação se .considerará aprovada,
in dependentem ente de votação.
§ l.° ) — os vereadores poderão fa la r sôbre a ata
para pedir a sua retifica çã o ou im pugná-la.
§ 2 .°) — se o pedido de retifica çã o não fo r contes­
tado, a ata se considerará aprovada com essa re tific a ­
ção, em caso contrário, o plen ário deliberará a respeito.
§ 3.°) — quando se tra ta r de im pugnação será a
ata subm etida a deliberação do plenário.
§ 4.°) — aprovada a ata, será ela assinada pelo
Presidente e pelos Secretários. Em caso contrário, será
la vra d a nova.

§ 5.°) — nenhum V ereador poderá fa la r sôbre a ata,


m ais de um a vez, para re tific á -la ou im pugná-la e por
m ais de cinco minutos.
§ 6.°) — a imlpugnação da ata, em hipótese alguma,
excederá a h ora do expediente.

A R T .0 119.°) — Será perm itido, por deliberação do


plenário, a qualquer veread or fazer in serir na ata as ra­
zões de seu voto, vencedor ou vencido, redigidas em têr.
m os côncios e sem alusões pessoais, uma vez que não
in frin ja m disposições regim entais.

31
w
A R T .0 120.°) — an u alm en te a M esa fa rá ela b ora r r e ­
la tó rio dos trabalhos da Câm ara.
§ ú n ico ) — êsse rela tó rio , síntese do m ovim en to
anual do legisla tivo , fa rá re fe rê n c ia especial as p rin cipais
ocorrên cias do an o e será lid a n a ú ltim a sessão do
exercício.

CAPÍTULO XIV
D AS PR O PO S IÇ Õ E S

A R T .0 121.°) — Proposição é tôda a m a téria su jeita


a deliberação da Câm ara, desde que red igid a com c la ­
reza, em têrm os ex p lícitos e sintéticos, versando sôbre
p ro jeto s de resoluções, de leis, moções, indicações, re ­
qu erim en tos e em endas.
A R T .0 122°) — A M esa d eixa rá de a ceita r qualquer
proposição:
a ) — sôbre assunto alh eio à com p etên cia d a C â­
m ara;

b ) — que d elegu e a ou tro p od er atribuições p riv a ­


das do le g is la tiv o ;

c ) — a n ti-reg im en ta is;

d ) — que seja re d ig id a de m odo que não se saiba,


pela sim ples leitu ra, qual a p ro vid ên cia a b je tiv a d a ;

e) — que, fa zen d o m enção a clausula de con tratos


ou concessões, não as tran screva por extenso, inclu sive
rem issões que co n tiv e r;
f ) — que con ten h a expressão ofen siva a quem quer
que seja;

32
§ ú n ico ) — da decisão da Mesa, nos casos dos in ­
cisos das letras “ a” , “ b ” , “ c” e “ d ” , caberá ao autor
reco rrer ao p len ário até 24 horas antes da sessão o rd i­
n ária seguinte, quando será êsse recurso lid o no exp e­
diente, na fo rm a dêste R egim en to, devendo ser incluído
na p rim eira O rdem do D ia a ser organizada

A R T .» 123.°) — Considerar-se-á autor da proposição,


para efe ito s regimentais, o seu p rim eiro signatário, e, na
sua ausência, os dem ais signatários, pela ordem cro n o ló ­
gica de suas assinaturas.
A R T .0 124.°) — O autor da proposição poderá fu n ­
d am en tá-la, por escrito ou verbalm ente.

A R T .» 125°) — Tod os os processos serão num erados


por fôlh as subpostas cron ologicam en te, a p a rtir da inicial.

A R T .0 126.°) — Quando, p o r ex tra vio ou retenção in ­


devida, não fo r possível o andam ento de qualquer pro-
prosição, ven cid o o prazo regim en tal, fa rá a Mesa, re­
con stru ir o resp ectivo processo pelos m eios a seu alcance
e p rovid en cia rá para sua tram itação ulterior.

A R T .0 127.°) — S alvo os casos expressam ente p re­


vistos neste R egim en to, nenhum a proposição será sujeita
a discussão e votação sem parecer da Comissão com pe­
tente.
§ ú n ico ) — ,cada proposição terá parecer indepen­
dente, ainda que se tra te de proposições análogas ou
de igu al objeto.
A R T .“ 128 °) — N enhum a proposição rejeita d a p od e­
rá ser novam en te apresentada na m esm a legislatura, an­
tes do decurso do prazo de três (3 ) meses da data da
rejeição.

33
§ ú n ic o ) — excetu am -se do disposto nêste a rtig o as
proposições assinadas p ela m a io ria absoluta dos V e re a ­
dores.

CAPÍTULO XV
DOS P R O J E T O S DE L E IS E DE RESO LU ÇÕ ES

A R T .° 129.°) — A C âm ara exerce sua fu n ção le g is la ­


tiv a p o r m eio de P ro je to s de Resoluções e p ro jeto s de
Leis.
§ l.° ) — os p ro je to s de resoluções abran gem tôdas
as deliberações da C âm ara em assuntos não su jeitos a
sanção do Sr. P re fe ito M u n icipal, n otad am en te:

ai p erd a de m an d ato de v e rea d o r;

b) licen ça do P r e fe ito ;

c) assuntos de econ om ia in tern a ;

d) p ro vim en to de recursos c o n tra atos do P re fe ito ,


co n fo rm e disposto n o item V I, do a rtig o 40„ da L e i O r­
gâ n ica dos M unicípios.

§ 2.°) — P ro je to s de L e i são as proposições d esti­


nadas a reg u la r as m a téria s de com p etên cia le g is la tiv a
da C âm ara, su jeitas a sanção do P re fe ito .

§ 3.°) — É da co m p etên cia p riv a tiv a do P r e fe ito a


in ic ia tiv a dos P ro je to s de L e i O rça m en tá ria (ressalvad o
o disposto no a rtig o 93 § único,* da L e i O rg â n ica dos
M u n icíp ios) e a dos que au m en tem ven cim en tos d e fu n ­
cion ários ou criem cargos em' serviços já existentes. (L e i
N.° 1, a rtig o 39).

A R T.o 130.°) — Os P ro je to s d everã o ser:

34
, fé

a) precedidos de preâm bulos enunciativos de seu


o b je to ;
b) divid id os em artigos num erados, concisos e claros;
c' assinados pelos respectivos autores.
§ ú n ico ) — nenhum d ispositivo do p ro jeto poderá
c o n ter m a téria estranha ao o b jeto da proposição.

A R T ." 131.°) — Os p ro jeto s serão recebidos n a Mesa


e o seu preâm bulo lid o pelo 1.« S ecretário na hora do
E xpedien te, consultando o P residen te o plenário, logo
após, sem discussão, se d eve ou não ser o b jeto de delib e­
ração; decid id o pela a firm a tiv a , ser-lh es-á dado im ed ia­
ta m en te andam ento, e em caso con trário, serão a r­
quivados.

A R T.o 132.°) — D istribu ído o avulso, o P ro je to de lei


ou de resolução, será en cam in h ado a um a das Comissões,
nos têrm os do despacho do Presidente.

§ l.o) — o ferecid o o parecer, será o p ro jeto in clu í­


do n a O rd em do Dia para a p rim eira discussão.

§ 2 .°) — se fo re m apresentadas emendas, o p rojeto


retorn ará, depois de en cerrad a a discussão, ao exam e
da m esm a Com issão, após o que será novam en te incluído
na O rdem do Dia, p a ra segunda dscussão e votação.

§ 3.°) — os p ro jeto s de leis elaborados p ela Mesa, e


pelas Com issões Perm anentes, nos assuntos de sua co m ­
petência, serão ju lgad os o b je to de deliberação, sem d e­
pen dên cia de votação, e dados a O rd em do Dia da Sessão
seguinte, in d ep en d en tem en te de parecer.

§ 4.°) — em itid os os pareceres, volta rá o p r o je to a


O rdem do D ia p a ra a segunda discussão e votação. Se

35
n6/]^v
fo re m apresentadas em endas durante essa discussão, o
p ro je to retorn a rá ao exam e das Comissões Perm anentes,
após o que v o lta rá a O rdem do Dia, para prosseguim ento
da discussão e votação fin al.
§ 5.°) — aprovado em segunda discussão, o p ro je to
de le i será encam inhado a Comissão de Justiça e R e­
dação p ara ser fe ita a redação fin al, de acôrdo com o
aprovado.
§ 6 .°) — oferecid a a redação fin a l para sua discus­
são e votação, o p ro je to de le i será inclu ído na O rdem
do Dia, não podendo ser oferecid o emendas, a não ser
para ev ita r incorreção, incoerência, con tradição eviden te
ou absurdo m anifesto.

A R T .° 133.°) — A p ro va d a a redação fin al, a M esa D e­


verá, den tro do prazo de dez ( 1 0 ) dias, exp ed ir o res­
p ectivo au tógra fo ao P od er Executivo.

§ú nico) — serão registrados anualm ente, em ordem


nu m érica e conológica, em liv r o próprio, os origin ais de
au tógrafos das leis e Dia, para discussão e votação únicas,

CAPÍTULO XVI
DAS M OÇÕES E IN D IC A Ç Õ E S
V

A R T .° 134.°) — M oção é a proposição em que o v e ­


reador sugere a m an fiestação da C âm ara sôbre d e te rm i­
nado assunto, aplau dindo ou reprovando.
A R T .° 135.°) — As m oções deverão ser red igid as com
clareza e precisão.

36
AR T.o 136.°) — R ecebida pela Mesa e lida no expe­
diente, a m oção será levad a ao conhecim ento do plenário
na O rdem do D ia dessa m esma sessão, a menos que seja
solicitado o parecer de um a ou m ais comissões.
§ ú n ico ) — dado o parecer, será a moção incluída
na O rdem do Dia, para discussão e votação única.
A R T .” 137.°) — Se a m oção fo r aprovada com em en­
da, irá a Comissão de Justiça e Redação, para consignar
n ovo tex to de acordo com o pronunciam ento da m aioria.

A R T .0 138.°) — N ão se ad m itirá moção de apòio e


solidariedade aos G ovêrnos da União, Estado e M uni­
cípios.
A R T .» 139.°) — In dicação é a proposição em que o
vereador sugere m edida de interêsse coletivo, que não
caiba em p ro jeto de le i ou de resolução. Deve ser re d ig i­
da com clareza e precisão e assinada pelo autor.

A R T .» 140.°) — As m oções e indicações, recebidas pe­


la M esa e lidas em súmula na h ora do expediente,
serão apreciadas pelo p len ário na O rdem do Dia dessa
mesma, sessão, a menos que seja aprovado requerim ento
do vereaed or solicitando p révio pronunciam ento de uma
ou m ais de suas comissões técnicas.

A R T .» 141.°) — Se, na fase da discussão, a indicação


receber emenda, esta será, depois de encerrada a dis­
cussão, en cam inhada para exam e da Comissão com ­
petente, após o que retorn ará a O rdem do Dia, para a
respectiva votação.
A R T .0 142°) — Os requerim entos deverão ser feitos
por vereadores presentes a sessão e serão resolvidos pelo
P residente ou pela Câmara.
C A P IT U L O X V II
DOS R E Q U E R IM E N T O S

A R T .° 143.°) — R equ erim en to é todo ped id o fe ito da


Câm ara sôbre o b je to de exp ed ien te ou de Ordem, do
Dia, por qualquer verea d or ou Comissão.

§ l.o) — qu anto a com p etên cia para decidi-los, os re ­


querim entos são de duas espécies:
a) su jeitos apenas a despacho do Presiden te
b) su jeitos a deliberação do p len ário
§ 2.°) — qu anto ao aspecto form al, os requerim entos
são:
a) verbais;
b) escritos.

ART.o 144.°) — Serão verbais ou escritos e resolvidos


pelo P resid en te a cu ja alçada pertencerem , os requ eri­
m entos que solicitarem :
a) a p a la v ra ou desistência dela;
b) perm issão p ara fa la r sentado;
c) posse de verea d o r;
d ) leitu ra de qualquer m a téria su jeita ao con h eci­
m en to do p len ário;
e) ob servân cia de disposição reg im en ta l;
f) retirada, pelo a u to r, do requ erim en to verb a l ou
escrito;
g ) retira d a pelo autor, de proposição com parecer
c o n trá rio ou sem p a recer;
h) ve rific a ç ã o de votação ou presença;

38
i) in form ações sôbre trabalhos em pauta ou sôbre
a O rdem do D ia;
j) requisição de docum ento, liv ro ou publicação
existen te na Câm ara, sôbre proposição em discussão;
k) p reen ch im en to de lu ga r em com issão;
1) inclusão, em O rdem do Dia, de proposição em
condições regim en tais de n ela fig u ra r;
m) ju s tific a tiv a de v o to ;
n) votação n om in a l;
o) renú ncia de m em bro da M esa;
p ) ausência de Comissão, quando por outra apre­
sentado;
q) designação de re la to r especial;
r) ju n ta d a ou d esen tran h am en to de docum ento;
s) in form ações oficiais.

C A P ÍT U L O X V III
DOS R E Q U E R IM E N T O S S U JE ITO S AO P L E N Á R IO

A R T .° 145.°) — Serão da alçada da Câm ara os re ­


qu erim entos verbais ou escritos, que tiverem por objeto:
a ) p rorrogação de prazo para apresentação de
em endas ao p ro je to de L e i orçam en tária;
b ) p rorrogação de sessão da Câm ara por prazo
certo, para prossegu im ento de discussão de proposição
em O rdem do Dia, ou para que o orad or inicie ou te r ­
m in e explicação pessoal;
■c) dispensa de discussão, publicação e im pressão de
qu alqu er proposição;
d ) destaque de parte de proposição, p rin cip a l ou
acessória, para o fim de ser apreciada em separado;
e ) discussão e votação de proposição por títulos,
capítulos, grupos de artigos, artigos ou em endas;
f) votação por determ in ado processo;
g) en cerram en to da discussão;
h ) vo to de aplauso, regosijo, lou vor ou con gratu ­
lação por ato público ou acon tecim en to de a lta sig­
n ifica çã o ;
i ) m an ifestação por m otivo de lu to nacional, ou
pesar pelo falecim en to de p arlam en tar de qualquer le ­
gislatura, Chefes de P od er Federal, E stadual ou de T e r­
ritó rio e M in istros ou S ecretários de Estado;
j) vo to de pesar por falecim en to ;
k) representação da Câm ara m ed ian te com issão e x ­
tern a ;
1) con stitu ição de Com issão especial, nos têrm os do
a rtig o 43;
m) remessa, a determ in ad a Comissão, de p ap el des­
pachado a ou tra;
n) inserção, nos anais ou publicações, de docu m en­
tos não o fic ia l;
o) redução do interstício Rara perm anência de pro­
posição em pauta;
p) p referên cia , nos têrm os do artigo N.° 111;
q) retirad a de proposição p rin cip a l ou acessória,
com p arecer fa v o rá v e l;
r) convocação, nos têrm os do a rtig o N.° 88.

40
*6 ■)
C A PÍTU LO X IX
D AS EMENDAS

ART.o 146.°) — N ão serão aceitas emendas, sub­


em endas ou substitutivos que não tenham relação direta
e im ed ia ta com a m a téria da proposição principal.
ART.o 147.o) — Quando um a proposição estiver na
O rdem do Dia para discussão, som ente será adm itida a
apresentação de em endas subscritas por um têrço, no
m ín im o dos m em bros da Câm ara.
§ ú n ico ) — apresentada em enda nos têrm os do ar­
tig o 146, o p rojeto será rem etido a Comissão.

C A P ÍT U L O XX
D A R E T IR A D A DE PR O PO SIÇ Õ E S

ART.o i 4 8 .o) — o autor poderá solicitar, em tôdas


as fases da elaboração legisla tiva , a retira d a de qualquer
proposição, cabendo ao Presid en te d e fe rir o pedido, quan­
do não h ou ver parecer ou êste fo r con trário a referid a
proposição.
§ l.o) — se a proposição tiv e r parecer fa vo rá vel de
uma Comissão, em bora o tenha con trário, de outra, ca­
berá ao plen ário decid ir o pedido da retirada,
§ 2.o) — as proposições de Comissão só poderão ser
retiradas a requ erim ento do rela tor ou do respectivo
Presidente, com au diência d a m aioria dos seus membros.
ART.o i 4 9 .o) — Serão arquivadas pela Mesa, no in í­
cio de cada legislatu ra, as proposições apresentadas du­
ra n te a legislatu ra anterior, sem parecer ou com

41
$V
pronunciam ento con trário de tôdas as Comissões com pe­
tentes, e que ainda não tenham sido submetidas a
p rim eira discussão.
§ ü n ico ) — o disposto neste artigo não se aplica
aos p rojetos de Leis propostos pelo executivo ou por
Comissão da Câm ara, sem audiência p révia dos respec­
tivos autores.
C A PÍTU LO X X I
DAS DISCUSSÕES

ART.o 150.°) — N enhum P ro je to de L ei ou de reso­


lução será adotado sem passar, obrigatoriam en te por
duas discussões, salvo as resoluções sôbre atos e ser­
viços da Câm ara, recurso de atos do Presiden te ou do
P refeito , bem com o tom adas de contas do P refeito , em
balancetes trim estrais ou balanço anual, que serão sub­
m etidos a uma única discussão.
A R T .0 i 5 i.o) — As moções, indicações, requerim entos
e apresentações, terão um a única discussão.
§ l.o) — terão igu alm en te uma só discussão, os re­
querim entos e as indicações sujeitas a debates.
§ 2.o) — nessa discussão única, a m atéria d everá ser
apreciada em todos os aspectos.
ART.o i 52 .o) — a discussão versará sôbre a propo­
sição, em globo, com as em endas se houver.
§ l.o) — nas segundas discussões dos p rojetos de Leis
e de resoluções ou nas discussões únicas, o Presidente
poderá, de o fíc io ou por deliberação do plenário, anun­
ciar o debate p o r títulos, capítulos, secções, grupos de

42
artigos, ou artigos, sendo lícito, nêste caso, ao vereador
inscrito, d iv id ir em vários discursos o tem po que dis­
puser para tra ta r da m atéria.

§ 2.°) — h aven do duas ou m ais proposições sôbre o


mesmo assunto, o Presidente, de o fício ou a requeri­
m ento de qualquer vereador, consultará previam ente, o
plenário, sôbre qual dela d everá servir de base a dis­
cussão.

CA P ÍT U L O X X II
DOS O R AD O R E S

A R T .° 153.°) — Os debates d everão realizar-se com


ordem e respeito, observando as seguintes normas:

a ) os vereadores, com excessão do Presidente, fa ­


larão de pé, e, som ente enfêrm os poderão obter p er­
missão para fa la r sentados;

b ) a nenhum vereador será perm itid o fa la r sem pe­


dir a p alavra e sem que o Presidente conceda;

c) se o verea d or p reten d er fa la r sem que lhe seja


sido dada a p alavra ou in sistir em p erm anecer na tribu­
na, o Presidente a d verti-lo -á , convidando-o a sentar.se;
d ) se, apesar dessa ad vertên cia e dêsse convite, o
veread or não aten der ao Presidente, este dará o seu
discurso por term in ado;

e) se o veread or in sistir em fa la r e pertubar a o r­


dem ou o processo regim en ta l de qualquer discussão, o
Presiden te con vid a -lo-á a retirar-se do plenário. Se êste
últim o co n vite não fo r atendido, o Presidente tom ará
as p rovidên cias que ju lg a r necessárias;

43
f) ao ocupar a tribuna, o vereador deverá d irig ir
as suas palavras ao Presiden te e a Câm ara, de um m o­
do g e r a l;

g) d irigin d o-se a um colega, o vereador deverá


preceder o seu nom e de tratam en to de “ Senhor V e ­
reador” ;

h ) nenhum vereador poderá referir-se aos colegas


e, de um m odo geral a qualquer representante do poder
público, em fo rm a injuriosa ou descortês.
ART.o 154.°) — O V ereador só poderá fa la r:

a) no expedien te;
b) sôbre proposição em discussão;
c) para apartear na form a regim en tal;
d ) ■ pela ordem ;
e) para suscitar questão de ordem ;
f) para encam inhar a votação;
g) em explicação pessoal;
h) para requerim entos, na fo rm a regim en tal;
i) para ju stifica tiva de voto.
ART.o 155.0) — o V ereador que solicitar a p alavra
para fa la r sôbre proposição em discussão, não poderá:
a) desviar-se da questão em debate;

b) fa la r sôbre assunto vencido;


c) usar lin gu agem im p róp ria;
d) ultrapassar o prazo que lh e com p etir;
e) d eixar de atender as advertências do Presidente.

44
A R T .° 156.0) — O Presidente solicitará ao orador, por
deliberação própria ou a pedido de qualquer vereador,
que in terrom p a o seu discurso, nos seguintes casos:
a) se houver núm ero lega l para deliberar e a m a­
téria em discussão não tiv e r em regim e de urgência;
b) para leitu ra de requerim ento de urgência;
c) p ara com unicação im portan te a Câm ara;
d ) para recepção de personagem excepcional relêvo,
n acional ou estrangeiro em visita a Câm ara;
e) para votação de requerim ento de prorrogação de
sessão.
A R T .° 157.°) — Quando mais de um vereador pedir
a palavra sim ultâneam ente, para fa la r sôbre o mesmo
assunto, o Presidente con ced e-la-á na seguinte ordem:
a) ao autor da proposição;
b) ao rela to r;
c) ao autor de um voto em separado;
d) ao autor da em enda;

e ) a um orador fa vo rá vel e a outro contrário, sus_


cessiva e alternadam ente.

CAPÍTU LO X X III
DOS APARTES

ART.o 158.°) — A p a rte é a interrupção do orador,


para indagação ou esclarecim çento relativo a m atéria
em debate, e não podendo ultrapassar de dois (2 ) m i­
nutos.

45
§ ú n ico) — O vereador só poderá apartear o orador,
se êste o perm itir.
ART.o 159.°) — N ão serão perm itidos apartes:
a) a palavra do Presidente conform e disposto no
artigo 16, § 2.°;
b) paralelos ou cruzados;
c) por ocasião de encam inham ento de votação;
d) quando o orador declarar que não o perm ite;
e ) quando o orador estiver suscitando questão de
ordem ou falan do pela ordem ;
f) durante as ju stifica tiva s de voto;
§ ú n ico) — não serão consignados os apartes pro­
ferid os em desacordo com os dispositivos regim entais.

C APÍTU LO X X IV
DOS PR A Z O S

ART.o i60.o) — Salvo disposição especial em con trá­


rio, o vereador poderá falar:
a) pelo prazo de vin te minutos, em cada fase de
discussão de qualquer proposição;
b) pelo prazo de dez minutos, sôbre os requeri­
m entos sujeitos a discussão;
c) pelo prazo de dez minutos, em discussão única
sôbre o parecer que não fô r acessório de proposição,
ou não concluir por p ro jeto ;
d) pelo prazo de dez minutos, sôbre redação fin a l;

46
e) pelo prazo de três m inutos, para form u lar ques­
tão de ordem ou fa la r pela ordem ;
f) pelo prazo de cinco minutos, para encam inha­
m ento de votação;
g) pelo p razo de dois minutos, para apartear;
h ) pelo prazo de cinco m inutos, para ju stifica tiva
de vo to ;
§ 1.°) — o autor e o relator, em cada discussão, po­
derão fa la r duas vêzes pelo m esm o prazo a quem tem
d ireito os dem ais vereadores de cada vez, falando, a se­
gunda vez, ao fin d a r.se a discussão, p ara prestar escla­
recim entos solicitados no d ecorrer dos debates.
§ 2.°) — sôbre a redação fin a l só poderá fa la r um
vereador de ,cada bancada, além dos relatores.
§ 3.°) — é ilíc ito ao vereador, depois de inscrito, ce­
d er a outro verea d or em todo ou em parte, o tem po em
que tiv e r direito, fican d o nêste caso preju dicada a sua
inscrição, não m ais lh e cabendo o d ireito de fa la r numa
m esm a fase de discussão, a não ser pelo restante do
tem po a que tiv e r direito.
§ 4.°) — os prazos e suas prorrogações serão con­
cedidas em dôbro, quando a m a téria d eva ser discutida
por partes.
C A P ÍT U L O X X V
A D IA M E N T O E V IS T A

A R T .° 161.°) — Sem pre que um vereador desejar


ad iar a discussão ou ob ter “ vista ” de qualquer proposi­
ção, poderá requerê-lo a Mesa.

47
§ único) — a aceitação do requerimento, que não
sofrerá discussão, será subordinada as seguintes con ­
dições:
a) ser apresentado durante a discussão cujo adia­
m ento se requer;
b) não ser votado havendo orador na tribuna;
,c) p refixar o prazo de “ adiam ento” ou “ vista” , que
não pode exceder de uma (1) sessão;
d) não estar a proposição em regim e de urgência.
ART.o 162.°) — Quando, para a mesma proposição,
fo r apresentada mais de um requerim ento de adiamento,
a Mesa submeterá a votação o prim eiro dêles, por ordem
cronológica, ficando prejudicados os demais.
A R T.° i 6 3 .o) — se a Mesa receber, simultaneamente,
mais de um pedido de vista para a mesma proposição,
porá todos ao mesmo tem po em votação.
§ ú n ico) — o prazo de vista será contado a partir da
data da assinatura no livro carga ou do registro postal
de cópia da proposição enviada.

C A PÍTU LO X X V I
DO ENCERRAM ENTO

ART.o i64.o) — O encerram ento da discussão de qual­


quer proposição dar-se-á pela renúncia ou ausência dos
oradores inscritos ou pelo decurso dos prazos regimentais.
§ ú nico) — poderá ser requerido o encerram ento da
discussão, desde que sôbre a proposição tenham falado
o autor, o relator, o autor do voto em separado ou venci­
do, e, pelo menos, um orador de cada bancada.

48
C A P ÍT U L O X X V II
D ISPO SIÇ Õ E S G E R A IS

ART.o 165.°) — As deliberações, salvo disposições r e ­


gim en tais em contrário, serão tom adas por m aioria de
votos, presente a m aioria da Câm ara (L e i N.° 1, A rt.° 44).
§ ú n ico ) — as proposições que se referirem a auto­
rização para em préstim os, concessão de serviços públicos,
venda, h ip otéca ou perm uta de bens im óveis e, ta m ­
bém, a reafirm ação de disposição veta d a pelo P refeito,
só serão aprovadas quando a seu fa v o r votarem 2/3
(d ois terços) dos vereadores presentes (L e i N.° 1, Art.°
44." § 2.o).

ART.o 166.) — A votação com pletará o turno re­


gim en tal da discussão, nenhum p rojeto passará de uma
discussão para ou tra sem que, encerrada a anterior, seja
v ota d o e aprovado.
§ ú n ico ) — rejeita d o o p ro jeto em l . a prim eira dis­
cussão, será determ in ado o seu arquivam ento.

ART.o i67.o) — a votação d everá ser fe ita logo apos


o en cerram en to da discussão.

ART.o I 68.0) _ As votações só se in terrom perão por


fa lta de número.

§ ú n ico ) — quando se esgotar o tem po regulam entar


da sessão, esta considerar-se-á prorrogada até ser con­
cluída a votação da m atéria em causa.

A R T . 169.o) — D urante as votações nenhum verea ­


d or deverá d eix a r o plenário.

49
ART.o 170.°) — O veread or presente a sessão não
poderá excusar.se de votar. Deverá, entretanto, abster-se
de opin ar e de votar em assunto de seu interêsse p a r­
ticu lar ou de pessoas de que seja procurador ou rep re­
sentante e de parentes até o 3.° grau civil. (L e i N.° 1,
art.° 46.°).

C A P IT U L O X X V III
DOS PROCESSOS DE V O TA Ç A O

ART.o 171.°) — São três (3 ) os processos de v o ta ­


ção:
a) sim bólico;

b) n om inal;
c) por escrutínio secreto.

§ ü n ico ) — in iciad a a votação de determ in ada pro­


posição p or um processo, não poderá ser adotado outro
em qualquer fase da discussão.

ART.o i 7 2 .o) — o processo sim bólico p raticar-se-á


conservando.se sentados os vereadores que votarem a
fa v o r da m a téria em deliberação.

ART.o 173.o) — P ro ced er.se-á a votação n om in al pe­


la lista g era l dos vereadores, que serão cham ados pelo
l.o Secretário, e responderão S IM ou NAO, segundo se­
jam fa vo rá veis ou con trários a proposição em votação,
observadas as seguintes disposições:

a) a m edida que o 1.° S ecretário proceder a ch am a­


da, o 2.° S ecretário an otará as respostas e as rep etirá
em v o z alta;

50
b ) term in a d a a cham ada, proceder-se-á, ato co n tí­
nuo, a ch am ada dos veread ores cu ja ausência tenha sido
v e rific a d a ;
c) ao verea d o r que não responder a qualquer das
cham adas, não m ais será p erm itid o votar;
d ) o Presid en te p roclam ará o resultado e m andará
le r os nom es dos V ereadores que ten h am votado S IM e
dos que ten h am votad o NAO.
ART.o 174.0) — S alvo os casos previstos nêste R e g i­
m en to In tern o, as votações serão simbólicas.
AR T.o 1 7 5 .0) — As deicisões sôbre contas e vetos do
P re fe ito , serão tom adas, ob rigatoriam en te, em votação a
descoberto e nom inal. (L e i N.° 1, de 18/9/47 A rtig o 45).
AR T.o i 7 6 .o) — P a ra que h a ja votação nom inal, é
preciso que seja requ erida por um verea d or ao Presidente,
que despachará autom àticam ente.
A R T.o 1 7 7 .0) — a votação secreta, requerida e apro­
vad a pelo plenário, será fe ita por m eio de cédulas im ­
pressas ou d atilogra fa d a s, recolhidas em urna.
§ ú n ic o ) — para essa votação serão escolhidos, pelo
Presiden te, dois escrutinadores de bancadas d iferen tes
e o resultado será proclam ado depois de anotado pelos
Secretários.

DO M É TO D O DE V O T A Ç Ã O E DOS DESTAQUES

C A P ÍT U L O X X IX

A R T .o i 7 8 .o) — Q uando aprovadas as emendas a uma


proposição na segunda discussão, serão a proposição e
em endas, em seguida, submetidas, em globo, a n o va v o ­
tação.

51
ART.o 179.°) — As proposições serão sem pre votadas
em globo, salvo as emendas, que, em seguida, serão
votadas uma a uma.
§ l.o) — poderá ser a votação por partes, quando
requerida p rèviam en te e aprovada pelo plenário;
§ 2 .o) — a requerim ento de qualquer vereador po.
derá ser concedida a votação de emendas em grupos,
considerando-se em prim eiro lu gar as de parecer fa v o .
rável e depois as de parecer .contrário,
§ 3.o) — fic a ressalvado ao autor de qualquer em en­
da, o direito de pedir o seu destaque do respectivo grupo,
para votação em separado.
ART.o ISO.0) — T erá p referên cia para votação o subs­
titu tivo oferecid o a qualquer Comissão.
§ ú n ico) — se houver substitutivo oferecid o por mais
de uma Comissão, terá p referên cia o m ais recente.
ART.o 181.0) — Destaque é o ato de separar parte
do texto de uma proposição em votação, para possi­
b ilita r a sua apreciação isolada pelo plenário.

CAPÍTU LO X X X
D A J U S T IF IC A T IV A DE VOT.Q-.,
V
ART.o 182.0) — Ju stificativa de voto é o direito que
assiste ao vereador de esclarecer, depoia da votação de
qualquer proposição, as razões que o levaram a vo ta r
dessa ou daquela m aneira.
§ l.o) — a ju s tific a tiv a deve ser requerida verb al­
m ente ao Presidente, ao ser anunciada a votação e antes
de ser proclam ado o resultado.

52
§ 2 .°) — nas ju stifica tiva s de votos os oradores não
poderão exced er ao prazo de cin co (5 ) m inutos e não se­
rão aoarteados.

C A P IT U L O X X X I
DO E N C A M IN H A M E N T O DE V O TA Ç A O

ART.o 183.°) — A o ser anunciada um a votação, pe­


dindo a p a la vra pela ord em poderá o veread or enca­
m in h á -lo ain da que se tra te de m a téria não sujeita a
discussão ou que esteja em regim e de urgência.
§ l.o) — a p alavra para o encam inham ento da v o ­
tação será concedida na seguinte ordem :
a) ao rela to r da Com issão;
b> ao autor do v o to ven cid o ou em separado, na
Com issão;
c ) a um dos sign atários da proposição, observada a
sequência das assinaturas n a proposição, com p referên ­
cia n a ordem de colocação;
d) a um verea d o r de cada bancada;
§ 2 .°) — para en cam in h ar a votação cada vereador
terá o prazo de cinco m inutoa no m áxim o.
§ 3.°) — nenhum V ereador, salvo o relator, poderá
fa la r m ais de um a vez, p ara en cam in h ar a votação de
proposição principal, d e substitutivo ou emendas. O
rela tor poderá fa la r para en cam in h ar a votação, pelo
prazo de d ez ( 1 0 ) minutos, sem pre que outro vereador
o h a ja feito.
§ 4 .o) — se a vo ta çã o fo r p o r partes, poderá ser fe ito
en cam in h am en to em cada votação, salvo tratando-se de
p ro je to de le i orçam entária.

53
C A P IT U L O X X X II
DA V E R IF IC A Ç Ã O

ART®. 184) — Sem pre que ju lg a r conveniente, qu al­


quer verea d o r poderá p ed ir ve rific a ç ã o de votação sim ­
bólica.
§ l.o) — o pedido d everá ser form u lad o lo g o após, ter
sido dado a .conhecer o resultado da votação e antes
de se passar a outro assunto.
§ 2 .o) — a v e rifica çã o se fa r á p o r m eio de cham ada
nom inal, proclam an do o Presidente, o resultado.
§ 3.o) — nenhum a votação com p ortará m ais de um a
verificação.
C A P IT U L O X X X III
D A R E D A Ç Ã O F IN A L

A R T .0 185.0) — U ltim a d a a fase de votação, será a


proposição, com as respectivas em endas, se houver, en ­
viad a a Com issão de Justiça e Redação para elaborar a
redação fin a l, n a con form id a d e do ven cid o e apresentar,
se necessário, em endas de redação.
§ ú n ico ) — excetuam -se do disposto nêste a rtig o os
p ro jeto s de le i O rçam en tária que serão enviados a C o ­
missão de Finanças, e de resolução, m od ifica n d o o R e g i­
m en to in tern o ou tr a ta n d o .d e assunto re la tiv o a eco­
n om ia in tern a da Câm ara, que serão enviados a Mesa.
A R T .0 I 8 6 .0) — A redação fin a l terá um a ú nica d is­
cussão e votação.

A R T . 187.°) — A votação de em endas a redação f i ­


nal, terá p re fe rê n c ia sôbre esta.

54
§ ú n ico ) — ap rovad a qualquer emenda, volta rá a
proposição a Com issão para n o va redação fin al, n a con­
form id a d e do vencido.

C A P ÍT U L O X X X IV
D A P R E F E R Ê N C IA

ART.o 188.°) — P re fe rê n c ia é a prioridade na dis­


cussão ou votação, de um a proposição sôbre outra.
§ ú n ico ) — a sua solicitação d everá ser fundam en­
tada, em requ erim en to escrito ou verbal.
AR T.o i 89 .o) — o
substitutivo o rigin á rio da Com is­
são te rá p referên cia, para votação, sôbre a proposi­
ção prin cipal. H avendo m ais de um substitutivo, obser-
va r-se-á o disposto n o p a rá g ra fo único, do a rtigo 180.
AR T.o i90.o) — as em endas têm p referên cia na vo ­
tação, na seguinte ordem :
a) a supressiva sôbre as dem ais;
b ) a substitutiva sôbre a proposição a que a r e fe ­
rir, bem com o sôbre as ad itivas e as m odificadas;
c) a de Comissão, n a O rdem dos núm eros a n terio­
res, sôbre as dos Vereadores.
A R T.o i 9 i.o) — a ord em R eg im en ta l das p referên ­
cias poderá ser a ltera d a p or deliberação do plenário.
§ ú n ico ) — em qualquer hipótse, não h averá p re fe ­
rência sôbre a m a téria em regim e de urgência,

C A P ÍT U L O X X X V
DO V E TO

AR T.o i 9 2.o) — R ecebido o veto, será im ediatam ente


encam inhado as Comissões com petentes, ju n tam en te com
as razões aduzidas pelo P refeito.

55
§ l.o) — quando o veto tiv er por fundam ento a in-
constitucionalidade ou ilegalid ad e da proposição, será
encam inhado a Com issão de J u stiça e Redação, para
em itir o seu parecer, dentro de sete (7 ) dias.
§ 2.0) — se o veto fu n d a r.se no interêsse público, o
parecer caberá as Comissões de m érito que tenh am
opinado sôbre a m atéria, e para êsse fim terão o
prazo con jun to de dez (10) dias.
§ 3.°) — se as Com issões referid as nos parágrafos
anteriores não se pronuciarem dentro do prazo previs­
to, a Mesa, in clu irá a proposição vetad a n a Ordem do
Dia, independentem ente de parecer.
ART.o 193 °) — A proposição vetad a será subm etida
a um a ú n ica discussão e votação, dentro de vin te (20)
dias, contados da d a ta do seu recebim ento.
§ ún ico) — a discussão far-se-á englobadam ente, e
a votação por partes, quando fo r o caso, cabendo, sem pre
encam inham ento de votação.
A R T .o i94.o) — o veto, ou parte dêle, será conside­
rado rejeitad o quando .contra êle votarem dois terços
(2/3 ) dos vereadores presentes.
§ l.o) — rejeitad o o veto, será a lei prom ulgada pelo
Presidente da Câm ara, dentro do prazo de dez ( 10) dias.
§ 2 . o ) — se o veto rejeitad o fôr parte, apenas, de
um projeto, a lei que prom ulgar essa parte fa rá m enção
expressa ao te xto a que p ertencia originariam ente.
ART.o 195.0) — As proposições vetadas, com vetos
confirm ados pela Câm ara, não poderão ser renovadas no
mesmo ano, a não ser m ed iante proposta su b scrita por
dois terços (2/3 ) dos vereadores.

56
C A P ÍT U L O X X X V I
D A T O M A D A DE C O N TA S DO P R E F E IT O

A R T.o 196.°) — Incum be a Comissão de Finanças


o p in ar sôbre as contas do P refeito , relativas ao exercício
fin do, apresentando o respectivo p ro je to de resolução.
AR T.o 1 9 7 .0 ) — s e o E xecu tivo en via r a Câm ara ape­
nas o rela tó rio do exercício fin a n ceiro encerrado, sôbre
êle a Com issão de Finanças dará p arecer e aguardará,
para pronunciam ento d efin itiv o , a organização das con­
tas não apresentadas.
§ ú n ico ) — no caso de prestações de contas, o rela ­
to r terá prazo de trin ta (30) dias para apresentar parecer.
Não sendo êste aceito, o novo rela to r terá prazo de
quinze (15) dias para re d ig ir o vencido.
AR T.o i 9 8.o) — L o go que o processo de prestação de
contas seja recebido n a Câm ara, independentem ente de
sua leitu ra, no exp ed ien te da sessão, o P resien te encam i­
n h ará a Com issão de Finanças.
AR T.o i 99.o) — R ecebido o processo com o parecer
da Com issão de Finanças, a M esa m andará inclu í-lo na
pauta, d u ran te duas ( 2 ) sessões, para o fim de poderem
os vereadores apresentar, p or escrito, pedidos de in fo r­
m ações à Comissão.
§ ú n ico ) — se hou ver pedidos de inform ações, v o l­
ta rá o processo a Com issão de Finanças e Orçamento,
que terá prazo de dez ( 1 0 ) dias para se m anifestar,
reincluindo-se, êle, a seguir, n a O rdem do Dia.
ART.o 200.°) — O p ro jeto de Resolução da Comissão
de Finanças, rela tivo a prestação de contas, só poderá
receber em endas durante a sua discussão única.

57
v)
§ l.o) — encerrada a discussão do p rojeto e das
emendas, se houver, será a proposição im ediatam ente
votada a descoberto, em votação nom inal (L e i N.° 1, de
18-9-47, ART.o 45.o).
§ 2 .°) - - term in ada a votação, v o lta rá o processo a
Comissão de Finanças para redação fin al.
ART.o 201.°) — Se não fô r aprovada pelo plenário
a prestação de contas, no todo ou em parte, encam inhará
a Mesa o processo a Comissão de Justiça e Redação para
que, através de parecer, indique as providências a serem
tom adas pela Câmara.
ART.o 202) — P ara em itir seu parecer, a Comissão
de Finanças poderá solicitar, na form a dêste regim ento,
o pronunciam ente de qualquer outra Comissão técnica,
que terá, para isso prazo im p rorrogá vel de dez ( 1 0 ) dias,
contados da data que lh e fô r dada vista do processo.

C APÍTU LO X X X V II
DAS QUESTÕES DE ORDEM

ART.o 203 °) — Questão de ordem é tôda a dúvida


levan tad a em plenário, quanto a interpretação do R e g i­
mento, na sua aplicação, ou relacionada com a Consti­
tuição e leis em vigor.
ART.o 204.o) — As questões de ordem devem ser fo r ­
m uladas com clareza e com a indicação precisa das dis­
posições regim entais que se p reten de elucidar.
§ ú n ico) — se o vereador, ao leva n ta r um a questão
de ordem, não observar o disposto nêste artigo, o P re­
sidente poderá, desde logo, cassar-lhe a palavra, d eter­

58
minando, ainda, que não se faça registro dela nos anais
da Câm ara.
A R T .» 205.°) — Caberá ao Presidente resolver, sobe­
ranam ente, as questões de ordem , não sendo lícito a
qualquer veread or opor-se a decisão ou criticá-la na
sessão em que fô r proferid a.
§ ú n ico ) — o Presiden te poderá subm eter a questão
de ordem a decisão do plenário.

A R T .» 206.°) — O prazo para form u lar uma ou mais


questões de ordem , sim ultâneam ente, em qualquer fase
da sessão, não poderá exceder de três (3) minutos.

C A P ÍTU L O X X X V III
PE L A O RDEM

A R T .» 207.°) — Em qualquer fase da sessão, poderá


o V eread or p edir a p alavra “ pela ordem ” para fazer
reclam ações quanto a aplicação do R egim en to no que diz
a respeito ao ob jeto de apreciação do plenário.
§ ú n ico ) — as reclam ações previstas nêste artigo de­
verão ser apresentadas em têrm os precisos e sintéticos
e não poderão exceder de três (3 ) minutos.

C A P ÍTU L O X X X IX
D A E LA B O R A Ç A O L E G IS L A T IV A E SPE C IA L DO
O R Ç A M E N TO

A R T .» 208.°) — O P re fe ito en viará a Câmara, até o


d ia 30 de setem bro de cada ano, o projeto de le i orça­
m en tária para o exercício seguinte, acom panhado das

59
tabelas descrim inativas da receita e despesa. (L e i N.° 1,
de 18-9-47, Arts. 39 e 58 Ns. 6 e 7).
ART.o 209.°) — O p ro je to de le i orçam en tária será
organ izad a com observância das regras da unidade e
u niversalidade, englobando-se, ob rigatoriam en te na re ­
ceita, tôdas as verbas e suprim entos de fundos, e, in ­
cluindo-se, discrim inadam ente, na despesa, as dotações
necessárias ao custeio de todos os serviços públicos e
nêle não poderá fig u ra r disposição que:
a) não corresponda a tributação vigen te:
b) consigne despesa para exercício diverso daquele
que a le i v a i reger;
c) ten h a caráter de proposição p rin cip al;
d ) autorize ou consigne dotação para função ou
cargo e fe tiv o ou não, e serviço e repartição, não criados
an teriorm en te p o r le i;
e) não caiba, diretam ente, na le i de orçam ento.

A R T .0 210.°) — R ecebida a proposta orçam en tária do


P refeito, dentro do prazo legal, será ela lida, em resumo,
no expedien te e o Presiden te da Câm ara m andará dis­
trib u í-la em cópia, aos vereadores para o com petente
estudo, en vian d o-a a Com issão de Finanças e orçam entos,
para apresentar o seu p arecer den tro do prazo de (15)
quinze dias.

A R T .° 211.°) — Depois de d evidam en te instruída a


proposta orçam en tária com o parecer da Comissão de
Finanças, será in clu ída na O rdem do D ia para prim eira
discussão e votação, que será fe ita englobadam ente, salvo
as emendas, que serão votadas a seguir, uma a uma.

60
§ l.o) — cada veread or poderá nessa fase de discus­
são, fa la r pelo m áxim o de trin ta (30) minutos, com
direito a cessão dêsse prazo.
§ 2 .0) — para falar, terão p referên cia os autores de
em endas e, sôbre êstes, os relatores, observada em am ­
bos os casos a ordem de inscrição.

§ 3.o) — se fô r aprovada qualquer emenda, a pro­


posta orçam en tária retorn ará a Comissão de Finanças,
para p roced er ao com peten te entrosam ento.
§ 4.°) — A Comissão de Finanças terá o prazo de
cinco (5 ) dias para pronunciar-se sôbre as emendas, fin ­
do o qual retorn ará o p ro je to a O rdem do Dia, para
segunda (2.a) discussão e votação.
§ o.0) — na segunda discussão, observar-se-á o dis­
postos nos § § l . 3 e 2.o, sendo a respectiva votação feita
por p arágrafo, com as em endas correspondentes.

§ 6.o) — en cerrada a votação, será a proposta o r­


çam entária en cam inhada novam en te a Comissão de Fi­
nanças, para elab orar a redação fin al, no prazo m áxim o
de dez (10) dias.
A R T .C 212.o) — A C âm ara funcionará, se necessário,
em sessões extraordin árias, de m odo que o orçam ento
seja en viado a sanção den tro do prazo legal. (Artigcs 93
e 94, da L ei O rgân ica dos M u n icípios).

AR T.o 213.o) — T a n to em prim eira com o em segunda


discussão, as sessões poderão ser prorrogadas além da
hora regim en tal, se assim fô r requerido por algum v e ­
reador e aceito p ela Câm ara, em sim ples votação, sem
discussão ou parecer de qualquer Comissão.

61
K jW )

ART.o 214.°) — Nenhum a em enda será adm itida ao


p ro je to de le i orçam entária, se a m atéria que versar
deva, por sua natureza, ser objeto de le i especial.
ART.o 215.o) — Não tendo o P re fe ito enviado até o
dia 30 de setem bro a proposta orçam entária, o Presidente
determ inará a Comissão de Finanças que a elabore den­
tro de vin te (20) dias, tom ando por base o orçam ento
vigente. (L e i N.° 1, de 18-9-47, A rtig o 93 I único.
§ ú n ico) — a proposta assim apresentada obedecerá,
quanto a tram itação, ao disposto nêste R egim ento In ­
terno, dispensado, entretanto, o p rim eiro parecer da
Comissão de Finanças, que só fa la rá na prim eira dis­
cussão, caso h a ja emendas.
ART.o 216.0) — O orçam ento vigen te considerar-se-á
prorrogado: (L e i N.° 1, de 18-9-47, A rt. 94.°).

a) se o orçam ento não fô r enviado a sanção até


o dia dois (2 ) de Dezembro.
b ) se o novo orçam ento não tiv e r defin itivam en te
votado e sancionado até 31 de Dezembro.

C A P ÍT U L O XL
DA PR O M U LG A Ç A O E PU B LIC A Ç Ã O DAS LE IS E
RESOLUÇÕES

ART.o 217.o) — As leis que a Câm ara aprovar serão


enviadas ao P re fe ito para a prom ulgação e publicação.
As simples resoluções, por não dependerem dessa fo r ­
m alidade, ser-lhe-ão rem etidas para os fin s convenientes,
salvo as que se referirem a organização da Secretaria.

62
§ l.o) — se en ten der que o p rojeto de lei é ilegal
ou co n trá rio ao interêsse público, o P refeito poderá ve­
tá-la, no todo ou em parte, dentro do prazo de dez (10)
dias, contados da data em que o receber, devolvendo-o
a C âm ara ccm as razões do veto. (A rt.° 38, da Lei
O rgân ica dos M u n icíp ios).

§ 2.0) — tratan d o-se de veto parcial, o P refeito po­


d erá sancionar e prom u lgar a parte não vetada, devol­
ven do a Câm ara, no prazo de dez (10) dias, a parte
vetada, acom panhada das razões que o determ inarem
(L e i N.° 1, de 18-9-47, A rt." 38 § 2.o).
§ 3.o) — decorrid o o decênio, o silêncio do P refeito
im p o rta rá sanção do p rojeto, que n êste caso será prom ul­
gado pelo Presiden te da Câm ara

§ 4.o) — o P re fe ito prom u lgará as leis que sancio­


nar, nos seguintes têrm os:

“ A C A M A R A M U N IC IP A L DE B A R U E R I DECRETA
E EU PR O M U L O A S E G U IN T E L E I-’ .

§ 5.°) — re je ita d o o veto, a disposição vetada será


prom u lgada pelo Presiden te da Câmara.
§ 6 .0) — a M esa fa rá publicar as resoluções.

A R T .0 218.o) — Nas hipóteses dos parágrafos 3.° e


5.o, do a rtigo anterior, a le i será prom ulgada pelo Pre­
sidente da Câm ara, usando desta fórm u la: — A C A M A ­
R A M U N IC IP A L DE B A R U E R I D E C R E TA E PR O M U LG A
A S E G U IN T E L E I” .
A R T .» 219.o) — N enhum a L ei ou resolução será ob ri­
gatória, senão depois de publicada por edital na Sede
do M u n icípio ou na im prensa local.

