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Academia

SAP-FI
Versão 6.0

APOSTILA 1................................................................................................................................................3
UNIDADE 1 – CONFIGURAÇÕES BÁSICAS.........................................................................................3
UNIDADE 2 –DADOS MESTRES.............................................................................................................9
UNIDADE 3 – CONTROLE DE DOCUMENTOS..................................................................................28
UNIDADE 4 – CONTROLE DE LANÇAMENTOS................................................................................38
UNIDADE 5...............................................................................................................................................57
COMPENSAÇÃO DE PARTIDAS EM ABERTO....................................................................................57
UNIDADE 6 – CAIXA DIÁRIO...............................................................................................................70
UNIDADE 7 – RAZÃO ESPECIAL.........................................................................................................73
UNIDADE 8- PARKING DOCUMENTS.................................................................................................83
APOSTILA 2..............................................................................................................................................86
UNIDADE 2 – PAGAMENTOS AUTOMÁTICOS..................................................................................86
UNIDADE 3 – COBRANÇA AUTOMÁTICA.......................................................................................107
UNIDADE 4 – CORRESPONDÊNCIA..................................................................................................124
UNIDADE 5 – CÁLCULO DE JUROS..................................................................................................125
UNIDADE 6 – COUNTRY SPECIFICS................................................................................................130
UNIDADE 7 – RELATÓRIOS PADRÃO NO G/L.................................................................................135
UNIDADE 8 – FORMAS DE APRESENTAR RELATÓRIOS..............................................................139
UNIDADE 9 – DRILLDOWN REPORTING.........................................................................................140
UNIDADE 10 – ENCERRAMENTO DE ATIVIDADES.......................................................................143
UNIDADE 11...........................................................................................................................................145
DEMONSTRATIVOS FINANCEIROS (BALANÇO PATRIMONIAL)...............................................145
UNIDADE 12 – RECEBÍVEIS E PAGÁVEIS........................................................................................147
UNIDADE 13 – LUCROS E PERDAS...................................................................................................152
UNIDADE 14...........................................................................................................................................159
TECHNICAL, ORGANIZATIONAL AND DOCUMENTARY STEPS.................................................159
APOSTILA 3............................................................................................................................................161
UNIDADE 1 – ESTRUTURA ORGANIZACIONAL............................................................................161
UNIDADE 2 – DADOS MESTRES........................................................................................................168
UNIDADE 3 – TRANSAÇÕES DE ATIVOS.........................................................................................183
UNIDADE 4 – PROCESSAMENTO PERIÓDICO................................................................................201
UNIDADE 5 – SISTEMA DE INFORMAÇÃO......................................................................................212

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UNIDADE 6 – VALIDAÇÕES / SUBSTITUIÇÕES..............................................................................216
NEW GL INTRODUÇÃO.....................................................................................................................224

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APOSTILA 1
UNIDADE 1 – CONFIGURAÇÕES BÁSICAS

 CLIENT (mandante): é o nível mais alto na hierarquia. Especificações ou datas que são
válidas para todas as unidades organizacionais são definidas neste nível.

 COMPANY CODE (empresa): para objetivos externos, representa uma entidade contábil
independente. Deve se ter uma company code para cada CNPJ e deve ser definida por país. As
demais empresas são representadas como filiais.

Mand. 000
MANDANTE Mand. 001
Mand. 400

Empresa Empresa Empresa Empresa


1000 2000 3000 4000

 O Mandante é o nível mais elevado na hierarquia do sistema R/3. As especificações ou os


dados, que devem ser válidos para todas as unidades organizacionais em todas as aplicações
R/3, são entrados no nível do mandante, o que elimina a necessidade de introduzir tais
informações mais de uma vez (por exemplo, taxas de câmbio). Cada mandante é uma unidade
completa, que tem registros mestre separados e um conjunto inteiro de tabelas e dados. Os
usuários precisam entrar uma chave de mandante e ter um registro mestre de usuário no
mandante para fazer logon no sistema.
 Principais unidades FI:
 Empresa (fins externos) Uma empresa representa uma entidade contábil legal
independente/sujeita à escrituração. Pode ser, por exemplo, uma empresa dentro de um grupo
de empresas. Balanços e demonstrações de resultados, exigidos por lei, podem ser criados no
nível da empresa. Portanto, uma empresa é a estrutura mínima necessária no FI do sistema
R/3. Em negócios internacionais, as operações são, com freqüência, espalhadas por numerosos
países. Como a maioria das autoridades governamentais e fiscais exige o registro de uma
entidade legal para cada empresa, em geral é criada uma empresa separada por país.
 Divisão (fins internos) As divisões representam áreas de operação separadas dentro de uma
organização e podem ser usadas por toda a empresa. Elas são unidades, sujeitas a escrituração,
capazes de criar seu próprio conjunto de balanços financeiros para fins internos. O uso de
divisões é opcional.

 CRIAÇÃO DE UMA EMPRESA:

Empresa A Empresa B
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Para criar uma empresa, é necessário copiar uma existente com a função cópia de
organização, que reproduz:
 a definição
 os parâmetros globais
 as tabelas de customizing (cerca de 315 tabelas)
 as contas do Razão (se desejado)
 a determinação de contas
Depois de usar essa função, devem ser atualizadas apenas as modificações desejadas entre a
empresa original e a nova.

 NOTA: IMG sugere a ordem:


 Copiar, eliminar, verificar empresa
 Processar dados da empresa
 Copiar a empresa de outra existente. Isto tem a vantagem de copiar, também, os parâmetros
específicos da empresa existente. Depois de feita a cópia, pode-se processar dados na nova
empresa.
 É necessário marcar uma chave alfanumérica de quatro caracteres como a chave da
empresa. Esta chave identifica a empresa e deve ser entrada posteriormente ao lançar
transações contábeis ou ao criar dados específicos da empresa.
 OBS: não é necessário usar a função cópia da organização. É possível, ainda, definir a
empresa e preencher as tabelas de customizing desde o início.

 AREA DE NEGÓCIOS: Para objetivos internos, representam áreas de negócios que


permitem a visualização de balanços cross-company. Sua principal função é viabilizar um
balanço inter-empresarial e sua utilização é opcional.

 COMPONENTES DA EMPRESA:

Definição de uma empresa


 Chave de empresa com 4 caracteres
 Nome da empresa
 Cidade
 País
 Moeda
 Idioma
 Endereço
Parâmetros globais
 Plano de contas
 Exercício
 Defaults da empresa

O processamento dos dados da empresa inclui:


 Os dados de endereço são necessários para correspondência e registrados nos relatórios de
avaliação.
 É preciso especificar uma moeda para cada empresa. As contas são administradas na moeda
da empresa. Todas as demais são indicadas como estrangeiras. O sistema converte os

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montantes lançados em moeda estrangeira para essa moeda. A moeda definida na empresa é
conhecida como moeda interna no sistema R/3.
 O código do país indica qual deve ser considerado o país fornecedor. O sistema considera
todos os demais como estrangeiros. Isso é importante nas transações contábeis ou
pagamentos, uma vez que há necessidade de formulários diferentes para pagamentos
internacionais, e o sistema aceita formatos diferentes para endereços de correspondência
estrangeira.
 Um código de idioma precisa ser entrado para que o sistema possa criar, automaticamente,
textos no idioma correto; por exemplo, na emissão de cheques.
 Ao definir uma divisão, apenas uma chave alfanumérica de 4 dígitos e uma breve
descrição são necessárias.

 MODELOS DE PAÍS

 No sistema padrão R/3, empresa 0001 é um modelo para a empresa geral com plano de
contas INT e sem especificações próprias para o país.
 Caso seja necessária uma empresa em um país com um padrão, pode-se usar o programa de
versão localizada, que copia as tabelas de customizing específicas do modelo do país, para a
empresa 0001. Depois de concluído, a empresa 0001 estará adaptada para o país selecionado.
Deve-se, então, copiar essa empresa para a nova empresa desejada. Depois, pode iniciar
novamente o programa de versão localizada para criar um modelo para outro país, e assim por
diante.
NOTA: O programa de versão localizada não cria apenas um padrão de empresa específico do
país, mas, também, um modelo específico do país para áreas de contabilidade de custos,
centros, organizações de compras, organizações de vendas, áreas de controle de créditos, áreas
de administração financeira etc.
 ATENÇÃO: Não se esqueça de copiar o modelo antes de continuar. A empresa 0001 não
deve ser utilizada como a empresa produtiva, porque o programa de versão localizada sempre
a utiliza como a empresa destinatária. Além disso, é preciso executar o programa de versão
localizada apenas em uma nova instalação do sistema R/3 e não na atualização, pois a
estrutura de customizing específica de país pode ter sido modificada de um para outro release
do R/3.

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 PRINCÍPIO DA VARIANTE: é um método amplamente utilizado no sistema R/3 para
atribuir propriedades especiais a um ou mais objetos R/3. Ele é válido para todo o sistema e
pode ser usado em 3 passos:

1.1.Definir
Definira avariante
variante
2.2.Determinar
Determinarososvalores
valorespara
paraa avariante
variante
3.3.Atribuir
Atribuira avariante
varianteaos
aosobjetos
objetos

Vantagem: Facilita a associação e a manutenção de configurações que são comuns a diversos


objetos de negócios, podendo atribuir configurações a diversas company codes.

Este princípio é usado para: Status de Campo, Períodos contábeis, Exercícios (ano
fiscal), etc.

 Por exemplo, ao usar para criar uma empresa;


 Definir a variante: K4 é a variante do exercício
 Preencher a variante com valores: definimos as propriedades de K4 como o "ano
civil"
 Atribuir a variante a objetos R/3: atribuímos K4 a várias empresas que usam esse
calendário

 FISCAL YEAR (ano fiscal): Serve para definir os períodos possíveis para lançamentos
contábeis (normais ou extra-ordinários) e pode ser definido:

O exercício pode ser definido como:

 Independente do exercício: O mesmo número e datas para os períodos todos os anos


 Dependente do exercício: Os períodos podem ser diferentes de ano para ano

 Para separar as transações contábeis em períodos diferentes, deve ser definido um exercício
com períodos contábeis. O exercício é definido como uma variante atribuída à empresa.
 A variante do exercício contém as definições de períodos contábeis e períodos
extraordinários. Os períodos especiais são usados para lançamentos que não são atribuídos

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a períodos de tempo, mas ao processo de encerramento do exercício. No total, podem ser
usados 16 períodos.
 O sistema retira o período contábil da data de lançamento. Quando a data de lançamento
cair dentro do último período contábil normal, a transação pode ser lançada em um dos
períodos extraordinários.
 Exemplo: pode-se ver, acima, um exercício com 12 períodos contábeis e 4 períodos
extraordinários. Se a data de lançamento cair no 12º período, a transação pode ser lançada
em um dos quatro períodos extraordinários.
 As variantes de exercício padrão já foram definidas no sistema e podem ser usadas como
padrão.
 NOTA: a variante do exercício não inclui informações sobre se o período está aberto ou
fechado; isto é atualizado em outra tabela. A variante do exercício define, apenas, o
montante de períodos e suas datas de início e de fim.

 Variante de exercício independente do exercício

 Se cada exercício de uma variante de exercício usar a mesma quantidade de períodos, e os


períodos contábeis tiverem início e fim sempre no mesmo dia do ano, a variante será chamada
de independente do exercício. Uma variante de exercício independente do exercício pode ser
definida como:
 ano civil, e
 exercício divergente do ano civil.
 Se o exercício for definido como o ano civil, os períodos contábeis serão iguais aos meses
do ano. Portanto, a variante do ano civil precisa ter 12 períodos contábeis.
 Se o exercício for definido como divergente do ano civil, os períodos contábeis precisarão
ser definidos com a atribuição das datas de encerramento de cada período. Um exercício
divergente do ano civil pode ter entre 1 e 16 períodos contábeis. Se o exercício divergente do
ano civil não tiver início em 1º de janeiro, os períodos do ano pertencentes ao exercício
anterior ou posterior precisarão receber um indicador de deslocamento (-1, +1).

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 O exemplo acima, à direita, mostra um exercício divergente do ano civil, com 6 períodos
contábeis, que abrangem de abril a março. Assim, os meses de janeiro a março ainda
pertencem ao exercício antigo e precisam ter um indicador de deslocamento anual "-1".
 Se o exercício diferir do ano civil, mas os períodos contábeis corresponderem aos meses do
calendário, o limite de fevereiro deverá ser o dia 29, para estar preparado para os anos
bissextos.
 Geralmente, os exercícios são independentes do exercício.

 Variante de exercício dependente do exercício

Exercícios completos com


diferentes datas de períodos

 Uma variante de exercício deve ser definida como "dependente do exercício" se a data de
início e de fim dos períodos contábeis de alguns exercícios for diferente em outros exercícios,
e/ou se alguns exercícios usarem uma quantidade diferente de períodos contábeis.
 Se todos os exercícios de uma variante dependente do exercício tiverem o mesmo número
de períodos, apenas as datas diferentes do período precisarão ser definidas para os exercícios
diferentes (veja exemplo à esquerda).
 Caso um dos exercícios de uma variante de exercício tenha menos períodos contábeis que
os demais, é chamado de "exercício reduzido" (veja exemplo à direita). Isto pode ser
necessário se o encerramento tiver que ser feito antes do fim do exercício normal (por
exemplo, se o início do exercício tiver que ser modificado ou se a empresa tiver sido vendida).
O exercício reduzido e a respectiva quantidade de períodos contábeis têm de ser especificados
antes da definição das datas do período. Apenas para este exercício, pode ser atribuído um
número menor de períodos contábeis.

USD
 MOEDA E CATEGORIAS DE TAXAS DE CÂMBIO:

 Permite o registro dos seguintes tipos:


 Compra (buying rate);
 Venda (banking salling rate);
 Taxa histórica
 Média (Ptax- Banco Central) tipo padrão mais utilizado.
 Taxa em determinadas datas chaves
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 Facilidades para a manutenção de taxas:

 Fatores de Conversão: Serve para diminuir as casa decimais dos valores das moedas. Por
causa da inflação a relação entre as moedas pode ser mantida em um período de tempo.
Ex: 1 real = 133,00 yenes, após o translation 1 real = 133 yenes.
 Inversão: Deverá ser marcado para que a taxa possa ser informada 1 única vez: BR- USD e
USD-BR.
 Cotação direta: A cotação direta também é conhecida como cotação específica. Uma
unidade da moeda estrangeira US$ custa a quantidade exibida de unidades da moeda interna.
1US$= 0,92000 Euro.
 Cotação indireta: A cotação indireta também é conhecida como a cotação de volume. Uma
unidade da moeda local US$ custa a quantidade exibida de unidades da moeda interna . 1
Euro= 1,08696 US$.
Pode-se definir, para cada combinação de moedas, a cotação direta ou indireta como a cotação
padrão da taxa de câmbio. Se a taxa de câmbio entrada não tiver a mesma cotação que a
padrão aqui configurada, a taxa será destacada para evidenciar isso.

 Definição de taxa de câmbio em cotações diferentes: Definido as listas de trabalho irá


economizar tempo e diminuir erros. Apenas as taxas de câmbio relevantes sofreram
manutenção.

 Todas as moedas que serão usadas têm de ser identificadas por um código de moeda. A
maioria das moedas do mundo já está definida no sistema SAP R/3. Todos os códigos de
moeda podem ter uma data de validade.
 Para as combinações de duas moedas, podem ser mantidas taxas de câmbio diferenciadas
por categoria de taxa de câmbio. Essas taxas de câmbio diferentes podem ser usadas para
diversos fins como: avaliação, conversão, planejamento etc.

UNIDADE 2 –DADOS MESTRES

 PLANO DE CONTAS FI-GL: Vinculado ao Razão Geral ou General Ledger (GL), estão
os razões auxiliares ou sub-ledgers (AP/AR/AA) que servem para demonstrar de maneira
análitica as informações do Razão Geral.

 O cadastro mestre de contas contábeis possui 2 segmentos:


 Segmento Plano de contas;
 Segmento company code.

 As três etapas para criar e usar o plano de contas:


 Definição do plano de contas;
 Definição das propriedades do plano de contas;
 Atribuição do plano de contas as empresas.

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As contas contábeis analíticas são associadas a um grupo de contas (account group) e a cada
empresa (company code) na qual será utilizada.

O Plano de contas é uma variante que contem a estrutura e as informações básicas sobre as
contas do razão. É definido com um identificador de 4 caracteres, é preciso definir os
componentes do plano de contas e deve ser atribuída a todas as empresas que queiram criar
contas com base na estrutura definida.

 Definição do plano de contas contem:

 Chave
 Descrição
 Idioma de atualização;
 Extensão do número da conta do Razão
 Integração do controlling
 Plano de contas do grupo de empresas
 A marca bloqueada

 O idioma de atualização: é aquele no qual são atualizadas as descrições da conta.


 O número da conta do grupo pode ser entrado em uma conta do Razão. Este número é
usado para emitir relatórios em várias empresas que usam planos de contas diferentes. Se um
plano de contas do grupo de empresas for introduzido no plano de contas, o sistema torna este
campo uma entrada obrigatória na conta mestre do Razão e verifica se o número da conta do
grupo introduzido existe no plano de contas do grupo de empresas.
 Um plano de contas ainda não concluído pode ser bloqueado, de forma que nenhuma
empresa possa usá-lo até que esteja pronto.
 A extensão do número da conta do Razão pode ser de 1 a 10 dígitos.

 Atribuição do plano de contas:

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1. Toda empresa precisa ter um plano de contas atribuído a ela.
2. Um plano de contas pode ser atribuído a várias empresas (principio da variante).
3. Cada empresa possui um plano de contas.

 Segmento do plano de contas: O plano de contas contem informações básicas sobre as


contas. As informações por conta são agrupadas.

Estes contem:

 Número da conta.
 O nome da conta (com texto breve e descritivo).
 Os campos de controle (discutidos nas transparências seguintes).
 Os campos de consolidação.
 O plano de contas pode ser convertido para outros idiomas, para exibir o nome da
conta no idioma de acesso adequado durante a exibição de dados mestre e
lançamentos. Se o plano de contas não tiver sido convertido para o idioma de
acesso adequado, o nome da conta aparecerá no idioma de atualização.
Textos com informações diferentes podem ser atribuídos a cada segmento do plano de contas.

O segmento do plano de contas consiste em diversos grupos de campos:

 Tipo/Descrição: Controle no plano de contas, descrição, dados de consolidação no


plano de contas.
 Palavra chave/Conversão: Palavras chaves no plano de contas, conversão.
 Informações: Informações no plano de contas, textos do razão no plano de contas.

 Status de campo plano de contas: As informações entradas neste segmento são exclusivos,
independente de os usuários terem uma ou várias empresas.

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Sempre que forem introduzidas informações do segmento do plano de contas serão
automaticamente acessadas.
As palavras chaves facilitam a pesquisa de um número de conta.
Você pode definir e mudas o layout das tab pages para o processamento individual dos dados
mestres das contas do Razão. Você pode definir:
 O número das tab pages;
 O título das tab. pages;
 Os grupos de contas que você requer e qual a posição.
 Seleção dos layouts para processamento central e processamento para áreas
especificas da empresa.

 Segmento da empresa (company code segment)

 Para usar uma das contas do plano de contas atribuído à empresa, deve ser criado um
“segmento da empresa”. Este será adicionado ao segmento de plano de contas. Os dois
formam a conta. As informações constantes do segmento da empresa são específicas para
esta empresa. Tais informações controlam a entrada de documentos contábeis e a
administração dos dados contábeis.

O segmento da empresa consiste em diversos grupo de contas:

 Dados de controle: Controle de contas, administração de contas do Razão, Joint


Venture (parceria).
 Banco/Juros: Criação de documentos, detalhes bancários/financeiros, cálculo de
juros.
 Informações: Informações/textos, da conta do razão.

O segmento da empresa para a mesma conta do Razão pode ser diferente, conforme as
necessidades da empresa. É preciso definir informações pertinentes a cada empresa: moeda,
impostos, contas de conciliação, exibição de partidas individuais, chave de ordenação, grupo
de status de campo, banco da empresa, informações sobre cálculo de juros. Conforme
mencionado anteriormente no segmento de plano de contas, os textos são administrados por
ID de texto e idioma. Os textos podem ser exibidos pelo relatório “Manual de classificação
contábil”.

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 Um plano de contas, diversas empresas:

 Toda empresa precisa ter um plano de contas atribuído a ela e criar seu próprio segmento de
empresa. Como o número e o nome da conta são atualizados no nível do plano de contas, a
conta terá o mesmo nome e número em todas as empresas atribuídas

 Contas de balanço e de demonstrativos de resultados (P&L)

No segmento do plano de contas é necessário indicar se a conta será de balanço ou de


demonstração de resultados. Esses 2 tipos de contas são tratados de forma diferente no
procedimento de encerramento.

 Nas contas de balanço, o saldo é transportado para a mesma conta.


 Nas contas de demonstração de resultados, o saldo é transportado para uma conta de
lucros líquido acumulados e a conta de demonstração de resultados é zerada. È atribuída uma
chave a conta de transporte de saldo, e essa chave é introduzida no campo “tipo de conta de
demonstração de resultados”, no segmento plano de contas.
 Contas marcadas como balance sheet, no encerramento do exercício atual, os saldos
serão carregados para a mesma conta contábil do exercício posterior.
 Contas marcadas como P&L os saldos são carregados para a conta de resultado de
apuração, zerando os saldos das contas atuais. Para tanto o sistema obriga a criação da conta
de apuração de resultados antes que o check seja utilizado.

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 Grupo de contas para as contas do Razão: O grupo de contas controla:
 O intervalo de numeração das contas;
 O status dos campos do segmento da empresa no registro mestre.

O grupo de contas reúne contas com as mesmas tarefas no Razão, exemplo:


 Contas de fundos líquido;
 Contas de materiais;
 Contas de imobilizados;
 Etc;

Com a atribuição de um intervalo de numeração a um grupo de contas, pode se garantir que as


contas do mesmo tipo fiquem no mesmo intervalo de numeração.
O grupo de contas deve ser introduzido no segmento do plano de contas e controla a aparência
do segmento da empresa de uma conta do razão.

 Status do Campo: Todos os campos têm uma das seguintes propriedades:


 Oculto;
 Apenas exibir;
 Entrada obrigatória;
 Entrada opcional.
 Os campos que não são usados podem ser suprimidos.
 Os campos com uma entrada, que não pode ser modificada, podem ser definidos para
exibição apenas (mesmo no modo de modificação)
 Os campos que precisam ter uma entrada podem ser transformados em campos
obrigatórios.
 Os campos que podem ser entrados, mas não são obrigatórios, podem ser definidos como
entrada facultativa.
 Determinados campos são agrupados e seus status de campo são válidos para todo o grupo,
por exemplo, código de cálculo de juros, ciclo de juros e última data fixada de cálculo de
juros.
 Os campos “Moeda” e “Grupo de status de campo” são sempre obrigatórios. Seu status não
pode ser modificado.
 NOTA: os campos suprimidos podem conter valores e estes ainda apresentam resultados!

 Status do campo para Dados Mestre:

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 Os campos exibidos no registro mestre do Razão não são controlados apenas pelo grupo de
contas, mas também pela transação de dados mestres em uso, ou seja, criar, modificar, exibir.
As definições dos status do campo do grupo de contas e de transação são combinadas em cada
campo, sendo usada a de maior prioridade:
1º Suprimir:
2º Exibir;
3º Entrada obrigatória;
4º Entrada facultativa.

 Contas de reconciliação:

 São contas do Razão atribuídas aos registros mestres do parceiro de negócios para registrar
todas as transações no livro auxiliar (clientes/fornecedores). Qualquer lançamento nas contas
do livro auxiliar atualiza automaticamente os saldos das contas de reconciliação atribuída.
Desta forma o Razão será sempre atualizado.
Uma conta do Razão é definida como uma conta de reconciliação com a entrada do tipo de
conta de reconciliação que está no campo “conta de reconciliação para tipo de conta”.
 D  Para clientes;
 K  Para fornecedores;
As contas de reconciliação comuns são as de “negociações a receber” e “negociações a pagar”.
Não é possível fazer lançamentos diretamente nas contas de reconciliação.

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 Exibição de partidas individuais: É um campo de controle no segmento empresa de uma
conta.

 Movimentação no período é a soma das partidas individuais na coluna de débito ou de


crédito. O saldo é a diferença entre a movimentação no período de débito e de crédito.
 O campo “exibição de partida individual” é um campo de controle no segmento empresa de
uma conta.

 Contas sem exibição de partidas indiviuais: Apenas a movimentação no período será


atualizada quando um documento for lançado para esta conta.
 Contas com exibição de partidas individuais: Os dados mais importantes das partidas
individuais lançadas são armazenadas em uma tabela especial de índices.

O item “exibir partidas” não deve ser ativado para:

 Contas de reconciliação (são administradas no razão auxiliar)


 Contas de receita (são administradas pela aplicação SD)
 Contas de estoque de material (são administradas pela aplicação MM)
 Contas de impostos

 Administração de partidas em aberto:

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 São indicados como abertos ou liquidados. As contas com administração de partidas em
aberto precisam ter a exibição de partida individual ativada.

Deve-se usar a administração de partidas em aberto para:


 Contas de compensação bancária;
 As contas de compensação para entrada de mercadorias / entrada de fatura;
 As contas de compensação de salários.
Pode-se definir ou cancelar a administração de partidas em aberto apenas se a conta tiver saldo
zero

 Mostrar itens de linha: É um check que possibilita a visualização de partidas individuais


nas contas somente contábeis. Deve ser sempre checadas para contas que não possuem sub-
ledgers.

 Abrir item de Gerenciamento: É um check que indica o controle de partidas em aberto,


utilizado geralmente para controlar a compensação de cheques a compensar emitidos para
pagamento ou cheques recebidos de clientes.

 Conta em moeda local: A moeda da conta pode ser a moeda interna ou moeda estrangeira.
Uma conta contábil cuja moeda seja igual à local pode receber lançamentos. Porém se for
definida moeda diferente da moeda local para a conta, somente serão possíveis lançamentos na
moeda indicada na conta.

 Apenas saldo em moeda local: É um check que determina que todos os saldos aparecerão
somente em moeda local. Vale lembrar que além da moeda local 1, pode ser definidas mais
duas moedas paralelas, denominadas moeda local 2 e moeda local 3.

 Conta em moeda estrangeira: As contas que tem uma moeda estrangeira como sua moeda
da conta só pode receber lançamentos nessa moeda.

 MÉTODOS PARA CRIAÇÃO DE CONTAS DO RAZÃO

 Manual: 2 etapas (segmento plano de contas, segmento empresa);

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 Criação de contas por meio de cópia;
 Transferência de dados.

 Criação manual: Com o método em duas etapas, o segmento do plano de contas é criado
de forma separado do segmento da empresa. Isto permite a criação da conta do Razão somente
no plano de contas ou em várias empresas.
Usar o método em uma etapa para criar a conta do Razão em uma empresa indicada. Repetir a
2º etapa do método em 2 etapas, criar o segmento de empresa para criar a conta do Razão em
outras empresas, conforme necessário.

 Criação de contas por meio de cópia: Pode-se criar uma nova conta relacionada a conta
existente, e mudar o título da conta de maneira correspondente. O plano de contas inteiro pode
ser copiado em um novo plano de contas, inclusive a determinação de contas. A estrutura do
balanço também pode ser copiada.

 Transferência de dados: Para reduzir a entrada de dados, programas como RFBISA00,


interface batch input para dados mestres do Razão podem ser modificados pela equipe do
ABAP, para adaptação ao carregamento das informações do novo plano de contas.

 Processamento coletivo: Podem-se modificar as seguintes informações:

 Plano de contas;
 Empresa;
 Descrição.

Podem-se modificar, ao mesmo tempo, os dados mestres na área do plano de contas, os dados
específicos da empresa ou os nomes de várias contas do Razão. As contas do Razão podem ser
de planos de contas diferentes.
É possível fazer alterações nas contas do Razão exibidas:
 Podem-se selecionar os campos que devem ser modificados;
 Podem-se modificar os valores dos campos exibidos.
NOTA: as alterações nas contas do Razão existentes têm efeito depois de gravadas e podem ter
muitas conseqüências. Por isso, é melhor verificar as modificações antes de gravá-las

 Plano de contas do grupo de empresas

 Este plano de contas deve conter todas as contas do grupo de empresas.

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 O plano de contas do grupo de empresas deve ser atribuído a cada plano de contas
operacional. Se isto for feito, o campo “número da conta do grupo” torna-se entrada
obrigatória.
 No segmento do plano de contas de todas as contas operacionais deve ser introduzido o
número da conta do grupo. As diferentes contas de um plano de contas operacional podem
indicar a mesma conta do grupo.
 Deve-se ser usada uma estrutura do balanço para o plano de contas do grupo de empresas.
 Desvantagem: Como as empresas usam plano de contas operacionais diferentes, é
impossível executar qualquer controlling inter-empresarial.

 Plano de contas específico do país

Contem as contas necessárias do Razão para atender as necessidades legais do país.


É uma alternativa para usar o plano de contas do grupo de empresas. Se cada empresa usar o
mesmo plano de contas operacional, as empresas que necessitarem de plano de contas
diferentes para o sistema externo de informações poderão:

 Ter atribuído um plano de contas do país;


 Ter o número do plano de contas do país ( número alternativo) introduzido em todos os
segmentos da empresa. Cada número de contas do país só pode ser usado uma vez.
 Desvantagem: Os responsáveis que estão familiarizados com o plano de contas do país
terão que se acostumar a usar o plano de contas operacional.

 Conta de clientes e fornecedores:

Possuem 2 segmentos:

 Processamento de dados gerais: No nível de mandante, estes dados podem ser acessados
em toda a organização.
 Segmento com dados específicos da empresa: No nível de empresa. Qualquer empresa
que queira fazer negócios com um cliente ou fornecedor específico deve criar um segmento da
empresa para este. Com isso é criado uma conta de cliente ou fornecedor.

 Visão da conta do cliente (SD):

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 Como o departamento de vendas e distribuição também permanece em contato com o
cliente e precisa conhecer os dados específicos sobre ele, pode ser criado um segmento da área
de vendas para cada cliente. Deve-se criar primeiro um segmento da área de vendas antes de
fazer negócio com o cliente.

 Visão da conta do fornecedor (MM):

 Deve-se criar um segmento da organização de compra para fornecedores. Qualquer


organização que queira fazer negócios com um fornecedor, deve primeiro criar um segmento
da organização de compras. Este segmento contem dados específicos da área.

 Conta total do cliente:

É formada por 3 segmentos a seguir:

21
 É formado por dados gerais no nível de mandante.
 Segmento da empresa;
 Segmento da área.

Em geral o segmento da área de vendas a ser atribuído a empresa tem que ser criado. O
número da conta é atribuído ao cliente ao nível de mandante.

 Conta total do Fornecedor:

Como o departamento de vendas e distribuição também permanece em contato com o cliente e


precisa conhecer os dados específicos sobre ele, pode ser criado um segmento da área de
vendas para cada cliente.

Qualquer área de vendas disposta a fazer negócios com um cliente deve, primeiro, criar um
segmento da área de vendas. O segmento da área de vendas contém dados específicos dessa
área.

 Comparação de dados mestres: É mais fácil criar registros mestres de


clientes/fornecedores centralizadamente para garantir sua correta definição, caso contrário
existe o risco de criar registros mestres incompletos ou duplicados.
Para corrigir e encontrar essas contas incompletas pode se executar o relatório RFDKG00,
para comparação de dados mestres de clientes ou o RFFFAG00 para a comparação de dados
mestres de fornecedor e fazer as correções necessárias.
A criação de contas duplicadas pode ser evitada com o uso de matchcode antes da criação de
uma nova conta, ou com a ativação da verificação automática de duplicação.

 Páginas da conta de cliente/fornecedor: Todos os segmentos de conta consistem em


várias páginas com diferentes grupo de campos.

 Dados gerais: Endereço, dados de controle, operações de pagamento, texto;


 Dados da empresa: Administração de conta, operações de pagamento,
correspondência, seguros, imposto retido na fonte, texto.
 Campos importantes:

 Termo de pesquisa: abreviação para o nome;

22
 Chave de grupo: Identifica a matriz ou holding do cliente/fornecedor
 Responsável: Identifica o gerente responsável pela conta.
 IBAN: Código internacional de conta corrente bancária para
empresas estrangeiras.

 Grupo de contas para clientes/fornecedores:

 O grupo de contas controla:

 O intervalo de numeração das contas (ranges);


 O status dos campos no registro mestre;
 Se a conta for de cliente ou fornecedor esporádico (one-time);

O grupo de contas é usado para controlar os campos exibidos no registro mestre na tela de
criação inicial. Depois de criada, seu grupo de contas não poderá ser modificado, porém é
possível modificar o grupo de contas, por exemplo, de um endereço sequencial para um
endereço de entrega.

 Intervalo de numeração para clientes/fornecedores:

 Existem intervalos de numeração separados para as contas de clientes e fornecedores.

23
 O conjunto de número de contas possíveis está dividido em intervalos de numeração
menores, e eles não podem se sobrepor.
 Numeração interna: Significa que o sistema atribui os números em ordem seqüencial.
Assim ele pode exibir o número atual que informa quantos números ainda existem em um
dado intervalo de numeração.
 Numeração externa: Os números são entrados manualmente pelo usuário que cria o registro
mestre. Os números externos podem ser alfa-numéricos. Não é necessário atribuir os números
em seqüência, portanto o número atual não pode ser exibido.

Todos os intervalos de numeração podem ser atribuído a um ou mais grupos de contas.

 Conta normal (conta esporádica/one time):

 Para todos os clientes ou fornecedores com os quais raramente se faz negócios devem ser
criados registros mestres especiais de clientes e fornecedores. Não são armazenados dados
específicos para um único cliente/fornecedor no registro mestre. Portanto devem ser
suprimidos os campos específicos do cliente. Os dados específicos para clientes/fornecedores
esporádicos são introduzidos no documento por ocasião do lançamento.

 Controle do status do campo: O layout das telas de dados mestre de clientes/fornecedores


podem ser afetados por diversos fatores:

24
 Controle do grupo de contas: Em geral o status é controlado apenas pelo grupo de contas.
Desta forma todas as telas terão a mesma estrutura.
 Controle dependente da transação: Se desejado, o status do campo pode depender
também das transações de dados mestres “criar”, “alterar”, “exibir”. O status do campo deve
ser exibido como “exibir” para a transação “alterar”, se o campo não puder ser modificado
após a criação.
 Controle dependente da empresa: Os campos não usados em uma empresa podem ser
suprimidos, embora possa ser campo de entrada em outros.

A definição de status de campo de grupo de contas, a transação e a empresa são combinadas,


sendo usada aquela com maior prioridade.

 Comparação de dados mestre:

 Ao usar MM e/ou SD, clientes e fornecedores precisam ser atualizados em todos os


módulos. É mais fácil criar registros mestre de cliente/fornecedor centralizadamente para
garantir sua correta definição. Contudo, em alguns casos, MM/SD cria seus segmentos do
registro mestre e, em seguida, FI cria seus segmentos do registro mestre. Neste caso, existe o
risco de criar registros mestre incompletos ou duplicados. Para encontrar e corrigir essas
contas incompletas pode-se executar o relatório RFDKAG00, Comparação de dados mestre de
cliente, ou o RFKKAG00, Comparação de dados mestre de fornecedor, e fazer as correções
necessárias.
 A criação de contas em duplicata pode ser evitada com:
 o uso de matchcode antes da criação de uma nova conta;
 a ativação da verificação automática de duplicação.

