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ATENDER AO CHAMADO X OLHAR (na Rotina)

O contato visual é a principal chave para a comunicação e interação


social. Afinal, normalmente é somente após fixar o olhar que a criança fica atenta ao que
vamos falar.

Por isso, trabalhávamos com o olhar 20 (vinte) minutos aos dia.

No entanto, o Modelo Denver apresenta maneiras muito menos invasivas de trabalhar


com o olhar. Por esta razão, é importante seguir as seguintes dicas na Rotina:

1) DIMINUIR A FREQUÊNCIA DO CHAMADO

2) ASSOCIAR O NOME A MOMENTOS RECOMPENSADORES - evitar negações


quando usar o nome, chamar apenas em momentos prazerosos, por exemplo, quando
for dar um biscoito, brinquedos, etc. Mas evite usar somente nessas situações, para não
achar que receberá sempre algo em troca.

3) CÓCEGAS e BRINCADEIRAS SENSÓRIO-SOCIAIS - Bem no auge na brincadeira,


quando a criança olhar, volte a fazer cócegas!

4) PROLONGAR A ÚLTIMA VOGAL DO NOME.

TROCA DE TURNO
TROCA DE TURNOS. É importante treinar a troca de turnos para, por exemplo, saber
num diálogo qual a hora que cada um deve FALAR.

De acordo com o Modelo Denver, para treinar a TROCA DE TURNOS (ou tomada de
vez) com OBJETOS, deixe a criança brincar de 1 a 2 min e, inicialmente seja rápido, tire
o brinquedo da criança dizendo: “- Minha vez!”, e imediatamente devolva dizendo: “- Sua
vez!” Se a criança resistir, você pode fazer a troca com algo de seu interesse. Ainda que
haja uma antipatia inicial, insista e vá aumentando o tempo de troca, assim que a
começar a entender!

Nas ROTINAS SOCIAIS SENSORIAIS, faça revezamento entre a rotina do adulto e o


ato comunicativo da criança.
PAR COMANDO (3 ao dia)
É importante que a criança aprenda a entender e atender nossos comandos para
preparar-se para a vida cotidiana. Na escola, por exemplo, a professora dá o comando:
"vamos fazer uma roda!". E se a criança corre para a rua, é importante atender nosso
comando para parar, etc. Para isso, é necessário realizar um treinamento no método
ABA.

EXEMPLOS DE VARIANTES DE ACORDO COM A EVOLUÇÃO DA CRIANÇA:


1) Comando Simples: inicialmente o comando deve ser simples, como por exemplo: "dá
um abraço".
2) Comando Duplo: Exemplo: "pega o carrinho e leva na cama" (quando o carrinho e a
cama estiverem perto).
3) Comando à Distância: Exemplo: "Pega o telefone no quarto da mamãe".
4) Comando Duplo à Distância: Exemplo" "pega a colher (na cozinha) e leva na mesa".
5) Generalizar o Comando: uma pessoa mais estranha deve determinar os comandos
para generalizar.

ATENDER COMANDOS

É importante que a criança aprenda a entender e atender nossos comandos


para preparar-se para a vida cotidiana. Na escola, por exemplo, a professora
dá o comando: "vamos fazer uma roda!". E se a criança corre para a rua, é
importante atender nosso comando para parar, etc. Para isso, é necessário
realizar um treinamento no método ABA.

COMO FAZER:
a) Dar o comando,
b) Fazê-lo cumprir (com a ajuda necessária),
c) Dar o reforço.

AJUDA: Por exemplo, no comando: "Dá o carrinho", pegar em sua mão,


fazendo-o pegar e dar para você. Se for à distância, ficar como sombra da
criança, conduzindo-a para cumprir o comando.

VARIANTES DE EVOLUÇÃO:
a) Comando Simples: inicialmente o comando deve ser simples, como por
exemplo: "dá um abraço".
b) Comando Duplo: Exemplo: "pega o carrinho e leva na cama" (quando o
carrinho e a cama estiverem perto).
c) Comando à Distância: Exemplo: "Pega o telefone no quarto da mamãe".
d) Comando Duplo à Distância: Exemplo" "pega a colher (na cozinha) e leva
na mesa".
e) Generalizar o Comando: uma pessoa mais estranha deve determinar os
comandos para generalizar.
Lembrando que, ainda que não seja durante o método ABA, o lema é: "Ordem
dada, ordem cumprida!"
Sempre fazer cumprir seus comandos durante a rotina, independente da
situação. (Ex. Se você pedir para dar um beijo na vó, não volte atrás! Se
mandou, tem que cumprir!).

INSTRUÇÕES VERBAIS
Thiago Lopes
Thiago dá dicas de como ensinar a criança a seguir instruções verbais de acordo com o
Modelo Denver.
Conforme ensina a linda mamãe Catherine do IG
@apontandoparaofuturo.autism:
"Compartilhando com vcs como eu ensinei o Bento a seguir
comandos aqui em casa.
A primeira coisa que eu fiz e que eu faço até hoje .
1) eu me abaixo e fico no nível dos olhos dele,
2) espero ele ficar calmo (se ele estiver agitado)
3) espero ele fazer contato visual comigo (por isso sempre falo da
importância do contato visual, no nosso caso ele foi o início de tudo)
4)uso linguagem simples e concreta
5) sempre faço afirmação ao invés de pergunta.

Na prática eu falo a instrução ou dou o comando 1 única vez, faço


uma pausa e espero ele responder - o objetivo aqui é ensinar nossos
filho a ouvir o que estamos falando - assim que ele cumpre o
comando ou a instrução eu dou um super elogio pra ele.

Quando o Bento não responde a minha instrução depois que eu faço


a pausa eu repito a instrução e imediatamente dou algum suporte
gestual ou físico acompanhado de um elogio moderado. Se vc está
começando agora vc talvez precise dar ajuda total para o seu
pequeno, como eu fazia no início com o Bento".
JOGOS E BRINCADEIRAS (2 ao dia)
Além de preparar para interação, os jogos e brincadeiras melhoram a concentração.

Aproveite para trabalhar a escolha (qual você quer brincar?), ganhar e perder (não
ganha reforço quando perde) e a concentração.

Escolha pelo menos 1 jogo por dia.


Seguem alguns exemplos:
* Quebra-Cabeça (alfabetização => Quebra-Cabeça Silábico)
* Dominó
* Jogo da Memória
* Dentes do Jacaré
* Porquinho Comilão
* Lince
* Sombras do Backyardigans
* O Mestre Mandou
* Pula-Pirata
* Bola (jogar, rolar, cesta, gol, etc.)
* Brincar de pegar
* Brincar de imitar a criança com brinquedo igual ao da criança, copiar seus
movimentos)
* Soprar bolhas de sabão
* Surpresa - colocar objetos dentro de uma caixa e retirando com surpresa ou esconder
pela casa
* Brincar com bonecos e fantoches, fazendo diálogos
* Esconde-esconde

APONTAR (3 ao dia)
Quando dividimos experiências, costumamos apontar objetos...

Para desenvolver esta capacidade, dê o COMANDO, pedindo para a criança apontar um


objeto, dando a AJUDA necessária e o REFORÇO ao final. Na PRIMEIRA VEZ que
você pedir para apontar CADA OBJETO, faça com que a criança ENCOSTE no mesmo,
segurando seu dedo indicador. Após compreendido o nome do objeto, repita fazendo
apontar a uma pequena distância. Repita diversas vezes (3 vezes para cada objeto) até
que o faça sem ajuda.

AJUDA TOTAL - Leve a criança ao objeto, encostando seu dedo indicador.


