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SRAN

MODERNIZATION
EDI - ESTUDO DETALHADO DE IMPLANTAÇÃO

114S1
LISBOA_MADALENA
REV. 00 01 02 03 04 05
DATA 14-06-2019 26-06-2019 03-07-2019

1
Índice
1 - MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA 3
Generalidades 3
Descrição dos trabalhos a executar 3
Operação SWAP 4
Pré-instalação 4
Swap 4
Validação de dados Preparatórios 5
Configuração Actual / Futura 5
Equipamentos a retirar 5
Equipamentos a instalar: 6
Lista de Consumíveis: 6
Cablagem 6
Transmissão 7
Energia 7
Alarmes Existentes 8
Regulamentação 9
2 – REPORTAGEM FOTOGRÁFICA 10
3 – PEÇAS DESENHADAS 13
4 – ESTUDO DE ESTABILIDADE 14

2
1 - MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA

Generalidades
Refere-se a presente memória descritiva e justificativa do survey no âmbito projeto SRAN
Modernization na Estação Base de Radiocomunicações, 114S1_LISBOA_MADALENA, situada
na TRAVESSA DAS PEDRAS NEGRAS , Nº 1 - LISBOA.

Neste documento, pretende-se descrever a solução adotada e os procedimentos a realizar de


forma a colocar a Estação Base em perfeito funcionamento.

Descrição dos trabalhos a executar


Os trabalhos a executar na estação NOS, contemplam a criação de infraestruturas base
fundamentais à instalação de equipamentos NOKIA, bem como, todos os elementos de
suporte necessários ao seu funcionamento, tais como, Energia, Transmissão, RF, Cablagens,
Terras e todos os Suportes de fixação necessários para os Equipamentos de Rádios e Modulo
de Sistema Nokia.

Este site em especifico já tem equipamentos NOKIA instalados, e encontra-se em funcionamento.


O intuito desta intervenção será modernizar o site da configuração SRAN17 para SRAN18.

3
Operação SWAP

Pré-instalação

 Relocalização, de forma temporária e sem desligar, dos módulos rádio NOKIA (3 x


FRGX + 3 x FXEF). Remover também 2 x FPKA do setor 1.
 Instalação dos novos módulos de rádio, no lugar dos rádio relocalizados, conforme
a planta de implementação.
 3 x AHEGA. Sendo necessário adicionar 4 x FPKC para o setor 1.
 Retirar o FPFH do setor 2. Os módulos de rádio deste setor serão energizados pelo
o FPFH do setor 3.
 Relocalização do FPFH do setor 1 no postalete existente, conforme a planta de
implementação.
 Relocalização do FHDB do setor 3 no postalete existente, conforme a planta de
implementação.
 Passagem de novos jumpers entre os módulos de rádio AHEGA e as antenas.
 Passagem de cabo de energia DC adicional desde os módulos de rádio no sector 2
até ao FPFH do sector 3.
 Reutilizar as FO, os cabos de energia DC e os cabos RET existentes.
Swap

 Preparação de swap e pedido de autorização de corte de rádio.


 Desligar equipamentos relocalizados anteriormente referidos.
 Remover a RBS ERICSSON existente.
 Substituição dos SFP´s nos AHEGA.
 Configuração e integração dos novos equipamentos Nokia.
 Integração de tecnologias no core NOKIA.

Notas:
Tempo estimado de corte: 2 horas por tecnologia.
Nesta solução proposta, o cenário de rollback é possível, mas será necessário manter
todos os equipamentos no local até ao final dos trabalhos.

4
Validação de dados Preparatórios

Configuração Actual / Futura

Actual
GSM UMTS 2100 LTE 800 LTE 1800 LTE 2100 LTE 2600
S233 S111 - S111 S111 -

Futura
GSM UMTS 2100 LTE 800 LTE 1800 LTE 2100 LTE 2600
S233 S111 - S111 S111 -

Equipamentos a retirar

Equipamento Quantidade
FRGX 3
FXEF 3
FOSN 12
FPKA 2
FPFH 1
RBS 1

5
Equipamentos a instalar:

Cod. Equipamento Qt
 
473995A  AHEGA AirScale Dual RRH 2T4R B1/3 240W  3 
474282A  APPB Airscale2 55A DC plug 3.3‐10 mm2  3 
472821A.101  FPKC FLEXI POLE KIT  4 
474293A  AMFD AirScale2 FPKx fixing adapter 600   2 
472948A  FOSO Optical SFP O 1310nm 9.8Gb 1,4km SM  6 
CSV60016.69  MSV Jumper 4.3‐10 Male/7‐16 Male 3m  4 
CSV60016.70  MSV Jumper 4.3‐10 Male/7‐16 Male 4m  4 
CSV60017.18  MSV Jumper 4.3‐10 Male/7‐16 Male 7m  4 
CSV60016.72  MSV MCMK/XCMK 2x6+2.5 cable PRY  20 

Lista de Consumíveis:

Equipamento Qt

Cabo de cobre nu 50mm  20m 

Cablagem

JUMPER  FO  RET  


TECH  SECT  DE  PARA 
TIPO  Qt x m  Qt x m  Qt x m 
 
1 FHDB ANTENA
GSM 2 FHDB ANTENA JÁ EXISTENTE 
3 FHDB ANTENA
1 AHEGA ANTENA 4.3\10 M – 7\16 M 2 x 7m 

UL21 2 AHEGA ANTENA 4.3\10 M – 7\16 M 2 x 3m  JÁ EXISTENTE 
EXISTENTE 
3 AHEGA ANTENA 4.3\10 M – 7\16 M 2 x 4m 
1 AHEGA ANTENA 4.3\10 M – 7\16 M 2 x 7m 
L18 2 AHEGA ANTENA 4.3\10 M – 7\16 M 2 x 3m 
3 AHEGA ANTENA 4.3\10 M – 7\16 M 2 x 4m 

6
Transmissão
TIPO  COMPRIMENTO CONECTORES 
Optical X 10m SC\PC – LC\PC
MW  
Electrical

Cenário Actual
A transmissão é garantida por FO entre a ODF e o ATN910, e daí e os Módulos de Sistema Nokia.

Módulos
de
ATN
ODF FO FO Sistema
910 Nokia
(AirScale)

Cenário Futuro
O cenário actual será mantido.

Energia

Ramal de energia AC

NECESSIDADE DE 
POTÊNCIA 
FORNECEDOR  TIPO  PROTEÇÃO ENTRADA  AUMENTO DE 
CONTRATADA
POTÊNCIA 
EDP TRIFÁSICO 30 A  DB 90 (30) A  NÃO

LEITURA DO CONTADOR 
Vazio  Cheio  Ponta  Total 
NÃO FOI POSSIVEL TIRAR A LEITURA

7
Sistema DC

O sistema DC será mantido.

ACTUAL  FUTURO 
Marca ELTEK
Modelo 9Kw + 1
Consumo (A) total DC ‐
Módulos Retificador 3 MANTER
Vagas módulos sistema N/A
Banco de Baterias 1
Capacidade Baterias (Ah) 190

POTÊNCIA ESTIMADA DC DE EQUIPAMENTOS NOKIA 3125 W

AVAC

AR CONDICIONADO  N/A
FREE COOLING  N/A

Alarmes Existentes
Os alarmes existentes irão ser mantidos, visto que já estão configurados para os
equipamentos NOKIA.

8
Regulamentação

O presente projeto foi elaborado de acordo com as normas e regulamentos técnicos


específicos aplicáveis Portugueses, nomeadamente:

R.S.A. – Regulamento de Segurança e Ações para Estruturas de Edifícios e Pontes;


R.E.B.A.P.E. – Regulamento de Estruturas de Betão Armado e Pré-Esforçado;
R.E.A.E. – Regulamento de Estruturas de Aço para Edifícios.
NP ENV 206

Em tudo o que ficar omisso serão respeitadas as disposições regulamentares em vigor e


indicações das entidades competentes.

Alfragide, 3 de julho de 2019

9
2 – REPORTAGEM FOTOGRÁFICA

Geral Módulos de rádio e power

Módulos de rádio e power Módulos de rádio e power

10
Retificador Transmissão existente

Quadro elétrico DB90

11
Localização dos equipamentos NOKIA

12
3 – PEÇAS DESENHADAS
 Planta de Implementação

 Alçados

 Caminho de Cabos de Rádio

 Caminho de Cabos de Energia

 Rede de Terras

 Sinalética de Segurança

 Sinótico de Energia

 Sinótico de Rádio

13
PLANTA DE IMPLANTAÇÃO

90°
N

S
°
270
SECTOR 1
DESCRIÇÃO DOS TRABALHOS SRAN18
§ Relocalização, de forma temporária e sem desligar, dos módulos rádio NOKIA (3
x FRGX + 3 x FXEF). Remover também 2 x FPKA do setor 1.
§ Instalação dos novos módulos de rádio, no lugar dos rádio relocalizados,
conforme a planta de implementação.
§ 3 x AHEGA. Sendo necessário adicionar 4 x FPKC para o setor 1.
§ Retirar o FPFH do setor 2. Os módulos de rádio deste setor serão energizados
pelo o FPFH do setor 3.
§ Relocalização do FPFH do setor 1 no postalete existente, conforme a planta de
implementação.
§ Relocalização do FHDB do setor 3 no postalete existente, conforme a planta de
implementação.
§ Passagem de novos jumpers entre os módulos de rádio AHEGA e as antenas.
• Reutilizar as FO, os cabos de energia DC e os cabos RET existentes.
§ Remover a RBS ERICSSON existente.
• Substituição dos SFP's nos AHEGA.

