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BETÃO ARMADO VERIFICAÇÃO DOS ESTADOS LIMITE ÚLTIMOS
BETÃO
ARMADO
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BETÃO ARMADO VERIFICAÇÃO DOS ESTADOS LIMITE ÚLTIMOS

VERIFICAÇÃO DOS ESTADOS LIMITE ÚLTIMOS

1 - INTRODUÇÃO 1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO. 1.2 - TIPOS
1 - INTRODUÇÃO 1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO. 1.2 - TIPOS
1 - INTRODUÇÃO 1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO. 1.2 - TIPOS

1 - INTRODUÇÃO

1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO.

1.2 - TIPOS DE APLICAÇÃO.

1.3 - PRINCÍPIOS BÁSICOS.

1.4 - MODOS DE SOLICITAÇÃO:

1.4.1 - ESTRUTURAS LINEARES

1.4.2 - ESTRUTURAS BIDIMENSIONAIS

1.4.3 - ESTRUTURAS EM MEIO CONTÍNUO

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1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO A arte de construir em betão
1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO A arte de construir em betão
1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO A arte de construir em betão

1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO

A arte de construir em betão (sem armaduras) já se encontrava desenvolvida no tempo do Império Romano.

Como exemplos temos:

A cúpula do Panteão de Roma construída no ano 27 e reconstruída aproximadamente 100 anos mais tarde.

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1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO A ponte de Gard em Nimes,
1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO A ponte de Gard em Nimes,
1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO A ponte de Gard em Nimes,

1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO

A ponte de Gard em Nimes, realizada em 150 no qual se usou betão no canal de água e no interior do forro das cantarias.

qual se usou betão no canal de água e no interior do forro das cantarias. ESCOLA

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qual se usou betão no canal de água e no interior do forro das cantarias. ESCOLA

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1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO Por meados do Século XIX tiveram
1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO Por meados do Século XIX tiveram
1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO Por meados do Século XIX tiveram

1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO

Por meados do Século XIX tiveram lugar as primeiras realizações compreendendo a associação de uma armadura de aço macio a um elemento de betão.

Barca J. L. Lambot (1848);

Vasos de flores Joseph Monier (1949).

. Barca J. L. Lambot (1848); Vasos de flores Joseph Monier (1949). ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA

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1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO Até ao fim do século XIX,
1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO Até ao fim do século XIX,
1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO Até ao fim do século XIX,

1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO

Até ao fim do século XIX, foi a curiosidade, se não mesmo o fascínio, perante a invenção.

Era o empirismo que suportava a inovação.

Foram executadas muitas experiências em modelos.

Servia de base a intuição ou a sensibilidade dos percursores.

Estabeleceram-se algumas regras de montagem ou de combinação.

Foi no final desse Século que as primeiras realizações importantes foram feitas e que apareceram os primeiros cursos de Betão Armado.

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Primeira Ponte em Betão Armado (Joseph Monier, 1875) ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA CASTELO BRANCO 9
Primeira Ponte em Betão Armado (Joseph Monier, 1875) ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA CASTELO BRANCO 9
Primeira Ponte em Betão Armado (Joseph Monier, 1875) ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA CASTELO BRANCO 9

Primeira Ponte em Betão Armado (Joseph Monier, 1875)

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1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO Na primeira metade do Século XX
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1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO Na primeira metade do Século XX

1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO

Na primeira metade do Século XX foi o período da teorização das peças lineares e de algumas formas laminares, tudo fundamentado nos princípios do cálculo elástico.

O coeficiente de homogeneização era um parâmetro fundamental e todo o dimensionamento era baseado na observância das tensões de segurança do betão e do aço.

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1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO Nas duas primeiras décadas do Século
1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO Nas duas primeiras décadas do Século
1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO Nas duas primeiras décadas do Século

1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO

Nas duas primeiras décadas do Século passado surgiram as primeiras comissões para o estudo do Betão Armado (a primeira dirigida por Morsch na Alemanha) que deram origem também às primeiras publicações.