 Princípio do duplo controle:

25
 Uma pessoa é responsável pelas modificações em um cliente ou fornecedor, enquanto a
outra fica responsável pela validação das modificações, em geral de alterações críticas.
Primeiro é preciso definir os campos de princípio de duplo controle nos registros mestres de
clientes e fornecedores no IMG.
Se um campo for definido como sensível no registro mestre, o cliente/fornecedor
correspondente será bloqueado no pagamento, caso a entrada seja modificada.
O bloqueio só é removido quando uma 2º pessoa com a autorização verifica a modificação e a
confirma ou rejeita.
As confirmações podem ser feitas individuais, ou pode-se obter uma lista. A lista pode ser
restringida por:

 Cliente/Fornecedor;
 Empresa;
 Contas ainda não confirmadas;
 Contas recusadas;
 Contas que devem ser confirmadas pelo usuário.

 Compensação cliente/fornecedor:

 Se um cliente for também um fornecedor, ou vice-versa, usando o programa de pagamento,


pode compensar reciprocamente partidas em aberto.
Para-se usar esta compensação as seguintes etapas devem ser realizadas:

 O número da conta do fornecedor deve ser introduzido na conta do cliente e vice-versa.

26
 Cada empresa pode decidir, em separado, se deseja compensar um cliente com um
fornecedor. Se optar pela compensação, o campo “compensação com fornecedor” da conta do
cliente precisa ser marcado e vice-versa.

 Pagador/ recebedor alternativo:

 Nos níveis do cliente e da empresa pode ser introduzido. A entrada no segmento da empresa
tem maior prioridade que no nível de cliente.
Há várias opções para esta funcionalidade:

 Se o campo “especificação individual” for selecionado durante a entrada da fatura, é


possível entrar informações individuais de pagador/recebedor do pagamento de um
cliente/fornecedor que não tenham sido criados no sistema;
 Se o pagador/recebedor do pagamento alternativo for um cliente ou fornecedor existente, os
números do fornecedor/cliente podem ser entrados no registro mestre como pagador/recebedor
do pagamento autorizado. Durante a entrada da fatura, um desses pode ser selecionado com o
uso de matchcode;
 Se dor introduzido um pagador alternativo, o dinheiro para liquidar as partidas em aberto
vencidas da conta será cobrado do pagador alternativo;
 Se um recebedor do pagamento alternativo for introduzido, o dinheiro que a empresa deve
pagar para liquidar as partidas vencidas será enviado ou transferido ao recebedor alternativo.

 Sede/Filial:

27
 Os clientes, em alguns setores industriais, fazem seus pedidos localmente, mas pagam suas
faturas de forma centralizada. Isto pode ser refletido no sistema por meio das contas da sede e
da filial.
Todos os itens lançados na filial são transferidos para a sede. Em geral a sede que é cobrada e
tem de pagar ou receber o pagamento.
Mas se o campo “processamento descentralizado” estiver marcado no registro mestre da sede,
a conta da filial será usada.

 Dados Mestre do Bancos: O cadastro de banco é feito a nível de mandante (client).


Todos os bancos usados no sistema precisam ter um registro mestre de banco.

 Registro mestre de banco:

 São armazenados centralmente no índice de bancos. São identificados pelo país e pela
chave do banco. Incluem dados de endereço do banco e dados de controle como o código
swift, dados de ordens de pagamento postais e grupos de bancos.
Eles podem ser criados de 4 maneiras:

 Ao entrar informações bancárias no registro mestre de cliente ou fornecedor ou na


configuração do banco da empresa.

28
 O índice de bancos pode ser importado de um disco ou uma fita contendo o programa
RFBVALL_0, transferência de dados bancários específica do país.
 Para os clientes que usam a funcionalidade lockbox, pode ser criada uma pasta batch input
que atualiza automaticamente as informações bancárias do cliente no registro mestre.
 Utilizando a operação criar bancos no menu do registro mestre de contas a receber/ a pagar.

Os bancos utilizados pela empresa são definidos como bancos da empresa. Estes bancos
são criados na configuração e compõe-se de:

 Dados mestre de bancos, informações bancárias eletrônicas, contas bancárias por banco e
contas do Razão por conta bancária.

O campo “tipo de banco” no registro mestre de cliente/fornecedor é usado para fazer


distinções de bancos diferentes. Se o cliente/fornecedor tiver mais de um banco, o usuário
pode selecionar os bancos diferentes com o uso de matchcodes no campo banco parceiro.

 Cadastro de Bancos: Todos os bancos usados no sistema precisam ter um registro mestre
de banco.

 HOUSE BANK: São as agências que a empresa tem conta;


 HOUSE BANK ID: Apelido interno da agência;
 BANK KEY: Chave que identifica o banco + dígito do código do banco + agência.
 BANK ACCOUNT NUMBER: Conta corrente da empresa.
 ACCOUNT ID: Apelido interno da conta corrente da empresa.

 Contas bancárias: Precisam ser definidas. As contas podem ser identificadas por um ID de
conta, que é único.
Os dados da conta bancária contem:

 Número da conta no banco;


 Moeda;
 Conta do Razão que reflete os lançamentos da conta bancária no Razão.

Deve-se criar uma conta do Razão para cada conta bancária e vice-versa. As duas devem ter a
mesma moeda de conta.

UNIDADE 3 – CONTROLE DE DOCUMENTOS


Para qualquer transação é gerada um documento informando quem fez, quando fez e o que
fez.

29
Um documento é identificado pela combinação de:

 Número de documento;
 Empresa;
 Exercício.

 Um documento de FI compõe-se de:

 Um cabeçalho do documento (Informações que se aplicam ao documento inteiro;


 2 a 999 partidas individuais (informações específicas daquela partida individual).

 Duas das mais importantes chaves de grupo são:

 O tipo de documento para o cabeçalho;


 A chave de lançamento para as partidas individuais.

O sistema pode atribuir o número de documento (atribuição interna) ou o usuário pode atribuí-
los ao entrar no documento (atribuição externa).
Um evento pode acionar mais de um documento dentro do sistema. O sistema ligará os
documentos relacionados para fornecer uma visão completa de qualquer transação contábil
dentro deles.

 Tipos de documento: Controlam o cabeçalho do documento e é usado para diferenciar as


transações comerciais a serem lançadas. Os tipos são definidos no nível de mandante. O
sistema standard é fornecido com tipos de documentos que podem ser utilizados, modificados
ou copiados.

30
Os principais controles de tipo de documentos são:
 O intervalo de numeração dos números de documentos;
 Os tipo de contas permitidos para lançamentos;
 O status de campo de cabeçalho “texto” e “número de referência”;
 Se as faturas foram lançadas com o método de valor contábil liquido (net
procedures).

Procedimento para preenchimento de documentos originais:


 O tipo de documento controla o preenchimento do documento. É preciso gravar os
documentos originais sob o número de documento de processamento eletrônico de dados.
Caso o documento o documento original tenha um número externo:
 Entrar o número externo no campo número de referência, no cabeçalho do documento de
processamento eletrônico de dados;
 Registrar o número do documento de processamento eletrônico de dados no documento
original.

 Tipos de documentos standard importantes:

 O tipo AB permite lançamentos em todos os tipo de contas.


 DG: apenas lançamentos no cliente (D) e nas contas do Razão (S). Para transferência de
documentos de fatura o sistema utiliza os documentos:
 RV: tipo de documento inicial para documentos de faturamento de SD (fatura de clientes).

31
 RE: tipo de documento inicial para documentos de faturamento de MM (fatura de
fornecedores).

Quando a atribuição de números internos é utilizada, o sistema atribuiu um novo número para
cada documento no componente FI.
Na atribuição de números externos o sistema transfere o número do documento de faturamento
para o documento de FI, desde que esse número ainda não tenha sido atribuído.
O programa de pagamento utiliza o tipo de documento ZP para lançamento automáticos.

 Intervalo de numeração de documentos:

 Define o intervalo permitido em que se deve posicionar um número de documento que não
pode ser sobreposto.

 Numeração interna: O sistema grava o último número de documento usado, a partir do


intervalo de numeração, no campo “número atual” e adota o número subseqüente para o
documento seguinte.
 Numeração externa: O usuário entra o número do documento original ou o número é
transferido automaticamente de um sistema de faturamento antecipado. Os números podem ser
alfanuméricos.
 Até um exercício futuro: No início de cada exercício, o sistema continua a adotar o
número seguinte ao número atual. Não é reiniciado no limite inferior.
 Por exercício: No início de cada exercício, a numeração do documento começa novamente
no inicio inferior. Isto evita que o limite superior de intervalo seja atingido.

Em uma empresa, cada tipo de documento deve estar associado a um intervalo de numeração.
Eles não podem ser sobrepostos. Assim cada documento terá uma numeração única na
empresa.

 Funções das chaves de lançamento: Tem função de controle dentro das partidas
individuais. Essas funções controlam:

 O tipo de conta em que é possível lançar uma partida individual;


 Se o item é lançado como crédito ou débito;

32
 O status do campo de detalhes adicionais.

As chaves de lançamento são definidas no nível de mandante, e as chaves também indicam:


 Se a partida diz respeito ou não a uma operação de pagamento. Essa informação é
necessária na análise de histórico de pagamento e na criação de avisos de pagamento.

 Para operações do Razão:


40 É a chave de lançamento para débito. 50  É a chave de lançamento para crédito.
 Para faturas de clientes:
01 É a chave para débito. 50 É a chave para crédito.
 Para faturas de fornecedores:
40 É a chave para débito. 31 É a chave para crédito.

 Status do campo de documento:

 Depende da conta e é personalizado em contas do Razão. No processamento de clientes e


fornecedores, o status do campo é personalizado na chave de lançamento, quando necessário.
Da mesma forma que na definição de status de campo em contas do Razão, é aplicado o status
do campo com prioridade mais alta.
 Exceções à regra acima são:
 Se divisões tiverem de ser utilizadas, o campo “divisão” deve estar pronto para receber
entradas. Ele é ativado pela habilitação dos balanços por divisão para a empresa. Com o status
de campo, só é possível decidir se ele deve ser um campo de entrada necessário ou opcional;
 Os campos de impostos só estarão prontos para entrada, se a conta do Razão estiver
preparada como relevante para imposto.
NOTA: É impossível combinar status “suprimir” e “entrada obrigatória”. Esta combinação
gera erro.

 Grupo de status de Campo: Usado apenas para o Razão Geral. Para cada categoria de
contas do Razão é necessário determinar o status de cada campo de entrada de documento.
Essas regras são agrupadas para cada categoria de contas do Razão, no grupo de status de
campo.

33
 Chaves de lançamento Standard:

 Se modificá-las, ou definir novas chaves de lançamentos, todas as tarefas que façam


referência a essas chaves deverão também ser atualizadas.
Chaves de lançamento para ativos e materiais só podem ser atualizadas se os componentes
correspondentes estiverem implementados.
Ao influenciar definições de status de campo das chaves de lançamento, e o grupo de status de
campo, é possível tornar o status dependente da transação da conta.

 Livro Auxiliar: Uma vez que não tem grupo de status de campo, as diferenças no
lançamento do livro auxiliar são efetuadas, principalmente por chaves de lançamento
diferentes. Há muitas chaves de lançamento para lançamentos no livro auxiliar.
Nos lançamentos do Razão, a diferença é feita principalmente por grupo de status de campos
diferentes. Portanto, apenas 2 chaves de lançamento (40 e 50) são necessárias.
A chave de lançamento é definida no nível de mandante e ela determina como o item do
documento será lançado (débito ou crédito).

 Períodos contábeis:

 São definidos na variante do exercício.


Para se evitar lançamentos em períodos contábeis errados, os períodos desejados podem ser
fechados. No final de cada período ele em geral é encerrado e o período seguinte é aberto.

34
Durante o fechamento financeiro, alguns períodos extraordinários também podem ser abertos
para lançamentos de encerramento.
Durante o procedimento de fechamento, dois intervalos de períodos têm que estar aberto ao
mesmo tempo. Portanto dois intervalos de períodos podem ser entrados na tabela de período
contábil.

 Variante do período contábil: Várias empresas podem usar a mesma variante do período
contábil. A abertura e fechamento de períodos são feitos ao mesmo tempo para todas as
empresas atribuídas, o que torna a atualização do período mais fácil.

 Verificações de período por tipo de conta:

 No nível de cabeçalho do documento, o sistema verifica os períodos que estão alocados


para o tipo de conta “+”. Esta é a primeira verificação. Portanto o tipo de conta “+” deve ser
aberto para todos os períodos que se supõe que estejam aberto para qualquer outro tipo de
conta. O tipo de conta “+” representa a entrada mínima na variante do período contábil.
Períodos contábeis podem ser tratados de diferentes modos para vários tipo de conta. No nível
de partida individual, o sistema verifica o tipo de conta da chave de lançamento para saber se o
período está aberto para o tipo de conta atribuído.
O intervalo de contas sempre tem contas do Razão. A entrada de determinadas contas de
reconciliação atrás de tipos de contas do livro auxiliar, faz com que as contas do livro auxiliar
possam ser tratadas diferentemente das contas com conta de reconciliação diferente.

 Dois intervalos de período:

35
 Durante o procedimento de encerramento, dois intervalos de período, devem estar abertos
ao mesmo. Portanto, dois intervalos de período podem ser entrados na tabela de período
contábil.
 Um grupo de autorização pode ser atribuído ao primeiro intervalo. É razoável utilizar o
primeiro intervalo para períodos extraordinários e autorizar somente os contadores envolvidos
no encerramento para fazer lançamentos nesses períodos.
 O usuário deve ter autorização para o objeto de F_BKPF_BUP (autorização para períodos
contábeis, com o mesmo valor no campo “grupo de autorizações” com na tabela de períodos
contábeis.

 Autorização de lançamento:

 Montantes máximos: São definidos por empresa em “grupos de tolerância”. Aqui também
é controlado o processamento das diferenças de pagamento.

 Nesta seção são enfocados os “limites superiores para operações de lançamento”, dentro dos
grupos de tolerâncias:
 Montante total por documento;
 Montante por item de cliente/fornecedor;
 O percentual de desconto que um usuário pode garantir nesse grupo de tolerância.

 Atribuições de autorizações de lançamento:

36
 Se um usuário não for atribuído a nenhum grupo de tolerância especial, ele será colocado
no grupo de tolerância default.
Geralmente o grupo de tolerância default contem valores que devem ser válidos para o maior
grupo de empregados.
Para funcionários com limites muito alto ou muito baixo, deve ser criado e atribuído um grupo
de tolerância especial para seu ID de acesso de usuário.

 Lançamentos FI Básicos: O módulo financeiro do sistema R/3 utiliza uma operação de


lançamento de documento para vários lançamentos diferentes. Por exemplo

Lançamento básico FI: cabeçalho e 1ª. partida individual.

 O design da operação de lançamento do sistema R/3 , para entrada de documento do Razão


de cliente e de fornecedor, foi modificado para permitir ao usuário lançamentos mais rápidos e
mais fáceis, com o mínimo de treinamento possível. As novas operações de entrada exibem os
campos de entrada mais importantes em uma tela.
 Há uma pequena diferença entre a tela de lançamento do Razão e as telas de faturas de
cliente e fornecedor.
 Devem-se entrar os dados gerais para o documento de lançamento na seção do cabeçalho
do documento da tela: data do documento e do lançamento, texto etc. O tipo de documento
predefine a transação que está em processamento.

37
 SA: lançamento do Razão
 KR: fatura de fornecedor- KG: crédito de fornecedor
 DR: fatura de cliente- DG: crédito de cliente
 Os campos de entrada importantes estão em primeiro plano em um registro, e os campos
usados com menos freqüência estão nos outros registros, atrás do primeiro.
 Com as faturas de cliente e fornecedor, são entrados, nesta seção, os dados mestre do
parceiro de negócios juntamente com a fatura ou conta de crédito. Ao selecionar enter, os
dados mestre do parceiro de negócios também são exibidos, assim como o nome da conta,
endereço e dados bancários.
 Outras informações sobre o parceiro de negócios, como partidas individuais em aberto,
podem ser exibidas com a seleção do ícone partidas em aberto.

Lançamento básico FI: partidas individuais adicionais

 Entrar as partidas individuais na tabela estruturada na seção inferior da tela. Os nomes de


campo são nitidamente identificados, e outras informações, como o nome da conta, também
são exibidas quando as entradas são feitas.
 Selecionar campos ou colunas diferentes e modificar seu tamanho e seqüência. As partidas
individuais também podem ser copiadas.
 Na parte superior da tela, é possível selecionar Pré-editar, Lançar ou Manter para concluir
a transação de entrada do documento quando o saldo for zero.
 A “antiga” operação de entrada do Razão ainda está disponível pelo código de transação F-
02, ou no caminho de menu Razão, Entrada de documento, Outros, Lançamento geral.
 Para operações mais complexas, no menu, ramificar para a operação de lançamento
complexa existente. Depois disso, não será possível retornar a essa primeira tela.
 Os usuários podem navegar de uma estrutura em árvore no lado esquerdo da tela. A árvore
oferece uma seleção de documentos de referência que os usuários podem marcar. Os
documentos de referência podem ser configurados para incluir uma seleção especial de
campos e valores de campos.

38
UNIDADE 4 – CONTROLE DE LANÇAMENTOS
 VALORES PROSPOSTOS

 ID DE PARÂMETRO: Definir determinados valores de campo default;


Os Ids de parâmetro permitem aos usuários definir valores propostos para campos cujo
valores não se modificam com freqüência.

 OPÇÕES DE PROCESSAMENTO: Definir máscaras da tela default;


As opções de processamento permitem aos usuários modificar suas telas do sistema, nas
seguinte áreas:

 Entrada de documento: O usuário pode ocultar campos que não sejam relevantes para seus
jobs.
 Exibição de documento: O usuário pode definir diferentes opções de exibição ao consultar
documentos.
 Partidas em aberto: Os usuários selecionam exibições de estrutura linhas e opções de
lançamento para processar partidas em aberto, ou seja tem a opção de entrar o montante de um
pagamento parcial ou o saldo da nova partida em aberto

 REGISTRO MESTRE DE USUÁRIO: Idioma, formatação de data, impressoras, notação


decimal, etc.
Quando os usuários acessam o sistema R/3, seu id de usuário tem propriedades particulares,
isto é, idioma de acesso, formatação de data, notação decimal, que acompanharão o usuário
por todo o sistema. Os usuários também têm a opção de definir uma impressora default para
seu próprio uso.

 DEFAULT DE SISTEMA E CONTÁBEIS:

 Default de sistema: Data de lançamento, princípio de documento.


 Default contábeis:
 Tipo de documento e chave de lançamento;
 Definições de chave de lançamento de débito/crédito;
 Proposta de exercício;
 Proposta de data efetiva;
 Desvio máximo na taxa de câmbio.
O sistema sempre propõe a data atual como a data de lançamento e de entrada durante o
processamento de documento. Contudo a data de entrada não pode ser mudada.
O sistema atende ao “princípio do documento”, todos os documentos devem ter equivalência
antes de seu lançamento.
Como o processo é feito em várias operações contábeis, os tipos de documentos default e as
chaves de lançamento são definidos por operação em customazing.
Uma fatura de fornecedor terá o tipo de documento KR usando a chave de lançamento 31.
Uma fatura de cliente terá o tipo de documento DR e o débito será lançado usando a chave 01.
É preciso definir no nível da empresa, a diferença máxima entre a taxa de câmbio que foi
entrada no cabeçalho do documento de uma operação e a da tabela de taxas de câmbio.

39
Se o sistema encontrar uma diferença superior a estabelecida, será emitido uma mensagem de
aviso.

 Modificação de documentos: Modificações em 2 níveis:


 Cabeçalho do documento;
 Partida individual.

Determinados campos não podem ser modificados: montante, chave de lançamento.


Outros campos podem ser modificados: textos, alocação.
O sistema rastreia todas as modificações de documentos.
Podem-se modificar determinados campos do cabeçalho de documento e das partidas
individuais.

 Cabeçalho do documento: Somente o número de referência e os campos de texto podem ser


modificados.
 Partidas individuais: O sistema não permite modificações no montante, na chave de
lançamento, na conta ou em qualquer outro campo que afete a reconciliação de um
lançamento.
A medida que os usuários modificam os documentos, as seguintes informações são
registradas:
 O campo que foi modificado;
 Os valores novos e antigos;
 O usuário que fez as modificações;
 A hora e a data da modificação.

 Regras de modificação de documentos: Podem-se ter diferentes regras de modificação


para cada campo:

 Tipo de conta: Permite diferenciar uma regra entre contas a receber, contas a pagar e
Razão.
 Classes de transação: São usadas apenas nas operações do Razão especial para letras de
câmbio e adiantamentos;
 Empresa: Se o campo estiver em branco, a regra é aplicada em cada empresa. As
condições para modificar um campo são pré-definidas e podem ser modificadas da seguinte
maneira:
 O período contábil ainda está aberto;
 A partida individual ainda não está liquidada;
 O documento não é uma inscrição ao crédito referente a uma fatura;
 O documento não é um crédito decorrente de um adiantamento.

 Documento Reverso (estorno): Pode ser revertido de 2 maneiras (normal/standard ou


lançamento negativo.

 Lançamento negativo: Para que seja permitido este tipo de documento são
considerados 2 pré-requisitos: 1º a empresa deve permitir lançamentos negativos, 2º o reversal
´s reason deve estar customizado para lançamentos negativos.

40
Se ativados, ao estornar o documento original utiliza-se os mesmo posting keys do documento
original, porém muda o sinal para negativo.

 Standard: Reverte o lançamento utilizando a posting key inversa. Ex: documento


original 40, a reversão será 50, e vice-versa.

 Condições de pagamento:

Condições de pagamento são condições estabelecidas entre parceiros de negócios para liquidar
o pagamento de faturas. As condições definem o vencimento da fatura e o desconto oferecido
para a liquidação antecipada desta fatura. As condições habilitam o sistema para calcular o
vencimento de fatura e desconto.
Para ser feito o cálculo o sistema necessita de 3 elementos de dados:

 Data base: Data que dá origem ao vencimento;


 Validade dos descontos: Período em que será permitido o desconto;
 Porcentagem de desconto: Taxa utilizada para calcular o valor do desconto.
Se a condição de pagamento tiver sido atribuída no registro mestre ela será proposta
pelo sistema, no entanto o usuário pode entrá-la ou modificá-la durante o
processamento da operação.

 Condições de pagamento em fatura:

41
 As condições podem ser entradas no segmento da empresa, segmento da área de vendas, e
segmento de compras de um registro mestre de cliente/fornecedor;
As condições de pagamento durante o lançamento de uma fatura dependerão do local de
criação desta fatura:

 Se uma fatura tiver sido criada em FI, as condições de pagamento do segmento da empresa
serão propostas pelo sistema.
 Se uma fatura de cliente tiver sido criado em SD, as condições de pagamento do segmento
da área de vendas serão propostas pelo sistema.
 Se tiver sido lançado em SD as condições de pagamento da fatura, elas serão copiadas para
a fatura em FI (as faturas em FI são criadas automaticamente).
 Se uma fatura de fornecedor tiver sido criada em MM, as condições de pagamento do
segmento de compras serão prospostas pelo sistema. As condições de pagamento da fatura,
durante seu lançamento em MM, são copiadas para a fatura em FI.
Ao entrar uma fatura de fornecedor, pode-se também definir um montante de desconto fixo ou
uma porcentagem de desconto. Ou seja, o desconto é concedido independente do período.

 Condições de pagamento relativas a crédito:

42
 Crédito relacionado a faturas: Os créditos podem ser relacionados à fatura original, com
a entrada do número no campo da fatura relacionada durante a entrada do documento. Neste
caso, as condições de pagamento são copiadas da fatura, de forma que ambas (fatura e crédito)
tenham o mesmo dia de vencimento.
 Outros créditos: As condições de pagamento em outros créditos não são válidas e são
devidas na data do documento. Para ativar as condições de pagamento nessas inscrições ao
crédito referentes à fatura, é preciso entrar um “V” no campo de fatura relacionada durante a
entrada do documento.

 Condições de pagamento: Dados Básicos

 Dia limite: Até este dia do calendário, a condição de pagamento pode ser aplicada, isto
possibilita que as condições de pagamento sejam dependentes da data.
 Descrição: Tem 2 elementos: Uma explicação determinada pelo sistema, que é uma
descrição relacionadas a vendas para impressão de faturas, e um explicação definida pelo
usuário.
 Tipo de conta: Permite a utilização conjunta ou exclusiva de uma condição de pagamento
em um livro auxiliar.

 Controle de Pagamento:

 Uma fatura geralmente é bloqueada com uma chave de bloqueio na partida individual, no
entanto é possível definir uma chave de bloqueio em uma condição de pagamento;
 Uma forma de pagamento é, em geral, entrada na partida individual, todavia é possível
definir uma forma de pagamento e uma condição de pagamento.
 O sistema propõe a definição da chave de bloqueio e da forma de pagamento em uma
condição de pagamento na partida individual, caso a condição de pagamento seja atribuída no
registro mestre do parceiro de negócios.

 Data Base:

 É a data de início que o sistema utiliza para calcular o vencimento da fatura.

43
Os valores propostos, a partir dos quais é possível determinar a data base são os seguintes:

 “Sem default”, “Data de lançamento”, “Data do documento” ou “ Data de entrada”.


Especificações para o cálculo da data base:
 A data afixada é utilizada para substituir o dia de calendário da data base;
 A quantidade de mês(s) a ser adicionado ao mês de calendário do mês base.

 Desconto:

 Para-se calcular, entra-se uma porcentagem na condição de pagamento. A quantidade de


dias de validade da porcentagem também é entrada na mesma linha. Podem ser acrescentados
outros dias ou meses fixos.
 Os dias e meses definidos na condição de pagamento são usados em conjunto com a data
base para calcular o montante de desconto correto para a data de pagamento.
Pode-se entrar até 3 validades de desconto.

 Dias limite: Os dias limite possibilitam condições de pagamento dependentes da data.


Podem-se definir diversas versões de uma chave de condições de pagamento, cada uma delas
com diferentes dias limites.

 Prestação ( installment payments): Um plano de pagamento em prestações possibilita que


o pagamento de uma fatura seja feito ao longo de vários meses, ou que uma parte do montante
da fatura seja retida para pagamento em data posterior. O sistema cria uma partida individual
para cada prestação determinada.

 Montante base desconto: A legislação federal do país é que determina se o montante base
de desconto será o valor liquido ou o valor bruto (que inclui os impostos).
É preciso decidir, por empresa ou por código de jurisdição, como o sistema deve determinar o
montante base de desconto.

 Lançamento de descontos – Procedimento Bruto:

44
 O montante de desconto é entrado na fatura, manual ou automaticamente pelo sistema, que
para isso utiliza as taxas existentes nas condições de pagamento. É possível modificá-lo até
mesmo depois que a fatura é lançado.
Quando for liquidada uma partida em aberto, de uma conta de cliente ou fornecedor, desconto
possível é automaticamente lançado em uma conta de “desconto concedido” ou “desconto
não-vencido”. Estas contas são definidas na configuração.

 Processo de contabilização liquida para fornecedores:

 Se for feito o lançamento de uma fatura de fornecedor com um tipo de documento para o
processo de contabilização liquida, o montante lançado em despesas ou na conta do balanço é
reduzido pelo montante do desconto. O mesmo montante também é lançado em uma conta de
liquidação de desconto para compensar o documento.
Quando se utiliza o processo de contabilização liquida, o montante de desconto é
automaticamente lançado durante o lançamento da fatura.
A conta de liquidação de desconto deve ser administrada com base na partida em aberto.

45
 Impostos (taxes):

Devido às complicações envolvidas nesse tipo de tributação (isto é, existem mais de 67.000
domicílios fiscais possíveis), um software de outro fabricante é geralmente utilizado para
determinar a alocação de impostos. O SAP oferece um software de interface genérica para
apoiar esse software de terceiros.
 Em alguns países (como, por exemplo, Canadá, Índia, Brasil), os impostos são arrecadados
em ambos os níveis.
 Impostos sobre vendas e de utilização são exemplos típicos de impostos abaixo do nível
federal.

 Assistência Tributária:

 O sistema FI auxilia na administração de impostos calculados por:


 Verificação do montante de imposto entrado ou cálculo automático do imposto.
 Lançamento do montante de imposto em contas do Razão.
 Execução de ajustes de imposto para descontos ou outras formas de deduções.

46
 O montante de despesas ou de rendimento é o montante base, que pode incluir um desconto
(a base do imposto é bruta) ou excluir um desconto (a base do imposto é líqüida).
 O código de imposto é usado para fornecer o esquema de cálculo necessário à execução das
funções de tributação no sistema R/3.
 As regulamentações nacionais determinam se o montante base do imposto deve ser:
 Líqüido (itens de despesas ou itens de receita menos o desconto).
 Bruto (itens de despesas ou itens de receita incluindo desconto).
 Isto deve ser definido por empresa ou pelo nível mais alto do código de domicílio fiscal.

 Taxa do imposto de valor agregado

 A taxa do imposto de valor agregado é calculada como o saldo resultante do IVA


(terminologia R/3: IVA liquidado) e imposto anterior (terminologia R/3: IVA suportado).
 O IVA liquidado é calculado sobre o preço líqüido dos produtos e é cobrado dos clientes.
O IVA liquidado é uma obrigação da firma para com a repartição pública de finanças.
 O IVA suportado é calculado sobre o montante líqüido da fatura e é cobrado pelos
fornecedores. O IVA suportado pago é um crédito que a firma solicita da repartição pública de
finanças.
 Apenas o imposto arrecadado pela empresa sobre o IVA deve ser remetido à repartição
pública de finanças.
As repartições públicas de finanças podem definir uma parte não dedutível para o IVA
suportado que, depois, não pode ser deduzida no cálculo de imposto devido. O montante pode
ser lançado em uma conta de despesas separada ou ser distribuído na conta do Razão e
partidas individuais de imobilizado.

 Impostos sobre compras – impostos sobre vendas

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 Os impostos sobre compras são compostos pelo imposto sobre vendas e imposto de
utilização. Ambos os impostos aplicam-se apenas a mercadorias consumidas pelo cliente. As
mercadorias usadas na produção ou para revenda a terceiros não são tributadas. Se uma
mercadoria tributável for vendida, são arrecadados tanto os impostos sobre vendas como os
sobre utilização. Portanto, cada mercadoria é tributada apenas uma vez.
 Este slide apresenta um lançamento de impostos sobre vendas. O imposto sobre vendas é
cobrado por um fornecedor sobre uma venda e remetido ao domicílio fiscal do cliente.
 O sistema calcula o imposto sobre vendas com base no material e na localização do cliente,
e faz o lançamento em Vendas e distribuição (SD) e Administração de materiais (MM). Se os
clientes forem isentos de impostos, isto deve ser indicado em seus registros mestre com a
entrada do código adequado.

 Impostos sobre compras – imposto de utilização

 Este slide apresenta um lançamento de impostos de utilização. O cliente tem que pagar
imposto de utilização apenas se o fornecedor não tiver cobrado o imposto sobre vendas. Isto

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pode acontecer, por exemplo, se o fornecedor não estiver “registrado” no estado do cliente, ou
se o cliente tiver “autorização para fazer seu próprio rateio”. O imposto de utilização é rateado
pelo próprio cliente e remetido ao domicílio fiscal onde as mercadorias são consumidas.

 Procedimento tributário para cálculo

 Todo país necessita de um procedimento tributário (esquema de cálculo) para executar


cálculos de impostos. O sistema R/3 é fornecido com procedimentos tributários pré-
configurados para a maioria dos países.
 O procedimento tributário contém:
 a ordem das etapas que devem ser seguidas no esquema de cálculo do imposto (o campo
“da etapa” indica onde o sistema deve obter o valor do montante para a “etapa”).
 os tipos de imposto (tipos de condição) que são válidos para o país. O sistema R/3 é
fornecido com os tipos de condição necessários para todos os tipos de cálculo de imposto e os
procedimentos tributários já contêm os tipos de condição corretos.
 as chaves de conta/processo que contêm outras determinações e são utilizadas na
classificação contábil automática de certos tipos de impostos. As chaves de conta são
predefinidas no sistema R/3 e recomenda-se o uso de chaves de conta standard.
 Dois procedimentos tributários são relevantes para os Estados Unidos:
 TAXUSJ: Procedimento tributário standard que inclui processamento de códigos de
domicílio fiscal;
 TAXUSX: Procedimento tributário adotado na utilização de pacote de impostos externos.
 Os tipos de condição são cálculos de impostos válidos para o país.
 O “montante base” é um item de despesas ou de receitas.

 Códigos de domicílio fiscal

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 O código de domicílio fiscal é uma combinação dos códigos de repartições públicas de
finanças, que cobram impostos sobre uma venda com taxas de impostos independentes. São
possíveis até quatro níveis de tributação abaixo do nível federal: nível estadual, nível regional,
código municipal ou código distrital.
 São necessárias duas etapas para utilizar os códigos de domicílio fiscal:
 É preciso definir a estrutura do código de domicílio fiscal pela atribuição da extensão dos
códigos de cada nível no procedimento tributário. Esta atividade também alterna,
automaticamente, o cálculo do IRS deste procedimento tributário para o método de código do
domicílio fiscal.
 Os códigos de domicílio fiscal precisam ser definidos em cada nível, por exemplo:
25 000 0000 0 para o nível estadual
25 022 0000 0 para o nível regional
25 022 1105 0 para o nível municipal
25 022 1105 1 para o nível distrital
 No lançamento de impostos com um código de domicílio fiscal, os impostos podem ser
entrados por código de domicílio fiscal ou por nível de imposto.

 Código de Imposto

 O código de imposto é entrado no lançamento do documento e é a ligação principal com o


cálculo de imposto. O fato de o país utilizar ou não um processo de tributação com tributação
de domicílio fiscal determina se:

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 o código de imposto é ligado a um código de país;
 o código de imposto é ligado a uma combinação de código de país e código de
domicílio fiscal.
 Os códigos de imposto, no método de tributação de domicílio fiscal, são dependentes do
tempo. É possível selecionar, na configuração, se a data do documento ou a data do
lançamento deve ser válida para o cálculo de imposto.
 Assim como no release 4.0, é possível processar, na empresa local, relatórios de impostos
de depósitos, de escritórios de vendas ou de fábricas no exterior, sem ter que criar um código
de empresa estrangeira para eles. Se a funcionalidade “centros no exterior” estiver ativada, é
possível criar códigos de imposto especiais, que serão utilizados principalmente para os
relatórios de impostos estrangeiros dos centros no exterior. Esses códigos de imposto devem
ter o campo “país declarante” preenchido com o nome do país, e os números de IVA
estrangeiro e outros dados de administração devem ser atribuídos à empresa.

 Taxas de Imposto

 O código de imposto (além de outras informações) inclui as taxas de imposto. As taxas de


imposto são atribuídas aos tipos de impostos incluídos no procedimento tributário. Um código
de imposto pode ter várias taxas de imposto para diferentes tipos de imposto (caso de uma
partida individual que precisa ser tributada com vários tipos de imposto), mas em geral, apenas
uma taxa de imposto é entrada.
 Exemplo de código de imposto com mais de uma taxa de imposto:
10% de IVA suportado sobre uma partida individual com 40% de imposto não dedutível.
Taxas: IVA suportado: 6%, IVA suportado não dedutível: 4%.
 Alguns lançamentos em contas do Razão relevantes para imposto podem ter uma taxa de
imposto zero. Este pode ser o caso de:
 itens isentos de imposto, mas que devem ser comunicados à repartição pública de finanças.
Para esses itens é criado um código de imposto especial com uma taxa de imposto zero.
 itens criados por transações não tributáveis, como remessa de saída de mercadorias,
movimento de mercadorias etc. É necessário atribuir um código de imposto especial a essas
transações.
 A definição do tipo de imposto determina se o montante base é “sobre líqüido” ou “sobre
bruto”.

