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Ano 04 - nº 20 - fevereiro | março - 2008
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AA TVTV vitrinevitrine ddoo VValeale dodo PParaíbaaraíba
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ddoo VValeale dodo PParaíbaaraíba
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Editorial

Prezados leitores, esta edição

está dando início ao nosso 4º ano de vida, e nós não poderíamos deixar

de agradecer a todos os nossos

patrocinadores, amigos, parceiros

e colaboradores, que durante

todos estes anos vem acreditando

e participando ativamente junto a nós. Na edição anterior camos

felizes pelos elogios conferidos

às entrevistas feitas com: Dom

Raimundo (Bispo de Aparecida),

João Rural, pesquisador de

comidas típicas do Vale do Paraíba

e Ernesto Elache, Presidente do

SINHORES – Aparecida e Vale Histórico (Sindicato dos Hotéis, Bares, Restaurantes e Similares). Esta edição nossos leitores irão conferir algumas matérias diferenciadas que fará aguçar a

curiosidade, dentre elas os 10 anos da Publicarte, os bastidores da Fazenda do Cocho, Alambique Pé

da Serra, Altos do Catágua entre

outras. Além deste vasto material, nós da Revista Empresas do Vale, desejamos a todos um Feliz Natal

e um Próspero Ano Novo e que

sejamos abençoados por Deus.

e um Próspero Ano Novo e que sejamos abençoados por Deus. José Carlos Reis de Souza

José Carlos Reis de Souza

Diretor Responsável

APOIO:

9101-2697
9101-2697
Índice Matéria de Capa: Publicarte, 10 anos de Publicarte. pág. 04 Saúde Regional:
Índice
Matéria de Capa:
Publicarte, 10 anos de Publicarte. pág. 04
Saúde Regional:

Conheça os avanços da saúde na região. pág. 06

Entrevista:

Luiz Roberto Carroci, proprietário da destilaria

“Alambique Pé da Serra”. pág. 08

Museu de História Natural:

Importante Acervo doado ao Museu pág. 16

Social Vale pág. 19

Odontologia: Periodontia. pág 28

Rotary Club pág. 31

Artesanato:

Emílio Henrique Ávila Setti pág. 32

Matéria:

Semana da Canção Brasileira. pág 36

Turismo:

Turismo em Aparecida pág. 38

Expediente Diretor responsável:
Expediente
Diretor responsável:

Contato

Revista Empresas do Vale (12) 3621-3797 / 9787-6329 R. Duque de Caxias, 102, sala 1 Centro - 12020-050 - Taubaté/SP

redacao@revistaempresasdovale.com

comercial@revistaempresasdovale.com

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Dpto. Comercial - Nelson Flimyr (12) 8157-5373 / 9119-9242

José Carlos Reis de Souza Departamento Jurídico:

Dra. Célia Teresa Mörth Dra. Rossana Oliveira A. Soares Impressão Grá ca:

Conecta Grá ca e Editora LTDA. Jornalista Responsável:

Jefferson Mello - MTB/SP 32582 Editorial de moda:

Nelson Flimyr Editoração:

Geraldo Magela Pereira Revisão:

Tatiana Moraes - MTB/SP ????? Colaborador:

Luciano R. Dinamarco

Distribuição gratuita e dirigida Publicação Bimestral

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com certeza traremos para cá outros veículos, onde estamos na eminência de recebermos uma nova

com certeza traremos para cá outros veículos, onde estamos na eminência de recebermos uma nova concessão de rádio para Taubaté e litoral Norte, e certamente utilizaremos este espaço para esse novo veículo. Essa TV está totalmente preparada para a digi- talização e tem um ambiente de trabalho bem melhor, hoje nossos

TV BAND VALE DE SEDE NOVA

Por: José Carlos Reis de Souza Fotos: Nelson Flimyr

O Vale do Paraíba, em espe- cial a cidade de Taubaté, ganhou a

primeira TV Vitrine que interage com

a comunidade. Com arquitetura

moderna, uma fachada imponente,

passa a ser o novo cartão de visita da cidade e que inspira todo o trabalho do Grupo Bandeirantes. Aproveitando a oportunidade a Revista Empresas do Vale foi bater um papo descontraído com o diretor geral Cláudio Giordani e

de gancho tomou o depoimento da

editora-chefe Andrea Martins antes

de entrar no ar.

E.V. - Fale um pouco de seu per l.

GIORDANI - Sou um prossional formado na área de administração

e nanças com vários cursos

nestas áreas e trabalho no Grupo Bandeirantes há onze anos e a sete dirigindo a Band Vale que é uma experiência diferente, sendo que eu vim de uma área de nanças, contabilidade, e auditoria, dirigir uma televisão você precisa atuar em todos os seguimentos, comercial, técnico, enm nas quatros emis- soras de rádios do grupo onde eu procurei me especializar nesta área, terminei o meu MBE em

Marketing recentemente e estamos aqui com o Grupo Bandeirante. E para nalizar, tenho o prazer de curtir passeios com moto, tenho um lho com o nome Rafael com quinze anos e gosto muito do Vale do Paraíba um lugar que me dá muito prazer e conquistei muitos amigos ao longo destes sete anos e tenho muito orgulho de estar aqui e trabalhar neste grupo maravilhoso.

E.V. - Como foi surgiu a idéia de criar a TV Vitrine? GIORDANI - Na reali- dade nós tínhamos a antiga TV Band Vale no Taubaté Shopping

e é um antigo projeto,

sendo pioneira a pri- meira TV Vitrine da

América Latina, só que no conceito estava envelhecendo, naquele projeto a redação cava em um andar separado do estúdio, e assim quando o estúdio não estava operando aquele local cava deserto, e nós resolvemos este problema com a nova sede, que

é moderna integrando estúdio e

redação de jornalismo ampla e

integrando estúdio e redação de jornalismo ampla e Diretor geral Cláudio Giordani, durante entrevista à

Diretor geral Cláudio Giordani, durante entrevista à revista Empresas do Vale.

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prossionais conseguem interagir com o meio ambiente, ver a luz do dia ocasionando qualidade de vida em uma sede bem mais ampla em um ponto de destaque no Taubaté Shopping em frente à avenida que mais cresce. Este projeto foi um desao muito grande e deu para participar de todas as etapas deste processo onde foi investido R$ 5 milhões de reais porque nós acreditamos em Taubaté, Vale do Paraíba e na força da TV Regional. E.V. - Esta nova TV Vitrine criou impacto positivo junto às outras coligadas? GIORDANI - Sem dúvida, no grupo, hoje é a televisão mais moderna da Rede Bandeirantes, a Band tem além de São Paulo mais dez emissoras próprias espalhadas pelo Brasil, e quando você investe em uma televisão moderna e pioneira, você desperta nas demais um desejo ou inveja saudável no sentido de estar também melho- rando suas instalações cada vez mais, criando uma alavanca positiva para que todas as emissoras do grupo acabem investindo em infra- estrutura. E.V. - Com esta nova etapa a TV Band Vale tem projetos de novos programas? GIORDANI - Hoje somos indiscuti- velmente disparado a emissora com mais tempo de conteúdo regional, com três horas e meia por dia, sendo que destas, uma hora é só de jornalismo regional, e a nossa responsabilidade é melhorar cada vez mais a qualidade desta programação e que seja voltada para os cidadãos valeparaibanos. No geral as pessoas querem saber o que acontece no mundo, mais acima de tudo saber o que acontece em seu bairro e sua cidade, este é o papel de uma televisão regional, mostrar para o público o que é daqui. Quanto a novos programas, vamos estrear um programa de esportes regional,

programas, vamos estrear um programa de esportes regional, Depoimento da editora-chefe Andrea Martins antes de entrar

Depoimento da editora-chefe Andrea Martins antes de entrar no ar.

renovamos o Band Cidade com novo cenário e novas vinhetas e dois apresentadores na segunda

edição, com mais tempo. Mudamos totalmente o formato e o cenário

do

programa Antônio Leite, temos

um

programa referente a esportes

radicais que é um sucesso na

região, e vamos integrar cada vez mais a programação da televisão com o que acontece no Vale do Paraíba. A Band acabou de lançar

a

sua programação nacional,

o

pacote 2008, que prevê a

contratação da Daniela Cicarelli, Boris Casoy voltando para a TV aberta onde vai ancorar um jornal

às 13:30 nacionalmente, vai ser o

nosso ancora nos debates eleitorais e com uma grade repleta de novas atrações e localmente algumas surpresas, que no momento não posso adiantar. E.V. - O Grupo Bandeirantes mantém quantos funcionários ? GIORDANI - No vale o grupo mantém 150 funcionários, entre televisão e quatro emissoras

de rádios, sendo que parte da

equipe esta locada em S.José dos

Campos, Taubaté e Lorena. E.V. - Para nalizar o nosso bom papo, qual a mensagem que você mandaria aos ouvintes e telespectadores que gostam das programações ?

