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REAÇÕES FRENTE AO

ADOECIMENTO
CONDIÇÕES BIOLÓGICAS,
SOCIAIS E PSÍQUICAS CONDIÇÕES DE
DECORRENTES DA ESTRESSE E
DOENÇA E DA VULNERABILIDADE
HOSPITALIZAÇÃO

TRAÇOS DE
PERSONALIDADE, DOS EXPERIÊNCIAS PRÉVIAS
CONFLITOS EMOCIONAIS COM DOENÇAS, MÉDICOS
E MECANISMOS E HOSPITAIS
ADAPTATIVOS
ALGUMAS QUESTÕES .....
COMO COMPREENDER AS REAÇÕES SÃO AS
E A LIDAR COM MESMAS EM TODAS
ASPECTOS AS PESSOAS E EM
PSICOLÓGICOS DE TODOS OS CENÁRIOS
PACIENTES DE ATENÇÃO À
SAUDE?
PRINCIPAL ESPAÇO INSTITUCIONAL DE
APRENDIZADO É O HOSPITAL

EXISTÊNCIA DE DUAS MEDICINAS – A


HOSPITALAR A E EXTRA-HOSPITALAR

INFLUÊNCIAS NA PRESCRIÇÃO DOS


MÉDICOS GENERALISTAS

PRESENÇA DAS CONDUTAS


HOSPITALARES COMO PARÂMETRO
QUALIDADE NA PERSPECTIVA DE
MÉDICOS E PACIENTES DA ATENÇÃO
BÁSICA
DOENÇA AGUDA
IMORTALIDADE DO CORPO

DOENÇA

LEMBRA QUE PODEMOS


MORRER

SOFRIMENTO E
ANGUSTIA
A MANEIRA DE REAGIR A ESSA SITUAÇÃO
DEPENDE DE MUITOS FATORES:

Personalidade
História
Crenças
Estado emocional
Apoio que possa receber e
aceitar
Tempo.
OCORRE UMA QUEBRA DA
CONTINUIDADE DA VIDA,
DAS FUNÇÕES
DESEMPENHADAS NO DIA-A-
DIA, DE CERTA
PREVISIBILIDADE QUE
GUARDAMOS SOBRE O DIA
DE AMANHÃ

É UM TEMPO DE SUSPENSÃO  DIFÍCIL LIGÁ-LO À


VIDA PASSADA OU CONECTÁ-LO AO FUTURO.
TIPOS DE ESTRESSE PSICOLÓGICO A QUE ESTÁ SUBMETIDO O
PACIENTE HOSPITALIZADO POR UMA DOENÇA AGUDA, TENDO
POR BASE AS FASES PSICODINÂMICAS DO DESENVOLVIMENTO
STRAIN (1978)

 AMEAÇA À INTEGRIDADE  PERDA DE AMOR E DE


NARCÍSICA\ APROVAÇÃO
 ANSIEDADE DE  SENTIMENTOS DE
SEPARAÇÃO AUTODESVALORIZAÇÃO
GERADOS PELA
 MEDO DE ESTRANHOS
DEPENDÊNCIA,
 CULPA E MEDO DE SOBRECARGA
RETALIAÇÃO FINANCEIRA, ETC
 MEDO. DA PERDA DA  MEDO. DA MORTE, DA
CANTROLE DE FUNÇÕES DOR
ADQUIRIDAS DURANTE O
DESENVOLVIMENTO
O PACIENTE
HOSPITALIZADO
PACIENTE HOSPITALIZADO
OCORRE AS MESMAS FASES DO
LUTO

IMPACTO INICIAL DA DOENÇA E


DA HOSPITALIZAÇÃO

ESPERA-SE QUE A PESSOA VÁ AINDA QUE ISSO POSSA


RETOMANDO A ESPERANÇA E O OCORRER APENAS NA
COMANDO DE SUA VIDA ESFERA MENTAL,
CONTROLANDO O
PESSIMISMO E AS EMOÇÕES
NEM SEMPRE É ISSO QUE
ACONTECE

AS AMEAÇAS E FRUSTRAÇÕES QUE ACOMPA-NHAM O


ADOECER PODEM SER INTENSAS; A DOENÇA PASSA A
SER A MARCA DA IMPOTÊNCIA, AINDA QUE, DE FATO,
AS COISAS ESTEJAM DANDO SINAIS DE MELHORA.
ALGUNS PACIENTES TÊM SEU
SOFRIMENTO PROLONGADO E NÃO
CONSEGUEM ELABORAR ESSA
SITUAÇÃO DE PERDA
(LUTO PATALÓGICO)
OUTROS, ACOSTUMADOS A MANTER
RIGIDAMENTE O CONTROLE DE
DIVERSOS ASPECTOS DE SUAS
VIDAS, PODEM SE RELACIONAR
EXASPERADAMENTE COM SEUS
CUIDADORES.

