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2º BIMESTRE TRATAMENTO

CLINICA MÉDICA E CIRURGICA DE Abertura do abcesso para drenagem do


EQUINOS conteúdo

SISTEMA LOCOMOTOR Limpeza e desinfecção (H2O2 + iodo) +


bandagem
Anatomia do casco:
AINE’s (3 dias) ex: flunexim meglumine
- Talões (1.1mg/kg SID IV/IM)
- Bulbos dos talões ATB (5 a 7 dias) ex: sulfa com trimetropim
(15mg/kg SID IV/IM)
- Sulco entre a ranilha
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- Crista da ranilha
PODODERMATITE SÉPTICA
- Superfície externa da sola
Também conhecida como Necrobacilose ou
- Linha branca Broca.
*Na lateral da falange distal há presença de Infecção bacteriana da linha branca
cartilagem alar (em animais idosos ela pode
calcificar). Cascos tornam-se frágeis

Tendão = ligação entre osso e músculo. Comum em casos em que há colocação


errônea dos cravos da ferradura, ou por
Ligamento = Ligação entre osso e osso. objetos pontiagudos.
-------------------------------------------------------------- Drenagem pela coroa do casco.
ABCESSO SUBSOLEAR DIAGNÓSTICO
As solas ficam enfraquecidas Pinçamento
Penetração de patógenos, pode ocorrer Palpação digital da sola
infecção ascendente da linha branca (broca)
Radiografia
Objetos perfurantes
TRATAMENTO
Ferrageamento inadequado,
Abertura do abcesso para drenagem do
Ausência de condições de higiene conteúdo
SINAIS CLINICOS Limpeza e desinfecção (H2O2 + iodo) +
bandagem
Quadro agudo de claudicação (grau 3 e 4)
AINE’s (3 dias) ex: flunexim meglumine
Aumento da frequência e amplitude do pulso (1.1mg/kg SID IV/IM)
da artéria digital do membro afetado,
ATB (5 a 7 dias) ex: sulfa com trimetropim
Aumento da temperatura da muralha do casco (15mg/kg SID IV/IM)
Pode haver edema na região coronária e/ou --------------------------------------------------------------
na porção distal do membro, podendo evoluir
para a região do boleto. DERMOVILITE EXUDATIVA
DIAGNÓSTICO Conhecida como Cancro.
Pinçamento Crescimento progressivo e secreção úmida da
ranilha, contaminação por bactérias
Palpação digital da sola anaeróbicas gram negativas.
Radiografia Claudicação é variável
Com a falta de tratamento, tecido AINES
papilomatoso edematoso e fétido começa a
ser produzido desordenadamente e DMSO
rapidamente a lesão se expande para a sola.
Corticoides intra-bursal
TRATAMENTO
Drogas anticoagulantes,
ATB sistêmico associado ao debridamento
cirúrgico ou criocirurgico. Vasodilatador periférico (isoxuprine)

-------------------------------------------------------------- Tiludronato (reduz absorção óssea)

SINDROME DO NAVICULAR Cirúrgico: Neurectomia do nervo digital palmar.

Causa comum de claudicação intermitente em --------------------------------------------------------------


membros anteriores.
OSTEÍTE PODAL
Responsável por 1/3 das claudicações
crônicas em equinos, entre 4 a 15 anos. É uma condição inflamatória que resulta em
desmineralização da falange distal.
Pode ter predisposição genética
Pode ser:
Má conformação, casco desbalanceado,
ferrageamento incorreto, exercício em Primária: excesso de exercício em superfícies
superfícies duras, etc. duras

Dor pode ser decorrente do osso navicular Secundária: laminite, ferimentos perfurantes,
e/ou de estruturas relacionadas (Bursa do má conformação.
navicular, TFDP, ligamentos...)
Asséptica: sem contaminação bacteriana.
Claudicação crônica bilateral de membros
Séptica: com infecção bacteriana na falange
anteriores.
distal, através de ferimentos perfurantes,
SINAIS CLINICOS infecção de tecidos moles ou por via
hematógena (potros). Advindos do abcesso
Claudicação intermitente que agrava com o subsolear, fraturas da margem solar,
trabalho, ferimentos penetrantes.

