Você está na página 1de 17

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DO JUIZADO

ESPECIAL CIVEL DA COMARCA DE PEDRO II - PI

Tramitação Prioritária – Pessoa Idosa


(Art. 1.048, I, do NCPC)

FRANCISCO DAS CHAGAS CASTRO, brasileiro, casado,


aposentado, portador do RG nº 660.901 SSP-PI e CPF nº 185.206.933-34,
residente e domiciliado na Rua Projetada, S\N, Zona Rural, Domingos
Mourão-PI, CEP: 64.250-000, vem, mui respeitosamente, por intermédio de
seus advogados e bastantes procuradores, com escritório profissional delineado
na parte inferior deste petitório, à presença de Vossa Excelência, na melhor
forma de direito, propor a presente:

AÇÃO DECLARATÓRIA DE INEXISTÊNCIA DE DÉBITO c/c


REPETIÇÃO DE INDÉBITO E INDENIZAÇÃO POR DANOS
MORAIS c/c PEDIDO DE LIMINAR

Em face do BANCO ITAÚ BMG CONSIGNADO S/A, inscrito no


CNPJ sob o nº: 33.885.724/0001-19, com sede na Praça Alfredo Egydio de
Souza Aranha, nº 100, Parque Jabaquara, São Paulo - SP, CEP: 04344-902, com
os seguintes fundamentos fáticos e jurídicos a serem deduzidos a seguir:

Rua Padre Manoel Félix, n° 622, Sala 01 e 02, Ed. Dorgival Vidal-Campo Maior/PI
86 99561-2751 / 86 98170-4903
wellingtonadvcm@gmail.com
I - PRELIMINARMENTE

A - TRAMITAÇÃO PRIORITÁRIA

A parte autora conta atualmente com mais de 60 anos de idade, bem


como se pode verificar através das cópias dos seus documentos pessoais em
anexo. Portanto, requer-se seja dada tramitação preferencial ao presente feito,
com base no art. 71 do Estatuto do Idoso (Lei 10.741/2003) e art. 1048, I, do
Código de Processo Civil, que asseguram a prioridade na tramitação do
processo a pessoas acima de 60 anos de idade.

B - GRATUIDADE DA JUSTIÇA

Pugna, outrossim, pelos benefícios da Justiça Gratuita, preceituados pelo


art. 5° da CF, inciso LXXIV, e art. 98 do NCPC, POR SER POBRE NA
FORMA DA LEI, não dispondo de condições econômicas para arcar com as
despesas de custas processuais e honorários advocatícios, sem prejuízo de sua
própria manutenção e de sua família, para efeito de eventual interposição de
recurso.

II - DOS FATOS

O autor, pessoa idosa e de pouca instrução, sendo beneficiário de uma


aposentadoria por idade junto à previdência social (NB 1497287690).

Ocorre que, há algum tempo notou que não recebeu seus proventos em
sua totalidade, o que lhe impulsou a se deslocar à agência do INSS para obter o
extrato do referido benefício (EM ANEXO), quando fora surpreendido com
descontos mensais no valor de R$ 55,20 (cinquenta e cinco reais e vinte
centavos) oriundo de um suposto contrato de empréstimo consignado
firmado com o requerido (contrato nº 544147283) supostamente firmado em
dezembro de 2014, no valor de R$ 1.953,98 (um mil novecentos e
cinquenta e três reais e noventa e oito centavos).

Rua Padre Manoel Félix, n° 622, Sala 01 e 02, Ed. Dorgival Vidal-Campo Maior/PI
86 99561-2751 / 86 98170-4903
wellingtonadvcm@gmail.com
Acontece, Excelência, que o requerente não reconhece a validade do
referido empréstimo, visto que nunca ter contratado ou autorizado a
contratação, bem como ter sido beneficiado do referido valor.

Deste modo, após efetuado dolorosos 35 (trinta e cinco) descontos,


provocando desfalques financeiros ao autor, tendo em vista que do referido
benefício mantém sua subsistência.

