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J.E. Austin Kevin X.

Murphy
Associates C.E.O. – J.E. Austin
Associates
Email:
kmurphy@jeaustin.com
Movimento Website:
www.jeaustin.com

Adiante:
Congresso
Fomentando a Internacional Brasil
Competitivo
Competitividade Movimento Brasil
Competitivo
Julho de 2008
Brasília/DF

1
© J.E. Austin Associates
Building Competitiveness
Every Brazilian knows that to be competitive in “FUTEBOL”…

You need more than just “a level playing field.”


© J.E. Austin Associates
J.E. Austin
Associates Agenda

1. Por que a Competitividade é Tão Importante?

2. O Que é Competitividade?

3. Como a Competitividade é construída e onde ela tem


funcionado?

4. O que tudo isto significa para o MBC?

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J.E. Austin
Por Que a Competitividade se
Associates Tornou a Prioridade Econômica
Global N° 1?
• OMC/Acordos Regionais de Comércio

• Mudança tecnológica rápida

• Novos atores no mercado de trabalho global

• Preços das commodities, inflação e déficits

• Incerteza econômica (desaquecimento nos EUA,


estagnação na União Européia)

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J.E. Austin A Competitividade Sustentável
Associates
Não é somente…

•Recursos Naturais Abundantes


•Mão-de-obra barata
•Depreciação da moeda
•Excelente localização
•Melhores “incentivos” do Governo

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J.E. Austin
Associates
Competitividade não são salários
baixos
Os salários baixos posicionam um país contra
países que são ainda mais pobres...
3,500

3,000

2,500

Ganhos 2,000
Mensais 1,500
(US$)
1,000

500

0 Ranking do
3 13 1 4 54 98 76 RGC
(entre 104)
Ta dia
Fi ha

Br n

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Bo il
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Al cia
an
ân

as
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em

nl
é

in
Su

Fonte: Indicadores de Desenvolvimento Mundial, OIT, Relatório Global de Competitividade de 2004.


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© J.E. Austin Associates
J.E. Austin A Competitividade Sustentável não
Associates
depende das negociações da
OMC…
A questão:
ƒO Brasil apresentou argumentos convincentes junto à
OMC contra alguns incentivos pagos a produtores de
algodão nos EUA
Decisão da OMC:
ƒO Brasil recebeu a aprovação inicial de tarifas
retaliatórias de até 4 bilhões de dólares
Esta decisão pode parecer significativa para a
competitividade do Brasil a longo prazo.

Porém…
J.E. Austin A Competitividade Sustentável não
Associates
depende das negociações da
OMC…
• A decisão não teve impacto sobre a competitividade a
curto prazo. Graças aos altos preços das commodities,
um número reduzido destes pagamentos de subsídio
foram/serão feitos em 2007 e 2008.
• A decisão só tem como alvo específico um número
reduzido de pequenos pagamentos que devem ser
eliminados.

No final das contas, os países conseguem prosperar em


determinados setores porque seu ambiente interno é mais
progressista, dinâmico e desafiador.

- Michael Porter
J.E. Austin A Resposta Não Está Apenas em Entrar
Associates Para o Setor de Prestação de Serviços:
Os Serviços Podem Ser Commodities

• O Básico “Sol e Praia”


• Segmentos de mercado de
baixo valor
• Dependência de
intermediários (operadoras
de vôos fretados)
• Os Baixos Salários
Persistem

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J.E. Austin
Associates Competitividade É…

Crescimento Sustentável na Produtividade Definição de


Impulsionado pelos: Porter

MACRO ambiente Definição do


MICRO ambiente Conselho
Recursos Herdados Nacional de
Competitividade

… que consistentemente melhoram os padrões de vida

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J.E. Austin
Associates Competitividade Firme:
Firme: Boa Estratégia e Boas
Boa Operações
Fronteira da Vencedores Competitivos
Produtividade

