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Análises Rico

Carteira Recomendada

Rico Premium
Julho

CARTEIRA RICO
PREMIUM

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Carteira do mês Julho 2019

RESUMO: Admirável Juro Novo


Não faltaram motivos para ser pessimista no 1º semestre de 2019: Guerra Comercial, twitter do
Bolsonaro, “tchuchuca e tigrão”, twitter do Trump, Queiroz, entra-e-sai de ministro, recessão
global (o tal cruzamento da curva de juros), twitter dos filhos do Bolsonaro, Intercept, revisões
negativas do PIB, ‘curva de aprendizado’ do governo...

Mesmo com todas essas palavras no pano de fundo, o Ibovespa subiu 14,88% nos primeiros seis
meses do ano e ao final do semestre retomamos o patamar de 100 mil pontos. A alta tem dois
pilares fundamentais. Um deles é exclusivo do Brasil, que pode ser resumido em Reforma da
Previdência: se até meados de maio as manchetes davam o tom que a reforma poderia
naufragar, hoje os questionamentos estão muito em ‘quando’ e ‘de quanto’ será esta reforma.
Mas não podemos esquecer: O Brasil não é para amadores...

Resumindo uma longa história: a previdência sozinha não é a solução de todos os problemas do
Brasil, mas resolve o principal, que é a falta de perspectiva: sem ela, o país ficará impagável no
longo prazo. E embora as consequências sejam apenas no futuro, nenhum empresário vai querer
investir num país com data de validade.

Mas a razão para a alta do Ibovespa não é apenas “made in Brazil”: o segundo pilar desta
valorização pode ser resumido em ciclo de queda de juros no mundo. Se neste mesmo mês de
2018 a discussão era se o Federal Reserve iria subir 4 ou 7 vezes a taxa de juros americana, hoje
a dúvida é se os juros cairão agora em julho ou mais adiante. E pela influência do BC dos EUA no
resto do mundo, essa mudança provocou um “cavalo de pau” no mundo todo. A tabela abaixo
explica mais do que mil palavras: no eixo horizontal, vemos o vencimento do título público, e no
eixo vertical cada país emissor. Os quadrados pintados em vermelho indicam onde a taxa de
juros está negativa. Isso mesmo, taxa negativa: o investidor aplica sabendo que vai perder.

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Carteira do mês Julho 2019

Explicando em poucas palavras o que significa taxa de juros negativa: o dinheiro está
perdendo cada vez mais seu valor.

Agora, para explicar em muitas palavras o que significa isso, prefiro pegar este trecho de
uma fala no final de junho de André Jakurski, sem dúvida o maior “gestor/trader” da
história do Brasil e fundador da JGP. A transcrição não está ipsis litteris, editei para não
ficar tão longa (para ver a transcrição completa, o Brazil Journal fez uma matéria sobre
isso – link aqui).

“O capitalismo está em recessão ou na trajetória da morte mais lá pra frente.


Democracia é algo muito recente no mundo todo, a democracia universal é mais recente
ainda, coisa de 100 anos. Na Grécia Antiga, quando se falava de democracia, quem
mandava eram os mais velhos e os donos de terra, não era a democracia pura de hoje. O
que aconteceu com esta democracia? Vieram os políticos. E com os políticos, surgiram as
promessas, para que eles sejam eleitos. Para financiar as promessas, foram criados
impostos. Quando os impostos não pagavam mais, foram criadas dívidas. Hoje, a
expansão de dívidas e impostos para financiar estas promessas (como aposentadoria nos
EUA) é tão grande que se você trouxer esses compromissos assumidos para valor
presente chegamos a 5x o PIB. Por isso chegou-se a essa situação: criaram-se os BCs,
para financiar essas promessas. Desde que foram criados eles só geraram desvalorização
da moeda. Os juros negativos são o quê? São uma forma de se expropiar os que têm
recursos. Ele nada mais é que uma forma de expropriação lenta, gradual e quase indolor.
O que eu vejo? Ao longo do tempo, as dívidas ficarão impagáveis, então teremos uma
transferência dos que têm para os que não têm. (...). Hoje não são os ativos que estão
subindo, é o dinheiro que está caindo. Juro negativo ajudará a bolsa, mas árvores não
sobem até o céu, uma hora isso vai corrigir. Bolsa americana não está barata”.

