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23/11/2016 Nao morra com sede de vida ­ ClubeStum

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Nao morra com sede de vida


por Adriana Garibaldi (usersite.asp?i=10632) | Publicado em 8/20/2016

  O ato de existir  pode representar muitas coisas, mas somente algumas delas valem a pena,

enquanto outras preenchem nossos espaços sem nada nos acrescentar de realmente valioso.
A vida pode ser vivida na sua total plenitude, bela e fecunda, ou podemos passar por ela sem
nunca termos vivido de fato.
Refiro‐me à  necessidade de olharmos  para tudo aquilo que pode nos proporcionar uma
existência de significados, não de superficialidades ou   de alegrias vazias que muitas vezes
representam uma fuga.
Felicidades artificiais que bem lá no fundo sabemos o quanto são ilusórias e nos impedem de
bebermos da fonte luminosa da verdadeira felicidade contida na experiência humana.
Falo aqui da necessidade de irmos ao encontro  da    genuína alegria, vivendo  as pequenas coisas transformando‐as  em grandes
oportunidades de crescimento que nos fazem melhores e mais plenos a cada dia.

De que você precisa para sentir que sua vida vale a pena?
Poderia morrer agora satisfeito com tudo aquilo que a experiência humana tem lhe proporcionado?
Quais foram as sementes que plantou na sua gleba interior ou no território fértil dos corações das pessoas?
Quais foram seus frutos? Teve verdadeiros ganhos? Eles o enriqueceram por dentro ou somente deram‐lhe coisas e mais coisas que cedo
ou tarde será compelido a restituir para o pó do qual elas são feitas?
Quais são seus tesouros de alma que o acompanharão além‐túmulo? Qual sua essência, seu valor intrínseco?
Você tem vivido por viver, levando a vida ou deixando com que a vida o leve? Tem estado na Terra à toa ou fazendo a diferença?
Já  tem se apaixonado por uma mulher ou por um homem especial?
Já experimentou uma forte atração, um passeio selvagem pelas dimensões do amor ou continua com sede? Sede de vida? Sede de amor?
Sede de entusiasmo? Sede de si mesmo?

Tudo à nossa volta pode ser olhado de várias formas diferentes.


Podemos olhar a vida com olhos de quem nada entende, ou de quem tudo entende sem entender de fato. Olhos de quem nada sabe ou de
quem tudo sabe sem, em realidade, nada saber de coisa alguma.
Assim seguimos muitas vezes pelo mundo afora, sendo levados, acondicionados ou vitimizados pelo próprio orgulho, sem compreender
quem somos nem por que estamos aqui.

No entanto, nossa verdade mais pura pode ser acessada, no momento em que formos capazes de nos libertar de algumas algemas e
conceitos inúteis a respeito de nós.
Como Jesus, o Cristo, nos diz: "Somente aquele que se fizer como criança poderá entrar no reino dos Céus".
Se formos capazes de ver a vida com os olhos de uma criança, com a curiosidade e a abertura despretensiosa que as crianças têm, sem
por isso sermos infantis, a nossa vida pode começar a ser mudada para melhor e a fazer sentido.

Estejamos menos preocupados com as aparências. Menos aflitos com a opiniões dos outros a nosso respeito. Menos penalizados pelo
medo do futuro.
Vivamos no hoje, no agora, usufruindo daquilo que o momento de estarmos vivos nos oferece.
Não deixe para viver amanhã as oportunidades que podem ser vividas no dia que passa, elas podem não ser as mesmas no futuro.
Beba das águas da existência, agora.
Não morra com sede.

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