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Faculdade Anhanguera

LUCIANO CASTRO RAMOS

DESAFIOS E POSSIBILIDADES DA IGUALDADE DE


GÊNERO NO ESPAÇO ESCOLAR

São Paulo
2019
LUCIANO CASTRO RAMOS

DESAFIOS E POSSIBILIDADES DA IGUALDADE DE


GÊNERO NO ESPAÇO ESCOLAR

Produção Textual Individual


apresentada à Faculdade Anhanguera,
no curso Licenciatura em Geografia -
2° semestre, sob a orientação da
Tutora Larissa Fernanda de Lima
Almeida.

São Paulo
2019
Sumário

Introdução ................................................................................................................................... 4

1. Desafios e possibilidades da igualdade de gênero no espaço escolar ....................................... 5

Considerações Finais................................................................................................................... 11

Referências ................................................................................................................................ 12
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Introdução

De acordo com a Professora-doutora da Faculdade de Ciências Médicas da


Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Evelyn Eisenstein, adolescência é o período pelo
qual o indivíduo transite d entre a infância e a vida adulta, sendo este caracterizado pelos
impulsos do desenvolvimento físico, mental, emocional, sexual e social. Também se
caracteriza pelos esforços em alcançar os objetivos relacionados às expectativas culturais da
sociedade a qual vive.

Conforme a Organização Mundial da Saúde, o período cronológico da adolescência


se inicia entre os dez anos e se estende até os dezenove anos, ou seja, começa com as
mudanças corporais e finaliza quando o indivíduo se torna independente financeiramente,
emocionalmente e socialmente.

No Brasil, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), Lei 8.069, de 1990, considera


criança a pessoa até 12 anos de idade incompletos e define a adolescência como a faixa
etária de 12 a 18 anos de idade e, em casos excepcionais e quando disposto na lei, o estatuto
é aplicável até os 21 anos de idade.

Devido a complexidade de informações, sentimentos e pensamentos que ocorrem


durante a adolescência, o local onde os adolescentes passam grande parte da sua vida é a
escola e este deverá proporcionar um ambiente que apresente não só informações
acadêmicas, mas que mostre aos alunos a diversidade que eles irão encontrar na sociedade
fora da escola.

Este trabalho irá abordar o tema Desafios e possibilidades da igualdade de gênero no


espaço escolar e tem como objetivo apresentar uma intervenção didática dirigida aos
professores, para que eles possam tratar do tema proposto.

Para o desenvolvimento deste trabalho, deverão ser respondidas alguns


questionamentos, tais como: qual a importância da família e da escola nesta fase do
desenvolvimento? De que maneira o grupo de amigos, de iguais, pode influenciar, tanto
positiva quanto negativamente, neste desenvolvimento? O que as legislações revelam sobre
o direito à igualdade de gênero? Quais são os caminhos possíveis para que isso se efetive na
escola?
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1. Desafios e possibilidades da igualdade de gênero no espaço escolar

A adolescência é uma fase caracterizada por mudanças, pelo conflito. O


adolescente não sabe direito quem ele é. Percebe que deixa de ser criança, mas não
sabe bem o que está se tornando, pois ainda não é um adulto. É uma fase de
experimentação e transição.

Ao se tratar do aspecto físico, muitos adolescentes se angustiam com as


respectivas mudanças sofridas, que por sua vez essas ocorrem entre os doze aos
dezoito anos, intitulada fase da puberdade. Tais mudanças podem ser o aumento do
tecido gorduroso, muscular e ósseo, o surgimento dos pelos pubianos, o aumento de
apetite e sono. Também ocorrem mudanças psicoemocionais, que surgem
paralelamente às mudanças físicas.

Observa-se que tudo para um adolescente possuem tamanhos exagerados;


seus problemas são únicos e insolúveis e geralmente incompreendidos pelos adultos.
Os adolescentes, seja qual for sua criação ou origem, tendem a ser mais "dramáticos"
ou sensíveis aos estímulos externos. Uma simples bronca, um não é suficiente para
"batidas de porta", gritos, declaração de ódio, reclusão. Ao mesmo tempo, em poucos
minutos, pode tornar-se alegre, carinhoso, brincalhão. Logicamente essas alterações
variam de indivíduo para indivíduo; cada adolescente vai apresentar suas
características, alguns com mudanças bem significativas e drásticas, outros com
mudanças mais lentas e discretas.

