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BIOLOGIA

PROFESSOR
3a SÉRIE – VOLUME IV
Direção Executiva: Autores:
Fabio Benites
Biologia: Leandro Maia
Gestão Editorial: Filosofia: Gustavo Bertoche
Maria Izadora Zarro Física: Wilmington Collyer
Geografia: Duarte Vieira
Diagramação, Ilustração História: Montgomery Miranda /
de capa e Projeto Gráfico: Bernardo Padula
Alan Gilles Mendes Leitura e Produção: Leila Noronha /
Camila Oliveira Marcelo Beauclair
Dominique Coutinho Língua Espanhola: Mizael Souza
Erlon Pedro Pereira Língua Inglesa: Jaqueline Halack
Língua Portuguesa: Leila Noronha /
Estagiários: Marcelo Beauclair
Carolina Barros Literatura: Leila Noronha /
Thalles Arariba Marcelo Beauclair
Matemática: João Luiz / Gláucio Pitanga
Irium Editora Ltda Química: Wendel Medeiros
Rua Desembargador Izidro, Sociologia: Anne Nunes
no 114 – Tijuca – RJ
CEP: 20521-160 Atualizações:
Fone: (21) 2560-1349 Biologia: Cid Medeiros
www.irium.com.br Língua Espanhola: Maria Izadora Zarro
Língua Inglesa: Maria Izadora Zarro
Química: Beattriz Guedes

É proibida a reprodução total ou parcial, por qual-


quer meio ou processo, inclusive quanto às caracte-
rísticas gráficas e/ou editoriais. A violação de direitos
autorais constitui crime (Código Penal, art. 184 e §§, e
Lei nº 6.895, de 17/12/1980), sujeitando-se a busca e
14 05 19 1901 apreensão e indenizações diversas (Lei nº 9.610/98).
Apresentação:
Olá, querido aluno.
O material da Irium Educação foi elaborado por professores competentes e comprometidos com
uma proposta de educação exigente e plural.
Neste livro, você encontrará uma teoria na medida certa, focada nas informações mais importantes
hoje em dia, e muitos exercícios para fortalecer sua aprendizagem e preparação para os desafios futuros.
Vamos conhecer um pouco mais sobre este livro?
Todo capítulo inicia com uma capa, onde você encontrará uma imagem ilustrativa e os objetivos
de aprendizagem. Estes resumem o que queremos que você aprenda. Quando chegar no final do
capítulo, se você quiser saber se aprendeu o que é realmente importante, volte na capa e verifique se
alcançou cada um dos objetivos propostos.
Antes de entrarmos na teoria, em cada capítulo, você encontrará uma contextualização. Ela funcio-
na para mostrar para você porque o assunto é importante e como você poderá usar esse conhecimento
no seu dia a dia.
No meio do caderno, quando estiver estudando, você encontrará inserções com informações rele-
vantes e que “conversam” com portais da Irium Educação. É o caso do box Como pode cair no ENEM?,
que trazem temas conectados ao assunto do capítulo e propõem questões do ENEM ou com o estilo
da prova. Você poderá resolver os exercícios no seu caderno ou acessar o portal comopodecairnoenem.
com.br. Lá você também encontrará todas essas questões resolvidas em vídeo.
Outra inserção interessante, que visa oferecer mais conhecimento relevante, é o 4News. Nessa se-
ção, será possível acessar notícias recentes que conectam o tema do capítulo com uma informação
importante para a sua formação e para os diversos vestibulares. Na apostila, essas informações estão
resumidas, mas poderá acessar esse conteúdo, produzido pela nossa equipe de professores, na ínte-
gra, através do portal 4newsmagazine.com.br ou utilizando o QR code inserido no box.
Uma das principais marcas dos livros da Irium Educação são os exercícios, que primam pela quan-
tidade e qualidade. Para ajudar os alunos a tirarem suas dúvidas, existem inúmeras questões com
soluções gravadas em vídeo. Elas aparecem com uma câmera e um código. Para acessar a solução,
utilize o código no campo de busca no espaço destinado (videoteca) no nosso site irium.com.br/videoteca
ou até mesmo no Youtube.