AJUDA LEVE - Segure seu dedo indicador, apontando para o objeto solicitado
IMITAÇÃO (3 por dia)
A imitação é uma importante ferramenta de aprendizado, uma forma de aprendermos
apenas observando o outro! Os neurônios-espelho são os responsáveis por essa forma
de aprendizado, e pessoas com autismo têm sua atividade reduzida.

Por esta razão, via de regra, as crianças com autismo não repetem o que fazemos. Esta
habilidade é muito importante, pois é através da repetição e da imitação que as
crianças, e até mesmo os adultos, aprendem grande parte das coisas. Por exemplo, ao
chegarmos a um restaurante, observamos as outras pessoas, para saber onde pegamos
a comida, onde é feito o pagamento, etc.

Exercícios de IMITAÇÃO estimulam a atividade dos neurônios-espelho e desenvolvem o


aprendizado em todos os sentidos, como a linguagem, a interação social, regras sociais,
etc.

Na primeira etapa, faça exercícios simples de imitação.


1) Busque o OLHAR da criança,
2) Dê o COMANDO "faz igual",
3) Faça o gesto para ser imitado,
4) Dê a AJUDA necessária (que pode ser realizada por outra pessoa por trás, que atue
como "sombra", ou pelo próprio aplicador).
5) Dê o REFORÇO (mesmo que a ajuda tenha sido total). Neste caso, o reforço foi
assistir um vídeo que ele gostava.
6) REPITA o exercício 5 vezes ao dia, todos os dias, até que consiga realizar a imitação
sem nenhuma ajuda. E então faça um gesto diferente (como, por exemplo, tapar os
olhos com as mãos, bater palmas, abrir e fechar as mãos, etc.), e RECOMECE
novamente até que o faça sem ajuda, e assim por diante.

FLEXIBILIDADE MENTAL (1 por dia)


Crianças com AUTISMO têm muita dificuldade de fazer as coisas de forma diferente do
padrão. Para aumentar o desafio e preparar o cérebro para frases negativas e melhorar
a flexibilidade mental, faça atividades de:
1) EXCLUSÃO, como, por exemplo, pedir para criança guardar todos os legos, menos
os azuis!
2) FAZER DIFERENTE - Montar um brinquedo de empillhar numa ordem diferente, etc.

COORDENAÇÃO MOTORA (1 por dia)


Como a linguagem e a coordenação motora encontram-se na mesma região cerebral,
normalmente a criança autista tem seu desenvolvimento motor prejudicado e o estímulo
da coordenação auxilia no desenvolvimento da linguagem. Os brinquedos de encaixe com
pininhos e som são bem estimulantes para quem está começando. Exercícios sugeridos:
1) Brinquedos de Encaixe
2) Natação
3) Bolas
4) Parquinho
5) Ninho de Gato
6) Brinquedos com Manivela
7) Lutas (sem machuca)
8) Psicomotricidade
9) Atividade em Circuito
COORDENAÇÃO MOTORA FINA (1 por dia)
O diagnóstico de Autismo não inclui atrasos ou deficiências no desenvolvimento motor ou
nas habilidades de coordenação motora fina. Porém, essa característica é muito comum
entre crianças e adolescentes com TEA.
Para treinar esta habilidade, seguem algumas sugestões que devem ser realizadas de
acordo com a evolução da criança (dê a AJUDA necessária)
1) Pegar objetos com pegador de macarrão / gelo
2) Conta-cotas
3) Atividades com grampo de varal
4) Palitos de dentes e massinha
5) Giz grosso para iniciar
6) Desenhar em livros ou lousas
7) Limitar o espaço para pintar numa cartolina
8) Ligar pontos
9) Abrir e fechar zíper
10) Fazer pulseira
11) Prender clips
12) Colocar moedas no cofrinho
13) Amarrar o tênis
14) Aplicativos
15) Calculadora
16) Skate (deitado com o peito sobre o skate)
17) Veja mais dicas no Pinterest

SENSORIAL (1 de cada por dia)


A Alteração Sensorial acomete 90% (noventa por cento) das pessoas com
autismo. Inclusive as alterações sensoriais foram incluídas como critério no diagnóstico
de autismo.
Seguem então algumas sugestões de atividades:

1) TÁTIL
Você deve fazer com a criança pegue, manipule, passe em seus pés, na perna, no
rosto, etc. Se no início for muito difícil, o faça com uma distração, como assistir um
vídeo, por exemplo.
Materiais recomendados:
* Massinha
* Sagu
* Areia
* Papel crepom
* Algodão
* Massinha Play Dough
* Espuma
* Fubá
* Cola
* Tinta
* Geleca
* Creme hidratante
* Diferentes temperaturas (quente e frio)
* água, terra, grama, argila
* Tomar banho de espuma e brincar com bolinhas de sabão (estourar).
* Rolar ou rastejar em tapetes e outras diferentes superfícies.
* Brincar com brinquedos que vibram.
* Pular em piscina de bolinhas.
* Apertar, puxar, espremer, abrir, fechar brinquedos, etc.
* Receitas culinárias

2) AUDITIVA
* Ouvir músicas alta (clássica para acalmar ou alta e agitada para agitar).
* Usar fones de ouvido.
* Brincar com instrumentos musicais, cantar.
* Ler para criança uma história com voz diferente.

3) OLFATIVA E ORAL
* Mastigar e saborear alimentos de diferentes texturas e sabores (líquido, pastoso,
sólido, doce, salgado, amargo).
Para relaxar:
a) crocante (pretzel, maçã, barra de granola, torrada),
b) borrachudo (bala, alcaçuz, bala de goma, uva passa),
c) Chupar: sugar com canudo e soprar fazendo bolhas no copo, chupeta.
Para ficar alerta:
a) azedo (suco de limão, balas azedas, picles, batata chips de sal e vinagre),
b) picante (balas de pimenta, temperos picantes, spray para o hálito).
Macios: banana, pudim.
Gelados (picolé, colheres de metal).
* Soprar (flauta, apito, assobio, corneta, fazer bolhas de sabão, enxer balões),
* Lamber,
* Morder (objetos de borracha, chicletes (se não engolir) e canudos),
* Diferentes cheiros,
* Escovar os dentes,
* Triturar,
* Puxar macarrão.

4) VISUAL
* garrafas sensoriais
* jogos de cores
* brincar de esconder com lanterna
* desenho, pintura, colagem, labirinto
* Aitvidades como "Onde está o Wally?"

5) VESTIBULAR
O sistema vestibular informa nosso cérebro sobre movimento e gravidade e tem a ver
com equilíbrio, controle de movimento.
* Bola de pilates - pular sentado e rolar sobre a bola.
* Balançar a criança em um lençol e depois jogar em uma superfície macia (cama).
* Parquinho: balanço, escorregador, gangorra, gira-gira, carrossel, etc.
* Balançar em redes ou cadeiras de balanço.
* Colocar a criança sentada em um lençol e puxá-la.
* Empurrar a criança em um carrinho.
* Sentar em cadeira giratória e girar.
* Fazer atividades com skate.
* Pular em cama elástica.
* Fazer polichinelos, pulos de coelho, amarelinha.
* "Dirigir" brinquedos (carros, motos, etc.).

