Você está na página 1de 7

(14/08/2018) O tratado de escatologia teve outros nomes. Novíssimos.

Verdades
eternas. A doutrina das últimas coisas. O último nome usado é escatólogia.

Diz respeito as coisas que ocorrerão, seja aos indivíduos, ou coletivamente. Morte, juizo
particular, purgatório, ceu e inferno. Parusia, ressurreição da carne, juizo universal.

Relação com outros tratados. Escatologia e a Trindade. Nosso fim último é a Trindade.
Deus é o alfa e omega. Escatologia e cristologia. A primeira alcança sua plenitude na
volta de Cristo. Ele se encarnou e voltou ao Pai. Escatologia e pneumatologia. A efusão
última do Espírito. Ele é autor da ressurreição. Escatologia e antropologia. A primeira é
plenitude da segunda. Com a ressurreição o homem alcançará a glória. Escatologia e
criação. Essa tem seu apice na escatologia. Escatologia e eclesiologia. Escatologia e
sacramentologia. Os sacramentos fazem referencia às realidades escatológicas.
Escatologia e mariologia. Nessa já se concretizou as realidades escatológicas.

Definição de homem. Unidade na dualidade. Unidade substancial entre corpo e alma. A


morte é a crise dessa unidade. O dualismo sustenta a existência da alma sem o corpo. A
alma pode sim existir sem o corpo, mas anseia-o. Não é simplesmtene uma influência
platónica. Usamos os textos bíblicos para fundamentar tal realidade.

(14/08/2018)

Antropologias semitica e grega não se contradizem segundo a posição intelectual atual.


“A pessoa humana, criada à imagem de Deus, é um ser ao mesmo tempo corporal e
espiritual” (CIC 362).

“O homem, ser uno, composto de corpo e alma, sintetiza em si mesmo, pela sua
natureza corporal, os elementos do mundo material, os quais, por meio dele, atingem a
sua máxima elevação e louvam livremente o Criador (5)” (Gs 14).

A pessoa humana é dual. O homem é um corpo; não tem um. Há, portanto, um
problema quanto à ressurreição, ou seja, a alma sem um corpo na eternidade. Santo
Tomás fala dessa realidade. A alma é um sujeito de retribuição. A alma não é pessoal;
mas pessoal. Tem subsistência. Só a dualidade explica a realidade do céu. É possível
usar alma corporeizada; ou corpo espiritualizado, desde que ortodoxamente.

“Na realidade, o mistério do homem só no mistério do Verbo encarnado se esclarece


verdadeiramente. Adão, o primeiro homem, era efectivamente figura do futuro (20), isto
é, de Cristo Senhor. Cristo, novo Adão, na própria revelação do mistério do Pai e do seu
amor, revela o homem a si mesmo e descobre-lhe a sua vocação sublime. Não é por isso
de admirar que as verdades acima ditas tenham n'Ele a sua fonte e n'Ele atinjam a
plenitude” (GS 22).
É preciso certa posição antropológica para unir-se a Deus. A ressurreição é ponto de
partida para toda especulação escatológica. Por isso, falamos de um princípio
cristológico.

É importante levar em consideração o contexto atual. “A carta sobre algumas questoes


respeitantes a ecatologia” sustenta que para uma verdadeira escatologia deve se levar
em consideração alguns aspectos: a ressurreição; o homem todo, corpo e alma; a
subsistência de vontade e inteligência; o repúdio a termos que tornam tais realidade
ininteligíveis; se deve, portanto, sustentar a vida gloriosa do Senhor; bem como, a
assunção da Vigem; e admiti-se o purgatório.

Algumas questões podem influenciar a investigação estatológica: secularismo;


penumbra da fé; controvérsias teológicas; consumismo; indiferentismo; etc. O
documento “A Esperança cristã na ressurreição” da Comissao internacional de
teologia.