Legenda:
A MANTER

A INSTALAR

A RETIRAR

ALTERAÇÕES DATA:
1) NOVA SOLUÇÃO 27.06.2019
2)
3)

S
DESIGNAÇÃO:
PLANTA DE IMPLANTAÇÃO
IDENTIFICAÇÃO:
114S1_LISBOA_MADALENA
SECTOR 2 LOCALIZAÇÃO:
TRAVESSA DAS PEDRAS NEGRAS, Nº1
LISBOA

DESENHOU: Jorge Lopes


DATA: 19.06.2019
TÉCNICO RESPONSÁVEL:

SECTOR 3 ESCALAS: CÓDIGO:


1 : 75 01.01
ELABORADO POR:
PLANTA DE IMPLANTAÇÃO

90°
SECTOR 1

N
U21/L21/L18
AZ. 60°
MASTRO Ø114.3 h=6m
K80010622
SECTOR 1 TILT ME.: 0° EQUIPAMENTO NOKIA A RELOCALIZAR

S
G9 TILT EL.: 0° MÓDULO DE ENERGIA (1x FPFH)
AZ. 60° HBA= 31,70m

°
IN-SNEC_516215 EQUIPAMENTO NOKIA A RETIRAR

270
TILT ME.: -4° MÓDULO DE RÁDIO (1x FRGX + 1x FXEF)
TILT EL.: 2° 1x JST Stack Flexi Mount
HBA= 28,50m DESCRIÇÃO DOS TRABALHOS SRAN18
§ Relocalização, de forma temporária e sem desligar, dos módulos rádio NOKIA (3
MASTRO MEO
EQUIPAMENTO NOKIA RELOCALIZADO x FRGX + 3 x FXEF). Remover também 2 x FPKA do setor 1.
EQUIPAMENTO NOKIA A RELOCALIZAR § Instalação dos novos módulos de rádio, no lugar dos rádio relocalizados,
MÓDULO DE RÁDIO (1x FHDB) conforme a planta de implementação.
MÓDULO DE RÁDIO (1x FHDB)
MÓDULO DE ENERGIA (1x FPFH) § 3 x AHEGA. Sendo necessário adicionar 4 x FPKC para o setor 1.
2x FPKA A RETIRAR
FIXAÇÃO § Retirar o FPFH do setor 2. Os módulos de rádio deste setor serão energizados
EM POSTALETE EXISTENTE pelo o FPFH do setor 3.
§ Relocalização do FPFH do setor 1 no postalete existente, conforme a planta de
EQUIPAMENTO NOKIA A INSTALAR implementação.
MÓDULO DE RÁDIO (1x AHEGA) § Relocalização do FHDB do setor 3 no postalete existente, conforme a planta de
implementação.
FIXAÇÃO § Passagem de novos jumpers entre os módulos de rádio AHEGA e as antenas.
EM POSTALETE EXISTENTE • Reutilizar as FO, os cabos de energia DC e os cabos RET existentes.
§ Remover a RBS ERICSSON existente.
• Substituição dos SFP's nos AHEGA.
CALHA TÉCNICA 300x60mm

Legenda:
EQUIPAMENTO NOKIA A MANTER
MÓDULO DE SISTEMA (1x AMOB + 1x ASIA + 3x ABIA) A MANTER
1x JST Stack Flexi Mount

ARMÁRIO ELTEK 9K A MANTER A INSTALAR


EQUIPAMENTOS MEO A RETIRAR
RBS A RETIRAR

ALTERAÇÕES DATA:
QGBT 1) NOVA SOLUÇÃO 27.06.2019
DB90
2)
3)

CALHA TÉCNICA 200x60mm

S
DESIGNAÇÃO:
PLANTA DE IMPLANTAÇÃO
IDENTIFICAÇÃO:
114S1_LISBOA_MADALENA
LOCALIZAÇÃO:
TRAVESSA DAS PEDRAS NEGRAS, Nº1
LISBOA

DESENHOU: Jorge Lopes


DATA: 19.06.2019
TÉCNICO RESPONSÁVEL:

ESCALAS: CÓDIGO:
1 : 50 01.02
ELABORADO POR:
PLANTA DE IMPLANTAÇÃO

90°
N

S
°
270
DESCRIÇÃO DOS TRABALHOS SRAN18
CALHA TÉCNICA 100x60mm § Relocalização, de forma temporária e sem desligar, dos módulos rádio NOKIA (3
x FRGX + 3 x FXEF). Remover também 2 x FPKA do setor 1.
§ Instalação dos novos módulos de rádio, no lugar dos rádio relocalizados,
conforme a planta de implementação.
§ 3 x AHEGA. Sendo necessário adicionar 4 x FPKC para o setor 1.
§ Retirar o FPFH do setor 2. Os módulos de rádio deste setor serão energizados
pelo o FPFH do setor 3.
§ Relocalização do FPFH do setor 1 no postalete existente, conforme a planta de
implementação.
§ Relocalização do FHDB do setor 3 no postalete existente, conforme a planta de
implementação.
§ Passagem de novos jumpers entre os módulos de rádio AHEGA e as antenas.
EQUIPAMENTO NOKIA A INSTALAR • Reutilizar as FO, os cabos de energia DC e os cabos RET existentes.
MÓDULO DE RÁDIO (1x AHEGA) § Remover a RBS ERICSSON existente.
• Substituição dos SFP's nos AHEGA.
FIXAÇÃO
EM POSTALETE EXISTENTE
EQUIPAMENTO NOKIA A RETIRAR
MÓDULO DE RÁDIO (1x FRGX + 1x FXEF)
Legenda:
MÓDULO DE ENERGIA (1x FPFH)
A MANTER
EQUIPAMENTO NOKIA A MANTER
MÓDULO DE RÁDIO (1x FHDB)
A INSTALAR
EM INTERFACE EXISTENTE
A RETIRAR

EQUIPAMENTO NOKIA A RELOCALIZAR


SECTOR 2 ALTERAÇÕES DATA:
MÓDULO DE ENERGIA (1x FPFH)
MASTRO Ø114.3 h=3.5m G9/U21/L21/L18 1) NOVA SOLUÇÃO 27.06.2019
MÓDULO DE RÁDIO (1x FHDB)
AZ. 170°
MASTRO Ø114.3 h=6m K80010692 2)
TILT ME.: 0° 3)
SECTOR 3 TILT EL.: 8°
U21/L21/L18 HBA= 24,50m
AZ. 340°
EQUIPAMENTO NOKIA A RETIRAR
K80010622
TILT ME.: -3°
TILT EL.: 3°
MÓDULO DE RÁDIO (1x FRGX + 1x FXEF) S
EQUIPAMENTO NOKIA A INSTALAR
HBA= 25,40m SECTOR 3 MÓDULO DE RÁDIO (1x AHEGA)
G9 FIXAÇÃO
AZ. 330° EM POSTALETE EXISTENTE DESIGNAÇÃO:
IN-SNEC_516215
EQUIPAMENTO NOKIA RELOCALIZADO PLANTA DE IMPLANTAÇÃO
TILT ME.: -1°
TILT EL.: 2° MÓDULO DE RÁDIO (1x FHDB)
MÓDULO DE ENERGIA (1x FPFH) IDENTIFICAÇÃO:
HBA= 27,20m
FIXAÇÃO 114S1_LISBOA_MADALENA
EM POSTALETE EXISTENTE
LOCALIZAÇÃO:
TRAVESSA DAS PEDRAS NEGRAS, Nº1
LISBOA

DESENHOU: Jorge Lopes


DATA: 19.06.2019
TÉCNICO RESPONSÁVEL:

ESCALAS: CÓDIGO:
1 : 50 01.03
ELABORADO POR:
ALÇADO DA ESTAÇÃO
DESCRIÇÃO DOS TRABALHOS SRAN18
§ Relocalização, de forma temporária e sem desligar, dos módulos rádio NOKIA (3
x FRGX + 3 x FXEF). Remover também 2 x FPKA do setor 1.
SECTOR 1 § Instalação dos novos módulos de rádio, no lugar dos rádio relocalizados,
U21/L21/L18 conforme a planta de implementação.
AZ. 60° § 3 x AHEGA. Sendo necessário adicionar 4 x FPKC para o setor 1.
K80010622 § Retirar o FPFH do setor 2. Os módulos de rádio deste setor serão energizados
pelo o FPFH do setor 3.
TILT ME.: 0° § Relocalização do FPFH do setor 1 no postalete existente, conforme a planta de
TILT EL.: 0° implementação.
MASTRO Ø114.3 h=6m
HBA= 31,70m § Relocalização do FHDB do setor 3 no postalete existente, conforme a planta de
implementação.
§ Passagem de novos jumpers entre os módulos de rádio AHEGA e as antenas.
• Reutilizar as FO, os cabos de energia DC e os cabos RET existentes.
SECTOR 1 § Remover a RBS ERICSSON existente.
• Substituição dos SFP's nos AHEGA.
G9
AZ. 60°
IN-SNEC_516215
TILT ME.: -4°
TILT EL.: 2° HBA 31,70m
HBA= 28,50m

EQUIPAMENTO NOKIA A RELOCALIZAR


MÓDULO DE ENERGIA (1x FPFH)

EQUIPAMENTO NOKIA A RETIRAR


MÓDULO DE RÁDIO (1x FRGX + 1x FXEF)
1x JST Stack Flexi Mount Legenda:
EQUIPAMENTO NOKIA A MANTER
A MANTER
MÓDULO DE SISTEMA (1x AMOB + 1x ASIA + 3x ABIA)
1x JST Stack Flexi Mount A INSTALAR
ARMÁRIO ELTEK 9K A MANTER
A RETIRAR
RBS A RETIRAR
MASTRO Ø114.3 h=6m
QGBT HBA 28,50m ALTERAÇÕES DATA:
DB90
1) NOVA SOLUÇÃO 27.06.2019
SECTOR 2
G9/U21/L21/L18 2)
SECTOR 3
AZ. 170° 3)
G9
K80010692
AZ. 330°
TILT ME.: 0°
IN-SNEC_516215
TILT EL.: 8°
TILT ME.: -1° HBA 27,20m
S
MASTRO Ø114.3 h=3.5m HBA= 24,50m
TILT EL.: 2°
HBA= 27,20m

SECTOR 3 EQUIPAMENTO NOKIA A RELOCALIZAR


U21/L21/L18 MÓDULO DE RÁDIO (1x FHDB)
AZ. 340° 2x FPKA A RETIRAR DESIGNAÇÃO:
K80010622
TILT ME.: -3°
EQUIPAMENTO NOKIA RELOCALIZADO ALÇADO DA ESTAÇÃO
TILT EL.: 3° MÓDULO DE RÁDIO (1x FHDB)
HBA= 25,40m MÓDULO DE ENERGIA (1x FPFH) IDENTIFICAÇÃO:
FIXAÇÃO
EM POSTALETE EXISTENTE HBA 25,40m 114S1_LISBOA_MADALENA
EQUIPAMENTO NOKIA A INSTALAR LOCALIZAÇÃO:
MÓDULO DE RÁDIO (1x AHEGA)
FIXAÇÃO
TRAVESSA DAS PEDRAS NEGRAS, Nº1
EM POSTALETE EXISTENTE
HBA 24,50m
LISBOA

DESENHOU: Jorge Lopes


DATA: 19.06.2019
TÉCNICO RESPONSÁVEL:

EQUIPAMENTO NOKIA
RELOCALIZAR EQUIPAMENTO NOKIA A RETIRAR
MÓDULO DE ENERGIA (1x FPFH) MÓDULO DE RÁDIO (1x FRGX + 1x FXEF) ESCALAS: CÓDIGO:
MÓDULO DE RÁDIO (1x FHDB)
EQUIPAMENTO NOKIA A INSTALAR
MÓDULO DE RÁDIO (1x AHEGA)
EQUIPAMENTO NOKIA A RETIRAR
MÓDULO DE RÁDIO (1x FRGX + 1x FXEF)
1:50 02
FIXAÇÃO MÓDULO DE ENERGIA (1x FPFH)
EM POSTALETE EXISTENTE EQUIPAMENTO NOKIA A INSTALAR ELABORADO POR:
MÓDULO DE RÁDIO (1x AHEGA)
EQUIPAMENTO NOKIA RELOCALIZADO
FIXAÇÃO
MÓDULO DE RÁDIO (1x FHDB)
EM POSTALETE EXISTENTE
MÓDULO DE ENERGIA (1x FPFH)
EQUIPAMENTO NOKIA A MANTER
FIXAÇÃO
EM POSTALETE EXISTENTE MÓDULO DE RÁDIO (1x FHDB)
EM INTERFACE EXISTENTE
CAMINHO DE CABOS
DESCRIÇÃO DOS TRABALHOS SRAN18
§ Relocalização, de forma temporária e sem desligar, dos módulos rádio NOKIA (3
SECTOR 1 x FRGX + 3 x FXEF). Remover também 2 x FPKA do setor 1.
U21/L21/L18 § Instalação dos novos módulos de rádio, no lugar dos rádio relocalizados,
AZ. 60° conforme a planta de implementação.
MASTRO Ø114.3 h=6m § 3 x AHEGA. Sendo necessário adicionar 4 x FPKC para o setor 1.
K80010622
§ Retirar o FPFH do setor 2. Os módulos de rádio deste setor serão energizados
SECTOR 1 TILT ME.: 0° pelo o FPFH do setor 3.
G9 TILT EL.: 0° § Relocalização do FPFH do setor 1 no postalete existente, conforme a planta de
AZ. 60° HBA= 31,70m implementação.
§ Relocalização do FHDB do setor 3 no postalete existente, conforme a planta de
IN-SNEC_516215
implementação.
TILT ME.: -4° § Passagem de novos jumpers entre os módulos de rádio AHEGA e as antenas.
TILT EL.: 2° • Reutilizar as FO, os cabos de energia DC e os cabos RET existentes.
HBA= 28,50m § Remover a RBS ERICSSON existente.
• Substituição dos SFP's nos AHEGA.
MASTRO MEO
EQUIPAMENTO NOKIA RELOCALIZADO

90°
MÓDULO DE RÁDIO (1x FHDB)
E3
MÓDULO DE ENERGIA (1x FPFH)

N
FIXAÇÃO
EM POSTALETE EXISTENTE
EQUIPAMENTO NOKIA A INSTALAR
MÓDULO DE RÁDIO (1x AHEGA)

S
FIXAÇÃO
EM POSTALETE EXISTENTE

°
270
CALHA TÉCNICA 300x60mm E2
Legenda:

CABO DC
EQUIPAMENTO NOKIA A MANTER
MÓDULO DE SISTEMA (1x AMOB + 1x ASIA + 3x ABIA) JUMPER 1/2" Flex
1x JST Stack Flexi Mount
CABO FO
F1
ARMÁRIO ELTEK 9K A MANTER
EQUIPAMENTOS MEO CABO
E1
F1 TRANSMISSÃO
RETIFICADOR

ODF ALTERAÇÕES DATA:


QGBT 1) NOVA SOLUÇÃO 27.06.2019
DB90
T1 2)
3)
E2
CALHA TÉCNICA 200x60mm

S
DESIGNAÇÃO:
CAMINHO DE CABOS
IDENTIFICAÇÃO:
114S1_LISBOA_MADALENA
LOCALIZAÇÃO:
TRAVESSA DAS PEDRAS NEGRAS, Nº1
LISBOA

TABELA DE JUMPERS 1/ 2'' FLEX DESENHOU: Jorge Lopes


TABELA DE CABOS DC
DATA: 19.06.2019
POS. DESIGNAÇÃO Qt.
ALIMENTAÇÃO MÓDULO DE SISTEMA Cabo TÉCNICO RESPONSÁVEL:
E1
1 X CABO DC MCMK 6mm² Existente
ALIMENTAÇÃO FPFH Cabos
E2 Existentes
2 X CABOS DC MCMK 25mm²
ESCALAS: CÓDIGO:
ALIMENTAÇÃO MÓDULOS DE RÁDIO Cabos
E3
6 X CABOS DC MCMK 6mm²
TRANSMISSÃO
Existentes 1 : 50 03.01
POS. DESIGNAÇÃO Qt. ELABORADO POR:
T1 FO_LX entre ODF e o Módulo de Sistema Existente

TABELA DE CABOS FO

POS. DESIGNAÇÃO Qt.

F1 LIGAÇÃO ENTRE MS e RÁDIOS Cabos


FIBRA ÓPTICA Existentes
CAMINHO DE CABOS
DESCRIÇÃO DOS TRABALHOS SRAN18
§ Relocalização, de forma temporária e sem desligar, dos módulos rádio NOKIA (3
x FRGX + 3 x FXEF). Remover também 2 x FPKA do setor 1.
§ Instalação dos novos módulos de rádio, no lugar dos rádio relocalizados,
conforme a planta de implementação.
§ 3 x AHEGA. Sendo necessário adicionar 4 x FPKC para o setor 1.
F1 § Retirar o FPFH do setor 2. Os módulos de rádio deste setor serão energizados
pelo o FPFH do setor 3.
§ Relocalização do FPFH do setor 1 no postalete existente, conforme a planta de
implementação.
§ Relocalização do FHDB do setor 3 no postalete existente, conforme a planta de
implementação.
§ Passagem de novos jumpers entre os módulos de rádio AHEGA e as antenas.
• Reutilizar as FO, os cabos de energia DC e os cabos RET existentes.
§ Remover a RBS ERICSSON existente.
F1 • Substituição dos SFP's nos AHEGA.
CALHA TÉCNICA 100x60mm

90°
N

S
E2
EQUIPAMENTO NOKIA A INSTALAR

°
270
MÓDULO DE RÁDIO (1x AHEGA)
FIXAÇÃO
Legenda:
EM POSTALETE EXISTENTE

CABO DC

JUMPER 1/2" Flex


EQUIPAMENTO NOKIA A MANTER
CABO FO
MÓDULO DE RÁDIO (1x FHDB)
EM INTERFACE EXISTENTE
CABO
TRANSMISSÃO

SECTOR 2 ALTERAÇÕES DATA:


MASTRO Ø114.3 h=3.5m G9/U21/L21/L18
AZ. 170° 1) NOVA SOLUÇÃO 27.06.2019
MASTRO Ø114.3 h=6m K80010692 2)
TILT ME.: 0°
TILT EL.: 8° 3)
SECTOR 3
U21/L21/L18 HBA= 24,50m
AZ. 340°
K80010622
TILT ME.: -3°
TILT EL.: 3°
E3
EQUIPAMENTO NOKIA A INSTALAR
S
HBA= 25,40m SECTOR 3 MÓDULO DE RÁDIO (1x AHEGA)
G9 FIXAÇÃO
AZ. 330° EM POSTALETE EXISTENTE DESIGNAÇÃO:
IN-SNEC_516215
TILT ME.: -1°
EQUIPAMENTO NOKIA RELOCALIZADO CAMINHO DE CABOS
TILT EL.: 2° MÓDULO DE RÁDIO (1x FHDB)
HBA= 27,20m MÓDULO DE ENERGIA (1x FPFH) IDENTIFICAÇÃO:
FIXAÇÃO
EM POSTALETE EXISTENTE 114S1_LISBOA_MADALENA
LOCALIZAÇÃO:
TRAVESSA DAS PEDRAS NEGRAS, Nº1
LISBOA

TABELA DE JUMPERS 1/ 2'' FLEX DESENHOU: Jorge Lopes


TABELA DE CABOS DC
DATA: 19.06.2019
POS. DESIGNAÇÃO Qt.
ALIMENTAÇÃO MÓDULO DE SISTEMA Cabo TÉCNICO RESPONSÁVEL:
E1
1 X CABO DC MCMK 6mm² Existente
ALIMENTAÇÃO FPFH Cabos
E2 Existentes
2 X CABOS DC MCMK 25mm²
ESCALAS: CÓDIGO:
ALIMENTAÇÃO MÓDULOS DE RÁDIO Cabos
E3
6 X CABOS DC MCMK 6mm²
TRANSMISSÃO
Existentes 1 : 50 03.02
POS. DESIGNAÇÃO Qt. ELABORADO POR:
T1 FO_LX entre ODF e o Módulo de Sistema Existente

TABELA DE CABOS FO

POS. DESIGNAÇÃO Qt.