Neste passo, vem ao Poder Judiciário, requerer a reparação dos prejuízos


lhe ocasionados pelo requerido.

III – DO DIREITO

À luz do disposto no § 2º. do art. 3º. da Lei n. 8.078/90, entendesse por


fornecedor toda pessoa física ou jurídica que fornece produtos ou presta
serviços mediante remuneração do consumidor. Daí que, em sendo o
demandado pessoa jurídica de direito privado que presta atividade de natureza
comercial, indubitável o seu enquadramento no conceito legal de fornecedor,
com a consequente submissão às normas consumeristas e de ordem pública
estabelecidas na Lei n. 8.078/90.

Portanto, não restam dúvidas acerca da aplicação das normas públicas de


defesa do consumidor insertas na Lei 8.078/90, haja vista a caracterização do
Requerente como destinatário final dos serviços financeiros prestados pelo
Demandado, nos termos dos arts. 2º e 3º, §2º da aludida norma.

Aliás, cumpre ressaltar que o SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA


sumulou referido entendimento por meio da Súmula n º 297:

“O CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR É


APLICÁVEL ÀS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS”.

“RESTA CLARO, EXCELÊNCIA QUE A LIDE TRATA-SE


DE RELAÇÃO DE CONSUMO, DEVENDO A
RESPONSABILIDADE ATRIBUÍDA A REQUERIDA SER
OBJETIVA”.

A - DOS DANOS MORAIS

Rua Padre Manoel Félix, n° 622, Sala 01 e 02, Ed. Dorgival Vidal-Campo Maior/PI
86 99561-2751 / 86 98170-4903
wellingtonadvcm@gmail.com
Nos termos do art. 186 e 927, do CCB/02, aquele que por ação ou
omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a
outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito, gerando a
obrigação de repará-lo.

Também, no Código de Defesa do Consumidor, em seu art. 6º, VI, é


extremamente claro ao prever como um dos direitos básicos do consumidor a
efetiva prevenção e reparação do dano moral.

Ademais, "o fornecedor de serviços responde, independentemente de


existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por
defeitos relativos à prestação dos serviços, bem como por informações
insuficientes e inadequadas sobre sua fruição e riscos. O serviço é defeituoso
quando não fornece a segurança que o consumidor dele pode esperar, levando
em consideração as circunstâncias relevantes, entre as quais o modo do seu
fornecimento e o resultado e os riscos que razoavelmente dele se esperam." –
art. 14 “caput” e §1º, do CDC – Lei 8078/90.

A Constituição Federal de 1.988, no artigo 5º, incisos V e X, também


prevê a proteção ao patrimônio moral, in verbis:

“V – é assegurado o direito de resposta, proporcional ao


agravo, além da indenização por dano material, moral ou
à imagem”;
(…)
X – são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e
a imagem das pessoas, assegurado o direito a
indenização pelo dano material ou moral decorrente de
sua violação.”

Evidente que o desconto consignado em pagamento de aposentado


junto ao INSS levado a efeito por instituição bancária, sem a autorização
daquele e sem contrato de empréstimo que lhe dê suporte (com manifestação
de vontade expressa) causa grande abalo emocional, angústia e apreensão ao
lesado, vindo a justificar uma reparação/compensação por danos morais.

Rua Padre Manoel Félix, n° 622, Sala 01 e 02, Ed. Dorgival Vidal-Campo Maior/PI
86 99561-2751 / 86 98170-4903
wellingtonadvcm@gmail.com
Em igual sentido, alguns julgados de outros Tribunais de Justiça, cujas
ementas seguem transcritas, na parte que interessa:

'"EMENTA: AÇÃO DECLARATÓRIA DE


INEXISTÊNCIA DE DÉBITO - INDENIZAÇÃO -
PROVA DA EXISTÊNCIA DA RELAÇÃO JURÍDICA
AUSENTE - DANO MORAL. Não restando comprovada a
contratação do empréstimo, nem tampouco que foi a autora
quem efetuou os saques, correta se apresenta a declaração de
inexistência do negócio jurídico e a determinação de devolução
das parcelas indevidamente debitadas na conta-corrente da
consumidora. A efetivação de desconto de contrato de
empréstimo, não comprovado pela instituição financeira na
conta corrente do consumidor, gera a obrigação de indenizar o
dano moral decorrente deste ato." (TJMG, Apelação Cível n°
1.0363.07.027371-1/001, Rel. Des. NILO LACERDA,
Julgamento em 26/11/2008) (grifo nosso)

