Você está na página 1de 59

CHECKLIST HDB:

PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Perguntar idade e profissão.
Perguntar se faz uso de álcool.
Perguntar presença de sangramento retal (com fezes
[hematoquezia] ou sem fezes [enterorragia],
coloração, duração, mudança em esforço ou padrão
evacuatório).
Perguntar sobre hábito intestinal (consistência,
frequência, coloração).
Perguntar sobre mudança na alimentação.
Perguntar sobre dores abdominais ou ano/retais.
Perguntar sobre medicamentos em uso (antibiótico
ou AINES).
Perguntar sobre sintomas associados (náusea,
vômito, febre, perda de peso ou apetite, dispepsia).
Perguntar sobre fraqueza e tontura.
Perguntar sobre histórico familiar de câncer de
intestino ou doença inflamatória intestinal.
Avaliar PA, FC e Pulso.
Indicar realização de toque retal e colonoscopia.
Agradecer e despedir.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST HDA:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Perguntar sobre a profissão do paciente (relacionar
com estresse).
Perguntar se fez uso de AINES.
Perguntar sobre etilismo e tabagismo.
Perguntar sobre alimentação (café, alimentos ácidos
e gordurosos, muito sal ou açúcar).
Perguntar sobre episódio histórico de vômitos
freqüentes (Mallory-Weiss).
Perguntar presença de hematêmese (sangue no
vômito).
Perguntar sobre sintomas relacionados (melena,
hematoquezia, disfagia, perda de peso, queda do
estado geral)
Perguntar sobre histórico de sangramentos prévios
ou presença de úlcera péptica.
Perguntar sobre presença de dor (localização, tipo,
intensidade, se melhora ou piora com a alimentação)
Avaliar PA, FC e Pulso
Indicar realização de exames confirmatórios (toque
retal e lavagem nasogástrica).
Indicar endoscopia.
Agradecer e despedir.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST ICTERÍCIA:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Avaliar locais que possuem icterícia (pele,
conjuntivas, mucosas e frênulo da língua).
Perguntar sobre fatores de risco (profissão,
promiscuidade, transfusão sanguínea, tatuagem).
Perguntar sobre uso de medicamentos (paracetamol)
Perguntar sobre histórico de alcoolismo ou de
doenças hepáticas/vias biliares (cirrose, hepatite,
hemólise, litíase).
Perguntar há quanto tempo possui icterícia e como
foi seu início (súbito ou gradual).
Perguntar sobre histórico familiar de icterícia.
Perguntar sobre alterações na cor da urina e dasfezes
(hipocolia fecal e colúria).
Perguntar sobre sintomas associados (prurido, dor
abdominal, febre, vômito, diarréia, anemia, queda do
nível de consciência).
Solicitou exames complementares (BR total e frações,
AST e ALT, FA e GTT, Hemograma, TP e TTPA).
Agradecer e despedir.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST EXAME ABDOMINAL:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Lavar as mãos.
Avaliar Inspeção Estática (tipo de abdome, percepção
da circulação colateral, presença de massas ou lesões
abdominais, hematomas ou equimoses, cicatrizes).
Avaliar Inspeção Dinâmica (manobra de valsava –
herniações).
Avaliar auscuta abdominal (motilidade intestinal
[5-34 RHA] e presença de sopros aórticos).
Avaliar percussão (identificar presença de ar livre,
líquido ou massas intrabdominais – dimensionamento
de órgão – avaliar ascite).
Avaliar palpação superficial (sensibilidade abdominal,
integridade da parede e tensão abdominal).
Avaliar palpação profunda (presença de massas
abdominais e viscero-megalia).
Realizar palpação do fígado (em garras sob rebordo
costal direito durante inspiração)
Realizar palpação do baço (manobra de Schultz).
Realizar exames para verificar presença dos
principais sinais abdominais (Murphy, Bloomberg,
Obturador e Couvosier-Terrier).
Agradecer e despedir.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST VÔMITO:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Perguntar quanto tempo está com episódio de
vômito, e se ele está temporalmente distante do
estímulo.
Perguntar sobre o hábito intestinal (fezes e
flatulência) e sobre histórico de obstrução.
Perguntar medicamentos em uso (opióide,
antibióticos).
Perguntar se há sinais neurológicos que estimulam o
vômito (cefaléia, vertigem, convulsões).
Avaliar a frequência, intensidade (jato?), aspecto do
vômito (cor, cheiro, sangue), volume e fatores
desencadeantes do vômito.
Perguntar sobre complicações do vômito
(desidratação, aspiração, lesões de esôfago, alcalose
metabólica).
Agradecer e despedir.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST ASCITE:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Avaliar a inspeção do abdome ascítico(globoso, pele
lisa e brilhante, estrias, circulação colateral, cicatriz
umbilical plana).
Realizar exames de percussão para avaliar grau de
ascite(macicez móvel (1L), semicírculo de skoda (1-3L)
e piparote (>3L).
Realizar avaliação de diagnóstico diferencial de ascite
(gravidez, bexigoma, obesidade).
Perguntar sobre o como foi o inicio (súbito ou
gradual).
Perguntar sobre sintomas associados (edema, varizes
esofágicas, hemorróidas, confusão mental).
Perguntar sobre sinais de insuficiência hepática que
causam ascite (alcoolismo, uso de medicamentos,
hepatite).
Agradecer e despedir.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST EXAME FÍSICO PULMONAR:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Avaliar inspeção estática (lesões e cicatrizes +
formato da unha + formato do tórax – normal, barril,
infundibiliforme ou coriniforme).
Avaliar inspeção dinâmica (FR + tipo de respiração
[abdominal ou torácica] + padrão de
respiração[atípico, cheyne-stoques, kusmaul, biot).
Avaliar a presença de esforços respiratórios
(batimento de asa nasal, retração de fúrcula, uso de
musculatura intercostal).
Avaliar palpação torácica (expansibilidade, frêmito
toracovocal [↑pneumonia e ↓derrame pleural e
pneumotórax], sensibilidade).
Avaliar percussão (som claro pulmonar, maciço
[derrame, pneumonia, atelectasia] ou timpânico
[pneumotórax]).
Avaliar auscuta (murmúrio
vesicularouestertoresfinos [final da inspiração, curta
duração, baixa frequência – ICC, pneumonia]
ouestertores grossos [alta frequência, alta duração:
toda expiração e fim da inspiração – bronquite,
bronquiectasia] ousons descontínuos [rouquidão,
sibilo, estridor, atrito pleural]).
Avaliar ressonância vocal (normal é som traqueal e
respiração brônquica – anormal: presença de
broncofonia, egofonia, pectorilóquia fônica e afônica)
Agradecer e despedir.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST TOSSE:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Perguntar sobre estimulo da tosse (inflamatório –
edema ou secreção pulmonar ou mecânico – corpo
estranho, diminuição ou aumento da pressão pleural
ou químico – gases irritantes ou térmico).
Perguntas sobre tabagismo e alergias.
Perguntar sobre os aspectos da tosse (frequência,
tonalidade, intensidade, expectoração ou seca,
relação com o decúbito e período do dia).
Perguntar sobre o tipo de tosse (coqueluchoide
[crise], reprimida, psicogênica)
Perguntar sobre presença de rouquidão (tosse
contínua).
Perguntar sobre sintomas associados
(asfixia,dispnéia, sangramento, tontura e síncope).
Agradecer e despedir.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST EXPECTORAÇÃO:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Perguntar sobre as características (volume, cor, odor,
transparência e consistência).
Perguntar sobre o tipo de escarro (mucoide [clara de
ovo], seroso ou purulento).
Perguntar sobre tabagismo.
Perguntar sobre presença de sangue (hemoptise).
Agradecer e despedir.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST DISPNEIA:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Questionar sobre falta de ar.
Relacionar dispnéia com grandes, médios e pequenos
esforços ou repouso.
Perguntar sobre a presença de taquipneia(aumento
da FR) e hiperpneia (aumento da amplitude da
respiração).
Perguntar sobre os fatores de piora (de deitado piora
= ortopneia).
Perguntar sobre trepopneia (dispnéia em decúbito
lateral).
Perguntar se existe episódio de acordar a noite com
falta de ar (dispnéia paroxística noturna).
Perguntar se existe alguma obstrução das vias
respiratórias.
Perguntar sobre doenças/problemas pulmonares
prévios (pleurite, derrame, DPOC, doenças cardíacas).
Perguntar sobre dor ao respirar.
Perguntar sobre tabagismo e alcoolismo.
Diferenciar dispnéia de astenia (fraqueza/fadiga/falta
de energia que é acompanhada de mal estar e só
melhora com repouso – pode causar desconforto
respiratório).
Agradecer e despedir.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST PLEURITE:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Perguntar sobre histórico de doenças pulmonares
prévias (tuberculose, pneumonia e CA de pleura ou
pulmão).
Perguntar sobre presença de dor (aguda, intensa, em
pontada e localizada).
Perguntar sobre presença de dispnéia (pequeno ou
grandes esforços).
Perguntar sobre presença de tosse (seca e alto
timbre).
Perguntar sobre presença de febre.
Avaliar expansibilidade e FTV (diminuídos no lado
acometido).
Avaliar percussão (normal ou submaciço).
Avaliar auscuta (MV + presença de ruído adventício
tipo atrito pleural no lado acometido).
Agradecer e despedir.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST DERRAME PLEURAL:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Perguntar sobre histórico de doenças pulmonares
prévias (pleurite, tuberculose, pneumonia e CA de
pleura ou pulmão).
Perguntar sobre presença de dor, tosse ou dispnéia.
Avaliar expansibilidade e FTV (diminuídos no lado
acometido).
Avaliar percussão (maciço).
Avaliar auscuta (abolição do MV + egofonia).
Agradecer e despedir.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST PNEUMOTÓRAX:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Perguntar sobre histórico de doenças pulmonares
prévias (pleurite, tuberculose, pneumonia e CA de
pleura ou pulmão).
Perguntar sobre presença de dor, tosse ou dispnéia.
Perguntar sobre lesão ou traumas torácicos.
Avaliar inspeção (normal ou abaulamento dos
espaços intercostais).
Avaliar expansibilidade e FTV (diminuídos no lado
acometido).
Avaliar percussão (hipersonoridade ou timpanismo).
Avaliar auscuta (diminuição do MV e da ressonância
vocal).
Agradecer e despedir.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST ASMA:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Perguntar sobre dispnéia(expiratória) e dor torácica.
Perguntar sobre presença de tosse (seca ou escarro
branco-róseo).
Perguntar relação da asma com sono, alimentação,
exercício, trabalho, frio.
Perguntar sobre sintomasassociados (sudorese,
sonolência, taquicardia, cianose).
Avaliar auscuta (MV diminuído + sibilo + expiração
prolongada)
Avaliar percussão (hipersonoridade ou timpanismo)
Avaliar FTV (normal ou diminuído).
Avaliar inspeção (presença de esforçosrespiratórios
[batimento de asa nasal, retração de fúrcula, uso de
musculatura intercostal]).
Agradecer e despedir.