Neste período (1906) foram também redigidos em França os primeiros regulamentos de Betão Armado, sob a forma de circular ministerial.

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Ponte de Vale de Meões, Mirandela Primeira Ponte de Betão Armado em Portugal. Início do
Ponte de Vale de Meões, Mirandela Primeira Ponte de Betão Armado em Portugal. Início do
Ponte de Vale de Meões, Mirandela Primeira Ponte de Betão Armado em Portugal. Início do

Ponte de Vale de Meões, Mirandela Primeira Ponte de Betão Armado em Portugal. Início do Século XX

Primeira Ponte de Betão Armado em Portugal. Início do Século XX ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA CASTELO

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1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO Em Portugal, inspiradas naquele documento francês,
1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO Em Portugal, inspiradas naquele documento francês,
1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO Em Portugal, inspiradas naquele documento francês,

1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO

Em Portugal, inspiradas naquele documento francês, a antiga “Associação de Engenheiros Civis Portugueses” publicava umas instruções sobre as regras a observar, das quais nasceu em 1918 o primeiro regulamento ministerial sobre o “emprego do Betão Armado”, cobrindo um largo leque de temas.

Este documento manteve-se vigente até 1935, altura em que foi substituído por novo “Regulamento de Betão Armado", corrigido posteriormente em 1943 quanto às tensões admissíveis, para as actualizar com as características dos materiais disponíveis, nas suas melhorias sucessivas.

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1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO Em 1952 teve lugar a criação
1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO Em 1952 teve lugar a criação
1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO Em 1952 teve lugar a criação

1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO

Em 1952 teve lugar a criação do “Comité Européen du Béton”, e foi então lançado um espectacular programa de investigação em diversos centros europeus, visando o esclarecimento de muitos aspectos das estruturas para além dos estados de serviço normal, como por exemplo:

Estabelecimento de métodos integrais explicativos do comportamento das peças ao longo de todo o processo de carregamento;

Refinar o conceito de Segurança;

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1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO Definição de Estados Limite: Desde o
1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO Definição de Estados Limite: Desde o
1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO Definição de Estados Limite: Desde o

1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO

Definição de Estados Limite:

Desde o serviço funcional das peças (os estados limites de utilização); Até ao seu esgotamento convencional (o estado limite último);

Resposta das estruturas;

Tratamento estatístico das solicitações a que essas estruturas têm de responder.

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1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO Os regulamentos nacionais dos principais países
1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO Os regulamentos nacionais dos principais países
1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO Os regulamentos nacionais dos principais países

1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO

Os regulamentos nacionais dos principais países europeus orientaram-se segundo os novos princípios e em Portugal foram nessa abrangência publicados dois novos regulamentos:

REBA, em 1967, que, ainda com alguma reminiscência do cálculo elástico, marcava uma forte transição para a nova filosofia;

REBAP, em 1983, que diríamos contém uma síntese de todas as aquisições inovadoras, como sejam as deformações impostas, os efeitos diferidos do betão e a unificação das técnicas até então separadas do Betão Armado e do Betão Pré-Esforçado.

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1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO Na actualidade, os Códigos-Modelo do CEB
1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO Na actualidade, os Códigos-Modelo do CEB
1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO Na actualidade, os Códigos-Modelo do CEB

1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO

Na actualidade, os Códigos-Modelo do CEB deram lugar a outros documentos normativos, os Eurocódigos, aos quais deverão subordinar-se todos os países que fazem parte da União Europeia.

Para as estruturas de Betão encontra-se o Código Eurocódigo 2 que na quase totalidade reproduz o documento CEB-FIP 1978 no qual se inspirou o REBAP.

O EC2 integra-se com vários outros congéneres num conjunto que define os princípios em que deve basear-se toda a regulamentação a aplicar no seio da UE.