O dano moral visa compensar investidas injustas de outrem, sobretudo


aquelas que atingem a moralidade e causam sentimentos e sensações negativas.
A evidência que tal comportamento é suficiente a causar à parte, neste caso o(a)
requerente, grande angústia, indignação e intranquilidade sem saber se terá
recursos até mesmo para honrar os compromissos já assumidos.

É do conhecimento de todos, além de questão de bom senso, os efeitos


danosos e constrangedores de se ver injustamente tolhido de parte de seus
proventos mensais. Ademais, o desconto indevido de valor de empréstimo
não contratado, que reduz ainda mais o parco benefício recebido pelo
aposentado, gera, sem dúvida alguma, extrema angústia ao mesmo,
ainda mais quando se trata em desconto indevido que tem como fonte
verba de caráter alimentar.

É desnecessária a comprovação objetiva do dano moral, bastando para


tanto que se demonstre a existência do ato danoso injustificável, para que a
necessidade de ressarcimento se configure. Nesse sentido colhe-se precedente
julgado no Superior Tribunal de Justiça que:

Rua Padre Manoel Félix, n° 622, Sala 01 e 02, Ed. Dorgival Vidal-Campo Maior/PI
86 99561-2751 / 86 98170-4903
wellingtonadvcm@gmail.com
"na concepção moderna do ressarcimento por dano moral,
prevalece a responsabilização do agente por força do simples
fato da violação, de modo a tornar-se desnecessária a prova do
prejuízo em concreto, ao contrário do que se dá quanto ao
dano materia.l"(REsp 708.612/RO, Ministro Cesar Asfor
Rocha).

Sendo assim, está efetivamente caracterizada a conduta ilícita do Banco


ora requerido, dando ensejo à reparação do dano moral, ex vi legis. Todavia,
ressalte-se que a respectiva reparação moral deve ser arbitrada mediante
estimativa prudente, que leve em conta a razoabilidade e proporcionalidade de
modo a satisfazer a dor da vítima, além de impor ao ofensor UMA SANÇÃO
QUE LHE DESESTIMULE E INIBA A PRÁTICA DE ATOS LESIVOS À
PERSONALIDADE DE OUTREM.

Neste diapasão, há de salientar que a instituição-Ré é detentora do


capital econômico e aufere anualmente valores indecifráveis a título de
lucro, tudo em prejuízo da excelência na prestação de serviços e, via de
conseqüência, do consumidor.

A doutrina e jurisprudência recomendam a aplicação da TEORIA DO


VALOR DO DESESTÍMULO, segundo a qual a indenização deve ter função
dúplice, prestando tanto para uma compensação pelos sentimentos negativos
suportados pelo promovente (CARÁTER COMPENSATÓRIO), quanto
servindo de punição pela conduta desenvolvida pelo agente lesivo (CARÁTER
PUNITIVO).

NO QUANTUM INDENIZATÓRIO, em atenção à gravidade e


reiteração na conduta da instituição-Ré que permite ou silencia à pratica
recorrente de tais condutas, em atenção à teoria do valor do desestímulo,
sugere-se que, a título de danos morais, seja a Ré condenada ao
pagamento do valor de R$ 20.000,00 (vinte mil reais), por se mostrar um
valor razoável, em afinidade com os julgados das cortes brasileiras.

