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Lógica e Teoria de Conjuntos

Matemática 10º ANO

Pedro Teixeira
1.1. Introdução à lógica
Bivalente

Pedro Teixeira
Distinção entre termos/
designações e proposições

Designações / termos Proposição

Designação correta é toda a expressão com Composição de termos


significado que / designações,
representa um objeto. apresentando um nexo
entre eles
Maneira de perceber na São palavras (nomes + Ligação entre termos
lógica matemática advérbios) através de um verbo
(ex: “é”)  são frases
Exemplos 3; 5; “pato”; 𝑥 = 3; 25=5; 2+9=7; a
“galinha”; “ovo”; 𝜋 galinha pôs o ovo.
𝑥=3
Pedro Teixeira “x é igual a 3”
proposição
 Uma proposição é toda a expressão 𝒑 suscitável de um
valor lógico

VERDADE V ou 1
Lógica 2 valências
Bivalente = 2 valores

O universo dos
valores lógicos é o FALSIDADE F ou 0
conjunto:
{V; F} ou {1; 0}

Pedro Teixeira
Princípios gerais das
proposições
 Qualquer proposição obedece aos seguintes
princípios:

Princípio da não contradição:


Uma proposição não pode ser verdadeira nem falsa em
simultâneo.
Princípio do terceiro excluído:
Uma proposição ou é verdadeira ou é falsa; isto é:
verifica-se sempre um destes casos e nunca um terceiro

Pedro Teixeira
Proposições equivalentes

 Proposições equivalentes são proposições que


apresentam o mesmo valor lógico
 Às vezes, quando estamos a indicar o valor lógico das
proposições podemos usar o símbolo da equivalência
(⟺):
 3,14159 = 𝜋 ⟺ 𝐹,
 8 12 = 16 3 ⟺ 𝑉 ;
 Sendo V e F proposições Verdadeira e Falsa, respetivamente

Pedro Teixeira
Operações com proposições

Pedro Teixeira
Tabelas de verdade

 Para demonstrar propriedades das operações com


proposições , podem usar-se diferentes técnicas tais
como: tabelas de verdade, argumentos que
envolvam apenas as definições das operações, ou
ainda, recorrendo a propriedades já verificadas.

Pedro Teixeira
Negação (~)

 “não é verdade …”
 Representa-se pelo símbolo ~.
 Forma simplificada: inverte o valor lógico da
proposição a que está a ser implicada.

𝒑 ~𝒑
𝑉 𝐹
𝐹 𝑉

Pedro Teixeira
Negação aplicada a operações
numéricas

 Sejam 𝑎 e 𝑏 dois números pertencentes a ℝ, tais que:


𝒑 ~𝒑 ~𝒑
𝑎=𝑏 ~(𝑎 = 𝑏) 𝑎≠𝑏
𝑎>𝑏 ~(𝑎 > 𝑏) 𝑎≤𝑏
𝑎≥𝑏 ~(𝑎 ≥ 𝑏) 𝑎<𝑏
𝑎<𝑏 ~(𝑎 < 𝑏) 𝑎≥𝑏
𝑎≤𝑏 ~(𝑎 ≤ 𝑏) 𝑎>𝑏

Pedro Teixeira

Lei da dupla negação

Pedro Teixeira
Lei da Dupla negação

 “a negação da negação de uma proposição apresenta


o mesmo valor lógico que a dita proposição”.
 ~(~𝑝) ⟺ 𝑝
𝒑 ~𝒑 ~(~𝒑)
𝑉 𝐹 𝑉
𝐹 𝑉 𝐹

Pedro Teixeira
Conjunção

 A conjunção de duas proposições, p e q, é uma nova


proposição que se representa por p Ʌ q .

A conjunção p Ʌ q de duas proposições p e q é uma


proposição que é verdadeira se, e só se, p e q forem
ambas verdadeiras.

Pedro Teixeira
Conjunção

 A conjunção de duas proposições, p e q, é uma nova


proposição que se representa por p Ʌ q .
Já se utilizava a conjunção quando
resolvíamos sistemas de
equações.
Exemplo:
𝑥=1
⟺ 𝑥 = 1Ʌ𝑦 = 𝑥
𝑦=𝑥

A conjunção p Ʌ q de duas proposições p e q é uma


proposição que é verdadeira se, e só se, p e q forem
ambas verdadeiras.

