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Física

Setor A
Prof.:

Índice-controle de Estudo
Aula 25 (pág. 82) AD TM TC

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Aula 36 (pág. 97) AD TM TC


Bienal – Caderno 3 – Código: 828172310
Aula
25
Resolva as seguintes questões utilizando o texto
anterior.
a) Qual a massa e qual o peso do homem na su-
perfície da Terra e na Lua?
Massa
Das linhas 11 a 14, obtemos:
• A inércia do corpo pode ser medida pela sua
Massa do homem em qualquer
massa.
lugar do Universo: M = 90 kg
• A massa de um corpo é uma característica do
Peso do homem na Terra: PT = 900 N
corpo, não do local onde ele está.
Peso do homem na Lua: PL = 150 N

b) Qual a intensidade do campo gravitacional


na superfície da Terra e na Lua? (Quando con-
O texto que se segue foi extraído do livro 2001 veniente, indicar valores aproximados.)
Odisseia Espacial, de Arthur C. Clarke. Por uma O campo gravitacional em um ponto é a constante de
questão de rigor foram feitas algumas altera- proporcionalidade entre o peso e a massa. Logo:
ções, mas o essencial foi preservado. Campo gravitacional na
1 “Um dos atrativos da base lunar e da Lua em geral P
superfície da Terra: gT = T = 10 N/kg
era a baixa gravidade, produzindo uma sensação de M
Campo gravitacional na
bem-estar generalizado. Contudo, isso apresentava
P
seus perigos e era preciso que decorressem algumas superfície da Lua: gL = L = 1,7 N/kg
semanas até que o recém-chegado procedente da M
5
Terra conseguisse se adaptar.
c) Explique a “sensação maravilhosa” sentida
Uma vez na Lua, o corpo humano via-se obrigando
pelo homem. (Linha 16.)
a adquirir toda uma série de reflexos.
E pela primeira vez era obrigado a distinguir peso e Na Lua, o peso é menor, por isso, fica mais fácil levan-
10 massa. tar um corpo, manter um corpo suspenso, lançar um
corpo verticalmente para cima, e assim por diante.
Um homem de massa 90 kg pesa na Terra aproxima-
Também é mais fácil levantar-se, sustentar-se, sal-
damente 900 N. Este homem, para sua grande satis-
tar verticalmente para cima, o que dá uma sensação
fação, descobre que seu peso na Lua é de aproxima-
de leveza, de flutuação, que o autor classifica como
damente 150 N.
“maravilhosa”.
15 Enquanto se desloca em linha reta e com velocidade
constante, sente uma sensação maravilhosa, como se
flutuasse. Mas assim que resolve alterar o seu curso,
virar esquinas ou deter-se subitamente percebe que d) Por que o homem só percebe a presença de
os seus 90kg de massa, ou inércia, continuam pre- seus 90kg ao alterar o seu curso, virar esquinas
20 sentes. Pois a massa do corpo é fixa, inalterável, tan- ou deter-se subitamente? (Linhas 17, 18 e 19.)
to na Terra como na Lua, no Sol ou no espaço.
A massa mede a dificuldade do corpo em alterar a
De um modo geral, esse fato somente era compreen- velocidade. Logo, ela só é percebida quando aumen-
dido após algumas colisões e alguns apertos de mão tamos, diminuímos ou mudamos a direção da veloci-
demasiadamente violentos. Os antigos habitantes da dade.
25 Lua procuravam manter distância dos recém-che-
gados até que estivessem aclimatados.”

ensino médio – 1ª- série – bienal 82 sistema anglo de ensino


e) Por que, ao chegar à Lua, o homem se via
obrigado a distinguir peso e massa? (Linhas
9 e 10.)
O peso e a massa de um corpo estão relacionados
pela expressão P = mg.
Na superfície da Terra, g é praticamente constante.
Portanto, uma mudança de peso de uma pessoa só
ocorre se houver mudança de massa. Se uma pessoa
passa por um regime de emagrecimento e perde ma-
téria, sua massa diminui e, em consequência, diminui
o seu peso.
O fato, enquanto a pessoa está na Terra, de a perda
(ou o ganho) de massa ser acompanhada da perda
(ou do ganho) de peso faz com que as sensações de
peso e de massa se confundam, a ponto de, em lin-
guagem vulgar, as palavras peso e massa serem
quase sinônimas.
Ao ir para a Lua, mesmo não sendo estudante de Fí-
sica, o homem se vê obrigado a distinguir peso e
massa, pois apenas o peso sofre alteração.
Convém lembrar que a variação de massa tem efeito
muito diferente do efeito da variação de peso. A per-
da de peso torna mais fácil levantar-se, sustentar-se,
saltar verticalmente para cima. A perda de massa
facilita as manobras que envolvem variação de veloci-
dade, tais como: aumentar a velocidade, diminuir a
velocidade e fazer curvas.

