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EDITAL DE CIÊNCIA DE ABERTURA DE PROCEDIMENTO ARBITRAL
1
EXTRAJUDICIAL

Edital 6/PRT 6.029.799/2019, de 22 de outubro de 2019.


EMENTA: Convoca as partes interessada para tomarem conhecimento da proposta de
abertura de Procedimento Processual em Juízo Arbitral, nos termos do Art. 6º “Não
havendo acordo prévio sobre a forma de instituir a arbitragem, a parte interessada
manifestará à outra parte sua intenção de dar início à arbitragem, por via postal ou por
outro meio qualquer de comunicação, mediante comprovação de recebimento, convocando-
a para, em dia, hora e local certos, firmar o compromisso arbitral” da Lei Federal da
Arbitragem; e Art. 31. A sentença arbitral produz, entre as partes e seus sucessores, os
mesmos efeitos da sentença proferida pelos órgãos do Poder Judiciário e, sendo
condenatória, constitui título executivo; e declara nos termos do se considera e que se
propõe que se uma das partes foi comunicada sobre o procedimento arbitral da forma
correta e faltar à convocação para prestar depoimento, a arbitragem prossegue
normalmente. A parte ausente continuará sendo convocada para todos os atos do
processo e receberá cópia de todos os documentos, mesmo que se recuse a participar; e
dá outras Providências.

O Conselheiro César Augusto Venâncio da Silva, Árbitro,


junto a COMISSÃO DE JUSTIÇA E CIDADANIA, empós as considerações que
seguem:
I. Considerando o que o Art. 18(O árbitro é juiz de fato e de direito, e a sentença
que proferir não fica sujeita a recurso ou homologação pelo Poder Judiciário)
da lei da arbitragem;
II. Considerando o Procedimento Administrativo Interno - N.º do Processo
Arbitral 5.991.234-APACivil/.2019 datado em 14/10/2019 onde figura como
autor: FRANCISCO ADALBERTO TAVARES, CPF 014.124.933.15 e outros,
objetivando ingressarem no Procedimento futuro de arrolamento de bens do
espólio de ANTONIA DAUCIR TAVARES PARENTE;
III. Considerando que o Procedimento Administrativo Interno - N.º do Processo
Arbitral 5.991.234-APACivil/.2019 datado em 14/10/2019 onde figura como
autor: FRANCISCO ADALBERTO TAVARES, CPF 014.124.933.15 e outros,
objetivando ingressarem no Procedimento futuro de arrolamento de bens do
Procedimento Administrativo Interno
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espólio de ANTONIA DAUCIR TAVARES PARENTE, tem por objetivo(a


Arbitragem): (...) fazer e viabilizar a partilha de bens por meio da arbitragem,
onde se busca prevenir e resolver conflitos sem a intervenção do poder
judiciário. Considerando a arbitragem neste processo como meio alternativo
capaz de desafogar o Poder Judiciário e dar mais celeridade à prevenção e
solução de conflitos. Sendo um meio rápido, válido e eficaz de prevenção e
resolução de desavenças de natureza patrimonial disponível, viável entre
pessoas consideradas capazes. Declarando-se desde já que esse mecanismo não
será utilizado no processo de inventário, mas na divisão dos bens do espólio de
ANTONIA DALCIR TAVARES PARENTE, filha de RAIMUNDO
RODRIGUES TAVARES, e MARIA BRAGA TAVARES, (DORAVANTE
ANTONIA DAUCIR TAVARES PARENTE) nascida em junho do ano de
1925, no distrito de Santa Quitéria, Fazenda Pitombeira, falecida em 21 de
setembro do ano de 2019, conforme documentos acostados no
PROCEDIMENTO ARBITRAL às folhas _____/_______;
IV. Considerando que no presente procedimento arbitral as partes delegam poderes
limitados apenas para a “solução da partilha do espólio citado”. FINDO o
processo de arbitragem, observar-se as regras estatuídas na Lei Federal nº
11.441, DE 4 DE JANEIRO DE 2007, que altera dispositivos da Lei no 5.869,
de 11 de janeiro de 1973 – Código de Processo Civil, possibilitando a
realização de inventário, partilha, separação consensual e divórcio consensual
por via administrativa. NÃO EXISTINDO VICIO FORMAL NA ABERTURA
DO PROCESSO DE ARBITRAGEM, CONCLUSO E SENTENCIADO,
DEVE SE PROCESSAR O INVENTÁRIO EXTRAJUDICIAL em
observância às diretrizes DETERMINADAS NESTA SENTENÇA PARCIAL;
V. Considerando que neste procedimento foi designado RELATOR: ÁRBITRO
EM DIREITO - CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA (LEI
FEDERAL n.o. 9.307, DE 23 DE SETEMBRO DE 1996 – Art. 17 - Os
árbitros, quando no exercício de suas funções ou em razão delas, ficam
equiparados aos funcionários públicos, para os efeitos da legislação penal. Art.

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18 - O árbitro é juiz de fato e de direito, e a sentença que proferir não fica


sujeita a recurso ou homologação pelo Poder Judiciário);
VI. Considerando que neste procedimento “trata o requerimento em questão da
solicitação das partes para a firmação do COMPROMISSO ARBITRAL, que
AINDA NÃO FOI ASSINADO até a presente data, e deve ser feito em
obediência ao... (...) Capítulo II - Da Convenção de Arbitragem e seus Efeitos.
Art. 3º As partes interessadas podem submeter à solução de seus litígios ao
juízo arbitral mediante convenção de arbitragem, assim entendida a cláusula
compromissória e o compromisso arbitral. Art. 4º A cláusula compromissória é
a convenção através da qual as partes em um contrato comprometem-se a
submeter à arbitragem os litígios que possam vir a surgir, relativamente a tal
contrato. § 1º A cláusula compromissória deve ser estipulada por escrito,
podendo estar inserta no próprio contrato ou em documento apartado que a ele
se refira. LEI FEDERAL n.o. 9.307, DE 23 DE SETEMBRO DE 1996;
VII. Considerando que “O primeiro requerente FRANCISCO ADALBERTO
TAVARES, CPF 014.124.933.15, mencionou que a falecida (Sra. ANTONIA
DALCIR TAVARES PARENTE, filha de RAIMUNDO RODRIGUES
TAVARES, e MARIA BRAGA TAVARES, DORAVANTE ANTONIA
DAUCIR TAVARES PARENTE), cujo espólio é aqui citado, não tem
conjugue, não deixou prole, filhos (as), e tem, 8 (oito) irmãos”, e nele, deverão
figurar os “herdeiros colaterais”, o árbitro inicia o Processo “SEM SEGREDO
DE JUSTIÇA”;
VIII. Considerando que até a presente data não consta na pretensão inicial os
documentos da Sra. ANTONIA DALCIR TAVARES PARENTE, filha de
RAIMUNDO RODRIGUES TAVARES, e MARIA BRAGA TAVARES,
(DORAVANTE ANTONIA DAUCIR TAVARES PARENTE);
IX. Considerando que até a presente data não consta na pretensão inicial os
documento dos irmãos da falecida (Sra. ANTONIA DALCIR TAVARES
PARENTE, filha de RAIMUNDO RODRIGUES TAVARES, e MARIA
BRAGA TAVARES, DORAVANTE ANTONIA DAUCIR TAVARES
PARENTE), bem como atestados de óbito dos TRÊS IRMÃOS FALECIDOS;
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X. Considerando que o primeiro requerente FRANCISCO ADALBERTO