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1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO Em Portugal, no ano lectivo de
1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO Em Portugal, no ano lectivo de
1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO Em Portugal, no ano lectivo de

1.1 - HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TÉCNICA DO BETÃO ARMADO

Em Portugal, no ano lectivo de 1919-1920 foi realizado um curso normal de “Construções em Cimento Armado”, na “Faculdade Técnica do Porto”, professado pelo Engenheiro Civil Theotónio Rodrigues, cujos apontamentos foram seguidamente reunidos numa publicação.

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1.2 - TIPOS DE APLICAÇÃO Entre os principais materiais de construção, o betão ocupa uma
1.2 - TIPOS DE APLICAÇÃO Entre os principais materiais de construção, o betão ocupa uma
1.2 - TIPOS DE APLICAÇÃO Entre os principais materiais de construção, o betão ocupa uma

1.2 - TIPOS DE APLICAÇÃO

Entre os principais materiais de construção, o betão ocupa uma parcela muito importante do mercado, não só em Portugal como também na Europa.

Atendendo ao modo como o betão se aplica estruturalmente, distinguem-se três categorias:

Betão não Armado:

Como exemplo de aplicação podem citar-se as barragens de abóbada,

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Barragem de Santa Luzia ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA CASTELO BRANCO 20
Barragem de Santa Luzia ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA CASTELO BRANCO 20
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Barragem de Santa Luzia

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Barragem de Venda Nova em que a sua forma é estudada de modo a solicitar
Barragem de Venda Nova em que a sua forma é estudada de modo a solicitar
Barragem de Venda Nova em que a sua forma é estudada de modo a solicitar

Barragem de Venda Nova

Barragem de Venda Nova em que a sua forma é estudada de modo a solicitar o

em que a sua forma é estudada de modo a solicitar o betão essencialmente à compressão, limitando as tensões de tracção e assim as zonas onde é necessário colocar armaduras para impedir a fendilhação;

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Barragem do Funcho ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA CASTELO BRANCO 22
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Barragem do Funcho

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1.2 - TIPOS DE APLICAÇÃO Betão Armado: É utilizado para todos os tipos de estruturas
1.2 - TIPOS DE APLICAÇÃO Betão Armado: É utilizado para todos os tipos de estruturas
1.2 - TIPOS DE APLICAÇÃO Betão Armado: É utilizado para todos os tipos de estruturas

1.2 - TIPOS DE APLICAÇÃO

Betão Armado:

É utilizado para todos os tipos de estruturas onde é necessário dispor de armaduras nas zonas solicitadas à tracção, pois o betão apresenta uma resistência muito baixa a este tipo de tensão;

São exemplos as estruturas constituídas por elementos solicitados a flexão ou a tracção simples nomeadamente:

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1.2 - TIPOS DE APLICAÇÃO - Vigas; - Colunas; - Lajes; - Paredes; - Muros
1.2 - TIPOS DE APLICAÇÃO - Vigas; - Colunas; - Lajes; - Paredes; - Muros
1.2 - TIPOS DE APLICAÇÃO - Vigas; - Colunas; - Lajes; - Paredes; - Muros

1.2 - TIPOS DE APLICAÇÃO

- Vigas; - Colunas;

- Lajes;

- Paredes; - Muros de suporte;

- Elementos de fundação;

- Etc.

Exemplos de realizações em Betão Armado:

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Edifícios

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Edifícios ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA CASTELO BRANCO 26
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Canais ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA CASTELO BRANCO 27
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Aeroportos ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA CASTELO BRANCO 28
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Estádios ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA CASTELO BRANCO 29
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Centrais Térmicas ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA CASTELO BRANCO 30
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Pontes ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA CASTELO BRANCO 31
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Pontes

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1.2 - TIPOS DE APLICAÇÃO Betão Armado Pré-Esforçado: A utilização da técnica de pré-esforço em
1.2 - TIPOS DE APLICAÇÃO Betão Armado Pré-Esforçado: A utilização da técnica de pré-esforço em
1.2 - TIPOS DE APLICAÇÃO Betão Armado Pré-Esforçado: A utilização da técnica de pré-esforço em

