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A arte de transmitir amor através do toque

Carla Schultz – www.mamain.com.br


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A arte de transmitir amor através do toque

“Nutrir a criança?
Sim.
Mas não só com o leite.
É preciso pegá-la no colo.
É preciso acariciá-la, embalá-la.
E massageá-la.
É necessário conversar com a sua
pele,
Falar com suas costas
Que têm sede e fome,
Como sua barriga.
Nos países que preservaram
O profundo sentido das coisas,
As mulheres ainda se recordam
disso tudo.
Aprenderam com suas mães
E ensinaram às filhas
Essa arte profunda, simples e muito
antiga
Que ajuda a criança a aceitar o
mundo
E a sorrir para a vida.”“.
Frédérick Leboyer

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Um pouquinho de história
A Shantala é uma massagem para bebês de origem indiana.
A técnica é milenar e ensinada de mãe para filha há muitas gerações.
Foi trazida ao ocidente por um obstetra francês chamado Frédérick Leboyer, um dos primeiros
médicos a perceber o bebê como um indivíduo que sente tem sensações e percepções.
Seus estudos e suas observações deram origem ao “nascimento leboyer”, que é uma prática
mais suave e humana de condutas durante o parto.
Foi com esse olhar atento à qualidade das relações com o bebê que Leboyer se encantou ao
observar uma mãe massageando seu filho durante uma de suas viagens à Índia. Shantala era o
nome dessa mãe que massageava seu bebê num ritual de harmonia, amor e ternura.

O toque
Muito mais do que uma técnica de massagem infantil, a Shantala é uma forma de transmitir
amor e carinho através do toque sutil das mãos.
O toque é o primeiro tipo de comunicação do bebê (o tato é desenvolvido a partir da 16º semana
de gestação) e ao ser tocado, o bebê recorda as sensações intra-útero sentindo-se seguro e
protegido.
Pesquisas mostram que crianças que recebem toque carinhoso desenvolvem-se mais
satisfatoriamente que os outros bebês privados desse contato.

Efeitos da massagem
- O primeiro e mais importante benefício da Shantala é o desenvolvimento e o fortalecimento
do vínculo entre a mãe/pai e o bebê. Através da interação do toque e da observação atenta às
reações do bebê, os pais aprendem a se comunicar e compreender melhor seus filhos, suas
necessidades e respostas.
- O efeito terapêutico e relaxante da massagem deixa o bebê mais tranquilo e ajuda a melhorar
o padrão de sono do bebê.
- Ativa a circulação sanguínea e linfática, estimulando melhor funcionamento de todos os órgãos
e o fortalecimento imunológico.
- Favorece o desenvolvimento sensório motor. O bebê que é massageado desenvolve melhor a
consciência corporal.
- Em nível fisiológico, contribui para o melhor funcionamento do sistema gastrointestinal e
endócrino, reduzindo cólicas, gases e até mesmo o stress do bebê.
- Estimula e melhora o padrão respiratório prevenindo doenças respiratórias.
- Fortalece todo o sistema muscular e trabalha as articulações do bebe.

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Preparação
A massagem consiste em movimentos lentos, suaves compressões e alongamentos por todo o
corpo do bebê.
O bebê é um espelho e repetirá a sua imagem, seja de relaxamento ou de tensão. Por isso é
importante deixar os problemas de lado e estar relaxada (o) durante a massagem.
- Escolha um ambiente calmo e tranquilo. Aqueça-o se for necessário.
- O melhor momento para a realização da Shantala é quando o bebê está calmo, sem fome ou
sono. A barriguinha não deverá estar cheia.
- Coloque uma música relaxante.
- Use um óleo vegetal para deslizar a mão com facilidade. Na índia, usa-se óleo de coco no verão,
pois é refrescante, e óleo de oliva no inverno, porque aquece. (veja mais sobre óleos no anexo
III da apostila).
- Tenha em mãos uma toalha para o caso de o bebê fazer xixi ou cocô, o que é muito comum,
pois estimulamos sua barriguinha, além de proporcionar relaxamento.
- A massagem deve ser realizada a partir de um mês de idade, sem limites para parar.
- Respeite o processo de adaptação do bebê. Se ele apresentar alguma resistência, pule o
movimento e tente novamente em outra ocasião. É comum o bebê reclamar nas primeiras
tentativas. Quanto mais cedo começar, melhor.
- As únicas contra indicações da Shantala são febre e diarreia do bebê, pois a massagem aumenta
a temperatura corporal cerca de 1 grau e estimula o sistema digestivo.