6) PROPRIOCEPÇÃO
O órgão receptor do sistema proprioceptivo está em todos os nossos músculos, em
todas as nossas articulações, do corpo inteiro. A Propriocepção é a consciência
corporal (podemos movimentar nosso corpo mesmo de olhos fechados), e sabemos
como está nosso corpo em relação ao espaço.
Os estímulos sensoriais proprioceptivos consistem em brincadeiras que envolvem o uso
de força, como por exemplo:
* Bola de pilates - deitar em cima, balançando para frente e para trás ou pressionar a
criança com a bola levemente sobre o estômago.
* Andar de quatro (aplicar força para baixo sobre os ombros e quadris).
* Pular como sapo.
* Carrinho de mão.
* Cabo de guerra.
* Rolar no chão enrolado em um cobertor.
* Pular na cama elástica.
* Puxar ou empurrar objetos pesados pelo chão.
* Luta - resistir aos movimentos da criança enquanto ela se move.
* Massagens usando pressão profunda com as palmas das mãos.
* Atividades de suspensão (nas barras de playgrounds).
* Coletes pesados (vestir por aproximadamente 20 minutos => você pode fazer com 1kg
de arroz e uma regata, por exemplo. Veja foto).
* Mover brinquedos de dirigir com os pés.
* Subir escadas ou montanhas de travesseiros e escorregar depois.
* Puxar enrolado em um cobertor.

Link Sensorial

LINGUAGEM - MÚSICAS (nas horas vagas)


A música é uma ferramenta incrível para estimular a linguagem. No início da verbalização,
quanto menos complexa a letra das músicas, melhor! É importante cantar junto para
estimula-los a cantar também! Deixe músicas infantis tocando o dia inteiro, no caminho
para a escola, durante as brincadeiras, etc.

VÍDEOS

Para ampliar o vocabulário, apresente os vídeos do link abaixo várias vezes, lendo e
cantando junto. Pessoas com autismo normalmente são muito visuais, como afirma
Temple Grandin no livro Thinking in Pictures (Pensando por Imagens). Por esta razão
costumam prestar mais atenção em vídeos e ilustrações. Depois vá mostrando também
os respectivos objetos na rotina, nomeando-os um a um de forma pausada e clara,
fazendo com que a criança observe os movimentos de sua boca, até que inclua em seu
repertório.
LINGUAGEM - HISTÓRIAS (1x por dia / 1 história
por semana)
A cada semana comece uma história e repita ele todos os dias, durante uma semana,
para que a criança assimile e participe o máximo possível!
Inicialmente, contar história com o livro na mão e apontando para os objetos, fazendo
depois as seguintes perguntas:
* Quem é / o que é?
* Quantos tem? (Dicas: dar os objetos em sua mão e ir contando. Contar e falar mais alto
o número final. Na segunda etapa, contar com os dedos da criança).
* Qual a cor?
* Onde está? (no céu, na floresta, no mar, etc.)

LINGUAGEM - SUJEITO (3 por dia)


Usando imagens de um livro, revista, etc. como dica visual, perguntar:
"O pirata está no barco. Está no barco o...?"

LINGUAGEM - SEQUÊNCIA LÓGICA (1 por dia)


Numa etapa mais avançada, peça para a criança contar a história de acordo com a
sequência lógica, dando a ajuda necessária.

LINGUAGEM - O QUE ACONTECEU (1 por dia)


Fazê-lo relatar acontecimentos.
Ex. Deixar algo cair no chão e perguntar: -" O que houve?"
LINGUAGEM - INFERÊNCIAS (3 por dia)
Peça para a criança interpretar imagens. Na imagem ao lado, por exemplo, a
interpretação poderia ser "a moça está com fome!" ou "a moça está pegando comida na
geladeira".
Veja exemplos de imagens nos Apps
* Super Duper
* Understanding Inferences
* What are They Thinking

HABILIDADES - 1 por Dia


* Permanecer sentado
* Aprender as Letras e Números

ATIVIDADES - 1 por semana


* Colagens, etc.

AVD'S - ATIVIDADES DA VIDA DIÁRIA


A prioridade no tratamento no Tratamento do Autismo deve ser sempre a
independência, é importante que a criança aprenda a usar o banheiro, tomar banho,
escovar os dentes, enfim, adquirir independência para as Atividades da Vida Diária.

EXEMPLO 1 - PLANILHA AVANÇADA MATHEUS

Veja um EXEMPLO do Roteiro que elaborei para o Matheus, já numa


etapa bem AVANÇADA:

EXEMPLO 2 - PLANILHA INTERMEDIÁRIA CECÍLIA

Segue um exemplo de Roteiro Semanal que a mamãe Cineres Lemos do IG


@minha_doce_cecilia03 elaborou para Cecília. Para acessá-la na íntegra,
clique no arquivo XLS abaixo:
EXEMPLO 3 - PLANILHA EXCEL MAMÃE PATRÍCIA
Para facilitar a execução do Roteiro em casa, a mamãe Patrícia da Bahia,
do IG @patxibitess elaborou uma planilha do Excel com a discriminação de
exercícios. Veja o exemplo de uma página da planilha abaixo e o link da
mesma a seguir (altere o item de acordo com o tema (Ex. Imitar - circulado
em vermelho):

=> Assim que a primeira etapa de imitação simples ficar fácil, passe para uma segunda
etapa, pedindo para fazer igual aos seguintes vídeos:
Aplicativo: Pocoyo
Um dica é fazer na frente do espelho e com ajuda física se necessário (total / leve / sem
ajuda).
Youtube: Coelho Sabido

O IG sindrome_de-asperger_autismo ensina que devemos ser LITERAIS e DAR


INSTRUÇÕES ESPECÍFICAS:

PAREAMENTO

É importante treinar a percepção visual, ou seja, o Pareamento, e conforme


descreve o IG @alegramente:

"Na fase inicial do trabalho com uma criança autista, uma das maiores
dificuldades é estabelecer que a criança cumpra o que é pedido de modo
geral. Muitas delas acabam apresentando problemas de comportamento
como gritar, chorar e agressão no descumprimento das exigências.

Para trabalhar o comportamento utiliza-se reforçadores, trabalhando o


pareamento e oferecendo o reforçador quando a criança realiza o que lhe é
pedido. O passo inicial no processo de comparação é o aprendizado do
conceito igual e das variadas formas diferentes (objetos, cores, formas,
tamanhos, letras, números). Esse processo se inicia pelo conceito do igual
chamado de "pareamento" ou "emparelhamento". É o ato de identificar objetos
ou figuras iguais na sua totalidade ou parcialidade".

E ainda conforme define o site www.grupoconduzir.com.br:

"Conheça a importância do Pareamento para crianças


com autismo
Publicado em 30 de novembro de 2017 por Karina Frizzi - Supervisora do Grupo
Conduzir em Autismo, Blog, Terapia ABA
O pareamento é uma parte muito importante do início da terapia, é esse período que
ajuda a equipe a construir um relacionamento com a criança.

Uma, dentre tantas outras coisas importantes na terapia, é que o terapeuta esteja
pareado com itens/brincadeiras divertidos e reforçadores. É preciso que a criança ache
agradável tanto o ambiente quanto o momento da terapia, pois se ela estiver se
divertindo, então estará motivada a trabalhar e brincar durante toda a sessão.

Os terapeutas ficam só brincando com a criança para


definir o pareamento?
No início do tratamento a equipe precisa ter acesso a essa criança e com isso pode
parecer que os terapeutas não estão fazendo nada além de brincar, mas o pareamento
não é apenas brincadeira.

Em todo o período, além de estar desenvolvendo uma relação agradável com a criança,
os terapeutas também estão testando e avaliando, tanto o interesse por reforçadores,
como suas habilidades e barreiras.

Definindo pareamento

Pareamento é um termo comum e usado com freqüência por terapeutas ABA. Ele
descreve o processo de construção do relacionamento com a criança. O terapeuta
começa com um pareamento intenso e completo, onde tudo o que a criança gosta é
disponibilizado para ela sem nenhuma demanda, ou seja, “de graça”.

Basicamente a relação terapêutica deve começar com baixa ou nenhuma demanda e


alto reforço.

