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USCS – UNIVERSIDADE MUNICIPAL DE SÃO CAETANO DO SUL

CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

CAIO PELINSON CAMARGO MARQUES


CLEBER CINTRA BARBOSA
GRAZIELLA CRISTINA ARRUDA CRUZ
LIDIA BIZARRIA CUTRI
MURILO TASSINARI VIVEIROS

CHROME OS

SÃO CAETANO DO SUL


2010
USCS – UNIVERSIDADE MUNICIPAL DE SÃO CAETANO DO SUL
CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

CAIO PELINSON CAMARGO MARQUES 54671-3


CLEBER CINTRA BARBOSA 54661-4
GRAZIELLA CRISTINA ARRUDA CRUZ 54673-9
LIDIA BIZARRIA CUTRI 54725-7
MURILO TASSINARI VIVEIROS 54

CHROME OS

Trabalho Acadêmico apresentado na


disciplina de Sistemas Operacionais, do
curso de Ciência da Computação da
Universidade Municipal de São Caetano do
Sul.

SÃO CAETANO DO SUL


2010
SUMÁRIO

1. RESUMO.........................................................................................................4
2. PALAVRAS CHAVE.......................................................................................5
3. INTRODUÇÃO................................................................................................6
4. CHROME OS...................................................................................................7
4.1 VISUAL DO CHROME..................................................................................8
4.2 NUVENS DE APLICATIVOS........................................................................9
4.3 ARQUITETUTA DO SOFTWARE.................................................................9
4.4 FIRMWARE.................................................................................................11
4.5 PLATAFORMA............................................................................................12
4.6 NÍVEL DE SISTEMA E SOFTWARE DE TERRA USUARIO.....................13
4.7 MANUSEIOS DE ARQUIVOS.....................................................................14
4.8 IMPRESSÃO...............................................................................................15
4.9 REQUISITOS BASICOS PARA O CHROME.............................................15
4.10 ASPECTOS MERCADOLOGICOS..........................................................16
5. CONCLUSÃO................................................................................................17
6. REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS.............................................................18
1. RESUMO

O Google Chrome OS é um sistema operacional open source projetado


pelo Google para trabalhar exclusivamente com aplicações web. Anunciado em 7
de julho de 2009, o Chrome OS vai ter um lançamento público estável durante o
segundo semestre de 2010. O sistema será voltado para net books e baseado em
Linux, com um sistema de janelas construído do zero. A interface de usuário faz
uma abordagem minimalista, assemelhando-se ao navegador Chrome. Porque o
browser será a única aplicação residente no dispositivo, o Google Chrome OS é
destinado aos usuários que passam a maior parte do seu tempo com o
computador na Internet.
2. PALAVRAS CHAVE

Velocidade: A velocidade no caso do Chrome OS é uma das questões mais


importantes para seus desenvolvedores, além de prezar muito a segurança é
fundamental uma alta velocidade tanto de estabilidade como agilidade na
execução dos processos, e uma vez que tudo estará armazenado em nuvem e os
periféricos serão de suporte para alto nível, espera-se um desempenho positivo e
assim tenha um alto índice de aceitação dos usuários e aprovação dos próprios
envolvidos no projeto.

Simplicidade de uso: Primeiramente o usuário do Chrome OS tem que estar


conectado a internet, assim o usuário tem acesso a sua “área de trabalho” alocada
no servidor da Google podendo realizar suas rotinas de forma segura com todos
os aplicativos que você poderia ter instalado em sua maquina física.

Segurança: Uma aplicação não pode interferir na outra. O sistema raiz (local onde
ficam arquivos de sistema) terá apenas acesso a leitura. Todos os dados serão
criptografados, e o código é assinado. Em toda inicialização, os arquivos de boot
são checados e, se for detectada alguma modificação, o sistema buscará os
arquivos depois do boot e fará uma reinstalação dos mesmos.
Outra função interessante são as restrições aplicadas aos programas. O
sistema analisa as necessidades de conexão e define os níveis de acesso. Mesmo
assim, nenhum aplicativo pode ganhar direitos de administrador do sistema.

