Você está na página 1de 7

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS

Manométrica

Gustavo Henrique Lucas Souza


Professor: Sergio de Morais Hanriot

Contagem
2019
1 Introdução

1.1 Fundamentação teórica


Os manômetros de Bourbon são aparelhos usados para medir a pressão
manométrica de um terminado recipiente. O conceito de funcionamento desse
manômetro é baseado em uma mola elástica e um tubo curvado em forma de c
com uma seção transversal oval. Esta mola quando pressionada pela força
exercida pelo recipiente pressurizado faz com que o tubo curvado se feche e
assim gerando um valor de medição nos ponteiros do manômetro. Vale a pena
ressaltar a formula geral para calcular a pressão dada pela equação 1 abaixo:
P=F/A (1)
Onde que P é pressão dando em Pascal (Pa), F é a força dando em
Newtons (N) e A a área dada em metros quadrados (m²). Para se calcular a
pressão manométrica (𝑃𝑚𝑎𝑛 ) devesse utilizar a equação 2:
𝑃𝑚𝑎𝑛 = 𝑃𝑎𝑏𝑠 − 𝑃𝑎𝑡𝑚 (2)
Onde que 𝑃𝑎𝑏𝑠 se refere a pressão absoluta que é a pressão tomada a a
partir do ponto de vácuo, 𝑃𝑎𝑡𝑚 é a pressão atmosférica que é a pressão exercida
pela atmosfera sobre uma unidade de área.

1.2 Objetivo
O objetivo dessa pratica é determinar os erros e incertezas de medições
entre dois manômetros de Bourbon, sendo um calibrado e outro não.
2 Metodologia

2.1 Aparatos experimental


Para realizar essa pratica foram usados os seguintes equipamentos:
 Um manômetro de Bourbon aferido;
 Um manômetro de Bourbon não aferido;

2.2 Procedimento experimental


Após uma breve explicação do professor sobre manométrica, fizemos
aproximadamente 16 medições com os equipamentos, figura 1, sendo que estas
medidas foram 8 aumentando o valor da pressão e 8 medições decrescendo o
valor da pressão. Essas 16 medições foram repetidas 3 vezes para que possa
ser encontrado o desvio padrão e as incertezas nas medições.
Figura 1: Equipamento usado para a medição

Fonte: Autoria própria


Explicando a figura acima o manômetro de Bourbon maior é um
manômetro já calibrado e o manômetro pequeno não é calibrado. Os valores de
referência para a medição sempre foram encontrados no manômetro calibrado,
sendo dados em bar, e por consequência conferidos pelo manômetro não
calibrado.

3 Analise dos Resultados


Enquanto foram feitas as medições o grupo de trabalho foi fazendo uma
tabela no Excel onde que foram feitos os cálculos das incertezas. A tabela 1
encontra os valores das medições.
Tabela 1: valores de medições

Fonte: Autoria própria


Para se calcular a receptividade de cada medição foi usado a equação 3.
Re = ± t*s (3)
Onde que Re é a receptividade, “t” é o uma constante denominada t-
student, sendo igual nesse caso a 2,39, “s” sendo o valor de desvio padrão. Para
encontrar o valor da tendência, erro sistemático de medição, foi usado a equação
4.
Td=MI – VVC (4)
Onde que Td é a tendência, MI é média geral das medições e VVC são
os valores de referência em cada medição feita. Com os valores encotrados
foram feitos dois gráficos o gráfico 1 sobre histerese e o gráfico 2 sobre os erros
de cada medição.
Gráfico 1: Histerese

Fonte: Autoria própria

Gráfico 2: Erros de medição

Fonte: Autoria própria


4 Conclusão
Após a finalização da pratica proposta foi possível concluir que todos os
aparelhos devem ser calibrados para que não ocorra uma discrepância muito
grande entre os valores reais. Essas calibrações devem ser feitas comparado os
valores de um medidor padrão, já calibrado, com outro que se deseja calibrar
para que não ocorra falhas nas medições.
5 Referencias bibliográficas

Wika, Disponivel em < https://blog.wika.com.br/know-how/manometro-


com-tubo-bourdon-principio-de-funcionamento/> Acessado em:
25/08/2019;

INTRODUÇÃO A ANÁLISE DE INCERTEZAS, Hanriot, Sérgio de Morais;

FOX, Robert W, MCDONALD, Alan T, PRITCHARD, Philip J., Introdução


à Mecânica de Fluídos, 9º edição, Rio de Janeiro : LTC, 2018.