Consulte
Livro 1 – Capítulo 4
Caderno de Exercícios 1 – Capítulo 4

Tarefa Mínima
1. Leia os itens de 1 a 5.
2. Faça os exercícios 1 e 2.

Tarefa Complementar
Faça os exercícios de 3 a 5.

ensino médio – 1ª- série – bienal 83 sistema anglo de ensino


Aula
26
Pede-se:
a) Construir o gráfico da força que traciona a
mola (que, se o corpo está em equilíbrio, tem
a mesma intensidade do peso do corpo pen-
Molas, deformações e dinamômetros
durado) em função da deformação da mola.
Lei de Hooke: Fel = kx b) Determinar a constante elástica da mola.
sendo:
Fel: a força elástica, que é a força aplicada pela
mola ou na mola.
L0
x: deformação, que é a variação de comprimento. L
k: constante elástica da mola, que depende do
x
material e de fatores geométricos da mola.

P (N)
40

Na tabela a seguir são apresentados os resultados 30


de uma experiência destinada a verificar experi-
mentalmente a Lei de Hooke e determinar a cons-
20
tante elástica de uma mola. Para realizá-la, deve-
mos seguir o procedimento descrito a seguir:
10
1) Mede-se o comprimento natural da mola, ou
seja, o comprimento da mola não deformada.
x (m)
(L0) 0 0,10 0,20
2) Prende-se uma das extremidades da mola a
a) ver figura
um ponto fixo.
3) Prende-se à outra extremidade um corpo de b) k = 200 N/m
massa m e peso P = mg.
4) Mede-se o novo comprimento da mola (L)
quando o equilíbrio é atingido.
5) Determina-se a deformação da mola:
x = L – L0
P
6) Determina-se o quociente .
x Consulte
7) Repete-se a experiência com corpos diferen- Livro 1 – Capítulo 4
tes até confirmarmos a constância do quo- Caderno de Exercícios 1 – Capítulos 3 e 8
P Tarefa Mínima
ciente , que é a constante elástica da mola.
x
1. Leia o item 6, capítulo 3.
L0 = 0,20 m; g = 10 N/kg 2. Faça o exercício 13, capítulo 3.
m (kg) P (N) L (m) x (m) k = P/x 3. Faça o exercício 36, item a, capítulo 8.
1,0 10 0,25 0,05 200
Tarefa Complementar
2,0 20 0,30 0,10 200
1. Faça o exercício 37, item a, capítulo 8.
3,0 30 0,35 0,15 200
2. Faça o exercício 38, capítulo 8.
4,0 40 0,40 0,20 200
3. Faça o exercício 39, item a, capítulo 8.

ensino médio – 1ª- série – bienal 84 sistema anglo de ensino


Aula
27

Aceleração escalar e tangencial


As variações de velocidades podem ser estudadas escalarmente ou vetorialmente:
→ →
Aceleração tangencial (a ou aT)

144424443

Aceleração escalar (a) Intensidade: |aT | = |a|
Direção: tangente à trajetória
ΔV Sentido: no movimento acelerado, aT
a= aT →
Δt tem o sentido de V
No movimento retardado, a→T
tem o sentido contrário de V

ΔV m/s
b) a = =5 = 5 m/s2
Δt s

ΔV m/s
1. O gráfico representa a velocidade de um carro c) a = =5 = 5 m/s2
Δt s
desde o instante em que parte de um semáforo
até parar no seguinte. ΔV
d) a = =0
V (m/s)
Uniforme Δt
50
ΔV m/s m
e) a = = –10 = –10 2
Δt s s

