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SEXUALIDADE E AMOR NA VELHICE

Manuel Damas

V JORNADAS DE SAÚDE MENTAL NO IDOSO


UNIVERSIDADE DE AVEIRO, 2006
“UM SER HUMANO É TODO UM
CONJUNTO DE INTENÇÕES,
EMOÇÕES, SONHOS, DESEJOS,
MEDOS, UM PASSADO, UM AMBIENTE
CULTURAL E UMA VIDA INTERIOR DE
PENSAMENTOS E FANTASIA.”

Thomas Moore

Manuel Damas
2006
DESENVOLVIMENTO HUMANO SIGNIFICA A AQUISIÇÃO DE CAPACIDADES

NO SENTIDO DE DESEMPENHAR ACTIVIDADES E FUNÇÕES, EM GRAU

CRESCENTE DE COMPLEXIDADE E EFICIÊNCIA, COM UM ACOMPANHAMENTO

RELATIVO E EQUILIBRADO DO CRESCIMENTO DAS ESTRUTURAS CORPORAIS

E BIOLÓGICAS, SENDO UM PROCESSO CONSTANTE, MAS DESCONTÍNUO,

DESIGUAL NO TEMPO, INDIVIDUALIZADO, PRODUTO DA MATURAÇÃO E DA

APRENDIZAGEM E COM CARÁCTER SOCIAL.

Manuel Damas
2006
“A SEXUALIDADE É UMA ENERGIA
QUE NOS MOTIVA A PROCURAR
AMOR, CONTACTO, TERNURA,
INTIMIDADE; QUE SE INTEGRA NO
MODO COMO NOS SENTIMOS,
MOVEMOS, TOCAMOS E SOMOS
TOCADOS; É SER-SE SENSUAL E AO
MESMO TEMPO SEXUAL; ELA
INFLUENCIA PENSAMENTOS,
SENTIMENTOS, ACÇÕES E
INTERACÇÕES E, POR ISSO,
INFLUENCIA TAMBÉM A NOSSA
SAÚDE FÍSICA E MENTAL.”

ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE


Manuel Damas
2006
A SEXUALIDADE, OU MELHOR DIZENDO, AS SEXUALIDADES,
UMA VEZ QUE NINGUÉM TEM O DIREITO DE DEFINIR UM DETERMINADO
COMPORTAMENTO SEXUAL COMO CORRECTO OU PADRÃO,
CONSTITUEM UMA DAS ÁREAS DE MAIOR IMPORTÂNCIA
NA FORMAÇÃO DO SER HUMANO.
EXIBEM TAMBÉM, E EM SIMULTÂNEO, EXTRAORDINÁRIA DELICADEZA,
SENDO DE PRIMORDIAL IMPORTÂNCIA,
A COMUNICAÇÃO...

Manuel Damas
2006
“A SEXUALIDADE É TANTO ACERCA
DE PALAVRAS, IMAGENS, RITUAL E
FANTASIA COMO ACERCA DO
CORPO: A FORMA COMO PENSAMOS
O SEXO MODELA A FORMA COMO O
VIVEMOS.”

WEEKS

Manuel Damas
2006
“A SEXUALIDADE É O COMPLEXO DE REACÇÕES, INTERPRETAÇÕES,
DEFINIÇÕES, PROIBIÇÕES E NORMAS QUE É CRIADO E MANTIDO POR UMA
DADA CULTURA”

HENDERSON

Manuel Damas
2006
O CÉREBRO É O CONTINENTE DA
DA MEMÓRIA, DAÍ ADVINDO A
MULTIDISCIPLINARIDADE E IMPLÍCITA
COMPLEXIDADE DAS SEXUALIDADES.