A função do pareamento

O terapeuta deve ser visto como alguém divertido que vem em sua casa algumas vezes
na semana para brincar e não apenas para exigir que realize demandas. Por essa
razão, são intercaladas tarefas e brincadeiras, dessa forma é possível aumentar a
motivação da criança para que novas habilidades sejam ensinadas à ela.

Quanto tempo dura o período de pareamento?

No Grupo Conduzir, na maior parte dos casos, a equipe passa de 3a4


semanas realizando o pareamento e após essas semanas é dado início ao
treino com metas mais especificas.
Como sei que o pareamento teve sucesso?
Quando o pareamento é realizado de maneira correta, a criança passa a ver o terapeuta
como alguém que lhe proverá reforçadores (coisas que a criança gosta), dessa forma
ela terá interesse em manter essa relação e estará motivada para o momento da
terapia.

É fundamental que o terapeuta crie um bom vinculo com a criança para que a terapia
tenha sucesso. O ambiente da terapia precisa ser um lugar divertido e de muita
aprendizagem.

Dicas para auxiliar no pareamento


 Brinque: quando conhecer a criança, mostre diferentes jogos, brinquedos e atividades
e permita que ela brinque com os itens.
 Avalie os reforçadores: descubra o que a criança gosta e o que é reforçador para ela.
Se necessário, utilize o teste de preferência.
 Itens fora do alcance: coloque os itens reforçadores em locais que a criança consiga
ver mas não consiga pegar, dessa forma ela necessariamente precisará vir até você
para ter acesso à Você será o provedor dos itens reforçadores.
 Dê reforçadores: entregue os itens reforçadores de forma não contingente, ou seja,
entregue-os sem exigir nada da criança.
 Não tire os itens da criança: lembre-se que você ainda não quer colocar demandas
para a criança. Permita que a criança explore e encontre brinquedos e atividades
novas e divertidas, e você deve sempre estar junto brincando.
 Varie os itens reforçadores: esteja atento para encontrar um novo item quando a
criança já estiver desinteressada pelo anterior.
 Defina o local da terapia: é importante parear o ambiente da terapia com reforçadores,
portanto, tente levar a criança até o local e esteja sempre brincando com itens que são
do interesse dela".

No vídeo abaixo, Ana Paula Müller indica este link para figuras.
O MODELO DENVER DE INTEVENÇÃO PRECOCE

Na época em que o Matheus recebeu o tratamento, suas


terapias eram baseadas numa forma mais clássica de ABA, ou
seja, na mesinha, seguindo um roteiro, onde o Matheus deveria
atender nossos comandos.

Mas na rotina, mesmo conhecer métodos naturalísticos, como o


Denver por exemplo, sempre que estimulávamos o Matheus na
prática, ao assistir a um desenho, durante uma brincadeira, etc.,
na verdade estávamos aplicando um modelo mais
naturallista, uma vez que estávamos praticando uma terapia
comportamental (assim como o ABA), mas buscando sempre a interação e
afetividade e seguindo a liderança do Matheus.

As grandes diferenças entre o ABA Clássico e o Denver, são que o segundo


utiliza somente condições naturais para realizar as técnicas, prima a
efetividade entre o terapeuta e a criança e só pode ser utilizado para menores
de até 5 anos.

Brincar com seu filho e reforçar aquilo que é aprendido nas terapias é essencial
para seu desenvolvimento. Nossa mestre Mayra Gaiato dá dicas
para brincar, de forma a estimular questões importantes para o
desenvolvimento, como a interação e a linguagem, de acordo com o
Modelo Denver de Intervenção Precoce:
1) Siga a liderança da criança,
2) Fique frente à frente,
3) Favoreça o contato visual,
4) Faça sons engraçados,
5) Use poucas palavras,
6) Imite a criança,
7) Evite distrações,
8) Proponha outras atividades,
9) Seja parceiro de jogo,
10) Faça atividades prazerosas.

Nos vídeos abaixo, nossa mestre Mayra Gaiato ressalta que participação dos
PAIS é essencial para o desenvolvimento das crianças e certamente muito mais
nas CRIANÇAS COM AUTISMO. Dá dicas para BRINCAR, de forma a
estimular as questões mais importantes, como a INTERAÇÃO e a
LINGUAGEM, tudo de acordo com o Modelo DENVER de Intervenção Precoce.

COMO COLOCAR EM PRÁTICA


A melhor forma de entender e colocar em prática o Modelo
Denver de Intervenção Precoce, é através do livro abaixo, cujo
resumo com exemplos e vídeos fica ainda mais fácil
compreender. Confira clicando no link do Resumo do Livro
abaixo.

COMPREENDER E AGIR EM FAMÍLIA


O modelo Denver é indicado para crianças menores, mas este livro dá
várias dicas para os pais estimularem em casa, em especial a
linguagem e interação. É leitura obrigatória! Clique no link
abaixo para entender melhor o Modelo e saber
como aplicar o modelo em casa na PRÁTICA -
PELOS PAIS, acessando o resumo do livro:
Link Resumo do Livro

RESUMO INTERVENÇÃO PRECOCE


Outra leitura recomendada é o livro Intervenção Precoce em Crianças com
Autismo, este mais recomendado para profissionais, mas que também
tem dicas valiosas para pais. Confira algumas dicas do livro no link
abaixo:

Algumas Dicas do Livro

COLOCANDO EM PRÁTICA
Autismo Conference

Nossa mestre Mayra Gaiato demonstra na prática na Autismo Conference como aplicar
o Modelo Denver.
MAYRA GAIATO

O Que É Coaching Parental


Nossa mestre Mayra Gaiato explica como funciona o Coaching Parental, ou seja,
treinamento dos pais, de acordo com o Modelo Denver de Intervenção Precoce.

MAYRA GAIATO
Coaching Parental Na Prática
Mayra Gaiato dá dicas de condutas que podem ser adotadas na rotina do dia-a-dia
para estimular seu filho.
MAYRA GAIATO
Meu Filho Só Faz o Que Quer

Como aumentar a variedade nas brincadeiras.

SALLY ROGERS
European Society for Child and Adolescent Psychiatry
Sally Rogers, autora do Modelo DENVER de Intervenção Precoce, explica a
importância da TERAPIA COMPORTAMENTAL para atuar no desenvolvimento
cognitivo das crianças com AUTISMO. Salienta que 90% das crianças que
recebem o tratamento no Modelo DENVER APRENDEM a FALAR!
Ressalta ainda que GRANDE PARTE dessas crianças atinge os objetivos de
aprendizado escolares, DEIXANDO DE TER uma DEFICIÊNCIA e, portanto,
NÃO podem mais serem consideradas dentro do ESPECTRO do Autismo
(saem do Espectro).
PS. Trechos da entrevista, disponível na íntegra no YouTube. Legendas
Autistologos.
De acordo com o site www.modelodenverautismo.com, este
método consiste em :
"O Modelo Precoce de Denver é um dos poucos métodos de intervenção precoce
com eficácia cientificamente comprovada para crianças com Perturbações do Espectro
do Autismo. Considerado pela revista Time uma das 10 maiores
descobertas da área médica no ano de 2012, o modelo de Denver foi
desenvolvido após mais de 20 anos de estudos e pesquisas lideradas pela doutora Sally
Rogers e seus colaboradores. Atualmente, este time de cientistas da área do
desenvolvimento infantil se concentram no centro de excelência em autismo do MIND
Institute, localizado em Sacramento na Califórnia.

