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INSPEÇÃO DE TRANSPORTADORES DE

CORREIAS

Por: Sidney Quirino


INSPEÇÃO DE TRANSPORTADORES DE
CORREIAS

1- Programação do curso
Parte 01 – Teórica
Data: 19/04/2018 Horário: 08:00 às 12:00 Carga horária: 4 horas

08:00 Introdução a informação.


Introdução à inspeção.
Tipos de inspeção.
Inspeção Corretiva, Inspeção Preventiva e Inspeção Preditiva.
08:45 Transportadores de correias - Definição de pontos críticos de inspeção.
Procedimentos para inspeção em transportadores de correias.
09:15 Relatório de inspeção visual.
Métodos de inspeção visual
Definição de parâmetros para inspeção visual.
10:00 Café/lanche
10:15 Prática de inspeção visual em transportador de correia (11cv30).
11:00 Definição de ponto críticos.
Recomendação de medidas corretivas e preventivas.
Definição de prioridades de inspeção.
11:45 Debate – mini seminário refletivo.
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CORREIAS

1- Programação do curso (Continuação...)


Parte 02 – Prática
Data: 19/03/2011 Horário: 13:00 às 17:00 Carga horária: 4 horas

13:00 Noções de uso de aparelho de ultrassom.


Sabendo o que está medindo.
13:15 Definição de parâmetro para Medição de desgaste.
13:30 Medição de desgaste coleta de dados iniciais.
13:45 Ensino prático de uso do ultra-som e cuidados.
14:15 Prática de medição de desgaste (em sala).
14:30 Café/lanche
14:45 Elaboração de relatório e análise (em sala).
15:15 Debate - Análise de Perfil de desgaste da correia (11cv30).
15:30 Teste Avaliativo.
16:45 Entrega de certificado

Considerações Finais
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Introdução à informação

A informação é fonte de conhecimento.


Tipos de informações.
Como obter informações dos equipamentos inspecionados?
Visão, Audição, Olfato, Tato e Paladar.
Interpretação de informações.
Informações diretas e indiretas.
Utilização de conhecimentos técnicos para obtenção de informações
implícitas.
Linguagem do transportador de correia. “Correiês”
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Introdução à inspeção
 Inspeção visual.
Primeira coleta de informação.

Inspeção Sensitiva.
Segunda coleta de informação
Constatação de Informações obtidas na inspeção visual.
Possibilidade de uso de todos os sentidos.

Inspeção por instrumentos.


Segunda coleta de informação
Coleta de informações não visíveis e não sensíveis.
Gera laudos e relatórios elaborados
Uso de aparelhos como; Ultrasom, Termo Higrômetro, Durômetro,
Cord Guard, Check Belt, Raio X, dentre outros.
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Tipos de inspeção

Inspeção Corretiva.
Intenção de corrigir tempestivamente a falha ou problema.
Sem analise periférica do motivo causador.
Eficaz a curto prazo.
Adiciona pouca informação ao inspetor.
Demanda pouco conhecimento técnico do inspetor.
Agrega pouco conhecimento e pode ser prejudicial ao sistema de
monitoramento/inspeção.
Sobrecarrega o sistema de inspeção á médio prazo.
Dificulta a programação de soluções mais duradouras.
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Tipos de inspeção (Continuação...)

Inspeção Preventiva.
Intenção de corrigir fonte causadora da falha ou problema.
Análise periférica e técnica do motivo causador.
Eficaz a curto e à médio prazo.
Adiciona nível intermediário de informação ao inspetor.
Demanda médio á alto conhecimento técnico do inspetor.
Agrega muito conhecimento sobre o equipamento e gera mais
conforto ao sistema de monitoramento/inspeção.
Não sobrecarrega o sistema de inspeção á médio prazo.
Reduz sensivelmente a inspeção corretiva.
Auxilia a programação de soluções mais duradouras.
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Tipos de inspeção (Continuação...)