NÃO ABREM MÃO DE UMA POSIÇÃO DE COMANDO,


EXIGINDO, A TODO MOMENTO, QUE SE ATENDAM SUAS
INÚMERAS SOLICITAÇÕES.
NÃO RARAMENTE, DESPERTAM MUITA
RAIVA EM QUEM DELES CUIDA. A EQUIPE
PODERÁ, NESSES CASOS, SENTIR-SE
EXPLORADA E CONTROLADA,
RESPONDENDO, DA MESMA FORMA, COM
HOSTILIDADES.
REAÇÕES DE AJUSTAMENTO

PACIENTES REAGEM DIFERENTEMENTE ÀS


DOENÇAS E À INTERNAÇÃO HOSPITALAR

SIGNIFICADO PESSOAL E SUBJETIVO


QUE A DOENÇA FÍSICA DESPERTA

MODULADO POR CARACTERÍSTICAS DE


PERSONALIDADE, CIRCUNSTÂNCIAS
SOCIAIS E PELA PRÓPRIA NATUREZA DA
PATOLOGIA E DE SEU TRATAMENTO
REAÇÕES DE AJUSTAMENTO

DEPRESSÃO
CONSTITUEM UM GRUPO
DE TRANSTORNOS
FREQÜENTES ENTRE
PACIENTES INTERNADOS
NO HOSPITAL GERAL.

ANSIEDADE
AS REAÇÕES DE AJUSTAMENTO SÃO SUBDIVIDIDAS DE ACORDO
COM SUA DURAÇÃO E COM SINTOMAS PREDOMINANTES (CID-10)

PADRÃO MAIS COMUM DE SINTOMAS É DE NATUREZA


INDIFERENCIADA, COMPREENDENDO UMA COMBINAÇÃO DE

PREOCUPAÇÕES
EXCESSIVAS

ANSIEDADE

DEPRESSÃO

INSÔNIA
NO CASO DE DOENÇAS AGUDAS, COMO INFARTO
DO MIOCÁRDIO ...

OS SINTOMAS SE DESENVOLVEM
DENTRO DE DOIS OU TRÊS DIAS

A ANSIEDADE SURGE PRIMEIRO,


PRINCIPALMENTE QUANDO NÃO
SE TEM CERTEZA DO
DIAGNÓSTICO E DA EVOLUÇÃO
DO QUADRO

SINTOMAS DEPRESSIVOS
APARECEM POSTERIORMENTE E
PODEM DURAR SEMANAS
GERALMENTE OS SINTOMAS SÃO
MELHORAM COM
APOIO
PSICOLÓGICO E PSICOTRÓPICOS E
BOA PSICOTERAPIA
COMUNICAÇÃO RARAMENTE
NECESSÁRIOS.

TRANSITÓRIOS
COSTUMAM CEDER
COM A
RECUPERAÇÃO
CLÍNICA E A ALTA
HOSPITALAR

EM QUADROS SINTOMATOLÓGICOS MAIS


GRAVES E PROLONGADOS, OU EM CASOS DE
DIFICULDADE NO DIAGNÓSTICO E NO
MANEJO DO PACIENTE, A AVALIAÇÃO
PSIQUIÁTRICA É ACONSELHÁVEL.
EM ALGUNS CASOS, OS SINTOMAS
PERSISTEM POR MAIS TEMPO.
GERALMENTE SÃO DE NATUREZA
DEPRESSIVA, ATINGINDO NÍVEIS DE
GRAVIDADE COMPATÍVEIS COM CRITÉRIOS
DIAGNÓSTICOS PARA EPISÓDIO
DEPRESSIVO

NA AVALIAÇÃO DO PACIENTE, SINTOMAS


COMO ANEDONIA E PERDA DE INTERESSE E
DE PRAZER DEVEM SER ATIVAMENTE
PESQUISADOS. A PERSISTÊNCIA E A
NATUREZA DOS SINTOMAS INDICAM A
NECESSIDADE DE TRATAMENTO
ESPECÍFICO
MECANISMOS DE
ADAPTAÇÃO