Manuel Damas
2006
A SEXUALIDADE EXIBE UM DELICADO BALANÇO ENTRE ASPECTOS
FÍSICOS E EMOCIONAIS.
QUANDO OS AMANTES SE TORNAM AMIGOS E COMPANHEIROS O
RELACIONAMENTO FORTALECE-SE, ATRAVÉS DA EXPLORAÇÃO DE
NOVAS FORMAS DE EXPRESSAR O AMOR.
ATÉ PORQUE A SAÚDE EMOCIONAL É FUNDAMENTAL PARA A
CONCRETIZAÇÃO DE UMA VIDA SEXUAL SAUDÁVEL E PRAZEROSA.

Manuel Damas
2006
“NA SEXUALIDADE CONTEMPORÂNEA, A
PROCRIAÇÃO NÃO OCUPA MAIS DO QUE UM
ESPAÇO REDUZIDO E MARGINAL.
A SEXUALIDADE APARECE MAIS COMO UMA
EXPERIÊNCIA PESSOAL, FUNDAMENTAL NA
CONSTRUÇÃO DO SUJEITO, NO CENTRO DE UM
DOMÍNIO QUE SE DESENVOLVEU E GANHOU UM
PESO CONSIDERÁVEL AO LONGO DOS
SÉCULOS, A ESFERA DA INTIMIDADE E DA
AFECTIVIDADE.
O REPORTÓRIO SEXUAL ALARGOU-SE, AS
NORMAS E TRAJECTÓRIAS DA VIDA SEXUAL
DIVERSIFICARAM-SE, OS SABERES E AS
REPRESENTAÇÕES DA SEXUALIDADE
MULTIPLICARAM-SE.”

Manuel Damas
2006 MICHEL BOZON
É NECESSÁRIO QUESTIONAR AS
CRENÇAS E OS TABUS QUE A
SOCIEDADE E AS CULTURAS
ASSOCIARAM, VOLUNTÁRIA OU
INVOLUNTARIAMENTE, AO PROCESSO
DE ENVELHECIMENTO E À VIVÊNCIA
DAS SEXUALIDADES.
A IDADE PODE VIR ACOMPANHADA DE
DESGASTE RELACIONAL E MESMO DE
ALGUMA LIMITAÇÃO EM TERMOS DE
DESEMPENHO…
ASSOCIAR ESTA ETAPA DA VIDA A
INCAPACIDADE, DÉFICE, PERDA OU
IMPOSSIBILIDADE, É IMPOR
LIMITAÇÕES DESNECESSÁRIAS,
IMPRECISAS E FRAGILIZANTES.

Manuel Damas
2006
UM DOS PROBLEMAS DA SEXUALIDADE NOS
MAIS VELHOS É QUE, NA ACTUALIDADE, A
SEXUALIDADE DITA HEGEMÓNICA É “JUVENIL,
GENITAL, HETEROSSEXUAL E AO SERVIÇO DA
REPRODUÇÃO” (LÓPEZ).

Manuel Damas
2006
DISTRIBUIÇÃO DEMOGRÁFICA NA EUROPA A 15 (EUROSTAT, 2002)

Manuel Damas
2006
EVOLUÇÃO DEMOGRÁFICA NA EUROPA (EUROSTAT, 2002)

Manuel Damas
2006
Manuel Damas
2006
FONTE : INSTITUTO NACIONAL DE ESTATÍSTICA

Manuel Damas
2006
POPULA‚ĂO RESIDENTE POR GRANDES GRUPOS
ETēRIOS, EM 31 DE DEZEMBRO DE 2004
ESTIMATIVAS
Unidade: 1 000
POPULA‚ĂO 0 - 14 15 - 64 65 +
TOTAL ANOS ANOS ANOS

Portugal 10 529,3 1 647,4 7 091,3 1 790,5


Continente 10 043,8 1 554,4 6 761,1 1 728,2
Norte 3 727,3 620,5 2 556,8 549,9
Centro 2 376,6 344,0 1 557,1 475,5
Lisboa 2 760,7 426,3 1 884,3 450,1
Alentejo 767,7 103,1 488,9 175,7
Algarve 411,5 60,5 273,9 77,1
A¨ores 241,2 48,2 162,9 30,1
Madeira 244,3 44,8 167,3 32,2
Notas:
- Estimativas aferidas para os Resultados definitivos dos Censos 2001
- Continua¨‹o da nova sˇrie de estimativas p—scensit‡rias (provis—rias atˇ ˆ realiza¨‹o de um novo
Recenseamento da Popula¨‹o)
- NUTS II (Norte, Centro, Lisboa, Alentejo e Algarve) com as novas delimita¨›es aprovadas no Decreto-Lei n.¼
244/2002, de 5 de Novembro