Além dos exercícios tradicionais, de concursos, propomos uma atividade mais experimental no final
de cada capítulo. Na seção Pesquisando, você encontrará uma proposta de reflexão e/ou pesquisa
com o intuito de tornar o aprendizado teórico mais prático e concreto. Essa atividade poderá ser usada
para seminários e apresentações, de acordo com a agenda pedagógica da escola.
Além dos exercícios tradicionais, propomos uma atividade de revisão importante, que chamamos
de Resumindo. No final de cada aula, convidamos os alunos a relembrar os pontos mais importantes
e resumi-los com as suas próprias palavras. Essa atividade é essencial para a consolidação da apren-
dizagem, pois, ao criar um resumo próprio, o aluno deixa a postura passiva e assume o protagonismo
do processo e, ao escolher as próprias palavras que sintetizam o conteúdo, torna mais acessível essas
informações em seu cérebro.
A equipe da Irium Educação acredita em uma formação exigente, completa e divertida. Esperamos que
este livro possa proporcionar isso a você.
#vamboraaprender
“A Educação é a arma mais poderosa
que você pode usar para mudar o mundo.”
(Nelson Mandela)

Fabio Benites
Diretor-geral
BIOLOGIA I 3a SPÉRIE

CAPITULO TOPICO AULAS TÍTULO


Bioquímica 11 Água e Sais minerais. Glicídios e lipídios.
1
12 Vitaminas, Proteínas e enzimas
Citologia: 21 Membrana celular e transporte
2
rotina celular 22 Citoplasma e organelas
Citologia: 31 Mitocôndrias e respiração celular
3
produzindo e consumindo combustível 32 Fotossíntese e Quimiossíntese
Citologia: 33 Ácidos nucleicos
4
DNA e síntese de proteínas 34 Síntese de proteínas
Citologia: 41 Núcleo celular
5
núcleo e divisão celular 42 Divisão celular
Fisiologia reprodutiva 51 Sistema reprodutor masculino
6
52 Sistema reprodutor feminino
Histofisiologia: 61 Tecido epitelial
7
tecidos epitelial e conjuntivo 62 Tecidos conjuntivos
Histofisiologia: 81 Tecidos ósseo
8
tecidos ósseo e muscular 82 Tecido muscular
Histofisiologia: 91 Digestão
9
digestão e respiração 92 Respiração
Histofisiologia: 101 Tecido sanguíneo e Circulação
10
circulação e excreção 102 Excreção
Histofisiologia: 111 Sistema endócrino I
11
sistema endócrino 112 Sistema endócrino II
Histofisiologia: 121 Tecido nervoso
12
sistema nervoso 122 Sistema nervoso

BIOLOGIA II 3a SPÉRIE

CAPITULO TOPICO AULAS TÍTULO


Ecologia: 13.1 Conceitos básicos
13
conceitos básicos 13.2 Relações tróficas
Ecologia: 14.1 Ciclos biogeoquímicos
14
ciclos e relações 14.2 Relações ecológicas
Ecologia: 15.1 Biomas
15
impactos ambientais 15.2 Impactos ambientais
Histofisiologia 16.1 Reino vegetal
16
vegetal 16.2 Histofisiologia vegetal
Genética: 17.1 Conceitos e 1a Lei de Mendel
17
Leis de Mendel 17.2 Probabilidade e 2a Lei de Mendel
Genética: 18.1 Biotecnologia
18
além de Mendel 18.2 Imunologia
Evolução: 19.1 Origem da vida
19
origem da vida e teorias evolutivas 19.2 Teorias evolutivas
Evolução: 20.1 Evidências da Evolução
20
evidências da Evolução 20.2 Genética de populações
Seres vivos: 21.1 Vírus e bactérias
21
os menores seres 21.2 Protozoários e fungos
Seres vivos: 21.1 Invertebrados I
22
invertebrados 21.2 Invertebrados II
Seres vivos: 22.1 Peixes, anfíbios e répteis
23
vertebrados 22.2 Aves e mamíferos
Sanitarismo e 24.1 Saneamento básico
24
saúde 24.2 Principais doenças ligadas a água e esgoto
HISTOFISIOLOGIA TECIDOS EPITELIAL E CONJUNTIVO

ORIENTADOR METODOLÓGICO 8) D – suas células estão bem próximas. Há a au-


sência de vasos sanguíneos.
Histofisiologia: tecidos
9) B – os nutrientes se difundem do tecido con-
epitelial e conjuntivo juntivo para o epitelial.