DEFINIÇÃO contração dos músculos brônquicos


OBSTRUÇÃO.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST BRONQUIECTASIA:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Perguntar sobre presença de tosse (produtiva).
Perguntar sobre expectoração (mucopurulenta e
abundante pela manha).
Perguntar sobre hemoptise.
Perguntar sobre dispnéia.
Avaliar auscuta (MV diminuído + estertor grosso)
Avaliar percussão (normal ou submaciço)
Avaliar FTV (normal ou aumentado).
Avaliar expansibilidade (pode estar diminuída).
Agradecer e despedir.

DEFINIÇÃO destruição da parede dos brônquios – dilatação


irreversível – DILATAÇÃO.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST BRONQUITE:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Diferenciar bronquite aguda (tosse seca, febre baixa,
cafaleia e rouquidão) de bronquise crônica (tosse com
expectoração mucopurulenta, sibilo).
Perguntar fatores de melhora e piora (tabagismo e
poluição).
Perguntar sobre dispnéia e dor torácica.
Perguntar sobre febre.
Avaliar auscuta (MV diminuído + estertor grosso ou
ronco/sibilo)
Avaliar FTV (normal ou diminuido).
Avaliar expansibilidade (pode estar diminuída).
Agradecer e despedir.

DEFINIÇÃOINFECÇÃO brônquica.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST CONSOLIDAÇÃO PULMONAR:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Perguntar sobre dispnéia e tosse (seca ou produtiva).
Perguntar se existe expectoração (hemoptiase).
Perguntar sobre febre e dor torácica.
Avaliarinspeção (diminuição da expansibilidade).
AvaliarFTV (aumentado)
Avaliar percussão (macicez ou submacicez)
Avaliar auscuta(MV diminuído + estertores finos ou
broncofonia ou pectorilóquia).
Agradecer e despedir.

DEFINIÇÃO doença de parênquima pulmonar no qual onde


deveria ter ar, tem líquido – causado principalmente por
pneumonia, tuberculose ou infarto pulmonar.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST ATELECTASIA:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Perguntar sobre dispnéia (respiração rápida e
superficial) e tosse (seca).
Perguntar se existe expectoração (hemoptiase).
Perguntar sobre febre e dor torácica.
Perguntar o que o paciente fazia no inicio do sintoma
e há quanto tempos eles estão presentes.
Perguntar se os sintomas são constantes ou
ocasionais (fatores desencadeantes).
Fatores de melhora e piora.
Avaliarexpansibilidade (diminuida).
Avaliar a presença de esforços respiratórios
(batimento de asa nasal, retração de fúrcula, uso de
musculatura intercostal).
AvaliarFTV (diminuído ou abolido)
Avaliar percussão (macicez ou submacicez)
Avaliar auscuta(MV abolido + ressonância vocal
diminuída).
Agradecer e despedir.

DEFINIÇÃO oclusão dos brônquios com desaparecimento do


ar nos alvéolos.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST ENFISEMA PULMONAR:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Perguntar sobre dispnéia (progressiva) e tosse (seca).
Perguntar se existe expectoração (purulenta).
Perguntar sobre tabagismo.
Avaliar a presença de esforços respiratórios
(batimento de asa nasal, retração de fúrcula, uso de
musculatura intercostal).
Avaliar a presença de tórax em tonel.
Avaliarexpansibilidade (diminuida).
AvaliarFTV (diminuído).
Avaliar percussão (hipersonoridade)
Avaliar auscuta(MV diminuido + ressonância vocal
diminuída).
Agradecer e despedir.

DEFINIÇÃO modificação estrutural da parede dos alveolos –


aumento anormal dos espaços aereos distais (hiperaeração).