TAVARES, CPF 014.124.933.15, mencionou que a falecida (Sra. ANTONIA
DALCIR TAVARES PARENTE, filha de RAIMUNDO RODRIGUES TAVARES,
e MARIA BRAGA TAVARES, DORAVANTE ANTONIA DAUCIR TAVARES
PARENTE), cujo espólio é aqui citado, não tem conjugue, não deixou prole,
filhos (as), e tem, 8 (oito) irmãos;
XI. Considerando que foram apontados na inicial a citação da existência de oito
irmão, três falecidos, é preciso à lista dos filhos dos irmãos falecidos com a
respectiva documentação pessoal, sob pena de não ingressarem no expediente
do inventário(da Sra. ANTONIA DALCIR TAVARES PARENTE, filha de
RAIMUNDO RODRIGUES TAVARES, e MARIA BRAGA TAVARES,
DORAVANTE ANTONIA DAUCIR TAVARES PARENTE), e que tal omissão
possa resultar em AÇÃO JUDICIAL futura;
XII. Considerando que com o falecimento da ANTONIA DALCIR TAVARES
PARENTE, filha de RAIMUNDO RODRIGUES TAVARES, e MARIA BRAGA
TAVARES, DORAVANTE ANTONIA DAUCIR TAVARES PARENTE, e estando
o requerente ciente que a mesma detém um patrimônio, decidiu optar pelo
INVENTÁRIO EXTRAJUDICIAL se legalmente for possível;
XIII. Considerando que além do requerente existem outros 4 irmão vivos e três
falecidos, onde estes detêm direitos a partilha do inventário da “De cujus” -
ANTONIA DALCIR TAVARES PARENTE, filha de RAIMUNDO RODRIGUES
TAVARES, e MARIA BRAGA TAVARES, DORAVANTE ANTONIA DAUCIR
TAVARES PARENTE;
XIV. Considerando a necessidade da “... qualificação dos herdeiros que serão
levantados no curso do Procedimento Arbitral, seus nomes, endereços e
documentos, caso estes estejam ausentes, por morte” ou outra razão
juridicamente relevante deve constar no procedimento;
XV. Considerando que além da objetividade do pedido resumido, outros foram
requestados a saber: As partes decidem que o processo arbitral deve levar em
consideração todos os princípios de direito e quando couber a equidade; as
partes escolhem as regras de direito processual civil e civil que serão
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aplicadas na arbitragem integralmente, observando que a equidade não viole


aos bons costumes e à ordem pública (Inteligência da Lei Federal nº 9.307, DE
23 DE SETEMBRO DE 1996 - Dispõe sobre a arbitragem); As partes decidem
que à custa do processo arbitral deve ser rateado entre as partes nos termos
do artigo 11 da Lei Federal nº 9.307, DE 23 DE SETEMBRO DE 1996 -
Dispõe sobre a arbitragem; As partes decidem que o processo arbitral deve ser
público e ter ampla publicidade formal dos atos jurídicos por envolver
interesses que perpassam aos interesses disponíveis das partes; As partes
declaram sob as penas dos artigos 171 e 299 do Código Penal Brasileiro que
só existem no mundo jurídico para fins de sucessão os herdeiros maiores; As
partes requerem que empós a sentença essa seja submetida ao registro em
CARTÓRIO pela faculdade auferida no artigo 127, incisos I, VII, Parágrafo
Único da lei federal Nº 6.015, DE 31 DE DEZEMBRO DE 1973 - Dispõe
sobre os registros públicos, e dá outras providências (c/c LEI FEDERAL No
6.216, DE 30 DE JUNHO DE 1975. Altera a Lei nº 6.015, de 31 de dezembro
de 1973, que dispõe sobre os registros públicos);
XVI. Considerando que o REQUERENTE comentou na verbalização da audiência
de 15 de outubro do corrente ano, que a falecida (Sra. ANTONIA DALCIR
TAVARES PARENTE, filha de RAIMUNDO RODRIGUES TAVARES, e
MARIA BRAGA TAVARES, DORAVANTE ANTONIA DAUCIR TAVARES
PARENTE) havia em vida manifestada a vontade de “testamentar” registrar, e
deixar para duas ou três sobrinhas ainda não identificadas pelo árbitro, parte do
seu patrimônio.
XVII. Considerando que o SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA entendeu que
“Árbitro tem precedência sobre Judiciário para fixar alcance de cláusula
arbitral.
XVIII. Considerando como “fruto do princípio competência-competência, aplicável
aos procedimentos de arbitragem, o tribunal arbitral possui preferência lógico-
temporal em relação ao Poder Judiciário para a interpretação dos limites e do
alcance do compromisso arbitral e por consequência ao Judiciário é reservada a
manifestação apenas quando forem detectadas cláusulas arbitrais consideradas
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‘patológicas’, que possam gerar a nulidade do compromisso em parte ou no


todo”
XIX. Considerando os termos da legislação federal vigente, em particular: Os termos
da Lei Federal nº 9.307, de 23 de setembro de 1996, que dispõe sobre a
arbitragem. Capítulo I - Disposições Gerais – Art. 1º As pessoas capazes de
contratar poderão valer-se da arbitragem para dirimir litígios relativos a direitos
patrimoniais disponíveis. Art. 2º A arbitragem poderá ser de direito ou de
eqüidade, a critério das partes. § 1º Poderão as partes escolher, livremente, as
regras de direito que serão aplicadas na arbitragem, desde que não haja
violação aos bons costumes e à ordem pública. § 2º Poderão, também, as partes
convencionar que a arbitragem se realize com base nos princípios gerais de
direito, nos usos e costumes e nas regras internacionais de comércio(c/c a Lei
Federal nº 13.129, de 2015).
XX. Capítulo II - Da Convenção de Arbitragem e seus Efeitos. Art. 3º As partes
interessadas podem submeter a solução de seus litígios ao juízo arbitral
mediante convenção de arbitragem, assim entendida a cláusula compromissória
e o compromisso arbitral. Art. 4º A cláusula compromissória é a convenção
através da qual as partes em um contrato comprometem-se a submeter à
arbitragem os litígios que possam vir a surgir, relativamente a tal contrato. § 1º
A cláusula compromissória deve ser estipulada por escrito, podendo estar
inserta no próprio contrato ou em documento apartado que a ele se refira. § 2º
Nos contratos de adesão, a cláusula compromissória só terá eficácia se o
aderente tomar a iniciativa de instituir a arbitragem ou concordar,
expressamente, com a sua instituição, desde que por escrito em documento
anexo ou em negrito, com a assinatura ou visto especialmente para essa
cláusula. Art. 5º Reportando-se as partes, na cláusula compromissória, às
regras de algum órgão arbitral institucional ou entidade especializada, a
arbitragem será instituída e processada de acordo com tais regras, podendo,
igualmente, as partes estabelecer na própria cláusula, ou em outro documento,
a forma convencionada para a instituição da arbitragem. Art. 6º Não havendo
acordo prévio sobre a forma de instituir a arbitragem, a parte interessada
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manifestará à outra parte sua intenção de dar início à arbitragem, por via
postal ou por outro meio qualquer de comunicação, mediante comprovação
de recebimento, convocando-a para, em dia, hora e local certos, firmar o
compromisso arbitral. Parágrafo único. Não comparecendo a parte convocada
ou, comparecendo, recusar-se a firmar o compromisso arbitral, poderá a outra
parte propor a demanda de que trata o art. 7º desta Lei, perante o órgão do
Poder Judiciário a que, originariamente, tocaria o julgamento da causa. Art. 7º
Existindo cláusula compromissória e havendo resistência quanto à instituição
da arbitragem, poderá a parte interessada requerer a citação da outra parte para
comparecer em juízo a fim de lavrar-se o compromisso, designando o juiz
audiência especial para tal fim. § 1º O autor indicará, com precisão, o objeto
da arbitragem, instruindo o pedido com o documento que contiver a cláusula
compromissória. § 5º A ausência do autor, sem justo motivo, à audiência
designada para a lavratura do compromisso arbitral, importará a extinção do
processo sem julgamento de mérito. Art. 8º A cláusula compromissória é
autônoma em relação ao contrato em que estiver inserta, de tal sorte que a
nulidade deste não implica, necessariamente, a nulidade da cláusula
compromissória. Parágrafo único. Caberá ao árbitro decidir de ofício, ou por
provocação das partes, as questões acerca da existência, validade e eficácia da
convenção de arbitragem e do contrato que contenha a cláusula
compromissória. Art. 9º O compromisso arbitral é a convenção através da
qual as partes submetem um litígio à arbitragem de uma ou mais pessoas,
podendo ser judicial ou extrajudicial. § 1º O compromisso arbitral judicial
celebrar-se-á por termo nos autos, perante o juízo ou tribunal, onde tem curso a
demanda. § 2º O compromisso arbitral extrajudicial será celebrado por escrito
particular, assinado por duas testemunhas, ou por instrumento público.
XXI. Capítulo III - Dos Árbitros - Art. 13. Pode ser árbitro qualquer pessoa capaz e
que tenha a confiança das partes. § 1º As partes nomearão um ou mais árbitros,
sempre em número ímpar, podendo nomear, também, os respectivos suplentes.
§ 2º Quando as partes nomearem árbitros em número par, estes estão
autorizados, desde logo, a nomear mais um árbitro. Não havendo acordo,
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requererão as partes ao órgão do Poder Judiciário a que tocaria,