63
§ único) — quando outra cousa não dispuserem, as
leis, resoluções e regulamentos só entrarão em vigor
trinta (30) dias depois de sua publicação.
ART.o 220.°) — Serão registrados em livros .compe­
tentes e arquivados na Secretaria da Câmara os originais
das leis e resoluções, ou provimentos, remetendo-se ao
P refeito, para os devidos fins, as respectivas cópias au­
tenticadas pela Mesa.
ART.o 2 21.0) — as ordens do Presidente aos funcio­
nários subordinados a Câmara serão expedidas por por­
tarias.
ART.o 222.0) — a s representações da Câmara, d iri­
gidas aos poderes do Estado ou da União, e os papéis de
seu expediente, serão assinados pelo Presidente, que se
corresponderá com o Prefeito por m eio de ofícios..
ART.o 223.0) — Não é perm itido ao vereador decla-
rar-se vencido na correspondência da Câmara, nem fazer
qualquer outra declaração antes ou em seguida a sua
assinatura, devendo reservar para a ata a consignação
do seu voto.
C A PÍTU LO XLI
DOS RECURSOS

ART.o 224.o) — Os recursos de atos do Presidente


serão interpostos por simples petição a êle d irigida e
encaminhada as Comissões a que com petir o seu conhe­
cimento.
ART.o 225.o) — O recurso a Câmara contra atos do
Prefeito, exclusivamente em m atéria de lançamentos de
quaisquer tributos, obedecerá o seguinte processo:

64
§ l.o ) — o con tribu in te que tiv e r reclam ado contra
o lan çam en to de qualquer im posto, taxa ou contribuição,
pelos quais tiv e r sido coletado, e não sendo atendido
pelo P re fe ito , poderá recorrer do despacho, dentro de
dez (10) dias seguintes a publicação na fô lh a o fic ia l ou
com unicação ao interessado.
§ 2.°) — o recurso será in terposto pelo contribuinte
em petição d irigid a ao P refeito .
§ 3.°) — ch egado a Câm ara o recurso, o Presidente
fa rá distribu ir a Comissão de Justiça e Finanças. Estas
m arcarão aos interessados o prazo de dez (10) dias,
p ara ju n tar os docum entos e ju stificações que tiverem
para prova de seus direitos.
§ 4.°) fin d o êsse prazo, as Comissões, exam inando
as razões do recorren te e as inform ações do Prefeito,
darão os seus pareceres, seguindo-se dai em diante os
trâm ites regim en tais comuns.
§ 5.°) — se o P re fe ito , no prazo legal, não enviar o
recurso a Câm ara, a esta se d irig irá o interessado repe­
tindo o recurso e ju n tan d o a prova de o h aver in ter­
posto tem p estivam en te perante o P refeito.

C A P ÍT U L O X L II
DA CO N VO C AÇ AO E C O M P A R E C IM E N T O DO PR E F E IT O

A R T .0 226.°) — O P re fe ito poderá ser convocado pe­


la Câm ara, a requ erim ento de qualquer vereador.

§ l.o) — o requ erim ento deverá indicar com preci­


são o ob jeto da convocação fican do sujeito a delibera­
ção do p len ário;

65
§ 2.°) — aprovada a convocação, nos têrm os do pa­
rá g ra fo an terior o Presiden te en ten der-se-á com o P re ­
fe ito a fim de fix a r dia e h ora para o seu com pareci-
m ento dando-lhe, ao mesmo tem po, ciên cia da m atéria
sôbre que versará a interpelação.
ART.o 227.°) — Quando o P re fe ito desejar com pare­
cer a Câm ara e as Comissões para prestar esclareci­
m entos, a Mesa designará o dia e h ora de sua recepção.
ART.o 228.°) — O P re fe ito poderá fazer-se acom pa­
n h ar de técnicos, se ju lga r conveniente, para prestar
os esclarecim entos que se fizerem necessários.
ART.o 229.°) — N a sessão ou reunião a que com pa­
recer, o P re fe ito fará, in icialm en te, por si ou p or in te r­
m édio do técnico, uma exposição do ob jeto de seu com -
paracim ento, respondendo, a seguir, as interpelações de
qualquer vereador.
ART.o 230.°) — O P re fe ito durante a sua exposição
ou na fase das respostas as interpelações que lh e forem
feitas, e bem assim os vereadores ao enunciarem as su-s
perguntas, não poderão desviar-se do ob jeto da con ­
vocação.

A R T .0 231.o) — Quando com parecer a Câmara, o P re­


fe ito terá sem pre o assento a d ireita do Presidente.

C A P ÍT U L O X L I I I
DA P O L ÍC IA IN T E R N A

A R T .0 232.0) — O p oliciam en to do ed ifício da Câ­


m ara e de suas dependências será fe ito p or elem entos
de corporações civis ou m ilitares, postos a disposição da
Presidên cia e ch efiad os por pessoa de sua designação
(A rt.° 48 d a L e i O rgân ica dos M u n icípios).
A R T .0 233.°) — Será p erm itid o a qualquer pessoa, de.
cen tem en te tra ja d a , assistir as sessões, acom odada na
p a rte destinada ao público.
A R T .0 234.°) — H averá locais reservados para con ­
vidados especiais, bem com o para representantes da im ­
prensa e d o rádio, credenciados p ela Mesa, para o exercí­
cio de sua p rofissão ju n to a Câmara.
A R T .0 235.°) — No recin to do plenário, na Secretaria
e em outras dependências da Câm ara, reservadas a cri­
té rio da Mesa, só serão adm itidos vereadores e funcio­
nários da Secretaria.
A R T .0 236.°) — Os espectadores que com parecerem
às respectivas dependências deverão guardar silêncio e
não poderão d ar qualquer sinal de aplauso ou de reprova­
ção ao que se passar no plenário.
§ l. 0) — pela in fra çã o do disposto nêste artigo po­
d erá a M esa fa ze r evacuar a parte destinada ao público
ou re tira r d eterm in ada pessoa do ed ifíc io da Câmara,
podendo requ isitar fôrça, se ta n to fô r necessário.
§ 2.°) — não sendo su ficientes as m edidas previstas
no p a rá g ra fo an terior, poderá o Presiden te suspender
ou en cerra r a Sessão.
A R T .° 237.°) — Se qualquer vereador com eter, den­
tro do ed ifíc io da Câm ara, excesso que deva ser rep ri­
m ido, a Mesa, conhecendo o fa to , o relatará a Câmara,
para que esta delib ere a respeito.
A R T .0 238.°) — V erifica n d o-se a ocorrên cia de d elito
de ação pública den tro do recinto da Câmara, a Mesa
provid en ciará a detenção do crim inoso e a la vra tu ra do
auto de fla gra n te, requ isitanto o com p arecim en to da
au toridade p o lic ia l para abertu ra de inquérito.

C A P ÍT U L O X L IV
DA S E C R E T A R IA

A R T .° 239.°) — Os serviços adm in istrativos da C â­


m ara far-se-ão através de sua S ecretaria e reger-se-ão
pelo resp ectivo R egulam ento.
§ ú n ico ) — caberá ao 1.° S ecretário in sp ecion ar os
referid os serviços da S ecretaria e fa ze r observar o R e ­
gulam ento.
A R T .° 240.°) — Qualquer in terp elação por p arte dos
vereadores rela tiva s ao S erviço de S ecretaria ou a si­
tuação do pessoal respectivo, d everá ser d irig id a e en ca ­
m in h ada d ireta m en te a M esa, através de seu Presidente.
§ 1.°) — A Mesa, em reunião, tom ará con h ecim en to
dos têrm os de pedido de in form a çã o e d elib erará a res­
peito, dando ciência, p or escrito diretam en te ao in te ­
ressado.
§ 2.°) — O p edido de in form ação, a que se re fe re
o p a rá g ra fo a n terio r será protocolad o com o processo in ­
terno.
C A P ÍT U L O X L V

DAS D IS PO S IÇ Õ E S G E R A IS

A R T .° 241°) — As deliberações do P residen te ou da


Câm ara, in terp reta n d o o R egim en to In te rn o ou a casos
não previstos nele, serão anotadas para con stitu ir p re­
cedentes, que d everão ser observados.
ART.o 242°) — A Mesa poderá contratar, m ediante
autorização da Câmara, os serviços taquigráficos, organi­
zação ou publicação de seus anais e a publicação de
leis, resoluções, despachos e outras m atérias de expe­
diente que devem ser divulgadas.
ART.o 243.°) — Nenhum encargo será criado, pela
Câmara, ao erário M unicipal sem que especifiquem nas
respectivas leis os recursos hábeis para atender ao
valor das despesas.
ART.o 244.0) — A p lica r-se-á ao presente Regim ento
Interno, na parte em que fo r omissa, a L ei O rgânica dos
Municípios. (L e i Estadual N.° 1, 18-9-47).
ART.o 245.0) _ o presente R egim en to Interno, só po­
derá ser alterado por proposta escrita, discutida, pelo
menos, em dois (2 ) dias de sessão. (L e i N.° 1, de
18-9-47, Art.o 50).
ART.o 246.0) — a o fin a l de cada Sessão Legislativa,
a M esa fa rá a consolidação de tôdas as m odificações
feitas no Regim ento.
ART.o 247.o) — a presente Resolução entrará em v i­
gor no dia 26 de m arço de 1962, revogadas as dispo­
sições em contrário.

B A R U E R I, FE V E R E IR O DE 1962

Presidente: Dr. Benedito de Lim a Tucunduva


V ice-P resid en te: W agih Sales Nem er
1.0 S ecretário: D im itri Seuaciuc
2.0 S ecretário: W a lter F erreira do Nascimento
VEREADORES

A n ton io A rlin d o N astu levitie


A n ton io M arques
C onstantino Cam argo
D irceu C lem ente
José G arcia Ram os
José de Souza L im a
M á rio T rim b o li
O rlando P in to de A lm en da
Paulo P e re ira Campos

Joaquim Feres F ilh o — Suplente em exercício.

70
^OC-U°q

BARUERI
tL>U Oi ; nC

v o a m s m o de
DESPESA
na 685
PHEFSITX3HA ©0 MUNICÍPIO DE BAEÜERI
Departamento da Fazenda
Ordem de pagamento n S _____
PAZ 3 - SR* CHEFE*
X vista do '•’ue consta no processo na
determino o pa;™xmento da inportancia de Cr$ 4*000*000
(quatro milhoês de cmzelros), que onerou a verba n&
Lei Especial nfi de____ de de 1.965.-
do orçamento vidente, conforme empenho na
a SttDâJf — Jociedade Distribuidora de Autonoveia &aci£
nais Itáa*-
correspondente a entrada para aquisição de um automo—
vel maroa Aero-Willys, ncvo, 0 quilômetros, 4 marcha»,
conforme pedido efetuado pela Prefeitura, nas seguintes
condi$ços de pagamento*- Preço total Ct$ 9.455.650 -3n-
trada Gr2 4*000.000 no ato da en%roja e o saldo restante
eu 3 pagamentos mensais sucessivos de C ri 1*818*550»ven­
cendo a la paroela 30 dias após a entrega do veiculo o
a ultima dentro de 90 dias da entrega, tudo conforme o
pedido já mencionado*—
Barueriv 19 de Outubro d© 1*965
Assinatura lle:;ivel
Diretor" de iíninisfexçao
IfO VERSO COKTEK 0 oEC-UIS1? »
FAZ1—SR, OHEFSl
Esta despesa foi escriturada às fie.158 do livro Caixa
nfi 22*
Barueri, 23<Af Otrttttors 4e 1*9 C5
Assinado Benedito Santana
tesoureiro
OBSJttYAÇCSs:
Cr$ 4*000*000
Secebi da PREFBITÜÍA DO MüfflClPIO DE BARUERIt
a importancia supra de Cr& 4*000*000 (quatro milhões de
cruseiros), referente a entrada para aquisição de um
auto m r c a Aero- illjs, 0 quilometro, conforme descri­
ção no verso.- I para maior clareza firso 0 presente
recibo*Barueri, 19 de Outubro de 1.S65-S0DA2?-Joc* Diotr*
Aut.Macionais Itda*-
OÔFlr, k V t & t t & E J U m A 3ECB2TAKIA DA CÂMARA
WJSI0IPA1 DE BAEUr '3 1*966.
“ »sourelro
CAMARA MUI t l CI E BARUERI
FKE&ST.TQR& DO vmiZlTxQt Dfc 3ARIDSBI
Estado ds São Paulo WÊÈÉÊ

-[!-y,l

Projeto de Lei n£ 33 de 21 de maio de Io9o5-.

' V " , • ' * ' ;

A Gamara Itoboipal de Barueri decreta


nyfy-.j:.
.-J,

Artigo 12) - Fica o Governo do fíunicipio autorizado a re~

formar os veiculos do Município, Caminhões*


' ,

iurtbv.lane ias ? maquina niveladora, adquirir veiculos» peças

pneus e acesso.rios v para qualquer veiculo3 ? por tabela de

preços ou em concorrência Publica ou administrativaso


, ^ ’ t’
Artigo 25) - As despesas com a execução de que trata o ar

tigo anterior correrá por conta de dotaçoes


‘ tyL‘rX* ' ••-
orçamentarias ou por credito a ser aberto na Tesourai*ia

Municipal«
Artigo 3í>) - Esta Lei’entrara era vigor na data de sua pu
bli.cação*, revogadas as disposiçoês era contra

rio o

Prefeitura Municipal de Baruerii em 21 de Maio de 1»965<

0 PREFEITO MUNICIPAL

-ADO ifAI 33E AUffiXBA SÍLO.S-

C^pia autsnticsdfe pela Seor etaria ds oâaare >41%. :£S'

Müniaipal és Baíttsrlt às 1*966*

Í&*l
-oóriA AUTr,miOA-

-M&PJ^*^.JédS2r

B»ipmixe a Mesa* ssá» otielado ao Se­


nhor írefeito para qu© envie n ©ate Gasa cópias
d© todo« os J}©orato» assinados at4 a pressnt©
data © aquela» cru© forsm assinados danui para
frentei tambasi sejwa enviados logo após a asai»
natura*
Sala das SetíSO&af 5 d© junho d© 1#965»

Aesijuado**» d S qí o Alves d© '’iielroa-

06pla autenttcrtda pala Sc-*or©t»aila da


Gamara 'íiniolptl úe Baruerif foéí £5 de !VJLo d©
1 3 6 6 «
-Hequerimento ns 69/65-

Bxmo. Sr» Presidente

Os vereadores abaixo-assinados, requere»


à V.Exoia depois de ouvido o plenário, sefla enviado oí|.
oio ao sr. Prefeito Municipal, solicitandfc o envio ime­
diato de oápias dos Decratcs 14/65» 25/65 e 26/65, à es^
ta Casa*
Sa&a das Sessois, 12 de Novembro 1*965«

Joa! Maria Balieiro

Guilherme de Gugllelmo

Isaias Pereira Souto

João yillalobo Quero

uloio Alves de Queiroz

Roque Barletta Sobrinho

Constantino 0amargo

Gentil P^res Pedroso

Haul Macayoasi
Copia autenticada pela Oeoretaria da Câma­
ra Hinicipal de Barueri, aos 25 de Maio de 1*966»
iã)

>s^M uc dê

-GÔrià AUTDNTICAPA-

-Requerimento «9 5/66-
(Pedido de InformaçoSs)»

Considerando que, tenho neoessidade urgente


das cópias doe decretos expedido pelo uanhor Prefeito -
Municipal} Considerando que já requeri oõpiaa doe mes­
mos oonforme requerimentos 36/65 e 69/65}
Considerando que, em respoa ta ao requerimen
to 36/65 qte solicitava copias dos decretos o sr* Prefei
to responde que informe a Egrégia Cràjfcara* Toüog 0« Deere
tos homologados de 26/ 3/65 até 8/6/55 e em resposta ao -
requerimento 69/65 o senhor Prefeito reajtondeu que "Ja -
determinei a extração das copias do« Decretos 14/65 e de
sua revogaçãoj 25/65 e 26/65 e.fir de envia-los a Egrégia
0 amaraj Considerando que p.te o nomento n~o for envia
do cópias dos referidos decretes a esta Casa, contrarian­
do a Lei 3.528, Tacm como a Lei Ürganica dos MUnicipiosj
Requeiro a Mesa ouvido o plenário seja soli­
citado ao Sonhoi’ Prefeito Municipal, cópias de todos os
decretos expedido pelo Chefe do Executivo, para que se­
ja enviado a esta Casa dentro de 20 dias como manda a -
Lei. Sala ci'is íiessoes, 10 de Fevereiro de 1.966*

Assinados- Docio Alves de Queiró2-

Copia autenticada pela Secretaria da Camara


Municipal de Btu-ueri, aos 25 de Meio de 1 .966*

è r ite / ^ e ^ d r o n

iro
PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE BARÜERI
Estado de Sao Paulo
OP, Nü 15/6&.- _
Senhor Predidente
Sirvo-me do presente para acusar o recebimento
dos requerimentos e indicações, da egregia Câmara, os quais
passo a responder:-
Requerimento nfi 18/65, de autoria do nobre verea­
dor Décio Alves de Queiroz, solicitando informaçoes da enti
dades que recebem ou receberam auxilios desta Municipalidade
até esta data, * Ao senhor Contador* Senhor Prefeito tenho
a informar que as instituições que receberam auxilio desta
Municipalidade foram as seguintes:- Comissão dos Formandos
do Ginásio Estadual de Barueri, e Carapicuiba; receberam e
recebem auxilios desta Prefeitura, o Dispensário Padre Cur-
sino, Dispensário Nacional da Saude e tambem recebem o auxi^
lio a Sociedade Amigos do Jardim Belval.
Requerimento nfi 38/65, de autoria do nobre verea­
dor Décio Alves de Queiroz, solicitando informaçoes si os
projetos de leis aprovados pela Câmara foram sancionados em
tempo habil - Ja foi enviada a Egregia Câmara, Copia de to­
das as leis homologadas.
Requerimento nfi 36/65 de autoria do nobre vereador
Décio Alves de Queiroz solicitando copias dos Decretos Leis
asinados até a presente data e os que posteriomente forem
aprovados.- Informe a Egregia Câmara. Todos os Decretos
leis homologados de 26/3/65 até 8/6/65.
Requerimento nfi 26/65 de autoria dos nobres verea­
dores, AKIRA HASHIMOTO, GUILHERME DE GUGLIELMO, e ARNALDO
R. BITTENCOURT, solicitando providências para que seja ins­
talada uma Sub-Delegacia, no distrito de Aldeia. - Sim o sr.
Prefeito agaurda que o ilustre vereador Akira Hashimoto indi^
que o sub delegado de Policia e o suplente.
Requerimento nfi 25/65 de autorias dos nobres vere­
adores AKIRA HASHIMOTO, GUILHERME DE GUGLIELMO, solicitando
a instalação de uma Sub-Prefeitura no distrito de Aldeia de
Barueri- Deverá ser instalada ainda este ano.
Requerimento nfi 21/65, de autoria do nobre vereador
Arnaldo Rodrigues Bittencourt, solicitando providências con­
tra a empresa de onibus que vinha servindo as vilas Boa Vis­
ta, Barros e Porto.- Ao ilustre vereador Bittencourt, infor­
me que já tem onibus na linha.
Requerimento nfi 54/65 - pedindo infoimaçoes das
entidades <|se receberam e recebem auxilios desta Prefeitura
neste exercicio:- Verificar - Recebem^o Dispensário Padre
Cursini e o Departamento Nacional de Saúde— Receberam tam­
bem a Comissão de Formandos dos Ginásios Estaduais, de Baru­
eri, e Carapicuiba, e a Sociedade Amigos do Jrdim Belval.
Indicação nfi 10/65 - de autoria dos senhores ve­
readores Isaias Pereira Souto e João Villalobo Quero, soli­
citando de3ta Municipalidade um operário, para fazer a lim­
peza da rua onde funciona a feira livre, logo apoá o seu
termino.- Já foi providenciado.
Indicaçao nfi 11/65, de autoria do Nobre vereador
Gentil Pires Pédroso, indicando a necessidade da construção
de dois abrigos no Municipio. - Estamos aguardando planta.
Indicação nfi 12/65 - de autoria do nobrewerea-
dor Gentil Pires Pédroso, solicitando providências no senti­
do de ser recolhido a esta Municipalidade, o patrimonio de
nosso Municipio, que encontra-se em Carapicuiba
(CONTINUfii
s CONT.DO
PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE BARUERI
Estado de são Paulo
Na 15/65.-

Vai ser providenciado*


Indicação ns 13/65 de autoria do nobre vereador Gentil
Pires Pedroso, solicitando providênéias no sentido de obri­
gar os senhores proprietários da Av. D. Pedro II, a constru
irem calçadas^e muros, na referida rua.Já foram intimados*””
Indicação nfi 15/65 de autoria do nobre vereador Gen­
til Pires Pédroso solicitando aquisição de cestos de lixo
para coloca-los nas principais praças do Municipio. A Pre­
feitura acolhendo a sugestão do nobre vereador Gentil, ira
providenciar* ^
Indicação nfi 16/65 de autoria do nobre Vereador Gentil
Peres Pedroso, solicitando melhoramentos a frente do Cemite-
rio de Barueri. Vai ser atendido Lei na Gamara para aprovar.
Indicação n* 17/65, de autoria do nobre vereadorr Gen­
til Pires Pedroso solicitando desta Municipalidade, o cami­
nhão para quando houver enchentes, socorrer os que dele ne­
cessitam. Em estudo.
Indicação nfi 18/65, de autoria do nobre Vereador Gen­
til Pires Pedroso, solicitando melhorias urgenstes nas ruas
do Municipio.^Já foram iniciados os reparos das ruas.
Indicação n# 47/65, de autoria do nobre vereador Gen­
til Pires Pedroso, solicitando a colocação de placas in­
dicativas e números nas residencias. A Prefeitura já pediu
orçamento dos^fabricantes, para faser as encomendas.
Indicação nfi 48/65» de autoria do nobre vereador Gen­
til Pires Pedroso, solicitando providencias para arrumar
as ruas do Parque Santa Luzia, e Vila são Jorge. Be fato as
ruas da Vila são Jorge e do Parque Santa Lusia, precisam de
reparos urgentes, logo que chegar a maquina niveladora será
feito. ^
Indicação nfi 50/65 de autoria do nobre Vereador João
Villalobo Quero, solicitando providencias para que sejam
arrumadas as ruas Marechal Deodoro e Floriano Peixoto. Vai
ser atendido._
Indicação nfi 51/65 de autoria do nobre Vereador João
Villalobo Quero, solicitando protíldencias nos sentido de
ser arrumada a Est. de Jandira, no trecho do portão do Cor-
tume Franco Brasileiro, até a ponte do rio Barueri, em estudo
Indicação nfi 52/65, de autoria do nobre vereador João
Villalobo Quero, pedindo providencias para serem arrumadas
as ruas XV de Novembro, e Bua Barão do Rio Branco. 0 repa­
ro já foi autorizado.
Sem outro particular, subscrevo-me atenciosamente gra­
to *
Prefeitura Municipal de Barueri, em 18 de julho de 1.965.
0 PREFEITO MUNICIPAL
Assinado - Adonai de Almeida Sylos
-ADONAI BE ALMEIDA SYLOS -
Ao
Excelentissimo Senhor
Dr, Milton Campos
D.D. Presidente da Câmara Municipal de Barueri
CÓPIA AÜTENTICABA^EBA-SÊCRETARIA DA CAMARA MUNICIPAL
DE BARUERI, EM 27 DE
liro

L
/ DS " '
\ y-vami

\ PREFEITURA DO TlOKICJlPJO DE BARUERI


Iscado de são Paulo

Barueri, 18 de Novembro de 1.265«


Exmo, Snr, Dr* Milton Oempoa,
DD. Pregixlente da Eçjregia Câmara Municipal de
Barueri,
SENHOR PRBSIBENTE,
Tenho a honrosa satisfação de remeter
a V.Excia. as respostas aos ousa requerimentos dos senho­
res Vereadores da Cêmare Tunicípal, brilhantemente di­
rigida por V.TDxcia,
RÜDoPCo Tj*.3
Resposta ao da n2 60/65 - a) - 0 projoto de Le.i,ne 60/65,
foi sancionado e promulgado pelo Podar Ixocutivo, aos
6 de Setembro do corrente ano; b)- ainda não foi üolici­
tado os créditos necessários p&ra, a sua execução, por
ter sido por- diversos 3dis de «tu Caso, nr ultima audi­
ência que tiveram ao Senhor Governador do Estado, fini­
tamente com c senhor Presidente, aolieilíado a compra da
maquina motoniveladora por intermedie da Caixa 'Hconomi-
ca Estadual, ficando, nesta ocasião o snr, Degutado Al^-Lu^r
timar Ribeiro de Lima, encarregado da "cransação, a qual
seria com grande facilidade de pagamento, favorecendo,
assim os cofres municipais; c)— to demais quesitos do
mencionado requerimento, prejudicados, face a resposta
acima;
Resposta ao requerimento n^61 -a)- a lei n3 65/65,ain­
da nao foi executada, porquanto^ já existe na cidade
um. terreno destinado a construção do predio da delega­
cia de policia e cadeia publica, pa~o ^eloa 'oíres ’Tuni-
cipais para ta] fim; b)- a designação de outro terrena
para o fim jájnencionado, incorrera a Prefeitura r.Tunioi-
pa] nas eançoêa do ?rt. 1&15C a seguintes do Código Ci­
vil e Lei de Desapropriação;
Resposta ao reçuerimento n2 63/65 - a)- já foi autori­
zado a secretaria da Pre itura Munceipal, extrair uma
copiado contrato de locação de serviço feito pelo ex-
prefeito com o snr. fíiaaburo Nornura, na aualidade de
Técnico contador, afim dr scr enviada a Êgregia Câmara;
Resposta ao requerimento n® 64/65 — a)~ a Prefeitura Mu­
nicipal, possua os seguintea veiculos: 'Deia caminhões;
um Jeep; uma ambulancia; um cax*ro fúnebre recuperado da
ambulância velhaj uma maquina motcniveladora em ccnser-
to ha mais de ura ano, cuebrada em t&rreno particular; e
finalmente um auto-Aeio v/illys: b)- os tipos dos veicu-
los estao acima mencionados; c)- os veiculos quandos não
em serviços em viagens, cao guardados na pateio da Pre­
feitura por falta de garagem; d)- a responsabilidade da
guarda dos veiculos, no periodo noturno ê o Guarda da
Prefeitura Municipal; e )~^o Jeep 4 usado em serviço mu­
nicipal, com a fiscal!saçao das feims, obras, transpor­
te do presos ao Forum do Municipic, doentes em digo
porte3 de presos ao Forun Criminal do "unicipio , d
em caso de emergencia, na falta da anbul&nciá, se
PREFEITURA BO TONIC IPIO PE BARUERI
Estado de sSÕ Paulo

encontrado estacionado na run Jandira Cuerra, durante


o dia g a noite, SC.0 nas horas de refeição 4c funcioná­
rio ocupante ou pare re-ero pare prestar serviços:f)-
já autorizei e Contabilidade extrair uma nota doa gas­
tos de combustível do Jesp* pura enviar a Egrégia Câmaio,
o funcionário responsarei pelo Jeep. as roses o snr. Nar­
ciso Cesar e outras ve ses frncionarios designados; g)**o.„
caminhão alugado para -brancorio le Ii*o, ea substituição
ao caminhão da Pref itura em retifica, percebendo a Im­
portância de cr-7, mil cruzeiros diários, cujo serviço será
suspenso logo que fio* r pronto c 'reiouj.o < 0 Municipio j
Resposta ao reqmír in 0:1-0 a •
“ Sy/S'j - a)- Já autorizei ao
funcionário encarregado* a extrair una certidão dés im­
postos e taxas que vom pagando 0 rrigorifico lisani, afim
de reneter a Egrogia Cânaraj b)- o critério que vera ado­
tando a fazenda Municipal, para a cobrança dõ imposto de
industria e profissão, 4 o da Lei a* 61/62, de 27 de Novem­
bro de 1.9621 o)- com referencia a arrecadação cte c pre­
sente momento, autorizei a repartiçao competente, fazer
um levantamento, afim de ser enviado a Câmara IStmicíjwCLf
Resposta ao requerimento n* 66/65 - a)- 0 caminhão da re­
tirada transporte '7e lixo, percorre toâas ac ruas e ave­
nidas de. zona urbana rio muricipio; b}- existe somente um
caminhao neste servieoj c)- estamos estudando a aquisição
de um caminhao adquadro paro ests mister, afim de facili­
tar a coleta do lixoj d) a coleta do lixo e tax?d3 ooirc
sanitaria e esta sendo cobrada do acordo com a loi en vi­
gor; e)- «75 autorizei c repartição competente para fazer
um levantamento desta cobrança, afim de ser enviada a -
Egrégia Câmara;
Requerimento r.P- 67/65- a)- da administração do cemiterio
dc muncipio, acha-se oncarrogado 0 funcionário Joa§ Jú­
lio ; b)— em serviço nc cemitério, acha—ee dois coveiros,
um zelador e um ajudante, em caso d? calamidade publica
4 designado funcionários necessários jara o serviço; c)—
c?ue o horário do expediente do cemiterio normal, e das
sete horas as 17 hora3, as vezes, sao das seis as 18 ho­
ras, dependendo dos horários dos sopaltamentos;
Requerimento n® T3/55- a)- Jtf determinei a OontadcoHL a
levantar o relatorio do requerimento das quotas e seu3
recebimentos, apesar de constar des balancetes, afia de
envia-las a Câmara Municipal, logo que 0 departamento
de contabilidade levanta-las;
Requerimento n fi 6S./63— a)- Jl determinei a sxtjação das
cópias dos Décrètes na.14/65- c de sua revogação; 25/65
e 26/65, afim de envia-los a Egregie Câmara:
Requerimento me 70/6Ç - a)- o serviço r"o paredão do Rio
Barueri, n^o foi paralisado, sem está aguardando que o
leito, do rio baixe as aguas, afim de construir as brocas
para ser feito a viga de cimento, onde serão colocadas as
pedras, cujo serviço nao pode ser feito dentro do aguaj
b)- os gastos de material, ;)á ordenei a repartição coape-
tente promover o levantsraen+o, afim cio envjar a Câmargj-
c)- a Prefeitura está astud&ndc a construção do paredao
PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE BARUERI
Eatado de são Paulo
paredão do outro lado, que deve ser mais "barato, por
possuir menos barranco, e serjnais facil e menos gas­
tos de matoriais; d)- o paredão^onde já foi feito mais
de 150 metros, foi eiapreitado mão de obra, na base de
três milhões de cruzeiros, por 300 metros lineares;
f)- a verba ainda nao foi toda gasta, se faltar será
pedido suplimento;
Requerimento n2 71/65 - a)- no munieipio há quatro
feiras criadas, achando-se somente duas em funciona­
mento, porquanto, as demais abtoam-ae sem feirantes por
nao haver fregueses suficientes; b) a fiscalização das
feiras ê feita pelo funcionário Narciso Cesar; c) os
horários das feiras, aao de 7 horas às 12 heras, sal­
vo emprevistos.
Esta Prefeitura Municipal* Egrégia Câ­
mara, conta com a b<5a e valiosa colabcraçao dos seus
ilustres membros, d entro dos Atos Institucionais em
bôa hora baixados pelo Excelentissimo Senhor Presiden­
te da Republica, afin de podemtcs restaurar imedia­
tamente o progresso do Munieipio e as suas finanças,
paralisadas ha mais de oito anos.
Apresnto-lhes, a Vossa
Excelencia e acs nebres Vereadores, nesta oportunida­
de, aa expressões do meu elevado apreço e distinta
consideração,
0 Prefeito Municipal
Assinado Adonai de Almeida Sylos
(Adonai de Almeida Sylos.)
Exmo. Sr.
Dr. Milton Campos
DD. Presidente da Egrégia Câmara Municipal de
Bameri.
CÓPIA AUTENTICADA PELA SECR TARIA DA CÂMARA
MUNICIPAL DE BARUERI, EM 27 DE MAIO DE 1.966,
PRISFEITÜEA "0 ÍÍÜNICIPIO DE BAHDERI
Estado de São Paulo
0 F / N fl- 6 4 / 6 6 .-

üorueri, 26 de fevereiro de IS66.


Senhor Presidente:

Tenho a honre, de encaminhar à V.Ercia. e


à Egrégia Câmara Municipal, as respostas aos requerimen­
tos e pedidos de infomiaçoes assinados pelos nobres Verea­
dores dessa Casa, ac quais vão a seguir:
Indicc?ão n 9-15/66, do nobre vereacr
Isaias Pereira Souto. Tenho a infomar que a rua n^-l, do
Jardim Florida faa parte do Plar.o diretor pare, execução
no corrente exerci cie.
Indicação n?-1-1/56, õ.a nobre Vereaddr
Gentil Pires Pdroso, referente ao pedido de instalação
de energia eletrica domiciliar nr rua 14, do Jardim Cali­
fórnia. Tenho a informar que será oficiado solicitando
orçamento h não Paulo Light 5.A .- Serviços de Eletricida­
de»
Requerimento n«-4/66t do nobre vereador
Guilherme de Quglielmo. Tenho a ivifcimar que já determinei
levantamento de todos os contrib iates da Estrada dos Al­
tos, cuja relação será remetida ' Egrégia Câmara Municipal»
Renuarimento n^-7/66, do nobre Vereaddr
Dácio Alves de Queiroz, refer ate a reforma. e recuperação
da ambulancin deste "unicipio. Tenho a informar quo este
Poder Executivo aguarda orçamentos solicitados h diversas
Oficinas de Funilaria.
I?enuerinsnto n$-8/66, do nobre vereador
Gentil Pire3 PâÉsreso. Tenho n informar que, todos os ter-
renos particulares que forem limpos pela Prefeitura, esta
debitará as despesas ao contribuinte, se os mesmos não
atenderem a notificação paro efetuarem a limpeza por con­
ta própria,
Heouerimento ng~5/66t dc nobre Vereador
Décio Alves de Queiroz, referente a solicitação de cópias
de Decretos baixados pelo Prefeito Municipal» lenho a in­
formar que, parte dos Decretos solicitados já foram publj^
PREFEITURA T>0 ’ÍUNICIPIO DE BARUERI p
Estado do Cãc Paulo •LS*

publicados no jornal C 3uüurbt~iO, cujos exemplares a


Egrégia Câmara Tunicipal deve posauir em seus arquivos,
e a parte restante será publiewia no próximo numero do
mesmo 4om a l *
Requerimento n--6/C6. do nobre vereuodr
íruilhermê de Guglielmo. L’onho a honra de anexar ao pre­
sente uma cópia do contrato do funcionário municipal tfi—
zaburo Fornira, digo, será envieda oportunamente.
Rer 3:rimei?.to ils-9/66 , dos nobres Verea­
dores Décio Alves de Oueiros e T.jniai Pereira Souto. Te­
nho a informar que os saldo de Tesouraria no dia 17/2
66, sao os seguintes:- Caixa fr* 793.994 - Banco Foderal-
Itaú S*À.— CrS 5.483.499 - Banco do Estado de Sao Faulo
S.A.- 0*3 91.856 - Banco Mercantil o Industrial de são
Paulo Crò 146.463 e Caixa Econômica do Balado de Sao Pau­
lo Ct$ 2.354.920.
Kequerimonto ns-ll/66, doa meamos Verea­
dores* Tenho o prazer dt* anexar ao presente cópia da Es­
critura Publica do terreno objeto da presente solicita­
ção.
Aproveito o ensejo para reiterar & V.
Excia., os protestos de ninJra alta estima e apreço.
Subscrevo-me atenciosamente
0 PHEFLITO MUNICIPAL
Assinado - Àloni de Almeida Sylos
-ABONAI D.f, l.-^r^SYLOS-
Ao Exmo. Sr.
Br* Milfcon Cempoe
BB. Presidente da Câmara Municipal de
B A :r U S R I
CÓpi^fiji^entic^da pela Secretaria da
Câmara 'Tunicipal de BeríSj?j f j / & de maio de 1*966*
^SX) a W M u J r O u;-

O PR IM EIR O JORNAL £

SUBURBANO
D A FLORESCENTE

R E G IÃ O DA

B A IX A S O R O C A B A N A

'w v\w v\v\\\\\w w vvvvw w w

Quinzenário d a s reivindicações dos municípios de S. P A U L O - O S A S C O - BARUERI - ITAPEVI C O T IA - P A R N A IB A Tir. 15.000 Exem plares
N ú m e r o
P IR A P Ó R A . C A J A M A R . C A R A P IC U IB A e J A N D IR A Distribuição Gratuita
Emancipação

Fundador: Diretor responsável e


ANO XV Juvenal Bechera 19 D E M A R Ç O D E 1966 Redator-Chefe N.* 1.068
M A U R ÍC IO BECHARA

Nomeado Nicolettí
Reportagem de
(
Interventor
1
M AU RÍC IO BECHARA )
de Osasco
0 Presidente Castelo Bran­ de, como é o caso — por licitando dêle o reconhecimen­ substanciados na forma de tomou posse como interven­
co acaba de nomear para exemplo — do Lions Clube lo­ to aos inestimáveis iserviços serviços públicos e ordem ad­ tor em Osasco o sr. dr. M a­
exercer a interventoria em cal, enviaram telegramas ao prestados por Nicoletti à Re­ ministrativa, fatores realmen­ rino Pedro Nicoletti.
SUMÁRIO: Osasco. o e x - prefeito dessa
Cidade, engenheiro Marino
Marechal Castelo Branco, so­ volução de 31 de Março, con- te ponderáveis para o prestí­
gio de uma causa política.
Congratulamo-nos com o
Interventor Marino Pedro Ni­
Pedro Nicoletti, que vinha coletti e com a população da
exercendo até o diá 19 de fe­ POSSE sofrida cidade de Osasco pela
L E IA E V E J A
vereiro, próximo passado, o magnifica escolha do Presi­
N ESTE NÚM ERO: cargo de Prefeito deixado va­ No dia 2 último, às 15 hon­ dente da República. E temos
go em 14 de julho de 1964, ras, na sede do M inistério a certeza de que Nicoletti,
pelo senhor Hirant Sanazar. da Justiça, em Brasília, pre­ agora sem a interferência dos
sentes os srs. m inistro Mem vereadores locais na Adminis­
São Paulo - A noticia, tornada públ;ca
no dia 25, do mês passado, foi de Sá, titular daquela im ­ tração da seu Município, sabe­
A nova L ei Orgânica dos recebida com ampla satisfa­ portante pasta; o sr. depu­ rá imprimir à Osasco os ru­
Municípios e os R egi­ ção em tódas as camadas so­ tado Mário Telles, o sr. Hu­ mos que farão dessa Cidade
mentos das C âm aras — ciais do Município, em razão go Crepaldi Filho e o sr. o que o seu povo merece:
C A G E S P inform a — João Pessoa de Albuquerque, uma grande cidade.
da notória simpatia que o en­
Promoção
genheiro Marino Pedro Nico-
leti lograra alcançar no seio
Osasco da população osasquense, mer­ U M A D E U M A S ftR IE
N o seu quarto aniversá­ cê da administração honesta
rio — Nomeado Nico­ e proficiente que vinha fa ­


letti Interventor
zendo há cêrca de sete meses
Nossa Reportagem, em con­
«0 JOIO D0 TRIGO»
B. M. NERY
Bortieri tato com comerciantes e ope­
rários locais, poude sentir a
Adonai vítima de Anti- Muito embora estejamos ainda há um ano e meio
opinião pública osasquense,
Progressistas — Elei­ das eleições municipais, estamos notando uma certa mo­
ção da Mesa — P roje­ verificando serem todos favo­ vimentação dos políticos que são candidatos' à candidato.
tos — Autógrafos — ráveis a continuação do Dr.
Já se propalam nomes de uns quatro ou cinco cida­
Leis — Vetos e P are­ Marino no poder, inclusive dãos, todos êles candidatos à Prefeito, consoante não sa­
ceres — Convocação — para que se efetivasse a «con­
Reportagem Im aginária bermos quantas legendas teremos até cutubro de 1967,
- Editais tinuidade administrativa», tão data em que deverá realizar-se a nossa eleição.
frequentemente citada pelo Fala-se de Aylton, fala-se de Almi, fala-se de Ro­
próprio atual interventor, e berto, fala-se de Maurício e de Bemvindo, inclusive do
que significa a não interrup­
Itapeví ção dos trabalhos já iniciados,
ex-prefeito.
~ Dos cinco primeiros citados, todos êles possuem uma
de construção de pontes, g a ­ certa bagagem de serviços prestados à população, o úl­
Constituição da Mesa —
Câm ara. Sessão bolene lerias, jardins, etc. timo, porém, não acreditamos que tenha coragem de en­
— ü íício ao Governaaor Antes mesmo de isua esco­ trar na luta, pois, como tôda a população tem conheci­
— Vereador irá licen- lha como interventor, Nico­ mento, mais não fêz quando prefeito por absoluta falta
ciar-se — Bacharelando
— Prim eira Turm a de letti já era assim chamado de senso de administração. A sua gestão, no nosso en­
Formandos — Prêmio pala maioria dos moradores N o clichê, instante em que o Interventor de Osasco, Dr. tender, foi uma calamidade!
da Loteria Federal — de Osasco, tal a certeza de Distribuiu ponta-pés a torto e a direito — , seus ex-
Audiência com o tir. Marino Pedro Nicoletti, recebia cumprimentos do Sr. Co­
que o Presidente o tonfirma- -amigos que o digam — , e, no ocaso do seu mandato, fêz
Governador — Reflexos
ría nêsse cargo. Não obstan­ ronel Vicente Afonso Vieira Ferreira, Comandante do 2» aquele papelão; escondendo a chave da Prefeitura no dia
de uma adntinistraçàu
— Convênio — «O Jôio te, algumas entidades dais em que deveria transmitir o cargo!...
G. C A N 9 « A . A . E E. Além de tudo o que acima expomos, devemos ainda
do Trigo» — Movimen­ mais representativas da Cida­
to Paroquial — <Show» acrescentar que o Sr. Rubens Caramez — , segundo do­
Artístico — Os Raspa­ cumentação constante do arquivo da Câmara Municipal

«0 OBSERVADOR DE BARDE.RI»
dos — O Baile da Sau­ — , teve as suas contas rejeitadas dos anos de 1962, pela.
dade — Protesto
Câmara anterior e de 1963 pela atual.
ADONAI VITIMA DE ANTI- bana, admirado por várias posição através de denuncias Aliás, não sabemos porque a atual Câmara ainda não
Cotia PROGRESSISTAS latentes das nossas gloriosas
Forçais Armadas, pela sua
caluniosas, intrigas e «fofó-
cas», julgando que poderá
ventilou o assunto, mormente levando-se em considera­
ção que dentro da atual conjuntuna político-administra.
Q uarta Sessão Ordinária Désde que assumiu o cargo honradez e pela dedicação que usar autoridades como «tes- tiva, dezenas de ex-mandatários já perderam os seus di­
— Eleição da Mesa tas-de-ferro» de sua descabi­
de Prefeito,— pela 2.a vêz, sempre devotou às causas pú­ reitos políticos por terem incorrido em atos de corrupção;
guindado através do vóto li­ blicas. da ambição! enquadrados que foram nos Atos institucionais números
Todos aquêles que o conhe­ Contudo, êste «grupo» não
Carapicuíba vre e democrático do povo, ob­
tendo uma vitória que não cem sabem perfeitamente que perde por esperar; a verdade
1 e 2. Só aqui, para surpresa nossa, ainda não se pro­
curou apurar responsabilidades a fim de banir os possí­
Trabalhos da Câm ara —
deixou absolutamente nenhu­ tudo quanto os seus adversá­ é como o óleo, sempre vem a veis corruptos!
R eeleição. do Presidente
— Relação do E xecuti­ ma margem de dúvidas, Ado- rios políticos falam não pas­ tona, e, quando isto acontecer Vai daqui a nossa advertência a atual Câmara Mu­
vo — O que ocorreu em nai de Almeida Sylos vem sa de méra perseguição, mo­ todos serão desmascarados e nicipal para que procure — , dentro daquele rígido prin­
nove meses de mandato sendo vitima das mais tôrpes tivada, talvês, pela inveja das apontados ao povo e as auto­ cípio de Justiça que tem norteado as suas ações — ,
— IndicaçOes — Muni­ acusações, numa campanha suas qualidades; qualidades ridades, como verdadeiros ca­ apurar as responsabilidades de todos, indistintamente,
cípio em Fóco
caluniosa que vem lhe moven­ estas provadas através da sá- luniadores e subvertedores da a fim de evitar que a laboriosa população de Itapevi seja
do alguns anti-progressistas dia administração que vem ornem. Adonai continuará a ludibriada na sua boa fé.
Jandira de Barueri que, — repudiados desempenhando no município
através das urnas livres pelo Chegam ao cúmulo de se
sua administração honrada e
progressista, o povtf continua­
Isto que estamos expondo é apenas o começo de uma
série de reportagem que êste órgão passará a trans­
Município se Transform a
— Ato n ' 3 — P lan ifi­ povo, — tentam galgar algu­ reunirem em residências par­ rá a ser atendido como até crever.
cação — Alavanca do ma potsição a custa de menti­ ticulares ou mesmo em esta­ aqui o foi, isto é, com toda a Por hoje é só, mas havemos de separar o "Joio do
~**regçgsso — Os frutos ras, de difamações e de sub- belecimentos comerciais tra­ dedicação e respeito, Barueri trigo’’.
de uma àrdua luta — terfugios. mando contra Adonai, urdindo continuará crescendo, até o
A estação de Jandira —
Projetos de Lei — Edi­ calúnias, com o intuito de dia em que o «sindicato da ca­
tal de Concorrência Adonai, v,tima dêsse ver­ subverterem as determinações lúnia, formado por êste gru­
dadeiro «sindicato da calúnia», da ordem.
reside no município de Barue­ Êste malfadado «grupo»
po de maus políticos receba o-
prêmio a que fáz j ú s ... O
RECANTO FAMILIAR
ri, há mais de trinta anoa, on- tem os seus nomes conhecido, Despreso dos homens de bem
ALFRED O THOM AZ
Diversos jxerce a função de Oficial' do e, o que almeja é conseguir
Registro Civil e Tabelião; ad­
de Barueri!.
Sociais — Esporte — Bom Pizzas, fran gos e churrascos diàriamente.
Humor — Religião — vogado, com o seu Diploma P R O M O ÇÃO
Publicidades — Crôni­ registrado no Egrégio Tribu­ Foi promovido, de m ajor Ao tenente-coronel O sval­ O ponto da elite osasquense.
cas — Poesias — Men­ nal de Justiça do Estado, íem a tenente-coronel, o grande do, os sinceros parabéns da Rua José Bacarelli, 191 — V ila Campesina
sagens — Conselhos e
Comunicados
nunca ter sofrido siquer uma am igo dos itapeví enses, Os­ fam ília itapeviense pela pro­ ------O sasco -------
junição, pessôa benquista pe­ valdo Corrêa de Andrade, do moção.
lo povo do toda a zona subur- Q. G. da 2.a Região M ilitar.
O S U B U R B A N O Itapevi, 19 de M arço de 1966

Movimento Paroquial
Escreveu:

de Itapeví
OS
Eram duas turmas. Tu r­
RASPADO S J. M ESSIAS U
(Moisés Jomelessa-s)

perior. ficavam aguardando ça, apesar de não desejar tdanos'. e verificou que eram
QUARESMA Páscoa o Padre atenderá mas Qoostas que sa respei­ ordens daqueles para o que demonstrar isso. demasiados.
aos batizandoS até meio-dia tavam. Tanto de um lado có- desse e viesse. Viera para a praça e alí • onvocou a turma, traçou
Tôda quarta e sexta-feira som ente. mo do outro, as fôrças eram Chiquinho acordara mal encontrara-se com alguns de »■squcmas, fêz esboços e a-
da quaresma realiza-se a idênticas, e ambas sabiam Hisposto acuêle dia. Era do- sua turma; conversaram provou planos.
solene Via Sacra na M atriz disso. mineo e como no sábado ti­ animadamente e, depois de Depois que a «asseniblíin”
às 20 horas. PE. G IO V A N N I VIAJOU H á longo tempo, qualquer nha ido a uma festa, sentia- algum tempo, se dispersa ficou satisfeita com os es­
“ V ig o ra 1à lei da abstinên­ Atingido de forte esgota­ coisa pairava no ar. Alguns kb como que embriagado ram. tudos elaborados, resolveram
cia das carnes em tôda sex­ mento nervoso, sob indica­ se olhavam e procuravam Rapazola de seus treze prá finha a cabeça bem fo r­ agir.
ta -feira da quaresma. Mas ção médica do Prof. Ventu- «atiçar» uns aos outros. euatorze anos. sentia em seu mada, com uma vasta cabe­ Olvidiram-se em grupos e
pela nova lei eclesiástica rini, Pe. G iovanni Cornaro, Moleques já crescidos, com xêr. aquela fôrca pujante que leira negra que era o seu or­ postaram-se em pontos es-
estão obrigados a esta lei valioso Vigário Cooperador seus bisodinhos enfeitando o anima os jovens às aventu­ gulho de jovem viril. Era tratftKlcos. Cada grupo ficou
as pessoas que completaram da nossa Paróquia desde rosto, para chamar a aten­ ras. o seu «ch ic». incumbido de f a z e r uma
14 anos de idade até 60- in i­ agôsto do ano passado, dei­ ção. Os que não possuiam E aventras era o que mais Avançava êle despreocupa- «raspada».
ciados . xou Itapevi no dia 18 de o clássico rahisco entre as empolgava aquele espírito damente pela rua, assobian 4 primeira conseguiu Ia-
★ Fevereiro, rumando para a narinas, acima do lábio su­ ainda com sonhos de crian- do baixinho, quando de re­ le r duas «peladas». Em cada
sua terra natal em busca de pente surgiu, sabe lá de on­ um fo i feita uma meia lua
PRECEITO PASCAL saúde. Figura simpática tí de, um grupo de rapazooes.
acima da testa. Raspagem i>
O tempo útil para a de­ zelante de verdadeiro cava- gritando: — «É êste! Segu-
gilete.
lheeiro do Confessionário,
sobriga iniciou com o do­
m ingo de setuagésima e vai
até o dia 16 de Julho, festa
deixou um grande vazio no
coração dos que o conhece­
O BAILIE DA SAUDADE rêm o-lo!”
Chiquinho se debatia inde­
E, assim. Coram os diver­
sos bandos. Alguns ousaram,
feso, gritando, e espernean-
de Na. Sra. do Carmo: pra­ ram em Itap evi. ,A saudade voesar dos protestos das «v l-
no sem resultados. A valen­
zo mais ue longo para que da sua pessoa não será fà - Umas», cortarem os bigodi-
todo católico dg fato e não cilmente apagada. Quem
(S a u d a d c ó de Jíapcví) tia dos demais foi suficien­
nhos o em seguida fazerem
te para subjugá-lo.
só de nome cumpra o seu mais sofreu pela saída dele uma marca transversal no
Várias pessoas tem me so­ que marcou época. Fiz esta Seguraram-nos pelos pés e
dever de confessar o co­ foram as Capelas que por «oflro” cabeludo. Outros f i­
licitado para publicar a le ­ paródia para que os partici­ nraços, enquanto um outro
mungar uma vez durante enquanto ficaram sem a as­ zeram uma cruz partindo de
tra da paródia da música do pantes do baile pudessem foi, com uma navalha, ras­
êste período; lembramos sistência religiosa. Fazemos uma orelha na outra e da
“ Baile da Saudade” de Fran. canta-la: pando seu bigodinho e fize­ nuca à testa.
que a obrigação é grave. votos de um rápido restabe­
cisco Petronio. “ Atenção jsenhores e se­ ram uns «caminhos de rato» N o fim , todos da turma
Aproveitem por isso os lecim ento de saúde de Pe.
O baile da saudade pro­ nhoras. todos a postos! Vai vtn sua vasta rabeleira. «oosta haviam sido «sacrifi­
paroquianos para cumprir o G iovanni criando-se assim a
possibilidade (aliás muito movido pelo Am érica /F.C. começar o .grande baile da Apesar dos esforços, a cados».
seu dever religioso*em qual­
rem ota) da sua volta para de Itapevi- foi um sucesso saudade!” turma fêz o «serviço». Del- O barbeiro teve serviço.
quer um destes dias sem es­
perar a Semana Santa. Itap evi ou da vinda de ou­ xaram-no de tal maneira /Para não ficar**m marcados
O Padre Vigário atendera tro Padre para substituí-lo. Lá, lá. rá, lá- rà, l á . . . que o pobre chorava como resolveram cortar o cabelo a*
às Confissões de manhã o j Rezemos e muito para êste criança, de raiva, é claro! z e r o ).
a noite antées das Missas fim . “ A i que saudades tenho de Itapevi. Depois que a turma fu ­ N o domingo seguinte, hou­
ou da V ia Sacra. ★ das valsas qu’eu tocava lá no Itaqui giu, Chiquinho, sob o olhar ve Jôgo no campo do «que-
dos beijos e abraços nas noites de lua dos curiosos e adultos, que
★ Ura-osso». © foram os dois
FELIZ PASCOA ao som dos violões e cantatas na rua. «ao quiseram se intrometer ronãuntos que se enfrenta­
SEMANA SANTA Através deste hospitaleiro Já não se tocam mais aquêles sons tão lindos, na «brincadeira», levantou- ram.
Inicia-se com o Domingo Jornal, a congregação Mas­ dos violões alegres de amôres infindos *ie e rol comunicar ao «che­
dos Ramos, 3 de Abril. A culina e Fem inina da Sa­ evocação divina de vozes canoras fe ” da mesma. Onze carecas de um lado,
bênção dos Ramos será co ­ grada Fam ília de Itapevi dos bandolins alegres e músicas sonoras. <Timbiras» era um rapaz e um raspado com mais dez
mo sempre na Missa das deseja uma Feliz Páscoa às Que saudade da bandinha- do América, Cipe e Portela atlético, muito vivo, de seus ft raspar do outro. A partida
9,30 horas. Autoridades, ao Povo, ao Dos subúrbios de cem réis, das varandas e dos coronéis” dezessete anos, que aava in­ foi amistosa e. no fini. após
N a quinta, sexta-feira e Comércio, à Indústria, às veja a qualquer atjeta. Foi ao empate que se apresen-
Sábado Santo haverá M is­ escolas e à tôdas as R eli­ E aí está a letra da paró­ que o Am érica em feliz data escolhido como, «ch efe» da rlmas, as turmas demons tra­
sa somente à noite no ho­ giões cristãs de Itapevi r pa­ dia para àqueles que m e pe­ féz rememorar as músicas de turma por suas qualidades tava com perspectivas acér-
rário costumeiro. No Sába­ ra todos Paz e Felicidade. diram e para os que não ti­ a n tan h o. estratégicas. ram grande valor, eumprii-
do Santo a Igreja será aber­ veram a felicidade de irem Escreveu: MOISÉS JOME- Ouviu a história do Chi­ mentando-se com um vibran­
ta às 18 horas e no dia de Pe. Romeo Mecca naquele tão delicioso baile LESSAS quinho, pesou na balança os te «H ip-H u rra».

