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UGPI/CCHL/PPGPP
Tópico Especial de Cultua e Identidade/ Tópico Especial Sociologia: “Ciências Sociais, Modernidade,
Colonialidade e Decolonialidade” – 2019- 2 - 45 h/60 h
Profa. Dra. Maria Dione Carvalho de Morais

Ementa:

Cultura, identidade, e políticas públicas, na perspectiva da relação entre Ciências Sociais,


Modernidade/Colonialidade e Decolonialidade. Crítica decolonial, na América Latina,
convergências/divergências com miradas contemporâneas (Estudos Pós-Coloniais, Estudos Subalternos,
Epistemologia Feminista, Epistemologias do Sul, Estudos Culturais, dentre outras).

Objetivo geral:
Compreender os fundamentos da relação entre modernidade e colonialidade e do giro decolonial latino-
americano, na perspectiva das Ciências Sociais, com vistas à reflexão e apropriação de cunho
epistemológico, teórico, e metodológico.

Objetivos específicos
-Apreender os fundamentos da relação entre modernidade e colonialidade e as bases epistemológicas,
teóricas e políticas da crítica decolonial latino-americana e os desafios às Ciências Sociais;
-Focalizar a perspectiva decolonial latino-americana modernidade e colonialidade; raça/racismo, gênero,
trabalho, saber e produção do outro, sistema-mundo, desobediência epistêmica e decolonialidade
- Explicitar diálogos entre os conteúdos da disciplina e os projetos de pesquisa das alunas americana e
suas interfaces com as temáticas de pesquisa das doutorandas na referida Linha do PPGPP

Programa da Disciplina

UNIDADE I

História, epistemologia e teoria – uma introdução.

Desenvolvimento: Aulas expositivas (ministradas pela professora da disciplina): abordagens “pós-


ocidentais”: da abordagem pós colonial e da subalternidade à abordagem da Modernidade/Colonialidade e
Decolonialidade. (4 sessões = 16 horas)

Referências básicas

Parte 1 – Uma introdução (aulas expositivas)


BALLESTRIN, Luciana. O Giro Decolonial e a América Latina. 36º Encontro Anual da Anpocs. Mesa-
Redonda: O lugar da América Latina nas Ciências Sociais. Rumo a uma nova divisão global? 21 a 25/10/2012,
Águas de Lindóia, São Paulo, 32 p.
MIGLIEVITCH-RIBEIRO, Adélia. Por uma razão decolonial Desafios ético-político-epistemológicos à
cosmovisão moderna. Civitas. Porto Alegre v. 14 n. 1, jan.-abr. 2014, p. 66-80
MIGNOLO, Walter. Las geopolíticas del conocimiento y colonialidad del poder (Entrevista concedida a
Catherine Walsh). Polis Revista Latinoamericana 4, 2003. ( Por una nueva globalización), p. 1-22.
SANTOS, Emanuelle; SCHOR, Patricia Schor. Brasil, estudos pós-coloniais e contracorrentes análogas:
entrevista com Ella Shohat e Robert Stam. Estudos Feministas, Florianópolis, 21(2): 336, maio-agosto/2013,
p. 701-726. Disponível em: https://periodicos.ufpe.br/revistas/interritorios/article/download/5009/4293

Parte 2 - Ciências Socias, colonialidade do poder, do saber e do ser, e o giro decolonial (aulas discursivas)
CASTRO-GÓMEZ, Santiago; GROSFOGUEL, Ramon. Prólogo. Giro decolonial, teoría crítica y pensamiento
heterárquico. In: El giro decolonial: reflexiones para uma diversidad epistêmica más allá del capitalismo
global. Bogotá: Siglo del Hombre Editores/Universidad Central/Instituto de Estudios Sociales
Contemporáneos/Pontificia Universidad Javeriana/Instituto Pensar, 2007.
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MALDONADO-TORRES, Nelson. Sobre la colonialidad del ser: contribuciones al desarrollo de un concepto.