51
 Se detectar um desvio entre o imposto calculado e o montante do imposto entrado, o
sistema emitirá uma mensagem de erro (código de verificação definido) ou de aviso (código
de verificação não definido). O código de verificação não deve ser definido para códigos de
IVA suportado porque o usuário deve lançar o imposto a partir da fatura, independentemente
do fato de a fatura estar correta ou não.

 Lançamentos de Impostos

 Os impostos calculados pelo sistema são, em geral, lançados por uma partida individual
separada em uma conta de imposto especial. Este é o cenário standard.
 Impostos com determinadas chaves de processo/conta (por exemplo, NVV) são distribuídos
para o item de despesas/receita relevante. Este é o caso dos impostos sobre vendas a pagar ou
pode ser usado para outros IVA suportados não dedutíveis.

 Classificação contábil automática de imposto

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 Para que o sistema execute a classificação contábil de imposto automática, é preciso
atribuir os dados necessários às chaves de conta/processo que geram uma partida individual
separada para o lançamento do imposto.
 Os dados necessários são:
 as chaves de lançamento (recomenda-se 40 e 50);
 as regras, que definem em que campos basear a determinação de contas (a
determinação de contas pode se basear no código de imposto ou na chave de conta);
 as contas de imposto.
 As diferenças de taxa de câmbio, ocorridas em função de ajustes de imposto em moedas
estrangeiras, geralmente são lançadas na conta comum de diferenças de taxa de câmbio. No
entanto, é possível definir, para cada empresa, que a taxa de câmbio para itens de imposto
também pode ser entrada manualmente, ou ser determinada pela data do lançamento ou do
documento. As diferenças resultantes são lançadas em uma conta especial.

 Contas de Imposto:

 As contas de imposto, isto é, as contas com itens de imposto, são definidas pelas entradas
de
< para IVA suportado
> para IVA liquidado
no campo “natureza de imposto”.
As informações sobre se o imposto lançado é um IVA suportado ou um IVA liquidado estão
contidas nas propriedades do código de imposto.
 A marca de verificação “lançar apenas de forma automática” deve estar assinalada para
evitar lançamentos manuais de impostos.

 Outras contas do Razão

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 Todas as outras contas do Razão podem ter uma das seguintes entradas no campo “natureza
de imposto”:
“ ”para lançamento não relevante para imposto (por exemplo, lançamentos bancários);
“ - ” para lançamentos que necessitam de um código de IVA suportado (por exemplo, conta
de conciliação “negociação a pagar”);
“ + ” para lançamentos que necessitam de um código de IVA liquidado (por exemplo, conta de
conciliação do “negociação a receber”);
“ * ” para lançamentos que necessitam de qualquer código de imposto;
“xx” para lançamentos com o código de imposto xx predefinido.
As propriedades do código de imposto informam se o imposto lançado é ou não um IVA
suportado ou liquidado.
 Quando o campo “permitidos lançamentos sem imposto” está assinalado, é possível fazer
lançamentos, sem código de imposto, nesta conta do Razão. Isto é particularmente necessário
para os lançamentos de impostos nos procedimentos tributários de código de domicílio fiscal,
para clientes estrangeiros, sem um código de domicílio fiscal.
 Nota: se o sistema estiver programado para lançar ajustes de imposto, as contas de
descontos precisam de uma entrada no campo “natureza de imposto”.

 Mercado comum europeu – processamento de IVA

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 Os fornecimentos para clientes de outros países são isentos de impostos (IVA liquidado
0%). O cliente tem que pagar o imposto de importação que, em geral, é igual ao IVA suportado
interno do país.
 No mercado comum europeu, habitualmente, aplicam-se os princípios do país de destino.
Isto quer dizer que os fornecimentos são isentos de impostos (IVA liquidado 0%) e o IVA de
aquisição é arrecadado no país de destino.
 Entre empresas dos países da União Européia, as barreiras foram substituídas por relatórios
de fornecimento mais extensos:
 O IVA de aquisição é rateado pelo próprio cliente e tem que ser comunicado às autoridades
fiscais em uma declaração prévia e ampliada do IVA. No mesmo relatório, o IVA de aquisição
pode ser solicitado como IVA suportado. Assim, na realidade, a empresa não precisa pagar
nenhum imposto de aquisição e o IVA de aquisição é apenas uma ferramenta para comunicar à
repartição pública de finanças as aquisições na União Européia.
 O fornecedor tem que relatar os fornecimentos/movimentos de mercadorias isentos de
impostos que constam de uma lista de vendas da União Européia para sua repartição pública
de finanças. Esta lista também contém os receptores das mercadorias. Para identificar os
receptores, cada empresa recebe um número de identificação fiscal de IVA. Este número deve
ser indicado em cada fatura emitida entre as empresas da UE.

 Código de IVA de aquisição

 Códigos de imposto especiais:


 O código de IVA de aquisição é um código de imposto que gera duas linhas de lançamento.
Faz o lançamento do IVA de aquisição como crédito na conta de IVA liquidado de aquisição, e
lança o mesmo montante como débito na conta de IVA suportado de aquisição.
 O código de IVA liquidado para fornecimentos isentos de impostos deve ter um código EC
para mercadorias, serviços e subcontratação na União Européia, para que as vendas relevantes
sejam extraídas da lista de vendas da União Européia. Por razões de ordem técnica, é
necessário atribuir uma conta de imposto ao código de imposto, embora nenhum imposto seja
lançado.

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 Operação interempresarial

 Uma operação interempresarial envolve duas ou mais empresas em uma transação contábil.
Exemplos de operação interempresarial:
 Uma empresa compra de outras empresas (suprimento centralizado).
 Uma empresa paga para outras empresas (pagamento centralizado).
 Uma empresa vende mercadorias para outras empresas.
 Uma operação interempresarial faz lançamentos em contas de várias empresas. Isto não
pode ser feito com o lançamento de apenas um documento, porque um documento sempre é
atribuído a uma única empresa. Em vez disso, o sistema lança um documento em separado
para cada empresa envolvida.
 Para saldar débitos e créditos nesses documentos, o sistema gera partidas individuais
automáticas, que são lançadas em contas transitórias, isto é, contas a pagar ou a receber entre
as empresas.
 Os documentos pertencentes a uma operação interempresarial são ligados por um número
de operação interempresarial comum.

 Compras Centralizadas – Exemplo

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 Este slide apresenta um exemplo de operação interempresarial (compras centralizadas): um
fornecedor fornece equipamentos para a empresa 1000 e outros equipamentos para a empresa
2000, mas emite apenas uma fatura de todos os equipamentos para a empresa 1000. O usuário
entra uma parte da despesa e lança a fatura na conta de fornecedor da empresa 1000. Ao entrar
a fatura, é preciso lançar a outra parte das despesas na empresa 2000. Os lançamentos de
compensação e o lançamento de imposto são gerados automaticamente.
 O imposto não é distribuído entre as empresas de acordo com suas despesas. Portanto, essa
funcionalidade só pode ser utilizada quando a própria transação não for relevante para imposto
ou quando as empresas formarem uma entidade fiscal.
 O imposto calculado é sempre lançado na empresa da primeira posição. Portanto, para
garantir que o imposto seja lançado na mesma empresa onde foi lançada a fatura, a posição da
fatura deve ser sempre entrada em primeiro lugar.
 A legislação fiscal de alguns países (por exemplo, Japão e Dinamarca) exige que os
montantes de imposto sejam lançados nas empresas onde ocorreram as despesas. Desse modo,
o imposto deve ser distribuído da primeira empresa para as demais, e de acordo com seus
montantes de despesas. Para tanto, utilizar o relatório RFBUST10.

 Contas Transitórias

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 As contas transitórias devem ser definidas em cada empresa antes da execução de uma
operação interempresarial. As contas transitórias podem ser contas do Razão, de cliente ou de
fornecedor.
 Na configuração, é necessário atribuir contas transitórias para cada possível combinação de
duas empresas, a fim de permitir lançamentos interempresariais entre essas combinações (isto
é, três empresas precisam de 3*2= 6 contas transitórias)
 Para diminuir a quantidade de contas transitórias, pode-se utilizar apenas uma empresa
como empresa de compensação. Neste caso, o usuário deve atribuir contas transitórias para
cada combinação da empresa de compensação com as outras empresas (isto é, três empresas
precisam de 2*2= 4 contas transitórias).
 É necessário atribuir chaves de lançamento às contas transitórias para identificar que tipo
de contas elas são.

 Número para operação interempresarial

 No lançamento do documento interempresarial, o sistema gera um número para operação


interempresarial para interligar todos os novos documentos.
 O número do documento é uma combinação do número do documento da primeira
empresa, do número da primeira empresa e do exercício atual. Ele é arquivado no cabeçalho
de todos os documentos criados para uma pista de auditoria completa.
 Os documentos interempresariais podem ser estornados: o sistema pode estornar cada
documento criado com esse documento interempresarial, ou os documentos individuais podem
ser estornados separadamente

UNIDADE 5
COMPENSAÇÃO DE PARTIDAS EM ABERTO

 PARTIDAS EM ABERTO: São transações incompletas, tais como fatura de fornecedor que
não foi paga.

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Para que uma transação de partidas em aberto seja considerada completa, a transação deve ter
sido compensada . Uma transação considerada completa é quando um valor de contrapartida é
lançado para um item ou grupo de itens, de forma que o saldo resultante das partidas seja zero.

 LANÇAMENTO COM COMPENSAÇÃO

O usuário entra itens de documento e, em seguida, marca as partidas em aberto que devem
ser compensadas.
O lançamento com compensação pode ser feito simultaneamente para várias contas e tipos
de contas, e para qualquer moeda.
Esta transação pode ser realizada manual ou automaticamente, com a utilização do
programa de pagamento automático.

 COMPENSAÇÃO DE CONTAS

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Permite selecionar e fazer a correspondência das partidas em aberto existentes a partir de
uma conta de saldo zero. O sistema marca as partidas compensadas e cria um documento de
compensação.
O número e a data de compensação são entrados nas partidas em aberto liquidadas. A data
de compensação pode ser a data atual ou uma data definida pelo usuário.

 PROGRAMA DE COMPENSAÇÃO AUTOMÁTICA:

 Programa de compensação automática: O usuário pode compensar partidas em aberto de


contas do Razão, de fornecedores e clientes.
O programa agrupa itens de uma conta que tem os mesmo:

 Número de conta de reconciliação;


 Moeda;
 Código do Razão especial;
 Cinco critérios livres definidos no cabeçalho ou item do documento, ou seja,
campo de alocação, número de referência, etc.
Se o saldo dos itens, na moeda local e dentro de um grupo for zero, o sistema faz a
compensação automaticamente e cria documento de compensação.
Todas as contas que exigem compensação automática precisam ser definidas via customazing.

 Campo de seleção ou também conhecido como campo de alocação

60
 O "campo de alocação" é preenchido automaticamente em partidas individuais, durante a
entrada do documento, com base no código de ordenação default definido no registro mestre.
 O campo de alocação pode ser uma combinação de até 4 campos com um máximo de 18
caracteres. Por exemplo, para exibir o número do documento (10 caracteres) e a data de
lançamento (6 caracteres), esses 2 nomes de campo são incluídos na definição de campo de
alocação.
 Por exemplo, se a chave de ordenação for definida como 'número de pedido' no registro
mestre do parceiro de negócios, o campo de alocação na partida individual do parceiro de
negócios será preenchido com esse número de pedido.
 Entretanto, se a chave de ordenação for definida como 'centro de custo' em um registro
mestre do Razão, o campo de alocação na partida individual do Razão será preenchido com
esse centro de custo, quando essa conta de despesas for utilizada.
 Os usuários podem fazer uma entrada manual no campo "alocação" durante a entrada do
documento para anular o valor proposto.
 A ordenação inicial de partidas individuais, nas funções de exibição e compensação de
partidas individuais, é baseada no campo de alocação.
 Alguns exemplos das chaves de ordenação standard fornecidas: 001 - Data de lançamento,
002 - No. do documento, exercício, 003 - Data do documento.

 Processo de pagamento manual:

61
 Incoming payment: Recebimento;
 Outgoing payment: Pagamento.
Pagamento manual é uma transação que compensa uma partida em aberto, geralmente uma
fatura, pela alocação manual de um montante de contrapartida a uma partida em aberto.

 Entrada de pagamento: Geralmente usadas em contas a receber, liquida um


montante devedor em aberto.
 Pagamento a efetuar: Geralmente usados em contas a pagar, liquida um montante
de crédito em aberto.

 Pagamento manual é processado em 3 etapas:

1. São preenchidas as informações do cabeçalho do documento;


2. São marcadas as partidas em aberto que serão compensadas;
3. A transação é gravada.

 Cabeçalho do documento: cabeçalho do pagamento

62
 Os dados entrados no cabeçalho do documento são similares àqueles entrados no
lançamento de faturas. Há 3 seções no cabeçalho do documento: o cabeçalho do pagamento,
os dados bancários e a seleção de partidas em aberto.
 É preciso entrar a seguinte informação na seção de cabeçalho do pagamento no cabeçalho
do documento.
 A data do documento é entrada. Essa é data no documento físico.
 O tipo de documento é proposto pelo sistema (ver "Controle de lançamento - valores
propostos"). KZ é um pagamento de fornecedor; DZ é um pagamento de cliente.
 A empresa é entrada ou proposta pelo parâmetro definido pelo sistema (ver " Controle de
lançamento - valores propostos").
 Os detalhes do período são a data de lançamento e o período contábil. A data atual é
proposta pelo sistema como a data de lançamento, e o período contábil é determinado a partir
da data de lançamento.
 Os detalhes da moeda são o código da moeda, a taxa de câmbio e a data de conversão. Se
nenhuma taxa de câmbio ou data de conversão for entrada, será utilizada a taxa de câmbio da
tabela de taxas de câmbio na data do lançamento.
 Quaisquer referências necessárias para identificar a entrada de pagamento podem ser
entradas no número de documento de referência, texto de cabeçalho do documento e texto da
compensação.

 Cabeçalho do documento: dados bancários

63
 É preciso entrar os seguintes dados bancários na próxima seção do cabeçalho do documento
 A conta é um número de conta do Razão, usada para compensação de entrada ou saída de
pagamento e tem entrada obrigatória.
 O montante a pagar é o valor total do pagamento em processamento.
 O banco pode cobrar encargos bancários pelos serviços, que são automaticamente lançados
em uma conta de despesas especial. Em entradas de pagamento, o sistema adiciona os
encargos bancários ao montante a pagar para formar o montante de compensação. Em
pagamentos a efetuar, os encargos bancários são subtraídos do montante a pagar para formar o
montante de compensação. Desta maneira, o pagador sempre tem que pagar os encargos
bancários.
 A data efetiva é a data usada para analisar a posição de administração de caixa no módulo
Administração de caixa. Esta data pode ser proposta pelo sistema (ver "Controle de
lançamento - valores propostos").
 O texto é qualquer narrativa necessária para essa partida individual e tem entrada opcional.
Deve-se começar a linha com "*" para ser um texto externo que possa ser impresso nas
correspondências. Também é possível selecionar uma entrada da lista de textos standard.
 O número de alocação é criado pelo sistema ou pode ser entrado manualmente.

 Cabeçalho do documento: seleção de partida em aberto

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 É preciso entrar os seguintes dados de "seleção de partidas em aberto" na seção seguinte do
cabeçalho do documento
 Conta e tipo de conta: Nesta seção, “conta” refere-se ao número e tipo de conta do parceiro
de negócios. K refere-se a fornecedores e D a clientes. A conta e o tipo de conta são
necessários para determinar em que conta estão as partidas em aberto. Também é possível
entrar uma lista de trabalho no campo da conta para processar as partidas em aberto de um
grupo de contas.
 Partidas em aberto standard e/ou transações do Razão Especial Partidas em aberto standard
e/ou partidas em aberto de transação do Razão Especial podem ser marcadas para
processamento.
 Número de aviso de pagamento: O número de aviso de pagamento, de um aviso de
pagamento entrado, pode ser usado para marcar as partidas em aberto necessárias ao
processamento.
 Outras contas: Outras contas em FI podem ser marcadas para processamento simultâneo de
partidas em aberto.
 Marcação adicional: Marcações adicionais, definidas em customizing, podem ser utilizadas
para marcar as partidas em aberto necessárias ao processamento. Pode-se usar "Distribuição
por idade" ou "Pesquisa automática" para agilizar o processo de marcação.
 Quando os dados do cabeçalho estiverem completos, é preciso marcar processo de partidas
em aberto para avançar para a tela seguinte.

 Processo de partidas em aberto

65
Há uma tela que lista todas as partidas em aberto sem equivalência. Podem ser pagamentos,
débitos, créditos ou faturas. De acordo com a configuração todos os itens podem ser marcados
ou desmarcados quando o usuário chegar a esta tela.

 A 1º etapa no processo de partidas em aberto é a ativação das partidas individuais


necessárias para alocar um pagamento.
 O montante entrado é alocado na partida individual apropriada e deve ser proporcional ao
montante e ao desconto do item.
 Há várias maneiras de ativar ou desativar uma partida individual.
 O documento pode ser lançado quando o “montante entrado” for igual ao “atribuído”.
 O desconto concedido é determinado pela condição de pagamento da partida individual e é
considerado no cálculo do montante atribuído.
 O desconto pode ser modificado pela sobregravação do valor absoluto de desconto ou pela
modificação da porcentagem de desconto. Não pode exceder os limites definidos no grupo de
tolerância.

 Lançamento do pagamento

66
 A última etapa é uma verificação final do documento entrado
 Síntese: As partidas individuais entrada podem ser revisadas antes do lançamento
 Simular: Ao selecionar o documento, todas as partidas individuais, inclusive aquelas
geradas automaticamente, podem também ser revisadas.
 Corrigir erros: Se os débitos não forem iguais ao créditos, ou ocorrer um erro durante a
entrada, o erro pode ser corrigido por uma das seguintes opções:
o Modificação, eliminação ou entrada de uma partida individual;
o Marcação de partidas em aberto adicionais;
o Processamento das partidas em aberto marcada.
 Lançamento: Se posteriormente, identifica que o documento contem erros e precisa ser
corrigido, é necessário primeiro anular as partidas compensadas, para em seguida, estornar o
documento. Somente assim o lançamento original pode ocorrer novamente.

 Lançamentos automáticos na compensação de partidas em aberto

 Se necessário, o sistema executa lançamentos automáticos durante a compensação de


partidas em aberto. A configuração da maioria desses lançamentos automáticos é discutida em
outros capítulos.
 Os encargos bancários podem ser entrados durante a entrada do item do banco e são
lançados, automaticamente, em uma conta do Razão atribuída.
 Para realizar manualmente os pagamentos interempresariais, um procedimento de
compensação ("entrada de pagamentos" ou "pagamentos a efetuar") deve ser atribuído à
combinação da empresa que está em compensação e a empresa que deve ser compensada.
Depois disso, os itens das duas empresas são exibidos quando as partidas em aberto forem
marcadas.
 O processamento pagamentos excessivos e a menos é abordado no tópico "Diferenças de
pagamento".

 Anulação de itens compensados

67
 Operações de compensação podem ser canceladas para documentos individuais. Os dados
de compensação são removidos das partidas individuais durante a anulação de partidas
liquidadas.
 As modificações são registradas e podem ser exibidas em documentos modificados. Em
Contas a receber, o histórico de pagamento e o limite de crédito são corrigidos, se aplicável.

 Pagamentos diferenciados

O grupo de tolerância de empregados é usado para controlar:

 Os limites superiores para as operações de lançamento (“autorizações de


lançamento”);
 As diferenças de pagamento permitidas.

O grupo de tolerância de contas do Razão Geral é usado para controlar:

 Permitir pagamento diferenciado (ex: procedimento de compensação automática).

O grupo de tolerância de clientes/fornecedores é usado para fornecer especificações para:

68
 Procedimentos de compensação;
 Diferenças de pagamento permitidas;
 Lançamento de partidas residuais das diferenças de pagamento;
 Tolerância para aviso de pagamento;

 Pagamento parcial: Quando o usuário define fazer este pagamento, a partida aparece com
o valor total em aberto nas consultas.

 Pagamento residual: Nele o sistema gera um documento novo, e é esse documento que
representa somente o saldo em aberto, que aparece como open nas consultas.

 Motivos da diferença

 Os motivos da diferença são usados para descrever a razão para as diferenças de


pagamento. Para atribuir mais de um motivo da diferença a uma diferença de pagamento,
clicar em "Distribuir diferença".
 Os motivos da diferença podem ser atribuídos a:
 lançamentos de diferença;
 pagamentos parciais;
 partidas residuais.
 O motivo da diferença pode ser usado para analisar e processar posteriormente diferenças
de pagamento. Suas características opcionais detalhadas são:
 controle do tipo de aviso de pagamento enviado ao cliente;
 controle da conta onde foi lançada uma partida residual;
 lançamento automático de uma partida residual em uma conta do Razão
especificada;
 exclusão de partidas residuais de verificações do limite de crédito porque são
litigiosas.

 Variação Cambial

69
 Na liquidação de partidas em aberto em moeda estrangeira, podem ocorrer diferenças
realizadas devido à flutuação as taxas de câmbio.
 Essa flutuação provoca diferenças de câmbio que o sistema lança automaticamente como
ganhos ou perdas realizados
 O sistema lança automaticamente nas contas de receita/despesas definidas, na configuração,
para diferenças de câmbio.
 A diferença realizada é gravada na partida individual liquidada.
 Diferenças de câmbio também são lançadas quando partidas em aberto são avaliadas para o
balanço. Essas diferenças são lançadas em outra contas de diferença de câmbio e em uma
conta de ajuste de balanço.
 Na compensação de uma partida em aberto já avaliada, o sistema estorna a conta de
correção de balanço e lança a diferença de câmbio restante na conta para diferenças de câmbio
realizadas.

 Determinação de contas

70
 Todas as contas de conciliação e todas as contas do Razão com operações de partidas em
aberto em moeda estrangeira devem ser atribuídas às contas de receita/despesas para perdas e
ganhos realizados.
 Pode ser atribuída uma conta de perdas/ganhos:
 Para todas as moedas e tipos de moedas;
 por moeda e tipos de moeda;
 por moeda;
 por tipo de moeda.

UNIDADE 6 – CAIXA DIÁRIO

O caixinha é uma nova ferramenta de administração de caixa no Enjoy. O lançamento de


receitas de caixa e os pagamentos à vista são possíveis.

 Com esta ferramenta pode-se:

 Ter um caixinha separado para cada moeda;


 Fazer lançamentos em conta do cliente, fornecedor e do Razão.
 Executar vários livros caixas em cada empresa;
 Selecionar um número aleatório para identificação do caixinha ( uma chave
alfanumérica de 4 digitos).

 Tipos de documentos padrão do caixinha

71
 Documento conta Razão Geral= AB
 Pagamentos = KZ DA
 Recebimentos = KA DZ

 Para configurar o caixinha é necessário:

 Informar a empresa onde quer usar o caixinha;


 O nome e a identificação de 4 dígitos do caixinha;
 As contas do Razão onde se quer lançar as operações contábeis do caixinha;
 Moeda em que será executado o caixinha;
 Os tipos de documentos para:
o Lançamentos em conta do Razão;
o Saídas de pagamento a fornecedores;
o Entrada de pagamento de fornecedores;
o Saída de pagamento a clientes;
o Entrada de pagamento de clientes.

 Tipo de transações:

72
 No livro caixa podem ser processadas transações diferentes, definidas antecipadamente
com a utilização de tipos de operação contábil. Abaixo estão tipos de operação contábil
standard e seus respectivos lançamentos:

 Despesa (E);
 Receita (R);
 Cash transfer (caixinha p/ banco) (B);
 Cash transfer (banco p/ caixa) (C);
 Contas a receber (D): recebimento de cliente e pagamento ao cliente;
 Contas a pagar (K): recebimento de fornecedor e pagamento ao fornecedor.

 Criar transação contábil

 Podem-se definir novas transações contábeis de livro caixa em dois lugares: no próprio
livro caixa ou no guia de implementação. De acordo com o tipo de transação a lançar, pode-se
denominá-la de maneira correspondente, por exemplo, lançamentos de vendas à vista podem
ter sua operação contábil com a denominação "Vendas à vista".
 Para criar transações contábeis, é preciso selecionar:
 a empresa onde a transação contábil deve ser criada;
 o tipo de operação contábil
(NOTA: não é possível fazer uma entrada no campo conta do Razão para os tipos de
transação contábil D e K);
 selecionar um código de imposto para E (Despesas) e R (Receitas), transações que
determinam o controle da transação contábil.
 Depois de gravada, a transação contábil automaticamente receberá um número. Durante a
entrada do documento, a transação contábil pode ser chamada por seu nome ou número.

 Lançamento com transação de livro caixa (ENJOY)

73
 O livro caixa é uma das novas transações de tela simples do ENJOY: pode-se criar, exibir e
modificar documentos de caixa em uma tela.
 Podem-se gravar entradas de livro caixa localmente no livro auxiliar do livro caixa e, ainda,
copiá-las e eliminá-las. As entradas do livro caixa gravadas são lançadas no Razão, por
exemplo, no final do dia útil.
 É possível imprimir as entradas do livro caixa gravadas (recebimentos), bem como as
entradas do livro caixa lançadas no período de tempo exibido. Os formulários impressos são
selecionados em Customizing.
 São exibidos os documentos subseqüentes decorrentes das entradas do livro caixa lançadas
no sistema SAP.
 Outras funções disponíveis são cópia e eliminação de entradas do livro caixa gravadas e a
exibição de documentos eliminados do livro caixa.

UNIDADE 7 – RAZÃO ESPECIAL

 CLASSES DO RAZÃO ESPECIAL

74
 Operações do Razão especial são operações em contas a receber e contas a pagar exibidas
separadamente no Razão e no livro auxiliar. Isto poderá ser necessário para sistemas de
relatórios ou por motivos de ordem interna. Por exemplo, os adiantamentos não devem ser
compensados com contas a receber e contas a pagar referentes a fornecimentos e serviços.
 As operações que envolvem livros auxiliares são vinculadas ao Razão através da conta de
conciliação definida no registro mestre do livro auxiliar. Os códigos do Razão especial
utilizam os registros mestre do livro auxiliar, mas são vinculados ao Razão através de contas
de reconciliação alternativas. A configuração do código do Razão especial determina se o
lançamento será um lançamento real do Razão, uma partida-memo no Razão ou uma entrada
estatística.

 RAZÃO ESPECIAL: As operações do Razão especial podem ser usadas de diversas


maneiras. Essas operações podem ser reunidas em 3 categorias básicas

 Relativas ao adiantamento: O sistema tem telas e programas especiais pré-configurados


que tratam da solicitação, recebimento e aplicação de fornecedores ou clientes e estão contidos
no menu standard. O processo de adiantamentos também foi integrado aos programas de
processamento de cobranças e pagamentos.

75
 Relativas a letra de câmbio: O processamento é utilizado para tratar das necessidades
específicas do país. O sistema tem telas e programas especiais pré-configurados que utilizam
funções de operações do Razão especial para atender as necessidades. As operações de câmbio
estão contidas nos menus standard cliente e fornecedores do sistema e integrada a outras
funções da FI.

 Outras operações: Os outros vários tipos de operações utilizam as funções de operação do


Razão especial. Para o acesso a esses tipos de operações existe uma opção em processamento
de documentos em fornecedores e clientes denominadas “Outros”.
Também é possível encaminhar partidas individuais de cada documento financeiro para uma
conta de reconciliação alternativa por meio do código do Razão especial.
Com isso controla-se o tipo de processamento a ser realizado quando a operação é iniciada.

 CLASSES DE OPERAÇÕES DO RAZÃO ESPECIAL: Há 3 maneiras de registrar os


lançamentos do Razão especial no sistema:

 Lançamentos reais: Fazem parte do balanço. São lançamentos com uma contrapartida de
livre definição. Ex: O lançamento de um adiantamento recebido;
 Lançamentos automáticos de contrapartida: São operações que são sempre lançadas na
mesma conta de contrapartida. Em geral eles fazem parte do anexo do balanço. Ex:
Lançamento de uma fiança.
 Partidas memo: São lançamentos que não são destinados a exibição no Razão, mas apenas
para lembrar de pagamentos em aberto vencidos ou a ser efetuados. Ex: Solicitação de
adiantamento.

 Lançamento estatístico de contrapartida (automático)

76
Sempre se fazem lançamentos na mesma conta de contrapartida. Para simplificar a operação
de lançamento, pode-se definir o número da conta necessária para o lançamento de
contrapartida no sistema. Quando o usuário liquida partidas em aberto de uma conta de
partidas em aberto, o sistema liquida partidas em aberto relevantes da conta de contrapartida.
Essas operações são chamadas de lançamentos estatísticos pois geralmente não são exibidas
no balanço, ou só no anexo.

 Partidas Memo (solicitação)

 Quando uma partida memo é lançada, só há uma partida individual produzida.


Os programas de pagamento e cobrança podem ter acesso as partidas memos para
processamentos adicionais. Partidas memo são administradas como uma partida individual na
conta de partidas em aberto e na conta do Razão especial. Por isso deve-se sempre ativar a
exibição de partidas individuais destas contas.
Exemplos de partidas-memo: solicitação de adiantamentos, solicitação de letras de câmbio.

 Indicador de Razão Especial: Na sort key das contas contábeis de solicitação de


adiantamento recomenda-se colocar o código de fornecedor/cliente para ser possível visualizá-
los no campo assigment na FBL1N.

 Compensação entrada livre: A conta contábil partida é definida no IMG e a contrapartida


(offseting) é colocada manualmente.
77
Os adiantamentos são free offseting entry porque a contrapartida irá variar de acordo com o
meio de pagamento ou recebimento. Ao transformar uma solicitação em adiantamento, a
partida irá aparecer como Open na FBL1N e quando o adiantamento for associado a fatura de
cliente/fornecedor, o status mudará para clear.
As contas contábeis utilizadas para as Specials G/L são contas de reconciliação para os tipos
de conta D e K. Ao contrário das contas de reconciliação de clientes e fornecedores, devem ser
checadas como Open Item Management, e conseqüentemente como Line Item Display.

 Classes do Razão especial: Lançamentos de contrapartidas definidas pelo usuário

 As operações do Razão especial configuradas como contrapartidas de livre definição geram


um lançamento real no Razão. A conta de conciliação alternativa é automaticamente debitada
ou creditada dependendo do lançamento. O usuário é solicitado a introduzir a conta do Razão
relativa ao lançamento de contrapartida.
Exemplo de lançamento de contrapartida de livre definição - Recebimento de adiantamento:
quando do recebimento de uma solicitação de adiantamento, um cliente envia 100 000. O
sistema R/3 registra o recebimento do pagamento no livro de clientes e na conta de conciliação
do Razão (adiantamentos recebidos). A conta onde será debitada o valor recebido pode ser
definida quando a operação é iniciada no sistema R/3.

 Processamento de adiantamentos: Exemplo

78
(1) Solicitação de adiantamento. Uma solicitação de adiantamento é uma partida-memo. Ela
não altera nenhum saldo de conta. Podem-se fazer cobranças e pagamentos automáticos na
base de solicitações de adiantamentos.
(2) Adiantamentos recebidos. Um adiantamento recebido representa uma obrigação nos
livros. Assim, pode ser que não se altere o saldo da conta de conciliação "Contas a receber".
Os adiantamentos recebidos são controlados na conta do Razão alternativa "Adiantamentos
recebidos" na área de contas a pagar do balanço.
(3) Fatura de cliente. Após a entrega das mercadorias ou a execução dos serviços, o cliente
recebe uma fatura.
(4) Aplicação de adiantamento a fatura. A esta altura, o adiantamento não é mais um
adiantamento. Deve-se fazer o lançamento de contrapartida referente a ele. Em seguida, ele
pode ser lançado como pagamento na conta.
(5) Remover o adiantamento das contas.
NOTA: o procedimento para adiantamentos pagos é exatamente o mesmo para adiantamentos
recebidos. Na realidade, o adiantamento é feito com o programa de pagamentos.

 Ajuste de crédito não cobrável: Exemplo

79
 Os créditos incertos são registrados como ajustes de valores individuais durante a
preparação do balanço no processo de encerramento do exercício. O método do Razão especial
pode ser utilizado neste processo, uma vez que a operação é lançada na conta do cliente, mas
também em uma conta do Razão especial, "Ajustes de valores individuais para contas a
receber".
 (1) O montante a receber é registrado na conta do cliente.
 (2) O Ajuste de valor individual (lançamento sem imposto) é registrado. Agora, a despesa
está no lugar para os relatórios de contas de resultado e será denominada "Despesa de ajuste de
valor individual".
 (3) Depois da data fixada para o encerramento do balanço, remove-se o ajuste de valor
individual em vigor estornando o ajuste.
 (4) Se o montante a receber for considerado incobrável, faz-se um ajuste de avaliação.
Neste momento é criada a conta "Despesa de contas a receber irrecuperáveis". Este
lançamento não utiliza uma conta do Razão especial, pois a conta regular de conciliação
Clientes deve ser ajustada.

 Exemplo de letra de câmbio (Sem encargos)

80
 Letras de câmbio são uma forma de financiamento a curto prazo. Ao pagar uma fatura com
uma letra de câmbio, o cliente recebe um prazo maior para pagamento (por ex., três meses).
Caso se deseje, pode-se passar a fatura para terceiros para refinanciamento. Ela pode ser
descontada em um banco antes da data de vencimento, e neste caso o banco cobraria os juros
devidos. Para mais informações, consultar a ajuda on-line.
 As letras de câmbio são tratadas como operações do Razão especial no sistema FI. Assim
sendo, essas operações são registradas em separado automaticamente de outras operações no
livro auxiliar e lançadas em uma conta especial no Razão. Conseqüentemente, em qualquer
momento pode-se exibir uma síntese das atividades com letras de câmbio. Podem-se lançar
letras de câmbio a receber, letras de câmbio a pagar e cheques/letras de câmbio emitidos e
recebidos.
 Acima é mostrado um exemplo de uma letra de câmbio a receber sem encargos:
(1) O montante a receber é registrado na conta do cliente.
(2) O cliente inicia o pagamento com uma letra de câmbio. O saldo agora é controlado com
letras a receber em vez de um saldo normal na conta Clientes.
(3) O banco cobra a dívida da conta do cliente na data estipulada.
(4) O montante cobrado é depositado na conta bancária das sociedades.
(5) O montante é aplicado na conta do cliente e as contas apropriadas são zeradas.

 Operações do Razão especial - Chaves de lançamento

 As chaves de lançamento 09, 19, 29 e 39 são atribuídas a operações do Razão especial no


sistema standard.
 A figura mostra a configuração da chave de lançamento 09. Deve-se notar que o botão
seletor mostra que este lançamento é utilizado com operações do Razão especial.

 Razão especial: Controle de contas

81
 As contas do Razão especial são definidas como contas de reconciliação para os tipos de
contas D ou K.
 Ao contrário das 'contas de reconciliação standard' (Clientes/Fornecedores), as contas do
Razão especial geralmente dispõem de recursos para a exibição de partidas individuais.
 Pode-se mudar a estrutura da tela para fazer lançamentos através do grupo de status de
campo.