Devido à sua grande eficácia no tratamento dos sintomas do espectro do autismo,


o método de Denver começa a ser amplamente disseminado mundialmente. Seus
manuais técnicos foram traduzidos para 13 línguas, e mais de 300 especialistas foram
formados para aplicar e disseminar o método em países como os Estados Unidos,
Canadá, Austrália, Inglaterra, França, Portugal, Itália, Suiça, China e outros. Em março
de 2016 o workshop avançado visando a formações de profissionais será oferecido pela
primeira vez no Brasil, em português.
Segundo os especialistas atuando com este método de intervenção, o grande
diferencial do modelo de Denver está no uso de estratégias de
ensino naturalistas, onde a criança aprende através da
brincadeira e do jogo, mas sem abandonar os princípios da ciência da analise
aplicada do comportamento (ABA). O modelo também se baseia nas pesquisas da área
da psicologia do desenvolvimento, e adota as sequencias de desenvolvimento infantil
como base para a avaliação e definição dos objetivos de intervenção em todas as áreas
do desenvolvimento, incluindo a comunicação receptiva e expressiva, as competências
sociais e de jogo, o desenvolvimento cognitivo, as habilidades motoras globais e finas, a
imitação e os comportamentos adaptativos.

Neste modelo de intervenção o terapeuta e a criança se tornam


parceiros de jogo e a interação social está no centro de cada
atividade. Existe uma alternância continua entre atividades no
chão utilizando objetos de jogo apropriados à idade da criança, brincadeiras sociais
sem objetos onde a interação social é o centro da atividade (ex. como pega-pega, siga o
mestre, cantigas de roda, girar, correr) e atividades na mesa (ex. desenhar e colorir,
massa de modelar, lanche).

Seguindo os mais recentes avanços da ciência, para os autores do modelo precoce


de Denver o autismo é encarado como uma falha no desenvolvimento social e da
comunicação. Desta forma, o programa de tratamento foca na construção de
uma relação afetiva com a criança. Esta é uma estratégia central do
modelo, uma vez que as interações sociais positivas aumentam a motivação da criança
em buscar novos contatos sociais e aumentam sua capacidade de aprender ao longo das
atividades terapêuticas. Desta forma, as atividades são projetadas para aumentar
a
relevância das recompensas sociais, e consequentemente
melhorar a atenção e a motivação social da criança.
No modelo precoce de Denver ensinamos a criança a buscar a interação social e a
desenvolver suas competências sociais em um ambiente onde as interações sociais são
dinâmicas, naturais e positivas.

As principais características do modelo precoce de Denver incluem:

1) A presença de uma equipe multidisciplinar, que trabalha todas as esferas


do desenvolvimento infantil;

2) Foco no desenvolvimento das competências sociais e no


envolvimento interpessoal;

3) Desenvolvimento fluente, recíproco e espontâneo de gestos,


movimentos faciais e expressões, e da utilização de brinquedos e outros
objetos;

4) Ênfase no desenvolvimento da comunicação verbal e não verbal;


5) Foco nos aspectos cognitivos das brincadeiras em rotinas de jogos
interativos;

6) Fortalecimento e respeito às escolhas e motivações da criança;

7) Incentivo à iniciação, seguindo a crianças em suas motivações;

8) Adoção de um ambiente de ensino natural, favorecendo o desenvolvimento


de competências sociais que possam ser generalizadas à vivencia diária da
criança;

9) Grande intensidade na apresentação de oportunidades de aprendizado


à criança;

10) Reforço por parte do terapeuta das tentativas e do esforço da criança,


seja qual for o seu nível de precisão;

11) Parceria com os pais e demais membros da família;"

Thiago Lopes, PhD/PsyD.


Formador Oficial do Método Precode de Denver
Certificado pelo MIND Institute
Doutor em Psicologia
Universidade do Quebec em Montreal

Entrevista com Thiago Lopes - Treinee Instituto Mind


Mayra entrevista esta referência no Modelo Denver, que após muitos anos trabalhando
nessa área, tornou-se pai de uma criança com autismo.
Explica que este modelo já tem mais de 30 anos de pesquisa. É financiado pelo Ministério
de Saúde dos Estados Unidos e Canadá e possui mais de US$ 50 mi investidos em
pesquisa.

Este modelo recebeu prêmio


da revista Time, como uma das
principais descobertas da medicina nos últimos anos. Seu coração é o
engajamento social, este é o foco, a reciprocidade social. Buscando com que a atividade
seja interessante para a criança. Sua base é o ABA, mas de uma forma naturalista, com
a base das técnicas, mas de um jeito prazeroso para a criança.

Foi desenhado principalmente para crianças com menos de 4 anos. A


criança com autismo busca menos explorar o ambiente e as interações. Para motiva-la,
usa-se a motivação da criança para brincar com aquele objeto de interesse dela para ter
mais trocas, de expressão facial, gestual, com o objetivo de atingir a comunicação verbal.
Após este idade, onde a realidade social é ficar sentado na escola, necessário fazer uma
transição para uma forma menos livre, afim de adaptar para a realidade da faixa etária.
Este modelo é altamente eficiente. Das crianças que começam o tratamento no Modelo
Denver que começa com 2 anos a 2 anos e meio, após 2 anos de tratamento
intensivo, 95% irão desenvolver a comunicação verbal. Enquanto que
sem tratamento intensivo, os índices são de 38%.

O cérebro muda fisicamente e quimicamente, e isto é comprovado cientificamente.

MODELO DENVER
Sally Rogers

Conheça Sally Rogers, autora do Modelo DENVER de Intervenção Precoce e do livro


AUTISMO - Compreender e Agir em Família. Dra. Sally explica porque a intervenção
PRECOCE é tão importante!
O modelo recomenda o TREINAMENTO dos PAIS, para que possam dar
CONTINUIDADE naquilo que é aprendido nas TERAPIAS. Desta forma, os pais
PARTICIPAM ATIVAMENTE DO TRATAMENTO e são considerados como PARTE DA
EQUIPE, afim de somar 20h de terapias por semana!
A TERAPEUTA Aimee Board acrescenta que o objetivo do modelo é que a CRIANÇA
APRENDA algo a cada 10 SEGUNDOS!
(PS. Legendas by autistologos)

ORIENTAÇÃO SOCIAL - Thiago Lopes


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Orientação Social

A MOTIVAÇÃO NO AUTISMO - Thiago Lopes


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A MOTIVAÇÃO NO AUTISMO

DENVER AOS 5 ANOS? Thiago Lopes


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DENVER AOS 5 ANOS

FATORES DE SUCESSO NO TRATAMENTO -


Thiago Lopes
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FATORES DE SUCESSO NO TRATAMENTO

MODELO DENVER
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Site Modelo Denver Autimo

REFORÇO MODELO DENVER


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FAZER ABA OU DENVER?
O Professor Lucelmo Lacerda explica que, basicamente, Denver nada mais é que uma
forma de ABA naturalístico, como tantas outras neste sentido, mas que possui uma marca
registrada e que para utilizar este título, é necessário ter certificação.

REFORÇO NO MODELO DENVER

Clique no link abaixo


REFORÇO no MODELO DENVER. Seguem algumas dicas sobre o REFORÇO de
acordo com o MODELO DENVER de INTERVENÇÃO PRECOCE.

Clique aqui

RESUMO LIVRO
AUTISMO - COMPREENDER E AGIR EM FAMÍLIA
Para entender melhor sobre o Modelo Denver, clique no link do site que resume o Livro
Autismo - Compreender e Agir em Família abaixo:

Resumo Livro

DICAS LIVRO
INTERVENÇÃO PRECOCE EM CRIANÇAS COM AUTISMO
Para entender melhor sobre o Modelo Denver, clique no link do site que dá dicas deste
livro que, apesar de ser mais voltado a profissionais, oferece também muitas dicas para
as famílias.
Resumo Livro

MAYRA GAIATO
Nossa mestre Mayra Gaiato, que dispensa apresentações, aplica atualmente o Modelo
Denver de Intervenção Precoce, e fez sua formação neste sentido no Canadá de forma
avançada. R. João Moura, 661 - Pinheiros, São Paulo - SP, 05412-001. Telefone: (11)
3061-9589:

Link Site Mayra

PROFISSIONAIS DENVER BRASIL


Equipe Integrar
Segue a relação de profissionais do Modelo Denver da equipe Integrar pelo Brasil, de
acordo com a região.

