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Estudo de Caso: Quintessência

DESENVOLVIMENTOGestão de PessoasAnalisar as Ações de Gestão de Pessoas no que diz


respeito ao Planejamento Estratégico da Organização (históricoda organização; Missão, Visão e
Valores organizacionais).

A empresa Quintessência é uma rede de farmácias, fundada a mais de 20 anos na cidade do


Rio de Janeiro. Como missão, esta empresa buscamelhor qualidade de vida e bem estar para
seus clientes, sempre procurando seu crescimento. Como visão, busca sempre o melhor para o
futuro, no caso ser líder de mercado, sempre com excelência nosprodutos e serviços
prestados. E os valores, são os básicos, os primordiais para um bom andamento e resultado no
mercado.

Avaliar o plano e Gestão de Pessoas que está sendo elaborado pela empresa(verificar se as
ações propostas correspondem com a Gestão De Pessoas estratégica); refletir sobre a
implantação do processo de Gestão por Competências na empresa e relacionar as atribuições /
funções doscolaboradores com o desenvolvimento de competências.

Conforme o conteúdo disposto nas disciplinas do curso, e analisando o plano de gestão da


empresa Quintessência, acredito que a mesma fez um ótimotrabalho de gestão, uma vez que
foram analisados e classificados todos os seus colaboradores, um por um, dentro das
necessidades da organização.

Verificar a descrição das competências apresentadas ese elas condizem com as necessidades
estratégicas da organização.

Conforme cada descrição de competências apresentadas, as mesmas condizem com as


necessidades da empresa, sendo todas representadase descriminadas uma a uma,
demonstrando as atividades por nível, definição e experiência. Isso traz foco, e melhorias para
o trabalho e atividades.

Descrever qual seria o melhor método pararecrutar e selecionar pessoas para o cargo de
gerente da Quintessência.

O melhor método, em meu ponto de vista, conforme a matéria estudada, é entrevista com os
candidatos. E como 2ª etapa, para melhor...

A A NÁL ISE D E PR ÁT ICA S DE GEST ÃO AD OTAD AS P ELA EMP RES A: FAR M ÁC IA DE MA


NIP UL AÇÃ O QUINTESSÊNC IA

3 INTRODUÇÃO

Com instalações no Rio de Janeiro, a farmáciaQuintessência, é o estudo de caso a ser


mencionado neste trabalho.

Fundada em 1986 (meados da década de maior vigor das farmácias de manipulação, após duas
décadas de interrupção deste ramo), com intuito de melhor qualidade de vida e melhoria de
bem estar, quatro recém-formados pela Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ, jovens
farmacêuticos, com anseios de desenvolvimento, elucidaram uma união emprol de um
obejtivo comum: estruturar uma farmácia homeopática, onde pudessem exercer assessoria
farmacêutica, compreendendo desde recepcionar as receitas até manipular medicamento,
com diferencial de proporcionar informações de utilidade sobre os zelos com o tratamento,
almejando parceiros da medicina, otimizando etapas de cautela com a saúde do cliente.

Ainda na década de 80 (oitenta), osquatro jovens sócios, na faixa etária dos 25 anos, coligaram
seus aprendizados e conhecimentos, além de determinação e força de trabalho. Por um
período aproximado de 2 anos atuaram em todas as atividades e funções dentro da farmácia,
compreendendo os serviços gerais até a visitação médica.

Já na década de 90, por volta de 1998, os sócios farmacêuticos arrojaram a organização,


proporcionando acriação de um pequeno Centro de Treinamento (CTQ) e no Serviço de
Atendimento ao Cliente Quintessência (SAC-Q), uma vez que sentiram o desejo de organizar a
estrutura para o desenvolvimento e a capacitação de seus funcionários. Além dessa inovação,
criaram um canal de comunicação entre os clientes e os profissionais de saúde.

