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A DEVASTAÇÃO NATURAL E SEUS FATORES INERENTES A URBANIZAÇÃO:

Crescente populacional e o planejamento urbano.

Charles Rodrigues Novais Júnior¹


Gabriel Prudente Pereira²
Leticia N. Rodrigues Bruno³

RESUMO

O presente artigo tem como objetivo apresentar comparativos e estudos relacionados


à devastação natural inerentes ao processo de urbanização e crescimento
populacional. Com o avanço da urbanização, o crescimento desordenado demográfico
se intensificou, e a medida que esse processo se intensifica, os números de
construção civil também ampliam, pois onde há pessoas, existe a necessidade de
acesso a moradia, alocando-os devidamente. Com esse fortalecimento, o impacto
causado na preservação do meio ambiente foi negativo, trazendo consigo o aumento
do consumo de matérias primas e recursos extraídos da natureza. Assim, pretende-
se investigar os resultados relacionados aos impactos ambientais inerentes a esse
processo, expor suas consequências.

PALAVRAS-CHAVES: Devastação Natural, Crescimento populacional, Urbanização.

ABSTRACT

This article aims to present and comparative studies related to natural devastation
inherent in the process of urbanization and population growth. With the advance of
urbanization, the disordered growth intensified, demographic, and as this process
intensifies, the construction numbers also amplify, because where there are people,
there is a need for access to housing, allocating them properly . With this
strengthening, the impact on the environment was negative, bringing the increase in
the consumption of raw materials and resources extracted from nature. So, we intend
to investigate the results related to environmental impacts inherent in this process,
exposing its consequences.

KEYWORDS: Natural devastation, Population growth, Urbanisation.

1
Discente da Universidade Regional da Bahia – FARAL, cursando Bacharelado em Arquitetura e Urbanismo.
Técnico em Edificações pela Instituição Federal da Bahia. E-mail: juniornovais.ro@gmail.com
2
Discente da Universidade Regional da Bahia – FARAL, cursando Bacharelado em Engenharia de Produção. E-
mail: gabrielwork@outlook.com
3
Discente da Universidade Regional da Bahia – FARAL, cursando bacharelado em Engenharia de Petróleo.
1. INTRODUÇÃO

É indubitável a importância do estudo das devastações naturais em geral, por


isso, esse estudo se delimita em delimitar uma discussão sobre os impactos
ambientais inerentes ao processo de urbanização, trazendo-nos a consciência se a
devastação é realmente uma necessidade ou uma ganancia. O objetivo geral do artigo
é discorrer sobre o crescimento excessivo populacional e seus impactos.

Com isso, apresentando causas e consequências da urbanização, comparando


a qualidade de vida em uma cidade planejada versus não planejada, e analisando o
crescimento populacional contra o equilíbrio ambiental.

Trazer para o centro de discussão o conceito de devastação natural e mostrar


como ele pode vir a impactar diretamente a maneira como indivíduos e empresas
atualmente exploram os recursos ambientais e aceleram o processo de urbanização,
demonstrando que essa discussão pode ser decisiva para que a lógica de consumo
intensivo de recursos próprios do capitalismo moderno seja revisto.
Discutir as consequências da urbanização desordenada e suas relações com a
exploração irracional de recursos ambientais, tem reflexos diretos na aceleração de
esgotamento dos recursos naturais e o agravamento de situações que podem
comprometer a própria sobrevivência dos grupos sociais, sociedade, empresas, meio
acadêmico e até mesmo o próprio governo pode se beneficiar da discussão acerca
dos impactos ambientais.
2. O QUE É URBANIZAÇÃO?

A urbanização é um processo pelo qual as populações rural vão para a área


urbana, permitindo que cidades cresçam. Também pode ser denominado como o
aumento progressivo do número de pessoas que vivem em cidades. É altamente
influenciado por a noção de que as cidades alcançaram melhor velocidade econômica,
política e social em comparação com as áreas rurais.

