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Aula Apresentação Lógica

24/07

LÓGICA​= harmonia do raciocínio


Sujeito -> o que conhece
Objeto -> o que existe

Semana 1-2: Fórum (8 semanas de prazo)


Semana 2-3: Exercício 1 (questões de múltipla escolha) (2 semanas de prazo)
Semana 5-6: Estudo de caso 1 (descritivo) (2 semanas de prazo)
Semana 7-8: Exercício 2 (questões de múltipla escolha)

Prova presencial: 5 questões de múltipla escolha e ½ dissertativas


Aula 1 Lógica
01/08
[sobre a unidade 1]
Filosofia = forma de conhecer o mundo
se contrapõe a explicação mítica por explicar o mundo através da razão

PRÉ-SOCRATICOS
Anaxandro de Mileto: universo resultado de modificações de um princípio originário, mundo constituído de
contrários

Filosofia: busca da verdade na linguagem

Estudo da lógica: estimula o raciocínio correto


Busca distinguir o correto do incorreto

Não existe consenso sobre o conceito de lógica.


Lógica: ciência da leis do pensamento

Construção do argumento​: ​premissa + conclusão


Silogismo lógico
Argumento
Todo o molusco é invertebrado. -> premissa Todo A é B.
O caracol é um molusco. -> premissa A é C.
O caracol é invertebrado​. -> conclusão A é B.

HISTÓRIA DA LÓGICA

FASE CLÁSSICA -> lógica aristotélica


Somente pode haver um argumento com premissa e conclusão, focado no V/F
simples: 2 premissas, uma conclusão
complexa: 3 ou mais premissas, uma conclusão

FASE MODERNA -> lógica simbólica/matemática


Russel, Boole, Frege
Determinar que todas as outras matemáticas fossem derivadas da lógica simbólica
𝚺 - sigma maiúsculo (comando de soma, união de variáveis, conjuntos)
𝛔𝝇 - sigma minúsculo

FASE CONTEMPORÂNEA -> lógica modal


Baseada em probabilidades, possibilidades, eventualidades.
Ligada a informática. IA etc.

ATIVIDADE FÓRUM
A relação da lógica com a Biblioteconomia

A área da Biblioteconomia é entendida como uma ciência focada em pensar estratégias de disseminar
os conhecimentos registrados em diferentes formatos para pessoas que tenham interesse nesses
conhecimentos. Uma das funções centrais do bibliotecário é criar representações que facilitem ao usuário, a
pessoa que busca determinado conhecimento, o acesso aos registros referentes ao que ele busca em
determinado acervo.
Na produção dessas representações, é necessário que o bibliotecário compreenda com clareza a
forma como o pensamento humano se estrutura e, nesse sentido, a lógica, como uma ciência das leis do
pensamento, traz grande contribuição na missão biblioteconômica de tornar o conhecimento acessível. Na
atividade de catalogação, por exemplo, o bibliotecário se esforçar em produzir uma série de estratégias que
permitam o usuário se expressar de uma forma lógica, ou seja, utilizando a linguagem e o pensamento
racional para encontrar aquilo que procura.
Exercitar o pensamento lógico é assim fundamental na atividade do bibliotecário, pois é na
compreensão de como a razão enquanto forma de pensar se organiza que ele poderá estabelecer critérios
coerentes para classificar os registros de conhecimento e aproximar esses registros daqueles que os buscam.
AULA 2 ​(19/08)
[continuação da Unidade 1]

Relação da Lógica com Biblioteconomia: organização do pensamento

Linguagem + lógica
● Uma abordagem histórica do homem produzindo linguagem (+-100k atrás)
○ criação de conceitos
● Linguagem: conceito abstrato, a ver com a capacidade humana de se
comunicar/desenvolver/compreender
○ linguagem é um conjunto de signos [palavras]
● Língua: manifestação da linguagem, sistema de sons/gestos para comunicação

Semiótica
● Relação entre os signos (interligados na linguagem)
● Teoria dos signos
○ sentido clássico de signo: extensão do pensamento, língua como expressão de conceitos, o
homem conhece algo a medida que compreende o objeto
○ Peirce: signo representa algo para alguém, cria-se na mente da pessoa algo
■ semiose: relação sintaxe/semântica/pragmática
■ signo designa algo em que o interprete explica melhor
● comunicação, só funciona com interpreta
■ signo denota algo existente

● SINTAXE
○ relação dos signos com os próprios signos
○ relacionada com gramática, classificação da função dos signos em relação a eles mesmo
■ formação:​ ordenar um conjunto de termos a fim de formar uma frase
■ transformação​: vínculo entre uma frase e outra
● SEMÂNTICA
■ signo designa algo em que o interprete explica melhor
● comunicação, só funciona com interpreta
■ signo denota algo existente
● PRAGMÁTICA
○ signos na relação com os sujeitos
○ linguagem como processo de comportamento
AULA 3 ​(19/08)
[Unidade 2]