(21-08-2018)

"Pela graça de Deus, Ele provou a morte em favor de todos os homens" (Hb 2,9). Em
seu projeto de salvação, Deus dispôs que seu Filho não somente "morresse por nossos
pecados" (1Cor 15,3), mas também que "provasse a morte", isto é, conhecesse o estado
de morte, o estado de separação entre sua alma e seu corpo, durante o tempo
compreendido entre o momento em que expirou na cruz e o momento em que
ressuscitou. Este estado do Cristo morto é o mistério do sepulcro e da descida aos
Infernos. É o mistério do Sábado Santo, que o Cristo depositado no túmulo manifesta o
grande descanso sabático de Deus depois da realização da salvação dos homens, que
confere paz ao universo inteiro (CIC 624).

“18. É em face da morte que o enigma da condição humana mais se adensa. Não é só a
dor e a progressiva dissolução do corpo que atormentam o homem, mas também, e
ainda mais, o temor de que tudo acabe para sempre. Mas a intuição do próprio coração
fá-lo acertar, quando o leva a aborrecer e a recusar a ruína total e o desaparecimento
definitivo da sua pessoa. O germe de eternidade que nele existe, irredutível à pura
matéria, insurge-se contra a morte. Todas as tentativas da técnica, por muito úteis que
sejam, não conseguem acalmar a ansiedade do homem: o prolongamento da
longevidade biológica não pode satisfazer aquele desejo duma vida ulterior,
invencìvelmente radicado no seu coração. Enquanto, diante da morte, qualquer
imaginação se revela impotente, a Igreja, ensinada pela revelação divina, afirma que o
homem foi criado por Deus para um fim feliz, para além dos limites da miséria terrena.
A fé cristã ensina que a própria morte corporal, de que o homem seria isento se não
tivesse pecado (14) - acabará por ser vencida, quando o homem for pelo omnipotente e
misericordioso Salvador restituído à salvação que por sua culpa perdera. Com efeito,
Deus chamou e chama o homem a unir-se a Ele com todo o seu ser na perpétua
comunhão da incorruptível vida divina. Esta vitória, alcançou-a Cristo ressuscitado,
libertando o homem da morte com a própria morte (15). Portanto, a fé, que se apresenta
à reflexão do homem apoiada em sólidos argumentos, dá uma resposta à sua ansiedade
acerca do seu destino futuro; e ao mesmo tempo oferece a possibilidade de comunicar
em Cristo com os irmãos queridos que a morte já levou, fazendo esperar que eles
alcançaram a verdadeira vida junto de Deus.

Algumas características da morte. Ela é natural. É um desmontar a tenda. A morte afeta


a alma. Haverá um juizo (Mt 25). Os talentos. Duas mortes: uma biológica; outra
eterna. Os efeitos peniciosos da morte foram vencidos pela morte de Cristo. Deu um
novo sentido a morte. A morte é o inicio da Vida.

No tempo atual ou não se fala da morte; ou a ela se dá um sentido lúdico. Pode ser
tratada como questão tecnica. O conceito de morte está ligado à filosofia grega. Mas
também o cristianismo contribuiu para a concepção da morte. O cristianismo tenta
purificar essa realidade. Por isso, há semelhanças e diferenças. Sobretudo, a intenção
indica essa diferença.

(28/08/2018). Na bíblia o sentido da morte vai mudando. A morte era sinal de maldição.
O cristianismo foi acusado de influência platônica. A morte não é aniquilamento. No
xeol já se fala que algo subsiste pós morte. Morte e doença passam de uma visão
meramente negativa para certa positividade dessa realidade.

Longevidade era sinal de benção. O xeol é a privação de relação com os outros e Deus.
Fenomeno espiritual. O culto aos mortos era proibido em Israel. Um exemplo disso é a
Necromânte cunsultada por Saul (I Sm 28, 3-25). O culto aos mortos poderia competir
com o culto ao verdadeiro Deus.