VERTENTES

COGNITIVA
PSICODINÂMICA
FISIOLÓGICA (LOCUS DE
(MECANISMOS
(ESTRESSE) CONTROLE,
DE DEFESA)
COPING).
PSICODINÂMICA
(MECANISMOS DE DEFESA)

NEGAÇÃO
RACIONALIZAÇÃO
REGRESSÃO
DESLOCAMENTO
MECANISMOS DE DEFESA

 A IDÉIA DE MECANISMOS DE
DEFESA DO EGO OCORREU A
FREUD QUANDO ELE SE DEU
CONTA DA RESISTÊNCIA QUE
SEUS PACIENTES
MANIFESTAVAM CONTRA
REPRESENTAÇÕES
INCONCILIÁVEIS
("CONTEÚDOS PENOSOS")
QUE CHEGAVAM À
CONSCIÊNCIA.
MECANISMOS DE DEFESA

 O QUE O EGO TEME É ALGO


DA·”NATUREZA DE UMA
DESTRUIÇÃO OU EXTINÇÃO”',
SEGUNDO FREUD. PROCURARÁ,
ENTÃO, PROTEGER-SE DE
PERIGOS INTERNOS E
EXTERNOS
ADOECIMENTO

VULNERABILIDADE
SOFRIMENTO/AMEAÇA MECANISMOS
DE DEFESA

DESEQUILIBRIO /
DESCONFORTO

HOMEOSTASIA
MELHORA/CURA
BIOLOGICA,
PSIQUICA E
SOCIAL
REEQUILIBRIO/ALIVIO
MECANISMOS DE DEFESA
CERTO GRAU DE
ALGUNS AUTORES
SIGNIFICAM A NEGAÇÃO PODE SER
CONSIDERAM OS
IMPOSSIBILIDADE DE UM MECANISMO ÚTIL
MECANIMOS DE
SUPORTAR A CARGA PARA ENFRENTAR A
DEFESA COMO UM
EMOCIONAL ADVINDA ANSIEDADE
FATOR DE PROTEÇÃO
DA SITUAÇÃO DE DESPERTADA POR
(HACKETT; CASSEM,
DOENÇA. DOENÇA E CIRURGIA
1987).
IMINENTE.
MECANISMOS DE DEFESA
NEGAÇÃO

É UM RECURSO PARA EVITAR


O PACIENTE PASSA A AGIR COMO SE SOFRIMENTO, MEDO E DESESPEROÉ
NÃO ESTIVESSE SOB AMEAÇA. UM RECURSO PARA EVITAR
SOFRIMENTO, MEDO E DESESPERO

PESSOA QUE, EMBORA SUBMETIDA A


PODE POSTERGAR OU ABANDONAR O
PROCEDIMENTOS INVASIVOS E
TRATAMENTO, DESACREDITAR NOS
DOLOROSOS, NÃO QUESTIONA,
RESULTADOS DE EXAMES, AGIR
ASSUSTADA OU INDIFERENTE, A
COMO SE NADA DE GRAVE
RAZÃO DE SUA INTERNAÇÃO OU DOS
ESTIVESSE ACONTECENDO.
REMÉDIOS QUE ESTÁ TOMANDO.
MECANISMOS DE DEFESA

RACIONALIZAÇÃO
PODEM CONSTITUIR TRAÇOS
DE CARÁTER MAIS OU MENOS
INTEGRADOS À
APÓIA-SE NA NEGAÇÃO E NO
PERSONALIDADE. SÃO
ISOLAMENTO DE
SINTOMÁTICAS, NO ENTANTO,
SENTIMENTOS PENOSOS
QUANDO PARECEM, AOS
OLHOS DO EXAMINADOR,
RÍGIDAS E FORÇADAS

O PACIENTE PODERÁ QUERER


CONVERSAR, ÀS VEZES ATÉ OUTRA FORMA DE NEGAR
ANIMADAMENTE, SOBRE OS CONFLITOS E SENTIMENTOS É
ASPECTOS TÉCNICOS DE SEU A BANALIZAÇÃO.
DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO
É PRECISO RESPEITAR O "TEMPO INTERNO" DO
PACIENTE E NÃO FORÇÁ-LO A ENCARAR "VERDADES"
(SPITZ, 1997).