Objeto da lógica​: o exercício de pensar


A lógica clássica tem um objetivo de atingir a ​physis​.
Objeto: lógica formal
como pensar sobre as coisas
Visa identificar diversos tipos de raciocínios que acontecem na ciência e no cotidiano
Como se opera um conceito, como se estrutura um raciocínio
Imagem do objeto é aquilo que elaboramos a partir de um conceito

Princípios
Identidade:​ todo ser é igual a si mesmo
(A=A)
Não-contradição:​ proposições contrários não podem ser válidas ao mesmo tempo
(Se A, ~A é falso)
Terceiro excluído:​ uma proposição é verdadeira ou falsa (não há terceira hipótese)

Silogismos: três proposições declarativas, atribuição de V e F


2 premissas, 1 conclusão

Princípios regulam a forma (formal) de pensar

Estudo de caso

A Lógica surge no contexto da Grécia Antiga, há cerca de 2500 anos, quando algo ímpar até então na
história ocorre: os seres humanos abandonam a explicação mítica do mundo real para tentar explicar o
mundo sem influência de deuses e seres sobrenaturais. É no surgimento da Filosofia, a reflexão sobre o ser
humano e o que nos rodeia de forma questionadora e fora do domínio da relição, que a Lógica surge,
entendida aqui como a ciência que estuda como o pensamento se estrutura.
A ​lógica aristotélica surgiu em um período em que a retórica grega era dominada pelos sofistas,
especialistas em criar argumentos que servissem para convencer os outros de suas intenções. Aristóteles
contrapôs o sofismo estudando como um argumento correto se estrutura, base da Lógica. Tal estrutura não
estaria necessariamente ligada ao objeto do argumento, e sim a forma como do argumento, por isso se
entende a lógica aristotélica como formal.
A lógica aristotélica servirá de base para o momento da história conhecido como Clássico da lógica,
reaproveitada e ressignificados em outros contextos históricos. Um exemplo desses reaproveitamentos era a
escolástica medieval, que utilizava a lógica aristotélica na construção de seus estudos sobre a natureza do
Deus católico.
Ao final da Idade Média, o conhecimento começa a se fragmentar na Universidade. Se Aristóteles era
um estudioso que buscava encontrar a lógica geral do pensamento humano, a partir do renascimento das
cidades e dos crescimento urbano, durante os séculos 12 e 13 na Europa, o conhecimento e suas estruturas
começam a serem pensado em suas especificidades.
A fragmentação das ciências acentua-se no século 18, o chamado “Século das Luzes”. A ciência
busca cada vez mais o empirismo, o rigor do método de análise da realidade.
No final do século 19, as ciências Química, Física e Matemática, ganham força a medida que
conseguem comprovar, dentro do contexto tecnológica da Segunda Revolução Industrial, a força que , o
poder que suas linguagens abstratas possuem em compreender e manipular a realidade. Isso influenciará
diretamente o chamado momento Moderno da Lógica, em que intelectuais como Russel, Boole e Frege
buscaram determinar que todas as outras ciências fossem derivadas de uma lógica simbólica.
As mudanças da Terceira Revolução Industrial, ocorridas a partir dos anos 1960, com a explosão dos
meios de comunicação e das tecnologias de informação, trouxeram para o campo da Lógica novas questões.
É o período chamado de Contemporâneo da Lógica, em que surgem pensamentos totalmente inseridos
dentro do universo computacional, como a lógica combinatória e a lógica modal.
AULA 4
[Unidade 4]

Estrutura de um juízo
● Juízo vinculado a um conceito, relacionado a um determinado valor
○ Ex: “estudantes” é algo genérico, “estudantes são inteligentes” tem um expressão foram
de juízo
● Pensar está ligado a conceitos e a juízos
● Termos do juízo: sujeito, predicado, afirmação
● Kant: o conhecimento do objeto em si
○ juízo analítico​: em uma preposição que esclarece algo que já está contido no sujieot
○ juízo sintético​: predicado acrescenta elementos do sujeito

Juizo, ideia, conceito

Juizo em Kant

Algebra booleana
Boole - final do século 19, ligado ao desenvolvimento da computação
Boolean - lógica baesada no 0 e 1

Operadores

- e [and] (conectivo) conjunção 8


- ou [or] (conectivo) disjunção v
- não [not] negação ~
- se… então condicional ->
- se e somente se bicondicional <->