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Câmpus Ponta Grossa

Equipamentos Elétricos

Aula 4 Isolação em Condutores

de AT

Prof. Dr. Hugo Valadares Siqueira

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Condutores C â m p u s P o n

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Condutores

Câmpus Ponta Grossa

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Características Gerais

â m p u s P o n t a G r o s s a

Condutor

Isolação

â m p u s P o n t a G r o s s a

Cobertura

â m p u s P o n t a G r o s s a
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Materiais Condutores

Caracter. dos Condut.

Cobre Têmpera Mole Estanhado

UN.

Cobre

Têmpera Mole

CobreTêmpera Meio Dura

AlumínioTêmpera

H19

17,654 a

18,508

Resistividade

(20ºC)

17,241

17,654 a

17,837

28,264

.mm²/km

Condutividade

(20ºC)

% IACS

100

93 a 98

97 a 98

61

Densidade

g/cm³

8,890

-0-

8,890

2,703

Ponto de

Fusão

ºC

1083

-0-

1083

652

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ ISOLAÇÃO C â m p u s P o n

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ISOLAÇÃO

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As isolações dos cabos de potência podem ser constituídas por materiais sólidos e do tipo estratificadas;

a) Sólidos

Termoplásticos:

e do tipo estratificadas; a) Sólidos • Termoplásticos :  Cloreto de Polivinila (PVC);  Polietileno;
e do tipo estratificadas; a) Sólidos • Termoplásticos :  Cloreto de Polivinila (PVC);  Polietileno;

Cloreto de Polivinila (PVC);

Polietileno;

Termofixos:

Borracha Etileno Propileno (EPR);

Polietileno Reticulado (XLPE).

Aplicações por material:

PVC: teletransmissão a média distância;

EPR: tensões 69kV

XLPE: tensões ≤15kV em cabos de média

tensão

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ISOLAÇÃO

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b) Estratificadas:

Usam papel impregnado, uma isolação estratificada constituída por fitas delgadas de papel distribuídas helicoidalmente em diversas camadas e impregnadas com material isolante;

O papel impregnado é utilizado nos cabos a óleo sob pressão, aplicado na área de transmissão subterrânea (faixa de 69 a 345kV no Brasil e 1100kV no exterior);

OBS:

Isolação: tem um sentido qualitativo isolação de um cabo de PVC; Isolamento: tem um sentido quantitativo isolamento de 15kV.

qualitativo – isolação de um cabo de PVC;  Isolamento : tem um sentido quantitativo –
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Materiais de Isolação

 

NOME

COMPOSIÇÃO QUÍMICA

 

TERMOFIXOS

*

Polietileno Reticulado

Polietileno

*

EPR

Borracha Etileno Propileno

Butil

Isoprene isobutileno

SBR

Borracha estireno butadieno

Silicone

Metil clorosilane

TFE(Teflon Halano)

tetrafluoretileno

Borracha natural

Isoprene

Neoprene

Cloroprene

Borracha CP (Hypalon)

Polietileno Clorossufanado

 

TERMOPLÁSTICOS

Polietileno (PET)

Polietileno

*

PVC

Cloreto de Povinila

Nylon

Poliamida

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Materiais Isolantes

TIPO

MATERIAL

PONTOS FRACOS

PONTOS FORTES

TP

PVC (CLORETO DE POLIVINILA)

Baixo índice de estabilidade térmica

Boas propriedades mecânicas e elétricas; Não propagante de chama auto extingüível, quando aditivado.

PE (POLIETILENO NATURAL)

Baixo ponto de fusão Baixa flexibilidade Fácil combustão

Excelentes propriedades mecânicas e elétricas; Alto índice de impermeabilidade;

TF

XLPE (POLIETILENO

Baixa flexibilidade

Excelentes propriedades elétricas;

RETICULADO)

Baixa resistência à chama

Boa resistência térmica; Alto grau de dureza; Alto índice de impermeabilidade; Bom desempenho após envelhecimento.

EPR (BORRACHA ETILENO PROPILENO)

Baixa resistência mecânica Baixa resistência a óleos Baixa resistência a chamas

Excelentes propriedades elétricas; Boa resistência térmica; Alta flexibilidade; Resistência total ao ozônio.