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST CONGESTÃO PULMONAR:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Relacionar dispnéia com grandes, médios e pequenos
esforços ou repouso.
Perguntar sobre tosse (seca ou com expectoração
espumosa-esbranquiçada).
Perguntar sobre dispnéia paroxística noturna.
Avaliar a presença de esforços respiratórios
(batimento de asa nasal, retração de fúrcula, uso de
musculatura intercostal).
Avaliarexpansibilidade (normal ou diminuida).
AvaliarFTV (normal ou aumentado).
Avaliar percussão (normal ou submacicez nas bases)
Avaliar auscuta(MV + estertores finos nas bases).
Agradecer e despedir.

DEFINIÇÃOacumulo de sangue na circulação pulmonar,


devido a uma IC esquerda que provoca extravasamento de
líquido para o interior do pulmão (edema pulmonar).

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST ESCAPLE:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Lavar as mãos.
Preparar bandeja (2esparadrapos, luvas, algodão
com álcool, garrote, escalpe verde ou azul).
Posicionar a bandeja no lado não dominante.
Explicar ao paciente o procedimento enquanto
realiza o garrote (3-4 dedos acima do cotovelo).
Colocar a luva.
Realizar assepsia no local de inserção do escalpe.
Esticar a pele do paciente no local de inserção.
Introduzir o escalpe dobrado no antebraço (NÃO na
fossa cubital) e verificar o retorno venoso.
Abrir a borboleta do escalpe.
RETIRAR O GARROTE.
Passar o primeiro esparadrapo (forma de V)
imobilizando a borboleta do escalpe – só entãopode-
se soltar o dispositivo.
Enrolar o tubo no sentido da memória 2x, deixando
um pedaço fora.
Cobrir tudo com o segundo pedaço de esparadrapo.
Lavar a mão e descartar corretamente.
Agradecer e despedir.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST GLICOSIMETRIA:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Lavar as mãos.
Preparar bandeja (luvas, algodão com álcool, lanceta,
glicosímetro + fita).
Posicionar a bandeja no lado dominante.
Explicar ao paciente o procedimento enquanto calça
a luva.
I serir a fita o gli osí etro e apertar M .
Realizar assepsia no local de inserção de coleta –
duas vezes no sentido de dentro pra fora.
Puncionar o dedo da mão não dominante do
paciente.
Pressionar, caso necessário, para a saída de sangue
suficiente.
Encostar a fita no foco de sangue e esperar o
resultado.
Limpar o foco de sangue do paciente com algodão.
Analisar o resultado da glicosimetria com o paciente.
Remover a luva com uma delas segurando a fita
contaminada pelo sangue.
Lavar a mão e descartar corretamente.
Agradecer e despedir.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST SUBCUTÂNEA:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Lavar as mãos.
Preparar bandeja (luvas, algodão com álcool, seringa
com agulha marrom).
Explicar ao paciente o procedimento enquanto calça
a luva.
Pedir para o paciente se levantar e erguer a manga
da blusa que estiver vestindo.
Retirar a proteção da agulha de forma adequada.
Com a mão dominante, realizar assepsia do local de
aplicação (tríceps relaxado).
Passar o algodão para a mão não dominante, e
enquanto segura-o, agarrar a pele do local de
aplicação.
Pegar a seringa com a mão dominante, realizar a
ponte de aplicação e inserir a agulha com angulação
de aproximadamente 45º.
Trocar as mãos, de forma que a não dominante
segura a seringa e a mão dominante aspira para ver
se existe retorno venoso.
Não havendo retorno venoso, aplica-se o conteúdo
da seringa.
Troca-se de novo as mãos, retirando a seringa com a
mão dominante e realizando assepsia com a mão não
dominante.
Lavar a mão e descartar corretamente.
Agradecer e despedir.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST INTRADÉRMICA:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Lavar as mãos.
Preparar bandeja (luvas, algodão com álcool, seringa
com agulha marrom).
Explicar ao paciente o procedimento enquanto calça
a luva.
Com a mão dominante, realizar assepsia do local de
aplicação (face anterior do antebraço – fora de
caminhos venosos), no sentido do retorno venoso.
Esticar a pele do local de aplicação com a mão não
dominante e puxar para baixo com a mão dominante
(forma T).
Introduzir 1/3 da agulha com o bizel para cima, com
ângulo de 15º.
Aplicar o conteúdo da seringa.
Remover a agulha sem passar nada em cima.
Lavar a mão e descartar corretamente.
Agradecer e despedir.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST INTRAMUSCULAR:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Lavar as mãos.
Preparar bandeja (luvas, algodão com álcool, seringa
com agulha preta).
Explicar ao paciente o procedimento enquanto calça
a luva.
Pedir para o paciente se levantar e erguer a manga
da blusa que estiver vestindo.
Retirar a proteção da agulha de forma adequada.
Com a mão dominante, realizar assepsia do local de
aplicação (músculo deltóide).
Passar o algodão para a mão não dominante, e
enquanto segura-o, bater na articulação acrômica,
puxando o músculo deltóide.
Pegar a seringa com a mão dominante, inserir com
angulação de 90º e bizel lateralizado.
Trocar as mãos, de forma que a não dominante
segura a seringa e a mão dominante aspira para ver
se existe retorno venoso.
Não havendo retorno venoso, aplica-se o conteúdo
da seringa.
Troca-se de novo as mãos, retirando a seringa com a
mão dominante e realizando assepsia com a mão não
dominante.
Lavar a mão e descartar corretamente.
Agradecer e despedir.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST ALBOCATH/ENDOVENOSA:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Lavar as mãos.
Preparar bandeja (luvas, algodão com álcool,
albocath de cor verde ou laranja, 3 esparadrapo).
Posicionar a bandeja no lado não dominante.
Explicar ao paciente o procedimento enquanto
realiza o garrote (3-4 dedos acima do cotovelo).
Colocar a luva.
Realizar assepsia no local de inserção.
Desencapar o albocath.
Inserir a 1/3 da agulha e observar o retorno venoso –
havendo, introduzir toda borracha que reveste a
agulha.
Remover o garrote.
Clampar a borracha já dentro da veia.
Retirar a agulha do albocath.
Conectar o soro, soltar a mão.
Pegar u esparadrapo fi o e fazer u X o se tido
do paciente.
Colocar o esparadrapo maior sobre o dispositivo,
sem cobrir a parte que mostra o retorno venoso.
Colocar outro esparadrapo fino na linha do soro,
espaçado do local de aplicação.
Lavar a mão e descartar corretamente.
Agradecer e despedir.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST PRESSÃO ARTERIAL:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Lavar as mãos.
Questionar o paciente se nos últimos 30 minutos (fez
atividade física, fumou ou tomou café).
Observar a postura do paciente (costas apoiadas,
braços apoiados na altura do coração, exposição do
braço do paciente onde realizará a medida, pés
apoiados no chão, pernas descruzadas).
Palpar a artéria braquial e colocar o manguito
alinhado com ela, na altura adequada (2/3 dedos
acima da fossa cubital).
Palpar o pulso radial e insuflar o manguito – quando
o pulso sumir, estimou-se a pressão sistólica.
Realização do método auscutatório colocar o
esteto na altura da artéria braquial, insuflar o
manguito (20-30mmHg acima do estimado sistólico).
Desinsuflar o manguito (2mmHG/seg), quando
reaparecer o primeiro TUM = PA sistólica.
Quando aparecer o ultimo TUM = PA diastólica.
Informar e avaliar a PA ao paciente.
Agradecer e despedir.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST ANAMNESE PEDIÁTRICA:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Identificação (nome, idade, sexo, cor, procedência e
natural de + informante, grau de parentesco e de
confiança).
QD + HMA (incluir repercussão no estado geral da
criança – atividade, alimentação, humor e sono) + IDA.
Antecedentes pessoas gestacionais(intercorrencias,
hábitos e vícios, planejamento, medicamentos usados,
DST, tipo de parto e realização de pré-natal.
Antecedentes pessoais da criança (índice de Apgar,
peso e comprimento ao nascer, idade gestacional,
tempo no berçário e realização do teste do pezinho).
Histórico de crescimento e desenvolvimento (peso e
estatura nos atendimentos anteriores, dentição,
DNPM, escolaridade).
Histórico alimentar (aleitamento materno exclusivo,
aleitamento complementar, quantas alimentações
realiza por dia, intolerância ou alergia à algum
alimento + descrever TODA a dieta atual [quantidade
e qualidade].
Histórico patológico (doenças apresentadas
anteriormente, com a época, tratamento e
complicações).
Antecedentes imunológicos (vacinas em dia)
Antecedentes familiar (pai, mãe e irmãos – idade,
profissão e estado de saúde).
Ambiente físico e psíquico (descrever a moradia,
renda familiar, frequência escolar, relacionamento
social da criança).
Agradecer e despedir.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST ANTROPOMETRIA PEDIÁTRICA:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Pedir a idade do paciente.
Pesar ou coletar as medidas de peso.
Medir a altura.
Calcular o IMCpeso(kg)/altura(m2).
Pedir a curva da OMS quanto a idade e sexo e avaliar
segundo resultado do IMC.
Realizar o canal familiar do pct (hPAI + hMÃE± 13/2).
Utilizar os dados para a realização do diagnóstico e
as possíveis chances de catchup ou cathdown.
Agradecer e despedir.