Acelerado Retardado
25

2. Ainda com relação ao exercício 1. Supondo


que o carro se movimente horizontalmente pa-
ra a direita, representar a velocidade e a acele-
0 5 10 15 20 25 30 35 ração do movimento nos instantes:
t (s) a) t = 5 s
a) indique, no próprio gráfico, o intervalo de b) t = 20 s
tempo no qual o movimento é acelerado, re- c) t = 32,5 s
tardado e uniforme; V = 25 m/s
b) calcule a aceleração escalar média no inter- aT = 5 m/s2
valo de 0 a 10 s;
c) calcule a aceleração escalar média no inter-
valo de 0 a 5 s; V = 50 m/s
d) calcule a aceleração escalar média no inter- aT = 0
valo de 15 s a 25 s;
e) calcule a aceleração escalar média em qual-
quer intervalo compreendido entre os ins- aT = 10 m/s2 V = 25 m/s
tantes 30 s e 35 s.
a) Ver figura.

ensino médio – 1ª- série – bienal 85 sistema anglo de ensino


3. Um corpo abandonado a partir do repouso ad- 4. Um corpo lançado verticalmente para cima ad-
quire um movimento que chamamos de queda quire movimento retardado na subida e acele-
livre. As velocidades de um corpo em queda li- rado na descida. Represente, sem preocupação
vre foram anotadas em cada décimo de segun- com escala, a velocidade e a aceleração tan-
do, obtendo-se a tabela a seguir. gencial do movimento nos seguintes casos.
a) um ponto qualquer durante a subida;
t (s) V (m/s) b) um ponto qualquer durante a descida.
0 0 a) V
0,1 1,0
0,2 2,0
0,3 3,0
0,4 4,0
0,5 5,0
a
Determine a aceleração escalar do movimento.
Pela tabela, verificamos que, qualquer que seja o interva- b)
lo de tempo escolhido, a aceleração escalar tem o mes-
mo valor:
a
ΔV 10 m/s V
a= = = 10 m/s2
Δt s

Consulte
Livro 1 – Capítulo 4
Caderno de Exercícios 1 – Capítulo 4

Tarefa Mínima
1. Leia os itens de 6 a 11.
2. Faça os exercícios de 6 a 8.

Tarefa Complementar
Faça os exercícios de 9 a 14.

ensino médio – 1ª- série – bienal 86 sistema anglo de ensino


Aulas
28 e 29

Princípio fundamental da Dinâmica para o movimento retilíneo


• R = m|a| (para o movimento retilíneo)
• Em um movimento retilíneo, a resultante e a aceleração tangencial têm sempre a mesma direção e o
mesmo sentido. A resultante indica para onde o corpo acelera, não para onde ele se movimenta.

1. Em cada uma das situações descritas (desprezando a resistência do ar):


a) indique se a resultante das forças que agem sobre o corpo é nula ou não.
b) classifique o movimento em um dos seguintes casos: repouso, MRU, MRA, MRR, MCU, MCA e MCR.
1ª-) O corpo é colocado sobre uma superfície plana
horizontal sem velocidade inicial. N

a) R=0

b) repouso

P
2ª-) Um corpo desliza para a direita sobre um plano
horizontal sem atrito. N

a) R=0

b) MRU

P
3ª-) Um corpo apoiado sobre uma superfície plana ho-
rizontal sem atrito é forçado a se movimentar para N

a direita por uma força F.

a) R≠0 F

b) MRA

N
4ª-) Um corpo desliza para a direita sobre um plano
horizontal com atrito.

a) R≠0 A

b) MRR
P

ensino médio – 1ª- série – bienal 87 sistema anglo de ensino


2. Ainda com relação às 3ª- e 4ª- situações do exer- 4. Duas forças horizontais, sendo uma de intensi-
cício anterior, assinale a velocidade, a acelera- dade 3 N e outra, de 4 N, estão aplicadas a um
ção tangencial e a resultante. corpo de massa 10 kg, que está apoiado, inicial-
3ª-) Um corpo apoiado sobre uma superfície pla- mente em repouso, sobre um plano horizontal
na horizontal sem atrito é forçado a se movi- sem atrito. Determine a aceleração do corpo
mentar para a direita por uma força para a nos seguintes casos.
direita. a) As forças têm a mesma direção e o mesmo
V
sentido.
a b) As forças têm a mesma direção e sentidos
R=F contrários.
c) As forças são perpendiculares entre si.
4ª-) Um corpo desliza para a direita sobre um 7
plano horizontal com atrito. a) a = = 0,7 m/s2
10
a
V 3N
R=A 4N R=7N