 Configuração de operações do Razão especial

 As operações do Razão especial estão contidas no sistema standard. Entretanto, pode ser
útil fazer novas adaptações caso se precise de mudanças nas operações standard como:
Diferentes números para as contas de conciliação ou para as contas do Razão especial.
Outras chaves de lançamento ou códigos do Razão especial para as operações individuais.
Outras especificações para os lançamentos automáticos. Incluem-se neste caso as contas a
serem lançadas, as chaves de lançamento e as regras de classificação contábil com
lançamentos automáticos.
82
 As operações do Razão especial utilizam o código de Razão especial, que indica o tipo de
operação junto com o tipo de conta (Cliente ou Fornecedor),para definir uma determinada
configuração.
 Exemplo: os adiantamento de clientes e de fornecedores são configurados separadamente.
Pode-se ter acesso a uma lista de operações do Razão especial com o uso do código de
transação FBKP. Depois, deve-se selecionar Razão especial na barra de ferramentas.

 Operações do Razão especial: Propriedades e definição de conta

 A tela de propriedades define as características de cada código do Razão especial/tipo de


conta.
Partidas-memo. Pode-se determinar que uma operação do Razão especial não atualizará saldos
de contas.
Relevância para verificação de limites de crédito: As operações do Razão especial podem ser
incluídas nas verificações de limites de crédito de clientes. As partidas-memo normalmente
não são consideradas. Todas as demais operações podem ser identificadas de acordo com as
especificações do usuário.
Aviso de compromisso: Pode-se determinar que, ao fazer um lançamento na conta de um
fornecedor ou cliente, o sistema emitirá uma mensagem informando o usuário sobre a
existência de uma operação do Razão especial. Exemplo: ao lançar uma fatura de fornecedor, é
bom saber que há um adiantamento para esse fornecedor.
Código do Razão especial de destino: No caso de partidas-memo, podem-se definir os códigos
do Razão especial permitidos durante o lançamento do documento. O código do Razão
especial de destino é utilizado no sistema standard para solicitações de adiantamentos.
Tipo de operação do Razão especial: Assim define-se se a operação é um adiantamento, uma
letra de câmbio ou outro tipo de operação.
Chaves de lançamento: Estas são as únicas chaves de lançamento permitidas junto com este
código de Razão especial.

 Lançamentos automáticos e estatísticos de contrapartidas

83
 Lançamentos estatísticos são lançamentos sempre feitos na mesma conta de contrapartida.
Eles se baseiam em uma combinação do tipo de conta (Cliente/Fornecedor) e do código do
Razão especial utilizado.
 Portanto, é necessário definir a conta de contrapartida a ser utilizada.

UNIDADE 8- PARKING DOCUMENTS


A pré-edição de documentos é uma forma alternativa de inserir documentos de transações no
sistema.

 PARKING: Ao contrário dos documentos “normais” lançados:

 A movimentação no período não é atualizada;


 Um usuário pode analisar, modificar e depois pré-editar novamente o documento.
 No final, o documento será gravado ou eliminado.

Ao contrário dos documentos memorizados:

 A pré-edição de um documento gera um número de documento;


 Os dados pré-editados podem ser analisados em vários relatórios do sistema;
Pré-edição de documentos: Funções:

84
Documentos que podem ser pré-editados:

 Contas de clientes (faturas e notas de créditos);


 Contas de fornecedor (faturas e notas de créditos);
 Contas do Razão (lançamentos no Razão).
É possível visualizar em consultas Park Documents para controle do que está pendente de
liberação e contabilização.

 Entrada de dados e pré-edição de documentos

Acessar entrada de dados por um caminho de menu diferente dos


caminhos de documentos regulares.
As telas de entrada são as mesmas dos documentos regulares.
Modelos disponíveis para entrada rápida
Podem-se usar modelos de classificação contábil

As funções de validação e substituição não estão ativadas

 O sistema R/3 só verifica informações introduzidas como parte de um documento pré-


editado no tocante à existência do documento. Apenas alguns campos - chave de lançamento e
número da conta, por exemplo - são campos de entrada obrigatórios.
 Não são feitas verificações de tolerância.
 Quando se grava um documento pré-editado, o sistema NÃO atualiza totais de controle e
nem gera lançamentos automáticos.

 HOLD DOCUMENTS (memorizados): São documentos memorizados que podem ser


recuperados posteriormente através do botão Three, finalizados e gravados
Usuário define um código qualquer para o documento e ele não é contabilizado.

 Parking : Funções adicionais: Display de aprovação de autorização, princípio do duplo


controle, responsabilidades, aceleração dos procedimentos de trabalho.

 Parked: Pode: Especificar datas, atribuir valores, contas, atribuir objetos contábeis.
Não pode: Alterar moeda, tipo de documento, número de documento, company code.
Quando: Sempre que necessário, em diversos tempos possíveis.
Como posso lançar: Individualmente ou através do processamento da lista ou relatórios,
abrindo documentos e salvando e/ou executando e salvando vários documentos ao mesmo
tempo (batch input).

85
 Eliminação de um documento pré-editado:

 Para eliminar um documento, é preciso saber qual é a empresa, o número do documento e o


exercício.
 Para localizar o número de um documento pré-editado, ou eliminar mais de um documento,
deve-se utilizar a função lista de documentos. Basta introduzir os critérios de seleção
apropriados e o sistema gera uma lista de documentos correspondentes.

 Exibição de documentos de modificação

 Diferenças entre Posting documents X Parking documents:

1. Post autoriza a alteração de índices estatísticos, parking não;


2. Post não apaga documentos, a alternativa é estornar, parking apaga;
3. Post não altera valores, número de contas, objetos atribuídos a conta e datas específicas, já
para documentos em park isto é irrelevante.

 NOTA: Os documentos incompletos podem ser pré-editados e em seguida completados


pouco a pouco com mais informações. Sempre que um documento incompleto é pré-editado, o
sistema R/3 inicia um workflow com uma única tarefa: "completar". Os usuários cujo job
consiste em completar documentos recebem a mensagem e podem continuar a modificação do
documento pré-editado. A mensagem permanece na caixa de entrada de todos os usuários
envolvidos até um deles identificar o documento como "concluído".

 SAP BUSINESS WORKFLOW: É uma ferramenta de liberação que dá uma autorização


no processo de negócios ou entre sistemas;
Pode ser adaptado de acordo com as necessidades do cliente. Suporta diversas atividades do
usuário.

86
APOSTILA 2
UNIDADE 2 – PAGAMENTOS AUTOMÁTICOS
O programa de pagamento automático consiste em coletar partidas em aberto, gerar uma
proposta de pagamento e gerar relatório ou arquivo para comunicação com os bancos. Serve
tanto para pagamentos como para cobranças. Os documentos em abertos podem ser
compensados no momento em que o sistema gera a proposta, ou mediante arquivo retorno do
banco (parâmetro).

 O processo de pagamento

 Toda empresa necessita de uma forma para pagar seus fornecedores. O programa de
pagamento automático é uma ferramenta que ajuda os usuários a administrar as contas a pagar.
 O sistema R/3 possibilita a execução automática das seguintes ações:
 seleção de partidas em aberto que devem ser pagas ou cobradas;
 lançamento de documentos de pagamento;
 impressão de meios de pagamento, uso de intercâmbio de dados por suporte magnético
(DME) ou geração de intercâmbio de dados eletrônico (EDI).
 O programa de pagamento foi desenvolvido para operações de pagamento nacionais e
internacionais, com fornecedores e clientes, e administra tanto pagamentos a efetuar quanto
entradas de pagamentos.
 O programa é flexível o bastante para permitir a definição das diferentes características de
pagamento que variam em cada país, tais como formas de pagamento, formulários de
pagamento ou especificações do suporte de dados.

 O processo de pagamento consistem em 4 etapas:

87
 1. Parâmetros: Nesta etapa, são levantadas e respondidas as seguintes questões:
Quem vai ser pago?
Que formas de pagamento serão usadas?
Quando será feito o pagamento?
Quais empresas serão consideradas?
Como será feito o pagamento?
 2. Proposta: Depois de definidos os parâmetros, a execução da proposta é programada e
produz uma lista de parceiros de negócios e faturas pendentes que devem ser pagos. As faturas
podem ter seu pagamento bloqueado ou desbloqueado.
 3. Programa: Depois de verificada a lista de pagamentos, é programada a execução do
programa de pagamentos. É criado um documento de pagamento e as contas do Razão e do
livro auxiliar são atualizadas.
 4. Impressão: As funções contábeis são concluídas e um programa de impressão separado é
agendado para gerar os meios de pagamento.

 Estrutura de configuração para o programa de pagamento:

A maioria das opções de programa de pagamento pode ser acessada diretamente pelo usuário
da aplicação. As opções dividem-se nas seguintes categorias:

88
 O menu principal de configuração do programa de pagamentos tem botões para todas as
áreas. Para certificar-se de que a configuração está completa, o usuário deve trabalhar da
esquerda para a direita de cada botão.
 As três primeiras áreas necessitarão de modificações mínimas na configuração. O sistema
standard contém as formas usuais de pagamento e seus respectivos formulários, definidos para
cada país separadamente.

 Todas as Empresas:

Definir para todas as empresas


 relações de pagamento interempresarial
 as empresas que processam pagamentos
 descontos
 dias de tolerância para pagamentos
 as transações de cliente e fornecedor que têm que ser processadas

 Se a empresa A fizer pagamentos em nome de outra empresa, B, então B seria a empresa


emissora. Se não for indicada uma empresa, o sistema automaticamente faz referência à
empresa emissora como sendo a empresa pagadora.
 A empresa pagadora é aquela que será responsável pelo processamento dos pagamentos a
efetuar. Esta é a empresa que registrará os lançamentos bancários (A). A empresa emissora
registrará os lançamentos do livro auxiliar (B). As duas empresas ficarão equilibradas pelos
lançamentos interempresariais gerados automaticamente.
 Sabendo-se que os fornecedores costumam oferecer dias de tolerância, podem-se entrar
dias de tolerância de contas a pagar para cada empresa. Desse modo, é possível prorrogar o

89
pagamento de partidas vencidas até a próxima execução de programa de pagamento e ainda
assim receber os devidos descontos.
 Conta corrente As transações do Razão a serem pagas indicam quais transações do
Razão especial podem ser processadas com o programa de pagamentos.
 Se ativado, os Suplementos da forma de pagamento fornecem a capacidade de imprimir e
ordenar pagamentos. O usuário cria um suplemento da forma de pagamento com 2 caracteres,
que pode ser atribuído a registros mestre do parceiro de negócios, proposto para a partida
individual durante a entrada do documento. Tais suplementos também podem ser digitados ou
sobregravados na partida individual durante a entrada do documento. Os pagamentos são
ordenados e podem ser impressos pelo suplemento.

 Empresa Pagadora

Definir para todas as empresas


 montantes mínimos de entradas e saídas de pagamentos
 formulários de aviso de pagamento e EDI
 parâmetros de letra de câmbio

 Os usuários definem os montantes mínimos de pagamento e os formulários que serão


usados para cada empresa pagadora.
 Os usuários definem quantas letras de câmbio são criadas para cada conta, durante a
execução do programa de pagamentos, para a forma de pagamento de letras de câmbio.
 Os usuários controlam quais partidas em aberto para a forma de pagamento de letra de
câmbio devem ser consideradas, durante a execução do programa de pagamentos, com a
utilização de especificações de vencimento.
 Na tela "remetente", os usuários podem definir qualquer texto padrão dependente da
empresa para os formulários de pagamento.

 Formas de pagamento / país do IRF

Definir para cada país


 formas de pagamento: cheque, transferência bancária etc.
Depois, definir as necessidades e especificações básicas para cada forma de pagamento...
 criar cheque, transferência bancária, letra de câmbio etc.
 requisitos de registro mestre, ou seja, endereço obrigatório

90
 tipos de documentos para lançamentos
 programas de impressão
 moedas permitidas

 As formas de pagamento têm 2 componentes: configurações específicas de país e


configurações específicas de empresa. Esta seção detalha as necessidades e especificações
básicas de formas de pagamento para cada país.
 Se uma determinada forma de pagamento necessitou de requisitos de registro mestre, ou
seja, endereço obrigatório, as faturas não serão pagas por essa forma de pagamento a menos
que os requisitos sejam cumpridos.
 Especificar, nesta área, os tipos de documentos que serão usados para lançamento e
compensação de documentos.
 O nome do programa de impressão e os dados de impressão configurados para esta forma
de pagamento também são definidos.
 As formas de pagamento podem ser restritas a moedas específicas. Na tela moedas
permitidas, entrar qualquer moeda à qual a forma de pagamento esteja limitada. Se não houver
entradas nesta tela, a forma de pagamento é válida para todas as moedas.

 Formas de pagamento / empresa

Definir melhor para cada forma de pagamento e empresa


 os montantes de pagamento mínimo e máximo
 se os pagamentos no exterior e moedas estrangeiras são permitidos
 opções de agrupamento
 otimização bancária
 especificações de letra de câmbio
 formulários de meios de pagamento

 Esta área define as formas de pagamento possíveis para a empresa. E define, também, as
seguintes especificações para cada forma de pagamento, que podem ser diferentes nas
empresas:
 os montantes de cheque mínimo e máximo que devem ser processados. Montantes
maiores/menores que esse serão excluídos da execução do programa de pagamentos.
 se for permitido o pagamento a clientes/fornecedores no exterior. Quando selecionado, esse
código permite o processamento de clientes e fornecedores estrangeiros com esta forma de
pagamento.
 se for permitido o pagamento por meio de banco de clientes/fornecedores no exterior.
Quando selecionados, esses códigos permitem os pagamentos de bancos de cliente e
fornecedor no exterior.
 se for permitida moeda estrangeira. Quando selecionado, esse código permite o uso de
moeda estrangeira com esta forma de pagamento.
 se for usada otimização bancária. Quando selecionado, o programa de pagamentos tenta
pagar de um banco dentro do mesmo sistema de câmara de compensação (ACH).
91
 se for usada otimização de código postal. Na configuração, os bancos podem ser
designados para áreas postais determinadas. Quando selecionado, o programa de pagamentos
procura fazer pagamentos pelo banco situado na cidade de localização do cliente/fornecedor.
 Na área dados do formulário, é preciso indicar o nome do formulário SAPScript para meios
de pagamento.

 Seleção de Bancos

Esses componentes precisam ser considerados na seleção do


banco da empresa pagadora

 ordem de classificação
 montantes
 contas
 encargos
 data valor
 código postal

 Na tela da configuração principal, os botões são localizados em cada uma das seções:
ordem de classificação, montantes, contas, encargos, data valor e código postal.
 À medida que os usuários avançam nos botões, a configuração do programa de pagamentos
deve ser concluída.
 Neste ponto, deve ser feita a configuração dos bancos da empresa e contas relacionados
nesses bancos.

 Seleção de bancos: ordem de classificação

Definir, por forma de pagamento, o seguinte...


 qual banco da empresa deve ser considerado para pagamento em primeiro lugar,
segundo, terceiro etc.
 moeda
 conta de L/C

 Na tela ordem de classificação, entrar os bancos da empresa na ordem em que o programa


de pagamentos possa considerá-los para pagamento por forma de pagamento.

92
 Se não existir uma combinação banco/forma de pagamento, é preciso criar uma nova
combinação com a definição de...
 forma de pagamento;
 moeda: deixar este campo em branco, se a forma de pagamento para esse banco for válida
para todas as moedas; caso contrário, será limitado à moeda indicada;
 ordem de classificação; o programa de pagamentos vai considerar a ordem de classificação
quando determinar de qual banco pagar;
 identificador do banco da empresa que deve ser usado com esta forma de pagamento.

 Seleção de banco: contas e montantes

Definir, por combinação de banco da empresa e forma de pagamento,


 conta de compensação para o lançamento do livro auxiliar
 contas de compensação para letras de câmbio
 o montante alocado de recursos em cada banco

 Seleção de bancos: encargos

 Calcular outros encargos bancários para entrada e saída de pagamentos.


 Utilizado com letras de câmbio.
 Configuração adicional de lançamento automático.

 As funções de entrada e saída de pagamentos têm um campo, encargos bancários, em que


os usuários podem dar entrada em qualquer encargo bancário que faça parte do pagamento
feito ou recebido. Em entrada de pagamentos, os encargos bancários são subtraídos do
montante de compensação, ao passo que em saída de pagamento tais encargos são adicionados
ao montante de compensação.
 O sistema também lança os encargos em uma conta de despesas. Para tanto, precisa de uma
chave de lançamento e uma classificação contábil, ambas já definidas no sistema standard. Se
os usuários não estiverem usando os planos de contas fornecidos com o sistema standard, terão
que entrar sua própria definição de conta para lançar encargos bancários. Deve-se definir o

93
código Relevante para o fluxo de caixa nos registros mestre de contas que registram encargos
bancários.

 Seleção de bancos: data valor, código postal

A data valor, por combinação de banco da empresa e forma de pagamento, é


 usada com administração de tesouraria e previsão
 a quantidade de "dias até a data valor" mais a data de lançamento
Para cada país, para otimização bancária...
 definir que banco usar com base no código postal do parceiro de negócios

 Se os usuários tiverem selecionado "Otimizar por código postal" para uma forma de
pagamento, o programa de pagamentos procurará no código postal do parceiro de negócios
para determinar de qual banco fazer o pagamento.
 A data valor é usada em conjunto com administração de caixa para rastrear a saída de
dinheiro. Por exemplo, pagamentos feitos por transferência são deduzidos do banco no dia
seguinte, independentemente do montante. Isto significa que o dinheiro deve estar disponível
no dia seguinte para pagamentos feitos desta maneira. Nesta forma de pagamento, entrar 1 no
campo "Dias até data valor".
Data valor = data de lançamento da execução do programa de pagamentos + dias até data
valor. Os dias entrados correspondem à definição do dia dos "montantes disponíveis".

 Parâmetros

94
 Depois de concluída a configuração básica, o processo de pagamento pode ter início.
Definir, na primeira etapa do processo de pagamento, o seguinte...
 Quem vai ser pago?
 Que formas de pagamento serão usadas?
 Quando será feito o pagamento?
 Quais empresas serão consideradas?
 Como será feito o pagamento?
 Para começar, cada execução do programa de pagamento é identificada por dois campos:
 data de execução
 identificação
 É recomendável que a data de execução seja aquela em que o programa é executado.
Entretanto, o propósito principal é auxiliar na identificação da execução do programa de
pagamento.
 O campo identificação é usado para diferenciar execuções de programas com a mesma
data de execução.

 Seleção de partidas em aberto

 Os documentos entrados até a data Documentos introduzidos até entram na execução de


programa de pagamento.
 A data de lançamento é a data de atualização do Razão com os lançamentos. Esta data é
proposta pela data de execução da tela anterior.
 Se várias empresas estiverem relacionadas, estas devem estar separadas por vírgulas. Em
uma lista de empresas, a primeira e a última devem ser colocadas entre parênteses. Nota: não
deixar espaços após a vírgula.

95
 As empresas envolvidas em uma execução de programa de pagamento devem ser do
mesmo país.
 O sistema possui definições de formas de pagamento para cada país, que podem ser
utilizadas dentro de um país específico. Além de tais formas de pagamento, podem-se
selecionar aquelas que serão usadas na execução do programa de pagamento em curso.
 Ao usar mais de uma forma de pagamento em uma execução de programa de pagamento, é
importante observar a ordem de entrada. A primeira forma listada tem a primeira prioridade, a
seguinte tem a segunda prioridade etc... O sistema faz o pagamento pela prioridade mais alta.
 Os parâmetros informam ao programa de cobrança em quais documentos e contas, e de
quais empresas, ele deve procurar partidas em atraso.
Pode-se ativar também um registro adicional que, após a emissão de cobranças, informa se as
etapas de processamento da emissão de cobranças foram concluídas com êxito ou não. Este
registro deve ser usado somente para fins de teste e treinamento, pois requer uma grande
quantidade de recursos do sistema.

 Execução de proposta

 Na tela principal do programa de pagamentos, depois de entrar os parâmetros, é preciso


programar a proposta de pagamento que deve ser criada.
 A execução de proposta busca documentos e contas vencidas, que devem ser pagas, com
base em critérios estabelecidos na atualização de parâmetros. Em seguida, o sistema agrupa
tais partidas aos pagamentos e determina as formas de pagamento e as conexões bancárias que
serão usadas. Se não for encontrada forma de pagamento ou dados bancários válidos ou, ainda,
se houver uma partida bloqueada para pagamento, tais partidas serão colocadas na lista de
excluídos.
 Depois de concluída a execução de proposta, o sistema gera 2 relatórios: a lista de
propostas e a lista de excluídos, que podem ser visualizadas on-line ou impressas.

 Lista de propostas

96
 A lista de propostas detalha os parceiros de negócios e os montantes que devem ser pagos
ou recebidos. Conforme a estrutura de linhas que os usuários selecionam para a tela, podem
ser exibidos os números dos documentos associados e os descontos.
 Qualquer exceção também será listada. Os usuários podem pesquisar várias vezes para
visualizar e modificar os detalhes das partidas com pagamento individual.

 Lista de excluídos

 Se houver faturas nos parâmetros de pagamento estabelecidos que, por algum motivo, não
podem ser pagas, elas serão listadas na lista de excluídos.
 Se os usuários selecionarem o registro adicional, a lista detalhará porque o pagamento da
fatura não é devido.

 Bloqueios de pagamentos

97
Há várias maneiras de configurar um bloqueio de pagamento:
 Se houver um problema durante o processo de revisão da fatura, geralmente essa fatura
será bloqueada para pagamento. Este tipo de bloqueio pode ser configurado de maneira que o
bloqueio seja removido somente no processo de revisão da fatura.
 Se houver motivo para o não pagamento de um fornecedor, pode ser criado um bloqueio de
pagamento de registro mestre. Este bloqueio seria entrado no registro mestre e evitaria que
qualquer fatura fosse paga. Poderia ser configurado de tal forma que o bloqueio tivesse que
ser removido manualmente do registro mestre para processar qualquer pagamento.
 Durante a entrada de fatura AP, pode-se bloquear o pagamento de uma fatura. De acordo
com o tipo de bloqueio de pagamento, esse bloqueio pode ser removido durante a proposta de
pagamento.
 Podem ser definidos, no sistema, outros bloqueios de pagamento e os usuários podem
definir se o bloqueio de pagamento pode ser removido durante o processamento do
pagamento.

 Processamento de proposta

98
 Para analisar melhor a lista de propostas, os usuários podem processar a lista para visualizar
os detalhes de um determinado pagamento, modificar as condições do pagamento ou incluir
um bloqueio de pagamento.
 Após criar a execução do programa de pagamento, esta pode ser processada pelos
responsáveis. É possível, ainda, atribuir um responsável a um cliente/fornecedor com a entrada
do código do responsável nos dados mestre do cliente/fornecedor. Para processar a proposta de
pagamento, o código pode ser digitado para mostrar apenas os pagamentos das contas
atribuídas ao responsável.

 Processo de pagamentos

 Na primeira tela do processamento de transação, o responsável obtém uma síntese de todos


os pagamentos propostos pelo programa.
 Ao pesquisar um pagamento, é obtida uma lista de todas as partidas em aberto devidas com
o pagamento. Em tais partidas individuais, pode-se alterar o bloqueio de pagamento e o

99
desconto. Além disso, é possível realocar a partida para outro pagamento existente, ou criar
um novo pagamento com a seleção de uma forma de pagamento e um banco da empresa.

 Execução do programa de pagamento (1)

 Depois de processada e gravada a proposta de pagamento, a execução de programa de


pagamento utiliza as modificações como base para os pagamentos reais.
 Até este momento, nenhum lançamento ocorreu. Os documentos incluídos nesta execução
do programa de pagamento foram "bloqueados" para evitar qualquer outro lançamento, ou
seja, o pagamento (manual ou em outra execução do programa de pagamento) de uma fatura
devida é bloqueado na execução do programa de pagamento automático atual.
 Nesta etapa, são criados documentos de pagamento, partidas em aberto são liquidadas e o
Razão e livros auxiliares recebem os respectivos lançamentos.

 Execução do programa de pagamento (2)

A execução de programa de pagamento utiliza os dados da proposta de pagamento para:

100
 O programa de pagamento lança, automaticamente, pagamentos e respectivos lançamentos
tais como impostos, ajustes de impostos, diferenças de câmbio ou descontos.
 Alguns países exigem que os documentos de pagamento não sejam lançados antes da
liquidação real, ou seja, antes de o pagamento constar no extrato de conta bancária. Nas
definições de forma de pagamento de tais países, pode-se estabelecer o indicador "Gerar
somente ordens de pagamento". Desta maneira, o programa de pagamento não lança um
documento de pagamento. Em vez disso, é gerada uma ordem de pagamento com os dados das
partidas. Quando o pagamento aparecer no extrato de conta bancária, será gerado um
documento de pagamento com a entrada da ordem de pagamento. Até este ponto, as partidas
pagas ficam bloqueadas para outras operações de compensação.

 Subcontas bancárias

 É aconselhável usar subcontas bancárias para o lançamento de entrada e saída de


pagamentos, por exemplo, contas de cheques emitidos, transferências a efetuar, cheques
recebidos e cobrança bancária.
 O uso de subcontas oferece algumas vantagens: é possível conciliar, a qualquer momento, o
saldo de uma conta bancária com a respectiva conta do Razão. As subcontas contêm todas as
entradas e saídas de pagamentos até que o dinheiro seja efetivamente debitado/creditado na
conta bancária (data valor). Em seguida, o lançamento é transferido da subconta para a conta
bancária. Para demonstrar os lançamentos no banco no livro Razão, normalmente utiliza-se a
funcionalidade do extrato de conta bancária eletrônico ou manual.
 As subcontas bancárias devem ser atribuídas às formas de pagamento na configuração da
seção de seleção de banco. Tais subcontas podem ser diferenciadas pelo banco da empresa e
pela moeda. Geralmente são administradas com base em partidas em aberto e com a exibição
de partidas individuais.

 Documento de pagamento

101
 O tipo de documento para os documentos de pagamentos consta nas especificações de
forma de pagamento de cada país. Para os pagamentos interempresariais, pode ser entrado um
outro tipo de documento, usado para lançamentos de compensação. Os dois tipos de
documentos devem ser definidos por meio da atribuição de numeração interna.
 Os documentos da execução de programa de pagamento contêm no campo texto do
cabeçalho a data e o número de identificação da execução (por exemplo: 19940301-ID).
 A data valor do documento de compensação é calculada pela adição dos dias até a data
valor à data de lançamento. Os dias até a data valor dependem da forma de pagamento, do
banco, da conta, da moeda e do limite da conta. Se nenhuma entrada for feita, o sistema
adotará a data de lançamento como a data valor. Para calcular a data valor de pagamentos em
cheque, pode-se entrar, nos registros mestre, o tempo de confirmação de cheques cobrados.
Este cálculo tem prioridade sobre os dias até a data valor dos cheques.
 Se os pagamentos forem efetuados por divisão, o lançamento bancário será feito para a
divisão das partidas pagas. Se os pagamentos não forem efetuados por divisão, pode-se definir
a divisão para os lançamentos bancários. Para todos os outros casos, os lançamentos para
subcontas bancárias são realizados sem mencionar as divisões.

 Impressão dos meios de pagamento

102
 A execução de impressão inicia os programas de impressão que
 colocam os meios de pagamento, os avisos e a lista de pagamentos na administração de
impressão;
 colocam os dados de pagamento DME (intercâmbio de dados por suporte magnético) na
administração DME;
 transformam os pagamentos marcados em documentos intermediários SAP, que podem ser
encaminhados ao subsistema EDI.

 Variantes de programas de impressão

 Na configuração, é atribuído um programa de impressão para cada forma de pagamento


de cada país.
 Para executar os programas de impressão, o sistema precisa de pelo menos uma variante
por programa de impressão para cada forma de pagamento usada e permitida.
 Se diversas variantes forem alocadas em um programa de impressão, cada uma estará
associada a uma execução do programa.
 As variantes contêm uma série de critérios de seleção, usados para separar os dados no set
de dados de impressão. Na administração de impressão, para cada variante obtida a partir do
programa de impressão de suporte de dados, são criadas tarefas de impressão separadas.
Podem-se obter as tarefas de impressão individualmente para impressão. Além disso, as
variantes contêm especificações de impressão.
 Os campos Data de execução de programa e Característica de identificação podem ficar
sem variantes. Esses campos são preenchidos, dinamicamente, na execução do programa.

 Formulários de meios de pagamento

103
 Na configuração do programa de pagamento, diversos formulários de meios de
pagamento devem ser atribuídos à empresa pagadora ou à forma de pagamento/empresa.
 O sistema R/3 oferece formulários standard, que podem ser alterados de acordo com as
necessidades do usuário. Detalhes sobre os formulários de pagamento e formatos de file de
cada país podem ser encontrados na documentação do programa específico de país.
 Para maiores informações sobre a estrutura de formulários, consultar a documentação
SAPscript, o curso SAPscript e a documentação do programa de impressão.

 EDI e avisos de pagamento

 O primeiro programa de impressão executado pelo programa de pagamento é o programa


de impressão RFFOEDI1. Este relatório seleciona todos os pagamentos marcados para EDI,
transforma-os em documentos intermediários SAP e os encaminha ao subsistema EDI. Em
seguida, este subsistema transforma o documento intermediário em dados EDI que, por sua
vez, são enviados ao banco.
 Avisos de pagamento podem ser enviados por correio ou por EDI, conforme a capacidade
de o cliente/fornecedor receber mensagens via EDI.
104
 DME - Intercâmbio de dados por suporte magnético

 Através do Intercâmbio de dados por suporte magnético cria-se um file que contém toda
a informação de pagamento relativa às regras bancárias do país em questão. O file DME é
arquivado na administração de dados por suporte magnético, a partir daí pode-se fazer o
download em um suporte de dados e a nota de acompanhamento do DME pode ser impressa.
Em seguida, o suporte de dados e a nota de acompanhamento de DME são entregues ao banco.
 Em geral, o DME pode ser utilizado para todas as formas de pagamento em que o meio seja
entregue ao banco para processamento posterior, como transferência bancária, débito direto
etc... Não pode ser usado com meios de pagamento enviados ao cliente/fornecedor, por
exemplo, cheque.
 O uso do DME para uma forma de pagamento especial exige apenas que se marque a
variante no campo Intercâmbio de dados por suporte magnético. Para gerar files DME
separados para cada banco de empresa, deve-se entrar uma variante para cada banco da
empresa.
 O file DME pode ser armazenado no SAP-TemSe (TEMporary SEquential file) dentro do
sistema R/3 ou em um sistema de file. No SAP-TemSe, o file não pode ser acessado por
usuários externos não autorizados. O nome do file a ser criado durante o download pode ser
determinado ao se executar o programa de meio de pagamento: o conteúdo do parâmetro do
nome do file é armazenado nos dados de administração e proposto na execução do download.
 Para obter informações adicionais, consultar a documentação do sistema R/3.

 Cheques

105
 O programa para impressão de cheques é o RFFOxx_y, onde "xx" é, em geral, o
identificador do país e "y" define melhor o formulário. Aqui estão vários programas standard
fornecidos:
 RFFOAT_L: Meio de pagamento da Áustria - cheques/transferências internacionais/DME
nacional + internacional
 RFFOD__S: Meio de pagamento internacional - Cheques (sem administração de cheques)
 RFFOD__T: Meio de pagamento internacional - Cheque/procedimento de letra de câmbio
 RFFOES_T: Meio de pagamento da Espanha - Transferências DME, cheques bancários
 RFFOUS__C: Meio de pagamento internacional - Cheques (com administração de cheques)
 Identificar a execução de programa de pagamento, o banco da empresa e onde são
impressos os cheques e qualquer documento de acompanhamento. Os cheques podem ser
impressos com números de cheque predeterminados (com administração de cheques) ou o
número do documento pode ser utilizado como o número do cheque (com administração de
cheques).
 Na tela de configuração da Forma de pagamento do país, é necessário definir o programa
de impressão por forma de pagamento. Na seção Dados do formulário, definir o formulário
SAPScript a ser usado.
 O programa de impressão completa:
 atribuições de números de cheque para documentos de pagamento;
 atualizações dos documentos de pagamento e documentos da fatura original com as
informações de cheque;
 impressão de cheques e documentos de acompanhamento.

 Intervalo de nrs. de cheque

Os números de cheques são definidos por banco de empresa.


Adapta os cheques pré-numerados.
Os lotes têm um intervalo de numeração definido.
O status de número é atualizado por lote.

106
 Se a administração de cheques for utilizada, é necessário definir os intervalos de no. de
cheque para imprimir cheques.
 Os cheques são administrados em lotes, ou intervalos. Se for utilizado o estoque de cheques
pré-numerados do banco, entrar os intervalos de numeração de cheques em lotes. Caso
contrário, iniciar a numeração de cheques a partir de 1.
 Os intervalos de no. de cheques são usados para pagamentos manuais e automáticos. Para
fins de controle, os usuários podem querer ter um lote separado para cada tipo de pagamento.

 Pagamento Médio Workbench (PMW): É uma ferramenta para configurar a geração de


arquivos via IMG (customazing) permitindo maior flexibilidade para ajustes em relação aos
programas que são desenvolvidos para este fim
É possível utilizar o PMW para alguns métodos de pagamento. Na configuração do método de
pagamento/país é informado se o arquivo será gerado via programa ou via PMW.

 Débit Balance check: Quando o sistema verifica que para um determinado pagamento há
uma nota de crédito (fornecedor deve para a empresa) e para essa nota de crédito não há um
método de pagamento pré-estabelecido, ele joga a nota de crédito na lista de exceção e efetua
o pagamento ao fornecedor
Para que isso não ocorra, é possível configurar o sistema para que faça o débit balance check e
se o valor a pagar for menor do que o crédito contra fornecedor, a nota de crédito vai para a
lista de exceção e a partida em aberto para as contas bloqueadas.
O programa que visualiza/gera o débit balance é o RFF110SSP

 Processo de pagamento automático: Jobs podem ser agendados através da transação


F110S para o programa de pagamento automático.
È possível determinar que o JOB gere as propostas mas não gere os pagamentos.
Essa funcionalidade agiliza o trabalho diário em empresas onde o programa de pagamento
automático demora muito para ser processado.

 Schedule Manager: É uma transação muito usada para agendar e monitorar as atividades
de fechamento.

Tarefas: Adiciona notas para a descrição de tarefas.


 Agenda e executa transações;
 Agenda programas/jobs e executa automaticamente.
 Define processos de criação (combinação de tarefas).

107
UNIDADE 3 – COBRANÇA AUTOMÁTICA

 Configuração do programa de cobrança: É um programa para geração automática de


cartas de cobrança para faturas vencidas.
Geralmente existem processos de cobranças distintos, de acordo com o tipo de cliente. É
possível ter um processo de cobrança inclusive para clientes eventuais. O sistema já possui
alguns processos de cobranças cadastrados que podem servir de base para novos.
O procesos de cobrança serve para transações normais (AR) e para transações do Razão
Especial. É sempre definido por company codes.

 Configurações do programa de cobrança estão divididos nas seguintes categorias:

 Procedimento de cobranças;
 Níveis de cobrança;
 Indicação de despesas;
 Valores mínimos;
 Textos de cobranças;
 Ambiente.

 O menu principal de configuração do programa de pagamento de dívidas vencidas tem


botões para diferentes áreas. Para garantir que a configuração esteja completa, é preciso
iniciar o trabalho na síntese do procedimento de cobrança. Posteriormente, se trabalhará da
esquerda para a direita, em cada um dos botões.
 As diferentes áreas necessitarão de modificações mínimas de configuração se o usuário
copiar um procedimento de cobrança existente e adaptar apenas a configuração específica da
empresa. O sistema standard contém alguns procedimentos comuns de cobrança e seus
respectivos formulários.