originariamente, o julgamento da causa a nomeação do árbitro, aplicável, no
que couber, o procedimento previsto no art. 7º desta Lei. § 3º As partes
poderão, de comum acordo, estabelecer o processo de escolha dos árbitros,
ou adotar as regras de um órgão arbitral institucional ou entidade
especializada. § 4º Sendo nomeados vários árbitros, estes, por maioria,
elegerão o presidente do tribunal arbitral. Não havendo consenso, será
designado presidente o mais idoso. § 4o As partes, de comum acordo, poderão
afastar a aplicação de dispositivo do regulamento do órgão arbitral institucional
ou entidade especializada que limite a escolha do árbitro único, coárbitro ou
presidente do tribunal à respectiva lista de árbitros, autorizado o controle da
escolha pelos órgãos competentes da instituição, sendo que, nos casos de
impasse e arbitragem multiparte, deverá ser observado o que dispuser o
regulamento aplicável (c/c Lei Federal nº 13.129, de 2015). § 5º O árbitro ou o
presidente do tribunal designará, se julgar conveniente, um secretário, que
poderá ser um dos árbitros. § 6º No desempenho de sua função, o árbitro
deverá proceder com imparcialidade, independência, competência, diligência e
discrição. § 7º Poderá o árbitro ou o tribunal arbitral determinar às partes o
adiantamento de verbas para despesas e diligências que julgar necessárias. Art.
14. Estão impedidos de funcionar como árbitros as pessoas que tenham, com as
partes ou com o litígio que lhes for submetido, algumas das relações que
caracterizam os casos de impedimento ou suspeição de juízes, aplicando-se-
lhes, no que couberem, os mesmos deveres e responsabilidades, conforme
previsto no Código de Processo Civil. § 1º As pessoas indicadas para
funcionar como árbitro tem o dever de revelar, antes da aceitação da
função, qualquer fato que denote dúvida justificada quanto à sua
imparcialidade e independência. § 2º O árbitro somente poderá ser recusado
por motivo ocorrido após sua nomeação. Poderá, entretanto, ser recusado por
motivo anterior à sua nomeação, quando: a) não for nomeado, diretamente,
pela parte; ou b) o motivo para a recusa do árbitro for conhecido
posteriormente à sua nomeação. Art. 15. A parte interessada em argüir a recusa
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do árbitro apresentará, nos termos do art. 20, a respectiva exceção, diretamente


ao árbitro ou ao presidente do tribunal arbitral, deduzindo suas razões e
apresentando as provas pertinentes. Parágrafo único. Acolhida a exceção, será
afastado o árbitro suspeito ou impedido, que será substituído, na forma do art.
16 desta Lei. Art. 16. Se o árbitro escusar-se antes da aceitação da nomeação,
ou, após a aceitação, vier a falecer, tornar-se impossibilitado para o exercício
da função, ou for recusado, assumirá seu lugar o substituto indicado no
compromisso, se houver. § 1º Não havendo substituto indicado para o árbitro,
aplicar-se-ão as regras do órgão arbitral institucional ou entidade especializada,
se as partes as tiverem invocado na convenção de arbitragem. § 2º Nada
dispondo a convenção de arbitragem e não chegando as partes a um acordo
sobre a nomeação do árbitro a ser substituído, procederá a parte interessada da
forma prevista no art. 7º desta Lei, a menos que as partes tenham declarado,
expressamente, na convenção de arbitragem, não aceitar substituto.
XXII. Considerando que o Procedimento Arbitral deve observar os requisitos do Art.
10 da lei da arbitragem, onde constará, obrigatoriamente, do compromisso
arbitral: I - o nome, profissão, estado civil e domicílio das partes; II - o nome,
profissão e domicílio do árbitro, ou dos árbitros, ou, se for o caso, a
identificação da entidade à qual as partes delegaram a indicação de árbitros; III
- a matéria que será objeto da arbitragem; e IV - o lugar em que será proferida
a sentença arbitral. Art. 11. Poderá, ainda, o compromisso arbitral conter: I -
local (e,ou) locais, onde se desenvolverá a arbitragem; II - a autorização para
que o árbitro ou os árbitros julguem por eqüidade, se assim for convencionado
pelas partes; III - o prazo para apresentação da sentença arbitral; IV - a
indicação da lei nacional ou das regras corporativas aplicáveis à arbitragem,
quando assim convencionarem as partes; V - a declaração da responsabilidade
pelo pagamento dos honorários e das despesas com a arbitragem; e VI - a
fixação dos honorários do árbitro, ou dos árbitros. Parágrafo único. Fixando as
partes os honorários do árbitro, ou dos árbitros, no compromisso arbitral, este
constituirá título executivo extrajudicial; não havendo tal estipulação, o árbitro
requererá ao órgão do Poder Judiciário que seria competente para julgar,
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originariamente, a causa que os fixe por sentença. Considerando que o


Procedimento Arbitral deve observar os requisitos do Art. 12 da lei da
arbitragem, onde, extingue-se o compromisso arbitral: I - escusando-se
qualquer dos árbitros, antes de aceitar a nomeação, desde que as partes tenham
declarado, expressamente, não aceitar substituto; II - falecendo ou ficando
impossibilitado de dar seu voto algum dos árbitros, desde que as partes
declarem, expressamente, não aceitar substituto; e III - tendo expirado o prazo
a que se refere o art. 11, inciso III, desde que a parte interessada tenha
notificado o árbitro, ou o presidente do tribunal arbitral, concedendo-lhe o
prazo de dez dias para a prolação e apresentação da sentença arbitral.
XXIII. Considerando que o Árbitro dentro Procedimento Arbitral deve observar os
requisitos do Art. 17 da lei da arbitragem, onde: “Os árbitros, quando no
exercício de suas funções ou em razão delas, ficam equiparados aos
funcionários públicos, para os efeitos da legislação penal”.
XXIV. Considerando que o Árbitro dentro Procedimento Arbitral deve observar os
requisitos do Art. 18, onde funciona “como juiz de fato e de direito, e a
sentença que proferir não fica sujeita a recurso ou a homologação pelo
Poder Judiciário”.
XXV. Considerando os termos do...: Capítulo IV - Do Procedimento Arbitral - Art.
19. Considera-se instituída a arbitragem quando aceita a nomeação pelo
árbitro, se for único, ou por todos, se forem vários. § 1o Instituída a
arbitragem e entendendo o árbitro ou o tribunal arbitral que há necessidade de
explicitar questão disposta na convenção de arbitragem, será elaborado,
juntamente com as partes, adendo firmado por todos, que passará a fazer parte
integrante da convenção de arbitragem (c/c Lei Federal nº 13.129, de 2015). §
2o A instituição da arbitragem interrompe a prescrição, retroagindo à data do
requerimento de sua instauração, ainda que extinta a arbitragem por ausência
de jurisdição(c/c Lei Federal nº 13.129, de 2015). Art. 20. A parte que
pretender argüir questões relativas à competência, suspeição ou impedimento
do árbitro ou dos árbitros, bem como nulidade, invalidade ou ineficácia da
convenção de arbitragem, deverá fazê-lo na primeira oportunidade que tiver
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de se manifestar, após a instituição da arbitragem. § 1º Acolhida à argüição