Por que estamos dizendo tudo isso? Para quem segue nosso relatório diário Rico
Matinal, sabe que nossa visão para bolsa é bastante positiva para longo prazo (ver
abaixo) e que a queda dos juros têm um efeito extremamente positivo no curto prazo
para as ações. Contudo, esse é um ponto importantíssimo para ser monitorado, pois por
mais que estejamos em outra fase do ciclo em relação ao resto do mundo (lá fora, a fase
é de ‘fim de ciclo’, enquanto por aqui estamos saindo da recessão), dificilmente
passaremos imunes a um crash nas bolsas internacionais.

Sentimento Rico: seguimos Bullish (otimistas) para investimento em ações no longo


prazo. Sustentamos nossa tese em três principais pilares: i) aprovação da Reforma da
Previdência (e a melhora de perspectiva que isso trará ao Brasil); ii) juros baixos no
mundo todo (e o efeito aritmético favorável que isso causa no preço das ações +
migração do capital que está em renda fixa para a renda variável); iii) empresas que
sobreviveram à crise dos últimos anos tornaram-se mais eficientes e poderão trazer
forte expansão de lucros em um cenário econômico mais favorável. Contudo, com
Ibovespa operando acima de 100 mil pontos, só enxergamos altas mais fortes no curto
prazo se tivermos novas notícias concretas sobre a Reforma da Previdência – seja no
prazo de aprovação, seja no tamanho da reforma.

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Carteira do mês Julho 2019

DATAS QUE TODO INVESTIDOR PRECISARÁ ACOMPANHAR EM JULHO

17 de julho: último dia antes do recesso dos parlamentares em Brasília. Rodrigo Maia
pretende colocar a votação na Câmara dos Deputados antes do início do recesso, que
será no dia 18 de julho.

23 de julho: início da temporada de resultados do 2º trimestre, com Cielo.

31 de julho: Reunião do Copom + Fed. Mercado trabalha com grande possibilidade (não
consensual, importante dizer) de corte de juros tanto aqui no Brasil quanto nos EUA.
Para nós, há uma possibilidade maior de corte nos EUA do que aqui, pois acreditamos
que a queda da Selic está diretamente condicionada ao avanço da reforma da
Previdência – ou seja, se o congresso entrar em recesso sem ter votado a reforma, a
Selic não deve cair agora. Não temos a pretensão de querer adivinhar quando a Selic vai
cair, para nós o mais importante é que, quando ela começar a cair, o ciclo deve ser longo
e profundo, podendo levar os juros para até 5% ao ano.

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Carteira do mês Julho 2019

CARTEIRA RICO PREMIUM


A Carteira Rico Premium rendeu 1,36% em junho, 2,70 pontos percentuais abaixo do Ibovespa
(+4,06%).

No 1° semestre de 2019, a Carteira Rico Premium somou ganhos de 11,34%, vs +14,88% do


Ibovespa. Desde sua criação (janeiro/2016), a rentabilidade da carteira supera o Ibovespa em
39,3 pontos percentuais - sendo 168,9% Carteira Rico vs 129,6% IBOV.

Para julho, reduzimos a quantidade de ações em carteira (foram removidas Suzano, Gerdau,
Banco do Brasil e Braskem) e reduzimos a participação de CVC. Adicionamos Iguatemi (IGTA3) e
Azul (AZUL4). Nas páginas seguintes, a explicação das entradas e saídas da carteira.