1
b) a = = 0,1 m/s2
10

3N 4N
3. Sobre um corpo de massa 3 kg, apoiado inicial- R=1N
mente em repouso sobre um plano horizontal,
aplica-se uma força horizontal de intensidade
5
18 N. Determine a aceleração adquirida pelo c) a = = 0,5 m/s2
10
corpo, sabendo-se que a componente da força
de contato paralela ao apoio tem intensidade 3N
de 40% da componente normal. R=5N
Adote g = 10 m/s2. 4N

N = P = 30 N

A = 0,4 N = 12 N F = 18 N

P = mg = 30 N

R=F–A=6N

R = ma
R
a= = 2 m/s2
m

ensino médio – 1ª- série – bienal 88 sistema anglo de ensino


5. Um corpo abandonado de um certo ponto, a uma
determinada altura em relação ao solo, adquire
um movimento que denominamos queda livre.
Desprezando a resistência do ar, determine a
aceleração de um corpo em queda livre.

|a| = g
R = P = mg

Desprezando a resistência do ar, um corpo em queda li-


vre fica sob ação exclusiva de seu peso:
R = P = mg (1)
Por outro lado, de acordo com o Princípio Fundamental
da Dinâmica:
R = m|a| (2)
Comparando (1) e (2), vem:
m|a| = mg
Cancelando a massa:
|a| = g
Um corpo em queda livre, sem resistência do ar, adquire
uma aceleração vertical, para baixo, de intensidade igual
a do campo gravitacional, que não depende da massa.

Consulte
Livro 1 – Capítulo 4
Caderno de Exercícios 1 – Capítulo 4

Tarefa Mínima
AULA 28
1. Leia os itens de 12 a 15.
2. Faça os exercícios 19 e 20.
AULA 29
Faça o exercício 15.

Tarefa Complementar
AULA 28
Faça os exercícios 16, 17, 24 e 25.
AULA 29
Faça os exercícios de 21 a 23 e 26.

ensino médio – 1ª- série – bienal 89 sistema anglo de ensino


Aula
30
2. Os gráficos da velocidade em função do tempo
dos movimentos a, b e c estão representados
na figura abaixo. Complete as frases a seguir,
de modo a obter as descrições desses movi-
Movimento uniformemente variado: mentos.
equação da velocidade
V (m/s)
Em um movimento uniformemente variado: 16
• a aceleração escalar é constante; Movimento a
• a velocidade pode ser calculada em um instan-
te t qualquer pela expressão V = V0 + at;
12
• o gráfico da velocidade em função do tempo é
uma reta não paralela ao eixo t.

Movimento b
1. Entre os três movimentos descritos pela tabela
que se segue, há movimentos uniformemente 4
Movimento c
variados. Escreva, para esses movimentos, as
funções que permitem determinar a velocidade
em função do tempo.
0 1 2 t (s)
t(s) 0 1 2 3 4 5
movimento 1 V(m/s) 3 5 7 9 11 13 No espaço (1) indique se o movimento é unifor-
me ou uniformemente variado. No espaço (2)
movimento 2 V(m/s) 18 15 12 9 6 3
indique se a velocidade é constante, crescente
movimento 3 V(m/s) 64 32 16 8 4 2 ou decrescente.
O movimento a é do tipo (1) uniformemente
São MUV os movimentos 1 e 2. variado . A velocidade tem valor de 8 m/s no
movimento 1
velocidade inicial: 3 m/s instante t = 0. A velocidade vai (2) crescendo
ΔV até atingir o valor 16 m/s 2 segundos depois. A
aceleração: = 2 m/s2 2
Δt aceleração escalar do movimento vale 4 m/s .
A expressão da velocidade até este instante é
V1 = 3 + 2t (V em m/s e t em s)
V = 8 + 4t (com V em m/s e t em s) .
movimento 2
velocidade inicial: 18 m/s O movimento b é do tipo (1) uniformemente variado .
ΔV A velocidade tem valor 12 m/s no instante t = 0.
aceleração: = – 3 m/s2 A velocidade vai (2) decrescendo até atingir o
Δt
valor 0 2 segundos depois. A aceleração
V2 = 18 – 3t (V em m/s e t em s) 2
escalar do movimento vale – 6 m/s . A expres-
são que permite calcular a velocidade em cada
instante é: V = 12 – 6t (com V em m/s e t em s) .
O movimento c é do tipo (1) uniforme . A ve-
locidade é (2) constante . O valor da veloci-
dade é 4 m/s .
Do gráfico, os movimentos a e b são MUV.