de suspeição ou impedimento, será o árbitro substituído nos termos do art. 16
desta Lei reconhecida à incompetência do árbitro ou do tribunal arbitral,
bem como a nulidade, invalidade ou ineficácia da convenção de arbitragem,
serão as partes remetida ao órgão do Poder Judiciário competente para
julgar a causa. § 2º Não sendo acolhida a argüição, terá normal
prosseguimento a arbitragem, sem prejuízo de vir a ser examinada a decisão
pelo órgão do Poder Judiciário competente, quando da eventual propositura da
demanda de que trata o art. 33 desta Lei. Art. 21. A arbitragem obedecerá ao
procedimento estabelecido pelas partes na convenção de arbitragem, que
poderá reportar-se às regras de um órgão arbitral institucional ou entidade
especializada, facultando-se, ainda, às partes delegar ao próprio árbitro, ou
ao tribunal arbitral, regular o procedimento. § 1º Não havendo estipulação
acerca do procedimento, caberá ao árbitro ou ao tribunal arbitral discipliná-lo.
§ 2º Serão, sempre, respeitados no procedimento arbitral os princípios do
contraditório, da igualdade das partes, da imparcialidade do árbitro e de
seu livre convencimento. § 3º As partes poderão postular por intermédio
de advogado, respeitada, sempre, a faculdade de designar quem as
represente ou assista no procedimento arbitral. § 4º Competirá ao árbitro ou
ao tribunal arbitral, no início do procedimento, tentar a conciliação das partes,
aplicando-se, no que couber, o art. 28 desta Lei. Art. 22. Poderá o árbitro ou o
tribunal arbitral tomar o depoimento das partes, ouvir testemunhas e determinar
a realização de perícias ou outras provas que julgar necessárias, mediante
requerimento das partes ou de ofício. § 1º O depoimento das partes e das
testemunhas será tomado em local, dia e hora previamente comunicados, por
escrito, e reduzido a termo, assinado pelo depoente, ou a seu rogo, e pelos
árbitros. § 2º Em caso de desatendimento, sem justa causa, da convocação para
prestar depoimento pessoal, o árbitro ou o tribunal arbitral levará em
consideração o comportamento da parte faltosa, ao proferir sua sentença; se a
ausência for de testemunha, nas mesmas circunstâncias, poderá o árbitro ou o
presidente do tribunal arbitral requerer à autoridade judiciária que conduza a
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testemunha renitente, comprovando a existência da convenção de arbitragem. §


3º A revelia da parte não impedirá que seja proferida a sentença arbitral(c/c
Lei Federal nº 13.129, de 2015). § 5º Se, durante o procedimento arbitral, um
árbitro vier a ser substituído fica a critério do substituto repetir(de o substituto
repetir) as provas já produzidas.
XXVI. Considerando os termos do...: CAPÍTULO IV-A - (c/c Lei Federal nº
13.129, de 2015) DAS TUTELAS CAUTELARES E DE URGÊNCIA - Art.
22-A. Antes de instituída a arbitragem, as partes poderão recorrer ao Poder
Judiciário para a concessão de medida cautelar ou de urgência. Parágrafo
único. Cessa a eficácia da medida cautelar ou de urgência se a parte
interessada não requerer a instituição da arbitragem no prazo de 30 (trinta)
dias, contado da data de efetivação da respectiva decisão. Art. 22-B. Instituída
a arbitragem, caberá aos árbitros manter, modificar ou revogar a medida
cautelar ou de urgência concedida pelo Poder Judiciário. Parágrafo único.
Estando já instituída a arbitragem, a medida cautelar ou de urgência será
requerida diretamente aos árbitros.
XXVII. Considerando os termos do...: CAPÍTULO IV-B - (c/c Lei Federal nº 13.129,
de 2015) DA CARTA ARBITRAL - Art. 22-C. O árbitro ou o tribunal
arbitral poderá expedir carta arbitral para que o órgão jurisdicional nacional
pratique ou determine o cumprimento, na área de sua competência territorial,
de ato solicitado pelo árbitro (c/c Lei Federal nº 13.129, de 2015). Parágrafo
único. No cumprimento da carta arbitral será observado o segredo de justiça,
desde que comprovada a confidencialidade estipulada na arbitragem (c/c Lei
Federal nº 13.129, de 2015).
XXVIII. Considerando os termos do...: Capítulo V - Da Sentença Arbitral - Art. 23. A
sentença arbitral será proferida no prazo estipulado pelas partes. Nada tendo
sido convencionado, o prazo para a apresentação da sentença é de seis meses,
contado da instituição da arbitragem ou da substituição do árbitro. § 1o Os
árbitros poderão proferir sentenças parciais (c/c Lei Federal nº 13.129, de
2015). § 2o As partes e os árbitros, de comum acordo, poderão prorrogar o
prazo para proferir a sentença final. Art. 24. A decisão do árbitro ou dos
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árbitros será expressa em documento escrito. § 1º Quando forem vários os


árbitros, a decisão será tomada por maioria. Se não houver acordo majoritário,
prevalecerá o voto do presidente do tribunal arbitral. § 2º O árbitro que divergir
da maioria poderá, querendo, declarar seu voto em separado. Art. 26. São
requisitos obrigatórios da sentença arbitral: I - o relatório, que conterá os
nomes das partes e um resumo do litígio; II - os fundamentos da decisão, onde
serão analisadas as questões de fato e de direito, mencionando-se,
expressamente, se os árbitros julgaram por eqüidade; III - o dispositivo, em que
os árbitros resolverão as questões que lhes forem submetidas e estabelecerão o
prazo para o cumprimento da decisão, se for o caso; e IV - a data e o lugar em
que foi proferida. Parágrafo único. A sentença arbitral será assinada pelo
árbitro ou por todos os árbitros. Caberá ao presidente do tribunal arbitral, na
hipótese de um ou alguns dos árbitros não poder ou não querer assinar a
sentença, certificar tal fato. Art. 27. A sentença arbitral decidirá sobre a
responsabilidade das partes acerca das custas e despesas com a arbitragem,
bem como sobre verba decorrente de litigância de má-fé, se for o caso,
respeitadas as disposições da convenção de arbitragem, se houver. Art. 28. Se,
no decurso da arbitragem, as partes chegarem a acordo quanto ao litígio, o
árbitro ou o tribunal arbitral poderá, a pedido das partes, declarar tal fato
mediante sentença arbitral, que conterá os requisitos do art. 26 desta Lei. Art.
29. Proferida a sentença arbitral, dá-se por finda a arbitragem, devendo o
árbitro, ou o presidente do tribunal arbitral, enviar cópia da decisão às partes,
por via postal ou por outro meio qualquer de comunicação, mediante
comprovação de recebimento, ou, ainda, entregando-a diretamente às partes,
mediante recibo.