Link Profissionais Brasil

PROFISSIONAIS DENVER NO MUNDO


Segue a relação oficial de profissionais de Denver pelo mundo, conforme disponibilizado
pelo site do Mind Institute.

RESUMO LIVRO

AUTISMO - COMPREENDER E AGIR EM FAMÍLIA


O livro Autismo - Compreender e Agir em Família, de Sally Rogers, é um manual para
os pais aplicarem o modelo em casa, ensinando o passo-a-passo.

Cap. 1 Definir o programa de intervenção precoce


para o seu filho
A intervenção deve contar com a participação constante dos pais e começar o
mais cedo possível! É necessário ter pelo menos 25h de intervenção
estruturada por semana e basear-se nos pontos fortes e fracos da criança.
O programa deve ser designado e supervisionado por uma equipe experiente
em autismo, profissional e interdisciplinar (médico, fonoaudiólogo, terapeuta
ocupacional e, conforme o caso, terapeuta sensorial, musicalização, natação,
etc).

Para saber mais sobre os Programas de Intervenção e como foi o programa do


Matheus, clique no link abaixo:
Programa Intervenção Matheus

Cap. 2 Tomar conta de si e da sua família


Apos o diagnóstico, é um desafio manter as relações saudáveis e manter a família forte
e unida.

Para isto, é importante promover a relação conjugal, com muito diálogo, preocupação
recíproca entre o casal, manter o senso de humor, arranjar um tempo para seu
relacionamento.

É importante também cuidar de si mesmo, procurando manter uma alimentação, sono e


exercícios adequados, promovendo sua saúde física. Necessário também criar uma rede
de apoio, cultivar a espiritualidade e procurar um profissional para aconselhamento e
medicação quando necessário para manter sua saúde emocional.
O Irmão
Ao receber o diagnóstico de AUTISMO, o livro recomenda que devemos AGREGAR o
IRMÃO ao TRATAMENTO, explicar o que está acontecendo e o porque o irmão precisa
de tanta atenção e estímulos e ENSINAR como lidar com cada situação.

Além disso, ensina que é muito importante ter um TEMPO EXCLUSIVO com ele,
ressaltando a importância de seu papel na família, o quanto o AMAMOS, dar ATENÇÃO
aos seus desejos e angústias. Explicar que neste momento, a atenção pode não ser igual,
mas o amor que sentimos por eles, é!
O filme Extraordinário retrata esse papel da irmã de Auggie, como muito bem comenta a
equipe do Cinema com Rapadura.

Cap. 3 Como os seus esforços iniciais podem ajudar seu


filho a envolver-se com os outros e melhorar sua
aprendizagem
O objetivo central é que a criança com TEA preste atenção a oportunidades de
aprendizagem fundamentais como, a fala, as expressões e os gestos, e aumentar ou
realçar a sua atenção para com as pessoas.
Cap. 4 Seja o centro das atenções - Captar a
atenção do seu filho

Passo 1. Identifique o que está sob o "holofote" da atenção do


seu filho (descubra objetos e brinquedos que seu filho gosta).

Passo 2. Entre no "palco; tome sua posição (posicione-se


sempre frente-a-frente, ao mesmo nível do seu filho, durante as
brincadeiras e cuidados, para que tenha uma visão nítida do seu
rosto e olhos, possibilitando as trocas sociais e o aprendizado das
expressões, padrão de olhar e da boca enquanto falamos).

Passo 3. Elimine a concorrência (repare no que distrai a criança e


procure afastá-lo).

Passo 4. Identifique a zona de conforto social do seu


filho (verifique qual o nível de conforto para a proximidade física com
seu filho).

Passo 5. Junte-se ao seu filho seguindo a liderança dele (siga a


atenção do seu filho, junte-se a ele na atividade que ele estiver
exercendo, escutando, narrando, oferecendo ajuda, imitando as
ações do seu filho - tomando turnos com o mesmo brinquedo ou com
objeto similar).
Exemplo na Prática
Autismo Conference Mayra Gaiato
Na Autismo Conference, promovido em Maio de 2019 em São Paulo pela nossa mestre
Mayra Gaiato, ela ensinou como colocar o Caítulo 4 na prática! Vale à pena assistir!

Cap. 5 Encontre o sorriso - Divertir-se com rotinas


sociais sensoriais
Escolha brincadeiras que capte o interesse e a atenção do seu filho e que provoquem
grandes sorrisos.
Escolha uma atividade física como cócegas, saltar, voar pelo ar, cantar e fazer
brincadeiras divertidas (encha as bochechas e ar e "exploda" com o dedo, vibração da
língua e dos lábios, sons de beijo, cara de peixe, vibração de seus lábios nas mãos, pés
ou barriga da criança, esconder o rosto e fazer "cucu", assobiar, colocar a língua de fora
e fazer caretas, etc.). Enfim, qualquer brincadeira que capte o interesse e a atenção do
seu filho e que provoquem grandes sorrisos.
Para controlar a hiperexcitação, torne a brincadeira mais suave assim que perceber que
seu filho está hiperexcitado.

ROTINAS SENSORIO-SOCIAIS
Exemplos IG @pequenoscatarinas

MAYRA GAIATO
Rotinas Sensório-Sociais
Nossa mestre Mayra Gaiato dá mais alguns exemplos.

ROTINA SENSORIO -SOCIAIS

Como ensina Poli do IG @meubebeeoautismo:

✔️ É uma BRINCADEIRA que envolve uma SENSAÇÃO provocada por outra pessoa. Como
exemplos clássicos temos cócegas, jogar a criança pro alto, cantar canções. O importante é que
a diversão, o prazer, o sorriso, é provocado pelo PARCEIRO DE JOGO. .

✔️ a rotina sensório-social não tem forma rígida. Pode ser uma dança, um som engraçado,
espirrar água em alguém, soprar bolhas de sabão, encher e esvaziar um balão no rosto, dançar
uma dança estranha. O importante é que que o objeto não seja o foco, mas sim a sensação que
o outro pode me trazer. .

✔️ As rotinas são excelentes pra melhorar motivação e orientação social, justamente porque quem
é o foco do meu prazer é meu PARCEIRO DE JOGO e não um objeto. Quando a criança saca que
você consegue proporcionar a ela momentos muito prazerosos, é um processo natural que ela te
procure cada vez mais pra que tenha esses momentos. . ✔️ As rotinas não são entretenimento,
então pra continuar as brincadeiras a gente pede UM ATO DE COMUNICAÇÃO da criança. A
estrutura da rotina é assim : oferecemos a brincadeira duas vezes gratuitamente e na terceira já
pedimos um ato de comunicação pra continuar com a brincadeira. Esse ato pode ser um sorriso,
um olhar, um movimento corporal ou mesmo uma palavra, a depender do estágio do
desenvolvimento da criança. .

✔️ Outra função incrível das rotinas é regular o estado emocional das crianças. Rotinas
aceleradas dão aquele gás se a criança estiver com a energia baixa e rotinas calmas (como
canções lentas) servem pra organizar e acalmar. .

✔️ Se pensarmos numa intervenção com BEBÊS as rotinas são ótimos aliados pra melhorar
contato visual, sorriso social, motivação e orientação social, além de melhorar multi o vínculo. Por
aqui as rotinas foram o início das nossas intervenção.