Objetivos de aprendizagem: 10) C – os tipos de tecidos epiteliais apresentam


• Compreender as principais características uma variedade de formatos diferentes.
do tecido epitelial diferenciando o tecido epite-
lial de revestimento do tecido epitelial glandular Habilidade do ENEM:
e as particularidades de cada um; 11) D
• Compreender as principais características
do tecido conjuntivo propriamente dito. 12) B – o tendão é rico em fibras colágenas dis-
postas de forma paralela.
Praticando:
1) C – tecido avascular que recobre superfícies 13) Soma: 01 + 02 + 08 + 16 = 27
internas externas e forra cavidades ocas, envol-
vido com a absorção, proteção e secreção.
14) A

2) E – são produzidos pelas glândulas endócrinas


15) Os tendões são os elementos que unem os
e agem em células específicas, pois essas células
músculos aos ossos. São constituídos por tecido
possuem receptores para esses hormônios que
conjuntivo denso e modulado.
irão desempenhar determinada função.

16) A – mastócitos liberam histaminas atuando


3) D – afirmativa 3 está errada pois não há gran-
nos processos de inflamação.
de dessas 3 fibras na pele.

17) D – tendão é TCPD.


4) Uma parte do pâncreas produz o suco pan-
creático, que é lançado no intestino através de
um canal, o que caracteriza uma função exócri- 18) C – fibras paralelas aguentam a tração.
na; outra parte lança secreção (insulina) no san-
gue, caracterizando uma função endócrina.
19) D – condrócitos são principais células do te-
cido cartilaginoso.
5) Função: capturar impurezas e bactérias do ar
(células caliciformes), varrendo-os para fora (cí-
lios). Classificação: pseudoestratificado cilíndrico. 20) A – A estimulação do mastócito desencadeia
uma resposta imunológica.

6) Glândulas endócrinas são aquelas que perdem


a comunicação com o epitélio de origem (não têm 21) B – carne bovina tem pouco lipídio.
canal), e secretam seu produto no sangue. Exem-
plo: tireoide, hipófise, paratireoide, suprarrenal. 22) A – aumentam de tamanho.
As glândulas exócrinas possuem um canal que
permite que a secreção seja lançada na superfície
do epitélio de origem. Exemplo: sudoríparas, se- Habilidade do ENEM:
báceas, lacrimais, mamárias, salivares. 23) D

7) Função: absorção do alimento. Classificação: Aprofundando:


simples e cilíndrico. 24) C
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HISTOFISIOLOGIA TECIDOS EPITELIAL E CONJUNTIVO

25) E – essa proteção auxilia na manutenção da


temperatura corpórea

26) E – não fica na camada mais profunda

27) D – a lipoaspiração retira células do tecido


adiposo

28) A – tecido adiposo protege e auxilia na ma-


nutenção da temperatura

29) C – tecido adiposos protege e auxilia na ma-


nutenção da temperatura, além de atuar no
amortecimento contra impactos

30) Armazenamento de gordura que serve como


reserva energética do organismo, mas também
pode atuar como isolante térmico, (ajudando na
manutenção da temperatura do corpo) e como
proteção contra choques mecânicos, posicio-
nando-se entre a pele e os órgãos internos.

Habilidade do ENEM:
31) B

Desafiando:
32) A – o pericôndrio é tecido conjuntivo.

33) E – é a única opção que correlaciona de for-


ma correta os tipos de epitélios com as funções
e local.

34) a) Os vírus destroem as células responsáveis


pela defesa orgânica das focas.
b) Macrófagos — fagocitose; Linfócitos — re-
conhecimento e produção de anticorpos.
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HISTOFISIOLOGIA: TECIDOS ÓSSEO E MUSCULAR

ORIENTADOR METODOLÓGICO tituídas por miofibrilas envolvidas pelo sarco-


plasma.
Histofisiologia: tecidos Tipos:
Tecido muscular liso – contração involuntária
ósseo e muscular (células fusiformes com núcleo central).
Tecido muscular estriado – contração volun-
Objetivos de aprendizagem: tária (células fusiformes com faixas claras e es-
curas dispostas transversalmente à célula).
• Entender o papel do tecido ósseo e do teci- Tecido muscular cardíaco – Nos vertebrados
do muscular, bem como suas características e a é um tecido estriado de contração involuntária
importância desses tecidos para a manutenção (coração).
do organismo.