Claudicação de apoio: arrasta a pinça, SINAIS CLINICOS

Claudicação em ambos os membros: um mais Claudicação de intensidade variável, aumenta


que o outro, após exercício.

Claudicação aumentada em terreno Sensibilidade difusa ao pinçamento do casco.


irregular: pressão maior sobre a ranilha.
Quando bloqueado o nervo digital palmar
DIAGNÓSTICO elimina a claudicação.

Pinça do casco: dor no terço central da ranilha; DIAGNÓSTICO

Cunha de Lungwitz; Radiografia.

Bloqueio do nervo digital palmar baixo, TRATAMENTO


bloqueio da Bursa do navicular.
Repouso, remoção da causa primária,
Radiografia. casqueamento corretivo, AINES sistêmicos,
ATB sistêmicos e locais, debridamento
TRATAMENTO cirúrgico.

Repouso, --------------------------------------------------------------

Gelo (na fase inicial)

Ferrageamento e casqueamento corretivo,


LAMINITE Temperatura aumentada do casco.

Também chamado de aguamento ou TRATAMENTO


pododermatite asséptica.
Crioterapia (baixa a atividade metabólica,
Processo inflamatório que atinge as lâminas diminuindo a ação dos mediadores
sensitivas do casco (principalmente o cório inflamatórios)
laminar).
AINES (analgesia, reduzir a inflamação) ex:
Afecção metabólica sistêmica. Flunexim, Fenilbutazona associado ao
omeprazol.
Degeneração laminar + forças de tração do
Tendão Flexor Digital Profundo (TFDP) = Anticoagulantes (ex: heparina)
rotação da falange distal.
Hipotensores (ex: acepromazina)
FASES:
DMSO (ação anti-inflamatória, analgésica,
Fase de desenvolvimento – entra em contato antiagregador plaquetario)
com a causa (sem sinais clínicos)
Isoxuprime (vasodilatador periférico)
Fase aguda – inicio dos sinais clínicos
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Fase crônica – rotação da falange distal
LAMINITE CRÔNICA
ETIOLOGIA
Ocorre a rotação da terceira falange (falange
É uma doença multifatorial. distal)

Endotoxemia (cólicas, pneumonias...) Pode haver diminuição na claudicação

Concussão (asfalto, pedras...) Consequência: perfuração da sola – processo


séptico.
Hormonal (Cushing, síndrome metabólica)
Leves a moderadas: anéis visíveis na parede
Alimentar (alta ingestão de grãos) do casco (crescimento não uniforme)

Mecânica (concussão devido a trabalho TRATAMENTO


intenso em superfície dura)
Reestabelecer a relação entre parede do
PATOGENIA casco e falange.
Isquemia por redução da perfusão capilar no Casqueamento corretivo (remover pinça e
casco. rebaixar os talões)
Desvio do fluxo sanguíneo para a circulação Ferrageamento (ferradura oval, em forma de
venosa proximal – hipoperfusão dos coração)
capilares das laminas dérmicas.
Cirúrgico: ressecção da parede do casco
Edema: agrava hipoperfusão – microtrombos – (aliviar a dor, reduzir a pressão no interior do
agravam isquemia – degeneração e morte casco, realinhar a falange distal)
tecidual.
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PRINCIPAIS DOENÇAS DA QUARTELA E
LAMINITE AGUDA BOLETO