Produtividade
Estratégica

Empresas que Ficam


Para Trás
Ruim
Ruim Produtividade Operacional Boa
Fonte: Monitor Company
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J.E. Austin
Associates O Paradigma da Competitividade

Contexto Político, Jurídico, Social e Macroeconômico

Competitividade Microeconômica
Sofisticação
Sofisticação das
das Qualidade
Qualidade do
do
Operações
Operações ee Ambiente
Ambiente de
de
Estratégias
Estratégias das
das Negócios
Negócios
Empresas
Empresas Microeconômico
Microeconômico

Estado
Estado do
do
Desenvolvimento
Desenvolvimento de
de
Clusters
Clusters

Ativos (Recursos Naturais, Localização)

Fonte:
Fonte: Michael
Michael Porter,
Porter, 2007
2007 12

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J.E. Austin
Associates
Marco Nacional da
Competitividade

6. Proporcionar Condições 1. Mobilizar a Vontade Política


Políticas, Macro-Econômicas
e Sociais Estáveis
2. Obter Acesso a Mercados
7. Transformar a Economia Ambiente de Negócios Atraentes em Termos
Doméstica Competitiva Favoráveis
Classe Mundial
8. Garantir um Setor 3. Mobilizar Investimentos
Financeiro Moderno para Explorar os Mercados
e Eficaz

9. Facilitar a Aquisição 4. Construir uma


e Inovação de Tecnologia Pessoas Empresas Infra-Estrutura
de Apoio
Produtivas Competitivas
10. Lançar Iniciativas de 5. Formar Indivíduos
Competitividade a Nível Altamente Competitivos
Regional, Setorial e de
Indústria

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Mobilizar a Vontade Política

• O maior obstáculo = a mentalidade das pessoas


– Necessidade de mudar o vocabulário e a mentalidade da
mídia local (no idioma local)
– Mobilizar a vontade política
A vontade política é um fator crítico para o atingimento dos
outros 9 elementos do Marco.
2
Obter Acesso a Mercados Atraentes
em Termos Favoráveis
• O acesso ao mercado foi a prioridade número
um na estratégia da Irlanda

• Taiwan
• Coréia do Sul
• Japão
• Cingapura
• Vietnã

Exportações de Mercadorias Irlandesas por Região 1981-1990


Fonte: CSO, Trade Statistics
3
Mobilizar Investimentos para
Explorar os Mercados

• Níveis elevados de investimento privado produtivo


• Irlanda, Japão e Coreia
• Benchmarks de excelente desempenho
– Investimento privado superior a 15% do PIB
– Investimento estrangeiro direto (IED) superior a 5% do PIB
4

Construir uma Infra-Estrutura de Apoio

• Os países competitivos passaram rapidamente a


construir infra-estrutura geral e especializada

– Zonas Econômicas Especiais – China

– República Dominicana – Zonas de Livre Comércio

– Exemplo histórico: O Canal de Eire

– Exemplo futuro: Cidade de Masdar, Abu Dhabi –


Cidade Neutra em Carbono
5
Formar Indivíduos
Altamente Produtivos
• Renovação do sistema educacional na Irlanda e
Cingapura
• Contra-exemplos: Rússia e Sri Lanka

• As empresas devem ser capazes de recrutar


especialistas estrangeiros facilmente quando
houver necessidade
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Proporcionar Condições Políticas,
Macro-Econômicas e Sociais
Estáveis
• O “Pacto Social” na Irlanda
– Redução dos Impostos
– Aumento no Salário Líquido
– Redução no Custo do Ensino
ÎControle Salarial e Paz Social entre os Sindicatos
após grave turbulência

• A China cria uma situação favorável com taxas de


câmbio previsíveis
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Fortalecer as Instituições e Facilitar
a Realização de Negócios
A Competitividade nas Exportações Não
Basta
• Japão – duas décadas de estagnação
• EUA na década de noventa

• O Processo Orçamentário: Transparente e


Responsável?