Praticando: 14) Neurônio: unidade estrutural do sistema


nervoso, possui prolongamentos (dendritos e
1) D – a reabsorção é feita pelo osteoclasto. axônio) e é especializado em gerar e transmitir
impulsos de natureza eletro-química.
2) A – são estruturas do tecido ósseo. Célula muscular: fusiforme e contém miofi-
brilas capazes de alterar seu comprimento re-
3) E – a M.O.V. produz as células sanguíneas. sultando na contração e relaxamentos da mus-
culatura.
Espermatozoide: célula reprodutora masculi-
4) C – a hemólise provoca o rompimento da célula. na, possui flagelo, especialização que permite o
deslocamento em direção ao óvulo.
5) C – é a chamada ossificação endocondral. Célula caliciforme: ocorre no epitélio intesti-
nal, especializada na secreção de muco. Possui
6) E – fibras estriadas esquelética possui contra- grande quantidade de retículo endoplasmático
ção própria,alisa sofre contração inviluntária, as rugoso e complexo de Golgi muito desenvolvido.
fibras cardíacas involuntarias e vigorosas. Célula epitelial: forma os tecidos de revesti-
mento e apresenta especializações de membra-
na relacionadas com a adesão celular, como os
7) V F V VV F V
desmossomos e interdigitações.

8) B – pois estão associados a movimentação de


15) B – os movimentos peristálticos são contro-
membros.
lados por musculatura lisa.

9) E – o sarcomero não é apenas formado ape-


16) D – condrócitos são as células do tecido car-
nas de actina e miosina.
tilaginoso.

10) C – a creatina fosfato serve como uma reser-


Habilidades do Enem:
va de fosfatos.
17) B

11) B – Afirmativa II esta errada pois as coxas e


os glúteos são musculatura estriada esqueléti- Aprofundando:
ca. Afirmativa III esta errada pois o uso de este- 18) [A]
roides modifica a musculatura cardiaca. O maratonista apresenta maior número de fi-
bras do tipo I ou ST, porque as fibras musculares
são menores, contêm muitas mitocôndrias para
12) D oxidação da glicose em presença de oxigênio,
13) Tecido – Conjunto de células idênticas, inti- com concentrações maiores de mioglobina e
mamente e relacionadas, exercendo determina- uma irrigação sanguínea mais abundante, adap-
da função. tadas para uma contração lenta em um longo
Tecido Muscular – formado por células cons- tempo, gerando maior resistência à fadiga.
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HISTOFISIOLOGIA: TECIDOS ÓSSEO E MUSCULAR