1.2 - TIPOS DE APLICAÇÃO

Betão Armado Pré-Esforçado:

A utilização da técnica de pré-esforço em estruturas de betão armado aplica-se em estruturas de grandes vãos, como por exemplo as pontes, onde é necessário reduzir as zonas de betão traccionadas através da introdução de um esforço contrário ao provocado pelas acções.

da introdução de um esforço contrário ao provocado pelas acções. ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA CASTELO BRANCO

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Armação de Laje Pré-Esforçada ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA CASTELO BRANCO 33
Armação de Laje Pré-Esforçada ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA CASTELO BRANCO 33
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Armação de Laje Pré-Esforçada

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Ponte de Betão Armado Pré-Esforçado ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA CASTELO BRANCO 34
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Ponte de Betão Armado Pré-Esforçado ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA CASTELO BRANCO 34

Ponte de Betão Armado Pré-Esforçado

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1.2 - TIPOS DE APLICAÇÃO Principais vantagens na utilização de estruturas em Betão Armado: A
1.2 - TIPOS DE APLICAÇÃO Principais vantagens na utilização de estruturas em Betão Armado: A
1.2 - TIPOS DE APLICAÇÃO Principais vantagens na utilização de estruturas em Betão Armado: A

1.2 - TIPOS DE APLICAÇÃO

Principais vantagens na utilização de estruturas em Betão Armado:

A característica monolítica destas estruturas;

A liberdade na escolha da forma;

A sua durabilidade;

A boa resistência ao fogo;

Economicamente viável, pois são utilizados materiais relativamente baratos.

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1.2 - TIPOS DE APLICAÇÃO Principais desvantagens: A influência desfavorável do peso próprio elevado que
1.2 - TIPOS DE APLICAÇÃO Principais desvantagens: A influência desfavorável do peso próprio elevado que
1.2 - TIPOS DE APLICAÇÃO Principais desvantagens: A influência desfavorável do peso próprio elevado que

1.2 - TIPOS DE APLICAÇÃO

Principais desvantagens:

A influência desfavorável do peso próprio elevado que as estruturas de grande porte têm sobre as deformações;

Isolamento térmico muito fraco, onde é necessário ter em conta medidas suplementares para a verificação regulamentar em elementos em contacto com o exterior;

O trabalho dispendioso associado ao fabrico, montagem e desmontagem das cofragens.

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1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS O Betão Armado resulta da conjugação de DOIS Materiais: Por um
1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS O Betão Armado resulta da conjugação de DOIS Materiais: Por um
1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS O Betão Armado resulta da conjugação de DOIS Materiais: Por um

1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS

O Betão Armado resulta da conjugação de DOIS Materiais:

Por um lado o betão, material que se comporta de forma satisfatória quando submetido a tensões de compressão,

- valores característicos da tensão de rotura à compressão variando entre 12 e 50 MPa (para as classes de betão mais usuais

mas com pouca resistência quando é submetido a tensões de tracção.

- valores característicos da tensão de rotura à tracção na ordem dos 10% da tensão de rotura à compressão

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1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS Exemplo: Betão C20/25 (EC2) B25 (REBAP) fck = 20 MPa fctm
1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS Exemplo: Betão C20/25 (EC2) B25 (REBAP) fck = 20 MPa fctm
1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS Exemplo: Betão C20/25 (EC2) B25 (REBAP) fck = 20 MPa fctm

1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS

Exemplo: Betão C20/25 (EC2) B25 (REBAP) fck = 20 MPa fctm = 2,2 MPa
Exemplo:
Betão C20/25 (EC2)
B25 (REBAP)
fck = 20 MPa
fctm = 2,2 MPa

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1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS Por outro lado o aço , material dúctil, mais resistente que
1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS Por outro lado o aço , material dúctil, mais resistente que
1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS Por outro lado o aço , material dúctil, mais resistente que

1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS

Por outro lado o aço, material dúctil, mais resistente que o betão e que apresenta valores de tensão de cedência idênticos quer em tracção quer em compressão.

