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AGOSTO 18» 18^19. NtMERO 3.

PitUinr« k» i»l» a* S. MWn — JUi|>u m,« «m.lr« m il*> In. Cil^> 4* C«tt<
k« •■" W. Nlihiln{ V|i«t llrarw|%irt, rui • " l| J I'. Ulula, M 4lU *,"S| • (*•«•••
U~ w CIW» — Hriç», jw.» «m ICO TriMtlra «O. £ra«»tr* MO. Asm !T«. AoU Ml rrn.
Aa wi» tirt(>íl»< t IU<Kt«ri, # n>M« m m K«fip(on«. m» 4« r>Vtf^ã> a • #4
4 Cm» rtUlii^tn HllrrwlM • 4» lb|wrtmlH frwii, AmvmImi Cwm|»»l«».
am, « CnwhíciJ* 4« Iritma* 10 i«n • llaka.

SCT3£?ÍC. JVjIo conccdcndo mMmo que o leito


influa no espirito, nlo haverá quem
duvido do quanto influo nophyaioo; e
á\ rduc^ífl di»» adolescente* é um que oa filho» crcados por auaa mAis,
dos prmcipars objectos que deve cba- nAo «ó as intimam com muito maia
in ir a attenç.lo dó Governo , e de Io- extremo, maa nàu participam de es-
de* «jurUt t cm quem pitar 14o alia tranho» humores, o que muita* veie»,
rei|MHi«AHi|idnt|«r. I'«pi , p«ronte»< «mi* ó causa de futuro» danino» de aaude \
yos, ou tutore», «lhae bem para os meioa vendo certo quo por mais débil rjuese»
que é mister empregar, para fnriH.tr o ja a mie, dá melbor creaçáo a seu
espirito do» como# ruenorea. A '■ mães, filho do que uma ama.
ria mAce emnpre cm primeiro lugar o Poderíamos acate respeito citar mui-
deaempanho du (.to «agrado , a go*to- tos exemplos ; maa contcntar-ruc-hci
so «J«v«r. de referir alguns maia recente*, no-
Deodo n in f/meia devo rnini^xr-io a meando pesaoaa amáa conhecidas, e
f>-riuur o espirito, o clevnr-vu nie ú respeitareis, o que honram a natu-
medida rjuo o corpo v<io crescendo; reza cm tempos em que na maioria na
nAo obrigando a estudos improprio* doa Senhora* parece quo se envergonhara
primeiro* annos; uiax com o exemplo, de aaber ser mica; creando acua fi-
com a palavra, com suaves contou mo lhos , o que a seu vôr lhea desarranja
raes que a» cream;as entendam; e se os enfeites , e as incommoda rouban-
for con»|»ali*«l coin a« vossas força» phy- dodhes o deacanço do somno, que nAo
sicaa, pfincipiíe a dia pôr o animo do querem interrompido com oa cuidados
rossos filho» nutrindo*» no seio mater» em seus filhos, nem privar»** doa di-
no, ooin o doeu alimento que a provi- vertimentos; e náoconhecem ellasque
da natureza voa confiou; paraqueelle* nunca uma espoaa é mais int«rv«sanlc
comecem a amar viq v<»« nlo só aquel- aos ollio* de aeu esposo do quo quan-
le ente em enjas entranha» hahilarain do cila leni ao peito o fructo de seus
(o que é nada quando a m:lo depoia amores, nulnndo-o com o mcamo san-
desie acto involuntário , • forçoso, gue com quo foi gerado, b dando-lhe
esquece, o abandona o« deveres de uma prova indubitável da sua virtude,
n>»«0 mas a sua herpfeitora , a sua maia e do aflirclo que tem ao filho, o ao pne,
torna , maia verdadeira antiga 1 nAo consentindo que outrem guarde o
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precioso ikpoiilo quo Dcci lho con- que lanlas graças em si rruno, quo
fiou ! havia adquirido u nome diHilbaeXeui-
Exceptuímr» aqoellss Damas quo piar, lambem qnU tornar se digna do
lendt ali.i* a* niaií dwlinctas vtilodes nome d»* uiua verdadeira mie; ani-
ou nfto leu» fnrfM par» crear MU< fi- mou-** e ro resolveu a crear o seu li-
lho* , c cu» tal caso primeiro Mlii n vi- lho, que ó um robustíssimo infante!