Além das mudanças físicas e emocionais, o adolescente também se vê diante


de um problema: a desigualdade de gênero. Os autores do livro Diferentes, não
desiguais: a questão de gênero na escola, Beatriz Accioly Lins, Bernardo Fonseca
Machado e Michele Escoura (2016), dizem que a desigualdade de gênero se formou
por meio de um processo histórico e cultural.

As diferenças percebidas entre o corpo feminino e o masculino foram


transformadas em desigualdades através de um processo histórico e cultural,
cujo resultado foi a naturalização de vários estereótipos de feminilidade e
masculinidade. (LINS; MACHADO; ESCOURA, 2016, p. 17)
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Visto que a desigualdade de gênero vem sendo cultivada no decorrer de nossa


história, percebe-se que no ambiente escolar não é diferente, pois no início do
magistério, o mesmo era considerado um trabalho para mulheres, em específico as
jovens de classe média que não haviam se casado e por conta dessa situação, a
profissão de professor tornou-se desvalorizada até os dias atuais.

Se quando falamos em gênero não estamos falando apenas em


diferença, mas também em desigualdade, não demorou muito para que a
feminilização do magistério provocasse a desvalorização da profissão: o baixo
salário recebido pelas professoras era visto apenas como um dinheiro extra
para as jovens, antes de se casarem e serem sustentadas pelo marido. O
tempo passou, as mulheres continuaram nessa carreira mesmo depois de
casadas, especializaram-se, fizeram pós-graduação, mas ainda assim o
magistério ficou colado aos preconceitos sociais de gênero. [...] (LINS;
MACHADO; ESCOURA, 2016, p. 18)

Os autores também abordam que há outras questões em relação a


desigualdade de gênero no ambiente escolar, como por exemplo nas aulas de
biologia, ao ser tratar da reprodução humana, é dito que os espermatozoides correm
até o óvulo e este, por sua vez, espera passivamente para ser fecundado. Esta
imagem da fecundação está mais relacionada com o estereótipo de a mulher é passiva
e o homem ativo. Não só na aula de biologia, como em outras disciplinas os
estereótipos quanto ao gênero do aluno também são levados em consideração.

O comportamento esperado na escola também é marcado por


expectativas de gênero. Quando pensamos que "matemática é coisa de
menino", que "menina é mais caprichosa", enfim, que certas coisas são
próprias de meninas e outras de meninos, estamos limitando as aprendizagens
e as experiências de vida das crianças ou adolescentes. (LINS; MACHADO;
ESCOURA, 2016, p. 19)

Ao falarmos para os adolescentes que determinada atitude é para certo gênero,


estamos reproduzindo o estereótipo de que, por exemplo, meninas não podem ser
boas em matemática, por se tratar de uma disciplina em que os meninos são
melhores. Reproduzir esses estereótipos só contribui para impedir uma formação
adequada independente do gênero do aluno. Os professores devem incentivar uma
menina nas práticas esportivas, mesmo se esta menina quiser jogar futebol. Quantas
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“Martas” da vida estão deixando de cultivar seus talentos por causa da desigualdade
de gênero reproduzida nas escolas?

O ambiente escolar pode contribuir e permitir que seus alunos experimentem


discutir sobre esse tema, contudo os docentes devem estar aptos a perceberem que
as diferenças no quesito gênero não é motivo para que o aluno não possa desenvolver
habilidades em determinada matéria.

[...] Mas a escola pode ser um ambiente onde os meninos e as meninas


passem por uma experiência de estudo e discussão destes temas, e de
vivência num contexto onde a equidade de gênero é a regra. Para isso,
professores e professoras têm que perceber que meninas podem ser boas em
Matemática e em Educação Física, e os meninos podem aprender a fazer
poemas na aula de Língua Portuguesa e a tirarem boas notas em Educação
Artística. Não vai ser fácil, nem para professores, nem para professoras, nem
para alunos, nem para alunas. Mas valerá a pena como construção de um
futuro mais justo. Aliás, lutar por isso é dar mesmo um salto para o futuro.
(BRASIL, 2008, p.19)

Uma outra questão a ser levantada em relação a desigualdade de gênero no


ambiente escolar é a evasão escolar. São apontados diversos motivos que levam um
aluno a deixar de estudar, porém o abandono da escola é maior entre as meninas.