Finalmente,
XXIX. Considerando os termos da SENTENÇA publicada quinta-feira, 17 de outubro
de 2019 - Sentença Parcial de Admissibilidade de Procedimento Arbitral
Autor: FRANCISCO ADALBERTO TAVARES, que definiu:

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A. 1 - Empós o RELATÓRIO e a exaustiva fundamentação apresentada nessa


sentença, se conclui que os documentos apresentados até aqui são ainda
insuficientes para a AÇÃO PROCESSUAL DO ÁRBITRO por inexistir nos
autos a deliberação e adesão ao TERMO COMPROMISSÓRIO DE
ARBITRAGEM.
B. 2 - Seguindo o raciocínio anterior, assim, decido a favor do INICIO do
Processo, aceito a indicação, porém somente vou me manifestar
processualmente após o atendimento das decisões apresentadas nesta
sentença arbitral parcial. Caso este Árbitro venha a tomar qualquer decisão
a partir desta data sem atender os requisitos legais, qualquer sentença
avante será nula por falta de legalidade no PACTO COMPROMISSÓRIO
ARBITRAL, ASSIM, publico esta decisão com basena Lei da Arbitragem:
Art. 24. A decisão do árbitro ou dos árbitros será expressa em documento
escrito.
C. 3 – Fica decidido que o procedimento de arbitragem acontecerá pela via
virtual e presencial(art. 11, I – da lei federal número 9.307/96);
D. 4 - O árbitro VAI CONDUZIR O processo de acordo com a legislação
brasileira, Código Civil, Processo Civil e legislações extravagantes que
regulam o processo da arbitragem e dos atos extrajudiciais vinculados a
matéria em questão.
E. 5 - Conforme o art. 11, II e IV – da lei federal número 9.307/96) o árbitro
decidiu que as custas do processo arbitral deve ser rateado entre as partes.
F. 6 – De acordo com a vontade das partes o processo arbitral será público e
através da internet se dará publicidade limitada aos atos legais necessários,
considerando-se a ampla publicidade formal dos atos jurídicos por
envolver interesses que perpassam aos interesses disponíveis das partes.
G. 7 - As partes requerem que empós a sentença essa seja submetida ao
registro em CARTÓRIO pela faculdade auferida no artigo 127, incisos I,
VII, Parágrafo Único da lei federal Nº 6.015, DE 31 DE DEZEMBRO DE
1973. Dispõe sobre os registros públicos, e dá outras providências (c/c LEI
FEDERAL No 6.216, DE 30 DE JUNHO DE 1975. Altera a Lei nº 6.015,
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de 31 de dezembro de 1973, que dispõe sobre os registros públicos. O Juiz


Arbitral expedirá ofício ao Cartório do 7.o Ofício de Notas para a lavratura
da ESCRITURA PÚBLICA DECLARATÓRIA de sentença arbitral
homologatória.
H. 8 - O processo deu início as 08:00 horas do dia 17 de outubro de 2019, e
nessa data se pública a sentença arbitral, considerando que as partes
podem no prazo legal interpor EMBARGOS DE DECLARAÇÃO
ARBITRAL.
I. 9 - Conforme relatório, fundamentação e decisão, declara-se por sentença
EM JUÍZO ARBITRAL (LEI DA ARBITRAGEM: Art. 31. A sentença
arbitral produz, entre as partes e seus sucessores, os mesmos efeitos da
sentença proferida pelos órgãos do Poder Judiciário e, sendo condenatória,
constitui título executivo) o que nela se expressa para que surta os efeitos
previstos no mundo jurídico e respaldados na legislação da REPÚBLICA
FEDERATIVA DO BRASIL.
J. 10 – Sentença não sujeita a revisão necessária, porém as partes devem
observar o que disciplina a lei: LEI DA ARBITRAGEM - Art. 27. A
sentença arbitral decidirá sobre a responsabilidade das partes acerca das
custas e despesas com a arbitragem, bem como sobre verba decorrente de
litigância de má-fé, se for o caso, respeitadas as disposições da convenção
de arbitragem, se houver. Art. 28. Se, no decurso da arbitragem, as partes
chegarem a acordo quanto ao litígio, o árbitro ou o tribunal arbitral poderá,
a pedido das partes, declarar tal fato mediante sentença arbitral, que
conterá os requisitos do art. 26 desta Lei. Art. 29. Proferida a sentença
arbitral, dá-se por finda a arbitragem, devendo o árbitro, ou o presidente do
tribunal arbitral, enviar cópia da decisão às partes, por via postal ou por
outro meio qualquer de comunicação, mediante comprovação de
recebimento, ou, ainda, entregando-a diretamente às partes, mediante
recibo. Art. 30. No prazo de cinco dias, a contar do recebimento da
notificação ou da ciência pessoal da sentença arbitral, a parte interessada,
mediante comunicação à outra parte, poderá solicitar ao árbitro ou ao
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tribunal arbitral que: - corrija qualquer erro material da sentença arbitral; II


- esclareça alguma obscuridade, dúvida ou contradição da sentença
arbitral, ou se pronuncie sobre ponto omitido a respeito do qual devia
manifestar-se a decisão. Parágrafo único. O árbitro ou o tribunal arbitral
decidirá, no prazo de dez dias, aditando a sentença arbitral e notificando as
partes na forma do art. 29. Art. 31. A sentença arbitral produz, entre as
partes e seus sucessores, os mesmos efeitos da sentença proferida pelos
órgãos do Poder Judiciário e, sendo condenatória, constitui título
executivo. Art. 32. É nula a sentença arbitral se: I - for nulo o
compromisso; II - emanou de quem não podia ser árbitro; III - não contiver
os requisitos do art. 26 desta Lei; IV - for proferida fora dos limites da
convenção de arbitragem; V - não decidir todo o litígio submetido à
arbitragem; VI - comprovado que foi proferida por prevaricação,
concussão ou corrupção passiva; VII - proferido fora do prazo, respeitado
o disposto no art. 12, inciso III, desta Lei; e VIII - forem desrespeitados os
princípios de que trata o art. 21, § 2º, desta Lei. Art. 33. A parte
interessada poderá pleitear ao órgão do Poder Judiciário competente a
decretação da nulidade da sentença arbitral, nos casos previstos nesta Lei.
§ 1º A demanda para a decretação de nulidade da sentença arbitral seguirá
o procedimento comum, previsto no Código de Processo Civil, e deverá
ser proposta no prazo de até noventa dias após o recebimento da
notificação da sentença arbitral ou de seu aditamento. § 2º A sentença que
julgar procedente o pedido: - decretará a nulidade da sentença arbitral, nos
casos do art. 32, incisos I, II, VI, VII e VIII; II - determinará que o árbitro
ou o tribunal arbitral profira novo laudo, nas demais hipóteses. § 3º A
decretação da nulidade da sentença arbitral também poderá ser argüida
mediante ação de embargos do devedor, conforme o art. 741 e seguintes
do Código de Processo Civil, se houver execução judicial. LEI Nº 9.307,
DE 23 DE SETEMBRO DE 1996. –
K. 11 - Para que surta os efeitos previstos no mundo jurídico e na legislação
da REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL. Publique-se, cumpra-se.
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https://wwwsentencacjc.blogspot.com/2019/10/sentenca-parcial-de-
admissibilidade-de.html - Cidade de Nova-Russas, quinta-feira, 17 de outubro
de 2019, às 18h52min: 35.

Faz saber, que nesta data foi homologada a proposta

de instituição do PROCEDIMENTO PROCESSUAL ARBITRAL, que recebeu o

Tombo 5.991.234-APACivil – 2019 – 14.10.2019.

I. O Procedimento objetiva: (...) fazer e viabilizar a partilha de bens


por meio da arbitragem, onde se busca prevenir e resolver
conflitos sem a intervenção do poder judiciário. Considerando a
arbitragem neste processo como meio alternativo capaz de desafogar o
Poder Judiciário e dar mais celeridade à prevenção e solução de
conflitos. Sendo um meio rápido, válido e eficaz de prevenção e
resolução de desavenças de natureza patrimonial disponível, viável
entre pessoas consideradas capazes. Declarando-se desde já que esse
mecanismo não será utilizado no processo de inventário, mas na
divisão dos bens do espólio de ANTONIA DALCIR TAVARES
PARENTE, filha de RAIMUNDO RODRIGUES TAVARES, e
MARIA BRAGA TAVARES, (DORAVANTE ANTONIA DAUCIR
TAVARES PARENTE) nascida em 14 de julho do ano de 1925, no
distrito de Santa Quitéria, Fazenda Pitombeira, falecida em 21 de
setembro do ano de 2019, conforme documentos ATESTADO DE
ÓBITO acostados no PROCEDIMENTO ARBITRAL.