 Inspeção Preditiva.
Intenção de aumentar o tempo de vida útil do equipamento.
Necessidade de ensaios para obtenção de informações por
amostragem ou não.
Análise aprofundada do componente ensaiado do equipamento, seu
uso e avalia as peças/parte com influência no funcionamento desse.
Eficaz a médio e à longo prazo.
Adiciona nível elevado de informação ao inspetor.
Demanda alto conhecimento técnico do inspetor.
Agrega altíssimo conhecimento sobre o componente/equipamento.
Melhora a sensibilidade do inspetor em inspeções preventivas.
Reduz sensivelmente necessidades de intervenções corretivas e até
programadas.
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Procedimento para Inspeção em transportadores de correia

Definição de periodicidade de inspeção;


Verificação de danos em seu estágio inicial
Correção/Reparo em danos em tempo hábil;
Auxilio na programação de intervenções corretivas/preventivas;

Planejamento de inspeções diárias no sistema de transportadores;


Verificar a importância de cada transportador no sistema;
Relação estreita entre inspetor, programador e encarregados;

Fator principal do inspetor: Incansável espírito investigatívo. Ao


encontrar um dano deve sempre ter em mente o agente causador
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Procedimento para Inspeção em transportadores de correia

O ideal é inspecionar primeiramente a correia transportadora, pois 90% dos


danos ocorridos na correia é ocasionado por agentes externos ou componentes
do transportador.

A atenção a inspeção deve ser dada aos componentes das transferências,


sistemas de esticamento e acionamento do transportador
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Procedimento para Inspeção em transportadores de correia

Pontos a serem inspecionados:

Correia transportadora (principalmente emendas);


Chutes, guias laterais e saias;
Tambores;
Contrapeso/tensores/esticadores;
Roletes;
Raspadores e limpadores;
Calhas de descargas;
Viradores;
Limpeza.
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Procedimento para Inspeção em transportadores de correia

Pontos a serem inspecionados:

Correia transportadora (principalmente emendas);


Chutes, guias laterais e saias;
Tambores;
Contrapeso/tensores/esticadores;
Roletes;
Raspadores e limpadores;
Calhas de descargas;
Viradores;
Limpeza.
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Procedimento para Inspeção em transportadores de correia


Fotos de principais problemas.

Arrancamento fechamento - Emenda correiacabo de aço Deslocamento de lonas – Emenda correia de lona
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Fotos de principais problemas.

Rolete travado e danificado Deslocamento de lonas – Corpo da correia


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Procedimento para Inspeção em transportadores de correia


Fotos de principais problemas.

Acumulo de material – causa desgaste e travamento de rolete Desgaste de revestimento


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Método de inspeção

Inspeção por definição de criticidade;


Amplitude do dano/problema;
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Relatório de inspeção
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Definição de pontos críticos para inspeção

Em transportadores de correias existem pontos chaves a serem


inspecionados.

Esses pontos pode provocar a interrupção completa do funcionamento do


transportador ou restringir seu pleno funcionamento.

“Para vulcanização o foco principal da inspeção é a correia


transportadora, mas se restringir a inspeção apenas dessa é um erro
fatal.”
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Definição de pontos críticos para inspeção

Pontos críticos a serem inspecionados (geral)


Danos em Emendas (pontos fusíveis);
• Em correias de lonas redução de resistência a tração.
• Em correias de cabo de aço aumento da rigidez.

E = tamanho da emenda; V = Viés

P = Passo B = Largura da correia

N = Número de passos = número de lonas – 1;

Fi = Fechamento inferior Fs = Fechamento superior

OBS 1.: Viés de emenda à frio: Largura x 0,5


OBS 2.: Viés de emenda à quente: Largura x 0,346
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Definição de pontos críticos para inspeção

Pontos críticos a serem inspecionados (Correias de cabo de aço)


Deslocamento de cabos na região de emenda;
Rompimento de cabos na região da emenda;
Rasgo longitudinal;
Corte transversal em bordas;
Corte transversal central.