- Valores característicos da tensão de cedência variando entre 235 e 500 MPa (para os mais correntes tipos de aço)

variando entre 235 e 500 MPa (para os mais correntes tipos de aço) ESCOLA SUPERIOR DE

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1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS Na maioria dos casos os elementos estruturais de betão armado são
1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS Na maioria dos casos os elementos estruturais de betão armado são
1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS Na maioria dos casos os elementos estruturais de betão armado são

1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS

Na maioria dos casos os elementos estruturais de betão armado são sujeitos predominantemente a esforços de flexão, ficando a secção transversal desses elementos sujeita simultaneamente a tracção e compressão.

Vejamos o exemplo de viga de secção rectangular sujeita a flexão:

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1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS Viga simplesmente apoiada de secção rectangular ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA CASTELO
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1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS Viga simplesmente apoiada de secção rectangular ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA CASTELO

1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS

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Viga simplesmente apoiada de secção rectangular

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1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS Carregamento Uniformemente Distribuído ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA CASTELO BRANCO 42
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1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS Carregamento Uniformemente Distribuído ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA CASTELO BRANCO 42

1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS

1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS Carregamento Uniformemente Distribuído ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA CASTELO BRANCO 42
1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS Carregamento Uniformemente Distribuído ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA CASTELO BRANCO 42
1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS Carregamento Uniformemente Distribuído ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA CASTELO BRANCO 42
1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS Carregamento Uniformemente Distribuído ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA CASTELO BRANCO 42

Carregamento Uniformemente Distribuído

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1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS Eixo Neutro Deformação da Viga ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA CASTELO BRANCO
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1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS

1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS Eixo Neutro Deformação da Viga ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA CASTELO BRANCO 43
Eixo Neutro
Eixo Neutro

Deformação da Viga

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1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS Compressão Zona de Compressão acima do Eixo Neutro ESCOLA SUPERIOR DE
1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS Compressão Zona de Compressão acima do Eixo Neutro ESCOLA SUPERIOR DE
1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS Compressão Zona de Compressão acima do Eixo Neutro ESCOLA SUPERIOR DE

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1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS Compressão Zona de Compressão acima do Eixo Neutro ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA
Compressão
Compressão

Zona de Compressão acima do Eixo Neutro

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1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS Tracção Zona de Tracção abaixo do Eixo Neutro ESCOLA SUPERIOR DE
1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS Tracção Zona de Tracção abaixo do Eixo Neutro ESCOLA SUPERIOR DE
1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS Tracção Zona de Tracção abaixo do Eixo Neutro ESCOLA SUPERIOR DE

1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS

1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS Tracção Zona de Tracção abaixo do Eixo Neutro ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA
Tracção
Tracção

Zona de Tracção abaixo do Eixo Neutro

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1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS Aparecimento de fissuras nas zonas traccionadas ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA CASTELO
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1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS

1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS Aparecimento de fissuras nas zonas traccionadas ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA CASTELO BRANCO
1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS Aparecimento de fissuras nas zonas traccionadas ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA CASTELO BRANCO

Aparecimento de fissuras nas zonas traccionadas

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1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS Colocação das armaduras de aço perpendicularmente às fissuras ESCOLA SUPERIOR DE
1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS Colocação das armaduras de aço perpendicularmente às fissuras ESCOLA SUPERIOR DE
1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS Colocação das armaduras de aço perpendicularmente às fissuras ESCOLA SUPERIOR DE

1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS

1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS Colocação das armaduras de aço perpendicularmente às fissuras ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA
1.3 - PRICÍPIOS BÁSICOS Colocação das armaduras de aço perpendicularmente às fissuras ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA

Colocação das armaduras de aço perpendicularmente às fissuras

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1.4 - MODOS DE SOLICITAÇÃO As estruturas de Betão Armado ou os seus elementos estruturais
1.4 - MODOS DE SOLICITAÇÃO As estruturas de Betão Armado ou os seus elementos estruturais
1.4 - MODOS DE SOLICITAÇÃO As estruturas de Betão Armado ou os seus elementos estruturais

1.4 - MODOS DE SOLICITAÇÃO

As estruturas de Betão Armado ou os seus elementos estruturais podem ser solicitadas de diversos modos consoante o seu tipo ou classificação.

