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HARPA CRISTÃ

SÍNTESES DOS LIVROS • ARTIGOS • MANUAL DE CERIMÔNIAS • CONCORDÂNCIA • DICIONÁRIO

VERSÃO ALMEIDA REVISTA E CORRIGIDA


Harpa Cristã
Sínteses dos Livros • Artigos • Manual de Cerimônias • Concordância • Dicionário

Ve r s ã o A l m e i d a R e v i s t a e C o r r i g i d a
E d i ç ã o 2009
A missão primordial da CPAD é proclamar, por meio da página impressa, o Evangelho de nosso Senhor Jesus
Cristo no Brasil e no exterior; edificar a Igreja de Cristo por intermédio de literaturas ortodoxas, que auxiliem os
obreiros cristãos no desenvolvimento de suas tarefas no Reino de Deus, e educar a sociedade e a Igreja através
da Escola Dominical, que evangeliza enquanto ensina.

Bíblia Obreiro Aprovado


Copyright © 2010 da Casa Publicadora das Assembleias de Deus. Todos os direitos reservados.
Os direitos de tradução do texto bíblico, Almeida Revista e Corrigida, 4ª ed., 2009,
foram cedidos pela Sociedade Bíblica do Brasil.
Pequeno Dicionário Bíblico S. E. McNair
© 2010 por Casa Publicadora das Assembleias de Deus.
Manual de Liturgia
© 2010 por Casa Publicadora das Assembleias de Deus.
Concordância
© 2009 por Sociedade Bíblica do Brasil. Todos os direitos reservados.
Mapas em Cores
© 2002 por Sociedade Bíblica do Brasil. Todos os direitos reservados.

B477
Bíblia Obreiro Aprovado: sínteses, artigos, liturgia, concordância, dicionário, Harpa Cristã
Rio de Janeiro: CPAD, 2010.
1988 p.; 13,6 x 21 cm

Texto Bíblico: Almeida Revista e Corrigida, 4ª ed., 2009 – Sociedade Bíblica


do Brasil. Todos os direitos reservados.

Contém introduções aos livros da Bíblia, artigos, manual de liturgia, concordância, dicionário,
Harpa Cristã e mapas.

ISBN 978- 85-263-1055-1 BOA (preta)


ISBN 978-85-263-1056-8 BOA (vinho)
ISBN 978- 85-263-1057-5 BOA (azul)

1. Bíblia Sagrada. 2. Estudo Bíblico. 3. Teologia Pastoral.
CDD – 220.569

CASA PUBLICADORA DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS


Presidente da CGADB Projeto Gráfico
José Wellington Bezerra da Costa Alexandre Soares
Presidente do Conselho Administrativo da CPAD Design de Capa
José Wellington da Costa Júnior Setor de Design CPAD
Direção-Geral Editoração
Ronaldo Rodrigues de Souza ArtSam – Soluções Gráficas
Diretor-Executivo da CPAD
Preparação de textos e revisão de provas
Caroline Tuler Telma Bueno Impressão e Fotolito
Anderson Grangeão da Costa Elaine Arsenio SW Press
Tatiana da Costa Verônica Araújo Impressão: Setembro/2014
Miriam Reiche Tiragem: 20.000

CPAD
Avenida Brasil, 34.401, Bangu, Rio de Janeiro, RJ – Caixa Postal 331, CEP 21.852-001
SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente): 0800-021-7373
Índice

Prefácio dos Editores.......................................................................................................VII


Prefácio à Tradução de Almeida Revista e Corrigida — 4ª Edição.....................................IX
Colaboradores..................................................................................................................XI
Estudos Ministeriais....................................................................................................... XV
Como Usar os Recursos da Bíblia Obreiro Aprovado....................................................XIX
Abreviaturas dos Livros da Bíblia..................................................................................XXI
Ministro e Líder de Ministros..................................................................................... XXIII

Antigo Testamento
Gênesis............................. 3 2 Crônicas..................... 534 Daniel........................... 989
Êxodo............................. 66 Esdras............................ 574 Oseias......................... 1013
Levítico......................... 121 Neemias........................ 591 Joel.............................. 1026
Números....................... 162 Ester.............................. 612 Amós.......................... 1030
Deuteronômio.............. 217 Jó.................................. 622 Obadias....................... 1037
Josué............................. 263 Salmos.......................... 653 Jonas........................... 1039
Juízes............................ 298 Provérbios..................... 739 Miqueias..................... 1042
Rute.............................. 337 Eclesiastes..................... 775 Naum.......................... 1048
1 Samuel....................... 342 Cantares........................ 789 Habacuque.................. 1051
2 Samuel....................... 386 Isaías............................. 796 Sofonias...................... 1054
1 Reis............................ 420 Jeremias........................ 852 Ageu........................... 1057
2 Reis............................ 462 Lamentações................. 919 Zacarias....................... 1060
1 Crônicas..................... 497 Ezequiel........................ 927 Malaquias.................... 1071

Manual Litúrgico – A Prática do Aconselhamento Pastoral


A ordem e reverência nos cultos.................................................................................. 1081
O significado da liturgia bíblica.................................................................................... 1081
O culto: o momento de adoração por excelência do povo de Deus.............................. 1084
O culto de doutrina: a celebração do ensino da Palavra................................................ 1089
Culto de evangelismo e missões: celebrando a divulgação do evangelho de Cristo....... 1093
Culto em ação de graças............................................................................................... 1095
Solenidades cívicas: celebrando a glória de Deus diante das autoridades constituídas...... 1097
Inauguração de templo: mais uma casa de oração para todos os povos......................... 1099
Ordenação de obreiros: celebrando o exercício do santo ministério............................. 1101
Despedida e passagem do pastorado............................................................................. 1106
Apresentação de crianças: consagrando os filhos ao Senhor.......................................... 1109
Batismo em águas: símbolo da morte e ressurreição de Cristo...................................... 1111
A Santa Ceia: a reunião mais solene da Igreja de Cristo............................................... 1114
A celebração do noivado.............................................................................................. 1119
Casamento: a celebração do amor conjugal.................................................................. 1121
Cerimônias de bodas de prata e de ouro....................................................................... 1126
O funeral: dispensando as consolações cristãs em momento de dor.............................. 1128
Í ndice VI

Novo Testamento
Mateus........................ 1133 Efésios......................... 1407 Hebreus...................... 1470
Marcos........................ 1178 Filipenses.................... 1419 Tiago........................... 1488
Lucas........................... 1209 Colossenses................. 1424 1 Pedro........................ 1493
João............................. 1252 1 Tessalonicenses......... 1433 2 Pedro........................ 1499
Atos............................ 1284 2 Tessalonicenses......... 1438 1 João.......................... 1503
Romanos..................... 1336 1 Timóteo................... 1441 2 João.......................... 1508
1 Coríntios.................. 1358 2 Timóteo................... 1450 3 João.......................... 1510
2 Coríntios.................. 1382 Tito............................. 1461 Judas........................... 1512
Gálatas........................ 1397 Filemom...................... 1468 Apocalipse.................. 1514

Concordância................................................................................................................ 1533
Pequeno Dicionário Bíblico S. E. McNair...................................................................... 1677
Harpa Cristã................................................................................................................. 1813
Mapas........................................................................................................................... 1981
P refácio dos E ditores

O contexto pós-moderno e as prementes necessidades espirituais de nosso tempo exigem


cada vez mais dinamismo e praticidade dos Obreiros para lidarem com os desafios e urgências
do ministério pastoral.

O Ministro do Evangelho é chamado constantemente para realizar cerimônias e ritos


cristãos, mas falta-lhe uma orientação disponível, prática e segura de como lograr êxito nas
mais diferentes solenidades, seja na igreja, seja na sociedade.

Pensando nos desafios do ministério pastoral no Brasil, a CPAD reuniu a experiência de


renomados pastores, missionários, educadores, pregadores e profissionais cristãos em uma
única Bíblia, a fim de proporcionar aos Obreiros um guia prático de Teologia Pastoral,
Administração Eclesiástica, Educação Cristã e Missiologia.

Mais uma vez, a Casa Publicadora das Assembleias de Deus ratifica o seu compromisso
com a ortodoxia doutrinária, a liturgia evangélica e a pregação bíblica, reunindo nessa obra
uma Síntese dos Livros da Bíblia, Artigos Pastorais, Manual de Liturgia, Concordância,
Dicionário Bíblico McNair, Harpa Cristã e Mapas, destinados ao pleno desenvolvimento do
ministério cristão em nosso país.

Os artigos, originalmente escritos para a revista Manual do Obreiro, foram adaptados e


revisados para compor a Bíblia Obreiro Aprovado. A CPAD agradece a todos os colaboradores
dos artigos, especialmente ao pastor José Apolônio da Silva, responsável pela elaboração das
sínteses introdutórias aos livros da Bíblia, extraídos da obra Sintetizando a Bíblia, e aos pastores
Claudionor de Andrade e Temóteo Ramos de Oliveira pelo Manual Litúrgico, composto a
partir do Manual da Harpa Cristã e cotejado com o Manual de Cerimônias.

Nossa oração e desejo é que a Bíblia Obreiro Aprovado abençoe e enriqueça a sua vida e
ministério, dádivas do incomensurável amor de Deus.

Soli Deo Gloria.

Ronaldo Rodrigues de Souza


Diretor Executivo da CPAD

Inverno de 2010.
Prefácio à Tradução de
Almeida Revista e Corrigida — 4ª edição
A tradução de João Ferreira de Almeida, na sua Edição Revista e Corrigida (ARC), é
o texto oficialmente adotado por diversas Igrejas Cristãs no Brasil. A revisão do texto de
Almeida, que culminou com o lançamento da “Edição de 1995”, foi realizada em consulta
com as Igrejas Cristãs e obteve delas sua aprovação. Em data recente, após mais de uma
década de uso da “Edição de 1995” nos momentos de culto, pregação, estudo e aconse-
lhamento pastoral, lideranças das Igrejas que adotam esse texto bíblico encaminharam à
SBB sugestões que ora resultam no lançamento dessa edição revisada, a qual, por proposta
dessas mesmas Igrejas, passa a chamar-se de “Almeida Revista e Corrigida — 4ª edição”,
considerando-se a revisão de 1898 como a 1ª edição, a de 1969 como a 2ª edição e a de
1995 como a 3ª edição.
A Almeida Revista e Corrigida — 4ª edição traz como novidades o seguinte:
1) O termo “caridade”, como sobejamente utilizado em 1Co 13 e em outros textos do
Novo Testamento, foi substituído por “amor”, termo esse já há muito presente na
ARC em passagens como Mt 24.12, Rm 12.9 e Ef 5.2. O termo “caridade” passou
a ser a leitura alternativa, constando em nota de rodapé ou nota final.
2) O “S.” (= “Santo” ou “São”) anteposto aos nomes dos escritores bíblicos nos títulos
de seus respectivos livros e epístolas foi eliminado. Assim, “O santo Evangelho se-
gundo S. João” passa a ser “O santo Evangelho segundo João”, e a “Epístola do após-
tolo S. Paulo aos Gálatas” passa a ser “Epístola do apóstolo Paulo aos Gálatas”.
3) Alguns verbos em 1Jo 3, mais precisamente nos versos 4,6,8,9 do referido capí-
tulo, tiveram a sua tradução revista para refletirem com mais exatidão e clareza o
sentido dos verbos do texto original grego, língua em que o Presente e o Particípio
Presente indicam ação contínua, costumeira, habitual. Assim, 1Jo 3.4 passa a ter
“qualquer que pratica o pecado” em vez de “qualquer que comete o pecado”, e 1Jo
3.6 passa a ter “qualquer que permanece nele não vive pecando” em vez de “qual-
quer que permanece nele não peca”.
4) A presente edição incorpora as mudanças previstas na reforma ortográfica da lín-
gua portuguesa, vigente a partir de 2009.
Todas as demais características do texto permanecem, e o mesmo agora retorna
enriquecido e aprimorado como Almeida Revista e Corrigida — 4ª edição para uso do
povo de Deus. Que Deus continue abençoando a leitura e a proclamação de sua Palavra
entre nós!

Barueri, janeiro de 2009.


Colaboradores

Alexandre Claudino Coelho – ministro do evangelho, licenciado em Letras e Teologia.


Professor universitário, ministra aulas de Grego, Novo Testamento e Exegese na FAECAD. É
chefe do Setor de Livros da CPAD, acadêmico de Direito e cursa MBA em Gerenciamento
de Projetos na Fundação Getúlio Vargas e coautor da obra Davi: as vitórias e as derrotas de
um homem de Deus (2009), publicado pela CPAD.