F1 LIGAÇÃO ENTRE MS e RÁDIOS Cabos


FIBRA ÓPTICA Existentes
90°
REDE DE TERRAS

N
SECTOR 1
U21/L21/L18
AZ. 60°

S
MASTRO Ø114.3 h=6m
K80010622
SECTOR 1 TILT ME.: 0°

°
270
G9 TILT EL.: 0°
AZ. 60° HBA= 31,70m
IN-SNEC_516215
TILT ME.: -4°
TILT EL.: 2°
HBA= 28,50m

MASTRO MEO
EQUIPAMENTO NOKIA RELOCALIZADO
MÓDULO DE RÁDIO (1x FHDB)
MÓDULO DE ENERGIA (1x FPFH)
FIXAÇÃO
EM POSTALETE EXISTENTE T2
EQUIPAMENTO NOKIA A INSTALAR
MÓDULO DE RÁDIO (1x AHEGA)
FIXAÇÃO
EM POSTALETE EXISTENTE
Legenda: Eq
CALHA TÉCNICA 300x60mm
A MANTER

A INSTALAR
EQUIPAMENTO NOKIA A MANTER
MÓDULO DE SISTEMA (1x AMOB + 1x ASIA + 3x ABIA) A RETIRAR
1x JST Stack Flexi Mount
REDE DE TERRAS
T1 ARMÁRIO ELTEK 9K A MANTER
T2
EQUIPAMENTOS MEO
ALTERAÇÕES DATA:
1) NOVA SOLUÇÃO 27.06.2019
2)
QGBT 3)
DB90

CALHA TÉCNICA 200x60mm


S
DESIGNAÇÃO:
REDE DE TERRAS
IDENTIFICAÇÃO:
114S1_LISBOA_MADALENA
LOCALIZAÇÃO:
TRAVESSA DAS PEDRAS NEGRAS, Nº1
LISBOA

DESENHOU: Jorge Lopes


TABELA DE TERRAS DATA: 19.06.2019
TÉCNICO RESPONSÁVEL:
POS. DESIGNAÇÃO

LIGAÇÃO DE TERRAS SWAP NOKIA


T1 CABO COBRE NÚ 50mm2 ESCALAS: CÓDIGO:
1 : 50 04.01
T2 BARRA DE TERRAS
ELABORADO POR:
90°
REDE DE TERRAS

S
°
270
CALHA TÉCNICA 100x60mm

EQUIPAMENTO NOKIA A INSTALAR


MÓDULO DE RÁDIO (1x AHEGA) Legenda: Eq
FIXAÇÃO
EM POSTALETE EXISTENTE A MANTER

A INSTALAR
T2
A RETIRAR
EQUIPAMENTO NOKIA A MANTER
MÓDULO DE RÁDIO (1x FHDB) REDE DE TERRAS
EM INTERFACE EXISTENTE

ALTERAÇÕES DATA:
SECTOR 2
1) NOVA SOLUÇÃO 27.06.2019
MASTRO Ø114.3 h=3.5m G9/U21/L21/L18 2)
AZ. 170°
T2
K80010692
3)
MASTRO Ø114.3 h=6m
TILT ME.: 0°
SECTOR 3 TILT EL.: 8°
HBA= 24,50m
S
U21/L21/L18
AZ. 340°
K80010622 T1
TILT ME.: -3°
TILT EL.: 3° EQUIPAMENTO NOKIA A INSTALAR
HBA= 25,40m SECTOR 3 DESIGNAÇÃO:
MÓDULO DE RÁDIO (1x AHEGA)
G9 FIXAÇÃO
AZ. 330° REDE DE TERRAS
EM POSTALETE EXISTENTE
IN-SNEC_516215
TILT ME.: -1°
EQUIPAMENTO NOKIA RELOCALIZADO IDENTIFICAÇÃO:
TILT EL.: 2° MÓDULO DE RÁDIO (1x FHDB)
MÓDULO DE ENERGIA (1x FPFH)
114S1_LISBOA_MADALENA
HBA= 27,20m
FIXAÇÃO
EM POSTALETE EXISTENTE
LOCALIZAÇÃO:
TRAVESSA DAS PEDRAS NEGRAS, Nº1
LISBOA

DESENHOU: Jorge Lopes


TABELA DE TERRAS DATA: 19.06.2019
TÉCNICO RESPONSÁVEL:
POS. DESIGNAÇÃO

LIGAÇÃO DE TERRAS SWAP NOKIA


T1 CABO COBRE NÚ 50mm2 ESCALAS: CÓDIGO:
1 : 50 04.02
T2 BARRA DE TERRAS
ELABORADO POR:
90°
SEGURANÇA

N
SECTOR 1

S
U21/L21/L18
AZ. 60°
5 MASTRO Ø114.3 h=6m

°
270
K80010622 3
SECTOR 1 TILT ME.: 0°
G9 TILT EL.: 0°
AZ. 60° HBA= 31,70m
3 IN-SNEC_516215
TILT ME.: -4° LEGENDA
TILT EL.: 2°
HBA= 28,50m
1
MASTRO MEO
EQUIPAMENTO NOKIA RELOCALIZADO 1 2 3
MÓDULO DE RÁDIO (1x FHDB)
MÓDULO DE ENERGIA (1x FPFH)
FIXAÇÃO SINALÉTICA RADIAÇÕES
ELETROMAGNÉTICAS A COLOCAR NAS
EM POSTALETE EXISTENTE EQUIPAMENTO DE RÁDIO

SINAL DE PERIGO DE MORTE SINALÉTICA RADIAÇÕES


EQUIPAMENTO NOKIA A INSTALAR FOTOLUMINESCENTE ELETROMAGNÉTICAS A COLOCAR NAS
N.º 11232 SINALUX ANTENAS
MÓDULO DE RÁDIO (1x AHEGA)
FIXAÇÃO 4
1 EM POSTALETE EXISTENTE
5

CALHA TÉCNICA 300x60mm

SINAL DE OBRIGAÇÃO DE EQUIPAMENTO SINAL DE OBRIGAÇÃO DE EQUIPAMENTO


EQUIPAMENTO NOKIA A MANTER DE PROTEÇÃO DE PROTEÇÃO
FOTOLUMINESCENTE FOTOLUMINESCENTE
MÓDULO DE SISTEMA (1x AMOB + 1x ASIA + 3x ABIA) N.º 12469 SINALUX N.º 11801 SINALUX

1x JST Stack Flexi Mount 1

ARMÁRIO ELTEK 9K A MANTER 2


ALTERAÇÕES DATA:
EQUIPAMENTOS MEO
1) NOVA SOLUÇÃO 27.06.2019
2)
3)
QGBT
DB90

S
CALHA TÉCNICA 200x60mm

DESIGNAÇÃO:
SEGURANÇA
IDENTIFICAÇÃO:
114S1_LISBOA_MADALENA
LOCALIZAÇÃO:
TRAVESSA DAS PEDRAS NEGRAS, Nº1
LISBOA

DESENHOU: Jorge Lopes


DATA: 19.06.2019
TÉCNICO RESPONSÁVEL:

ESCALAS: CÓDIGO:
1 : 50 05.01
ELABORADO POR:
90°
SEGURANÇA

S
°
270
LEGENDA

CALHA TÉCNICA 100x60mm

1 2 3

SINALÉTICA RADIAÇÕES
ELETROMAGNÉTICAS A COLOCAR NAS
EQUIPAMENTO DE RÁDIO

SINAL DE PERIGO DE MORTE SINALÉTICA RADIAÇÕES


FOTOLUMINESCENTE ELETROMAGNÉTICAS A COLOCAR NAS
N.º 11232 SINALUX ANTENAS

4
EQUIPAMENTO NOKIA A INSTALAR
MÓDULO DE RÁDIO (1x AHEGA) 5
FIXAÇÃO
1 EM POSTALETE EXISTENTE

SINAL DE OBRIGAÇÃO DE EQUIPAMENTO SINAL DE OBRIGAÇÃO DE EQUIPAMENTO


DE PROTEÇÃO DE PROTEÇÃO
FOTOLUMINESCENTE FOTOLUMINESCENTE
N.º 12469 SINALUX N.º 11801 SINALUX
EQUIPAMENTO NOKIA A MANTER
MÓDULO DE RÁDIO (1x FHDB)
EM INTERFACE EXISTENTE
ALTERAÇÕES DATA:
1) NOVA SOLUÇÃO 27.06.2019
SECTOR 2
2)
MASTRO Ø114.3 h=3.5m G9/U21/L21/L18 3)
5 AZ. 170°
5 K80010692
MASTRO Ø114.3 h=6m
TILT ME.: 0°
SECTOR 3
U21/L21/L18 3
TILT EL.: 8°
HBA= 24,50m S
AZ. 340°
K80010622
TILT ME.: -3°
TILT EL.: 3° DESIGNAÇÃO:
EQUIPAMENTO NOKIA A INSTALAR
HBA= 25,40m 3 SECTOR 3 MÓDULO DE RÁDIO (1x AHEGA) SEGURANÇA
G9 FIXAÇÃO
AZ. 330° EM POSTALETE EXISTENTE 1 IDENTIFICAÇÃO:
IN-SNEC_516215
TILT ME.: -1°
EQUIPAMENTO NOKIA RELOCALIZADO 114S1_LISBOA_MADALENA
TILT EL.: 2° MÓDULO DE RÁDIO (1x FHDB)
3 HBA= 27,20m MÓDULO DE ENERGIA (1x FPFH) LOCALIZAÇÃO:
FIXAÇÃO TRAVESSA DAS PEDRAS NEGRAS, Nº1
EM POSTALETE EXISTENTE 1
LISBOA

DESENHOU: Jorge Lopes


DATA: 19.06.2019
TÉCNICO RESPONSÁVEL:

ESCALAS: CÓDIGO:
1 : 50 05.02
ELABORADO POR:
114S1_LISBOA_MADALENA
Site Code: 114S1 AHEGA FHDB – 900  AHEGA FHDB – 900 
AHEGA
Site Name: LISBOA_MADALENA
Cluster: Alfama
Tipologia: Rooftop
FHDB – 900 

HW required:
1x AMOB
3x ABIA
1x ASIA
3x AHEGA
3x FHDB 6 x Cabos Energia DC (2 x 6 mm²) 

FPFH Flexi FPFH Flexi
Power Power
Prioritizer Prioritizer

2 x Cabo Energia DC (2 x 16 mm²) 

ELTEK 9Kw + 1

1 x Cabo Energia DC (2 x 6 mm²) 

Quadro AC 
Trifásico
114S1_LISBOA_MADALENA
Site Code: 114S1
Site Name: LISBOA_MADALENA
Cluster: Alfama
Tipologia: Rooftop

Configuração GSM: S233


Configuração UMTS: S111
AHEGA AHEGA
Configuração LTE: L1800 S111 AHEGA
L2100 S111 (RF Sharing)

Total Sectores: 3
Tipificação RF: 3H

HW required:
1x AMOB
3x ABIA
1x ASIA
3x AHEGA FHDB
3x FHDB 900
FHDB
900
FHDB
900
ELTEK /
FPFH

Optical ELTEK /
Site Backhaul FPFH
Equipment

Dark Fiber ELTEK /
CSG fiber FPFH
MW
NDDa

1 © Nokia 2016
114S1_LISBOA_MADALENA
Site Code: 114S1 S_3 S_2 S_1
Site Name: LISBOA_MADALENA
KATHREIN_80010692
Cluster: Alfama K80010622
Tipologia: Rooftop K80010622

Configuração GSM: S233


Configuração UMTS: S111
Configuração LTE: L1800 S111
L2100 S111 (RF Sharing)

Total Sectores: 3
Tipificação RF: 3H

Antennas:
2xKathrein_80010622
2xIN_SNEC_516215
1xKATHREIN_80010692

FHDB
FHDB 900
900
FHDB
900

1800/2100 band
TX 1800/2100 band
900 band
AHEGA
800 band AHEGA AHEGA
Ret Cable

2 © Nokia 2016
4 – ESTUDO DE ESTABILIDADE
Com a proposta aqui apresentada, é necessário estudo de estabilidade.