TAL CONDUTA RESPONDE MAIS À ANGÚSTIA E AO


DESPREPARO DO MÉDICO DO QUE A UMA NECESSIDADE DE
FRANQUEZA COM O PACIENTE E DE EFICIÊNCIA NA TAREFA
MÉDICA.

AS CLÁSSICAS PERGUNTAS "REVELAR OU NÃO O


DIAGNÓSTICO?", "QUANDO?", "COMO FALAR?" DEVEM
SER RESPONDIDAS COM UM CONVITE PARA OUVIR UM
POUCO MAIS O PACIENTE ANTES DE DECIDIR,
PRESTANDO ATENÇÃO A SUA LINGUAGEM VERBAL E
NÃO-VERBAL, ATÉ QUE SE POSSA INTUIR O QUE ELE
DESEJA E SUPORTA SABER.
MECANISMOS DE DEFESA

IMPACTO PSICOLÓGICO DA DOENÇA


REGRESSÃO

CONDIÇÕES DE UMA INTERNAÇÃO, NA QUAL


O PACIENTE RECEBE CUIDADOS BÁSICOS
DE HIGIENE, ALIMENTAÇÃO E MEDICAÇÃO

POSIÇÃO MUITO PASSIVA, NÃO


DEMONSTRAR FORÇA PARA REAGIR
MECANISMOS DE DEFESA

DESLOCAMENTO
O PACIENTE PODERÁ DESLOCAR SUA RAIVA CONTRA UM
FAMILIAR OU CONTRA A EQUIPE MÉDICA, CULPÁ-LOS PELA
DOENÇA OU POR ALGUM ACONTECIMENTO

EM GERAL, ESSA REAÇÃO É PASSAGEIRA,


CORRESP\ONDENDO A UMA FASE EM QUE O
PACIENTE SE ENCONTRA SOB O IMPACTO DE UM
DIAGNÓSTICO OU DE ALGUMA NOTÍCIA ADVERSA

EM UM ESTÁGIO POSTERIOR, À MEDIDA QUE FOR


ACEITANDO SUA CONDIÇÃO, O PACIENTE PODERÁ
MOSTRAR-SE MAIS TRISTE, REMEMORANDO
PASSAGENS DE SUA VIDA, TENTANDO
COMPREENDER E ACEITAR SEU DESTINO
A equipe assistencial
passará a colocá-lo "no
gelo" ou mesmo, de
alguma maneira, agredi-lo
de forma sádica (ainda
que passivamente).
ESTRESSE E COPING
ESTRESSE

REAÇÕES ADAPTATIVAS DE UM
ORGANISMO VIVO QUANDO SUBMETIDO A
AGENTES NOCIVOS (DOR, FRIO, FOME,
ESTADOS TÓXICOS E INFECCIOSOS).

EM PSICOLOGIA, O ESTRESSE É
RELACIONADO AO CUMPRIMENTO DE
TAREFAS DE RESPONSABILIDADE, A
REAÇÕES A EVENTOS INESPERADOS, A
SITUAÇÕES DE EXPECTATIVA E DE CONTATO
COM O NOVO (WEINMANN, 1987)
CADEIA DE
EVENTOS INICIADA
POR RESPOSTAS ALTERAÇÕES
ACONTECIMENTOS PSICOLÓGICAS FISIOLÓGICAS
COM CARÁTER
SIMBÓLICO

O CONHECIMENTO DOS FATORES QUE


CONTRIBUEM PARA INTENSIFICAR OU MINORAR O
ESTRESSE PODE PROPICIAR A ELABORAÇÃO DE
ESTRATÉGIAS A SEREM UTILIZADAS EM
TRATAMENTOS INDIVIDUAIS OU COLETIVOS, DE
CARÁTER PREVENTIVO.
MODELOS COGNITIVOS DO
COMPORTAMENTO

À MANEIRA COMO
ENFRENTAM AS DOENÇAS
(COPING)

ORIENTADAS ORIENTADAS
PARA O PARA A
PROBLEMA EMOÇÃO

A IMAGEM QUE O PACIENTE FAZ DA


DOENÇA E DE SEU TRATAMENTO DEVE SER
PESQUISADA EM SEUS ELEMENTOS
CONCRETOS E SUBJETIVOS. IDÉIAS
ERRÔNEAS OU DISTORCIDAS PRECISAM
SER DESFEITAS
DOENÇA CRÔNICA
VIVÊNCIA E ENFRENTAMENTO DA DOENÇA
CRÔNICA