Manuel Damas
2006
URGE DESMISTIFICAR A VERDADE
PRETENSAMENTE ABSOLUTA DE QUE, NOS
MAIS VELHOS, A ACTIVIDADE SEXUAL, SE
EXISTENTE, DEVE SER DIRECCIONADA
PARA A MEIGUICE E O CARINHO, COMO
FINALIDADES ABSOLUTAS E EXCLUSIVAS.

Manuel Damas
2006
A VIVÊNCIA DA SEXUALIDADE, NOS MAIS VELHOS, DEPENDE:

DO IMPRINTING SOCIO-CULTURAL;

DO BACKGROUND FAMILIAR;

DA DINÂMICA RELACIONAL;

DOS FACTORES BIOLÓGICOS.

Manuel Damas
2006
O CICLO VITAL DO CASAL
(DE FRANCK-LYNCH)

ESTÁDIO DE FUSÃO
O “EU” E O “TU” VÃO EVOLUINDO EM RELAÇÃO AO “NÓS”

ESTÁDIO DE REALISMO
RETORNO AO “EU” E AO “TU”;
DO “NÓS” PARA A INDIVIDUALIDADE

ESTÁDIO DE EQUILÍBRIO
ENTRE O “EU”- “TU” E O “NÓS”

TESE-ANTÍTESE-SÍNTESE (HEGEL)
Manuel Damas
ASSIMILAÇÃO-ACOMODAÇÃO-EQUILÍBRAÇÃO (PIAGET)
2006
AS DEFINIÇÕES SOCIAIS E CULTURAIS DA SEXUALIDADE E DO
ENVELHECIMENTO, QUANDO PROJECTADAS NOS MEDIA,
INFLUENCIAM O MODO COMO OS MAIS VELHOS SE VÊEM A SI
PRÓPRIOS.

Manuel Damas
2006
WINN E NEWTON COMPARARAM A
SEXUALIDADE DOS MAIS VELHOS EM 106
CULTURAS.
CONCLUIRAM QUE AS MANIFESTAÇÕES DA
SEXUALIDADE NESTA FAIXA ETÁRIA, EM
MUITAS SOCIEDADES, DENOTAM QUE OS
FACTORES CULTURAIS SÃO DETERMINANTES
NO COMPORTAMENTO SEXUAL.
A SOCIEDADE OCIDENTAL MOSTRA SER DAS
MAIS RESTRICTIVAS.

Manuel Damas
2006
ALTERAÇÕES FÍSICAS DO HOMEM

AUMENTO DO TEMPO NECESSÁRIO PARA ATINGIR A ERECÇÃO, COM


DIMINUIÇÃO DA CAPACIDADE DE TER E MANTER UMA ERECÇÃO
SUFICIENTE PARA A PENETRAÇÃO;
DIMINUIÇÃO DA FIRMEZA ERECCIONAL;
CONTRACÇÕES ORGÁSMICAS MENOS FORTES E MAIS ESPAÇADAS;
DIMINUIÇÃO QUANTITATIVA DO EJACULADO;
ALONGAMENTO DO PERÍODO PRÉ-ORGÁSMICO;
MAIOR DEPENDÊNCIA DOS ESTÍMULOS FÍSICOS DURANTE O PERÍODO DE
EXCITAÇÃO;
AUMENTO DO PERÍODO REFRACTÁRIO;
MAIOR RAPIDEZ NA PERDA DE ERECÇÃO PÓS-ORGÁSMICA;
EVENTUAL BAIXA PROGRESSIVA DOS NÍVEIS DE TESTOSTERONA.