[V] Incorreta: O aumento da produção de


19) [C] ATP é acompanhado pelo aumento da síntese
de proteínas, entre outras substâncias.
[A] Incorreta. Apesar de o cálcio promover
o deslizamento dos miofilamentos, a miosina é
um filamento grosso. 23) [A]
[B] Incorreta. O gasto de energia ocorre tan- As características apresentadas são típicas
to durante a contração quanto durante o rela- do tecido ósseo.
xamento. No relaxamento, os íons de cálcio são
bombeados para o interior do retículo sarco-
24) [B]
plasmático, um tipo de retículo endoplasmático
das células musculares, especializado no arma- A sequência correta na coluna II, de cima
zenamento de íons cálcio. para baixo é: 2, 3 e 1.
[C] Correta. O cálcio atua na contração mus-
cular (nos miócitos – células musculares); na 25) [B]
coagulação sanguínea, atuando no processo de Os ossos longos crescem nas extremidades
formação de filamentos de fibrina; e na trans- onde se localizam as cartilagens de crescimento,
missão de impulso nervoso, através da abertura regiões denominadas discos epifisários.
de canais de cálcio, em associação ou não ao só-
dio, produzindo o potencial de ação.
[D] Incorreta. O paratormônio é responsá- 26) [E]
vel pelo aumento do nível de cálcio no sangue. Os osteoclastos são as células responsáveis
A diminuição de cálcio no sangue pode causar pela reabsorção da matriz do tecido ósseo.
problemas graves de contração das células mus-
culares esqueléticas, através de contrações in- 27) [D]
termitentes.
[II] Falsa. O exercício físico contribui decisiva-
[E] Incorreta. O Transporte de cálcio em mió- mente para a manutenção do vigor ósseo.
citos (células musculares) envolve a sua passa-
gem pelo retículo sarcoplasmático. Tonoplasto
é uma membrana que delimita os vacúolos de Habilidades do Enem:
células vegetais. 28) [C]
A musculação é a atividade física mais indica-
20) [D] da para pessoas com sarcopenia, pois acelera o
O tecido muscular estriado esquelético tem crescimento e a resistência muscular.
contração voluntária e o tecido muscular estria-
do cardíaco tem contração involuntária. A acti-
na aparece sob a forma de filamentos finos e a
Desafiando:
miosina de filamentos grossos. O tecido muscu- 29) a) Os maratonistas estão representados pelo
lar liso apresenta actina e miosina, porém em grupo C, pois em corridas de longas distâncias a
disposições não estriadas. Toda célula muscular alta densidade de mitocôndrias e o metabolis-
apresenta actina e miosina. O músculo liso mul- mo aeróbico são requisitos mais importantes. Já
tiunitário é formado por fibras musculares in- os velocistas estão representados pelo grupo A,
dividualizadas, que atuam independentemente pois, para corridas de curta distância as fibras
umas das outras; e o músculo liso unitário, que do tipo II, de contração rápida e metabolismo
possui fibras musculares ligadas por junções anaeróbico são mais frequentes.
abertas (gap junctions). b) Essa dor muscular é devida ao acúmulo de
ácido lático, produzido pela intensa atividade
21) [D] anaeróbica das fibras musculares.
O útero é constituído por músculo liso, com
contração involuntária.

22) [C]
[II] Incorreta: O número de mitocôndrias nos
miócitos aumenta com os exercícios, mas não
indefinidamente.
[IV] Incorreta: O número de mitocôndrias au-
menta com a demanda por energia nos exercí-
cios físicos.
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EVOLUÇÃO: DE ONDE VIEMOS E PARA AONDE VAMOS?

ORIENTADOR METODOLÓGICO
9) B. Os indivíduos que possuem as caracterís-
Evolução: de onde viemos e ticas mais favoráveis a sua sobrevivência são os
mais aptos a sobreviverem e se reproduzir.
para aonde vamos?
10) E. As três afirmações expressam o pensa-
Objetivos de aprendizagem: mento de Lamarck, pois falam da lei do uso e
desuso e da herança dos caracteres adquiridos.
• Compreender o método científico e sua apli-
cação para fazer ciência;
• Conhecer a origem da vida, as teorias que a 11) B. Segundo a lei do uso e desuso, proposta
explicam e condições para sua existência, dife- por Jean Baptiste Lamarck, a falta de uso de al-
renciando biogênese de abiogênese. guma estrutura promove o seu atrofiamento e
consequentemente o desaparecimento nas ge-
rações seguintes.
Praticando:
1) A. Os primeiros organismos eram fermenta- 12) B. As afirmativas I e II são baseadas na lei
dores, até porque ainda não havia fotossíntese da transmissão dos caracteres adquiridos, de
para liberar oxigênio na atmosfera. Lamarck. Já as afirmativas III e IV são baseadas
na lei da seleção natural, de Darwin. A única al-
2) E. Como o metabolismo fotossintético é muito ternativa que se encaixa é a letra b.
complexo para ter sido o primeiro a surgir, os
primeiros organismos não tinham oxigênio dis- 13) D. O Neodarwinismo acrescenta os conhe-
ponível para seu metabolismo. Eles eram hete- cimentos de Genética à teoria de Darwin para
rotróficos fermentadores. explicar a origem da variabilidade genética.

3) E. O experimento de Pasteur acabou de vez 14) C. O uso e desuso está errado. Nem todas
com a disputa entre as teorias da biogênese e as estruturas se desenvolvem com o uso ou se
abiogênese. Seu experimento permitia o con- atrofiam com o desuso, e também não são pas-
tato do ar com o caldo nutritivo e mesmo assim sadas as futuras gerações.
não foi observado nenhum surgimento de vida.