GIORDANI - Fiquem ligados na nova programação 2008, a Band teve um crescimento de 2007 em 30%, somente a Record e Bandeirantes tiveram crescimento na audiência, às demais Globo, SBT e Rede TV caíram.

Depoimento: Andrea Martins, editora-chefe A vitrine da TV Band Vale

é tudo de bom, nós mudamos

para uma área bem maior, quase três vezes mais do que o espaço em vínhamos trabalhando. Neste novo local do Shopping Taubaté estamos bem mais confortados, instalados e com mais espa-ços para todas as nossas neces- sidades prossionais, nesta nova

fase a TV Band contratou uma nova equipe de reportagem Agora podemos ser mais vistos da rua pelas pessoas que passam em frete a nossa

fachada. A nova vitrine da Band

é o começo de uma nova etapa

no Vale do Paraíba. Quanto a minha pessoa, estou dentro da Band há doze anos, comecei no nal de 1995, desempenhei diversas funções e fui promovida a editora-chefe em 1997, estou no grupo desde o primeiro jornal que foi ao ar no dia 20/11/95.

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SAÚDE REGIONAL

Estado vai implantar quatro Ambulatórios Médicos de Especialidades no Vale do Paraíba

Paulo foi entregue em dezembro

e já está a todo vapor. A cidade

escolhida para sediá-lo foi Votupo- ranga, região noroeste do Estado. O novo modelo irá desafogar

os hospitais gerais e universitários

do interior, litoral e Grande São

Paulo, pois o pacientes passarão no mesmo momento por consulta

e exames - até mesmo o retorno

e
e

com o médico poderá ocorrer no mesmo dia. Hoje, sem os AMEs, as pessoas passam em determinado dia por consulta, agendando exames e retorno para

outras datas, nos hospitais gerais

universitários. O atendimento,

muitas vezes marcado para três ou quatro dias diferentes, acontecerá rapidamente, até mesmo em um dia.

A Secretaria de Estado da Saúde vai implantar quatro Ambulatórios Médicos de Espe- cialidades no Vale do Paraíba e Litoral norte. Os AMEs são postos de alta resolutividade para uma determinada região, com modernos equipamentos, como eletro- cardiograma, eletro-encefalograma, teste ergométrico, raio-x, ultra-som, mamograa, densitometria óssea e eletroneuromiograa. O paciente passará por consulta e exames no mesmo dia, podendo, se necessário, ser encaminhado para tratamento especializado na mesma data. Três unidades já possuem local denido para a instalação. São eles: São José dos Campos, Caraguatatuba e Lorena. Para a região de Taubaté, o local ainda está em estudo. O per l de atendimento dessas unidades é baseado nas demandas regionais. A expectativa do governo do Estado é entregar no quadriênio 2007/2010 40 novos ambulatórios. O primeiro AME do interior de São

“O objetivo é que o pacien- te possa ter o diagnóstico rapida- mente. Com consultas e exames em um só local, o atendimento será acelerado”, arma a diretora regional de Saúde Sandra Tutihashi. Uma das novidades é o sistema informatizado do AME. O agendamento de consultas é feito através da internet. O usuário do Sistema Único de Saúde (SUS) procura atendimento na rede de atenção básica à saúde (UBS) de seu município.

Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado da Saúde do Estado de São Paulo

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40 anos de história

O JOGO MAIS LONGO DE TAUBATÉ

Por: José Carlos Reis de Souza Fotos: Arquivo pessoal

Ao iniciar esta matéria eu não

poderia deixar de elogiar os persona-

gens desta magní ca história, que ao completar 40 anos conseguiram reu- nir todos os participantes que dispu- taram a nal do campeonato amador de 1967.

O encontro festivo foi no clu-

be social da Alston, onde ocorreram fortes abraços e muitas histórias para contar neste espaço de 40 anos. Nesta festividade tive a oportunidade de conhecer vários jogadores da épo- ca, dentre eles; Hélio Morotti, Mariste-

la, Chiste, Nogali e Pedro, que depois deram seus depoimentos a respeito da decisão nal.

No nal da década de 1960, o

país passava por uma ditadura militar que permaneceu por mais 20 anos e uma das raras diversões do brasileiro

era o futebol. No dia 5/11/67 foi reali- zado o primeiro jogo da nal do cam- peonato amador regional entre River Club e Mecânica Pesada, o vencedor deste jogo seria o campeão da tem- porada. Durante os noventa minutos

e mais duas prorrogações, cada uma

de quinze minutos, permanecera sem nenhum gol, como não houve vence-

dor, foi solicitada mais uma partida para a semana seguinte, e durante

a semana ocorreram vários fatos que

de niram a situação da partida, a pri-

meira foi à dúvida sobre qual estádio

poderia sediar a partida.

foi à dúvida sobre qual estádio poderia sediar a partida. A segunda foi que o presidente
foi à dúvida sobre qual estádio poderia sediar a partida. A segunda foi que o presidente

A segunda foi que o presidente da Liga Esportiva Sr. Moacir Peixoto, determinou que o jogo seria realiza- do no estádio do Jardim das Nações, que ainda não estava concluído e que seria inaugurado no ano seguinte. O terceiro fato foi à atitude tomada pelo presidente, que exigia que desse jogo saísse o campeão de qualquer manei- ra, se necessárias quantas prorroga- ções fossem e o principal motivo des- sa atitude foi que a cidade de Taubaté não tinha nenhum representante no campeonato do Estado, e caso isso não fosse decidido à cidade perderia a chance de enviar um representante para a disputa da competição. No dia 12/11/1967 foi realizado a segunda partida considerada a nal do campe- onato amador e nenhuma das duas equipes tinha a vantagem de jogar por empate. A partida teve início às 10 ho- ras da manhã no estádio Jardim das

Nações, atualmente estádio Joaquim de Moraes Filho. Durante o tempo normal os dois times faziam uma bela partida e o equilíbrio era visto pelos torcedores, Denizar de Oliveira, co- mentarista esportivo, era o capitão do River Club e estava entusiasmado por chegar à nal, era a primeira vez que a equipe chegava a uma decisão do campeonato amador. Essa partida marcou muito para todos os jogado- res, pois disputaram 190 minutos com muita raça. No seu tempo regulamen- tar co em 0 a 0, e como cou decidi- do, a partida seria decidida em uma prorrogação de 30 minutos, e outro fato aconteceu, a prorrogação termi- nou 0 a 0, foi quando os capitães das duas equipes, Denizar e Luizinho Ma- ristela zeram um acordo com o árbi- tro que a partida seria decidida no dia e que ocorreria prorrogações quan- tas fossem necessárias. Após quatro Tempos-extras, Honorato marcou o

FORMAÇÃO DO C. A. MECÂNICA PESADA Mário Bortoloni, Nogali, Mané, Lélio, Jacir, Joel, Maristela, Garrincha,
FORMAÇÃO DO C. A. MECÂNICA PESADA
Mário Bortoloni, Nogali, Mané, Lélio, Jacir, Joel, Maristela, Garrincha,
Ladinho, Perruche, Nardinho (falecido) e Mário Cri-Cri.
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Cri-Cri. 8 Ano 4 - nº 20 - fevereiro | março - 2008 FORMAÇÃO DO RIVER

FORMAÇÃO DO RIVER CLUB Ari, Chanclé, Chico Tolomío (falecido), Denizar, Barrinho, Daniel, Chiste, Girú, Edinho, Hélio Maroti (falecido), Honorato (falecido), Niltinho, Marco Aurélio e Paulo Borboleta (falecido).

PARA ANUNCIAR ENTRE EM CONTATO PELO TELEFONE: (12) 3621-3797 9 Ano 4 - nº 20
PARA ANUNCIAR ENTRE EM CONTATO PELO TELEFONE: (12) 3621-3797 9 Ano 4 - nº 20

PARA ANUNCIAR ENTRE EM CONTATO PELO TELEFONE:

(12) 3621-3797

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gol que garantiu o título do River Club. Essa partida teve uma grande reper- cussão

gol que garantiu o título do River Club. Essa partida teve uma grande reper- cussão estadual, devido a sua dura- ção e a F.P.F. (Federação Paulista de Futebol), foi obrigada a rever a situa- ção das prorrogações, pois na época não havia nenhum critério de desem- pate, e devido a esse jogo a decisão por pênaltis entrou no vocabulário futebolístico como forma de decisão. Dois anos depois, o campeonato era disputado entre River Club e União Operária, sendo decidido por penali- dades máximas e o River conquistou seu segundo título. Aproveitamos a oportunidade desta confraternização

e colhemos depoimentos de diversos

jogadores que se emocionam ao con- tar os fatos pitorescos.

Depoimentos de ex-jogadores da nal de 1967.