PESSOAL

PERSONALIDADE

CAPACIDADE DE TOLERAR FRUSTRAÇÕES

VANTAGENS E DESVANTAGENS ADVINDAS DA


POSIÇÃO DE DOENTE

RELAÇÃO COM AS PESSOAS

PROJETO DE VIDA
NOÇÃO DE DOENÇA
QUE O PACIENTE
TEM

ADESÃO AO
TRATAMENTO

LUGAR DO MÉDICO IDÉIA DE CURA OU


NO IMAGINÁRIO DE MELHORA QUE
DOENTE SE FORMA EM SUA
MENTE
O DOENTE E SEUS FAMILIARES
NÃO CONSEGUEM ACEITAR AS
LIMITAÇÕES IMPOSTAS POR
CERTAS DOENÇAS CRÔNICAS.

MUITAS FAMÍLIAS, NO COMEÇO


DA CRONICIDADE,
CONSIDERAM O PACIENTE UMA
VÍTIMA INOCENTE. NO
ENTANTO, COM O TEMPO,
PODEM PASSAR A ENCARÁ-LO
COMO UM PESO E
ABORRECIMENTO.
SUGESTÕES PARA AUMENTAR A ADESÃO AO
TRATAMENTO

SIMPLIFICAR O ESQUEMA DE TRATAMENTO, DIVIDI-LO EM


PASSOS
SER PRAGMÁTICO: O QUE, COMO, QUANDO, DURANTE
QUANTO TEMPO
SER SELETIVO: PEQUENA QUANTIDADE DE INFORMAÇÕES A
CADA CONSULTA
 DAR INFORMAÇÕES CLARAS E SEM JARGÃO MÉDICO, COM
INSTRUÇÕES ESCRITAS
EMPREGAR ILUSTRAÇÕES, AUXÍLIOS MNEMÔNICOS,
ESQUEMAS, ANALOGIAS, ETC.
CERTIFICAR-SE DA COMPREENSÃO (SOLICITAR AO
PACIENTE PARA REPETIR O QUE ENTENDEU)
EMPREGAR AJUDAS PARA A MEMÓRIA: DEIXAR O
MEDICAMENTO AO LADO DE OBJETO UTILIZADO
ROTINEIRAMENTE (ESCOVA DE DENTE, XÍCARA DE CAFEZINHO)
PARA O MÉDICO E A EQUIPE DE SAÚDE,
PACIENTES CRÔNICOS PODEM DESPERTAR
SENTIMENTOS DE IMPOTÊNCIA,
DESESPERANÇA E DESVALORIZAÇÃO
(SPITZ, 1997). TENTATIVAS DE ABORDAGEM
PSICOLÓGICA PODEM SER REPELIDAS

A INDICAÇÃO DE PSICOTERAPIA,
QUANDO NECESSÁRIA, DEVE SER
"TRABALHADA”, REALIZADA DE TAL
FORMA QUE O PACIENTE NÃO SE
SINTA REJEITADO POR SEU MÉDICO
OU MESMO AMEAÇADO.
REVISITANDO O NOSSO
ESTUDO DIRIGIDO ....

HÁ UM ESTRESSE PSICOLÓGICO A QUE ESTÁ SUBMETIDO O PACIENTE


HOSPITALIZADO POR UMA DOENÇA AGUDA. QUE CATEGORIAS DE
ESTRESSE PODEMOS ENCONTRAR NESTES PACIENTES?

O QUE SÃO REAÇÕES DE AJUSTAMENTO? COMO DEVE SER O MANEJO


DESTAS REAÇÕES NO PACIENTE HOSPITALIZADO?

O QUE SÃO MECANISMOS DE ADAPTAÇÃO? COMO ELES PODEM SER


SUBDIVIDIDOS? ESCOLHA UMA DAS VERTENTES DESSES MECANISMOS E
DISCORRA SOBRE SEUS PRINCIPAIS ASPECTOS.

QUE ASPECTOS SÃO IMPORTANTES EM RELAÇÃO AOS DOENTES


CRÔNICOS QUE PODEM AUXILIAR NO ACOMPANHAMENTO DESSES
PACIENTES?
PRECISAMOS QUE NA AULA
DO DIA 01/08 VOCÈS
TRAGAM UMA ANAMNESE
QUE TENHA SIDO
REALIZADA, OK?
Agora que já sabemos um pouco
sobre as reações dos pacientes
diante do adoecimento, vamos
conversar um pouco sobre a
entrevista clinica?

Mas só na semana que vem, ok?

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