Nuvem: O trabalho será feito em uma maquina virtual e não mais em uma
maquina física, o sistema estará disponível para qualquer net book com Chrome
OS em qualquer lugar do mundo, desde que tenha uma conexão com a internet. E
sem a necessidade de se preocupar com backups, pois os seus arquivos e área
de trabalho estarão armazenados num servidor especifico da Google onde poderá
ser acessado por qualquer PC com o Chrome.
3. INTRODUÇÃO

O Chrome OS é o esperado Sistema Operacional da Google, voltado para


net books com características em comum com o Android, incluindo o uso do Linux
como Kernel, com um minimalismo no design uma vez que ele está sendo
projetado especificamente para o suporte ao navegador, onde os desenvolvedores
de aplicações para o Chrome OS devem se concentrar nas plataformas web, pois
é isso que ele irá suportar.
O novo sistema será open source, vai rodar em x86 e ARM, e sua
arquitetura será baseada no navegador Chrome rodando sobre um novo sistema
de janelas, que por sua vez será sobre o Kernel Linux.
Esse sistema busca coisas que os usuários necessitam para trabalhar nos
seus desenvolvimentos rotineiros, como o boot rápido, o desejo de que o
computador não vá ficando mais lento ao longo dos meses após a compra, de não
gastar horas configurando o sistema, além de disponibilizar uma “área” para seu
utilizador com total segurança e viabilidade de velocidade armazenando dados em
nuvem, onde o usuário do sistema possa desenvolver suas tarefas em uma
maquina virtual tendo o acesso completo a todos os recursos, porém sem utilizar
os periféricos físicos de sua máquina física.
4. CHROME OS

Os desenvolvedores do Sistema Chrome OS visam construir um sistema


que forneça uma maneira rápida e simples de trabalho, além de ser a experiência
de computação mais segura para as pessoas que passam a maior parte do seu
tempo na web.
Tudo é sobre a web. Todas as aplicações são aplicações web. Toda a
experiência ocorre dentro do browser e não existem aplicações de desktop
convencional. Isso significa que os usuários não tem que lidar com a instalação,
gerenciamento e atualização de programas.
Outro diferencial do sistema é que uma vez que todos os aplicativos são
executados dentro do navegador, é trazido significativos beneficios para a
segurança. Ao contrário dos sistemas operacionais tradicionais, o Chrome OS não
confia nos aplicativos que você executa.
Cada aplicativo está contido dentro de uma proteção de segurança que
torna mais difícil para o malware e vírus para infectar seu computador. Além disso,
o Chrome OS mal confia em si, pois toda vez que você reiniciar o computador o
sistema operacional verifica a integridade do seu código. Se o seu sistema tenha
sido comprometido, é projetado para fixar-se com um reboot. Embora nenhum
computador pode ser completamente seguro, vamos tornar a vida muito mais
difícil (e menos rentáveis) para os maus.
Acima de tudo, a velocidade é priorizada, tirando todos os processos
desnecessários, otimizando as operações e muitas delas passaram ser
executadas em paralelo.

4.1 VISUAL DO CHROME

Visualmente o Chrome - OS nada mais é que uma janela do Chrome


navegador adaptada. As primeiras abas são menores, e são basicamente os apps
“favoritos”, sendo a primeira uma espécie de menu Iniciar, onde ficam atalhos, na
forma de grandes ícones, para serviços do próprio Google e outros mais
importantes/usados, nas abas maiores estão os programas que estão abertos ou
as rotinas do usuário [Figura 01].
Além do visual, no Google Chrome OS o armazenamento de dados também
é online. O disco rígido funciona como uma memória cachê, o que transforma o
sistema em um “avião”. Todas as aplicações rodam com bastante rapidez e muita
segurança.