Pedro Teixeira
Disjunção
 A conjunção de duas proposições, p e q, é uma nova
proposição que se representa por p V q .

A disjunção p V q de duas proposições p e q é uma


proposição que é falsa se, e só se, p e q forem ambas
falsas.
Pedro Teixeira
Disjunção
 A conjunção de duas proposições, p e q, é uma nova
proposição que se representa por p V q .
Já se utilizava a disjunção, quando
resolvíamos uma equação pela lei do
anulamento do produto.
Exemplo:
𝑎×𝑏 =0 ⟺𝑎 =0V𝑏 =0

A disjunção p V q de duas proposições p e q é uma


proposição que é falsa se, e só se, p e q forem ambas
falsas.
Pedro Teixeira
Principio da não contradição

 Recorda: uma proposição ou é verdadeira ou é falsa

Desse modo, a conjunção de uma proposição e a sua


negação será sempre falsa.
𝒑 ~𝒑 𝒑 ∧ ~𝒑
𝑉 𝐹 𝐹
𝐹 𝑉 𝐹

O resultado é sempre F
Pedro Teixeira
Principio do terceiro excluído

 Recorda: uma proposição ou é verdadeira ou é falsa.

Desse modo, a disjunção de uma proposição com a


sua negação é sempre verdadeira.

𝒑 ~𝒑 𝒑 ∨ ~𝒑
𝑉 𝐹 𝑉
𝐹 𝑉 𝑉

Pedro Teixeira
O resultado é sempre V
Tautologia / contradição
São proposições “especiais”

Tautologia Contradição

 Uma proposição que tem  Uma proposição que tem


sempre o valor lógico de sempre o valor lógico de
verdade, independentemente falsidade, independentemente
do valor lógico das do valor lógico das
proposições que a compõe, proposições que a compõe,
chama-se tautologia. chama-se contradição.

principio do terceiro excluído Principio da não contradição


Pedro Teixeira
Implicação

 Dadas as proposições p e q, chama-se implicação a


proposição representada por p⟹q

Antecedente da implicação Consequente da implicação

Conhecer apenas o valor lógico do consequente não é


suficiente para concluir o valor lógico da implicação

Pedro Teixeira
implicação

A implicação p ⇒ q entre duas proposições p e q é uma nova


proposição que é falsa se, e só se, o antecedente p é verdadeiro
e o consequente q é falso.
Pedro Teixeira
Equivalência

 Recorda:
 Duas proposições são equivalentes se tiverem o mesmo
valor lógico
 Desse modo, pode-se dizer que a equivalência é verdadeira
quando as proposições sujeitas a esta tiverem o mesmo
valor lógico.

Pedro Teixeira
Importância das operações
Operações numéricas Operações Lógicas
I I
m Multiplicação e divisão m Negação
p p
o o
r r
Conjunção e disjunção
t t
â â
n n
c Soma e subtração c
i i Implicação e equivalência
a a

Pedro Teixeira
Propriedades das conjunções e
disjunções

 Propriedades comutativas:
 𝑝∧𝑞 ⟺𝑞∧𝑝
 𝑝∨𝑞 ⟺𝑞∨𝑞

 Propriedades associativas:
 𝑝∧𝑞 ∧𝑟 ⟺𝑝∧ 𝑞∧𝑟
 (𝑝 ∨ 𝑞) ∨ 𝑟 ⟺ 𝑝 ∨ (𝑞 ∨ 𝑟)

Pedro Teixeira
Propriedades das conjunções e
disjunções

 Propriedades distributivas:
 A conjunção é distributiva em relação à disjunção:
 𝑝 ∧ (𝑞 ∨ 𝑟) ⟺ (𝑝 ∧ 𝑞) ∨ (𝑝 ∧ 𝑟)
 A disjunção é distributiva em relação à conjunção:
 𝑝 ∨ (𝑞 ∧ 𝑟) ⟺ (𝑝 ∨ 𝑞) ∧ (𝑝 ∨ 𝑟)

Pedro Teixeira
Propriedades das conjunções e das
disjunções

 Elementos neutros e Elementos absorventes


 V é o elemento absorvente da disjunção
o elemento neutro na conjunção.