• Fazer com Que o Serviço Público Seja de Fato Útil


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Garantir um Setor Financeiro
Moderno e Eficaz

• Os Países Competitivos possuem Serviços


Financeiros para todos os nichos
– Mobilização para Poupança Rural
– Títulos de Propriedade
– Instrumentos de Hipoteca acessíveis e esquema de
Micro-Crédito
• A Gestão de Risco e regulamentação
apropriada são essenciais
– Crise Financeira na Ásia
– Crise Imobiliária nos EUA
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Facilitar a Aquisição e Inovação
de Tecnologia
• Do Licenciamento à Marca
– As Empresas Coreanas fabricavam produtos
eletrônicos de Marcas Americanas
– Atualmente…

• A falta de proteção da Propriedade Intelectual


desencoraja a Inovação e lançamentos de Marcas pela
Indústria Local. Além disso, desencoraja as empresas
Estrangeiras a terceirizar o trabalho intelectual nestes
Países

• APO – Organização para a Produtividade da Ásia


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Lançar Iniciativas de
Competitividade a Nível Regional,
Setorial e de Indústria
• Os Líderes na área do Ensino, no Governo e
Empresariais locais formam Conselhos de
Competitividade que podem elaborar e implantar
iniciativas regionais de desenvolvimento econômico

• Até o momento, mais de 2.500 Conselhos de


Competitividade foram identificados pelo Competitive
Institute
J.E. Austin
Associates
Iniciativas de Competitividade
na Indústria
Cronograma intenso de apresentações a Clusters da Indústria, Lideranças
Governamentais, Associações Empresariais, Professores de Economia e Imprensa
Especializada na Área de Negócios

Indústria 1 Indústria 2 Indústria 3

LIDER PROFESS
MFG-2 MFG-1
GOVERN ECONOM

ASSOC
IT TURISMO SVCS-1
EMPRES

FERRAMENTAIS PRINCIPAIS RESULTADOS


• Benchmarking de Competitividade do • Reunião das Lideranças
País • Identificação dos Pares
• Apresentações sobre Competitividade • Pelo menos 3 Clusters Atendiam os
Customizadas Critérios
• Mapeamento das Lideranças • Identificação de Líderes da Reforma no
• Análises do Comércio Governo
• Análise do Ambiente • Nota: Exige Apresentadores Dinâmicos,
Macro/Microeconômico Versáteis, Experientes e Altamente
Treinados
J.E. Austin Iniciativa de Competitividade
Associates
na Indústria

INDÚSTRIA B

INDÚSTRIA A INDÚSTRIA C

PRINCIPAIS FERRAMENTAS RESULTADOS


• Memorandos de Entendimento com 3-5 • Seleção de Cluster
Clusters • Diagnóstico do Cluster
• SWOT • Estratégias do Cluster
• Análise GAP • Identificação das Principais Restrições
• Diamante da Competitividade Institucionais e de Políticas
• Análise da Cadeia de Valor
• Posicionamento Competitivo Relativo
J.E. Austin
Associates Visão Geral da Estratégia

Diagnóstico:
SWOT, GAP, Etc.
Iniciativas de Ação
Cadeia de Valor 1. Ação A
2. Ação B
3. Ação C
Posicionamento Competitivo 4. Etc.

Análise Diamante

Análise Indústria/Mercado

Estratégia
Estratégia de
de
Competitividade
Competitividade
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Plano de Ação

• Clusters da Indústria

• Benchmark Interno

• Benchmark Internacional

• Workshops com Representantes do Setor Público e


Privado

• Conscientização do Público

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J.E. Austin A Busca de um Diálogo
Associates
Público-Privado Eficaz

INEFICAZES EFICAZES
Empresa Individual Clusters da Indústria
Queixas Pontuais Visão Abrangente
Nível Operacional Estratégia
Listas de Coisas a Prioridades
Fazer
Dados e Análise
Evidências Empíricas
Concessões Co-Responsabilidade
Lados Opostos Mesmo Lado da Rua