ESTATURA PARA A IDADE


VALORES CRÍTICOS DIAGNÓSTICO NUTRICIONAL
Percentil Escore Z -
Menor que 0,1 Menor que -3 Muito baixo
Entre 0,1 e 3 Entre -3 e -2 Baixo
Maior que 3 Maior que -2 adequado

IMC PARA A IDADE


VALORES CRÍTICOS DIAGNÓSTICO NUTRICIONAL
Percentil Escore Z 0-5 anos 5-19 anos
Menor que 0,1 Menor que -3 Magreza acentuada Magreza acentuada
Entre 0,1 e 3 Entre -3 e -2 Magreza Magreza
Entre 3 e 85 Entre -2 e +1 Entrofia* Eutrofia
Entre 85 e 97 Entre +1 e +2 Risco de sobrepeso Sobrepeso
Entre 97 e 99,9 Entre +2 e +3 Sobrepeso Obesidade
Acima de 99,9 Acima de +3 obesidade Obesidade grave
*entre 0 e +1 pela SBP = vigilância nutricional

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST INSUFICIÊNCIA CARDÍACA:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Questionar sobre doenças prévias que podem alterar
a fisiologia cardíaca (chagas, HAS, alcoolismo,
insuficiências e estenoses valvares, aterosclerose,
doenças reumáticas).
Questionar sobre histórico familiar de cardiopatias.
Perguntar ao paciente quanto a presença de DOR
precordial (intensidade, frequência, tipo).
Questionar paciente quanto a presença de astenia ou
fadiga muscular.
Questionar sobre os sintomas de IC Esquerda – congestão de
sangue na circulação pulmonar:
Taquicardia (compensatória)
Auscuta de B3 e sopro sistólico.
Dispnéia (orto e paroxística noturna) –
causada pela congestão pulmonar que
extravasa líquido para o parênquima.
Tosse (seca ou com expectoração branco-
espumada)
Estertor fino nas bases do pulmão
Padrão respiratório de Cheyne-Stokes
Questionar sobre os sintomas de IC Direita – congestão de
sangue na circulação cava:
Ingurgitamento jugular (acompanhado ou
não de cefaléia e tonturas).
Hepatomegalia e ascite.
Edemas de membros e cianose.
Derrame pleural.
Noctúria.
Classificar o paciente conforme progressão da
dispnéia (classes I, II, III e IV).
Agradecer e despedir.
Andre Cherubini – 823223
Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST EXAME FÍSICO CARDÍACO:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
INSPEÇÃO:
Presença de abaulamentos.
Descrever o Ictus Cordis(localização,
extensão, mobilidade, intensidade, ritmo e
frequência).
Turgência jugular.
Perfusão capilar.
Presença de cianose (central ou periférica).
AUSCUTA:
Avaliar em todos os focos (mitral, pulmonar,
aórtico e tricúspede) a presença de duas ou
mais bulhas (B1, B2, B3 e B4) e sua
sonoridade (hipo, normo ou hiperfonéticas).
Avaliar a presença de sopros (situação no
ciclo, localização e irradiação, intensidade,
timbre e modificação conforme fase da
respiração, posição do pcte e exercício físico).
Auscutar a carótida.
PALPAÇÃO:
Avaliar a presença de frêmito cardiovascular
(sensação tátil quando há presença de sopro).
Palpação do pulso (frequência, volume, ritmo,
simetria).
Agradecer e despedir.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST DOENÇAS CORONARIANAS:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Perguntar profissão, procedência e habitação.
Perguntar idade e histórico pessoal ou familiar de doenças
coronarianas, HAS, DM.
Perguntar sobre tabagismo e alcoolismo.
Perguntar se faz uso de medicamentos ou tratamento prévio.
Perguntar quanto a sintomas de ANGINA ESTÁVEL:
Dor de curta duração (30s-15min).
Dor de caráter queimação ou pressão.
Ocasião de inicio da dor (após situações de estresse – esforço
físico, emocional ou refeições volumosas)
Melhora com repouso ou nitrato sublingual.
Ocorre há pelo menos 2 meses.
Perguntar quanto sintomas de ANGINA INSTÁVEL:
Infarto que pode ter infra de ST no ECG.
Dor recente e intensa, não melhorando apenas com o nitrato.
Pode ocorrer no repouso.
Perguntar sobre sintomas de INFARTO MIOCÁRDIO:
Dor de duração prolongada (horas).
Dor melhora apenas com opiáceos.
Dor do tipo retroesternal – pressão, aperto, ardência, peso.
Irradiação da dor para pescoço, mandíbula, braço e ombro
esquerdo, até o umbigo.
Sintomas associados (sudorese, mal estar, dispnéia, taquicardia e
sensação de morte evidente).
Supra de ST no ECG.
Agradecer e despedir.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST RCP:
PERGUNTAS ✓ x
Abordar o paciente para ver sua responsividade.
Caso não responsivo, ligar para o sistema de
emergência (192) e pedir uma ambulância com
desfibrilador.
Iniciar a massagem cardíaca na metade inferior do
esterno, na região intermamilar.
Colocar a palma da mão do braço mais forte em
baixo + outra mão colocar paralelamente sobre a
primeira, com os cotovelos distendidos (ângulo 90º
com o paciente).
Comprimir 5cm e retornar à posição inicial sem
perder o contato (mão-pele-pcte).
Realizar as compressões numa velocidade de
100/min.
Posicionar o AMBU elevando a mandíbula e uma
hiperextensão da coluna cervical.
Realizar a RCP em ciclos (30 compressões +
2 ventilações).
A ventilação deve ser lenta e acompanhada de
inspeção do tórax (para verificar entrada do ar)
A cada 5 ciclos verificar a presença de pulso
carotídeo.
Quando tiver disponível o DHEA – posicionar ele
corretamente, realizar os 5 ciclos seguido de choque
e após isso verificar pulso carotídeo.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST EXAME FÍSICO GERAL:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Inspeção geral (BEG/MEG/REG, nível de consciência
[lúcido, torporoso, letárgico ou comatoso]).
Postura e sinais de desconforto
Fascies (acromegalia, cushingóide,
leonina,mongolóide).
Avaliação do pulso (frequência, ritmo e amplitude)
Avaliação da FR (sem o paciente perceber – eupneico
[16-20ipm], bradipneico e taquipneico)
Avaliação da temperatura (aferição na axila, boca,
reto e timpânica).
Estado de hidratação (tempo de enchimento capilar,
alteração de peso e consciencia, brilho de mucosas,
pulso cheio, depressão de fontanela, turgor
diminuído).
Avaliação dos linfonodos (dimensão, localização,
consistência, profundidade, número de palpáveis, dor,
fixo ou móvel).
Avaliar estado de nutrição (peso, musculatura,
panículo adiposo, estado geral, pele e pelos).
Agradecer e despedir.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST DOR:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Questionar sobre aLOCALIZAÇÃO (parietal ou
profunda, bem localizada ou difusa).
IRRADIAÇÃO (se a dor começa em algum lugar e
percorre um caminho, até doer outro lugar).
QUALIDADE– como a dor se parece (evocada ou
constante? Latejante? Tipo cólica, queimação ou
pontada?
INTENSIDADE (avaliação do grau da dor em escala
numérica 1-10).
DURAÇÃO (contínua, cíclica ou intermitente).
EVOLUÇÃO (inicio foi subido ou insidioso? Como ela
evoluiu? Teve alteração no caráter da dor?)
RELAÇÃO COM AS FUNÇÕES ORGÂNICAS
(movimentação, respiração, espirros, alimentação).
FATORES DESENCADEANTES
FATORES AGRAVANTES E ATENUANTES.
SINTOMAS CONCOMITANTES (o que acontece a mais
quando sente a dor).
Agradecer e despedir.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST FEBRE:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Questionar se o INICIO da febre foi súbito
(acompanhado de mal estar, tremor, calafrio,
vasoconstrição periférica) ou gradual (sem mal estar).
Questionar sobre INTENSIDADE da febre:
febrícula (até 37º), moderada (37,5-38,5º) ouelevada
(maior que 38,5º).
Questionar sobre DURAÇÃO da febre (prolongada
quando dura mais de 1 semana).
Questionar sobre MODO DE EVOLUÇÃO:
Contínuasempre acima do normal com
variações de até 1oC e sem grandes oscilações.
Irregularpicos muito altos intercalados com
temperaturas baixas sem caráter cíclico.
Remitente sempre acima do normal com
variações maiores que 1ºC.
Recorrentetemperatura normal por dias ou
semanas, interrompido por períodos de febre.
Intermitente períodos de febre, interrompido
por temperaturas normais com caráter cíclico.
Questionar sobre TÉRMINO da febre: crise
(desaparece subitamente) ou lise (desaparece
gradualmente).
Avaliar os possíveis locais de aferição de temperatura
(oral, retal e axilar)
Questionar a presença de fatores que podem alterar
a aferição da temperatura (umidade, pelos, refeições
pesadas, exercício físico, ovulação e gestação).
Agradecer e despedir.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST EDEMA:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Perguntar como foi o inicio (súbito ou gradual).
Perguntar se há dor, eritrema e calor.
Perguntar o local de inicio e se é localizado ou
anasarca.
Perguntar sobre duração e progressão.
Perguntar se é contínuo ou recorrente.
Perguntar se existe alteração na pele do local afetado