Anthony D. Palma – ministro do evangelho, teólogo, escritor e Mestre em Divindade pelo New
York Theological Seminary, Mestre em Teologia Sagrada (S.T.M) e Doutor em Teologia (Th.D.).
Entre os escritos mais conhecidos no Brasil consta: Batismo no Espírito Santo e com Fogo (CPAD).

Antonio Gilberto – ministro do evangelho, consultor doutrinário da CPAD, teólogo, psicólogo,


pedagogo, articulista, licenciado em Letras e Pedagogia pela Faculdade de Artes Liberais
da Universidade SUAM (RJ), Mestre em Educação pela BIOLA University, EUA, editor
da edição brasileira da Bíblia de Estudo Pentecostal, escritor de obras teológicas, algumas
traduzidas em mais de vinte e cinco idiomas, membro da Academia de Letras Emilio Conde
(RJ), da Academia Evangélica de Letras do Brasil (AELB) e fundador do CAPED.

Antônio Mardônio Vieira Nogueira – ministro do evangelho, teólogo, formado em Letras,


coordenador pedagógico da Faculdade Evangélica de São Paulo (FAESP), articulista e pastor
da Assembleia de Deus em São Bernardo Campo (SP).

Arnaldo da Silva – economista, professor universitário e membro da Assembleia de Deus


em Recife (PE).

Bernhard Johnson (1931-1995) – ministro do evangelho, missionário norte-americano


entre as Assembleias de Deus, evangelista, pastor, pregador de cruzadas evangelísticas de
cura divina e milagres, fundador da FAETAD e do ICI no Brasil, recebeu em 1983 o título
de Doctor of Humane Letters, concedido pela Faculdade Betânia das Assembleias de Deus de
Santa Cruz, Califórnia – EUA.

Carlos Padilha de Siqueira – presidente de honra da Assembleia de Deus em Presidente


Prudente (SP), Bacharel em Direito e Teologia, membro vitalício do Conselho Administrativo
da CPAD, liderou diversas igrejas em São Paulo e Mato Grosso.

César Moisés Carvalho – ministro do evangelho, pedagogo, professor universitário, chefe


do Setor de Educação Cristã da CPAD e autor dos livros Marketing para a Escola Dominical
(Ganhador do Prêmio Areté 2007 como melhor livro de Educação Cristã), O Mundo de
Rebeca e coautor da obra Davi: as vitórias e as derrotas de um homem de Deus (2009), todos
editados pela CPAD.

Claudionor Corrêa de Andrade – ministro do evangelho, pregador, professor de Bíblia, Teologia


e Filosofia, editor da Bíblia de Estudo Pentecostal brasileira, membro da Casa de Letras Emílio
Conde (RJ), escritor de várias obras teológicas e litúrgicas (CPAD), conferencista, comentarista
de Lições Bíblicas, e Gerente do Departamento de Publicações da CPAD.
C OL ABOR ADORES XII

Cyro Mello – ministro do evangelho, jornalista, escritor de obras teológicas, conferencista,


diretor da Missão Ômega e atual secretário-adjunto da CGADB.

Dinamene Meireles – engenheira responsável pelo Departamento de Engenharia da


Assembleia de Deus em Salvador, e pela restauração da sede histórica da igreja – o templo
do Boqueirão. Ela também trabalha com o Departamento das Famílias da igreja, ao lado do
esposo Lázaro.

Eli Martins de Souza – ministro do evangelho, líder da Assembleia de Deus em São Carlos
(SP), Bacharel em Teologia e membro do conselho de doutrinas da CONFRADESP.

Elienai Cabral – ministro do evangelho, líder da Assembleia de Deus em Sobradinho (DF),


teólogo, escritor de várias obras teológicas, professor de teologia, pregador, conferencista
internacional, palestrante de diversas escolas de obreiros brasileiras, comentarista de Lições
Bíblicas da CPAD, e membro da Casa de Letras Emílio Conde.

Elinaldo Renovato de Lima – ministro do evangelho e líder da Assembleia de Deus em


Parnamirim (RN), comentarista de Lições Bíblicas da CPAD, escritor de diversas obras
teológicas (vencedor do prêmio Areté, em 2005), membro da Casa de Letras Emílio
Conde, professor universitário e conferencista nas áreas de família, ética e filosofia
cristã.

Esdras Costa Bentho – ministro do evangelho, teólogo, pedagogo, chefe do Setor de Bíblias
da CPAD, e pesquisador na área de Bíblia, Exegese, Hermenêutica bíblica e filosófica, com
ênfase no período clássico da hermenêutica alemã. É autor das obras: Hermenêutica Fácil e
Descomplicada (2003); A Família no Antigo Testamento: história e sociologia (2005), e coautor
do livro Davi: as vitórias e as derrotas de um homem de Deus (2009); Igreja: Identidade e
Símbolos (2010), todos editados pela CPAD. O autor é conferencista e comentarista do Novo
Currículo de Escola Dominical para as lições de adolescentes.

Eurico Bergstén (1913-1999) – ministro do evangelho, missionário finlandês enviado pela


Missão Sueca, pastor, educador, escritor de diversas obras e artigos teológicos, comentarista
de revistas de Escola Dominical, foi palestrante em diversas escolas bíblicas nas Assembleias
de Deus no Brasil.

Esequias Soares – ministro do Evangelho, Bacharel em Teologia, graduado em Letras, com


especialização em Língua e Literatura Hebraica pela Universidade de São Paulo e Mestre em
Ciências da Religião pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. É líder da Assembleia de
Deus em Jundiaí (SP), presidente da Comissão de Apologia da CGADB, comentarista das
Lições Bíblicas e membro da Academia de Letras Emílio Conde.

Geremias do Couto – ministro do evangelho, escritor, jornalista, conferencista, autor do livro


A Transparência da Vida Cristã (CPAD), comentarista das revistas Lições Bíblicas, presidente
da Omega Mission Ministry, Inc, membro da Casa de Letras Emílio Conde, editor da Bíblia de
Estudo Pentecostal, coordenador nacional do projeto Minha Esperança, realizado no Brasil
pela Associação Evangelística Billy Graham e representante nacional da mesma organização
no Brasil.
XIII C olaboradores

Jamiel de Oliveira Lopes – ministro do evangelho na Assembleia de Deus em Indaiatuba (SP),


Mestre em Psicologia Clínica pela PUC – Campinas, psicopedagogo, professor universitário,
escritor e conferencista.

Jemuel Kessler – ministro do evangelho na Assembleia de Deus em Cordovil (RJ), teólogo


formado no Instituto Bíblico Pentecostal, engenheiro mecânico e civil, pós-graduado, formado
pela Escola Politécnica da Pontifícia Universidade Católica, RJ.

Jesiel Padilha de Siqueira – ministro do evangelho, presidente da AD em Santos – SP,


graduado em teologia e pedagogia, professor de Filosofia e Teologia na FACETEN – Faculdade
de Ciência, Educação e Teologia do Norte do Brasil.

Jesiel Paulino da Silva – ministro do evangelho, teólogo, professor de Teologia Exegética e


Bíblica, diretor do Centro de Educação Teológica de Florianópolis.

Joedson Costa Dias – ministro do evangelho, diretor da Escola de Missões da Assembleia de


Deus (EMAD) e secretário da SENAMI (Secretaria Nacional de Missões), tem dedicado sua
vida e ministério ao incentivo e formação de missionários.

Joel Freire da Costa – ministro do evangelho, Bacharel em Teologia e Filosofia, Mestre em


Teologia, Ciências Humanas e Divindade. É líder da Assembleia de Deus em Lighthouse–
point (Flórida) e da Convenção Fraternal de Ministros das Assembleias de Deus Brasileiras
nos Estados Unidos.

José Apolônio da Silva – ministro do evangelho, teólogo, articulista, membro da Casa de


Letras Emílio Conde, autor de diversas obras teológicas, inclusive a que é usada para as
sínteses dos livros da Bíblia Obreiro Aprovado. Pastoreou igrejas Assembleias de Deus no Rio
Grande do Norte, Rio de Janeiro, São Paulo e Paraíba.

José Wanderlei dos Santos – ministro do evangelho e líder da Assembleia de Deus brasileira
em Auckland, Nova Zelândia.

José Wellington Bezerra da Costa – ministro do evangelho, teólogo, escritor, Bacharel em


Direito, Sociologia e Teologia, é presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus
no Brasil.

José Wellington Costa Júnior – ministro do evangelho, vice-líder do ministério da Assembleia


de Deus no Belenzinho (SP), 2º vice-presidente da Convenção Fraternal e Interestadual das
Assembleias de Deus do Ministério do Belém (CONFRADESP) e presidente do Conselho
Administrativo da CPAD.

Marcos Duarte – arquiteto, especialista em luminotécnica, com especialização pela General


Eletric.

Marcos Tuler – ministro do evangelho, pedagogo, teólogo, conferencista, escritor de diversas


obras de Educação Cristã, palestrante em diversas conferências de escolas dominicais, e
diretor da FAECAD – Faculdade Evangélica de Ciência e Tecnologia da CGADB.
C olaboradores XIV

Nestor Henrique Mesquita – ministro do evangelho, ex-missionário na Espanha, educador,


escritor de várias obras teológicas, Mestre em Ciências da Religião e Psicologia, Doutor em
Divindade e Bacharel em Psicanálise Clínica. É presidente da Convenção das Assembleias
de Deus do Piauí (CEADEPI).

Paulo Roberto Freire da Costa – ministro do evangelho, líder da Assembleia de Deus


em Campinas (SP), Doutor em Filosofia pela Faculdade Salesiana de Ciências e Letras,
Especialista em Administração Eclesiástica, Psicologia e Aconselhamento Pastoral pelo
Fuller University, California, EUA, e Doutor em Administração Eclesiástica pela Fundação
do Centro Teológico Jerusalém, Campinas, SP.

Sara Alice C. Cavalcanti – Formada em Letras pela UERJ, é professora de Hebraico e


Literatura Hebraica, especialista em História e Cultura Judaica e articulista de diversos
periódicos.

Severino Pedro da Silva – ministro do evangelho, teólogo, ex-missionário, conferencista,


escritor de diversas obras teológicas, comentarista das Lições Bíblicas, formado em Teologia
e Filosofia, é membro da Academia Evangélica de Letras do Brasil e da Casa de Letras Emílio
Conde.

Temóteo Ramos de Oliveira – ministro do evangelho, ex-missionário, escritor de teologia


pastoral, articulista, advogado, líder da Assembleia de Deus em Petrópolis (RJ) e
presidente da Convenção Fraternal das Assembleias de Deus no Estado do Rio de Janeiro
(CONFRADERJ).

Thom S. Rainer – ministro do evangelho, teólogo, decano da Faculdade de Missões,


Evangelismo e Crescimento no Seminário Teológico dos Batistas do Sul. É presidente do
Rainer Group, uma consultoria sobre a igreja nacional e denominacional. É autor de 12 livros
e de 300 artigos.

Vernon Peterson – ministro do evangelho, teólogo, articulista, especialista em Gestão


Educacional e Antropologia. Atualmente é gerente da Editorial Patmos em Miami (EUA).

