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Apostila de Libras Básico

Nome:________________________________________________________________

Docentes: Heron Rodrigues e Luciana de Freitas Bica


LIBRAS
Língua Brasileira de Sinais:

A Língua Brasileira de Sinais é uma língua que tem ganhado espaço na


sociedade graças aos movimentos surdos em prol de seus direitos.
Sendo assim, através de anos de luta o povo surdo conquistou o direito
de usar uma língua que possibilitasse não só a comunicação, mas também sua
efetiva participação na sociedade.
No Brasil, a língua de sinais brasileira começou a ser investigada na
década de 80 (BRITO, 1986), e a aquisição da língua de sinais brasileira nos
anos 90 (QUADROS, 1995).

LEGISLAÇÃO

A língua brasileira de sinais – LIBRAS obteve seu reconhecimento oficial


pela:
Lei Federal n.º 10.436/2002 (LEI ORDINÁRIA) 24/04/2002 que Dispõe sobre a
Língua Brasileira de Sinais - Libras e dá outras providências.
Decreto n.º 5.626/2005 regulamenta a lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002,
que dispõe sobre a língua brasileira de sinais - libras, e o art. 18 da lei nº
10.098, de 19 de dezembro de 2000.

LEI FEDERAL DE LIBRAS N.º 10.436/2002

Art. 1º É reconhecida como meio legal de comunicação e expressão a Língua


Brasileira de Sinais - Libras e outros recursos de expressão a ela associados.

Parágrafo único. Entende-se como Língua Brasileira de Sinais - Libras a


forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza
visual-motora, com estrutura gramatical própria, constituem um sistema
linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de
pessoas surdas do Brasil.

Art. 2º Deve ser garantido, por parte do poder público em geral e empresas
concessionárias de serviços públicos, formas institucionalizadas de apoiar o
uso e difusão da Língua Brasileira de Sinais - Libras como meio de
comunicação objetiva e de utilização corrente das comunidades surdas do
Brasil.

Art. 3o As instituições públicas e empresas concessionárias de serviços


públicos de assistência à saúde devem garantir atendimento e tratamento
adequado aos portadores de deficiência auditiva, de acordo com as normas
legais em vigor.

Art. 4o O sistema educacional federal e os sistemas educacionais estaduais,


municipais e do Distrito Federal devem garantir a inclusão nos cursos de
formação de Educação Especial, de Fonoaudióloga e de Magistério, em seus
níveis médio e superior, do ensino da Língua Brasileira de Sinais - Libras, como
parte integrante dos Parâmetros Curriculares Nacionais - PCNs, conforme
legislação vigente.

Parágrafo único. A Língua Brasileira de Sinais - Libras não poderá substituir a


modalidade escrita da língua portuguesa.

Art. 5o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 24 de abril de 2002; 181o da Independência e 114o da República.

DECRETO DE LIBRAS N.º 5.626/2005

CAPÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Art. 1o Este Decreto regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, e o


art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000.

Art. 2o Para os fins deste Decreto, considera-se pessoa surda aquela que, por
ter perda auditiva, compreende e interage com o mundo por meio de
experiências visuais, manifestando sua cultura principalmente pelo uso da
Língua Brasileira de Sinais - Libras.

Parágrafo único. Considera-se deficiência auditiva a perda bilateral, parcial ou


total, de quarenta e um decibéis (dB) ou mais, aferida por audiograma nas
frequências de 500Hz, 1.000Hz, 2.000Hz e 3.000Hz.
CAPÍTULO II
DA INCLUSÃO DA LIBRAS COMO DISCIPLINA CURRICULAR

CAPÍTULO III
DA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE LIBRAS E DO INSTRUTOR DE
LIBRAS

CAPÍTULO IV
DO USO E DA DIFUSÃO DA LIBRAS E DA LÍNGUA PORTUGUESA PARA O,
ACESSO DAS PESSOAS SURDAS À EDUCAÇÃO

CAPÍTULO V
DA FORMAÇÃO DO TRADUTOR E INTÉRPRETE DE LIBRAS - LÍNGUA
PORTUGUESA

CAPÍTULO VI
DA GARANTIA DO DIREITO À EDUCAÇÃO DAS PESSOAS SURDAS OU
COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA

CAPÍTULO VII
DA GARANTIA DO DIREITO À SAÚDE DAS PESSOAS SURDAS OU COM
DEFICIÊNCIA AUDITIVA

CAPÍTULO VIII
DO PAPEL DO PODER PÚBLICO E DAS EMPRESAS QUE DETÊM
CONCESSÃO OU PERMISSÃO DE SERVIÇOS PÚBLICOS, NO APOIO AO
USO E DIFUSÃO DA LIBRAS