Recentemente, a farmácia em questão é compreendida por cinco lojas, sendo naBarra da


Tijuca a mais recente, inaugurada em 2007. Os laboratórios atuais são compostos por duas
unidades, envolvendo uma para manipulação medicamentosa manipulação, na forma
homeopática e outra de alopatia. Composta por uma equipe de 15 farmacêuticos e uma
centena de colaboradores, no montante.

O presente trabalho, em última análise, objetiva analisar as ações de Gestão de Pessoas e o


Planejamento estratégico da Quintessência, demonstrando a possibilidade de implantação do
processo de Gestão por Competências e se elas condizem com as necessidades estratégicas da
empresa. Além disso, objetiva descrever métodos de Recrutamento e Seleção de Pessoas e as
ações essenciais para cumprimento da responsabilidade social, por meio de embasamento
teórico de autores voltados para o tema proposto

2 DESENVOLVIMENTO

A Farmácia Quintessência possui liderança de mercado com diferencial competitivo na


manipulação medicamentosa, na cidade do Rio de Janeiro. Objetiva proporcionar bem estar e
qualidade de sua clientela e funcionários, por meio da responsabilidade social, gerindo
pessoas, especialmente com ética, ofertando seus produtos e serviços.

As inúmeras pesquisas feitasdeixam bem claro, que hoje em dia ficou mais difícil de mantar a
fidelização dos clientes, pois devido às maçantes atuações dos telemarketings, o cliente se
tornou desconfiado e amedrontado, tomando a venda cada vez mais difícil. (TORGAN, 2007,
p.17).
Por ser cada vez mais difícil e acirrada a competição de mercado, vale salientar sua missão,
visão e seus valores, com a finalidade de evidenciar queé cada vez maior a necessidade de
construção e disseminação de uma arquitetura corporativa, com fundamentos em gerir
conhecimentos.

2.1 Missão

Missão da farmácia Quintessência – é promover a melhoria da qualidade de vida e do bem


estar de seus clientes e colaboradores oferecendo produtos e serviços desenvolvidos com
ética, responsabilidade social e dedicação que permitam gerar lucratividade e garantir um
crescimento sustentável.

Visão

A Farmácia Quintessência será líder no mercado de manipulação de medicamentos na cidade


do Rio de Janeiro pela excelência de seus produtos e serviços.

Valores

Excelência na gestão: buscamos as melhores práticas para gerir nosso negocio;

Atuação ética, relações baseadas em respeito a dignidade: acreditamos que nenhuma relação
– seja com clientes internos ou com externos – podeser duradoura sem ética, respeito e
dignidade;

Exigência de rigor nos processos: queremos ter os melhores processos sob a ótica de custos
para a empresa e benefícios para o cliente;

Direcionamento para o cliente: é para entende-lo e atende-lo cada vez mais melhor que
abrimos nossas portas todos os dias;

Foco em resultados: sabemos da importância de monitorar o equilíbrio entre causas e


efeitos,entre esforços e resultados e entre ações e objetivos alcançados;

Valorização das pessoas: investimos no treinamento e na troca de ideias, experiências e


valores como caminho para o crescimento profissional e pessoal de nossa equipe.

Por favor, atualizar para o acesso.