108
 Procedimento de cobrança

 De quantos em quantos dias será gerada a carta de cobrança, quantos níveis de cobrança
existirão, quantas faturas devem estar atrasadas para a geração da carta de cobrança, mínimo
de dias em atraso, quanto dias após a data de vencimento a empresas irá esperar para cobrar o
cliente, indicação de que serão consideradas, solicitações, adiantamentos, notas de crédito
(Special GL transactions) e código para textos que poderão também ser utilizados em outro
procedimento de cobrança.
Quando checado Special GL transactions, devem-se indicar quais GL transactions deverão ser
consideradas.

 Procedimento de cobrança: visão geral

Para todos os procedimentos de cobrança, definir...


 a chave do procedimento de cobrança a ser usada
 uma descrição do procedimento de cobrança
 intervalo de cobrança, em dias
 mínimo de dias em atraso (conta), após os quais será enviada uma cobrança
 prazos de prorrogação por partida individual
 código de cálculo de juros para cálculo de juros de mora

 O usuário precisa decidir, no procedimento de cobrança, os intervalos para a cobrança das


contas. Durante a emissão de cobranças, o sistema verifica se a data de execução está dentro
do período de dias, desde a data da última emissão de cobrança. Se não for este o caso, uma
nova cobrança não pode ser criada, mesmo que itens novos estejam atrasados nessa conta ou
existam itens que deveriam ter seus níveis de cobrança modificados.
 O número dos níveis de cobrança representa o mais alto nível possível neste procedimento.
 O mínimo de dias em atraso (conta) são os dias que devem pertencer a pelo menos um item
nesta conta -- caso contrário, a conta não será cobrada, não será criada uma cobrança.
 Um item, cuja quantidade de dias em atraso seja menor ou igual ao período de carência, não
é reconhecido como vencido para aquela cobrança.
 Se o usuário quiser cálculo de juros de mora, ele terá de inserir um código de cálculo de
juros.
109
 Níveis de cobrança

Para cada procedimento de cobrança, definir...


 mínimo de dias a remunerar, referentes à data de vencimento do pagamento líqüido,
para atingir um determinado nível de cobrança
 se juros devem ser calculados
 parâmetros de impressão
 se deseja obter uma cobrança embora nenhum outro movimento tenha ocorrido

 A quantidade de dias em atraso é padronizada pelo sistema: é sugerido o período de


carência da partida individual do primeiro nível de cobrança e, em seguida, o intervalo de
cobrança, em dias, é incluído nos dias em atraso do nível de cobrança anterior.
 Pode-se determinar, para cada nível de cobrança, que os juros devem ser calculados.
 Se o usuário definir o código "cobrar sempre", uma cobrança será sempre impressa, ainda
que nenhuma modificação (nenhum item tenha atingido outro nível de cobrança e nenhum
novo item tenha sido incluído) tenha sido feita na proposta de cobrança desde a última
emissão de cobrança.
 Os itens podem ser impressos para dar ao cliente/fornecedor uma síntese de todo o saldo da
conta.
 Pode-se entrar o número de dias a remunerar caso seja preciso inserir a data de pagamento
dos atrasados na cobrança. O número é adicionada à data de emissão da cobrança e, assim,
proporciona a data de pagamento.
 É possível imprimir a cobrança em um processo judicial de intimação, ainda que nenhum
outro movimento tenha ocorrido.

 Taxas

Para cada procedimento de cobrança, definir...


 Taxas de cobrança, dependendo do nível de cobrança
 taxas de cobrança podem ser um montante fixo ou uma porcentagem do montante
cobrado
 pode ser definido um montante mínimo para as taxas de cobrança

 A taxa de cobrança, na moeda de cobrança, depende do nível da cobrança. Ela pode ser
impressa nos formulários de cobrança por meio de processamento de texto.

110
 As taxas de cobrança podem ser um montante fixo ou uma porcentagem do montante
cobrado. Se a taxa de cobrança tiver sido definida em termos percentuais, isto impede a
entrada simultânea de taxas de cobrança fixas.
 Em cada nível de cobrança, é possível definir um montante mínimo para as taxas de
cobrança.

 Montantes mínimos

Além disso, definir para cada procedimento de cobrança...


 montante mínimo ou percentual dos atrasados para atingir um nível de cobrança
 montante mínimo a ser atingido, para calcular os juros de cada nível de cobrança

 Se o montante mínimo dos atrasados não for atingido em um nível de cobrança, então os
itens nesse nível serão atribuídos ao nível mais baixo seguinte, e o sistema verificará se a
cobrança pode ser criada nesse nível.
 Se a taxa percentual mínima tiver sido definida, o montante limiar também deve ter sido
igualado ou excedido.

 Textos da cobrança

Para cada procedimento de cobrança, atualizar...


 a denominação do formulário que será usado em cada nível de cobrança

 O layout do formulário é definido na ferramenta de processamento de texto SAPscript, e


utiliza a chave ali definida.
 O programa de cobrança pode gerar avisos de cobrança, cobrança e formulários de
pagamento.
 Para obter mais informações sobre o layout de formulários, consultar a documentação e o
curso SAPscript.

 Ambiente

 Dados da empresa
 Campos de seleção

111
 Detalhes do emissor
 Áreas de cobrança
 Chaves de cobrança
 Motivos para bloqueio de cobranças
 Juros
 Agrupamento de cobranças

 Na tela "Controle de cobrança da empresa", pode-se determinar se as cobranças devem ser


criadas separadamente por área de cobrança, em vez de ser por conta de empresa. Caso a
opção tenha sido escolhida, os dados de cobrança no registro mestre do parceiro de negócios
podem ser atualizados de acordo com as áreas de cobrança. A área de cobrança representa uma
entidade organizacional, uma sub-estrutura de empresas, que pode ser responsável pela
cobrança.
 Diferente do sistema de cobrança standard, em que todos os itens, em todos os níveis de
cobrança, são cobrados com uma única cobrança, é possível selecionar se quer uma cobrança
em separado, criada dentro de uma conta, para cada nível de cobrança, estabelecida com um
texto de acompanhamento diferente.
 Se quiser que suas cobranças e itens sejam ordenados de acordo com os critérios de
ordenação, é necessário atualizar as variantes de ordenação.
 Textos standard têm de ser atribuídos a uma empresa e a uma área de cobrança (opcional).
Um texto standard contém o cabeçalho da carta, que inclui, por exemplo, o logotipo da
empresa e o número de telefone.
 Uma chave de cobrança determina se a partida individual pode apenas ser cobrada com
restrições ou se deve ser exibida separadamente na cobrança.
 O bloqueio de cobrança evita que contas e itens sejam cobrados.
 Atualizar a taxa de juros que deve ser usada no cálculo de juros dos saldos devedores.

 Atualizar parâmetros

 Toda execução do programa de cobrança é identificada pelos dois campos abaixo:

112
 data de execução
 identificação
 A data de execução não precisa ser necessariamente a data em que o programa é executado,
mas é recomendável que o seja. Sua principal finalidade é identificar a execução do programa.
 A identificação é usada para diferenciar execuções de programas que possuem a mesma
data de execução.
 Os parâmetros fornecem ao programa de cobrança as informações sobre como executá-lo.
Estes parâmetros podem ser copiados de uma emissão de cobrança existente.

 Emissão de cobrança (continuação.)

 A emissão de cobrança cria uma proposta de cobrança que pode ser processada, eliminada
e recriada tantas vezes quantas forem necessárias.
 Opcionalmente, a emissão de cobrança pode ser seguida, direta e automaticamente, pela
impressão de cobranças. Neste caso, a etapa de processamento da proposta de cobrança é
ignorada.

 Etapas da emissão de cobrança

 A emissão de cobrança pode ser dividida nas três etapas acima, para maior clareza.
 Primeira etapa: seleção de contas. Nesta etapa, o programa verifica, de acordo com os
parâmetros e a configuração, quais as contas a serem consideradas na emissão de cobrança.
 Segunda etapa: partidas individuais de cobrança. Nesta etapa, o sistema verifica se há
itens em atraso nas contas selecionadas e em que nível de cobrança deve ser cobrados.
 Terceira etapa: contas de cobrança. Nesta etapa, o sistema verifica se é necessário cobrar
a conta e, em caso positivo, em que nível de cobrança.

 Seleção de conta

113
 A primeira etapa da emissão de cobrança é a seleção de contas.
 O programa verifica todas as contas entradas nos parâmetros como critérios. Se as
contas atenderem aos critérios são consideradas na emissão de cobrança; se não
atenderem, são ignoradas.
 Os critérios são:
 um procedimento de cobrança deve ser entrado nos dados mestre;
 a data da última emissão de cobrança entrada na conta deve ser anterior à data do
intervalo do procedimento de cobrança.

 Datas de vencimento de contas a receber e notas de crédito

 Contas a receber vencem na data do vencimento líqüido.


 Geralmente, as condições de pagamento de uma nota de crédito não se aplicam. Em vez
disso, existem as seguintes regras:
se um crédito estiver relacionado a uma fatura, esse terá a mesma data de vencimento da
fatura;
todos os outros créditos têm vencimento na data base do documento.
114
 Se as condições de pagamento de uma nota de crédito forem aplicáveis, é necessário inserir
um "F" no campo "fatura relacionada".

 Datas de cobrança

 A diferença entre a data de vencimento e a data de cobrança é a seguinte:


 Data de vencimento: dia que sucede aquele em que as obrigações deveriam ter sido pagas.
 Data de cobrança: dia em que as partidas em atraso são cobradas.
 Toda partida cobrada deve estar em atraso, mas nem todas as partidas em atraso são
cobradas.
 De maneira geral, todas as partidas em atraso na data de emissão devem ser cobradas.
 Se os períodos de carência da partida individual são entrados no procedimento de
cobrança, somente as partidas em atraso que excederam o período de carência devem ser
cobradas.

 Bloqueio de cobrança em itens ou em conta

115
 Se as partidas estiverem em atraso, mas houver um bloqueio de cobrança na partida, o
sistema as colocará na lista de partidas bloqueadas.
 Se contas tiverem de ser cobradas, mas houver bloqueio de cobrança na conta, o sistema
as colocará na lista de contas bloqueadas.

 Método de cobrança em itens ou contas

 Se as partidas estiverem em atraso, mas tiver método de cobrança de pagamento, o


sistema geralmente não as cobrará, pois a cobrança será efetuada pelo programa de
pagamento. Esses itens só serão cobrados se apresentarem um bloqueio de pagamento.
 Se as contas tiverem de ser cobradas, mas tiver um método de cobrança de pagamento
nos dados mestre, o sistema geralmente não faz a cobrança, pois supõe-se que o programa de
pagamento está encarregado da cobrança. Essas contas só são cobradas se tiverem um
bloqueio de pagamento.

 Níveis de cobrança para partidas individuais

116
 Cada procedimento de cobrança tem até nove níveis de cobrança.
 A redação da cobrança é, em geral, influenciada pelo nível de cobrança. Quanto mais alto o
nível de cobrança, mais insistente é o texto da cobrança.
 Cada partida a ser cobrada tem um nível de cobrança compatível com os dias em atraso.
Para notas de crédito relacionadas com faturas, o nível de cobrança é extraído da fatura. De
uma emissão de cobrança para outra, o nível de cobrança só pode subir para o nível seguinte,
ou seja, nenhum nível de cobrança pode ser ignorado.
 Ao preparar um procedimento de cobrança, o sistema propõe o número de dias em atraso na
tela de níveis de cobrança. Para o primeiro nível de cobrança, o sistema sugere o período de
carência da partida individual; para todos os outros níveis, o sistema inclui o intervalo de
cobrança, em dias, aos dias em atraso do nível de cobrança anterior. Nota: Estes valores
propostos podem ser sobregravados, mas isto não é recomendável.
 Os procedimentos de cobrança com apenas um nível de cobrança são denominados, no
sistema, como lembrete de pagamento. Os procedimentos de cobrança de nível único são
utilizados para clientes muito importantes e empresas públicas, assegurando, desta forma, que
só um lembrete de pagamento será enviado.

 Chave de cobrança
Determina que uma fatura pode ser cobrada com restrições ou listados de forma isolada na
Dunning Notice. Pode ainda travar a fatura para que a mesma não ultrapasse um determinado
nível.

 Montantes mínimos por nível de cobrança

117
 O total de todos as partidas em um determinado nível de cobrança deve ser maior que o
montante mínimo definido, e sua relação com todas as partidas em aberto devem ser maior que
a porcentagem mínima.
 Se não for este o caso, as partidas são definidas em um nível de cobrança mais baixo.
 Nota: em geral, os montantes e as porcentagens mínimas, em um nível de cobrança mais
alto, são maiores que aqueles nos níveis mais baixos.

 Mínimo de dias em atraso (conta)

 É necessário que pelo menos um item tenha atingido o mínimo de dias em atraso por conta,
ou a conta não será cobrada.
 No exemplo acima, a quantidade de dias em atraso do item 4 é maior que o mínimo de dias
em atraso. Por conseguinte, a conta será cobrada. Os itens cobrados são item 1, item 3 e item
4. O item 2 não será cobrado porque ainda está dentro do prazo de carência da partida
individual.

 Nível de cobrança em conta

118
 A conta atinge o nível de cobrança mais alto de todos as partidas a serem cobradas. Se
todos os itens forem cobrados com uma única cobrança, o texto da cobrança será definido de
acordo com o nível de cobrança da conta.
 É importante observar que os níveis de cobrança ainda não foram entrados nos itens ou nas
contas. Isto ocorrerá posteriormente, quando as reclamações forem impressas. Neste ponto, no
entanto, os níveis de cobrança já estão estabelecidos.

 Necessidade de cobrança

 Uma vez determinados os dados de cobrança, o sistema verifica se é realmente necessária a


cobrança. Em geral, se não houver modificações nos dados de cobrança desde a última
emissão de cobrança, não será necessário enviar uma cobrança. Portanto, uma conta só é
cobrada:
 se existirem modificações nos dados de cobrança desde a última emissão de cobrança, ou
 se a caixa cobrar sempre estiver marcada para o nível de cobrança. Esta opção geralmente
fica marcada, para o último nível de cobrança, como um lembrete, ou se for um procedimento
de cobrança de nível único (lembrete de pagamento).
 Uma regra especial se aplica a contas que estão em processo judicial de intimação. Se a
data de início do processo judicial de intimação for entrada nos dados mestre da conta, a conta
sempre será cobrada:
 se houver algum lançamento desde a última emissão de cobrança, ou

119
 se a caixa cobrar sempre em processo judicial estiver marcada.
 Nota: o sistema não envia cobranças a clientes com processo judicial de intimação, mesmo
que existam modificações nos dados de cobrança. Simplesmente não faz sentido enviar uma
carta de cobrança a um cliente que, obviamente, não respondeu às cobranças anteriores. Se
uma conta em cobrança judicial for cobrada de acordo com um dos critérios acima descritos,
uma nota interna será impressa em formulário especial e enviada ao departamento jurídico.
Para evitar o esquecimento de partidas em aberto, lançadas antes do início do processo judicial
de intimação, é necessário assinalar cobrar sempre em processo judicial.

 Processamento de proposta

 Depois de criada a proposta de cobrança pela emissão de cobrança, a proposta pode ser
processada pelo responsável.
 Para auxiliar no trabalho do responsável, é possível imprimir as seguintes listas:
 estatísticas de cobrança;
 lista de cobranças;
 contas bloqueadas;
 partidas individuais bloqueadas;
 histórico de cobranças.
 Pode-se imprimir ou exibir na tela uma impressão de amostra.
 As modificações na proposta de cobrança são arquivadas em um log adicional.
 Importante: se uma proposta de cobrança não for utilizada para a impressão de cobrança,
ela tem de ser eliminada. Caso contrário, ela bloqueará os itens selecionados, impedindo que
sejam processados por outras emissões de cobrança.

 Processar dados de cobrança

120
 O responsável pode:
 bloquear uma conta na proposta de cobrança atual ou remover o bloqueio de cobrança;
 bloquear uma partida individual na proposta de cobrança atual ou remover o bloqueio de
cobrança;
 rebaixar o nível de cobrança de um item na proposta de cobrança atual;
 modificar o sistema de cobrança e os dados de correspondência de uma conta no registro-
mestre. Esta modificação não é válida para a emissão de cobrança atual;
 modificar um documento. Esta modificação não é válida para a emissão de cobrança atual.
 NOTA: somente as modificações na proposta de cobrança são válidas para a emissão de
cobrança atual.
 Nos dados mestre e documentos, o nível de cobrança pode ser elevado ou rebaixado
conforme desejado.

 Programar impressão

 O programa de impressão do procedimento de cobrança:


 agrupa itens a serem cobrados em conjunto, de acordo com as regras de agrupamento,
 gera uma cobrança para cada grupo,
 entra a data e o nível de cobrança nos itens e contas cobrados.
 Se clientes CD forem cobrados, os dados de cobrança só serão atualizados nos itens.
121
 As cobranças são impressas em uma seqüência definida por critérios de ordenação.
 Para desfazer modificações nas contas e documentos, consultar OSS-Nota 6591.

 Agrupamento de cobranças

 Itens a serem cobrados são agrupados em uma cobrança desde que tenham:
 a mesma empresa;
 a mesma área de cobrança (caso sejam utilizadas áreas de cobrança);
 a mesma conta.
 Itens em uma conta-CD, com o mesmo endereço, são agrupados numa cobrança única.
 Em uma cobrança, os itens são ordenados de acordo com os critérios de ordenação.

 Agrupamentos especiais (I)

Cobranças por nível de cobrança


Chave de agrupamento
Processamento local

 É possível agrupar itens de acordo com outros critérios. Entre eles estão:
 Cobranças por nível de cobrança. Nas especificações de uma determinada empresa do
programa de cobrança, pode-se selecionar se uma cobrança separada será impressa por nível
de cobrança. Se esse for o caso, o texto da cobrança não será selecionado pelo nível de
cobrança da conta, mas pelos níveis de cobrança dos itens agrupados.
 Chave de agrupamento. É possível inserir uma chave de agrupamento na conta do
cliente/fornecedor para que os itens sejam agrupados em cobranças, contanto que todos
tenham o mesmo conteúdo nos campos atribuídos à chave de agrupamento. Podem ser
utilizados os campos das tabelas de índices para partidas em aberto BSID (clientes) e BSIK
(fornecedores).

122
 Processamento local. No relação sede/filial, os itens são lançados na conta da sede; assim, a
sede normalmente recebe uma cobrança referente a todas as partidas em atraso de suas filiais.
Se estiver marcado processamento local nas contas das filiais, a cobrança será processada
localmente, isto é, as notificações serão enviadas às filiais.

 Agrupamentos especiais (II)

 Pode-se usar o sistema de cobrança interempresarial para combinar partidas em atraso de


diferentes empresas em uma única emissão de cobranças. As partidas em atraso de um cliente,
existentes em diferentes empresas, são cobradas em uma única cobrança. As partidas são
agrupadas de acordo com regras predefinidas, por exemplo, por níveis, áreas, e agrupamento
de cobranças, e atribuídas a uma ou mais cobranças. Esta possibilidade elimina a necessidade
de enviar a um cliente, uma cobrança separada para cada empresa.
 Para cobrar diferentes empresas de uma só vez, é preciso atribuir as empresas relevantes a
uma empresa de cobrança conjunta. Utiliza-se o procedimento de cobrança atribuído à conta,
na empresa de cobrança. A freqüência e os bloqueios de cobrança são individualmente
verificados, não apenas na empresa de cobrança.
 Se uma data tiver sido definida para uma conta na empresa de cobrança, que marca essa
conta para inclusão no processo judicial de intimação, isto também afetará as empresas
dependentes.

 Controle de texto da cobrança

123
 Textos em itálico podem ser influenciados pelas variáveis usadas nas fórmulas do sistema
de cobrança.
 Os textos standard são usados para preencher um formulário independente da empresa
com o código da empresa ou os dados específicos da área de cobrança. No exemplo acima, os
textos standard são denominados ADRS_HEADER, ADRS_SENDER, ADRS_SIGNATURE e
ADRS_FOOTER. Eles devem ser atribuídos a uma empresa e a uma área de cobrança
(opcional).
 O destinatário da cobrança pode ter um endereço diferente da conta cobrada.
 Se nos dados mestre não existir um responsável por cobranças específico, será exibido o
responsável pela contabilidade.
 Dados no elemento de texto da cobrança: os juros de mora dependem do nível da cobrança
e são calculados de acordo com um código de juros. Podem ser utilizados montantes mínimos
para juros. Para evitar que a data de pagamento caia em um feriado, uma ID de calendário de
feriados é atribuída ao procedimento de cobrança. O total de todas as partidas vencidas de
um determinado nível de cobrança é calculado e pode ser usado no texto da cobrança.
 Todos os itens são geralmente impressos nos níveis de cobrança mais altos, a fim de dar ao
cliente/fornecedor uma síntese de todo o saldo da conta. Itens com bloqueio de cobrança ou
método de cobrança não são exibidos. Não é possível imprimir todos os itens caso sejam
selecionadas cobranças por nível de cobrança. Itens com chaves de cobrança especiais
podem ser impressos em separado.
 As taxas de cobrança dependem do nível de cobrança e podem ter um montante fixo ou
uma porcentagem do montante cobrado. É possível definir um montante mínimo para as taxas
de cobrança.

 Pagto.anexado Formulário, pagto. Aviso

 As cobranças podem ser impressas com um formulário de pagamento anexado para


transferência bancária (Alemanha) ou pagamentos ESR (Suíça). O cliente pode usar este
formulário de pagamento para pagar o montante cobrado.
 O formulário de pagamento pode ser anexado à notificação principal (ver acima) ou ser
impresso em página separada. Portanto, é necessário modificar o formulário de notificação de

124
cobrança, de modo a criar uma janela para o formulário de pagamento, ou então, criar um
formulário separado para a página adicional.
 A cobrança deve conter somente itens na moeda da empresa.
 O programa de cobrança pode criar um aviso de pagamento com os itens da cobrança.
Quando o cliente pagar o montante cobrado, este aviso pode ser usado para atribuir a entrada
de pagamento aos itens.
 O número do aviso de pagamento tem 10 dígitos e começa com 08. O tipo de aviso de
pagamento 08 deve ser definido na configuração.
 O número do aviso de pagamento pode ser impresso na cobrança e no formulário de
pagamento (por exemplo, no campo de referência).

UNIDADE 4 – CORRESPONDÊNCIA

 Visão geral de correspondência

 há muitas possibilidades para gerar os documentos personalizados ...


 criação de documentos
 display / alterar itens de linha
 processamento de itens de linha
 pagamento

 É possível configurar correspondência em conjunto com os programas de cobrança e


pagamento nas áreas do guia de implementação (IMG) correspondente.
 Existem dois tipos de cálculo de juros: cálculo de juros de saldos de contas com a lista de
saída fixa e cálculo de juros de partidas individuais com um formulário que pode ser adaptado.
 A confirmação de saldos também é separada da correspondência standard.

125
 Tipos de correspondência:

Correspondências são relatórios para confirmação de saldos e/ou histórico de faturas.


Existem tipos de correspondências pré-definidas associadas a layouts que serão geradas na
linguagem informada para a empresa.

 Tipos de correspondências standard:

 Notícia de pagamento: SAP01;


 Status de conta: SAP06;
 Correspondências individuais: SAP10;
 Lista de itens abertos: SAP14;
 Definida pelo usuário.

Cada tipo de correspondência está associada a um determinado programa, e cada programa


está associado a uma variante que contem os parâmetros necessários para que seja rodado.
Um tipo de correspondência pode estar associada a um reason code. Geralmente essa
funcionalidade é utilizada quando se pretende emitir um relatório após proceder com um
pagamento/recebimento parcial ou residual.
Itens necessários para diferentes tipos de correspondências:

 Notícias de pagamento: requerido número do documento;


 Status bancário: requerido número da conta e data;
 Documentos internos: requerido número do documento;
 Letras de câmbio: requerido número da conta;
 Extratos: requerido número do documento.

Associação do código do relatório com o programa SAP Script que definirá o layout é feita
através de uma variante, que leva o mesmo nome do relatório.
Se for necessário mudar o layout vinculado a um determinado tipo de correspondência, basta
criar um novo programa e associar uma nova variante.

UNIDADE 5 – CÁLCULO DE JUROS

 Configurando cálculo de juros: Os valores de juros calculados são simples, pois o SAP
não calcula juros compostos. Para adequar aos cálculos, as empresas desenvolvem rotina em
ABAP.
Os juros são calculados e usados para provisões. São gerados documentos que deverão ser
baixados manualmente.

 Existem 2 tipos de cálculos de juros:

126
1) Cálculo de juros sobre saldo - é aplicado sobre todo o saldo de uma conta do Razão ou de
cliente, aplicando-se uma determinada taxa de juros em um determinado período de tempo.
2) Juros de mora - são aplicados sobre partidas individuais em contas a receber ou contas a
pagar. Uma determinada taxa de juros é aplicada a partidas que ainda estão em aberto ou não
estão pagas em uma determinada data.

 Configuração do cálculo de juros


 Configurar os programas de juros significa trabalhar com cinco importantes áreas:
 Os tipos de cálculo de juros definem parâmetros básicos utilizados no cálculo. Para calcular
os juros de uma conta (Razão, cliente, fornecedor), os dados mestre da conta em questão
devem conter o código de cálculo de juros apropriado.
 As condições gerais indicam outros parâmetros de funcionamento de cada código de
cálculo de juros.
 As condições temporais definem as datas de validade e as relações com as taxas de juros.
 Taxas de juros estabelecem juros de referência (como LIBOR ou Prime), aos quais os
cálculos de juros podem ser associados.
 Determinação de contas estabelece em que contas os resultados de um cálculo de juros
serão lançados (se necessário).

 Código de cálculo de juros

 Códigos de cálculo de juros estabelecem parâmetros básicos a serem usados pelo sistema
R/3 no cálculo de juros. É preciso lembrar que a cada ID de juros deve-se atribuir um tipo de
cálculo de juros, indicando se é para cálculo de juros sobre saldos ou sobre partidas.
127
 Todas as contas, para as quais o R/3 calculará juros, devem ter um código de juros em seu
registro mestre.
 O R/3 exige um código de cálculo de juros separado para cada combinação de variáveis de
juros, como periodicidade de cálculo, tipo de calendário, moeda, taxa de juros etc.

 Condições gerais

 Condições gerais definem os parâmetros financeiros de cada código de cálculo de juros.


 Por exemplo, cada código usa um tipo específico de calendário, que controla a base e o
período usado para cálculo dos juros.
 Outras condições gerais controlam os limites máximo / mínimo de lançamentos de juros,
bloqueios de saída de pagamentos, definição de condições de pagamento e controle de
formulários.

 Condições de juros temporais

 As condições de juros temporais diferem das condições gerais pelo fato de terem datas de
validade.

128
 Elas definem, por exemplo, os juros de referência aos quais um cálculo é associado e o ágio
(ou margem de câmbio) aplicado aos juros de referência em questão. Se a taxa LIBOR de 3
meses (taxa do London Interbank) for lançada como a taxa de juros de referência e for lançado
um ágio de 3%, quando a taxa LIBOR for 3,75%, a taxa para o cálculo dos juros será de
6,75%. Se não forem lançados juros de referência (como acima), usa-se no cálculo só a taxa de
ágio (3%).
 O campo "montante a partir de" indica que a(s) taxa(s) só se aplica(m) a saldos acima de
um determinado montante em dólares. Juntamente com os números seqüenciais, o usuário do
R/3 pode usar este recurso para criar taxas de juros "escalonados', onde os juros sobre saldos
até um determinado montante são calculados com uma determinada taxa, e os juros sobre
saldos acima daquele montante são calculados com uma taxa diferente.

 Juros de referência

 O sistema R/3 permite ao usuário preparar juros de referência. Além de uma ID de taxa de
juros, o usuário pode fornecer textos descritivos e textos breves, uma data efetiva, uma moeda
e um centro financeiro.

 Valores de juros de referência

129
 Para cada juro de referência são registrados periodicamente um valor e uma data de
validade. Todos os montantes diários permanecem em vigor até ser registrada uma nova data
de validade relativa aos mesmos juros de referência.
 Na ilustração acima, a taxa de juros DISDM é:
 10,0 % de 01.01.98 a 31.05.98
 9,0 % de 01/06/98 a 30/09/98
 8,5% para datas posteriores a 01/10/1998

 Determinação de contas

Exemplos:
Transação contábil (predefinida no R/3) 1030 - Juros a pagar per.cálc.juros
+ Modificadores opcionais
Empresa 1000 - IDES AG
Código de juros 01 - Cálc.juros/ partidas standard
Divisão 4000 - Produtos químicos
Chave de lançamento e símbolo de contas Chave lançam.40, símbolo cta.1000
Chave lançam.50, símbolo cta.0001
símbolos de contas
+ Modificadores opcionais INT - Plano de contas internacional
Plano de contas UNI - Plano de contas – Internacional
Moeda
Juros conta Razão aplicados
Classificação contábil real mais conta 273100 (rend. de juros)

 A determinação de contas no R/3 começa com transações contábeis predefinidas, acessadas


quando o usuário executa os programas de cálculo de juros.
A transação 1030 no exemplo acima caso o usuário queira calcular os juros relativos a um
determinado período e queira debitar a conta referente à qual os juros são calculados.
 Quando a operação é combinada com modificadores opcionais, como a empresa e o código
de juros, o R/3 determina as chaves de lançamento e os símbolos de contas.
 Os símbolos de contas, quando combinados com modificadores como o plano de contas e a
moeda, indicam as contas do Razão (ou fornecedor ou cliente) onde as operações de juros são
lançadas. O uso de símbolos de contas permite às sociedades com diferentes planos de contas
e moedas usar as mesmas transações contábeis.
Exemplo: Transações contábeis por conta:
 Apenas uma transação é relevante 1000 Lançamento de rendimento de juros 2000
Lançamento de despesas de juros
 O processo de 'decomposição' é ativado na tela de seleção de relatórios. Podem-se exibir
duas transações contábeis.
 1010 Juros devedores negativos - data efetiva vencida Separar lançamentos negativos do
período de 2010 Juros de créditos negativos ref. data efetiva vencida. Período para cálculo dos
juros já passou.
 1020 Juros devedores negativos data efetiva vencida Separar lançamentos negativos do
período de 2020 Juros a receber (Pos.) ref. a data passada cujos juros já foram calculados

130
1030 Período de cálculo de juros juros a pagar 2030 Período de cálculo de juros juros a
receber

 Execução do programa de cálculo de juros

Conta do Razão Plano de contas padrão


Empresa Divisão
Moeda Período de cálculo
Código de cálculo de juros

Executar em primeiro plano


Executar e imprimir
Executar em modo de lote (deve-se executar no modo de lote para que as transações
sejam lançadas automaticamente).

 Limitar a quantidade de contas incluídas no cálculo de juros através da entrada de


intervalos ou valores individuais relativos ao plano, número da conta, empresa, código de
juros e divisão. Geralmente, só são incluídas contas com um código de juros no registro
mestre e que são administradas com exibição de partidas individuais.
 Pode-se também entrar o período de cálculo dos juros, data do último cálculo e outras
opções.
 A saída do programa exibe uma escala de juros para cada conta. Devem-se selecionar os
níveis de compactação para determinar o nível de detalhamento da escala de juros.
 Para supervisionar a execução do programa de cálculo de juros (ou talvez descobrir por que
ele não funcionou como previsto), pode-se fazer com que o sistema registre a execução.
Limitar o registro a um pequeno número de contas do Razão, pois a impressão pode ser
demorada.
 Executar o programa como um job em background. Configurar o código "Lançar juros" de
modo que os lançamentos sejam feitos automaticamente.

UNIDADE 6 – COUNTRY SPECIFICS

 Administração de cheques

131
Existem 3 "documentos" envolvidos no processo de pagamento

 Para imprimir um cheque no sistema SAP, uma responsabilidade, ou seja, uma fatura, tem
de existir no sistema.
 O processo de pagamento cria um documento que registra o pagamento da responsabilidade
e liquida a fatura pendente.
 A criação do cheque é uma etapa separada da criação do documento de pagamento. Quando
o cheque é criado, o documento de pagamento e a fatura pendente são atualizados com o
número do cheque, as informações bancárias, bem como com o destinatário do cheque.
 Se ocorrerem erros, os usuários terão de decidir se o cheque precisa ser reimpresso ou
invalidado, ou se o cheque e o documento de pagamento precisam ser respectivamente,
invalidados e revertidos.

 Documentos de pagamentos e cheques

Há vários métodos para criação de documentos de pagamento e informações de cheque...

132
 Existem três maneiras de se pagar uma fatura no sistema R/3:
 o programa de pagamento automático cria, automaticamente e em conjunto, documentos
de pagamento e cheques. Utiliza-se este procedimento para pagar vários fornecedores de uma
só vez.
 "lançamento e impressão de formulários": cria documentos de pagamento e cheques
individuais. O usuário seleciona, manualmente, as faturas a serem pagas. Utiliza-se este
procedimento para pagar um fornecedor ou uma determinada fatura, isto é, o fornecedor em
pessoa que está demandando um cheque.
 "lançamento": cria documentos de pagamento individuais depois que o usuário,
manualmente, selecionar as faturas a serem pagas. Como antes, este procedimento é utilizado
para pagar um fornecedor ou uma determinada fatura por meio do uso de cheques previamente
impressos, manualmente preenchidos ou datilografados, por exemplo, a impressora de cheques
está desativada e o chefe precisa de um cheque. Neste caso, preencher o cheque na máquina de
escrever. Posteriormente, retornar ao sistema R/3 para criar o documento de pagamento e, em
seguida, atribuir a ele um número de cheque, visto que o cheque não tinha sido produzido pelo
sistema R/3.

 Informações de cheques

 Estas são as informações obtidas no documento de pagamento e na fatura, quando o cheque


for criado.

 Invalidação de cheques e cancelamento de pagamentos

133
 Os cheques podem ser invalidados antes da impressão em função de serem:
 acidentalmente danificados;
 roubados;
 destruídos.
 Os cheques podem ser invalidados após a impressão em função de serem:
 desnecessários devido a pagamento à vista;
 danificados durante a impressão;
 usados para impressão de teste.
 Em qualquer caso, é preciso determinar se o documento de pagamento tem de ser também
revertido. No sistema, existe a opção de:
 estornar o cheque;
 estornar o cheque, depois, estornar, em separado, o documento de pagamento;
 estornar, simultaneamente, o cheque e o documento de pagamento.

 Motivo da invalidade do cheque

134
 Para invalidar um cheque é necessário um motivo da invalidade. O sistema R/3 fornece
motivos standard de invalidade; contudo, de acordo com a necessidade, os usuários podem
definir motivos adicionais da invalidade. Para isto, se determina se o motivo da invalidade é
usado ou não pelo programa de impressão.
Na invalidação de um cheque, o documento de pagamento, a fatura original e o registro de
cheques são atualizados. Durante a reversão do documento de pagamento, um novo
documento de estorno é criado.

 Registro de cheques

 O programa de registro de cheques, RFCHKN00, é fornecido junto com o programa ABAP


standard.
 É um relatório dinâmico que fornece as seguintes informações:
 todos os cheques;
 cheques pendentes;
 cheques pagos;
 cheques invalidados.
 O relatório também pode ser executado por meio de:
 execução de programa de pagamento;
 datas de emissão/criação/desconto de cheques.