In: Santiago Castro-Gómez y Ramón Grosfoguel (Compiladores). El giro decolonial: reflexiones para una
diversidad epistémica más allá del capitalismo global. Bogotá: Siglo del Hombre Editores/Universidad Central,
Instituto de Estudios Sociales Contemporáneos y Pontificia Universidad Javeriana/Instituto Pensar, 2007, p.
127-168.
MIGNOLO, Walter. Desafios decoloniais hoje. EPISTEMOLOGIAS DO SUL, Foz do Iguaçu/PR, 1(1), p. 12-
32, 2017.
CASTRO-GÓMEZ, Santiago. Ciências Sociais, violência epistêmica e o problema da invenção do outro. In:
Edgardo Lander (org). A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais. Perspectivas
latinoamericanas. Colección Sur Sur, CLACSO, Ciudad Autônoma de Buenos Aires, Argentina. setembro
2005, p. 80-87.
QUIJANO, Aníbal. Colonialidad del poder y clasificación social, In: Santiago Castro-Gómez y Ramón
Grosfoguel (Compiladores). El giro decolonial: reflexiones para una diversidad epistémica más allá del
capitalismo global. Bogotá: Siglo del Hombre Editores/Universidad Central, Instituto de Estudios Sociales
Contemporáneos y Pontificia Universidad Javeriana/Instituto Pensar, 2007, p. 93-126

UNIDADE II
De fontes/heranças críticas a abordagens do Grupo M/C na AL.
Desenvolvimento: Espaços de Diálogos (ED´s) apresentados, por doutorandas, mestrandas(os), e
alunos(as) especiais que cursam a disciplina (3 sessões = 12 h)
Espaços de Diálogos (seminários apresentados por cursistas da disciplina)
ED1 – Problematizando o colonialismo
CÉSAIRE, Aimé. Discurso sobre o colonialismo. Lisboa: Sá da Costa Editora, 1978.
MEMMI, Albert. Retrato do colonizado precedido pelo retrato do colonizador. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 2007

ED 2- Colonialismo e construção da alteridade étnica-racial


FANON, Franz. Pele negra, máscaras brancas (1952). Salvador: EDUFBA, 2008
SAID, Edward. Orientalismo. O Oriente como invenção do Ocidente. São Paulo : Companhia das Letras,
1990.

ED 3 - Sistema-mundo e colonialidade global do poder


PENNAFORTE, Charles. Análise dos Sistemas-Mundo - Uma introdução ao Pensamento de Immanuel
Wallerstein. Rio de Janeiro: CENEGRI - Centro de Estudos em Geopolítica e Relações Internacionais, 2011.
(Coleção perspectivas do mundo contemporâneo)
WALLERSTEIN, Immanuel. Analise dos sistemas mundiais. In: GIDDENS, Anthony; TURNER, Jonathan
(Org.). Teoria social hoje. São Paulo: Ed. UNESP, 1999.

ED 4- Colonialidade e crítica decolonial na America Latina


MIGNOLO, Walter. La idea de América Latina. La herida colonial y la oposición decolonial. Gedisa:
Barcelona, 2007
ALMEIDA, Eliene Amorim de; SILVA, Janssen Felipe da. Abya Yala Como Território Epistêmico: pensamento
decolonial como perspectiva teórica. Interritórios. Revista de Educação. Universidade Federal de
Pernambuco, Caruaru, BRASIL, v.1, n.1, 2015, p. 42-64
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ED 5- Brasil: gênese histórico-cultural da colonialidade


BOSI, Alfredo. Colônia, culto e cultura. In:_______ Dialética da Colonização. São Paulo: Companhia das
Letras, 1992, p. 11-63.
RIBEIRO, Darcy. O processo civilizatório. In:_______. O povo brasileiro. \s formação e o sentido do Brasil.
São Paulo: Civilização Brasileira, 1995, p. 64-80

ED6 – Teoria e prática em uma perspectiva heterárquica de insurgência


CASTRO-GÓMEZ, Santiago. Decolonizar la universidad. La hybris del punto cero y el diálogo de saberes
In: Santiago Castro-Gómez y Ramón Grosfoguel (Compiladores). El giro decolonial: reflexiones para una
diversidad epistémica más allá del capitalismo global. Bogotá: Siglo del Hombre Editores/Universidad Central,
Instituto de Estudios Sociales Contemporáneos y Pontificia Universidad Javeriana/Instituto Pensar, 2007, p.
79-92
WALSH, Catherine. Pedagogías Decoloniales. Práticas insurgentes de resistir, (re)existir e (re)vivir. Serie
Pensamiento Decolonial. Editora Abya-Yala. Equador, 2017.