Pulso digital aumentado ARTRITE DA ARTICULAÇÃO


METACARPOFALANGEANA
Troca constante de apoio do membro
É a inflamação dos tecidos que compõe o
Relutância em se mover espaço articular, que pode evoluir para
processo degenerativo (osteoartrite).
Posicionamento de “acampado” (membros
dianteiros estendidos)
SINAIS CLINICOS Potros: maiores complicações (lesões as
cartilagens, ostreoartrites, osteomielites,
Fase aguda: septicemias).
Efusão articular: produção excessiva de liquido TRATAMENTO
(com viscosidade mais baixa)
Objetivo: eliminar o microorganismo, remover
Claudicação de graus variáveis os produtos deletérios da inflamação sinovial e
a fibrina.
Aumento da temperatura local
ATB de amplo espectro (penicilina,
Dor á flexão gentamicina...)
Fase Crônica: AIE
Todos os já citados +: Lavagem articular
Aumento da articulação (espessamento da Perfusão regional (a cada 2 dias – Amicacina)
cápsula por deposição do tecido fibroso)
Condroprotetores
Mobilidade limitada
ATB intra-articular (amicacina)
Redução do espaço articular.
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-> ANÁLISE DO LÍQUIDO SINOVIAL:
PRINCIPAIS DOENÇAS DO METACARPO E
É ele quem nutre e lubrifica a cartilagem. METATARSO
Normal: viscoso, amarelo pálido, limpo e sem EXOSTOSE
partículas.
Proliferação óssea do periósteo
Evolução: osteoartrite (degeneração e perda
da cartilagem articular). 2º metacarpiano mais afetado
TRATAMENTO Traumas diretos, micro fraturas

Ducha, gelo, massagem local (DMSO, NGF-5) Treinamento em lugar inapropriado

AINES sistêmico (ex: Flunexim, Fenil..) Calo ósseo (sobreosso)

AIE intra-articular – corticoide Claudicação em graus variáveis.


Condroprotetores (hialironato de sódio IA/ DIAGNÓSTICO
condroitina)
Anamnese, palpação local (dor, calor) e
-------------------------------------------------------------- radiografia.
ARTRITE SÉPTICA TRATAMENTO

Causada por: lesões traumáticas, Repouso


hematológicas, secundárias (potros –
onfaloflebites, diarreias, pneumonias...), AINES sistêmico
iatrogênicas (infiltrações)
Ducha e/ou gelo
Claudicação severa.
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PROGNÓSTICO
PERIOSTITE
Diagnóstico precoce: Bom
vulgo dor na canela.
Diagnóstico e TTO tardio: reservado a ruim
É a inflamação do periósteo.
Pode ser originado: pelo excesso de Em casos de lesões e rupturas: tto com
treinamento, sobrecarga, pisos irregulares. células tronco, PRP.

Geralmente o 2º metacarpiano é o mais Faz-se a tricotomia, assepsia e aplica-se


acometido. guiada por ultrassom.