5 3 P LANE JAMEN TO E ST R AT É GIC O


3.1 C ONC EITO D E M ISS Ã O, V IS ÃO E VA LO RE S A mi ssão fala mui to do q ue é a e
mpresa e do s motivos pe lo q ual e la foi criad a. Represe nta , ba sica mente, o propósi
to d e a orga ni zação e xi stir, s ua ra zã o de ser e pap el na soci edad e. A o d efi ni r a
missã o de sua empresa, você mostrará aos seus clien tes e parcei ros q uem é e o q ue
prete nde fa zer d ura nte a s ua jor nada. A ausênci a de mi ssão pode prejud ica r a elabo
ração de uma estratégi a de crescime nto , p orq ue o s obje tivos da empresa não estarão
c laros e b em defini dos. A mi ssão deve esclarecer o benef íci o que a co rporação
proporciona ao seu p úb li co-al vo . Alé m di sso, preci sa se r i nspi radora e d esafiad or
a p ara engajar os colabo rado res a proporciona rem os me l hores res u ltados a os se us
cli e ntes . O mai s i ndi cado é que seja curta , de fáci l e ntendi me nto e memori
zação, como um verdadei ro ma ntra q ue j usti fi ca a e xistênci a da corporação. A vi são
o rgani za cio nal é a si tuaçã o em q ue empresa deseja esta r em um pe r íodo d e
tempo defini do . Represe nta , p orta nto , a onde ela q ue r che gar , se u objetivo pri nci
pal e o q ue deseja a lcança r a c u rto, médi o e lo ngo pra zo. Os va lores di ze m respe ito
aos pri nc ípi os q ue o ri enta m toda s as posturas da empresa e de sua e qui pe. U ma
ve z de fi ni do s, todos deve m t rabal har para colocá -los e m prá ti ca em todos os
relaci o name ntos co m cli e ntes, for neced ores e parcei ros. Nesse sentido , t ratam -se
dos a licerces d a orga ni zação, po is rep resen tam t udo aq ui lo q ue e la acredi ta e q uai
s são se us pri nc ípi os e co nvi cções.

3.2 IMPA CTOS NOS OB JET IV OS E MP RES AR IA IS Os três i tens ci tado s e d iscri mi
nado s aci ma, mostra que se m esse ti po de vi rt ude e d ireção a organi zação nã o
estim ula um pa râ metro d e que m ela é , ou ao nde e la pode che gar . To do ob jeti
vo e le é predeter mi nado em peq uena o u grande e scala , o i mpa cto q ue uma si
mp les di retri z defi ni da pode g erar fica entre o cresce r e o colocar t udo a perder. No
q ue foi ap rese ntado na S GA , a missão , vi são e valo res da Farmáci a de Mani
pulação se encai xa p erfeitame nte no q ue podemos de fi ni r na estr ut ura da mesma
, o q ue fi ca em prá tica a ser ze lad o e pre za do é a p restação do produto e ser
vi ço: prome ti um p roduto com q uali dad e e e xce lênci a, p rome ti qualidad e i nere
nte ao prod uto e ao ser vi ç o, prometi ética e tra nsparê nci a e m comunica ção d
ireta ao me u cli e nte , e ntão t udo q ue foi colo cado co mo estra tégi a e cul t ura te
nho q ue seg ui r adi ante fa ze ndo va ler t udo q ue mi nha o rga ni zação prometeu.

3.3 OB JET IVOS D A Q U IN TE S S ÊNC IA

O objeti vo da Q ui ntessênci a é ser l íder de mercad o dent ro do estado

do Ri o d e Jane iro. S erá q ue é uma ta refa dif íci l? Na vi são estra tégica de mercado

para mi nha empresa es tar no topo e u d e vo estar um passo a f rente de min ha

concorrê nci a. Rea li zar pesqui sas de mercado, a va li a ndo se m eu p reço tem um c
usto e benef íci o supe rior a da mi nha co ncor rênci a, a lém de t udo i sso estar se
gui ndo todo s os nívei s de se r vi ço.

Se gue abai xo a lg umas di cas para ser l íder de me rcado:


 Vi são do futuro;

 Inves timento no capi ta l i nte le ct ual

 Téc ni cas de prod ução a bai xo c usto ;

 Inves timento em m ídi a

 Gestão de relaci ona mento com o c lien te – CRM

 C ontro le d e D esempe nho.