A urbanização não é apenas um fenômeno moderno, mas uma rápida e


transformação histórica das raízes sociais humanas em uma escala global, em que a
cultura predominantemente rural está sendo rapidamente substituída pela cultura
predominantemente urbana.

A primeiro grande mudança nos padrões de assentamento foi o acúmulo de


caçadores em vilarejos muitos milhares de anos atrás. A cultura de aldeias é
caracterizada por linhagens sanguíneas comuns, relacionamentos íntimos e
comportamento comunal, enquanto a cultura urbana é caracterizada por linhagens
sanguíneas distantes, relações rasas, e comportamento competitivo. Prevê-se que
este movimento de pessoas sem precedentes continue e se intensifique durante as
próximas décadas, multiplicando cidades em dimensões impensáveis há apenas um
século.

A urbanização é um fenômeno penetrante e recente. Na presente atmosfera


global, todas as nações enfrentam os desafios de meio ambiente, social, transporte,
e economia em suas respectivas cidades. Esses problemas são comuns em países
em desenvolvimento devido à diferença de desenvolvimento das cidades e das áreas
rurais.

2.1. CAUSAS DA URBANIZAÇÃO

Industrialização, fatores sociais, modernização e oportunidades econômicas


causam a urbanização, ou um aumento no número de pessoas que se deslocam das
áreas rurais para as urbanas. As razões da urbanização são:

Migração: As pessoas migram das áreas rurais para a cidade, áreas industriais
por causa das oportunidades de emprego relativamente melhores disponíveis.
Comercialização: Comercialização e comércio vem com a percepção geral de
que as cidades oferecem melhores oportunidades comerciais e retornos em
comparação com as áreas rurais.

Crescimento industrial: O crescimento industrial é uma das principais causas


da urbanização. Ele expandiu as oportunidades de emprego. Pessoas rurais migraram
para as cidades por conta de melhores oportunidades de emprego.

Fator Social: Muitos fatores sociais, como melhor padrão de vida, melhores
oportunidades educacionais e necessidade de status também induzem as pessoas a
migrar para as cidades. Existem inúmeros benefícios sociais atribuídos à vida nas
cidades.

Oportunidades de emprego: No setor rural, as pessoas dependem


principalmente da agricultura para seu sustento. Mas a agricultura tem suas
necessidades, como o clima. Em situações de seca, as pessoas de áreas rurais têm
que migrar para as cidades.

Portanto, a maioria dos as pessoas frequentemente migram para áreas urbanas


para ter acesso a bons salários já que áreas urbanas têm inúmeras oportunidades de
emprego em todos os setores.

Modernização: Áreas urbanas são caracterizadas por tecnologia sofisticada


melhor infraestrutura, comunicação, instalações médicas, etc. áreas urbanas, as
pessoas também adotam mudanças nas formas de viver em casa, atitudes, vestir-se,
comer e crenças urbanismo defeituoso:

Um fator mais alarmante na deterioração geral do padrão de serviços cívicos é


o crescente sentimento de desamparo de nossos planejadores e administradores.

2.3. IMPACTO DA URBANIZAÇÃO

A ilha de calor urbana tornou-se uma preocupação crescente e está


aumentando ao longo dos anos. As ilhas de calor urbano são formada quando as
áreas industriais e urbanas são desenvolvidas e o calor se torna mais abundante.
Assim, a urbanização também vem com custos.
Alguns efeitos da urbanização são:

 Crime, o pior impacto da urbanização.


 Aquecimento global
 Poluição
 Falta de saneamento
 Favelas e suas consequências da superlotação
 Os resíduos são um grande problema nas grandes cidades.
 Congestionamento de tráfego
 Desemprego cresce, assim como o abuso de drogas e falta de
moradia.