14
ESTUDO DE ESTABILIDADE

114S1_LISBOA_MADALENA

JUNHO 2019

_____________________________________________________________________________________________
ÍNDICE

1. - INTRODUÇÃO ........................................................................................................................................1

2. - ELEMENTOS BASE ............................................................................................................................... 1

3. - MATERIAIS .............................................................................................................................................2

4. - REGULAMENTAÇÃO APLICÁVEL ...................................................................................................3

4.1. - REGULAMENTOS .................................................................................................................................. 3


4.2. - VIDA ÚTIL E FIABILIDADE DA ESTRUTURA ................................................................................................. 3
4.2.1 - Vida útil .........................................................................................................................................3
4.2.2 - Fiabilidade .....................................................................................................................................4

5. - ACÇÕES E COMBINAÇÕES CONSIDERADAS ...............................................................................4

5.1. - AÇÕES PERMANENTES ............................................................................................................................... 5


5.2. - AÇÕES VARIÁVEIS ..................................................................................................................................... 5
5.2.1 - Sobrecarga de utilização ...............................................................................................................5
5.2.2 - Ação do vento ................................................................................................................................ 5
5.2.3 - Ação sísmica ................................................................................................................................ 10
5.2.4 - Ação da neve ................................................................................................................................ 10
5.2.5 - Ação da temperatura ................................................................................................................... 10
5.2.6 - Ação Acidental............................................................................................................................. 10
5.3. - COMBINAÇÕES DE AÇÕES ........................................................................................................................ 10
5.3.1 - Verificação da segurança em relação aos E. L. Últimos de Resistência~ ................................. 11
5.3.2 - Verificação da segurança em relação aos E. L. de Utilização ................................................... 11

6. - MODELO DE CÁLCULO .................................................................................................................... 11

7. - ANÁLISE DO DIMENSIONAMENTO ............................................................................................... 12

7.1. - VERIFICAÇÃO DE ESTRUTURAS METÁLICAS ............................................................................................ 12


7.2. - COMPROVAÇÕES DAS SECÇÕES ................................................................................................................ 13
7.3. - COMPROVAÇÕES DESLOCAMENTOS ......................................................................................................... 13

8. - CONCLUSÃO ........................................................................................................................................ 14

9. - ANEXOS ................................................................................................................................................. 16

_____________________________________________________________________________________________
ESTUDO DE ESTABILIDADE

1. - INTRODUÇÃO

A presente memória descritiva e justificativa refere-se ao Estudo de Estabilidade da infraestrutura


da estação base de telecomunicações designada por 114S1_LISBOA_MADALENA, situada na
Travessa das Pedras Negras, nº 1, LISBOA, sendo o requerente do processo a NOS TOWERING
- GESTÃO DE TORRES DE TELECOMUNICAÇÕES, S.A., com sede na Rua Actor António
Silva N.º 9, 1600-404 Lisboa.

2. - ELEMENTOS BASE

As antenas não sofrem alterações, apenas havendo substituição dos Rádios. A verificação da
estrutura consiste nos suportes com as características, dimensões e quantidades constantes da
tabela abaixo.

Suporte Dimensão do mastro


Altura Secção Interfaces Interfaces Escoras Escoras
Postalete S1 1,0 Ø 60,3

Postalete S2.1 1,0 Ø 60,3

Postalete S2.2 1,0 Ø 60,3

Postalete S3.1 1,0 Ø 60,3

Postalete S3.2 1,0 Ø 60,3

Segue abaixo descrição dos equipamentos existente, a remover e a instalar de novo, com as
cotas de referência, dimensões e quantidades.

_____________________________________________________________________________________________

114S1_LISBOA_MADALENA Revisão 00 Pág. 1


Suporte Equipamento Dimensões Antenas

Equipamento Cota Qtd L B W


Equipamento Existente FHDB 27,50 1 0,62 0,32 0,26
FPFH 27,50 1 0,58 0,26 0,32
Postalete S1 Equipamento a instalar
AHEGA 27,50 1 0,65 0,32 0,13
Equipamento a Remover
Equipamento Existente FHDB 23,00 1 0,62 0,32 0,26
Postalete S2.1 Equipamento a instalar
Equipamento a Remover
FPFH 23,00 1 0,58 0,26 0,32
Equipamento Existente FRGX 23,00 1 0,58 0,26 0,32
FXEF 23,00 1 0,56 0,42 0,13
Postalete S2.2 Equipamento a instalar AHEGA 23,00 1 0,65 0,32 0,13
FPFH 23,00 1 0,58 0,26 0,32
Equipamento a Remover FRGX 23,00 1 0,58 0,26 0,32
FXEF 23,00 1 0,56 0,42 0,13

Equipamento Existente FHDB 23,00 1 0,62 0,32 0,26


Postalete S3.1 Equipamento a instalar
Equipamento a Remover FHDB 23,00 1 0,62 0,32 0,26
FPFH 23,00 1 0,58 0,26 0,32
Equipamento Existente FRGX 23,00 1 0,58 0,26 0,32
FXEF 23,00 1 0,56 0,42 0,13
Postalete S3.2 Equipamento a instalar
AHEGA 23,00 1 0,65 0,32 0,13
FHDB 23,00 1 0,62 0,32 0,26
FRGX 23,00 1 0,58 0,26 0,32
Equipamento a Remover
FXEF 23,00 1 0,56 0,42 0,13

Todos os cálculos enunciados neste estudo foram efetuados pressupondo que a estrutura se
encontra nas condições garantidas aquando da sua montagem, não sendo contabilizadas
eventuais reduções de secções resistentes devido a corrosão dos elementos ou possíveis
deformações que os mesmos tenham sofrido.

3. - MATERIAIS

Estruturas Metálicas

Considerou-se nos cálculos a utilização de perfis correntes no mercado europeu, tendo-se


adotado as características do aço designado por ST 52 em toda a estrutura, de acordo com o
EC3. Os parafusos, porcas e anilhas utilizados nas ligações assumiram-se da classe 8.8,
segundo a DIN 267, e com as dimensões conforme as normas seguintes:

▪ Perfis tubulares: S235– EN10025-1


▪ Perfis em aço laminado (plataformas): S275JR – EN10025-1
▪ Chapas metálicas e acessórios: Fe360B – EN 10025
▪ Pernos metálicos: S355 – EN10025
▪ Parafusos: CL8.8 – ISO898:1999
▪ Porcas → DIN 6915, DIN 934;
▪ Anilhas → DIN 6916, DIN 127.

_____________________________________________________________________________________________

114S1_LISBOA_MADALENA Revisão 00 Pág. 2


4. - REGULAMENTAÇÃO APLICÁVEL

4.1. - REGULAMENTOS

Como base de dimensionamento da estrutura e considerando a regulamentação actualmente em


vigor, foram utilizados os critérios preconizados nos Eurocódigos:

▪ EN1990:2002 (EC ‘0’) – Basis of structural design


▪ NP EN1991-1-1:2009 (EC1-1-1) – Ações gerais
▪ NP EN1991-1-4:2009 (EC1-1-4) – Ações do Vento
▪ NP EN1993-1-1:2010 (EC3-1-1) – Regras gerais para projeto de estruturas de aço
▪ NP EN1993-1-8:2010 (EC3-1-8) – Project de ligações
▪ EN1993-3-1:2006 – Design of steel structures – Towers and masts
▪ EN795:1996 – Proteção contra quedas em altura. Dispositivos de Amarração. Requisitos
e Ensaios

As verificações de segurança que propõe efetuar neste estudo são:

▪ Estados Limites Últimos (ELU):


▪ Resistência das secções
▪ Resistência à encurvadura
▪ Resistência das chapas e chumbadouro
▪ Resistência das ligações aparafusadas

▪ Estados Limites de Serviço (ELS):

▪ Deformação máxima no topo da torre (rotação máxima de 0,5º a 2/3 da altura e


de 1,0º no topo do mastro, para uma velocidade do vento de 100km/h).

4.2. - VIDA ÚTIL E FIABILIDADE DA ESTRUTURA

4.2.1 - Vida útil

A norma EN1990:2002 define, para efeitos de cálculo, 5 classes de vida útil para estruturas,
sendo:
▪ 5 – A classe mais elevada (edifícios monumentais, pontes, etc.): 100 anos de
vida útil;
▪ 4 – Estruturas de edifícios e outras: 50 anos de vida útil;
▪ 3 – Estruturas Agrícolas e outras: 15 a 30 anos de vida útil;
▪ 2 – Estruturas e partes substituíveis: 10 a 25 anos de vida útil;
_____________________________________________________________________________________________

114S1_LISBOA_MADALENA Revisão 00 Pág. 3


▪ 1 - A classe mais baixa (estruturas temporárias): 10 anos de vida útil.

Neste contexto, esta estrutura inclui-se na categoria intermédia 4 (consideram-se 50 anos de


vida útil). Esta variável é utilizada na definição da velocidade média do vento, em função da
probabilidade anual desta velocidade ser excedida.

4.2.2 - Fiabilidade

A norma EN1993-3-1:2006 define, para efeitos de cálculo, 3 classes de fiabilidade para torres e
mastros, sendo:
▪ 3 - A classe mais elevada (torres e mastros edificados em zonas urbanas ou em
outras localizações em que a falência da estrutura possa causar danos a vidas
humanas; torres e mastros vitais para redes de telecomunicações);
▪ 2 - Torres e Mastros que não se possam definir como sendo da classe 3 ou 1
▪ 1 - A classe mais baixa (torres e mastros edificados em locais desabitados ou
em sites sem presença humana; torres e mastros edificados em locais em que
a falência da estrutura não acarrete danos a vidas humanas).

Neste contexto, considera-se que esta estrutura se inclui na categoria mais elevada (3). Esta
variável é utilizada na definição nas combinações de acções para verificação dos Estados
Limites.

5. - ACÇÕES E COMBINAÇÕES CONSIDERADAS

ACÇÕES PERMANENTES
▪ Peso próprio da estrutura;
▪ Peso próprio dos equipamentos, plataforma e interfaces de suporte;
▪ Peso próprio dos cabos coaxiais.

ACÇÕES VARIÁVEIS
▪ Ação do vento sobre estrutura, plataforma, equipamentos e cabos coaxiais;
▪ Ação sísmica;
_____________________________________________________________________________________________

114S1_LISBOA_MADALENA Revisão 00 Pág. 4


▪ Ação da neve sobre a estrutura;
▪ Ação da temperatura sobre a estrutura;
▪ Ação acidental.