(prurido, ulceração).
Perguntar sobre doenças prévias (IC, cirrose,
síndrome nefrótica, trombose, HAS).
Perguntar sobre uso de medicamentos que retém
líquidos, tabagismo e etilismo.
Avaliar o edema quanto: localização, intensidade,
consistência, elasticidade, sensibilidade, temperatura,
cor e textura.
Agradecer e despedir.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST CIANOSE:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Perguntar como foi o inicio (súbito ou gradual).
Perguntar há quanto tempo apresenta cianose.
Perguntar se piora com o exercício.
Perguntar se possui sintomas associados à hipóxia
(irritabilidade, sonolência, convulsão, taquipneia).
Perguntar sobre doenças prévias de origem cardíaca
e pulmonar que atrapalhariam a oxigenação do
sangue.
Localizar os locais de cianose, diferenciando entre
periférica (ocorre em somente um membro ou
somente nas extremidades) e central (ocorre em todo
o corpo).
Classificar a intensidade (leve, moderada ou grave).
Perguntar sobre a presença de hipocratismo digital
(hipóxia crônica).
Perguntar se melhora com o aquecimento ou
elevação do membro (periférica melhora).
Perguntar se melhora com a infusão de O2 (central
melhora).
Agradecer e despedir.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST ANAMNESE GINECOLÓGICA:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
ID, QP, HMA e IDA.
Antecedentes pessoais fisiológicos (menarca,
pubarca, telarca, DUM, inicio das atividades sexuais,
uso de anticoncepcionais, idade da menopausa).
Antecedentes reprodutivos (número de gestações,
partos e abortos, tipos de parto, época do ultimo
parto e aborto [motivo], evolução do puerpério e
amamentação).
Antecedentes ginecológicos (TPM [sinais e sintomas],
hemorragias vaginais [perda de sangue fora da
menstruação], dores abdominais ou pélvicas, prurido,
sintomas do climatério).
Avaliação de corrimento (duração, quantidade, odor,
cor, ardor, prurido, relação com a menstruação e
sexo).
Avaliação da menstruação (quantidade de sangue
[hipo, hiper ou amenorreica], dor durante a
menstruação).
Antecedentes sexuais (número de parceiros,
frequência de relações, sangramento, dor,
libido/orgasmo).
Avaliação da mama(presença de nódulos, fluxo
papilar, dor.
Agradecer e despedir.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST VAGINOSES:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Perguntar sobre as características do corrimento:
1. Duração;
2. Quantidade;
3. Odor e Dor;
4. Prurido e Ardor;
5. Relação com a menstruação e relação sexual.
Perguntar se o parceiro tem os mesmos sintomas que a paciente.
Perguntar sobre histórico de DST prévia.
Perguntar sobre multiplicidade de parceiros.
VAGINOSE BACTERIANA:
Corrimento característico  branco acinzentado, leitoso, fino e de odor
fétido.
PH básico (maior que 4,5).
Critérios de AMSEL  teste das aminas positivo, presença de clue cells,
corrimento característico e pH maior que 4,5.
Tratamento com METRONIDAZOL.
CANDIDÍASE:
Prurido intenso, disúria e dor no ato sexual.
Corrimento característico  branco, grumoso, aderido à parede e
inodoro.
pH ácido (menor que 4,5).
Presença de pseudo-hifas no corrimento.
Tratamento com MICONAZOL.
TRICOMONÍASE:
Corrimento característico  amarelo-esverdeado, fétido, bolhoso e
fino.
Colo uterino com aparência tigróide (framboesa).
É uma DST – necessário tratar o parceiro.
Presença do protozoário no corrimento.
Tratamento com METRONIDAZOL.
Agradecer e despedir.
Andre Cherubini – 823223
Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST PRÉ-NATAL:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
ID (nome, idade, profissão, GPA).
Calcular a DPP (pela DUM ou pelo US transvaginal).
Perguntar sobre regularidade dos movimentos fetais.
Auscutar os batimentos cardíacos fetais (sonar a
partir da 12ª semana – 150bpm=normal).
Exame físico (altura uterina, peso e altura da mãe, PA)
Solicitação de exames do primeiro trimestre
(citologia oncótica, US transvaginal, tipagem
sanguínea, hemograma, urina tipo I e urocultura,
parasitologia de fezes, VDRL, anti HIV, hep B e hep C.,
toxoplasmose e glicemia em jejum).
Solicitação de exames do segundo trimestre
(US morfológico, hemograma, urina tipo I e
urocultura, VDRL, anti HIV, hep B e hep C.,
toxoplasmose e GTT).
Solicitação de exames do segundo trimestre
(US morfológico, hemograma, urina tipo I e
urocultura, VDRL, anti HIV, hep B e hep C.,
toxoplasmose).
Agradecer e despedir.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST MANOBRAS DE LEOPOLD:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Lavar as mãos.
Avisar a paciente que realizará o procedimento.
Posicionar ao lado direito da paciente.
Palpar o fundo uterino com as duas mãos e verificar
o que está no fundo (cabeça ou pelve).
Palpar as laterais da barriga materna para
determinar onde está o dorso fetal (direito ou
esquerdo).
Palpar a sínfise púbica para ver qual a parte que se
apresenta no estreito superior da pelve.
Ficar de costas para a paciente, apoiar as mãos sobre
as fossas ilíacas e deslizá-las em direção ao
hipogástrico – avalia o grau de encaixamento do feto
no estreito superior.
Agradecer e despedir.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST PAPANICOLAU:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Lavar as mãos.
Identificar a lâmina com inicial do paciente, hygia, e
data.
Reunir materiais (luvas, espátula de Ayre, escova,
lamina identificada, fixador e espéculo).
Colocar a paciente em posição ginecológica.
Posicionar foco de luz.
Colocar a luva.
Avisar paciente sobre o procedimento e a colocação
do espéculo.
Afastar pequenos lábios e colocar espéculo
ligeiramente inclinado, sem lubrificantes.
Após a introdução, girar espéculo em 45 graus (deve
ficar na posição horizontal).
Abrir lentamente o espéculo.
Visualizar o colo uterino.
Coletar ectocérvix com a espátula de Ayre.
Passar longitudinalmente a espátula em 2/3 iniciais
da lâmina
Coletar endocérvix com a escova.
Passar horizontalmente a escola no 1/3 final da
lâmina.
Utilizar fixador na lâmina e coloca-la no recipiente
próprio.
Desencaixar o espéculo do colo uterino.
Retirar o espéculo girando e fechando-o lentamente
sem fechar por completo.
Encaminhar paciente para se trocar
Descartar materiais (luvas, espéculo, espátula de Ayre
e escova) no lixo branco.
Retirar luvas e lavar as mãos.
Andre Cherubini – 823223
Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST MAMA:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Lavar as mãos.
Colocar a paciente sentada, com os pés apoiados e as
mãos nos joelhos.
Abrir o avental e desnudar as mamas da paciente.
Fazer a inspeção estática(verificar a forma, o volume,
a simetria, as condições da pele e o complexo aréolo-
mamilar)Pesquisar presença de retrações,
abaulamentos, alterações de pele (hiperemia, edema
ou ulceração) e o tipo de mamilos (protuso, semi-
protuso, hipertrófico, invertido e semi-invertido).
Fazer a inspeção dinâmica(orientar a paciente para
contrair os músculos peitorais maiores. Verifica-se se
há aparecimento de retrações ou abaulamentos)
Fechar o avental.
Fazer a palpação das cadeias ganglionares cervicais,
supra e infraclaviculares e axilares.
Orientar a paciente para deitar.
Colocar o travesseiro/coxim para elevar a mama.
Pedir para a paciente colocar as mãos na nuca.
Desnudar somente a mama que irá palpar.
Fazer a palpação superficial de uma mama com as
polpas digitais verificando a presença de nódulos.
Fazer a palpação profunda da mesma mama com as
mãos espalmadas verificando a presença de nódulos.
Fazer a expressão da mesma mama verificando se há
secreção.
Cobrir a mama palpada.
Fazera mesma coisa na outra mama.
Encaminhar a paciente para se trocar.
Agradecer e despedir.
Andre Cherubini – 823223
Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST EXAME GINECOLÓGICO:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Lavar as mãos.
Reunir materiais necessários: luvas e espéculo.
Explicar o procedimento à paciente.
Colocar a paciente em posição ginecológica
Posicionar foco de luz .
Colocar luvas.
Afastar os grandes lábios e fazer inspeção estática: (pilificação, glândulas
para-uretrais, cor da pele, glândula de Bartholin e integridade do períneo).
Pedir para a paciente fazer a manobra de Valsalva– inspeção dinâmica
(prolapso das paredes vaginais anterior e posterior, ou mesmo do útero e se
existe perda objetiva de urina (incontinência urinaria ao esforço);