Depoimentos de ex-jogadores da fi nal de 1967. Ano 4 - nº 20 - fevereiro |

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Hélio Morotti: Nesta nal houve algu- mas passagens pitorescas, a primei- ra que não sai da minha mente, foi a do irmão do Chiste que vinha mal na escola, e o seu pai deu a ele como castigo, não permitindo que fosse ao estádio assistir o jogo, o engraçado foi que o irmão acompanhou pelo rá- dio a partida inteira chorando o tempo todo. Outro episódio interessante foi

a do radialista Sidney Barbosa, que

na ocasião vendia sorvetes, segundo

o mesmo, nunca tinha faturado tan-

to na vida quanto ao dia da disputa nal. Outro acontecimento foi com o nosso amigo Marcon que estava no dia, e cou fatigado de assistir o jogo, chegando à exaustão de car presen- ciando as prorrogações, imaginem nós jogadores que já estávamos es- gotados. Esses fatos e outros mais acabaram gerando grandes amizades junto aos grupos de jogadores. Para nalizar eu só posso dizer que este

de jogadores. Para fi nalizar eu só posso dizer que este encontro após 40 anos só

encontro após 40 anos só veio para reforçar a amizade. Maristela: Eu tenho uma narrativa interessante, no dia da partida o Dr. Djalma era médico da Mecânica Pe- sada, ele permaneceu no campo as- sistindo a nal, na terceira prorroga- ção ele chamou os capitães e disse:

“Vocês me desculpem, mas são uns burros, um bando de loucos, se que- rem morrer que morram, mas eu não vou car presenciando essa cena e foi embora”. Outro fato que ocorreu foi a do Nenê amigo do Chiquinho da Zaz – Traz, que saiu de casa às nove ho- ras da manhã, seu pai percebendo a sua ausência saiu procurando e para surpresa foi encontrá-lo às quatorze horas assistindo a nal do campeo- nato, na época ele tinha nove anos de idade. Para mim este encontro só veio fortalecer a grande amizade con- quistada após este jogo.

fortalecer a grande amizade con- quistada após este jogo. Chiste: A lembrança que me vem a

Chiste: A lembrança que me vem a mente deste acontecimento futebo- lístico foi que no dia eu sentia a at- mosfera carregada, uma incerteza e ao mesmo tempo uma con ança em todos nós jogadores, mas que no - nal conseguimos sair vitoriosos. Este jogo foi um presente para Taubaté, acabamos nos tornando amigos, visto este encontro para comemorarmos os 40 anos de companheirismo. É bom car registrado que ao terminar o jogo da decisão, os dois times confrater- nizaram, tiramos fotos todos juntos, porque ali não existia um melhor, pois no tempo normal e na prorrogação não ocorreu gol, mas não faltaram jo- gadas brilhantes, e o mais importante, foi mantido a disciplina, não ocorren- do expulsões, sendo assim uma parti- da honrada de ser assistida por todos. Lamentavelmente não foi lmada, pois na época não existia tanto recur- so como hoje. Outra parte pitoresca é sobre a minha pessoa, que modesta- mente eu era um bom pegador de pê-

naltis, e na decisão quando estavam

discutindo como terminar a partida dei

a idéia para decidir nos pênaltis, e foi evidente que o CAMEP não quis, foi quando determinaram fazer as prorro- gações. Para nalizar, só posso dizer

o seguinte: “Nós nascemos na época

errada, porque a maioria ou a metade dos jogadores que participaram da - nal de 1967, se estivessem jogando futebol nos dias de hoje, certamente estariam milionários em qualquer time da Europa ou Ásia”.

milionários em qualquer time da Europa ou Ásia”. Nogali: Um dos acontecimentos mar- cantes foi o

Nogali: Um dos acontecimentos mar- cantes foi o que ocorreu após o jogo nal contra o RIVER, depois de um desgaste físico de três horas com os

nervos a or da pele, fui encaminhado para o hospital para atendimento mé- dico. A recordação que vem a minha mente é a de um jogo que cou para

a historio de Taubaté, por duas equi-

pes de alto nível com vontade de ven- cer, e hoje estamos todos juntos após quarenta anos colhendo os frutos que são: “amizade e companheirismo”.

colhendo os frutos que são: “amizade e companheirismo”. Pedro: Com relação à decisão de 1967 entre

Pedro: Com relação à decisão de 1967 entre CAMEP e RIVER, ocor- reram muitos fatos e anedotas para contar aos nossos netos, uma delas foi à partida regulamentar de noven- ta minutos, depois passando para as prorrogações. Outro fato pitoresco é que na época o presidente da Liga de

Futebol Amador era o Sr. Milton de Al- varenga Peixoto, que tinha nas mãos

a responsabilidade para determinar o

que fazer após o tempo regulamentar. Porem tínhamos um problema, não existia no regulamento uma cláusula sobre prorrogação, foi quando foram chamados os capitães para de co- mum acordo decidirem o que fazer. Na ocasião A Gazeta Esportiva fez um duro comentário criticando a ati- tude aonde dois times amadores do interior chegassem a cinco prorroga- ções, participando de um campeona- to regional.

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ACERVO DE IMAGENS DA VIRGEM SANTÍSSIMA

Fotos: José Carlos Reis de Souza

DA VIRGEM SANTÍSSIMA Fotos: José Carlos Reis de Souza Ano 4 - nº 20 - fevereiro

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Do dia 20/dez a 06/01/06, cou exposto no Pensionato Nos- sa Senhora Aparecida em Tau- baté – SP, aos apreciadores da cultura religiosa uma Mostra de 80 imagens da Virgem Santíssima brasileira e de diversos países, acervo pertencente à profª Maria Conceição Rangel Figueira. Vamos falar um pouco da padroeira: Estrategicamente, to- dos os países católicos têm Nos- sa Senhora como padroeira, na América Latina podemos citar al- gumas; Argentina “Nossa Senhora de Lujan”, Bolívia “Nossa Senhora de Copacabana”, Brasil “Nossa Senhora da Conceição Apare- cida”, Colômbia “Nossa Senhora Chiquinquira”, Costa Rica “Nos- sa Senhora dos Anjos”, Cuba “Nossa Senhora da caridade”, El Salvador “Nossa Senhora da Paz”,Venezuela “Nossa Senhora de Coromoto”, Peru “Nossa Sen- hora da Evangelização”, Chile

“Nossa Senhora do Carmo”, Dom- inica “Nossa Senhora da Salete”, Paraguai “Nossa Senhora da As- sunção”, Uruguai “Nossa Senhora dos Trinta e Três”, México “Nossa Senhora de Guadalupe”. A eleva- ção de Maria, Mãe de Deus e da Igreja, releva inteiramente a di- mensão de títulos que nada mais são do que a atitude técnica de re- alizar aquilo que ela mesma pro- fetizou no Magni car: “De agora em diante, todas as gerações me chamarão de mulher bem-aventu- rada” (Lc 1.48). São expressões de amor e carinho, com que alme- jamos homenagear nossa Mãe espiritual, procurando de certa maneira, tornar mais pessoal o nosso relacionamento com ela. É preciso esclarecer aos éis que esses títulos se referem à mesma pessoa, porque só há uma Nossa Senhora, Maria, Mãe de Jesus.

Fonte: Profª Maria Conceição Rangel Figueira

à mesma pessoa, porque só há uma Nossa Senhora, Maria, Mãe de Jesus. Fonte: Profª Maria

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NOVA IMAGEM PARA ALGUNS DINOSSAUROS

NOVA IMAGEM PARA ALGUNS DINOSSAUROS A Revista Science de setem- bro de 2007 publicou um achado

A Revista Science de setem- bro de 2007 publicou um achado notável: o osso do antebraço de Velociraptor, um dinossauro que se tornou famoso pelo lme “Jurassic Park”, que tinha as marcas da existência de penas. Há alguns anos que os paleontólogos têm descoberto ves- tígios de penas em dinossauros de pequeno porte e a suposição de que espécies maiores também deveriam ter penas torna-se concreta a partir desse achado.

Ver detalhes em:

www.amnh.org/science/papers/

velociraptor_feathers.php

O MUSEU DE HISTÓRIA NATURAL DE TAUBATÉ, com base nas medidas originais e partes do esqueleto de Velocira- ptor, reconstituiu um modelo em tamanho natural de como seria um Velociraptor vivo. Para muitos uma decepção, pois esse dinossauro não era nenhum

gigante, medindo perto de 1 metro de altura, pesando cerca de 15 kg. Apesar disso o bichinho era um verdadeiro “pestinha”, muito agressivo e atacava em grupos, com mordidas e garras enormes, animais de porte muito maiores que ele.

O Velociraptor “vivo” ajuda

a entender a evolução, mostrando que as aves são os verdadeiros descendentes dos dinossauros. A reconstituição do Velocira- ptor é uma das novidades que o Museu de Taubaté apresenta após sua reestruturação da exposição nesse início de ano. Vale conferir ainda uma nova exposição sobre mamíferos africanos e outras vitri- nes remodeladas.