A visão da morte como castigo entra em crise. Jó e Isaias falam de um homem


desfigurado. Começa-se a mudar de negativo a positivo (Elc 2, 16). O cântico do servo
de Iahwe (Is 53). Morte recebe um conteúdo novo. Não aparece como aniquilamento,
mas força de transformação. Enfermidade como espiação, redenção. Deus sustenta o
corpo na morte, vida nova (Sl 16, 10). Com Daniel há a ressurrreição e com Macabeus o
martírio como sinal da morte como sendo positiva. Com Sócrates a alma tem estado
verdadeiro depois da morte; no cristianismo ela busca a comunhão com o Criador. Os
livros sapienciais usam termos gregos, mas com diferenças dotrinais.

O novo testamento fala da morte como comunhão com Deus. Falamos de sermos
revestidos dua nova veste (II Cor 5,4). A morte ganha um novo significado. O salário do
pecado é a morte (Rm 6, 23). Cristo mostra a excelência da morte. Ela é caminho para a
eternidade. O homem espera a ressurreição, seja para a morte, seja para eternidade.
(04/09/2018). Descida de Jesus aos infernos. Bento XVI interpreta isso segundo o grito
na Cruz. Solidão. O Xeol é lugar dos justos. Há uma comunhão com Cristo
imediatamente a morte. Os primeiros cristãos esperavam a parusia iminente. Paulo
falava da ressurreição futura. Havia questões abertas, por exemplo, o estado dos
defuntos. Já se pensava a subsistência da alma depois da morte. A mansão dos mortos
era o Xeol. Era uma concepção judáica. Estava debeixo da terra. Refain eram seus
habitantes. O pessoa perdia sua individualidade, imperfeição e subsistencia de algo.
Massa anonima. Não havia ideia de retribuição.

Comecou surgir a ideia que Deus pode retirar a alma do Xeol. Uma preparação para a
ressurreição. Coisa que fica evidente com descida de Cristo aos infernos, ou seja, ao
Xeol. (CIC 631).

Juízo particular (CIC 1021). Retribuição imediatamente após a morte. O bom ladrão,
Lázaro são exemplos. A retribuição é eterna. Estado intermediário; retribuição eterna. O
juízo coloca sua vida em relação com a de Cristo. É distinto do universal, mas relativo a
ele. Não há definição dogmática sobre isso, mas está implicita noutras definições. Há
várias interpretações. Alguns afirma que é uma autoavaliação num encontro com Cristo.
O juiz só o é; o réu já tomou suas decisões. O critério é Cristo. Isso se apóia na
escatologia de João (Jo 3, 18; 5,24). Na hora da verdade é importante o
desmascaramento e o bem revelado.

Bento XVI aborda a questão do juízo relacionado a esperança. O juízo chama a


responsabilidade. A fé aponta para o juízo. Essa realidade pode influenciar toda vida
cristã.

(11/09/2018) Algo deve subsistir para depois da morte. Nenhum povo pensava que tudo
estivesse acabado após a morte. Saul e a Necromânte. Há crença na sobrevivência,
retribuição e imortalidade sucessivamente. Posteriormente, a noção de ressurreição.

A crença na sobrevivência é antiga. O xeol, por exemplo. Todos iam para lá. Parece ter
sempre existido. A retribuição e imortalidade aparecem mais no Novo Testamento.
Parecia haver uma contradição entre imortalidade da alma e ressurreição. A
imortalidade da alma exige uma ressurreição. Jó falava da retribuição para justos e
injustos. A alma sendo criada para o corpo pressupõe a ressurreição. Os hebreus
chegaram a imortalidade da alma por uma questão teológica, não filosófica, como os
gregos. Deus chama o povo a comunhão com Ele, logo, não é apenas temporal, mas
pós-tempo.