B - DO DIREITO À REPETIÇÃO DO INDÉBITO

Rua Padre Manoel Félix, n° 622, Sala 01 e 02, Ed. Dorgival Vidal-Campo Maior/PI
86 99561-2751 / 86 98170-4903
wellingtonadvcm@gmail.com
No caso sub examinem, não restam dúvidas de que o consumidor foi
cobrado indevidamente, vez que não houve o fornecimento efetivo de qualquer
produto pela Reclamada. Imperiosa, pois, a aplicação da sanção inserta no art.
42, Parágrafo Único, do CDC:

“O consumidor cobrado em quantia indevida tem direito à


repetição do indébito, por valor igual ao dobro do que pagou
em excesso, acrescido de correção monetária e juros legais,
salvo hipótese de engano justificável”.

Sobre a matéria, colhe-se da jurisprudência dos Tribunais pátrios que

“CONSUMIDOR. CONTRATAÇÃO DE EMPRÉSTIMO


CONSIGNADO EM FOLHA (APOSENTADOS) POR
TERCEIRO. REPETIÇÃO DO INDÉBITO. DANO
MORAL CONFIGURADO. REDUÇÃO DO QUANTUM.
Aposentado do INSS que foi vítima de fraude perpetrada por
terceiro para obtenção de empréstimo consignado em sua
folha de pagamento de benefício previdenciário. Falha do
serviço evidente, consistente na precária identificação do
contratante. Resistência do banco em cessar o desconto. Dever
de repetição do indébito. Falha do serviço que provocou dano
moral ao consumidor, pessoa que percebe benefício de
aposentadoria e teve valores significativos subtraídos de seus
proventos. Redução do valor fixado a título de danos morais, a
fim de adequar-se aos parâmetros adotados pela Turma em
casos análogos. Recurso parcialmente provido. Unânime”.
(Recurso Cível Nº 71001615046, Primeira Turma Recursal
Cível, TurmasRecursais, Relator: João Pedro Cavalli Junior,
Julgado em 29/05/2008), por fim, " verificado o pagamento
em excesso, impõe-se a restituição da diferença a maior,
calculada em dobro, de acordo com o parágrafo único do art.
42 do CDC (...). Recurso parcialmente provido" (TJRJ - AC
52/2000 - 5ª C.Cív. - Rel. Des. Carlos Raymundo Cardoso -
Julgado em 14.03.2000). (grifo nosso)

Resta que, cabalmente demonstrada, sob vários argumentos, a ilegalidade


do desconto no benefício, uma vez que este não autorizou quaisquer descontos

Rua Padre Manoel Félix, n° 622, Sala 01 e 02, Ed. Dorgival Vidal-Campo Maior/PI
86 99561-2751 / 86 98170-4903
wellingtonadvcm@gmail.com
referente a tal empréstimo, tem o consumidor o direito à repetição do indébito,
ou seja, de ser restituído do valor que pagou indevidamente, acrescido do
dobro, da correção monetária e juros legais.

Neste diapasão, o autor, até a presente data, já soma o prejuízo material


de 35 (trinta e cinco) descontos, valor este que DEVERÁ SER
DEVIDAMENTE RESTITUÍDA EM DOBRO.

IV - DOS PEDIDOS

Em razão de todo o exposto, requer-se a Vossa Excelência:

a) A concessão da prioridade de tramitação processual, haja vista a


autora ter mais de 60 (sessenta) anos, e enquadrar-se nos moldes art.
71 do Estatuto do Idoso (Lei 10.741/2003) e art. 1048, I, do Código
de Processo Civil;

b) Concessão dos benefícios da Justiça Gratuita, haja vista tratar-se


de pessoa pobre na forma da Lei n. 1.060/50 , do art. 5º da CF, inciso
LXXIV, e art. 98 do NCPC, sem condições de arcar com custas
processuais e honorários advocatícios;

c) A citação da Ré, na pessoa do seu representante legal, para,


querendo, apresentar defesa, sob pena de decretação de revelia e
aplicação da pena de confissão;

d) A inversão do ônus da prova em favor do consumidor, tendo em


vista a sua hipossuficiência e, ainda, a verossimilhança das suas
alegações, a teor do que autoriza o inciso VIII, do art. 6º, do CDC;

e) A procedência do pedido em todos os seus termos, com a


consequente:

f) Declaração da inexistência do negócio jurídico referente ao


“suposto” empréstimos, bem como a condenação desta, a
ressarcir a demandante, em dobro, todos os valores