Falta fot
Rasgo
longituudinão
e transversal
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Definição de pontos críticos para inspeção

Pontos críticos a serem inspecionados (Correias de lonas)


Rompimento de lonas no passe de correias de lonas;
Deslocamento de lonas em emendas de correias de lonas;
Abertura de fechamento de retorno;
Abertura de fechamento de carga;
Deslocamento de lonas na correia
Desfolhamento de bordas
Abert
fachan[meto
e desf borda
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Recomendações de pontos críticos

Danos em correias:
Correias e principalmente Emendas de lonas;
• Danos provocados por desalinhamento;
• Dimenssionamento incorreto de emenda;
• Deslocamento ou trincas devido à diâmetros reduzido de tambores;
• Má confecção de emenda;
• Contrapeso excessivo;
• Excesso de carga;
• Sobrecarga no sistema ou entupimento de “Shut”;
• Desgaste excessivo do revestimento de tambores e da própria correia;
• Transição incorreta entre tambor/rolete inclinado e vice versa;
• Ângulo de curvatura muito acentuado e distanciamento elevado de
cavaletes de carga na região;
• Má confecção da correia / problemas de fabricação.
• Centralização de material;
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Recomendações de pontos críticos

Danos em correias:
Correias e principalmente Emendas de cabo de aço;
• Danos provocados por desalinhamento;
• Dimensionamento incorreto de emenda;
• Deslocamento de cabos na borda;
• Bolhas e arrancamento na emenda;
• Distancia de transição incorreta ou curta;
• Queda de material pontiagudo e de cortante ;
• Sobrecarga no sistema ou entupimento de “Shut”;
• Desgaste excessivo do revestimento de tambores e da própria correia;
• Guias laterais com borrachas gastas e chapa de desgaste em contato
com a correia;
•Má confecção da correia / problemas de fabricação.
• Centralização de material.
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Recomendações de pontos críticos

Alinhamento:
O transportador opera alinhado quando as forças envolvidas estão
balanceadas;
• Módulos/estrutura nivelada;
• Cavaletes esquadrejados em relação a linha central de transportador;
•Roletes girando livremente;
• Centralização de material;
• Contrapeso com carga compatível/calculada corretamente;
• Tambores sem desgaste e esquadrejados em relação à linha central do
transportador;
• Emendas esquadrejadas;
• Correia sem problemas de bordas e deformação.
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Recomendações
Desalinhamento
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Soluções de problemas que possam ocorrer em Transportadores de Correia

A. A correia corre para um lado em um L. Estrias ou quebras longitudinais na


5 4 1 2 3 44 4 10 9 33 - -
só ponto da estrutura. cobertura inferior.
B. Determinada seção da correia
transportadora desvia-se lateralmente M. Coberturas endurecidas ou
6 7 - - - - 23 37 - - - -
em toda extensão do sistema quebradiças.
transportador.
C. A correia transportadora desvia-se
N. A cobertura incha, formando estrias
lateralmente em toda a extensão do 39 8 5 1 2 3 21 - - - - -
em certos pontos da correia.
transportador.
O. A correia quebra nos grampos ou
D. A correia transportadora desvia na
39 10 1 - - - logo após os grampos e os grampos 24 22 12 23 - -
polia do pé.
são puxados para fora.
E. A correia transportadora desvia na
33 10 1 3 - - P. Separação da emenda vulcanizada. 38 30 12 17 25 -
polia de cabeceira.
Q. Gasto excessivo ou quebra das
F. A correia transportadora derrapa. 34 33 31 10 4 - 8 10 40 7 - -
bordas da correia.
G. A correia transportadoraderrapa na R. Quebras transversais na borda da
34 33 31 18 25 26 - - -
partida. correia.
S. Pequenas quebras da carcaça
paralela a borda da correia, e
H. Esticamento excessivo da correia. 41 42 43 12 32 35 16 17 - - - -
rachadura em forma de estrelas na
carcaça.
I. Arrancamento ,estrias ou cortes na
13 14 15 16 - - T. Separação das lonas. 29 30 23
cobertura superior.
J. Desgaste excessivo da cobertura U. Fadiga da carcaça na junção dos
19 20 10 8 36 - 25 26 27 28 29 36
superior da correia transportadora. roletes.
K. Desgaste excessivo da cobertura V. Bolhas na cobertura ou bolhas de
4 9 10 17 11 27 45 21 - - - -
inferior da correia transportadora. areia.
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Soluções de problemas que possam ocorrer em Transportadores de Correia