 Cheques descontados on-line

135
 O programa de confirmação do banco de cheques descontados é usado para registrar os
cheques descontados pelo banco, manualmente. Este processo pode ser feito
automaticamente com os dados fornecidos pelos bancos usuários por meio do programa
RFEBCK00.
 Uma vez recebida a notificação de que o cheque foi descontado, este programa move o
montante do cheque da conta transitória de cheques para a conta de cheque descontado.
 Este procedimento atualiza o documento de pagamento, a fatura original e o registro de
cheques com a data de resgate do cheque -- a data de desconto do cheque.
 A conta transitória de cheques é configurada no programa de pagamento e a conta de
cheque descontado é configurada no banco da empresa. A conta transitória de cheques deve
ser administrada por partida em aberto.

UNIDADE 7 – RELATÓRIOS PADRÃO NO G/L

 Sistema de informação: Quais são os tipos de relatórios?

 No sistema, para cada área;


 Relatório geral;
 Baseado no menu do usuário;
 Generalizado: Sistema\Serviços\Relatórios.

136
 Nomes dos Relatórios:

137
 Seleção dinâmica: Funcionalidade que permite ao usuário usar filtros de seleção que não
estão sendo utilizados na transação. É possível combinar valores ou excluir valores da seleção.
 Search ID: Opções para seleções mais complexas que estão disponíveis em diferentes
relatórios.

 Variantes e variáveis para relatórios: Um relatório pode ter diversas variantes com
distintos critérios de seleção. Uma variante pode ser usada por diversos usuários, porem, ter
alteração restrita ao usuário que a criou.

 Variantes do relatório: Atributos

138
Nos atributos da variante podem ser definidas variáveis (selection criteria), por exemplo,
definir que determinada data sempre será a data do dia. Fornecedores e clientes podem ser
definidos também em variáveis que serão usadas em N variantes.
Sendo assim, quando for necessário inserir ou excluir algum fornecedor ou cliente da consulta,
basta alterar uma variável e não as N variantes previamente criadas.

 Selection Criteria: Existem 2 tipos de tabelas para a seleção de variáveis:

T: Tabela de variantes;
D: Tabela dinâmica.

139
 Variáveis de tabela

UNIDADE 8 – FORMAS DE APRESENTAR RELATÓRIOS

 SAP List View Design: É um display genérico criado como standard. Contem números
para interação de funções como sorteio, sumário, filtros, etc.
É uma funcionalidade denominada ALV, disponível em alguns relatórios do sistema que
permite trabalhar os dados mostrados no resultado de uma consulta, e que também pode ser
disponibilizada ao usuário em relatórios desenvolvidos em ABAP.

 Change Documents:

 Detalhes de seleção: Através do ícone eyeglasses é possível visualizar detalhes de um


documento selecionado no relatório.
 Item de seleção: Pode se usar a tecla Ctrl para selecionar diversos itens ao mesmo tempo.
Depois de selecionar, pode-se usar uma função de alterar dados em massa.

Com o ALV é possível:

 Inserir e ocultar colunas;


 Alterar ordenação;
 Definir e excluir filtros;
 Totalizar e sub-totalizar valores;

Quando o sistema mostra o resultado da consulta, o usuário pode definir por visualizar ALV
Classic List ou ALV Grid Control.
140
 Seleção:

 Seleção por data de vencimento: A data de vencimento é calculada pelo sistema


considerando a baseline date e o termo de pagamento. Para poder filtrar documentos por data
de vencimento é necessário inserir parâmetro no cadastro de usuários.
 The Assigment field as sort field: Quando se cria um layout é possível definir critérios de
ordenação. O campo de atribuição pode ter valores trazidos de até 4 campos, usando até 18
caracteres e pode servir como um campo de ordenação.

 Changing the screen Layout:

 Salvando o último layout como default: Se checado, toda vez que a consulta for rodada, o
último layout selecionado será marcado como default para o usuário.
 Default selection screen: Se informado, toda vez que forem acessadas as consultas FBL5N,
FBL3N e FBL1N, os resultados serão mostrados nesse layout.
 ALV Initial Screen Layout: Se não houver layout como default, o sistema irá utilizar o
ALV inicial. Esse layout é definido através do gerenciamento de display de variantes.
 Display: Para as consultas com recurso ALV é possível definir se será mostrado o layout
clássico ou o Grid Control.
 Usuário específico: Ao criar um layout, se checado, somente o usuário poderá visualizar o
layout criado.
 Configurações Default: Se checado e o sistema não encontrar layout default nos
parâmetros do usuário, ele irá mostrar esse layout.
Não encontrando nenhum layout padrão o sistema irá mostrar o layout SAP1.

UNIDADE 9 – DRILLDOWN REPORTING

 Arquitetura do relatório Drilldown: A funcionalidade do relatório Painter é a base para


os relatórios Drilldown, para os relatórios Writer Reporters e para o plannning layouts. Através
dela são definidos as formas utilizadas nos relatórios.
Um form pode ser usado em N relatórios Drilldowns. Sendo assim, qualquer alteração no form
irá afetar os relatórios nos quais ele estiver associado.

141
 Tipos de relatórios Drilldown:

 Relatórios Financeiros: Baseados em Financial statement versions. Pode fazer análises


baseados na atualidade e plano (anual, semestral, quadrimestral e mensal).
 Relatórios Key figures: São relatórios financeiros os quais faz-se necessário o uso de
fórmulas, tais como: Equity Ratio, Debit Equit Ratio, etc.
 Balance Display: São relatórios para análises de clientes e fornecedores. O Drilldown pode
ir até saldo (balance display) ou até as partidas de cada documento (line item analysis).

 Características e Key Figures: Um relatório Drilldown é formado por Key Figures


(quantifica), características (qualifica) e form.
Há 2 tipos de listas para exibir informações. O Drilldown List e o Lista Detalhada.

 Lista detalhada: São informações detalhadas, gráficos. Não são necessariamente as


partidas de um documento, apesar de poder chamá-las, dependendo da configuração.

142
 Tipos de Formulários:

 1 eixo sem índice estatístico;


 1 eixo com índice estatístico;
 2 eixos com índice estatístico (matriz).

A definição se dá no momento da criação do form (report Painter) e depende muito do


resultado que se pretende obter. O mais utilizado é o Dual Axis. Se selecionado o tipo eixo
simples sem índice estatístico, não quer dizer que nesse relatório valores não poderão ser
trabalhados.

 Formulário e definição de relatório: Ao criar um formulário, é possível definir fórmulas


cujo resultado poderá inclusive ser utilizado em outras form.

143
 Relatórios Interface e relatórios Atribuição:

Relatórios link contem diferentes características na aplicação. Estão disponíveis no relatório


um grande número de características em relatórios individuais.
Relatórios link criados em diferentes Aplication Classes contem Recipient Objects.

Recipient objects: São outros tipos de relatórios Drilldown.

UNIDADE 10 – ENCERRAMENTO DE ATIVIDADES

 Fechamento Mensal:

 Pré-closing: Abertura do novo período, lançamento de ajustes, fechar sub-ledgers (FI-AA,


AR, AP), fechamento preliminar (balanço preliminar).

 Atividade pré-closing, starting in old month:

 (FI) Technical: Abertura de novo período;


 (FI) Enter acruals/deferrals, bad debit: Lançar provisões e diferimentos, registrar
lançamentos recorrentes e dívidas incobráveis no AR, contabilizar depreciação e despesas com
juros no AA.
 (MM) Maintain GR/IR Clearing Account: Manter o saldo zerado da conta transitória
efetuando a entrada de nota fiscal para todas as mercadorias recebidas, contabilizar
valorização de materiais a custo real.
 (HR) Post Payroll Expenses: Contabilizar despesas de folha de pagamento.
 (SD) Contabilizar saída de materiais.
144
 Technical (Close old Month (MM), close Sub-ledgers (FI), preliminary close of GL(FI)):
Fechamento do período correspondente ao mês anterior, fechar os sub-ledgers, fechar
parcialmente o GL.

 Fechamento de atividades para resultados externos:

 CO- Reconciliação de lançamentos do CO registrados no FI.


 FI- Valorização de lançamentos em moeda estrangeira e ajustes para demonstrativos
financeiros.
 Technical: Fechamento total do período anterior (inclusive GL).
 FI/CO- Emissão de relatórios societários e gerenciais.

 Fechamento Anual:

 Atividades pré-closing

 Technical: Abrir o primeiro período contábil do novo ano fiscal.


 MM: Realizar a contagem do estoque físico, se o procedimento da empresa for anual e não
mensal.
 PP/CO: Atualizar custos estimados (padrão) utilizado nas estimativas realizadas durante o
mês, até que ao final do mês seja apurado o custo real. Essa atualização será necessária se o
procedimento da empresa for anual e não mensal.
 MM: Calcular e contabilizar custos de produtos pelos métodos Lowest Value
Determination e LIFO/FIFO Valuation.
 AA: Valorização de ativo e os investimentos que os suportam.
 FI: Emitir cartas de confirmação de saldos para clientes e fornecedores.
 Technical: Trocar o ano fiscal no AA e transportar saldos das contas patrimoniais em FI.

145
 Encerramento de atividades para resultados externos:

 FI-GR/IR: Analisar a movimentação da conta GR/IR para verificar se todas as notas


fiscais referentes as mercadorias recebidas foram registradas no sistema, fazer a
reclassificação de títulos a receber e a pagar (curto prazo/longo prazo) se necessário à emissão
do balanço, analisar e comparar saldos do exercício anterior com o exercício que está sendo
fechado e realizar lançamentos de ajuste.
 Technical (AR/AP/GL): Fechamento total do último período do exercício anterior
(inclusive GL).
 FI/CO: Emissão de relatórios societários e gerenciais.

UNIDADE 11
DEMONSTRATIVOS FINANCEIROS (BALANÇO
PATRIMONIAL)

 Versões de demonstrativos financeiros:

146
É um recurso que permite estruturar balanços e demonstrativos de resultados com
flexibilidade, inserindo contas contábeis em uma hierarquia pré-definida pelo usuário.
Os códigos são cadastrados no IMG. A estrutura pode ser elaborada a partir do IMG, menu ou
transação de cadastro de conta contábil.
Em uma versão de demonstrativos financeiros são definidos as contas sintéticas (itens
financeiros), a seqüência e hierarquia para exibição, plano de contas que será utilizado
respectivas contas contábeis, e a totalização de valores (acima e/ou abaixo +/-).
É possível definir em qual nível o relatório estará (área de negócio, empresa). Geralmente os
relatórios são criados a partir de cópia de uma versão standard já disponível no sistema.

 Notas de demonstrações financeiras: É um grupo utilizado para contas off-books, uma


vez que o sistema não considera o saldo dessas contas ao gerar o relatório.
Cada hierarquia elaborada na versão de demonstrativo financeiro poderá ter no máximo 20
níveis.
Uma conta contábil pode ser associada a mais de uma conta sintética. Esse recurso é usado
quando para uma mesma conta contábil analítica, se o saldo for devedor, deverá ser mostrada
conta sintética X, e se credor, mostrado na conta sintética Y.

147
 Contas não atribuída: O sistema mostra nesse grupo as contas que não foram associadas a
nenhuma conta sintética.

UNIDADE 12 – RECEBÍVEIS E PAGÁVEIS

 Confirmação de balanço: Trata-se do envio de cartas aos clientes e fornecedores para


confirmação de saldos. É um procedimento geralmente executado pela auditoria. No Brasil
chamamos de circularização.
O sistema emite as cartas para confirmação de saldos e gera a lista de reconciliação e a tabela
de resultados. As respostas obtidas são comparadas com as informações que constam na lista
de reconciliação e os resultados são registrados na tabela de resultados.
Os relatórios SAPF130D e SAPF130K utilizado para a emissão das cartas estão associados
a um tipo de correspondência no sistema. O usuário poderá optar por:
 Confirmação do balanço;
 Notificação de balanço;
 Requisição de balanço.

148
 Avaliação de moeda estrangeira: Para calcular a variação cambial é usado o programa
SAP100. Esse procedimento geralmente é executado ao final do exercício por conta da
emissão do balanço.
Para que o programa possa calcular a variação cambial é necessário definir métodos e contas
contábeis para a contabilização das diferenças apuradas (receita por variação cambial / despesa
por variação cambial).

 Avaliação de partidas em aberto sem atualização: Calcula a variação cambial, gera


lançamentos contábeis em contas transitórias e os estorna no primeiro dia do período sub-
sequente.
Quando o pagamento ou recebimento em moeda estrangeira é efetivado, o sistema
contabiliza o débito ou crédito na conta banco e a variação cambial apurada na conta de receita
por variação cambial, ou despesa por variação cambial.

149
Geralmente é a opção mais utilizada, pois se apurada e contabilizada receita por variação
cambial mensalmente, haverá incidência de imposto.

 Avaliação de partidas em aberto com atualização: Não lançado na conta de


reconciliação, apenas atualizado no documento.

 Método avaliação: Define parâmetros para o cálculo de variação cambial e parâmetros de


taxas de câmbio. O método deve ser informado nos cadastros de clientes e fornecedores.

150
 Valores de Ajuste

São write offs (baixas) por valores que não serão recebidos. Existem 3 opções:

 Valor de ajuste individual (IVA): Lançamento manual de ajuste através de Special GL


Transaction E.

151
 Ajuste com taxa fixa de valor individual de contas a receber atrasadas: Lançamento
automático de ajuste com base em taxa única, através do programa SAPF107. Para que o
programa consiga efetuar os lançamentos, na configuração do AR deve ser definida a chave de
valor de ajuste com a quantidade de dias em atraso e o percentual a ser aplicado. O sistema irá
gerar lançamentos a débito na conta de ajuste e a crédito na conta devedores duvidosos.
O sistem saberá para quais clientes deverá efetuar esse procedimento ao identificar a chave de
valor de ajuste no cadastro mestre de clientes.
 Flat Rate Valor de Ajuste (FJA): Lançamento manual de ajuste com base em taxa única,
através das transações FB01/ FB50 (GL Accounts).

 Reagrupamento:

 Programa SAPF101: Agrupa fatura de clientes e fornecedores para fins de emissão de


balanço, uma vez que pode ser associada apenas uma conta de reconciliação nos cadastros
mestres. Essa funcionalidade se aplica quando se faz necessário demonstrar no balanço valores
a receber ou a pagar divididos em curto, médio e longo prazo. No primeiro dia do período sub-
sequente, o lançamento é estornado.
O programa é usado para reagrupar e ordenar recebimentos e pagamentos. Utiliza regras onde
constam as contas contábeis.

 Balanço por companhias afiliadas: Através deste recurso de regrouping ou reclassify, é


possível solicitar ao programa que considere

 Abatimento de notas de crédito em aberto;


 Faça o encontro de contas caso o cliente seja também fornecedor e para ele existam
recebimentos e pagamentos em aberto.
 Agrupe títulos em aberto de clientes ou fornecedores que pertençam a um mesmo grupo de
empresas (trading partner).

 Conta de reconciliação modificada: Considerando que o sistema permite a alteração de


contas de reconciliação nos cadastros de clientes e fornecedores, e ao gerar partidas em aberto
152
não grava a conta contábil nas partidas (busca sempre no cadastro mestre), pode acontecer de
ser lançado um débito na conta de clientes e um crédito no momento da compensação na conta
de clientes nacionais por exemplo, porque o usuário resolveu alterar a conta de reconciliação
para clientes.
Nesse contexto, esse recurso serve para consertar lançamentos desbalanceados como este.

UNIDADE 13 – LUCROS E PERDAS

 Conta Custos de venda

153
 Para viabilizar um demonstrativo de resultados por origem de despesa, foi criada a Área
Funcional.
A área funcional bem como a área de negócios são entidades gerenciais utilizadas pelo GL
para fins de demonstrativos de resultados.
A área funcional pode ser usada:
 Em lançamentos manuais;
 Por regra de substituição;
 Vinculadas as contas contábeis no cadastro mestre;
 Vinculadas ao objetos de custo do CO.

Se o sistema identificar área funcional associada a conta contábil ou objeto de custo, não será
disparada regra de substituição e não permitirá alteração manual.

 Controlling:

 Ledger de reconciliação: É um recurso utilizado para conciliar valores que são trabalhados
no CO e d evolvidos ao GL, uma vez que as entidades gerenciais do GL possuem limitações.
Essa volta para o GL gera uma série de lançamentos em contas contábeis distintas,
conseqüentemente a rastreabilidade é perdida.
Uma vez que o New GL é ativado, esse recurso é desativado automaticamente.

 Lançamento de Provisão (provisão/deferimento)

Recurso para administração e geração de lançamentos contábeis por regime de competência,


para provisões e deferimentos.

154
Provisão/Diferimento/Postings

 Accrual (provisão): São despesas que devem ser lançadas mensalmente mas serão pagas
ao final de um determinado período (férias, 13º salário).

C = Provisão / D = Despesa
D = Provisão / C = Banco

 Deferral (diferimento): São despesas pagas antecipadamente mas que valerão por
determinado período, e por esse motivo, devem ser contabilizados proporcionalmente
(seguros).

D = Diferimento / C = Banco
C = Diferimento / D = Despesa

 The accrual Engine:

155
 É utilizado para outras coisas como:

 Provisões manuais na contabilidade financeira;


 Provisões for Awards: participações nos resultados, integração com o HR, outro sistema de
RH
 Lease accounting : Integração com SD;
 Gerenciamento de propriedade intelectual;

 Encerramento de atividades com o Accrual Engine:

 Reconciliação: Accrual Engine / General Ledger;


 Balanço Carry Forward.

Geralmente usamos apenas provisões manuais. As demais provisões são geradas por
integração com outros módulos e sistemas.

 Vantagens do Accrual Engine:

156
 Manual Accrual:

 Accrual Object: Tipo de provisão ou diferimento, por exemplo, seguro, aluguel.


São únicos por company code e recebem numeração de acordo com um range pré-definido.
 Accrual Item: Cada Accrual Object tem um ou mais Accrual Items. Os itens descrevem
como as provisões/diferimentos serão lançados e qual o método a ser utilizado.
 Accrual Tipo: É um detalhamento da categoria, por exemplo, seguro de automóveis, seguro
de imóveis, etc.
 Accrual Principal: Método de cálculo de contabilização (BRGAAP, USGAAP). O sistema
possui diversos métodos pré-definidos. O mais utilizado é o linear.

 Lançamento de diferimentos

157
1. Post Invoice: É efetuada a entrada da nota fiscal ( C = Forcecedor / D = Despesa);
2. Opening Entry: É lançado o documento de abertura ( C = Despesa / D = Provisão);
3. Periodic Accrual: O sistema gera lançamentos periódicos ao final de cada período ( C =
Provisão / D = Despesa);
Se o contrato terminar antes do previsto, o saldo residual poderá ser jogado diretamente na
conta de despesa.
Um diferimento pode ou não ter um documento de abertura que represente o lançamento
inicial, ou seja, o pagamento inicial.

 Lançamento de Provisões

158
1. Periodic Posting: O sistema gera lançamentos periódicos ao final de cada período (C =
Provisão / D = Despesa).
2. Post Invoice: No momento do pagamento, o sistema transfere o valor da conta de provisão
para a conta de obrigação, ou da conta de provisão para a conta banco (D = Provisão / C =
Outras contas a pagar ou D = Provisão/ C= Banco).

 Definição do assunto a ser utilizado na provisão:

 Os lançamentos de provisão / deferimentos podem ser lançados ao final de cada período, a


cada 4 meses, a cada 6 meses, etc. Para isso, a freqüência precisa ser definida.
Ao gerar o lançamento, o sistema pede que o usuário defina quão detalhado serão esses
lançamentos, se serão agrupados por Accrual Object, por Accrual Object Category ou se não
serão agrupados.

 Controle de lançamento é definido por:

159
 Código da empresa
 Princípio da conta
 Tipo de competência

O Objetivo da determinação de contabilização é definir o tipo de documento, definir as contas


contábeis de débito e crédito.

 O Accrual Engine suporta:

 Contas paralelas;
 Ledgers paralelos

As contas contábeis são definidos através de Derivation Rules que podem ser sequenciais ou
paralelas.
Para cada Accrual Type é necessário definir no IMG quais lançamentos serão gerados
automaticamente e, por conseqüência, utilizarão a configuração Determinação de contas.

UNIDADE 14
TECHNICAL, ORGANIZATIONAL AND DOCUMENTARY
STEPS

 Passos do documentário:

 Balance Audit Trail (trilha de auditoria): Ferramenta que guarda saldos contábeis
quando ao rodar o Archieve são selecionados para deleção. O detalhe das informações
gravadas é similar ao da IN86.
160
 Tipos de Balance Audit Trail:
 Historical balance audit trail;
 Open item balance trail.

161
APOSTILA 3
UNIDADE 1 – ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

 Mandante – Empresa

 O mandante é o mais alto nível na hierarquia do sistema SAP. Ele também designa o
sistema lógico específico em que se está trabalhando. As especificações feitas neste nível
aplicam-se a todas as empresas.
 Cada empresa é uma unidade contábil independente. Neste nível são criados o balanço e o
cálculo lucros e perdas, legalmente exigidos.
 Cada divisão deve ser considerada como uma unidade financeiramente separada para a qual
podem ser criados um balanço e um cálculo de lucros e perdas internos.

 Plano de contas

162
 Todas as contas do Razão são definidas no plano de contas.
 O FI-AA trabalha com o plano de contas atribuído à empresa em FI. O usuário pode fazer a
seleção de acordo com as necessidades da empresa (por exemplo: plano de contas global,
específico de setor industrial ou específico de país).
 Como o plano de avaliação é específico de país, a SAP fornece planos-modelo de avaliação
para vários países. Esses contêm áreas de avaliação predefinidas, mas o usuário também pode
definir o próprio plano de avaliação (por meio de cópia e modificação).
 Cada área de avaliação representa um tipo específico de avaliação (por exemplo,
depreciação contábil ou depreciação fiscal). O usuário também pode definir suas próprias
áreas de avaliação, no plano de avaliação.
 Cada empresa utiliza um único plano de contas e um único plano de avaliação.
 Todas as (ou várias) empresas podem trabalhar com o mesmo plano de contas e o mesmo
plano de avaliação.

 Plano de avaliação

 Os imobilizados serão avaliados de acordo com vários objetivos comerciais e legais (por
exemplo, depreciação contábil, depreciação fiscal permitida, depreciação calculada e assim
por diante). Diferentes valores de imobilizados nas áreas de avaliação podem ser
administrados no FI-AA.
 O plano de avaliação é um catálogo de áreas de avaliação específicas de país, estruturado
de acordo com os vários aspectos comerciais. O usuário pode especificar os atributos de cada
uma das áreas de avaliação.
 A SAP fornece planos de avaliação para serem usados como referências e que baseiam-se
nos requisitos de cada país. Os planos de avaliação são fornecidos apenas para referência.
 Um novo plano de avaliação pode ser criado por meio de cópia dos planos de avaliação de
referência. No plano de avaliação do usuário, as áreas de avaliação que não serão utilizadas
podem ser eliminadas. Isto deve ser feito antes da criação de qualquer imobilizado.
 O plano de avaliação do usuário pode ser atribuído à respectiva empresa.
 Além disso, o sistema permite abrir áreas de avaliação após o início produtivo do sistema.

163
 Áreas de avaliação

 As áreas de avaliação são identificadas no sistema, por uma chave numérica de dois
caracteres. Essas áreas contêm os termos de depreciação que o usuário pode entrar no registro-
mestre ou classes do imobilizado.
 A área de avaliação 01 é a principal área de avaliação. Valores e depreciações são lançados
no Razão.
 Outras áreas de avaliação podem mostrar:
• Avaliação específica de país. por exemplo, imposto sobre o patrimônio, cálculo do estado
(EUA);
• Valores ou depreciações diferentes da área de avaliação 01 (por motivo de contabilidade
de custos, por exemplo);
• Versões consolidadas na moeda internal ou da área;
• Depreciação contábil em moeda da área;
• Diferença entre depreciação contábil e depreciação fiscal específica de país (=>área
derivada).
 Áreas de depreciação diferentes podem ter os mesmos valores e condições de depreciação,
mas são exibidos em moedas diferentes (por exemplo, áreas 01 e 32 ou áreas 30 e 31).
 É preciso especificar quais os tipos de depreciação e avaliações especiais (juros, por
exemplo) são permitidos nas áreas de avaliação em questão. As áreas de avaliação standard já
estão devidamente configuradas.

164
 Ativos imobilizados e movimentos são, muitas vezes, avaliados de maneira diferente para
propósitos distintos, por exemplo, diferentes abordagens de avaliação podem ser usadas para:
 demonstrações do resultado do exercício, de acordo com as exigências do local;
 balanço fiscal (desde que outra avaliação seja permitida);
 contabilidade interna (contabilidade de custos);
 relatório financeiro parelelo, por exemplo, para cirar um balanço geral consolidado (de
acordo com IAS, US GAAP etc.).
 Áreas de avaliação são criadas no sistema R/3 para gerenciar as diferentes abordagens de
avaliação. Existem movimentações no período separadas:
 para cada imobilizado e área de avaliação;
 para componentes de valor individual como, por exemplo, valores do imobilizado,
depreciação e valores contábeis.

 Empresa na contabilidade do imobilizado

 O usuário deve, primeiro, preparar as empresas na Contabilidade financeira.


 E, por fim, atribuir o plano de avaliação à empresa.
 Em seguida, adicionar os dados necessários para a empresa na contabilidade do
imobilizado.
 A empresa agora pode ser utilizada.

165
 Atribuição à contabilidade de custos

 No registro mestre, o usuário pode atribuir um imobilizado aos seguintes objetos de


controlling:
- centro de custo;
- ordem (interna) (real ou estatística);
- tipo de atividade;
- contrato de manutenção.
Estes objetos são atribuídos a uma área de contabilidade de custos que pode incluir uma ou
mais empresas.
 O usuário pode lançar depreciação a partir de cada área de avaliação na contabilidade de
custos. A depreciação calculada pode ser passada para:
• um centro de custo;
• uma ordem (real);
• um centro de custo e uma ordem estatística.
 Se o usuário tiver entrado uma ordem (real) e um centro de custo no registro mestre do
imobilizado, o sistema lançará a depreciação apenas na ordem interna.
 É impossível atribuir um imobilizado a dois centros de custo. Em vez disso, é possível
atribuir o imolizado a uma ordem (real) que será então relevante para apropriação de custos,
nos respectivos centros de custo. Dessa forma, os custos do projeto podem ser resumidos (o
imobilizado fazendo parte dele).

 Mandante - Classe do imobilizado

166
 Imobilizados são divididos em classes como, por exemplo, veículos, mobiliário, máquinas.
 A classe do imobilizado compõe-se de uma seção de dados mestre e de uma seção de área
de avaliação.
 As classes do imobilizado são criadas no nível do mandante e, em seguida, atribuídas, no
mínimo, a um plano de avaliação. Dessa forma, o usuário pode completar a classe do
imobilizado com valores propostos pelo sistema para as áreas de avaliação.
 É possível suprimir áreas individuais de avaliação em cada classe do imobilizado, como,
por exemplo, as áreas de subvenção ao investimento, que são aplicáveis apenas a determinadas
classes.
 Para cada área de avaliação, os atributos de depreciação do imobilizado tanto podem ser
propostos com a opção de modificação, como podem ser obrigatórios.
 Existe também a possibilidade de atribuir vários planos de avaliação a uma classe do
imobilizado, o que garante uniformidade ao catálogo de classes mesmo quando diferentes
planos de avaliação são utilizados.

 Classe do imobilizado e registro mestre do imobilizado

167
 A classe do imobilizado é o principal critério para a classificação de bens patrimoniais.
Cada imobilizado deve ser atribuído a apenas uma classe do imobilizado. Para cada classe do
imobilizado definem-se parâmetros de controle e valores propostos para cálculo de
depreciações e para outros dados mestre.
 Imobilizados que não aparecem em locais/itens do balanços diferentes (por exemplo,
prédios e máquinas) devem ser atribuídos a classes de imobilizado distintas. Existe também
pelo menos uma classe de imobilizado especial para imobilizados em andamento e bens de
baixo valor. No IDES, as classes do imobilizado são:
 4000 para imobilizado em andamento
 5000 para bens de baixo valor.
 O usuário também pode criar classes de imobilizado separadas para imobilizados
intangíveis e imobilizado de leasing. Existem funções separadas disponíveis para leasing.
 O módulo PM (Manutenção) cuida da administração técnica de imobilizados. O sistema TR
(Tesouraria) tem a função de administrar o imobilizado financeiro.

 Áreas de avaliação e o balanço

 Os valores do imobilizado e os valores de depreciação podem ser lançados das áreas de


avaliação individuais para contas do balanço separadas ou para contas lucros e perdas do
Razão.
 Em geral, é preciso lançar mais de uma área de avaliação em paralelo ao Razão quando se
estiver criando diferentes estruturas do balanço / L/P. Para tanto, o sistema permite estabelecer
quantas estruturas do balanço / L/P por plano de contas em FI (Razão) forem necessárias. Para
cada conta do balanço e conta lucros e perdas, especifica-se na estrutura do balanço / L/P a
posição do balanço ou a posição do cálculo de lucros e perdas na qual os valores da conta
devem aparecer. A estrutura do balanço / L/P é definida no Customizing do FI.

 Definir lançamento no Razão

168
 Especificar como e se os valores das áreas de avaliação devem ser lançadas no Razão.
Existem as seguintes opções:
- Não lançar quaisquer valores para a área.
- Lançar valores CAP on-line, mas a depreciação, periodicamente.
- Lançar periodicamente valores CAP e depreciação.
- Lançar periodicamente apenas a depreciação.
 O sistema determina que a área de avaliação 01 lança valores CAP no Razão on-line, em
tempo real. Geralmente, é usada a área de avaliação 01 para administrar a depreciação
contábil.
 Com a opção de lançamento periódico de valores CAP no Razão, pode-se lançar valores de
outras áreas de avaliação em FI.
 A depreciação é sempre determinada periodicamente.
 Outras áreas de avaliação podem obter seus valores da área de avaliação 01 mas calculam e
lançam valores de depreciação diferentes no Razão.
 As áreas de avaliação também podem ser definidas apenas para fins de relatório, que não
lança valores no Razão (por exemplo, uma área de avaliação para o balanço fiscal).
Outras informações: Consultar o Capítulo Tarefas periódicas.

UNIDADE 2 – DADOS MESTRES

 Funções da classe do imobilizado

169
 As classes do imobilizado representam o meio mais importante de estruturação de
imobilizados de acordo com os requisitos da firma em questão. As definições da classe do
imobilizado aplicam-se a todas as empresas de um mandante.
 Uma classe do imobilizado consiste em duas seções principais:
• Seção de dados mestre com dados de controle e configuração preliminar para os dados
mestre gerais no registro mestre do imobilizado
• Seção de dados da área de avaliação com dados de controle e configuração preliminar
para cada área de avaliação
 Quando forem criados os registros mestre do imobilizado, os dados da classe do
imobilizado serão automaticamente adotados da classe do imobilizado especificada. O
lançamento de valores propostos úteis reduz o tempo e o esforço necessários para a criação de
novos registros mestre do imobilizado. O sistema também garante tratamento uniforme dos
registros de uma determinada classe. Portanto, recomenda-se definir um número de classes do
imobilizado idêntico ao dos imobilizados com diferentes tipos de avaliação.
 A classe do imobilizado é um critério de seleção de todas as análises do FI-AA.
 Antes de criar classes do imobilizado deve-se desenhar o catálogo de classes e verificar se
existem as contas do Razão relevantes em FI.

 Classe do imobilizado: atribuição de contas

170
 Estabelecer a conexão entre os registros mestre do imobilizado e as contas do Razão que
devem receber os lançamentos é uma função essencial da classe do imobilizado. Deve-se usar
a determinação de contas para estabelcer essa conexão. (Às vezes denominada atribuição de
contas.)
 A chave de determinação de contas pode ser idêntica ao número da conta do balanço no
Razão (para um pequeno catálogo de classes). Para várias classes do imobilizado semelhantes,
o sistema permite usar chaves de determinação de contas diferentes para cada uma delas,
embora os valores sejam todos atualizados para uma única conta do balanço.
 Várias classes do imobilizado podem usar a mesma chave de determinação de contas se
utilizarem o mesmo plano de contas e se forem lançadas nas mesmas contas do Razão.
 Entretanto, quando usar planos de contas diferentes, será preciso apenas uma chave de
determinação de contas para lançar valores de imobilizado de todas as classes do imobilizado
a diferentes contas nos diferentes planos de contas.

 Atribuir contas do Razão

 Definir contas de aquisição/baixa: Nesta etepa deve-se entrar as contas do Razão


necessárias para aquisição, baixa, reavaliação de balanço e montantes de custo ainda não
incorporados (classe de custo e conta para diferenças de despesa não operacional ou de
incorporação).
 Definir contas de depreciação: Para as áreas de avaliação que lançam depreciação no
Razão, pode-se atribuir as seguintes contas do Razão:
- Conta de depreciação acumulada 021010
- Conta de despesas 211100
- Receita de reavaliação 253000
• Depreciação extraordinária:
- Conta de depreciação acumulada 021010
- Conta de despesas 211200
- Receita de reavaliação 253000
• Reavaliação de depreciação , juros, (na área de depreciação calculada) se necessário e
configurada em Customizing.

 Intervalos consecutivos de numeração

171
 O intervalo de numeração controla a atribuição do número do registro mestre do
imobilizado. O aluno define a atribuição de números como interna ou externa. Quando for
usada a atribuição de números interna, o sistema automaticamente atribuirá o próximo número
disponível na sequencia numérica no intervalo consecutivo de numeração. Quando for usada a
atribuição externa de número, o número atribuído será atribuído explicitamente pelo usuário
ou por outro sistema.
 As empresas podem compartilhar intervalos de numeração ou receber seus próprios
intervalos de numeração.

 Estrutura da tela de dados mestre do imobilizado

 A seleção da tela determina os campos a serem exibidos no registro mestre do imobilizado


e se esses serão campos obrigatórios ou facultativos.
 Isto permite reduzir o número de campos de dados-mestre àqueles especificamente
necessários para a classe do imobilizado e para garantir o lançamento de certas informações de
controle importantes.
 Além das informações nos campos (entrada obrigatória, facultativa, exibir, suprimir), a
estrutura da tela indica o nível de atualização de campos de dados mestre. Também determina
se poderão ser usado como referência (para cópia).
- O nível de atualização indica o nível de dados mestre em que cada campo pode ser
atualizado. Os níveis de atualização possíveis são:
Classe do imobilizado
Número principal do imobilizado

172
Subnúmero do imobilizado
- O código de referência controla o conteúdo do campo de um imobilizado que pode ser
copiado quando o imobilizado for usado como referência para a criação de um novo
registro mestre do imobilizado.

 Estrutura da tela para dados de avaliação

 Em cada classe do imobilizado, entrar uma regra de estruturação de tela para cada área de
avaliação. Esta regra aplica-se aos campos de avaliação na área de avaliação.
 A SAP fornece as regras de estruturação de tela 1000 e 2000 no sistema standard.
 Essas regras de estruturação de tela também contêm um nível de atualização. O nível de
atualização garante que a depreciação seja controlada de forma uniforme. Existem três opções:
(1) Classe do imobilizado. Este nível de atualização assegura controle único da avaliação no
nível da classe do imobilizado. As entradas feitas na classe passam para o registro mestre do
imobilizado e o sistema não permite que elas sejam sobregravadas.
(2) Número principal do imobilizado. O controle de avaliação é único no nível do registro
mestre do imobilizado. As entradas feitas na classe do imobilizado são adotadas no registro
mestre do imobilizado, onde podem ser modificadas. Todos os subnúmeros do imobilizado
que pertençam a esse registro mestre do imobilizado adotam esses valores do número principal
e não podem mais modificá-los.
(3) Subnúmero do imobilizado. O controle de avaliação é mais disponível. Os subnúmeros do
imobilizado podem ter seus próprios termos de depreciação distintos.