Atendendo aos diversos critérios de classificação de estruturas, o mais importante é baseado nos sistemas portantes.

Consoante a determinação dos esforços interno, podem distinguir-se três tipos de estruturas ou elementos estruturais:

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1.4.1 - ESTRUTURAS LINEARES Exemplos de estruturas lineares: Vigas; Colunas; Pórticos; Treliças; Arcos; Tirantes. ESCOLA
1.4.1 - ESTRUTURAS LINEARES Exemplos de estruturas lineares: Vigas; Colunas; Pórticos; Treliças; Arcos; Tirantes. ESCOLA
1.4.1 - ESTRUTURAS LINEARES Exemplos de estruturas lineares: Vigas; Colunas; Pórticos; Treliças; Arcos; Tirantes. ESCOLA

1.4.1 - ESTRUTURAS LINEARES

Exemplos de estruturas lineares:

Vigas;

Colunas;

Pórticos;

Treliças;

Arcos;

Tirantes.

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1.4.1 - ESTRUTURAS LINEARES A secção de uma peça linear de Betão Armado pode estar
1.4.1 - ESTRUTURAS LINEARES A secção de uma peça linear de Betão Armado pode estar
1.4.1 - ESTRUTURAS LINEARES A secção de uma peça linear de Betão Armado pode estar

1.4.1 - ESTRUTURAS LINEARES

A secção de uma peça linear de Betão Armado pode estar solicitada por 6 esforços internos:

3 forças e 3 momentos-flectores, segundo as três direcções principais.

e 3 momentos-flectores, segundo as três direcções principais. ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA CASTELO BRANCO 50

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1.4.1 - ESTRUTURAS LINEARES Esforços Internos: N, Esforço Normal ou Axial (Fx); V, Esforço Transverso
1.4.1 - ESTRUTURAS LINEARES Esforços Internos: N, Esforço Normal ou Axial (Fx); V, Esforço Transverso
1.4.1 - ESTRUTURAS LINEARES Esforços Internos: N, Esforço Normal ou Axial (Fx); V, Esforço Transverso

1.4.1 - ESTRUTURAS LINEARES

Esforços Internos:

N, Esforço Normal ou Axial (Fx);

V, Esforço Transverso (Fy);

Vy, Esforço Transverso Horizontal (Fz);

M, Momento de Flexão Longitudinal (Mz);

My, Momento de Flexão Transversal (My);

T, Momento Torsor (Mx).

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1.4.1 - ESTRUTURAS LINEARES Quando um elemento linear está sujeito apenas a esforço axial podem
1.4.1 - ESTRUTURAS LINEARES Quando um elemento linear está sujeito apenas a esforço axial podem
1.4.1 - ESTRUTURAS LINEARES Quando um elemento linear está sujeito apenas a esforço axial podem

1.4.1 - ESTRUTURAS LINEARES

Quando um elemento linear está sujeito apenas a esforço axial podem distinguir-se dois modos de solicitação:

Tracção;

axial podem distinguir-se dois modos de solicitação: Tracção; ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA CASTELO BRANCO 52

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1.4.1 - ESTRUTURAS LINEARES Compressão. Que podem ser: Centradas; Com excentricidades (originando flexão). ESCOLA
1.4.1 - ESTRUTURAS LINEARES Compressão. Que podem ser: Centradas; Com excentricidades (originando flexão). ESCOLA
1.4.1 - ESTRUTURAS LINEARES Compressão. Que podem ser: Centradas; Com excentricidades (originando flexão). ESCOLA

1.4.1 - ESTRUTURAS LINEARES

Compressão.