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J.E. Austin
Associates
Processo de Construção da
Competitividade da JAA
Negócios

2. Conselho Nacional
Ensino Diálogo Público-Privado 3. Governo
de Competitividade Governo

Mão-de-obra

Ajudar os “Líderes”
no Governo com
reformas
institucionais e de
políticas selecionadas

1. Iniciativas de “Cluster”
Mídia
“Cluster”-- Todos os participantes
da cadeia de valor de um
4. Mudando as Mentalidades
determinado setor, bem como de
setores e instituições afins e de Grupos de
Universidades
apoio. Liderança
Fonte: JE Austin Associates
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Role of MBC: “4 C’s”

•Convener
•Catalyst
•Coach
•Champion
© J.E. Austin Associates
J.E. Austin Clusters /Iniciativas Selecionados
Associates
no Brasil

PE, Petrolina
Agronegócio

BA, Salvador
Turismo
GO, Rio Verde
Agronegócio
SP, São José dos Campos
Agronegócio RJ, Rio de Janeiro
SC, Concordia Energia
Agronegócio
SC, Joinville SP, ABC
RS, Novo Hamburgo Software Manufatura
Calçados
J.E. Austin
Associates
Rankings de Competitividade:
O Mundo Está Prestando Atenção
Índice de Competitividade Global, WEF
Índice de Competitividade dos Negócios, ISC, HBS
Doing Business do Banco Mundial
Anuário da Competitividade Mundial IMD
Índice de Qualidade de Vida
Índice Global de Inovação
Índices de Risco EIU (país e mercado
financeiro)
Índice de Desenvolvimento Humano da ONU
Índice FDI da AT Kearney

Os rankings globais medem os padrões para se atingir o sucesso na


economia global: aumento no padrão de vida, reformas institucionais,
atração de talentos e investimentos
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J.E. Austin
Associates
SUGESTÕES E PROPOSTAS PRÁTICAS

1 . Integrar Ao Programa Mundial do “Jornalismo para a Inovação”

2 . Estabelecer Conselhos de Governo para Apoiar Competitividade em


Nível de Estados, Com Boas Práticas e Experiências Técnicas

3. Estabelecer “Clusters”de Competitividade nos Estados e Municípios

4. O MBC Integrar o Movimento Mundial da Competitividade em Capetown


de 28 a 30 de Outubro de 2008

5. Junho dde 2009 - Sediar o Congresso Internacional e Competitividade


No Brasil, simultaneamente com este Congresso

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J.E. Austin As Leis de Murphy na
Associates
Competitividade

1. O Obstáculo Número Um à Competitividade é a Mentalidade da Liderança

2. A Solução ao Socialismo Não é o “Capitalismo de Compadres”, a Livre


Iniciativa Também é uma Opção

3. Os Países Competitivos Exportam Produtos; Os Países Não Competitivos


= Exportam Pessoas

4. Posicione-se no Mercado ou, do Contrário, Outros o Farão Por Você

5. Metade dos Novos Investimentos Externos Vem de Clientes Existentes


J.E. Austin
Associates
As Leis de Murphy
na Competitividade
6. Se Você Quiser Aumentar as Exportações, Não Crie uma Agência para a
Promoção das Exportações

7. Teste as Crianças em Coisas que os Computadores Não Conseguem


Fazer

8. Faça com que o Setor Privado Construa a Infra-estrutura – É Mais Barato,


Mais Seguro, Melhor para o Meio-Ambiente e ... Se Algo Der Errado Você
Terá Alguém para Processar

9. Barreiras à Competitividade -- “A Culpa É de Alguém”, Mas a


Responsabilidade Não É de Ninguém

10. Peça aos Professores Universitários que Conversem com os Empresários


e Não Apenas Entre Si – a Garotada Precisa de Empregos!!!