O MUSEU É UMA EXCE-

LENTE OPÇÃO PARA ESSAS FÉRIAS e está aberto de 3ª a domingo, das 10 às 17 horas.

Ver em:

www.museuhistorianatural.com

Museu de História Natural de Taubaté

Museu de História Natural de Taubaté Por: Dr. Herculano Alvarenga Diretor Pres. Do Museu de

Por: Dr. Herculano Alvarenga Diretor Pres. Do Museu de História Natural de Taubaté.

Diretor Pres. Do Museu de História Natural de Taubaté. Museu de História Natural de Taubaté Telefone:
Diretor Pres. Do Museu de História Natural de Taubaté. Museu de História Natural de Taubaté Telefone:
Diretor Pres. Do Museu de História Natural de Taubaté. Museu de História Natural de Taubaté Telefone:

Museu de História Natural de Taubaté Telefone: (12) 3631-2928 R. Juvenal Dias de Carvalho, 111 www.museuhistorianatural.com

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TANGAROA

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TRABALHO EM FOCO

Por: Carlos Dionísio de Morais

Sindicalismo, fraternidade e defesa da vida

de Morais Sindicalismo, fraternidade e defesa da vida A troca de cartões de Natal e de

A troca de cartões de Natal e de Boas Festas faz parte de nos- sa cultura católica e ocidental. No entanto esses cartões, com suas mensagens edi cantes e belíssi- mas ilustrações, invariavelmente acabam, após o período de festas, indo para o lixo. Neste último Natal, pesando todos esses aspectos, decidimos inovar na distribuição de nossos Cartões de Boas Festas. Tratou- se de uma singela ação, mas de

grande alcance social, pois con- tou com uma ação solidária, voltada para

a criança e o

idoso. Todos os

cartões de boas festas enviados pela entidade,

o Sindicato dos

Empregados no Comércio de Taubaté, foram adquiri- dos do NAPEC - Núcleo de As- sistência à Pes- soa com Cânc- er.

N e s t e tempo de con-

struir um mun-

do melhor, esta

é solidariedade

que transforma

vidas. A nal, a criança repre- senta a inocên- cia, a vida que

se inicia. O ido-

so representa

a experiência,

a vivência, a sabedoria. Procura- mos chamar a atenção para uma profunda re exão, lembrando daquEle que foi criança e deu a vida por nós. Estamos, assim, sintoniza- dos com a Campanha da Fraterni-

dade deste ano de 2008, cujo lema

é

“Fraternidade e Defesa da Vida”

e

que tem como objetivo “defender

e

promover a vida humana, desde

sua concepção até a sua morte natural, compreendida como dom

a

de Deus e co-responsabilidade de todos, na busca de sua pleni ca-

ção”. Neste tempo de construir um mundo melhor, essa é a solidarie-

dade que transforma vidas. Con- vidamos a todos os companheiros comerciários, os trabalhadores de todas as demais categorias e o público em geral a se integrarem

nessas ações solidárias, através das quais a sociedade dá mostras de seu poder de suprir aquelas lacunas deixadas pelos poderes constituídos.

Fazendo isso, seremos éis a Jesus, que disse: “Eu vim para que todos tenham vida, e vida em abundância” (Jo, 10,10).

que todos tenham vida, e vida em abundância” (Jo, 10,10). Carlos Dionísio de Morais é advogado

Carlos Dionísio de Morais é advogado trabal- hista, juiz classista aposentado, conselheiro nacional do SESC e presidente do Sindicato dos Empregados no Comércio de Taubaté

COMERCIÁRIO: Não fique só. Fique sócio. SINDICATO DOS EMPREGADOS NO COMÉRCIO DE TAUBATÉ Rua Padre
COMERCIÁRIO: Não fique só. Fique sócio.
SINDICATO DOS EMPREGADOS NO COMÉRCIO DE TAUBATÉ
Rua Padre Faria Fialho, 257 - Jd. Maria Augusta - Taubaté
CEP 12080-580 - Tel.: (12) 3621.3955
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ARTESANATO Per fil:
ARTESANATO
Per fil:

Artesã

Ana Marta Meireles Natural:

Taubaté – SP Profissão:

Ana Marta Meireles, é professora e ministrou cursos na área de padaria e confeitaria durante 15 anos e nas horas vagas fazia trabalhos com cartonagem e bonecos. Com o passar dos anos, abandonou o ensino de confeitaria e padaria, tomando gosto pelo trabalho com tecido chamado de chitão, atualmente trabalha em seu atelier produzindo peças.

Para maiores informações:

Rua Sacramento, 229 Centro - Taubaté / SP Fones:

(12) 3624-6038

9122-4038

9141-9313

20 Ano 4 - nº 20 - fevereiro | março - 2008
20
Ano 4 - nº 20 - fevereiro | março - 2008

ROTARY CLUB TAUBATÉ

ROTARY CLUB SUL

ROTARY CLUB TAUBATÉ ROTARY CLUB SUL Caso você tenha interesse em conhecer um pouco mais do
ROTARY CLUB TAUBATÉ ROTARY CLUB SUL Caso você tenha interesse em conhecer um pouco mais do
Caso você tenha interesse em conhecer um pouco mais do Rotary em Taubaté e de
Caso você tenha interesse em conhecer um
pouco mais do Rotary em Taubaté e de suas
ações,
acesse o site www.rotarytaubate.org.br ou en-
vie um email para:
presidente@rotarytaubate.org.br
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VIVA

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A força de uma grande parceira

Secon - Serviços Gerais traz soluções dimensionadas para cada empresa

O Grupo Engeseg está presente nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais, que representam 64% do PIB Nacional.

do Sul e Minas Gerais, que representam 64% do PIB Nacional. A terceirização nos diversos seto-
do Sul e Minas Gerais, que representam 64% do PIB Nacional. A terceirização nos diversos seto-
do Sul e Minas Gerais, que representam 64% do PIB Nacional. A terceirização nos diversos seto-

A terceirização nos diversos seto-

res da economia é uma realida-

de. Uma parceria com a Secon

- Serviços Gerais permite que

uma empresa possa estar concentrada na produção e com foco em seu mercado de atuação. Facilidade. É isto que a Secon - Serviços Gerais traz a seus clientes ao oferecer alta qualidade em serviços de infra-estrutura. Ela combina tecnologia com a quali cação de seu pessoal como forma de oferecer produtividade em lim- peza, manutenção, apoio à produção e à administração, jardinagem e paisagismo sempre orientada para preservar o patri- mônio e reduzir custos. A Secon - Serviços Gerais aplica solu- ções personalizadas em serviços gerais, ou seja, ela elabora um projeto especí - co para cada cliente. Isto é possível por meio de uma criteriosa avaliação técnica. Planejando a mão-de-obra e os recur- sos necessários, este tipo de diagnóstico

e os recur- sos necessários, este tipo de diagnóstico permite oferecer pacotes de serviços sob medida
e os recur- sos necessários, este tipo de diagnóstico permite oferecer pacotes de serviços sob medida

permite oferecer pacotes de serviços sob medida e custos otimizados. Secon - Serviços Gerais é uma empre- sa com a qualidade do Grupo Engeseg O Grupo Engeseg tem mais de 15 anos de atuação e mais de 3 mil funcio- nários, tornou-se referência em presta- ção de serviços. Já certi cado em 1999, o Grupo conquistou a recerti cação ISO 9001:2000 para todas suas empresas, incluindo a Secon - Serviços Gerais, em 2003. E vem mantendo este nível de ex- celência, resultado de seu rme compro- misso em aprimorar serviços. Quando se fala em produtivida- de, o tempo é fundamental. A Secon - Serviços Gerais sabe disso e desenvol- veu métodos diferenciados para garantir agilidade na prestação de serviços tanto na Manutenção de Equipamentos quan- to na Logística. É com competência e com a con ança de seus clientes que a Secon tem rmado sua imagem de cre- dibilidade.