✔️ Esses vídeos são EXEMPLOS (bem mal filmados) de rotinas que eu fazia com João desde os
primeiros meses. Muitas vezes eu não segui a estrutura porque não conhecia exatamente, mas
pedia atos de comunicação pra dar a ele a brincadeira que ele desejava.

✔️ lembre que é importante estar posicionado na frente da criança e dar suporte pra ela se
comunicar. Quem me diz os suportes que usei com João nesses vídeos?"

Para acessar os vídeos, clique no link abaixo"


ROTINAS SENSÓRIO-SOCIAIS
Cap. 7 - Corpos falantes - A importância da
comunicação não-verbal
Faça menos para que seu filho faça mais, aprendendo a utilizar gestos, o contato
visual, as expressões e alguns sons para fazer escolhas. Espere por um sinal do seu
filho antes de lhe entregar o que ele quer. Espere que seu filho se
comunique! Exemplos:

* Antes de pegar seu filho no colo, ofereça-lhe os braços e espere ele te olhar antes de
pegá-lo,

* Para lhe oferecer água, segure o copo frente-a-frente e espere ele se aproximar para
tomar,

* Crie situações em que seu filho precise de ajuda (coloque seus objetos de interesse fora
de seu alcance...

Se o seu filho estender a mão ou apontar para o objeto, fazendo gestou ou vocalizando
de alguma maneira (que não seja chorar ou fazer birra), olhe para ele e pergunta - "-
Queres o carrinho?" (enquanto pega o carrinho, por exemplo), depois diga -"Pega o
carrinho"(e entregue o objeto).

Nossa mestre Mayra Gaiato aborda sobre a Linguagem Não-Verbal.

Cap. 8 - Faz o que eu faço! - Ajudar o seu filho a


aprender através da imitação
Thiago Lopes explica que a IMITAÇÃO é uma habilidade fundamental em todas as esferas
do desenvolvimento das crianças. Para crianças que ainda não fazem imitações, o livro
AUTISMO - Compreender e Agir em Família recomenda iniciar a IMITAÇÃO com objetos.
Com a imitação com objetos, a criança adquire novas ações de motricidade fina, aumentar
seu repertório de brincadeiras para melhorar a interação com outras crianças, aumenta
sua independência, etc.

No vídeo mais acima de exemplo de terapia Denver, é possível analisar como é feita a
IMITAÇÃO, a criança faz alguns gestos com o objeto e a terapeuta imita e depois a
terapeuta faz alguns gestos e a criança imita, e assim por diante.

No ABA Clássico, a forma de imitar é mais rígida, o terapeuta dá o Comando e a criança


imita, conforme exemplo do encantador Bento do IG @apontandoparaofuturo.autism.
Imitação ABA Clássico

Imitar Gestos com Canções


A imitação é uma poderosa ferramenta de aprendizado para todos nós, pois aprendemos
apenas com a observação do outro. A imitação promove a empatia, o aprendizado da
linguagem, a comunicação não-verbal, ensina como as coisas funcionam e sobre as
regras sociais. Os neurônios-espelho são os responsáveis pela imitação, mas tem menos
atividade nas crianças com autismo, por isso devem ser estimulados.

Imite os sons da criança, cante músicas infantis de baixa complexidade...

Imite as ações do seu filho com seus brinquedos, dando nome aos objeto.
Por exemplo.

1. Se seu filho está andando com um carrinho para a afrente e para trás, pegue outro
carrinho e faça igual. Quando ele fizer uma pausa, faça também. Quando ele recomeçar,
recomece também.

2. Depois acrescente uma variação, fazendo o carro andar mais depressa, ou andar pelo
seu corpo..., sempre narrando as ações. Espere para ver se ele te imita.

3. Mostre uma nova ação, de preferência algo que ele já tenha feito, como fazer bater os
carros! Faça efeitos sonoros dramaticamente "poooow"!!!Espere com expectativa para ver
se ele te imita, e se não o fizer, dê ajuda, segurando na mão dele e fazendo a imitação.

O próximo passo é ensinar seu filho a prestar atenção e imitar os gestos das mãos e os
movimentos físicos. Veja mais sobre IMITAÇÃO na página INTERAÇÃO.

Mais sobre Imitação no ABA Clássico


Cap. 9 - Passemos à parte técnica - Como aprendem as
crianças
O ABA é a aplicação da ciência da aprendizagem para compreender e mudar
comportamentos específicos.

Passo 1. Preste atenção aos comportamentos de seu filho (tanto positivos, como
negativos).

Passo 2. Escolha a recompensa, uma consequência para seu ato (se a criança obtém
atenção e conforto quando grita, por exemplo, entenderá que gritar é uma forma poderosa
de obter a sua atenção. Devemos reforçar apenas os comportamentos desejados, como
brincar, utilizar a linguagem, etc.)

Passo 3. Preste atenção aos antecedentes, ou seja, o que aconteceu antes daquele
comportamento ocorrer.
Se há um comportamento que queremos que nosso filho desenvolva, precisamos pensar
nos estímulos. E para evitar um comportamento indesejado, podemos remover
antecedentes que ajudem a reduzir as hipóteses de que este comportamento aconteça.
(Ex. Quando vê o irmão com um brinquedo e tenta tirar à força, gritando, a mãe não deve
ceder, deve incentivá-lo , ao invés disto, pedir com educação e só receber nesta hipótese.
O irmão que entrega também deve receber algo em troca como recompensa).
Cap. 10 - O triângulo da atenção conjunta - Partilhar
interesses com os outros
Ensine a partilhar a atenção sobre os objetos e outros acontecimentos interessantes com
outras pessoas (ex. uma criança aponta para um cachorrinho do outro lado da rua e a
mãe olha e diz, "Que cachorrinho fofo!")

Passo 1. Ensine seu filho a lhe dar objetos (ex. deixe seu carrinho favorito em um
recipiente transparente que ele não consiga abrir sozinho. Estenda sua mão e pergunte -
"você precisa de ajuda?" Abra e entregue-o rapidamente, dizendo -"aqui está o carrinho!".
Repita com outros brinquedos, bolachas, etc., várias vezes ao dia. Após se tornar uma
rotina familiar, veja se seu filho começa a iniciar o pedido.
Assim que ele começar a lhe entregar de forma espontanea e rotineira, comece a
incentivar o contato visual. Assim que ele se tornar mais hábil em lhe dar os objetos e
fazer contato visual, espere que eles ocorram juntos antes de ajudá-lo, assim ele
aprenderá que esta é uma forma poderosa de comunicação.

Passo 2. Ensine seu filho a lhe mostrar objetos


Ex. Mostre algo interessante para seu filho, ficando frente-a-frente, e diga - "olha o
carrinho!", incentivando-o para que ele olhe.
Quando, por sua vez, seu filho olhar para algum objeto, diga o nome do mesmo assim
que o fizer! Faça isto muitas vezes ao dia!
Sempre que ele estiver segurando um objeto, fique diante dele e peça: -"mostra o carrinho
pra mim? (não pegue, apenas observe e fale, _üau, que carrinho legal!"!!!! Pratique muitas
vezes ao dia!

Passo 3. Ensine seu filho a apontar objetos para partilhar experiências.


Ensine seu filho a apontar, dando o comando para apontar e pegando seu dedo com a
ponta e na primeira vez, encoste seu dedo levemente no objeto solicitado. Depois repita
mais vezes o comando para o mesmo objeto, daí só apontando, segurando também seu
dedo indicador.