 F é o elemento neutro da disjunção


o elemento absorvente da conjunção.

Pedro Teixeira
Leis de Morgan
 Em linguagem recorrente:
 Negar que as duas proposições são simultaneamente
verdadeiras equivale a afirmar que pelo menos uma é
falsa.
 Negar que pelo menos uma das proposições é
verdadeira equivale a afirmar que as duas são
simultaneamente falsas

 Em linguagem matemática
 ~ 𝑝 ∧ 𝑞 ⟺ ~𝑝 ∨ ~𝑞
 ~ 𝑝 ∨ 𝑞 ⟺ ~𝑝 ∧ ~𝑞
Pedro Teixeira
Propriedades da implicação

 Relação entre a implicação e a disjunção


𝑝 ⟹ 𝑞 ⟺ ~𝑝 ∧ 𝑞

Pedro Teixeira
Propriedades da implicação
 Negação de uma implicação

 Repara que: 𝑝 ⟹ 𝑞 ⟺ ~𝑝 ∧ 𝑞
Desse modo, ~(𝑝 ⟹ 𝑞) ⟺ ~ ~𝑝 ∧ 𝑞 ⟺ 𝑝 ∨ ~𝑞
Logo, ~(𝑝 ⟹ 𝑞) ⟺ 𝒑 ∨ ~𝒒

Pedro Teixeira
Propriedades da implicação

 Implicação contrarrecíproca:

𝑝 ⟹ 𝑞 ⟺ ~𝑞 ⟹ ~𝑝

Pedro Teixeira
Propriedades da implicação

 Propriedade transitiva da implicação


(𝑝 ⟹ 𝑞) ∧ (𝑞 ⟹ 𝑟) ⟹ (𝑝 ⟹ 𝑟)

“se p implica q e q implica r, então p implica r”

Pedro Teixeira
Propriedades da implicação

 Dupla implicação

𝑝⟹𝑞 ∧ 𝑞⟹𝑝 ⟺ 𝑝⟺𝑞

Pedro Teixeira
1.2. Condições e conjuntos

Pedro Teixeira
Expressão proposicional ou condição

 Uma expressão proposicional ou condição é uma


expressão 𝑝(𝑥) envolvendo a variável 𝑥, tal que,
substituindo 𝑥 por um objeto 𝑎, se obtém a
proposição 𝑝(𝑎).

Pedro Teixeira
Quantificadores

Quantificador universal ∀

 Dada uma condição 𝑝(𝑥),  Num dado conjunto 𝑈, a


∀𝒙, 𝒑 𝒙 é uma proposição proposição ∀𝒙 ∈ 𝑼, 𝒑(𝒙) é uma
verdadeira se e só se se obtiver proposição verdadeira se e só
sempre uma proposição se se obtiver sempre uma
verdadeira aquando a proposição verdadeira
substituição de 𝑥 por um aquando a substituição de 𝑥
número arbitrário. por um elemento de 𝑈.

Pedro Teixeira
Quantificadores

Quantificador existencial ∃
 Dada uma condição 𝑝(𝑥),  Num dado conjunto 𝑈, a
∃𝒙: 𝒑 𝒙 é uma proposição proposição ∃𝒙 ∈ 𝑼: 𝒑(𝒙) é
verdadeira se e só se, para pelo uma proposição verdadeira
menos um objeto 𝑎, 𝑝(𝑎) seja quando e apenas quando, para
verdadeira. pelo menos um objeto 𝑎, que
pertença a 𝑈 (𝑎 ∈ 𝑈), 𝑝 𝑎 seja
verdadeira.

Pedro Teixeira
Classificação de condições

Pedro Teixeira
Condição possível e condição
impossível

 Uma condição p(x) é possível se a proposição


∃𝒙: 𝒑 𝒙 for verdadeira.