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II. Faz saber ainda que empós a ARBITRAGEM, sentenciado o


Processo, este será encaminhado para o INVENTÁRIO
EXTRAJUDICIAL em observância aos seguintes critérios legais:
III. REQUESITOS PARA A REALIZAÇÃO DO INVENTÁRIO EM
CARTÓRIO: Requisitos para a realização de um inventário em
cartório. Para que o inventário possa ser feito em cartório, é necessário
observar os seguintes requisitos: Todos os herdeiros devem ser
maiores e capazes; Deve haver consenso entre os herdeiros quanto à
partilha dos bens; O falecido não pode ter deixado testamento cerrado,
exceto se o testamento estiver caduco ou revogado; A escritura deve
contar com a participação de um advogado. Se no início da
arbitragem, após o levantamento, forem detectados filhos menores ou
incapazes o processo de arbitragem será SUSPENSO e em
observância a lei da arbitragem o árbitro encaminhará o expediente ao
Juiz competente, e este, o inventário deverá ser feito judicialmente. Se
no início da arbitragem, após o levantamento, forem filhos
emancipados, o inventário pode ser feito em cartório. A escritura de
inventário não depende de homologação judicial e independe do
Processo Arbitral, é uma ação autônoma não vinculativa. Neste ato de
PROCEDIMENTO ARBITRAL as partes delegam poderes ao Árbitro
em Direito para empós ouvi-los escolha por distribuição livremente o
tabelião de notas de para a lavratura dos atos notarias,
IV. Faz saber ainda que empós a ARBITRAGEM, sentenciado o
Processo, este será encaminhado para o INVENTÁRIO
EXTRAJUDICIAL e lavratura da escritura em observância aos

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EXTRAJUDICIAL

seguintes critérios legais: ESCRITURA PÚBLICA. Documentos


necessários o inventário em cartório. Documentos do falecido. RG,
CPF, certidão de óbito, certidão de casamento (atualizada até 90 dias)
e escritura de pacto antenupcial (se houver): Certidão comprobatória
de inexistência de testamento expedida pelo Colégio Notarial do
Brasil, através da Censec. Certidão Negativa da Receita Federal e
Procuradoria Geral da Fazenda Nacional; Documentos do cônjuge,
herdeiros e respectivos cônjuges; RG e CPF, informação sobre
profissão, endereço, certidão de nascimento, certidão de casamento
dos cônjuges (atualizada até 90 dias). Documentos do advogado.
Carteira da OAB, informação sobre estado civil e endereço do
advogado; Informações sobre bens, dívidas e obrigações, descrição da
partilha e pagamento do ITCMD; Imóveis urbanos: certidão de ônus
expedida pelo Cartório de Registro de Imóveis (atualizada até 30
dias), carnê de IPTU, certidão negativa de tributos municipais
incidentes sobre imóveis, declaração de quitação de débitos
condominiais. Para imóveis rurais: Certidão de ônus expedida pelo
Cartório de Registro de Imóveis (atualizada até 30 dias); Cópia
autenticada da declaração de ITR dos últimos cinco anos ou Certidão
Negativa de Débitos de Imóvel Rural emitida pela Secretaria da
Receita Federal – Ministério da Fazenda; Certificado de Cadastro de
Imóvel Rural (CCIR) expedido pelo INCRA. Para bens móveis:
Documento de veículos; Extratos bancários; Certidão da junta
comercial ou do cartório de registro civil de pessoas jurídicas; Notas
fiscais de bens e joias, etc. Observação relevante: o pagamento do

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Imposto de Transmissão Causa Mortis (ITCMD) deve ser efetuado em


até 180 dias da data do óbito, sem incidência de multa. É necessária
presença de um advogado na fase do inventário em cartório.A lei
exige a participação de um advogado como assistente jurídico das
partes nas escrituras de inventário. O tabelião, assim como o juiz, é
um profissional do direito que presta concurso público, e age com
imparcialidade na orientação jurídica das partes. NÃO PODE
REPRESENTAR AS PARTES COMO ADVOGADO. O advogado
DEVE SER INDICADO para comparece ao ato da formalidade da
ESCRITURA PÚBLICA. Cada herdeiro pode nomear seu advogado
ou indicar somente um para todos. O advogado deverá assinar a
escritura juntamente com as partes envolvidas. Para representação no
Processo Arbitral não é necessário constituir advogado, porém se
constituir deve juntar a procuração. É possível ser representado por
procurador na escritura de inventário. Caso o interessado não possa
comparecer pessoalmente ao cartório para assinar a escritura de
inventário, ele poderá nomear um procurador por meio de procuração
pública, feita em cartório de notas, com poderes específicos para essa
finalidade.
V. Faz saber ainda que: “Empós a conclusão do PROCEDIMENTO
ARBITRAL este pode concluir por inventário negativo. O inventário
negativo é utilizado para comprovar a inexistência de bens a partilhar.
Ele é necessário caso os herdeiros queiram comprovar que o falecido
deixou apenas dívidas, ou caso o cônjuge sobrevivente queira escolher
livremente o regime de bens de um novo casamento”.

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Pelo presente edital ficam “CONVIDADOS” os


sucessores de primeiro, segundo, terceiro e quatro graus na hierarquia da sucessão para
tomarem ciência da PROPOSITURA DA ARBITRAGEM e comparecerem a primeira
AUDIÊNCIA, para firmação do “pacto compromissório” no dia 9 de novembro 2019,
em local a ser definido por Edital. Nesta oportunidade dar-se-á inicio a ABERTURA
DA SUCESSÃO.
(NOTA ARBITRAL – NABr 6.029.825/2019 - . “A morte transforma
o patrimônio em herança. Aberta a Sucessão, significa dizer ‘morto o
individuo’ tem inicio o processo de abertura da Sucessão. Empós,
requer-se o processamento do Inventário, que se destina a apurar os
bens deixados pelo finado, a fim de, sobre o monte, proceder-se-á à
partilha”).
A lei permite que se processe a abertura da Sucessão fora
da última residência da Comarca do “De cujus” nos termos da Lei Federal nº 11.441, de
4 de janeiro de 2007 - Altera dispositivos da Lei no 5.869, de 11 de janeiro de 1973 –
Código de Processo Civil, possibilitando a realização de inventário, partilha, separação
consensual e divórcio consensual por via administrativa. “In Verbis”: Art. 983. O
processo de inventário e partilha deve ser aberta dentro de 60 (sessenta) dias a contar
da abertura da sucessão, ultimando-se nos 12 (doze) meses subseqüentes, podendo o
juiz prorrogar tais prazos, de ofício ou a requerimento de parte.
NOTA ARBITRAL – NABr 6.029.826/2019.
É de domínio cognitivo a informação de que a “DE CUJUS” deixou
testamento,isto posto aplicar-se-á neste Processo a decisão do
SUPERIOR TRIBUNAL DEJUSTIÇA a saber...(...)”Direito Privado
- STJ: É possível inventário extrajudicial mesmo com testamento”.
A 4ª turma do STJ julgou nesta terça-feira, 15, se é possível o
inventário extrajudicial quando houver testamento do falecido,
notadamente em se tratando de interessados maiores, capazes e
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concordes, devidamente acompanhados de seus patronos. O