DIAGNÓSTICO --------------------------------------------------------------

Palpação local (dor, calor) TENOSSINOVITES

Radiografia. É a infecção da bainha tendínea que reveste


os tendões e que possui liquido sinovial.
TRATAMENTO
Tem a função de proteger o tendão, bem como
Repouso propiciar um superfície uniforme para o
deslizamento.
AINES sistêmicos
CAUSAS:
Ducha e/ou gelo
Idiopáticas (efusão sinovial, sem inflamação,
-------------------------------------------------------------- sem dor)
TENDINITES E TENOSSINOVITES Trauma
TENDINITES Aguda: desenvolvimento rápido, calor, dor e
claudicação. Associada a tendinite.
Processo inflamatório dos tendões
TRATAMENTO
Origens físicas ou vasculares.
Repouso, gelo, AINES e por fim drenagem e
Pode haver ruptura física de sua matriz (fibras aplicação de corticoide.
tendineas)
SÉPTICA:
Causa comum de cavalos atletas
Acentuada efusão sinovial, calor, dor, inchaço,
Pode ser por: grave claudicação e liquido sinovial supurativo.
Infecção hematógena, traumas perfurantes,
Pressão excessiva sobre os tendões; falta de
lacerações.
preparo físico; má conformação; fadiga
muscular; piso irregular. TRATAMENTO
DIAGNÓSTICO ATB sistêmico, drenagem e lavagem da
bainha, infiltração local com ATB.
Exame clinico + anamnese + palpação
tendínea --------------------------------------------------------------
Observa-se aumento de volume, calor local e EXAME CLÍNICO DO APARELHO
a claudicação é variável de acordo com a LOCOMOTOR
gravidade.
Objetivos:
Ultrassonografia (avaliar se há ruptura das
fibras). Determinar qual o membro claudicante;
O prognóstico é variável e o tratamento é Localizar a lesão do membro;
demorado
Diagnosticar a enfermidade.
*Fase crônica: fibrose e consistência firme.
ANAMNESE
TRATAMENTO
Rotina do animal (estabulado, semi-
Fase inicial: Gelo, Aines, DMSO sistêmico e estabulado, solto a campo)
tópico, massagens, ferrageamento, exercício
controlado, Ultrassom terapêutico. Alimentação
Qual o uso do animal Bloqueios (do nervo digital palmar, perineural
do sesamóide abaxial, baixo de quatro pontos,
Frequência de trabalho alto de quatro pontos – são os mais utilizados
na clinica de equinos).
Qual o piso que o animal trabalha/treina
Diagnóstico por imagem.
Há quanto tempo claudica
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Já foi realizado tratamento?
SISTEMA RESPIRATÓRIO
Avaliar a conformação do animal
É responsável pela troca gasosa entre o
Avaliar a movimentação (passo, trote, galope sangue e o ar inspirado, além de filtrar e
em piso duro, em circulo...) umedecer o ar no trato condutor.
Observar se há desgaste. Essa troca ocorre nos alvéolos pulmonares.
GRADUAÇÃO DAS CLAUDICAÇÕES ANATOMIA
Grau I: vista quando o animal esta trotando, Narinas, fossas nasais, septo nasal, seios
mas não no passo. paranasais, nasofaringe, bolsas guturais,
palato mole, traqueia, brônquios e
Grau II: claudicação vista no passo, mas não bronquíolos pulmões e cavidade pleural.
há movimento evidente da cabeça.
Bolsa Gutural: são divertículos da tuba
Grau III: a claudicação é obvio no passo e há auditiva, responsável pela fonação e audição.
movimentação da cabeça
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Grau IV: Impotência funcional do membro.
PRINCIPAIS DOENÇAS DO SISTEMA
MOVIMENTAÇÃO DA CABEÇA RESPIRATÓRIO
Claudicação de membro torácico: DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA
CRÔNICA (DPOC):
Cabeça é elevada quando o membro
afetado toca o solo. Obstrução recorrente das vias aéreas
Claudicação de membro pélvico: Condição inflamatória das vias aéreas
inferiores (redução do diâmetro dos brônquios,
A garupa do lado afetado se eleva ao
causando dificuldade respiratória pela
apoio do membro lesado.
obstrução parcial da passagem do ar).
Claudicação bilateral:
Pode ser originada por processo alérgico
Movimentação da cabeça é mínima, devido a antígenos inalados (poeira do
produzindo um andar arrastando a pinça do alimento, da cama...), ou por processos
casco. respiratórios primários (bronquites e
bronquiolites).
ETAPAS DO EXAME CLÍNICO
É caracterizada por espasmos dos
Avaliação em estação bronquíolos, com presença de muco e
alterações crônicas da parede bronquiolar.
Avaliação em movimento (passo, trote, galope,
em circulo...) SINAIS CLINICOS

Pinçamento dos cascos Aumento da FR em repouso

Palpação das estruturas: casco, quartela, Tosse crônica não produtiva, secreção nasal,
boleto, canela, joelho, antebraço... dificuldade expiratória, perda de apetite, perda
de peso, narinas dilatadas e intolerância ao
Testes de flexionamento exercício.

Em casos mais graves: aparecimento de uma


linha muscular de reforço no abdome.
TRATAMENTO Grau IV: Muito sangue pela traqueia, laringe,
faringe e fossas nasais.
Remover a causa, melhorar o ambiente e
manejo, corticosteroides, suporte Grau V: Exacerbação do grau anterior mais a
(expectorantes, mucolíticos, nebulização...) epistaxe.