Iniciando
- Sente-se no chão com as pernas esticadas e o bebê nu, deitado de barriga pra cima. O bebê
fica com a cabeça levemente mais baixa que o corpo. É normal.
- Se precisar, utilize almofadas ou travesseiros para apoiar suas pernas e costas.
- Todos os movimentos devem ser repetidos inicialmente três vezes, aumentando
gradativamente o número de repetições conforme a aceitação do bebê, até que se completem
dez repetições de cada movimento.
- Você pode demorar um pouquinho mais nos movimentos preferidos do bebê.
- A duração da massagem no início, quando fazemos três repetições, é de cerca de dez minutos
e quando os movimentos já estão sendo repetidos dez vezes, é de cerca de 30 minutos.
- Unte a mão com óleo antes de cada movimento.

Organização e limpeza energética


Para promover uma limpeza energética corporal e organizar a circulação de energia do bebê
esfregue as mãos acima da cabeça, inspirando e mentalizando coisas positivas. Faça um
triângulo com as mãos, posicione-as sobre o peito do bebê, expire lentamente e contorne o
corpinho do bebê e uma distância de 5cm, chacoalhando as mãos em direção ao chão no final.

O Peito
1 - Comece com as mãos juntas no meio do peito do bebê, deslizando pelas laterais até as
costelas, por baixo das axilas.
2 – Com as mãos na base da costela, deslize uma de cada vez em direção ao ombro, iniciando
lado esquerdo.

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3 - Com as mãos na base da costela, deslize em X até o ombro oposto, deixando a mão passar
pela base da orelha. Inicie pelo lado esquerdo.

Braços
1 – Segure o punho do bebê com uma das mãos e faça um “anel” com a outra circulando o braço
do bebê perto das axilas. Deslize essa mão até o punho do bebê. A mão que está no punho irá
para a axila e repetirá o mesmo movimento, alternando as mãos.
2 – Inicie com as duas mãos na altura do ombro, envolva o braço do bebê, fazendo um
movimento de rosca, subindo até o pulso. Comece pelo lado esquerdo.

Mãos
1 - Apoie a mão do bebê com as suas mãos. Abra devagar a mão do bebê com os seus polegares
alternadamente.
2 – Apoie a mão do bebê com uma das mãos e deslize a outra pela mão do bebê.
3 – Tracione os dedinhos do bebê um a um, começando pelo polegar até o mindinho e voltando
para o polegar.

Barriga
1 – Deslize suas mãos em concha, da base da costela até a pelve do bebê, fazendo uma leve
pressão, alternando as duas mãos.
2 – Segure as perninhas para o alto e deslize o antebraço da mesma maneira.
3 – Ainda segurando as perninhas para o alto, faça o mesmo movimento do antebraço com a
mão.

Pernas
1 – Fazendo um “anel” com suas mãos, circule a perna do bebê perto da virilha. Deslize uma
mão de cada vez até o tornozelo do bebê, da mesma forma como fez com os braços. Inicie pelo
lado esquerdo.
2 – Iniciando com as duas mãos perto da virilha, envolva a perna do bebê, fazendo movimento
de rosca até o tornozelo. Comece pelo lado esquerdo.

Os pés
1 - Apóie o pé do bebê com as suas mãos e deslize seus polegares alternadamente pela planta
do pé.
2 – Deslize toda a sua mão pela planta do pé do bebê.
3 – Tracione os dedinhos do bebê um a um, começando pelo polegar até o mindinho e voltando
para o polegar.

Costas
1 – Coloque o bebê de barriga para baixo atravessado sobre as suas pernas. Deslize as duas mãos
em um movimento de vai e vem da nuca até o bumbum.
2 – Apoie o bumbum com a mão direita e deslize a esquerda da nuca até o bumbum.
3 – Segure o bebê pelos tornozelos com a mão direita, esticando-o e deslizando a mão esquerda
da nuca até o calcanhar

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O Rosto
1 – Voltando o bebê à posição inicial, junte seus dedos no centro da testa e contorne os olhos
do bebê até o canto do nariz. Voltando para o centro da testa, contorne os olhos até o canto da
boca. Novamente ao centro da testa, contorne até o queixo do bebê.
2 – Com os polegares no canto do nariz, suba até o centro da testa, entre as sobrancelhas, e
desça até o canto da boca.
3 – Deslize seus polegares do alto da testa até a altura do queixo, fechando os olhos do bebê.

Exercícios complementares
1 – Abra e cruze os bracinhos do bebê sobre o peito alternadamente. (Expande a caixa torácica
e melhora a respiração).
2 – Cruze as perninhas do bebê em posição de lótus e pressione levemente em direção ao
abdome.
3 – Leve o pé direito ao ombro esquerdo e a mão esquerda até a virilha oposta.
(Maior flexibilidade, alongamento, torção da coluna).

Finalizando com banho


Para finalizar, dê um banho morno no bebê. É um banho relaxante para eliminar qualquer tensão
que possa ter “escapado” após o processo de massagem. Deve-se deixar o bebê “boiar” na água
cerca de cinco minutos, apenas com a cabecinha de fora.