ensino médio – 1ª- série – bienal 90 sistema anglo de ensino


movimento a R=A
velocidade inicial: 8 m/s R = m|a|
A = m|a| = 0,1 ⋅ 2,5
ΔV
aceleração: = 4 m/s2 A = 0,25 N
Δt
movimento b
velocidade inicial: 12 m/s
4. Um corpo é abandonado, a partir do repouso,
ΔV
aceleração: = – 6 m/s2 de uma altura h. Sabendo-se que o corpo gas-
Δt ta 3 s para chegar ao solo e que a aceleração lo-
O movimento c é MU, com velocidade escalar constante cal da gravidade vale g = 10 m/s2, determine,
4 m/s. desprezando a resistência do ar:
a) a velocidade com que o corpo chega ao solo;
b) a altura h.
a) Um corpo em queda livre adquire aceleração escalar
constante a = g. Portanto seu movimento é unifor-
memente variado.
3. Um corpo de massa 100 g é lançado sobre uma Como o corpo parte do repouso, a velocidade inicial é
superfície plana horizontal e passa pelo ponto nula e a equação da velocidade é:
M com velocidade 10 m/s. Em virtude da ação V = 10t (V em m/s e t em s).
do atrito, o corpo para em um ponto N, 4 s de- No instante t = 3s: V = 30 m/s
pois da passagem por M. Supondo que a ace- b) Podemos esboçar o gráfico de V em função de t.
leração seja constante, determine:
V (m/s)
a) a aceleração escalar do movimento;
b) a velocidade em função do tempo;
30
c) o gráfico da velocidade em função do tempo;
d) a distância MN;
e) a intensidade do atrito.

ΔV h
a) a = = – 2,5 m/s2
Δt
3 t (s)
b) V = 10 – 2,5 t
c) V (m/s) Dele, obtemos:
1
10 h= (3 ⋅ 30) = 45 m
2

4 t (s)

1
d) MN = d = (10 ⋅ 4)
2 Consulte
d = 20m Livro 1 – Capítulo 4
e) N Caderno de Exercícios 1 – Capítulo 4

Tarefa Mínima
M N
R=A 1. Leia os itens 16 e 17.
2. Faça os exercícios de 27 a 31.

Tarefa Complementar
P
Faça os exercícios de 32 a 37.

ensino médio – 1ª- série – bienal 91 sistema anglo de ensino


Aulas
31 e 32
c) S = S0 + ΔS
1 2
S = S0 + V0t + at
2
Movimento uniformemente variado:
equação horária
Em um movimento uniformemente variado:
• a aceleração escalar é constante;
• a velocidade pode ser calculada em um instan-
te t qualquer pela expressão V = V0 + at;
• o gráfico da velocidade em função do tempo é
uma reta não paralela ao eixo t;
• o espaço pode ser calculado em cada instante
1 2
pela equação S = S0 + V0t + at
2

2. Uma resultante de 10 N age sobre um corpo de


massa 2,0 kg durante 2,0 s. Determine o deslo-
camento do corpo no intervalo de tempo em
que a força agiu, sabendo que o corpo estava
1. O gráfico da figura indica a velocidade de um
inicialmente em repouso.
corpo em função do tempo de movimento.
O A (0) P (t)
R = m|a|
R
|a| = = 5 m/s2
m
S0 ΔS 1
ΔS = V0t + at2
2
S
1
Determine: ΔS = 0 ⋅ 2 + 5(2)2
2
a) o tipo de movimento realizado; ΔS = 10 m
b) o deslocamento do corpo entre os instantes
0 e t;
c) se, no instante t = 0, o corpo está em um
ponto A, de espaço S0, determine o espaço S
no instante t.
Velocidade
V = V0 + at

V0 ΔS

t tempo
a) MUV (o gráfico de V em função de t é uma reta).
1
b) ΔS = (V + V0 + at)t
2 0
1 2
ΔS = V0t + at
2

ensino médio – 1ª- série – bienal 92 sistema anglo de ensino


3. Um carro de massa 1,5 ton, movimentando-se a uma velocidade V0, precisa de 4 s e de uma distância
de 40 m para conseguir parar.
Supondo que a aceleração seja constante enquanto o carro está sendo freado, determine a velocidade
V0 e a resultante das forças que agem no carro enquanto ele está sendo freado.