A Diretoria do

Frigorífico Itapevi
Na passagem do 7.o Aniversário da Emanci­

pação da gloriosa ITAPEVI, formula os melhores

votos de prosperidade â «Cidade das Rosas», bem

como às suas autoridades constituídas.

Em S. PAULO:
Estrada do Quarenta, 1.100 Rua Benjamin Constant, 42
ITAPEVI - E. F. S. 6.0 andar - Sala 60
Fone: 33-2280
#
Jandira, 19 de Margo de 1966 O SUBURBANO
Técnico da Ferrovia, acredi­
A estação de Jandira continua
depondo contra o bom conceito
tamos. que os estudos do
Planejamento das mesmas
3.a e 4.a Lnhas já tenha si­
fíeportagem imaginária
do concluído e nessas condi­ Reportagem, no meu en­ vulgando somente fatos ve­ o órgão para o qual escreve
da administração da Estrada de ções a Plataform a faltante tender é tudo aquilo que os rídicos. ou é o seu R edator Chefe
O que foi publicado naquela
Ferro Sorocabana já poderia ter sido construí­ homens da imprensa trans­ Infelizm ente, e para des­
da, onde de fato deve servir portam para os jornais, pa­ prazer meu, isto, não se deu sua Infeliz reportagem não
Viajamos nos trens da Es­ sentam: Duas plataformas as demais linhas assim co­ ra o rádio ou para a televi­ com o Sr. Benedito de L i­ foi dito por ninguém, cons­
trada de Ferro Sorocabana cobertas e iluminadas. mo a passagem inferior ou são no fã de esclarecerem a ma- repórter do Jornal edi­ titui em obra de sua im agi­
ficamos conhecendo diversas Porteiras ou Sinais dfl superior de comunicação com opinião pública. Dois fa to ­ tado em Itapeví, "O B R A ­ nação. Nem eu. bem como
obras de arte, as quais exi­ Passagem de N ivel e Aguo a estação. res existem, é lógico, para a SÃO ” , que, na última edição os meus prezados colegas da
giram o máximo de esforços Encanada nas Instalações Será que a água encanada, realização de uma reporta­ daquele órgão, transcreveu Câmara Municipal de Ba.
da Administração da Ferro­ Samitárías. a Porteira ou Sinal na Pas­ gem: o prim eiro é o fato. e- um artigo sôbre o Jardim rueri, dissemos coisa àlguma
via e de modo geral do pes­ Pois bem, am igo leitor, es­ sagem de N ível também es­ o segundo, obviamente, o en. Berval e os seus represen­ daquilo que foi publicado;
soal que contribuiu para a sas necessidades perduram tejam de fato, dependendo trevistador ou r e p ó r t e r . tantes no Legislativo, ao tudo foi forjado pela Im agi­
realização das mesmas obras. sacrificando e expondo a aci­ das mesmas 2a. e 4a. L i­ Após o acontecimento- o en­ qual eu orgulhosamente per­ nação do Tal Benedito de
Para exemplo citamos a li­ dentes aos usuários dos trens nhas? trevistador ou o repórter co­ tenço, que não representa Lima. cuja finalidade é a de
nha Mairinque-Santos e a da Ferrovia e o que dizer-se Esperamos que esta pu­ lide os dados e os divulga, e, absolutamente a verdade. confundir a opinião pública
variante Presidente Altino- das pessoas e veículos que blicação possa chegar ao co­ justamente ai é que reside a Referiu-se, o infeliz a rti­ com respeito a m im e aos
Evangelista de Souza. em grande número fazem nhecimento dos ilustres e grande responsabilidade do culista. a mim e aos meus e aos meus colegas. Escla
Tendo isso em devida con­ uso da Passagem de N ível? dignos responsáveis pelos representande do órgão de leais companheiros, oposi­ reço- a bem da verdade, ao
ta, é natural que nos cause Consta que as mesmas ne­ bons serviços da Estrada de divulgação que, acima de cionistas ao Executivo de S r . Benedito de Lim a ou
grande espanto as dificulda­ cessidades perdurarão até Ferro Sorocabana e possa tudo, deve ser uma criatura Barueri. Pergunto à êle: àqueles que influiram em
des apresentadas à mesma quando a Ferrovia conseguir oferecer motivos para medi­ equilibrada- de conduta re ­ por acaso é crime fazer-se sua mente para que publi­
Administração no caso da a construção das 3.a e 4.a L i­ tações e consequentes acer­ ta, cônscia de seus deveres e oposição? Não está expresso casse aquilo que sempre agí
estação de J A N D IR A ! nhas! . . . tadas providências. Imparcial. Pois tôda as di­ na nossa Constituição o d i­ cem a consciência tranqui­
Já não têm conta as quei­ Admitamos qüe isso este­ O Jandirense interessado vulgações deverão constitu­ reito de defendermos o nos­ la de estar cumprindo o
xas, reclamações e apelos, ja exigindo muito dinheiro e na conservação e no bom ir-se em esclarecimentos à so ponto de vista? Cícou o sr meu dever como represen­
no sentido de que a mesma trabalho, mas, aíndsl tendo conceito da Estrada de F er­ opinião pública, evitando-se Benedito de Lim a o Ato tante do povo de Barueri e
Estação seja dotada dos re­ em alta conta a capacidade ro Sorocabana. a transcrição de notícias que Complementar n.o 5. Por- não me intim idarei diante
quisitos que as demais apre­ dos Engenheiros e Pessoal M- Nunes não representam a expres­ .ventura sabe o Sr. Benedito de ameaças vindas de cria.
são da verdade, ou então de de Lima explanar, em pú­ turas irresponsáveis que, a-
W W VW VVW W W VW VW W W VW W W M W W VW W W m M WVVW VVM WtHHMM M M
imputações à pessoas de blico ou em recinto privado través de REPORTAGENS
pronunciamentos que não a significação daquele Ato? IM A G IN A R IA S , tentam jo ­
foram feitos pelas mesmas. Reside o articulista em Ba gar-me a execração do povo
S e c ç ã o L i v r e A meu ver. o homem que rueri ou no Jardim B erval’ que orgulhosamente repre­
m illta na imprensa- quer fa. Conhece o repórter a vida do sento nêste Município.
êles dizem “ Adorar a Deus” lada ou escrita, deve situar nosso município? E’ simples- Calunias- difamações e
falando até no meu modo fatos forjados pela im agina­
a sua ação dentro dos mais mente acintoso uma criatu­
i p s @ tr de trajar.m e, demonstran­
do assim uma espécie de
rígidos principio de honesti ra que não tem o mínimo
dade e do respeito devido à conhecimento de determ ina­
ção de criaturas irresponsá­
veis não me farão mudar o
cobiça. Depois de trinta dias meu modo de pensar.
criatura humana; os que do assunto- imiscuir-se na
o “A n jo de Deus” , com a Continuarei, com os meus
Agradecemos a boa acolhi­ resolvê-los. Como eu não agirem contráriam ente à ês- vida alheia, e mais, para co­
igreja, usaram das armas do leais companheiros, na luta
da por parte de “O SUBUR­ aceitei a maneira com que tes princípios não são dignos mentar assuntos que fogem
Satanás, mentindo que a co­
B A N O ” , grande órgão de di­ de ocuparem cargos de d i­ ' completamente aos seus co. pelo engrandecimento de
êle se apresentou, resolveu missão havia ido à minha
vulgação de nossa cidade, então fazer uma visita em vulgação, consequentemente, nhecimentos. Ainda mais Barueri, município a que me
casa. Assim eliminou-me
para declararmos aquilo que casa, pensando que havia devem ser marginalizados do levando-se em consideração propúz defender, rechaçan­
com minha família, pratican­
é necessários,'como: deixado tüdo muito certo. selo da Im portante classe. que esta criatura se intitula do a tudo e a todos que
do a mais grave injustiça,
Mais uma injustiça na Êste homem que se diz “ A n ­ Aqueles que são ou se in­ representante de um órgão queiram denegrir aquilo que
sendo que nós não pratica­
prim eira Igreja batista em jo de Deus” , não ficando sa. titulam jor n a 11 s t a s- que de imprensa, cujo conceito honestamente tenho e con­
mos pecado contra Deus
Itapevi, prom ovida p e l o tisfelto com sua irregulari­ nem tão pouco contra as ocupam cargos de repórteres para mim o tenho em alta tinuarei defendendo: Os su­
pastor Edson José Ribeiro. dade para comigo, revolu­ e de entre v l s t a d o r e s de conta. Aconselho ao Sr. B e­ periores interêsses do muni
leis da Pátria.
Edson, com seu modo de ad­ cionou a igreja, criando as­ nedito de Lima. se é que cípio e do Povo.
Caros irmãos e amigos, quaisquer órgãos da im pren­
ministrar, interveio na m i­ sim uma comissão, após ha­ quer cont"nuar no seio da Quer queiram ou não. os
cuidado com êsse mercená- sa, devem ter em conta, aci­
nha vida particular, que­ ver usado palavras que não ma de tudo, as suas sagra­ Importante classe de jorn a­ Repórteres Im aginários!
rendo resolver os meus pro­ se devem usar com nenhum Assinado: das missões de esclarecerem listas. a realizar reporta­ Assinado:
blemas. que só a mim cabe cidadão, no santuário, que José Pereira Llno a opinião pública- respeitan­ gens honestas e procurar, Isaias Pereira Souto
do os seus semelhantes e di­ que é o seu dever, enaltecer Vereador

Cimento Santa Rita S. II, Os frutos de uma árdua luta Ainda permanece presente à pulação jandirense, como a colocação do semáforo na pas­
lembrança da população Jan­ prápria construção da plata­ sagem de nível, a qual tem
dirense e especialmente aos forma da linha Um, e outras colorado em risco vidas hu­
moradores da sofrida Vila Ou­ semelhantes. manas, a retificação do Rio
ro Verde, a tenaz, luta em­ Portanto, reconhecemos os Barueri-Mirim, a extensão da
FÁBRICA: preendida pela Câmara Muni­ resultados positivos da com­ rêdei de energia elétrica, do­
cipal de Jandira, contra o batividade de alguns vereado­ miciliar e pública, a pavimen­
malfadado tráfego de boiadas. res em levantar tal problema, tação das ruas centrais, a ins­

ITAPEVI: Kl. 40 - E. F. S: - Estrada asfaltada Todos recordam-se dos cons­


tantes temores e perigos en­
principalmente os esforços
despreendidos pelos Senhores
talação do Correio, e Delega­
cia de Polícia.
frentados por Senhoras e Alan Kardec e Leo- Pois, tôdas as melhorias
crianças, bem como o vergo­ p o 1 d i n o dos Santos, pois conseguidas à população nada
nhoso estado de conservação a esperar por iniciativa de
mais são que os frutos do
da única via de ac*sso àquêle «outras pessoas», ainda esta­
dever cumprido dos homens
núcleo populacional. ríamos na estaca zero. Lem­
que algum dia se propuseram
Hoje não mais enfrentamos bramos, outrossim, que tôda a a defender os interêsses cole­
tal problema, porém outros de Câmara empenhou-se nêsse tivas desta comunidade.
idênticas proporções. Porém, caso, mas que êsses dois, por Só daremos um grande pas­
como fruto daquela luta, res­ serem os mais combatidos, de­ so no desenvolvimento de Jan­
saltamos um lado humano, o veriam melhor produzir.
dira sa todos, legisladores e
zêlo pelas vidas dos traniseum. Oxalá, isto sirva de exem­ Executivo, pesarem as suas
SÉ DE: tes, e outro econômico, o au­ plo e unidos possamos colo­ responsabilidades e tomarem
mento da receita da Soroca­ car em cheque outras tantas o real sentido do cumprimen­
bana com a construção do angustiosas situações debati­ to do dever. Que isto sirva de

S. PAULO: Rua Pedro Américo, 68 • 8.0 and.


desvio. das pela população, como a desafio.
Senão, vejamos. Somente construção da plataforma, a Juacy da Silva
com» renda no transporte de
bois, de propriedade do Frigo­
rífico Jandira, a EFS arreca­
da em nosso Município, im- E D IT A L D E CO NVO CAÇÃO
Formula ao povo de ITAPEVI portâncila superior a 70 mi­
lhões em média mensal, trans­ Pelo presente edital, a Associação Assistencial da Paró­
portando mais de 10 mil bois quia São João Batista ds Bavuerí, convoca todos os senhores
cumprimentos pelo Sétimo Aniver- por mês. associados, para a Assembléia Geral Ordinária, a se realizar
no próximo dia 20. às 11,30 horas, no Recanto Infantil, loca­
\ Não apenas a população de
Jandira e Vila Ouro Verde lizado à rua Campos Sales, n. 903, para tratar da eleição da
sário de sua Emancipação. beneficiou-se com tal fato, co­ nova Diretoria para o biênio 1.966/1.968.
mo o frigorífico e muito mais Barueri, 11 de março de 1.966
a Estrada de Ferro, a qual
Dr. LUIZ GONZAGA PUNTEL
deveria reverter parte dessa
Presidente
receita às melhoriais que lhe
cabe, para o bem estar da po­
Itapevi, 19 de Margo de 1966 O S U B U R B A N O

«Cidade das Rosas» «O Suburbano» apresenta nova


modalidade de cooperação
contemplada com a Loteria com o povo
Não é a primeira vez que o Constantino Cr$ 11.250.000,
cidadão A T A ID E A N TO N IO e assim ... Baianinho vendeu
N o sentido de movimentar o comércio em geral
DE SOUZA (Baianinho) ven­ todas as frações, sendo que a
e qualquer pessoa em particular, que deseje anun­
de números premiadas... Às maioria em Itapevi, que pas­
ciar a venda de qualquer material, objeto ou ani­
vezês passa indiferente carre­ sou uma semana «alegre» por
mal, aves, etc., vem oferecer suas, colunas para
gando consigo a «sorte» gran­ ter recebido o Prêmio Maior
anúncios, G R A T U IT A M E N T E , reservando-se, po­
I. Aniversariou dia 19 último, de», às vêzes insiste: E ’ ooo da Loteria Federal com o n.“>
rém, o direito de reduzir o» textos ao M Í N I M O
o senhor Frederico de Souza 68, é ooo 99, é ooo 2 0 ... 26.920, corrido a 15 de Ja­
0TIL. Para isso, pede, únicamente, que os interes­
Mello, um dos dirigentes da Muitos tiveram o 20... nas neiro.
mãos; mas o palpite era o
sados levem os respectivos anúncios aos seguintes
conceituada emprêza «SOUZA Esperamos que o feito se
locais:
M ELLO », o qual ofereceu, na «leão», o «macaco», a «co­ rep ita... e, se possível, que
bra», etc...
Em Osasco — à rua Primitiva Vianco, 353, e
sede da organização, -ama sejamos nós os contemplados
av. João Batista, 77 - conj. 3 - s. 1.
agradável recepção aos ceus Alguns «tentaram ». . . Fra­ e que o Baianinho não passe
Em Barueri — Largo São Joãoo Batista, 26.
auxiliares e am igos... ção aqui. fração acolá, duas indiferente quando carregar a
na L a p a ... Alberto do
Em Jandira — Rua Conceição Sammartino, 27.
Parabéns ao Esquerdinha, «sorte grande.
Em Itapevi — Av. Roselândia, 4 è 9.
ao» quais juntamos os de’« 0
Em Carapicuíba — Av. Rui Barbosa, 474.
SU BU RBANO »». «Show» artístico em Em Cotia — Rua Senador Feijó, 98.
Em Parnaíba — Rua Santa Cruz, 42.
comemoração ao 7.o Aniversário Em Pirapora — Largo da Matriz, 13.
Da esquerda para a direi­
ta, o menino Antoninho, pri­
N A S C IM E N TO da Emancipação de Itapevi Em Cajamar — Rua Dom Pedro I, 63.
Em São Paulo — Rua Joaquim Nabuco, 278 *
m o da menina Mariliza da Prom ovido pelo Centro A r ­ Fone 61-6356 — Av. Ipiranga, 877 - 13.’ and - sala
Acha-se em festas, desde
Solva Cascais, que comple­ tístico e Cultural de Itapevi, 131 - Fone 34-2936 — Rua Santa Teresa, 20 - 10.’
o dia 23 passado, o lar feliz
tou 5 primaveras dia 3 p. p. realizou-se dia 18 p. passado
do casal Dorival e Maria and. - Fone 37-3887.
A o Jado, seu irmãozinho, no salão do Grêm io Esporti­
Elena Belli, com o nasci­ vo Municipal um belíssimo
Marco Manuel, que comple­
mento de um robusto me­ Show Artístico que, diga-se
tou dia 15 p. p. seu priim ei-
ro aniversário, nino, que na pia batismal
receberá o nome de Marcelo
de passagem, esteve m aravi­ Primeira turma de formandos
Ainda vemos a menina lhoso.
M aria Regin|a Cascais, que
F orte Belli.
Poucos dias antes, o casal
Estiveram presentes, além em Ginásio em Itapevi
completou dia 24 p. p. 3 pri­ de outras pessoas, o Prefeito
completava um ano de ca­ N oite de gala, num ambiên- fessôres, membros do corpo
m averas; filhos do casal Municipal, sr. Romeu M an.
sado . te festivo e emocionante! docente do Ginásio local:
simpático d. Maria Porflrio frinato e exma. esposa, os
Parabéns aos papais, bem N a noite de 12 de feverei­ Cleida de Oliveira Macedo,
Cascais e do sr. Manuel Cas­ vereadores Lino Piazza, P re­
como ao menino Marcelo, e ro, nas dependências do Ci- Issac de Souza João Pap-
cais, residentes em Carapi- sidente da Câmara, Maurício
que Deus ilumine o futuro ne Teatro São M an oel lite ­ tlsta M. Machado. José
cuíba, proprietários da Pada­ Bechara, Claudionor Bruno,
daquela simpática e tão boa ralm ente tomadas, em pre­ Maurício, Jorge Couri, Luzia
ria e Confeitaria Clarinha. Aylton Ferraz Freitas, Alm i
família. sença das pessoas mais re­ Freire Fava. M aria Block
N a ocasião houve fartura Alves da Silva.
presentativas do Município, Cruz. M aria Narciso Vieira,
de R efrigerantes e salgadi­ O programa apresentado
deu-se a Cerimônia de cola­ M aria Simão Adib, Nanami
nhos a todos os presentes. foi o seguinte: “ Hino da E- P IN G U IM , X I M A N G O e
ção de gráu da primeira tur­ Takam atu e Ophelia Nery,
«O Suburbano», am igo da­ mancipação de Ita p evi” ; Os IV A N Y , no flagrante da ce­
N O IV A D O Conquistadores com Pinguim na: «Os conquistadores». ma de formandos do G in á­ incluíndo-se pessoas repre­
quela conceituada família,
x Xim ango e Ivan i Arrastão, sio Estadual de Itapevi. sentativas da cidade. A con­
cumprimenta os aniversari­ )
antes, bem como seus papais.
Os visitantes da residência dublagem por G lória; Vai Trabalhar, com Waldemar, Festa singela que emocio­ vite do Sr. Jorge José
da Av. Roselândia, 673, fo ­ Dilma e X im ango; Bailado, nou- não só os pais dos fo r­ Abrahão, Diretor do G E. de
ram recepcionados por um pela menina Céli; Ponto de mandos. como também todos Itapevi. tomou lugar à M e­
delicioso churrasco e um ônibus, por vários artistas; aqueles que tiveram a opor­ sa o Sr. Romeu Manfrinato.
gostoso coquetel, dia l.o p. Na Praça do Jardim, com tunidade de assisti-la para­ P refeito M unicipal.
p ., com o noivado dos jovens Cid, Célio, G ilberto e M arly; ninfou a turma a ilustre O " O SUBURBANO” , que
Completou 14 primaveras, Música Sertaneja, com o duo
Rosa Maria da Silva e W an- P ro f.a M aria Elza FemandeS se fez representar pelo seu
dia 19 p. p ., a gentil se­ Juciara; Pensão da Dona Es­
derley Ribeiro. Ela, poeta v Fiuza Teles que, em agrade­ Diretor, Vereador Maurício
nhorita Maria Cristina T o r­ teia, com M arli, João e X i­
funcionária pública; êle, sar­ cimento pela escolha do seu Bechara. congratula-se com
res, residente em Itapevi, à mango; Coral dos Bigodi.
gento do nosso glorioso E - nome, proferiu belíssima e os primeiros formandos de
rua 7 dt Setembro, 20. nhos, com as moças Marli,
xército. emocionante oração. Itapevi, bem como. estende
Glória, Dilma, Ivani, Vera,
Os noivos foram muito Como Patrono da turma êstes votos aos ilustres m em ­
Adélia, Sônia e o maestro
bem cumprimentados devido esteve presente o ilustre bros do corpo docento do G i­
Joãozinho; “ Dr. Valcourt” , násio local pela m eritória
Completou mais um ani­ à simpatia que irradiam e a P ro f. Jorge José Abrahão.
com Xim ango, Tequinho,
grande amizade que gozam Em nome dos formandos obra levada a efeito.
versário natalício., dia 13 p. M arli e João; Jograis, por
p. a prendada senhora dna. da parte de todos. moças e rapazes e encerra­ usou da palavra Luiz Alber­
Rosa, espôsa de nosso queri­ Aos inúmeros cumprimen­ mento com o hino da Em an­ to Ferreira dos Santos, que
do e simpático amigo, o po­ tos recebidos, juntamos os cipação. Na iluminação ope­ na ocasião, recebeu também BACH ARELAND O
pular sr. Augusto Garcia, nossos sinceros votos de fe ­ rou Sillas, na cortina, A n to­ o seu diplom a.
IV A N Y e TE Q U IN H O . que Prazeirosamente anuncia­
industrial residente em São licidade , augurando um fu ­ À Mesa que dirigiu os tra­
demonstraram possuir excep­ ninho, no controle de som
Paulo. turo cheio’ de paz e de pros­ cionais dotes artísticos!. . . Huguinho. Direção geral de balhos se faziam representar mos que Bacharelou-se em
N a 'ocasião, fo i oferecido a peridade. João Domingues. os seguintes senhores pro- Química Industrial, pela E s­
todos os convidados um su­ cola Técnica Oswaldo Cruz.
H U H U U i H H U H H U V H H U H U U n H U U i U V V H i U I V W V W W W W V W W V W V * .W % \\ V W V W
culento churrasco, regado a * tendo recebido o seu diplo­
champanha. iVWVWWWW» ma em jan eiro último, o
nosso prezado am igo M áuri-
IE G E
Segundo fomos informados MOINHO DE TRIGO z'.o Massoli, membro da fa ­
m ília aqui radicada a muito
pelo Sr. Ricardo Maldonado tempo e pessoa benquista no
Peres a Agência Municipal de
Estatística do IBGE dêste
Município foi extinta, sendo
Santo André nosso mundo social.
A o prezado am igo Mauri-
zio Massoli. bem como aos
que o citado funcionário já foi
removido para o vizinho Mu­
nicípio de Osasco.
FÁBRICA DE TECIDOS seus ilustres pais. Sr. Faus­
to Massoli e sua digníssima
esposa D. Gina Massoli, en ­
Agora que contávamos em viamos os nossos sinceros
noss« meio com um servidor
público ajustado ao meio so­ SantoAndré- Tatuí - Caçapava parabéns.

cial local, sempre solícito e


amigo, agora que haviamos FESTA DE
nos cientificado do que é o FORM ATURA
IBGE, pois antes não nos fô-
E M IT A P E V I

INDÚSTRIAS REUNIDAS SÃO JORGE S. A.


ra dado esta oportunidade,
resolve a direção regional
Realizou.se dia 12 de F e ­
dêsse organismo federal extin­
vereiro de 1966, no Clube de
g u iria sua repartição. . Campo de Itapevi, o baile de
Quanto ao Ricardo Maldo­
form atura da 4.a série do
nado Peres, que tantas vêzes Ginásio Estadual de Itapevi,
A menina Maria da Gló­ argumentava sôbre Estatís­ A festa esteve muito bonita
ria Barbosa completou, dia tica, elevando o já benquisto e o baile bem animado. A-
13 último, 8 primaveras. nome do IBGE, auguramos brilhantou-a o C o n j u n t o
Trata-se da filha do pre­ uma ótima permanência ém
Osasco, onde por certo, sabe­
ESCRITÓRIO CENTRAL: Musical Românticos de H a ­
zado am igo e assiduo leitor van a). Às 24 horas, encer­
rá formar o mesmo ambiente
dêste órgão, sargento Jadir
e de dna. M aria da Glória de cordialidade que deixou Rua 15 de Novembro, 137, 2.0 andar raram-se os festejos devido
ao contrato que existiu en­
Barbosa, residentes em Ca- nesta bôa terra como servidor tre os promotores da festa
Tapicuíba, à rua Presidente do, Tmstituto Brasileiro de Geo­ Telegr.: «Indusjorge» - Tel.: 32-6141 - (rêde int.) e os Diretores do Clube. Foi
Vargas, 1.019. grafia e Estatística: quanto a lam entada a falta de con­
Naquêle dia, fo i oferecido êste: «QUEM ENCONTROU SÃ O PAULO «
dução, pois apesar de exis­
aoís presentes Hum delicioso P A R A ACOMODAR, PODE í
i
tirem em Itapevi 16 carros
coquetel, acompanhado de SA IR QUE NAO INCOMO­ , . < no ponto de taxi, apenas 2
salgadinhos. D A » ... trabalharam à noite.
Jandira, 19 de Margo de 1966 O SUBURBANO

Câmara Municipal de Jandira § l.o — Todos os atos da vendedor obrigado a restituir


gação da presente Lei, as quinhentos m il cruzeiros),
PROJETOS DE L E I S Igre ja s para requerem a res­ Comissão de Industrialização ao comprador as im portân­ provenientes do excesso de
pectiva verba-auxilio do pre­ do Municipio deverão ser la­ cias eventualmentes pagas, arrecadação do exercício v i­
PRO JETO DE L E I N.o 16/66 das citadas vias, para o fácil sente exercício. vrados em liv ro de Atas, ru­ com a dedução das despesas gente.
DE 18 DE F E V E R E IR O -D E escoamento do trânsito. A rt. 6.0 — E sta L e i entrará bricado pelo Presidente. eventuais. 5 Unico — P a ra os exercí­
1966 A r t. 3.o — F ica a cargo do em v ig o r na data de sua pu­ A rt. 6 .o — A Comissão de In­ A rt. 13.o — Poderá a Co­ cios financeiros posteriorerea
À Cftmara Municipal de orgião técnico da P refeitu ra blicação, revogadas as dispo­ dustrialização do Municipio missão de Industrialização do deverá ser incluida dotação
Jandira decreta: Municipal dar a form a e a sições em contrário. terá sua séde e fõro nas de­ Municipio fa zer publicidade especial no Orçamento das
A rtigo l.o — Pica aberto area total a ser desaproprida. Sftla das Sessões, 25-2-1966 pendências da Câm ara Muni­ ou propaganda por todos os Despesas, em importância
na Contadoria da Prefeitu ra A r t. 4.o — A s despesas de­ Ass. José dos Anjos cipal, devondo para isso har­ meios ’ que ju lg a r convenien­ nunca inferiores a Cr$ . . . .
M unicipal de Jandira um correntes cóm a execução da Juacy da SilVa monizar o seu funcionamento tes. 1.000.000 (H u m milhão de
crédito especial na im por­ presente L e i serão consigna­ com o da Câm ara de V erea­ A rt. 14.0 — P a ra cobrir as cruzeiros).
tância de (treis milhões de das na verba local — 41 — Projeto de Lei n.o 27/66 de dores. despesas com o funcionamen­ A rt. 15.o — Esta L ei entra­
cruzeiros) Cr$ 3 •000.000. G eral — 31.30.49 — do Orça­ 25 de Fevereiro de 1966 A rt. 7.o — A Comissão de to da Comissão de Industriali­ rá em v ig o r na data de sua
A rtigo 2.o — O crédito m ento Vigente. Dispõe Sôbre Denominação Industrialização de treis anos, zação do Municipio, no pre­ publicação, revogadas as dis­
mencionado no artigo l.o A tr. 5.0 — E sta L e i entrará de V ia Pública contados da data de sua ins­ sente exercício fica aberto na posições em contrário.
destina-se à construção da em v ig o r na data de sua pu­ A’ C âm ara Municipal de talação. Contadoria da P refeitu ra Mu­ Sala das Sessões, 11-2-1966
Ig re ja M atriz e Casa Paro- blicação, revogadas as dispo­ Jandira Decreta: § U nico — A Comissão de nicipal um crédito especial Ass. Nicanor Filadelfo Pe­
quial da Ig re ja Nossa Se­ sições em contrário. A rt. l.o — Passará a deno­ Industrialização do Municipio na importância de Cr$ . . . . reira
nhora Aparecida de Jandi­ Sala das Sessões, 25-2-1966 minar-se Rua João Del Mou­ deverá ser instalada dois dias 1.500.000 (hum milhão e
ra. Ass. Lourenço H uss Jixiior ro, após a vigên cia da presen­ após a publicação e sanção
A rtigo 3.0 — Para atender te Lei, a atual Estrada do da presente Lei.
as despesas mencionadas no Projeto de Lei n.o 24/66 de Figueirão.tam b ém erronea­ A rt. 8.0 — F ica a Comissão
a rtigo l.o. fica o Senhor 18 de Fevereiro de 1966 mente identificada por Rua do de Industrialização do Muni­
C hefe do Executivo, autori­ P rofess or, ' que lig a a
V ila cípio autorizada a receber
zado a utilizar a verba ..A ’ C âm ara Municipal de
Eunice, V ila Esm eralda e ou­ opções de vendas de áreas que
33-4.1.2.0.9-8. — Material Jandira Decreta:
tras. se apresentem para a instala­
Perm anente — Para inicio A rt. l.o — Ficam isentos ção ds indústrias, e qué este­
A r t. 2.o — A s despesas de­
da construção de Cemitério de Impostos Municipais, as ja m dentro do território do
correntes com a execução da
Público. firm as aue instalarem indus­
presente Lei, correrão por Municipio.
A rtigo 4.o — Esta Lei en ­ trias nêste Municipio, de acôr-
conta de verbas próprias do § l.o — N a s opções de ven­
trará em vigor na data de do com o capital investido da deverá constar o preço
Orçam ento vigente.
sua publicação, revogadas as pelos seguintes prazos: — exigido pelo proprietário, a
A r t. 3.0 — E sta L e i entra­
disposições em contrário- Capital de Cr$ 200.000.000 — form a dé pagamento, a loca­
rá em v ig o r na data de sua
Sala das Sessões, 18 de fe ­ Isentos por 5 (cinco anos. lização do im óvel, bem como
publicação, revogadas as dis­
vereiro de 1966. C apital d o Cr$ 400.000.000 as suas dimensões e form a, e
posições em contrário.
Ass. Noliça F u jii — Leo- — Isentas p or 10 anos. serão acompanhadas de plan­
Sala das Sessões, 25-2-1966
poldino dos Santos — Alan Capital de Cr$ 600.000.000 ta com tôdas as carecterísti-
Ass. Leopòldino dos Santos
K ardec Roberto de Albu­ — Isentos por 15 anos. cas.
Vereador
querque — Vilien Brasil — A rt. 2.o — P a ra ser benefi O Sr. Nicanor Filadelfo Pereira, DD. Presidente da câ ­
§ 2.o — D everão também
Juacy da Silva — José dos ciado o contribuinte com as mara, Municipal de Jandira, uma das mais expressivas
P rojeta de Lei n.o 8/66 de acompanhar a opção os se­
A n jos — N icanor F iladelfo vantagens do artigo primeiro, figuras do Legislativo Jandirense, que, segundo tudo in­
11 de Fevereiro de 1966 guintes documentos: dica, será reeleito presidente daquela Edilidade.
P ereira — Lourenço Huss d everá constar do quadro
(D ispõe Sôbre a Criação da a ) — E scritura defin itiva
Junior. de operários 60% (sessenta
C .I.M . (C om issão de Indus­ de compra de venda, devida­
por cento) m oradotes no Mu­ E D IT A L D E C O N C O R R Ê N C IA P Ú B L IC A
trialização do Municipio e dá mente registrada na Circuns­
P rojeto de Lei n.o 20/66 de nicipio de Jandira.
outras providênoias) crição Im obiliária ou, OSWALDO SAMMARTINO, pagamento, e serão abertas
1$ de Fevereiro de 1.966 A rt. 3.0 — Esta L e i entrará Prefeito Municipal de Jan­ na Prefeitura Municipal
A’ C â m ara Municipal de b) — Contrato de com pro­
(D isp õ e Sôbre a Retificação em v ig o r na data de sua pu­
Jandira Decreta: misso de com pra e enda com dira, usando de suas atri. pela Comissão de Julgamen­
d a A v . Conceição Sam m artino) blicação, revogadas as dispo­ to de Concorrências, no dia
A r t. l.o — F ica criada a a anuência do prom itente ven­ bulções legais,
sições em contrário. e hora acima citados, reser­
Comissão de Industrialização dedor, caso não tenha clau­
A rt. l. o — F ic a o Senhor Sala das Sessões, 18-2-1966 FAZ SABER que se acha vando-se à Comissão o di­
do Municipio de Jandira, que sula que adm ite a transfe-
P re fe ito M unicipal autoriza- Ass. Joaquirri Germiniani aberta na Secretaria desta reito de aceitar ou rejeitar
também se identificará pela •rência.
a preceder um levantamento V erea d or Prefeitura Municipal con­ as propostas apresentadas,
sigla «C IM ». c ) — autorização do cônju­
d a A ven id a Conceição Sam ­ corrência pública para a- ou ainda, tornar nula a
A r t. 2.0 — A Comissão de ge, ou,
martino, no trecho compreen­ quisição de 27.000 quilos de concorrência sem direito de
Industrialização do Municipio d) — Procuração de outro
dido entre o número 9 e Projeto de Lei n.o 26/66 de asfalto MC-5 ou, em alter­ indenização ou reclamação.
será composta pelo Prefeito, cônjuge, se o proprietário fô r
17-A, para efeito de retific a ­ 25 de Fevereiro de 1966 nativa, MC-0, neste caso E para que chegue ao co­
Ice-Prefeito, pelo Presidente casado.
ção do citado trecho da re fe ­ (Dispõe Sôbre a Concessão de 10.0Q0 quilos. nhecimento de todos e n in ­
rida Avenida. da Câmara e m ais dois Verea­ e ) — A lv a rá Judicial em As propostas deverão ser guém alegue ignorância,
V erb a-A u x flio às Igrejas
dores, por êste nomeados em caso de litíg io ou inventário.
A r t. 2.o — Após concluida E vangélicas do Municipio apresentadas até as 16 h o­ mandou expedir o presente
ato especial. f ) — Demais documentos ras do dia 22 de m arço de Edital que será afixado em
as obras do levantamento, A r t. l.o — Anualm ente se­
§ l.o — Dentre os compo­ qu * a « C I M » ju lg a r neces­ 1966, na Secretaria da P re ­ lugar público.
sendo demarcadas as áreas rá concedida a cada Ig r e ja
nentes do C IM haverá elei­ sários. feitura, em envelopes la­ Registre-se.
p ara as desapropriações, de­ Evangélica do Municipio, uma
v erá enviar à Câm ara •Muni­ ções para escolha do P resi­ A r t 9.o — D everá a Comis­ crados contendo os dizeres Prefeitura Municipal de
verba-auxilio na im portância
cipal o respectivo mapa das dente e de um Secretário, são de Industrialização do “Concorrência Pública para Jandira, 1.° de março de
de Cr$ 500.000 (Quinhentos
referidas áreas, para efeito m il cruzeiros). funcionando os demais como Municipio instar junto aos aquisição de A sfalto” . 1966.
das desapropriações de que § l.o — P a ra g oza r dos be­ membros. proprietários de áreas que se As propostas deverão con­ OSWALDO SAM M ARTINO
tra ta o a rtig o anterior. § 2.o — O afastam ento ou aprestem à instalação de in­ ter preços, condições de Prefeito Municipal
nefícios da presente L e i as
A r t. 3.o — A s despesas de­ instituições ( I g r e ja a ) interes­ renúncia de qualquer dos dústrias, no sentido ,de conse­
correntes com a aplicação da sadas deverão cum prir as se­ membros determ inará o p re­ guir opções de vendas. A T O N .” 3
presente L ei correrão por con­ guintes exigências: enchimento por outro V erea­ A r t. lO.o — Nenhuma opção NICAN O R FILADELFO levantam ento cadastral, pa­
ta de verba constante do Or a ) — requerim ento endere­ dor que esteja em pleno exer­ levará te r prazo in ferior a PEREIRA, Presidente da ra a base dos lançamentos
çam ento vigente, suplemen­ çado à P refeitu ra Municipal’ cício de suas funções legisla­ seis mêses, exceto no term i­ C â m a r a Municipal de dos impostos predial e terri­
tadas se necessário. a t é .o final de dezembro de tivas, escolhido pelo CIM , de­ no da duração da Comissão Jandira, usando de suas torial urbanos, motivo de
A r t. 4.0 — E sta L ei entrará cada ano, solicitando a verba vendo haver nova eleição se a de Industrialização do Muni- I atribuições legais, contrato firm ado entre a
em v ig o r na data de sua pu­ para o ano seguinte; v a g a fo r do Presidente ou do cipio. FAZ SABER, que a Câm a­ Prefeitura Municipal e a fir ­
blicação, revogadas as dispo- b ) — destinar citada verba Secretário desta. A rt. l l . o — N á o é perm iti­ ra Municipal de JAND IRA, ma referida.
aições em contrário. auxilio â Educação e A ssis­ A rt. 3.0 — A Comissão de do nenhum lucro, comissão aprovou em Sessão O riná- d) — Se a ambulância do
Sala das Sessões. 18-2-1966 tência social desempenhadas indústrialização do Município outros benefícios monetários ria de 11-2-66 o Requerim en­ Pêsto de Assistência Médica
Ass. Jacy da Silva pela Ig r e ja no Municipio. terá por ob jetivo incrementar, à C IM ou aos componentes to N.° 12/66, de autoria dos Sanitária encontra-se em
c) — Apresentar, junta­ por todos os meios de que pela venda de qualquer imó­ Senhores Vereadores José perfeito funcionam ento e em
mente com o requerimento de dispuzer, a instalação de no­ vel destinada a instalação de Anjos, Alan Kardec Rober­ caso negativo qual o seu pa­
P rojeto de Lei no 23/66 de verba auxílio, um plano de vas indústrias no Municipio indústrias. to de Albuquerque, Vilien radeiro.
25 de Fevereiro de 1966 aplicação da respectiva verba, de Jandira. A r t. 12.o — Caberá a C o­ Brasil e Lourenço Huss Jú­ e ) — se já foram inicia­
( Dispõe Sôbre a Desapropria­ d ) — apresentar até o dia 20 § Unico — F ica a C IM au­ missão de industrialização do nior, e nomeou a Comissão das as obras para extensão
ção de Faixa de Terreno para de fevereiro de cada ano, re­ torizada a elaborar ante-pro- Municipio determ inar os pra­ Especial composta dos Se­ da rêde de energia elétrica
Utlidade P ú blica) latório circunstanciado da jetos de Leis que ju lg ar ne­ zos para o inicio das ativid a­ nhores Vereadores:— dom iciliar da Vila Denise,
des industriais aos adquiren­ V IL IE N B R ASIL nêste Município, motivo de
A ’ C âm ara Municipal de aplicação da verba do no an­ cessários ao desenvolvimento
terior. industrial do Municipio, de­ tes de áreas para tal fim. LOUREN1CO HUSS JÚ­ contrato aprovado por esta
Jandira Decreta:
A rt. 2.0 — A concessão dn § l.o — Os prazos a que se
NIOR Casa de Leis entre a P refei­
A rt. l.o — F ica o Poder vendo a m atéria ser encam i­
JOSÉ DOS ANJOS tura e firma especializada
E xecutivo M unicipal autori­ verba auxilio tratada na pre­ nhada a C âm ara Municpal, refere êste artgo deverão
Para apurar a veracidade no ramo, decorrido mais de
zado a desaeropríar am iga­ sente Lei, deverá ser efetuada sofrendo lá todos os trâm ites constar do Contrato de Com­
dos seguintes fatos: seis meses da referida apro­
velmente. uma fa ix a de terra em duas parcelas anuais. legais. promisso de Com pra e Venda
a) — se já foi concluído vação.
de mais ou menos 25 metros A rt. 3.o — O não cumpri­ A rt. 4.o — Tôdas as deci­ ou de E scritura D efinitiva,
o serviçb de levantam ento f ) — durante o período
quadrados p um lote de ter­ mento de quaisquer dessas sões da Comissáo de Indus­ como clausula inerente.
cadastral do Município de abril-novembro, quem res­
reno pertencente ao Senhor exigêncis im plica no corte da trialização do Municipio serão 5 2.o — O não cumprimen­
jandira. a cargo da Socie­ pondia oficialm ente pelos
E vilásio Barbosa, sito à Rua referida verba para o exercí­ tomadas por m aioria de votos, to dos prazos estabelecidos
dade Civil de Planejam en­ cargos de Secretário e Lan.
1, esquina com a Rua Jeroni- cio seguinte. cabendo ao Presidente o voto em contrato, im plica na anu­
tos e Execução “P L A N E X ” çador da Prefeitura. (Nomes
mo Arena, na V ila Santo A n ­ A rt. 4.0 — Passam a v ig o ­ de Minerva. lação do negócio, voltando a Lim itada; e remuneração m ensal).
tônio nêste Municipio. rar, inclusive no corrente A rt. 5.0 — Será obrigatória opção para a C IM para nova b) — Se se encontram na i] g ) — Se foi encerrada a
A r t: 2.o — A área a ser de­ exercício, as disposições da no mínimo uma reunião quin­ venda. Prefeitura Municipal as ampliação do Pôsto Policial
sapropriada destina-se a reti­ presente Lei. zenal dos membros da Comis­ 8 3.o — N a eventualidade plantas que deveriam ser local, onde será instalada a
ficação e consequentemente o A rt. 5.0 — T erão o prazo de são de Industriali2ação do do cumprimento do p aragrafo fornecidas pela citada firm a, Delegacia de Polícia de JAN-
alargam ento do cruzamento noventa dias após a promul­ Municipio. oegundo dêste artigo, ficará o resultantes dos serviços de D IR A .
O SUBURBANO Barueri, 19 de Março de 1966