Wagner Tadeu dos Santos Gaby – ministro do evangelho, teólogo, educador, escritor, Major
capelão R/1 do Exército Brasileiro, é formado em Teologia, Direito, mestre em Educação e
Ciência da Religião, vice-líder da Assembleia de Deus em Curitiba (PR), escritor, membro
da Casa de Letras Emílio Conde, e comentarista das Lições Bíblicas.
Estudos Ministeriais

A mordomia dos olhos: aspectos teológicos que norteiam a conduta cristã


Antônio Mardônio Vieira Nogueira..................................................................................... 17

Delegar poder e partilhar responsabilidades: os ingredientes fundamentais para o exercício


de uma liderança eficaz
José Wellington Costa Júnior............................................................................................... 87

O propósito da disciplina na igreja


Joel Freire da Costa.......................................................................................................... 132

Quando o milagre torna-se banal: a igreja não deve sofrer milagres; ela deve fazer os milagres
acontecerem
Claudionor Corrêa de Andrade........................................................................................ 180

Teologia do divórcio
Esdras Costa Bentho........................................................................................................ 246

Liderança no século 21: qualificações para os líderes eclesiásticos


Elinaldo Renovato de Lima............................................................................................... 264

Quando Deus chama: a chamada divina ao homem sempre tem um propósito definido
Temóteo Ramos de Oliveira.............................................................................................. 306

Mercantilização do ministério: lições para a igreja contemporânea a partir do exemplo de


Mica e o levita
Alexandre Claudino Coelho............................................................................................. 326

Liderança segundo o coração de Deus: o que aprender com os erros e acertos do rei Davi
Alexandre Claudino Coelho............................................................................................. 357

Iluminação de templos: dicas para combinar a luz artificial e natural em igrejas


Marcos Duarte e Jemuel Kessler........................................................................................ 394

Depressão: como vencer o esgotamento espiritual no ministério


Elienai Cabral................................................................................................................. 451

Fachadas do templo: conceitos práticos e relevantes para os administradores na hora de re-


formar ou construir
Dinamene Meireles........................................................................................................... 522

Administrar com economia: como utilizar racionalmente os bens da igreja


Arnaldo da Silva.............................................................................................................. 581

Princípios para uma obra social eficaz: para reerguer o ser humano é necessário bem mais do
que uma ação humanitária; um milagre jamais é descartado
Joedson Costa Dias.......................................................................................................... 596
E studos M inisteriais XVI

No vale da sombra da morte: como pastorear em situações adversas


Carlos Padilha de Siqueira............................................................................................... 664

A música, o louvor e o ensino bíblico aos adoradores


Wagner Tadeu dos Santos Gaby........................................................................................ 688

A disciplina na vida do obreiro: como o fator disciplina é fundamental para que o líder
cristão cumpra o seu ministério
Eli Martins de Souza........................................................................................................ 743

Comunicação eficiente: ferramenta que dá entendimento, sabedoria espiritual e inibe tropeços


Antônio Mardônio Vieira Nogueira................................................................................... 760

O pregador e a mensagem: quanto mais sábio for o pregador, tanto mais sabedoria ao povo
ensinará
Nestor Henrique Mesquita................................................................................................ 785

Apascenta-me Senhor: o obreiro não pode envolver-se com a obra ao ponto de esquivar-se
de ser apascentado pelo sumo pastor
Bernhard Johnson............................................................................................................. 791

Porta-vozes do céu: o domínio e a sabedoria no uso da linguagem garantem a eficácia do discurso


Sara Alice C. Cavalcanti.................................................................................................. 853

Liderança ineficaz: sete atitudes do líder infrutífero


José Wanderlei dos Santos................................................................................................. 966

A escola dominical como principal agência da igreja


Marcos Tuler.................................................................................................................. 1007

Perigo constante: o que a negligência com o ensino doutrinário pode gerar na igreja
Paulo Roberto Freire da Costa......................................................................................... 1016

Banalização do ministério: o obreiro e a igreja devem ter a consciência da importância da


chamada ministerial
Severino Pedro da Silva.................................................................................................. 1075

O pastor é a chave para uma escola dominical vibrante


Thom S. Rainer.............................................................................................................. 1173

Kerigma e discipulado: a importância do Pentecostalismo para a igreja diante dos desafios da


Grande Comissão
César Moisés Carvalho.................................................................................................. 1204

Sobre a essência do ministério pastoral


César Moisés Carvalho.................................................................................................. 1268
XVII E studos M inisteriais

Crescimento da igreja: proporcionalidade, tipos de crescimento, mobilização e grupos familiares


Geremias do Couto........................................................................................................ 1288

As fontes da autoridade: vida irrepreensível e poder de Deus caracterizam a autoridade


Eurico Bergstén............................................................................................................... 1314

Apresentar-se à obra: o perfil de um líder sob a perspectiva da ética cristã e os requisitos que
devem ser obedecidos por quem deseja servir como obreiro
Elienai Cabral............................................................................................................... 1326

Formação teológica: é mesmo necessária para a vida social e espiritual do obreiro?


Jesiel Paulino da Silva.................................................................................................... 1349

Cuidado com a mercadologia da fé: confundir técnicas seculares de marketing com novas
estratégias de evangelização pode ser fatal para o ministério
Esequias Soares.............................................................................................................. 1361

No serviço diaconal: como o diácono deve servir a Santa Ceia


Claudionor Corrêa de Andrade...................................................................................... 1372

Estresse e oração: o equilíbrio orgânico, emocional e espiritual pode ser mantido por meio
do gerenciamento do estresse
Jamiel de Oliveira Lopes................................................................................................. 1392

Críticas: como lidar com elas?


Vernon Peterson.............................................................................................................. 1400

Os dons ministeriais
Antonio Gilberto............................................................................................................ 1411

Religião e filosofia anticristãs


Antonio Gilberto............................................................................................................ 1427

O obreiro e seu ministério


José Apolônio da Silva.................................................................................................... 1444

A atividade de ensino e o ministério pastoral: professor e pastor são chamados separadamente?


Anthony D. Palma.......................................................................................................... 1452

Como organizar o arquivo homilético: informações arquivadas têm muita utilidade para o
obreiro que deseja ter conteúdo
Cyro Mello..................................................................................................................... 1456

Requisitos para o presbitério: direitos e deveres no exercício da função de presbítero na igreja local
Jesiel Padilha de Siqueira................................................................................................ 1462

Prática do aconselhamento pastoral


Jamiel de Oliveira Lopes................................................................................................. 1482
Como Usar os Recursos da
Bíblia Obreiro Aprovado
A Bíblia Obreiro Aprovado propõe-se a auxiliar os Obreiros nas atividades pastorais e
litúrgicas que envolvem o exercício do ministério cristão. Para cumprir esse propósito, ela foi
elaborada com as seguintes seções:

Síntese dos Livros da Bíblia


Trata-se de um resumo de cada livro da Bíblia disposto antes do início do texto bíblico.
Traz o título, o autor, a esfera de ação e as principais divisões do referido livro, a fim de que
seja vista de uma só vez toda a sua estrutura.

Artigos Pastorais
Escritos por renomados pastores, os artigos, que estão distribuídos por toda a Bíblia,
podem ser utilizados em estudos bíblicos, reuniões ministeriais ou até mesmo em pregações.
No topo do artigo, há um versículo-chave que remete ao capítulo do livro correspondente e
apresenta uma abordagem pastoral e eclesiástica da referida perícope.

Manual de Liturgia
O Manual de Liturgia constitui-se uma ferramenta de fundamental importância para
a prática ministerial dos Obreiros. No Manual, estão contidas as principais cerimônias
realizadas na liturgia evangélica. Possui informações práticas sobre como realizar as diversas
cerimônias religiosas e sociais da Igreja Cristã.

Concordância
Reconhecida como obra de referência indispensável ao estudo das Escrituras, a Concordância
bíblica é a ferramenta exegética mais prática e útil ao ministério pastoral. Seu propósito é dispor
em ordem alfabética os principais termos bíblicos e seus mais significativos textos concordantes.
Esse recurso hermenêutico e homilético dispõe-se a: (1) localizar passagens paralelas; e (2)
auxiliar no estudo de palavras-chave da Bíblia. Com o Pequeno Dicionário Bíblico S. E. McNair, a
Concordância contribuirá eficazmente para a preparação de sermões e estudos bíblicos, servindo
aos mais nobres ensejos do pastor, do pregador e dos professores da Escola Dominical.

Dicionário Bíblico
Trata-se do aclamado Dicionário Bíblico elaborado pelo pastor e teólogo S. E. McNair. O
Dicionário inclui, além das palavras bíblicas, expressões e termos teológicos, como também
vernáculos da Teologia do Antigo e do Novo Testamento. Com este Dicionário, o Obreiro
terá uma eficiente ferramenta de apoio ao estudo e à pregação do santo Evangelho. Ele será
de grande valia para o leitor, para que possa encontrar e entender as mais variadas expressões
de forma didática e clara. Este tradicional Dicionário foi editado com novos gráficos, tabelas
e imagens, especialmente preparados para a Bíblia Obreiro Aprovado.

Harpa Cristã
A Harpa Cristã sagrou-se o hinário preferido de muitas igrejas evangélicas espalhadas
pelo Brasil e pelo mundo. Destina-se ao uso congregacional e litúrgico de nossos cultos.
Seus hinos têm como propósito principal adorar a Deus em espírito e em verdade e servir às
celebrações litúrgicas do culto cristão.
C omo U sar os R ecursos XX

Mapas
Tradicionais nas edições das Bíblias no Brasil, os mapas são ferramentas indispensáveis ao
estudo das Sagradas Escrituras. A sua função principal é identificar e situar os acontecimentos
bíblicos no espaço geográfico em que ocorreram.

Além desses valiosos recursos, a Bíblia Obreiro Aprovado traz a versão Almeida Revista
e Corrigida, 4ª edição, conforme o novo acordo ortográfico da língua portuguesa, propor-
cionando assim, uma contribuição singular ao exercício do ministério cristão.
Abreviaturas dos Livros da Bíblia

ANTIGO TESTAMENTO Na................................Naum


Hc................................Habacuque
Pentateuco Sf.................................Sofonias
Gn................................Gênesis Ag................................Ageu
Êx................................Êxodo Zc................................Zacarias
Lv................................Levítico Ml................................Malaquias
Nm..............................Números
Dt................................Deuteronômio NOVO TESTAMENTO

Históricos Evangelhos
Js..................................Josué Mt................................Mateus
Jz.................................Juízes Mc...............................Marcos
Rt.................................Rute Lc.................................Lucas
1 Sm............................1 Samuel Jo.................................João
2 Sm............................2 Samuel
1 Rs..............................1 Reis História
2 Rs..............................2 Reis At.................................Atos
1 Cr.............................1 Crônicas
2 Cr.............................2 Crônicas Epístolas Paulinas
Ed................................Esdras Rm...............................Romanos
Ne................................Neemias 1 Co.............................1 Coríntios
Et.................................Ester 2 Co.............................2 Coríntios
Gl.................................Gálatas
Poéticos Ef.................................Efésios
Jó.................................Jó Fp.................................Filipenses
Sl.................................Salmos Cl.................................Colossenses
Pv.................................Provérbios 1 Ts..............................1 Tessalonicenses
Ec.................................Eclesiastes 2 Ts..............................2 Tessalonicenses
Ct.................................Cantares 1 Tm............................1 Timóteo
2 Tm............................2 Timóteo
Profetas Maiores Tt.................................Tito
Is..................................Isaías Fm...............................Filemom
Jr..................................Jeremias
Lm...............................Lamentações Epístolas Universais
Ez.................................Ezequiel Hb................................Hebreus
Dn................................Daniel Tg................................Tiago
1 Pe..............................1 Pedro
Profetas Menores 2 Pe..............................2 Pedro
Os................................Oseias 1 Jo..............................1 João
Jl..................................Joel 2 Jo..............................2 João
Am...............................Amós 3 Jo..............................3 João
Ob...............................Obadias
Jn.................................Jonas Profecia
Mq...............................Miqueias Ap................................Apocalipse
MINISTRO E LÍDER DE MINISTROS
José Wellington Bezerra da Costa

A liderança pode ser um dom natural, ou adquirida pela experiência, por meio de uma vida
dedicada a esse mister. Contudo, no âmbito espiritual, os líderes são chamados por Deus para
uma missão específica, com o intuito de engrandecer o Reino de Deus.
A Bíblia nos mostra líderes natos, que foram convocados por Deus para liderar outros em sua
obra. O maior exemplo, no Novo Testamento, é o apóstolo Paulo. Saulo de Tarso possuía inclina-
ção natural para a liderança. Para tornar-se um líder cristão só faltava-lhe a conversão. O segredo
de tanta eficiência vista na vida de Paulo estava justamente na mudança de identidade: o grande
Saulo passou a ser o pequeno Paulo, entretanto, fora por Deus engrandecido sobre todos: “Porque
penso que em nada fui inferior aos mais excelentes apóstolos” (2 Co 11.5), afirmou.
Diferente de Paulo, no Antigo Testamento, encontramos Moisés, que ao ser chamado por Deus,
tentou até esquivar-se: “Quem sou eu, que vá a Faraó e tire do Egito os filhos de Israel?” E mais:
“Ah! Senhor! Eu não sou um homem eloquente, nem de ontem, nem de anteontem, nem ainda
desde que tens falado ao teu servo; porque sou pesado de boca e pesado de língua” (Êx 3.11;
4.10). Entretanto, no final de sua vida, vemos o reconhecimento de sua liderança e os benefícios
proporcionados por ela a Israel: “E nunca mais se levantou em Israel profeta algum como Moisés,
a quem o Senhor conhecera face a face, nem semelhante em todos os sinais e maravilhas... e em
todo o espanto grande que operou Moisés aos olhos de todo Israel” (Dt 34.10-12). Embora esse
registro esteja no Pentateuco, até hoje se reconhece Moisés como grande líder. Fica claro que,
além da liderança que o homem natural alcança, existe algo divino outorgado àqueles que são
chamados por Deus para a sua gloriosa obra.