Informar a paciente sobre a colocação do espéculo;
Afastar os pequenos lábios e introduzir o espéculo ligeiramente inclinado e
sem lubrificantes;
Após a introdução, girar espéculo em 45 graus (deve ficar na posição
horizontal), abrir delicadamente e identificar o colo uterino
Fazer inspeção das paredes vaginais (lesões), presença de corrimento (cor,
odor e presença de bolhas ou hiperemia).
Desencaixar o espéculo do colo uterino, retirá-lo girando sem fechar
completamente.
Informar a paciente sobre o toque vaginal.
Retirar a luva da mão não dominante, informar paciente sobre toque
vaginal e realizá-lo avaliando (tônus do assoalho pélvico, permeabilidade,
rugosidade, elasticidade, temperatura da vagina, posição e consistência do
colo uterino. Já na palpação do útero avalia-se tamanho, posição, forma,
consistência e mobilidade).
Informar paciente sobre o toque retal.
Fazer o toque retal com o dedo mínimo da mão enluvada.
Encaminhar a paciente para se trocar.
Descartar materiais (luvas e espéculo) no lixo branco.
Retirar luvas e lavar as mãos.
Andre Cherubini – 823223
Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST PARTO:
PERGUNTAS ✓ x
Lavar as mãos.
Colocar luvas.
Fazer toque inicial para informar dilatação.
Insinuação.
Descida ou progressão.
Rotação interna.
Desprendimento cefálico.
Checar circular de cordão umbilical.
Rotação externa.
Desprendimento do tronco.
Dar o bebe para a mãe.
Administrar 2 ampolas IM de ocitocina.
Esperar cordão parar de pulsar.
Clampar e cortar o cordão.
Dequitação: tracionar cordão.
Rotacionar placenta quando começar a sair.
Analisar a placenta depois da dequitação.
Entregar a placenta para coletar sangue.
Revisar canal do parto em busca de lacerações.
Mandar mãe para enfermaria e avaliar: Estado geral e
queijas da paciente, pressão arterial, pulso arterial,
tônus uterino e volume do sangramento vaginal, nos
30,60,90min.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST I PAR CRANIANO (OLFATÓRIO):
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Confirmar com o paciente que não está sentindo
cheiro normalmente?
Perguntar se o paciente está com fatores externos
que poderiam estar atrapalhando sua capacidade
olfativa (resfriado, fratura de maxilar, cirurgia
recente).
Pedir para o paciente fechar os olhos.
Aproximar, nas 2 narinas (uma de cada vez),
substâncias com odores conhecidos, como café,
hortelã ou chocolate.
Perguntar, depois, se o paciente consegue
reconhecer quais foram as substâncias aproximadas.
Perguntar o grau de comprometimento de cada lado,
baseando se sentiu com mais avidez em uma ou
outra narina.
Avaliar o resultado:
HIPOSMIA  redução do olfato.
ANOSMIA  ausência de olfato.
PAROSMIA  alteração/peversão do olfato
(sente o cheiro mas não consegue reconhecer
qual substância se trata).
Agradecer e despedir.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST II PAR CRANIANO (ÓPTICO):
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Confirmar com o paciente que não está enxergando normalmente?
Avisar o paciente que para o exame ele não necessita retirar os óculos
de grau, caso faça uso.
Realizar o teste de ACUIDADE VISUAL (teste de Snellen [6m] ou Roserbaum
[35cm]):
Sentar o paciente, a uma distância ótima da parede.
Explicar o paciente sobre como deve proceder o exame.
Pedir para o paciente falar o que vê em cada linha, com um dos
olhos cobertos, do começo até onde é considerado normal
(linha verde).
Manter o padrão para os dois olhos, realizando o teste um de
cada vez.
Avaliar o resultado:
AMBLIOPIA  diminuição da acuidade visual.
Realizar o teste do CAMPO VISUAL (teste de confrontação):
Examinador fica frente a frente com o paciente, na msma altura.
Olhando-se, o examinador coloca os dedos na região lateral e
medial (SUP. E INF.), de cada olho, perguntando quantos dedos
o paciente vê.
Realizar um olho de cada vez.
Avaliar o resultado:
AMAUROSE  perda total da visão (uni ou bilateral;
definitiva ou transitória).
QUADRANTOPSIA  defeito em 1 quarto da visão.
HEMIANOPSIA HETERONÔMICA (BITEMPORAL)  lesão
em 2 nervos com perda de visão nas duas metades laterais
do campo visual.
HEMIANOPSIA HOMÔNIMA (Esq. ou Dir)  lesão de um
nervo – contralateral – que impede a visão de um lado
inteiro em um ou nos dois olhos.
Agradecer e despedir.
Andre Cherubini – 823223
Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST III (oculomotor), IV (troclear) e
VI (abducente) PARES CRANIANOS:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Confirmar com o paciente queixa sobre diplopia,
turvação visual ou queda da pálpebra:
Realizar o teste de MOBILIDADE:
Movimentar um objeto nas 4 direções (cima,
baixo, esquerda e direita).
Avaliar a capacidade do paciente em mover os
2 olhos em direção ao objeto.
Realizar a PROVA DE CONVERGÊNCIA
(aproximação de um objeto até a ponta do
nariz) – avalia força e simetria.
Caso não consiga, de forma adequada 
ESTRABISMO.
Realizar o teste de MOBILIDADE INSTRINSECA DA PUPILA:
Apagar as luzes do ambiente de realização.
Movimentar o foco de luz, sentido lateral para
medial, e observar a contração das pupilas.
Realizar um olho de cada vez.
Avaliar o resultado:
ISOCÓRICAS  simetrias e reagentes à luz
MIOSE  ambas as pupilas contraídas, sem
reação à luz.
ANISOCÓRICAS  uma dilatada e outra
contraída.
MIDRÍASE  pupilas dilatadas.
Agradecer e despedir.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST V PAR CRANIANO (TRIGÊMEO):
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Confirmar com o paciente queixa sobre falta de
sensibilidade na face ou falta de força nos músculos
da mastigação:
Realizar o teste de sensibilidade TÁTIL, passando um
ALGODÃO nos 6 pontos da face, de forma aleatória, e
pedir para o paciente tocar com o dedo o local que
sentir o estímulo.
Realizar o teste de sensibilidade DOLOROSA,
passando um ALFINETE nos 6 pontos da face, de
forma aleatória, e pedir para o paciente tocar com o
dedo o local que sentir o estímulo.
Realizar o teste de sensibilidade TÉRMICA, passando
um AGUA QUENTE OU FRIA nos 6 pontos da face, de
forma aleatória, e pedir para o paciente tocar com o
dedo o local que sentir o estímulo.
Avaliar o resultado, diferenciando se é para V1, V2 ou V3 e em
cada lado (dir ou esq):
ANESTESIA  ausência de sensibilidade.
HIPONESTESIA  baixa sensibilidade.
HIPERESTESIA  sensibilidade mais alta que o
normal.
PARESTESIA  sensibilidade anormal/perversão
ao estimulo realizado.
Pedir para o paciente ABIR e FECHAR a boca com
FORÇA, palpando-se o masseter e o temporal.
Avaliar o resultado, de forma que em lesões
unilaterais, o lado que fecha com menor força é o
lesado.
Agradecer e despedir.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST VI PAR CRANIANO (FACIAL).
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Confirmar com o paciente queixa sobre não
conseguir mexer a face normalmente.
Avisar e explicar sobre a realização do exame
neurológico ao paciente.
Pedir para o paciente:
1. Fechar os olhos fortes.
2. Fazer cara de bravo.
3. Arregalar os olhos.
4. Sorriso largo.
5. Insuflar ambas as bochechas.
6. Abrir e fechar a boca.
7. Deslocar a mandíbula de um lado ao outro.
Os movimentos 6 e 7 avaliam o nervo trigêmeo (V).
Avaliar o resultado do teste:
HEMIPLEGIA FACIAL  dificuldade de um lado
da face em realizar a mímica facial.
DIPLEGIA FACIAL  dificuldade de ambos lados
da face em realizar a mímica facial.
Agradecer e despedir.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST VII PAR CRANIANO (vestibulococlear).
PERGUNTAS ✓ x
PARTE COCLEAR
Apresentar.
Confirmar com o paciente que está com dificuldade de audição.
Avisar e explicar ao paciente sobre a realização do exame neurológico.
Perguntar ao paciente se o mesmo possui queixas locais que poderia estar
causando o sintoma (infecção ou secreção no ouvido, ↑ qtd de cerume).
Pedir ao paciente para fechar os olhos, e orientá-lo a levantar a mão assim
que parar que ouvir sons que serão emitidos pelo examinador.
Em cada ouvido (1 de cada vez), iniciar falando alto, abaixando o tom da
voz (sussurro) até chegar nos sons de esfregar os dedos.
Se algum dos sons não estiver com a audição normal, pegar o DIAPASÃO.
Colocar o diapasão vibrando perto do ouvido acometido – se o paciente
ouvir o barulho = HIPOACUSIA.
Se o paciente não escutar o som emitido próximo, encostar o diapasão
ainda vibrando atrás do ouvido – se o paciente escutar = SURDEZ DE
CONDUÇÃO.
Se paciente não escuta c/ diapasão encostado = SURDEZ NEUROSSENSORIAL
ou ACUSIA.