Câmara M u n i c i p a l de B a r u e r i ves de Queiroz- se a citada


AUTOGRAFOS pliação que foi dada ao P o ­
der Executivo Federal, com
a simples, sinela e quase in­ nicípio, como pode aventar
Sala das Sessões- 26 de no
entidade é conhecida no mu­ vembro de 1965.
O Relator. Décio Alves de
tude do que Prom ulgo a se­
guinte Lei:
A Câmara Municipal d e
A U TO G R A FO D A L E I . para subvencionar culto re' significante concessão de au­ a hipótese se o uxílio será Queiroz. Barueri decreta e promulga
N.p 43/65 ligioso, tanto assim que não xílio e uma entidade assis­ para fins assistenciais ou p a . A Comissão de Justiça e a seguinte lei:
dispõe igualmente sôbre a tencial do nosso Município? ra subvencionar culto reli­ Redação aprova e recomen­ A rtigo l.o — F ica o Poder
A Mesa da Câmara M u ­ aplicação, nem condiciona a Fala mais o sr. chefe do gioso? da o parecer do Relator. Executivo autorizado a con­
nicipal de Barueri fa z pu­ obrigatoriedade da pífeterior Executivo que na form a do O que poderia o sr p re ­ .Pres. Roque B. Sobrinho ceder no presente exercício
blicar o seguinte autógra­ prestação de contas, pela en­ art. 1 .9, inciso 10, da lei n ” feito Municipal exigir da en­ — R ei. Décio A . Queiroz — a subvenção de Cr$ 500.000
fo de L ei: tidade beneficiada; 3.528, de 3-10-1959, lhe é tidade, serik a apresentação Mem. João V. Queiroz. (quinhentos m il cruzeiros) à
A Câmara Municipal de d) Considerando, entretan­ proibido estabelecer ou sub­ de seu Estatuto e outros do­ Associação Assistencial da
Barueri resolve: to, em face da obscuridade vencionar cultos religiosos. cumentos. para poder rece­ Paróquia de S. João Batista,
A provar nos têrmos, o Pro­ de que se reveste o diploma, Certo está o sr. prefeito, pois ber a subvenção à boca do LE I N.o 67 DE 17 DE NO ­ de Barueri.
vejo-m e forçado a vetá-lo realmente a mencionada lei cofre público, mas, até isto VEMBRO DE 1965 I Único — As despesas de­
jeto de Lei n ° 67/65, a sa­
ber: nessa parte, não só para res­ .proibe a concessão de tal be­ é perfeitam ente dispensável correntes com a execução da
guardo de uma prerrogativa nefício a cultos religiosos e : e contrário as leis em vigor, presente lei. correrão por
A rtigo 1.* — Fica o Poder
constitucional e o art. 1.9 in­ ainda mais, o inciso I I do visto que, não existe legisla­ Doutor M ilton Campos, conta das dotações próprias
Executivo autorizado a con­
ciso 10 da L ei Federal n." artigo 31, da Constituição ção sôbre a m atéria confor­ Presidente da Câmara Muni­ constantes do orçamento v i­
ceder no presente exercício,
3.528, de 1959. Federal, reza categorica­ me palavras do sr. P refeito cipal de Barueri, Estado de gente.
a subvenção de Cr$ 500.000
em sua resposta ao citado São Paulo, usando de suas A rtigo 2.0 — Esta lei en­
(quinhentos mil cruzeiros) à Nestas condições, v e jo .me mente: — .
obrigado a vetar e negar « A União, aos Estados, ao' requerimento n.° 12/65, item atribuições legais e de con­ trará em vigor na data d e
Associação Assistencial da
5.“ do O fício datado de ___ form idade com a Lei n.o 1. sua publicação, revogadas as-
Paróquia de São João Batis­ sanção à propositura- Toda­ Distrito Federal e aos Muni­
19-4-65. de 18 de setembro de 1947 disposições em contrário.
ta de Barueri. via, a fim de que a Câmara cípios, é vedado:
I — C ria r. . . (Lei Orgânica dos M unicí­ Sala das Sessões. 14 de de­
S Único — As despesas de­ Municipal possa atingir seus.
I I — Estabelecer ou sub­ Pelo exposto falece a pre- pios) e alínea “ u” , do artigo zem bro de 1965.
correntes da presente Lei, altos objetivos, sugiro — da
tenção do sr. Prefeito em 14, da Resolução n-o 5- de 7 Presidente: Doutor Milton-
correrão por conta das do­ la vênia, com apôio nas ra­ vencionar cultos religiosos,
vetar a proposição. de agosto de 1961 (Regim en­ Campos — l.° Secretário:
tações próprias constantes zões do veto ora invocadas, ou embaraçar-lhes o exercí­
cio» .. . E legal a concessão do au­ to In tern o ), etc. José M aria Balieiro.
do orçamente vigente. — que seja elaborado novo
A rtigo 2.9 _ Esta Lei en­ projeto de lei, dentro das Assim, não só a citada Lei xílio verba. A entidade de Faço Saber, que em sessão Publicado e registrado na
trará em vigor na data de normas legais. 3.528, mas também a nossa uma Associação Assistencial realizada no dia 13 de de­ Secretaria da Câmara M uni­

sua publicação, revogadas as Aproveito do ensejo, para Carta Magna proibe o bene­ Sou pela rejeição veto e con­ zembro de 1965. a Câmara cipal de Barueri, em data
fício afirás "mencionado. A g o ­ sequentemente pela conces­ Municipal rejeitou veto do supra.
disposições em contrário. reiterar a V. Excelência
Sala das Sessões) 17 de aos nobres Vereadores, os ra, acontece que a Associa­ são do auxílio. P refeito Municipal ao proje­ Contador Tesoureiro: João
Ê o parecer. , to de Lei n.o 67/65, em vir- Guerra zenaron.
novembro de 1965. protestos de minha alta es­ ção Assistencial da Paróquia
Presidente tima e distinta consideração. de São João Batista de Ba­
Doutor Milton Campos O P refeito Municipal, rueri não é culto religioso; C Â M A R A M U N IC IP A L D E B A R U E R I
1.9 Secretário Adonai de Almeida Sylos não é entidade que professa
LE I N.o 4/60
José Maria Balieiro outrina de qualquer espécie
Publicado e Registrado na Comissão do Justiça que possa aquilatar como re­
Dr. M ilton Campos, presi­
Secretaria da Câmara Muni­ e Redação ligiosa, ou com tendências
dente da Câmara Municipal
cipal de Barueri em data su- religiosas. A entidade atrás
de Barueri, Estado de S ã o
Contador-Tesoureiro PROCESSO N.o 67/65 mencionada é uma associa­
Paulo, usando de suas a tri­
João Guerra Zendron ção, que possui estatuto, tem
buições e de conform idade
Relator: Décio Alves personalidade jurídica e es­ com a Lei n.o 9.205, de 28 de
de Queiroz tabelece no seu Estatuto, ar­ Dezembro de 1965 (L ei Or­
Barueri, 19 de novembro tigo 2 .9 : gânica dos Municípios) e alí­
del965. P A R E C E R N.» 82/65 « A Associação dará, gra ­ nea “ u” , do artigo 14, da R e­
Exmo. Snr. tuitamente, 1/3 de seus prés­ solução n.o 5, de 7 de Agos­
Dr- Milton Campos Senhor Presidente: timos para uso público aos to de 1961 (R egim ento I n ­
D. D. Presidente da Câma­ O Sr. Prefeito Municipalnecessitados, sem distinção tern o), etc.,
ra Municipal de Barueri. vtou o projeto de L ei n.» 67/ de qualquer natureza, quer Faço saber, que em sessão
Senhor Presidente: 65, que dispõe sôbre a con­ quanto a côr, credo religio­ realizada ontem, dia 7 de-
Tenho a subida honra de cessão de auxilio à A S S O ­ so ou político». Ora, como Março de 1966, a Câmara
encaminhar a V. Excia. e à CIAÇÃO A S S IS T E N C IA L se vê, ao contrário do que Municipal rejeitou o Veto do
Egrégia Câmara Municipal, D A P A R Ó Q U IA D E SAO afirm a o sr. prefeito, a A s­ Vista do Plenário da Câmara Municipal de Barueri, no Prefeito Municipal ao p ro-'
JOÃO B A T IS T A DE B A ­ sociação presta seus serviços instante em que fie procedia a eleição da Mesa para 1966. jeto de lei n.o 9/66, em v ir­
as Justificativas do veto ao
RU ERI, na ’importância de a quem quer que seja, tem tude do que promulgo a se­
projeto de Lei n.o 43, de 17
Cr$ 500.000- Realizou-se no dia 17 úl­ guinte Lei:
novembro de 1965, enviado fins upramente assistenciais
tim o a eleição da Mesa que A Câmara Municipal de
ao Poder Executivo. Nas razões de seu veto, o Poderíamos discorrer mais
dirigirá os trabalhos para o Barueri decreta e promulga
a ) Considerando, um fato sr. chefe do Executivo atra acuradamente sôbre o assun­
exercício 1966-1967, a qual a seguinte Lei:
superveniente e de extrema vés das alíneas a, c e d, a- to, mas os nobres vereado­
ficou assim constituída: A rtigo l.o ) — Fica o Poder
importância que é a promul­ presenta «considerandos» que res conhecem perfeitamente
Executivo autorizado a con­
gação do A T O INSTITU-* além de não espelharem a o problema.
Presidente Constantino ceder a subvenção mensal
C IO N A L N.* 2, de 27 de ou­ realidade de seus conteúdos, Finaliza o seu veto, o sr. I Camargo; dt Cr$ 100.000 (cem m il cru­
tubro de 1965, reafirmou e vêm uma vez <mais paten­ prefeito, dizendo que o pro­ zeiros) à Associação Assis­
ampliou a oempetência ex­ tear o pensamento e orien­ jeto não é conciso no seu tencial da Paróquia de São
Vice Presidente. — José
clusiva do Poder^Executivo tação errônea do Executivo artigo 1 .9, ou seja, não apre-. João Batista de Barueri, a
M aria Balieiro;
para a iniciativa de leis que ao tratar da coisa pública. senta clareza na sua reda­ partir de l.o de Março do
criem cargos ou impliquem Senão, vejamos. ção, não sabendo se o auxi­ 1.° Secretário — Raul corrente ano.
no aumento da despesa pú­ Diz o Sr. Prefeito que o lio destina.se a fins assis­ Macayossi; v § Único — As d espessas
blica ; A to Institucional n.9 2, de tenciais ou para subvencio­ decorrentes com a execução
b) Considerando ainda, que outubro de 1965 reafirmou e 2.° Secretário — Roque da presente Lei, correrão por
nar culto religioso. Discor­
por fôrça da L ei Federal n-' ampliou a competência ex­ B arletta Sobrinho. conta da verba constante da
damos inteiramente do ex­ Ocasião em que o novo pre­
3.528, de 3 de janeiro de clusiva do Poder Executivo posto, de vez que o artigo I o sidente da Câmara, sr. Cons­ orçamento vigente, Encargos
tantino Camargo, agradecia Municipais — Código 3.2 1.
1959, inciso 10, do art. 1.’ , (M unicipal????) para a ini­ é claro e prevê que o auxí­
não é permitido ao senhor ciativa de leis que criem car­ lio será a Associação Assis­ 5.8.9. — Instituições P riva ­
Prefeito Municipal estabele­
cer ou subvencionar ou dar
gos ou impliquem no au­
mento da despesa pública.
tencial da Paróquia de São
João Batista de Barueri- Ora
BAR E RESTAURANTE das — Item 1001 — S u b v e n ­
ções, Contribuições e Auxí­
subvenção (subventio) pe­ Nada tem com isso o Mu­ se a entidade mencionada é lios.
cuniário a cultas religiosos, nicípio, primeiramente por­ uma associação de fins as­ M A R IA FR A N Ç A DA SILV A A rtigo 2.0) — Esta lei en­
sob pena de responsabilida­ que a Constituição do Esta­ sistenciais. se o município já trará em vigor na data de
de criminal; do ainda não fo i adaptada ao Concedeu subvenções como Bebidas Nacionais e E xtrangeiras sua publicação, revogadas as
mencionado A to ; segundo, a disposições em contrário.
c) Considerando mais, que fala o sr. P refeito em res­ Petiscos a toda hora - Delicioso Churrasco
d art. 1.' do projeto de L ei legislação estadual referente posta ao requerimento n.° Sala das Sessões, 08 de
n.o 43/65 N AO DISPÕE COM aos Municípios também "ne­ 12/65 de autoria do vereador A V . C O N C E IÇ Ã O S A M M A R T IN O , 580 Março de 1966.
C L A R E Z A a tiestinação da nhuma alteração sofreu. O- Roque B arletta Sobrinho e
ra, que tem a ver o Ato Ins­ J A N D I R A Presidente
importância de Cr$ 500.000 outro e ao requerimento n.°
?.'■Dr. Milton Campos
para fins assistenciais ou se titucional e respectiva am­ 18/65 do vereador Décio A l­
w w w w w + w w w x w w w w w w w w w w w w w w w w w w w i x w w w w w w w w w w w v v v w w v \w w w v w v w v \w w w w v *\ vv\*w w vvv
*
P ADA RI A E M E R C E A R I A ESTRELA e agora a nova Transportadora «MAZITO»
de d evidam ente registrada n o Estado e na Prefeitura. A ceita-se qualquer tipo de
transporte p ara q ualquer Estado. Frota com pletam ente nova, com ga ra n tia de
W ALD EM AR PE TEN Á DE O L IV E IR A c h e g a d a a o destino. A única T ranspo rtado ra do Estado que está apta p ara satis­
(M A Z IT O ) fazer os clientes. — M A T ER IA IS EM GERAL PA R A M O N T A G E M DE O LARIA. —
A ne xo , Se çã o de materiais p ara construções, ond e V. S. encontra: tijolos, telhas
Pães de tôdas as qualidades, variado estoque de ’ atarias em francesas, pedra britada, areia, pedregulhos, cal, cimento, m adeira, eucaliptos
geral, bebidas nacionais e estrangeiras, sorvetes Kibon. etc. — (Pedreira p ró p ria ).

------------ R U A JO A Q U IM N U N E S , 45 — I T A P E V I — E. F . S.
Jandira, 19 de Margo de 1966 O SUBURBANO
E nós, membros de cidades amanhã feliz, pois os diri­

PlàiificaçãO: alavanca da progresso


cos,.principalm ente executi-
periféricas da grande m e­ gentes de hoje devem voltar vos: Planificação no desen­
trópole, orgulho da América suas vistas ao passado e pla­ volvim ento municipal, a cé­
do Sul, sofremos os mesmos nejar para um amanhã mais lula do regime Federativo
efeitos de sua crescente in ­ complexo. Brasileiro.
B em sabemos que nem em Administração Pública seu desenvolvimento, lan ­ dustrialização; urge, pois, Eis o grande desafio 303 Juacy da Silm
sem pre os fatos se nos apre­ ; esta característica é bem çando, pois, um grande de­ que nossos administradores pretendentes a cargos públi- Jandira _ Março - 1966
sentam como gostaríamos I marcante, pois poucas são as safio ao tirocínio de políti­ meditem sôbre êsse angus­
que fossem. Principalm ente promessas anteriores às elei- cos e administradores públi­ tiante problema, para que
i ções transformadas em rea­ cos. então não caiamos nos mes­
lidade. Voltemos nossas vistas à mos erros outrora com eti­
Porém, uma falta gravís­ grande São Paulo, onde sua dos.
sima e comumente cometida população detate-se com
Em boa ocasião, nossos le­
pelos nossos homens públi­ tantos e tão angustiantes
gisladores estaduais, na re-
cos, é a falta de planejam en­ probftmas, c o ifo intsrm iná-
elaboração da nova Lei O r­
to administrativo, ou a ra­ veis filas, deficiência nos
gânica dos M u ni c í p i o s,
cionalização no emprego do transportes urbanos, inexis­
vincularam a concessão de
dinheiro público. tência de meios de comuni­
auxílios ou empréstimos,
Em seu evolver histórico, cações, ruas estreitas, m ul­
quer Estaduais ou Federais,
as cidades, paulatinamente, tiplicação de favelas e cor­
à elaboração de um plano
vão exigindo de seus admi­ tiços, delinquência juverul,
diretor de desenvolvimento
nistradores, uma racionali­ enfim tantos desafios à ca­
dos municípios, isto porque,
zação em seu desenvolvi­ pacidade de nossos gover­
nantes. não era novidade notarmos
mento, para que seus habi­
verbas para Educação serem
tantes desfrutem do bem- Todos reclamam de tudo,
os impecilhos ao bem-estar aplicadas em outras obrás,
estar social merecido.
menos para resolve'r proble­
De um' simples “ burgo” , da população multiplicam-se
mas de cultura, e assim por
hoje, em pleno século vinte, cotidianamente, e x i g in d o
diante.
temos a multiplicação das soluções à altura de seu pro­
Fachada d » prédio do Legis­
lativo Jandirense, vendo-se o metrópoles eivadas de pro­ gresso. Porém, ao estudarem Oxalá, nossos dirigentes,
t?r. N icanor Flladelfo Pereira, blemas, dos mais variados o caso, os cientistas sociais principalmente municipais, Momento em que o Padre Rom eo Mecca procedia a bên­
presidente daquêle Legislati­ matizes, exigindo de arqui­ chegam à seguinte conclu­ se atenham a êsses critérios
vo, e Joaquim Germignini, tetos, engenheiros, sanita- ção da Im agem de Cristo Crucificado no recinto da Câ­
são: falta de racionalização como norma para suas ad­
vereador, quando procediam mara Municipal de Jandira, no dia em que o Município
a o hasteamento das Bandei­ ristas, economistas e soció­ nas administrações passadas ministrações, e assim, esta­
ras logos, uma humanização em e presentes. remos caminhando para um comemorava o aniversário de sua emancipação.

IN D Ú S T R IA P A U L IS T A D E E X P L O S IV O S S. A.

Relatório da Diretoria

Senhores Acionistas:

•Cumprindo as dispositivos legais e estatutários, temos o prazer de, submeter-lhes à apreciação, o Balanço Geral e a Documentaçã da conta de Lucros e Perdas,
referentes ao exercício findo em 31 de dezembro do ano de 1965, acompanhados do Parecer do Conselho Fiscal.
Para qualquer outros esclarecimentos que desejardes, estamos ao vobso dispôr.
Itapevi, 3 de fevereiro de 1966
aa) A DIRETORIA

BALANÇO G ERAL ENCERRADO EM 31 DE DEZEMBRO D E 1.965

A T I V O P A S S I V O

IM OBILIZADO Cr$ Cr$


NÃO EXIGÍVEL Cr$ Cr$
Imóveis ..................................... ................................. 5.1417313 Capital ........................................................................ 88.000.000
Máquinas e Aces., Móveis e U te n sílio s.................. 2.945.908 Fundo P/Aumento de C a p ita l................................... 1.000.000
Veículos ...................................................................... 3.272.000 Fundo de Reserva Legal e E sp ecia l......................... 19.185.056
Reavaliação de Imóveis ........................................... 6.765.110 Provisão P/Depreciações .......................................... 5.621.602
Reavaliação de Ativo-Lei 4357/64 ........................... 74.802.285 92.926.616 Provisão P/Devedores Duvidosos .......................... 9.987.244
Provisão P/Indenizações e S in istr o s ........................ 16.895.985
R E A L IZÁ V E L Fundo de Reavaliação de Ativo ............................... 39.440.202
Ações e Apólices ......................................................... 66.500 Lucros em Suspenso ................................................... 51.126.245 231.256.334
Adicional de Renda-Lei 2973 ................................... 3.146’.48â
C/Correntes-Movimento ........................................... 5.711.843
Empréstimo Público — Lei 4069 ............................. 549.000 EXIGÍVEL
Estoques ....................................................................... 49.050.983 C/Correntes — Garantidas Movimento .................. 67.865.335
Obrigações e Títulos a Receber ............................ 270.134.140 Fornecedores ............................................................... 73.926.713
Obrigações Trabalhistas — Lei 4357/64 .............. 1.837.700 330.496.648 Impoistos a Recolher ................................................... 20.353.981
Obrigações a Pagar .................................................. 5.000.000
D ISPO N ÍVEL Ordenados e Salários a Pagar ................................. 1.977.047
Caixa ........................................................................... 4.871.679 Salários Familia a Pagar ......................................... J65.000
C/Correntes — Bancos ............................................. 5.528.56-1 10.4C0.243 Seguros a Pagar .................................................• 1■ 085.350
Títulos Descontados ................................................... 21.9&'5.533
ESTIMATIVO Percentagem da Diretoria ......................................... 10.223.214 202.592.173
Marcas e Patentes ........................................................................... 25.000

CO M PEN SAÇÃO COMPENSAÇAO


Ações Cancionada3 ................................................... 200.000 Caução da Diretoria ..................................... .......... 200 000
Adicional Imp. R. Acionistas ...»........................... 32.000 Empréstimo Compulsório de Terceiros .............. 386 800
Empréstimo Compulsório ................ ...................... 386.800 . Fundo Restituível Acionistas ................................... 32.000
Devsdores Títulos em Carteira ............................. 77.597.212 Títulos em Carteira ................................................... 77.597.212
Devedores Títulos em Caução ................................. 104.869.834 Títulos em Caução ............................. ....................... 104.869^834
Devedores Títulos em Cobrança ............................. 55.671.561 238.757.407 Títulos em Cobrança ......... . . . .................................. 55.671.561 238.757.407
672.605.914 672.605.914

DEMONSTRAÇÃO DA CONTA DE LUCROS E PERDAS EM 31 D E DEZEMBRO DE 1.965


D É B I T O C R É D I T O

Cr$ Cr$ Cr$ '


Despezas Administrativas, Industriais, Diversas, Orde­
nados, Salários, Impostas ........................................................................... 239.412.667 Vendas ............................................................................................................... 293.681.262
Provisão P/Depreciações e Indenizações ...................... 3.471.262 Rendas Diversas ............................................... ............................................... 8.199.052
Provisão P/Dev. Duvidosos e Sinistros .......................... 11.211.762 Provisão P/Devedores Duvidosos ................................................................... 7.089.130
Fundo de Reserva Legal e Especial ........................ 815.476
Percentagem da Diretoria ................................................. 10.223.214
Lucros Em Suspenso ......................................................... 37.835.063 69.556.777
308.969.444
308.969.444

EDGARD SAMPAIO LUIZ REVIGLIO IVAN BALSEMÃO PALHEIROS M. A. FRANCO


Diretor Presidente Diretor Induistrial Diretor Comercial Técn. Cont. - C .R .C — SP - 45.385

PARECER DO CONSELHO FISCAL


Os membros do Conselho Fiscal da Indústria Paulista de Explosivos S. A., abaixo assinados, no desempenho dás isuas funções legais e estatutárias, após exame
minucioso do Balanço Geral, demonstração da conta de Lucros e Perdais, livros e demais documentos relativos ao exercício de 1965, são do parecer que a Assembléia
Geral Ordinária, por terem encontrado tudo em perfeita ordem, deve aprová-los.

Itapevi, 28 de Janeiro de 1.966


a) CAMILO VANNI a) MIGUEL OLIVA FEITOSA a) W ALTER NEGRINI
O SUBURBANS Bàrueri, 19 de Margo de 1966

P r e f e i t u r a M u n i c i p a l de B a í u e r i
Prefeitu ra Municipal de Ba- so desequilíbrio em sua ar­ ma e distinta consideração. dores de continuarem a fazer
viada pelo Executivo dentro contrariando as normas le ­
rueri, 11 de Março de 1966. recadação municipal; do prazo legal, donde a con­ gais, esquecendo talvez por O Prefeito- Municipal as- saus lastimáveis demogo-
Senhor Presidente. 3.°) — Que, além disso, de clusão de estar lutando com conveniências, que só o P o ­ .. Adonai de Almeida Sylos gias, artigo 4.o e 32, do A to
Tenho a honra de comu. conformidade com o aritgo sérias dificuldades financei­ der Executivo pode determ i­ Exmo. Sr. Institucional, n.o 2, que é lei
nicar a Vossa Excelência e 9.° da Lei Orgânica dos Mu. ras para atendimentos de nar obras administrativas, Dr. M ilton de Campos constitucional que se sobre­
à Câmara Municipal, que • nicípíos, fixou taxativam en­ obras julgadas Inadiáveis; elabora lei de auxílios e sub­ DD. Presidente da Egrégia põe às Leis inferiores, que con­
vetei o P rojeto de Lei, n.° te a competência das Câm a­ 8.°) — Por isso, o Ato Ins­ venções; Câmara Municipal de trariam os seus dispositivos;
5/66, e o fiz pelas seguintes ras Municipais, nos seus titucional n. 2, em boa hora 9.°) — Que, aplicando-se Barueri
razões de fato e de direito: itens de I a IX ; ademais, baixado pelas gloriosas F or­ nos casos omissos as disposi­ Senhor Presidente. c) Além disso, os calçamen­
1.°) — O Poder Legislati­ 4.°) — Que o Ato In sti­ ças Arm adas Revolucioná­ ções concernentes aos casos tos, asfaltamentos, constru­
vo Municipal, tomando a si tucional n.° 2, em seus a rti­ rias, salvadora do nosso re­ análogo, e não as havendo, Tenho a honra da levar ao ções, abertura de ruas, aveni­
a iniciativa dêste Projeto de gos ns. 4 e 32, aplica.se por gim e democrático, deve ser os princípios gerais e direi­ conhecimento de Vossa Exce­ das, retificações de ruas, es­
Lei, ora vetado, contrariou analogia aos senhores Ve­ cumprido e respeitado e to, julgo o referido projeto lência e da Câmara Municipal tradas, iluminação por ener­
normas, legais vigentes, in ­ readores, êstes não podem acatado por todos os bons de lei, n. 5/66, carecedor de que neguei sanção e promul­ gia elétrica, auxílios, subven-
do, assim, de encontro aos apresentar projetos de lei brasileiros, o qual proíbe aos sanção e promulgação. gação, ao projeto de lei, 6/66, sões e compras de veículos,
princípios contidos na Lei que aumentem as despesas senhores Deputados Fede­ Com estas razões que jus­ pelas razoeis que seguem: consertos e compra de peçais,
Orgânica dos Municípios, ou acarretem despesas nos rais, Estaduais e Vereadores tificam , face interêsse pú­ a) O projeto de lei, n. 6/66, materiais de construções é
que fixam a sua competên­ orçamentos ou alteração de de continuarem a fazerem as blico, vejo-m e obrigado a ve­ é inconstitucional, por con­ prerrogativa do Poder Execu­
cia. Ora, a Câmara M unici­ suas verbas, muitas das ve­ suas lastimáveis dem ago­ tar totalm ente o projeto de trariar dispositivos legais vi­ tivo, em vista os recursos or­
pal não pode legislar, por zes já empenhadas em P la ­ gias com propostas mais dis­ lei, n. 5/66, por sua ilegali­ gentes; çamentários do que dispõe;
iniciativa própria, sôbre a no Diretor; paratadas de auxílios de be­ dade.
execução de obra alguma, 5.°) — Que é proibido na nefícios, subvenções e re­ Aproveito do ensejo para b) O Poder Legislativo por d) Ademais, é também de
por isso que, sendo m atéria esfera Federal e Estadual, é compensas, lançando mão de reiterar ao senhor Presiden. força do artigo 9.o da Lei Or­ se ponderar o fato virgem na
exclusiva da competência do também aos Vereadores, aumentos às despesas do te­ te da Egrégia Câmara M u­ gânica dos Municípios, só po­ história deste Município, o de
Poder Executivo, só a êle é porquanto o Ato Institucio­ souro municipal para con­ nicipal, os meus sinceros de legislar as matérias, cons­ o Chefe do Executivo não dis­
dado saber qual ou quais as nal, que é Lei Maior, que tem plar entidades diversas, protestos da mais alta esti­ tantes do item I à IX, do re­ por no presente exercício de
obras administrativas que se sobrepõe às outras leis. ferido artigo, e por determi­ uma lei orçamentaria, não
devem ser executadas, no Nêstes têrmos, a Câmara nação constitucional do Ato aprovada pela Câmara Munici­
plano administrativo; Municipal não pode votar Institucional, n.o 2, não pode pal, apesar de ser enviada no

2.°) — Ademais, cingindo,


m e ao prim eiro dos Projetos
lei de auxílios, subvenções,
construções de obras ou ser­
viços que acarretem despe­
A R M A Z É M DE SECOS envolver-se em construções de prazo legal, donde a conclusão
obras públicas, auxilios e sub­ de estar lutando com sérias
venções, qwe é exclusivamen­ dificuldade financeira para
sas ao Município;
de Lei, ao de n..° 5/66, cum­
pre-m e ponderar que se tra ­
ta de obra de construção de
6.°) — Outra razão é de
que construções de Delega­
E MOLHADOS te da competência do Poder atendimentos de serviçois jul­
Executivo, por envolver des­ gados inadiaveis.
pesas aos cofres municipais.
um prédio para Sub-Delega. cia de Polícia e Cadeia Pú­ Assim sendo, os senhores Ve­ Com estas razões que justi­
cia de Polícia e Xadrez cuja blica e obras que tais são readores, por imperativo de ficam, face interesse público,
de responsabilidade do Go-
BEBIDAS N A C IO N A IS
execução cabe ao Estado, leis, não podem apresentar, vejo-me obrigado a vetar to­
construí-lo ou locá-lo, de vêrno do Estado, tanto mais qualquer projeto de lei que talmente o projeto de lei, n.o
acôrdo com a Secretaria de que, no caso em apreço, ine. E E X TR A N G E IR A S acarrete despesas, alterar ou, 6/66, por sua ilegalidade. Que
Segurança Pública, fa to que xiste assinatura ou estabele­ transferir verbais orçamentá­ seja o projeto vetado trans­
é de se lam entar desconhe­ cim ento de qualquer convê­ rias, muita das vezes já em­ formado em indicação ao Exe­
cido pelos nobres vereadores
que o aprovaram. Com e fe i­
nio do Município com o Go-
vêrno do Estado;
Takeshi Takao penhadas pelo Poder Executi­ cutivo para que oportunamen­
vo, de acôrdo com a jurispru­ te este inclua no próximo pla­
to, fosse o Município arcar 7.°) — Ademais, é também dência ,porque, o A to Institu­ no de pavimentação a ser exe­
com os onus de execução de se ponderar o fato v ir­ cional n.o 2, em bôa hora bai­ cutado.
de obras de construções de gem na história dêste M u­ xado pelas Forças Revolucio­ Atenciosas saudações.
Delegacia de Polícia, Cadeia nicípio, o de o chefe do E- nárias, salvadora do nosso
Pública, Fórum Criminal, xecutivo não dispôr no pre­ regime democrático, deve ser O Prefeito Municipal.
R U A C A M PO S S A L L E S N .o 19
Agência de Correios, Grupos sente exercício de sua Lei respeitada e acatado por todos Adonai de Almeida Sylos
Escolares, e Ginásios, esta­ Orçamentária, dado não ter os bons Brasileiros, o qual A o Exmo. Snr. Presidente
B A R U E R I da Câmara Municipal de Ba­
ria então esa Prefeitura às a Câmara Municipal, cum­ proibe os senhores Deputados rueri.
voltas com o mais escabro­ prido a Lei aprovando a en­ Federais, Estaduais e Verea­ Dr. Milton Campos.

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H Câmara Municipal de Itapevi


por todos os seus seus rèpresentantes - Prefeito, Vice-Prefeito
e Vereadores - cumprimenta o povo do Município pelo Sétimo
Aniversário de Emancipação, pedindo também mais um voto
de confiança nesta gestão, para o progresso desta querida
terra.

R O M E U M A N F R IN A T O V E R E A D O R E S :
P refeito
P E D R O DE O L IV E IR A S IL V A A Y L T O N F E R R A Z F R E IT A S
V ice-P refeito
L IN O P IA Z Z A B E N E D IT O F R A N C IS C O C H A V E S
fÜ | oi ■?«
Presidente CLARO C A M A R G O R IB E IR O
::
C L A U D IO N O R B R U N O
E L IZ IÁ R IO M E N D E S a
Vice-Presidente
M A U R ÍC IO B E C H A R A M Á R IO L O P E S F IL H O ::
::
1.’ Secretário O S M A R DE SO U ZA <*
::
A L M I A L V E S D A S IL V A
TU G U O U E T A i*
2.° Secretário

H U U U U U U U U V V U H U U U U V m V \U W H U U U U V V H U H U V 1
Barueri, 19 de Março de 1966 O SUBURBANO

Prefeitura Municipal de Barueri


§ 2.t — O pagamento da ção individual ou fam iliar, A rtigo 5.* — A preser.le pecial na importância de Cr$
EDITAIS DE L E I S taxa poderá ser efetuado de novas ou seja existentes. L ei será, no <fue couber, re ­ 32.268.156 (trinta e dois m i­
uma só vez, descontando-s3 A rtigo 3.* — As taxas das gulamentada por decreto do lhões, duzentos e sessenta e
A D O N A I DE A LM E ID A alugar um prédio situado à os juros somadas ao custo sepulturas perpétuas e cons­ Poder Executivo. oito mil, cento e cincoenta e
SYLOS, Prefeito Municipal Rua Duque de Caxias n.* 192, dos serviços. truções são as constantes de A rtigo 6-* — Esta Lei en • seis cruzeiros) destinados ao
de Barueri, da Comarca dc no distrito da Séde. §- 3.o — Sôbre as taxas de­ tabela anexa da presente Le.:. trará em vigor na data do pagamento das desapropria­
Barueri,' u sando de s u a “ A rtigo 2* — O prédio ob- vidas e não pagas nos prazos A rtigo 4.* — As constru­ sua publicação, revogadas as ções constantes das Leis n.os
atribuições legais, .jeto do arligo 1.* destinar- prefixados, será cobrada a ções de túmulos e jazigos, disposições em contrário. 38/65, 41/65 e 45/65.
F A Z SABER, que a Câma- se-á para o funcionamento multa de 10%- muretas, carneiras e çapejas, Prefeitura Municipal de A rtigo 2.9 — O crédito a
Municipal de Berueri decreta do Centro de Saúde de Ba­ § 4.« — O lançamento será dependem de plantas aprova­ Barueri, em 18 de Agosto de que se refere o artigo 1.°, de
e eu promulgo a seguinte rueri pelo p ra lo 'de (seis) feito em livro especial em das pelo Poder Executivo. 1965. conformidade com laudos de
Lei: m eses. que se consignarão as taxas avaliações, respectivas, re fe ­
L E I N .9 19/65 DE 19 DE L E I N.* 31/65 DE 18 DE devidas pelos contribuintes, TABELA ANEXA AO PROJETO DE LEI N.? 43/65 rem às desapropriações abai­
A B R IL DE 1965 AGOSTO DE 1965 bem como os números de re. DE 18 DE AGOSTO DE 1965 xo.
A r tig o '1.» — Fica o Senhor A rtigo 1.? — Fica a P re fe i­ cibos e datas dos respectivos § 1.9 — A referente à Lei
P refeito Municipal autoriza tura Municipal autorizada a pagamentos. 1 — Enterramento em sepultura perpétua no n.’ 38/65 sôbre desapropria­
do a pagar a importância de financiar a extensão de li­ A rtigo 8.o — Havendo ins­ Cemitério de Barueri ........................ . Cr$ 8.000 ção de 12 m il metros quadra­
Cr$ 100.000 (Cem m il cruzei nhas (ou rédes) para forn e­ talação de transformador, os 2 — Enterramento em sepultura geral . . . . Cr$ 1,000 dos, à razão de Cr$ 1.400
ros) ao Senhor Douotr M IL ­ cimento de energia elétrica beneficiários localizados den 3 — E x u m a ç ã o ........................ .......... ............. Cr$ 5.000 (hum m il e quatrocentos
T O N CAMPOS, Chefe do D is­ para fins domiciliares. tro de um raio de ação de 4 — Construção de carneiras para adultos .. Cr$ 7.000 cruzeiros), no valor de Cr-$
pensário Nacional de Saúde A rtigo 2.9 — A Prefeitura 300 metros ficam obrigado:, a 5 — Construção de carneiras para adolescen­ 16.800.000 (dezeseis milhões
em Barueri. Municipal, 'mediante pedido participar das despesas com tes ..................................... ..................... Cr$ 2.500 e oitocentos m il cruzeiros),
A rtigo 2.* — A importância de moradores a serem bene­ a sua instalação. 6 — Construção de mureta para adultos . . . . Cr$ 6.000 que consta ser de Cícero de
referida no artigo anterior é ficiados, ou de associação re­ A rtigo 9.» — VETADO. 7 — Construção de mureta para adolescentes Cr$ 2.500 Moraes ou seus herdeiros.
a título de auxilio àquêle Dis­ presentativa dos mesmos, A rtigo IO-5 — Para execu­ 8 — Concessão de terrenos por metro qua­ A rtigo 2-9 — O que se re­
pensário, pelos serviços m é­ comprovará a necessidade da ção desta Lei, se fará incluir drado em ruas transversais .................. Cr$ 8.000 fere a Lei n.’ 41/65 sôbre n
dicos prestados por aquêle extensão da rêde e oficiará a verba própria do orçamen­ 9 — Concessão de terrenoj por metros qua­ desapropriação de um lote de
Médico à população dêstí à Concessionária solicitando to bem como fica autorizada drado em ruas transversais .................. Cr$ 15.000 terreno no Km. 29, Vila N o ­
Município, nos meses de Ja­ 0 respectivo orçamento, ou a Prefeitura Municipal a rea­ 10 — Construções de jazigos s im p le s ......... .. Cr$ 10.000 va, com 320 metros quadra­
neiro e Fevereiro do presen­ recorrerá às firm as particu­ lizar operações de crédito ne­ 11 — Construção de jazigos duplos . ....... .. Cr$ 20-000 dos, à razão de 2.233,20 (dois
te exercício. lares registradas e autoriza­ cessário até o lim ite máximo mil, duzentos e trinta e treis
A rtigo 3.* — As despesas das pela Concessionária. dos débitos dos contribuintes cruzeiros e vinte centavos)
decorrentes com a execução A rtigo 3-9 •— Os orçamen­ que vençam no mesmo exer­ L E I N.9 50/65 DE 6 DE dra 5, lote n.9 9, com a área perfazendo um total de Cr?
da presente Lei, correrão por tos devem ser, apresentados cício financeiro. SETEM BRO DE 1965 de 280 m2. 714.656 (setecentos e quator­
conta da verba constante do em treis partes, separada­ A rtig o 11.* — Para a exe­ A rtigo 1.* — Fica o Poder A rtigo 2-0 — O imóvel a ze mil, seiscentos e cincoenta
orçamento vigente, Encargos mente, assim distribuídas: cução dos serviços no corren­ Executivo autorizado a ad­ ser desaproriado se destina­ e seis cruzeiros), de proprie­
Municipais — Código ......... a) extensão de linha prim á­ te ano, fica aberto na D ire­ quirir, mediante concorrên­ rá à passagem de servidão dade de quem de direito.
322.1.5.8.9. — Instituiçõet ria (alta ten sã o ); toria da Fazenda Municipal, cia pública uma motonivela- que ligará a Vila Porto com § 3.9 — A referente à Lei
Privadas — Item 1001 — b) extensão de linha secun­ um crédito èspecial na im ­ dora, nova Xnoderna último o Jardim dos Çamargos. n.9 45/65 sôbiíe a desapro­
Subvenções, Contribuições dária (d o m icilia r); portância de Cr$ 4.000.000 tipo. A rtigo 3.9 — A área, as di­ priação de uma área do se­
Auxílios- c) instalação de transfor- (quatro milhões de cruzei A rtigo 2-o — Fica o senhor visas e as confrontações do nhor Em ílio Guerra, com ..
A rtig o 4-* — Esta L e i en • mador. ros), com vivgdncia até 31 P refeito municipal autoriza­ imóvel a que se refere o ar­ 1.507 metros quadrados a Cr$
trará em vigo r na data de § Único — Deverão parti­ de Dezembro de 1965. do a solicitar os créditos ne­ tigo 1.9 constam da planta 5.500 (cinco mil e quinhentos
sua publicação, revogadas as cipar, proporcionalmente, os S Único — O valor do cré cessários logo após o resul­ arquivada na - Prefeitura. cruzeiros) o m etro quadrado,
disposições em contrário. beneficiários que estiverem dito a que se refere êste ar­ tado da concorrência pública A rtigo 4-9 — A s despesas no total de Cr$ 8.288.5000
Prefeitura Municipal de enqudrados em cada item tigo será coberto com recur A rtigo 3.<? — Esta L e i en­ decorrentes com a execução (oito milhões, duzentos é o i­
Barueri, em 23 de A bril de dêste artigo. sos do excesso de arrecada trará em vigor na data de da presente L ei correrão por tenta e oito m il e quinhentos
1965. A rtigo 4-9 — Aprovado o ção. sua publicação. conta das verbas próprias do cruzeiros), e uma área da
orçamento, a Prefeitura Mu A rtigo 12.? — Esta L ei en­ A rtigo 4.o — Revogam -se orçamento vigente. Minebra — Minérios Brasi­
L E I N .’ 21/65 DE 24 DE nicipal autorizará a execução trará em vigor na data de as disposições em contrário. Artigo 5.9 — Esta L ei en­ leiros S. A ., de 1.293 metros
M A IO DE 1965 do serviço da Concessionária sua publicação, revogadas as Prefeitura Municipal de trará em vigor na data de quadrados, à razão de Cr$$
A rtigo 1* — É criado um ou a firm a partiicular, que disposições em contrário. Barueri, em 6 de Setembro sua publicação, revogadas as 5.000 (cinco m il cruzeiros) o
Hospital Pronto Socorro em vencer eventual concorrência Prefeitura Municipal de de 1965. disposições em contrário. metro quadrado, no total de
Barueri, observadas as dis­ púbica. Barueri, em 18 de Agôsto de — /— Prefeitura Municipal de Cr$ 6.465.000 (seis milhões
posições Federal e Estadual, A rtig o 5.9 — Fica criada a 1965. L E I N.* 54/65 DE 4 DE Barueri, em 6 de Outubro de quatrocentos e sessenta e
referentes à matéria. taxa de iluminação que aten­ L E I N.? 39/65 DE 18 DE OUTUBRO DE 1965 1965. cinco m il cruzeiros)-
A rtig o 2" — O Goiyêmo derá ao disposto desta Lei. AGOSTO DE 1965 A rtigo 1.9 — Fica decreta­ A rtigo 3.9 — O presente
Municipal, fica autorizado i A rtigo 6.' — A taxa de ilu­ A rtigo 1* — Fica o Poder do utilidade pública, para L E I N.* 57/65 DE 5 DE crédito será coberto com os
levantar um empréstimo jun­ minação, destinada a atender Executivo autorizado a exe­ fins de ser desapropriado em OUTUBRO DE 1965 recursos provenientes do ex­
to à Caixa Econômica E sta­ as despesas efetuadas com a cutar mediante concorrência Juizo ou fora dêle, um ter­ A rtigo 1.9 — Fica aberto cesso de arrecadação previsto
dual a fim de que seja cons­ execução dêsse serviço, com­ pública ou administrativa, as reno que consta ser de pro­ na Contadoria da Prefeitura para o corrente exercício.
truído e instalado o futuro preenderá o custo da mesma obras de construção de uma priedade do Dr- CICERO DE Municipal de Barueri, um A rtigo 4.9 — Esta Lei en­
hospital. e dos serviços correlatados ponte situada no rio Barue M O RAES ou seus sucessores crédito especial na importân­ trará em vigor na data de
A rtig a 3.* — O Futuro indispensáveis. ri, em frente à Ig re ja de São situado na zona urbana da cia de Cr$ 1.682.640 (Hum sua publicação, revogadas as
Hospital de Barueri, levará c § 1.» — As taxas são devi­ João Batista ligando as ave­ cidade de Barueri, à rua Dr. milhão seiscentos e oitenta e disposições em contrário.
nome da benemérita dama das pelos proprietários dos nidas Henriqueta Mendes Cicero de Moraes, esquina dois mil seiscentos e quaren­ Prefeitura Municipal de
Paulista D o n a L E O N O R imóveis com ou se benfeito­ Guerra e Avenida 26 de M ar­ com a estrada de Itú, com s ta cruzeiros) para o paga­ Barueri, em 6 de Setembro
M END ES D E B ARRO S. rias, que forem beneficiados ço. área de 11.370 m2. mento da duplicata n.9 ----- de 1965.
A rtig o 4-* — Esta L ei en­ ou tenham, possibilidades de § Único — É o Poder E xe­ A rtigo 2.* — A área, as di­ 10.129, de 19 de março de
trará em vigor na data de se beneficiarem com energia cutivo autorizado a dispender visas e as confrontações dc 1565, na importância de Cr$
sua publicação, revogadas as elétrica domiciliar. para êsse fim , até a im por­ im óvel a que se refere o ar­ 461.160 (quatrocentos e ses­ L E I N.9 61/66 D E 15 D E
OUTUBRO DE 1965
disposições em contrário. § 2-’ — As despesas, calcu­ tância de Cr$ 3.000.000 (treis tigo anterior, constará na senta e hum m il cento e ses­
Prefeitura Municipal de ladas na form a do artigo, se­ milhões de cru zeiros). planta anexa que constituirá senta cruzeiros), e duplicata A rtigo 1. — Fica o Senhor
Barueri, em 28 de Maio de rão divididas proporcional­ A rtigo 2.o — Para atender parte integrante desta Lei. Prefeito Municipal autoriza­
n.9 10.129 de 19 de janeiro
1965. mente ao número de metros às despesas decorrentes da A rigo 3.’ — A área a ser de 1965, na importância d,? do a efetuar o pagamento do
de frente de cada proprieda­ presente Lei, fica aberto na desapropriada se destina à Cr$ 1.221.480 ,hum milhão, auxílio de Cr$ 200.000 (du­
LEI N -9 22/65; DE 1.» DE de, ficando no entanto sob a Contadoria Municipal um futura construção do Centro duzentos e vinte e hum mil zentos m il cruzeiros) desti­
responsabilidade de cada pro­ crédito especial na importân­ do Govêrno Municipal. nado à aquisição de m ate­
JULHO DE 1965 quatrocentos e oitenta cru­
prietário a ligação de energia cia de Cr$ 3.000.000 (treis A rtigo 4-* — Fica decreta­ zeiros) tôdas da tipografia riais de construção necessá­
A rtig o 1.* — Fica aberto
milhões de cruzeiros), que da e declarada de urgência a rios ao término das obras da
na Contadoria Municipal, um elétrica nos seus prédios. São Paulo Ltda.
A rtigo 7.o — A quota de será coberto com os recursos desapropriação desta área. A rtigo 2-9 — O créditc Ig reja Evangélica Assem ­
crédito especial na importân­
cia de Cr$ 1.233.560 (Hum cada proprietário será paga provenientes do excesso de A rtigo 5.* — Para atender constante do artigo 1.’ re fe ­ bléia de Deus do Jardim Bel-
val.
milhão, duzentos e trinta t* em 20 parcelas, sendo a pri­ arrecadação previsto para o às despesas com a desapro­ re-se ao pagamento da aqui­
priação de que trata a pre­ sição de impressos especiais A rtigo 2.9 — P ara atender
treis mil, quinhentos e ses­ meira por ocasião da autori­ corrente exercido.
A rtigo 3." — Revogam-Sí sente lei, fica o oder Execu­ às despesas decorrentes no
senta cruzeiros), para verba zação dos serviços e as se­ de Contabilidade, em obedi­
as disposições em contrário. tivo autorizado a abrir os artigo primeiro, fica o senhor
reparos e adaptações, con­ guintes, trimestralmente, a- ência à Lei n-* 4.320, de 17
A rtigo 4 * — Esta Lei en­ créditos necessários. Prefeito autorizado a utilizar
servação de veículos — Sede crescidas de juros caso aja de março de 1964 (Norm as
atrasos nos pagamentos. trará em vigor na data d ; A rtigo 6.'— Esta Lei en­ a verba 3.2.1.5 8.9. In sti­
— Para pagamehto da re fo r­ Gerais de Direito Financeiro
ma do caminháo. § 1’ — Logo após a con fir­ sua publicação. trará em vigo r na data de para ,-laboração e controle tuições Privadas, constante
A rtigo 2.’ — Esta lei en­ mação do orçamento, e con- Prefeitura Municipal de sua publicação, revogadas as dos orçamentos, e balanço da do Orçamento vigente.
A rtigo 3.9 — Esta L e i en­
trará em vigor na data de comitantemente à autoriza­ Barueri, em 18 de Agosto de disposições em contrário. União, dos Estados, dos M u­
Prefeitura Municipal de trará em vigo r na data de
sua publicação, revogadas as ção dos serviços, a Prefeitura 1965. nicípios e do Distrito Fede­
Municipal dará ciência aos Barueri, em 8 de Outubro de sua publicação, revogadas as
disposições em contrário. ral.
1965. disposições em contrário.
Prefeitura Municipal de proprietários beneficiados A rtigo 3.* — Esta Lei en­
mediante aviso, a fim de que. L E I N.* 43/65 DE 18 DE Prefeitura Municipal de
Barueri, em 1.» de Julho de trará em vigo r na data de
no prazo de 15 dias a contar AG O STO DE 1965 Barueri, em 15 de Outubro de
1965. sua publicação, revogadas as
da data de recebimentos de A rtigo 1-* — Ficam os se- L E I N.’ 56/65 DE 5 DE disposições em contrário. 1965.
avisos, efetue *0 recolhimento pultamentos no Cemitério de OUTUBRO DE 1965 O P refeito Municipal
L E I N > 28/65 DE 16 DE ' Prefeitura Municipal de
da primeira parcela na T e ­ Barueri regulados pela pre­ A rtigo 1* — Fica declara­ A3onai de Alm eida Sylos
JU N H O DE 1965 Barueri, em 5 de Outubro de
sente Lei: do de utilidade pública, para Publicada e registrada na
A rtigo 1.’ — Fica o Senhor souraria da Prefeitura M uni­ 1965.
A rtigo 2.* — O Poder E xe­ o fim de ser desapropriado Secretaria da Prefeitura M u­
Chefe do Executivo, autori­ cipal, vencendo-se as demais
cutivo concederá median te em Juizo ou fora dêle, um L E I N.9 59/65 DE 6 DE nicipal de Barueri, em data
zado a estabelecer contrato de 3 em 3 meses, de modo
SETEM BRO DE 1965 supra.
çntre a Municipalidade de entretanto, que não coinci­ requerimento de interessados terreno de propriedade de
A rtigo 1-* — Fica aberto O Secretário
Barueri, e o Senhor João dam com o imposto territo­ áreas de sepultamento per­ quem de direito, situado na
pétuas destinadas a inuma- rua 6, da Vila Porto, da qua­ na Contadoria um crédito es­ José Cotomacio
Evangelista Rodrigues, para rial ou predial.
O SUBURBANO Osasco, 19 de Março de 1966

Osasco no s e n 4 ° a n i v e r s a r i o
Depois de várias marchas da já famosa “ merenda es­ atual pela “ Aliança Para o gamento das vias de escoa­
P R O N T O S O C O R R O
e contra-marchas. das quais colar” para 35.000 crianças, Progresso” , que é quem fo r­ mento das aguas pluviais, o
sua população já nem mais graças à confiança deposita­ nece o leite para a merenda. que foi feito sem vacilações
Um dos pfîntos mais im ­ construída. Esta m agnifica
se recorda, e que culmina, da no govêrno municipal pelo Engenheiro Nicoletti.
portantes da Administração Unidade de Saúde- será do­
ram com sua emancipação Determinou- êle. assim, a re­
Marino Pedro Nicoletti em tada de moderno equipa­
política e econômica, Osasco tificação dos dois principais
Osasco e a construção de um mento médico e cirúrgico,
completou no próximo dia moderníssimo Pronto-Socor­ devendo libertar os 200.000 I N S T A L A Ç Ã O DA C O M A R C A córregos da Cidade: o Cór­
19 de fevereiro do corrente rego Rico e o Córrego Bus-
ro, destinado a ser o maior habitantes da Cidade, dos Nicoletti não se descuidou do por sua notória austeri­
ano o seu 4o aniversário de socaba. As obras de retifica-
da reg'âo da baixa-Soroca- problemas inerentes à falta tampouco, do problema da dade no trato dos problemas
vida autônoma. çao, em sua fase final- já Io.
bana- com cêrca de 1.600 de assistência médica. Justiça em seu Município. que lhe são atinentes. Vem
ram testadas pelas primeiras
Am plo progresso registra­ metros quadrados de área Assimilando a alta im poi. para Osasco com as melho­
chuvas caidas no verão,
do no Município nêstes úl­ tância dêsse problema não res credenciais que poderiam
apresenta n d o excelentes
timos quatro anos- constitue vacilou em ceder o próprio ser exigidas para o exercício
condições de vasão às águas
a melhor prova de .que o Po­ edifício onde funcionava a de sua função. Já tem onde
que tanto já afligiram a po­
vo de Osasco estava com a séde da Prefeitura para ser­ morar, à Avenida dos Auto­
pulação osasquenSe.
razão ao pleitear sua liber­ vir como “ forum ” da novel nomistas. n o 9137 — em
dade política' e a autonomia comarca de Osasco. Efetuou Osasco, mesmo- e já provi­
encontra-se hoje plenamen­ também as laboriosas d ili­ denciou a m atrícula dos f i ­
EDUCAÇAO E CU LTU RA
te consolidade, registrando- gências no sentido de conse- lhos em estabelecimento de
. sp nesta cidade renovado gr/r a nomeação do Juiz ensino de Osasco.
No terreno da Educação e
ím peto econôm ico. vendo hoje plenamente re ­
Cultura, grandes aconteci­
compensados êsses trabalhos Igualm ente já foi designa­
Vale como exemplo o úl­ mentos culturais tem m ar­
com a nomeação do Dr. Coa- do o Prom otor Público para
tim o ano da Administração cado a profícua administra­
racy Carlos Lacerda Madu- a nova Comarca, a saber o
Municipal, especialmente os ção de N icoletti. Um coral
reira para o desempenho do Doutor José Roberto Franco
últimos séte mêses com a m agnifico, composto de cer­
delicado mister. O Dr. Coa- da Fonseca- mais conhecido
permanência do atual P re­ ca de 25 coristas- represen-
racy. que vem de ser trans­ como Dr. Fonseca, de igual
feito Marino Pedro Nicoletti. am o Município em certa­
ferido da Comarca de Itape.. forma- portador das mais
jovem engenheiro civil de mes de arte vocal, dando à
tininga é homem dos mais encomiásticas r e comenda-
profissão, a quem a cidade Aqui funcionará o futuro Pronto Socorro Mc.lêlo, de Osasco notável prestígio no
íntegros, operoso e conheci­ çces.
deve muitos e importantes Osasco, o maior da A lta Sorocabana, com 1.600 ints. terreno das belas artes Ex­
de construção, em três pavimentos. posições fotográficas e ou­
m elhoram entos. Tanto no
setor de Obras, como no da tras iniciativas, marcam
Saúde Pkblica e outros, são também o cuidado da atual
CAM PANH AS DA das- ganhou da Prefeitura
notáveis os melhoramentos adm inistração municipal em
ASSISTÊN C IA MÉDICA um prédio que até se poderia
verificados. Increm entar junto à popula­
qualificar de luxuoso, dota­
ção o gôsto pelas artes.
No terreno da assistência do das mais modernas con­
Mais de cincoenta bolsas
médica, várias campanhas dições de habitabilidade e
M ELHORAM ENTOS de estudo, para os cursos su­
importantíssimas foram rea­ funcionalidade. H oje o Cen­
periores e ginasiais, foram
lizadas pelo Departamento tro de Saúde do Estado, lo­
este ano distribuídas pelo
da Saúde, destacando-se as calizado à R. Coronel Cons­
Prefeito de Osasco. Im por­
. Som ente no Setor de Obras de vacinação ânti-tetânica- tantino- n.o 97 é um dos
tante iniciativa esta, de am ­
foram realizados nos últimos tríplice e Sabin. Vacinação mais bem instalados desta
paro aos estudantes pobres-
séte mêses os seguintes be- em massa nos parques in ­ região.
que têm assim oportunidade
, nefícios públicos: 6 novos fa n tis. da Prefeitura e ou­
de continuarem seus estu­
jardins. 15 m agnificas pon­ tras medidas preventivas ASSISTÊNCIA
dos, que de ano para ano f i­
tes de concreto, 36.000m2 de com vistas à saúde da popu­ ODIO NTO LÓ G ICA
cam mais caros e dispendio­
pavim entação asfáltica, em lação, m arcaram a intensa
Fachada do prédio d 3 futuro Forum de Osasco, que dentro sos.,
Im portantes vias públicas ação verificada nos últimos Outro im portante capítu­
que ainda não haviam re­ sete mêses no setôr da Assis­ em breve será instalado.
lo da Adm inistração Nicolet.
M uito espaço seria neces­
cebido êste melhoramento; tência Médica e Social. ti é o da Assistência Odon-
sário para fazer constar aqui
30.000 m l. de guias e sarge- Foi promovida à reorgani­ tológica aos operários- Uma FIN AN Ç AS R E TIF IC A Ç Ã O DE a longa lista de m elhora­
tas. 10 quilometros de gale­ zação do antigo Pôsto de Eu­ im portante “ perua” Kom bi CÓRREGOS mentos verificados nestes
rias de captação de águas genia. com a posterior ins­ dotada de avançado equipa­ O fato mais notável da as.
últimos sete mêses- por esta
pluviais 50 novos focos de talação do mesmo em local mento odontológico foi ad­ cenção do P refeito Marino Como ninguém desconhe­ razão, abstemo-nos de pro­
ilum inação pública (a gás de adequado, em prédio melhor quirida, para que se pudesse Pedro N icoletti ao cargo de ce, Osasco tem sido vítima longar ainda mais esta ex­
m ercúrio) e reparação de dotado das Indispensáveis processar ao levantam ento Prefeito, é sem dúvida o que de enormes enchentes, o que posição que- nada obstante
274 ruas, com a m ovim enta­ condições de higiêne e onde das condições da população se observa com relação às já ueterminou até a decre­ já consideramos bastante
ção de 500.000 metros cúbi­ as mães podem agora ser no tocante às suas necessi­ finanças do Município. Tão tação. ocorrida no ano pas- expressiva- e que cumpre so­ O
cos de terra. atendidas com mais conforto dades nêsse particular. A logo êle assumiu a P refeitu ­ Rado, de Estado de Calam i­ bremaneira sua função in ­
nas suas visitas à impres­ princípio os dentistas da ra, a arrecadação subiu as- dade Pública naquele Muni. form ativa, visando dar aos
cindível unidade de saúde Prefeitura faziam apenas al­ tronômicamente. numa pro­ cípio. Urgia- portar to- ata­ leitores uma imagem do que
A SSISTÊ N C IA SO C IAL pública. gumas extrações de urgên­ porção de 700 por cento, car corajosamente o proble­ é Osasco, neste seu 4.0 an i­
cia. e hoje. em muitos casos, passando a seção de recebi­ ma da desobstrução e alar­ versário de Emancipação.
COOPERAÇÃO COM O dão ampla assistência à po­ mentos à registrar de um dia
A ampliação dos serviços ESTADO pulação fazendo tratam en­ para o outro a diferença de
atribuidos ,ao “ SASMO” — tos gerais, além da preciosa
1 para 7 milhões de cruzei­
Serviço de Assistência Social Objetivando m anter uma orientação sanitária de que
do Município de Osasco. que ros, como já aconteceu.
política de boas relações com é tão carente a população
vinha funcionando precaria­ o Estado, a Prefeitura vem brasileira em geral.
mente., antes da posse do realizando amplo programa O orçamento- por êle mes­
D r. Nicoletti, foi uma das de cooperação, como é o que A LIM E N TA Ç Ã O ESCOLAR mo elaborado no ano passa­
importantes medidas ocorri­ ®e observta n a conservação do- da ordem de 2 milhões
das no período acim a citado dos prédios escolares perten­ A alimentação escolar foi
e 700 m il cruzeiros, está em
Êste Serviço passou a forne­ centes ao Estado- A jardina- notàvelm ente m e 1horada
cer alimentação para os po. sendo que hoje são distribuí­ vias de ser totalm ente arre­
mento e outros benefícios
bres que vem ter ao Alber­ são pfestados pela Prefeitu ­ das nos Parques In fan tis da cadado- numa demonstra­
gue Noturno, m antido pela ra aos próprios do Govêrno- Prefeitura, substanc osas re­ ção- assim, da inequívoca
Prefeitura até o dia 6, de fe ­ dentro dêsse extraordinário feições na form a de leites,
confiança nêle depositada
vereiro fluênte. data em que espírito de cooperação. sopas enriquecidas com m a­
O Centro de Saúde do Es­ carrão, frutas e outros re fo r­ pelo Povo de sua Cidade. O
o mesmo passou para a res.
tado, por exemplo, que se ços — orientados Dor dietis. orçamento de Osasco para
ponsabilidade de uma insti­
achava péssimamente insta­ tas especializados.
tuição espírita de caridade 1966. é da expressiva ordem A J. U . C- O. (Juventude Unida Cívica de Osasco)
lado, funcionando em cond;- Nos grupos escolares ob­
mas ainda sob a supervisão serva-se o mesmo louvável de 5 bilhões o 125 milhões desfilando por ocasião da passagem do aniversário
ções às piores possíveis, por
da Prefeitura. fa lta de instalações adequa- critério- com a distribuição de cruzeiros. da Emancipação.
H W H M m V M W M H V U W H M U H M M M W W M M M W H V W M M H H U tH M H V M W M W H V m V M V m V «* M W V W W V W W M M V M * V W * * * W W V W W V * W W M W W V M « W W W V W M ÍW

ORGANIZAÇÃO TÉCNICA DE CONTABILIDADE SOUZA MELLO LTDA.