1.4.1 - ESTRUTURAS LINEARES Compressão. Que podem ser: Centradas; Com excentricidades (originando flexão). ESCOLA

Que podem ser:

Centradas; Com excentricidades (originando flexão).

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1.4.1 - ESTRUTURAS LINEARES A excentricidade da carga axial em relação ao centro geométrico da
1.4.1 - ESTRUTURAS LINEARES A excentricidade da carga axial em relação ao centro geométrico da
1.4.1 - ESTRUTURAS LINEARES A excentricidade da carga axial em relação ao centro geométrico da

1.4.1 - ESTRUTURAS LINEARES

A excentricidade da carga axial em relação ao centro geométrico da secção pode existir nas duas direcções principais originando flexão obliqua, também designada flexão desviada.

originando flexão obliqua, também designada flexão desviada. ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA CASTELO BRANCO 54

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1.4.1 - ESTRUTURAS LINEARES Relativamente a esforços de flexão distinguem-se três tipos: Flexão Simples -
1.4.1 - ESTRUTURAS LINEARES Relativamente a esforços de flexão distinguem-se três tipos: Flexão Simples -
1.4.1 - ESTRUTURAS LINEARES Relativamente a esforços de flexão distinguem-se três tipos: Flexão Simples -

1.4.1 - ESTRUTURAS LINEARES

Relativamente a esforços de flexão distinguem-se três tipos:

Flexão Simples - A secção é submetida a momento- flector com esforço transverso;

- A secção é submetida a momento- flector com esforço transverso; ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA CASTELO

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1.4.1 - ESTRUTURAS LINEARES Flexão Composta Plana - Quando se combina esforço normal com momento-flector;
1.4.1 - ESTRUTURAS LINEARES Flexão Composta Plana - Quando se combina esforço normal com momento-flector;
1.4.1 - ESTRUTURAS LINEARES Flexão Composta Plana - Quando se combina esforço normal com momento-flector;

1.4.1 - ESTRUTURAS LINEARES

Flexão Composta Plana - Quando se combina esforço normal com momento-flector;

Flexão Obliqua ou Desviada - Nas situações em que a secção é solicitada em simultâneo a momento-flector longitudinal e momento-flector transversal, com ou sem esforço normal.

longitudinal e momento-flector transversal, com ou sem esforço normal. ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA CASTELO BRANCO 56

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1.4.2 - ESTRUTURAS BIDIMENSIONAIS Exemplos de estruturas bidimensionais: Lajes (as mais solicitadas); Vigas-parede;
1.4.2 - ESTRUTURAS BIDIMENSIONAIS Exemplos de estruturas bidimensionais: Lajes (as mais solicitadas); Vigas-parede;
1.4.2 - ESTRUTURAS BIDIMENSIONAIS Exemplos de estruturas bidimensionais: Lajes (as mais solicitadas); Vigas-parede;

1.4.2 - ESTRUTURAS BIDIMENSIONAIS

Exemplos de estruturas bidimensionais:

Lajes (as mais solicitadas);

Vigas-parede;

Estruturas plissadas;

Paredes;

Cascas.

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1.4.2 - ESTRUTURAS BIDIMENSIONAIS Para o cálculo de estruturas bidimensionais ou planas, é necessário estabelecer
1.4.2 - ESTRUTURAS BIDIMENSIONAIS Para o cálculo de estruturas bidimensionais ou planas, é necessário estabelecer
1.4.2 - ESTRUTURAS BIDIMENSIONAIS Para o cálculo de estruturas bidimensionais ou planas, é necessário estabelecer

1.4.2 - ESTRUTURAS BIDIMENSIONAIS

Para o cálculo de estruturas bidimensionais ou planas, é necessário estabelecer as condições de equilíbrio considerando a estrutura como resultado de uma justaposição de macro-elementos (elementos finitos) planos, que devem ter geometria rectangular e orientação paralela aos eixos principais.

ter geometria rectangular e orientação paralela aos eixos principais. ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA CASTELO BRANCO 58