A (0) V0 P (4 s)

ΔS

1 2
V = V0 + at ΔS = V0t + at
2
1 2
0 = V0 + a4 40 = V04 + a4
2
Resolvendo o sistema, obtemos:
V0 = 20 m/s e a = – 5m/s2
R = m|a|
R = 1500 ⋅ 5
R = 7500 N

4. Um corpo de massa m = 15 kg parte do repouso e percorre uma distância de 16 m em 4 s, sob ação de



uma força horizontal constante F. A trajetória é retilínea e o corpo está apoiado sobre uma superfície
plana horizontal.

Determine a intensidade da força F, considerando que a intensidade da componente do atrito é 10 N.
Forças Movimento
A (0) P (4 s)

ΔS

1
A F ΔS = V0t + at2
2
1
16 = 0 ⋅ 4 + a42
2
P
a = 2 m/s2

Resultante Aceleração
R=F–A a = 2 m/s2
R = m|a| F – 10 = 15 ⋅ 2
F – A = m|a| F = 40 N.

AULA 32
Faça os exercícios 40 e 41.
Consulte Tarefa Complementar
Livro 1 – Capítulo 4 AULA 32
Caderno de Exercícios 1 – Capítulo 4 Faça os exercícios de 42 a 48.
Tarefa Mínima
AULA 31
1. Leia o item 18.
2. Faça os exercícios 38 e 39.

ensino médio – 1ª- série – bienal 93 sistema anglo de ensino


Aulas
33 e 34
1 (V – V0)
ΔS = (V + V0)
2 a
2aΔS = V2 – V02
Movimento uniformemente variado:
V2 = V02 + 2aΔS
equação de Torricelli
que é a relação obtida.
Em um movimento uniformemente variado:
(Ou, então, apresente a demonstração do Livro.)
• a aceleração escalar é constante;
• a velocidade pode ser calculada em um instan-
te t qualquer pela expressão V = V0 + at;
• o gráfico da velocidade em função do tempo é
uma reta não paralela ao eixo t;
• o espaço pode ser calculado em cada instante
1 2
pela equação S = S0 + V0t + at ;
2
• equação de Torricelli: V2 = V20 + 2aΔS.

1. Um corpo em MUA, com uma aceleração a,


tem velocidade V0 no instante t = 0, e velocida-
de V, após um deslocamento ΔS. Vamos obter
uma relação entre ΔS, V, V0 e a sem envolver o
tempo de movimento t.
Velocidade

V
V0 ΔS

t tempo

Vamos obter o tempo, a partir da equação da velocidade:


(V – V0)
V = V0 + at ⇒ t =
a
O trapézio assinalado tem base maior V, base menor V0
(V – V0)
e altura t =
a
Assim:
A área do trapézio vale:
(base maior + base menor)
⋅ altura
2
Essa área é numericamente igual a ΔS:

ensino médio – 1ª- série – bienal 94 sistema anglo de ensino


2. Um veículo de massa M = 0,8 ton passa por um ponto A com velocidade de 144 km/h e acelera unifor-
memente até atingir 216 km/h em um ponto B. Determine a intensidade da resultante das forças que
agem sobre o veículo, sabendo-se que a trajetória é retilínea e que AB = 1 km.
Dados:
VA = 144 km/h = 40 m/s
VB = 216 km/h = 60 m/s
ΔS = AB = 1 km = 1000 m
m = 0,8 ton = 800 kg
Resultante: Movimento:
R = m|a| VA VB
R = 800 ⋅ 1 = 800N
R = 800N A B
ΔS

VB2 = VA2 + 2aΔS


602 = 402 + 2a ⋅ 1 000
a = 1 m/s2

3. Ainda com relação ao veículo do exercício 2, supondo que, ao atingir a velocidade de 216 km/h, o mo-
torista seja obrigado a frear, determine a distância necessária para o carro parar, admitindo-se que o
processo de retardamento se deva exclusivamente ao atrito, que vale 60% da componente normal da
força de contato. (Adote g = 10 m/s2)
Forças Movimento: MRUR