FECRITÓ RIO S EM : O S A S C O — Rua G eneral Bittencourt, 7 -C (Esq u in a da A n to n io Ágú) — Estrada de Itu, 11.125 — Kilom etro 18 (Prédio Próprio) — PRESID EN TE

A L T IN O — Rua J o ã o d e Oliveira, 35 — ITAPEVf — Praça C a rlo s de Castro — BARU ERI — Rua Prof. J o ã o da M a tta e Luz, 36 — S Â O P A U LO : Rua S. Bento, 405

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Contadores: L iv io de Souza Mello, Osmar de Souza Mello e Julio de Souza Mello. - Advogados-: Dr. Manoel Pinheiro Rosa
e Dr. Osvaldo Cavicchíoli
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Pagam e nto s de Impostos, Recebimento de A luguéis, Inventários, Despejos, C o b ra n - ças Executivas, Falências e C oncordatas, Desquites, Q uestões Trabalhistas, M a n ­
d a d o s de Segurança.
M U U U U m W U M U W W U W W i U W U i U U U W U W W U W U i H U W W V W W H M H H V M W H V W H W U V U W M Í^ W U \ M W «H U M H H M U W W H U M H V W W W U U H H U V
Cotia, 19 de Margo de 1966 O SUBURBANO

Câmara Municipal de Cotia


v w w w w v w w w v w w v v » w w v w w w w w w % v v w w v \w v w w \

A TESOURA
4» Sessão Ordinária, reali­ havendo por parte do povo de cursos clássico, científico, senvolvendo no sentido de
zada em 7 de março de 1966. com relação ao nosso serviço normal' e equivalentes. conseguir árvores e pedre­ DE O U R O
Sob a Presidência do Sr telefônico que está sendo gulhos para o Município bem RUA 5ANTA IM G ÍN IA , 367
Décio Rodrigues dos Sa*ntos instalado no Município. C o n g r a tulou-se com o como a extensão de uma li­
e Secretária do Sr. Antonio Agradeceu à essas manifes­ Executivo pelo atendimento nha de São Paulo até o km
Mansur. tações de confiança na Com­ de uma sua reivindicação no 21. Fez um veemente apêlo
panhia que ganhou o con­ que diz respeito ao serviço aos caçadores e pescadores
Duranfò"t> expedieiftâ usa­ de água para os bairros do Oferece perfeita alegria para o seu L A R
trato para operar o serviço do Municiípio para presti­
ram da palavra os seguintes
telefônico. Bigarelli e Santa Rita de giarem a construção do Linha completa de Televisores e Rádios
S rs . Vereadores: Cássia. E comunicou à Casa Clube de Caça e Pesca que
Pres t o u esclarecimentos que provàvelmente êsse ser­
Raimundo Olívio de Oli­ ora esta se fundando nesta
sôbre a luta que está tra­ viço estará pronto até o fim
veira — Reclamou providên­ cidade, e que brevemente se­
vando em benefício da cons­ do corrente ano. Deu conta
cias dos poderes Estaduais, rá ma realidade.
trução do campo de futebol dos trabalhos que vem de-
responsáveis pelo serviço ‘de
para o Esporte Clube P or­
transporte coletivo que ser­
ve o nosso Município. Fez
tão, cujas obras serão con­ Os mais modernos modelos de
cluídas ainda na gestão do
ver a essas Autoridades a
Atual Chefe do Executivo,
situação calamitosa que se
T E L E V IS O R E S
Eleição da Mesa
conforme suas próprias de­
encontram êsseS serviços,
pois a empresa que explora
clarações . Consolete
os mesmos está às portas da Solicitou providências ao e de
fa 1 ê n c i a . Consequente­ Executivo para que sejam Realizou-se dia 30 p .p . a Eleição da Mesa, inclusive Mesa
mente, o povo cotiano fica­ melhoradas as estradas mu­ das Comissões, que dirigirão os trabalhos para o exerci, Super 157."
rá brevemente privado dêsse nicipais, pois com as recen­ cio do corrente ano, e que ficou assim constituída: 23”
serviço de transporte. tes chuvas, as mesmas es­
tão em péssimo estado. Presidente — Décio Rodrigues dos Santos
Benedito Lopes — Con­ R Á D IO S
gratulou-se com o Vereador Trouxe ao conhecimento Vice — K eyro Simomoto
Raimundo Olívio de Oliveira ■ da Edilidade o que se está Secretário — Antônio Mansur
de Mesa e de
pelas críticas que o. mesmo programando para os feste­
teceu à emprêsa que explo­ jes de dois de abril, que é COMISSÃO DE JUSTIÇA
cabeceira
ra o serviço de transporte o aniversário de Emancipa­ • V 5 válvulas
coletivo nesta cidade. Es­ ção do Município. Presidente — Antônio Bastos 2 e 3 faixas
clareceu sua posição no lití­ Membros — Raimundo Olívio de Oliveira e Lajas
K eyro Simomoto — Teceu e ainda:
gio que existe entre os pa­ Novack Filho *
considerações sôbre o péssi­
dres da paróquia de Cotia, e
mo serviço de transporte que GELADEIRAS — ENCERADEIRAS — LIQ U ID IFIC A D O ­
êle, com respeito a organi­ COMISSÃO DE FINANÇAS
serve o nosso Município, e
zação da Romaria de Cau- RES — B ATED EIRAS — ASPIRAD O RES DE PÓ, ETC.
congratulou-se também, com
caia do A lto à Pirapora do Presidente — Raimundo Olivio de Oliveira
o Vereador Raimundo Olívio Roupas para Homens, Meninòs e Rapazes
Jesus. E agora os padres Membros — Antônio Bastos e Lajas Novack Filho
de Oliveira na campanha que
tentam afastá-lo da organi­ VERIFIQ U E AS SUAS PO SSIBILID AD ES E
vem encetando contra a
zação, sob pretextos incom­ COMISSÃO DE OBRAS E URBANISMO FAÇA-NOS A SUA PR O PO STA
Empresa que opera êsse ser­
preensíveis . O cargo de
viço. Representante em: Presidente Altino — Osasco —
chefe da Romaria, é escolhi­ Presidente — Antônio Bastos
do por eleição dos romeiros, Carapicuiba — Barueri — Itapevi
Decio Rodrigues dos San­ Membros — José Bruno e Raimundo O. de oliveira
e êste Vereador há 16 anos, EM C A R A P IC U IB A : AV. R U Y BARBOSA, 466
tos — Criticou a Secretaria
consecutivos, é o preferido
de Educação com respeito ao COMISSÃO- DE H1GIÊNE E SAÚDE
pelos romeiros.
abandono do ensino primá­ JOÃO A L B E R T O R IC H A R D
Antonio Mansur — Mani­ rio, secundário dentro de Presidente — Raimundo O. de Oliveira
festou seu .contentamento de nosso Município, impos­ Membros — Luiz Ramos Palm ar e Lajas Novack /\V»VW*WVWWWVWVW»VW\V\WWWWWV\VVV\VVWVWVVVV\%
pela receptividade que está sibilitando assim a criação Filho.

Frigorífico de Cotia S. A.
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Telefone: 150 - COTIA Tel: 33-3539 - S. PAULO

Quando se comemora o Sétimo Aniversário de


Emancipação desta gloriosa terra, formulamos os
nossos melhores votos de paz e progresso para
ITAPEVJ, votos que desejamos torná-los extensivos
âs dignas autoridades municipais.
O SUBURBANO Carapicuíba, 19 de Março de 1966

Prefeitura Municipal de Carapicuiba


Balanço Anual das correspondências oficiais da EXECUTIVO CARAPICUIBAHO
«O
Prefeitura Municipal de Carapicuíba, P refeito FAU STIN O prestará contas ao POVO no dia
26 de março de 1966 (1.° aniversário do M unicípio).
Justificando a emancipação de Carapicuiba, o P re­ Suburbano»
e material adquirido feito AN TÔ N IO FA U S TIN O DOS SANTOS, prestara con­
tas do seu primeiro ano de administração, no próximo
EXECUTIVO PROPRIAM ENTE DITO dia 26 do corrente, quando em festividade singela, o órgão
Executivo e Legislativo Carapicuibanos comemotarão com
o POVO, o primeiro aniversário de Carapicuiba.
6.1 — Foram as seguintes as relações escritas entre o Executivo, os órgãos Es-
Para que se tenha uma idéia do que. ocorreu no ano
oficial
taduais e os Municípios: 1 de 1965 (9 meses de m andato) aí vão alguns dados apro­
a — Ofícios expedidos ...................................................................... 516
b — correspondência recebida ........................................................ 387
ximados do exercício que findou: do
Cr$ Cr$
c — processos re c e b id o s ......................................................... .......... 519
OR/ÇAMENTO LOCAL .................................... 126.000.000
d — processos em andamento ........................................................ 86
e — Processos em arquivo ........................................................... „. 433 Município
f — representações .......................................................................... 2 ARRECADAlÇAO LO C AL ......... 77.000.000
g — processos não .n u m era d o s ................ ....................................... 15 (L ig h t)
h — prontuário de s e r v id o r e s ........... .............................................. 27
D ÍV ID A A T IV A ........................... 45.000.000 122.000.000
de
i — certidões negativas expedidas .............................................. 190 Excesso de arrecadação aproximado (a re­
j — servidores demitidos ......................................
k — Projetos de lei não aprovados ...................
S
15
ceber do Estado ....................... .............. 70.000.000 Carapicuiba
1 — Projetos de lei aprovados' e sancionados 44 T otal da renda ......................... 192.000.000
m — Decretos ........................................................... 23
n — P o r t a r ia s ............. ............................................ 53
o — Contratos celebrados ...................................... 18
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Material Permanente adquirido:
A J U D A N D O A C O B R IR TODO
O SU B Ú RB IO , P R O D U Z IN D O
a — 1 mesa, valor unitário ......... Cr$ 237.500 total Cr$ 237.500
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b — 1 poltrona ............................... Cr$ 117.800 total Cr$ 117.800
c — 1 a r m á r io ................................ Cr$ 243.675 total Cr$ 243.675 DO C IN T U R Ã O V E R D E .
d — 6 m e s a s ................................... Cr$ 153.900 total Cr$ 923.400
e — 6 poltronas ............................. Cr$ 78.850 total Cr$ 473.100 ESTA’ APAR E LH AD A PA R A
g — 2 m e s a s ................................... Cr$ 80.750 total Cr$ 161.500 A TE N D E R Q U ALQ U ER
h — 2 cadeiras ............................... Cr$ 39.900 total Cr$ 79.800
PE D ID O .
i — 1 mesa .................................... Cr$ 80.750 total Cr$ 80.750
j — 6 cadeiras ............................... Cr$ 26.125 total Cr$ 156.750
k — 2 poltronas ............................. Cr$ 58.900 total Cr$ 117.800
1— 2 arquivos de aço ................ Cr$ 102.500 total Cr$ 205.000 A M B U IT A ’ — K L M . 41 — E.F.S. — IT A P E V I
m — 1 aparelho fíde.cópia . Cr* 230.000 total Cr$ 230.000 (E strad a A sfa lta d a )
n — 4 máquinas de escrever . . . . total Cr$ 1.467.254
o — 1 máquina de somar manual Cr$ 259.090 total Cr$ 259.090
p — 1 máquina elétrica de somar Cr$ 345.454 total Cr$ 345.454
Felicita as Autoridades Municipais, bem
q 1 duplicador a á l c o o l .......... Cr$ 235.125 total Cr$ 235.125 como ao Povo em geral pelo Sétimo Ani­
r + 1 caminhão basculante . . Cr$ 16 462.462 total Ct$ 16.462 .'462 versário de Emancipação.
TO T A L ....................... .................... Cr$ 21.794.460

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Com os nossos cumprimentos às dignas autoridades


de Itapevi, ao ensejo formulamos votos de pro­
gresso pela passagem do 7.o Aniversário da sua
Emancipação.
Itapevi, 19 de Margo de 1966 O S U B U R B A N O

C â m a r a M u n i c i p a l de I t a p e v i
Comemora aniversario de emancipação: sessão solene
lativo não pudera contar o feitos de um elemento e do
Município com a atuação seu grupo de elite, enquan­
CONSTITUIÇÃO DA MESA PARA O ANO
harmônica dos poderes de­ to que os verdadeiros pala­ DE 1966 .
vido a fa lta de entrosamen- dinos da luta eram esqueci­ Presidente L IN O P IA Z Z A
to o que já não se verifica dos, referiu-se ainda, ao Vice-Presidente CLAUDIONOR BRUNO
nesta Legislatura onde o trabalho desenvolvido pela 1.° Secretário M A U R ÍC IO BECHARA
dinâmico Prefeito, Sr. R o ­ Comissão, pelos abnegados 2.° Secretário A L M I ALVES D A S ILV A
meu M anfrinato. conta com voluntários que se dedica­
o apoio leal e decidido de ram a fundo nos recensea­ CONSTITUDÇAO DAS COMISSOES PERMANENTES
uma pleiade de vereadores mentos e rendeu hom ena­ P A R A O AN O DE 1966
bem intenciosados e como gem aos que acorreram aos
resultado desta compreen­ pontos de votação para de­ Redação, Legislação e Justiça:
são mútua é que podemos positarem seus “ sim” posi­ Osmar de Souza;
verifica r o surto de pro­ tivo nas urnas. Ao finalizar Claro Camargo Ribeiro;
gresso adm inistrativo e de sua oração, reafirm ou sua Elisiário Mendes.
realizações nestes primeiros confiança no futuro de Ita -
dois anos da 2a. Legislatura, pevi e na conquista de seu Orçamento, Finanças e Contas:
o que contrasta sobrema­ povo. afirm ando que a Claro Cam argo Ribeiro;
neira com os quatro anos emancipação não fo i em Tuguo Ueta;
da la. onde seu m andatário vão e que os trabalhos de A ylton Ferraz Freitas.
se preocupava mais com o Raul Leonardo, Sub-Prefei<-
N o flagrante, grupo form odo pelas autoridades municipais,
Jornalistas e convidados, que participaram da Sessão So­ s e n s a cionalismo político, to de Itapevi na ocasião, Urbanismo, Obras e Serviços Públicos:
lene comemorativa do 7f aniversário da Emancipação de com as placas alusivas com deram seus frutos m a gn ífi­ Aylton Ferraz Freitas;
Itapevi«' as publicldades lisongeiras cos: pois, se compararmos Benedito Francisco Chaves;
mas nada de objetivo e de Ita p evi de hoje com o de Tuguo Ueta.
res faltosos bem como das positivo que o povo pudesse antes da emancipação, con-
Dia 18 de fevereiro de
classes representativas do usufruir os benéficos resul­ cluimos que o progresso . Educação, Saúde e Assistência Social:
1966, Ita p evi comemorou
Município e fêz ainda sen­ tados . Finalizando, rendeu atingido nos últimos sete Claro Camargo Ribeiro;
festivam ente, mais um ani­
versário de sua Emancipa­ tir a necessidade da insti­ homenagens aos que se ba­ anos já compensa os nossos Tuguo Ueta;
tuição de uma comissão de teram pela emancipação de esforços. Mário Lopes Filho.
ção Política Adm inistrativa.
P ela m anhã a Câmara festejos para que no futuro, Itapevi, congratulando - se Ninguém mais .desejando
M unicipal fêz realizar uma não se repita tal fato. Em ­ com o trabalho desenvolvido fazer uso da palavra encer­
na ocasião pela comissão rou o Sr. Presidente a Ses­
Sessão Solene, que pela sua
im portância e pelo colorido
dos pronunciamentos dos
bora intempestiva a crítica
do vereador não deixou de
ser oportuna. Falou fin a l­
executiva e ao Sr. Carm eli-
no Pires de Oliveira, P re fe i­
são Solene, agradecendo aos
presentes e enaltecendo o
AUTO POSTO
to de Cotia na ocasião, que trabalho de todos aqueles
■que dela tomaram parte,
deve passar para a História
d o M unicípio para conheci­
mente como vereador o Sr.
Claudionor Bruno que his­
toriando de maneira sinté­
recebeu com sim patia os
anseios d o s itapevienses.
que ontem se bateram pela
emancipação e a t o d o s
SANTO A N T 0 N I 0
m ento da posteridade. tica a vida do Município e
E ’ de se lam entar porém, de seu povo aduziu que a
POSTO DE G ASO LIN A,
que homens eleitos pelo po­ ausência de elementos do
vo, não devotem o menor povo na Câmara, as 10 ho­ ÓLEOS E LU B R IF IC A N T E S
interêsse por um aconteci­ ras da manhã era perfeita­
m ento tão elevado, deixando mente justificável, porquan­
o brilho da solenidade, a
cargo de apenas, cinco a b - ,
to, dado aos seus afazeres
e por tratr.se de um dia de
Pissarra & Pissarra Ltda.
nega d o s vereadores que semana, não feriado Esta­
•cônscios de seus deveres, r i» *
dual, era de se adm itir es­ R U A A N T O N IO A G U ’, 1.034 — T E L . 138
Tesponderam presentes nes­ sa ausência.
ta m em orável Sessão Sole­ Concluindo esta página OSASCO — EST. S. P A U L O
ne, e dada a importância dos vereadores devemos con­
■do fato, seus nomes devem siderar que todos indistin­
ser reproduzidos aqui, para tam ente ao fazerem uso da AYLTON FERRAZ FREITAS LICENCIAR-
■que deles, todos tomem co­
nhecim ento. Eis os verea­
palavra se m anifestavam SE-Á DA CÂMARA
entusiasticamente pelo sig­ O vereador A ylton voltará ao estará nos sertões de Mato
dores presentes: Lino P iaz- nificado do acontecimento^ sertão matogressense com a ■Grosso. O objetivo dessa E x ­
55a — Presidente; Claudionor a começar pelo Sr. presi­ Expedição da Bandeira P ira- pedição é a pesquisa de uma
Bruno — Vice-Presidente; dente e todos renderam O sr. Romeu Manfrinato, prefeito municipal de Itapevi
tininga — Pesquisa de Gruta Gruta descoberta pela Ban­
M aurício Bechara — 1.° Se­ (na tribuna), no momento em que proferia a sua oração.
suas homenagens àqueles Pré-H istórica deira Piratininga e ainda não
A Mesa, o sr. U n o Piazza. presidente do Legislativo, la­
cretário; Alm l Alves da S il­ que postulavam pela causa deado pelos srs. Maurício Bechara, 1? secretário da Câ­ IT A P E V I — Segundo esta penetrada pelos civilizados.
va — 2.° Secretário; Osmar da Em ancipação. ., mara, e o funcionário João Celestino Beneducci. refortagem fo i informada, o Vários cientistas de renome
de Souza e Aylton Ferraz A seguir, o Sr. Presidente vereador Aylton, da Câmara estarão presentes para os es­
de Freitas. concedeu a palavra ao Sr. Finalizando, falou o Sr. R o ­ aqueles que hoje lutam e Municipal de Itapevi, irá se tudos da gru ta .
Anotam os também, a pre­ Pedro de Oliveira Silva, meu M anfrinato, Prefeito colaboram com a adminis­
licenciar, por sete meses, a O jornal «O Suburbano»
sença dos Srs. Romeu M an- Vice Prefeito, que analisan­ Municipal que, começou com tração para que os sacrifí­
fim de participar da Expedi­ irá publicar artigos da ex­
frinato, P refeito Municipal do em breves palavras, os profunda análise da situa­ cios de ontem não sejam em
ção da Bandeira Piratininga, pedição, que o referido edil
e Pedro de Oliveira Silva, feitos das Comissões pró ção política, financeira e vão e nossos filhos se sin­
a qual, em maio próximo, irá nos enviar.
V ice P refeito . Emancipação, asseverou en- adm inistrativa do M unicí­ tam honrados com as nos­
Aberto os trabalhos, o p ri­ fàticam ente! Até aqui, fa ­ pio, asseverou que se de um sas realizações.
m eiro orador que assomou a lamos e enaltecemos os fe i­ lado tem deparado com sé­ Anotam os ainda a presen­
OFICIO
tribuna, fo i o vereador A l- tos das Comissões executi­ rias dificuldades financeiras ça do Sr. José Batista Sil- O fício dirigido ao G over­ Excelência pela audiência
m i Alves da Silva que dis­ vas e deixamos de lado o por outro, sua adm inistra­ vielra. Tabelionato local nador do Estado, agradecen­ concedida ao P refeito e aos
correu demoradamente sô- m aior herói desta jornada ção tem sido poderosamen­ Fotógrafos e elementos da do audiência concedida ao Vereadores dêste Município-
bre vários aspectos da vida histórica, que fo i o povo. te auxiliada pela Câmara de imprensa, e como não pode­ Prefeito e Vereadores. assim como, pela atenção e
do M unicípio. A seguir, fa ­ O que poderia adiantar a Vereadores, que não »mede ria deixar de ser o Jornal Secretaria. interêsse com que foram os
lou o Sr. Aylton Ferraz de existên c i a de Comissões sacrifício para ajudá-lo na “ O SUBURBANO” sente-se O f. — 50/60. mssmos atendidos e ouvidos
Freitas que fêz ligeira aná­ executivas bem organizadas solução dos magnos proble­ honrado em poder estam­ Assunto: Agradece audi­ em suas reivindicações.
lise da vida adm inistrativa e cheias de pom pa. Se o po­ mas. Voltando-se aos fatos par em suas páginas êste ência concedida- Aproveito o ensêjo para
d a comuna num retrospecto vo na sua essência não da Emancipação, disse que prim eiro feito do ano rela­ Itapevi- 4 de Março de reiterar a Vossa Excelência,
com parativo admitiu a pu­ compartilhasse do ideal de o jorn a l exibido pouco an­ cionado com as festividades 1966. os protestos da mais alta es­
jan ça do Município e o pro­ emancipação? Temos exem ­ tes em plenário não repor­ de emancipação e rende Excelentíssimo Senhor: tima e distinta consideração.
gresso alcançado nestes sete plo vivo disso onde Comis­ tava a verdade sôbre a luta suas homenagens bem m e­ Cumpro o indeclinável de­
anos de vida autônoma. sões organizadas com todo travada em prol da Em an­ recidas a todos quantos ver de agradecer a Vossa L IN O P IA Z Z A - Presidente
Relembrou ameia aquele ve­ o lustro, nada coi^seguiram. cipação afirm ando que o contribuiram para que êste
reador, as lutas do passado, Eis s motivos, porque con­ referido Jornal, tratava com fato se tornasse realidade.
o apoio integral com que
contamos na ocasião do en ­
tinuo a afirm ar que o povo
de Itapevi, foi o m a io r,h e­
redobrada importância, os A DIREÇÃO
BancoSul AmericanodoBrasilS/À
tão Deputado D a n t e Y . rói na batalha travada pela A G Ê N C IA IT A P E V I
Perri, que abraçou como emancipação do Município:
sua, a causa da emancipa­
ção de Itap evi e exibiu um
porque desde o recencia-
mento até o depósito da cé­
FERROIL L E I N.» 4.595 d? 31-12-64, vigência a partir de 31-12-65

exem plar do Jornal “O Im ­ dula sim nas urnas, êste SA LD O G L O B A L DE D E PÓ SIT O S


p arcial" publicado na oca­ herói anônimo se fêz p re­
R O LA M ENTO S EM G E R A L L T D A. V IST A E A PR AZO , EM 3 1 -12-65 Cr$ 1 4 6 .0 9 6 551
sião e que reportava uma sente e para gáudio de to­
das muitas reuniões levadas dos nós fizeram um Itapevi
Graxas Especiais — Rolos - Esféras SA LD O DE A P L IC A Ç Õ E S (P O R E M ­
PRÉSTIM OS E D E S C O N T O S ) em
à efeito com a mesma fin a ­ unido, grandioso e indepen­
lidade . Continuando, fêz 3 1 -12 -19 65 . . . ...............Cr$ 45 .3 9 5 .5 8 0
dente. Analisou também as
uso da palavra o vereador duas gestões adm inistrati­ R U A P R IM IT IV A V IA N C O N .o 685 Banco Sul A m erkan o do Brasil S. A. - A g . Itapevi
Osmar de Souza que não vas afirm ou que na prim ei­
deixou passar despercebida, Caixa Postal, 130 — OSASCO H ILÁ R IO BIGGi — Gerente
ra, onde tomou parte como
SEBASTIÃO LIN O MARCONDES — Contador
a indiferença dos vereado­ membro atuante do Legis­
O SUBURBANO Carapicuíba, 19 de Março dei 966

Câmara Mu n i c i p a l de C a r a p i c u i b a
T R A B A H O S D A C Â M A R A M U N IC IP A L D E C A R A P IC U IB A (10/4/65 a 10/12/65)
PROCESSO M O Ç A O ASSUNTO D E S P A C H O D A T A ENTR.
J O R G E J U L I A N

0003/6Í) REQUERIM ENTO N.o 1/65 ............. Solicitando o envio de Planta delimitando o Perímetro Urbano . . . APROVADO 10/4/65
0015/66 PROJETO DE LE I N.o 7/65 ......... Autorizando o Executivo abrir Concorrência Pública para aqui­ APROVADO 20/5/65
sição de Caminhão Basculnnte e Ambulância para o Municípicj. .
0023/65 PROJETO DE *LEI N.o 13/66 ......... Solictando informações do Senhor Prefeito das condições de fun­ APROVADO 20/5/65
cionamento do Matadouro Municipal d© Carapicuiba ............
0024/65 PROJETO DE LE I N.o 8/65 . . . . . . Denominando Avenida Emilio Carlos a atual Avenida Carapicuiba, APROVADO 21/5/65 í
que inicia na Praça da Vitória e termina no Rio Cotia, divisa
deste Municipio com Barueri ......................................... ................
0040/65 PROJETO DE LE I N.o 15/65 ......... Dispondo sôbre autorização Legislativa para ser atsinado contrato APROVADO 2/6/65
de locação entre a Prefeitura e -o Senhor Salim Gebara do imó­
vel situado à Av. Tâmara......................................................................
0058/65 PROJETO DE L E I N.o 29/65 ......... Suplementando a verba para aquisição do Caminhão Basculante APROVADO 23/7/65
para coleta de lixo e aquisição da ambulância .............................
0059/65 PROJETO DE LE I N.o 30/65 ......... Dispondo de isenção de reavaliação para cobrança do Imposto de APROVADO 23/7/65
transmissão de Propriedade imobiliária «Inter-Vivos» aois contri­
buintes que fizerem o pagamento até o dia 31-12-65.
0074/65 PROJETO DE L E I N.o 38/65 ......... Autorizando desconto de 20% (vinte por cento) no pagamento do APROVADO 23/8/65
Imposto Predial aois contribuintes que fizerem o pagamento até
dia 30 de Setembro................................................................................
0080/65 PROJETO DE LE I N.o 40/65 ......... Concedendo auxilio na importância de Cr$ 250.000 a Associação Be- APROVADO 30/8/65
neficiente da Carapicuiba ...................................................................
0082/65 PROJETO DE L E I N.o 42/65 ......... Denominando Avenida Corifeu de Azevedo Marques a atual Ave­ APROVADO 3/9/65
nida Ondina .......................................................................................... ..
0087/65 REQUERIM ENTO N.o 31/65 ............ Solicitando para ser lavrado em ata um voto de pesar pelo faleci­ APROVADO 6/9/65
mento do Sr. Corifeu de Azevedo Marque;? ...................................
0093/65' PROJETO DE L E I N.o 45/65 ......... Dispondo sôbre o BRAZAO E ARM AS do Município de Carapicuiba APROVADO 27/9/65
0094/65 PROJETO DE LE I N.o 46/65 ......... Regulamentando os dias feriados no Municipio de Carapicuiba . . APRO VAD O 27/9/65
0103/65 PROJETO DE RESOLUÇÃO N.o 7/65 Autorizando a Entronização de Cristo Crucificado no Plenário da APROVADO 4/10/65
Câmara Municipal ............................................. ......... .......................
0115/65 PROJETO DE RESOLUÇÃO N.o 9/65 Dispondo sôbre a criação de cargos de Assessor Jurídico e Conta­ APROVADO 25/10/65
dor da Câmara Municipal de Carapicuiba ....................... .............
0116/65 PROJETO DE. RESOLUÇÃO N.o 10/65 Dispondo autorização no sentido do Senhor Prefeito depositar em APROVADO 25/10/65
Casa Bancária e em nome da CAMARA M UNICIPAL DE CA-
RAPICUIBA, a verba destinada ao Legislativo, a partir do ano
de 1.96« ....................... ............................................ ....................... •••
0119/65 REQUERIM ENTO N.o 39/65 ............ Requerendo para ser oficiado .ao Senhor Diretor do D . S . T ., Dr. APROVADO 25/10/65
Alberto Zagottis, diversaB providências para regulamentação do
trânsito no. Municipio de Carapicuiba ................................... .
0118/65 REQUERIM ENTO N.o 40/65 ............ Solicitando para ser oficiado ao Sr. Prefeito Municipal, pedindo APROVADO 25/10/65
informações com referência a reforma do Jeep, o gasto de lubri­
ficantes do referido veículo e o gasto em lubrificantes pelo ca­
minhão que está coletando o lixo .................................................
0139/65 REQUERIM ENTO N.o 47/65 . Solicitando para ser oficiado ao Senhor Prefeito Municipal para APROVADO 13/11/65
que ai3 plantas de loteamentos aprovadas pela Prefeitura tenham
o seu fiel cumprimento ........................................... ...........................
0143/65 REQUERIM ENTO N.o 49/65 '. Solicitando informações do Poder Executivo com respeito ao fun­ ................ . APROVADO ................... . 20/13/65
cionamento da JUNTA DE ALISTAM ENTO M IL IT A R ...............
•> *0138/65 PROJETO DE L E I N.o 65/65 Concedendo isenção de Impostos Municipais ao Hospital e Mater­ EM A N D A M E N TO . N A S COMISSÕES 13/11/65
nidade Santa Clara ..................................... .................. .......... ......... »
0144/65 REQUERIM ENTO N.o 50/65 . Requerendo para ser oficiado ao Senhor Prefeito Municipal infor­ .................. APRO VAD O .................. 20/11/65
mações sôbrs categorias e verbas dois funcionários Municipais e
eruais os vencimentos ....................................................... ..
.; 0146/65 REQUERIM ENTO N.o 52/65 . Solicitando para ser oficiado ao Senhor Prefeito Municipal inqui­ APROVADO 20/11/65
rindo sôbre o sàldo da verba 3 .1 .4 .0 .6 .1 . e 3 .14 .0 .7 .9 e qual
o excesso de arrecadação já verificado ? ................... .....................
0147/65 PROJETO DE LE I N.o 69/65 Abrindo c réd ito r.a importância d« Cr$ 1.000.000 destinado a Cor­ EM A N D AM E N TO N A S COMISSÕES 20/11/65
poração Musical Manosla Raymundo da Cryz ........... .....................
0156/65 PROJETO DE L E I N.o 72/65 . Abrindo crédito suplementar a fim de ser procedido a reforma do .................. APROVADO ................ 10/12/65
préd:o destinado a Delegacia de Policia e dá outras providências.

construção de Alambrado, de — item 1001 — Subvenções


CARAPICUIBA
Indicações acôrdo com o dispositivo da
Lei Municipal N.o 18 de 22
de setembro de 1965. e verba
contribuições e auxílios.
Sala das Sessões, 23 de fe ­
vereiro de 1966.
|EM FÕCO
IN D IC A Ç A O N.O 7/1966 res: ' AFONSO S A R D I­ Vossa Excelência os meus constante no Orçamento v i­ Heririque Cupine Netto N a Sessão realizada dia 1.'
N H A — Doador de T e r­ protestos da mais alta esti­ gente sob código 3.1.4.0.0.3 último o sr. vereador Gon-
S r. Presidente. ras — 1.586” . ma e consideração. çalo Roque apresentou Pro­
Srs. Vereadores. Na ausência de outro par­ Cordiais Saudações je t o de L e i concedendo uma
Indico à mesa. observadas ticular, apresento a Vossa Jorge Julian verba como auxílio para
as formalidades regimentais,
seja enviado oficio ao Exmo.
Excelência os meus protestos Presidente
da mais alta estima e consi­ Ao Excelentíssimo Senhor
Constituição da Mesa para 1966 construção da Ig re ja de V i­
la Santa Terezinha.
S r. Prefeito Municipal, no deração- Antônio Faustino dos Santos N a mesma Sessão, ainda,
Presidente — JORGE JU LIA N
sentido de que o mesmo Cordiais Saudações DD. Prefeito Municipal de solicitou providências do P o ­
Vice-Presidente — AN TÔ N IO BARBOSA DE CAMPOS
construa um obelisco na con­ Jorge Julian Carapicuiba. der Executivo no sentido de
1.° Secretário — D IM IT R I SEUACIUC
fluência da Avenida M irian Presidente que sejam providenciadas re­
2.° Secretário — CARLOS W AD A
com a Avenida Inocêncio Se. Ao Excelentíssimo Senhor IN D IC AÇ AO N.o 10 form as no prédio do Grupo
rafico. tendo uma placa de. Antônio Faustino dos Santos Escolar do Educandário San­
Aos eleitos as congratulações do jorn al “ O Suburba­
nom inativa com os seguintes DD. P refeito Municipal de Senhor Presidente da Câ­ n o”, e os votos de feliz e profícua gestão, durante o ano ta. Terezinha.
dizeres: “ AFONSO SA R D I­ Carapicuiba. m ara Municipal de Carapi- de 1966. Está em tramitação na
N H A — Doador das Terras cu'ba. Câmara Municipal de Cara­
O Digno Presidente picuiba um P rojeto de Lei,
— 1586” . OF. C .M .C . N.o -0017/66 • -IN D IC O ao Senhor P refei­
Sala das Sessões, 14 de de autoria do sr. Jorge Ju-
— PRES. to Municipal, nas formas re­ da Câmara Munici­ lian, em que isenta de todos,
Fevereiro de 1966. Carapicuiba, 28 de feverei­ gimentais- seja concedido
Carlos Wada ro de 1966. um auxílio na importância pal de Carapicuiba, os impostos municipais o
Senhor P refeito Municipal. de Cr$ 100.000-00 (cem mil Hospital e Maternidade ÍSan-
O F. C .M .C . N.o 0018/66 Valho-m e do presente pa­ cruzeiros) destinada a ins­ Sr. Jorge Julian, no ta Clara. Essa proposição v i­
— PRES. ra transcrever a Vossa Ex­ tituição São Vicente de Pau­ sa conceder o benefício ao
celência a Indicação N.o la da Vila Sul Am ericana, de
instante e m que referido Hospital, sem exigii
Carapicuiba, 28 de feverei­
6/66 de autoria do Senhor acôrdo com as normas da obrigações, que seria assim
ro de 1966. proferia os seus
Senhor Prefeito Municipal Vereador LAE R TE CEAREN­ Lei N.o 18, de 22 de setem ­ uma contribuição do Munici­
de Carapicuiba: SE- vazada nos seguintes bro de 1965 e verba constan­ agradecimentos nos pio para o primeiro Hospi­
Sirvo-m e da presente para têrmos: te no Orçamento vigente. tal e Maternidade instalado
transcrever a Vossa Excelên­ “ IN D IC AÇ AO N.o 6/66 - Sala das Sessões- 23 de seus nobres cole­ em Carapicuíba.
cia a Indicação N .o 7/66 de Indico ao Senhor P refei­ fevereiro de 1966-
autoria do Senhor Vereador to Municipal, a necessi­ Henrique Cupine Netto
gas pela suá reeTei- O P rojeto de Lei criando
CARLO S W ADA. vazada nos dade de Sua Excla. de­ a Guarda Noturna do Muni­
ção.
seguintes têrmos: term inar providências IN D IC AÇ AO N.o 11 cípio de Carapicuiba encon­
“ IN D IC A Ç A O N.o 7/66 - no sentido de s:r man­ tra-se eem estudos na Câ­
Indico à Mesa- observa­
das as formalidades re­
dado conservar as guias Senhor Presidente da Câ­
e sargetas da Avenida mara Municipal de Oarapi-
DR. MILTON CAMPOS mara Municipal- Antes de
ser discutido e votado, êsse
gimentais. seja enviado Tâm ara, proceder a lim ­ cuiba. projeto do senhor Henrique
M ÉD ICO Cupine Netto, as Comissões
o fício ao Senhor P re fe i­ peza e apedregulhamen- IN D IC O à Mesa. nas for­
to Municipal, no senti­ to da Rua Helena- A v e ­ mas regimentais, seja oficia­ Permanentes estão procuran­
do de que o mesmo cons­ nida Sandra M aria e do ao Senhor Prefeito M uni­ do resolver a questão, que
trua um obelisco na con­ Travessa Helena, que se cipal, a fim de ser procedido Doenças de Adu ltos e Crianças no momento é considerada
fluência da Avenida M y- encontra em péssimo es­ o pagamento da im portân­ muito séria e vaga, pois se
rian com a A venida In o­ tado de conservação” . cia de Cr$ 400.000. (quatro­ M oléstias de Senhoras - P artos desconhece a organização,
cêncio Seráfico, tendo Na ausência de outro par­ centos m il cruzeiros), como quantos homens irão traba-
uma placa denom inativa ticular, aproveito a oportu­ Subvenção Extraordinária ao B A R U E R I lher, quantas ruas serão be­
com os seguintes dize­ nidade para apresentar a A .D . Sul Am ericana, para neficiadas, etc.
São Paulo, 19 de Março de 1966 C SUBURBANO

A nova Lei Orgânica dos Municípios e os


Entre outras inovações Para o Legislativo esta­

Regimentos das Câmaras (!)


que estão determinando al­
terações nos regimentos in ­
ternos das Câmaras de V e­
readores, a nova Lei Orgâ­
nica dos Municípios • (Lei lece o 3 4.° do mencionado mão destas, transferindo-as Câmara apresentam-se em CELSO VALIO
dual o problema dos prazos
para deliberação apresen­
tou-se mais ou menos igufil
ao que estão enfrentando as
Câmaras. A diferença é que
estadual n.° 9.205, de 28 de artigo 21, segundo o qual ao Prefeito. perante a Assembléia tôdas
seis casos, distribuídos por (da Assistência T é c ­
dezembro de 1965), em seu “ esgotado sem deliberação, E é de lembrar-se, tam ­ dois grupos de competência,, nica da Mesa da As­ as proposições do G overna­
artigo 21, a par de dispor os prazos dos parágrafos bém, que a restrição dos que assim esquematizamos: sembléia Legislativa dor do Estado (e não ape­
sôbre a competência para de são Paulo). nas as da sua competência
anteriores, o projeto será prazos gerais implica em
apresentação de projetos de tido como aprovado, nos restrições, “ interna corpo- privativa) estão sujeitas a
P R IM E IR O GRUPO
lei, impõe prazos às edilida- têrmos da proposta origi­ ris” , dos prazos para exa­ prazos fatais, de acôrdo com
(Competência concorrente,
des para decidirem sõbre os n a l” . mes dos projetos pelas co­ a nova redação dada. ao a r­
dos vereadores e do Prefeito)
projetos da iniciativa ex­ nadas, bem se vê que o pro­ tigo 22 da Constituição do
E ’ verdade que os casos missões e, conseqüentemen­ 1 ° caso:
clusiva do Prefeito. blema não admite solução Estado pelo artigo 1.° da
de prazo fatal, com sujei­ te, pelos respectivos relato­ projetos sem prazo para
Dei x a n d o para outra sim plista. Emenda Constitucional n.°
ção da Câmara à possibili­ res. Devem ser reduzidos os decisão;
oportunidade o exame com­ E’ óbvio que existem mui­ 4, de 24 de dezembro de
dade de ver projetos trans­ tempos destinados aos d e ­ 2.° caso:
parado daquela disposição, tos caminhos regimentais 1965 (artigos 3.°, 4 °, S.° e
form ados em leis sem que o bates em Plenário. È — o projetos com prazos espe­
na parte que diz respeito à capazes de dar à Câmara 32 do Ato Institucional n.°
seu Plenário se haja m ani­ que, também é muito im ­ ciais fixados pelo Plená­
competência privativa do os meiòs necessários ao 2) .
festado sôbre êles, são pou­ portante — são indispensá­
rio. cumprimento daqueles pra­
Prefeito, com o que estatui veis sanções para as hipó­ O Legislativo paulista já
cos. São só aqueles referi­
o artigo 78 da Constituição zos. Houve, mesmo, um ve­
dos no “ caput” do artigo 21 teses de as comissões e re­ fêz a adaptação do seu re­
do Estado, anotamos, desde SEGUNDO GRUPO reador que sugeriu à sua
da Lei Orgânica corfio da latores, bem como o Plená­ gimento às novas normas,
(Competência privativa do corporação que adotasse um
logo, que o cumprimento rio, ultrapassarem os pra­ através de uma Resolução
iniciativa reservada exclu­ P refeito)
dos prazos pelas Câmaras rito único, para tôdas as
sivamente ao Prefeito, com zos que lhes sejam concedi­ com 22 artigos.
3.° caso: proposições (salvo a propos-
exige cuidados especiais por exclusão da proposta orça­ dos para estudos, debates e
parte dos seus regimento^. projeto de lei orçam entá­ tà orçâm entária), com deli­ Num próximo comentário
m entária: 1) projetas que deliberações. ria (prazo fixado pelo a r­
Muitas destas, segundo sa­ beração obrigatória em 30 faremos o exame da solução
aumentem vencimentos ou E as Câmaras que não tigo 79 da Constituição do
bemos, já integraram as dias, sob pena de arquiva­ encontrada pela Assembléia
salários ou concedam van ­ podem realizar mais do que E stado);
novas normas às suas leis mento daquelas para as Legislativa (cujo regim ento
tagens pecuniárias a servi­ duas ou três sessões em ca­
internas. As que ainda não 4 ° caso: quais não existe outra san­ segue, nas linhas mestras, o
dores e 2) projetos que da período de 30 dias?
o fizeram, porém, não mais projetos sem prazo fixado ção. O exame meticuloso da Câmara dos Deputados)
criem, alterem ou extingam Como ficarão? destacando o que daí possa
têm tempo a perder, uma pelo Chefe do Executivo e desta idéia, porém, veio de­
cargos em serviços já exis­ E’ preciso levar-se em
vez que as rígidas disposi­ que devem, nos têrmos do monstrar inúmeras desvan­ ser aproveitado pelas Câ­
tentes. conta, ainda, que a própria
ções do mencionado artigo artigo 21, § 2.°, primeira tagens, implincando, até, no. maras na adaptação dos
Câmara, em casos especiais partè, da Lei Orgânica, desvirtuamento das funções seus regimentos às novas
21 da Lei Orgânica já estão Só nestes casos — nunca
(como, por exemplo, quando normas editadas pela Lei
Vigorando desde o dia 1.° é demais repetir — é que se ser decididso em 45 dias; da Câm ara. Mas é um ca­
a m atéria pela sua própria Orgânica dos Municípios.
de janeiro (data em que foi aplicam os prazos fatais de 5.° caso: minho .
natureza exige tratam ento
esta publicada). 30 ou 45 dias (§ 2.° do a r­ projetos considerados ur­
urgente) pode (e deve) res­
tigo 21) ou m aior do que 45 gentes pelo Chefe do Exe­
Até agora, os regimentos, tringir em sua duração a
ainda não atualizados, que
conhece m o s , estabelecem,
dias, a juizo do Prefeito (§
3.° do mesmo a rtig o ).
tram itação legislativa. Daí,
todo um elenco de casos,
cutivo (30 dias de prazo,
de acôrdo com o § 2.° do CELSO V A L I O
cujos tratam entos regim en­ mesmo artigo 21);
além daquele reservado ao Ainda que rara a apresen­ ADVOGADO
projeto de lei orçamentária tação de tais projetos pelo tais podem, ou não, ser os 6.° caso:
dois ou três ritos de elabo­ Prefeito (não serão m ui­ mesmos. projetos com prazo supe­
ração legislativa na parte tos por an o), não há dúvida Relativam ente aos prazos rior a 45 dias, expressa,
da sua competência. Nun­ de que a Câmara deve estar para sua decisão, conside­ mentee fixado pelo Chefe
Rua L ib ero Badaró, 93 - 8.’ and. - conj. 81
ca, porém (feita, ainda, armada de disposições regi­ rando-se que nenhum regi­ do Executivo.
ressalva da proposta orça­ mentais que lhe garantam, mento deve ser omisso Telefones: 35-43-10 e 37-80-78
m en tária), houve cogitação também naqueles casos, as quanto a tratam entos espe­ Com êste quadro à frente
de prazos fatais, com san­ suas prerrogativas de legis­ ciais quando haja urgência, e consideradas as imposi­ SÃ O P A U L O
ção, tal como hoje estabe­ lar. O contrário seria abrir os projetos de lei sujeitos à ções e implicações mencio-

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— ARARAQUARA — PEDERNEIRAS — BAURU — CASA BRANCA — S. CARLOS

DR. M A R IO B E N I — Presidente
PR O F . J. B. D A R O C H A C O R R E A — 1.’ Vice-Presidente
DR. P A U L O A L V E S M O T T A — 2.° Vice-Presidente
DR. C A SSIO C IA M P O L IN I — Superintendente
DR. A N I B A L H A M A N — Diretor-Gerente
nhores vereadores, notamos reivindicações de Itapevi,

Audiência com o Sr. Governador a manifesta alegria de todos assim como vem atendendo-
e a exteriorização dos m e­ à todos os municípios Paulis­
lhores agradecimentos ao tas.
Ilustre Governador de São Está. pois. de parabéns a
Paulo, pela maneira cava­ nossa Itapevi e as suas d ig­
Esteve no último dia 5 no expuzeram as mais sentidas
lheiresca como atendeu as nas autoridades.
Palácio Bandeirantes, onde reivindicações do município
fôra recebido em audiência tais como, construção do G i­
pelo Sr. Governador do Es­ násio. aquisição de uma m o.
tado, o Sr. Romeu M a n fri. to-niveladora e outros me­
nato. Prefeito Municipal de lhoram entos mais.
Itap evi. Na ocasião, S Posteriormente, receberam
Excia. se fazia acompanhar de S. Excia. telegram a de
dos seguintes senhores ve ­ comunicação de que os seus
readores: Maurício Bechara. pedidos foram atendidos
Secretário da Câmara M uni­ pois o Sr. D r, Adhem ar de
cipal e secretário geral do Barros concedeu à Itapevi
ex-P-S.P.- Sr. Osmar de Sou­ um empréstimo de 75 m i­
za, Sr. Ailton Ferraz Freitas. lhões de cruzeiros, além de
Sr. Alm i Alves da Silva e ter determinado a construção
Eliziário Mendes. do prédio para o Ginásio e a
N a ocasião, as autoridades cessão da motoniveladora.
municipais de Itap evi foram Em palestra que tivemos
cordialm ente recebidas por a oportunidade de m anter
Instante em que o Prefeito de Itapevi agradecia ao Dr. Walter S. Excia.. Sr. Dr. Adhem ar com o Sr. Prefeito M unici­
Lobo, Chefe do Serviço de Cooperação com os Munioipios, a
gentil acolhida da Comitrva Pereira de Barros. a quem pal, bem como os demais se Os representantes de Itapevi, no instante em que entre­
gavam nas mãos do Sr. Governador do Estado, as reivin-

- r ■ O PR IM EIRO JO R N A L
___________________ vidicações do Municiipio.__________________

D A FLORESCENTE JANDIRA SE TRÀNSFORMÃ !