Unidade III

Modernidade/colonialidade e decolonialidade: dialogando com pesquisadoras


convidadas: interpelações do Giro Decolionial (3 sessões). Reflexões sobre as próprias
pesquisas (1,5 sessão) (= 18 h)

Desenvolvimento: Espaços de Diálogos com mestrandas e doutorandas convidadas

ED 1- Desenvolvimento e pós-desenvolvimento: uma reflexão necessária

AMARO, Rogério Roque. Desenvolvimento ou pós-desenvolvimento? Des-Envolvimento e... Noflay!


Cadernos de Estudos Africanos, n. 34, julho-dezembro de 2017, p. 75-111

RAMDOSKY, Guilherme Francisco Waterloo. Desenvolvimento, pós-estruturalismo e pós-desenvolvimento.


A crítica da modernidade e a emergência de “modernidades” alternativas. RBCS, vol. 26, n° 75 fevereiro/2011,
p. 149-193

ED 2- América Latina, Novo Constitucionalismo e decolonialidade: quais diálogos?

SPAREMBERGER, Raquel Fabiana Lopes; DAMÁZIO, e Eloize Peter. Discurso constitucional colonial: um
olhar para a decolonialidade e para o “novo” constitucionalismo latino-americano. In: Lenio Luiz Streck, Ana
Cecília de Barros Gomes, João Paulo Allain Teixeira (Org.). Descolonialidade e constitucionalismo na
América Latina. Belo Horizonte: Arraes Editores, 2015, p. 34-51
VIDAL, Daiane; LOCATELLI, Cláudia Cinara. Interculturalidade: matriz de fundamentação das constituições
do Equador e da Bolívia. In: (Orgs.) Antonio Carlos Wolkmer, Maria Aparecida Lucca Caovilla. Temas atuais
sobre o constitucionalismo latino-americano. [ebook]. São Leopoldo: Karywa, 2015.p. 168-185

ED 3- Gênero, feminismos e análise decolonial

ESPINOSA, Yuderkys; GÓMEZ, Diana; LUGONES, María; OCHOA, Karina. Reflexiones pedagógicas en
torno al feminismo descolonial: una conversa en cuatro voces. In: Catherine Walsh (Ed.). Pedagogías
decoloniales: prácticas insurgentes de resistir, (re)existir y (re)vivir (Série Pensamiento Decolonial), 2013, p.
403-441
GOMES, Camilla de Magalhães. Gênero como categoria de análise decolonial. Civitas, Porto Alegre, v. 18,
n. 1, jan.-abr. 2018, p. 65-82. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/civitas/v18n1/1519-6089-civitas-18-01-
0065.pdf
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ED 4- Mundo do trabalho e desafios contemporâneos: diálogos com a crítica decolonial


MACHADO, Débora; COSTA, Maria Luisa Walter; DUTRA, Delia. Outras Epistemologias para os Estudos de
Gênero: feminismos, interseccionalidade e divisão sexual do trabalho em debate a partir da América Latina.
Revista de Estudos e Pesquisas sobre as Américas, v.12 n.3, 2018, p. 229-248.
VITÓRIA, Paulo Renato. Em que Mundo Vivemos? Notas sobre o reparto do trabalho e dos recursos em
nosso planeta. Revista TOMO, São Cristóvão, Sergipe, Brasil, n. 34, jan./jun. 2019, p. 37-80,

ED 5- Movimentos sociais e perspectiva decolonial


CARVALHO, Priscila Delgado de. Há lugar para movimentos sociais na teoria decolonial? VIII Congreso
Latinoamericano de Ciencia Política. Asociación Latinoamericana de Ciencia Política (ALACIP). Pontificia
Universidad Católica del Perú, Lima, 22 al 24 de julio de 2015, 19 p.
FLÓREZ-FLÓREZ, Juliana. Lectura no eurocéntrica de los movimientos sociales latino-americanos. Las
claves analíticas del proyecto modernidad/colonialidad. In: Santiago Castro-Gómez y Ramón Grosfoguel
(Compiladores). El giro decolonial: reflexiones para una diversidad epistémica más allá del capitalismo
global. Bogotá: Siglo del Hombre Editores/Universidad Central, Instituto de Estudios Sociales
Contemporáneos y Pontificia Universidad Javeriana/Instituto Pensar, 2007, p. 243-266

ED 6- Religiosidades de matrizes africanas, colonialidade e a mirada decolinial

PARADISO, Silvio Ruiz. Pós-colonialismo, resistência e religiosidade nas literaturas africanas: algumas
perspectivas. Revista Lusófona de Estudos Culturais, vol. 2, n.1, 2014, p. 72-83. Disponível em:
http://www.rlec.pt/index.php/rlec/article/view/56/49

RUFINO, Luis. Performances afro-diaspóricas e decolonialidade: o saber corporal a partir de exu e suas
encruzilhadas. Revista Antropolítica, n. 40, Niterói1. sem. 2016, p .54-80.