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Temperaturas Características das

Isolações Usuais

ISOLAÇÃO

Temperatura Máx. de Serviço Contínuo [ o C]

Temperatura de

Tempo de curto circuito [s]

Serviço sobrecarga

[

o C]

 

PVC

70

 

100

160

EPR

90

 

130

250

Papel impregnado com óleo

90

 

130

250

XLPE

90

 

130

250

Papel impregnado com massa não escoante

80

 

100

200

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Características Mecânicas da Isolação

ISOLAÇÃO

Carga de

Alongament o à ruptura

Resistência a abrasão

Resistência a golpes

Flexibilidade

ruptura

PVC

1,25

150%

BOM

BOM

BOM

PET

1,00

300%

BOM

BOM

REGULAR

XLPE

1,25

200%

EXCELENTE

EXCELENTE

REGULAR

NEOPRENE

1,25

300%

EXCELENTE

EXCELENTE

EXCELENTE

RESISTÊNCIA A AGENTES QUÍMICOS

ISOLAÇÃO

ÁCIDOS

 

ORGÂNICOS

Sulfúrico

Clorídrico

Tetracloreto de Carbono

Óleos

Gasolina

3+30%

10%

PVC

REGULAR

REGULAR

BOA

REGULAR

BOA

PET

EXCELENTE

EXCELENTE

BOA

BOA

BOA

XLPE

EXCELENTE

EXCELENTE

BOA

BOA

BOA

NEOPRENE

EXCELENTE

MEDIOCRE

MEDIOCRE

BOA

REGULAR10

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Blindagens C â m p u s P o n

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Blindagens

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Objetiva confinar o campo elétrico e não criar gradientes de

tensão em pontos específicos do condutor o que pode reduzir a

vida útil;

Elimina a possibilidade de choque elétrico;

Promove um caminho de baixa impedância para as correntes de

falta para a terra;

Consiste na aplicação de camadas condutoras ou

semicondutoras;

Trata-se duas fitas de papel semicondutoras aplicadas helicoidalmente.

de camadas condutoras ou semicondutoras; • Trata-se duas fitas de papel semicondutoras aplicadas helicoidalmente.
de camadas condutoras ou semicondutoras; • Trata-se duas fitas de papel semicondutoras aplicadas helicoidalmente.
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O uso de metais não magnéticos em volta de condutores não blinda contra campos magnéticos;

Para isso é preciso de envolver um conjunto de condutores com um

escudo metálico, o que reduz os efeitos da interferência eletromagnética

ou o ruído elétrico;

BLINDAGEM ELETROMAGNÉTICA elimina o ruído magnético. Qualquer campo magnético que passar através do condutor tenderá a ser eliminado pelos circuitos adjacentes;

BLINDAGEM ELETROSTÁTICA Elimina o ruído estático, causado por campos elétricos irradiados por fontes de tensão e são acoplados capacitivamente aos fios dentro de um circuito de instrumentos. Pode-se usar blindagens metálicas.

e são acoplados capacitivamente aos fios dentro de um circuito de instrumentos. Pode-se usar blindagens metálicas.
e são acoplados capacitivamente aos fios dentro de um circuito de instrumentos. Pode-se usar blindagens metálicas.
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Blindagens de Fita de poliéster + alumínio e cabo dreno atenua ruídos de frequência alta;

Blindagens com Tranças (gaiola de FARADAY) consiste em um

conjuntos de fios de cobre nu ou estanhado entrelaçados. Minimizam a interferência de baixa frequência;

Blindagens combinadas de Fita de poliéster + alumínio e cabo dreno / trança de cobre aumentam a

eficiência na imunidade dos ruídos de frequência baixa ou alta e

também deixa o cabo protegido de

baixa ou alta e também deixa o cabo protegido de interferências eletromagnéticas; • Fita de cobre

interferências eletromagnéticas;

Fita de cobre nu são utilizadas em cabos onde os condutores são

reunidos em coroa concêntrica e

necessitam de blindagem eletrostática.

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Blindagens

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UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Capas C â m p u s P o n

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Capas

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Função de proteger a isolação de um cabo contra agentes do

meio; Tipos:

a) Metálicas

b) Não metálicas

a • Função de proteger a isolação de um cabo contra agentes do meio; • Tipos:
a • Função de proteger a isolação de um cabo contra agentes do meio; • Tipos:
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Capas

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a) Capas Metálicas (chumbo) - oferecem proteção contra:

Umidade

Deterioração

b) Capas Não Metálicas materiais constituintes podem ser:

PVC

Polietileno

Neoprene

Polietileno reticulado e poliuretano

• Neoprene • Polietileno reticulado e poliuretano Oferecem proteção contra: • Umidade • Agentes

Oferecem proteção contra:

Umidade

Agentes químicos

Agentes atmosféricos

Mecânicos

Isolamento elétrico

contra: • Umidade • Agentes químicos • Agentes atmosféricos • Mecânicos • Isolamento elétrico
UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Cobertura C â m p u s P o n

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Cobertura

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Em geral, os cabos elétricos são protegidos do ambiente por

coberturas extrudadas de materiais dielétricos:

1- PVC; 2- PE; 3- Policloroprene (NEOPRENE); 4- Polietileno Cloro Sulfonado (CSP OU HYPALON); 5- Borracha não Halogenada.