15) A. Os fatores evolutivos que o Neodarwinis-


4) D. A sequênca de eventos correta é: 2 – 1 – 3 – 4. mo acrescenta na teoria de Darwin são: muta-
ção e recombinação gênica.
5) C. O fator I não pode ser levado em conta pois
a água já estava presente antes da embalagem Habilidades do ENEM:
ser aberta e o fator IV não se encaixa à situa-
ção, pois nenhuma substância é adicionada ao 16) C
leite para conservá-lo. Ao deixar o leite aberto
e fora da geladeira, o fator temperatura irá agir Aprofundando:
(fatores II e III) e a contaminação pelo ar tam- 17) A frequência do alelo recessivo da ilha an-
bém (fator V).
tes do terremoto é igual a O nascimento de ani-
mais com a pelagem clara na ilha menor ocor-
6) C reu como consequência do acasalamento de
animais heterozigotos A seleção natural deter-
Habilidades do ENEM: minou a sobrevivência dos animais cujas varia-
7) C ções levaram ao isolamento reprodutivo com os
animais da ilha maior.

8) C. A necessidade de sobrevivência implica em


uma mudança anatômica/fisiológica no organis- 18) a) Uma determinada colônia de bactérias
mo. Isso ocorre devido ao uso ou a desuso de originalmente sensíveis a determinado antibió-
determinada estrutura — lei do transformismo. tico pode produzir, por mutação, uma linhagem
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EVOLUÇÃO: DE ONDE VIEMOS E PARA AONDE VAMOS?

resistente. A partir daí o medicamento passa a 22) B


eliminar os micro-organismos sensíveis, permi-
tindo a proliferação das bactérias geneticamen- 23) B. O texto fala de uma caraterística adquiri-
te resistentes. da pelo uso em vida que foi transmitida para as
b) Mitose. A reprodução bacteriana por bi- gerações futuras.
partição envolve, em cada fase, uma duplicação
do material genético (DNA) e uma divisão celu-
Desafiando:
lar, produzindo duas células filhas idênticas en-
tre si e idênticas à célula-mãe. 24) a) Os órgãos que apresentam a mesma ori-
gem embrionária são denominados homólogos.
A divergência estrutural verificada entre o an-
19) a) Os indivíduos de uma população não são cestral e a espécie atual é o resultado da seleção
idênticos entre si, apresentam variações em to- natural diferencial que ocorreu durante a histó-
das as características OU Nascem mais organis- ria evolutiva das espécies.
mos do que o ambiente pode suportar, assim,
b) O fechamento do braço de mar provocou o
poucos sobreviem OU Há disputa pelos recur-
isolamento geográfico de populações de peixe-
sos do ambiente, e os indivíduos com caracte-
-boi de água salgada. A formação da bacia ama-
rísticas mais vantajosas para um determinado
zônica determinou a seleção natural das varie-
ambiente têm maiores chances de sobreviver
dades de peixe-boi capazes de sobreviver e se
e de se reproduzir, passando as características
reproduzir na água doce.
vantajosas aos seus descendentes.
b) Bactérias, como todo ser vivo, sofrem mu-
danças de geração para geração, resultando em 25) a) Seleção natural estabilizadora. Na África
indivíduos que respondem de modo diferente subsaariana o genótipo favorecido é o hetero-
ao antibiótico, algumas se tornam resistentes e zigoto. Os portadores desse genótipo são resis-
originarão descendentes também resistentes, tentes à malária. Nessas regiões os indivíduos
surgindo uma nova população de bactérias re- contraem malária e podem morrer, enquanto
sistentes. os portadores do genótipo morrem de anemia
falciforme.
c) O Potencial reprodutivo virótico é maior
que o da bactéria. Isso acontece porque as bac- b) A troca de um nucleotídeo no gene que
térias se reproduzem por divisão binária, neste codifica a cadeia B da hemoglobina implica na
processo ela duplica seu cromossomo e se di- substituição do nucleotídeo no RNA mensageiro
vide ao meio, originando duas novas bactérias e a codificação de um aminoácido diferente na
idênticas, enquanto o vírus se replica, gerando molécula proteica.
dezenas ou mesmo centenas de novos vírus.
26) a) Os artrópodes secretam um exoesqueleto
20) A reprodução sexuada aumenta a variabili- constituído por quitina, um polissacarídeo. Os
dade genética da população de caramujos para- vertebrados são dotados de um endoesqueleto
sitados pelos vermes. Dessa forma, a população predominantemente ósseo e rico em fosfato de
apresenta maior possibilidade de sobreviver cálcio.
quando parasitados pelos vermes. b) A seleção natural é o fator evolutivo que
A reprodução assexuada produz cópias ge- age sobre as variações, preservando aquelas
neticamente idênticas, mas permite o aumento que são favoráveis para a sobrevivência e repro-
mais rápido da população de caramujos. dução das espécies. Os machos com os “chifres”
maiores, designados por G, obtêm maior su-
cesso na cópula e transmitem esse traço para a
21) a) Segundo a teoria lamarckista, as bactérias maioria dos descendentes machos, configuran-
podem se tornar resistentes para sobreviver na do a ação da seleção sexual.
presença dos antibióticos e transmitem essa ap-
tidão adquirida aos seus descendentes.
b) Segundo a teoria darwinista, os antibióti-
cos selecionam as variedades bacterianas natu-
ralmente resistentes, eliminando as variedades
sensíveis.
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EVOLUÇÃO: EVIDÊNCIAS DA EVOLUÇÃO