5.1. - AÇÕES PERMANENTES

Relativamente ao peso próprio dos materiais utilizados, foram utilizados os seguintes valores:
▪ Elementos de aço →  = 77kN/m3
▪ Elementos de betão →  = 25kN/m3

Quanto às restantes ações permanentes, consideraram-se os pesos próprios dos equipamentos


acima descritos.

5.2. - AÇÕES VARIÁVEIS

5.2.1 - Sobrecarga de utilização

Sobrecarga de 2 homens sobre plataformas, mastros, escadas (2.0kN) e o peso dos


equipamentos com base nos catálogos dos fabricantes.

Os elementos que servem adicionalmente de pontos de ancoragem são verificados para queda
técnico com dissipador de energia (3.5kN) e queda técnico sem dissipador de energia (11.0kN)
e adicionalmente um técnico nos possíveis locais de trabalho (1.0kN). Estas cargas são
consideradas como ações acidentais.

5.2.2 - Ação do vento

A quantificação da acção do vento teve por base o estipulado no Eurocódigos 1.

a) VELOCIDADE DO VENTO E PRESSÃO DINÂMICA

A velocidade do vento e a pressão dinâmica compreendem uma componente média e uma


componente flutuante.
A velocidade média do vento, vm, deverá ser determinada a partir do valor de referencia da
velocidade do vento, vb, o qual depende do regime local de ventos e da variação do vento em
função da altura, determinada a partir da rugosidade do terreno e da orografia.

A componente flutuante do vento é caracterizada pela intensidade da turbulência.

VENTO MÉDIO

▪ Variação com a altura


_____________________________________________________________________________________________

114S1_LISBOA_MADALENA Revisão 00 Pág. 5


A velocidade média do vento não é constante em altura, aumentando com a distância ao solo
até determinada altura. Esta variação justifica-se pelo efeito de atrito provocado pelos obstáculos
existentes na superfície, que impedem, em maior ou menor escala, o livre fluxo do ar, e
consequentemente alteram a velocidade do vento na zona superficial. Uma vez que a uma altura
suficientemente elevada o fluxo não é perturbado pela superfície, justifica-se que haja um
gradiente de velocidades em altura.

A velocidade média do vento a uma altura z acima do solo, vm(z), depende da rugosidade do
terreno, da orografia e do valor de referencia da velocidade do vento, vb, e deverá ser
determinada através da expressão seguinte:

() () c ()
vm z =cr z z v 0 b , expressa em m/s

sendo:

cr(z): coeficiente de rugosidade;

co(z): coeficiente de orografia;

vb: valor de referência da velocidade do vento.

Zona vb [m/s]
A 27
B 30

▪ Rugosidade do terreno

O coeficiente de rugosidade cr(z) tem em conta a variabilidade da velocidade média do vento


local da estação em resultado da altura acima do solo e da velocidade do vento a barlavento da
estação, na direcção do vento considerada, e é definido pela expressão:

sendo:

z0: comprimento de rugosidade;

kr: coeficiente do terreno dependente do comprimento de rugosidade z0.

Zo e Zmin dependem da categoria do terreno.

No Quadro abaixo apresentam-se os valores recomendados em função da Categoria do terreno.


_____________________________________________________________________________________________

114S1_LISBOA_MADALENA Revisão 00 Pág. 6


zmin
Categoria de terreno z0 [m]
[m]

I Zona costeira exposta aos ventos de mar 0,005 1

Zona de vegetação rasteira e obstáculos isolados com separação


II 0,05 3
entre si de, pelo menos, 20 vezes a sua altura
Zona com uma cobertura regular de vegetação ou edifícios, ou com
III obstáculos isolados com separações entre si de, no máximo, 20 0,3 8
vezes a sua altura
Zona na qual pelo menos 15% da superfície está coberta por edifícios
IV 1,0 15
com uma altura superior a 15m

▪ Turbulência do vento

A intensidade de turbulência à altura z, Iv(z), é definida como o quociente entre o desvio padrão
da turbulência e a velocidade média do vento, dada pela expressão:

() k v()k → z
IV z = r b I
min < z < z máx
v z n

IV ()
z = I (z )→ z ≤ z
V min min

▪ Pressão dinâmica de pico

A pressão dinâmica de pico à altura z, qp(z), resulta da velocidade média e das flutuações de
curta duração da velocidade do vento, e é dada pela expressão:

() [
q p z = 1 +7 IV z ()] 1 () () q
ρ vm2 z = Ce z b
2
b) ACÇÕES DO VENTO

➢ FORÇAS EXERCIDAS PELO VENTO

A força exercida pelo vento, Fw, sobre a torre ou sobre um seu componente deverá ser
determinada por soma vectorial abrangendo os elementos de construção individuais, através da
expressão:

Fw = cc cd ∑c f
()A
q p ze ref

sendo:

cscd: coeficiente estrutural;


_____________________________________________________________________________________________

114S1_LISBOA_MADALENA Revisão 00 Pág. 7


cf: coeficiente de força relativo à construção ou ao elemento de construção;

qp(ze): pressão dinâmica de pico à altura de referência ze, conforme Figura II;

Aref: área de referência da construção ou do elemento de construção.

▪ Coeficiente de força relativo à construção – elementos estruturais de secção poligonal

O coeficiente de força cf para elementos estruturais de secção poligonal deverá ser determinado
através da expressão:
c f = c f ,0 ψλ
sendo:

ψλ: coeficiente de efeitos de extremidade;

cf,0: coeficiente de força para elementos estruturais.

▪ Coeficiente estrutural

O coeficiente estrutural deverá ter em conta o efeito nas acções do vento da não simultaneidade
na ocorrência das pressões de pico sobre a superfície (cs) em conjunto com o efeito das
vibrações da estrutura devidas à turbulência (cd), e é calculado pela expressão:

cs cd =
1 +2 k p () B
IV z s 2
+R 2
1 +7 I (z )
V s

sendo:

zs: altura de referência para a determinação do coeficiente estrutural, conforme Fig. III;

kp: factor de pico, definido como o quociente entre o valor máximo da parte flutuante da
resposta e o desvio padrão desta;

B2: coeficiente de resposta quase-estática, que tem em conta a falta de total correlação
das pressões sobre a superfície de construção;

R2: coeficiente de resposta em ressonância, que tem em conta o efeito da turbulência


em ressonância com o modo de vibração.

▪ Coeficiente de pico

O coeficiente de pico é dado pela expressão:

( )
k p = 2 ln ν +T +
0.6
( )ou k =3.0, considerando-se o maior dos valores.
2 ln ν +T
p

_____________________________________________________________________________________________

114S1_LISBOA_MADALENA Revisão 00 Pág. 8


em que:
ν: frequência de passagem de ascendentes;
T: duração de integração da velocidade média do vento, T=600s.

▪ Coeficiente de resposta em ressonância

O coeficiente de resposta em ressonância é definido pela expressão:


π
R2 =
2 δ
(
S L z s , n1, x ) R (η ) R (η )
h h b b

sendo:
δ: decremento logarítmico total de amortecimento;
SL: função de densidade espectral de potência adimensional;
Rh, Rb: funções de admitância aerodinâmica.

c) VALORES DE CÁLCULO

Neste caso específico, considera-se:

√b,0,Portugal Categoria do Z0 Zmi n Categoria de terreno iV


Zona A terreno [m] [m] Zona A
Zona B I 0,005 1 Zo, m 1,000
II 0,05 3 Z min,m 15
III 0,3 8 √b,0 27
IV 1 15

Ações nos Equipamentos

Suporte Equipamento Dimensões Antenas


Cdir CSea s ons
√b
Co kr Cr
Equipamento Cota Qtd L B W (m/s)
Equipamento Existente FHDB 27,50 1 0,62 0,32 0,26 1 1 27 1 0,23 0,78
FPFH 27,50 1 0,58 0,26 0,32 1 1 27 1 0,23 0,78
Postalete S1 Equipamento a instalar
AHEGA 27,50 1 0,65 0,32 0,13 1 1 27 1 0,23 0,78
Equipamento a Remover
Equipamento Existente FHDB 23,00 1 0,62 0,32 0,26 1 1 27 1 0,23 0,73
Postalete S2.1 Equipamento a instalar
Equipamento a Remover
FPFH 23,00 1 0,58 0,26 0,32 1 1 27 1 0,23 0,73
Equipamento Existente FRGX 23,00 1 0,58 0,26 0,32 1 1 27 1 0,23 0,73
FXEF 23,00 1 0,56 0,42 0,13 1 1 27 1 0,23 0,73
Postalete S2.2 Equipamento a instalar AHEGA 23,00 1 0,65 0,32 0,13 1 1 27 1 0,23 0,73
FPFH 23,00 1 0,58 0,26 0,32 1 1 27 1 0,23 0,73
Equipamento a Remover FRGX 23,00 1 0,58 0,26 0,32 1 1 27 1 0,23 0,73
FXEF 23,00 1 0,56 0,42 0,13 1 1 27 1 0,23 0,73

Equipamento Existente FHDB 23,00 1 0,62 0,32 0,26 1 1 27 1 0,23 0,73


Postalete S3.1 Equipamento a instalar
Equipamento a Remover FHDB 23,00 1 0,62 0,32 0,26 1 1 27 1 0,23 0,73
FPFH 23,00 1 0,58 0,26 0,32 1 1 27 1 0,23 0,73
Equipamento Existente FRGX 23,00 1 0,58 0,26 0,32 1 1 27 1 0,23 0,73
FXEF 23,00 1 0,56 0,42 0,13 1 1 27 1 0,23 0,73
Postalete S3.2 Equipamento a instalar
AHEGA 23,00 1 0,65 0,32 0,13 1 1 27 1 0,23 0,73
FHDB 23,00 1 0,62 0,32 0,26 1 1 27 1 0,23 0,73
FRGX 23,00 1 0,58 0,26 0,32 1 1 27 1 0,23 0,73
Equipamento a Remover
FXEF 23,00 1 0,56 0,42 0,13 1 1 27 1 0,23 0,73

_____________________________________________________________________________________________

114S1_LISBOA_MADALENA Revisão 00 Pág. 9


ѵm Pressao dinamica de pico ѵp Cf Areas Pressao KN

m/s km/h qb Kl σѵ IV q p (Z) Ce m/s km/h FR TR LT AF AL Fr Tr Lt Fp


20,97 75,49 0,275 1,0 6,327 0,302 0,855 3,112 36,99 133,17 1,20 1,40 1,20 0,20 0,16 0,21 0,24 0,17 0,20
20,97 75,49 0,275 1,0 6,327 0,302 0,855 3,112 36,99 133,17 1,20 1,40 1,20 0,15 0,19 0,15 0,18 0,19 0,18
20,97 75,49 0,275 1,0 6,327 0,302 0,855 3,112 36,99 133,17 1,20 1,40 1,20 0,21 0,08 0,21 0,25 0,09 0,18