precedente inédito foi relatado pelo ministro Luis Felipe Salomão, e
a turma foram unânimes em acompanhar o voto do relator. Na
origem, o TJ/RJ, por maioria, decidiu pela impossibilidade do
inventário administrativo, sob o fundamento de que há disposição de
última vontade do de cujus, o que implica na aplicação do disposto
no art. 610 do CPC/15. No caso dos autos, como todos os herdeiros
são maiores, com interesses harmoniosos e concordes, devidamente
representados por advogado, o ministro autorizou que o inventário
ocorra pela via extrajudicial. Processo: REsp 1.808.767 – Cópia da
decisão nos autos deste expediente. (Em caso de impossibilidade de
emissão da certidão ou dúvidas, entre em contato pelo e-mail
informa.processual@stj.jus.br ou pelo telefone (61)3319-8410)
Nesta audiência, em 09 de novembro do corrente,
firmado o pacto compromissório os herdeiros habilitados e reconhecidos perante os
critérios legais, devem nomear o “inventariante” e o administrador, e se o herdeiro por
testamento estiver presente, estando formalizado o testamento, e a arbitragem estando
ratificada pela partes dar-se-á início aos meios para alcançar o “INVENTÁRIO
EXTRAJUDICIAL”.
NOTA ARBITRAL – NABr 6.029.827/2019.
Arbitragem e sua jurisdição. O novo Código do Processo Civil em
seu art. 3º institui a Arbitragem como Jurisdição, permitindo a
Arbitragem na forma da lei, no artigo 42º estabelece que “As causas
cíveis serão processadas e decididas pelo órgão jurisdicional nos
limites de sua competência, ressalvado às partes o direito de instituir
juízo arbitral, na forma da lei”, desta forma o novo CPC confirma a
Arbitragem como um Instituto Jurisdicional reconhecido, garantido
o direito das partes a optarem pela Jurisdição Arbitral, neste
momento inclui-se no principio da inafastabilidade de jurisdição,

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desta forma, coloca-se um fim na teoria de Sentença Arbitral ser


Inconstitucional e a falta de reconhecimento como jurisdição, pois,
outrora houve muitas discussões a respeito da legitimidade, validade,
legalidade e aplicação da sentença Arbitral em caso concreto, sem
duvidas, estas mudanças trarão muitos benefícios para as partes que
optarem pela Convenção de Arbitragem.
NOTA ARBITRAL – NABr 6.029.828/2019.
Alegação de convenção arbitral no juízo estatal. No Regime jurídico
estatal, sobre a alegação de Convenção de Arbitragem o artigo 345
estabelece normas especificas para o reconhecimento da Convenção
de Arbitragem, a alegação de existência de convenção de arbitragem
deverá ser formulada, em petição autônoma, na audiência de
conciliação ou mediação e deverá estar acompanhada do
instrumento de convenção de arbitragem, sob pena de rejeição
liminar, o autor será intimado para manifestar-se imediatamente sobre
a alegação, se houver necessidade a requerimento, o juiz poderá
conceder prazo de até quinze dias para manifestação, a alegação de
incompetência de juízo deverá ser formulada na mesma petição,
observado o dispositivo do art. 341. Se o procedimento arbitral já
houver sido instaurado antes da propositura da ação, o juiz, ao receber
a alegação de convenção de arbitragem, suspenderá o processo, à
espera da decisão do juízo arbitral sobre a sua própria competência,
não havendo sido instaurado o juízo arbitral, o juiz decidirá a
questão (art. 347 NCPC), novamente o NCPC vem reafirmar a
competência e legitimidade da Jurisdição Arbitral. Acolhida a
alegação de convenção de arbitragem, ou reconhecida pelo juízo
arbitral a sua própria competência, o processo será extinto sem
resolução de mérito (Art. 348 NPCP e Art. 495-V). A existência de
convenção de arbitragem não pode ser conhecida de ofício pelo órgão
jurisdicional (Art. 349 NPCP). A ausência de alegação da existência
de convenção de arbitragem, na forma prevista, implica aceitação da
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jurisdição estatal e renúncia ao juízo arbitral (Art. 350PCP).


NOTA ARBITRAL – NABr 6.029.829/2019.
Carta arbitral. A respeito da aplicação e validade de sentenças
Arbitrais, uma das mudanças importantíssimas, foi à comunicação
entre Juízo Arbitral e Juízo Estatal, através da Carta Arbitral, que
permitirá ao Árbitro se comunicar com o Juiz Estatal, para
concessão de pedidos Liminares, Cautelares e Antecipações de
tutelas, bem como, requerer à autoridade judiciária que conduza
testemunha renitente, comprovando a existência da convenção de
arbitragem, antes eram impossibilitadas de ser concedidas, vistas o
Juízo Arbitral não ter poder coercivo, com a Carta Arbitral, que serve
de ponte de comunicação e cooperação entre Juízo Arbitral e Juízo
Estatal, esta ferramenta será muito útil para execuções de sentenças e
sua antecipações de tutelas, dando credibilidade e legitimidade às
decisões Arbitrais. Na lei 9307/96 art. 22 parágrafo 4º, eram previstas
tais tutelas, havendo necessidade de medidas coercitivas ou cautelares,
os árbitros poderiam solicitá-las ao órgão do Poder Judiciário que
seria, originariamente, competente para julgar a causa, mas no antigo
CPC não havia qualquer citação sobre a cooperação entre os Juízos
Arbitrais e Juízos Estatais, impossibilitando a efetivação destas
tutelas, com a Carta Arbitral será possível o cumprimento de todas as
tutelas mencionadas nos dispositivos do art. 22, em sua integralidade,
pois, haverá integração de Juízo Arbitral e Estatal.
NOTA ARBITRAL – NABr 6.029.830/2019.
Nulidade da sentença arbitral - O artigo Art. 1075 do NCPC, dá nova
redação ao parágrafo 3º, artigo 33 da lei 9307/96 “Lei que dispõe
sobre Arbitragem” nestes termos: “§ 3º A decretação da nulidade da
sentença arbitral também poderá ser requerida na impugnação ao
cumprimento da sentença, nos termos do art. 539 e seguintes do
Código de Processo Civil, se houver execução judicial.” (NR), com
tudo a apelação terá efeito suspensivo por força do artigo 1025
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parágrafo 1º - IV (NCPC), antes os devedores poderiam ingressar


com embargos do devedor, conforme o art. 741e seguintes do antigo
Código de Processo Civil, se houvesse execução judicial, era o que
estabelecia na teoria o art. 33 da lei 9307/96, no entanto, desde 2005
o procedimento já era feito através de impugnação da execução de
sentença, desta forma atualizam-se as normas para procedimentos
Arbitrais.
NOTA ARBITRAL – NABr 6.029.831/2019 – Possibilidade de
Embargos de Declarações no presente processo. Se segue com esta
nota para ciência aos advogados e a garantia do devido processo
legal. Os “Embargos Arbitrais” e a Revitalização da Sentença
Arbitral. Prevê a Lei de Arbitragem (Lei Federal n. 9.307/1996)
período de tempo no qual, após a sentença arbitral proferida, ainda
será possível ao árbitro ou tribunal arbitral rever o decidido para
corrigir erro material (por exemplo, equívoco numérico ou de
redação), esclarecer sobre obscuridade, contradição ou algum ponto
omitido na sentença arbitral, mediante solicitação da parte no prazo
de 5 dias, a partir da ciência do teor da sentença arbitral. Esta
“solicitação de esclarecimentos” (art. 30) teve inspiração legislativa
nos embargos de declaração regulados no processo judicial, que os
classifica como espécie de recurso, fato que justificou a conduta do
legislador em não os denominar de embargos. Todavia, a doutrina
arbitral inclina-se em nomear a citada “solicitação de
esclarecimentos” de “embargos arbitrais,” haja vista ter a mesma
essência e objetivo daquele (embargos de declaração), apesar de a
sentença arbitral ser final e não ficar sujeita a recurso, sendo a ação
de anulação proposta no Judiciário o meio hábil para anulá-la ou
retificá-la, quando possível (art.33). Esta providência em sede
arbitral vem suscitando diversos questionamentos práticos e teóricos
a exigir reflexão dos doutrinadores, haja vista as similitudes com os
embargos de declaração e a tendência jurisprudencial e doutrinária,
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ainda que não pacificada, que admite, em situações excepcionais