Desse pressupostos, os gregos acolheram a mensagem da ressurreição. Mensagem de


plenitude com Deus, bem-aventurança. A ressurreição passa pela sobrevivência e
imortalidade da alma. O livro da sabedoria fala dessa sobrevivência. Os hebreus
esperavam a retribuição nessa vida. O xeol é o fim disso tudo. A ressurreição é algo da
onipotência de Deus. Ezequiel já esborçava a ressurreição (Ez 37, 12ss). Daniel dava
testemunho expresso da ressurreição (Dn 1, 5ss). Outro texto que dá testemunho
explicitoda ressurreição (II Mc 7,9). A vida dos justos está nas mãos de Deus (Sb 3, 1;4,
19).

No Novo testamento há explícita crença na sobrevivência, retribuição, imortalidade e


conseguinte ressurreição. Lázaro; Casa com muitas moradas; Tenda em Paulo; trigo e
joio; obras de caridade; aquele que crê em mim, ainda que morra viverá; quem crêm em
mim eu o ressuscitarei no último dia; etc. Vários textos falam dessa imortalidade.

A liturgia fala dessas realidades. Imortalidade, parusia, escatologia, etc. Lex orandi e lex
credente. Oração pelos fiéis defuntos. Liturgia de encomendação.

(18/09/2018). A ressurreição é um evento histórico. Túmulo vazio e aparições


acompanhadas de testemunhas. Mas ela supera a histório. Obra da Trindade. Se Cristo
não ressuscitou vã é nossa fé. Manifesta o cumprimento do antigo testamento. Confirma
a divindade de Jesus. Morte nos liberta; ressurreição abre a porta da vida nova. Exemplo
e causa da nossa ressurreição.

Segundo Tomás, a ressurreição é operada por Cristo. Cristo quis morrer para purificar
nossos pecados; ressurgir para nos dar a vida. Recebemos o efeito de sua morte nos
sacramentos. Os efeitos da paixão se dão nos sacramentos; os da ressurreição, no futuro,
com nossa ressurreição. A causa é da ressurreição é Jesus. Alguns entendiam a
ressurreição apenas num sentido espiritual.

Cita o texto de São Paulo que fala do corpo psíquico e pneumático. Duas ressurreições;
quando se peca e na final. Jó falava da ressurreição (Jó 19, 25). Não é natural a alma
separada do corpo. Por isso, a imortalidade da alma exige a futura ressurreição do
corpo.

Três fundamentos da ressurreição: Cristo; imortalidade da alma e desejo de felicidade.


A felicidade última se dá na visão beatifica. Ainda que nela a alma tem necessidade do
corpo. Santo Tomás afirma que aquilo que falta a alma, por ocasião de não estar unida
ao corpo, Deus de modo por ele conhecido, supre a ausência do corpo.

Evento central da nossa fé. Evento histórico e transcendente. O apóstolo fala dos
eventos da ressurreição: túmulo vazio; as aparições do ressuscitado. Esses dois eventos
provam o fato. A dúvida mostra que eles tinha consciência. Corpo com aspecto
diferente. Por exemplo, Lázaro tinha o mesmo aspecto, a ressurreição é diferente. Na
ressurreição de Cristo o corpo não está submetido às leis de espaço e tempo.

Acontecimento transcendente. Ninguém pode a ver. Nem foi visto a passagem duma
vida inferior para superior. Supera a história. Ele se manifestou aos discípulos. Obra da
Trindade. Há um sentido. Ela confirma que Jesus é Deus.
Nossa ressurreição. Tal como Cristo, os justo ressuscitam. Ele o fará no último dia.
Também é obra da Trindade. Ressurreição da carne. Depois da morte, os corpos
retornam a vida. A ressurreição foi revelada paulatinamente. Nasce de uma teologia. Os
fariseus esperavam a ressurreição. Respondeu aos saduceus. Deus o É dos vivos. Ela
tem fundamentos teológico e Cristológico. Nasce da teológia e tem fundamento
cristológico. Todos vão ressuscitar. Uns para a eternidade; outros não. Não se volta a
uma vida meramente terrena. O mesmo corpo. Utrapassa toda compreensão humana.
Página 1015 Aurélio Fernandez.