ORIENTADOR METODOLÓGICO III, falso. Com pressões seletivas diferentes, di-


ferentes fenótipos serão selecionados. Logo,
diferenças nas frequências alélicas passarão a
Evolução: evidências da existir entre as populações isoladas geografica-
evolução mente e serão importantes para o isolamento
reprodutivo.
III, falso. Nesse tipo de especiação, o ambiente
geográfico é que promove a separação de uma
Objetivos de aprendizagem: população inicial em duas ou mais e, portanto,
• Compreender o processo de especiação e dificulta o fluxo gênico entre elas.
seus tipos;
• Entender a relação entre evolução e gené- 8) E. Todas estão corretas.
tica, analisando a frequência de genes em uma
população.
9) C. Para que haja a ocorrência do voo algumas
características devem ocorrer. Temos duas es-
Praticando: pécies diferentes que desenvolveram caracterís-
1) E. O isolamento permite o acúmulo de dife- ticas em comum para realizar um determinada
renças, dificultando o processo de trocas de ge- função. Ambas devem convergir pra um mesmo
nes entre as populações. ponto (características que permitem o voo).

2) D 10) D
I: errada, na especiação parapátrica não há
isolamento geográfico. Habilidades do ENEM:
11) C
III: errada. A afirmativa diz que na especiação
alopátrica uma nova espécie evolui em uma po-
pulação geograficamente contígua. A população 12) Usamos nesse exercício q= a frequência do
não é próxima, mas sim distante, porque há um gene para fenilcetonúria.
isolamento geográfico na especiação alopátrica. q2 = 1/10000
Logo
q = 1/100
3) C. Quando maior a quantidade de diferenças, uma vez que p + q = 1, p = 1 – q
mais difícil será a troca de genes entre duas po- p+q=1
pulações. p + 1/100 = 1
p = 1 – 1/100 = 99/100
4) D. A especiação começa quando parte de uma
espécie se isola geograficamente. Essa popula- 2pq
ção, ao se isolar, está sujeita a sofrer mutações 2(1/100 x 99/100) = 2 x 99/10000
que modificam, com o passar do tempo, o seu 198/10000 ou 1/50
genótipo e, consequentemente, ocorre o isola- A frequência do gene normal = 1 – 1/100 ou
mento reprodutivo. Surge assim uma nova es- 99/100.
pécie. A proporção de heterozigotos portadores na
população = 2(1/100) (99/100) ou 198/10000 ou
5) C. Em A há a cladogênese separa em dois gru- 1 em 50 pessoas.
pos. Em B ocorrem as mudanças gradativas que
aumentam o grau de diferença. 13) B. O equilíbrio de Hardy-Winberg é uma teo-
ria que diz que se nenhum fator evolutivo acon-
6) C. A S.N. seleciona o conjunto gênico mais fa- tecer em uma população, as frequências dos
alelos será sempre constante durante todas as
vorável.
gerações. Vamos utilizar “A” para dominante e “a”
para recessivo. Como sabemos que a frequência
7) C. I: A homogeneidade genética é importante do alelo dominante é 0,6, concluímos que a fre-
para que não haja isolamento reprodutivo entre quência do alelo recessivo é 0,4. A soma dessas
os indivíduos. duas frequências tem que dar sempre 1.
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EVOLUÇÃO: EVIDÊNCIAS DA EVOLUÇÃO