19,84 71,42 0,246 1,0 6,327 0,319 0,795 3,233 35,67 128,40 1,20 1,40 1,20 0,20 0,16 0,19 0,22 0,15 0,19

19,84 71,42 0,246 1,0 6,327 0,319 0,795 3,233 35,67 128,40 1,20 1,40 1,20 0,15 0,19 0,14 0,17 0,18 0,16
19,84 71,42 0,246 1,0 6,327 0,319 0,795 3,233 35,67 128,40 1,20 1,40 1,20 0,15 0,19 0,14 0,17 0,18 0,16
19,84 71,42 0,246 1,0 6,327 0,319 0,795 3,233 35,67 128,40 1,20 1,40 1,20 0,24 0,07 0,23 0,26 0,07 0,19
19,84 71,42 0,246 1,0 6,327 0,319 0,795 3,233 35,67 128,40 1,20 1,40 1,20 0,21 0,08 0,20 0,23 0,08 0,17
19,84 71,42 0,246 1,0 6,327 0,319 0,795 3,233 35,67 128,40 1,20 1,40 1,20 0,15 0,19 0,14 0,17 0,18 0,16
19,84 71,42 0,246 1,0 6,327 0,319 0,795 3,233 35,67 128,40 1,20 1,40 1,20 0,15 0,19 0,14 0,17 0,18 0,16
19,84 71,42 0,246 1,0 6,327 0,319 0,795 3,233 35,67 128,40 1,20 1,40 1,20 0,24 0,07 0,23 0,26 0,07 0,19

19,84 71,42 0,246 1,0 6,327 0,319 0,795 3,233 35,67 128,40 1,20 1,40 1,20 0,20 0,16 0,19 0,22 0,15 0,19

19,84 71,42 0,246 1,0 6,327 0,319 0,795 3,233 35,67 128,40 1,20 1,40 1,20 0,20 0,16 0,19 0,22 0,15 0,19
19,84 71,42 0,246 1,0 6,327 0,319 0,795 3,233 35,67 128,40 1,20 1,40 1,20 0,15 0,19 0,14 0,17 0,18 0,16
19,84 71,42 0,246 1,0 6,327 0,319 0,795 3,233 35,67 128,40 1,20 1,40 1,20 0,15 0,19 0,14 0,17 0,18 0,16
19,84 71,42 0,246 1,0 6,327 0,319 0,795 3,233 35,67 128,40 1,20 1,40 1,20 0,24 0,07 0,23 0,26 0,07 0,19
19,84 71,42 0,246 1,0 6,327 0,319 0,795 3,233 35,67 128,40 1,20 1,40 1,20 0,21 0,08 0,20 0,23 0,08 0,17
19,84 71,42 0,246 1,0 6,327 0,319 0,795 3,233 35,67 128,40 1,20 1,40 1,20 0,20 0,16 0,19 0,22 0,15 0,19
19,84 71,42 0,246 1,0 6,327 0,319 0,795 3,233 35,67 128,40 1,20 1,40 1,20 0,15 0,19 0,14 0,17 0,18 0,16
19,84 71,42 0,246 1,0 6,327 0,319 0,795 3,233 35,67 128,40 1,20 1,40 1,20 0,24 0,07 0,23 0,26 0,07 0,19

5.2.3 - Ação sísmica

Foi considerado o peso dos equipamentos e o software calcula automaticamente a ação sísmica
sobre a estrutura.

5.2.4 - Ação da neve

Não foi considerada a ação da neve, de acordo com a regulamentação em vigor e tendo em
conta a localização da estrutura em análise.

5.2.5 - Ação da temperatura

Não foi considerada a ação da variação de temperatura, de acordo com a regulamentação em


vigor e o tipo de estrutura em análise.

5.2.6 - Ação Acidental

As escadas, suportes de antenas e corrimão são utilizadas pelos técnicos nas operações de
instalação e manutenção como pontos de ancoragem pelo que tem que garantir o estipulado nas
EN 795:2012 e EN 353-1:2014.

5.3. - COMBINAÇÕES DE AÇÕES


Para verificação de segurança da estrutura tiveram-se em conta os estados limites últimos e os
estados limites de utilização, considerando para tal as seguintes combinações:

_____________________________________________________________________________________________

114S1_LISBOA_MADALENA Revisão 00 Pág. 10


Combinação fundamental

Sd = Σ( gi SGik ) + q [ SQ1k + Σ ( Ψ0j SQjk ) ]

Combinações acidentais

Sd = Σ SGik ) + SFa + Σ ( Ψ2j SQjk )

Sendo:

SGik → esforço resultante de uma ação permanente, tomada com o seu valor
característico;
SQ1k → esforço resultante de uma ação variável considerada como ação de base da
comunicação, tomada com o seu valor característico;
SQjk → esforço resultante de uma ação variável distinta da ação de base, tomada com o
seu valor característico;
SFa → esforço resultante de uma ação de acidente, tomada com o seu valor nominal;
• gi → coeficiente de segurança relativo às ações permanentes;
• q → coeficiente de segurança relativo às ações variáveis.

5.3.1 - Verificação da segurança em relação aos E. L. Últimos de Resistência~

Para a verificação dos estados limites últimos de resistência, calcularam-se as forças atuantes
sobre os montantes da torre e sobre os equipamentos instalados para velocidades
características de rajada de vento.
Sd = Σ ( 1,5 SGik ) + 1,5 [ SWk + Σ ( 0,2 SQjk ) ]

5.3.2 - Verificação da segurança em relação aos E. L. de Utilização

Para a verificação dos estados limites de utilização, utilizaram-se os valores das forças atuantes
devidas ao vento a uma velocidade de 100km/h, conforme o preconizado pelas Especificações
Técnicas (2008). A combinação utilizada foi a combinação frequente, correspondendo a um
estado limite de curta duração, tendo em conta que a velocidade de 100km/h não será
ultrapassada em mais de 5% do intervalo de tempo de referência.

Sd = Σ SGik ) + SWk + Σ ( 0,2 SQjk )

6. - MODELO DE CÁLCULO

O dimensionamento e a verificação da segurança dos vários elementos estruturais foram


efetuados recorrendo ao programa de cálculo automático “TRICALC” baseado em elementos
_____________________________________________________________________________________________

114S1_LISBOA_MADALENA Revisão 00 Pág. 11


finitos 3D. Além do cálculo e da otimização dos perfis conforme as tensões, o TRICALC procede
também à verificação automática das peças de ligação, parafusos e soldaduras.

7. - ANÁLISE DO DIMENSIONAMENTO

O cálculo da estrutura foi realizado mediante o programa de cálculo espacial de estruturas


tridimensionais TRICALC (versão 8.0 da empresa Arktec S.A.). O cálculo dos esforços foi
realizado segundo o método matricial dos deslocamentos, supondo uma relação linear entre
esforços e deformações nas barras e considerando os seis graus de liberdade possíveis para
cada nó.

O programa realiza o cálculo de esforços, utilizando o método matricial do cálculo dos


deslocamentos através da montagem de uma matriz de rigidez única para toda a estrutura. Neste
método calculam-se os deslocamentos e as rotações de todos os nós da estrutura, (cada nó tem
seis graus de liberdade: os deslocamentos e rotações sobre os três eixos gerais do espaço) e
em função deles obtêm-se os esforços (axiais, transversos, momentos flectores e torsores) de
cada secção.

7.1. - VERIFICAÇÃO DE ESTRUTURAS METÁLICAS


Foram seguidos os critérios indicados nos Eurocódigos 1 e 3 (classe 3) para realizar a verificação
da estrutura, com base nos seguintes estados limites:

Estado limite último de equilíbrio

Comprova-se que em todos os nós se devem igualar as acções aplicadas com os esforços das
barras.

_____________________________________________________________________________________________

114S1_LISBOA_MADALENA Revisão 00 Pág. 12


Estado limite último de resistência

A verificação à rotura das barras, submetidas ao efeito das acções majoradas, processa-se da
seguinte forma:

→ Decomposição da barra em secções e cálculo em cada uma delas, dos valores de


momentos flectores, esforço transverso, esforço axial de compressão e esforço axial de
tracção.

→ Cálculo da tensão combinada nas seguintes secções:

‫ ٭‬Secção de máxima compressão;

‫ ٭‬Secção de máxima tracção;

‫ ٭‬Secção de máximo momento-flector segundo o eixo Yp;

‫ ٭‬Secção de máximo momento-flector segundo o eixo Zp;

‫ ٭‬Secção de maior tensão tangencial combinada;

‫ ٭‬Secção de maior tensão combinada, podendo coincidir com alguma das outras.

7.2. - COMPROVAÇÕES DAS SECÇÕES


Em anexo apresenta-se o calculo das tensões para todos os elementos metálicos, abaixo segue
representação gráfica da tensão desses mesmos elementos.

7.3. - COMPROVAÇÕES DESLOCAMENTOS


Em anexo apresenta-se o mapa de deslocamentos para os ELS para todos os elementos
metálicos, abaixo segue representação gráfica dos deslocamentos. Os valores das deslocações
tem de ser afetados do coeficiente 0,308 que corresponde à ponderação F=(100[km/h])^2 /
(Velocidade Pico no topo [km/h])^2 = 100^2 / 180,0^2 = 0,308.
_____________________________________________________________________________________________

114S1_LISBOA_MADALENA Revisão 00 Pág. 13


8. - CONCLUSÃO

Procedeu-se ao estudo de estabilidade do mastro para o equipamento instalado para os ELU e


ELS para as alterações previstas, segue resumo das verificações.