0 SUBURBANO R E G IÃ O DA

B A IX A S O R O C A B A N A
QUANTO PODE O HOMEM
QUANDO QUER REALIZAR
Nós que estamos aCostu
mados à d ificll tarefa de en.
pleno funcionamento uma.
escola rural; na Vila A n ita
trevistar vereadores, p refei­ Costa, execução do serviço
Q U I N Z E N Á R I O das Reivindicações dos Municípios de tos, etc., sentimos grande sa­ terraplenagem onde será
São Paulo - Osasco - Barueri - Itapevi - Cotia - Parnaiba - tisfação quando temos uma construído o G r u p o Es­
oportunidade como a que se colar “ Themudo Lessa” , nos
Pirapóra - Cajamar - Carapicuiba e Jandira
nos apresenta agora, isto é, mais avançados moldes da
ANO XV — 19 DE M A R Ç O D E 1966 N.* 1.069 levarmos ao conhecimento técnica dó ensino moderno;
do povo os feitos de um ho­ no setor de estradas, foi
mem político que acima de executado o alargam ento da
tudo, luta pelo engrandeci­ estrada entre Jandira e o K l
m ento de sua comuna e pe­ .33 de modo a propiciar * •
^ R e f - l e x o é d e u m a a ò m í n í é t r a ç ã o
lo bem estar da coletividade seu prolongam ento até Ita -
N o subtítulo de um artigo 5.900.000; Jardim da R a i­ pela de São Pedro, no bairro lizar a atual administração que representa. p evi.. além da conservação-
inserido nêste número, sô­ municipal, ainda no decorrer Trata-se de um homem da e s t r a r a Jandira - Ita-
nha, Rua Hum, Cr$ 600.000; das Quatro Encruzilhadas e
bre o progressista Município Jardim Sorocabana, Km!" 40 a de Am ador Bueno, depen­ dêste ano. simples, de um homem m o­ pevi que se pretende asfal­
de Jandira, lê-se «Q U A N T O desto, marcado pelo destino tar com a ajuda do DJSJEl. e-
— Rua 3, Cr$ 300.000, num dendo esta última da doação Acresce dizermos que, vá­
PO D E UM HOM EM Q U A N ­ a tornar-se um adminis­ com a Imprescindível colabo­
total de Cr$ 41.900.000 (qua­ do terreno. Ainda êste ano, rias das obrás programadas,
DO Q U E R R E A L IZ A R ». cujas concorrências já f o ­ trador que. para gaudio da­ ração do ilustre Engenheiro
renta e hum milhões e no* será firm ado com a S. Paulo
Nêste, nós poderíamos usar queles que lhes depositaram D r. Renee. Providências ur­
vecentos m il cruzeiros), que Ligh t S. A . contrato no sen- ram publicadas, tais como:
a mesma frase, levando-se Iluminação do Parque Su­ o voto, está dando um exem- gentes estão sendo tomadas
..em consideração que vamos pio vivo de perspicacia, de junto à E grégia Câmara Mu­
burbano. do Jardim Julieta
ía la r do dinamismo e da boa honestidade e de denôdo! nicipal no sentido da obten­
e da Vitápolis, já deviam ter
vontade do Sr. Romeu Man- Quem conheceu o então ção de suplementação de-
sido realizadas pela adminis­
írinato, P refeito de Itapevi Distrito e Jandira. legado verbas a fim de que seja
tração passada, quando o ex-
quando êle nos anuncia as prefeito, fazendo-se acompa­
pelos administradores do executada a elevação do lei­
inúmeras obras a serem exe­ passado ao mais completo to que liga o Kl. 33 ao Jar­
nhar por vereadores e por
cutadas nesta sua adminis­ abandono, e hoje tem a dim Alvorada, inclusive a-
pessoas da sua amizade, em
tração. oportunidade de lhe fazer guarda-se autorização da
verdadeiras chanchadas de­
Augusta Câmara para a a -
Falar da pessoa, íalar do magógicas, onde até lágri- I uma visita, por certo have­
rão de convir conosco quan­ quisição de uma m otonivela­
caráter, falar da personali­ mas foram vertidas, — (lá ­
do afirm am os que o povo dora, que servirá na conser­
dade do P refeito de Itapevi, grimas de crocodilo), prome­
acertou escolhendo Oswaldo vação de ruas e estradas.
julgam os perfeitamente dis-, teu re a liz a r !... Mas, como
Sammartino para o espinho­ Foi aberta Concorrência
pensável, uma vêz que todos as outras promessas que fo ­
so cargo de l.o P refeito. Pública para 0 asfaltam ento
conhecem o homem de so­ ram feitas, estas também f i ­
0 >homem é de uma tem pe­ da Praça Dr. N ilo Am aral e
bejo. caram no esquecimento.. .
ra extraordinária; se cons­ da A v. Conceição Sam m ar­
É um tipo calado, embora O homem prometeu tanto,
titui realm ente num exem ­ tino- cujas obras já se en ­
comunicativo, sí m muita que êle mesmo não deve se
O Sr. Prefeito Municipal, acompanhado dos senhores ve­ plo à ser seguido por deze­ contram em andam ento.
tendência para a política, lembrar do que fez!
avêsüo, completas ncnte avês-
res dores, examinando a Av. Brasil, que se encontra em
Êle não se lembra, mas, a
nas de Prefeitos que conhe- - -Franco entedim ento com a.
péssimo estado de conservação e que s e r á calçada- a mos! São Paulo Light-Serviço de
so à publicidadí, tanto as­ exemplo da Rua D . Pedro. fam ília do nosso am igo Chi-
H aja vista que num ano Eletricidade, no sentido de
sim que dificilmente se vê cão, a fam ília do Adriano e
apenas de administração. extender rêde de energia
uma sua fotografia nos jo r ­ serão empregados só no se­ tido de que seja iluminada a a maioria da população da
Oswaldo Sammartino já rea­ elétrica dom iciliar a quasi
nais, que gosta de íazer ou tor de iluminação elétrica atual Av. Bonifácio de Abreu, Vitápolis, assim como nós
lizou na sua Jandira o que tôdas as Vilas, bem como, a
de realizar sem alarde, e que, domiciliar, sem falarmos de do último bico existente até não esquecemos. . .
muitos não fizeram em mais iluminação pública da P ra ­
dentro dessa sua mania, dês- outras importantes obras a entrada da via de acesso Enfim , aguardemos 0 cor­
de cinco anos! ça Dr. N ilo A m aral e da A v -
se seu mutismo, — «por de­ que serão realizadas, tais de Vitápolis. rer dos dias, quando outras
É obvio, com o apôio de Conceição Sammartino.
trás das cortinas-», como se como, construção de escolas, A lém das obras acima enu- coisas mais virão, outros co­
uma plêiade de outros bra­ Além de tôdas estas im ­
diz vulgarmente — , vaj con­ mentários por certo surgi­
vos Jandirenses O s w a l d o portantes obras- algumas jà
duzindo o Município para o rão. .. É uma questão de es­
Sammartino, em apenas um quasi concluídas e outras em
lugar que lhe é devido no perar . . .
ano de administração, con­ andamento, conse g u i u o-
consenso das mais adianta- A DIREÇÃO
seguiu isto: ilustre P refeito de Jandira,
tadas cidades do nosso hin-
Instalação de um Posto de — conform e publicação no-
terland.
ftsto é Romeu Manfrinato CONVÊNIO: Saúúe; Posto de Puericultu­
ra; Coletoria Estadual; a
Diário Ofic-al do Estado, de-
2-3-66. — com Exmo Sr.
no nosso entender. N a presença do General
Prefeitura e a Câmara ins­ Governador do Estado a
Prova cabal do que esta­ Enio Gratidiano Doriléo, foi
tala d a s confortavelm ente; concessão de uma verba d e
mos afirmando está *no que assinado dia 8 último as 16
ambulância e um veículo p a ­ Trezentos milhões de cru­
vamos adiantar aos municí- horais, o Convênio da merenda
ra os serviços municipais- zeiros para a instalação de
pes da nossa Ita p e v i. Escolar, através do Ministé­
além de outras tantas obras água e esgôto em Jandira, e-
E is um relato daquilo que rio da Educação e Cultura da
que vieram beneficiar a po­ ainda, dentro em breve, se­
Rom eu Manfrinato, com a Campanha Nacional, cujo re­
pulação 4 0 centro da cidade rão instalados teiefones n o
imprescindível a j u d a da presentante é o sr. General.
e da pereferia. município, de acôrdo com
E grég ia Câmara Municipal, Assinou o Convênio o Pre­
feito Municipal Romeu Man­ E não para ai o dinam is­ entendimentos que já foram
realizará dentro em breve:
frinato, que conseguiu para m o do homem- eis o progra­ feitos com a Companhia T e ­
N o setor da iluminação
as crianças do município 4.000 ma de obras a serem exe­ lefônica B rasileira.
elétrica domiciliar: O Prefeito Rcmeu Manfrinato. ladeado pelos srs. Verea­
dores Osmar de Souza, Claudionor Bruno, Tuguo Ueta e cutadas, algumas já em a n ­ Fica pois aqui- nêste sim ­
Jardim Julieta, obra no ks. de" leita em pó que será
Maurício Bechara, defronte o pTédio em que funcionará damento; ples apanhado, o relato da
montante de Cr? 6.600.000 ; distribuido gratuitamente e
a escola do Bairro da Vitápolis. Na V ila Denise, construção ação de um homem a quem
Parque Suburbano, Cr$ ---- indistintamente mudando a
calçamento de ruas, etc.! \ meradas, pretende ainda o de uma Escola de 6 classes- nós, — pela sua bondade e-
7.400.000; Vila Aurora — «tatica» da geistão passada a
Exemplo: calçamento da Sr. Romeu Manfrinato, den­ todas as crianças que fre­ cuja alvenaria se encontra no pela capacidade dem onstra-,
Rua São Roque, Cr$ .........
A v. Brasil, cujo Edital de tro em breve, proceder uma quentam os grupos escolares respaldo; no Kl. 33- am plia­ da través das obras que vem
2.400.000; Jardim Jurema,
Concorrência Pública já foi revisão nos salários aos ab­ do municipio de Itapevi. ção de mais 2 salas, instala­ realizando- — rendemos a
Rua Hum, Cr$ 600.000; V i-
publicado e cujo custo orça­ negados servidores munici­ Em nome das crianças nos­ ções sanitárias até aqui ine­ nossa homenagem.
tápolis, Cr$ 15.000.000 (ilu­
rá aproximadamente Cr$ .. pais, a cujos esforços muito sos agradecimentos General xistente; no Jardim Alvirada Parabéns Jandira, p ara­
minação de quase todo o
30.000.000. deve a atual administração. Enio. èm entendim ento com o clu­ béns Jandirenses, P A R A .
b a irro !) ; Rua R io Branco,
N o que tange aos bairros, Eis, prezados leitores, um Ao Sr. Prefeito nossos pa­ be da localidade, foi cons­ BÉNS OSW ALDO S A M M A R ­
no «Jardim Portela” , Cr$ ..
incluem-se as obras da Ca- relato do que pretende rea- rabéns. truída a sede onde está em T IN O !
3.900.000; Parque Ciras, Cr$
^ ) Q Ç - V lS \ t f 0

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE BARUERI


Estado de são Paulo
OF. NS 23/65.~

Senhor Presidente

Em atenção ao oficio na 231/65 e 210/65# tenho


a honra de infoiraar a Vossa Excelencia e a Câsa o seguinte:
a) - 0 Poder Executivo ainda nao adquiriu o aut£
movei "Aero Willys", para o seu uso administrativo, encon-
tra-se a sua aquisição em andamentoj
b) - A finalidade é para uso de locomoção do Che
fe do Poder Executivo, em serviços do Municipio, nos termos
do artigo 52, inciso XII, da lei Organica dos Municipios;
c) - A negociação esta estijjulada por preço ofi­
cial da tabela publicada pela imprensa, nos precisos ter­
mos da Lei ns 33/65.
d) - Os êemais itens do mencionado oficios preju
dicados, a vista da exposição acima.
Sem outro particular, subscrevo-me atenciosamen­
te grato.

Prefeitura Municipal de Barueri, em 29 de Outubro de 1.965


0 PREFEITO MUNICIPAL
Assinado Adonai de Almeida Sylos
-ADONAI DE AIMEIDA SYLOS-
Ao
Excelentissimo Senhor
Dr. MILTON CAMPOS
D.D. Presidente da Câmara Municipal de Barueri
COPIA AUTENTICADA PELA SECRETARIA DA CÂMARA
MUNICIPAL DE BARUERI, EM 27 DE MAIO DE 1.966.
Contador-I&soureiro

dron
•C. vji?
: —

-CÓPIA AUTENTICADA-

-R e q u e r im e n to nü 5 8/65*

Exmo* Sr« Presidante

ta ver©adore« &baixo-a»minados# repua-


rem à V.Sxoia, depois de ouvido o plenário* seáa otl»
oiudo ao Senhor Prefeito íòxnioipal, solioitanâo as se
golAtes iníorraaçoêui
Ifi) - Se o Exooutivo adquiriu um veiou
lo Aero Vlllla para seu uso.
2a) - Se adquiriu* qual a finalidade do
raesno em função ao I3*eouwivO o onde o neano 4 guardado
principalmente no .ieriodo noturno*
32) - por quanto e de quer» foi adquiri«»
do»
42) - Bta quais oonàlçoes foi o raearao ne
gocindo.
5*0 - Para a aquisição houve conoorren-
oia pública ou administrativa ou foi adquirido por prj,
ço de tabela*
6e) - Se fci pp^o alguna, importância,
qual a verba oonstante do orçamento*
Sola das casoSn, 22 de outubro de 1*965.

Assinados*«. icsS i-^ria Balielro


Eoque Barletta Sobrinho
Gentil Piree Pedroso
Mario Be Doraenioie
Decio Alves de çuelroa
Ouilheme de Cruglielmo
Rnul Maoayosai
Io"das Pereira Souto
Akira Hashimoto
C^pia futentioada pela Seoretária da Ca
mara Munioipíl de Bnrueri^aos 25 de HaiO de 1*966*
ois
erra Zenárbn
-Documento ns 2 0 -

(Cópia - o ori .'Ti• ^ eha- •i ■_2 olmeira via 3os


documentos) 1

L ü S B R A 3
Autori^do Willys-Rua Augusta, 2556-Telt 807112
São Pau3o, 27 de outubro de 1.965*

A Camare l-unicipal âe Bar erl


Bar o.ri
Estado de São Paulo

Pi*ezad oa Ser.ho ro e,

Atendendo a solicitação verbal do Sxno


Sr*^lô Secr tario, t'r. Joàl '»aria B&Iieiro,temos a satis
fação em apro. entrr-lhes a no asa proposta de renda, para
um veiculo cie marca Aero—Willys, ano de 1365# estofenüaa-
to miöto-couipo. Da fo.ma solicitada» Una entrada - paga­
mento no ato do recebimento Cr$ 4*000*000, e a parte res­
tante cm 3 parcola3.
a) - Prego do Tabela 1« venda ao publico Cr# 9*2 35*000«
b) - Preço para esta Casa. - (!■$ 8« 650*000*
3er.do Cr$ 4*000.000, cie entrada e parte restante em
3 parcela a de OrZ 1 *550*000*
Cumgre-nos esclarecer que o juro com­
putado a esta transação ê o menor existente na praça,
pois é baneario. Podendo 7.3, analisar que deixamos de
ter um lucro relativo ao capital empatado* t m d o em vis
ta o preço de venda ao publico, pui3 procuramos vender“”
a V*3* pelo menor preço* Dispensamos terbera e. wReserva
de Dominio” » tendo oue a transação 6 feita a uma autar­
quia, e os títulos são aceitos em qualquer casa banca­
ria*
Assim seudo, esperamos ter celaborado
da melhor naneira, para aue !T*Sas* possam evidentemente
fazer a aquisição necessaria aem maiores dispêndio*
Colocand o^ilos ao m , .r.. di.jtpor ds V.
Sas., expressamos aqui nossos votos de perene admi­
nistração, subecrcvendo-nos mui
Veiculos Nacionais "lusbras”
Asoinr;iura i1ec,ve ?
A tenäiösanente
-Documento ns 21-

(Céuia- o original aoha-ae na primeira via doa


documentosJ
Av*Adolfo Pinheiro,886
SEHÍJIPE S/A lelefone 61-9496
Comercio e Industfi®
são Pai'J o-liras*iI Caixa Postal,7175
End «Telegrafioo-Sergipaute

cão Paulo
28 do outubro de 1965
»5-2 33/55
X Cariara Municipal de Barueri
Baraeri

At:- do Vereador José ”í>.ria Pa li ©iro


Prozados ...snhozeb •-
Ater íendo a solicitação de 7a.3a*, gratp <5 nos
apresentar abaixo cotação para fo m e cimento de;-
AUTC'rOV^:i vi:!1'.; JllJY.: - 4 velocidades estofamento dg corro,
equipado com trâVa de direoao marca
"WOB" e Tíalio "ilotoradiof*
Preço Unitário linuido:- Ur.' S»45l#$CC (oito niSÍho.ea, quatro
centos e cincoenta a um mil a quinhentas cruzeiros), paga—“*
mento a vista ou nas seguintes condiçces, entrada de Cr£...
4*000.000 e o saldo or, 3 pagamentos Iqruais de Cr$ 1.591911 a
(um milhão quinhentos e noventa e um mily novecentos e onze
cruzeiros) a 30, 60 e 90 dia3.
Em virtude da diversos fatores que escapam ao nosso controle,
o proço citado na presente está sujeito a aiteraçao sem pfe—
vioavi so.
Informamos, outrossi, que todos os Veiculo3 Ae-
ro«*Willys vendido pela nossa Coiapénhia são Ltcománhados dos
respectivo certificado de garantia de 6 meses, ou 12.000 Eras.
inclusive 3 reviaces int -irnnente /rratuitas, sendo a primei­
ra ao3 1*500 So m ,, e segunüa aos 3.CuO Kms* e a terceira aos
6 .0 0 0 K m s. \
Desejamos salientar, ouiro ssim, que mantei^os^
completo estoque de peças o accsscrios ãssc.lnat-os a reposição
e possuímos modemissíma oficina especializada cotadas de to­
dos os requisito da te c.'doa e mecânica atuais, a fim de pres­
tamos completa assistência aos afamados veicul.os ’’Fillys”*
Wa expect.--tiv*. de se uno . distinguido com a sua
valiosa preferência, subscmveno-nos com estima e aprêço.
Aten ciosamente
SERGIPE S/A
0ome rci o © Indt;strla V
Assinatura i1ejivel
Paschoal B, 0,!: acchi ona
PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE BARUERI
DEPARTAMENTO DA FAZENDA
DIVISÃO DE CONTABILIDADE
NOTA DE EMPENHO DE DESPESA - EXERCÍCIO DE 1.965

INTERESSADO
SODAN - SOCIEDADE DISTRIBUIDORA DE AÜTOMOVEIS NACIO­
NAIS LTDA.
DATA:- 28/10
NÚMEROS
DO EMPENHO:- 542
DO PROCESSO:- 542
DA VERBA:- DECRETO 25/65 - Lei 33/65
NATUREZA DAS DESPESAS:- AQUISIÇÍO DE AUTOMOVEL MARCA

IMPCRTANCIA EMPENHADA
NO DIA:- 4.000.000
ATS A DATA:- 4.000.000
SALDOS
ANTERIOR:- 9.455.950
NOVO:- 5.455.950
PREPARADO POR
CONFERIDO POR
VISTO

Cópia autenticada pela Secretaria da Câmara Mu­


nicipal de Baruerl, em 30 de maio de 1.956.
^csc. a ? \ &

c Am a r a BARUERÍ
PR2FEITURA DO MUT7ICIPIC BS BARIT^I
Eotado de Soo Paulo

Excolentiasimo Senhor Presidente e Senhoras Vereadores


da Câmara '’unicipal de Barueri.

Ê necessário a nomeação de uma Comissão


Sindicante, composta de dois peritos contadores e de um
Investigados, pata tomada de contas e apuração das irre­
gularidades praticadas pelos cx-Prefeitos cidadão João
Acacio de Almeida e Carlos Capriotti*
Cumpro-rae salientar de inicio, que os ex-Prefei-
tos Joao Acacio de llneida e Carlos Capriotti, nao apre­
sentarem contas leseis, como lhes competia por fôrça de
lei, o que obriga-se a proceder ura rigoroso levantamento.
João Acacio de Almeida e Carlos Capriotti,
praticaras uma série de irregularidades, crimes previstos
nas Xeis Penais, checando mesmo a nomear e contratar se
filho para motorista da Prefeitura, pois seu filho vivia
altas horas da noite namorando com veiculo da Pref itura,
do qual foi roubado rodas e pneus de valor superios a Cr$
8 500.000. nem sindicfincia ou inquérito mandou abrir para
apurar o roubo.
Chegando fazer contratos lesivos a Pazen-
da ??unioÍp®l, efetuando pagamentos antecipados*
A Comissão Sindicante, deve apurai* os diversos crt-
mes praticados peloo ex-Prefeito João Acacio de Almeida
e Carlos Capriotti, os quais faziam do dinheiro do povo
do muni cipio, como bem entenderam, e por estes motivos
devem responderem*
V^JATJQ Si
Ve jaxaoat
Ha qualidade de Prefeitos, venderara veículos e
pertences da 'tunicipalidade, sem as devidas cautelas,deu
materiais de casas desapropriadas a terceiros, gratuita­
mente, como se fosse de sua propriedade, vendeu balças
de travessia do Bio Tietê, sera concorrência publica e pe­
lo preço que entendeu.
Fizeram contratos cora Companhia
particular de instalçoes de linhas de energia eletrioas
domiciliar e publica, de valores superiores a quarenta
milhão de cruzeiros, sem as formalidade e as exigências
legais, efetuando pagamentos antecipados, recebendo ser­
viços em ooppletos e s em os devidos exaraea.
Locando prédios por Cr$ 4C.00C, mensais
para raante-lo fechado durante dez meses, omsando as fi­
nanças do municiplo um prejuízo de Cr$ 400.000*
Um contrato de locação de serviço com Paulo Bar­
reto dos Santos, de Cri«100.OCO, mensais, sem estijnilar
funções e obxlgaçoes.
Um contrato de ratificação de parte
do Rio Barueri, de valor de Qr$ 11.000.000, sem estipu­
lar, obrigaçoe3, prazos e modos de pagamentos, pagando
adiantadamente a quantia de Cr$ 8.00G.00C.
Construção de ura barracão nos fundos da
Prefeitura, sem as formalidades legais.
Vendeu un trator de esteira da Prefeitura pa­
ra parentes por Cr$ 1.000*000* quando seu valor real na
data era superior á Cr$ 12.000*000.
J3m festas eivicas, despendeu fatulonas quantias de
créditos abertos e de contribuiçoes particulares, sem
prastar as devidas contaa.
Concerto em oficinas necânicas, sera concor­
rências publicas de valor superior á Cr$ 300*000.
EmprSgos irregular de varbaa e rendas
publicas, empenhando despesas em verbas impróprias»fa­
zendo pagamentos ilegais, utilizando—se de verbos pre­
vistas para outras despezas.
Ajustou peritos e pagou sa-
larios sera que os serviços fossem feitos, inclusive no
caso do Fiscal Lesa.
Diversas outras irregularidades •
■V

CÂMARA MUNICIPAL DE BflRUERÍ

^ivorsas outras irregularidades e


faltas graves e criminosas, sónente será apuradas apôs
um levantamento de escrita, exame e investigações.
Outras graves irregularidade» foi na ad­
ministração do Tíunicipio de Carapicuioa, que deverá res­
ponder oir divisas e obrlgaçoea assumidas pelo ex-Prefei-
to Carlos Capriottl«
Afira de apurar as irregularidades
civis e criminais dos ex-Prefeitos João Acacio de Almei­
da e Carlos Capriotti» deve a Egrégia Câmara Municipal
de Baruerl, abrir o credito especial de Ott 800.COO,pa­
ra ajustar dois peritos contadores, um da Policia Técni­
ca e outro de reputada idineldade, para levantamento das
contas e um p a m investigar as transações ilicitas.
15ate ê o pedido que faço a 72gregia Câmara Municipal
de Barueri, afim de nue, tudo apurado sejam os autos re­
metidos ao Ilustre Dr. Promotor Publico, para determinar
o que for de direito.
Barueri, 19 de Abril de 1*969«
0 Prefeito-Assinado Adonal de Almeida 3ylos

CÒpia autenticada pela secretaria da Cânara Municipal


de Barueri, en 3C do maio de 1«966«
Contador Tesoureiro

ran
PBKFFJTUHA DO M O HIOmO DE BARUHHI
betado de 3ao Paulo
OF/ffg-162/66.-
Prefeitura üuniclpol de Barueri, 16 de Maio de 1.966.

Senhor Presidente,

Tognou-ae necessário a indicação ou no­


meação de ima Comissão de Sindicante, composta de dois —
peritos contadores de ilibado idoneidade, para verifica­
rem aa contas e apurar«» as irregularidades nue por ven^
tura houverem sido praticedas pelos ex-píefeitos cldadoes
Joao Acacio de» Almeida e Cario3 Oaprlotti, está ainda nao
examinada pela 'gr^gia Câmara Municipal, o que obriga-se
a proceder ura rigoroso levantamento.
Cs ex-prefeltos, pareee-ne p w pretiearem uma sé-
riede irre^ularidades, que constituem crime previstos —
por lei, o «ue passamos a deduairem*
1Q) Si de fato o ex-prefeito João Acacio de Almeida, con-
trariano o disposto na lei Orgânica dos Timicipios, nomeou
ou contrator um de seus filhos motorista da Prefeitura Mu­
nicipal, assinando folhas de pagamento e fasendo ordenado
pelo meamo, qual ordenado que recebeu dos cofres municipais?
2fl)- 3i o ox-prefeito João Acacio de Almeida, recebia or­
denado do Exercito e da Prefeitura Municipal, assinado fo­
lhas de pagamentoj
36)- Si de fato consta que do caminhão com que trabalhava
o filho do ex-prefeito João Acacio de Almeida, foi furtado
rodas e acessorios, avaliado em 0$ 1.200.000, sem qual­
quer sindicancia o pai comprou outros c entregou ao seu
filho?
4®)- Si o ex-prefeito João Acacio de Almeida, vendeu os
botes e materiais da ponte de pedreste da Alaeia, demoli­
da ?
5®5- Si o material da desapropriação do armazém de Anibal
Correia, foi doado ou entregue a terceiros ?
6®)- Si o pfédio da Prefeitura foi construído por concor­
rência publica, em quanto ficou ? \
Si as inatalaçoãe de energia eletricn, fei feita por con­
corrência pública por particular ? '
7®)- Quanto ex-r>refeito Joao Acacio de Almeida, pagou aos
contadores para levantamento das contas do Prefeito Adonai
de Almeida Sylos, bem aosim, pelos três (3) processos cri­
minais que mouveu contra o Prefeito ?
\
\\
8®)- Si de fato o ex-prefeito forneceu a maquina nivelado­
ra para planageamento de terrenos loteados por Dr. Cimão,
durante um mêsr fornecendo maquina, tratorjsta, oleo e ou-
tros combustíveis, a rarao de CrU 15.000, por hora, oem
qualquer lançamento na Prefeitura? >
95)~ Si a referida maquina foi quebrada neste loteameiito
PREFEITURA DO MUSICIPIO DE BARUERI
Estado de Sno Paulo

M m -a & M ã z

lotearaento particular, cuja restauração da maquina, ^parada


se onoontm em oficina designada pelo ex-prefeito ha mais
de dois anos, qual o preço da restauração ?
Si depois que a maquina quobrou,odãono do terreno pagou ao
Snr* Miguel Vaz, a quantia de seis milhrês de cruzeiros,pa­
ra teminar o serviço ?
ICfi)- si o ex-prefeito Carlos Capriottl, vendeu um trator
novo de pouoo uso de propriedade da Prefeitura Ilunicipal,
por QS 1*050>000« que na apoca valia mais de Cd® 8.000*
000 cruzeiros1, Se havia necessidade para vende-lo ?
llfi)-Sl empreito a retiíioaqSo de Barueri porte, poxquan­
tia,elevada, pagando 80y£ , sem estar o serviço feito, como
est£ até hoje
12fi Si a Cia. Gel, faz a entrega do serviço_de das linhas
de#ener&ias eletrtoas do taimicipio, o ue não foi feito
ate hoje, qual a quantia empreitada e quanto Jr recebeu
adif.ntadam nte ?
13& Quanto custou a construção do salão da Caraara unioi-
pal, nos fundos da Prefeitura ?
14 0 - QBaa fez as obras do oiraitério e quanto oustou e quem
forneceu os Materials ?
15S-» uem emprestou os inotrura« ntos musicais do Município,
ainda se arreoadaçao completa e todos danificados ?
15* Qual a quantia deapezas na elaboçao do orçamento de
1*964 el965 , despesas pa^as pela .refíiitura ?
16s Qual as des eaas gastas na instalação da comarca* fora
as oontribuiçõõs recebidas do outros ^refeitos e do Povo
do Hunicipio?
17-^31 foi feita prestação de contas das despesas da insta­
lação pelo comissão de festejos ?
Si o ex-prefeito C rios Capriottl, alujou uma crsa para re­
sidência do Dr. Juiz da comarca, <a. ando mensalmente o imó­
vel sam ocuia-lo ?
l8fi)-wSi o ex-p»ef0ito Carlos Capriottl, foz contrato de
looaçao com Paulo Barreto dos Santos, aeu nunca assinar
ponto de serviço na Irefoitura» quanto rec bea ?
19»)- Si deixou o ex-prefeito 0arlos C priotti, Ce*0 100,000*
(cem rail,cruzeiros) em oaixa ia© entregar a refeltigra, e uma
divid ha ag r «upeiior hn CU$ 1S.C00.000 milhões de oru-
zeiros ?
20fi)-^Si aplicou ea Caraplouiba, quantia superior a arre-
ond„y~o, de muitos cruzeiros ?
2ls 81 ocorreu desfaques noa ccfree públicos, por funoiona-
rios,houve inquérito “adrilnistrativc ou oriuinal, ,apsar de
ter sido reposto o dinheiro, continua os funcionários ?
( BARÚtRI |]
V Qj. £aO x

CÂMARA M U NfC IP A L D E B A R U E R í
-C O p I a A llT k lV r j.Ü A -

PREFEITURA DO KUBICIPIO DE BnHUEHJ


Estado de Sao Paulo

226 31 as quotas recebidas Federal e Estadual» fora» to­


das escrituradas?
Si ocorreu desvão de verbas, dentro da lei, cuais as verbas
desviadas ?
23* Si ajustou perito para lev ntamento de desvio de paga­
mentos contra o Pisoai Lesa, qual foi o desvie ?
246}- si a ambulencia e o Jipp, foi adquirido em conoorren-
cia publica o qual a verba ?
259 Qual a quota que a^irefeitura de Carapiculba^teia que
Pagar pela Administração e pelas despesas ali efetuadas?
26fi)- uais os pagament03 f itos ilegal«, utilisando-se de
verbas previstas para outras despesas ?
276- Si há outras irregularidades e faltas (sraree cometi­
das pelos ex-prefeitos, apurradas no levantamento das con­
tes*
Afim de apurar as^reap-nsabilidades civis e crimi­
nosas dos ex-Prefeitos Jofo Aoacio de Almeida e Carlos Ca-
priotti, deve a Egrégia Camara Iluniclpal, abrir credito es­
pecial ao Executivo para pagar os Contadores e investigado­
res, ouvindo a Olicdi&o a iolicia Técnica, parte especiali­
sada em levantamentos, ou Incluir no edital de concorrên­
cia 2 ara esse fim já aprovada pela %regia Camara*
A^ ro^elto a oportunidade „ara reiterar a V.Excia#
e a Egrégia Caiuara riinicipal, os meus protestos de alta es­
tima e distinta consideração*
0 irefeito Munioipal*
Assinado:— ( Adonai de Almeida 3ylos.)

Exiao* 3nr.
Constantino de Camargo
DD* 2residente da Egrégia Camara Municipal de
fraruerl*
Copia autenticada pela Secretaria da Camara Muni
cipal de Barueri, aos 1 de Junho de 1*966*
~ ÍX ! t Ul? $

cAmara municipal de B A r ue r i

PHBF8ITÖRA IX) 1CÉÏGIPI0 DE.J3AITUDPJ


ïïstado de Sao Paulo
Projeto de Lei n2 34 de 21 de xlaio de 1.965*

A Camera Municipal de Barueri decreta,


■; T ; ; '4 - r < ; v r

Artigo la) - Pica o Poder Executivo, autorizado mediante


empreicada,. qu por cojata propria> mesmo era
. & -J / Î '■ m t f <, ' . <;%. ,\v ' \>*
concorrência publica administrâtiwa? a executar as. o~
bras de paredão do rio Barueri, de*. oolo caç.&o de Guias e
•.-? -5.';. .. ’ ’ ií -W’ % j - .0 'í4 t s
Sargetas, calçamento aéfaltos ou páralelipipedos, da Ci-
dade de Barueri, distritos e.vilas, '.aberturaô de avenidas
e rua ,, •

Artigo 2") - As despesas com a execução das obras uei.que


.’g-v^» '. ^ r l v ^ i . i J'- ' ' ■% £ ' » ’ ‘ • * ’ ^
se trata o artigc anterior:*, correrá por con
ta de/’ /verbas
) , ■ **
orçamentarias
** '! * *. m I ’
ou
v? ^
por. 'ardem
-5 f* •
;de
'l i
ureaito \berto
na Tesouraria Municipal«
_m . Sr-\ 'f *$; *' x • . «* • \* * $'• c~‘ £ v v vf
Artigo 3.6 )
. - Esta Lei entrar«; em vigor na datí.. de sua pu­
blicação revogadas as disposiçoes m contra-
.1; t- •t ‘ \ •. -•
rio3
*v"■■ ■' <r; ■" * •’ ,V» ‘ ‘ •

Prefeitura Municipal de Baimériv. ejs £L de Maio de l«96fn


>• -t- 't .
■it ■ [ , ’-*r .

0 PHEPSÍTG MDlfcCfià:?jffl‘

-ABONAI DE ALI1EÏDA J3TL0S-

côpia 4irnai?iCADA píja n m ^ 3:n .iH A da ct Aiu ijdhzozpa£ db


BAHÜEBI, 2H 5 jj£ JU3îiû DES 1.965.
CAMARA MUNICIPAL DE B A R U E R I
PREÍ^ITü RA DO MÍJNICIPIO-De BARUe RI e comarca
Estado do São Paulo

PROJETO Dr L-rI 112 50/65 Dfl 23 De AGOSTO D r 1 o965<


1

A Cardara Municipal do Baruori d~crota<

Artigo 12) - Pica aberto na Contadoria da Prof-âtura Municijiai


XJl M 4-4 X-t

pal do Baruori, ura credito ospocial na importan


■> * t *-» JU AJ

cia d-> Ci$ 5°000c000, (cinco milhoõs do cruzeiros)0


Arti/;o 2p ) - 0 credito constanto do artigo 19 , dostina-so à
JU XJ

construção do um muro do arrimo, nas barrancas


do .vio Baruori? da Avenida BUnriqUota Mondos Gu«rra«
-1
-* 4-i *n* JUl ^4

Artigo 3S ) - As dosp.-.sas docorrontos com a <=x~cuçao da pr--


,U *'•* <U fU X-J JLU

Sontp L^-i correrá por conta do oxcosso do arro


í-í Ài

cudaçao do oXorcicio do 1.965»


— +4 Xx ja

Artigo ) - ^sta Ipi «ntrara 0m vigor na data do sua publi


*-* £*» XA

cação rovogadas as disposições oia contrario*

* À XJ **■« XÁ xJ +~* x*

Profoitura ífanicipul do Baru~ri, «m 23 do Agosto do 1,965

0 PR-PrXTO MUNICIPAL

-ADDNAI D e ALMe IDA SITjOS-

Copia autenticada pela Secretaria da Camara


Municipal de Baruerl» aoe 27 de Halo de 1*966*
i)0C vx9 &

C Â MA R A MUNICIPAL DE B A R U E R Í
STO DS LEI Hfl 75/6$ 358 5' DE NOVEMBRO DE 1.965*
SaäSs® &

A ':ti-JARA MUNIf: 133 BAHUH3I DECHETAs- -Oonia autentica-

irtlgo Iß} • Pica suplementada em C$ 3 <-0 0 0 »OOO (tres


milhoes de cruzeiro 3 ) a verba 3 2 7 0 1 3 - item 1602
ENOABGOS KSJNICIPAIS - TIUNSKifffiNCIAS CORRENTES - JUROS
da Sfvida Publica - Pundada Interna - Juros da DÍvida
Pundada*

#42*t-igo 2 -) «• A presente supleaientaç io se fais necessário


em virtude desta verbas constante uo orçamento vidente,?
' t,er dotação insuíuciente para enpenhc de despasas
pagas por ocasião do recebimento das paroolas da Qot&
do Excesso de Arrecadação (; art*20 da OcnstoPeder&L) nos
meses de julho e setembrô do corrente exercioío^ e ttsgfe»
bem de juros descontados- referente ao empréstimo Bancá­
rio levantado em setembro pap©, de acordo com autoriza*»
çao 3.egislativ&<>

Artigo 3s) - As despesas decorrentes com a suplementaçao


f.öi.ißß.,j correrão por conta cio excesso de arrecadação do
exerci cj.o vigente o

Ai*tigo 4C) Esta Lei entrará em vigor na (Bata de sua


jjUi.vU.cayao$ revogadas as dispoaiçoes em contrario«

3rre:Ceitaira MUnioipal do Barueri, em 5 de novembro lo96j?o

-ADOíTAX DE ALMEIDA SELOS


■Pi?efeito Muni cipal-

CÓpia autenticada pela Secretaria da 0amara


Municipal de Barueriv aos 27 de Maio de 1*966•
i l ®

CÂMARA MUNICIPAL DE BARUERÍ


fir a íã ' - O driA AUTENTICA-

-PROJtÆO Dt: Iæ I na 61/65-

• * A CAMARA MUNICIPAL DE BARÜe RI De CRe TA:


(- M X«

Artigo X«) - Pica o Senhor Pr«f/>ito Munioipal autorizado a pf=>-


M « **

tuar o pagam-nto do auxilio d<» G& 200,000 (duz«>ntos


M M M M M

mil cruzeiros) destinado a aquisição d« matérias d<* construção


M M M M -
noc-esario ao termino das obras da Igr^íJa Evangélica Assommbl*ia
£4 JU xj

do Dous do Jardim B^lval.


M M M M M M

Artigo 28) - Para atond^r as d^sp«sas r^foridas no artigo 19 fi


ca o Sniihor P r e i t o autorizado a utilizar a V*rba
\
3.2.1.5,8.9» Instituições Privadas, constantes do Orçamento Vi~
ÁJ àJ •

gsvütao
M ju JU
Artigo 3») - -osta LPi ^ntrará «nm vigor na data d« sua publicação
U 4M 4i ^
* J *
,- .... revogadas as disposiço«s contrario.

Sala das Sossors, 3 d* S«timbro d« 1.965

Isaias P^r^ira Souto

OÓpla autenticada pela Seoretaria da Gamara


Municipal de Baruerif aos 27 de Maio de 1*966.
^UT;,:'PV"
C A MA R A MUNICIPAL DE B A R U E R I
- O t o A AUT.BXIOA-

■PROJEK) BE LEI N° 62/6><

A CAMARA MUNICIPAL DE BARUERI DECRTA*

Artigo 19) - U c a a Prefeitura Minlcipalcte Barueri

autorizada a conceder 110 presente exer

cio, 0 0 seguintes auxílios e sutrvençoes:


1 - Congregação Cristã, no Brasil (Crua Preta) C.0o

Cfc# 200 o000 (duzentos mil cruzeiros)0

2 - Associação Cultural 0 Esportiva de Barueri <> C#

Ç.& 350.000 (trezentos e cincoenta mil cruzeiros)»

Artigo 22) - 0o pagamentos, a que se refere a presen­

te Lei, serão feitos mediante comprovantes,

de que oa interessados se encontrem drviaai.ientp lega­

lizados o

Artigo 3°) - Ao drtsjjeoas decorrentes com a execução

da presente lei, correrão por conta das

dotaçoõs próprias constantes do orçamento vigente.

Artigo 42) - -Rota l^i entrará <-m vigor na data de


sua pu"Dlicaço.o<> ' , ’ ,

Artigo 55 ) - Revogam-Ge an dlsposiçoes er1 contrario o

Sala dao uçsfjors, 10 d^ S«tenfcro;( - 1 9í*5e

Arnaldo Rodrigues Bitt^iiicourt

Becio de- Queiroz.

Copia autenticada pela Secretaria da Camar*


Municipal de Barueri, aos 27 de Maio de 1*966.
ÍU K ts * »

João Grue;
^>0C u?ix)

CAMARA MUNICIPAL DE B A R U E R I
& -o S r i A ^ - r a ir x O A -

• -i’.i0J'.50 t h m :m 67/Q5-

A o a iu iu titr .r x o iP A i in j » r a a iv m b w a i

Artigo Xô) - fioe. o Poflor TCxaautivo autorizado a oon-


coder no prcsaonta oxoroioio, a subvançao
<Jo OrC 500.000 (quinhentos nil cruzoiroa) & AaaoaiaçSo
Aeeifttonoial da I'ardriuiii 4® S.JoHo Datieti do $avu«*vi*
§ tini oo - As flaepaaae deoorrentoa oom u «xeouçSo da
pv manta Joi, ooj’ra*?o por conta èina Aota

çola pvopvin§ oonst nteu do orçamento vignte.


/Vrtig© 2 ) - T5»t“* lei entrará am vl^ov nu data, aua
pu;3iOtiçSo^ r ui cíg» ati fUspasiçoS * a»

contrario 4
3ala áft® DütíMoêa, 84 $ a aetemfcr© de
*•

Soque IkivXettcv Botorinho


GtontiJ, Pir a 5odvv>fio
Tfosio T)u Domoaieia
Arnaldo Rodrigues MttHioewrt
/
ÍBaiaa Poroira SSeute
Quilbenaa de Suglieliâ©
João ViJlaletoa Queva
Slele Alvea a® Quti^a
Aitira ^aahiftota
Oe&etaafófte Qmstoga
lisa to e líemura
Copia autenticada pela Secretaria da Camara
Munioipal de Baruerl, aos 27 de Maio de 1*966«
*^A3C- Í [

—c 6yza aitiíntioa-
FREPEITURA DO TÎUNIOIPIO DE BAHÜERI
ESTADO DE 3%0 P\UL0

Barueri, 19 da Novembro de 1*965


Sxmo* Snr*
Dr* Milton Campos
T)*D* Presidente da Egrégia Caraara Municipal de
Baruerl.

Senhor Presidente*
0 Tenho a s u M t a honra de encaminhar a
V*Excia* e a % r % Í € Cagara MuniclpaX, as justificativas
do veto ao projeto lei# nfi 43» de 1? cte Novembro de 1*965#
enviado ao Poder Executivo*
aJ-^Considera^do, um fato supervenie»-
• te e d® extreme importância que e a proaulgaçao
VfSmVOlOMJO, na 2, de 27 de Outubro de 1*965,
e ampliou a oompetenoia exclusiva do Poder Executivo para
a iniciativa de leia que criem cargos ou impliquem no au­
mento da despesa publicaj
b)- Considerando ainda, que por força
da Lei Federal ns^3*§28f de 3 de Janeiro ae 1*959, inciso
10, do art* 1 % não e permitido ao senhor Prefeito Munici­
pal estabelecer ou subvencionar ou da» subvenção (subven-
tio) pecuniário a cultos "religiosos, sob pena de responsa­
bilidade oriminal;
o)- Considerando mais, que © art*16 do
projeto de le«. nfi 43/65 T O DISPCE OOK CLARESA a destina­
ção da importância de Cc*& 500*000* se para fins assiste»-
cionais ou se para subvencionar culto religioso, tanto as­
sim que não dispõe igualmente sobre a sua aT)lica£ão,nem
condiciona a obrigatoridade da posterior prcstaçao de oon-
9 tas, pela entidade beneficiada;
d)- Considerando, entretanto, em faoe
da obscuridade de que se roveste o diploma, vejo-me for­
çado a veta-lo nessa parte, não sé para resguardo de uma
prerrogativa constitucional e o art* 12 inoiso 10 da Lei
federal nfi 3*528, ãe 1,955*
Nestas oondiçoSft» ve;jo-me obri­
gado a vet.^r e negar sanção a propositura* Todavia, a fim
de que a Gamara Maniotpoî possa atingir seus altos objeti­
vos, sugiro- data~veniay ocra apoio nas rasoes do veto ora
invocadas,- que seja elaborado novo projete de lei, dentro
das normas legais*
Aproveito do ensejo, para reiterar a V*
Excelência e aos nobres Vereadores, os protestos de minha
alta estima e distinta consideração*
• 0 Prefeito Municipal*
Assinado:-Adonai de Almeida^Sylos-
Oopia autenticada pela Secretaria da Camara Municipal de Ba-
rueri, aos 2 de Junho de I .966
^ ) o c .VA.0-

CÂMARA MUNICIPAL DE BA RUERí


-Cdpia autentica«»
DOCUM EHTO DE
DK3FE3A
ff» 541
PREFEITURA DO MURICIPIC DB HABUEHI
Departamento da Fazenda
ORDEM DB PAOAXBHO 1J9 411
PAZ 3 - SR. CHEFE
A vista do que consta no processo 411
determino o paganento da importância de Ci$ 100*000
(cerr. mil oruzoiros) que cnerou a verte n« 3*2*1*5*0*9
Item 1001 do orçamento vigente, conforne empenho nB411
a IGREJA N*S* DA 3 GRAÇAS, correspondente a auxilio par
ciai da verte concedida pela C&aara, de n^ 7/65 de 20/
3/65*
Baniori, 30 de Agosto de 1*965
Assinatura ilegivel
Diretor da Administração
KO v e iíx c o r f ;t a o > > s 3 u iir r s

PAZ 1 - SR* CHEFE


Bata despesa foi escriturada &s fls 123 do livro Caixa
nfi 22*
Baruerl 1 de 9 de 1*965
Assinado Benedito Oantana
Tesoureiro
OBSERVAÇOSOí
CrS 1 0 0 . 0 0 0
Recebi da PKSFEITUKA 0 SUHICIPXO DE 3AKDKHX, a im­
portância de Cri 100.000 (cem mil oruzeiros), referente
auxilio parcial concedido pela Lei 20/65 contra compro
vante de materiais de conatruçocs*
E para maior clareza firmo o presente recite*
Baru>?rl, 30 de agosto de 1*965
Assinatura ilegivel
Igreja N*S* das Graças.
CÓPIA AUTENTICADA PELA SECRETARIA DA GAMARA KüHICIPAl
DE BAIUERI, EH 2 DE JümO DE
^K)CU,0^ Ê)

CÂMARA MUNICIPAL DE BARUERI


-PROJETO DE LEI N2 45/65- . _______
--- -— ----- --- -- -COPIA AUTENTICA»

Á GAMARA MUNICIPAL DE BARUERI DECRETA?

