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TEXTO CRÍTICO SOBRE O TRABALHO DO PSICÓLOGO

HOSPITALAR JUNTO AO PACIENTE COM DOR

TERESINA-PI/NOVEMBRO/2014
O TRABALHO DO PSICÓLOGO HOSPITALAR JUNTO AO
PACIENTE COM DOR

Nos últimos tempos é notório como a área de atuação de psicólogos no contexto


hospitalar cresceu significativamente, surgindo várias demandas, para trabalhar
juntamente com pacientes, famílias e equipes multidisciplinares de saúde, a afim de
atender à necessidade do paciente e formar uma aliança mútua, para atuar de forma
preventiva por meio de terapias breves, e cuidados paliativos, destinados a alcançar
condições favoráveis de aceitação ao enfermo no período de crise, adoecimento, dor e
hospitalização que está vivenciando de forma degradante e dolorosa.

Muitos psicólogos, diante desse novo campo, em que, sua atuação passa do conforto
dos consultórios para encarar a realidade dos centros hospitalares os deixam
desnorteados, por estar, diante de situações inimagináveis, tão distante daquilo que
aprendeu no período acadêmico. Pois, nesse cenário o sofrimento, não é, apenas
psicológico, mais também um ambiente com pessoas vivenciando dores físicas e
subjetivas. E assim, surgem alguns problemas, perante a uma psicologia, que não estava
preparada para atender essa realidade de preparar o paciente para lidar com esse processo
tão doloroso, de transitoriedade de um corpo que agora se encontra frágil e adoecido. É
relevante, frisar que o profissional de psicologia para trabalhar nessa área deve dispor de
formação neste âmbito hospitalar, pois, exige que este saiba compreender a dor do outro
que se encontra em adoecimento e hospitalização, levando em consideração a dor interna
e externa e toda subjetividade do paciente diante de sua dor, na qual, o adoecimento,
também muitas vezes, está interligado por fatores relacionados à desigualdade social e
econômica. São essas pessoas que os profissionais de saúde mental vão encontrar nos
hospitais, daí a importância dos psicólogos estarem bem preparados para atender essa
demanda que exige atendimento e intervenção imediata em sua esfera “biopsicossocial”.
Os psicólogos atuante nessa área, passa a flexibilizar-se, indo a busca da demanda, do
paciente e acima de tudo atuar de forma paliativa, visando a promoção e a reabilitação e
qualidade de vida desse paciente em sofrimento,e todos os sentimentos estressores e de
angustia que a doença ocasiona no paciente e na sua família,atuando numa percepção
holística do ser humano.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

RODRIGUES, Kátia Regina Beal. A ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO HOSPITALAR


NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA. Disponível em
<http://www.faculdadeobjetivo.com.br/arquivos/ART3.pdf> Acesso em
06/11/2014.

MICELI, Ana Valéria Paranhos. Título: Dor crônica e subjetividade em oncologia.


Disponível em: < http://www.inca.gov.br/Rbc/n_48/v03/pdf/artigo5.pdf >Acesso dia
06/11/2014.

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