Em alguns casos, no entanto, se faz necessária proteção adicional contra agentes externos (esforços longitudinais,

esforços transversais, roedores, etc);

Tipos: fitas, fios, ou tranças de aço, alumínio, cobre ou bronze.

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Cabos

C â m p u s P o n t a G r o s s

1 Condutores.

2 Isolação, em XLPE.

3 Enfaixamento, quando necessário.

4 Cobertura, em PVC, na cor preta.

1. Os cabos trifásicos (3 condutores agrupados) de média tensão, são mais

difíceis de se encontrar no mercado. Dê preferência ao cabo singelo (condutor

individual);

2. Na falta do cabo de determinada classe de tensão definida, use um cabo de

classe superior, com poucas alterações no projeto, “NUNCA O INVERSO”;

3. Os cabos isolados em EPR ou XLPE tem características semelhantes. Eles

podem substituir-se, dependendo do local de instalação;

4. Instale sempre um cabo reserva (1,2,3+1) quando optar pôr cabo singelo.

Isto possibilitará que, ocorrendo um eventual defeito em um cabo, o reserva o

substituirá até que o reparo do titular seja efetuado. Isto evitará muitas horas

paradas na produção.

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Propriedades dos Condutores

Resistência ao fogo

Preço, custo e perdas

Resistência à tração

Nível de isolação

Resistividade

Dissipação de calor

Permeabilidade

1 2 Propriedade 3 Propriedade 4
1
2
Propriedade 3
Propriedade 4
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Temperatura característica dos condutores em função do isolante

Material

z ( o C)

sc ( o C)

cc ( o C)

PVC

 

70

 

100

 

160

EPR/XLPE

 

90

 

130

 

250

z - temperatura de serviço contínuo (normal)

sc temperatura de sobrecarga < 100 h em 11 meses consecutivos

< 500 h na vida útil do condutor

cc temperatura de curto-circuito (t<5 segundos)

– < 500 h na vida útil do condutor •  c c – temperatura de
– < 500 h na vida útil do condutor •  c c – temperatura de
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Seção Mínima dos Condutores

1,5 mm 2 4 mm 2 2,5 mm 2
1,5 mm 2
4 mm 2
2,5 mm 2
UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Aplicação C â m p u s P o n

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Aplicação

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Qualidade Estética Segurança Serviço
Qualidade
Estética
Segurança
Serviço

Na dúvida, use um coeficiente de segurança maior;

Procure ficar atualizado sobre os materiais técnicas de instalação.

use um coeficiente de segurança maior; • Procure ficar atualizado sobre os materiais técnicas de instalação.
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Tipos de construções usuais de

condutores elétricos

- Existem várias alternativas para a construção de condutores de cobre ou alumínio;

- São escolhidas em função de suas características ou da

tecnologia disponível, podendo interferir no desempenho final;

- Examinaremos a seguir as mais usuais em relação ao cobre;

- Estas classificações podem ser encontradas na NBR 6880.

- Examinaremos a seguir as mais usuais em relação ao cobre; - Estas classificações podem ser
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Redondo sólido

p u s P o n t a G r o s s a Redondo sólido
p u s P o n t a G r o s s a Redondo sólido
p u s P o n t a G r o s s a Redondo sólido

Classificado pela norma como classe 1, este condutor é constituído por um único fio;

Muito utilizado no passado, sua aplicação está cada vez mais reduzida devido a sua baixa flexibilidade, dificultando a instalação e aumentando a probabilidade de ocorrência de defeitos superficiais;

Nos últimos anos, tem sido substituído pelos cabos flexíveis.

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Redondo normal

p u s P o n t a G r o s s a Redondo normal
p u s P o n t a G r o s s a Redondo normal
p u s P o n t a G r o s s a Redondo normal

Este condutor é classificado como classe 2, também conhecido como condutor semi-rígido;

Constitui-se de um fio longitudinal, em torno do qual são colocadas,

em forma de espiral, uma ou mais coroas de fios de mesmo diâmetro do fio central;

Este condutor tem número fixo de fios (7, 19, 37, 61, etc.), que

possibilitam uma distribuição bem definida;

Muito usado no passado em condutores de todas as classes de tensão, atualmente está sendo substituído nos cabos de baixa tensão por condutores flexíveis.