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SÃO LUIS DO PARAITINGA

BLOCO JUCA TELES

Texto/Fotos: José Carlos Reis de Souza

São Luis do Paraitinga, cul- tua o seu rico patrimônio histórico arquitetônico, suas festas religio- sas e profanas. Em seu calendário anual encontra-se a mais famosa festa, o “Carnaval de Marchinhas”. Quando chega o carnaval a cidade se transforma, primeiro promov- endo o concurso de marchinhas, recebendo turistas de diversos locais de São Paulo e outros es- tados. Em São Luis do Paraitinga está o famoso Bloco Juca Teles, criado em 1983 na intenção de dar identidade para o carnaval da ci- dade, abrindo festivamente a festa de Momo.

carnaval da ci- dade, abrindo festivamente a festa de Momo. Ano 4 - nº 20 -

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Com seus quatro pequenos bonecos, o próprio Juca Teles, sua companheira e musa inspiradora Dona Nhá Fabiana, e os seus ami- gos Zé Barrica e Nhá Filó. A roupagem dos bonecos, na época confeccionada por Benito, Nilson Lopes e Ciça. O nome Juca Teles do Sertão das Cotias é o pseudônimo artístico de Benedito de Souza Pinto, que quando se transformava no personagem pro- duzia a dança de Caiapó, soltava o casal de gigantes festivos João Paulino e Maria Angu durante a festa do Divino, na semana santa no sábado de Aleluia, fazia uma in- evitável malhação de Judas, com um testamento satírico de grande sucesso para a ocasião. Vestia-se com uma cartola, casaca, gravata, calça, indumentária toda preta com exceção da camisa branca e anda- va descalço ou de tamanco. Neste momento não era mais o ocial

ou de tamanco. Neste momento não era mais o o fi cial Ladeira da Igreja do

Ladeira da Igreja do Rosário

E.V. - De onde veio o Nome Juca teles do Sertão das Cotias? Benito - O nome Juca Teles do Sertão das Cotias é o pseudônimo artístico de Benedito de Souza Pinto, perola da cidade, nasceu no dia 07/10/1888 e faleceu em 18/11/1962, um dos mais impor- tantes artistas de São Luis do Paraitinga que já criou. E.V. - Quem tomava a postura de Juca Teles na saída o Bloco? Benito - Benedito de Souza Pinto, que quando se transformava no personagem produzia a dança de

Caiapó, soltava o casal de gigan- tes festivos João Paulino e Maria Angu durante a festa do Divino, na semana santa no sábado de Ale- luia, fazia uma inevitável malha- ção de Judas, com um testamento satírico de grande sucesso para

a ocasião. Vestia-se com uma

cartola, casaca, gravata, calça, indumentária toda preta com ex- ceção da camisa branca e andava

descalço ou de tamanco. Neste

momento não era mais o o cial

de justiça e sim o festivo person-

agem “Juca Teles”, que a garotada adorava e que gerou contradições por ser quem era, pois o precon- ceito contra o artista era muito forte.

E.V. - Qual a nalidade do Bloco Juca Teles? Benito - A nalidade, é procurar uma abertura alternativa para o carnaval de São Luis de Parait- inga, levando impetrar o objetivo principal, resgatar a imagem de- sta gura esplendorosa,Benedito

de Souza Pinto, gura simpaticís-

sima e tomada de uma bondade imensa, tornou-se pai e mãe dos pobres, onde recebia em sua casa quase diariamente uma dezena deles, desvendando às novas ge- rações a importância do mesmo, para a memória e tradição da ci-

dade.

de justiça e

sim o festivo

personagem

“Juca Teles”, que a garota- da adorava

e que gerou

contradições

por ser quem

era, pois o

preconceito

contra o ar- tista era mui- to forte. O Bloco Juca Teles, com

a nalidade,

de procu-

rar uma abertura alternativa para

o carnaval de São Luis de Para-

itinga, levam impetrar o objetivo principal resgatar a imagem desta gura esplendorosa, mostrando as novas gerações a importância do mesmo para a memória e tradição da cidade. A Revista Empresas do Vale

foi conhecer de perto a famosa saída do Bloco Juca Teles ao meio- dia. aproveitamos para saber um pouco mais sobre o Bloco Juca Teles, fomos recebidos pelo re- sponsável pela saída do Bloco em São Luis do Paraitinga, Sr. Benito em sua residência onde é servido

o famoso café da manhã (bolo,

biscoitos, farofa e queijo) a quem queira participar.

(bolo, biscoitos, farofa e queijo) a quem queira participar. José Carlos e Benedito Euclides de Moura

José Carlos e Benedito Euclides de Moura Campos

E.V. - Como foi que surgiu o Blo- co Juca Teles? Benito - O Bloco Juca Teles, foi criado em 1983 na intenção de dar identidade para o carnaval da ci- dade, abrindo festivamente a festa de Momo. Tendo como peças de alegria os quatro pequenos bone- cos, sendo o próprio Juca Teles, a sua companheira e musa inspira- dora Dona Nhá Fabiana, e os seus amigos Zé Barrica e Nhá Filó. E.V. - Quem são os responsáveis pela confecção da roupagem? Benito - Na época a confecção das roupas foram confeccionada por Benito, Nilson Lopes e Ciça.

Ano 4 - nº 20 - fevereiro | março - 2008 PARA ANUNCIAR ENTRE EM
Ano 4 - nº 20 - fevereiro | março - 2008 PARA ANUNCIAR ENTRE EM
Ano 4 - nº 20 - fevereiro | março - 2008
Ano 4 - nº 20 - fevereiro | março - 2008

ODONTOLOGIA

CIRURGIA GUIADA POR COMPUTADOR

(IMPLANTE DENTAL)

ODONTOLOGIA CIRURGIA GUIADA POR COMPUTADOR (IMPLANTE DENTAL) Dr. Jorge Kather - CRO 68431   Se o

Dr. Jorge Kather - CRO 68431

 

Se o sorriso é nosso cartão

Como os implantes dentários

tratamento em uma única sessão.

de

visitas, nada mais constrange-

se

tornaram à solução para a falta

Nos pacientes desdentados totais,

dor do que ter dentes faltando

de

dentes, as técnicas evoluíram

em apenas 24 horas o processo

na boca. Durante muito tempo, a solução para os espaços vazios era a utilização de dentaduras

e pontes móveis, porém muito

desconfortáveis, até que chega um momento que o paciente não consegue mais usar porque não pára na boca.

paciente não consegue mais usar porque não pára na boca. bastante para se adequar ao máx-
paciente não consegue mais usar porque não pára na boca. bastante para se adequar ao máx-
paciente não consegue mais usar porque não pára na boca. bastante para se adequar ao máx-

bastante para se adequar ao máx-

imo de pacientes possível. Hoje,

até os cortes podem ser evitados

e o paciente recebe dentes novos

em apenas 24 horas. Os estudos

foram desenvolvidos para eliminar

as

necessidades de enxertia óssea

e

reduzir o tempo de tratamento.

De forma que, hoje, os implantes são desenvolvidos para que se aproveite o mínimo de osso que o paciente tenha, além de ter mais xação e ser menos invasivo. A cirurgia guiada por com- putador para colocação de im- plantes dentários é um plano de tratamento revolucionário e um sistema de implementação cirúr-

gica que dá a possibilidade de transferir o plano extra-oral para

a boca do paciente com uma pre-

cisão e facilidade muito grande. Com a cirurgia guiada, a colocação do implante,

do pilar e da coroa (ou

ponte protética) é real- izada simultaneamente.

O guia cirúrgico com-

putadorizado indica a posição e profundidade exata dos implantes antes da cirurgia. Nos

casos de dente unitário

é possível concluir o

é nalizado. Tudo isso sem pós-

operatório traumático, sem neces- sidade de pontos e sem edemas, pois para agilizar o processo de cicatrização, é utilizado a aplica- ção de laser para estimular a cica- trização gengival. Nesta técnica o exame radiológico é de fundamental im- portância, pois ele dá informações na proporção exata de largura e espessura óssea, tendo assim uma melhor localização, profun- didade e angulação do implante á

ser instalado. O guia cirúrgico pro- porciona uma cirurgia sem cortes,

e a prótese provisória é instalada

após os implantes. Muito mais prático e previsível o resultado, podendo até ter o resultado esté- tico testado antes da nalização do tratamento.

o resultado esté- tico testado antes da fi nalização do tratamento. 32 Ano 4 - nº
32 Ano 4 - nº 20 - fevereiro | março - 2008
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S

CURTAS

Social Vale

Por José Carlos Reis de Souza redacao@revistaempresasdovale.com

Carlos Reis de Souza redacao@revistaempresasdovale.com FELIPE CURY CIDADÃO JOSEENSE No dia *00 de dezembro do

FELIPE CURY CIDADÃO JOSEENSE

No dia *00 de dezembro do último ano, a Câmara Municipal de São José dos Campos outorgou a Felipe Cury, o título de cidadão Joseense. Estiveram presente no evento, familiares, autoridades e amigos, que puderam desfrutar de um coquetel após a solenidade. Parabéns Felipe Cury!

de um coquetel após a solenidade. Parabéns Felipe Cury! Cristiano, Léa, Felipe Cury, Dié, Amigos de

Cristiano, Léa, Felipe Cury, Dié,

Parabéns Felipe Cury! Cristiano, Léa, Felipe Cury, Dié, Amigos de Felype Cury - Taubaté Rafael, Marina,

Amigos de Felype Cury - Taubaté

Léa, Felipe Cury, Dié, Amigos de Felype Cury - Taubaté Rafael, Marina, Felipe, Paula, Jade e

Rafael, Marina, Felipe, Paula, Jade e Cristiane

- Taubaté Rafael, Marina, Felipe, Paula, Jade e Cristiane Felipe e Roseane Rafael, Flávia, Fábio e