ARTIGO 12) - Picam declarados de utilidade publica, para


o fim de seràm desapropriados em juizo ou fo
ra dele, os terrenos constante dos lote 58, 59? 60, 38,39
4Q e 41 de propriedade do Senhor Erailio Guerra, medindo
1<>509 (um mil quinhentos e sete) metros quadrados e uma
area de propriedade da firiaa MLnebra - Mlnorios Brasilei­
ros 0/k ou quem de direito, ambas situadas entre a Aveni­
da Henriqueta Mendes Guerra e Rua.Benedita Guerra Zendron
na Vila São João distrito da Sede.
§ UNICO - Os imóveis a serem desapropriados se destina
rão a construção de uma praça publica ajardi
nada, que deverá denominar-se PRAÇA OTÁVIO MENDES.
ARTIGO 22) - As áreas, as divisas e as confrontaçoãs dos
imóveis, a qfce se refere o artigo anterior
consta da.planta anexa, que constituirá parte integrante
desta Lei»
ARTIGO 3 2 ) - Pica decretada e declarada a urgência das de
sapropriaçoes de que trata o artigo 12, des­
ta leio
ARTIGO 4 2 ) - As despesas decorrentes cora a execução da
presente lei correrão por conta das verbas
próprias do orçamento vigente.
ARTIGO 5 2 ) - Esta lei entrará em vigor na data de sua pu­
blicação.
ARTIGO 6 2 ) - Revogam-se as disposiçoes em contrario.

Sala das Sessoés, 6 de Julho de Ic9ó5

ROQUE BARLETTA SOBRINHO


GUILHERME DE GUGLIELMD
GENTIL PIRES PEDROSO

Copia autenticada pela Secretaria da Câaxara Muni­


cipal de Barueri, aos 27 de Maio de, 1*966.
# ' \
V a
D E - s ft fp5"

C A MA R A MUNICIPAL DE B A R U E R I
>■!€i h b ^ i
r n i n i r s v u 5« ih ic ip f ' D'", j v .i '' c ^ -./io â
jS tivV do -ã- i-u:ir,

:.rj i ,"' 'os Ju^i ?j® 33/(53 d ; ío p*: i r a ^ do i*96:**~

C , :.ra '••«nic1pal de .s .ru •>.?1 <3o cr ">ta •-

A rtig" Xs) «Fica aoart na urarla da Pr-fiitur. ::imici


pil do Baru^rij un cro lit^ ©ap^ci .-l na ínpr>:o~
taneiu de O 13« 000*000* ( brasa m ilh as do çruzoirog)# do^
ttn â«9 a fcagircsnto da desapr^priaçao, d^s -Vtos n* 53} 59 :
60 9 33s 39s i|0 e Zj19 perfazendo ua totai de 1*507 neír^s
i^in.í ó ra z ã o do G 3»ó£á» < o it o m il s o iw n fc o a ti %*iaic
e sai3 cruaeirog) o metro ^uadrudo«
Artigo íd») - o credito solicitado no artigo 1*, » para dar
cunprimento a lei n* b5/65 de dL$ do Agoátn do
1=965«
Artigo 39) - TSsta Lei entrara em vigor na data do sua publjl
ca çã o revogadas as disp^siç^õs er; contrario»

Prefeitura Líunieip x de Jiarueri, etn 20 de Ac^st^ do l«965o

0 PE v-irr :II."icIp/IL

~AJr>HAl IV tLfTTIDA SY-L^S*

Copia autenticada pela Secretaria da Gamara


Municipal de Baruerli aos 1 de Junho de 1*966 •
^>ocvv- à S @

CÂMARA MUNICIPAL DE BARUERÍ


PRePt^ITURA DO MUNICIPIO-De^BARUeRI E 00 m
Estado do São Paulo v

PROJpTO De LeI Ne $9/65 De 25 De AGOSTO De 1.965»

A Camara Municipal d.P Barueri, d^cr^ta*.

firtábgo 19) - Pica aberto na Contadoria Municipal um-^credito


osp^cfral na^importaneia^de Ctí& 32 <>268 »156,~( trinta o dois XJ
m4*lhoõs duzentos o^sess-nta e oito nübl, Cénto e~cincOenta p
s-i's cruzeiros), destinados ao •pagamentos^das desapropria-
çoes constantes das L e is nfi**38/o5-* 41/65 o 45/65» "
Artigo 2&) - 0 credito a qur Se refere o^arfeigo 1Q , d* eofi
fgrmidadrt com os laudos do avaliações, respectivas, refere
Sn as d^sapEopr^açc^s afeaixo?- „ £
§ 1 9 ) - £ r^frr.nto a L~i n« 38/65^sobre desapropriação
12 mil Qotros quadrados, a razão dG C$ 1.4Q0, ( hum^mil^o
quatrgCejitos cruzeiros) no va^Lor de 1 6 .§00.000, (^deseseis
mjjlhoeâ o oitoc-ntog mil^cryseiros), qiie consta Sei* de Ci~
Cero de Moraes gu g e ^ s jie r d ^ ir o s o^ ^
| 22) - A que ge £efcre^a l«i nS 41/65 sobre a desapropri
agão do um lote de terreno jio Klm0 29* Vila Nova, eo® 320
ç&etros quadrados» a rgzão deAj2 .333»30 £ dois mil^duzejjtos
o trinta entreis cruzeiros,^o^tginta gentavos)jperfaz0m
um tgtal dejà® 714.§,56, ( sct~Cento3^0 quatogze $il se^sse,
tos^e cinooenta o Seis cruzeiros), de propriedade a quem
d iz e it o • ii ^ U U M
§^3S ) ~ A^referegte a Lei n« 45/65 sobre a desapropriação
de uma area do Senhor ^milio Guerra coig 1.507 mPJros qua- aj
drados a C$ 5.500, ( cingo mil « quinhentos oruzeirog) o mc-
tro qnadrgdo, go total do Ç$ 8.2S§*50Q, ( oito mil^OeS duz0n
tgs e oitejjta o oitg.mil, o quijjhentos crugeiros) ejima a-
r«a da Minebra- Minérios Brasileiros S/A de 1.223 metros ^
quadrados a razão dc Cr$ 5=000, ( cincg mil cruzeiros) o metro
quadgadg ng totgl d,- Cr$6*465.00Q, ( seis milhões quatrocen­ P.
<0
tos o sess-nta « gi&eo^mil^cruzeifios)« ^ «
Artigo 32 ) - O^preSejgte^crediío Sega coberto gom os recur-
sos pro^i^i^ntes do -iCaSSO de arrecadação previsto para o 9
corrente eX->:rcieio ^ &
A^+.t (*o 42 ) - mata Lei -ntrara nia vigor na data do sua publji g
cação revogadas as disposiço^s em^contrajEioo ^ *
Pr-fel lura .Miiniaipal de Baru^ri, eia 25 de Agosto de 1.965 «3
0 PR-nF-pITO MíliilCIPAL g*
~ A DOÍA f Dr; AJ.tfelDA S Y I0 3 -
^>oc. •VX? %Jo

CAMARA MUNICIPAL DE BARUER

PREFEITURA DO MDHICIP10 DE BARUERI


Estado de Sao Paulo
« »

£S0JE$0 1)B m H« 34 DE 21 DE a*ÍO DE 1.965.


A Gamara Itoiicipal de Barueri decreta <,

Artigo 19) - 'Fica o Poder Executivot autorizado mediante

empreitada? ou por conta própria» mesmo em


concorrência Bablica administratiwaç, a executar as o-
bras de paredao do rio Barueri;, de colocação de Guias e
Sarjetas, calçamento aefalto& ou paralelipipados.^ da Ci­

dade de Barueri„ distritos e vilass aberturas de avenidas


e ma o
Artigo 2*?) - A,s des-pesôe com a execução das obras de que

se trsta o artigo aaterior, ccrrerá por con

ta de verbas orçeaft&atardaa ou por irdea de credito aberto

na Tesouraria Municipal0

Artigo .'j.s) « Esta Dei antraz-« em vigor na data de sua pu­

blicação revogadas aa dispoaiçoes em contra­


rio,

Prefeitura íftmicipal de Barueri 9 em 21 de Maio de 1.965o

£) PBEFEITO MDHIECPAT.

•.íJDCNAT DE ALMEIDA SIXOS-

Oépla autenticada pela Secretaria da Câmara


Municipal de Baruerl^.aQe 27 de Maio de 1*966#

>n

iro
CÂMARA MUNICIPAL’
H ÍB I e ITURA LO MJHICIPIO-B e BABUe E I e comarca
Estado da Sao Paulo

jProj~to d - L ^ i n í 50/65 <?- £3 Agwrt* fi- 1*965«

A 0am ara íMnicipal d^ Barueri d-ci'ntar

/■• i-
m í/ r
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//' f /fti ir t
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■/// r’,‘
Artigo Ift ) -^ica abf,rto na Contadoria da Pivf^itura Munici*ai
/“í ’ j/Tl \\ «*■* -w J-4 —

pal do Baru«ri, um credite r>spr>cial na importan


cia do Cc$ 5.0OÇo000? (cinco milheis do cruzeiros)»
i . ■*-* :
Artigo 22; — 0 erudito constante do artigo le, destina-ao à
^ XJ m

construção dr um muro do arrimo, nas barrancas


•*-* A-* J-í J-4 I -

do rio Earurri, da Avenida K-nriqu-ta M^ndoS Guerra»


Artigo 3-) - As dosp^sae dr-corr^nt-s cora a cX^cuçâo da prr.-
oU X* , Ju .ta -M

SrKtp I.-i convra por conta do «xc^sso d,> erx*n


«A*t 44 ,**» **

cadaçao do ox^rcicio d^ 1 .965 o


— •*-* AU

Artigo 42 ) _ Trjsta l<=d ^ntrará 0n vigor na data d.-> sua publi


JU X, ""

cação rovogadas as disposiço~s r-m contrario«

Pr<-feitura Municipal do Ba.ru~ri, „31 23 Agosto d,- I .965

0 P E ^ M T O MUNICIPAL

-ADONAI Ihj ALMe IDA SÍLOS-

c z m m ic A M w su. a m m m A $ * e s m u m m o & ja m
mmssi, m e m
0 abaijco-assinado t Contador-fesourei-
ro e refir<ona«vol pela Secretaria da C^msra Itmi-
cipel d© Barueiri, Li.’CLABÀ para todos Of- efeitos
legais que o Prefeito MUnlolpal áe B-\mer1, não
enviou ao Legislativo* ate a prsaeafce data «anbu»
balancete trimestral, eorrsepoiKiwite ao exercício
2* l*9t»5 a neste osioroicic não f o i vevetyido naa~
n3mm balrmeete.Di£CIJJU rsaie que, o sr* Pr-«feito -
Municipal aitoaniiahea ao uiclslativo n jonna balan­
cetes meneais reíarentes ao exerolelo de 1*965 a
Dezeinbro, ?endo que, tais balancetes nao apresen­
ta» as oaigenolas correspondentes aos balancetes
tríne«;rai!3, na £01»» de Lei Crganiea dos Municí­
pios»
Secretaria da Canara líunicipal de Barue
rit aos £ de de .

Heaporusa teria*
-CÓPIA AUTENTICA-

-Re querimen to nfi 34/66-


(Pedido de informaçoes)

Exmo. Sr« Presidente.

Considerando que, o sr. Prefeito Muni­


cipal atl a presente data não cumpriu a lei nü 1 de
18 de Dezembro de 1*947 no seu artigo 95 ^m rigor
no exercicio anterior, enviando a eota Casa os balan
cetes trimestrais;
Considerando que, a nova Lei Organi*
ca dos líunicipios no seu artigo 70 dis "0 balancete
trimestral, noompanhado de relação das despesas de
cada verba ou datação , será enviado a Câciara atl o
dia 20 (vinte) do mês seguintew.

Roqueiro a Mesa, seja oficiado ao Sr.


Prefeito Municipal, solicitando o cumprimento ime­
diato do artigo 70 da Lei n« 9«205 (Organioa dos
Municipios).

Sala das Sessões, 29 de abril de 1*966•

Assinados— ------- Guilherme de (íuglielmo


Isaias Pereira Souto
Jose Maria B&Lieiro
Decio Alves de Queiroz

Cápla autenticada pela Secretaria da Ca


mara Municipal de Baruerlf aos 25 de Maio de 1,966.'
^oe, ■m? Ho
/ ' 'Dt %
\ BARUERI
PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE BARUERI
Estado d© Sao Paulo 0?/ ^ ar 1^ 0/6S.-
P refeitu ra Municipal de Barueri, 6 de Maio de 1,966,

Senhor Presidente.
Tenho o prazer de remeter a V.Exoia, e
a Egrégia gámsra Municipal, as respostas doa requerimentos
e indicações, abaixo deucriminadas,
Aproveito a oportunidade para re itftra r a V.Ex-
oia e aos Senhores Vereadores os protestos de minha a lta
estima e d is tin ta consideraçao,
RESPOSTAS»
Requerimento ns 34/66. Os balancetes trim estrais, atrazou—
ae devido o acumulo de serviço no Departamento de Contabiü
dade Municipàl, uma voz que E.CSmara, não aprovou o Crça-
mento do e x e rc ício de 1.966, enviado na prazo le g a l, obri­
gando a Contabilidade, a re la to rlo s pedidos pelos Poderes
Federais e Estadual.
Requerimento na 36/66, Por força de d iap ositivos le ga is ,a s
subvenções e a u x ílio s finan ceiroa, aomentg competem a sua
concessão ao Poder Executivo, as concesaoes pagas de con­
formidade com a L ei Orçamentaria de 1.965, constam dos ba­
lancetes e contas remetidas a E.C&nara e recibos na conta­
bilidade municipal.
Requerimento nfi 37/66, A fich a de Caixa diariamente são —
afixadas no lo c a l de costume, por ser ato interno do Poder
Executivo, in clu sive a de s eis de A b ril do*corrente ano,pe­
lo funcionário encarregado da Caixa,
Requerimento n» 35/66, 0 balancete re la tiv o á re ce ita e des­
pesa, ô publicado na P refe itu ra e afixado em lo c a l de cos­
tume, nos termos da l e i e regulamentos.
Requerimento nc 32/66, Os funcionários municipais exercem
cargos criados por l e i , oa seus vencimentos e os recursos
fin a n ceiros, constam da l e i orçamentaria, e das folhas de
pagamentos enviadas a E.CSmara,
Requerimento n« 33/66, 0 Poder Executivo, coloca a dispo­
sição do senhor Vereador a pasta dos contratos internos
da P refe itu ra , afim de sua le itu r a .
Requerimento verbal sem n ». 0 Chefe do Poder Executivo,Já
determinou aos funcionários o cumprimento do a r t. 25, in c i­
so X V III, da l e i Organica dos Municípios, nos casos corre-
la to s .
Atenoiosas saudações
0 P r e fe ito Municipal.
As. Adonai de Almeida Sylos
(Adonai de Almeida Sylo)
CÓPIA AUTENTICADA PEIA SECRETARIA DA CÂMARA MUNICIPAL
DE BARUERI, AOS 25 DE FAIO DE 1V9Í$*
CpMtàdn» fteapuròiro
$

-CÓPIA AÜTEKTICA—

-Requerimento n2 35/66-

(Pedido de informaçoes)

Ejcrao* Senhor Presidente

Requeiro & Ilesa, seja oficiado ao


Senhor Prefeito Municipal, solicitando de S«Exoia
que infoiroe a esta Casa, se dado cumprimento ao
artigo 69 da Lei nfi 9*205 (Organica dos Monicipios)
que determina a publicação mensalmente do balancete
relativa a receita e despesa*

Sala das Sessoês, 29 de abril de 1*966«

Assinado«- -Guilherme de Guglieliao-


José Maria Balieiro
Deoio Alves de Queiroz
Copia autenticada pela Secretaria da
Câmara Municipal de Barueri, aos 30 de Maio de l*966é

João Guerra
. t.-\ À í-, c . .
Zendron
"Î)GC U.Ç
___

WlUN/C/t.. ■
.4 . r A/
V ut V
-o 6p i a AtirrrocA- BARUEHI
T ^ ü d OE Sf^O

-Requerimento n^9/65-
(Peûido de informaçoes)
Coaéiüôi'. ji« o ^que o sr. Prefeito Huniolpol não ven
cumprindo a Loi organisa doa Kurdaipios en aou artigo n«
101Ï
Congiderando que o sr» 3hefe#do Executivo nao en-
OíudLnha a est» Legislativo a neoessaria prestação de
suas contas ooni’ora» e previuto aa v^ncionada Lei n « 1 *
de 18 do setcribro de 1.547}
Connidernndo que e cri»» capitulado ne. Lei a*
3.520 de 3 de Janeiro de 1*959# oorainoda eora a Lei Fede­
ral n» 1079 de 10 de abiil de 1*950, o fato do or. Pre­
feito não atender nos dispoaltivos atras;
Concdderando quo o artigo 101 da Lei afi 1, de 18-
9-1*947» preve que o sr» Prefeito deve enviuç a esta Oa-
aa balancetes trimestrais ate o dia 1 0 do »es seguinte,
acompanhados de relação gas despesaa referentes a cada
veroa ou dotação. de acordo cor* as tabelas explicativas,
devendo tal relaçao declRrar, seripre que se trate de des­
pesa superior a mil cruzeiro®, quem recebeu O pagamento,
qual o serviço prestado ou as mercadorias adquiridas m e n ­
cionadas globalmente;
Considerando que o ar* Prefeito não atende aos
dispositivos da Legislação em vigort
REQUER^íCS à Mesa, na foz«» Regimental, depois de
ouvido o plenário, seja solicitadas do Sr» Prefeito as
seguintes inforuaçoSsi
1 « Qual o Estivo que o sr» Chefe do rxecutivo
não encaminhaAao Legislativo os balancetes trimestrais
oonforms preve a Lei Organioa doa llmioipios ?•
2 - Porque o T&ecutivo não envia balancetes desde
o raês de junho do oorronte ano ? t
3 - l’orque o sr* Prefeito enviou a Caiara balance­
tes mansais, ssk. -ienclomir quem reoebeu pa^arientoa ,^quáis
os nerviços prestados, conforme determina a Lei Organisa?
4 - Q^al o saldo de numerário no Cídxa ou estabele­
cimento bancarioa, atualmente ?
5» - yuais os saldos das dotaçoes ory untarias, no
presente»
Sala das Ressoes, 26 de novembro de 1*96$»
âuilherma de Quglieli&o
Isçlae Pereira .souto
L e d o Alves de jueiros
José Maria Balielro
Gentil Pires Pedxoso ^
Copia autenticada
autentioada pela
i»ela oeçretarla
oeçreiaria da Camara fluni-
cipal de Borueri,
Baruerlf aos 30 de ífaifr'der
ffel’
è-"'de rl*t/<í66..
JjC *
Ut v

BARüERI
CÂMARA MUNICIPAL ÜE B fl R I ^ E J * t .
Copia da Resposta do Sr, Prefeito ao
Requerimento n2 86/. Os "balancetes trimestral, devido ao
acumulo de serviço da Contadoria, »-.— "a nõo ioi reme­
tido a Egrégia Camara, já entao quasi prontos, afim
de ser enviado a Camara, os demais edidos constará
de folhas de pagamentos, da prestação de contas.
Copia autenticada pela Secretaria da
Camara Municipal de Barueri, aos 1 de Junho de 1,966*

João Guerra Zeíidron


-jM B B a a w » & m a »
£ 3000 » Sx*» j f r e s i â e n t e

hsqusiro A Môsí'.t d«p o is do ouvido a


Q^ea, eeja enviado o fio io ao Sr» P re fe ito ffcmioi-
p al »o lioitan d o a » aeguint*»s inforraaço&si
X «) - Qttal é o numro A« ftmoionarlos
e fe tiv o s e quanto importa n folh a
de pagainento dos rcamnoe»
2» ) • quantos funoionarios contratados
ten no quadro s quanto atinge a
folhn do pagaraento raensali&onte.
3ô) - Os senri-doroa sMnidpala ■ístão rs
giqtrados & si o jm In a tltu to »
4fe) - que itíentj.dnd« possaaa para se ideg
t iflo u r o * oorao servidores cmnicipais»
í>a) - qual a imxortanoia gasta nan verbas
CC01 t 0005 do org&itántO vigen te»

Sala dfefi oejwoSa, 22 de Outubro de 1*965»

cXwdss P a r t i u souto-

Oópia autenticada p ela Secretaria da Canara


Ifcuiicipal de Barueri, aoa 25 d«.» Maio dei 1*966»
^>o g vi0, U s
' ml

Uc
('
baruehi
PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE BARUER^V; de são p^y
Estado de Sao Paulo

OF. Ng 25/65»-

Senhor Presidente.

Com referencia ao oficio n« 228/65 tenho a


honra de informar a Vossa Excelência e a Casa, que a in-
foimação solicitada, consta dos balancetes e folhas de pa­
gamentos enviadas a Câmara Municipal.
Sem outro particular, subscrevo-me atenciosa
mente grato.

Prefeitura Municipal de Barueri, 2m 29 de Outubro de 1.965

0 Prefeito Municipal
Assinado ádonai de Almeida Sylos

-ABONAI DE ALMEIDA SYLOS-

Cópia autenticada pela Secretaria da Câmora ?.funicipal de


Barueri, em 27 de maio de 1.966.
'R A
Ç oi idor Tesoureiro
'h X \
barueri
-O&ríÀ A m -TTICADft- A ^uc üHaC P>

-m?cueri»ionto nft 57/65«-

Ixrio* Sr» Preaidcnte

Oo vereadoras abnixo~ra«iníídoa, re>.t;ie>»


roo a V»n*oia, depois de cuvlac o plennrio* o*4*
ofler.de ao Senhor Prefeito muleipaXf solicitando
drç rv^tcia», -:ue iafortiasse a esta Caen, qymX o
o «eu endereço n^ste Iiinicipio, e quo levasse ao
BOii conheciüftnto que e de 20 (vinte)dia» o praso
para inforiaox a Canas** sob pana de rasponaabilida
de de acordo cor a liei 3*5^8 de 3 de Janeiro de
1.9», no nrtttío 1« (Ssp OrtrWB de respcnontima-
de. doa j*ro.fojtoa .-'.àloipiíü)no ite» ní 12* (omitir
m retardar doloofirioate a publieaçKo das lei« e sg
eoluçoes da Ganara dos Vereadores, ou deixar de
gregtaswlfta dentro * c 3 0 dlaan »■ |pf»y«^eofti amm
solicitar)»
Saia das íeaaoês, 22 de Outubro de 1»96*>»
Asainidoi- «uilliercie de Gttfílielw)
Koíluc Bnvletta Sobrinho
Gentil Pires 2 edroso
Mario Be Itemicds
Coiutantino Qaasargo
Joel ífcaria Balieiro
lieoio Alve a de ueiroz
Akira üíDliiiaoto
Isaias }*areira souto
SoTo Villaloto uero

Copia autenticada pela Seeretaria da


oâraara Municipfil da l&rucri, aos 25 de Halo de 1966»
'

PRTTFEITURA DO MUNICÍPIO DE BARUERI


Estado d© Sao fíaulo

Qg. Nfi 27/65.

Senhor Presidente
Em atençãoao oficio nfi 230/65, tenho o pra
zer de informar a V.Excia., e a Egrégia Câmara, o seguin-
te:
a) - Desde o dia 8 de dezembro de 1.937, tenho res:i
dencia e domicilio juridico na cidade de Barueri, nos ter­
mos do artigo 25, inciso III, do Codigo Civilj
b) - Desde o dia 18 de julho de 1.956, tenho domici­
lio eleitoral no Municipio de Barueri, por força do titulo
de eleitor nfi 0 1.335? por força da Lei nfi 4.738?
c) - Exerci pela primeira vez o cargo de Prefeito
Municipal do Municipio de Barueri, em 26 de março de 1.953
a 26 de março de 1.957* com domicilio juridico na cidade?
d) - Na lutas politicas, os meus ilustres adversa-
rios discutiram o assunto, sobre a minha residencia e o p£
vo reconheceram como sendo na cidade de Baruarri, tanto as­
sim que fui eleito com a maioria respeitável?
e) - A minha residencia na cidade de Barueri, & atu­
almente na Prefeitura Municipal, onde funciona a adminis­
tração. (rev. dos tribunais, vol. 68, pag. 20);
f) - Tenho outras residencias no Municipio, o Pré­
dio do Cartorio na Largo Sao ffoão nfi 3# na cas do ilustre
suplente do Dr. Delegado de Policia do Municipio, Senhor
Sulvio Chalupa, a av. Henrique ta Mendes Guerra, a ràa Pro­
fessor Joao da Mata e Luz nfi 35* e possuo ainda diversas
propriedades no Municipio, onde tambem tenho residencia,
inclusive Chacara na Aldeia, e na divisa de Jandira com Ba
rueri?
g) - Em diversas residencias minhas no Municipio,
já tive o prazer de receber visitas do senhor Presidente e
Vereadores deste Municipio, que tomaram café e algum até
almoçaram comigo, diversos dias, principalmente a noite,
tomando aperitivos.
0 meu domicilio legal e necessário, meu é na Prefei^
tura Municipal de Barueri, lei nfi 208, de 27 de Maio de
1.936
Sem outro particular, subscrevo-me atenciosamente
grato.
Prefeitura Municipal de Barueri, em 29 de Outubro de 1.965
0 PREFEITO MUNICIPAL
Assinado Adonai de Almeida Sylos
- ADONAI DE ALMEIDA 3YL0S-
Ao
Excelentissimo Senhor
Dr. MILTON CAMPOS
D.D. Presidente da Câmara Municipal de Barueri
CÓPIA AUTATIÇADA-J>ELA SECRETARIA DACÄMARA
MUNICIPAL DE BARUERI, 66.
"2>QC.0 4

—QÓPIA autenticad a ^

-Requerimento ns 61/65-

Pedido d© informsçoSs*
Exmo. Sr. Presidente

Requeiro a M?sat ouvido o plenário» seja


oficiado ao Senhor Prefeito solicitando as seguintes
informações e lembra-lo de que é de 20 dias o prazo
para informar a Gamara, sob pana de responsabilidade
de aoordo com a Lei na 3*528 d© 3 de janeiro de 1.958
no artigo ie (são crimes de responsabilidade dos Pre­
feitos Municipais) no itam na 12 (omitir ou retardar
dolosamente a publioaçao das Leis e resoluçolss da Ojg.
ciara dos Vereadores, ou daixar de prestar-lhe dentro
de 20 dias, as informaçoea que solicitar)*
J.9) - Qual t,p providencias tomadas para
a execração do (projeto) Dei n& 65/65*
2Q) -Era u-d aiíituação se eaoontra essa
desapropriação•
Sala daa ;;essoêo, 11 da Jíovembro 1*965*

Assinado:- -Decio Alves de vueiroa-

Copia autenticada pela Secretaria da.o£


mara rtoiioipc-1 de Barueri, aoe 25 d® Mulo de 1*966*
<v DE
-ofetA AranroiQAPA- BARUERI
'\ <5\ #<►
-Eequerimanto &B 63/65- ^ ® T'f
Pedido do informação,
lixmo* 3r* Presidente

Ob <W&*eadores pbsixo-aaBinadosi* oora base


no Regimento Interno, requoreza à V.Excia depois de ou­
vido o plenário, seja oficiado no ar* Prefeito solici­
tando oépia âo contrato as-siaado pela ssrnlciptlidad0
oora o Vereador Elsaburo Üoaura c Ic/ibra-lo |U.s é de
20 dias 0 prazo para crestar infcrmnçoea & eata Casa
de aoordo com & Lei 3»528«
Sala das Sesso&B« 12 de Novembro de 1.965*
Aeeinados- Guilherme de CHitilielao
Jooe Me/la BaSJLelro
Ieaiao Pereira Jouto
João Villalobo .ruero
Decio 'ilvc-o de Queiroz
Ro \xe. Barlettu. Sobrinho
Oofcf tantlno Com&rgo
CNtrtil Pires Pedreao

CÓpía uutentiandn pela Scoretaria da Cafiiar»


iMunicipal de Barurri, noa ê$ de Maio de l.Jof*
-O&PIA AUTENTICA-

-Requerimento na 68/65-

Pedido de informação.

Exmo, Sr. Presidente

Os vereadores abaixo assinados, com base


no Regimento Interno, requerem à V.Exoia seja envia­
do ofioio ao Poder Executivo, solicitando as seguin­
tes informaçoês*
lí) - Se a Prefeitura Municipal recebeu do
Governo do Estado e da União, as quotas previstas pa
ra o oorrente exercioioj
28) - Se reoebeu, informae em quanto montam
as parcelas recebidas?
3fi) - Qjt que datas foram recebidas?

Sala das Sessões, 12 de Novembro de 1.965»

Guilherme de Guglielmo
José Maria Balieiro
Isalas Pereira Souto
João Yillalobo Quero
D e d o Alves de Queiroz
Roque Barletta Sobrinho
Oonstantino Camargo
Gentil Pires Pedroso
Raul Maoayossi
Copla autentioada pela Seoretarla da Camara
Municipal de Barueri, aos 27 de Maio de 1.966»
*

Jo2 tGuerra ZeMjron

st iro
- o g y iA A i^ s y r iC A -

«•fitootterlaeiito ui? 73/65-

Pedidc de iníoriaaçof?©*

Tísno. S r, President©*

Oij voroadoros Infra ass|ji&©»f com te»


f?e ao P.^giaento Interro, roqv.orro * V*?br<3ia depoi»
do ouvido o plenário» ««4» ofí.cí.sdo ao senhor Pr#»
feito Hnaiolpal solicitando as ocp.iintes Informe*»
ço~ss X«) {jtimto« «irv5.te»B rtanloipttle t i ­
nha o qWi%dro da im nlcúpaliõ«âe ?*(p,t! 26/3/1?655*
28) PunolonrwTlos nrw»f*doc e eoiiirsttruoo
<\tiaRta»9 for«im wmolhldcs* a t* o jwrrorte mtíaentc ?•
3f ) WeR*ef d í.t& de ffeu recoiMiauato ©
qua&t© poroobcn »tnrclmont« ?*
4?) Alguns funoionnrjo© novou de-
raitidop 7 Qu&lo ? qu-inso ^©ije^eim ummn Isitmte ?
5*} Qtumdo fo i • laèoiJàíôop
-v- h-y- ♦
i*tgjeiattt
***
rfi, qttals Ob furicioiirfu'iop CfetlVO© © qilui« OS
tr.cos © quais o® emits vcncit-jc ntoo ?#
62) Qttanto r tingle a filh e 4e pogaoâiite
no futííi
****
do a&riX 3os oActives o contratados ?•
78) soaeato os fimoiomalc# novo*; efeti»
voa o «iontv»tades qual é a do«x>ot«i m&wéXm&ato* coza a
ifoji&ö du pegaraoaio ?*
8a)rr©t©nd© o x^cutlv« alikda recolher
fímio ?♦ Quíiatco ?,
Sala dao üeßöOOsf 19 do noverabro d© 1*965*
Guilherme do Ouglieliao
José, Maria B&lieiro
iíôoio Alvee de (jetives
Xeaiaa Pereira Souto
iiôul i'büít^‘0í5*ái
Gentil Pire© Pedroso
Qonotaatino Oanarga
Jofio Vill«l0»i0 iUOlt)
üépia nutfcíifcio&da jpúln Seor-otaria 4» Cai&ira Municipal
er ut
BARÜi£R
DE íh o
ESTàDO BE iilO PÁÜLC
OOKTSSXc DE Finanças, Orçamento e Contas
Processo nc 74/65 - Projeto de Lei nfi 74/65*
RELATORt Isaias Pereira Souto
Requerimento n. 1/65

íie acordo oom o qua estabeleoe o regimento inter­


no, como í^elaUor do projeto de lei 74/65, que dispSo sobre
suplementaçao de vex*i;a no valor do 3*000*000 naoessito
saber do senhor Prefeito Municipal quanto deve exatamente
a Light, pois esta Cena já aprovou uma lei suplementando
em Çt$ 2*000*000 para o pagamento dos mesos de janeiro, fe­
vereiro, narço e abril e <jc que parecc essa suplementaçZo
de 0$ 3*000.000 é pouco pois e para 8 meses ou aquela foi
demais para somente 4 mese^, Deve haver algum erro de cal­
culo* Essas infoimaçoes é para que possa oferecer 0 meu
relatorio dentro do prazo legal*

Sala das Sessões, 26 de novembro de 1*965*

Assinado*~Isaias iereira Souto-


A Comissão de Finanças t Orçamento e Contas aprova e
recomendu o requerimento do sr* Relator*
Presidente
-Conetentino Car-argo-
lieiuúTQ
-Oertil Pire?» Pedroso-
Copia autenticada r>ela Secretaria da Câmara í-U
nicipal de Darueri, aos 3 de 1 *9 6 6 *
N lU N IO V p ^ S ^
ESTADO DE SXO PAULO

COíüSSftô DB Finanças, Orçamento e Contas


Proceaao ns75/65 - Projeto de Lei 75/65«
RELATOR* Iaaiaa Pereira Souto
Requerimento n« 2/65

De aonforvdd&de ooia o que estabelece o nosso


Regimento Inteisno, come relator do projeto de lei n»
75/65 que dispõe aobre a suplementaçao de ct& 3*000.000,
neoessito das seguintes inforraaçoes do Sr* Prefeito Mo-
niuipal, para que possa oferecer o meu relatorio, dentro
uo prato legal*
Xfi) - Qual o inontmfce em verba ou em dinheiro
que o municipio pagou por empenho de deapesaa por ooasiã o
do recebimento áas parcelas da quota do excesso de arreoa-
dação nos mesee de julho e setembro de 1.965*
2S) - Qnstls oa Juros referente empréstimo Banoa-
rio realizado em setembro do oorrente exeroioio.
3fi) - Esta surdo cumprido as exigências da lei n&
3*420 de 17 de marçode 1.964, am aeu artigo 43 7
4£) - Se cumpriu, requeiro raendonarj e. em oaso
contrario, deve ser cumprido o citado diapositivo*

Sala daa Sesaoes, 26 de Novembro de 1.965

Aasinadoi- Iaaias Tnrelra Souto-

A Conissão de Finançaa, Orçamento e Contas aprova e


recomenda 0 requerimento <?o sr. Relator.
Presidente
Assinado*- -Constsmtino Camrgo-
Membro
*5 -Gentil Pires Pedroeo
Copia autenticada pela Secretaria da Oamara ííu
nicipfl de Bafuerl, pob 2 de ^upJ^> de 1.966*
Guejera E«$tóJron

iro
S8TÂD0 VS Sa b PAOLO

COMISSSO PE Mjaangsu»*^r$*£is&t&a o Contas


Prooesso ns 76/65 - Projeto do Lei 76/65
RELATORi Xsaiaa freira üüuU»
Re^ueri^nto N. 3/6 í>
í$r. i^resi&ente*

Do rxoorCa com o Regimento Interno de noa se Edi<


lidado, o ooran relator jBpn^to fie lei n& 76/65 çu* <iie-
poe tío&r* di*e«HMs flUj&«ft«atc^oSs do verbas, necessito da®
seguintes iítformnçoSs do rçjwrtfe de Szeentiv*, pora r-ue poe©&
o f e r e c e r o » e u relaioril>t dentro do p r& so legal*
3.») — 0 /soioe tíoo ©redores da ^uuiieipalidade*
2«) - Importância a eer paga, de eoalsustlvr**! e
lutartfioítfitea) -
3*) - Qfcunt© a p«iger de reparo rdaptaç&c e oon-
oorvnçao de veiculo**
Sala daa 3*eeo~?s, 26 de nove»toro de 1*96$*
Assinadot* -IsCkiaa lw»ira 3outo—
à GoalseSo do T tem n ç m 9 OrçaíiMBiO e Contra aprovn e
reeomenda o requerimento do ar* ftel&tur»
S’jresidente
Assinados- Constantino Cn*nar^o-

-3cntil Pires Fedroso-

cópia aiitentlesAe p *1a Secretario da Cnnax« ftu£,


cipal de Itaruezrl, t*us 2 do j"aho da 1 *366*
CÂMARA MUNICIPAL DE 8A R U í *1' cíí/

OOMISSXO 33E Tlnanças , Orç^ner.to e Contas


Processo n« 77/65 - Projeto de Lei n* 77/65«
HELAxOR j Isaias Pereira Souto

R E Q U ilfílM E K - r O na 4/65

Sr•Presidente*

De ««mfonaidads con o que estabelece o nosso


Regimento, coito relator do projeto de Lei nÊ 77/65» que dis
pÕe sobre suplementado de verbae» necessito das seguintes in
forraaçoee do Sr* Prefoito ÍHnlcJLpal» para que pousa oferecer
o neu relatório dentro do praso le~ali
is) * Çuaeo as obras era andamento ão Município
acima de C$ 1*000*000?
2ô) - 3m guante eetá orçada,c&so exista f
3t) - se foi pago alguma impox*tanela?
Quanto? Qaul o saldo a pa^ar ?
46) - Cumpriu o Executivo as exigências da Lei
nc 3*420 de 17 de *oarço de 1*964» em seu artigo 43 ?
5Q) Se cumpriu, requeiro mf.nclonsrj era caso ooa
trarlo» devo ser comprido o citado dispositivo*

Ssla das Sessões, 26 de novembro de 1*965*


Melator
Assinadoj- Isalas Pereira Souto-
 Ciociiaaao de finanças» ürçeua^nto e Contes aprova e
recomenda o requerimento do sr. Relator*
Presidente
Assinadoj- Conctartino Camargo-
Wemfec#
Aasinado:- Gentil lires Pedroao-
oSpia autenticada pela Secretaria da Caraara Ma
nicipal de Baruerl» aos 2 do Junho de 1*966*
PRBPEITUH' I-TTCTICI^IC DE BARÜESI
V, fcado c.e ‘'ao Paulo

Oficio na 29/65

fiarueri, 3 do Deser.bro ria 1.965.

Senhor Prsraifl^nte j

Tenho o praser e encaminhar &a imos de Vossa


Excelência 18(dezoito) iníoraeçoes do Lxecutivo, em aten­
dimento aos recreieriüientos enviados por osla Agregia Câmara
Municipal de Barueri. As informaçces acompanham o presente
Oficio, em quatro folhas, devidamente rubricadas por mim.
?fo aguardo daí; providencias caMveis aproreito
do ensejo para reiterar 0 3 merus protestos da mais alta esti
ma a distinta consideração.
Cordiais liandaçoes

PREIOTDÓ M CJÍTICIPA1
Aasinado-idonai de Almeida Sylcs
Pr. Adonai de Almeida Sylo
Ao
Excelentíssimo Senlior
Doutor Milfcon Campos
Digni33imo Senhor P.-esidonte da Gamara Municipal de
Baruorl
CSmarc Muni cipal de Barueri

Còpia autenticada pela oecrR-eazla da uãmara


Municipal de- Baruetl, em 26 de naio de 1.966.
- C fllT A X O T E W rT Ü A -
V-^JAuO DE
-Requeriiictito n87V65-

Pedido do infciviação*

looao* Sr» Presidente«

03 vereadores Infra assinados, ocia te­


se no Heginento Intomo* requerem a V.Exoia depois
de ouvido o plenário, feoja oflolwie ao Senhor Pre­
feito Municipal solioitando ao seguintes infcrma-
qoS ss

is) quantos servidores «lunioipais ti-


nka o qttadro dr. s&tnioipalidatf« ?*(ete 2 6 / 3 / 1 9 6 5 ) *
22) Funcionários nomaaâoa a contratados
quantos foram recolhidos et& o presente raonento ?•
3») Pocw*sf date de seu reoolMnento t
quanto peroelMci nanael&ente ?.
42) Jâguna funoioxkãrios novos fore» de­
mitidos ? quais ? uaato jieroeblara iaean«%lmente ?
58) Quando foi iniciado a 5a* £e^lfl(U%
rat quais os funcionários eletivos e quais os contra
tados e \uais os soas venoia.entos ?*
66) quanec fttinéiifò & fol&a de pagamento
nc mêc de abril «?os efetivo» e contratados ?.
72 ) sosiente os funcionários novos efeti­
vos e oontratados qu«l $ a desposa wonsalfíifcnte 00a a
folha de pr^ariento ?
lifi) jretende o üxeoutdvo ainda recolher
mais ?. .uantos ?*
Sala dns 3esaoÕ£t 19 de noveabix» de 1*965«
Assinados*— Guilherme de Gu^lielm©
José M&riu Balieiro
Ixácio Alves de Cueiro»
Isei.es lareira Souto
Haul Mncayossi
Gentil Piras Pedroso
Constantino Caroaxgo

Gopia autenti
Municipal de Barueri, so
PREFEITURA PO MUNICÍPIO DE BARUERI
Estado de bao Paulo
Qg. m 29/65
Senhor Presidente*
- Respostas e Tnformacoea -

Req. 78/65 — Existe no Pepartcirento da Fazenda Municipal,pa


ra pagamento do impoato de Inaduatria e Profiasoes, cinco in-
duetriaa extrativa de areia, localizada neate raunicipio, no
Pistrito da Aldeia de Barueri. Oa impostoa e taxas lançados
variara de Cr$ 30.000 a Cr$40.000 anuais. A Contadoria aê pode­
rá apurar o quantum total após o encerramento do exercicio#
financeiro de 1.965.
Req. n»76/65 - A Prefeitura de Barueri informa que a fir­
ma maior recolheâor de irapoato de insduatrins e profiaaoea é
o Bco. Federal de Itrní S.A. Outroasim, a industria que ainda
4 beneficiada pela lei de Isençoea 4 o Cortume Franco Brasi­
leiro S.A. Informa teribem que o lançamento do Ir.posTO de in­
dustria e profiasoes obedeoe fielmente aa leis vigSntes da
Egrégia Câmara Municipal.
Req. ns82/65 • Os operários braçais da Prefeitura prestaram
durante o mês de Outubro e Novembro do corrente, oervlçoa de
conservação de ruas em Vila Porto, Vila Bôa Viata,Aldeia de
Barueri, Vila Pouso Alegre e demaia ruaa do Município.
Req. ng 85/65 - 0 eaconmento das aguas servidas eetao ao
cargo dos mnnieipes, om virtude de proibição, por Lei, do
despejo em viao publicas.
Req. j|g 79/65 - Carece autoridade & Prefeitura abrir sindl_
oância contra o 3r. Nagib Saleme. 0 mencionado ar. ê primei­
ro suplente a vereador desta Egrégia Câmara Municipal, nao 6
funcionário municipal. 0 3r* ITagib Saleme 4 primeiro suplente
de Casamentos, sob juriadiçSo hierárquica do Exmo. Sr. Pr.
Juiz de Pireito da Comarca de Barueri. 0 Executivo não te­
ve conhecimento de qualquer crime que tenha praticado, era pare
jfcizo da Fazenda Municipal de Barueri.
■continua na folha n& 2
9£v.g^ê§ls°s.*íaa3£ão..a?..^:ffiq .ai. D
... Municipal de jjarucri.
Req, na 73/65 - As Xels votada pala 2gr*&la ‘J&aara Municipal
de Barueri e sancionadas pelo Executivo referentes & auxí­
lios © subvenções ajuardan recursos financeiros que não com­
prometam as disponibilidade dr. Prefeitura,
Beq. no 74/65 — A romcdelaçno da Estrada dos Altoa obeda—
ceu os princípios fundamental* da lei aprovada pela "fçrácla
Câmara MUnlelpal* As diretrizes traçadas pel<* '-xeoutive nes­
te serviço foram reallsadaa pola capccidade ineonteote do
litoo. Sr. Chefe de engenharia do MD.E*M.A.B* Ao engenheiro
mencionado devo-se os diversos cortes efetuados na Bstrada
do Altos, suavioando, sobrooaneira, as ingr^nes ladeiras o,
possibilitando, assim, uma subida muito mais stmre do eme
anteriormente. A naruina femeoidn polo "DM/.* tem a finali­
dade unlca e exôltt&tsfâde, mediante a taxa de Cr$24.000 (vin­
te e quatro mil cruzeiros) por hora, trabalhar em estrada 1 3 ,
raie, para bonofioio de possiveia sitiantes. Aa desj^osas do£
te sor/iço sd acusarão um totaJ exato cuondo terminado, pois
não poderá o .^cacutlvo concordar eo^ «r. serviço incompleto.
Qaanto ao poseivai contentamento dos beneficiados , 0 Bxecutl—
vo expressa a sua convicção de que o serviço efetuado até a
presente data visa, sem duvida, um beneficio para o município
de Barueri*
Bec. 86/65 — Por determinação do 'xecutivo a estrada rural
que deriva da C&pelinha da Estrada dos Altoa foi remodelado.
0 aervlço executado, no entender do Executivo, nao visou a
proteção especial de qu&lnuer sitiant®, « rouito menos, 0 Sr.
Ruy Gtelvão de 'çoura laoerda. 0 mencionado Sr* apenas foi be­
neficiado porque, incidentalaante, 4 proprietário sitiante
deate raunicipio.
Roq >8l/65-rí?a questão dos postes da rêde de eletrlfiida^ão no
leito da futura Estrada l**Oeste o 'àcecutivo têm a informar
que a miestão da raufança da rêáe 4 atinente somsnte o Gover­
no Estadual - pela D.B.H. - e a mo Paulo Llght- Serviços de
Eletricidade. Ao «funioiplo, pela Prefeitura de Barueri com­
pete somente o estudo posterior, paro obedlânola &o posturas
municipais.
PREFEITURA 7)0 TOKIOIPIC
Ä#
DE
-
BARUERI

;i
listedo de iSpo raulo
ao da fo.1V-, n g 2)
«..postura municipaio.
Req. 73/65 - 0 r£l dos servidores municipala da Prefeitura
Municipal de Earuerl até 23/3/6:j e respectivo3 vencimentos
oonstam, s.m.j., das folhas de pagamentos do me3 de dezembro
de 1.964, que fcrom enviados juntamon to cem t0d03 ou compro-
vante e Balanço encerrador en 31/1?/64 entregue à Câmara Muni
cipal de Baxueri, dentro do praze estipulado pela Lei Orgâni­
ca dos Lfunicipioa. A contratação de oucros en épocas poste­
riores foi feito com fundamento no Art. 52 da lei Orgéfniea
dos MUnicipios.
Req. 77/65 - A3 linhas de onibus intexraunicipais e muni—
cipais tâm sem funcionamento baseado apenas em despacho efe­
tuado em requerimento. Assim, todaa a empresas de auto onibus
estão sujeitas às normas vigentes. A concessão das linhas de
onibus foram autorizadas pele "r. Prefeito Carlos Capriotti.
Req. 87/65 - A maior parte das leis de auxilio e subven­
ções pagas pelo Executivo foram efetuadas pelo Exmo. ar. Car
los Oapriotti, ôx-Pr:feito. As lei ainda sem execução aguar­
dam reomrdos financeiros ou estuco do Executivo quanto a sua
coustitucionalidade.
Req. Ns 8C/65 - C Sr. Ei «aLuro ííomura, 6 contador contra­
tado pelo ox-Prefeito, como teonioo de contabilidade, devida­
mente habilitado. 0 mencionado or. vên chefiando o setor de
contabilidade desta Ir;-feitura. 0 salário que percebe consta
do contrato efetuado com a Prefeitura, aue £ de C$150.000
(cento e cinooenta mil cruzeiros) mensais, com. duração de
um ano e vai vencer-ae no meu de Beaembro do corrente. Eoi,
juntamente com todos os servidores minioipai3, beneficiado
com abono de Cr$30.000(trinta mil cruzeiros) a partir do
mês de Outubro do corrente. Já ncebeu pela verba 3.3.1.1.0.3
de Janeiro a Kovembro o total de Cr$l. 550.000 e pela verba de
abono já recebeu c total de Cr$> 60.000(sessenta mil cruzeiros)
dos mêses de Outubro a Novembro do corrente.

continua na folha n® 4-
ê

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE BARUERI *


Estado de são Paulo
OF. 29/63 (continuação da folhe, n* <)
...do corrente,
. ' a -'
Reg. 11S4/65 - As obras de ruas foram efetundas por conta
da Prefeitura e aj eu andamento uao eatao teminadas. 0 sal­
do à pagar pela rfefeitura r>5 poderá ser conhecido após os
cálculos e recebimento dü3 obra;? pelos funcionários ccmpeten
tes desta Ifttnicipalidade. (3r. Bn&enlieiro 3 Sr. Fiscal de Obras).
A lei mencionada pela Câmara,digo,Câmara Municipal r.ob n9
n®3*420 não foi pos3ivel encontrar. Porem, existe a Lei n®
n H .320 de 1.964, cujo art. 43 está vetado.
Reo. n» 3/6? - A Municipalidade deve, por fornecimento,
aos fcmecedorés de materiais para obras e material de con­
sumo forçado. 0 total requisitado pela Gânara Municipal do
gasto de combustíveis e üubrifícnntes s6 poderá ser fornecido
após o encerramento do exeraicio financeiro, 31 / 12 / 65 ,
Req. 2/65 - 0 montante das Verbas pa^ao com omponno, eon~
forme requerimento, 36 poderemos informar ap<5s o oucorraiuen-
to do exercico financeiro e levantamento do ãalanço Patrimo­
nial e Financeiro, do exercico de 1.965. NaÕ existe cobran­
ça de juros anormal pelo banco no emprestimo levantado pela
Prefeitura, x>ois, 0 mencionado fcunco está sujuito à fiscali­
zação federal. Por outro lado p. Prefeitura nno poderia con­
cordar com tal cobrança.
Req, n a I/O!:; - Em virtude da riaturuza das despesas ue
prestação de serviços e fornecimento de energia aletrioa pe­
la S,Paulo Li^ht-Serviços de Eletricidade por ser corrente
e mutável é quo a Prefeitura nZo poue deÉe reinar 0 quantum
exato. A ssi , somente após o pagamento das contaa do mos de
Dezembro ê que o Júxecutivo poderá informar o saldo de verba.
Esta saldo, de acôrdo com as normas vigênte em contabilidade
ficará congelado, caso nao aplicado no exercicio financeiro
de 1.965, encerradcr em 31/12/65.
Req. nQ 1/65 - 0 débito desta Prefeitura para cem a 3.Pau
lo Light—Serviços de Eletricidade, atá a presente data, mon­
ta a ú$ 2 *106.620(dois milhões, cento e oito mil »seiscentos
e noventa cruzeiros). Isto seia contar as faturas do w.ês ãe
Dezembro de 1,265.
Prefeitura Municipal de Sarucri, em 3 de Dezembro de 1.965
CÕPIA AUTENTICADA PELA .-'7?A ,TUMT0IPA1 DE BA-
RUERI m 26 DE MAIO DE
GGid^AaAvVA^j ijikC
Jçaq -hdron
!f ■ - EV. *
- c ó h u a ü v i^ t io a p a -

•Re <■ao rdricnto

Exmo# Sr# Eresidente


Considerando quet o ex* Prefeito Municipal enviou
n eata Casa o pronto de 2 *1 n» £0/65 solicitando um 0x31
dito do üüt 5 *7 ^6.002 deatlnado &o pr^amento d© despesas
do exercicio anterior e esta Oase dwpols da examinar fflu^
to bem« apresentou emande e concedeu somente uri credito
dc 701.432 para paêvtíiento de divida devidamente com­
provada«
Considerando n w , em su» *ÍKWSAGHíM 3/63 de 12 de
Abril de l#965f em certo trecho o senho# irei ei te dis"
m m a m s a situação financeira da pbbpsituha# declara-
MDC gUL AO i'Alt ÏJÎ. jKA ï>ÎBPaKI}5XXJ]JAD£ PS 0# 513.084« DE
ApôüDO COM 0 DK OAÏ1A K* 55 PS 2í//3/6*>« VKFJFIOA
λS LXL'iïïÜ KLSKtfmAüILIPADB IKiï/ÎÂÏAS UA OUDBM APR0XI%
DA DE C4 15*Û00*0C*O ÎQUINSS ?ÜXKOSy Pi* ChüüLIHOS), INCLUIfi
DO A PAÏÆA PE PA&AMKNiX) DOS SAi-ARlOB DOS HJKOZOITXh ZOS £
OPERÁRIOS*
Considerando que, f*m «eu oiicio seiu. numéro e sera
data sobre relatorio ùas atividades e dos serviços
jamiolpni»« c.u seu item 31« dl2 « H m ü 3 l 0 IAGAHSHTO DE
mmsasAs d i v i d a s g o k t r a t d /vs pslo £W?ii£ifoiTOf am o r t i z a n d o
SM ORAJTDK PAK2S C DEBITO T0',.a ;0S AÎTRttlA VIHTS E DOIS
KTUKJSS DE* CHüZ5iri03*
Reouairc a îlosci, ov-.vido 0 ilenari©« se­
ja solicitado ao Si-. Prefeito fiuaoipal que informa a Ca-
sa eta quanto Inporterva 0 débite do ex-Prefeito e que fos-
rca enviado os eomprovantes, pois coiro sc verifloa corn
wuita Æ&ollida&e nao existe en suas deolaraçoS* dues veses
a iiiQsma importanola»
ÉfeûLa aas tessoes« # de lur.rçc de 1*966 •
Assinado««» - leai&s Pereira Souto
Copia autenticada na Secretaria d a Caiaara -Municipal de
Btirueri« aoe 25 de îhio d^îL\;6(j'; h \ -
i*on

iro
^>oc

PREFSITUÍÍA. PO I:IH0 BB BAHXJ3RI


BsrfMte d© ~>ao Paulo
-8 1 / 6 6 . -

Baruerí, 34 de março do 1966.-

Sr, Presidente:

Teuh c o prazer de mc <31ri. rir r\ V #Bxaia*,


afim de dar respostaa a inforraaçoea noa requerimento e
indicações dos aer.horea Vereadores, pera conhecimento da
Egrégia Cânara Municipal:-
Indicação nQ-16/6fe, do nobre vereador
Gentil Pirea Pdroso, referente a colocação de uma ©staoa
de ferro na rua João Pes 3 Ôa, e a q u i m da Iv* D, Jredro II-
o Sr» Prefeito Municipal ;já determinou o atendimento;
Indicação a.a-15/66, do nobre Vereador
Gentil Pire 3 Pedroao, com referencia a calçamento das ruas
José A.de Camargo e Jandira Guerra, já foi anotado para
as devidas providênciasj
Recraerimento n 9-13/66, do notre Vercaâáír
Isaias Pereira Souto, referente a informação do débito
deixado pelo ex-Prefeit.o Carlos üapriotti - tenho a infor­
mar .que estou providenciando um levantamento lesse debito,
porquanto tem aurgido diversos credores pelos gastos fei­
tos na gestão do ex-±>refeito, conforaie recibos âe pagamen­
tos que serao anexados na futura. preutaçao de contas*
Bem mais, aproveito a oportunidade para
reiterar à. V,íxcia. os piotostea de .ninlia elevada eõtima
e di 3 tin+-a consideração.
0 FfcSFLITO fclilICIPAL
Assinado - Adona i de Almeida Syloa
—a d o b a i bs Ai:. ;,r.>A sylos-

Ae.
■^xmo« Sr*
BR. MUTOlf GAKPOS
BB. Presidente da Câmara ITunicipal de
B A E ü E II I.-
CÂMARA MUNICIPAL DE B

-OÓPIA AIJTBHT-ICA—

-Reqnerir^n.to na 4/66-
(Fedido de informação)

Senhor Breaidnnte

Oct vere.ivloroo ;1 >fra assinado c o m bane


no Uegiwento Interno, reouerera a Me3 a, sojn, ofiolade
ao Senhor Prefeito Municipal« jolicitando de S.Ebccia
uma rclr.çXo nomXruú. d* to.-os os contrihui feer* do bair
ro do.: Altos,(aȒ: confornic' .de co.,i .. Lei 9205 c da Lei
3ii2C c de 20 dir j 0 prazo para 0 Sanl.or Prefeito Mu^L
0 ; ,r uí . '. 1 ciúar) •

üf la daa tieaooeo t 10 de Fevereiro 1.966

OuiXaewiie de ffuflioliúo

Copia i: it iitrcnt»' -«la Secretaria


da
Gamara Municipal de Baiuori, 0 0 « 2'j cie Maio de 1,966.
r S Ú E U J U im M tr

-.p .ô q u ^ r iis e a to a ) 6 / 6 6 -

(i^dido <5© inforasçoSe)


Kjcac. Senhor Prea1£t*rte.