3. RELAÇÃO ENTRE CRESCIMENTO POPULACIONAL VS. EQUILIBRIO


SOCIOAMBIENTAL

Atualmente com o avanço das tecnologias para se preservar e conservar a vida,


o crescimento da população tem se tornado cada vez mais admirável, mostrando
números realmente expressivos.
Mostrado recentemente em estatísticas, a população mundial ultrapassou os sete
bilhões de habitantes, afirmando assim, o grande avanço da medicina e dos centros
urbanos para a preservação da qualidade de vida.
Com um maior aumento no número populacional é preciso utilizar uma maior área
superficial para alocá-los devidamente. Com esse crescimento, o impacto causado na
preservação do meio ambiente foi negativo. O crescimento da população trouxe
consigo o aumento do consumo, exigindo assim, uma maior extração das matérias
primas e recursos oferecidos pela natureza
A principal relação entre o meio ambiente e o crescimento populacional se dá pelo
simples fato da má utilização dos espaços geográficos para administrar de forma
balanceada a população mundial. Os atuais sistemas econômicos pregam a cultura
da “maior aquisição de terras”, onde menos pessoas possuem mais terras.

Um pensamento universal tem se levantado para fazer do meio ambiente um


lugar mais bem cuidado pela humanidade, onde o principal objetivo é reverter o
quadro, até então praticado, mostrando que é possível crescer em população sem
reduzir o meio ambiente.

Segundo os especialistas, reunidos durante quatro dias para discutir a saúde do


planeta, as respostas têm seguido na direção de educar as mulheres de países pobres e
ampliar seu acesso aos anticoncepcionais, mas também com vistas à reforma dos
padrões de consumo nos países ricos.
Os cientistas participantes apontaram o crescimento populacional como um grande
responsável indireto pelo aquecimento global, pelo esgotamento de recursos, pela
poluição e pela perda de biodiversidade.
Mas também afirmaram que o tema desapareceu quase que completamente das
discussões políticas, em parte devido a questões religiosas, mas também por causa das
lembranças traumáticas de controles coercitivos da natalidade em países pobres nos anos
1970 que ninguém quer repetir.

3.1 CONTROLE POPULACIONAL

Para a professora Diana Liverman, da Universidade do Arizona, o vínculo entre


crescimento populacional e danos ambientais emergiu em meados do século XX. "Os 50
anos entre 1950 e 2000 foram um período de mudanças dramáticas e sem precedentes
na história humana", afirmou.

Neste tempo, a proporção de pessoas no planeta dobrou, de três para seis bilhões.
Agora, está em sete bilhões e segundo algumas estimativas pode chegar a nove bilhões
em 2050. A boa notícia é que a taxa de fertilidade - número de filhos por mulher - caiu pela
metade, de 5 para 2, desde 1950 e diminuirá abaixo da taxa de reposição, de 2,1 por volta
de 2025, afirmou Liverman.

"Isto significa que há uma forte probabilidade de que o crescimento da população


se estabilizará em torno dos nove bilhões e pode, na verdade, cair depois disso",
acrescentou Liverman.
3.2 A DIVERSIDADE CULTURAL INERENTE Á POPULAÇÃO

A diversidade cultural, econômica e ecológica do país é a característica mais


saliente de uma análise da inter-relação entre população, meio ambiente e
desenvolvimento. Da desertificação dos pampas gaúchos ao desmatamento da
Amazônia, da poluição causada pelo parque industrial paulista ao envenenamento por
mercúrio dos garimpeiros, o Brasil sofre de todos os males ambientais
contemporâneos. Embora a queda da fecundidade e os altos níveis de urbanização
diferenciam sua dinâmica demográfica de outras partes do mundo, as diferenças
internas são grandes. A despeito dos recursos abundantes e de uma densidade
populacional favorável, os padrões regionais variam consideravelmente.

A discussão de capacidade de suporte de distintos ecossistemas dentro do


território nacional pode contribuir para uma avaliação dos ganhos e perdas envolvidos
em uma política de desenvolvimento. A grande diversidade regional aponta para a
necessidade para um planejamento local específico. Ao mesmo tempo, uma análise
dos determinantes e das consequências ambientais dos componentes do crescimento
populacional permite separar os fatores significativos com respeito a problemas
específicos, e oferece uma base mais objetiva para a formulação de políticas.