Unidade IV

Elaboração de trabalho escrito sobre o tema da disciplina na relação com seus objetos de estudo (4
sessões = 15 horas)

Para a turma matriculada no Tópíco em Sociologia/PPGS

Processo de avaliação:

Este programa de trabalho requer disciplina intelectual no processo de leitura e debates em sala de aula,
observância de horários, e compromisso com seu desenvolvimento que se dará através de: aulas expositivas
e discursivas, com base na bibliografia apresentada; trabalhos em grupos, em sala de aula, com
apresentação e debates; apresentação de seminários e participação nos debates nos “Espaços de Diálogo”;
prova e/ou trabalho escrito.
O processo de avaliação compreenderá freqüência, participação, rendimento e produção, mensuráveis
através da presença e da participação qualificada nas aulas, da participação efetiva nos trabalhos, provas, e
seminários.
Um desenvolvimento satisfatório desta proposta implica leitura da bibliografia básica, obrigatória, por cada
um/a dos/as aluno/as. A leitura mínima, indispensável para cada sessão está indicada no programa. Possíveis
alterações serão avisadas com antecedência. Fichamentos de textos poderão ser exigidos na avaliação.

Referências complementares/aprofundamento
ANDRADE; Everaldo Gaspar L. de; D´ÂNGELO, Isabele Bandeira de M. Direito do trabalho e teoria social
crítica: um diálogo indispensável entre este campo do direito e os demais saberes sociais. Revista Brasileira
de Sociologia do Direito, v. 3, n. 1, jan./abr. 2016, p. 71-79.
BARBOSA, Aline Miranda Barbosa; PORTO-GONÇALVES, Carlos Walter. Reflexões sobre a atual questão
agrária brasileira. CESContexto. Descolonizando o pensamento Desafios aos Estudos Pós-Coloniais. As
Epistemologias Sul-Sul. Nº 5, Maio de 2014, p. 12-27
5