Pesquisa da UNESCO (2004) mostra que as meninas entre 15 a 17


anos abandonam mais a escola (56%) do que os meninos. Isto se deve a pelo
menos três fatores: a necessidade de trabalhar, as dificuldades no aprendizado
e a gravidez na adolescência. Os dados apontam ainda que, a cada hora, três
meninas entre 10 e 14 anos se tornam mães e 44 mil delas são internadas ao
ano em função de abortos. Calcula-se que 300 mil jovens com menos de 19
anos já tenham praticado aborto. De 1991 a 2000 houve um aumento de 25%
na fecundidade de jovens entre 15 e 19 anos. A gravidez precoce é uma das
principais razões da evasão escolar (em torno de 25%). No Relatório Mundial
sobre População, da ONU, o Brasil aparece com um dos países que apresenta
taxas acima da média mundial em relação à gravidez na adolescência (em
torno de 50 nascimentos por mil mulheres). Nosso país possui taxas maiores
do que alguns países pobres como a Índia, o Iraque e o Sudão. [...] (BRASIL,
2008, p. 04)
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A família também tem sua parcela de responsabilidade na reprodução desses


estereótipos, uma vez que separa as responsabilidades dentro da casa pelo gênero.
Por exemplo, ao se dizer para o adolescente do sexo feminino que ela deverá executar
as tarefas domésticas pelo fato de ser menina, mas ao mesmo tempo incentivar o filho
a se aventurar, trabalhar, pois o trabalho doméstico será realizado por outra pessoa.

Homens não nascem prontos, não nascem violentos, nem saem da


barriga da mãe sedentos de poder, nem dispostos a "comer todas" usando o
sexo como arma contra as mulheres. Os homens são ensinados, dia a dia, em
nossa sociedade, a serem assim. Por um lado, esta constatação é
preocupante, pois nos indica uma sociedade com mecanismos bastante
violentos de produção de indivíduos. Dá medo viver numa sociedade que,
cotidianamente, coloca em ação estratégias que exigem do homem
desempenhos que o produzem enquanto um guerreiro: indivíduo violento,
competitivo e agressor. (BRASIL, 2008, p.15)

Quando um pai ou uma mãe compra para os filhos brinquedos conforme o


gênero determinado pela sociedade, este por sua vez estão reproduzindo na mente
daquela criança que menina só pode brincar de casinha e boneca, enquanto o menino
pode brincar do que ele quiser: médico, piloto, engenheiro, construtor etc. Ao limitar
as opções de brincadeiras na infância daquela menina é uma forma de mostrar que
as opções que ela tem é de casar-se para ser uma dona de casa. Silva, Mendes e
Pinheiro dizem:

É importante levantarmos a reflexão das relações de gênero dentro da


família enquanto instituição, uma vez que a mesma é também espaço de
reprodução dos estereótipos da sociedade, que se configura como capitalista
e patriarcal. O papel da mulher dentro da família faz com que ela se insira em
4 esferas diferentes: produção, reprodução, sexualidade e socialização das
crianças [...]. Nesse sentido, podemos observar que às mulheres tem na família
o lócus de suas vivências e da sua sociabilidade, sendo responsáveis pela
manutenção da ordem e tendo sua individualidade engolida pelo âmbito
privado da reprodução social. A mulher se atribui o controle e a organização da
vida familiar. (SILVA; MENDES; PINHEIRO, 2015, p. 03)

É interessante observar que ao serem tratados esses assuntos dentro e fora


da escola, colocamos em pauta as questões a respeito das discriminações raciais e
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de gênero. Isso faz com que pais, professores, amigos e todos os que fazem parte do
círculo de convivência daquele adolescente possam desenvolver uma sensibilidade e
perceber que esses assuntos são propagados e mantidos por todos nós.

E pensar dessa forma, a partir desses conceitos e do que eles nos


sugerem considerar, colocamos a necessidade de questionar não só os
conhecimentos e saberes com que lidamos mas, também, a desenvolver a
sensibilidade para perceber o sexismo, o racismo e a discriminação que estes
saberes veiculam, constroem e ajudam a manter. Entendemos melhor quem
tem autoridade para dizer o que, de quem e em que condições. E isso nos
ajuda a reconhecer como estamos, nós mesmas, profissionais da educação,
inscritas nesses processos de nomeação em que a diferença é hierarquizada
e transformada em desigualdade. E, ao mesmo tempo, isso aponta para a
dimensão política que reside na problematização de práticas aparentemente
banais [...]. (BRASIL, 2008, p. 28)

Todavia é preciso também entender quais são as políticas públicas


desenvolvidas para abordar esse tema, entender a respeito da igualdade de gênero e
os direitos de cada um.