da do uma boa mãi, ou n3o tem tem- O desenho, a musica, o bordado,
po, porque occupo logo; culpamos «ó- artes que primorosamente exercia, ns
ineoto aquellasquo por iwor/cr, ouyrrwi- seus inrmeenlc» drVarlimenios , fnrain
tlrzti entendem o não dar Mu mamar a •ubaliluidos pelo extremoso cuidado
■eui filho*. — em rrewr o seu filhinho, «pie ella-tra-
IS ornearemos pois ar Ex.m,i ('x>ndes- ia e ponsa com o uiaior inlerc»« !
sa deTavarede, e Viscondessa «I* fon- As senhoras estrangeira» criam io-
te da Harca, jovens, delicada», rica* das o* seus filhos; e nós tivemos uma
e nobre». b»u* duas Suiiliiirj» dote- Infanta , a Senhora O. Maria Isabel ,
da* das inai* sublime* »iHuJ« hon- Kainha de Ht-spanh», q«« deu de ma-
ram o nosso sexo! Interessante* e for- mar a sua filha, e filha d* IVutando
mosa* , ellas ainda Re tornaram inais 7." — nSo obstante ser unia senhora
dignas da adoraqflo de seus consorte*, quo toflria terríveis accidenlcs, dc
e da estima ore»|K?i lo dotodtsi., crean- quo morreu.
d»i a seus peitos, 11 com o maior dos- Desejaríamos ler noticia de outras
vello v* seus filhos 1 Damas na classe mais nobre que
Tivemos a ventura dc conhecer , e servissem de exemplo ; mos citamos
estimar n Viicondrss» da 1'onte da Bar- duas que muito do perlo conhecemos ,
ca , ainda antes d*ella casar; era uma o que devem «cr inodello das oolrns
joven do uma compleição A mais deli- uiars da sua jerarchia ; porque nn clas-
cada o nervosa; sulina tanto qu« wlo se menos distinela eiu ní»scinM»»»t'n»MÍ-
*e por vezes A morte, tratada peto 111.®° las máe* virtutsas temos- que niio criam
Sr. Antonio Henrique* da Silveira* sá- seus filhos, como erradamenlo se crà
bio facultativo assa* conhecido, e que só por habito, ou preflisio, mas por
pódo alleslar |x<r verdadeiro eilo fa- amor, por virludo; pois »lé nas clas-
cto : casou esta Senhora, e tenJo uma ses mais infima* vômos gra«í*r a ma-
menina esteve no maior |ierigo dc vi- nia do darem os filhos .1 crear para se
da n**quelle ditlícil trance; escapando livrarem de meommodos !
em liin a morte, teve .» coragem de As crcanças creadas e educada» |>or
erear a sua menina ! Tremeu o hon- suas máes allendoi» suai palavras co-
rado o extremoso consorte, a sua icr- mo ovangblicas ; e assim cometamos
ilA niài, carinhosa» ir más , e as suar nós a faxel-os amar a virtude, e detes-
amigas!.. Tremeram todos que n esti- tar o VICIO.
mavam, a julgaram vi'I a succumbir! Até ao* selo annoseslío n* picliiivs
Ma* o que succedou! lim milagre da unicamente ao i»*mo cuidado - convém
natureza , quo pareço quix premiar tio mesmo iralal-os como meninas; iitlo é,
virtuosa Acçfto! A filha creou-se forte com o mesmo recato, as mesmas lei*
o |»erfeila; * mfie ficou desfructando de honestidade, e modéstia. D'aJlt eoi
a tuais vigorosa saúde. A condessa de diante, sem que jamais desviemos d cl-
Tavarcde, lilna do nobro Duque d* les a nossa nltonçfto, fadamos boa en-
Saldanha , (evo oieu primogénito; sou colha de mostre* a quem os entrega-
desvcllado esposo, seu extremoso páe, remos par* aperfeiçoar o espirito, que
sua carinhosa mão, c lodos os que a felizmente bem di*|»o*lo abrasara fa-
amavam desejaram poupar-lhc os in- cilmente o* ditames da sía moral.