BHABHA, Homi, K. O local da cultura. Belo Horizonte: Editora UFMG, 1998, p. 19-42.
BRAGATO, Fernanda Frizzo. O que há de novo no constitucionalismo latinoamericano: reflexões sobre o
giro descolonial. In: Lenio Luiz Streck, Ana Cecília de Barros Gomes, João Paulo Allain Teixeira (Org.).
Descolonialidade e constitucionalismo na América Latina. Belo Horizonte: Arraes Editores, 2015, p.
52-61
CARNEIRO, Sueli. Enegrecer o feminismo: a situação da mulher negra na América Latina a partir de
uma perspectiva de gênero. 06/03/2011. Disponível em: https://www.geledes.org.br/enegrecer-o-
feminismo-situacao-da-mulher-negra-na-america-latina-partir-de-uma-perspectiva-de-genero/
CASTRO-GÓMEZ, Santiago; GROSFOGUEL, Ramon (Org.). El giro decolonial: reflexiones para uma
diversidad epistêmica más allá del capitalismo global. Bogotá: Siglo del Hombre Editores; Universidad Central,
Instituto de Estudios Sociales Contemporáneos y Pontificia Universidad Javeriana, Instituto Pensar, 2007.
CASTRO-GÓMEZ, Santiago; GROSFOGUEL, Ramon. Prólogo. Giro decolonial, teoría crítica y pensamiento
heterárquico. In: El giro decolonial: reflexiones para una diversidad epistêmica más allá del capitalismo
global. Bogotá: Siglo del Hombre Editores/Universidad Central/Instituto de Estudios Sociales
Contemporáneos/Pontificia Universidad Javeriana/Instituto Pensar, 2007.
CONNELL, Raewyn. A iminente revolução na teoria social. Revista Brasileira de Ciências Sociais - Vol.
27, n° 80, 2012, p. 9-20. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-
69092012000300001
DUSSEL, Henrique. Cultura imperial, cultura ilustrada e libertação da cultura popular. In: Oito ensaios sobre
cultura latino-americana e libertação. São Paulo: Paulinas, 1997, p. 121-170
FANON, Frantz. Os condenados da terra. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1968.
FERREIRA, Bárbara. Evolução do(s) Conceito(s) de Desenvolvimento. Um roteiro crítico. Cadernos de
Estudos Africanos, n. 34, 2017, p. 113-144.
FERREIRA, Patrícia Magalhães. A coerência das políticas para o desenvolvimento: um instrumento em prol
do desenvolvimento? Cadernos de Estudos Africanos, 34, julho-dezembro de 2017, p. 31-63FANON, Frantz.
Os condenados da terra. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1968.
FORTES, Gabriel Barroso. Direitos culturais no constitucionalismo latino-americano. II Encontro
Internacional de Direitos Culturais. Disponível em: www.direitosculturais.com.br/download.php?id=98
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra,
1996.
FREIRE, Paulo. Ação cultural para a liberdade. Paz & Terra, 2015
GARCIA, Carolina Gallo. Cultura e Cidade: novas configurações socioespaciais na era pós-industrial. XVII
ENAMPUR. Sessão Temática 6: Espaço, identidade e práticas sócio-culturais, São Paulo, 2017 13 p.
Disponível em:
http://anpur.org.br/xviienanpur/principal/publicacoes/XVII.ENANPUR_Anais/ST_Sessoes_Tematicas/ST%20
6/ST%
GELEDÉS – INSTITUTO DA MULHER NEGRA. Racismo, Racismo Institucional e Gênero. In:______.
Racismo institucional: uma abordagem conceitual. São Paulo: Geledés, 2013, p. 9-20
GROSFOGUEL, Ramon. Para descolonizar os estudos de economia política e os estudos pós-coloniais:
transmodernidade, pensamento de fronteira e colonialidade global. Revista Crítica de Ciências Sociais,
Coimbra, n. 80, 2008.
IANNI, Octavio. Teorias da globalização, Rio de Janeiro, Civilização brasileira, 1996.
KYRILLOS, Gabriela de Moraes. Povos indígenas, direitos humanos e descolonialidade: reflexões sobre as
políticas públicas a partir do CRAS Indígena de Caarapó MS/Brasil. 2014. 121 f. Dissertação (Mestrado em
Social) - Universidade Catolica de Pelotas, Pelotas, 2014.
LANDER, Manuel (org.) A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais. Perspectivas latino-
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LEDA, Manuela Corrêa. Teorias pós-coloniais e decoloniais: para repensar a sociologia da modernidade.
Trabalho de conclusão de curso. (Graduação em Sociologia). Departamento de Sociologia da Universidade
de Brasília. Brasília, 2014.
6

LÓPEZ, Laura Cecilia. O corpo colonial e as políticas e poéticas da diáspora para compreender as
mobilizações afro-latino-americanas. Horizontes Antropológicos, Porto Alegre, ano 21, n. 43, jan./jun. 2015,
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MARIN, Pilar Cuevas. Memoria colectiva hacia un proyecto decolonial. In: Catherine Walsh (Ed.). Pedagogías
decoloniales: Prácticas insurgentes de resistir, (re)existir y (re)vivir (Série Pensamiento Decolonial), 2013, p.
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MAZIVIERO, Maria Carolina; ALMEIDA, Eneida de. Urbanismo Insurgente: ações recentes de coletivos
urbanos ressignificando o espaço público na cidade de São Paulo. XVII ENAMPUR. Sessão Temática 6:
Espaço, identidade e práticas sócio-culturais, São Paulo, 2017, 18 p. Sessão Temática 6: Espaço, identidade
e práticas sócio-culturais, São Paulo, 2017 13 p. Disponível em:
http://anpur.org.br/xviienanpur/principal/publicacoes/XVII.ENANPUR_Anais/ST_Sessoes_Tematicas/ST%20
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MIGNOLO, Walter. La opción de-colonial: desprendimiento y apertura. Um manifiesto y un caso. Revista
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MIGNOLO, Walter. Desobediencia epistémica: retórica de la modernidad, lógica de la colonialidad y
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MOURADAS, Daniela; PEREIRA, Flávia Souza Máximo. Decolonialidade do saber e direito do trabalho
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MUÑOZ, María Alejandra Montilla. Análisis del feminismo decolonial, otra mirada desde Abya Yala, caso
Programa Mujer – CRIC (Consejo Regional Indìgena del Cauca). Dissertação. Programa de Pós-Graduação
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NEVES, Rita Ciotta. Os Estudos Pós-Coloniais: um paradigma de globalização. Babilónia, n.º6/7, 2009, p.
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