Vo c a c i o n a d o s , chamados e habilitados
Ainda no âmbito espiritual, ministros líderes de ministros devem ser aqueles vocacionados
para o ministério, chamados e habilitados por Deus para coordenar, influenciar seu grupo, com o
objetivo de que seus liderados, com esforço, alcancem as metas desejadas.
Há uma grande diferença entre um líder cristão e um chefe. Um chefe pode ser produto de uma
faculdade de marketing, mas um líder cristão é formado pela capacitação do próprio Deus. “E ninguém
toma para si esta honra, senão o que é chamado por Deus, como Arão” (Hb 5.4).
Li, certa vez, em uma coluna de jornal, uma história interessante sobre a capacidade de um
líder e a importância de ele tomar decisões certas em circunstâncias adversas:
“Atlântico Norte, 1944. A tripulação do porta-aviões britânico, naquela fria noite de outono,
aguardava, ansiosa, pelo retorno das aeronaves que haviam partido para atacar posições inimigas.
Já se sabia que os aviões da RAF, a Royal Air Force, estavam sendo perseguidos por uma poderosa
esquadrilha da Luftwaffe, e todos torciam pelo pronto retorno dos destemidos pilotos ingleses.
Em dado momento, o comandante do navio anunciou pelos alto-falantes que, dali a exatamente
dez minutos, apagaria todas as luzes de bordo, inclusive, e principalmente, as da pista de pouso.
A maioria dos aviões pousou a tempo. Entretanto, havia dois ou três retardatários. O comandante
concedeu mais dois minutos. Dois aviões chegaram. As luzes foram apagadas enquanto ainda havia
um – não se sabia a que distância – buscando se aproximar. Seu destino acabou sendo as águas
geladas do oceano. A tripulação do navio – em especial os pilotos – ficou revoltada. Como podia o
comandante ter agido de forma tão cruel e insensível?
Ao amanhecer, uma comissão de aviadores foi à ponte de comando manifestar ao almirante o
seu inconformismo. Não poderia ter ele aguardado pelo menos mais alguns minutos? O coman-
dante, rosto vincado pela experiência de dezenas de anos, respondeu: – Se tivesse esperado mais,
M inistro e L íder de M inistros XXIV

com certeza teria o aplauso geral de vocês. Mas, e as consequências? Teríamos sido implacavel-
mente bombardeados pelo inimigo, e eu estaria pondo em grave risco os milhares de tripulantes
deste navio. – Mas comandante...
– Não tem mais nem por que! É exatamente neste ponto que reside a grande diferença entre
um soldado e um comandante. Um comandante é obrigado a tomar decisões. Elas nem sempre
são agradáveis ou compreendidas. Mas temos de tomá-las sem vacilar e conviver o resto da vida
com suas consequências. Com certeza não virá aqui nenhuma comissão da Marinha me agrade-
cer por lhe ter salvo a vida. Nosso único consolo, mesmo, é a convicção de, diante das circunstân-
cias, ter agido da forma correta...” (Momentos de decisão, página A-2, Espaço Aberto, João Mellão
Neto, O Estado de São Paulo, 20/8/99).
Às vezes, a decisão de um líder – em especial do líder de líderes – não é popular, tampouco po-
liticamente correta, mas é necessária. Ao criticá-la, desconsidera-se a experiência adquirida pelo
líder, bem como a orientação divina a um homem capacitado por Deus para gerir a sua obra.
Conhecedor de tais circunstâncias, Paulo fala de uma evidência que equilibra as decisões hu-
manas com tais qualidades: “Guarda o bom depósito” (2 Tm 1.14). A palavra depósito vem do gre-
go paratheke, que indica algo de valor confiado a alguém, enquanto guardar deriva-se do grego
fylasso, que transmite a ideia de proteção e preservação.
Os ministros (pastores) são homens que atenderam a chamada de Deus e colocaram em seus
corações o primordial objetivo de efetuar os grandes propósitos da obra de Deus. Com a sua vida
consagrada, procuram imitar o Senhor Jesus, que é o nosso exemplo de liderança: “Porque para
isto sois chamados; pois também Cristo padeceu por nós, deixando-nos o exemplo, para que
sigais as suas pisadas” (1 Pe 2.21).
Liderar líderes é uma missão árdua, porém, Deus tem capacitado homens cujo carisma
e caráter são vistos, respeitados e aceitos por seus liderados. As funções de um líder
compreendem, entre outras, em “mudar a fragilidade em vigor, obstáculos em ponto de
partida e desastres em triunfo”.
O ministro líder de ministros não se impõe por sua forte personalidade e nem por ações trucu-
lentas, mas se destaca por sua proximidade a Jesus. Assim procede aquele que verdadeiramente
aprendeu com Cristo, como o próprio convoca: “Aprendei de mim” (Mt 11.28).
De acordo com Charles W. H. Scott , os verdadeiros líderes “são pessoas ordinárias (simples)
com extraordinária determinação”.
Há quatro aspectos na vida do ministro que o líder precisa saber. Esses aspectos vão revelar
o seu grau de domínio em situações adversas, proporcionando-lhe experiências que poderão
servir de exemplos aos mais novos, ou àqueles que aspiram ao ministério pastoral.

1. Planejar
O planejamento é fundamental na vida daqueles que pretendem chegar a algum lugar. Não se
deve iniciar um projeto sem que haja um planejamento exequível.
A jornada do povo de Israel rumo à Terra Prometida teve como líder Moisés, que tinha um
vasto conhecimento a respeito de estratégias de liderança. Durante sua permanência no Palácio
de Faraó, Moisés ganhou experiências como militar de destaque, e com certeza, arregimentou
estratégias, que depois lhe foram úteis no deserto.
Em pleno deserto, Moisés deu ouvido ao velho sogro Jetro, que lhe sugeriu um plano de ad-
ministração que serviria não só para ele, mas para seus sucessores, e até hoje serve de referência
para muitos líderes: “Totalmente desfalecerás, assim tu como este povo que está contigo; porque
este negócio é muito difícil para ti; tu só não o podes fazer... e declara-lhes os estatutos e as leis e
faze-lhes saber o caminho em que devem andar e a obra que devem fazer” (Êx 18.19,20).
XXV M inistro e L íder de M inistros

Outra coisa implícita no planejamento é o conhecimento que se deve ter sobre aqueles que
serão liderados e o potencial de cada um. Quem são eles? Qual a capacidade de cada um? São
verdadeiramente homens de Deus? Tementes? Fiéis?...
Foi justamente isso que Jetro indicou ao líder mais admirado na História de Israel. As qualida-
des imprescindíveis a um líder foram enumeradas por aquele velho sacerdote: “E tu, dentre todo
o povo, procura
a) homens capazes,
b) tementes a Deus,
c) homens de verdade,
d) que aborreçam a avareza; e põe-nos sobre eles por maiorais de mil, maiorais de cem, maio-
rais de cinquenta e maiorais de dez” (Êx 18.18,20,21).
Ainda assim, a vontade divina deve predominar, conforme recomenda Jetro: “Se isto fizeres, e Deus to
mandar, poderás, então subsistir; assim também todo este povo em paz virá ao seu lugar” (Êx 18.23).
Também vemos um planejamento preestabelecido na disposição das tribos israelitas nos
acampamentos durante a peregrinação no deserto.
Quando Josué passou a movimentar-se para possuir a Terra, Deus concedeu-lhe instrução acerca
de como planejar a marcha até Jericó. E, mesmo sabendo que a vitória era algo inquestionável, pois o
Senhor havia falado sobre isso a Josué, o líder não deixou de planejar tudo.

2. Integrar
A integração está intimamente atrelada ao planejamento. Não se pode concluir um plano de
ação sem contar com a integração. Integrar significa “tornar inteiro, completar”. Tem a ideia tam-
bém de juntar-se, “tornando-se parte integrante”.
O primeiro exemplo bíblico está na criação do homem. Após formar Adão, o Senhor criou Eva, e
os integrou como “uma só carne”, embora fossem duas pessoas – varão e varoa. Portanto, o conceito
bíblico-cristão vai além do que o homem natural pode entender. E é isso que o ministro líder deve
compreender para cooperar para o bem-estar do Corpo de Cristo. Se um grupo dividir-se entre opi-
niões, filosofias ou formas de ação diferentes, acaba se desintegrando. Quando isso ocorre, pode-se
notar claramente a falta de uma liderança firme e capaz, que acaba permitindo as deficiências congê-
nitas e a formação de meninos, que nunca crescem (1 Co 3.1-3).
Essa foi a preocupação manifestada pelo apóstolo Paulo ao deparar-se com uma situação se-
melhante em Corinto. Havia uma divisão na igreja, por falta de referencial naquele lugar. Então,
diziam: “Eu sou de Paulo; e outro: Eu, de Apolo” (v. 4). Uma equipe desintegrada não pode con-
ceber a ideia de que todos são importantes no Corpo: “Eu plantei, Apolo regou; mas Deus deu o
crescimento” (v. 6).

3. Avaliar
É a análise, o somatório, de todas as ações preconizadas pelo líder. Um planejamento,
depois de totalmente integrado, precisa ser avaliado, justamente para ser validado, a fim de
torná-lo legítimo.
Jó só foi provado por Satanás após a avaliação positiva de sua integridade espiritual pelo pró-
prio Deus: “Observaste tu a meu servo Jó? Porque ninguém há na terra semelhante a ele, homem
sincero, e reto, e temente a Deus, desvia-se do mal” (Jó 1.8). Que avaliação gloriosa! Que o Senhor
nos ajude para que os nossos líderes tenham uma boa avaliação da parte do Senhor.
A Bíblia declara também que o Senhor não nos prova além de nossa capacidade. É claro que
esse método serve para cada líder, que deve sempre ajustar suas diversas ocupações na obra do
Senhor conforme a capacidade de cada um. Não adianta exigir muito de quem ainda só tem um
pouco para oferecer, por isso, a avaliação deve passar pelo kairos divino – o tempo propício.
M inistro e L íder de M inistros XXVI

4. Estabelecer Alvos
Ao concluir todos os passos anteriores, o líder deve partir para a prática. De nada adianta ser
um bom teórico, uma vez que, com certeza, a teoria sozinha não será suficiente para validar uma
liderança eficaz. A obra de Deus é dinâmica e exige muito do ministro, em especial dos que lide-
ram outros. Ela não para.
Quando não estabelecemos alvos, temos de conviver com a inércia, e esta não condiz com a
ação do Espírito. Somos movidos pelo poder do Espírito (Cl 1.29), por conseguinte, não podemos
parar. Mas para onde devemos ir?
Se os objetivos não são definidos, o povo se acomoda, e o próprio líder também, uma vez que
não é cobrado por aquilo que deve ser alcançado, obviamente com a graça divina. O Senhor dá o
crescimento, mas alguém precisa plantar, outro regar... E o líder conhece todas as aptidões. Conhece
o que sabe regar, o que tem habilidade para semear, e assim por diante (1 Co 3.6-11).
É aí que entra o alvo, o objetivo. Quando o povo hebreu chegou à Terra Prometida, os alvos
já estavam preestabelecidos. Alguns estritamente pessoais, como no caso específico de Cale-
be. Este líder mostrou que para cumprir alvos não é necessário ser jovem, mas ter disposição
e plena confiança nos resultados daquilo que se propôs a fazer. E, nesse caso, não há dúvida
de que, se agirmos com firme crença e fé, os resultados virão, e de forma abundante.
Quarenta anos depois de ter estabelecido alvos relacionados à conquista da Terra, Calebe re-
nova seu objetivo e parte para conquistar uma região onde habitavam os gigantes. Aquele velhi-
nho de 85 anos de idade, declarou: “E, ainda hoje, estou tão forte como no dia em que Moisés me
enviou; qual a minha força então era, tal é agora a minha força, para a guerra, e para sair, e para
entrar. Agora, pois, dá-me este monte de que o Senhor falou naquele dia; pois, naquele dia, tu ou-
viste que os anaquins estão ali, grandes e fortes cidades há ali; porventura o Senhor será comigo,
para os expelir, como o Senhor disse” (Js 14.11,12). Que visão de liderança havia em Calebe! Que
exemplo de líder que confiava no Senhor!