Agora que sabemos isso, podemos calcular a Habilidades do ENEM:


frequência de indivíduos heterozigotos pela 18) E
seguinte fórmula: Frequência (Aa) = 2pq, onde
“p” é a frequência do alelo dominante e “q” é a Aprofundando:
frequência do alelo recessivo. Essa fórmula você 19) B
aprende ao estudar o equilíbrio de Hardy-Wein-
berg. 20) C. [I] Correta. É um caso de herança quanti-
Frequência (Aa) = 2*p*q tativa, pois ilustra o efeito cumulativo de alguns
Frequência (Aa) = 2*0,6*0,4 genes para uma característica, cada um contri-
Frequência (Aa) = 0,48 buindo com uma parcela do fenótipo; as expres-
sividades variam, ou seja, com distribuição em
14) A frequência do gene m é 0,4 e a do gene M fenótipos extremos (em quantidades menores
é 0,6. – homozigotos nas pontas) e fenótipos interme-
diários (quantidades maiores – heterozigotos no
Sabendo disto, podemos estimar a frequên- meio).
cia genotípica do seguinte modo: [II] Correta. Sete fenótipos distintos podem
p2 + 2pq + q2 ser determinados por três pares de alelos (seis).
(0,6)2+2(0,6 x 0,4)+(0,4)2 [III] Incorreta. A distribuição apresenta indi-
0,36 + 0,48 + 0,16 víduos homozigotos em suas extremidades, que
são os fenótipos extremos, expressos em me-
Logo, a frequência genotípica é: nor quantidade.

MM=0,36=36% 21) A
Mm=0,48=48%
mm=0,16=16% 22) D

23) B
15) C
ALBINOS – 4/100 –= 0,04 = frequência genotípica 24) B
Frequência gênica = √0,04 = 0,2
P+q = 1----- p = 1 – 0,2 = 0,8 25) D
Aa = 2x0,8x0,2 = 032 = 64
26) C. As características citadas confirmam a
16) A. Segundo Hardy-Weinberg, para que uma ocorrência de evolução divergente ou homolo-
população se mantenha em equilíbrio é preciso gia, onde a origem embrionária entre as espé-
que ela seja pan-mítica, ou seja, os cruzamentos cies é semelhante, filogeneticamente próximas,
precisam ocorrer ao acaso. Também é necessá- com origem evolutiva comum, mas certas estru-
rio que os indivíduos não sofram mutações ou turas podem desempenhar funções diferentes,
quaisquer outros fatores evolutivos. como nadar e caminhar.

17) C 27) D. A analogia relaciona-se à semelhança


AA = p² = 0,25 morfológica de estruturas entre certas espécies,
p = 0,5 em razão da adaptação a funções semelhantes,
_______________________ porém com origens evolutivas diferentes.
p+q=1
0,5 + q = 1 28) D. [I] Incorreta. A mutação é um fator evo-
q = 0,5 lutivo em que ocorre alteração nas bases ni-
_______________________ trogenadas do DNA, originando novos alelos,
podendo produzir características hereditárias
aa = q² = (0,5)² = 0,25 que confiram alguma vantagem aos indivíduos
_______________________ de uma população, aumentando a frequência
desses alelos na população (maior variabilidade)
A frequência de indivíduos homozigotos (aa) é e as chances de sobrevivência e reprodução; a
de 0,25 ou 25%. recombinação é um fator evolutivo que ocorre
com o rearranjo dos genes existentes em uma
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8
EVOLUÇÃO: EVIDÊNCIAS DA EVOLUÇÃO

população, promovendo o surgimento de genó-


tipos sem a ocorrência de mutações, através da
reprodução sexuada.
[IV] Incorreta. Órgãos vestigiais são estruturas
pouco desenvolvidas e sem função expressiva
no organismo, mas que eram adaptados e im-
portantes em ancestrais remotos, indicando re-
lações evolutivas entre as espécies.

29) C. O verde é uma coloração favorável para a


camuflagem na folhagem. A cor rósea destaca o
inseto, tornando-o mais suscetível ao ataque de
seus predadores.

Desafiando:
Habilidades do ENEM:
30) A

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