CAPÍTULO IX
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 31. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 22 de dezembro de 2005; 184o da Independência e 117o da República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Fernando Haddad
LIBRAS É LÍNGUA
As línguas de sinais são consideradas pela linguística como línguas
naturais ou como um sistema linguístico legítimo e não como um problema do
surdo ou como uma patologia da linguagem.
Em 1960, Stokoe percebeu e comprovou que a língua de sinais atendia
a todos os critérios linguísticos de uma língua genuína, no léxico, na sintaxe e
na capacidade de gerar uma quantidade infinita de sentenças.
Stokoe observou que os sinais não eram imagens, mas símbolos
abstratos, complexos, com uma complexa estrutura interior. Ele foi o primeiro,
portanto, a procurar uma estrutura, a analisar os sinais, dissecá-los e a
pesquisar suas partes constituintes.
Libras apresenta todos os níveis de análise de quaisquer outras línguas,
ou seja, o nível sintático (da estrutura), o nível semântico (do significado), o
nível morfológico (da formação de palavras), o nível fonológico (das unidades
que constituem uma língua) e o nível pragmático (envolvendo o contexto
conversacional) preenchendo, assim, os requisitos científicos para ser
considerado instrumento linguístico de poder e força. (QUADROS, R;
KARNOPP, L., 2004).

A Federação Nacional de Educação e Integração de Surdos – FENEIS


define a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS como primeira língua dos surdos
brasileiros e, como tal, poderá ser aprendida por qualquer pessoa interessada
pela comunicação com esta comunidade;
Pesquisas realizadas em diversos países procuram descrever, analisar e
demonstrar o status linguístico das línguas de sinais, desmistificando
concepções inadequadas em relação a esta modalidade de língua:
Mito 1: A língua de sinais seria uma mistura de pantomima e gesticulação,
incapaz de expressar conceitos abstratos;
Mito 2: Haveria uma única e universal língua de sinais usada por todas as
pessoas surdas;
Mito 3: Haveria uma falha na organização gramatical das línguas de sinais,
sendo um pidgin sem estrutura própria, subordinada e inferior às línguas orais;
Mito 4: A língua de sinais seria um sistema de comunicação superficial, com
conteúdo restrito, sendo estética, expressiva e linguisticamente inferior ao
sistema de comunicação oral;
Mito 5: As línguas de sinais derivariam da comunicação gestual espontânea
dos ouvintes;
Mito 6: As línguas de sinais, por serem organizadas espacialmente, estariam
representadas no hemisfério direito do cérebro, uma vez que esse hemisfério é
responsável pelo processamento de informação espacial, enquanto que o
esquerdo pela linguagem.

ESTRUTURA LINGUÍSTICA DA LIBRAS

O ALFABETO MANUAL (DATILOLOGIA)

É usado para expressar nomes de pessoas, lugares e outras palavras


que não possuem sinal. Estará representada pelas palavras separadas por
hífen.
Ex.: M-A-R-I-A, H-I-P-Ó-T-E-S-E, A-U-T-O-N-O-M-I-A

1. FONOLOGIA / MORFOLOGIA DAS LÍNGUAS DE SINAIS

Os sinais são formados a partir da combinação do movimento das mãos


com um determinado formato em um determinado lugar, podendo este lugar
ser uma parte do corpo ou um espaço em frente ao corpo;
O que é denominado de palavra ou item lexical nas línguas oral-
auditivas, são denominadas sinais nas línguas de sinais;
Estas articulações das mãos, que podem ser comparadas aos fonemas
e às vezes aos morfemas, são chamados de PARÂMETROS.

2. ICONIDADE E ARBITRARIEDADE

Sinais Icônicos: São sinais que apresentam semelhança com a pessoa ou


objeto a que se referem. Gestos que fazem alusão à imagem do seu
significado.
Sinais Arbitrários: Os sinais não são o desenho no ar do referente que
representam. A realização de um sinal pode ser motivada pelas características
do dado da realidade a que se refere, mas isso não é regra. A grande maioria
dos sinais da Libras é arbitrária: não mantém nenhuma semelhança com o seu
referente .
CONVERSAR, BANHEIRO, PODER

3. PARÂMETROS DA LIBRAS
A Libras tem sua estrutura gramatical organizada a partir de alguns
parâmetros que estruturam sua formação nos diferentes níveis linguísticos:

CONFIGURAÇÃO DAS MÃOS (CM)

PONTO DE ARTICULAÇÃO (PA)

MOVIMENTO (M)

ORIENTAÇÃO, DIRECIONALIDADE (OD)

EXPRESSÃO FACIAL E OU CORPORAL (ENM)

CONFIGURAÇÃO DAS MÃOS (CM)

São as formas utilizadas para formação de sinais: Algumas podem ser


usadas no Alfabeto Manual e o sinal pode ser feito por uma ou pelas duas
mãos do emissor ou sinalizador; Quando o sinal é feito com duas mãos pode
ter a mesma configuração ou configurações diferentes.
EXEMPLOS:
Uma configuração: ter, mandar, aproveitar.
Duas configurações iguais: diferente, trabalhar, prim@.
Duas configurações diferentes: ajudar, cuidar, foguete.