Acessibilidade
A sua autoridade é dada por Deus. “... e o que vela pelo seu senhor será honrado” (Pv 27.18).
O Senhor nos dará agradável senso de aceitação entre os nossos liderados. O homem íntegro
desfruta do respeito de todos (Jó 1.1) e precisa estar acessível a todos. Por isso, é necessário ter
cuidado para com os que estão ao redor do líder, uma vez que existe a tendência de se colocar ao
redor do líder uma cerca, tornando-o inacessível. Se isso ocorrer, a liderança perde o sentido.
Jesus, o nosso exemplo de liderança, comunicava-se com os doutores, frequentava a casa dos
ricos, mas não se afastava dos pobres e das grandes multidões. Ele atendeu aos pobres, doentes,
cegos, aleijados, famintos, crianças, e a todos quantos o procuravam, conforme lemos em Mateus
15.22-28; 19.13,14; Lucas 5.12-15; 5.17-20;18.35-43; e João 3.1,2.
Em Jesus, temos o modelo para os líderes de ministros e de igrejas. O líder deve ser pessoa
educada, com experiência e paciência para saber ouvir as pessoas sem parcialidade (o grande
e o pequeno – Dt 1.17), visão ampliada pelo Senhor, e habilidade para administrar crises, sem
sectarismo. A sua presença deve ser agradável, e sua vida, um exemplo.
O ministro líder de ministros deve estar cônscio de que outros ministros o observam e tem-no
como referência. Entre outras, estas são as qualidades indispensáveis ao ministro cristão:
a) reconhecido por Deus;
b) vocação divina e dons específicos;
c) deve ser consciente de que é dependente de Deus e de seus liderados;
d) precisa ter coragem de enfrentar os revezes;
e) ser fiel;
f) manter-se fervoroso;
XXVII M inistro e L íder de M inistros

g) determinado a realizar grandes conquistas;


h) possuir humildade;
i) ser ungido;
j) cheio de fé;
k) agradável;
l) sentir alegria pelo que faz.
O seu valor pessoal independe dos títulos e da posição que exerce. Respeita a experiência dos
outros, e principalmente, busca agradar a Deus.
Necessitamos de verdadeiros líderes cristãos, homens que vejam o que Deus deseja que eles
vejam. Ouçam o que o Senhor lhes fala. Sintam o que o Pai sente. Saibam com clareza o plano e
propósito de Deus para a vida dos seus liderados.
O ministro líder de ministros tem que se deixar dominar pelo Espírito Santo, a fim de não errar
em suas ações. Deus ainda se revela de modo diferenciado aos seus líderes, assim como se mani-
festava a Moisés (Nm 12.6-8).
Alguns querem ser líder por imposição própria, a qualquer custo. Absalão queria ser rei, ser
grande, mas entrou por um caminho obscuro e não obteve confirmação de Deus. Morreu pen-
durado pelos cabelos.
Neemias era um homem comum, copeiro do rei Artaxerxes, mas, por sua humildade, coragem,
esforço, trabalho e submissão, Deus o fez governador de Jerusalém.
O líder sabe que não pode trabalhar sozinho. Portanto, escolhe a sua equipe de trabalho, ha-
bilita-os, se organiza, estabelece suas metas e acompanha os resultados.
Rogamos a Deus que nos dê líderes com a capacidade de José, a quem Faraó reconhecida-
mente disse: “Acharíamos um varão como este, em quem haja o Espírito de Deus?”.
ANTIGO
TESTAMENTO
B í b l i a O b r e i r o A p r o va d o
O Primeiro Livro de Moisés chamado

Gênesis
SÍNTESE
Título
Gênesis é o primeiro livro da Bíblia. É a tradução de uma palavra hebraica para o grego
e que significa no princípio. No grego quer dizer origem – origem do mundo, do gênero
humano, do povo hebreu e das primitivas nações; origem dos céus e da Terra. A palavra-
chave do livro é no princípio e isto não significa nos dias da criação. Esse princípio é eterno,
antes do tempo.

Autor
Os mais abalizados escritores e estudiosos sobre o assunto são unânimes em dizer que foi
Moisés o autor dos primeiros cinco livros da Bíblia, o Pentateuco.

Esfera de Ação
Em Gênesis, surgiram as primeiras revelações através de patriarcas que viveram antes e
depois do Dilúvio. A história do livro abrange um período de 2.370 anos – da criação à morte
de José (Gn 50.26) – assim distribuídos:
• Da criação ao Dilúvio – 1650 anos;
• Do Dilúvio a Abraão – 528 anos;
• De Abraão a Isaque – 105 anos;
• De Isaque a Jacó – 27 anos.
O período total é de 4004 a 1689 a. C.

Divisão
Divide-se o livro em duas seções principais:
1. A origem do mundo e do governo humano (1 – 11);
2. A história do povo eleito (12 – 50).

A criação do céu e da terra e de tudo 3 


E disse Deus: eHaja luz. E fhouve luz. a
1.1 Pv 8.23; Hb
1.10; 11.13
o que neles se contém 4 
E viu Deus que era boa a luz; e fez b
1.1 Sl 8.3; 33.6; Is

1 No aprincípio, criou bDeus os céus Deus separação entre a luz e as trevas. 40.26; Jr 5.15; Zc

E Deus chamou à luz Dia; e às 12.1; At 14.15; Rm
e a terra. 1.20; Cl 1.16
g
trevas chamou Noite. E foi a tarde e a c
1.2 Jr 4.23

E a terra cera sem forma e vazia; e
manhã: o dia primeiro. d
1.2 Jó 26.13; Sl
havia trevas sobre a face do abismo; e 6 
E disse Deus: Haja uma expansão 104.30
e
1.3 Sl 33.9
o dEspírito de Deus se movia sobre a no meio das águas, e haja separação f
1.3 2Co 4.6
face das águas. entre águas e águas. g
1.5 Is 45.7
G ênesis 1 4
h
1.7 Jó 37.18; Jr 7 
E fez Deus a expansão he fez águas abundantemente produziram
10.12
separação entre as águas que ies- conforme as suas espécies, e toda ave
1.7 Pv 8.28; Sl
i
tavam debaixo da expansão e as de asas conforme a sua espécie. E viu
148.3 águas que estavam sobre a expan- Deus que era bom.
são. E assim foi. 22 
E Deus os abençoou, dizendo:

E chamou Deus à expansão Céus; e Frutificai, e multiplicai-vos, e enchei
1.9 Jó 38.8; Sl
j

104.9; Jr 5.22;
foi a tarde e a manhã: o dia segundo. as águas nos mares; e as aves se multi-
2Pe 3.5

E disse Deus: Ajuntem-se jas águas pliquem na terra.
debaixo dos céus num lugar; e apareça 23 
E foi a tarde e a manhã: o dia quinto.
a porção seca. E assim foi.
k
1.14 Sl 136.7 10 
E chamou Deus à porção seca Ter- A criação dos seres viventes
ra; e ao ajuntamento das águas chamou 24 
E disse Deus: Produza a terra alma
Mares. E viu Deus que era bom. vivente conforme a sua espécie; gado,
l
1.14 Sl 104.19 11 
E disse Deus: Produza a terra erva e répteis, e bestas-feras da terra con-
verde, erva que dê semente, árvore fru- forme a sua espécie. E assim foi.
tífera que dê fruto segundo a sua es- 25 
E fez Deus as bestas-feras da terra
1
1.14 ou estações pécie, cuja semente esteja nela sobre a conforme a sua espécie, e o gado con-
terra. E assim foi. forme a sua espécie, e todo o réptil da
12 
E a terra produziu erva, erva dan- terra conforme a sua espécie. E viu
m
1.16 Sl 138.6; Jr
31.35
do semente conforme a sua espécie e Deus que era bom.
árvore frutífera, cuja semente está nela 26 
E disse Deus: nFaçamos o homem
conforme a sua espécie. E viu Deus à nossa imagem, conforme a nossa se-
2
1.20 ou criaturas que era bom. melhança; e domine sobre os peixes do
viventes, que se 13 
E foi a tarde e a manhã: o dia mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o
movem terceiro. gado, e sobre toda a terra, e sobre todo
14 
E disse Deus: kHaja luminares na réptil que se 4move sobre a terra.
expansão dos céus, para haver separa- 27 
E criou Deus o homem à sua ima-
3
1.21 ou os mons-
tros dos mares
ção entre o dia e a noite; le sejam eles gem; à imagem de Deus o criou; ma-
para sinais e para 1tempos determina- cho e fêmea os criou.
dos e para dias e anos. 28 
E Deus os abençoou e Deus lhes
n
1.26 Ec 7.29; Ef
4.24; Cl 3.10; 1Co
15 
E sejam para luminares na expan- disse: Frutificai, e multiplicai-vos, e
11.7 são dos céus, para alumiar a terra. E enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai
assim foi. sobre os peixes do mar, e sobre as aves
16 
E fez Deus os dois grandes lumi- dos céus, e sobre todo o animal que se
4
1.26 ou roja nares: o luminar maior para governar o move sobre a terra.
dia, e o luminar menor para governar a 29 
E disse Deus: Eis que vos tenho
noite; e mfez as estrelas. dado toda erva que dá semente e que
o
1.29 Gn 9.3 17 
E Deus os pôs na expansão dos está sobre a face de toda a terra e
céus para alumiar a terra, toda árvore em que há fruto de árvo-
18 
e para governar o dia e a noite, e re que dá semente; oser-vos-ão para
para fazer separação entre a luz e as mantimento.
trevas. E viu Deus que era bom. 30 
E a todo animal da terra, e a toda
19 
E foi a tarde e a manhã: o dia quarto. ave dos céus, e a todo réptil da terra,
20 
E disse Deus: Produzam as águas em que há alma vivente, toda a erva
abundantemente 2répteis de alma vi- verde lhes será para mantimento. E
vente; e voem as aves sobre a face da assim foi.
expansão dos céus. 31 
E viu Deus tudo quanto tinha fei-
21 
E Deus criou 3as grandes baleias, to, e eis que era muito bom; e foi a tar-
e todo réptil de alma vivente que as de e a manhã: o dia sexto.
5 G ênesis 2, 3

2 Assim, os céus, e a terra, e todo o e o pôs no jardim do Éden para o la- a


2.2 Êx 20.1; Is
58.13; Mt 12.8; Cl
seu exército foram acabados. vrar e o guardar. 2.16-17; Hb 4.4,9

E, havendo Deus acabado no dia 16 
E ordenou o Senhor Deus ao ho-
sétimo a sua obra, que tinha feito, mem, dizendo: De toda árvore do jar-
5
2.4 ou gerações
a
descansou no sétimo dia de toda a sua dim comerás livremente, 6
2.4 Hebr. Jeová
obra, que tinha feito. 17 
mas da árvore da ciência do bem e

E abençoou Deus o dia sétimo e o do mal, dela jnão comerás; porque, no
b
2.7 Gn 3.19; Sl
103.14; Is 64.8
santificou; porque nele descansou de dia em que dela comeres, certamente
toda a sua obra, que Deus criara e fizera. morrerás. c
2.7 1Co 15.47;
Jó 33.4

A formação do jardim do Éden Como Deus criou a mulher d


2.7 Is 2.22

Estas são as 5origens dos céus e da 18 
E disse o Senhor Deus: Não é e
2.7 1Co 15.45
terra, quando foram criados; no dia bom que o homem esteja só; kfar-
em que o 6Senhor Deus fez a terra lhe-ei uma adjutora que 11esteja como f
2.9 Ez 31.8-9
e os céus. diante dele. g
2.9 Gn 3.22; Pv

Toda planta do campo ainda não 19 
Havendo, pois, o Senhor Deus 3.18; Ap 2.7
estava na terra, e toda erva do campo formado da terra todo animal do cam-
ainda não brotava; porque ainda o po e toda ave dos céus, os trouxe la 2.9 ou conheci-
7

mento
Senhor Deus não tinha feito chover Adão, para este ver como lhes chama-
sobre a terra, e não havia homem para ria; e tudo o que Adão chamou a toda h
2.11 Gn 25.18
lavrar a terra. a alma vivente, isso foi o seu nome. 8
2.12 ou o ônix, ou

Um vapor, porém, subia da terra e 20 
E Adão pôs os nomes a todo o gado, o berilo
regava toda a face da terra. e às aves dos céus, e a todo animal do
9
2.13 ou Etiópia

E formou o Senhor Deus o homem campo; mas para o homem não se achava
do bpó da terra e soprou em seus adjutora que estivesse como diante dele. 2.14 Dn 10.4
i

c
narizes o dfôlego da vida; e eo homem 21 
Então, o Senhor Deus fez cair um 10
2.14 ou Tigre
foi feito alma vivente. m
sono pesado sobre Adão, e este ador-