Figura 01

Fonte: www.wired.com/gadgetlab/

4.2 NUVENS DE APLICATIVOS

Boa parte do sucesso do sistema do Google depende dos aplicativos


online, já que estarão “instalados” em nuvem e será preciso o acesso a internet
para serem acessados, esses aplicativos que serão vendidos pela Chrome Web
Store e instalados no navegador.
Fazer a instalação já é possível. O problema é que, em muitos casos, como
durante a edição de documentos no Google Docs [Figura 02], será necessário
trabalhar off-line. Isso será feito via HTML 5, mas o recurso ainda não foi
implementado. Outra promessa está na oferta de aplicativos complexos, como
games, que também vão rodar dentro do browser.
Figura 02

Fonte: docs.google.com/

4.3 ARQUITETURA DO SOFTWARE

O Chrome OS consiste em três componentes principais [Figura 03]:


• O próprio navegador do Chrome de base e do gerenciador de janelas;
• Sistema de nível de software e serviços de terra de usuário: o kernel,
drivers, gerenciador de conexões;
• Firmware, onde cada componente é iniciado através do Firmware.

Figura 03

Fonte: alanojunior.blogspot.com
4.4 FIRMWARE

O Firmware é o componente chave para tornar o processo de boot do


sistema rápido e seguro. Uma vez que também foram removidos alguns
componentes desnecessários – como suporte a disquete, por exemplo, entre
outros que neste caso não seriam fundamentais para o funcionamento do sistema.
Abandonar a compatibilidade com uma grande quantidade de hardware
absoluto reduz a complexidade e torna a inicialização mais ágil. Além disso, foi
incluído a verificação de todos os passos do boot e o suporte a restauração do
sistema.
Cada vez que o sistema é inicializado, o firmware começa um processo de
verificação da integridade do próprio firmware, do Kernel e da imagem do sistema
garantindo que nenhum destes tenham sido corrompidos ou alterados. Se essa
verificação falhar, entra em ação o restaurador do sistema, que restaura a
máquina para o seu estado original, a imagem de recuperação deverá estar
contida em um cartão SD, pendrive, ou dispositivo do gênero.
Na camada acima do firmware fica o Kernel Linux, drivers e demais
softwares de controle – como o gerenciador de conexões, por exemplo. O Kernel
utilizado é padrão, com exceção de algumas mudanças para melhorar o tempo de
inicialização. Os serviços são controlados pelo gerenciador Upstart – que permite
iniciar serviços em paralelo, reiniciar tarefas que travaram, e atrasar serviços para
fazer o boot avançar mais rápido.
No topo, está a camada referente ao gerenciador de janelas e o Chromium.
O gerenciador de janelas é responsável pelo controle de toda a interação do
usuário com as múltiplas janelas abertas. Ele funciona de forma similar aos outros
gerenciadores X – controlando as posições das janelas e designando o local em
que as ações do usuário devem ser aplicadas. Ainda, a biblioteca Clutter é usada
para animar e renderizar as janelas – via OpenGL ou OpenGL|ES.
O Chrome OS é focado em aplicativos e dados obtidos através da internet;
por isso, o único aplicativo disponível no sistema operacional é o navegador – que
será complementado por um tocador de mídia e o plugin Flash. Assim como no
navegador Chrome, o OS cria, para cada aba aberta, um processo independente –
dessa forma, o sistema não fica instável caso alguma aba pare de responder.
Porém como não está nos planos dos desenvolvedores suportar swap no
lançamento inicial, o sistema será limitado por número de guias que um usuário
poderá manter abertas e a quantidade de memória anônima que um processo
poderá alocar.
Com o uso do Firmware podemos utilizar suas funcionalidades de modo
que possa implementar melhorias no gerenciamento do Sistema do Chrome OS:

• Sistemas de Recuperação: possibilita re-instalar o Chrome OS em casos


que o sistema esteja comprometido ou corrompido.
• Verificando boot (firmware): Cada vez que o sistema é inicializado, o
Chrome OS verifica se o firmware, Kernel e imagem do sistema não foram
adulterados ou corrompidos. Esse processo começa no firmware.
• Inicialização rápida: Dos sistemas operacionais lançados recentemente o
Chrome que ainda está em fase de desenvolvimento já apresenta o melhor
desempenho de inicialização, que se dá a partir da remoção das
complexidades que são normalmente encontradas no firmware do PC, com
essa remoção o Chrome possibilita essa grande diferença em relação a
velocidade uma vez que as complexidades não são pontos cruciais para o
desenvolvimento do sistema e não fazem diferença quanto sua existência
ou não na inicialização do SO.