Portfólio Junho Maio 2019 2018 2017 2016 Acumulado


Carteira 1,67 -1,27 11,34 31,42 26,14 45,67 168,87
Ibovespa 4,06 0,70 14,88 13,95 27,02 38,10 129,59
dif p.p. Ibovespa -2,39 p.p. -1,97 p.p. -3,54 p.p. 17,47 p.p. -0,88 p.p. 7,57 p.p. 39,28 p.p.

Carteira - junho Carteira - julho


Empresa Ticker Peso Empresa Ticker Peso
Ma ga zi ne Lui za MGLU3 11,0% Ma ga zi ne Lui za MGLU3 11,7%
Bra s kem BRKM5 7,9% Igua temi IGTA3 11,0%
IRB IRBR3 9,6% IRB IRBR3 10,9%
Rumo RAIL3 9,4% Rumo RAIL3 10,7%
Va l e VALE3 7,3% Va l e VALE3 10,5%
Sa bes p SBSP3 9,1% Sa bes p SBSP3 10,4%
B3 B3SA3 5,5% B3 B3SA3 9,7%
Ba nco do Bra s i l BBAS3 8,7% Azul AZUL4 9,6% Legenda
Ba nri s ul BRSR6 4,4% Ba nri s ul BRSR6 7,9% Entrada na carteira
CVC Bra s i l CVCB3 13,4% CVC Bra s i l CVCB3 7,3% Mudança de participação
Em Ca i xa ($) - 0,2% Em Ca i xa ($) - 0,3% Retirada Total
Suza no SUZB3 6,0% - - Mudança de participação
Gerda u GGBR4 7,5% - - -
- - - - - -
As ações têm ajuste natural na participação dentro da carteira por conta da oscilação dos preços destas ações ao longo do per íodo

275,00%
Rentabilidade da Carteira (%)

225,00%

175,00%

125,00%

75,00%

25,00%

-25,00%
Carteira Ibov

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Carteira do mês Julho 2019

Entradas

AZUL4: O setor aéreo é bem correlacionado com o ambiente econômico. Olhando para
frente vemos um país com mais chances de dar certo do que errado, diante de uma taxa de
juros em nível historicamente baixo, inflação controlada e estabilidade do câmbio. A
aprovação da reforma da previdência, aliada a esses três fatores podem colocar o Brasil em
uma rota de crescimento, tendo o setor aéreo um papel de destaque. Dentro do setor,
observamos um ambiente racional de oferta e demanda, uma vez que a saída da Avianca
potencialmente resultará em um crescimento mais forte que o previsto nas receitas do
2T19 e nos próximos trimestres. Vemos potencial de valorização para as ações, baseado i)
no potencial de margens, ii) crescimento de participação no setor, iii) melhora no cenário
macroeconômico e maior estabilidade do câmbio.

IGTA3: Diante da potencial melhora no ambiente econômico, esperamos indicadores


operacionais e financeiros gradualmente mais saudáveis nos próximos trimestres com i)
descontos para lojistas progressivamente menores, ii) maior crescimento no aluguel
percentual, iii) taxas de ocupação maiores, iv) continuidade do corte de juros e potencial
retomada da atividade econômica, v) crescimento do portfólio.

Saídas

GGBR4: Empresa segue com bons fundamentos e dentro do setor siderúrgico é nossa
preferida em termos de qualidade. Contudo, pela ausência de gatilhos de curto prazo, por
conta das revisões negativas do PIB e da ainda devagar recuperação do setor de
construção, preferimos retirar as ações da empresa para manter a concentração em 10
ações.

BRKM5: Retiramos pela mudança nos fundamentos. Enxergávamos a possibilidade de venda


para a LyondellBasell, o que foi descartado pela empresa após: i) bloqueio de R$ 6,7 bilhões
na justiça após problemas de rachaduras em Maceió, ii) mudança no ciclo de commodities e
consequente baixa dos spreads, iii) atrasos de arquivamento 20-F e deslistagem da NYSE.