N=P

V=0
V0
A = 60% N

P = mg

V2 = V02 + 2aΔS
0 = 602 + 2(–6) ⋅ ΔS
ΔS = 300 m

Resultante Aceleração
R = A = 0,6 ⋅ N |a| = 6m/s2

R = m|a|
0,6 ⋅ N = m|a|
0,6mg = m|a|
|a| = 0,6g = 6m/s2

ensino médio – 1ª- série – bienal 95 sistema anglo de ensino


4. Admitindo-se g = 10m/s2, determine a velocidade com que um corpo, abandonado do repouso de uma
altura de 20 m, chega ao solo. Despreze os efeitos do ar.
Força: Movimento:

P
h = 20 m V2 = V02 + 2aΔS
V2 = 0 + 2(10) ⋅ 20
V = 20m/s

V=?

Resultante: Aceleração:

R=P |a| = g = 10 m/s2

R = m|a|
mg = m|a|
g = |a|
|a| = g = 10m/s2

AULA 34
Faça os exercícios 51 e 52.

Consulte Tarefa Complementar


Livro 1 – Capítulo 4 AULA 34
Caderno de Exercícios 1 – Capítulo 4 Faça os exercícios de 53 a 58.

Tarefa Mínima
AULA 33
1. Leia o item 19.
2. Faça os exercícios 49 e 50.

ensino médio – 1ª- série – bienal 96 sistema anglo de ensino


Aulas
35 e 36

Descrevendo um movimento circular


Em um movimento circular uniforme: Relações:

1
• Período (T): tempo para dar uma volta; T=
f
• Frequência (f): número de voltas na unidade de Δs 2πr
V= =
tempo Δt T

(ângulo em que gira)


• Velocidade angular: (ω) = .
(tempo para girar)

2. Imaginando que a Terra apresente apenas mo-


vimento de rotação, determine:
a) a velocidade angular desse movimento. Dê a
1. Uma polia está girando, no sentido horário, a resposta em °/h;
uma frequência de 600 rpm. Determine: b) a velocidade escalar de um ponto do equador
a) a frequência em Hz; terrestre, sabendo que o raio do equador ter-
b) o período em segundos; restre é de, aproximadamente, 6400km.
c) a velocidade angular do movimento em °/s;
d) a velocidade de um ponto a 10 cm do eixo da
polia.
0,1 m

600 rot.
a) f = 600 rot./min = 360 360
60 s a) ω = = = 15°/h
T 24
f = 10Hz
2π 2π
1 ω= = ≈ 0,26rad/h
b) T = = 0,1s T 24
f
2πr 2 ⋅ 3,14 km
b) V = = 6400 ≈ 1664
360 360 T 24 h
c) ω = = ∴ ω = 3600 °/s
T 0,1

2πr
d) V = = 2 π r f = 2 ⋅ π ⋅ 0,1 ⋅ 10 ≈ 6,28 m/s
T

ensino médio – 1ª- série – bienal 97 sistema anglo de ensino


3. A polia A, de raio 60cm, está ligada à polia B, de 4. A relação r1/r2 entre os raios das engrenagens
raio 20cm, por meio de uma correia inextensível. da figura é 1,5. Pede-se:
Se a polia A gira no sentido indicado, com fre-
1 V1 = V2
quência 1200rpm, determine a frequência e o 2
sentido do movimento da polia B, sabendo que
não há escorregamento.

VA

f1 f2
A r1 r2

a) a relação entre as frequências (f1/f2);


b) o sentido da rotação da engrenagem 2, se a
engrenagem 1 gira no sentido anti-horário.
a) Os dentes em contato devem ter a mesma velocida-
B de: V1 = V2
VB
2πr1 2πr2
Como =
T1 T2
Não havendo escorregamento: VA = VB
concluímos:
2πrA 2πrB
= f1 r
TA TB = 2
f2 r1
1 f1
Como T = = 0,67
f
f2
2 π rAfA = 2 π rBfB
b) Sentido horário.
rAfA = rBfB
fB = 3600 rpm no mesmo sentido de A

Consulte
Livro 1 – Capítulo 5
Caderno de Exercícios 1 – Capítulo 5

Tarefa Mínima
AULA 35
1. Leia os itens de 5 a 8.
2. Faça os exercícios de 4 a 6.
AULA 36
Faça os exercícios 7 e 10.

Tarefa Complementar
AULA 36
Faça os exercícios 8, 9 e 12.

ensino médio – 1ª- série – bienal 98 sistema anglo de ensino

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