H«qu«iro a Meaaf seja oficitvdo ao


5 fU l^efeito eolioitan^o oóplas do eom.ir.to y&einado po-
In Manieipalidaà« oon o Vrtre.ndor Hr^buro Noincura « a cá-
pln aet1a enviada a esta Caer. «entro no Detztao ?0 dia* 0 £
no manda a X<el FodeasúL 3*f>2Ô © a estadual 9.205 o S.Exoia
n~o «taponda conforno o fns on 19-11-55 obi respeeta ao —
requsnl^nto 61/65 cu© £ a*ia o aesrae padido "Ja foi autox^,
indo a Saorataiia dn '£**£€.it*xa» MiugLtlpnl ertrair u m c£-
pia d/» contrato de looação de oarvlço feito pelo ox—prefej^
to ocru o Kinatmro na nttalidade da técnico contador
afijn da nar enviada \ Kgr*gl% Ocskaxa*«

Sr l.a dais r.aasoãi.., 1C de fevereiro do 1,966.

Aaaim dot- GuilMrnso ie CrU£<lat I íoo

Copia o^teutie^a pâls» c>o^z%t&rla da Camara


’auiicipal dc Boruori* ac?3 25 5a '1*4.0 d* l#>t>6*
\\ 0 U ^ (1®

f
-O&cTA AUTENTICA-

-^Reurierli lonto ns 15/66

Ob vereadores infra aaainados, com


base nc Regimento Interno requerem a V.Excia, para-
que seja enviado oficio ao Sr,Preféito Münicipal ao
lioitando aa seguintes infôrmaçoSs, aendo que e boa
oitar que de aoordo cota a Lei Federal 3528 e a 2ata-
dual 9 2 0 5 é de 2 0 dias o pra^o para preatar essas -
informçoesx

3^) Onde foi adquirido?


4 5 ) quantow*eustou?
5 2 ) Foi r‘e; iio concorrência publica,
e quais ac firmas que partioiparam?
6 2 ) Çitar 0 nfi da verba do orçamen­
to onde foi empenhado.
7ü ) liiviar copia de todo o processo
referente essa compra*
8$) Onde o ueono e guardado durante
a noite pois nunca esta 110 pátio da Prefeitura?
9 ^ 5 quem e que o dirige?

bala das Sesaoea, 3.7 de Março de 1.966,

Guilherina de Guglielmo
Isaias Pereira Souto
Pecio Alves de Qaoiro*
J0S 0 Villalobo Quero
Copia autenticada pala Secretaria da
Ja

CÂMARA MUNICIPAL DE B
—0(5PIA AUTENTICA-

-RBOUEfGMarTO Kfi 19/66»

Senhor Presidente

0 vereador abaixo assinado, com ba­


se no Regimento Interno, requerem a ííesa, ouvido o ple
nárlo, seja oficiado ao Senhor Prefeito Münloipal, so-
M M t a n d c de S*Excla* as seguintes informaçoSsi

18) - quem ê o advogado da Prefeitura*


2
28) - E nomeado ou contratado ?
3s) - Se é nomeado enviar cápla da no­
meação e sefor contratado enviar
oópia do contrato*
4») - quais os seus vencimentos mensais*

5») - Onde, que dia e hora o mesmo vém a


Prefeitura*
68) - Onde está localizado o Departamen­
to Jurídico da Municipalidade*

Sala das SessoSs, 24 de março de 1*966

Gtillhermt de Guglielmo*

cápia autenticada pela Secretaria da c£


mara Munloipal de Barueri, aos 25 de Maio de 1*966*
.i\ \ W ** * * ^ \
PRIÍFEITUBA D0 MUNICÍPIO Dr! BARUERI
F io ,- !
Estado de Sao Paulo
OF/fr*-114/66
Barueri, 4 d© abril de 1966,

Senhor Presidente t

Tenho a subida honra de remeter à V,Sxcia.


e à Egrégia Câmara Municipal, as informaçois referentes aos
requerimentos e indicações dessa Egrégia Câmara*-
Resposta ao requerimento nfi-19/66, do n£
bre Vereador Gullhexme deGuglielmo *-
a)— 0 Advogado da Prefeitura Municipal
de Barueri é o sr. Br* Anselmo Teixeira Pintoj
b)- 0 referido Advogado não S nomeado e
sim contratado pela imanicipalidadef
c)- 0 contrato pertence ao arquivo da
Prefeitura Municipal, e já autorizei a extração de cópia
para ser enviada à Câmara Municipal$
d)- O ordenado mensal do Advogado 4 &$,,
100,000 (cem mil cr&zeiros})
e)- 0 Advogado comparece tôdas as quin­
tas-feiras, mantendo expediente na Prefeitura, Fórum e Car-
térios da Comarca, onde poderá ser encontrado, bem como,tô-
das as vezes que em razão de suas funções seja necessaria a
sua presençaf
f)- 0 Departamento Jurídico da Municipa­
lidade está instalado na Sáde da Prefeitura Municipal,
Reapoata ao requerimento nfll4/66, do no­
bre Vereador Décio Alves de Queiroz:-
De acArdo com a informação da contabili­
dade, as fichas de caixa são afixadas diariamente no lugar
de costume, de acêrdo com a Lei, aendo que nos dias 24,25 e
26 de janeiro de 1966, e 24, 25 e 28 de fevereiro do mesmo
ano, as fichas no movimento diário acusavam os saldos se­
guintes *-
Dia 24/1/66
Caixa,,•••,••••,••», • • • 0 9 5 6 6 ,6 8 8

Bco.Federal-Itau S/a ,,,G$ 6,151,853


(Continua)
. NVÚWICIP^

PREFEITURA DO MWICIPIO DE BARUERI -, «


Estai o do 3ão Paulo xj.s .-<£«

Bco.do vjgt.S.Panlo......Ckf 9i;S56


S A L D O S G c íxb. "con. sstadual#,•. .Cr€ 4* 100*475
j3co .Morc.Iad.3.Paulo*.•.0$ 146.463
Dia 25/1/66
Caixa........ ..........Cif 530.576
Bco.yedaral-Itaá 3/a *...c$ 3.201.573
SAIDOS*- ííoo.>3stado de 5.Paulo..*0$ 91.856
Caixa Eson.Estadual.... Qr$ 2,100.475
Bco.Mero.Ind.:P. 3/A.... Crê 146.463
Dia 2 6 /1 /6 6
Caixa................ .Crê 537.538
Bco.^ederal-TtatS....... CrC 8.133.373
SALDOS t- Boo.Est* d? ’.Paul©.... C,£ 91Í356
Caixa Sconfroioa ^ s t . S P . 2.100.475
Bco .Merc.Ind.:>T.S/A.... 0$ 146.463
Dia 24AVC6
Caixa......... ....... 06 330.112
Beo. ^eõeral-ltHtí.......Cr® 5.353.907
SALDOS*- Boo. Sai.S.Paulo*...... .Cr$ £1*356
Cai.rr- Eoort* ;%tp ?ml..». .Ci$ 2.354.920
Pco.TTere.Ind .SP...... .Cr0 146.463
Dia 2 5 / 2 / 6 0
Caixa................. Qc$ 913.172
Eeo.Podaral-It;íd....... CrO 5.653.907
SAÍDOS í- Boo* Set ido d« S.P ulo..Ctf 91.856
Caixn Eeon. Estadual... *Cr$ 2.354*920
Beo.'torc .InA.S.F......«rS 146.463
Dia 28/2/66
Caixa.................. Cr$ 137.308
Hco.Pod.-ItETÍ 3/A......Crê 1.312.033
SALDOS j- Eco.^»t. 3P..... ....... Cr$ 91.856
Caixa Econ.Estadual.... CrG 2.354.920
Boo,ift©ro*Iod.3P........<*§ 146.464
Heepoc+a ac reauorlííontc n£~22/66fdos
nobre3 Vereadores Jcoé Maria Lulieiro e outro*-
^ p.)~ Entcmdo~so por lano Diretor a provi­
são dae obras que serao executadas em e&da oxai'cioio?
b)~ 0 Executivo alabora o 3em PIsjío Dire­
tor de Obras para exerci cios ou pe.t.íc2c-c;
c)- 0 Exeoutivc fcru eo^eci'aento k
(continúa)
PREFEITURA li0 i/:Jiíl0 i.x'X•
'
2 BE BARtrEHI -
Ssfcííc de £í&o Paulo IAB*
conhecimento â Egrégia Câ:iara Táterdoip&l sÊ-bre o seu Plano
diretor de Obras para o preaontc; «xereicio;
d)- Oa demais itens estão pro^udicadoa era.
face à re aposta ante ri ror,
Uesposta ao raquarinento nC~X5 / 6 6 , do no­
bre Vereaodr Guilherme deGuglielao :-
a)- 0 automaval -\ero-ffillys, 3o uso do sr.
Prefeito Municipal <5 depropriedade da nunicipcJidade;
b)- A lei que autoriaou a sua aquisição <5
a de nS-33/65?
c)- 0 mencionado 'Veiculo foi adquirido da
agência vendedora representante da fabrica W i U y a Cverland,
situada em Gsasco, ò Estrada de Itú?
d)- 0 auto Aero-í/illye foi adquirido em no­
me da Prefeitura Municipal de Barueri, pelo praço tabelado
oficialmente pelo (Jovemo federal j
e)- Trata-se de uma aquisição feita pela
tabela oficial federal, )uDtivo polo qual fci necessária sé­
men te a tomada de preço^j
f)- Qua a aerbe pare, a referida aquisição
foi a abertura de um credito especial po Decreto do Poder
Executivo, de acÔrdo cor- a lei n®~32/6?, que autoriaava-o
assim a proceder;
g)- C mencioimdo auteiiovel 6 de uso do sr.
Prefeito Ijxaicípal, s enãc que o recm o se encontra tSdos os
dias a aerviço da rrainicipalidade, ficandqjbpueas v§aes no
pá te o da Prefeitura;
h}~ 0 referido auto é dirigido muitas vê-
se s pelo proprio Prefsito ou por poaaôas habilitadas para
tal;
Resposta ao requerimento r*a-21/6ô, do no­
bre Voroaodr Guilherme deCu^lioirao
a)- dom referência ao artigo 4 7 e seguin­
tes, da Lei ?edorai n9-4*320, ssts? em estudo a elaboração
do referido quadro, estando ocorrendo grande dificuldade na
sua confecçãoj em virtude de ter sido desmembrado deste líu-
nicipio o Distrito de Carapftcuiba, atualmate elevado à ca­
tegoria de T<?un±cipio;
(con tin u a)
PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE BARÜEr K J :
Estado de Sao Paulo

b)- Não tendo a Egrégia Câmara Municipal


aprofado a proposta orçamentaria para o exercico de 1 9 6 6 ,
apesar de enviada dentro do praao legal, criu-se grande em­
baraço no que diz respeito a formação do aludido quadro, e
outras normas estatuidas na referida Lei nfl-4320j
o)- 0 Departamento de Contabilid9.de da muni
cipalidade está elaborando t6das estai peça3 exigidas pela
mencionada Lei}
Resposta ao requerimento nfi-20/66, do nobre
Vereador Guilherme de Guglielmo j~
a)- 0 estatuido no artigo 2 3 o seus parágra
fos, de Lei Federal na-4.430, de 17/3/64, foi estipulado na
proposta orçamentaria para o exercicio de 1966, enviada à
Egrégia, Câmara Municipal;
b)~ 0 Clieíe do Poder Executivo tendo assumi­
do o G-ovfmo ?to>ieipal em data de 26 de março de ç26í>, já
encontrou am andamento o crçaraentc daquele exercico. em
grande parte já executado polo então Prefeito Municipal,
não podendo, por esta rasao, ser aplicado o que dispôs os
artigos 47 e 2 3 , da já citada Lei-ii2 4. 320 j
c)- 0 Poder Executivo a.guaidava ansiosamen­
te que a Egrégia Câmara Municipal aprovasse a proposta orça­
mentária para o corrente exercico, afim de que fôããe elabo­
rados os quadros e domais requisitos constantes da Lei nfi
4*320, o que nao ocorreu, por não ter a 3#regia CSiaara cum­
prido a Lei Orgânica dos üunicipios, ap»ovando a xrroposta
orçamentária, enviada na época legal*
Resposta a indicação r>5-17/66, do nobre Ve­
reador Cruilheme de Quglieljno t-
a)- 0 Chefe do ’Executivo Municipal de há
muito enviou è, Comissão encarregada da abertura da Auto-
Estrada do Oeste oficio 3 olicitando o entupimento dos poços
e fóssaa existentes nas áreas desapropriadas nesta cidade\
b)- A referida Coiaissao da Auto Estradas,
atendendo a justa reclamação desta Executivo, ordenou a obs­
trução doa poçoa e fdsaas ali existentes, como ê publico e
notório doa professores do Grimpo Escolar Rapo3so Tavares,
Resposta ao requerimento n »-13/66, do nobre
Vereadír G-eàtil Pire 3 Pedro 3 o:-
(continua)
PREFEITURA 1)0 MUNICÍPIO DE BARUERI ~ K
Estado de são Paulo r x a ,—>

a)- 0 Chefe do Poder Sxecutivo ITunicipal,


já deteminou providências e jjrloridade para a reparação
da Rua Barão do Rio Branco» no Jardim Belvalj
b)- 0 reparo deata via publica será feito o
mais breve possível, como também em diversas ruas do Muni*
oipio.
Resposta ao requerimento n) t digo, objeto do
oficio na-29/66-339-17/5®, do nobre Vereador TJloio Alves de
Queiroz
Baseado em consulta popular, efetuada na re­
ferida feira-livre, ficou constatado que a raioria da popu­
lação daquele Bairro prefere a feira no horário da raanha.
Aproveito a oportunidade pare. reiterar â V*
Bxcia. e à Egrégia Câmara T^jnicipal os meus protestos de
alta estima e distinta consideração.

Subscrevo-me

Assinado Adonai de Almeida Sylos


ABONAI T>E A I H E I M SYLOS
PREFEITO MUNICIPAL
Extno. Sr»
CONSTA NTINO CAMAROO
BB. Presidente da Egrágia Câmara Municipal d©
BARUERI

Cópia autenticada pela Secrotarla da Câmara


. .
mora Municipal de Saruôjjiy ^aos 26 de Halo de
1 966
. u .

- oc$p i a AUTENTICA-

-Renuerinento OM 32/66
(Pedido do infomaçoõs;

Exrao. Sr, Presidente

Considerando que, o artigo 55 da Lei a«


9,205 (Orgâaioa doe Mmloipios) de 28 de dsaembro de
1.965 diz "Os oargos públicos serão criados por lei,
que fixarr sua denoiainaçao, atribuições, padrão de
vencimento, condiçocs de provimento € os recursos ps
los quris serão pa^;os seus ocupantes.

RECUEIKD a Mosa, seja oficiado ao Senhor


Prefeito Ilunicipal, solicitando que informe a osta Cg,
sa dentro de 20 dias de acordo com a Lej federal de na
3 . 5 2 8 no seu item 1 2 , auais os cargos públicos que es­
tão criados por ).ei, espeo3 ficando as denordnaço$s,
atribuições, padrão de vcncíixontos, condições de pro-
viisento e os recursos poluo quais estão sondo pagos
seus ocupantes»
Sala das Sessões, 29 da abril de 1,966.

Assinado»^- -Guilherme de Gu^lielrco-

Municipal do Baruari, aos 2? de rfeio de 1.966,

X
■3>ec.vj^U#

-C^KLA ^Lr.llCA-.
■ Ip fò tx

-K G i U u r im tm ^ o íi% 33/66-

(Pedido de informações)

Exrno. Sr. Presidente


Considftrnndo que, a resposta dada pelo
senhor Prefeito Municipal no item 3a do requeiiman-
to 19/66 nao foi satisfatória;
Considerando que, naquele r^querimantò
fia o pedido seguinte "Se á nomendo, enviar cópia
da nomeaySo e ae for contratado enviar cópia do oon
trato".
Cor-fdderpMo que, o gr. Prefe.ito res­
pondeu que ,fo contrato pertence ao arquivo da Iraíei
turs. Mfcmioipnl, a 3 a eutoriloi a extração de copia
para ser enviada a Camara Municipal}
Coneidorandc ouet jv tranaoorreu 30
dias que foi dado essa resposta}
KEQTJEXRO A If.SA, seja oficiado ao Sr.
Prafei+o ?tUnioipalf solioitsaáo cópia do contrato e
quais as raaoÕo que o mesmo ate o momento não o en­
viou a esta Oasa e que de acordo cüío a Lei 3*528 no
seu item 12 e da 2 0 dias o praao para fornecer as
informaçoes soliuit&üae.

Sala das Seseoes, 29 de abril de I.9 6 6 .

Assinado:---------Cuilheiiiie de GrUglielno-
Josc iir.ria Balieiro
De cio Alvee de Queíroi

Copia autentioada pela Secretaria da Cama


ra íiinicdpal ds B-rueri, aos ?í> de Maio de 1*966.
-OftPlA AUTENTICA»

-Requerimento n* 36/66-»

(Pedido de informação)

Exmo. Senhor Presidente*

Requeiro a Mesa, seja ofioiado ao Sr*


Prefeito llunloipal, solicitando de S«£xcia as se«
guintes inforriaçoea e que fosse mencionado no oí^
cio que I Ae 20 dias o prazo para infonaar a esta
Casa de acordo com a Lei 3*528 de 3 de janeiro de
lUtpN
16) - Quais as entidades que recebem
auxílios ou subvenções da Prefeitura neste exercí­
cio«
22) - Quanto receberam no presente
exercido individualmente*
3a) - Citar o numero da Lei quee auto­
riza esses auxilios ou subvenções»

Sala das Sessões, 29 de abril de 1.966*

Assinado:-Guilherme de Guglielmo
José Maria Baileiro
Decio Alves de Queirós
Copia autenticada pela Secretaria da Cg
mara Itmioipal de Barueri, aos 30 de Maio de 1*966*
^ g j Í S ciS x .
JoãoTMOuerra Zendron
CÂMARA MUNICIPAL DE BARUERÍ
-U-? loQ

-Büül^aUjreO Bfi 41/06-


m * ,
ümo. Sr. êresiaente.

Requeiro a Ilesa, ouvido o plenário


aft» 4® qu» o Sa»o* Sr. Prefeito Tiraiclpal, Infome com
«i m xlm ià urgência o seguir,te»-
1) yuale os dia®, mes e ano, em que foram j«-
blloados o« editais de concorrência publica refereata a
oalga iont»>a «xec^^aOos por esta r$miclpalidaôe em diveg
eao ruíto doe ta Giftíde*
2) Sn fiano positivo, quais as firma« que ©oncorrg
ram qual a f l m a ^enoedora e uma copla da ata dessa Goa-
eorrehcla*
3) 3© não houve concorrência publica, qual o ci^
tlrlo adotado pejo Chefe do Executivo, para a contratação
desse calçamento*
4) Remeter a esta oasa uma copia d© contrato com
a firma que executou esses serviços de calçamento em di­
versas ruas do Município*
5) Quanto custou ao Hanlciploco metro de oalçam Q
to e quanto estão cobrando £os Miniclpes e qual» as condj^
çoes de pagamento*

Sala das Se*so?s, 5 de I M e de 1*9^6 •

Assinado t- Guilherme de Gu&llelm©

Copia autenticada pela üeoretaria da Camara iiuiJL—


oipal de Baruerl, ©os 30 de Halo de 1.966*
FRSPEITOiU tto «OHXCIPXO TfE BARUET'1
Estado de Jao Paulo
0 ? A ® -1 5 9 /6 6 .-
. ,
üarueri, 13 de maio de 1 966
Senhor Presidente

Tenho a honra de m dirigir à TT.&ccla,


a fim de rmaatsr as reapoetas e infomnçoes deasa S&rdgia fíâ
nara ?,!unleip&l, que são es seguintes
a)- resposta ao requerimento aS-39/Sfii
a Lei oue autorissa a cobrança da Taxa
de Pavimentação 4 a de n®-37, d i S do agosto de 1996, apro­
vada pela Bgrégia Cêaara Municipal e homologada polo Cháfe
do "xecutivo| o fato de nào ter a Bdilldado aprovado o rça
mento municipal para o exerci aio de 196Óf v^m prejudlctindo
0 programa admiaiatrativo, baia aosi, o progresso do Jtfunicl-
pio|
b)- respcsta ao r querimento n8~38/6Si
& execução do calçamento autorizado p£
lo Poder Legislativo na:a ru?ia e avenidas centn;is da cidade de
Baruori ê na base dei guias a calçamento Cr$ 10.500 o metro
quad ado e onde jd existe guias o aargetttô sai a rasino de
Orf 7*000, mais o menos, por metrc nu drado, incluindo fei­
tio de caixa, arota e paralelepiperiosf
c)- com referência a indicação » 8-23/
66, do nobre ve roedor aoque Sarlotta Sobrinho c Chefe do f!tti
cutivo já autorizou a l a w t u r a de 7)ccr to dwnoitdnasde de
avenida Sargento Joa£ >iqueira © atual avenida 4 , no Jardim
Faraiso, bem assim, ou« seja oficiado & farcilia do extinto
e ao Comandate do rue,rtel onde 0 raeaEO serviaí dando ciSncia
do aludido atoj
d)- r?spoota ac requ ri,tento n®*41/66i
0 aditai de conccrrôncia publica foi
publicado no T>iario Ofloial do Estalo, no dia 27 de julho de
1965, referente ao calçamento diversas ruas do '"imicipio,
0 as firmas concorrentes foram as aeguinteai Aureliano de
maida Fortes, Josá Alves 7'onfceiro, K & L-Sngenharla e Comer­
cio Ltda, Pedro Livino doo Santos, Lidio Alves de Oliveira e
Xavimentaçao Cordeiro Ltda. Ssta concorrência teve 0 seu jul
gamonto presidido pelo Chefe do xecutivo, e com a presença
(C0H?im?A)
PREFEITURA -DO B O T I O M O DE BABUORl
Eatadc de são xaulo FXg «-2-

âoa Ilustres Tereadero® DulihtnM de Gu;;lielno, e endo que a


proposta vencedora foi a do cr. Aureliarxo de Alaelá* Forces,
a qual oatá xubrioad® poios .ilustres Yereedores Ot>ilher»e do
OufSliôlíFi© e Roeue Barlatta Sobrinho o pelan teeteraechfca Ka-
jib :jalame e :<u.v üalva© do ?,our.i XeóoaNIru Os â$m ala itens
estão pre Juáioados pela resposta ao foqtttlxliasitto ns- 3 8 / 6 6 ,
;enhor Presidente
Q* projetos d# .Lei oriundos d© tdilidaj*
do que autorizavam o 75xecutÍ/o a ’‘providenciar o calçamento
o a colocação do guiae « a&rgetaa" co» a iniáiativa da CÃ-, „• .
mara HUnicipal, o Chefe do Podar *:x©ctitivo considera ilegal
e inoonet1tuoional, pois taia raofliadas ano de exclusiva ofl§*»
petSnoia do vefeito9 e, ai sancionados, infri^ria es
principiou do hamonia e iftdeperudlÔnoia entre os Poderes. >Tao
<$steaf Senhor Presidente 0 senhores Vereadores, ou siotivoa
doe votos apôsstoa pelo Cháfe do xoeutivo no» aencionadoa
projetos do Lei.
Aproveito a oportunidade pára apresentar
à V.Tjccia. e & sregia Cáfenana Tu-iioip.il, oa neus protestos
do elevada eatina e diatintq eoneideroçÕe.
Atenciosamente,

0 p r e i t o municipal
Assinado - Adoaai de Al.o ida .»yloe
—A" JAI f» o 'II V. JYXO ,-

hxqo. ar.
OCríJTAUTINO 0: ‘AKSO
BT», Iresidente da Câmara Municipal de
m.mRi

Odpia autenticada pela decretaria da Oâeaia


imicipAl do Sartoil, acs^25_de aio de 1,966*
~2>o g u .?~U

•CÓIIA AOTSKTICA.

•Baquerimento 39/65-

Bxno. 3enhor Presidente

Gd vereadores infra assinados, ooa


Base no fiegimont® Interno, requerem a Mesa, ouvl-
do o plenário, seja transorito en Ata da ieesâo
de hoje na integra fc» palavras proferidas pelo Sr*
Prefeito Municipal quando da 12 a* Sessão Kxtraor
dinaria do dia 3 0 de üuttihro p.p*, dirigia a pala
vra ao vereador Isaias Pereira Souto quando se re
feria a *2ALBÜDIAt?.

Sala dpo eessolcr, 26 de novembro $*965*

Isaias Pereira Souto


I)éoio /.lvee de queirós
Guilherme de Guglielxao
João Villalobo uero
Gentil Urea ledroso
Joac Meu-ia Lalieiro

CÓpia auti;ntle dr pela Se eretaria da


Cnúiara Municipal de & rueri, aos 1 de Junho de 1966*
D0G.N8

CÂMARA MUNICIPAL BE BAR Ut


B E G U S im .m P O ITS 1 0 / 6 6 , f
Sr. Presidente.
Srs. Vereadores.
Considerando que., o inciso VIII, do artigo
10, da Lei ri» 9.205* d® 28 de desenbro do 1965 (Loi Orqâ
nica dos Tunicipios), faculta ao Podar Legislativo criar
ComiS3oêa Especiais de Investignçõp;
Considerando que* o artigo 141» § 5S» da -
Constituição Federal estabelece:
**3S livre a manifostaçSo dc pensamentof som
que dependa de censura..*";
Considerando nue, s. Lni Federal n. 3*5289
de 3 de janeiro de 1.959» que aplica aps Prefeitos Tluniei
paio, no que couberem, as disposiçoos da Lei n. 1.079 »
de 10 de abril de 1.958» nue define os crimeb de responsa
bilidade o rogiüa o respectivo processo de julgamento„no“”
seu artigo 12» item 2 3 , estatui.:
"Art, le - 3ao crimes de responsa'bilidade
dos Prefeitos Ilunioipais:
1 — . . .
2 - «9 0
# • •
2 3 - violar qualquer direito ou garantia in­
dividual constante do artigo 3.41 da Costi
tuição da Reptíblica ou de loi complementar “
do art. 157 da nesma Constituição1’.

Conoid rando que, o ar. Prefeito Ilunicipal


oidadao Adonai do Almeida Sylos, oonstantement© vem -
pòlo 3 bares da eidade, nos períodos noturnos, ameaçando
desforma acintuoaa, fugindo deslavadamonte hk interpela­
ções da Câmara e» de uma maneira condenável tentando ame­
drontar os edis que residem do há muito no mmiicipio,aue
lutam denodadamente pelo engrandecimento e maior progres­
so do Barueri;

Considerando que, o sr.^Prefeito abusando


do cargo, utilicando o método da pressão atravea de deter­
minadas circunstâncias, não satisfeito com tais atitudes,
segue agora, através do caminho da afronta e ameaçará «
vida não s6 dos srs. vereadores que lhe opoe uma ação
construtiva» bem como a serventuário ou serventuários -
da Hunicipalidade;
Considerando que, a pratica da irregulari­
dade do sr. Chefe do Tbcecutivo e flagrante e farta em
provas testemunhas-:
Ha forma dc nue estabelece a legislação
vigente, requeremos a constituição de uma Comissão Êspo-
cial de Investigação, para apurar os fatos e propor as
medidas de direito, fazendo com que, não só seja preser­
vado o nome do Legislativo, bem assim an vido.s dos com­
ponentes da Idilidade de Baruori. e, responsabilizado quem
de direito«
Requeremos mais que, após a constituição
da .Comissão, seja dada ciência do presente as autoridades
civis e militares competentes, para salvaguarda dos direi
tos dSste Legislativo o seus componentes.
Sala das Sessões, 24 Fevereiro de 3.966.
Guilherme de Gfuglielmo
D d c l c v Alvos do Queirós
Brno« Senhor
Constantino CamargoA
DB« Presidente da Caxoara Municipal de
Baruerl

Senhor Presidente,
Sirvo-me dc^pre^ento para solieitar
ao ilustre Presidente desta Caiara Municipal, providen
ciac quc o oaco requer, csu.Joa fatos para melhor julga­
mento de V.Excia irai oxpor*
Exercendo o onrgQ de Gontadcr-Tesou-
reiro düsta Edilidade, send© nomeado, ooupandc cargo
de provimento efetivo, gosoii enmpre da araisade do Se­
nhor Prefeito Municipal de Barueri, Sr# Adonai de Al­
meida Syloß, aendo visto con«tantemente no Gabinete do
Chefe do Ereoutiv« tratando de interesse do Município
no inicio déata geatão, apesar de ter lutado para ou­
tro condidgto.
Acontece porem, que o vereador Dou­
tor Milton Campoe erá o Preéidonte desta#Casa, naque­
la ocasião e determinou que este funcionário fosse na
oasa do vereador Guilherme de Guglielmo# levasse o grg
vador e que iria mais vereadores para testemunharem
possíveis denuncias contra um detezviinaac funcionário
da Prefeitura.
Cumprindo deteránação, como era a
minha obrigação, fui em companhia dos vereadores De-
cio Alveg de Queiroz e Guilherme de Guglielmo na resi­
dência dgete e 1*1*. a ligação do gravador e la fiquei
para testemunhar.
- 0 que aconteceu então, foi £ue a
pessoa que iria fazer a denuncia, realmente fez; mas
não Sontra o tal funcionwrio, mas sim, contra um graa
de jjolitioo do reunicipio.
Quando houve ca comeut arioo, fui cha
mado ao Gabinete do Sen-.or Prefeito e S.Excia queria
saber quem me mandou ir cor:, o aparelho na casa do vere
ador Guilherme*
Expliquei tudo, tendo o sr. Prefeito
Municipal desejado saber se tinha ordem por escrito*
Desse dia em diante, o cr. Prefeito começou a tratar-
me diferente. Certa ocasiaao, estando eia companhia
.do vex’eadoz’ Guilherme da Gugliel;rx na Padaria Cirondi-
nha, quando 3urgiu virdo do lado da Igreja ílatriz de
Barueri^um veiculo Aero Vtfllis, estando dirigindo-o
funcionário da Prefeitura »r. Ifaroiso Cezar, que pa­
rando o veiculo ao lado da Padaria , o sr. Adonai d©
Alsieida Syloc v descendo do mesmo e entrando no referi
do estabeleoimento dizia "VAM33 NA P0SS2 DO IRÄNI, VA
M03 NA POSSE DO IHANI" e olhanao onde me aohava em cõ»
panhia do vereador Guilherme de Guglielmo, batendo
na cinta, como estivesse batendo em ua revolver disse "

L
folha ns 2
revolver disse "HOJE VOU Ba TER EH DUAS PE3SÔAS A^UI EM BA
RUERIJf
A maioria aos senhores Veçeadores ain­
da por certo se lembram daquela 2a. feira apos o termino
do una sessão da Camara, quando este funcionário conversa
va com o vereador Decio Alves de Queiroz e mais o Presidên
te naquela época Dr* Mil toa Campo» no Bar Central, quando”
adentrou o ar* Prefeito e dirigindo-se ao vereador Decio -
Alves de Queiroz em voz nlta, dizia que era homen e uma poj*
ção de coisa mais ate que aquele vereador respondeu, neces­
sitando a intsrfe-renoia do Dr. Milton Campos*
£ã>*& atitude ao sr. Prefeito surpreendeu
a todos, com exoessso de tóLnna pensôa e a do versador Gui­
lherme de Guglielmo que compreendemos que as palavras nao
eram dirigidas ao vereauoi' Decio, mas sim, a nos*
Ka aeseão seguinte, numa atitude digna
de elogios foi aprovado o requerimento 1 0 / 6 5 e foi conrti
tuida uma Comissão de Investigação para apurar os fatos*"”
Lembro perfeitamente em outra ooasião
quando vei na Seoretaria da Camara , o sr* Joao B.B.da
Silveira e dlsse-me na presença do vereador Guilherme
de Guglielmo, de que o sr. Prefeito mandou saber se a
Camara aprovou o projeto de lei sobre o pagamento de gaso
lina que foi gasto em seu posto*
Disse o sr* João que o projeto de lei que
ele se referia, o vereador Isaías P.souto tinha pedido vis­
ta por considera-lo irregular.
Ä Aquele senhor, se retirou da Secretaria
da Camera e foi fr.lar com o sr. Prefeito em seu gabinete e
provavelmente expos os fatos.
Continuando na Secretaria trabalhando,
ouvi a voz do sr. .Prefeito que en alto brado gritava, não
entendo o que S.Exoia diaia*
Vim saber posteriormente, que o Senhor
Prefeito, gritando, vinha encaminhando-ae para a Camara Vbx
niolpal, detando-se soube tue estava em minha companhia o*~
vereador Guilherme*
Agora, ha dias atraz, neu ti Antonio Guex
ra, disse-me que desejava falar com minha pessoa e levou-mê
a sua residencia, pois o assunto era muito sério*
La chegando o sr. Antonio Guerra diese-me.
Hontem no Bar do Fujita o Adonai chamou-me
a um canto, disse para mim, que voce o esta atrapalhando mui
to, que ele esta velho, doente e que nao arredaria o pe dê
nada e que IRIA ME MATAR JTO LARGO DE BARUERI, a aconselhou-me
que deverig largar de tudo, pois tinha mulher e filho e que
o Prefeito nao era de brincadeira.
Agradeci o conselho e ainda perguntei o
que foi que ele respondeu ao sr. Prefeito*
Diese que voce era maior de idade,casado
e vacinado e responsável pelos seus atos*
Expliquei ao meu tio entao, que tudo que
f^zia, era cumprir oom minhas obrigaçoês, pois e
t o lh a n» 3-
obrigaçoês,j>oi8 era funcionário ao roder Legislativo © não
do Poder Executivo*
Fui pare a Occsara trabalhar, preocupado,
sem sc-bcr que atitude devarie touiar, até que checou o verejã
dor Br* Milton Bamijoa © ©xpusí u S.Exoia os fatos e S.Excia
dissa-ne*
õ Adonal deve estar louco cm dizer que
vai te matar, eu falarei cosa ele*
(Jontei tombem no meamo dia, ao vereador
Uuilhertie © eate se prontificou a ficar diariamente m Ca-
mara era rainha oorapanhia para ue proteger« ^
?»o cia 21 de Abril, no Bar Central em
presença de V.Ibcoia, do vereador Becio Alves de Queiro#
perguntei ao Ur» flilxcn Casais ac tinha falado com o
Sr* Prefeito a respeito da ameaça dirigida a minha pessfia
© S*!.xoia disse o se&uinte*
Que a vsrdad# deveria ser dita, pois
oJLe inuaguu do ar* Prefeito e e&te confirmou que de fato
falou ao ar* Antonic (fcisrra qu© me mataria, nas que foi em
brinoadelra*
Ha alguns dias apos, o sr. Brefeito TfunJ.
olpal mandou-me oharaar pelo^Sr* Alberto Siaoã® que queria
zalar comigo, perguntei snt~o quem se achava em sua compa-
nhla, recebendo resposta de que S*Excle estava ecsinho em
seu gabinete.
Logo em seguida* isto ©, cepois de uns
qUinae minutos, veio o cr. Benedito Soares ohamor-ft© nova­
mente* M a s © nu© não poderia ir, pois aguardava o Pr©3iden-
to © como hao tinha fiaicionnrio nàtnhum não poderia feehar a
Caraara para atende-lo, esc - foi a iieoulpa qu« dei*
Tudf" isso ocorreu, estando em minha com­
panhia o jornalista Hunes do Jornal A Rtgiõo e mais o verejg,
dor Guilherme*
Porgunto agora, depois de todos esses
fatos ocorridos, posso acreditar que e brincadeira ?•
A Câmara esta cuidando da verifioação
das contas, poúera o;.tar certa ou podara estar errada, e o
unico que guarda todos Ob do a /isento* e este fünolonarlo, e
se amanha _or ventura coisa ©oonteoer a minha peru;©
ate^ouo normalizo tudo ciç novo ira do.uòrar tempo e a Lei -
Ogganioa dos líunicipioc- e elara., pois estabelece ou© se nao
for aproei ida, aprovrdn ov. rftj^ítada as oontas atl determi­
nado prazo os mesmas astao au temático: v..ate aprovada«*
Jr* Profjid©. .to, tentei sxçor da melhor
manelrg o que ven oceirrr^ndo, deixando ej critério de V»
Jixoia«, as medida» que se faaem necssstaia**
% Aproveito a oportunidade para apresentar
a V*^xoia*j| oa ne*’« de e**evada estima e distinta
oonsideraçao*
João (Kxerra <&ndron
Contador fes^ureiro
Copia autenticaôn pela Secretaria ^o#&rçr- timicipal de Ba
rueri, aoa 6 de Junho de 1*966« ^
joão

Contad
(Tsiscurso pronunciado peio Vereador ^uilherae da Gu-
/rlielmo na 8a. sessão Ordinarla (linha 35» folha 76 do livro de
Ata)
Senhor Presidente e Senhores Vereadoroo.
Apresento! o requerimento 30/66, no qual sè-
litavaru aos estabelecimento o ‘bancários, noa quais a Pre»
feitura 'Municipal de Baruerl tem conta, uma fotocópia de
todos oo cheques emitidos pela rnamicipalidafle no dia 6
de Abril deste ano. 0 re^ueriaento, quando erüiscussao,
o vereodcr AmalSo R.Bittencourt lider do sr. Prefeito
néata Casa, fazendo uso da palavra, criticou veer.entemen
te o neu^ requerimento, principalmente em um dos neus con
siderandos que dii, qut sa fosse requerido ao jr. 1‘refei­
to, eate não informaria. ar. Presidente e senhores ve
readoreB um certo trecho d© discurso do nobre vereador
Anialdo R.iíittencourt “isso á uma incoerência do verea­
dor, se requeresse e não viesse reapoata, isso sim, mas
antepôr oa fatos, d isend o que :iao vai reoeber resposta
isso <1 um tantc precipitado”. 0 requerimento foi aprova­
do; mas pensando bam durante a oenana, pendei comigo mes­
mo, talvez o senhor Profüifco tonha modificado, talvez o
sr. Prefeito achou melhor cumprir as leis dando as infor-
maçoe3 que d.nre ser dada. Pensando assim, resolve apresen­
tar o requerimento n® 37/66 que dizia o seguinte* Pedido
de informs?çees, Hxmo. Sr. rooidontc. Euqueiro s Meea, se­
ja oficiado ao Senhor Prefeito Municipal solicitando có­
pia da ficha de caixa do dia 6 de ebril deste exereicio
mencionando eu® 6 de 20 di^s o px^zo para responder a es­
ta Casa. de ecflrdo cem o iter, 12 da lei 3528 de 3 de jane^L
ro de 1959 e siencioner o item 8 da citais lei que diz ”re
casar-se ao 3 decuir^-^-os public sos", estardc ^cfinidc como
- crime de raspe:.' b da '’os Prefaitá '^micipais. Sala
das Sesso^s, 2* do abril de 1966, assinarem tanbem o mes­
mo requerimento oa ver© a" ores? -Joc* ’Taris> Balieiro e DÓcic
Alves de Queiroz. ?i a reposta d*? senhor Prefeito '.Munici­
pal, notem bea a respostax A ficha de caixa diariaraente sao
afixadas no local de costume, por ser- ato interno do Poder
executivo, inclusive a de seit de abril cio coire-vlo ano,
pelo encarregado da caixa. Veja ber: senhor Presidente a no­
bres colega»} pedi uma cdxia da ficha de caixa e o senhor
Prefeito responde que s.~o afixadas no local de costume.
— -folha na
Acredito Penhor Presidente, que guando e Senhor
Prefeito responde dessa maneira. deve rir da Câmara e
dos vereadores. Irei tomar as providências que a lei
me concede. C 3en,ber Prefeito está infrin&Lndp leis
federais e estaduais ao recusar euses requerimentos.
Poderia eu Saithor iresidente, convidar 2 ou 3 verea­
dores ou 2 ou 3 u:.it-;oa e ir ao local onde estao afixadas
as fichaa de caixa e t i m r cópias* Penhor Presidente @
ue .horbB exeadoros, íssc ê muito perigoso, todcs ou pe­
lo menos un>.a bfta parte dos Senhores Vereadores se lem­
bram de quando combiner»» para Irmos na Prefritura Mual-
cipar tiznr cópia do decreto que c ar. Prefeito abri» ua
credito para compre,r o já fS&iaoso Aero tfiUpa. o que acon
teceu nesse dia então ?. Sm frc.its do prédic da Premei tu
ra, arci/jos do nr, Pr-feito em atitude anonçadora, guaame
ciam o predio, disante nua ca ve real créa iriam invadir o
gabine te do sr. Prefeita para tirar d oçumantos jH<53 Senhor
Presidente, nem tontar t i m r às cópias temamos» pois cor
riamos ri3co ae ser agredidas e aar baleado5 tomande co­
nhecimento de rus o br. Profeito e o Preaíiente da Câmara
Municipal nacuela ooasiao Pr. Si1ton Campa» tinha» recebi
do telefonema ce Parueri em Sa Paulo onde residem, o ve­
reador 00 aé Maria jíaliaxro chegou até ir no GQMM 40 pedir,
as gara.itiau necesaarias* Ainda o.r* Presidente me recordo
quo 0 sr. Prefeito Municipal a o sr. Presidente des ba Ca­
sa chegarem neste ironieipio por volta das 1 S»30 horas s
haviam requisitados o com pare cimento do T5CPS* ?oi uma
vergonha Senhor Presidenta para 0 muaioipio de Barueri o
que aoont 'oeu naquele dia* Ca vereadores de se j a v m tirar
cópias do decreto rue ati ?o^e sr. Praaid r.te, como Ó do
conLecia^nto da todos, o sr. Prefeito não qucr mandar pa­
re esta Caoa, m\ pelo raeno» C'f fcraralei 3 requerimentos
nesse sentido* Coincidiu ^enhor Presidenta, como t M o a
(todos) devem estar- le abra los* nnev.ola 2a. feira o Vereo
dor Ei lábaro Tíor.rara da ai st.lu de ;ua licerçe. e foi novamen
te empossado no cargo de vereador. Aquela triste 2a.feira
para o nosso munlcipic, ainda ar* Presidenta, me recordo
de todas as ameaças eue fama# alvo* ira vista elementos
armados até os dentes» tendo 0 vereador Ponura por exem­
plo sr* Presidente, chegado ao cumulo de dar tiros antes
do inicio da aaaaaa para experimentar o seu revolver* Ss-
—'

se ne amo vereador 3enhcr Près idée,te, dentro do gabine­


te do ar* Prefeito diaae ao vareador laaiaa Pereira
Jouto que ae aio abrisso o wico naquala noita ele o
mataria. Veja senhor Presidenta e senhoras Vereadores
ae podemos ir na Prefeitura verificar o que 2á esta
afixado, se 6 que esté al£tirr.a coisa afixado. Pedi tam
bem c<5pia do contrato que a arunicipalidade fez com o
advogado, o srr. Ptpfeito responde qiio determinou a
extração de c6pia. Voja Senhor Presidente, requeri no­
vamente, pois essa cópif H 9.0 vinha, 3, Ixcia o 3 r. Pre­
feito rèapoo-e qu 2 "o Poder Sxecutivo coloca a dispo­
sição do aenhor ve tg ai cr a p&ata do,s contratos interno
de Prefeitura afim de m m leitura. Ku não quero 1er
ar. Pre ci dente, quero 5 ç5pia, S um direito que me as­
siste* Sabeia porqa? desejo essa cópia Ssnhor Presiden­
te e Stahoree Veremdores, ê que dando uma pequena olha
da nas contas dc ar. Pre feito como Presidente da Comia
são de Finanças ,acl oi uru recibo na importareis de CS$# •
4C0.000 dos vonorario or. Dr. Anaolmo ‘
feixeiru Pinto.
Pergunto uu-1 a racão que o sr. Prefeito nSo quer en­
viar c6pia para a Caaa. Qual o motivo se está tudo cer
to. Tenho o direito, «ou nr fiocrJ do povo, S a função
do vereadorf se amanha fâr na Prefeitura para lêr esse
contrato pode acontecer o mesmo quande cjueri&mos copiar
o decreto, que at^ hoje rir?da nco nes foi enviado,Se­
nhor Presidente, este vereador não aguenta mais as ar­
timanhas do sr. Ire '■ile. Ksto vereador Sonhor Iresiden
te irá tomar as providencias qre a lei concede, pois se
aasim na o fisser, ufa-;tí r-, e^-ei dr finitivanuente da vida
politica'*.
Côpia autenticada pela iecr taria da Caga­
ra Sîunicipaï d« Banteri, em. £ dsá- 1.966,
G 011 ■\*í.dHY^^riiLi ro

ü oao

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