Apesar da diversidade mencionada, existem alguns problemas comuns. Os


mais importantes são os relacionados ao saneamento urbano e à reforma agrária. Os
altos níveis de urbanização criaram grandes demandas de quantidade e de qualidade
de água; a infraestrutura sanitária, que não acompanhou o crescimento demográfico,
agora exige investimentos em grande escala. A reforma agrária, há muito tempo
identificada como uma necessidade social inescapável, se acompanhada por crédito
agrícola e adequados programas de extensão, é capaz de interromper a degradação
de solos por desmatamento e erosão e diminuir o ritmo da migração rural-urbana.

Embora os problemas sejam graves e diversificados, a grande base de


recursos, as taxas declinantes de fecundidade e a densidade relativamente baixa
apontam para a possibilidade de conciliar desenvolvimento e preservação de recursos
naturais. As soluções estão disponíveis mas exigirão compromissos financeiros,
mudança institucional, e acima de tudo, uma reorientação dos objetivos de
desenvolvimento.
4. COMPARATIVO ENTRE CIDADES ESPONTÂNEAS E CIDADES
PLANEJADAS.

É sabido que toda cidade possui a sua história de construção e estruturação ao


longo dos anos, no que diz inerente as cidades, se tem sabedoria que o tempo é o
maior ponto de evolução, toda cidade nunca se inicia em seu ápice, existe um
processo a longo prazo, quanto a história, arquitetura, religião, entre outros. Todas as
cidades são constituídas pelo trabalho físico e mental do homem, dessa forma, é uma
construção social que ocupa o espaço geográfico transformando de forma significativa
a paisagem.

Além das atribuições citadas, as cidades também se caracterizam pela


identidade. Derivada do latim idem, que significa ‘o mesmo’, a palavra identidade já
foi utilizada nas mais diversas áreas de conhecimento, em diferentes sentidos e
contextos. No entanto, é no campo das Ciências Sociais que o vocábulo se torna um
complexo conceito que, em linhas gerais, pretende se referir ao

[...] processo pelo qual um ator social se reconhece e constrói


significado principalmente com base em determinado atributo cultural
ou conjunto de atributos, a ponto de excluir uma referência mais ampla
a outras estruturas socais. (CASTELLS, 1999, p 39)

Diante das distinções entre as cidades quanto à origem, história, importância


econômica e política, é possível classificar os núcleos urbanos de acordo com a sua
função e grau de influência, segundo a origem da cidade elas podem ser classificadas
como cidades naturais e cidades planejadas.

Cidades naturais ou espontâneas são aquelas que emergiram e se


desenvolveram sem nenhum tipo de planejamento prévio, enquanto as cidades
planejadas correspondem àquelas constituídas a partir de um projeto ou plano diretor
discutido e analisado antes da sua execução, nesse caso há preocupação com a
configuração da cidade.

No entanto, mesmo com o processo natural das cidades espontâneas, é


indiscutível como o processo de planejamento das cidades é de extrema importância,
quando se fala de estrutura, crescimento populacional e organização da região. No
Brasil temos exemplos de cidades que foram planejadas, são elas: Teresina, fundada
em 1851; Aracaju, 1858; Belo Horizonte, 1898; Goiânia, 1937; Brasília, 1960; e
Palmas, 1990.

4.1 Cidade de São Paulo – NÃO PLANEJADA.

A população total dessas áreas somada à da capital – o chamado Complexo


Metropolitano Expandido – ultrapassa 29 milhões de habitantes, aproximadamente
75% da população do estado inteiro. As regiões metropolitanas de Campinas e de
São Paulo já formam a primeira macrometrópole do hemisfério sul, unindo 65
municípios que juntos abrigam 12% da população brasileira.

Naturalmente ruas estreitas dificultando a mobilidade e fluxo de pessoas e


pedestres.