Felipe e Roseane

Marina, Felipe, Paula, Jade e Cristiane Felipe e Roseane Rafael, Flávia, Fábio e Marina Léa, Felipe

Rafael, Flávia, Fábio e Marina

Cristiane Felipe e Roseane Rafael, Flávia, Fábio e Marina Léa, Felipe Cury e as Irmãs do

Léa, Felipe Cury e as Irmãs do Hosp. Pio XII

e Marina Léa, Felipe Cury e as Irmãs do Hosp. Pio XII Zazinha, Felipe, Meire, Fuad

Zazinha, Felipe, Meire, Fuad e Léa

Irmãs do Hosp. Pio XII Zazinha, Felipe, Meire, Fuad e Léa Humberto, Felipe, Albertino e Badeco

Humberto, Felipe, Albertino e Badeco

Meire, Fuad e Léa Humberto, Felipe, Albertino e Badeco Felipe, Rosângela, Mario e Cléo Felipe Jr.,

Felipe, Rosângela, Mario e Cléo

Felipe, Albertino e Badeco Felipe, Rosângela, Mario e Cléo Felipe Jr., Léa, Felipe e Flávia Irineu

Felipe Jr., Léa, Felipe e Flávia

Rosângela, Mario e Cléo Felipe Jr., Léa, Felipe e Flávia Irineu e Camilo Pref. Eduardo Cury

Irineu e Camilo

e Cléo Felipe Jr., Léa, Felipe e Flávia Irineu e Camilo Pref. Eduardo Cury (SJC) Felipe

Pref. Eduardo Cury (SJC)

Felipe e Flávia Irineu e Camilo Pref. Eduardo Cury (SJC) Felipe Cury e José Carlos Nega

Felipe Cury e José Carlos

e Camilo Pref. Eduardo Cury (SJC) Felipe Cury e José Carlos Nega Velha e Felipe Cury

Nega Velha e Felipe Cury

Bico Farso, Felipe Cury, Fernando e Caco Ano 4 - nº 20 - fevereiro |
Bico Farso, Felipe Cury, Fernando e Caco
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Ano 4 - nº 20 - fevereiro | março - 2008 34 FESTIVA DE FINAL

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FESTIVA DE FINAL DE ANO – GEAP

Como ocorre todos os anos, o GEAP - Grupo Executivo Agropecuário, reuniu seus associados, familiares e amigos para mais uma festa comemorativa de encerramento do ano.

para mais uma festa comemorativa de encerramento do ano. Lucia, Izquierdo, Laércio, Wilson, Albertino e Embersics.

Lucia, Izquierdo, Laércio, Wilson, Albertino e Embersics.

Lucia, Izquierdo, Laércio, Wilson, Albertino e Embersics. Grupo GEAP Silva e Izquierdo Edy e Ari Moura

Grupo GEAP

Laércio, Wilson, Albertino e Embersics. Grupo GEAP Silva e Izquierdo Edy e Ari Moura Rosalina e

Silva e Izquierdo

Wilson, Albertino e Embersics. Grupo GEAP Silva e Izquierdo Edy e Ari Moura Rosalina e Raquel

Edy e Ari Moura

e Embersics. Grupo GEAP Silva e Izquierdo Edy e Ari Moura Rosalina e Raquel Residencial Villa

Rosalina e Raquel

GEAP Silva e Izquierdo Edy e Ari Moura Rosalina e Raquel Residencial Villa Residencial Villa Lobos
Residencial Villa Residencial Villa Lobos Lobos Av. Licurgo Barbosa Querido Av. Licurgo Barbosa Querido (Av.
Residencial Villa
Residencial Villa
Lobos
Lobos
Av. Licurgo Barbosa Querido
Av. Licurgo Barbosa Querido
(Av. do Contorno)
(Av. do Contorno)
Estrada Tremembé - Taubaté
Estrada Tremembé - Taubaté
Itu Telhas
Itu Telhas
Mansão Fabelle
Mansão Fabelle
Itu Madeiras
Itu Madeiras
Estrada Velha Tremembé - Taubaté
Estrada Velha Tremembé - Taubaté
Tremembé - Taubaté Estrada Velha Tremembé - Taubaté PRÉ LANÇA a ENGEN RUA XV DE NOV
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PRÉ LANÇA

Tremembé - Taubaté Estrada Velha Tremembé - Taubaté PRÉ LANÇA a ENGEN RUA XV DE NOV
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a

ENGEN

Tremembé - Taubaté Estrada Velha Tremembé - Taubaté PRÉ LANÇA a ENGEN RUA XV DE NOV
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RUA XV DE NOV INFORM

Tremembé - Taubaté Estrada Velha Tremembé - Taubaté PRÉ LANÇA a ENGEN RUA XV DE NOV
Tremembé - Taubaté Estrada Velha Tremembé - Taubaté PRÉ LANÇA a ENGEN RUA XV DE NOV
Tremembé - Taubaté Estrada Velha Tremembé - Taubaté PRÉ LANÇA a ENGEN RUA XV DE NOV

((12)12) 336363

Tremembé - Taubaté Estrada Velha Tremembé - Taubaté PRÉ LANÇA a ENGEN RUA XV DE NOV
Tremembé - Taubaté Estrada Velha Tremembé - Taubaté PRÉ LANÇA a ENGEN RUA XV DE NOV
Tremembé - Taubaté Estrada Velha Tremembé - Taubaté PRÉ LANÇA a ENGEN RUA XV DE NOV
Tremembé - Taubaté Estrada Velha Tremembé - Taubaté PRÉ LANÇA a ENGEN RUA XV DE NOV
Acyr, Juliana, Laércio, Rosangela. Maria Regina e Maurício Cleide e Sergio Gallati Valentim e Nicholas
Acyr, Juliana, Laércio, Rosangela. Maria Regina e Maurício Cleide e Sergio Gallati Valentim e Nicholas

Acyr, Juliana, Laércio, Rosangela.

Acyr, Juliana, Laércio, Rosangela. Maria Regina e Maurício Cleide e Sergio Gallati Valentim e Nicholas Camilo,

Maria Regina e Maurício

Acyr, Juliana, Laércio, Rosangela. Maria Regina e Maurício Cleide e Sergio Gallati Valentim e Nicholas Camilo,

Cleide e Sergio Gallati

Rosangela. Maria Regina e Maurício Cleide e Sergio Gallati Valentim e Nicholas Camilo, Arimathéa, Brito e

Valentim e Nicholas

e Maurício Cleide e Sergio Gallati Valentim e Nicholas Camilo, Arimathéa, Brito e Sidney. Kátia, Lairton,

Camilo, Arimathéa, Brito e Sidney.

Valentim e Nicholas Camilo, Arimathéa, Brito e Sidney. Kátia, Lairton, Raquel, Antonieta, Ângela e Embersics.

Kátia, Lairton, Raquel, Antonieta, Ângela e Embersics.

Kátia, Lairton, Raquel, Antonieta, Ângela e Embersics. MENTOS!! nelli HARIA E CONSTRUÇÃO EMBRO Nº 885 AÇÕES:

MENTOS!!

Lairton, Raquel, Antonieta, Ângela e Embersics. MENTOS!! nelli HARIA E CONSTRUÇÃO EMBRO Nº 885 AÇÕES: 5
Lairton, Raquel, Antonieta, Ângela e Embersics. MENTOS!! nelli HARIA E CONSTRUÇÃO EMBRO Nº 885 AÇÕES: 5
Lairton, Raquel, Antonieta, Ângela e Embersics. MENTOS!! nelli HARIA E CONSTRUÇÃO EMBRO Nº 885 AÇÕES: 5
Lairton, Raquel, Antonieta, Ângela e Embersics. MENTOS!! nelli HARIA E CONSTRUÇÃO EMBRO Nº 885 AÇÕES: 5
Lairton, Raquel, Antonieta, Ângela e Embersics. MENTOS!! nelli HARIA E CONSTRUÇÃO EMBRO Nº 885 AÇÕES: 5
Lairton, Raquel, Antonieta, Ângela e Embersics. MENTOS!! nelli HARIA E CONSTRUÇÃO EMBRO Nº 885 AÇÕES: 5
Lairton, Raquel, Antonieta, Ângela e Embersics. MENTOS!! nelli HARIA E CONSTRUÇÃO EMBRO Nº 885 AÇÕES: 5
nelli

nelli

nelli

HARIA E CONSTRUÇÃO

Ângela e Embersics. MENTOS!! nelli HARIA E CONSTRUÇÃO EMBRO Nº 885 AÇÕES: 5 5- -2004 2004
Ângela e Embersics. MENTOS!! nelli HARIA E CONSTRUÇÃO EMBRO Nº 885 AÇÕES: 5 5- -2004 2004
Ângela e Embersics. MENTOS!! nelli HARIA E CONSTRUÇÃO EMBRO Nº 885 AÇÕES: 5 5- -2004 2004
Ângela e Embersics. MENTOS!! nelli HARIA E CONSTRUÇÃO EMBRO Nº 885 AÇÕES: 5 5- -2004 2004