(25/09/2018). Inferno. Progresso na concepção dessa realidade. Jesus pregava sobre o


inferno. Convite à vigilância. “Quem ama sua vida vai perdê-la” (Jo 12, 25). Aquele que
sarvar sua vida a perderá (8, 35-36). No inferno há pena da condenação; também a dos
sentidos. Eles não alcançaram o fim último desejado. “Ali haverá choro e ranger de
dentes” (Mt 13, 42-50). Lá haverá choro e ranger dentes (Lc 13, 28). “Onde o fogo não
se extingue” (Mc 9, 43.46.48). “Lançaio fora nas treves, ali haverá choro e ranger de
dentes” (Mt 25, 30). A parabola de Lázaro e o tormento na mansão dos mortos (Lc 16,
19-31). Esse texto fala de tormento. “O castigo deles será a ruina eterna” (II Ts 1, 9). “A
segunda morte é o lago de fogo” (Ap 20, 14-15).

Também estava presente na pregação dos padres da Igreja. Didake, Inácio de


Antioquia, Pseúdo Barnabe, Origenes. Mas esse último teve algumas particularidades:
termporalidade e apocatástasis. Dizia que o inferno era um remédio. Tinha carater
medicinal. A sua concepção cíclica da história faz que ele pensasse essa temporalidade.
A outra, que é a apocatástasis, não era muito clara. Mantem a dúvida acerca de sua
própria opinião. Essas teoria foram condenadas Dz 411.

Alguns textos do magistério. Dz 11, 13, 14, 76, 811. Latrão. Julgar vivos e mortos.
Lumen Gentium 48. Gaudium et spes. Catecismo (1033). Não se pode estar unido a
Deus se não se fizer a opção de amálO.

Hoje em dia se perdeu a noção de recompensa e castigo. Essa noção é pedagógica.

1- O que é o inferno?

2- Explique a evolução até chegar a concepção da ressurreição?

3- Os fundamentos da ressurreição?

(02/10/2018). Céu. Não é antitese do inferno. Não o o seu inverso. Mas é um destino
eterno do homem. Nas Escrituras há vários titulos. Bem-aventurado. O termo da vida.
cumprimento pleno da vocação originária do homem. Responde a condição do homem,
criado à sua imagem e semelhança. Visão beatifica. Isso é o céu. Face a face com Deus.
Presença de Deus. Consequências positivas da vida levada pelo ser humano.
Plenificação. Resposta última do homem. Jo 14, 2-3 “Na casa de meu Pai há muitas
moradas). No céus a pessoa adquire sua dignidade. Ela foi pensada por Deus desde a
eternidade. O mesmo eu, mas com um dado novo. Objetividade e subjetividade plenas.

O céu no Antigo Testamento. Verdade repetida no Antigo com linguágem simbólica. Sl


115 “Nosso Deus está no céu”. Tem vários significados: visão entre firmamento; anjos;
Deus. Trono de Deus Is 66, 1. A perspectiva do céu no final do Antigo testamento IMc
3, 18-19; 50; 60.

O céu no Novo Testamento. At 1 mostra a acensão de Jesus ao céu. Hebreus fala do céu
como Santuário 4, 14. Felipenses 3, 1-4. João fala do céu como vida eterna. Evangelhos
falam de recompensa, prémio eterno etc, Mt 5, 12. Na tradição há expressões na ata dos
mártires. Ir ao céu, alcançar a coroa, viver eternamente etc. Cic 1027 descreve o céu
além da inteligência humana.

O céu é a visão de Deus no sentido bíblico. Conhecer a Deus. Comunhão com Ele.
Alcançar a plenitude do homem. Visão, encontro com Cristo e uma plenitude do ser
humano são características do céu.