Cap. 11 - Hora de Brincar


Aumente a variedade, flexibilidade e oportunidades de aprendizado nas brincadeiras entre
pais e filhos.
Ex. Quebra-cabeça. Coloque entre os dois, pegue uma ou duas peças e mostre ao seu
filho como funciona, fazendo efeitos sonoros divertidos ou palavras simples. Entregue-lhe
uma peça e se ele estiver interessado, incentive-o, elogiando, fazendo festa! Se não
estiver interessado, ajude-o. Repita várias vezes para praticar e apreciar brincadeiras
familiares.
Outros exemplos. Jogar bola, brinquedos de encaixe, brinquedos de construção,
brinquedos musicais, no banho, etc.)
Apos, incentive pra que seu filho brinque de forma independente, mas de forma
construtiva, apropriada e variada (não de forma repetitiva). Para tanto, organize os
brinquedos para reduzir as escolhas de seu filho para aquilo que você sabe que será mais
construtivo, vá saindo aos poucos, diminua o apoio, mude os brinquedos com frequência,
e afaste-se progressivamente de seu filho.
Rotinas Sensório-Sociais
Thiago Lopes explica como realizar as Rotinas Sensório-Sociais. Para saber mais sobre
essas rotinas e demais brincadeiras, veja o Resumo do Livro.
Variações com Aramado Acrobático
Thiago Lopes dá alguns exemplos de como fazer variações com o aramado acrobático.
Variações com Brinquedos de Ação e Reação
Thiago Lopes apresenta alguns exemplos de variações com brinquedos simples.
Ensinar a Chutar a Bola
Thiago Lopes explica como ensinar a criança a chutar a bola.
Quebra-Cabeça
Thiago Lopes explica como variar brincadeiras com quebra-cabeça.
Quantidade e Gestão de Brinquedos
Thiago Lopes aborda sobre a quantidade de brinquedos recomendada para uma criança
com Autismo. Explica que muitas vezes os pais compram novos brinquedos afim de tentar
aumentar o interesse na criança em brincar de forma funcional, mas acrescenta que
quando há muitos brinquedos expostos, tendem a brincar muito rapidamente e passar
para outros. Excesso
de brinquedo não garante aprendizado e
muitas vezes atrapalha, pois não permite repetições suficientes para
consolidar o aprendizado, nem tampouco variações com o mesmo brinquedo.
Sugere eliminar todos os eletrônicos, assim como brinquedos
que tenham luzes e músicas, pois chama tanto a atenção das crianças,
que elas deixam de focar na outra pessoa.
Ensinando a Entregar Objetos
Thiago Lopes explica como dar objetos a quem pede, o que pode facilitar muito o
desenvolvimento da criança.
Mais sobre Ensinar a Entregar Objetos
Thiago Lopes acrescenta o que pode facilitar muito o desenvolvimento da criança.
Transição de Atividades
Vale acrescentar que, de acordo com o Modelo Denver de Intervenção Precoce,
o que define o TEMPO na atividade é a MOTIVAÇÃO (interesse) da
criança. Caso perca o interesse OU comece a realizar a atividade de forma
REPETITIVA, devemos fazer a TRANSIÇÃO para outra (caso contrário, a
criança perde oportunidades de aprendizado e o Modelo Denver preconiza
oportunidades de aprendizado a cada 10 segundos). Se a criança RESISTIR
na mudança da atividade, o Modelo DENVER recomenda que se vá diminuindo
a diversão e, se necessário, dê SUPORTE do MENOR para o MAIOR (Verbal /
Gestual / Físico). Para treinar que a criança ENTREGUE os objetos na hora de
guardar, no INÍCIO peça “dá” e DEVOLVA IMEDIATAMENTE. APÓS
treinamento, assim que a criança começar a entregar sem resistência, comece
a DEVOLVER somente 50% das vezes!
Hora de G
Vale acrescentar que, de acordo com o Modelo Denver de Intervenção Precoce,
o que define o TEMPO na atividade é a MOTIVAÇÃO (interesse) da
criança. Caso perca o interesse OU comece a realizar a atividade de forma
REPETITIVA, devemos fazer a TRANSIÇÃO para outra (caso contrário, a
criança perde oportunidades de aprendizado e o Modelo Denver preconiza
oportunidades de aprendizado a cada 10 segundos). Se a criança RESISTIR
na mudança da atividade, o Modelo DENVER recomenda que se vá diminuindo
a diversão e, se necessário, dê SUPORTE do MENOR para o MAIOR (Verbal /
Gestual / Físico). Para treinar que a criança ENTREGUE os objetos na hora de
guardar, no INÍCIO peça “dá” e DEVOLVA IMEDIATAMENTE. APÓS
treinamento, assim que a criança começar a entregar sem resistência, comece
a DEVOLVER somente 50% das vezes!

No FECHAMENTO das atividades, é importante que a criança GUARDE


junto, pois além do senso de responsabilidade, é uma forma de estímulo
importante, já que se trata de uma atividade de pareamento (classificação) e
ainda estimula a coordenação e a interação entre todos que estão guardando
(se necessário, dê a ajuda necessária, do menor suporte para o maior).
Cap. 12 - Vamos Fazer de Conta
O faz-de-conta ajuda a expandir as competências de raciocínio das crianças e está
profundamente ligado à LINGUAGEM e a outros tipos de pensamento, por isso é parte
importante do desenvolvimento mental ou cognitivo. Dê vida a bonecos e figuras,
reproduzindo acontecimentos da vida real (como dar comida ao boneco, ou machucar-se
e ir ao médico, etc), brincando de preferência com seus personagens favoritos!

Telefone, carrinhos, comidinhas são ótimas alternativas, como esse


brinquedo que, além de estimular o lúdico, ainda trabalha com encaixe,
estimulando a coordenação motora-fina.

Cap. 13 - Passagem para a fala


Antes de andar, as crianças têm de aprender a sentar, ficar de pé e cair, para depois dar
os primeiros passos! Da mesma forma, para aprender o significado e o uso da fala, as
crianças têm de antes ser capazes de prestar atenção aos pais (cap. 4), Imitar os sons
(cap. 8), comunicar-se com gestos (linguagem corporal) e alternar a atenção entre os
objetos e as pessoas (cap. 10).

Para desenvolver a fala, o seu filho necessita ser capaz de fazer muitos sons, e fazê-los
com frequência como forma de comunicar-se.
* Trate os sons como se fossem palavras e repita os sons do seu filho.
* Faça jogos vocais com os sons da criança
* Aumente as oportunidades para escutar e responder aos sons dos outros, inicialmente
os sons não-verbais, incluindo efeitos sonoros às brincadeiras (trrrim, para o telefone,
vruuuum para o carro, piuí para o trem, imitando o som dos animais, fazendo sons
engraçados, etc.)
* Fale com seu filho, promovendo o desenvolvimento da linguagem (face-a-face, narre
tudo que está acontecendo, dando nome às pessoas (olá, Papai!), aos objetos (olha a
bola!), às ações (pula, pula!, splah na água, etc.),
* Adicione sons aos gestos (ex. escolha um som que seu filho já faça e dê a um gesto que
ele também faça... Por exemplo: Dá - para estender a mão. Adicione também sons ou
palavras para todos os gestos do seu filho, adicione nomes ou verbos aos sons simples).

=> Comece esperando pela verbalização, ao invés de dar automaticamente.


=> Dê reforço claro e natural.
=> Aos poucos comece a dar menos instruções, exigindo mais respostas.
=> Ensine seu filho a compreender palavras e instruções novas

Cap. 14 - Resumindo
* Aproveite cada momento do dia para ser fonte de aprendizado, durante as refeições,
tarefas domésticas, brincadeiras, etc.
* Trabalhe em parceria com a equipe de profissionais.
* Esforce-se para que ele obtenha iniciativas e atos espontâneos de acordo com sua
idade.
* Ajude a regular a excitação e os níveis de atividade para otimizar a aprendizagem.
* Não esqueça de cuidar de sua saúde emocional!

https://www.autistologos.com/copia-modelo-denver-2