1. Roletes ou tambores fora do esquadro com a 10. Material derrama fora da correia e há acumulo
linha de centro da correia :reajustar os desse material em pontos indesejáveis:
roletesna área afetada. melhorar as condições de carregamento e de
2. Estrutura do transportador distorcida : alinhar a transferência; instalar dispositivos de limpeza e
área distorcida melhorar manutenção.
3. Roletes não centralizados com a correia : 11. Parafusos fora da superfície do revestimento do
reajustar os roletes. tambor: apertar os parafusos; substituir o
4. Roletes emperrados : soltar os roletes e melhorar revestimento ou usar revestimento vulcanizado
a manutenção e lubrificação sobre o tambor.
5. Material grudado nos roletes : remover este 12. Tensão da correia alta demais: aumentar a
material e melhorar a manutenção, por meio da velocidade com a mesma tonelagem; reduzir
instalação de raspadores ou outros dispositivos tonelagem com a mesma velocidade; reduzir a
de limpeza. fricção dos roletes com melhor manutenção e
substituição dos roletes defeituosos; reduzir a
6. Correia não emendada no esquadro : remover ou tensão por meio do aumento do arco de contato ou
abrir a emenda e emendar dentro do esquadro. por meio de revestimento do tambor motriz; reduzir
7. Correia torta ou curvada : quando a correia é o peso do ontrapeso para o valor mínimo.
nova, esta condição deve desaparecer durante a 13. Protetor lateral ajustado impropriamente ou é
fase inicial de serviço; raramente a correia tem material errado: ajustar o suporte metálico do
que ser endireitada pela fábrica de origem ou protetor lateral para o mínimo de 1", entre o metal e
substituída: em todo caso, devem ser verificadas a correia, com o espaço aumentando
as condições de manuseio e estocagem, desde gradativamente no sentido do movimento da
que estas possam provocar esta condição. correia; usar protetor lateral de borracha e não
8. Carregamento falho ou fora de centro: ajustar o correias usadas ou outro tipo de material.
shut para colocar a carga no centro da correia; 14. Correia prejudicada demais com o impacto da
descarregar o material no sentido da correia e, carga: instalar roletes amortecedores.
também, a velocidade deve ser igual ou próxima
à velocidade da correia. 15. Material ficando preso dentro ou debaixo do shut
: melhorar condições de carregamento; aumentar
9. Derrapagem na tambor motriz: aumentar tensão largura do shut; eliminar pontos onde o material fica
da correia por meio do esticador de parafusos, ou estacionário.
por meio do aumento de peso do contrapeso;
revestir o tambor motriz com borracha e 16. Impacto do material na correia : reduzir o impacto
aumentar o arco de contato da correia com o por meio de shut de melhor desenho; instalar
tambor roletes amortecedores.
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Soluções de problemas que possam ocorrer em Transportadores de Correia