EMBRO Nº 885 AÇÕES:

MENTOS!! nelli HARIA E CONSTRUÇÃO EMBRO Nº 885 AÇÕES: 5 5- -2004 2004 RESIDENCIAL FLAMBOYANT  
MENTOS!! nelli HARIA E CONSTRUÇÃO EMBRO Nº 885 AÇÕES: 5 5- -2004 2004 RESIDENCIAL FLAMBOYANT  
MENTOS!! nelli HARIA E CONSTRUÇÃO EMBRO Nº 885 AÇÕES: 5 5- -2004 2004 RESIDENCIAL FLAMBOYANT  
MENTOS!! nelli HARIA E CONSTRUÇÃO EMBRO Nº 885 AÇÕES: 5 5- -2004 2004 RESIDENCIAL FLAMBOYANT  
MENTOS!! nelli HARIA E CONSTRUÇÃO EMBRO Nº 885 AÇÕES: 5 5- -2004 2004 RESIDENCIAL FLAMBOYANT  

55--20042004

HARIA E CONSTRUÇÃO EMBRO Nº 885 AÇÕES: 5 5- -2004 2004 RESIDENCIAL FLAMBOYANT   RUA PROF
HARIA E CONSTRUÇÃO EMBRO Nº 885 AÇÕES: 5 5- -2004 2004 RESIDENCIAL FLAMBOYANT   RUA PROF
HARIA E CONSTRUÇÃO EMBRO Nº 885 AÇÕES: 5 5- -2004 2004 RESIDENCIAL FLAMBOYANT   RUA PROF

RESIDENCIAL FLAMBOYANT

 

RUA PROF

BRASÍLIA INDIANI

Rua 06

Rua 06

Rua 05

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A
A

Rua Prof. Joffre A. Furkin

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Rua 03

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Residencial Taubaté Village

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Shopping

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Independência
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Ano 4 - nº 20 - fevereiro | março - 2008

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A A R Revista evista E Empresas mpresas do do Vale Vale visitou visitou o

AA RRevistaevista EEmpresasmpresas dodo ValeVale visitouvisitou oo CarnavalCarnaval ddee algumasalgumas cidadescidades dodo Vale:Vale:

JJAMBEIROAMBEIRO

BBLOCOLOCO TÔ DDEE BBODEODE

BBandaanda TôTô dede BodeBode CConcentraçãooncentração dodo BlocoBloco MMaria,aria, Flávia,Flávia, Thais,Thais,
BBandaanda TôTô dede BodeBode
CConcentraçãooncentração dodo BlocoBloco
MMaria,aria, Flávia,Flávia, Thais,Thais, FlávioFlávio ee KikoKiko
PPrefeitorefeito Casquinha,Casquinha, Beto,Beto, WilberWilber
ee ssobrinhosobrinhos
TThiago,Josiane,hiago,Josiane, Carlos,Carlos, Flávio,Flávio, Elaine,Elaine,
VVirginiairginia ee LúciaLúcia
FFátima,átima, LLaurinho,aurinho, Sandra,Sandra, Beto,Beto, LailaLaila
SSolangeolange ee JoséJosé
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SSÃOÃO LLUISUIS DDOO PPARAITINGAARAITINGA

BBLOCOLOCO JJUCAUCA TTELESELES

RRicardoicardo ee GiorgiaGiorgia LLourdes,ourdes, Caco,Caco, Jesus,Jesus, JoséJosé Carlos,Carlos, AAntôniontônio
RRicardoicardo ee GiorgiaGiorgia
LLourdes,ourdes, Caco,Caco, Jesus,Jesus, JoséJosé Carlos,Carlos,
AAntôniontônio Jorge,Jorge, MariaMaria CláudiaCláudia ee BeneBene
BBetoeto ee famíliafamília
HHélioélio AlexandreAlexandre (Fantasia(Fantasia Cavalhada)Cavalhada)

TTAUBATÉAUBATÉ

EESCOLASCOLA DDEE SSAMBAAMBA VVAIAI QQUEMUEM QQUERUER

CCarroarro AbreAbre ÁlasÁlas MMestreestre SalaSala ee PortaPorta BandeiraBandeira ÁÁlala dasdas BaianasBaianas
CCarroarro AbreAbre ÁlasÁlas
MMestreestre SalaSala ee PortaPorta BandeiraBandeira
ÁÁlala dasdas BaianasBaianas
ÁÁlala dosdos PalhaçosPalhaços
ÁÁlala dosdos PiratasPiratas
PARA ANUNCIAR ENTRE EM CONTATO PELO TELEFONE: (12) 3621-3797 37 Ano 4 - nº 20
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PARA ANUNCIAR ENTRE EM CONTATO PELO TELEFONE:

(12) 3621-3797

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Ano 4 - nº 20 - fevereiro | março - 2008

Moda

Moda beleza, mulher e cia. por Nelson Flimyr O que rolou na 24ª edição do SPFW

beleza, mulher e cia.

por Nelson Flimyr

O que rolou na 24ª edição do SPFW Outono / Inverno 2008

Griffe Maria Bonita. Ao som de Adriana Calcanhoto, a griffe carioca Maria Bonita começou seu desle, mostrando logo de início os tradicionais Tricôs, Twin – sets e cardigans, aliás, muitos cardigans. Fundada em 1975 pelas sócias, Maria Cândida Sarmento e Malba

Pimentel de Paiva e tendo como integrante da sociedade e diretor executivo Alexandre Aquino, a Maria Bonita sempre segue as evidências da moda internacional. Para este ano, ela trouxe as estampas escocesas em losango com muito cinza, verde e um pouco de amarelo e uva, como tinha previsto nos desles de Londres, mas sempre com muita mudança.

A designer Danielle Jensen, assina desde 1999 a marca Maria Bonita

e, como sempre, busca um estilo contemporâneo e sosticado. Ela é sempre

reconhecida pelo corte impecável, com perfeito caimento e utilização de tecidos trabalhadores com inovadas técnicas de acabamento.

Griffe Patrícia Viera Tendo “Liberdade com o músico Zé Pedro” e Conhecida como a “Imperatriz do Couro”, Patrícia Viera faz uso exclusivo desse material em suas coleções, aliás, só ela consegue transformar suas criações em perfeita harmonia fazendo mágica com couro. Patrícia Viera encanta por suas texturas diversas, desde brilhante até

a mais opaca, e babados leves que nem parecem ter saído deste material.

Griffe Tereza Santos

A estilista mineira, Tereza Santos, apresentou em seu desle verdadeiro

tour pelos anos 70. Tudo muito trabalhado artesanalmente e com diversas texturas e mescla de os. Usando as cores naturais: preto, marrom e tons de bege. Tanto nas bolsas maxi – e maxi-franjas, franjões e sobre posição. Também marcaram presença, muitos saiões em patchworks de

estampas bordadas, texturas super leves, vestidos de franjinhas, coletes de peles super quentinhos, casacos de malha de tricô com amarrações, jaquetas em couro envelhecido, e para a noite, um belo vestido dourado acompanhado de um scarpin mocassim de verniz. Tudo muito fashion mas sem exagero.

Griffe Fause Haten Com uma cartela de cores, onde se destacava muito o preto, a griffe Fause Haten emplacou com seus ternos estreitos de paletó curto, jeans de cós baixo e gancho longo e parkas estilo militar. Trazendo um estilo bem comportado, a coleção masculina apareceu ainda mais linda que nos últimos anos. Nas demais peças se via amarelo, roxo, cinza, um pouco do vermelho, casacos, blusas, cachecóis, bolsas, veludos, nas combinações das cores amarelo, preto e roxo; amarelo, roxo e cinza; preto, roxo e cinza; além do clássico branco e preto. Simplesmente “in”.

Griffe CAVALERA “Um tiro do escuro”. Isto mesmo, numa tarde de domingo chuvosa e com temperatura tendendo para frio, a conhecidíssima griffe CAVALERA foi

à sensação nesta edição do SPFW. No dia 20 de janeiro, a CAVALERA trouxe para as mulheres: blusas com capuz que deslocam para os ombros, saias longas, e nos vestidos longos as parcas curtas. Já a linha masculina exalta mais uma vez o xadrez nas calças e nos macacões, e nos pés calçados tênis coloridos com muitas polainas sobrepostas, completando a coleção. Às margens do poluído rio Tietê, modelos impecavelmente trajadas

e maquiadas zeram o desle de lançamento da marca, na presença de um público seletamente selecionado que assistiram a tudo e registraram as cenas de dentro de um barco.