Manuel Damas
2006
ALTERAÇÕES FÍSICAS DA MULHER

INVOLUÇÃO PROGRESSIVA DA GENITÁLIA, COM


ESTREITAMENTO E ESCURECIMENTO VAGINAL;

AUMENTO DA FRAGILIDADE DAS PAREDES VAGINAIS;

DIMINUIÇÃO DA LUBRIFICAÇÃO VAGINAL;

PARAGEM DA MENSTRUAÇÃO E DA OVULAÇÃO;

EVENTUAL BAIXA PROGRESSIVA DOS NÍVEIS DE


ESTROGÉNEOS, COM AUMENTO RELATIVO DA TESTOSTERONA

Manuel Damas
2006
“AS ALTERAÇÕES FÍSICAS MENCIONADAS
NÃO SÃO DE MOLDE A COMPROMETER A
VIVÊNCIA ERÓTICA.(…)
A MAIOR DEPENDÊNCIA DOS ESTÍMULOS
FÍSICOS SÓ SE TORNA UM PROBLEMA PELO
SILÊNCIO PESADO QUE ENVOLVE O SEXO,
MESMO EM CASAIS SEM DIFICULDADES A
OUTROS NÍVEIS DE COMUNICAÇÃO.”

JÚLIO MACHADO VAZ

Manuel Damas
2006
AOS MAIS VELHOS DEVE SER IMPUTADO O DIREITO DE COMPREENDER E ASSUMIR, COM TODA
A

DIGNIDADE, AS MUDANÇAS CORPORAIS, MUNINDO-SE DE NOVOS RECURSOS E ESTRATÉGIAS,

MANTENDO SEMPRE PRESENTE QUE, EM QUALQUER FASE DA VIDA, ESTÁ IMPLÍCITA A

POSSIBILIDADE DE UMA VIVÊNCIA SEXUAL SATISFATÓRIA E PRAZEROSA.


Manuel Damas
2006
ATRAVÉS DA VIVÊNCIA DAS ALTERAÇÕES
ORGÂNICAS COM NATURALIDADE E
TRANQUILIDADE E DO RESPEITO PELOS
NOVOS LIMITES QUE O CORPO COLOCA,
PODE-SE ACREDITAR E ALCANÇAR O
DIREITO À INTIMIDADE/SEXUALIDADE EM
PLENITUDE.

Manuel Damas
2006
OS SERES HUMANOS SÃO SERES SEXUAIS.
MESMO QUE A DOENÇA OU AS
CONDICIONANTES SITUACIONAIS IMPEÇAM A
EXPRESSÃO DA SEXUALIDADE EM TODA A SUA
PLENITUDE, ESTA PODE E DEVE SER
SATISFATÓRIA.
DESDE QUE, PARA TAL, OS MAIS VELHOS A
RECONHEÇAM COMO NORMAL E SAUDÁVEL,
DEVENDO ACEITAR A SUA SEXUALIDADE SEM
VERGONHA OU CONSTRANGIMENTO.

Manuel Damas
2006
“TEM UM TREMENDO EFEITO FISIOLÓGICO E
UM CLARO VALOR PSICOLÓGICO A
MANUTENÇÃO DA ACTIVIDADE SEXUAL.”

MASTERS E JOHNSON

Manuel Damas
2006
CONDICIONANTES DA ACTIVIDADE SEXUAL

PATOLOGIA OSTEO-ARTICULAR;
DOENÇA CARDÍACA;
DOENÇAS NEURO-DEGENERATIVAS;
NÍVEIS HORMONAIS;
DIABETES;
OBESIDADE;
DOR CRÓNICA;
NEOPLASIAS;
INCONTINÊNCIA URINÁRIA;
HÁBITOS ALCOÓLICOS;
CIRURGIAS: HISTERECTOMIA; MASTECTOMIA;
PROSTATECTOMIA;

MEDICAMENTOS: ANTI-HIPERTENSIVOS; ANTI-HISTAMÍNICOS;


ANTI-DEPRESSIVOS; TRANQUILIZANTES; INIBIDORES DO APETITE;
ANTI-DIABÉTICOS; ANTI-ULCEROSOS.