 Guia de implementação: versão simplificada

173
 Há uma versão simplicada do Guia de implementação disponível para o FI-AA. Ele contém
todos as etapas necessárias para uma configuração mínima rápida do componente de
contabilidade do imobilizado. Depois de concluir todas as atividades do Guia de
implementação, o componente está pronto para o início produtivo.
 Esta função pode ser usada para configurar o FI-AA em uma empresa pequena que utilize
as funcionalidades standard da contabilidade do imobilizado com um pequeno catálogo de
classes.
 Se as seguintes funções forem necessárias, será preciso usar uma versão mais abrangente do
IMG de referência SAP para a contabilidade do imobilizado:
- Áreas de avaliação em moedas estrangeiras
- Necessidades para consolidação de um grupo de empresas
- Definição das próprias chaves de depreciação, tipos de movimento, relatórios (além
daqueles forneceidos no sistema standard)
- Complexos de imobilizados (imobilizados depreciado em um grupo, uma técnica usada
nos EUA e Canadá)
 No menu de acesso SAP Easy para a contabilidade do imobilizado (selecionar Ambiente >
Opções atuais), encontram-se as etapas de implementação que poderão ser necessárias no
trabalho diário. Daqui é possível acessar determinadas tabelas do Customizing diretamente da
própria aplicação.

 Gerar classes do imobilizado das contas do Razão

174
 Esta função é usada para gerar um pequeno catálogo de classes do imobilizado (Guia de
implementação standard). A geração de classes do imobilizado das contas do Razão contém as
etapas essenciais para a atribuição das contas do Razão necessárias (determinação de contas).
Ela também predefine estruturas para dados mestre do imobilizado (estrutura de tela) e ativa
duas áreas de avaliação com termos de depreciação.
 Estes parâmetros são criados em relações individuais para as contas do balanço do
imobilizado em questão.
 Antes de poder iniciar a geração de classes do imobilizado, deve-se processar todas as
etapas. Cada uma dessas etapas pode ser executada independentemente.
 O programa pode emitir uma lista dos objetos criados com uma síntese das atividades que
foram executadas. A lista inclui apenas as classes do imobilizado criadas com a função de
geração de classes do imobilizado.

 Proteção de objetos existentes

 A geração de classes do imobilizado de contas do Razão depende do status da empresa.


Empresa com status produtivo: O sistema apenas cria classes do imobilizado que ainda não
foram criadas. As classes existentes permanecem inalteradas.
 A empresa está no status de teste:
• Se não existirem registros mestre do imobilizado em uma classe do imobilizado existente:
=> Esta classe do imobilizado é eliminada e gerada de novo.
• Se existirem imobilizados em uma classe do imobilizado, mas ainda sem valores:
=> Todas as classes do imobilizado serão eliminadas e geradas de novo ou apenas as novas
classes serão incluídas.
• Se Existem movimentos dos imobilizados:
=> Só poderão ser incluídas novas classes do imobilizado.
 Para gerar classes do imobilizado novamente, anular a empresa. A anulação da empresa
elimina os registros mestre do imobilizado e os movimentos do imobilizado no FI-AA.

175
 O mesmo se aplica a todos os demais objetos criados durante a geração de classes do
imobilizado. O que inclui determinação de contas, intervalos de numeração e regras de
estruturação de tela.

 Classes do imobilizado: outras funções

 Copiar classes do imobilizado da referência: Pode-se copiar novas classes do imobilzado


das classes do imobilizado geradas das contas do Razão. A vantagem é que podem ser
definidos os valores propostos com mais exatidão (particularmente para termos de depreciação
) do que na geração das classes do imobilizado. Use uma classe do imobilizado para todos os
imobilizados que fazem lançamento na mesma conta do Razão e o mesmo método de
depreciação.
 Especificar os campos obrigatórios para dados mestre do imobilizado:
 Nesta etapa, é possível inserir outros detalhes para a estrutura de tela dos registros mestre
do imobilizado. Por exemplo, o usuário pode definir quais campos devem ser obrigatórios.
 Definir entradas permitidas para campos de usuário:
- Critérios de classificação: São campo de dados mestre do imobilizado para os quais o
usuário pode especificar uso e significado.
- Código de proteção ao meio ambiente: aqui é possível entrar uma medida tomada para
atender as leis de proteção ao meio ambiente.
- Motivo para o investimento: neste campo, entrar uma explicação para o investimento.
Usar esses campos como critérios de seleção em reporting (selecionar Seleções dinâmicas na
tela de seleção de relatório ou na definição de variantes de ordenação).
 Entrar/modificar valores em classes do imobilizado:
 Aqui, entrar valores propostos para termos de depreciação, imposto sobre o patrimônio,
seguro, leasing e campos de usuário.

 Classe especial do imobilizado: imobilizado em andamento

176
 Imobilizados em andamento (IeA) necessitam de uma classe do imobilizado separada com
as próprias determinações de contas, pois devem ser mostrados separadamente no balanço.
 A chave de depreciação '0000' deve estar marcada para garantir que a depreciação não seja
calculada para o imobilizado em andamento nas áreas de avaliação do balanço. Entretanto, a
depreciação fiscal especial permitida e a subvenção ao investimento são possíveis mesmo para
imobilizados em andamento.
 É possível lançar adiantamentos em imobilizados em andamento.
 Mesmo depois de um imobilizado em andamento ter sido incorporado, é possível lançar
créditos a ele. Entretanto, deve-se permitir CAP negativos.
 Para administrar investimentos mais abrangentes em imobilizados, o componente IM
(Administração de investimentos) insere o IeA em ordens internas e projetos. Desta forma é
possível monitorizar os detalhes dos investimentos dentro do módulo CO do sistema R/3.

 Classe especial: imobilizados de baixo valor

 Criar registro mestre

177
 Na criação de um registro mestre do imobilizado existem duas opções:
• Entrar a empresa e a classe do imobilizado para o novo registro mestre do imobilizado.
Assim, a classe do imobilizado fornece os valores propostos mais importantes do registro
mestre do imobilizado.
• Usar um registro mestre do imobilizado existente como referência. (O imobilizado de
referência pode oferecer valores propostos melhores do que uma classe do imobilizado
sózinha.) Os dados desnecessários não devem ser copiados (por exemplo: data de
incorporação).
 A partir da Release 4.5, o registro mestre do usuário usa funções de ficha de registro. A
combinação de diferentes fichas de registro e seus conteúdos é chamada de layout de ficha de
registro (a SAP fornece layouts de fichas de registro standard).
 Os layouts de fichas de registro podem ser especificados em Customizing da contabilidade
do imobilizado. Isso inclui os títulos das fichas de registro e a seleção de grupos de campos
lógicos que aparecem neles.
 Entre as informações adicionais (particularmente obrigatórias) como o texto de um
imobilizado. O sistema permite usar o campo número de inventário para entrar o número
equipamento.
 Assim que as entradas são gravadas, o sistema fornece um número de imobilizado, se a
classe do imobilizado estiver atribuída a um intervalo de numeração que utilize atribuição
interna de número. Esse número também é o número de conta do imobilizado individual.

 Criar registros múltiplos de imobilizados similares

178
 Quando criar registros mestre do imobilizado, devem ser criados vários imobilizado
similares. Essa função é útil, por exemplo, se forem comprados 20 PCs de uma vez para o
departamento de treinamento ou 12 mesas para um novo conjunto de escritórios.
 Ainda é possível fazer entradas separadas para cada imobilizado individual nos seguintes
campos:
• Descrição do imobilizado
• Número do inventário
• Divisão
• Centro de custo
• Grupos de avaliação de 1 a 5

 Dados dependentes de tempo

 Algumas informações no registro mestre do imobilizado podem ser administradas como


dados dependentes de tempo. Isto é muito importante para atribuições da contabilidade de
custos (por exemplo: centro de custo, ordem, projeto). A operação de alocação e a paralisação
do imobilizado podem ter um efeito direto sobre a depreciação. Portanto, devem ser entradas
nos dados dependentes de tempo, onde podem ser modificadas mensalmente.
 O lançamento de depreciação deve ser mensal. Como resultado, o centro de custo válido no
momento será sempre usado para a execução do lançamento de depreciação.

 Área de avaliação XX no imobilizado / classe do imobilizado

179
 Os valores propostos vêm da classe do imobilizado. Podem ser modificados ou incluídos
nas diferentes áreas de avaliação do registro mestre do imobilizado.
 Alguns dos dados das áreas de avaliação são derivados do lançamento de aquisição.
 Os termos de depreciação como índice, montante de depreciação variável e valor de sucata
são parâmetros adicionais que são usados principalmente na área de avaliação da contabilidade
de custos.

 Modificação de imobilizados

 Todas as vezes que modificar um registro mestre do imobilizado, o sistema criará um


documento de modificação. Ele contém uma lista de campos modificados e o número de
modificações feitas em um campo. Além disso, ficam gravados o nome do usuário e os
conteúdos (anterior/novo) dos campos.
 Quando um grande número de imobilizados é afetado por uma modificação, o sistema
oferece a possibilidade de se fazer uma modificação em massa. Este procedimento permite

180
executar modificações de dados-mestre definidas livremente, a grande parte de modo
automático (por exemplo: a modificação de atribuição de centro de custo).

 Subnº do imobilizado

 Também é possível especificar atribuição externa ou interna de número para o subnúmero


do imobilizado. Essa especificação é feita na classe do imobilizado, Por exemplo, pode-se usar
atribuição externa de número durante a transferência de dados de sistema anterior e então
mudar para atribuição interna de número depois de concluir a transferência de dados de
sistema anterior.
 Se um imobilizado consistir em vários imobilizados componentes , esse poderá ser útil para
administrar os imobilizados componentes como subnúmeros separados. Isto pode ser útil por
motivos técnicos e contábeis. Alguns motivos para usar subnúmeros desta maneira incluem:
- Administrar separadamente os valores para aquisições subsequentes (por exemplo, para
edifícios).
- Administrar os valores separadamente para partes dos imobilizados;
- Dividir o imobilizado de acordo com vários aspectos técnicos.
 O usuário pode trabalhar diretamente com um subnº do imobilizado específico, com todos
os subnºs pertencentes a um imobilizado ou com uma seleção de uma exibição de lista dos
subnºs do imobilizado. O sistema também pode gerar relatórios separadamente sobre a
depreciação acumulada e os valores contábeis de exercícios anteriores para cada subnúmero
do imobilizado.
 Com a estrutura de tela da classe do imobilizado, colocar o nível de atualização no nívek de
subnúmero. Isso permite modificar os valores propostos para termos de depreciação no
subnúmero.

 Uso de listas de trabalho na contabilidade do imobilizado

181
 Listas de trabalho são usadas em FI-AA para baixas em massa, modificações em massa e
preenchimento de imobilizados incompletos. Estas são tarefas standard de FI-AA, predefinidas
pela SAP, e estão prontas para serem usadas. Todos esses objetos de workflow podem ser
modificados ou, ainda, organizados de acordo com necessidade do usuário.
 O workflow oferece um sistema de verificações e saldos, já que devem ser autorizadas pelo
menos duas pessoas diferentes para criar, modificar e processar a lista de trabalho.
 Se este sistema não for necessário, pode-se também executar baixas em massa,
modificações em massa e processar imobilizados incompletos sem a definição do sistema de
autorizações do workflow. A partir da Release 4.0, é possível executar estas atividades com as
funções de FI-AA standard.
 Existem três etapas para o uso de listas de trabalho:
1. Marcar os objetos (imobilizados) que devem ser modificados.
2. Atribuir a tarefa a ser executada nos objetos.
3. Liberar e processar a lista de trabalho.
 É possível criar a lista de trabalho:
- a partir da exibição do valor do imobilizado;
- a partir do registro mestre do imobilizado;
- a partir do sistema de informação do imobilizado;
- com o uso de procedimentos gerais de workflow.

 Modificações em massa usando listas de trabalho

182
 Para executar as modificações em massa, usar as funções de workflow ou de FI-AA
standard.
 Etapas:
1. Criar uma regra de substituição para especificar quais campos devem ser modificados e
como modificá-los.
2. Gerar uma lista de imobilizados que devem ser modificados (por exemplo: emitir um
relatório standard com as seleções adequadas).
3. Selecionar a função Criar lista trabalho.
4. Entrar uma descrição e marcar um objetivo para a lista de trabalho. O objetivo é uma tarefa
standard predefinida no sistema (por exemplo, modificar dados mestre).
5. Selecionar a regra de substituição adequada para a modificação em massa.
6. Se não quiser usar o workflow, garantir que a tarefa
da lista de trabalho criada não seja atribuída a nenhum usuário.
7. Confirmar a modificação em massa verificando os imobilizados por meio de um relatório
ou exibição de imobilizado.

 Regra de substituição para modificações em massa

 Uma regra de substituição consiste em duas partes:


1. Pré-requisitos que identifiquem os registros a serem marcados. Especificar as condições
com o Form Builder ou no modo especialista. Para usar o modo especialista, é preciso
conhecer as descrições de campo e tabelas dos campos de entrada envolvidos.
2. Regras de substituição que identifiquem valores de reposição. Estes podem ser um valor
constante ou uma user exit (saída de usuário).
 Outras informações sobre substituições podem ser encontradas na R/3 library na seção
Contabilidade Financeira sob o título Ledger Especial.

 Notificação de modificações no centro de custo

183
 Para evitar a ocorrência de problemas com lançamento de depreciação pelo bloqueio de
centros de custo, usar o workflow para informar aos usuário da contabilidade do imobilizado
quando os centros de custo forem bloqueados.
 Pré-requisitos: As seguintes tarefas de workflow devem ser atribuídas a um agente em
Customizing para a contabilidade do imobilizado:
• Editar imobilizado (bloqueio de centro de custo, erro WF)
• Modificar imobilizado depois de bloqueio de centro de custo o acoplamento de eventos
também deve ser ativado para "bloqueio de contro de custo de FI-AA".
 Se um centro de custo, cujo lançamento efetivo principal esteja bloqueado, for usado em
um registro mestre do imobilizado, então o agente atribuído receberá um correio eletrônico na
caixa de entrada do escritório. Quando processar um work item, o usuário poderá modificar o
registro mestre do imobilizado.

UNIDADE 3 – TRANSAÇÕES DE ATIVOS

 Contabilidade do imobilizado como livro auxiliar

184
 A integração do livro auxiliar com o Razão é tão importante quanto a integração das
funções de contabilidade e logística.
 Todos os movimentos nas contas de cliente e fornecedor, em contas a pagar e contas a
receber e nas contas do imobilizado, afetam diretamente as contas correspondentes no Razão.
Assim, os livros auxiliares estão sempre equilibrados com as respectivas contas de conciliação
do Razão.
 As contas de conciliação do Razão precisam ser preparadas previamente com o
departamento do imobilizado.

 Aquisição do imobilizado – integração

 O lançamento de aquisição pode ser criado no departamento que é o principal responsável


pela transação comercial.
 A aquisição de um imobilizado a partir de um parceiro de negócios => Aquisição externa:
• Na contabilidade do imobilizado (FI-AA) integrada com contas a pagar (fatura recebida),
mas sem referência com um pedido.
• Na FI-AA com lançamento de contapartida automático, mas sem ligação com uma
requisição de compra, e sem integração com contas a pagar. Este lançamento
normalmente é usado quando a fatura ainda não foi recebida ou quando a fatura foi
lançada pelo departamento de contas a pagar antecipadamente em uma etapa distinta. A
conta de contrapartida também deve ser liquidada.
• Na FI-AA com compensação automática do lançamento de contrapartida: o primeiro
lançamento normalmente é feito em FI-AP. A conta transitória é compensada ao mesmo
tempo em que o lançamento é feito. Contudo, também é possível para ambos os
departamentos fazer lançamentos na ordem oposta: um imobilizado é entrado com
lançamento de contrapartida automático e a conta transitória é compensada com o
lançamento em crédito da fatura recebida.
• Em administração de materiais (MM): o imobilizado é lançado em MM.
 "Aquisição de produção interna" é a capitalização de mercadorias ou serviços que são,
parcial ou completamente, produzidos na própria empresa. Os custos dessas mercadorias
produzidas internamente (tais como atualização) devem ser capitalizados nos imobilizados.
Geralmente, a capitalização de custos de produção deve ser feita por meio da criação de uma
ordem/projeto em IM e, em seguida, pela liquidação desse objeto primeiro em AUC e depois
em um imobilizado.

185
 Aquisição do imobilizado: integração c/ FI-AP

 O aluno pode fazer lançamentos no imobilizado e no fornecedor no mesmo documento.


Selecionar SAP Easy Access => Imobilizados => Lançamentos => Compra => Pedido =>
Com fornecedor.
 O sistema oferece defaults para os dados de lançamento, mas esses podem ser substituídos.
 O lançamento "imobilizado devedor, fornecedor credor" é sempre feito em contas a pagar.
Esse lançamento satisfaz os requisitos da contabilidade financeira e da contabilidade do
imobilizado.
 Tipo de movimento: Ao lançar nos imobilizados, o aluno deve entrar um tipo de
movimento. O tipo de movimento identifica os diferentes movimentos no quadro do
imobilizado.

 Aquisição integrada do imobilizado: contas do Razão

 Durante o lançamento para um fornecedor ou conta do imobilizado, as contas relevantes do


Razão (contas a pagar e imobilizados) são automática e simultaneamente atualizadas ao
mesmo tempo (determinação de contas).
186
 Asset Explorer

 O Asset Explorer inclui as funções mais importantes do movimento da exibição do valor do


imobilizado antigo. As principais diferenças são: uma melhor síntese graças ao uso de uma
árvore de síntese e fichas de registro, uma exibição mais transparente do cálculo de
depreciação do sistema e novas funções para impressão e exportação de valores.
 Até agora, a navegação pelas áreas de avaliação foi feita por meio de botões. Agora, as
áreas de avaliação são exibidas em uma árvore de síntese, a partir da qual podem ser
selecionadas. Dois símbolos diferentes permitem distinguir imediatamente entre as áreas de
avaliação reais e derivadas.
 O campo acima da estutura em árvore fornece informações sobre o imobilizado
selecionado: sua empresa, número principal do imobilizado e subnúmero. É possível saltar
desse campo para os dados mestre do imobilizado.
 Até agora, foram usados botões para chegar até as seguintes telas: valores planejados,
valores contábeis, movimentos e simulação de parâmetros, e movimentos. O Asset Explorer
exibe valores de depreciação planejada para as áreas e movimentos de avaliação selecionados
em uma tela. Valores contábeis e parâmetros de depreciação podem ser encontrados em fichas
de registro separadas.
 O aluno pode exibir valores planejados, valores contábeis e movimentos diretamente no
Asset Explorer em um formato de pré-visualização, bem como imprimir e exportar essas
informações. Na ficha de registro de valores planejados, podem ser chamadas as funções para
exibir o cálculo de depreciação e recalcular a depreciação.

 Aquisição do imobilizado => Modificações nos dados mestre

187
 As informações a seguir são automaticamente definidas no registro mestre do imobilizado
no momento do lançamento da primeira aquisição:
- Data de incorporação do imobilizado (derivada da data do valor do imobilizado)
- Data de aquisição inicial no registro mestre do imobilizado (derivada da data do valor do
imobilizado)
- Ano de entrada e período de aquisição (derivado da data de lançamento)
 Em contabilidade do imobilizado, entrar valores propostos para a data do valor do
imobilizado para cada tipo de movimento de contabilidade.
 O sistema determina a data de início da deprecição normal usando a data do valor do
imobilizado do lançamento de aquisição e o método de controle do período (para mais
informações, consultar a seção na chave de depreciação) e escreve essa data nas áreas de
avaliação no registro mestre do imobilizado.
 Quando lançar a aquisição integrada com contas a receber (FI-AR), o sistema
automaticamente entra o fornecedor no campo de dados de origem do registro mestre do
imobilizado.

 Aquisição do imobilizado - Campos de valor

188
 A data de referência (=> data de incorporação) determina a data de início da depreciação do
imobilizado. Essa data é determinada pelo método de controle de período da chave de
depreciação em cada área.
 O sistema determina a depreciação anual planejada e os juros planejados, com base nas
datas de início e nos métodos de depreciação.
 Quando futuras transações forem lançadas no exercício atual, esses valores serão
atualizados.
 Cuidado: a data de lançamento e a data de referência devem sempre estar no mesmo
exercício!

 Número de documento FI

 Definir um intervalo de numeração separado para os documentos de cada empresa.


 Para que os números definidos na sejam dependentes do ano, entre com um ano futuro no
campo ano (como 9999).

 Tipo de documento: bruto ou líquido

189
 O usuário pode usar o tipo de documento proposto pelo sistema ou entrar com o seu próprio
tipo de documento.
 O tipo de documento é definido no guia de implementação de FI. É uma entrada
alfanumérica de dois caracteres, que esquematiza como os documentos são armazenados.
 Atribuir um intervalo de numeração para cada tipo de documento.
 Durante a entrada de um certo tipo de documento, deve-se definir tipos de contas que sejam
permitidos.
 O tipo de documento determina como o lançamento é processado:
- Com tipo de documento 'AA', o usuário faz lançamentos brutos, ou seja, sem a dedução de
desconto.
- Com o tipo de documento "AN" (KN, RN), o montante capitalizado para o imobilizado é
reduzido pelo desconto. (=> tipo de documento).
 Caso o desconto seja deduzido no momento do pagamento, será preciso executar o
programa SAPF181 para estorno posterior do desconto no imobilizado.
 Se o aluno fizer um lançamento usando o método do valor contábil líquido, mas não adotar
o desconto integral no momento do pagamento, o programa SAPF181 corrigirá o imobilizado
também.

 Tipo de movimento

190
 Os tipos de movimento são usados com todos os lançamentos. Eles identificam aquisições,
baixas e transferências.
 Os relatórios de quadro do imobilizado e outros relatórios de FI-AA usam o tipo de
movimento para identificar os diferentes tipos de movimento e exibi-los de maneira separada
(por exemplo, o tipo de movimento determina onde a modificação de valor é mostrada no
quadro do imobilizado: como uma baixa de um imobilizado de exercício anterior ou de uma
aquisição nova).
 O tipo de movimento especifica quais dos seguintes itens são atualizados:
- Contas do calor do imobilizado;
- Áreas de avaliação;
- Campos de valor.
 Os tipos de movimento podem ser limitados para determinar áreas de avaliação (como, por
exemplo, tipo de movimento 030: aquisição na área de avaliação do grupo)
 O aluno pode definir seus próprios tipos de movimento. Esses podem ser usados para
separar vários tipo de contabilidade ou operações nos relatórios. Contudo, na nossa
experiência, a SAP fornece todos os tipo necessários de movimentos no sistema standard.

 Grupos de tipos de movimento

191
 Todo tipo de movimento pertence a um grupo de tipos de movimento. O grupo de tipos de
movimento define as caracterísitcas do tipo de movimento. Na exibição do tipo de movimento,
selecionar "Saltar" na barra de menu para exibir o grupo de tipos de movimento.
 Os grupos de tipos de movimento são fixos e não podem ser modificados.
 Pode-se limitar tipos de movimento específicos a certas classes do imobilizado (por
exemplo: adiantamentos permitidos apenas na classe de imobilizados em andamento). Todos
os tipo de movimento atribuídos a esse grupo de tipos de movimento só podem ser usados para
imobilizados que pertençam à classe apropriada.
 Exitem relatórios standard que permitem exibir um ativo imobilizado dividido em tipos de
movimentos separados.

 Aquisição: lançamento em uma conta transitória

 Se os lançamentos de aquisição do imobilizado não forem integrados, deve-se usar


normalmente uma conta transitória. Essa deve ser uma conta do Razão com administração de
partidas em aberto para garantir a liquidação da conta.
 Razões para aquisições não integradas:
- a fatura chegou antes do imobilizado.
- o imobilizado já foi entregue, mas a fatura ainda não.
 Um lançamento é feito na conta transitória a partir de contas a pagar (conta transitória,
débito de imposto, crédito de fornecedor) e um a partir de AA (débito para imobilizado,

192
crédito para conta transitória). A sequencia é determinada pelo movimento.
NOTA: Lançamentos a conta de fornecedor também podem ser feitos a partir de AA.
 Em uma etapa separada, a conta transitória é compensada no Razão. Isso é feito
manualmente ou com a execução do programa de compensação automática SAPF124..
 Outra alternativa para aquisições não integradas é compensar a conta transitória durante a
entrada da segunda parte do lançamento acima.
 A partir da Release 4.6 é possível criar um novo registro mestre dentro do quadro de
aquisições não integradas (lançamento de contapartida automático).
 Também é possível fazer lançamentos de aquisição não integrada para vários imobilizados
de uma só vez.

 Aquisição do imobilizado com integração em MM

 O exemplo mostra uma aquisição do imobilizado com integração MM. O slide mostra as
seguintes atividades: requisição de compra, pedido, entrada de mercadorias, entrada de fatura
e criação de imobilizado.
 As etapas são: criação de uma requisição de compra, criação de um registro mestre do
imobilizado, criação do pedido: Com o tipo A de classificação contábil (A = imobilizado) é
possível entrar um registro mestre do imobilizado durante a criação do pedido. Ainda não é
possível criar um registro mestre do imobilizado diretamente quando for usada a operação de
compra ME21N. Contudo, ainda é possível usar a antiga operação de compra ME21.
 Entrada de mercadorias:
Ao entrar o pedido, você determina se o imobilizado é lançado diretamente na contabilidade
do imobilizado, e desse modo incorporado, quando a entrada de mercadorias é lançada
(entrada de mercadorias avaliada) ou se a incorporação não acontece até que a entrada de
fatura seja lançada (entrada de mercadorias não avaliada). A primeira opção seria usada
quando a entrada de mercadorias acontece antes da entrada da fatura. Quando, mais tarde, a
fatura for recebida, pode haver diferenças entre o montante da fatura e o montante lançado no
momento da entrada de mercadorias. Nesse caso, são feitos lançamentos de ajuste na conta do
imobilizado. Nenhuma correção é necessária para uma entrada de mercadorias não avaliada, já
que o imobilizado ainda não foi incorporado. O sistema, no entanto, usa a data da entrada de
mercadorias como a data de capitalização.

193
 Entrada de fatura:
Se a entrada de mercadorias for do tipo não avaliada, o imobilizado será incorporado, as
partidas individuais serão criadas e os campos de valor atualizados.

 Baixa

 Selecionar o campo baixa na conta de rendimentos. Aparece uma caixa de diálogo. Aqui,
entrar os seguinte dados, se já não forem porpostos:
 Número de imobilizados
 Tipo de movimento de baixa
 Data de referência (= data da baixa)
 Parte de CAP histórica para baixa ou o código da baixa total.

 Baixa: contas do Razão

194
 Existem maneiras diferentes para o lançamento de baixas:
- Com ou sem receita (sucata);- Com ou sem cliente (não integrada);
- Como baixa parcial ou total;
- Como baixa em massa (usando uma lista de trabalho);
- Como baixa de múltiplos imobilizados (dentro do movimento de baixa lançado
manualmente).
 Nesse exemplo, o imobilizado tem baixa total com a receita recebida de um cliente. O
sistema calcula automaticamente o lucro/perda (no exemplo, perda de 1.300). Além disso, o
sistema determima o valor do imobilizado e os ajustes de valor porporcionais (depreciação
acumulada).
 Os valores das contas de receita de baixa e compensação de baixa são mostrados nas notas
do balanço.

 Baixa: cálculo de ganho/perda

 O sistema determina o período de referência para a baixa com base na data de referência (-
data da baixa) e no método de controle do período (chave de controle do período) da chave de
depreciação.
 O sistema determina automaticamente os ajustes proporcionais de valor (depreciação) até
este período na parte do imobilizado para baixa e cancela a depreciação. Ao mesmo tempo, o
sistema lança a baixa.
 O resultado do ganho ou prejuízo é o saldo dos seguintes itens: o montante da baixa, o
montante de ajustes de valor e a receita (ou seja, o preço de venda) que é recebida para o
imobilizado.

 Baixa em massa

195
 A baixa em massa com e sem receita edefinida como uma tarefa standard no sistema.
 Para executat uma baixa em massa, siga as seguintes etapas:
1. Usar um relatório de imobilizados para criar uma lista de imobilizados a baixar
2. Criar uma lista de trabalho
3. Selecionar um objetivo para a lista de trabalho:
- Baixa sem receita.
- Baixa por venda (sem receita)
4. Entrar a distribuição de receita.
5. Processar uma lista de trabalho. Ou processar a lista de trabalho antes de liberá-la.

 Transferência de imobilizado

 A contabilidade do imobilizado faz a distinção entre os diferentes tipos de transferências,


dependendo das circunstâncias:
- Movimentos dentro de uma empresa (transferência) ou
- Movimentos entre empresas diferentes (transferência).
 As razões possíveis para transferências:
• Um registro mestre foi criado e lançado na classe errada.
• O imobilizado mudou de localização. Como resultado, é preciso modificar as atribuições
organizacionais (tais como classe do imobilizado, divisão) no registro mestre que, por sua
vez, não pode ser modificado.

196
• O imobilizado precisa ser decomposto ou parte do imobilizado precisa ser recontituida.
Por isso, uma parte do imobilizado original será transferida para um novo imobilizado.
• O imobilizado em andamento precisa ser compensado e transferido para um imobilizado
concluído (consulte a partida individual para imobilizados em andamento).
 O sistema standard usa variante de transferência 4 para esse tipo de transferência. Os tipos
de transação para lançamentos de transferência para fonte e destino são determinados com a
variante de transferência.
 Ao criar um novo registro mestre no movimento de transferência, usar "regras de cópia"
para definir quais entradas devem ser copiadas do imobilizado fonte para o imobilizado de
destino.

 Transferência de imobilizado

 Usar este movimento se:


- a localização física do imobilizado for modificada devido a uma venda:
- as estruturas organizacionais das empresas afetadas mudaram e o imobilizado deve ser
atribuído a uma nova empresa.
 A SAP fornece variantes de transferência standard. Os tipos de movimento usados para
transferências são mantidos como porpostos nessas variantes de transferência. O sistema
diferencia entre transferências dentro de uma pessoa jurídica (transferência entre empresas
dentro de uma sociedade) e entre pessoas jurídicas distintas (transferência entre duas empresas
pertencentes a sociedades diferentes). Tipos de movimento de transferência são definidos para
transferências dentro de uma sociedade. Para transferências entre sociedades, existem tipos de
movimento de baixa e aquisição.
 A relação entre empresas é expresso como a categoria de relação:
 Categoria de relação 01: Pessoas jurídicas distintas;
 Categoria de relação 02: A mesma pessoa jurídica.
O sistema calcula a categoria de relação automaticamente com base nas configurações do
Customizing. Exceções a essa regra default podem ser definidas em um exit de programa de
cliente.
 Definição de sociedade: Menor unidade organizacional para a qual a demonstração contábil
individual deve ser lavrada de acordo com a lei comercial relevante.

197
 Transferência de imobilizado: terminologia

 Na variante de transferência, especificar também métodos de transferência. O método de


transferência define como os valores devem ser lançados na empresa destinatária.
 Existem tês métodos de transferência diferentes:
• Valor contábil bruto: O imobilizado é incorporado no CAP histórico e na depreciação
acumulada na nova empresa.
=> Esse método normalmente é usado para transferências dentro de uma empresa (RT 02).
Importante: A combinação "RT 02 - Método do valor contábil bruto" é definido para todas as
variantes de transferência já que, com propósito de contabilidade, RT-02 representa uma
transferência dentro de uma pessoa jurídica (=> sociedade), apesar de várias empresas serem
afetadas. Os valores históricos devem ser transportados neste ponto.
• Valor contábil líquido: O imobilizado só é incorporado no seu valor contábil residual na nova
empresa.
- Reavaliação: Uma reavaliação do imobilizado é entrada manualmente quando o imobilizado
é transferido. Esse é normalmente o preço de compra pago pelo imobilizado.
=> Os dois métodos normalmente são usados para transferências dentro de uma empresa (tipo
de relação 01).
 Regras de cópia: determinar quais campos devem ser trazidos do registro mestre do
imobilizado, na empresa emissora, para o registro mestre do imobilizado na empresa
destinatária, que podem ser criados no movimento de transferência. A regra é aplicável aos
campos de dados mestre gerais, assim como às áreas de avaliação no registro mestre.

 Variantes de transferência: método e pessoa jurídica

198
 Não é possível integrar transferências de imobilizado automáticas em contas a receber. Na
empresa emissora (empresa fonte), o lançamento corresponde à transferência (BT 02) ou ao
lançamento de baixa não integrado em uma conta transitória (BT 01).
 Portanto, o sistema não cria lançamentos de impostos durante a transferência de
imobilizado. Esses lançamento devem ser feitos durante o processamento da fatura associada.
 O tratamento de receita na contabilidade da empresa emissora é o mesmo que durante uma
baixa normal. Esse tratamento é sempre independente do método de transferência. Esse é
especificado pela entrada no campo de receita. However, these are the standard settings
recommended by SAP:
• Tipo de relação 01: Definir NBV da área 01, se não houver ganho ou prejuízo. Caso
contrário, entrar o montante de receita manualmente.
• Tipo de relação 02: Definir sem receita. Não é necessário entrar a receita.
Em FI, é preciso permitir o lançamento abrangendo várias empresas e determinar um tipo de
documento para os lançamentos internos.

 Variante de transferência: área de avaliação interempresarial

199
 Quando as empresas usarem planos de avaliação diferentes, esses poderão conter áreas de
avaliação com chaves diferente, mas que sirvam na verdade com o mesmo objetivo. Quando
esse for o caso, definir áreas de avaliação interempresarial.
 Áreas de avaliação interempresarial não têm seus próprios parâmetros de controle. Elas são
formadas apenas por uma chave uniforme em todo o mandante e por uma descrição breve.
Áreas de avaliação de diferentes planos de avaliação podem ser atribuídas à mesma área de
avaliação interempresarial.
 Se a área de avaliação interempresarial correspondnete não for definida, o sistema entra em
asterisco (*) como uma entrada genérica. Contudo, tenha cuidade se decidir usar uma área de
avaliação interempresarial. Nesse caso, terá que definir uma área de avaliação interempresarial
para todas as outras áreas de avaliação transferidas, mesmo se as chaves das áreas de avaliação
forem as mesmas!

 Imobilizados em andamento

 Os imobilizados produzidos pelo usuário têm duas fases relevantes na contabilidade do


imobilizado: a fase em andamento e - de vida útil.
 Geralmente, os imobilizados devem aparecer em dois itens diferentes do balanço durante
essas duas fases. Portanto, eles devem ser administrados com um objeto ou registro mestre do
imobilizado diferente durante a fase de andamento e depois de concluído. A transferência da
fase de andamento para imobilizado concluído é indicada aqui como "capitalização do
imobilizado em andamento". Um imobilizado em andamento pode ser administrado no
Sistema FI-AA de duas formas (dependendo das funções necessárias):- como um registro
mestre do imobilizado "normal" (para liquidação sumária) - como um registro mestre do
imobilizado com administração de partidas individuais.
 Com a capitalização do imobilizado em andamento os valores são transferidos para um ou
mais imobilizados concluídos. Esta transferência é feita de forma global ou com liquidação de
partidas individuais.
 Quando o imobilizado em andamento é incorporado, o sistema separa automaticamente os
movimentos dos exercícios anteriores dos movimentos do ano atual. Isso é feito usando os
diferentes tipos de movimento.
 No caso de medidas de investimento de capital mais amplas, recomenda-se usar o módulo
IM R/3 (Administração de Investimentos). Aqui, é possível representar investimentos de

200
capital simultaneamente como imobilizados em andamento (para fins contábeis) e como
ordens internas ou projetos (para fins de controle).