E plantou o Senhor Deus um jar- meceu; e tomou uma das suas costelas j
2.17 Gn 3.3,11
dim no Éden, da banda do Oriente, e e cerrou a carne em seu lugar. k
2.18 1Co 11.9;
pôs ali o homem que tinha formado. 22 
E da costela que o Senhor Deus 1Tm 2.13
9 f
E o Senhor Deus fez brotar da ter- tomou do homem 12formou uma mu-
ra toda árvore agradável à vista e boa lher; e trouxe-a a Adão. 2.18 ou lhe
11

assista
para comida, e a árvore da vida gno 23 
E disse Adão: Esta é agora nosso
meio do jardim, e a árvore da 7ciência dos meus ossos e carne da minha car- l
2.19 Sl 8.6
do bem e do mal. ne; esta será chamada varoa, porquan- m
2.21 Gn 15.2
10 
E saía um rio do Éden para regar to do varão foi tomada.
o jardim; e dali se dividia e se tornava 24 
Portanto, deixará oo varão o seu pai 2.22 Hebr.
12

edificou
em quatro braços. e a sua mãe e apegar-se-á à sua mulher,
11 
O nome do primeiro é Pisom; este e serão ambos uma pcarne. n
2.23 Ef 5.30
é o que rodeia toda a terra de hHavilá, 25 
E ambos estavam nus, o homem e a o
2.24 Mc 10.7
onde há ouro. sua mulher; e não se envergonhavam.
12 
E o ouro dessa terra é bom; ali há p
2.24 1Co 6.16
o bdélio e 8a pedra sardônica. A tentação de Eva e a queda do
13 
E o nome do segundo rio é Giom; este homem
é o que rodeia toda a terra de 9Cuxe.
3 Ora, a aserpente era bmais astuta
 

14 
E o nome do terceiro rio é i 10Hi- que todas as alimárias do campo
a
3.1 Ap 12.9

déquel; este é o que vai para a banda que o Senhor Deus tinha feito. E esta
do oriente da Assíria; e o quarto rio é disse à mulher: É assim que Deus b
3.1 2Co 11.3
o Eufrates. disse: Não comereis de toda árvore
15 
E tomou o Senhor Deus o homem do jardim?
G ênesis 4 6
c
3.3 Gn 2.17 2 
E disse a mulher à serpente: Do fruto ça, e tu lhe ferirás o calcanhar.
d
3.4 Jo 8.44 das árvores do jardim comeremos, 16 
E à mulher disse: Multiplicarei

mas, do fruto da árvore que está grandemente a tua dor e a tua con-
no meio do jardim, disse Deus: cNão ceição; mcom dor terás filhos; e o teu
e
3.4 1Tm 2.14
comereis dele, nem nele tocareis, para desejo será para o teu marido, e ele te
que não morrais. dominará.
f
3.7 Gn 2.25 4 
Então, a dserpente disse à mulher: 17 
E a Adão disse: Porquanto deste
e
Certamente não morrereis. ouvidos à voz de tua mulher e comes-
13
3.7 ou cintas 5 
Porque Deus sabe que, no dia em te da árvore de que te ordenei, dizen-
que dele comerdes, se abrirão os vos- do: Não comerás dela, maldita é a terra
g
3.10 1Jo 3.20 sos olhos, e sereis como Deus, sabendo por causa de ti; com ndor comerás dela
o bem e o mal. todos os dias da tua vida.
h
3.12 Pv 28.13

E, vendo a mulher que aquela ár- 18 
Espinhos oe cardos também te pro-
vore era boa para se comer, e agradável duzirá; e comerás a erva do campo.
aos olhos, e árvore desejável para dar 19 
No suor do teu rosto, comerás o
3.14 Is 65.25; Mq
i

7.17 entendimento, tomou do seu fruto, e teu pão, até que te tornes à terra; por-
comeu, e deu também a seu marido, e que dela foste tomado, porquanto és
ele comeu com ela. pó e em pó te tornarás.
3.15 Mt 13.38; Jo
j

8.44; 1Jo 3.8



Então, foram abertos os olhos de 20 
E chamou Adão o nome de sua
ambos, e conheceram que festavam mulher 15Eva, porquanto ela era a mãe
nus; e coseram folhas de figueira, e fi- de todos os viventes.
k
3.15 Is 7.14; Mq
5.3; Mt 1.23; Lc zeram para si 13aventais. 21 
E fez o Senhor Deus a Adão e a sua
1.35 8 
E ouviram a voz do Senhor Deus, mulher túnicas de peles e os pvestiu.
14
3.15 Hebr. ele
que passeava no jardim pela viração do 22 
Então, disse o Senhor Deus: Eis
dia; e escondeu-se Adão e sua mulher q
que o homem é como um de nós, sa-
l
3.15 Rm 16.20 da presença do Senhor Deus, entre as bendo o bem e o mal; ora, pois, para
m
3.16 1Tm 2.14
árvores do jardim. que não estenda a sua mão, e tome
n
3.17 Rm 8.20

E chamou o Senhor Deus a Adão e também da árvore da vida, re coma, e
disse-lhe: Onde estás? viva eternamente,
o
3.18 Is 55.13 10 
E ele disse: Ouvi a tua voz soar 23 
o Senhor Deus, pois, o lançou fora
15
3.20 que significa no jardim, e gtemi, porque estava nu, do jardim do Éden, para lavrar a terra,
vida ou mãe da e escondi-me. de que fora tomado.
vida 11 
E Deus disse: Quem te mostrou 24 
E, havendo lançado fora o ho-
p
3.21 Is 61.10; que estavas nu? Comeste tu da árvore mem, pôs s querubins ao oriente
Fp 3.9 de que te ordenei que não comesses? do jardim do Éden e uma t espada
q
3.22 Gn 3.5
12 
Então, disse Adão: hA mulher que inflamada que andava ao redor,
me deste por companheira, ela me deu para guardar o caminho da árvore
r
3.22 Ap 2.7
da árvore, e comi. da vida.
3.24 Êx 25.18,20;
s
13 
E disse o Senhor Deus à mulher:
Sl 80.1 Por que fizeste isso? E disse a mulher: O nascimento de Caim, Abel e Sete
t
3.24 1Cr 21.16

4.1 que significa


16
A serpente me enganou, e eu comi.
14 
Então, o Senhor Deus disse à ser-
pente: Porquanto fizeste isso, maldita
4
16
E conheceu Adão a Eva, sua
mulher, e ela concebeu, e teve a
Caim, e disse: Alcancei do Senhor
aquisição
serás mais que toda besta e mais que um varão.
todos os animais do campo; sobre o 2 
E teve mais a seu irmão 17Abel; e
4.2 que significa
17
teu ventre andarás e pó icomerás todos Abel foi pastor de ovelhas, e Caim foi
vaidade
os dias da tua vida. lavrador da terra.
15 
E porei inimizade entre ti e a 3 
E aconteceu, ao cabo de dias, que
mulher e entre a jtua semente e a Caim trouxe do fruto da terra uma
k
sua semente; 14esta te lferirá a cabe- oferta ao Senhor.
7 G ênesis 5

E Abel também trouxe dos primo- ficou uma cidade e chamou o nome da a
4.4 Hb 11.4
gênitos das suas ovelhas e da sua gor- cidade pelo nome de seu filho Enoque.
dura; e atentou o Senhor para aAbel e 18 
E a Enoque nasceu Irade, e Irade
para a sua oferta. gerou a Meujael, e Meujael gerou a Me-
18
4.7 ou remissão

Mas para Caim e para a sua tusael, e Metusael gerou a Lameque.
oferta não atentou. E irou-se Caim 19 
E tomou Lameque para si duas
fortemente, e descaiu-lhe o seu mulheres; o nome de uma era Ada, e o
b
4.8 1Jo 3.12

semblante. nome da outra, Zilá.



E o Senhor disse a Caim: Por que 20 
E Ada teve a Jabal; este foi o pai dos
19
4.13 ou suportar
te iraste? E por que descaiu o teu que habitam em tendas e têm gado.
semblante? 21 
E o nome do seu irmão era Jubal;

Se bem fizeres, não haverá 18acei- este foi o pai de todos os que tocam 20
4.15 ou vingado
tação para ti? E, se não fizeres bem, o harpa e órgão.
pecado jaz à porta, e para ti será o seu 22 
E Zilá também teve a Tubalcaim,
desejo, e sobre ele dominarás. mestre de toda obra de cobre e de ferro;
e a irmã de Tubalcaim foi Naamá.
O primeiro homicídio 23 
E disse Lameque a suas mulhe-

E falou Caim com o seu irmão res: Ada e Zilá, ouvi a minha voz; vós,
Abel; e sucedeu que, estando eles no mulheres de Lameque, escutai o meu
campo, se levantou Caim contra o seu dito: porque eu matei um varão, por
irmão Abel e bo matou. me ferir, e um jovem, por me pisar.
21
4.24 ou castigado

E disse o Senhor a Caim: Onde 24 
Porque sete vezes Caim será 21vin- 22
4.25 que significa
está Abel, teu irmão? E ele disse: Não gado; mas Lameque, setenta vezes sete. compensação ou
renovo
sei; sou eu guardador do meu irmão? 25 
E tornou Adão a conhecer a
10 
E disse Deus: Que fizeste? A voz sua mulher; e ela teve um filho e
do sangue do teu irmão clama a mim chamou o seu nome 22Sete; porque,
desde a terra. disse ela, Deus me deu outra se-
11 
E agora maldito és tu desde a terra, mente em lugar de Abel; porquanto
que abriu a sua boca para receber da Caim o matou.
tua mão o sangue do teu irmão. 26 
E a Sete mesmo também nasceu
12 
Quando lavrares a terra, não te um filho; e chamou o seu nome Enos;
dará mais a sua força; fugitivo e erran- então, se começou a invocar o nome
te serás na terra. do Senhor.
13 
Então, disse Caim ao Senhor: É a
5.1 Gn 1.27; 1Co
maior a minha maldade que a que pos- A genealogia de Sete 11.7; Cl 3.10

sa 19ser perdoada.
14 
Eis que hoje me lanças da face da
terra, e da tua face me esconderei; e se-
5 Este é o livro das gerações de
Adão. No dia em que Deus criou o
homem, aà semelhança de Deus o fez.
b
5.2 Ml 2.15

rei fugitivo e errante na terra, e será que 2 


Macho be fêmea os criou, e os aben-
todo aquele que me achar me matará. çoou, e chamou o seu nome Adão, no c
5.3 Jó 25.4; Jo 3.6;
1Co 15.48
15 
O Senhor, porém, disse-lhe: Por- dia em que foram criados.
tanto, qualquer que matar a Caim sete 3 
E Adão viveu cento e trinta anos, e
vezes será 20castigado. E pôs o Senhor gerou um filho à csua semelhança, con-
um sinal em Caim, para que não o fe- forme a sua imagem, e chamou o seu
risse qualquer que o achasse. nome Sete.
16 
E saiu Caim de diante da face do 4 
E foram os dias de Adão, depois
Senhor e habitou na terra de Node, da que gerou a Sete, oitocentos anos, e
banda do oriente do Éden. gerou filhos e filhas.
17 
E conheceu Caim a sua mulher, e 5 
E foram todos os dias que Adão viveu
ela concebeu e teve a Enoque; e ele edi- novecentos e trinta anos; de morreu. d
5.5 Hb 9.27
G ênesis 6 8
e
5.22 Gn 6.9; 17.1; 6 
E viveu Sete cento e cinco anos e gerou a Lameque, setecentos e oitenta
Dt 13.4; 2Rs 20.3;
Sl 16.8; Am 3.3; gerou a Enos. e dois anos e gerou filhos e filhas.
Ml 2.6 7 
E viveu Sete, depois que gerou a 27 
E foram todos os dias de Metusa-
Enos, oitocentos e sete anos e gerou lém novecentos e sessenta e nove anos;
filhos e filhas. e morreu.

E foram todos os dias de Sete nove- 28 
E viveu Lameque cento e oitenta e
5.24 Hb 11.5
f
centos e doze anos; e morreu. dois anos e gerou um filho.