PARTE VESTIBULAR:
Confirmar com o paciente que tontura (desequilíbrio em movimento) ou
vertigem (desequilíbrio parado).
AVALIAÇÃO ESTÁTICA  Pedir para o paciente ficar em pé, com aos mãos
ao longo do corpo, e fechar os olhos + braços abertos, tentando
desequilibrá-lo – se cair para algum lado, e repetidamente para esse mesmo
lado = LESÃO DO VIII PAR.
AVALIAÇÃO DINÂMICA  Pedir para o paciente andar em linha reta (3
passos), olhando para o horizonte – se cair para algum lado, repetidamente
para esse mesmo lado = LESÃO DO VII PAR.
Se o paciente cair para diferentes lados, ou pra frente e para trás = LESÃO
CEREBELAR
Agradecer e despedir.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST IX (glossofaríngeo) e X (vago)
PARES CRANIANOS:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Confirmar com o paciente que disfonia (rouquidão)
e/ou disfagia (dificuldade de deglutir).
Avisar e explicar ao paciente sobre a realização do
exame neurológico.
Pedir ao pa ie te para a rir a o a e falar a .
Avaliar a simetria na elevação do palato e se a úvula
está na linha média.
Em lesões unilaterais  lado acometido não sobe e a
úvula se desvia para o lado oposto, não lesionado.
Agradecer e despedir.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST XI PAR CRANIANO (ACESSÓRIO):
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Confirmar com o paciente sobre queixa de
diminuição ou perda da força do músculo trapézio e
esternocleidomastídeo.
Avisar e explicar ao paciente sobre a realização do
exame neurológico.
Pedir para o paciente elevar os ombros, com o
examinador fazer uma força para dificultar o
movimento  em caso de lesão, o ombro fica caído.
Pedir ao paciente para virar a cabeça enquanto o
examinador faz uma força para dificultar o
movimento – avalia-se e compara a força de ambos
os lados  em caso de lesão, o a cabeça não vira.
Agradecer e despedir.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST XII PAR CRANIANO
(HIPOGLOSSO):
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
Confirmar com o paciente sobre queixa de dislalia
(trocar R pelo L) e disartria (não articular as
palavras).
Avisar e explicar ao paciente sobre a realização do
exame neurológico.
Pedir para o paciente exteriorizar a língua  avaliar
lesão, atrofia ou desvios para algum lado.
Agradecer e despedir.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST SÍNDROMES DE NÚCLEO DA BASE:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
SÍNDROME HIPOCINÉTICA (parkisonismo):
Perguntar ao paciente sobre crise de tremores
no repouso.
Pedir ao paciente pegar algum objeto  ele
parar de tremer realizando o movimento, e
depois no repouso retornar o tremor.
Pedir para o paciente andar  lentidão
psicomotor, lentidão para rodar, rigidez e
tendência em cair para trás.
SÍNDROME HIPERCINÉTICA (coréias):
Perguntar ao paciente sobre realização de
movimentos involuntários e espasmos.
Pedir ao paciente pegar algum objeto  ele
começa tremer durante a realização do
movimento e no repouso ele para o tremor.
Avaliar a presença de TIC motor e vocal.
Avaliar a inquietude do paciente (levantar toda
hora).
Agradecer e despedir.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST LESÃO CEREBELAR:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar.
LESÕES AXIAIS:
Avaliar o paciente em movimentos e fala
pare idos o de u ê ado .
Paciente com fala pastosa.
Pedir para o paciente andar e avaliar sinais de
ataxia (irregularidade na coordenação) 
marcha comprometida, não fica com as pernas
próximas (abasia) e vai pra frente e pra trás
(astasia).
Avaliar se a marcha piora com os olhos
fechados.
LESÕES HEMISFÉRICAS
Avaliar a dismetria  pedir ao paciente para de
olhos fechados, abrir os braços e, um de cada vez,
encostar as pontas do indicador no nariz = não
consegue.
Avaliar disdiacoccinesia  pedir para o paciente
virar e desvirar as mãos sobre as pernas – caso
paciente não consegue ou tem muita dificuldade
em realizar esses movimentos repetitivos.
Avaliar marcha  não apresenta déficts
motores.
Agradecer e despedir.