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Redondo Compacto

u s P o n t a G r o s s a Redondo Compacto •
u s P o n t a G r o s s a Redondo Compacto •

Classificado como classe 3;

Apresenta menor diâmetro externo do que o condutor redondo normal devido à “compactação” que o condutor sofre após ser encordoado;

Esse processo reduz a quantidade de vazios entre os fios, sendo este tipo de condutor o mais recomendado para cabos de média e alta tensão.

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Flexível e Extra-Flexível

o n t a G r o s s a Flexível e Extra-Flexível • Classificados como
o n t a G r o s s a Flexível e Extra-Flexível • Classificados como

Classificados como classe 4, 5 e 6;

São condutores formados por vários fios encordoados de forma

helicoidal;

Classe 4: deverá ser eliminada da NBR;

Classe 5: são mais adequados para instalações de baixa tensão. Em uma instalação, o condutor flexível apresenta grande vantagem

principalmente no manuseio, na puxada pelos eletrodutos e nas

montagens em eletrocalhas, reduzindo a possibilidade de ocorrência de defeitos superficiais;

Classe 6: são condutores extremamente flexíveis para uso principalmente nas aplicações especiais em equipamentos de uso móvel.

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Exemplo de uma seção nas diferentes categorias

Condutor 10 mm²:

Classe 1 - Um único fio circular

Classe 2 - Sete fios não compactados ou seis fios compactados

Classe 4 - Quarenta e cinco fios

Classe 5 - Setenta e dois fios

Classe 6 - Duzentos e setenta e dois fios

• Classe 4 - Quarenta e cinco fios • Classe 5 - Setenta e dois fios
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Cabos de Potência

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Causas de Avarias em Cabos

P o n t a G r o s s a Causas de Avarias em Cabos

a) Causas Internas

Sobretensão:

provoca a perfuração do isolante:

operações incorretas na rede;

descargas atmosféricas;

Sobre-intensidade devido aquecimento:

provoca envelhecimento acelerado do material isolante;

ruptura dos condutos;

Envelhecimento natural do isolante:

perda de rigidez dielétrica.

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b) Causas Externas

u s P o n t a G r o s s a b) Causas Externas

Origens Mecânicas:

choque no transporte;

choque na instalação;

escavação e movimentação do solo;

Origem Elétrica:

eletrólise das camadas (correntes de retorno rede elétrica), sistemas de tração em ferrovias;

Instalações Inadequadas:

temperatura ambiente excessivamente baixa (torna o isolante frágil);

emendas mal feitas.

Inadequadas :  temperatura ambiente excessivamente baixa (torna o isolante frágil);  emendas mal feitas.
UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Tipos de Defeitos C â m p u s P

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Tipos de Defeitos

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Defeito de isolamento entre condutor e massa (terra);

Defeito de isolamento entre condutores;

Ruptura de condutor ou condutores sem defeito de

isolamento;

Ruptura de condutor ou condutores com defeito de isolamento;

Defeito de Isolamento: é localizado através da medição de resistência com Megaohmímetro (MEGGER);

Defeito de Ruptura: é localizada através da medição da

capacitância com Capacímetro.

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ARBORESCÊNCIA EM CONDUTORES

Um dos principais causadores de defeitos em materiais poliméricos utilizados como isolantes;

O termo é aplicado ao problema

causado em um dielétrico

submetido a uma solicitação elétrica;

O aspecto resultante

assemelha-se a forma de uma

árvore;

Este defeito reduz

consideravelmente a rigidez ou

suportabilidade do material

conduzindo à ruptura dielétrica.

• Este defeito reduz consideravelmente a rigidez ou suportabilidade do material conduzindo à ruptura dielétrica.
• Este defeito reduz consideravelmente a rigidez ou suportabilidade do material conduzindo à ruptura dielétrica.
• Este defeito reduz consideravelmente a rigidez ou suportabilidade do material conduzindo à ruptura dielétrica.
• Este defeito reduz consideravelmente a rigidez ou suportabilidade do material conduzindo à ruptura dielétrica.
• Este defeito reduz consideravelmente a rigidez ou suportabilidade do material conduzindo à ruptura dielétrica.