 Uma condição p(x) é possível num conjunto U se


∃𝒙 ∈ 𝑼: 𝒑(𝒙) for verdadeira

 Uma condição que não é possível é uma condição


impossível: ∄𝒙: 𝒑 𝒙

Pedro Teixeira
Condições universais

 Uma condição p(x) é universal se a proposição


∀𝒙, 𝒑 𝒙 for verdadeira.

 Uma condição p(x) é universal num conjunto U se a


proposição ∀𝒙 ∈ 𝑼, 𝒑(𝒙) for verdadeira.

Pedro Teixeira
Propriedades da disjunção e
conjunção de condições
Sejam
𝑝(𝑥) uma condição possível;
𝑢(𝑥) uma condição universal;
𝑖(𝑥) uma condição impossível;
𝑞(𝑥) uma condição qualquer.

Propriedades das disjunções Propriedades das conjunções

𝑞(𝑥) ∨ 𝑝(𝑥) ⟺ 𝑝(𝑥) 𝑞 𝑥 ∧𝑢 𝑥 ⟺𝑞 𝑥


𝑞 𝑥 ∨𝑢 𝑥 ⟺𝑢 𝑥 𝑞(𝑥) ∧ 𝑖(𝑥) ⟺ 𝑖 𝑥
𝑞(𝑥) ∨ 𝑖(𝑥) ⟺ 𝑞(𝑥)

Pedro Teixeira
Segundas leis de Morgan

 ~ ∀𝑥, 𝑝 𝑥 ⟺ ∃𝑥: ~𝑝 𝑥

 ~ ∃𝑥: 𝑝 𝑥 ⟺ ∀𝑥, ~𝑝(𝑥)

Pedro Teixeira
Negação de uma condição

 A negação de uma condição universal é uma condição


impossível.
 Se 𝑝(𝑥) ⟺ 𝑢(𝑥), então ~𝑝(𝑥) ⟺ 𝑖(𝑥)

 A negação de uma condição impossível é uma


condição universal.
 Se 𝑝(𝑥) ⟺ 𝑖(𝑥), então ~𝑝(𝑥) ⟺ 𝑢(𝑥)

Pedro Teixeira
Negação de uma implicação

 ~ ∀𝑥, 𝑝 𝑥 ⟹ 𝑞 𝑥 ⟺ ∃𝑥: 𝑝 𝑥 ∧ ~𝑞(𝑥)

 ~ ∀𝑥: 𝑝 𝑥 ⟹ 𝑞 𝑥 ⟺ ∃𝑥, 𝑝 𝑥 ∧ ~𝑞(𝑥)

Pedro Teixeira
Negação de proposições
quantificadas num conjunto U

 ~ ∀𝑥 ∈ 𝑈, 𝑝 𝑥 ⟺ ∃𝑥 ∈ 𝑈: ~𝑝 𝑥

 ~ ∃𝑥 ∈: 𝑝 𝑥 ⟺ ∀𝑥 ∈ 𝑈, ~𝑝(𝑥)

Pedro Teixeira
Conjuntos: extensão / compreensão

A definição de um conjunto em extensão baseia-se na


discriminação de todos os elementos que o compõem.
𝐴 = 𝑎1 ; 𝑎2 ; … ; 𝑎𝑛 , 𝑛 ∈ ℕ

A definição de um conjunto em compreensão é


determinar esse conjunto por meio de uma condição
𝐴 = 𝑥 ∈ 𝑈: 𝑝 𝑥 𝑜𝑢𝐴 = 𝑥: 𝑝 𝑥 ∀𝒙, 𝒙 ∈ 𝑨 ⟺ 𝒑(𝒙).
sendo p(x) uma condição definida em U

Pedro Teixeira
Igualdade de conjuntos

 Dois conjuntos, 𝐴 𝑒 𝐵,

𝐴 = 𝐵 ⟺ ∀𝑥, 𝒙∈𝑨⟺𝒙∈𝑩

Pedro Teixeira
Condições equivalentes

 Duas condições são equivalentes no mesmo conjunto


se e somente se definirem o mesmo conjunto em U

𝑝 𝑥 ⟺𝑞 𝑥
se e somente se
𝑥 ∈ 𝑈: 𝑝 𝑥 = {𝑥 ∈ 𝑈: 𝑞(𝑥)}

Pedro Teixeira
Intercessão de dois conjuntos

 A intercessão de A com B corresponde ao conjunto de


todos os elementos que pertençam, em simultâneo, em
A e B.