SUZB3: O preço da celulose completou nesse começo de julho 16 semanas consecutivas de


queda. Apesar da visão de que o preço da Suzano em bolsa já precifica boa parte desse
movimento, não temos garantia de que os preços possam continuar piorando no curto
prazo. Dito isso, preferimos concentrar em Vale nossa exposição em ativos ‘globais’ (isto é,
que não dependem diretamente da recuperação da economia brasileira).

BBAS3: Após a forte alta das ações nos últimos meses, o desconto de múltiplos perante os
bancos privados diminuiu consideravelmente. Preferimos aumentar exposição ao Banrisul
(BRSR6).

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Justificativa das recomendações


CVCB3: A CVC conseguiu crescer muito forte mesmo com a economia em retração, o que a
colocou numa posição de muito destaque perante seus concorrentes, tanto em
participação de mercado quanto em avanços tecnológicos. Mesmo tendo feito muitas
aquisições, ela segue com um endividamento equilibrado (1,5x dívida líquida/Ebitda) e
mantém um ROE altíssimo de 30%. O resultado divulgado no 1° trimestre/2019 mostrou
elevação das despesas com marketing, assim como dos custos destinados para o seu
crescimento, diluindo novamente o ROIC (Retorno sobre o Capital Investido). Confiamos
na capacidade de gestão da empresa e acreditamos que a recuperação econômica deve
ser absorvida pela liderança da empresa no setor.

MGLU3: O setor de e-commerce foi um dos poucos que cresceu vigorosamente nos
últimos trimestres e a Magalu conseguiu crescer muito mais do que o resto do setor. Isso
foi fruto de um investimento de longo prazo com foco em tecnologia e melhoria de
experiência do usuário. Por isso que, mesmo depois da valorização de mais de 500% desde
a primeira vez que ela entrou na Carteira, ainda nos sentimos confortáveis em trazê-la de
volta à carteira (ou aumentar a participação) quando identificamos uma oportunidade.
Divulgou um bom resultado trimestral com forte crescimento no e-commerce e varejo
físico.

VALE3: Vemos os riscos potenciais após a tragédia diminuindo consideravelmente, o que


deve gradualmente permitir que a ação volte a negociar com base em fundamentos.
Ressaltamos que a ação segue descontada em relação aos seus pares internacionais, e
esperamos convergência gradual das ações ao alto patamar de preços do minério de ferro,
que subiu fortemente desde a tragédia ocorrida em Brumadinho.

B3SA3: Empresa é praticamente um monopólio em seu setor (intermediação de operações


financeiras) e depois que BM&FBovespa e Cetip se juntaram a nova empresa absorveu o
gigantismo da BM&FBovespa com a eficiência da Cetip. Além disso, as perspectivas
favoráveis para a economia devem ajudar na continuidade de novos recordes de alta do
Ibovespa, o que vai atrair novos investidores para a bolsa e também novas empresas, que
buscarão nos IPOs uma forma mais interessante para se capitalizarem. Preferimos reduzir
posição tendo em vista a forte valorização das ações nos últimos meses.

BRSR6: Esperamos uma recuperação da economia e o setor financeiro será determinante


para financiar este crescimento, não só para o consumo da pessoa física mas também para
investimentos das empresas. Nossa recomendação se dá com base no alto potencial de
crescimento de lucro, uma vez que o banco normalizou a qualidade de seus ativos e possui
espaço para expandir a carteira de crédito e aproveitar as oportunidades de fidelização de
clientes. Por fim, uma recuperação da situação fiscal do RS deve aumentar a confiança dos
investidores no foco em rentabilidade. Assim como Banco do Brasil, o banco tem o 'mato
mais alto' que seus pares privados: há muita coisa a ser melhorada e a nova gestão está
comprometida a isso.