conceder-lhes efeitos modificativos, isto é, poderá reverter a decisão
proferida. Estas questões demandam análise em contexto amplo,
notando-se que a partir das duas últimas décadas do século XX,
novos paradigmas passaram a nortear o direito processual civil, que
preconizam a efetividade da prestação jurisdicional e, com ela, a
otimização e eficácia das regras processuais. Assim é que vimos,
nestes novos tempos, a jurisprudência e a produção doutrinária dar
vida nova e oxigenar o processo civil brasileiro. Não se deixa de
privilegiar normas e conceitos firmados de há muito, mas se
reconhece a necessidade de mudanças legislativas (como as
minirreformas operadas no Código de Processo Civil) ou alteração
na forma de interpretar a Lei, pois, como assevera o jurista
português Manuel Domingos de Andrade, “a própria “objectiva
verdade jurídica, em face duma lei que se mantém inalterada na sua
expressão formal, não é estática, mas cambiante; não é uma só,
como que cristalizada, rígida, imóvel, fixada ne varietur, senão que
está sujeita a mudar com o curso das idéias e as vicissitudes da
realidade circundante, obedece, em suma, ao mesmo devir que é lei
de todas as coisas”. É nesta linha de raciocínio que prioriza a
efetividade e, com ela, a eficiência e otimização das regras
processuais, que surge o entendimento doutrinário e jurisprudencial
de que os embargos de declaração podem – não obstante suas
condições de admissibilidade restritas e diante de equívocos
manifestos -, representar em revisão do julgado e ter efeitos
modificativos, que na linguagem jurídica denomina-se de “embargos
de declaração com efeitos infringentes.” Estas premissas estão
sendo deslocadas para o processo arbitral, por sua racionalidade,
haja vista que o princípio da efetividade da prestação jurisdicional
também se aplica ao processo arbitral, reforçado pelo recentíssimo
princípio constitucional da celeridade processual (art. 5°, LXXVIII
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da CF/88 acrescido pela Emenda Constitucional n. 45/2004), bem


como atentando que a decisão arbitral deve estar calcada no livre
convencimento do árbitro (art. 21, § 2°) e que somente após o
prazo concedido para os “embargos arbitrais” a sentença arbitral
ditada se torna imutável, vale dizer, encerra-se seu mister e, em
conseqüência, o processo arbitral (art.30, § único). Após esse
evento, a sentença arbitral somente poderá ser modificada, se for o
caso, por decisão judicial que determine que o árbitro a
complemente, se não decidiu todo o litígio (art. 32, V) ou a
retifique, quando a sentença deixou de conter todos os requisitos
necessários (art. 32 III), ou para alterar o decido fora dos limites
da convenção de arbitragem (art. 32, IV), a teor do disposto no
art.32, § 2°, II. Poderá, também, anulá-la completamente nos
demais casos relacionados no art. 32. Neste sentido, sem se
preocupar em conceituar os “embargos arbitrais” como um recurso,
mas considerando que a arbitragem só se encerra após o prazo
conferido à parte para solicitar esclarecimentos por meio dos
“embargos arbitrais,” poderá existir situações especialíssimas que
em decorrência de equívoco manifesto do árbitro na análise das
provas ou das circunstâncias apresentadas pela parte nos “embargos
arbitrais,” este decida reformular seu entendimento e rever o
julgado, recebendo os “embargos arbitrais” com efeitos
modificativos (escopo infringente). Seria o caso, por exemplo, de ter
deixado de acatar a prescrição alegada pela parte. O árbitro, neste
caso, teria deixado de considerar preceito legal imperativo e ao
reformular o seu entendimento anterior, estaria observando,
inclusive, o disposto no art. 2°, § 2° da Lei de Arbitragem (ordem
pública). Não se argumente, por outro lado, que com esta
providência estar-se-ia criando uma instância recursal no âmbito da
arbitragem ou que se transfere para a arbitragem a processualística
judicial (que se impõe evitar), mas observar que esta providência
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prioriza a eficácia da sentença arbitral final, diante de flagrante


equívoco cometido pelo árbitro. Note-se que a previsão de
“embargos arbitrais” encontra-se na Lei Modelo de Arbitragem
Internacional da UNCITRAL, que foi fonte de inspiração do
legislador brasileiro e de tantos outros países. A questão dos efeitos
modificativos dos “embargos arbitrais” é tratada na doutrina e
jurisprudência estrangeiras, que acenam com a possibilidade em
admiti-los, desde que observado o prazo estipulado para apreciação.
Outra questão prática que se apresenta para o árbitro, diante de erro
material, como, por exemplo, diante de raciocínio matemático
incorreto ou redação equivocada, se poderia retificar
espontaneamente a sentença arbitral. Com efeito, na linha do acima
exposto, afigura-se pertinente a retificação imediata, mesmo que as
partes não a tenham solicitado. Ainda, no âmbito dos “embargos
arbitrais” discute-se se os regulamentos de instituições arbitrais
podem alterar o prazo disposto no art. 30 (5 dias) para sua
apresentação, como, por exemplo, fixá-lo em 15 dias ou se as partes
na convenção de arbitragem também poderiam regulá-lo. A resposta
é encontrada e respaldada no princípio da autonomia da vontade, da
consensualidade, que percorre como seiva toda a árvore arbitral.
Além de várias outras disposições neste sentido reguladas na Lei de
Arbitragem, note-se que o próprio prazo legal para expedir a
sentença arbitral pode ser fixado pelas partes (art. 23). Assim,
entendemos que as partes ao submeterem-se à arbitragem
institucional aceitaram as disposições regulamentares, inclusive o
prazo para pedido de esclarecimentos da sentença arbitral, que não
necessariamente precisa ser o de 5 dias, bem como as partes podem
assim dispor na convenção de arbitragem. A flexibilidade da Lei tem
indubitável função prática, pois poderemos estar diante de
arbitragem doméstica, com sede no Brasil, mas as partes estarem no
exterior ou em localidades distantes. O prazo de 5 dias não será hábil
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para a adoção das providências necessárias. Todavia, por oportuno,


não se entenda que os prazos sejam cumulativos, ou seja, além do
disposto convencionalmente somar-se-ia o prazo legal. São
excludentes, pois, ou se aplica o prazo convencional ou o legal.
Enfim, para analisar e resolver os diversos problemas práticos que
se apresentam no direito brasileiro da arbitragem inaugurado com
a Lei n° 9.307/96, o intérprete e aplicador da Lei, em especial no
que se refere aos “embargos arbitrais”, deve ter como norte que o
legislador ao regulá-los pretendeu conceder-lhes largo espectro,
com a finalidade de revitalizar a sentença arbitral final, para que
esta seja justa, reflita o bom-senso, esteja consentânea com a
convenção de arbitragem e a Lei.
Diante de tudo exposto. O presente edital deve ser
publicado para o maior alcance possível.
Publique-se, cumpra-se.

https://wwwsentencacjc.blogspot.com/2019/10/sentenca-parcial-de-admissibilidade-de.html

PROCEDIMENTO ON LINE - Cidade de Fortaleza,

quarta-feira, 23 de outubro de 2019, às 20h32min: 26.

CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA


Árbitro em Direito Processual LEI FEDERAL n.o. 9.307, DE 23 DE SETEMBRO DE 1996 – Artigos 17,
18, 26, I, II, III, IV - Parágrafo único e. 27 c/c Lei Federal nº 13.129, DE 26 DE MAIO DE 2015.

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