 Imobilizados em andamento: apropriação de partidas individuais

 Ao executar uma apropriação de partidas individuais do imobilizado em andamento para


um ou mais imobilizados concluídos, seguir as seguintes instruções:
 Selecionar todas as partidas individuais que desejar liquidar na mesma proporção para o
mesmo receptor.
 Definir a regra de distribuição para essas partidas individuais.
 Lançar a liquidação das partidas individuais nos receptores especificados usando a regra
de repartição.
 Observar que esse procedimento de lançamento liquida todas as partidas individuais às
quais a regra de repartição foi atribuída.
 Se quiser fazer a liquidação usando montantes (possível desde a Release 4.0), então terá
que marcar e distribuir uma partida individual depois da outra.
 Quando fizer a liquidação não precisará liquidar todas as partidas individuais ao mesmo
tempo e também não terá que repartir 100% de cada uma delas.
 Para um imobilizado em andamento, usar os grupos de regras de repartição que já foram
criados.

 Depreciação do valor atual

201
 Além do cálculo automático da depreciação através das chaves de depreciação, também é
possível planejar a depreciação manual para imobilizados individuais no componente FI-AA
 Quando o tipo de movimento é entrado, o sistema reconhece que a depreciação será
executada manualmente (por exemplo, depreciação do valor atual).
 Selecionar em uma caixa de diálogo as áreas de avaliação para as quais deseja entrar a
depreciação A depreciação pode ser a depreciação do valor atual, por exemplo, permitido para
depreciação contábil mas não para depreciação fiscal permitida.
 Depois de planejar a depreciação manualmente, o sistema ainda não cria um documento do
Razão relacionado a FI. Esse documento é gerado quando o programa de lançamento de
depreciações é executado.
 Verificar
 É possível usar um relatório especial para exibir a depreciação manual:
 SAP Easy Access => Imobilizados => Sistema info => Rel. sobre cont. imob. =>
Explicações para L/P => Independente do país=> Depreciação manual.
 Da mesma forma, pode-se lançar reavaliações ou incorporações posteriores por meio da
seleção do tipo de movimento adequado e das áreas de avaliação a lançar.

UNIDADE 4 – PROCESSAMENTO PERIÓDICO

 Tarefas periódicas – síntese

202
 As tarefas periódicas compreendem aquelas tarefas da contabilidade do imobilizado que
precisam ser executadas periodicamente.
 Para o planejamento de custos primários com base em centros de custo, pode-se determinar
periodicamente a depreciação e os juros planejados e transferir estes últimos para
planejamento de custo primário no sistema CO por meio de um relatório.
 A subvenção ao investimento é um subsídio recebido por uma empresa para determinados
investimentos do imobilizado. Os ativos que podem ser escolhidos para esse subsídio são
assinalados, no registro-mestre do imobilizado, com uma chave de subvenção ao investimento.
Todas as modalidades que devem receber subvenção são armazenadas na definição dessa
chave. Pode-se lançar o pedido manualmente ou em um procedimento em massa.
 A administração da inflação é necessária em países com altas taxas de inflação ou deflação.
 O aluno também pode usar o Schedule Manager em FI-AA para definir, programar,
processar e controlar periodicamente processos repetitivos.

 Avaliação

203
 As áreas de avaliação são identificadas no sistema, por uma chave numérica de dois
caracteres.
 Pode-se definir como lançar nas contas do Razão os valores do imobilizado por área de
avaliação (CAP/ajuste de valor proporcional) e a depreciação. Existe, também, a opção de se
definir as áreas de avaliação apenas para as finalidades do sistema de informações: elas
mostram os valores e calculam as depreciações, mas não lançam valores nas contas do Razão.
 Pode-se calcular valores diferentes na área de avaliação para um objetivo específico (por
exemplo, para balanço patrimonial, contabilidade de custos, impostos). Os valores a serem
administrados são definidos por área de avaliação (por exemplo, CAP ou valor contábil
residual positivo/negativo).
 Pode-se definir, também, para cada área de avaliação, como lançamentos de valores e as
condições de depreciação devem ser transferidas para outras áreas.
 Para fazer lançamentos de depreciação, é necessário entrar informações (freqüência,
procedimento e classificação contábil) em cada área.

 Depreciação

Ela é calculada segundo regras definidas na área de depreciação. É possível estabelecer se


haverá depreciação parcial para bens que não foram adquiridos no primeiro dia do mês, se a
depreciação irá considerar somente dias úteis, se haverá depreciação negativa, etc.
Para o cálculo gerencial de depreciação, são criadas áreas de depreciação que não disparam
lançamentos na contabilidade.

 Tipos de depreciação

 Ordinária: Depreciação normal e planejada;


 Especial: Depreciação acelerada que pode substituir a depreciação normal ou
complementá-la;
 Não planejada: Depreciação imprevista, geralmente por conta de avarias;
 Depreciação por unidade de produção: Irá variar de acordo com a utilização do ativo
(horas, peças produzidas, km, entre outras).

 Métodos de cálculo de depreciação

204
 Nos métodos de cálculo são informados as especificações e os parâmetros necessários para
o sistema calcular os montantes de depreciação. Os métodos de cálculo substituem a chave de
cálculo interna da chave de depreciação.
 Os métodos de cálculo individuais:- Métodos básicos;- Métodos da taxa uniforme sobre
saldo decrescente;- Métodos do montante máximo;- Métodos multinível;- Métodos de controle
do período podem então ser atribuídos a uma chave de depreciação.
 As tabelas antigas são automaticamente migradas para as novas tabelas durante uma
atualização. Para que possam ser usadas, o status das novas chaves de depreciação deve estar
definido em "ativo". Caso contrário, o sistema continuará a usar as chaves antigas.
 Vantagens da utilização dos métodos de cálculo:- Necessidades específicas de país são
representadas por métodos específicos para um plano de contas específico:- Evitam o uso de
um número sempre crescente de chaves de cálculo internas; - O usuário pode entrar uma chave
de depreciação como o valor proposto para uma determinada empresa ou área de avaliação.

 Cálculo de valores de depreciação

205
 O registro mestre do imobilizado contém as condições de depreciação. No exemplo acima,
o sistema calcula a depreciação anual usando a chave de depreciação e a vida útil. Conforme o
objetivo da área de avaliação, também são calculadas outras condições como reavaliação ou
juros calculados.
 O sistema determina a data de início da depreciação usando a data de incorporação e o
método de controle do período.
 O Asset Explorer e a exibição do valor do imobilizado "antigo" exibem valores e
depreciação para cada movimento e área de avaliação.
 Com o menu 'Processar', é possível exibir o cálculo dos valores de depreciação na exibição
do valor do imobilizado.
 É preciso observar que a modificação da definição das chaves de depreciação no
Customizing não leva automaticamente à correção dos valores de depreciação já calculados
para cada imobilizado individual. Para que isso ocorra, é preciso recalcular a depreciação.
 Entretanto, se as condições de depreciação de um imobilizado forem modificadas, este
recalculará os valores de acordo.

 Exemplo: avaliação para depreciação contábil

 Na área de avaliação contábil, o sistema calcula a depreciação contábil (depreciação


permitida pela lei comercial) sem a depreciação especial.

 Exemplo: área de depreciação calculada

 É preciso definir se haverá cálculo de juros para a área de avaliação calculada e se a


depreciação deve continuar negativa. Essas opções são feitas na definição das áreas de
avaliação.
 Pode-se usar uma série de índices para a indexação do valor de reposição.
 Este exemplo presume as seguintes condições de depreciação:
 Chave de depreciação: LINA (linear do valor de reposição, pro rata temporis, com
amortecimento/juros) Início da depreciação normal: 01/02/AAAA => Depreciação e juros no
exercício 1: 11/12 para o valor anual.• Índice: 103% para CAP => O cálculo de depreciação do
segundo exercício baseia-se no valor de reposição indexado.• Juro calculado: 10% é calculado
sobre metade do valor de aquisição. Final do tratamento:- A depreciação após o fim de vida

206
planejado: isso indica que o usuário quer que o sistema continue a depreciação após o fim da
vida útil planejada. - Depreciação abaixo do valor contábil residual: deve-se definir esse
indicador para que o sistema continue a depreciação após valor contábil chegar a zero. A área
de avaliação deve permitir valor contábil residual negativo (é possível usar uma chave de
transição). - Vida efetiva após o fim planejado (com amortecimento): a real, não a vida
planejada, determina a taxa de depreciação. Exemplo: a vida útil é de 10 anos, então, existe
depreciação de 1/10 por ano. Este códigoreduz a taxa de depreciação de 1/10 do CAP para
1/11 no 11o ano e, assim por diante, para que o montante de depreciação seja reduzido depois
do fim planejado.

 Juros calculados

 Na contabilidade de custos, talvez seja precisocalcular os juros com base no capital


vinculado ao imobilizado. As seguintes configurações devem ser definidas: - Permitir o
cálculo de juro calculado para a área de avaliação. - Definir que juros devem ser lançados para
a empresa e para a respectiva área de avaliação. - A chave de depreciação a ser utilizada é
aquela à qual estão atribuídos os métodos de cálculo para o tipo de depreciação "Juros" ou,
então, o usuário deve definir a sua própria chave. - Se o cálculo de juros tiver como base o
valor de reposição, o sistema fará o cálculo dos juros indexados.
 O sistema lança os juros, simultaneamente, durante a execução do lançamento periódico de
depreciações. É feito nas contas informadas na determinação de contas relevantes para cada
área de avaliação. Além disso, pode-se fazer uma atribuição de conta adicional para o centro
de custo ou para a ordem interna entrada em cada registro mestre do imobilizado (como é o
caso da depreciação).
 Este exemplo considera as seguintes premissas: - Método de depreciação: porcentagem
declarada (10%); - Valor de referência: metade do valor de aquisição; - Fim do tratamento:
depreciação após fim da vida planejada.

 Valores de reposição: índice

207
 Se a reavaliação (indexação) for planejada para a área de avaliação, o usuário pode definir
uma série de índices para o cálculo do valor de reposição. Essa série é determinada no
imobilizado ou na classe do imobilizado.
 A série de índices deve ser atribuída a uma classe de índice. Essa classe, por sua vez,
contém os parâmetros de controle essenciais para a série de índices. Classes de índice
dependente do ano também são usadas.
 Para cada exercício deve-se especificar números do ponto de índice para a série. Se os
números não forem definidos, o sistema utilizará a taxa anual simulada de reavaliação.
 A reavaliação indexada pode ser calculada também para a depreciação acumulada e para os
juros calculados (desde que a chave de cálculo dos juros tenha como base o valor de
reposição).
 Para determinar o lançamento no Razão, deve-se indicar, na área de avaliação, se o
lançamento deve ser de reavaliação posterior de CAP e/ou de depreciação/juros.

 Cálculo do valor de reposição

 O valor de reposição atual pode ser calculado de duas formas diferentes:


 Cálculo histórico: o valor de reposição é calculado do CAP de um ano de entrada histórico.

208
 Cálculo normal: o valor de reposição atual é calculado com base no valor de reposição do
exercício anterior.
 Assim, o cálculo histórico gera um valor superior para um imobilizado com aquisição no
ano seguinte quando, se comparado ao cálculo normal, pois o CAP histórico (15000) é a base
para o cálculo histórico. Se o imobilizado não tiver aquisição subseqüente, os dois
procedimentos resultarão no mesmo valor de reposição.

 Programa de lançamento de depreciações

 O cálculo e o planejamento de depreciação, juros e reavaliação são controlados pelos tipos


de movimento no sistema de contabilidade do imobilizado. Eles podem, também, ser entrados
manualmente usando uma operação de lançamento especial (para mais informações, consulte
depreciação de valor atual). Nos dois casos, os valores planejados na contabilidade do
imobilizado têm de ser lançados periodicamente na despesa correspondente e nas contas do
valor do imobilizado, no Razão.
 O programa de lançamento de depreciações RABUCH00 atualiza os valores do imobilizado
e gera a pasta de batch input para a atualização do Razão.
 O modo lançamento lança, também, diferentes tipos de depreciação, juros e reavaliação,
além da baixa e alocação de reservas especiais. O sistema não cria documentos individuais,
apenas documentos de lançamento compactados (por divisão e por determinação de contas).
 O programa de lançamento de depreciações RAPOST00 pode ser usado para lançar
depreciações para mais de 100.000 imobilizados. Diferentemente do programa de lançamento
de depreciação normal RABUCH00, aqui, a depreciação é lançada diretamente no Razão. É
preciso considerar que existem algumas restrições. Consultar a documentação desse relatório
para mais detalhes.

 Lançamento de depreciações: integração com o Razão

209
 Para cada área de avaliação e empresa, deve-se determinar os seguintes tópicos para o
lançamento de depreciação:
 freqüência;
 método de distribuição;
 Classificação contábil de CO
 outras opções de lançamento.
 É preciso definir apenas um tipo de documento para o lançamento automático de
depreciações para cada empresa: esse tipo de documento requer seu próprio intervalo de
numeração externo.
 Deve-se determinar, também, as contas para lançamento. (Determinação de contas)
 Para garantir a consistência entre a contabilidade do imobilizado e a contabilidade
financeira, a pasta de batch input criada pelo relatório lançado deve ser processada.
 Se isto não for feito, o sistema emitirá uma mensagem de erro durante a execução do
lançamento seguinte.

 Opções para lançamento no Razão

210
 Para cada área de avaliação, especificar se é preciso:
- Lançar automaticamente valores do imobilizado on-line (possível apenas para uma área de
avaliação)
- Lançar valores do imobilizado em intervalos periódicos, (por exemplo, área de avaliação
ou área derivada definida pelo cliente)
- Lançar depreciação no Razão em intervalos periódicos.
 Lançar depreciação na contabilidade de custo de qualquer área de depreciação usando os
objetos de classificação contábil centro de custo ou ordem. Se houvesse uma ordem interna e
um centro de custo no registro mestre, o sistema lançaria a depreciação na ordem interna e não
no centro de custo.
 As definições de opção para lançamento de depreciação no Razão devem ser efetuadas no
menu SAP Easy Access na contabilidade do imobilizado (Ambiente => Opções atuais) ou no
IMG.

 Lançamento depreciações p/ aquisições durante o ano

 O sistema aceita dois métodos para a distribuição de depreciação prevista em períodos de


lançamento: a regularização e o processo de reintegração.
 A diferença entre os dois métodos é observada no tratamento de aquisições ou
incorporações posteriores que ocorrem durante o exercício:
- Com a regularização, a depreciação é distribuída igualmente entre os períodos desde o
período atual de depreciação até o fim do exercício (independentemente da data efetiva da
operação).
Exemplo acima: depreciação: 1200 / 8 = 150 por período de depreciação a partir do período
de aquisição.
- No processo de reintegração, todavia, a depreciação sobre a operação (desde o início da
incorporação até o período atual) é lançada como uma quantia global. O programa de
lançamento de depreciações lança esse montante no período de lançamento em que se
encontra a data de lançamento da operação.
Exemplo acima: Depreciação: 500 no período 05 (janeiro-maio) e 100 nos meses seguintes.
Se as condições da depreciação forem alteradas após as aquisições e a depreciação for lançada
no imobilizado, o método de regularização distribuirá igualmente a diferença entre a

211
depreciação anual planejada e a depreciação já lançada para os períodos de lançamento
seguintes.
O processo de reintegração lança a diferença na quantia global para o mês atual.

 Mudança de exercício

 O programa de mudança de exercício abre novos campos anuais de valor para cada
imobilizado.
 O período mais recente em que o usuário pode iniciar esse programa corresponde ao último
período de lançamento do ano atual.
 É preciso executar o programa de mudança de exercício para toda a empresa.
 Modificações de exercício poderão ser processadas apenas em um ano subseqüente, caso o
exercício anterior já tenha sido encerrado para negócios.
 É preciso cuidar para não confundir o programa de modificação de exercício com
encerramento do exercício para fins contábeis.

 Encerramento do exercício

212
 Preparação para encerramento do exercício:
- Após a verificação das listas de depreciação e do quadro do imobilizado, a depreciação é
lançada.
- Se uma área periodicamente lançar valores CAP no Razão, será possível executar o
relatório RAPERP00 para lançamentos periódicos.
- Se o resultado final não for satisfatório, pode-se executar a simulação de depreciação ou
as modificações em massa ou, ainda, fazer lançamentos de ajuste.
- Se quaisquer valores de depreciação forem modificados, será preciso re-executar o
lançamento de depreciações.
- O balanço e o cálculo lucros e perdas poderão ser criados assim que a depreciação for
lançada em FI-AA e FI.
 O programa de lançamento do exercício então verifica se:
- a depreciação foi totalmente lançada;
- existem erros ou entradas incompletas para os imobilizados.
 Se o programa não encontrar erros, atualizará o último exercício encerrado para cada área
de avaliação e bloqueia o lançamento na contabilidade do imobilizado para o exercício
encerrado.
Se o exercício encerrado for subseqüentemente liberado para lançamento, só poderá ser
novamente bloqueado quando o programa de encerramento do exercício for novamente
executado.

UNIDADE 5 – SISTEMA DE INFORMAÇÃO

 Seleção de relatórios

 Os relatórios utilizam o recurso ALV-ABAP List View. O principal relatório é o Quadro


resumo do imobilizado. Para ele podem ser criadas sort versions com diferentes critérios de

213
ordenação. O sistema possui versões específicas para cada país, de acordo com as regras
vigentes.
As versões são denominadas history sheet versions, que podem ser utilizadas como cópia para
criação de novas.

 VLA - Visor de listas ABAP

 Todas as partidas individuais são avaliadas pelo Visor de listas ABAP. Essa ferramenta é
usada para padronizar e simplificar a utilização de relatórios no sistema R/3.
 Sua facilidade de uso permite criar variantes de exibição, de modo dinâmico.
 Ele tem um novo design gráfico que simplificou ainda mais o processo e exibição de listas
e relatórios com o controle de grade ALV.
 Funções importantes do ALV:
- Eliminar e inserir colunas;
- Dispor os valores em colunas na ordem crescente ou decrescente.
- Calcular totais ou subtotais de uma ou mais colunas dentro de uma lista.
- Usar variantes de exibição para gravar uma estrutura de relatório individual para que
possa ser usada posteriormente.
- Configurar filtros: é possível exibir apenas as partidas individuais que têm alguma ligação
com um determinado critério.

 Quadro do imobilizado

214
 O quadro do imobilizado é o relatório de exercício ou relatório intermediário mais
importante e mais abrangente. Ele pode ser criado com o uso de quaisquer variantes de
ordenação e com totais em qualquer nível de grupo, tal como qualquer outro relatório. Uma
lista compacta de totais que não contenha informações pode ser criada no imobilizado
individual.
 Com o uso das interfaces de relatório, é possível exibir o quadro do imobilizado para o
imobilizado individual que compõe o total. O sistema permite fazer pesquisas até a exibição
do valor do imobilizado. (Além disso, é possível ativar diferentes relatórios ou a partir de
outros componentes do R/3.)
 A SAP fornece versões específicas de país do quadro do imobilizado. Essas versões
atendem às exigências legais do país em questão. Existem também versões adicionais do
quadro (para exibir o desenvolvimento de depreciação especial).
 O usuário também é possível definir suas próprias versões do quadro:
- Tamanho: até 10 linhas x 8 colunas
- Entrar os cabeçalhos dos itens do quadro e
- Determinar como os valores devem ser fornecidos para os itens do quadro.
 Essa versão do quadro deve ser informada como parâmetro quando se solicita o quadro do
imobilizado.

 Simulação de valores (depreciados)

215
 Simulações podem ser realizadas a partir da transação Asset Explorer, alterando termos de
depreciação como centro de custo, vida útil, classe, chave de depreciação para analisar o
resultado. È possível utilizar regra de substituição nas simulações.
 Podem ser simuladas alterações em um único ativo, em parte do ativo, ou em todo o
portfólio.

 Versões de simulação ou variantes de simulação

 São utilizadas para simular uma mudança no método de depreciação nos relatórios de
depreciação.
 Para cada área, classe do imobilizado e chave de depreciação, é preciso definir qual a chave
de depreciação e a vida útil a serem escolhidas como alternativas para a simulação.
 O intervalo de validade excluirá o imobilizadocom a data de incorporação que estiver fora
desse intervalo.

216
 Além disso, pode-se estabelecer a regra de substituição para incluir outros parâmetros de
depreciação na simulação.

UNIDADE 6 – VALIDAÇÕES / SUBSTITUIÇÕES

 Validações/Substituições: Regras de validação/substituição podem ser aplicadas a todos os


documentos registrados no FI, criados no próprio módulo ou via integração.
Recomenda-se sempre que possível utilizar este recurso também para desenvolvimentos em
ABAP, uma vez que UserExits sempre estão atreladas a uma determinada transação e regras
de validação/substituição servem para todas as transações de FI.

 Exemplo de validação

 Uma validação permite ao usuário definir suas verificações próprias e individuais para
determinados campos no momento em que uma transação contábil estiver sendo processada.
 Uma validação compõe-se de três partes:
 Condição
 Verificação
 Mensagem

217
 Se a condição for atendida (se for VERDADEIRA), uma verificação será executada.
Se a confirmação de verificação for FALSA, o sistema emitirá uma mensagem

 Exemplo de substituição

 Uma substituição permite ao usuário definir suas próprias condições para a substituição de
campos específicos.
 A substituição compõe-se de duas partes:
 Condição
 Substituição
 Se a condição for atendida (se for VERDADEIRA), uma substituição será executada.

 Procedimento

 As seguintes etapas devem ser executadas para a criação de uma validação ou substituição:
 1. Entrar na área funcional onde a validação ou substituição é aberta.
 2. Marcar o ponto de evento correto para a validação ou substituição.
 3. Definir a validação ou substituição.

218
 4. Atribuir a sua validação ou substituição a uma unidade organizacional (por exemplo,
empresa para FI, empresa ou sociedade para FI-SL, área de contabilidade de custos
para CO).
 5. Ativar.
 Os campos que podem ser usados na validação ou substituição são determinados pela área
funcional e pelo ponto de evento. Ao definir as regras para condição e confirmações de
verificação, o usuário pode selecionar os campos a serem usados.

 Tabelas de usuário em validações e substituições

 FI-SL: Entrada direta de dados

Validações e substituições definidas nos ledgers especiais SÓ controlam lançamentos

 Este exemplo mostra como as validações e substituições são usadas no FI-SL.


 A validação / substituição pode ser usada para um lançamento direto (lançamento de
ajuste).

219
 Neste exemplo, são usados os campos da tabela GLU1

 Validação: Pontos de evento / ponto de evento 1

 O ponto de evento informa quando a validação ou substituição é executada.


 Este exemplo mostra como os dados são validados em uma classificação contábil do Razão,
ou de FI-SL, no ponto de evento 1.
 O ponto de evento 1 verifica os campos de um cabeçalho de documento.

 Validação: Pontos de evento / ponto de evento 2

 O ponto de evento 2 é usado para verificar os campos de um item de documento para um


lançamento em conta do Razão ou um lançamento de ajuste de FI-SL. Os campos disponíveis
no ponto de evento 1 ficam disponíveis também para verificações cruzadas.
 Exemplo: verificação da combinação conta / divisão.

 Operandos e operadores

220
 Os seguintes elementos são usados para criar regras para confirmações de condição
(validação e substituição) e confirmações de verificação (validação).
 Operandos:
 - Operadores lógicos (lógica booleana).
 - Operadores de comparação.

 Validações e substituições: Comparação de campos

 Existem quatro tipos de comparação de campo:


 1. Comparação de constante de campo: <Tabela> $field = 'literal'.
 2. Comparação de subcampo: < Tabela > $fname:n1-n2 op 'fvalue'.
:<Tabela> $fname:n1- op 'fvalue'
:<Tabela> $fname:n1: op 'fvalue'
n1: posição do primeiro caractere no intervalo a ser comparado.
n2: posição do último caractere no intervalo a ser comparado.
n1: da enésima posição do campo para o final do campo.
221
n: a enésima posição.
 3. Comparação de campo: <Tabela> $field1= <Tabela> $field2
 4. Comparação de exemplo: o exemplo de texto pode ser comparado através da palavra-
chave 'LIKE'.
 O símbolo '*' representa qualquer combinação de caracteres; o símbolo '+' representa um
único caractere.
 Exemplo: <GLU1> $RCNTR LIKE '*3*3'" aplica-se aos centros de custo 33, 363, 32433.

 Validações e substituições: Como usar regras

 Uma regra é uma expressão booleana utilizada em uma condição, verificação ou em


qualquer outra regra.
 Se uma expressão booleana for utilizada com freqüência, ou se contiver uma lógica
complexa, o usuário pode criar uma regra para tal.
O usuário pode pegar esta regra da lista de regras e usá-la na sua validação ou substituição.

 Validações e substituições: 'User exits'

 'User exits' são rotinas FORM programadas pelo usuário.

222
 Se quiser usar sua própria regra, o usuário poderá utilizar 'user exits' para definir as
condições ou verificações para campos de validação ou substituição.
 Rotinas EXIT são criadas em um relatório. Cada cliente possui seu próprio relatório. Os
'pools' FORM para o relatório ficam armazenados na tabela T80D.
 O exemplo acima mostra como o sistema salta de uma rotina de validação (na confirmação
de verificação) por meio do USER EXIT U001 para um relatório ABAP.
 O sistema verifica os dados mestre do centro de custo entrado pelo usuário.
Se um centro de custo de administração for usado, o sistema retornará a constante 'V'
(='VERDADEIRO'); caso contrário, retornará a constante 'F' (= 'FALSO') através do campo
'B_RESULT'.

 Construtor de formulas

 O programa Construtor de fórmulas fornece uma interface de fácil utilização para a entrada
de expressões aritméticas e lógicas.
 Dependendo do contexto para a formulação exigida, o programa ainda oferece botões que
proporcionam operandos e operadores para expressões lógicas, que devem ser inseridas na
fórmula.
 A entrada é verificada em cada etapa quanto à sintaxe correta, inclusive os parênteses.
Dependendo das entradas, o sistema somente permitirá ao usuário colocar a formulação lógica
correta, a fim de garantir uma confirmação 100% correta. Os erros na entrada das regras são,
assim, eliminados.
 O uso de nomes técnicos, como ocorria anteriormente (nomes de tabelas e campos) é ainda
possível, mas, aqui, as opções que podem ser usadas são enviadas por meio de botões e textos.
Isto facilita o tratamento de uma lógica que é intrinsecamente técnica.

 VALIDAÇÕES: ATUALIZAÇÕES

223
 Cada validação pode conter até 999 etapas e cada uma delas compreende uma:
 condição
 verificação
 mensagem
 As condições e verificações contêm os mesmos campos e as mesmas opções para
processamento de campo.
 O usuário pode usar uma mensagem já definida ou, então, criar uma nova mensagem para a
validação.
 O usuário pode incluir até quatro campos em uma mensagem. Os caracteres '$' da
mensagem são caracteres de preenchimento para os campos a serem emitidos.
 As mensagens a serem emitidas podem ter vários níveis de gravidade:
 I = Informação
 W = Aviso
 E = Erro (o usuário deve corrigir a entrada)
 C = Cancelamento

 SUBSTITUIÇÃO: ATUALIZAÇÃO

 Uma substituição também pode conter até 999 etapas.


 Uma etapa de substituição compõe-se de:
 condição
224
 substituição

 ATIVAÇÃO

 Uma validação / substituição é ativada para cada uma das seguintes entidades:
 uma UNIDADE ORGANIZACIONAL (no FI-SL: empresa ou sociedade)
 um PONTO DE EVENTO (no FI-SL: 0001 (cabeçalho de documento) ou 0002 (item de
documento))
 uma validação ou substituição pode ser válida para várias empresas / sociedades ao mesmo
tempo.
 Antes de executar uma validação / substituição, é preciso ativá-la. Os seguintes níveis de
ativação são possíveis:
 0 Inativo
 1 Ativo
 2 Ativo, exceto para 'batch input'

NEW GL INTRODUÇÃO
O New GL foi desenvolvido para suprir a necessidade de demonstrativos gerenciais por
negócio, criando uma ligação direta entre os componentes FI e CO.
Com o surgimento do New GL foi possível extrair balanços gerenciais por negócio e cross
fiscal year variante. A reconciliação entre FI e CO passou a ser realtime.
Contabilidades paralelas como USGAAP não precisam mais do componente Razão
Especial.
Ao lançar um documento é possível indicar em qual ledger ele será considerado. Se não for
indicado nenhum ledger, o documento será visualizado em todos os ledgers.
Os dados que estavam armazenados em 4 tabelas passaram a ser concentradas em apenas 1:
FAGLFLEXT.

CLASSIC FI: GLT0


LEDGER CUSTOS DE VENDA: GLFUNCT
LEDGER DE RECONCILIAÇÃO: COFIT

225
PROFIT CENTER ACCOUNTING: GLPCT

 ATIVAÇÃO DO NEW GL

 LEDGER - DEFINIÇÃO

 Ledger líder: É o livro líder que servirá de referência para os demais. Geralmente o leading
ledger representa o local GAAP. Somente os dados que constam no líder são transferidos para
o CO. Não é possível definir mais de um ledger líder.

 Usa a moeda local atribuída a company code;


 Usa a variante fiscal year atribuída a company code;
 Usa a variante período de lançamentos atribuída a company code.

 Campos da tabela FLEXT

 Fiscal Year;
 Centro de custo;
 Segmento;
 Número contábil;
 Centro de lucro;
 Elemento de custo;
 Área funcional;
 Company code;
 Área de negócios.

Após definir os ledgers (inclusive o líder) é necessário habilitar um ou mais cenários para cada
livro. Os cenários indicarão quais campos serão atualizados pela empresa:

 Atualização do centro de custo;


 Preparação para consolidação;
 Área de negócios;
 Atualização do centro de lucro;
 Segmentação;

226
 Contabilidade custos de venda.

 Visualização de entrada: É a visualização do documento tal como foi cadastrado no


sistema.
 Visualização do Razão Geral: É a visualização do documento com dados adicionais
segundo os cenários definidos para cada livro.
 Segmento: No New GL é o objeto mais adequado para demonstrar resultado por negócio.
Além do segmento podem ser usados centro de lucro, área de négocio, e profitability segment
(CO-PA). Todos são objetos complementares e não excludentes.
O segmento é derivado do Centro de Lucro, ou seja, é definido no cadastro mestre do centro
de lucro.

 DOCUMENTO SPLITING

 Com o New GL é possível splitar documentos onde o rateio é visualizado somente no


Razão Geral, sendo transparente nos razões auxiliares.
 Geralmente um lançamento é rateado por área de negócios, centro de lucro e segmento. Os
objetos escolhidos devem estar em concordância com os cenários ativos em cada ledger.

 Zero balance: Ao checar, o sistema irá consistir débito e crédito para garantir que o
lançamento continue balanceado.
 Campo mandatório: Pode ser considerado uma extensão do status de campo, obrigando
que o usuário preencha o campo checado. Após definir quais serão os objetos de rateio, é
necessário criar um método de split e ativá-lo.
 Ativando um documento Spliting: O método criado é ativado/desativado por company
code.
 Herança: Se checado, ao criar um documento, os objetos associados às contas de receita ou
despesa serão automaticamente associados às partidas de clientes e fornecedores e aos
impostos.

227
 Padrão A/C Atribuição: É um recurso que irá substituir o conteúdo das atribuições
contábeis (que pode e star em branco) pela constante informada.
 Simulando a visão do GL: É possível simular o resultado de um Split antes dele ser
executado pelo sistema. Dessa forma, pode-se visualizar e evitar eventuais erros.
 Método Spliting: Define como e em quais circunstâncias um documento será splitado.
 Business Transaction: São transações que derivam dos processos de negócios
estabelecidos no sistema.
 Variante Business Transaction: É uma versão específica de business transactions que será
usada na definição de regras de Split.
 Categoria de Item: Derivado dos tipos de contas, ele representa os itens de um documento.
 Regras Spliting: Define quais categorias de itens poderão ou serão Splitados.
 Modo Expert: Botão que mostra todos os parâmetros do Split.

O sistema consegue Splitar via herança lançamentos em contas do razão auxiliar


(AP/AA/AR), porém, quando a partida é uma conta do GL (caixa por exemplo) ele não
consegue. Esse rateio tem que ser feito via Regra de Substituição + desenvolvimento ABAP.

 INTEGRAÇÃO

A integração entre FI/CO e CO/FI é realtime. Se uma conta de resultado está associada a um
elemento de custo, os dados são repassados ao CO imediatamente.
A volta de dados para FI seguem regras pré-definidas através de variantes.
As variantes são associadas as company codes.
É possível transferir lançamentos em secundários elementos de custo do CO para FI
desde que sejam definidas as contas contábeis para tal fim.

 Trace LOG: Se necessário o envio de dados CO/FI pode ser acompanhados através de
trace. Isso aumenta consideravelmente o número de registros no banco de dados.
 Documento Flow: É possível navegar em um documento a partir de CO para FI e vice-
versa.
 Processamento Periódico: Atividades de fechamento que foram eliminadas com o New
GL:

 Manutenção e uso do ledger de reconciliação;


 Ajustes de balanço (substituído pelo documento Split);
 Ajustes de lucros e perdas;
 Manutenção e uso dos vários sub-ledgers.

Atividades que foram reformuladas para agilizar o processo de fechamento:

 Transporte de balanços;
 Reclassificação/Sorting para recebíveis e pagáveis;
 Rateio individual para ajustes de valores.

 RELATÓRIOS

228
O código escrever no razão clássico por default é marcado quando realizamos a ativação do
New GL, o código deve ficar marcado durante a fase de testes e validação do New GL, para
permitir a comparação entre os dados da FAGLFLEXT e da GLT0.
Caso o flag de leitura da GLT0 seja marcado não temos mais a leitura da FAGLFLEXT e todos
os relatórios novos não podem ser utilizados.

 Comparação de diferentes ledgers: Geralmente na migração do Classic GL para o New


GL, nos 2 primeiros meses configura-se o sistema para alimentar as 2 tabelas: GLT0 e
FAGLFLEXT. Sendo assim é possível visualizar e comparar saldos sob as 2 óticas. Algumas
transações foram reformuladas para ter dados da nova tabela FBLxN.

 Balanços e demonstrativos de lucros e perdas: O programa RFBILA00 continua sendo


utilizado para a criação de demonstrativos de resultados, considerando dados da antiga e nova.

 Novo FI relatório Drilldown: Apesar do programa RFBILA00 estar disponível para o


New GL, recomenda-se a utilização dos relatórios Drilldown, uma vez que proporciona maior
flexibilidade na estruturação dos demonstrativos. A transação através da qual serão extraídos
os relatórios é a FG10.

 Visualização do balanço contábil do GL: A transação FAGLB03 passa a ser utilizada para
a visualização de saldos de contas contábeis. Nela será possível escolher o ledger (líder ou
não). Selecionar através de seleções dinâmicas características pré-definidas no IMG, fazer o
Drilldown a partir de um saldo para os itens de lançamento.

 Visualização dos itens de linha: Ao efetuar o drilldown até o item, é possível visualizá-lo
a partir da visão de entrada, ou da visão do GL. Se for escolhida a visão do GL, os itens
poderão ser visualizados mesmo sem check de line item display no cadastro da conta contábil.
Partidas em aberto a pagar e a receber podem ser também visualizados através de Drilldown
relatórios, usando os recursos atribuição contábil do sub-ledger e atribuição do General
Ledger.

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