4 MATE MÁT IC A F IN AN C E IR A

Quadro 1 – Propostas a serem analisadas

BANCO INVISTA FÁCIL Banco Contrato Certo Banco Bom negócio


Capital: R$ 100.000,00 Capital: R$ 100.000,00 Capital: R$ 100.000,00
Taxa de juros: 3,69% a.m Taxa de juros: 2,54% a.m Taxa de juros: 2,37% a.m
Período: 2 anos Período: 2 anos e meio Período: 3 anos
Fonte: Do autor

MONTAN TE DOS BA NC OS

BA NC O INV IS TA FÁ C IL

P = 10 0.000

T = 2 A no s = 24 Meses

i = 3,69 a .m = 0 ,0 369

M = 100.000 . (1+0 ,0369)^24

M = 100.000 . 1,0369 ^2 4

M = 100.000 . 2,3860 7

M = 238.607

BA NC O CON TRA TO CE RT O

P = 10 0.000

T = 2 ,5 A nos = 3 0 Meses

i = 2,54 a .m = 0 ,0 254

M = 100.000 . (1+0 ,0254)^30

M = 100.000 . 1,0254 ^3 0
M = 100.000 . 2,1222 6

M = 212.226

BA NC O BOM NEGÓC IO

P = 10 0.00 0 T = 3 A no s = 36 Meses

i = 2,37 a .m = 0 ,0 237

M = 100.000 . (1+0 ,0237)^36

M = 100.000 . 1,0237 ^3 6

M = 100.000 . 2,3238 9

M = 232.389

JUR OS P A GOS PE LA E MP RES A QU INTE S SÊ NC IA

BA NC O INV IS TA FÁ C IL – 238.607 – 100.000 = 138.607

BA NC O CON TRA TO CE RT O – 212 .226 – 100.000 = 112.226

BA NC O BOM NEGÓC IO – 232.389 – 100.00 0 = 132 .389 4.3

AP RE SE NTA Ç ÃO D A MELHOR P ROP OS TA

Reali za ndo o cálc ulo d e i nvestime nto no s três ba ncos foi de te ctado que o melho r
ba nco é o co ntra to cer to, a lém d e ter um pra zo i nter medi ári o p ara a qui taçã o,
o ferece o me no r j uros em rela ção ao s d e mai s

6 GES TÃO D E P ES SOAS

6.1 MUD A NÇ A D E MOD E LO DE GES TÃ O E SUA IMPO RTÂ NC IA

Os dep artame ntos de rec ursos h uma nos e d e depa rtamento pessoal têm aba nd ona
do a co ncepção t radi ci onalista d e tra tar apenas das q uestões leg ai s refere ntes ao
i ngresso , perma nê nci a, rem uneração, fé ri as e desli gamento de funci o ná ri os. E ssas
funções ai nd a e xi stem, e são de e xtrema i mportâ nci a, mas agora as açõ es também
estão li gada s ao alinhame nto d o depa rtame nto à s questõe s estratégi cas da al ta c úp
u la d a admi ni stração. Esta no va forma tação p ossui també m uma no va defini ção :
gestão estratégi ca de pesso as, que a te nde a s questões até então desp rezad as, mas
que proporciona m di versos gan ho s pa ra a empresa . E ntre a s princi pai s funções , é
possíve l citar : Ajud ar a orga ni zação a ati ng ir s ua missã o; Propi ci ar mei os para a
reali zação dos ob jeti vos da emp resa ; Atri bui r eq ui l íb ri o entre as e xpectati vas das
empresa s e do s co la borad ores ; Gerir a p rodu ti vi da de e a qua li dade; C ri ar métod
os para mel ho ra r o d esempe nho i ndi vi d ual e orga ni zaci o na l; D esenvo l ver e rete
r tale ntos ; Garanti r a moti vação e o comprome ti mento dos colabo rado res;
Garanti r u m ambi ente d e traba lho sa ud áve l; Gerir m ud a nças o rgani zaci onai s.