E viveu Enos noventa anos; e gerou 29 
E chamou o seu nome 23Noé,
a Cainã. dizendo: Este nos consolará acerca de
23
5.29 Hebr. Noah,
que significa
10 
E viveu Enos, depois que gerou a nossas obras e do trabalho de nossas
repouso Cainã, oitocentos e quinze anos e ge- mãos, por causa da terra que og Senhor
g
5.29 Gn 3.17; 4.11 rou filhos e filhas. amaldiçoou.
11 
E foram todos os dias de Enos no- 30 
E viveu Lameque, depois que
vecentos e cinco anos; e morreu. gerou a Noé, quinhentos e noventa e
12 
E viveu Cainã setenta anos e gerou cinco anos e gerou filhos e filhas.
a Maalalel. 31 
E foram todos os dias de Lameque se-
13 
E viveu Cainã, depois que gerou a tecentos e setenta e sete anos; e morreu.
Maalalel, oitocentos e quarenta anos e 32 
E era Noé da idade de quinhentos
h
5.32 Gn 6.10;
10.21 gerou filhos e filhas. anos e gerou Noé a hSem, Cam e Jafé.
14 
E foram todos os dias de Cainã no-
vecentos e dez anos; e morreu. A corrupção geral do gênero humano
E viveu Maalalel sessenta e cinco
6 E aconteceu que, como os homens
15   

anos e gerou a Jarede. começaram a multiplicar-se sobre


a
6.2 Jó 31.1
16 
E viveu Maalalel, depois que gerou a face da terra, e lhes nasceram filhas,
a Jarede, oitocentos e trinta anos e ge- 2 
viram os filhos de Deus que as
rou filhos e filhas. filhas dos homens eram aformosas; e
17 
E foram todos os dias de Maalalel tomaram para si mulheres de todas as
oitocentos e noventa e cinco anos; e que escolheram.
24
6.3 ou perma- morreu. 3 
Então, disse o Senhor: Não 24con-
necerá
b
6.3 Ne 9.30; Is 5.4;
18 
E viveu Jarede cento e sessenta e tenderá o bmeu Espírito para sempre
63.10; Jr 11.7-11; dois anos e gerou a Enoque. com o homem, porque ele também é
1Pe 3.20 19 
E viveu Jarede, depois que gerou a carne; cporém os seus dias serão cento
c
6.3 Sl 78.39
Enoque, oitocentos anos e gerou filhos e vinte anos.
e filhas. 4 
Havia, naqueles dias, gigantes
20 
E foram todos os dias de Jarede na terra; e também depois, quando
novecentos e sessenta e dois anos; e os filhos de Deus entraram às filhas
morreu. dos homens e delas geraram filhos;
d
6.5 Sl 14.2; 53.2;
21 
E viveu Enoque sessenta e cinco estes eram os valentes que houve na
Rm 3.9 anos e gerou a Metusalém. antiguidade, os varões de fama.
22 
E andou eEnoque com Deus, de- 5 
E viu o dSenhor que a maldade
pois que gerou a Metusalém, trezentos do homem se multiplicara sobre
anos e gerou filhos e filhas. a terra e que toda imaginação dos
23 
E foram todos os dias de Enoque pensamentos de seu coração era só
trezentos e sessenta e cinco anos. má continuamente.
24 
E andou Enoque com Deus; e não 6 
Então, arrependeu-se o Senhor de
se viu mais, fporquanto Deus para si haver feito o homem sobre a terra, e
o tomou. pesou-lhe em seu coração.
25 
E viveu Metusalém cento e oitenta 7 
E disse o Senhor: Destruirei, de
e sete anos e gerou a Lameque. sobre a face da terra, o homem que
26 
E viveu Metusalém, depois que criei, desde o homem até ao animal,
9 G ênesis 7

até ao réptil e até à ave dos céus; por- espécie, de todo réptil da terra con- e
6.8 Ez 14.14
que me arrependo de os haver feito. forme a sua espécie, dois de cada

Noé, eporém, achou graça aos olhos espécie virão a ti, para os conserva-
do Senhor. res em vida.
25
6.14 ou divisões

Estas são as gerações de Noé: Noé 21 
E tu toma para ti de toda comi-
era varão justo e reto em suas gerações; da que se come e ajunta-a para ti; e
Noé andava com Deus. te será para mantimento, para ti e 6.17 Sl 29.10
f

10 
E gerou Noé três filhos: Sem, para eles.
Cam e Jafé. 22 
Assim fez Noé; hconforme tudo o
g
6.19 Gn 7.8-9
11 
A terra, porém, estava corrompida que Deus lhe mandou, assim o fez.
diante da face de Deus; e encheu-se a
terra de violência. Noé e sua família entram na arca

7
h
6.22 Hb 11.7
12 
E viu Deus a terra, e eis que es- Depois, disse o Senhor a Noé:
tava corrompida; porque toda carne Entra tu e toda a tua casa na arca,
havia corrompido o seu caminho so- porque te hei visto ajusto diante de a
7.1 1Pe 3.20;
2Pe 2.5
bre a terra. mim nesta geração.

De todo animal blimpo tomarás
Deus anuncia o dilúvio a Noé para ti sete e sete: o macho e sua fê-
b
7.2 Lv 11
13 
Então, disse Deus a Noé: O fim de mea; mas dos animais que não são lim-
toda carne é vindo perante a minha face; pos, dois: o macho e sua fêmea.
porque a terra está cheia de violência; e 3 
Também das aves dos céus sete e
eis que os desfarei com a terra. sete: macho e fêmea, para se conser-
14 
Faze para ti uma arca da madeira var em vida a semente sobre a face de
de gofer; farás 25compartimentos na toda a terra.
arca e a betumarás por dentro e por 4 
Porque, passados ainda sete dias, fa-
fora com betume. rei chover sobre a terra quarenta dias e
15 
E desta maneira farás: de trezentos quarenta noites; e desfarei de sobre a
côvados o comprimento da arca, e de face da terra toda substância que fiz.
cinquenta côvados a sua largura, e de 5 
E fez Noé conforme tudo o que o
trinta côvados a sua altura. Senhor lhe ordenara.
16 
Farás na arca uma janela e de 6 
E era Noé da idade de seiscentos
um côvado a acabarás em cima; e anos, quando o dilúvio das águas veio
a porta da arca porás ao seu lado; sobre a terra.
far-lhe-ás andares baixos, segundos 7 
E entrou Noé, e seus filhos, e sua
e terceiros. mulher, e as mulheres de seus filhos
17 
Porque eis que eu trago um fdilú- com ele na arca, por causa das águas
vio de águas sobre a terra, para desfa- do dilúvio.
zer toda carne em que há espírito de 8 
Dos animais limpos, e dos animais
vida debaixo dos céus: tudo o que há que não são limpos, e das aves, e de
na terra expirará. todo o réptil sobre a terra,
18 
Mas contigo estabelecerei o meu 9 
entraram de dois em dois para Noé
pacto; e entrarás na arca, tu e os teus na arca, macho e fêmea, como Deus
filhos, e a tua mulher, e as mulheres de ordenara a Noé.
teus filhos contigo. 10 
E aconteceu que, passados sete dias,
19 
E de tudo o que vive, de toda vieram sobre a terra as águas do dilúvio.
carne, gdois de cada espécie meterás na 11 
No ano seiscentos da vida de Noé, c
7.11 Gn 8.2; Pv
arca, para os conservares vivos contigo; no mês segundo, aos dezessete dias do 8.28; Mt 24.38;
macho e fêmea serão. mês, naquele mesmo dia, cse rompe- 1Ts 5.3
20 
Das aves conforme a sua es- ram todas as fontes do grande abismo,
pécie, dos animais conforme a sua e as janelas dos céus se abriram,
G ênesis 8 10
12 
e houve chuva sobre a terra qua- As águas do dilúvio diminuem

7.14 ou toda
26

sorte de asas
renta dias e quarenta noites.
13 
E, no mesmo dia, entrou Noé, e
Sem, e Cam, e Jafé, os filhos de Noé,
8 E alembrou-se Deus de Noé, be de
todo animal, e de toda rês que com
ele estava na arca; e Deus fez passar
d
7.16 Dt 33.27; como também a mulher de Noé, e c
um vento sobre a terra, e aquietaram-
Sl 46.2 as três mulheres de seus filhos, com se as águas.
ele na arca; 2 
Cerraram-se também as dfontes do
14 
eles, e todo animal conforme a sua abismo e as janelas dos céus, e a chuva
espécie, e todo gado conforme a sua dos céus deteve-se.
e
7.19 2Pe 3.6
espécie, e todo réptil que se roja sobre 3 
E as águas tornaram de sobre a terra
a terra conforme a sua espécie, e toda 27
continuamente e, ao cabo de cento e
ave conforme a sua espécie, todo pás- cinquenta dias, as águas minguaram.
saro de 26toda qualidade. 4 
E a arca repousou, no sétimo mês,
15 
E de toda carne, em que havia no dia dezessete do mês, sobre os mon-
7.21 Jó 22.15,17
f
espírito de vida, entraram de dois em tes de Ararate.
dois para Noé na arca. 5 
E foram as águas indo e minguan-
16 
E os que entraram, macho e fêmea do até ao décimo mês; no décimo mês,
de toda carne entraram, como Deus no primeiro dia do mês, apareceram os
g
7.24 Gn 8.3 lhe tinha ordenado; e o Senhor da fe- cumes dos montes.
chou por fora. 6 
E aconteceu que, ao cabo de qua-
renta dias, eabriu Noé a janela da arca
O dilúvio que tinha feito.
a
8.1 Gn 19.29; Êx 17 
E esteve o dilúvio quarenta dias
2.24
b
8.1 Sl 36.6
sobre a terra; e cresceram as águas e Noé solta um corvo e depois uma
c
8.1 Êx 14.21 levantaram a arca, e ela se elevou sobre pomba
a terra. 7 
E soltou um corvo, que saiu, indo e
d
8.2 Pv 8.28
18 
E prevaleceram as águas e cres- voltando, até que as águas se secaram
ceram grandemente sobre a terra; e a de sobre a terra.
arca andava sobre as águas. 8 
Depois, soltou uma pomba, a ver se
27
8.3 Hebr. indo e
tornando
19 
E as águas prevaleceram excessiva- as águas tinham minguado de sobre a
mente sobre a terra; e etodos os altos face da terra.
montes que havia debaixo de todo o 9 
A pomba, porém, não achou re-
e
8.6 Gn 6.16
céu foram cobertos. pouso para a planta de seu pé e vol-
Quinze côvados acima prevaleceram
20 
tou a ele para a arca; porque as águas
as águas; e os montes foram cobertos. estavam sobre a face de toda a terra; e
21 
E expirou toda carne que se mo- ele estendeu a sua mão, e tomou-a, e
via sobre a terra, tanto de ave como de meteu-a consigo na arca.
gado, e de feras, e de todo o réptil que se 10 
E esperou ainda outros sete dias e
roja sobre a terra, e fde todo homem. tornou a enviar a pomba fora da arca.
22 
Tudo o que tinha fôlego de espíri- 11 
E a pomba voltou a ele sobre a tar-
to de vida em seus narizes, tudo o que de; e eis, arrancada, uma folha de olivei-
havia no seco, morreu. ra no seu bico; e conheceu Noé que as
23 
Assim, foi desfeita toda substância águas tinham minguado sobre a terra.
que havia sobre a face da terra, desde 12 
Então, esperou ainda outros sete
o homem até ao animal, até ao réptil dias e enviou fora a pomba; mas não
e até à ave dos céus; e foram extintos tornou mais a ele.
da terra; e ficou somente Noé e os que 13 
E aconteceu que, no ano seiscentos
com ele estavam na arca. e um, no mês primeiro, no primeiro dia
24 
E prevaleceram as águas sobre a do mês, as águas se secaram de sobre a
terra gcento e cinquenta dias. terra. Então, Noé tirou a cobertura da
11 G ênesis 9

arca e olhou, e eis que a face da terra 4 


A carne, porém, com esua vida, isto f
8.17 Gn 1.22
estava enxuta. é, com seu sangue, não comereis. g
8.20 Lv 1.11
14 
E, no segundo mês, aos vinte e sete 5 
E certamente requererei o vos-
dias do mês, a terra estava seca. so sangue, o sangue da vossa 28vida;
h
8.21 Lv 1.9; Ef 5.2

da mão de todo animal o requererei, 8.21 Gn 3.17; 6.17


i

Noé e sua família saem da arca como também da mão fdo homem e
15 
Então, falou Deus a Noé, dizendo: da mão do irmão de cada um requere- 8.21 Gn 6.5; Jó
j