PONTO DE ARTICULAÇÃO (PA)

É o lugar onde a mão predominante se articula. Pode estar tocando


alguma parte do corpo ou estar em um espaço neutro vertical (do meio do
corpo até a cabeça) e horizontal (a frente do emissor). (BRITO, 1995)
• INDICADOR NA TESTA: Pensar, esquecer, difícil
• NO PEITO: saudade, particular, saúde
• NA BARRIGA: fome, sofrer, nascer
• NO ANTEBRAÇO: nervoso, banheiro
• NO BRAÇO: alun@, manga, Rio de Janeiro
• NO OMBRO: responsável/responsabilidade
• NO ESPAÇO NEUTRO: viajar, longe, esquisito
• NO NARIZ: perigo, forte, cheiro
• NO PESCOÇO: voz, banco, sujar
NO QUEIXO: água, queijo, energia

MOVIMENTO (M)

É um parâmetro complexo que pode envolver uma vasta rede de formas


e direções, desde os movimentos internos da mão, os movimentos do pulso, os
movimentos direcionais no espaço até conjuntos de movimentos no mesmo
sinal; O movimento que as mãos descrevem pode ser em linhas retas, curvas,
sinuosas ou circulares em várias direções e posições. (BRITO, 1995); Os sinais
podem ter ou não movimento:
Não tem movimento: Perto, ajoelhar, sentar.
Tem movimento: Fofoca, carro, reunião

ORIENTAÇÃO DA MÃO/ /DIRECIONALIDADE


Movimento em uma ou várias direções no espaço, durante a realização de
um sinal.
a) Disposição das mãos, em que as “articulações dos sinais podem ser feitas
apenas pela mão dominante ou pelas duas mãos. Neste último caso, as duas
mãos podem se movimentar para formar o sinal, ou então, apenas a mão
dominante se movimenta e a outra funciona como um ponto de articulação”
;(BRITO, 1995)
b) Orientação da palma das mãos, “é a direção da palma da mão durante o
sinal: voltada para cima, para baixo, para o corpo, para frente, para a esquerda
ou para a direita. Pode haver mudança na orientação durante a execução do
movimento”; (BRITO, 1995)
c) Região de contato, “refere-se à parte da mão que entra em contato com o
corpo. Esse contato pode-se dar de maneiras diferentes: através de um toque,
de um risco, de um deslizamento etc.” (BRITO, 1995)
EXEMPLOS: encontrar, grande, rápido, problema, gostar, não-gostar.

EXPRESSÃO FACIAL E/ OU CORPORAL ou expressão não manual.


“Muitos sinais, além dos parâmetros mencionados acima, têm como
elemento diferenciador também a expressão facial e/ou corporal, traduzindo
sentimentos e dando mais sentido ao enunciado e em muitos casos determina
o significado do sinal” (SILVA, p. 55, 2002). Ou seja, podem expressar as
diferenças entre sentenças afirmativas, interrogativas, exclamativas e
negativas.
EXEMPLOS: TESTA FRANZIDA E LÁBIOS CAÍDOS: Triste, vomitar, febre.

ATIVIDADE DE CONFIGURAÇÃO DE MÃO:


Procure os sinais conforme solicitado:

Quais os 6 exemplos de sinais icônicos?

Quais os 6 exemplos de sinais não tem movimento?

Quais os 6 exemplos de sinais com movimento?

Quais os 6 exemplos de sinais que são realizados com apenas uma mão?

ALFABETO/ DATILOLOGIA
APRESENTAÇÃO PESSOAL

Nome Sinal

Atividades:
1) Descubra e escreva as palavras que estão sinalizadas aí em baixo:

2) Reescreva o texto abaixo:


Tipos de Números

Na Libras os sinais se classificam em: CARDINAIS, QUANTIDADES E


ORDINAIS.
Números Cardinais: São usados como código representativo:

Exemplo: Número me@ casa 224


Número me@ celular 8814-9853
Números Quantidades: Como o próprio nome já diz, usados para indicar
quantidade.

Exemplo: Me@ ti@ ter 2 cachorr@s.


Eu ter 3 filh@s.

Números Ordinais: Indicam ordem, posição.

Exemplo: El@ passar concurso 4ª lugar.