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Anexo I
A importância do toque para o desenvolvimento saudável da criança

O toque tem um papel fundamental na vida das pessoas. É através dele que muitas vezes
podemos expressar o que estamos sentindo: quando fazemos carinho, quando batemos,
quando abraçamos, etc. O contato de pele com pele tem a possibilidade de transmitir
mensagens ao outro, sobre como estamos nos sentindo.
Os neurotransmissores e nervos levam até o sistema nervoso central a “mensagem enviada”
(através do toque) e este (o sistema nervoso central) modula, por meio dos próprios
neurotransmissores e nervos e, das células imunitárias cutâneas, o estado da pele. Assim,
segundo o dermatologista Azambuja “a pele é o órgão de transformação de estímulos físicos em
comunicadores químicos e em estados psicológicos. (...) Um contato terno e amoroso na pele
produz a sensação de apoio, consolo, companhia e presença amiga; um contato rude e agressivo
faz a pessoa sentir-se rejeitada, desprezada, invadida e provoca-lhe reação de defesa ou raiva”
(Azambuja, 2005).
Com base nisso aponta-se a importância do toque para o desenvolvimento global do bebê.
Existem muitas pesquisas que apontam os benefícios adquiridos por bebês que são
massageados regularmente e ternamente. Estes ganham mais peso, demonstram um
desenvolvimento neurológico melhor, tem menos cólicas e problemas respiratórios, por
sentirem mais prazer e ficarem mais alegres tem um aumento na sua imunidade, tem um
aumento na produção de hormônios de crescimento, tem menos angústia e um sono melhor,
além de outras tantas vantagens. Há também toda a reverberação psicológica, causada nos
bebês através do toque. Como para o bebê, no seu início de vida, seu mundo está limitado às
suas necessidades corporais, a mãe deve lidar com ele em uma linguagem que este compreenda,
assim, segundo Winnicott¹, “ela ama de um modo físico, proporciona contato, calor corporal,
movimento e quietude de acordo com as necessidades do bebê” (Winnicott, 2000, p.237).
Através disso é possível perceber a função essencial que o toque terno e amoroso exerce na vida
e no desenvolvimento do bebê. Este sente-se querido ou não em função do toque que recebe
das pessoas que cuidam dele, e mais tarde, isso interferirá na sua visão de si mesmo, nas suas
relações interpessoais, na sua autoestima, entre outras coisas. A pediatra e psicoterapeuta Eva
Reich, filha de Wilhelm Reich, criou uma massagem para ajudar no desenvolvimento dos recém-
nascidos, chamada de "O toque da borboleta".
Antes mesmo desta, já existia uma técnica milenar utilizada na Índia, chamada de Shantala, que
foi trazida ao ocidente pelo obstetra francês Leboyer. Ambas as massagens, tem o objetivo de
acalmar o bebê, além de reforçar o vínculo entre ele e sua mãe. O toque deve ser relaxante,
prazeroso e agradável para ambos. O contato consiste em toques sutis e (geralmente) circulares
no corpo do bebê. É importante atentar para a importância deste ato e deixar alguns
preconceitos de lado. Mesmo com todos os estudos e orientações, muitos pesquisadores da
atualidade ainda veem a relação dos pais com seus filhos (no mundo ocidental de forma geral)
sendo permeada pelo medo de que as crianças cresçam muito dependentes. Assim, muitos pais
ainda pensam que pegar muito o bebê ou deixá-lo muito no colo pode, posteriormente levá-lo
a ser uma criança manhosa e mimada.
Em resposta a esse comportamento, os pesquisadores dizem que os pais estão no caminho
errado: o contato físico e a segurança proporcionada por estes farão das crianças mais seguras
no momento em que for necessário haver o afrouxamento dos laços entre elas e os pais, e mais

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capazes de formar relações maduras quando elas finalmente se tornarem adultas. 1-Donald
Woods Winnicott, pediatra e psicanalista inglês, desenvolveu um ponto de vista psicanalítico
diferente do que se apoiava em sua época, a respeito do desenvolvimento dos bebês, e também
uma outra forma de trabalhar com eles.

Bibliografia AZAMBUJA, Roberto. 2005. Tocar a pele é estímulo vital – in Dermatologia.net.


http://www.dermatologia.net/neo/base/psiquismo/poder_do_toque.htm

WINNICOTT, D. W. Da pediatria à psicanálise: obras escolhidas. Rio de Janeiro: Imago Ed., 2000.
Fonte:
http://www.redepsi.com.br/portal/modules/smartsection/item.php?itemid=411

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Anexo 2 – Indicação de livros

Tocar: o significado humano da pele.