A idéia da griffe deu certo, chamou a todos para uma melhor reexão

sobre a saúde das águas deste imenso rio que corta a cidade de São Paulo. Apesar do cheiro insuportável, valeu pela experiência e pela linda coleção apresentada.

Griffe Glória Coelho

Glória Coelho arrasou em roupas com pêlo na apresentação da sua coleção.

O material apareceu em vestidos com comprimento até na altura do

joelho, com aplicações de paetês em formatos de ores, e o próprio pêlo compôs as peças apresentadas como bermudas, casacos pesados de lã em preto ou azul marinho e golas altas destacam na coleção de Gloria Coelho. Para completar o visual feminino, Glória aposta forte na versão mais elegante da galocha. O calçado vem em pele e divide a atenção com botas de cano alto e com as ankle (aquelas de cano curto) sendo que as cores predominantes são formadas pelo preto, cinza marinho e ferrugem. Já na coleção masculina, detalhe para o brilho nas camisas e casacos

e o corte reto nas calças e detalhes em tiras de tecidos, completa o visual, deixando o Homem ELEGANTÉRRIMO, para todas as ocasiões.

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Vladiana veste Básico e Chique 44 Ano 4 - nº 20 - fevereiro | março
Vladiana veste Básico e Chique
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Tel.: (12) 3632-2471 - Ano 4 - nº 20 - fevereiro | março - 2008
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Marina Gheler ladeada pelas funcionárias: Vanessa, Andréa e Camila. Polimédica - Equipamentos para sua saúde

Marina Gheler ladeada pelas funcionárias: Vanessa, Andréa e Camila.

ladeada pelas funcionárias: Vanessa, Andréa e Camila. Polimédica - Equipamentos para sua saúde Ano 4 -

Polimédica - Equipamentos para sua saúde

Andréa e Camila. Polimédica - Equipamentos para sua saúde Ano 4 - nº 20 - fevereiro

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SOS Dona de Casa - Prestação de todos oso tipos de serviços domésticos

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Ano 4 - nº 20 - fevereiro | março - 2008 46 SOS Dona de Casa
Ano 4 - nº 20 - fevereiro | março - 2008 46 SOS Dona de Casa
Maria Elena e Gabriel com Promoção de Verão das Lojas GRIFFE DO SOL (Centro e

Maria Elena e Gabriel com Promoção de Verão das Lojas GRIFFE DO SOL (Centro e Taubaté Shopping)

Verão das Lojas GRIFFE DO SOL (Centro e Taubaté Shopping) OMY - Presentes que são verdadeiras

OMY - Presentes que são verdadeiras jóias

Shopping) OMY - Presentes que são verdadeiras jóias Sex Shop - conveniências eróticas Cia da Dança,

Sex Shop - conveniências eróticas

são verdadeiras jóias Sex Shop - conveniências eróticas Cia da Dança, Nene e Rafael Ano 4

Cia da Dança, Nene e Rafael

jóias Sex Shop - conveniências eróticas Cia da Dança, Nene e Rafael Ano 4 - nº
jóias Sex Shop - conveniências eróticas Cia da Dança, Nene e Rafael Ano 4 - nº
jóias Sex Shop - conveniências eróticas Cia da Dança, Nene e Rafael Ano 4 - nº
jóias Sex Shop - conveniências eróticas Cia da Dança, Nene e Rafael Ano 4 - nº

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Casamento do Ano Henrique e Elaine Vista panorâmica do salão Lázaro(pai da noiva), Elaine, Henrique
Casamento do Ano
Henrique
e
Elaine
Vista panorâmica do salão
Lázaro(pai da noiva), Elaine,
Henrique e Maria de Lourdes
(mãe da noiva)
Osias (pai do noivo), Elaine, Henrique e
Loide (mãe do noivo)

Henderson, Elaine, Henrique e Sônia

Loide (mãe do noivo) Henderson, Elaine, Henrique e Sônia Wesley, Eliane, Elaine, Henrique, Adriana e Samuel

Wesley, Eliane, Elaine, Henrique, Adriana e Samuel

e Sônia Wesley, Eliane, Elaine, Henrique, Adriana e Samuel Mesa de bolo e doces Os noivos

Mesa de bolo e doces

Elaine, Henrique, Adriana e Samuel Mesa de bolo e doces Os noivos e as daminhas, Vitória

Os noivos e as daminhas, Vitória e Beatriz

de bolo e doces Os noivos e as daminhas, Vitória e Beatriz Padrinhos, Sueli e Messías

Padrinhos, Sueli e Messías

as daminhas, Vitória e Beatriz Padrinhos, Sueli e Messías Os noivos, Henrique e Elaine Mais de

Os noivos, Henrique e Elaine

Padrinhos, Sueli e Messías Os noivos, Henrique e Elaine Mais de 300 convidados presentes Salão: Villabali

Mais de 300 convidados presentes

Salão: Villabali Decoração e Buffet: Giovana Buffet e Marlene Som: Flaubert & Irineu Quarteto de Cordas: Deusedete Fotos: Fernando Siqueira Filmagem: Márcia Trajes: Taeko Noivas Cabelo e maquiagem: Silvania e Silvana Organização: Nelson Flimyr

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TURISMORELIGIOSO

TURISMO RELIGIOSO nicas de estilo neogóticos, pos- sui precioso Relicário da Santa de Lisieux. Seu altar-mor

nicas de estilo neogóticos, pos- sui precioso Relicário da Santa de Lisieux. Seu altar-mor ostenta artístico grupo de imagens con- feccionadas na Espanha. A praça do mesmo nome apresenta bonito jardim, com belas árvores, desta- cando-se 50 exemplares de ce- rejeiras, ofertadas pelos “Velhos Japoneses de Taubaté” no trans- curso do 70º aniversário do inicio da imigração nipônica no Brasil. Esta localizada à Praça Santa Te- rezinha - Centro. Maiores informações:

PONTOS TURISTICOS RELIGIOSOS DE TAUBATÉ - SP CATEDRAL DE SÃO FRANCISCO DAS CHAGAS A cidade
PONTOS
TURISTICOS
RELIGIOSOS DE
TAUBATÉ - SP
CATEDRAL DE SÃO FRANCISCO
DAS CHAGAS
A cidade de Taubaté é
considerada pólo industrial
A Catedral de Taubaté origi-
nou-se da primeira igreja de tai-
pa-de-pilão, erguido por Jacques
Félix em 1645, correspondendo
à atual capela dos Passos. No
decorrer de todo o século XIX. A
(12) 3632-2479
e turístico, devido a sua faci-
lidade de chegar, seja quem
vem de São Paulo-capital,
Rio de Janeiro, Minas Ge-
rais ou litoral Norte. O aces-
so é fácil e estradas boas.
Partindo de São Paulo o
turista vai percorrer 120 km,
tendo a opção pela BR 116
Igreja Matriz de Taubaté passou
por diversas reformas, para repa-
ros e conservação, que não alte-
raram as dimensões ou o aspecto
arquitetônico original. Antes da re-
forma ocorrida em 1942 apresen-
tava homogêneo conjunto barroco
paulista, destacando-se entre as
obras de taipa, o importante altar-
- Rodovia Presidente Dutra
ou a SP 70 – Rodovia Gov.
Carvalho Pinto, e 280 km
mor (único preservado). Esta loca-
lizada à Praça Dom Epaminondas
- Centro.
Maiores informações:
CONVETO DE SANTA CLARA
do Rio de Janeiro utilizando
a BR 116 – Rodovia Presi-
(12) 3632-3316
dente Dutra, vindo pelo lito-
ral Norte do Estado de São
Paulo é feito pela SP 125
- Rodovia Oswaldo Cruz,
cruzando os trevos que dão
acesso aos municípios de
São Luiz do Paraitinga, La-
goinha, Redenção da Serra
e Natividade da Serra. Sain-
do do Sul de Minas o aces-
so é pela SP 123 - Rodovia
Floriano Rodrigues Pinheiro,
que liga Campos do Jordão
a Taubaté. Vamos falar so-
Fundado em 1673 por frades
franciscanos a partir de pedido dos
moradores da Vila de Taubaté, foi
construído sobre uma suave coli-
na, desfrutando de uma posição
privilegiada na paisagem da cida-
de, e no entroncamento do cami-
nho para Pindamonhangaba e Rio
de Janeiro. Após um incêndio em
meados do século XIX fi cou por
um tempo abandonado e sendo
ocupado novamente por Frades
capuchinhos e reformado, conser-
vando a arquitetura original a inte-
ressante torre sineira. Localizada
à Praça Anchieta, s/nº - centro.
Maiores informações:
bre alguns pontos turísticos
religiosos que a cidade tem
para oferecer aos seus visi-
tantes.
(12) 3621-2626
SANTUÁRIO E PRAÇA DE
SANTA TEREZINHA
O belo templo apresenta a
imponência das linhas arquitetô-
Fonte: Material cedido por Edison Carmona
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