4.5 PLATAFORMA

Login e contas de usuário: Computadores com o Chrome OS têm os dados


e preferências do usuário sincronizados com diversos serviços em “nuvem” – o
termo “nuvem” significa internet, onde provedores de serviços, como o Google,
armazenam os dados, possibilitando o acesso às informações através de qualquer
dispositivo conectado. Para que um sistema operacional como o Chrome OS seja
viável, é necessário que um mecanismo único de login seja utilizado – ou seja, um
nome de usuário e senha [Figura 04] é capaz de dar acesso a todo o pacote de
dados necessários – configurações pessoais, dados, emails, etc.
Atualmente, é necessário uma conta do Google para poder ter acesso ao
sistema, mas existem planos para suportar outros serviços de autenticação –
como o OpenID, por exemplo. Para o primeiro login é necessário estar conectado
à internet. Após o primeiro acesso é possível utilizar o sistema offline – alguns
aplicativos da web, como o Gmail, gravam dados no disco do usuário,
possibilitando a leitura sem conexão com a internet.

Figura 04

Fonte: alanojunior.blogspot.com

4.6 NÍVEL DE SISTEMA E SOFTWARE DE TERRA


USUÁRIO

A partir daqui, é trazido o kernel do Linux, drivers, daemons e user-terra.


Onde o núcleo do sistema é baseado principalmente em ações, com exceção de
muitos remendos que procuram melhorar o desempenho de inicialização. Do lado
da terra usuário, o que há de dinâmico é o processo de inicialização de modo que
é executado apenas os serviços que são críticos.
Aqui está uma lista rápida dos processos incomuns para a maioria dos SOs
em questão de funcionamento, que no caso do Chrome OS se torna muito eficaz e
utilizado frequentemente:
• D-Bus: O navegador usa o D-Bus para interagir com o resto do sistema
(medidor de bateria, selecionador da rede ativa);
• Connection Manager: Fornece uma API comum para interagir com os
dispositivos de rede, fornece um proxy DNS, e gerencia serviços de rede
para 3G, wireless e ethernet (que exige alta prioridade já que o sistema
trabalha 100% conectado a uma rede de comunicação Internet);
• WPA suplicante: Usado para se conectar a redes sem fio;
• Autoupdate: Usam uma daemon autoupdate que instala silenciosamente
imagens do novo sistema;
• Power Management: (ACPI da Intel) de gerenciamento de energia, Maneja
eventos como fechar a tampa ou apertar o botão de energia (já que o
sistema é baseado no uso em notebooks).

4.7 MANUSEIOS DE ARQUIVOS

A questão de manuseio dos diferentes tipos de arquivos ainda não foi


solucionada pelos desenvolvedores do Chrome OS. O problema é forma de
associar os diversos formatos de arquivos aos web apps compatíveis. Por
exemplo, se eu clicar em um arquivo.doc, o que deve acontecer? O sistema deve
abrir um web app como o Office Live, para editar o arquivo. Ou abrir o Gview, para
visualizar o documento. Ou, ainda, fazer o download do arquivo para um drive
removível [Desenvolvedores Google – Chrome OS].
Os desenvolvedores do OS estão discutindo como o usuário poderia
informar ao sistema qual ação tomar para cada tipo de arquivo. Eles buscam uma
forma simples e flexível de implementar este controle, evitando que diversos
programas fiquem lutando para ser o aplicativo padrão para tal formato de arquivo,
como ocorre em alguns sistemas operacionais atuais.
Figura 05

Propriedades de Documentos Chrome OS

4.8 IMPRESSÃO

O aumento de computação em nuvem trouxe o acesso às informações em


praticamente qualquer dispositivo, mas impressoras ainda são dispositivos
limitados à uma rede fechada e, principalmente, requerem a instalação de drivers
específicos. O desenvolvimento e manutenção de drivers para toda a combinação
de hardware e software existentes é impraticável. Com isso em mente, e mais a
idéia de que todos os aplicativos do Chrome OS são páginas da internet, foi criado
o projeto Google Cloud Printing [Figura 06].
Figura 06