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INFLUENZA SINUSITE

É uma enfermidade infecciosa, de notificação Processo inflamatório, que pode ser de


obrigatória. causas:

Causada por um vírus e que acomete animais Primárias: infecções do TRS


de todas as idades, porém os jovens são mais
acometidos pela imunidade mais baixa. Secundárias: traumas, neoplasias benignas ou
malignas, fraturas dentárias.
SINAIS CLINICOS
SINAIS CLINICOS
Tosse, febre, apatia, redução do apetite e
secreção nasal serosa que pode evoluir para Descarga nasal purulenta uni-bilateral.
mucopurulenta se houver infecção secundária.
Abaulamento do ossos da face, febre, perda
O tratamento é sintomático e a prevenção é de peso, depressão, fistulas.
através da vacinação.
Percussão: som maciço.
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TRTAMENTO
HEMORRAGIA PULMONAR INDUZIDA POR
EXERCICIO (HPIE) ATB e AINES

É a presença de sangue nos alvéolos Cultura e antibiograma


pulmonares ou vias aéreas, impedindo a troca
gasosa, reduzindo a eficiência pulmonar. Lavagem do local

O aumento da pressão pode levar á ruptura Remoção da causa primária.


dos capilares e consequentemente a
Cirúrgico: trepanação.
hemorragia.
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Acomete mais cavalos atletas submetidos a
exercícios de alta intensidade. PNEUMONIA
SINAIS CLINICOS Inflamação do parênquima pulmonar (tecido
do órgão) decorrente de infecções, ou até
Os mais evidentes são queda de performance
mesmo aspirações de conteúdos estranhos ao
e epistaxe.
pulmão.
TRATAMENTO
É secundária a outro problema, como:
Paliativo estresse, queda de imunidade, intubações,
entre outros.
Broncodilatadores, diuréticos, moduladores de
pressão intra-alveolar, ATB e AINES. SINAIS CLINICOS

**EXAME ENDOSCÓPICO Febre, tosse seca, corrimento nasal seroso,


depressão, apatia, perda de apetite, fraqueza,
Grau I: presença de pequenas estrias e/ou descarga nasal purulenta, inapetência,
coágulos dispneia e/ou taquipnéia.

Grau II: filetes de sangue por toda a traqueia. Diferentes ruídos na auscultação pulmonar

Grau III: sangue distribuído uniforme por toda Pleurite ou pleuropneumonia é uma das
a traqueia. complicações mais graves.
TRATAMENTO CIRURGIAS DO TRATO RESPIRATÓRIO

ATB (terapia de amplo espectro, associar) Traqueostomia

Terapia de suporte (fluidoterapia, AINES, Abertura da traquéia


analgésicos), broncodilatadores e oxigênio
quando necessário. Mais realizada em casos de emergência

**Quando a liquido pleural é necessário que se Trepanação


faça a drenagem – Pleurite –
Pleuropneumonia – EMERGENCIA!!! Utilizado em casos de sinusite.

PLEUROPNEUMONIA – TRATAMENTO

- ATB, hidratação, controle da dor, drenagem


pleural e com frequência, antiendotoxêmicos,
anticoagulantes, inalação, crioterapia nos
cascos, fisioterapia pleuro-torácica.

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AVALIAÇÃO DO SISTEMA RESPIRATÓRIO

ANAMNESE

Idade, ambiente, clima, manejo, vacinação,


vermifugação, enfermidades prévias.

AVALIAÇÃO GERAL

Estado geral, apetite, postura, dispneia,


narinas dilatadas, presença de muco, esforço
abdominal...

FOSSAS NASAIS

Volume, odor, ruídos e corrimentos

SEIOS PARANASAIS

Indica quando há secreção nasal, estenoses


nasais (sibilos), dor e aumento de linfonodos.

Palpação

Percussão: Timpanico: normal

Submaciço: espessamento de parede

Maciço: Presença de exudato

OUTRAS TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO

Radiografia

Ultrassom

Endoscopia

Aspirador traqueal

Lavado brancoalveolar

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