6.2 REC RU TA MEN TO X S ELE Ç ÃO

Se gundo C hi a vena to (2004), recr uta mento é um conj unto de técni cas e p roced
imentos q ue vi sa a trai r candi da to s pote ncia lme nte q ualifi cado s e capazes de oc
up ar cargos d e ntro da orga ni zação. A ca ptação de cand id atos i nteressados em
co ncorre r à vaga p ode ser fei ta por d ivulgação de vária s for mas: e -mai ls, d i
vulgação em si tes especi ali zados em e mpregos, a n únci o em jor na l o u t v e tc. Atual me
nte, e xi stem três ti pos de rec r utame nto: o i nter no, o e xter no e o mi sto. Ap ós a
reali zação do p rocesso de recr utame nto, o nd e foi fei ta a captação e filtra gem d os
ca ndi datos que me lho r se a dequam à vag a di sponi bi li zada, é ho ra de fazer uma a
nálise mais detalha da p ara seleci ona r o profi ssi ona l co rreto para a d escri ção do
ca rgo. O processo de seleçã o geralme nte é fo rmado pe la s segui ntes etapas: t ria
gem dos c ur r íc ulos, e ntre vi sta, pro va de co nheci me ntos específi cos, tes te p sico ló
gi co, técni cas de si mulação, con tra taçã o e a l oca ção.

6.3 P ROCE S SO D E IN TEG RAÇ ÃO

C onhece nd o a empresa – a pri mei ra coi sa a ap resentar em um processo de i


ntegração di z respei to à hi stóri a da emp resa. Q uem fo ram o s fund adores , primei
ros negóci os, prod utos , o que m udo u da funda ção até o momento. E sse tipo de i
nformação não é somente para saci ar a curiosi dad e do novo colabo rado r, mas para
mostra r como a empresa ve m se de senvo l vendo e s ua possíve l solide z. Esse s
dados pa ssam seg urança ao funci o nário so bre o nde ele e stá i nves ti ndo seus
esforços profi ssi ona is. C ada orga ni zaçã o de ve dese nvo lve r se u p róprio processo
de i ntegração, d ete rmi na ndo o q ue será apresentado, q uai s serão as e ta pas e
como i sso será feito. O fa to é que deve estar clara a i mportânci a de um programa
de i ntegração. E sse co ntrib ui rá para o bo m de se nvol vi me nto do co lab orad o r e
da organi zação.

7 C ONC LU S ÃO Respond e-se aos obje ti vos sem, no e nta nto , j ustificá - los.

R EF ER ÊN CIAS AS S AF NE TO, A lexa nd re . Mate máti ca F i nancei ra e S uas A pli caçõe


s. 14 . ed. S ão Pa ulo : At las, 2012 . 2 81 p. AV ONA , Marci a E lo isa . Ges tão d e p
esso as . Lond ri na: Ed itora e D i stribui dora Ed ucaci onal S .A ., 201 5. 22 4p. BA RB IER I,
J. C .; C AJA ZE IRA , J. E. R . R espo nsab ilidade so cial e mp res arial e empresa
sustentável: da teo ri a à p rática. 3 . ed. S ão P aulo: Sarai va , 2016 . BA S TOS , Maria Clo
tilde Pi res; FE RRE IRA , D a ni ela Vi tor. Metodo lo gia Científ ica. Londri na : E di tora e Di
strib ui do ra Ed ucaci ona l S.A., 2016. C H IA V ENA TO , I. Ges tão de pesso as : o no vo pap
el dos rec ursos huma no s nas organi zações. 4 . ed. Barue ri : Ma no le, 2014. D ELB
ONO, B . de F. Res pon sab ilidad e so cial e a mb iental. Lo ndrina : E di tora e D i stri bui
dora Ed ucaci ona l S .A . , 201 6. D UTRA , J. S. Gestão d e pe ssoa s: modelo, p rocesso s,
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Matemá ti ca Fi nancei ra De scomplicada . São P aulo: Ed itora Atlas S.A . 201 3. 18 9 p.
PINT O, L ui z Fe rna ndo Go mes. P la ne ja men to Estratégi co. Lo ndri na : Ed itora e D i
stri bui dora Ed ucaci ona l S .A . , 201 6. Sa ntos, João C arlos dos. Mate má tica Fi na ncei ra.
Lo ndri na : Edi tora e Di stri bui do r a Ed ucaci onal S .A ., 201 6. 21 6 p . VE RGA RA , S. C.
Gestão de pesso as . S ão P aulo: Atlas , 20 06.