15.14; Jr 17.9; Rm
16 
Sai da arca tu, e tua mulher, rei a vida do homem. 1.21
e teus filhos, e as mulheres de 6 
Quem derramar o sangue do
k
8.21 Gn 9.11,15
teus filhos contigo. homem, pelo homem o seu sangue
17 
Todo animal que está contigo, de será derramado; porque Deus fez go 8.22 Is 54.9; Jr
l

toda carne, de ave, e de gado, e de todo homem conforme a sua imagem. 33.20
réptil que se roja sobre a terra, traze 7 
Mas vós, frutificai e multiplicai-
fora contigo; e povoem abundante- vos; povoai abundantemente a terra e a
9.1 Gn 9.7,19;
mente a terra, e ffrutifiquem, e se mul- multiplicai-vos nela. 10.32
tipliquem sobre a terra. 8 
E falou Deus a Noé e a seus filhos b
9.2 Sl 8.6; Tg 3.7
18 
Então, saiu Noé, e seus filhos, e sua com ele, dizendo:
mulher, e as mulheres de seus filhos 9 
E eu, eis que estabeleço o meu
c
9.3 Dt 12.15; 14.4;
At 10.12,14; 1Tm
com ele; h
concerto convosco, e com a vossa se- 4.3-4
19 
todo animal, todo réptil, toda ave, mente depois de vós,
tudo o que se move sobre a terra, con-
d
9.3 Gn 1.20
10 
e com toda 29alma vivente, ique
forme as suas famílias, saiu para fora convosco está, de aves, de reses, e de e
9.4 Lv 17.14; 19.25;
da arca. todo animal da terra convosco; desde Dt 12.23; 1Sm
14.34
20 
E edificou Noé um altar ao Senhor; todos que saíram da arca, até todo ani-
e tomou de todo ganimal limpo e de mal da terra. 28
9.5 ou alma
toda ave limpa e ofereceu holocaustos 11 
E eu convosco estabeleço o meu f
9.5 Ez 21.12,28
sobre o altar. concerto, que não será mais destruída
21 
E o Senhor cheirou o hsuave chei- toda carne pelas águas jdo dilúvio e g
9.6 Gn 1.27; Lv
ro e disse o Senhor em seu coração: que não haverá mais dilúvio para des- 24.17; Rm 13.4
i
Não tornarei mais a amaldiçoar a terra truir a terra. h
9.9 Gn 6.18;
por causa do homem, porque a jimagi- 12 
E disse Deus: Este é o sinal kdo 9.11,17
nação do coração do homem é má des- concerto que ponho entre mim e vós
9.10 ou criatura
29

de a sua meninice; knem tornarei mais e entre toda alma vivente, que está 9.10 Sl 145.9;
i

a ferir todo vivente, como fiz. convosco, por gerações eternas. Gn 8.1
22 
Enquanto a terra durar, sementeira 13 
O meu larco tenho posto na nu- j
9.11 2Pe 3.7
e sega, e frio e calor, e verão e inverno, vem; este será por sinal do concerto
e dia e noite lnão cessarão. entre mim e a terra. k
9.12 Gn 17.11
14 
E acontecerá que, quando eu trou- 9.13 Ez 1.28; Ap
l

O pacto que Deus fez com Noé xer nuvens sobre a terra, aparecerá o 4.3

9 E abençoou Deus a Noé e a seus


filhos e disse-lhes: afrutificai, e
multiplicai-vos, e enchei a terra.
arco nas nuvens.
15 
Então, me lembrarei do meu
concerto, que está entre mim me m
9.15 Dt 7.9; Ne

E será o vosso temor be o vosso vós e ainda toda alma vivente de 9.32
pavor sobre todo animal da terra e toda carne; e as águas não se torna-
sobre toda ave dos céus; tudo o que se rão mais em dilúvio, para destruir
move sobre a terra e todos os peixes toda carne.
do mar na vossa mão são entregues. 16 
E estará o arco nas nuvens, e eu

Tudo quanto se cmove, que é viven- o verei, para me lembrar do concerto
te, será para vosso mantimento; tudo eterno entre Deus e toda alma vivente
vos tenho dado, dcomo a erva verde. de toda carne, que está sobre a terra.
G ênesis 10 12
n
9.18 Gn 10.1,6 17 
E disse Deus a Noé: Este é o sinal 4 
E os filhos de Javã são: Elisá, e Tár-
do concerto que tenho estabelecido sis, e Quitim, e Dodanim.
entre mim e toda a carne que está so- 5 
Por estes, foram repartidas bas ilhas
o
9.19 Gn 10.32; bre a terra. das nações nas suas terras, cada qual
1Cr 1.4 18 
E os filhos de Noé, que da arca saí- segundo a sua língua, segundo as suas
ram, foram Sem, e Cam, e Jafé; e nCam famílias, entre as suas nações.
é o pai de Canaã. 6 
E os filhos de Cam são: cCuxe, e
p
9.21 Pv 20.1; Lc
21.34; 1Cr 10.12
19 
Estes três foram oos filhos de Noé; Mizraim, e Pute, e Canaã.
e destes se povoou toda a terra. 7 
E os filhos de Cuxe são: dSebá, e
Havilá, e Sabtá, e Raamá, e Sabtecá; e
q
9.23 Gl 6.1; 1Pe Noé planta uma vinha os filhos de Raamá são: Sabá e Dedã.
4.8 20 
E começou Noé a ser lavrador da 8 
E Cuxe gerou a eNinrode; este co-
terra e plantou uma vinha. meçou a ser poderoso na terra.
9.25 Dt 27.16; 2Cr
r 21 
E bebeu do vinho pe embebedou-se; 9 
E este foi poderoso caçador dian-
8.7-8 e descobriu-se no meio de sua tenda. te da face do Senhor; pelo que se diz:
22 
E viu Cam, o pai de Canaã, a nu- Como Ninrode, poderoso caçador
dez de seu pai e fê-lo saber a ambos diante do Senhor.
a
10.1 1Cr 1.5 seus irmãos, fora. 10 
E o princípio do seu reino foi Ba-
23 
Então, tomaram Sem e Jafé bel, e Ereque, e Acade, e fCalné, na ter-
uma capa, puseram-na sobre am- ra de Sinar.
b
10.5 Sf 2.11 bos os seus ombros e, indo qvirados 11 
Desta mesma terra saiu ele à Assíria e
para trás, cobriram a nudez do seu edificou a Nínive, e Reobote-Ir, e Calá,
c
10.6 1Cr 1.8 pai; e os seus rostos eram virados, 12 
e Resém, entre Nínive e Calá (esta
de maneira que não viram a nudez é a grande cidade).
d
10.7 Sl 72.10 do seu pai. 13 
E Mizraim gerou a Ludim, e a
24 
E despertou Noé do seu vinho e Anamim, e a Leabim, e a Naftuim,
e
10.8 Mq 5.6
soube o que seu filho menor lhe fizera. 14 
e a gPatrusim, e a Casluim (donde
25 
E disse: Maldito seja rCanaã; servo saíram os filisteus), e a Caftorim.
dos servos seja aos seus irmãos. 15 
E Canaã gerou a Sidom, seu pri-
f
10.10 Am 6.2 26 
E disse: Bendito seja o S enhor, mogênito, e a Hete,
Deus de Sem; e seja-lhe Canaã por 16 
e ao jebuseu, e ao amorreu, e ao
servo. girgaseu,
g
10.14 1Cr 1.12 27 
Alargue Deus a Jafé, e habite 17 
e ao heveu, e ao arqueu, e ao sineu,
nas tendas de Sem; e seja-lhe Canaã 18 
e ao arvadeu, e ao zemareu, e ao
por servo. hamateu, e depois se espalharam as
h
10.18 Gn
15.18,21; Js 12.7-8
28 
E viveu Noé, depois do dilúvio, famílias dos hcananeus.
trezentos e cinquenta anos. 19 
E foi o termo dos cananeus desde
29 
E foram todos os dias de Noé no- Sidom, indo para Gerar, até Gaza; indo
vecentos e cinquenta anos, e morreu. para Sodoma, e Gomorra, e Admá, e
Zeboim, até Lasa.
Os descendentes de Noé 20 
Estes são os filhos de Cam, segun-

10
a
Estas, pois, são as gerações dos
filhos de Noé: Sem, Cam e
Jafé; e nasceram-lhes filhos depois do
do as suas famílias, segundo as suas lín-
guas, em suas terras, em suas nações.
21 
E a Sem nasceram filhos, e ele é o
dilúvio. pai de todos os filhos de Éber e o ir-

Os filhos de Jafé são: Gomer, e Ma- mão mais velho de Jafé.
10.22 1Cr 1.17
i

gogue, e Madai, e Javã, e Tubal, e Me- 22 


Os filhos ide Sem são: Elão, e Assur,
seque, e Tiras. e Arfaxade, e Lude, e Arã.

E os filhos de Gomer são: Asque- 23 
E os filhos de Arã são: Uz, e Hul, e
naz, e Rifate, e Togarma. Geter, e Más.
13 G ênesis 11
24 
E Arfaxade gerou a Salá; e Salá 8 
Assim, o Senhor os espalhou dali 10.25 que signifi-
30

ca divisão
gerou a Éber. sobre a face de toda a terra; e cessaram
25 
E a Éber nasceram dois filhos: o de edificar a cidade. a
11.4 Dt 1.28
nome de um foi 30Pelegue, porquanto 9 
Por isso, se chamou o seu nome 31Ba-
b
11.4 Sl 49.2; Dn
4.30; Pv 10.7
em seus dias se repartiu a terra; e o bel, porquanto ali confundiu o Senhor a c
11.4 Gn 11.9; Lc
nome do seu irmão foi Joctã. língua de toda a terra e dali os espalhou 1.51
26 
E Joctã gerou a Almodá, e a Selefe, o Senhor sobre a face de toda a terra. d
11.5 Gn 18.21
e a Hazar-Mavé, e a Jerá, 10 
Estas são as gerações fde Sem: Sem
27 
e a Hadorão, e a Uzal, e a Dicla, era da idade de cem anos e gerou a Ar- e
11.7 Sl 2.5; 55.9
28 
e a Obal, e a Abimael, e a Sabá, faxade, dois anos depois do dilúvio.
29 
e a Ofir, e a Havilá, e a Jobabe; to- 11 
E viveu Sem, depois que gerou a 11.9 que significa
31

dos estes foram filhos de Joctã. Arfaxade, quinhentos anos; e gerou fi- confusão
30 
E foi a sua habitação desde Messa, lhos e filhas.
indo para Sefar, montanha do Oriente. 12 
E viveu Arfaxade trinta e cinco 11.10 Gn 10.24;
f

31 
Estes são os filhos de Sem, segun- anos e gerou a Salá. 1Cr 1.17
do as suas famílias, segundo as suas lín- 13 
E viveu Arfaxade, depois que
guas, em suas terras, em suas nações. gerou a Salá, quatrocentos e três
32 
Estas são as famílias dos filhos de anos; e gerou filhos e filhas.
Noé, segundo as suas gerações, em suas 14 
E viveu Salá trinta anos e gerou
nações; e destes foram divididas as na- a Éber.
ções na terra, depois do dilúvio. 15 
E viveu Salá, depois que gerou a
Éber, quatrocentos e três anos; e gerou
Toda a terra com uma mesma língua filhos e filhas.

11 E era toda a terra de uma mes- E viveu Éber trinta e quatro anos e
16 

ma língua e de uma mesma fala. gerou a Pelegue.



E aconteceu que, partindo eles do 17 
E viveu Éber, depois que gerou a
Oriente, acharam um vale na terra de Pelegue, quatrocentos e trinta anos; e
Sinar; e habitaram ali. gerou filhos e filhas.

E disseram uns aos outros: Eia, fa- 18 
E viveu Pelegue trinta anos e ge-
çamos tijolos e queimemo-los bem. E rou a Reú.
foi-lhes o tijolo por pedra, e o betume, 19 
E viveu Pelegue, depois que gerou
por cal. a Reú, duzentos e nove anos; e gerou

E disseram: Eia, edifiquemos nós filhos e filhas.
uma cidade e uma torre cujo acume to- 20 
E viveu Reú trinta e dois anos e
que nos céus e façamo-nos bum nome, gerou a Serugue.
para que não csejamos espalhados so- 21 
E viveu Reú, depois que gerou a
bre a face de toda a terra. Serugue, duzentos e sete anos; e gerou

Então, desceu o Senhor para dver a filhos e filhas.
cidade e a torre que os filhos dos ho- 22 
E viveu Serugue trinta anos e ge-
mens edificavam; rou a Naor.

e o Senhor disse: Eis que o povo é 23 
E viveu Serugue, depois que gerou
um, e todos têm uma mesma língua; e a Naor, duzentos anos; e gerou filhos
isto é o que começam a fazer; e, agora, e filhas.
não haverá restrição para tudo o que 24 
E viveu Naor vinte e nove anos e
eles intentarem fazer. gerou a Tera.
25 
E viveu Naor, depois que gerou a
A confusão das línguas Tera, cento e dezenove anos; e gerou

Eia, desçamos e econfundamos ali a filhos e filhas.
sua língua, para que não entenda um a 26 
E viveu Tera setenta anos e gerou
língua do outro. a Abrão, a Naor ge a Harã. g
11.26 Js 24.2