Rua Padre Manoel Félix, n° 622, Sala 01 e 02, Ed. Dorgival Vidal-Campo Maior/PI
86 99561-2751 / 86 98170-4903
wellingtonadvcm@gmail.com
descontados, devendo ser a estes valores ser acrescido juros e
correção monetária, nos termos do art. 42, parágrafo único, do CDC);

g) Ao pagamento de uma indenização, a título de danos morais,


em favor da requerente, em observância à extensão do dano e a
capacidade financeira das partes, sugerindo-se o montante de R$
20.000,00(vinte mil reais)

Protesta provar o alegado por todos os meios de prova em direito


admitidos, especialmente depoimento pessoal da parte adversa, documentos
colacionados, oitiva de testemunhas a serem oportunamente arroladas, sem
prejuízo de quaisquer outros que se fizerem necessários no curso da instrução
processual.

Dá-se à causa, o valor de R$ 30.000,00(trinta mil reais).

Nesses termos,
Pede e Espera Deferimento.

Domingos Mourão - PI, 03 de julho de 2019.

ANTÔNIO FLÁVIO IBIAPINA SOBRINHO


ADVOGADO OAB/PI 15.455

WELLINGTON FRANCISCO LUSTOSA SENA


ADVOGADO OAB/PI 13852

Rua Padre Manoel Félix, n° 622, Sala 01 e 02, Ed. Dorgival Vidal-Campo Maior/PI
86 99561-2751 / 86 98170-4903
wellingtonadvcm@gmail.com
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO PIAUÍ
PODER JUDICIÁRIO
PROCESSO
Processo n° 0010690- ( 88 dias em tramitação )
Proc. Principal: O Próprio
Juízo: JECC de Pedro II
Juiz: LARA KALINE SIQUEIRA FURTADO
Assunto: Bancários « Contratos de Consumo « DIREITO DO CONSUMIDOR
Classes: Procedimento do Juizado Especial Cível « Procedimento de Conhecimento «
Objeto: OBJETO NÃO CADASTRADO
Fase Processual: CONHECIMENTO Segredo de Justiça: NÃO
Data de Distribuição: 04/07/19 09:37
Valor da Causa: R$30000,00 Prioridade: MAIOR QUE 60 ANOS
Último Evento: Conclusos para Decisão
Petições P/ Analisar: 0 petição(ões) 0 intimações
Prazos Para certificar em Vara:
0 cumprimentos do cartório

PARTES
NOME IDENTIDADE CPF
FRANCISCO DAS CHAGAS CASTRO 660.901 SSP / PI 185.206.933-34
Promovente NOME OAB/MADEP
ADVOGADO(S): ANTONIO FLAVIO IBIAPINA SOBRINHO 15455 N - PI

BANCO ITAU CONSIGNADO S.A. 33.885.724/0001-19


Promovido
ADVOGADO(S): Nenhum advogado cadastrado.

MOVIMENTAÇÕES
Nº EVENTOS DO PROCESSO DATA MOVIMENTADO POR
1 Recebimento 04/07/2019 09: ANTONIO FLAVIO IBIAPINA
Origem: OAB15455NPI

2 Distribuição 04/07/2019 09: SISTEMA CNJ


JECC de Pedro II

3 Audiência 04/07/2019 09: SISTEMA CNJ


(Agendada para 12 de Novembro de 2019 às 10:00)

4 Documento lido 04/07/2019 09: SISTEMA CNJ


(Para FRANCISCO DAS CHAGAS CASTRO) em 04/07/19 *Referente ao evento Audiência

5 Expedição de documento 04/07/2019 09: SISTEMA CNJ


Para BANCO ITAU CONSIGNADO S.A.

1
6 Serventuário 08/07/2019 10: FRANCISCO MARTINS

7 Conclusão 08/07/2019 10: FRANCISCO MARTINS