Resultados Verificação Estrutural


ELU

Situações a avaliar de forma cumulativa Rácio de Aproveitamento


% Conclusão - Nível

Classe 3
Utilização da torre, em %, sem carregamentos, antenas cabos, TMA, etc. 1,20% Verifica 1

Utilização da torre, em %, com carregamento das antenas existentes, TMA, RRU`s, cabos, etc. 13,60% Verifica 1
Interface S1
Utilização da torre, em %, com o carregamento pretendido ao momento 46,10% Verifica 1
Utilização da torre, em %, com carregamento de uma tecnologia adicional ou partilha 62,90% Verifica 1
Utilização da torre, em %, sem carregamentos, antenas cabos, TMA, etc. 0,20% Verifica 1

Utilização da torre, em %, com carregamento das antenas existentes, TMA, RRU`s, cabos, etc. 20,00% Verifica 1
Postalete S2.1
Utilização da torre, em %, com o carregamento pretendido ao momento 12,60% Verifica 1
Utilização da torre, em %, com carregamento de uma tecnologia adicional ou partilha 15,20% Verifica 1
Utilização da torre, em %, sem carregamentos, antenas cabos, TMA, etc. 0,20% Verifica 1
Utilização da torre, em %, com carregamento das antenas existentes, TMA, RRU`s, cabos, etc. 1,90% Verifica 1
Postalete S2.1 Utilização da torre, em %, com o carregamento pretendido ao momento 5,80% Verifica 1
Utilização da torre, em %, com carregamento de uma tecnologia adicional ou partilha 5,80% Verifica 1
Utilização da torre, em %, sem carregamentos, antenas cabos, TMA, etc. 0,20% Verifica 1
Utilização da torre, em %, com carregamento das antenas existentes, TMA, RRU`s, cabos, etc. 1,90% Verifica 1
Postalete S3.1 Utilização da torre, em %, com o carregamento pretendido ao momento 5,80% Verifica 1
Utilização da torre, em %, com carregamento de uma tecnologia adicional ou partilha 5,80% Verifica 1
Utilização da torre, em %, sem carregamentos, antenas cabos, TMA, etc. 0,20% Verifica 1

Utilização da torre, em %, com carregamento das antenas existentes, TMA, RRU`s, cabos, etc. 1,90% Verifica 1
Postalete S3.2
Utilização da torre, em %, com o carregamento pretendido ao momento 5,80% Verifica 1
Utilização da torre, em %, com carregamento de uma tecnologia adicional ou partilha 5,80% Verifica 1

• 3 - A classe mais elevada (torres e mastros edificados em zonas urbanas ou em outras localizações em que a
falência da estrutura possa causar danos a vidas humanas; torres e mastros vitais para redes de
telecomunicações);
• 2 - Torres e Mastros que não se possam definir como sendo da classe 3 ou 1
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• 1 - A classe mais baixa (torres e mastros edificados em locais desabitados ou em sites sem presença humana;
torres e mastros edificados em locais em que a falência da estrutura não acarrete danos a vidas humanas

Coimbra, 18 de junho de 2019

O Técnico

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9. - ANEXOS

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COMPROVAÇÃO DE PERFIS METÁLICOS
PROJECTO: 114S1_LISBOA_MADALENA
ESTRUTURA: Postaletes

1. PILARES
PILAR 1 ( CHSH-60.3x3.2 ) 100cm 46,1%
PILAR 2 ( CHSH-60.3x3.2 ) 50cm 0,2%
PILAR 3 ( CHSH-60.3x3.2 ) 50cm 5,8%
PILAR 4 ( CHSH-60.3x3.2 ) 50cm 5,8%
PILAR 5 ( CHSH-60.3x3.2 ) 50cm 0,2%
PILAR 6 ( CHSH-60.3x3.2 ) 50cm 5,8%
PILAR 7 ( CHSH-60.3x3.2 ) 50cm 5,8%

Página 1
Listagem Deslocamentos
PROJECTO: 114S1_LISBOA_MADALENA
ESTRUTURA: Postaletes

Deslocamentos. Eixos gerais, Aço, E.L.U.


majoradas
Gx(1E-5
NN Tipo Hip Id Comb. Dx(cm) Dy Dz Gy Gz
rad)
M+ A +0,000 +0,000 +0,000 +0,0 +0,0 +0,0
1 xyzxyz
M- A +0,000 +0,000 +0,000 +0,0 +0,0 +0,0
M+ A +0,000 +0,000 +0,000 +0,0 +0,0 +0,0
2 xyzxyz
M- A +0,000 +0,000 +0,000 +0,0 +0,0 +0,0
M+ A +0,000 +0,000 +0,000 +0,0 +0,0 +0,0
3 xyzxyz
M- A +0,000 +0,000 +0,000 +0,0 +0,0 +0,0
M+ A +0,000 +0,000 +0,000 +0,0 +0,0 +0,0
4 xyzxyz
M- A +0,000 +0,000 +0,000 +0,0 +0,0 +0,0
M+ A +0,662 +0,000 +0,662 +990,8 +0,0 +990,8
5 ______
M- A -0,662 -0,000 -0,662 -990,8 +0,0 -990,8
M+ A +0,000 +0,000 +0,000 +0,0 +0,0 +0,0
6 xyzxyz
M- A +0,000 +0,000 +0,000 +0,0 +0,0 +0,0
M+ A +0,000 +0,000 +0,000 +0,0 +0,0 +0,0
7 xyzxyz
M- A +0,000 +0,000 +0,000 +0,0 +0,0 +0,0
M+ A +0,000 +0,000 +0,000 +0,0 +0,0 +0,0
8 xyzxyz
M- A +0,000 +0,000 +0,000 +0,0 +0,0 +0,0
M+ A +0,000 +0,000 +0,000 +0,0 +0,0 +0,0
9 ______
M- A -0,000 -0,000 -0,000 +0,0 +0,0 +0,0
M+ A +0,010 +0,000 +0,010 +0,0 +0,0 +0,0
10 ______
M- A -0,010 -0,000 -0,010 +0,0 +0,0 +0,0
M+ A +0,010 +0,000 +0,010 +0,0 +0,0 +0,0
11 ______
M- A -0,010 -0,000 -0,010 +0,0 +0,0 +0,0

Página 1
CÓPIA - REPRODUÇÃO PROIBIDA
CÓPIA - REPRODUÇÃO PROIBIDA
Código de
autenticidade
4600d7186a

DECLARAÇÃO
A OET – Ordem dos Engenheiros Técnicos, é a associação de direito público representativa dos Engenheiros
Técnicos, com estatuto aprovado pelo Decreto-Lei n.º 349/99, de 2 de setembro, alterado pela Lei nº 157/2015,
de 17 de setembro, certifica que o(a) Senhor(a):
JULIO DOMINGUES
se encontra em efectividade dos seus direitos estando autorizado(a) a utilizar o Título Profissional de
Engenheiro(a) Técnico(a), nos termos do n.º 1 do art.º 1º, conjugado com a alínea a) do art.º 3º do seu Estatuto,
aprovado pela Lei nº 157/2015, encontra-se inscrito(a) nesta Ordem com o nº de membro efectivo 1956,
integrando o Colégio de Engenharia CIVIL, estando habilitado(a) a praticar os respectivos actos de
engenharia.

Está integrado na apólice de Seguro de Responsabilidade Civil Profissional n.º 10894911, da Victoria-Seguros,
S.A., com a cobertura de € 10.000,00, de que a OET é tomadora.

Esta declaração é apenas válida para um único acto de engenharia e contém uma certificação digital que deve
ser sempre verificada pelas entidades receptoras.

Esta declaração destina-se a dar cumprimento ao estabelecido no n.º 3 do art.º 10.º do Decreto-Lei n.º 555/99,
de 16 de Dezembro, alterado e republicado pelo Decreto-Lei n.º 136/2014, de 9 de Setembro, tendo em conta o
Regulamento n.º 549/2016, de 03 de julho (Atos de Engenharia da OET).

Mais declara que o(a) mesmo(a) Engenheiro(a) Técnico(a), dispõe de qualificação adequada para elaborar e
subscrever projectos de civil das instalações de infra-estruturas de suporte das estações de radiocomunicações,
de acordo com a alínea d) do artigo 5.º do Decreto-Lei n.º 11/2003, de 18 de Janeiro.

Declaração emitida pelo Membro nº


1956 com o nº 104047/2019 -
modelo M030. Documento
certificado em 2019-06-18
20:00:47. Validação em Luís Filipe Almeida
https://www.oet.pt Presidente do Conselho Directivo da
Secção Regional do Centro

Esta declaração destina-se a 114S1_LISBOA_MADALENA, localizado na Travessa das Pedras Negras, nº 1,. LISBOA

Documento impresso a partir da INTERNET em 2019-06-18 20:00:47, sendo válido por 6 (seis) meses. | Emissão: M Modelo: M030 | Nº Registo: E-104047/2019
As entidades licenciadoras (Câmaras Municipais, IMPIC, ANACOM, DGEG e outras) podem, a todo o momento, aceder ao site da OET em https://www.oet.pt para a
verificação da qualidade de membro da OET e a autenticidade da declaração, introduzindo o código de autenticidade ou utilizando uma aplicação que leia o QR Code
apresentado no canto superior direito desta declaração.
Conselho Directivo Nacional OET - Ordem dos Engenheiros Técnicos Secção Regional do Centro
Praça Dom João da Câmara, n.º19 Pág. 1/1 R. Infante Dom Henrique, nº 20
1200 - 147 LISBOA 3000 - 220 COIMBRA
Telf. 213.256.327 | Fax 213.256.334 | e-mail: cdn@oet.pt Telf: 239 851 310 | Fax: 239 851 319 | e-mail: srcentro@oet.pt

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TERMO DE RESPONSABILIDADE

Júlio Domingues, Engenheiro Técnico Civil, inscrito na OET com o n.º 1956, portador
do CC n.º 6647038, domiciliado na Rua do Luzeiro nº 39, 3020-261 Coimbra, ao
serviço da firma Flexitel Engenharia e Construções Lda, com morada no Rua dos
Alcorredores, nº 115, Edifício Ónix, Fração A, Ponte de Vilela 3020-923 Torre de
Vilela, contribuinte fiscal n.º 507.107.624, declara para efeitos do disposto na alínea a)
do número 2 do artigo 5º do Decreto Lei n.º 11/2003, de 18 de Janeiro, que a
Verificação de Estabilidade de que é autor, relativo a infraestrutura instalada na
estação base de telecomunicações designada por 114S1_LISBOA_MADALENA,
situada na Travessa das Pedras Negras, nº 1, LISBOA, sendo o requerente do
processo a NOS TOWERING - GESTÃO DE TORRES DE TELECOMUNICAÇÕES,
S.A., com sede na Rua Actor António Silva N.º 9, 1600-404 Lisboa., observa as
normas técnicas gerais e específicas de instalação, bem como as normas legais e
regulamentares aplicáveis, designadamente o Regulamento de Segurança e Acções
em Estruturas de Edifícios e Pontes, e Eurocódigos aplicáveis.

Coimbra, 18 de junho de 2019

O Técnico