Posto saúde eu ficar 6ª fila.
SAUDAÇÕES

Bom Dia Boa Tarde


Oi

Boa Noite Tudo bem?


Obrigado (a)

De nada Com Licença / Desculpa

Por Favor

Tchau/adeus
PRONOMES PESSOAIS

EU VOCÊ ELE/ELA

EL@S
NÓS VOCÊS

PRONOMES POSSESSIVOS

MEU/ MINHA SEU/ SUA TEU/ TUA DELE/DELA

PRONOMES DEMONSTRATIVOS

ESTE/ESTA ESSE/ESSA AQUELE/AQUELA


PRONOMES INTERROGATIVOS

Qual?
Como? Onde? Por quê?

O que? Quem? Quando? Quantos?

Prática de Libras:
PRONOMES PESSOAIS PRONOMES INTERROGATIVOS
a) EU AMAR VOCÊ. l) EL@ COMPRAR CARRO?
b) VOCÊ NERVOS@. COMO DINHEIRO?
c) EL@ ALT@ BONIT@. m) ONDE SE@ MÃE?
d) NÓS VAMOS PASSEAR. n) POR QUE VOCÊ TRISTE
PRONOMES POSSESSIVOS ONTEM?
e) ME@ NOME. PORQUE MEU
f) SE@ SINAL? NAMORAD@BRAV@.
g) CANETA TE@. o) VOCÊ GOSTAR CACHORRO
h) CASA DEL@ FEI@. OU GATO, QUAL?
PRONOMES DEMONSTRATIVOS p) O QUE HOMEM PERGUNTAR?
i) EST@ CADERNO. q) QUEM ESQUECER BOLSA
j) ESS@ CADEIRA. ESS@?
k) AQUEL@ ME@ AMIG@. r) QUANDO VOCÊ VISITAR
MINHA CASA?
s) QUANT@S CUSTO CALÇA
NOV@?
CORES

Cores Alaranjado Bege


Amarelo
Azul

Brilho Claro
Branco Colorido
Cinza

Dourado
Escuro Lilás Marrom Ouro

FAMÍLIA

Família Pai Mãe Filho Filha


Filho Adotivo Irmão Irmã Vovô Vovó

Tio Tia Sobrinho


Primo Prima

Padrinho Madrinha
Afilhado (a) Neto (a)
Sobrinha

Esposa
Padrasto Madrasta Marido Solteiro

Namorado (a) Noivo Noiva


Viúvo (a) Amante

Cunhado
Cunhada Genro Nora Sogro

Sogra
Parente Pessoa Mulher
Homem
Adolescente
Menino Menina Bebê Criança

Jovem Adulto Amigo Gêmeos


CALENDÁRIO
Adjetivos

ALEGRE TRISTE

ALTO BAIXO

AMARGO DOCE

BARATO CARO
BOM RUIM

B O N I T O F E I O

BURRO INTELIGENTE

CERTO ERRADO

CHATO LEGAL
CHEIO VAZIO (OBJETO)

COMPRIDO CURTO

DEPRESSA DEVAGAR

DIFERENTE IGUAL

DIFÍCIL FÁCIL
FORTE FRACO

FALSO VERDADE

GORDO MAGRO

LEVE PESADO

LONGE PERTO
POBRE RICO

QUIETO FALANTE

LIMPO SUJO

NOVO VELHO
REFERÊNCIAS

CAPOVILLA, Fernando César; RAPHAEL, Walkíria Duarte; MAURICIO, Aline


Cristina. Novo Deit-Libras: Dicionário Enciclopédico ilustrado trilíngue da
língua brasileira de sinais: baseado em linguística e neurociências
cognitivas. 3 ed. rev. São Paulo, SP: Edusp, 2013 – Volumes I e II.

FELIPE, Tanya A. LIBRAS em Contexto. Brasília 2001.

FERREIRA, Lucinda. Por uma gramática de Língua de sinais. 2. Ed. Rio de


Janeiro, RJ: Tempo Brasileiro, 2010.

GESSER, Audrei. Libras? Que língua e esta? - crenças e preconceitos em


torno da língua de sinais e da realidade surda. São Paulo: Parábolas
Editorial, 2009.

PARANÁ. Secretaria de Estado da Educação - SEED/DEE. Aspectos


Linguísticos da LIBRAS, Curitiba, 2008

PIMENTA, Nelson, Curso de Língua Brasileira de Sinais – LBS vídeos. Rio


de janeiro, 2000.

QUADROS, Ronice Müller de. Educação de Surdos: A Aquisição da


Linguagem. Porto Alegre: Artmed,1997.

QUADROS, Ronice Muller de, KARNOPP, Lodenir, Becker. Língua de Sinais


Brasileira – Estudos Linguísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004.

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