17. Material preso entre a correia e o tambor : instalar 26. Curva convexa severa no sentido vertical : reduzir
raspadores no lado de retorno na frente do tambor
de retorno. espaçamento dos roletes nesta curva; aumentar
18. As bordas das correias ficam raspando na raio de curvatura; consultar o Manual Técnico
estrutura : mesmas correções como nos casos 1,2 27. Inclinação excessiva para frente dos roletes :
e 3; instalar chaves limitadoras; providenciar maior reduzir a inclinação, para que a mesma não seja
espaço livre 19. Roletes de retorno mal
alinhados, presos ou sujos : remover a sujeira superior a 2° da vertical da estrutura.
acumulada, instalar dispositivos de limpeza; usar 28. Espaço excessivo entre os rolos dos roletes de
roletes de retorno autolimpadores; melhorar carga : substituir os roletes de carga; substituir por
manutenção e lubrificação.
correias mais pesadas.
20. Qualidade da cobertura baixa demais : substituir
com correia de cobertura de maior espessura ou de 29. Correia flexível demais : substituir com correia de
qualidade superior. suporte de carga apropriada.
21. Graxa ou óleo de lubrificação espirrando dos 30. Tambores pequenos demais : substituir por
roletes : melhorar manutenção, reduzir quantidade
de graxa ou óleo utilizado; verificar as vedações tambores com diâmetros maiores.
dos roletes. 31. Contra peso leve demais : adicionar peso ao
22. Emendas mecânicas apertadas ou soltas demais contrapeso ou esticar mais através do esticador de
, ou de tipo errado : usar grampos e técnica de parafuso, para chegar ao valor de tensão
aplicação adequada; fazer programa de inspeção determinado pelo cálculo
periódica. 32. Contrapeso pesado demais : aliviar o contrapeso
23. Correia falhando devido a calor ou produtos para obter a tensão adequada.
químicos : usar correias com cobertura adequada 33. Revestimento gasto do tambor : substituir o
para estas condições. revestimento por outro novo.
24. Emendas mecânicas com placas grandes demais 34. Tração insuficiente entre correia e tambor :
para o tamanho dos tambores : substituir com revestir o tambor; aumentar o arco de contato;
emendas mecânicas de placas menores; aumentar instalar dispositivo de limpeza.
o diâmetro dos tambores. 35. Instalação com correia fraca : recalcular a tensão
25. Transição imprópria entre a parte da correia da correia e selecionar correia com maior
acamada e o tambor do terminal: ajustar resistência, adequada ao tipo de serviço.
transição de acordo com Manual de Instalação.
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Soluções de problemas que possam ocorrer em Transportadores de Correia

36. Flexa (sag) excessiva entre roletes de carga, ocasionando movimento


da carga : aumentar a tensão na correia quando desnecessariamente
baixa; reduzir espaçamento dos roletes; aumentar contrapeso.
37. Estocagem e manuseio imprópios : consultar a Goodyear a respeito
destas condições. 38. Correia emendada impropriamente : remendar
conforme método recomendado pela Goodyear.
39. Correia fora de centro no tambor de retorno e área de carregamento :
instalar roletes auto-alinhantes no lado de retorno, em frente o tambor de
retorno.
40. Correia raspando na estrutura : instalar roletes auto-alinhantes ao lado
da carga e do retorno.
41. Instalação imprópria da correia, causando aparente esticamento
excessivo : puxar a correia através do contrapeso com uma tensão igual,
no mínimo, à da correia vazia; utilizar emendas mecânicas para ensaiar a
correia.
42. Posição inicial imprópria do contrapeso, causando um aparente
esticamento excessivo da correia : verificar o manual Goodyear, para
determinar a posição inicial recomendada para a instalação da correia.
43. Curso insuficiente do contrapeso : consultar o manual Googyear para
determinar o curso mínimo recomendado.
44. Estrutura fora do nível : nivelar onde necessário.
45. Cortes ou furos permitindo que o material fino penetre entre a
cobertura e a carcaça : fazer reparos na cobertura com material a ser
vulcanizado ou frio.
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DEBATE

Espaço aberto para perguntas dos participantes.


Fotos e exemplos
 O pessoal define os problemas e possíveis soluções

Por que devemos adequar a


distancia de transição?

Qual tipo de correia mais


indicada para esse material?

Qual é a anomalia?

Essa carga está correta?


O que define a capacidade de Quais as possiveis causas dessa
transporte de uma correia? marca na cobertura de carga?
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Distancia de transição
Correia cabo de aço
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Distancia de transição
Correia cabo de aço
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Diâmetro mínimo de tambores


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