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1.4.2 - ESTRUTURAS BIDIMENSIONAIS Na sua forma ideal as paredes e os elementos casca não
1.4.2 - ESTRUTURAS BIDIMENSIONAIS Na sua forma ideal as paredes e os elementos casca não
1.4.2 - ESTRUTURAS BIDIMENSIONAIS Na sua forma ideal as paredes e os elementos casca não

1.4.2 - ESTRUTURAS BIDIMENSIONAIS

Na sua forma ideal as paredes e os elementos casca não estão submetidos a momento-flector. Estas estruturas estão em princípio submetidas a um estado de membrana (compressão) segundo o seu plano.

submetidas a um estado de membrana (compressão) segundo o seu plano. ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA CASTELO

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1.4.2 - ESTRUTURAS BIDIMENSIONAIS O mesmo se passa com as estruturas plissadas, há excepção das
1.4.2 - ESTRUTURAS BIDIMENSIONAIS O mesmo se passa com as estruturas plissadas, há excepção das
1.4.2 - ESTRUTURAS BIDIMENSIONAIS O mesmo se passa com as estruturas plissadas, há excepção das

1.4.2 - ESTRUTURAS BIDIMENSIONAIS

O mesmo se passa com as estruturas plissadas, há excepção das zonas vizinhas dos pontos singulares, como por exemplo os apoios, os bordos e as travessas, as partes que compõem este tipo de estruturas estão igualmente submetidas a um estado de membrana.

tipo de estruturas estão igualmente submetidas a um estado de membrana. ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA CASTELO

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1.4.3 - ESTRUTURAS EM MEIO CONTÍNUO Exemplos de estruturas em meio contínuo: Barragens; Fundações maciças;
1.4.3 - ESTRUTURAS EM MEIO CONTÍNUO Exemplos de estruturas em meio contínuo: Barragens; Fundações maciças;
1.4.3 - ESTRUTURAS EM MEIO CONTÍNUO Exemplos de estruturas em meio contínuo: Barragens; Fundações maciças;

1.4.3 - ESTRUTURAS EM MEIO CONTÍNUO

Exemplos de estruturas em meio contínuo:

Barragens;

Fundações maciças;

Centrais nucleares.

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1.4.3 - ESTRUTURAS EM MEIO CONTÍNUO As estruturas maciças, como por exemplo as barragens em
1.4.3 - ESTRUTURAS EM MEIO CONTÍNUO As estruturas maciças, como por exemplo as barragens em
1.4.3 - ESTRUTURAS EM MEIO CONTÍNUO As estruturas maciças, como por exemplo as barragens em

1.4.3 - ESTRUTURAS EM MEIO CONTÍNUO

As estruturas maciças, como por exemplo as barragens em abóbada, estão submetidas a um estado de compressão triaxial.

em abóbada, estão submetidas a um estado de compressão triaxial. ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA CASTELO BRANCO

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1.4.3 - ESTRUTURAS EM MEIO CONTÍNUO De referir que a análise deste tipo de estrutura,
1.4.3 - ESTRUTURAS EM MEIO CONTÍNUO De referir que a análise deste tipo de estrutura,
1.4.3 - ESTRUTURAS EM MEIO CONTÍNUO De referir que a análise deste tipo de estrutura,

1.4.3 - ESTRUTURAS EM MEIO CONTÍNUO

De referir que a análise deste tipo de estrutura, devido ao seu elevado grau de hiperstaticidade, se torna bastante complexa e demorada, necessitando de numerosas e consideráveis simplificações.

Graças ao desenvolvimento de novos métodos de cálculo computacionais, denominados de “elementos finitos”, o estudo do comportamento e o cálculo das tensões de compressão dos elementos, mesmo tendo em conta as não-linearidades geométricas e do material, está hoje em dia mais facilitado.

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OBRIGADO PELA ATENÇÃO LUIS MAGALHÃES ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA CASTELO BRANCO 64
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OBRIGADO PELA ATENÇÃO
LUIS MAGALHÃES

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