Autor: Ashley Montagu
Editora: Summus

Soluçoes para noites sem choro - maneiras tranquilas de ajudar o bebe a dormir
Autor: Elizabeth Pantley
Editora: Mbooks

A linguagem do bebê
Autores: Lynne Murray e Liz Andrews
Editora: Publifolha

Bésame Mucho: Como criar seus filhos com amor.


Autor: Carlos Gonzalez
Editora: Timo

O Livro da Maternagem
Autor: Dra. Relva
Editora: Schoba

A Maternidade e o encontro com a própria sombra.


Autor: Laura Gutman.
Editora: Best Seller

Entendendo o coração das crianças


Autor: Isabelle Filliozat
Editora: Campus

Educar sem violência: Criando filhos sem palmadas.


Autoras: Ligia Moreiras Sena e Andreia C. K. Mortensen
Editora: Papirus 7 mares

A Bíblia da Aromaterapai
Autor: Gill Farrer-Halls
Editora: Pensamento

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Anexo 3

QUAL O ÓLEO IDEAL PARA SHANTALA?

O óleo utilizado durante a massagem tem função de deslizar as mãos sobre a pele do bebê,
reduzindo o atrito e o desconforto.
A constante regeneração celular da pele do bebê permite que – através da prática regular de
massagens com óleos adequados – as células mortas sejam removidas, mantendo a pele do
bebê macia e hidratada, com um brilho saudável.
A escolha do óleo é muito importante, pois a pele do bebê é muito delicada e sensível e tem
uma alta capacidade de absorção.
Recomenda-se apenas o uso de óleo vegetal, que deve ser puro e se possível de origem
orgânica.
Óleos minerais ou perfumados podem causar alergia aos bebês. Os óleos minerais são
extraidos do petroleo e tendem a causar ressecamento e alergia, além de não haver estudos
suficientes que comprovem a segurança de aplicar esse tipo de produto com frequência sobre
a pele do bebê.
Geralmente os óleos comerciais encontrados em farmácias ou supermercados são se origem
mineral. Evite. Confira sempre no rótulo e na dúvida de preferência aos óleos encontrados em
farmácias naturais ou de manipulação.
Minha regra de ouro é: “Pode comer? Pode passar na pele do bebê”.
Na Índia, utiliza-se tradicionalmente o óleo de coco no verão, pois esse é um óleo bastante
refrescante e o óleo de oliva no inverno, pois ele tende a aquecer.
Seguem abaixo alguns óleos básicos para massagem, fáceis de encontrar:
Semente de uva: Famoso pela pureza, facilidade de absorção e alto poder de hidratação;
Amêndoas doces: Leve, porém ligeiramente mais denso, aquece ao ser friccionado. Atenção!
O óleo de Amêndoas puro não tem cheiro.
Oliva: Mais pesado e recomendado para peles secas, também é um óleo que aquece e que nao
costuma agradar nosso “nariz ocidental”.
Girassol (orgânico): Fino e ideal para bebês prematuros.
Coco: Deve ser puro e, de preferência, extra-virgem. Tende a ficar pastoso em temperaturas
menores. É altamente nutritivo e de fácil absorção da pele.
Além disso pode-se usar óleos essênciais para potencializar o valor terapêutico da massagem.
São óleos naturais extremamente refinados e concentrados que possuem o aroma e as
propriedades terapêuticas da planta.
Nunca devem ser usados puros diretamente na pele. Deve-se diluir algumas gotas no óleo
básico. A quantidade depende do óleo essencial.
Atenção! Essência não é óleo essencial e não deve ser usada sobre a pele do bebê.

Os meus preferidos são:


Laranja doce: É considerado o Óleo Essencial das crianças. Relaxa e acalma a agitação infantil.
Conduz a um sono profundo e reparador. Digestivo e estimulante do apetite, auxilia crianças
com dificuldades em se alimentar.
Lavanda: Calmante e descongestionante do peito e nariz. Anti-depressivo. Relaxa, tranquiliza
e acalma. Cria uma atmosfera pacífica, segura e conciliadora, incentivando a ternura e
amorosidade. Combate insegurança, carência afetiva e insônia. Antialérgico e antisséptico, útil
em alergias, picadas de insetos, queimaduras, ferimentos e irritação cutânea. Pela amplitude
de sua ação é o “Rescue da Aromaterapia”.
Camomila: Calmante e suavizante, este óleo auxilia a digestão e acalma as irritações. Anti-
inflamatório. Pode ser aplicado em alergias, coceiras e reações alérgicas da pele por efeitos
colaterais de medicamentos.

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Fontes: http://terra-flor.com
A Bíblia da Aromaterapia: o guia definitivo para uso terapêutico dos óleos essenciais. Gill
Farrer-Halls. Editora Pensamento.

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