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Justificativa das recomendações


SBSP3: Empresa foi beneficiada pelo discurso de Henrique Meirelles, novo
secretário da Fazenda de SP, no início do ano de que pretende capitalizar ou até
mesmo privatizar a Sabesp. Perfil defensivo que o setor de utilities joga a favor.

IRBR3: A IRB (i) é líder de 9 em 11 linhas de resseguros, (ii) detém participação no


setor 6 vezes superior à segunda colocação, (iii) uso do conhecimento do mercado
como diferencial competitivo, dentre outras vantagens que possui perante seus
competidores. Nossa recomendação visa proteger o portfólio com empresas de
qualidade em um momento que possuímos uma participação mais elevada em
empresas que se beneficiariam de um melhor momento político e econômico. No
caso de IRB, empresa deve ir bem caso venha alguma surpresa no campo político.

RAIL3: Empresa que se beneficia tanto da retomada da economia - sobretudo do


setor de agronegócio - quanto de mais investimentos em infraestrutura. Em abril,
papel caiu forte demais, refletindo incertezas com embarcações de soja (após o
agravamento da peste suína africana, que está atingindo a China) e também o plano
de investimentos mais agressivo para os próximos anos.

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Carteira do mês Julho 2019

Sobre
A Carteira Rico Premium

A Carteira Rico Premium é uma carteira dinâmica


composta por ações que, em conjunto (e sempre
em conjunto), poderão entregar retorno absoluto
(ganho acima da inflação) e superior ao Ibovespa
no longo prazo. Utilizamos a análise
fundamentalista para a seleção de ativos e sua
atualização acontecerá todo começo de mês.

A Carteira Rico Premium foi criada em


janeiro/2016 e até o final de janeiro/2019
acumulava rentabilidade de 166,79%, contra alta
de 121,51% do Ibovespa.

O relatório é voltado para investidores que


querem ter exposição em ações e que tenham
horizonte de investimento de médio e longo prazo

Analistas responsáveis:
Thiago Salomão, CNPI-P EM 1399
Matheus Soares, CNPI EM 1969

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Informações
importantes

DISCLAIMER
INFORMAÇÕES IMPORTANTES

Este relatório de análise foi elaborado pela Rico CTVM S.A. (“Rico”) de acordo com todas as exigências previstas na Instrução CVM nº
598, de 3 de maio de 2018, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de
investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações
contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A Rico não se
responsabiliza por qualquer decisão tomada pelo cliente com base no presente relatório.
Este relatório foi elaborado considerando a classificação de risco dos produtos de modo a gerar resultados de alocação para cada
perfil de investidor. O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises
e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à Rico e que estão sujeitas a modificações
sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado, e que sua(s) remuneração(es) é(são) indiretamente
influenciada por receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela Rico. O analista responsável pelo
conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Instrução CVM nº 598/18 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação
de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório. Os analistas da
Rico estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC para o Analista de Valores
Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários do Grupo XP. O atendimento de nossos clientes é realizado
por empregados da Rico. Os produtos apresentados neste relatório podem não ser adequados para todos os tipos de cliente. Antes de
qualquer decisão, os clientes deverão realizar o processo de suitability e confirmar se os produtos apresentados são indicados para o
seu perfil de investidor. Este material não sugere qualquer alteração de carteira, mas somente orientação sobre produtos adequados
a determinado perfil de investidor. A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode
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futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e
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deste relatório ou seu conteúdo. A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A
Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros.
Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta
forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário
macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam
identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas. O
investimento em ações é indicado para investidores de perfil moderado e agressivo, de acordo com a política de suitability praticada
pela Rico. Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um
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investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma
declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o
cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo
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máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados
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patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário
macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento. Analistas: Thiago Salomão – CNPI-P: EM 1399; Matheus Soares –CNPI
EM1969. Responsável pela Análise da Rico CTVM S.A (Instrução CVM n°483): Roberto Indech – CNPI EM1426 / analises@rico.com.vc /
11-2505-1900

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