[...] Foi à partir do final dos anos 70 que inauguramos, aquelas que eu
chamaria, de avenidas inacabadas. Nestas, a questão do entorno foi
totalmente desprezado. É o caso da Bandeirantes, das Marginais, e
das mais recentes como a Roberto Marinho, Roque Petroni Junior,
Jacú Pêssego, etc. Comparem estas avenidas com a Nove de Julho,
23 de maio, parte da Rubem Berta, Sumaré. Foram esquecidas as
obras auxiliares, paisagismo, tratamento de muros de arrimo, painéis
decorativos, enfim, a urbanização do entorno. (GILBERTO, 2014, p
10)

E foi por negligências anteriores e falta de planejamento que surgiram pistas


asfaltadas que ligam objetivamente um lugar ao outro, sem menor preocupação com
o entorno, obras realizadas com maus projetos e entregues em prazos eleitorais, e
superlotação da população trazendo consigo mais devastação ao meio ambiente.

4.2 Cidade de Boa Vista – PLANEJADA.

A cidade, no estado de Roraima, destaca-se entre as capitais da Amazônia pelo


traçado urbano organizado de forma radical, planejado no período entre 1944 e 1946
pelo engenheiro civil Dary Aleixo, lembrando um leque, em alusão às ruas de Paris,
na França.

O planejamento de Boa Vista mobilizou uma vasta equipe dos mais


conceituados especialistas em urbanismo, esgotos sanitários, esgotos pluviais,
abastecimento d’agua e energia elétrica com sua rede distribuidora.
É interessante notar que em um projeto feito na década de 1940, quando os
automóveis ainda não eram um problema urbano, e em Boa Vista poucos existiam, o
projeto da cidade já contava com ruas extremamente largas, sendo a Avenida principal
com cem metros de largura.

5. CONSIDERAÇÕES FINAIS.

A urbanização pode ser considerada como um fenômeno que é acompanhado


por mais pontos negativos que os positivos. Devido à rápida urbanização, tanto os
países desenvolvidos quanto os em desenvolvimento enfrentam mais ou menos os
mesmos problemas e turbulências no processo de desenvolvimento urbano.

O papel positivo da urbanização foi ofuscado pela evidente deterioração do


ambiente físico e da qualidade de vida nas áreas urbanas, causada por uma lacuna
cada vez maior entre demanda e oferta de serviços essenciais e infra-estrutura, A.K.
Sen observou: “A industrialização levou a um aumento acentuado da população
urbana e, por sua vez, criou déficits em habitação, serviços públicos e instalações
comunitárias.” A velocidade com que a população urbana está crescendo,
transbordando as fronteiras e formando vastos espaços, aglomerações de edifícios
criaram dificuldades e as tarefas do governo da cidade tornaram-se formidáveis.

A partir da análise acima, fica claro que os processos de urbanização


continuam inabaláveis e não podem ser interrompidos nem revertidos. A inferência
básica está sendo sentida pelo novo modo de vida, nova forma, habitação e uma nova
estrutura social com necessidades cívicas e sociais divergentes até então nunca
experimentadas durante toda a história da humanidade.

A mudança abrupta da economia agrícola e rural para a economia industrial e


urbana trouxe uma infinidade de novos problemas de natureza cívica, social e
econômica. Assim, a urbanização, por um lado, tornou os moradores urbanos
plenamente vivos e conscientes das comodidades e benefícios modernos da vida
cívica e, por outro; deu origem a problemas de natureza multidimensional e tornou a
vida urbana miserável.
REFERÊNCIAS.

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BROWDER, John O. GODFREY, Brian. Cidades da Floresta: urbanização,


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Editora da Universidade Federal do Amazonas, 2006.

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DAVIDOVICH, Fany. A questão Urbana. IBGE, Atlas Nacional Do Brasil, 2000.

CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede: a era da informação – economia,


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CARVALHO, Gilberto. De vinho e Vida não inclui. Rio de Janeiro, Ibravin, 2011.