A compreensão do debate de igualdade de gênero propicia ao


entendimento de que a igualdade de direitos deve considerar as diferenças
entre os sexos, mas não fazer destas diferenças um motivo para continuidade
das desigualdades. (SOUZA; GRAUPE, 2014, p.04)

Novas políticas a respeito da igualdade de gêneros vêm sendo desenvolvidas


a partir da década de 1990, pois entendem-se que a diversidade cultural contribuiu
para quebra de paradigmas sociais e uma nova tendência educacional (SOUZA;
GRAUPE, 2014).

Nas últimas três décadas foram sancionadas novas leis e diretrizes que
abarcam* a temática de gênero e educação. Portanto, ressalta-se a
importância desse campo investigativo, no intuito de colaborar para o
conhecimento dos modos como tem sido os debates em torno das
desigualdades entre homens e mulheres e a contribuição de ações
governamentais na construção de um mundo mais justo e igualitário. (SOUZA;
GRAUPE, 2014, p. 01)
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Observa-se que o artigo quinto da Constituição Federal garante direitos e


obrigações iguais, independente de cor, raça, gênero e religião a todo cidadão, sendo
ele brasileiro ou estrangeiro.

No plano nacional, a discriminação contra as mulheres é proibida pela


Constituição Federal. Seu artigo 3º define como objetivo da República
promover o bem de todos/as, sem preconceito de sexo, raça, cor e idade (entre
outros), e o artigo 5º prevê que homens e mulheres são iguais em seus direitos
e obrigações. (2017, p. 03)

Outro direito adquirido pelas mulheres no decorrer história é a aprovação da


Lei Maria da Penha, a qual cria mecanismos de coibir e prevenir a violência contra a
mulher e doméstica. Para os efeitos da lei, configura-se em violência doméstica e
familiar contra a mulher qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause
morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial.
(BRASIL, 2006).

Então, pode-se dizer que a escola é um ambiente no qual os indivíduos que ali
convivem são de diversas culturas e isso nem sempre torna esse ambiente harmônico,
pois os fatores externos contribuem para a formação das pessoas que ali convivem.

Nesse sentido, a escola é tanto uma instituição na qual convivem, de


forma nem sempre harmoniosa, diferentes grupos e identidades sociais, quanto
é uma instância em que se disputam significados que produzem, atualizam e
modificam algumas dessas identidades. Por isso a escola é um espaço social
complexo e plural na qual interagem fatores internos e externos à instituição.
Os fatores externos decorrem exatamente do fato de que nela convivem
pessoas que são social (idade, sexo, raça/etnia, classe social, religião,
interesses), política e economicamente diferentes e estão relacionados, ainda,
com o impacto dos meios de comunicação nas culturas que a atravessam bem
como decorrem do contexto social particular em que cada escola se situa.
(BRASIL, 2008, p.22)
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Considerações Finais

Levando em consideração os conceitos apresentados, pode-se concluir que os


desafios que os professores irão encontrar ao discutir as possibilidades da igualdade
de gênero no espaço escolar são muitos, tendo em vista que se trata de um trabalho
em conjunto com a família e pessoas que fazem parte do círculo social do
adolescente, além de precisar contar as políticas públicas as serem implementadas.
Não será uma tarefa fácil, contudo se os docentes mudarem seus próprios
pensamentos de que determinada atividade não pode ser executada, por ser tratar de
um gênero que fora determinado socialmente para não executar tal tarefa e não
repetirem esses estereótipos, pode-se enfim iniciar uma mudança no ambiente
escolar e fazer a diferença na vida de seus alunos. O Incentivo, independente do
gênero é a chave para o sucesso.
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Referências

BRASIL. Constituição da República Federativa Do Brasil de 1988. Presidência da


República, Casa Civil, Subchefia para Assuntos Jurídicos. 2016. Disponível em:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 28 de
set de 2019.
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http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/arquivos/File/cadernos_tematicos/salto_futu
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LINS, Beatriz Accioly; MACHADO, Bernando Fonseca; ESCOURA, Michele. Entre o
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SOUZA, Lúcia Aulete Búrigo; GRAUPE, Mareli Eliane. Gênero e Políticas Públicas
na Educação. In. Anais do III Simpósio Gênero e Políticas Públicas, Universidade
Estadual de Londrina, 27 e 29 de maio de 2014.