Manuel Damas
2006
“PODEM SER RESSALTADAS TRÊS CONCLUSÕES
GERAIS SOBRE AS ACTIVIDADES SEXUAIS DAS
PESSOAS IDOSAS:

1. O COMPORTAMENTO SEXUAL ENTRE AS PESSOAS


IDOSAS É UMA CONTINUAÇÃO DE PADRÕES VITAIS DE
LONGO TERMO;

2. AMBOS OS SEXOS MANTÊM A CAPACIDADE DE PRAZER


SEXUAL ATRAVÉS DA VIDA;

3. UM DECLÍNIO NA ACTIVIDADE SEXUAL NAS PESSOAS


IDOSAS, EM PARTICULAR NO SEXO FEMININO, É
MUITAS VEZES DEVIDO À FALTA DE DISPONIBILIDADE
DE UM COMPANHEIRO POR CAUSA DE MORTE OU DE
DOENÇA, DO QUE POR FALTA DE INTERESSE OU DE
CAPACIDADE.”

Manuel Damas
2006 WHITE
PARA MUITAS PESSOAS MAIS VELHAS A VIDA
NUMA INSTITUIÇÃO MARCA O FIM DA
LIBERDADE SEXUAL. ATÉ PORQUE
MANIFESTAÇÕES DE SEXUALIDADE E
INTIMIDADE SÃO MUITAS VEZES
ENCARADAS COMO DISTÚRBIOS DE
COMPORTAMENTO, SENDO MESMO
DESACONSELHADAS OU PROIBIDAS.
TAL FACTO, ASSOCIADO AO INSUFICIENTE
CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS
RELATIVAMENTE AO BINÓMIO
ENVELHECIMENTO/SEXUALIDADE,
ORIGINA NOS MAIS VELHOS O
SENTIMENTO DE DESERTO SEXUAL.
URGE ENCONTRAR SOLUÇÕES, QUE TERÃO
QUE PASSAR TAMBÉM PELA
SENSIBILIZAÇÃO E FORMAÇÃO DOS
Manuel Damas PROFISSIONAIS.
2006
PARA UMA RE-ENGENHARIA DE
COMPORTAMENTOS NOS MAIS VELHOS:

A ACTIVIDADE SEXUAL NÃO TEM QUE CONDUZIR


OBRIGATORIAMENTE À PENETRAÇÃO;
A PRINCIPAL PRIORIDADE DEVE SER A COMPANHIA;
ATENTAR AOS DESEJOS E NECESSIDADES DO
PARCEIRO/A;
INVESTIR NA TERNURA E NO CARINHO;
DIALOGAR ABERTAMENTE SOBRE MEDOS E
EXPECTATIVAS;
UTILIZAR TEMPO A PERCEBER AS ALTERAÇÕES QUE
AMBOS ESTÃO A ENFRENTAR;

Manuel Damas
2006
USAR NOVAS ESTRATÉGIAS (TEMPOS DE ACÇÃO, POSIÇÕES,
CARÍCIAS, ETC.);
RESPEITAR O CASO DE UM OU AMBOS NECESSITAREM DE MAIS
TEMPO PARA SE SENTIREM APTOS A DESEMPENHAR O ACTO
SEXUAL;
NÃO ESQUECER QUE A COMUNICAÇÃO É UM FACTOR CRUCIAL;
PROCURAR AJUDA ESPECIALIZADA SEMPRE QUE HOUVER
NECESSIDADE.

Manuel Damas
2006
SEXUALIDADE E AMOR NA VELHICE
Manuel Damas

V JORNADAS DE SAÚDE MENTAL NO IDOSO


UNIVERSIDADE DE AVEIRO, 2006