Fonte: alanojunior.blogspot.com
Esse projeto, ainda em fase embrionária, usa o componente que todos os
dispositivos modernos têm em comum – o acesso à nuvem – para permitir que
qualquer aplicativo, baseado na web ou não, em qualquer plataforma possa
imprimir em qualquer impressora. No lado do aplicativo, uma API coleta todas as
informações necessárias para realizar a impressão e envia os dados para a
internet. Na nuvem, os dados são processados e repassados à impressora
correspondente, que imprimirá o documento.
A comunicação da impressora com o Google Cloud Printing poderá se dar
em duas formas: via impressoras compatíveis com o recurso (ainda inexistentes),
ou através de uma impressora conectada a um computador e um proxy. No futuro,
as impressoras compatíveis com o recurso se registrarão com um ou mais
serviços de impressão e aguardarão pelas solicitações de impressão – podemos
pensar nisso como uma impressora de rede disponível em toda internet – para
usuários devidamente registrados, e que não necessita a instalação de drivers.
Para as impressoras atuais (tanto de rede, quanto via USB), será
necessário instalar um software intermediário, o proxy – que faz a comunicação
entre a impressora e o serviço de impressão na nuvem. Este software já está
sendo desenvolvido para Windows – versões para Mac e Linux deverão ser
criadas em seguida.

4.9 REQUISITOS BÁSICOS PARA O CHROME OS

• Sistema: Windows XP/Vista/7/98/2000/2003


• VirtualBox 3.2.10
• Acesso a uma rede de Internet

4.10 ASPECTOS MERCADOLOGICOS

Aspectos Positivos
• Grátis;
• Seguro e leve, perfeito para netbooks;
• Fácil de uso;
• Tempos de arranque muito baixo;
• Novo conceito de sistema operacional.
Aspectos Negativos
• Instalação trabalhosa;
• Alguns pequenos bugs (uma vez que o sistema ainda está em
desenvolvimento).

Principais Concorrentes
• Apple: Enquanto muitas notícias focarão na ameaça do Chrome OS ao
Windows da Microsoft, um dos principais prejudicados pode ser o Mac OS,
da Apple. Usuários que buscam um sistema operacional alternativo ao
Windows, normalmente consideram duas opções: o Mac OS X ou o
tradicional Linux. O segundo ainda enfrenta reclamações de problemas de
rede e drives dos periféricos. Já o Mac OS tem duas desvantagens: menor
número de aplicações (o que não chega a ser um problema para muitos
consumidores) e hardware caro.
Se houvesse uma versão do Mac OS que rodasse em máquinas que não
são da Apple, talvez o Google não encontrasse um mercado tão promissor.
Mas o Chrome OS provavelmente atingirá a mesma audiência do Mac OS X
- daqueles que buscam alternativas ao Windows - enquanto oferece uma
plataforma que roda em hardwares mais acessíveis.
• Pode-se esperar que a Microsoft pense duas vezes em como vai cobrar
pelas variadas versões do Windows 7, especialmente se o sistema
operacional do Google atrair a atenção do mercado. A companhia deve
ficar mais receptiva às reclamações dos usuários do Vista que querem
fazer a atualização de maneira mais barata.
5 CONCLUSÃO
6 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

http://www.chromium.org/chromium-os

http://pcworld.uol.com.br/dicas/2009/11/28/saiba-como-baixar-e-instalar-google-
chrome-os/

http://gdgt.com/google/chrome-os/download/

http://info.abril.com.br/noticias/ti/dell-lanca-versao-personalizada-do-chrome-os-
28112009-14.shl

http://www.tiogeek.com/2009/11/kw=rodando-o-google-chrome-os-no-virtualbox

http://info.abril.com.br/noticias/blogs/nalinhadogoogle/chrome-os/cade-o-windows-
nosso-eee-pc-roda-chrome-os/

http://alanojunior.blogspot.com/2010/09/novo-sitema-operacional-da-google.html

http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2009/07/08/chrome-os-7-aspectos-
importantes-sobre-o-sistema-operacional-do-google/

http://www.youtube.com/watch?v=0QRO3gKj3qw&feature=player_embedded#!

http://pt.wikipedia.org/wiki/Google_Chrome_OS

http://www.bitcompany.com.br/noticia.asp?news_id=1699