𝐴 ∩ 𝐵 = {𝑥: 𝑥 ∈ 𝐴 ∧ 𝑥 ∈ 𝐵}

Pedro Teixeira
(Re)união de dois conjuntos

 A intercessão de A com B corresponde ao conjunto de


todos os elementos que pertençam a pelo menos a
um dos conjuntos, A ou B

𝐴 ∩ 𝐵 = {𝑥: 𝑥 ∈ 𝐴 ∨ 𝑥 ∈ 𝐵}

Pedro Teixeira
Relação de inclusão de dois
conjuntos

 Dois conjuntos A e B, diz-se A está contido em B ou


que A é um subconjunto de B quando todos os
elementos de A pertencerem a B

𝐴 ⊂ 𝐵 ⟺ ∀𝑥, 𝑥 ∈ 𝐴 ⟹ 𝑥 ∈ 𝐵

Pedro Teixeira
Diferença de conjuntos

 Dados dois conjuntos, A e B, chama-se diferença entre


A e B (A\B) ao conjunto dos elementos de A que não
pertencem a B:

𝐴\B = {𝑥: 𝑥 ∈ 𝐴 ∧ 𝑥 ∉ 𝐵}

Pedro Teixeira
Complementaridade de conjuntos –
Leis de Morgan

Seja : 𝐴 um conjunto
𝐴 = 𝑈\A = {𝑥: 𝑥 ∈ 𝑈 ∧ 𝑥 ∉ 𝐴}
𝐴 = 𝑈\(𝑈\A) = 𝐴

𝐴 ∪ 𝐵 = 𝑈\ 𝐴 ∪ 𝐵 = 𝐴 ∩ 𝐵 = {𝑥: 𝑥 ∈ 𝑈 ∧ 𝑥 ∉ 𝐴 ∪ 𝐵}

𝐴 ∩ 𝐵 = 𝑈\ 𝐴 ∩ 𝐵 = 𝐴 ∪ 𝐵 = {𝑥: 𝑥 ∈ 𝑈 ∧ 𝑥 ∉ 𝐴 ∩ 𝐵}

Pedro Teixeira
Dupla Implicação

∀𝑥, 𝑝 𝑥 ⟺ 𝑞 𝑥 ⟺
⟺ ∀𝑥, 𝑝 𝑥 ⟹ 𝑞 𝑥 ∧ 𝑞 𝑥 ⟹ 𝑝 𝑥

Pedro Teixeira
Principio da dupla inclusão

𝐴=𝐵⟺𝐴⊂𝐵 ∧ 𝐵⊂𝐴⟺
⟺ ∀𝑥, 𝑥 ∈ 𝐴 ⟺ 𝑥 ∈ 𝐵

Pedro Teixeira
Contrarreciproco

∀𝑥, 𝑝 𝑥 ⟹ 𝑞 𝑥 ⟺ ∀𝒙, ~𝒒(𝒙) ⟹ 𝒑(𝒙)

Pedro Teixeira
Correspondência entre proposições e
conjuntos
Proposições Conjuntos
equivalência ∀𝑥, 𝑝(𝑥) ⟺ 𝑞(𝑥) 𝑃 = 𝑄 igualdade

negação ∀𝑥, ~𝑝(𝑥) 𝑃 complementaridade

disjunção ∀𝑥, 𝑝(𝑥) ∨ 𝑞(𝑥) 𝑃 ∪ 𝑄 reunião

conjunção ∀𝑥, 𝑝(𝑥) ∧ 𝑞(𝑥) 𝑃 ∩ 𝑄 intersecção

implicação ∀𝑥, 𝑝(𝑥) ⇒ 𝑞(𝑥) 𝑃 ⊂ 𝑄 inclusão

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