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST DISTÚRBIOS DA CONSCIÊNCIA:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar-se.
Definir estado de consciência do paciente:
1) Vigil: orientado e consciente.
2) Obnubilente: Resposta espontânea, adequada, porém lenta.
3) Sonolento: Paciente acorda, responde (+/-) apropriado, e volta a
dormir.
4) Confuso ou Delirum: Perda de atenção, pensamento não claro,
resposta lenta, sem orientação de tempo e espaço, pode haver
alucinação.
5) Torporoso: Consciência mais comprometida, resposta
espontânea porém não adequada, responde por meio de
estímulos fortes, mas não dolorosos.
6) Coma: Sem movimentos, sem despertar com estimulo.
Fazer historia detalhada do quadro.
Inicio Subido ou Doloroso?
Perguntar se apresenta Cefaleia – se sim  Súbita? Fobia a luz?
Apresenta rigidez de nuca ou febre?
Faz uso de drogas ou álcool?
Perguntar sobre antecedentes psiquiátricos.
Perguntar sobre doenças sistêmicas: HAS, DB, Meningite, Virose.
Apresenta histórico recente de traumatismo?

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148
CHECKLIST EXAME NEUROLÓGICO:
PERGUNTAS ✓ x
Apresentar-se.
Verificar estado mental:
1. Nível de Consciência
2. Função cognitiva (nível de atenção, fala)
Verificar Marcha/Equilíbrio:
1. Estático: Fazer teste de Romberg (posicionar paciente na posição ortostática, com
os pés juntos e mãos ao longo do corpo , pedi-lo para fechar os olhos – observar se
há desequilíbrio).
2. Dinâmico: Pedir para o paciente andar em linha reta, olhando o horizonte –
verificar tipo de marchas.
Fazer exame dos Nervos Cranianos.
Fazer exame Cerebelar.
Verificar a Motricidade:
1. Tônus: Realizar inspeção, palpação, movimentos passivos (extensão e flexão) e
checar balanço articular.
2. Força Muscular: Ver flexão e extensão de MMII e MMSS.
3. Reflexos: a) Miotático b) Cutâneo Abdominal c) Cutâneo Plantar.
Verificar a Sensibilidade:
1. Superficial: a) Tatil, b) Térmica, c)Dolorosa
2. Profunda: a) Vibratória (diapasão), b) Postural (movimenta o membro e pergunta o
que foi movido), c) Dolorosa .
Verificar Sinais Meníngeos:
1. Pesquisar rigidez de Nuca – paciente em Decúbito Dorsal.
2. Prova de Brudzinski: Paciente em Decúbito dorsal com membros estendidos, fazer
flexão forçada da cabeça, resposta positiva se houver flexão dos MMII e dor.
3. Prova de Lasegue: Paciente em decúbito dorsal, elevando-se passivamente a perna
com o joelho em extensão completa; a positividade do teste ocorre quando o
paciente refere dor na face posterior da perna a partir de 30° de elevação.
4. Prova de Kerning: Paciente em decúbito dorsal, flete-se passivamente a coxa sobre
a bacia, em ângulo reto, tentando-se a seguir estender a perna sobre a coxa tanto
quanto possível. É positivo se houver resistência e limitação do movimento,
Fazer exame vascular  Auscultar Carótida e espaço subescapular (ver presença de
sopro, etc)

Andre Cherubini – 823223


Luis Felipe Telles – 822969
Stefhanie Zorzin - 823148