c^minodos, o a saúde, mas esta jovun Os nossos jovens purtugucics IP®
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!*« itiollores ear»!*», e meio* do oble- Vamos poia á classe ninda esqueci»
rem una etlu*»<;.l6 illuslrada; no* pri- da!., abandonada !.. A* menina* I..
meiro» «inn,,s «Vslema liberal , li- l.ongo lein eido este cHaciiran; fon-
itliati'1* * •'"•ir um quasi ah,n)ilonn jn fcCfa aquelle que Iralnr dn lio me-
I|,IS
<Jo collegios; iua« dt.lo- lindroso assumpto: reserva tuol-o para
roa.v ' x ,urionc,
r * U»m mostrado oqoau- outro numero.
lu ^ precisa, e eonvertien-
l# l'|o<!oa os governe*, e que sem es- Dos lltrlbulos «Ir llroa.
te ioderoao vincuto nilo pódo haver
Hijè no* collegios c<imc- Dm i Km# perfeitíssimo.
J|
u»ar-*« livros morae*, o reli- t.ogo <|U( l)roi & Knl« prrfriilnimo, »c-
fUf-w nrcri«(inmriil« qut» nào « mia com-
g,|l.Vs ' <Ju'il;r*Mot ainda vôr maia ! posto , tnrs fnlp simples
V lamua oitlr*ora aubir <« roais clo-
Porque *c fosse romp«>»lo, u% pnrto» d*
»"'1" pwloè militares, e topares do que elle fosse PompoOo necesiartnmesite «-si»-
ji.a comideraçAo, c reaponaabilidadu ilriam (►rintdro q««> clk>, f n»«lin lerlt» lK<i«
pinem que cm vex do Jt r soletravam principu <1« »ua exíticn^a, e nào rxlsiirid
i mal «a lu.vti formar a Inca, o inin- par d mesmo.
Como é Kntft umples, nío pi.)n vr ro«.
••lligivc] awiunalura j de tuodo que po, parque lu<lo o que ê corpo tilo p&l*
•raro obrigado* a drpvndvr aempre uu
exIstU •«•m jiarli-s, e rxtenUlo.
. uin «arménio, cm <|e outro que es- Li(ii 6 « «pirilo.
tivesse debaixo tj» su,-» jurisdicçâo, pa- Costn v «■•pinto, é tubtliind* ini^lliffrnt».
ra preunchcr o teu togar! Quo borro- Como è mli" p»-»fi<iH««mo, i iníinitutnrn-
rea nilo praticaria um homem seu» co- tf inlrllixí-olf, snpknlt»»fmo , pklrmo, |«f-
nlicciMicnioi <? com puijur, su uma Tur* tiMu, justo, míirricorJiov», srnbor dc sua
ça^occulla ti tiujkTuif o não contives- «ontade, «rnliKloÍM, « bom.
se! I\ <|«io furi;» ora mimt Kra a Rit* Como Dros «sitie por si muro o , ncerssa»
rinmrnte é ricrfto , e iwlpprodcntr.
ligião que seus pães lhe ensinavam \ Coano nào pâtic augmeaUir, ou diminuir,
era ím.i religiftr» q»m file* aprendiam é infinito.
com «eu» mestre* pouco tlluslrados, Como é Infinito, «rpu^-sr qua é incoas-
porém bomen* tooraca. prelipoiivrl, immcoKi, « »6 ain.
liluslrcm-»u poia «.)• homens para Como l)ra« 6 infinito, nosm nlrna limi-
brilaar na sociedade ; moralixeiu-ao tada, não o fxVIe crrtnprrJxiivilpf. I^go é lo»
pois o* horociw para honrar o felicitar eoi»tpi»h«»ftM*rl.
E por so« infinito nSo Um limites. L«t^o 4
a tfociedjdu; c moral sen» Keligiáo is Iromeroo.
néro. lí ramo aio Irm limitps. l/){0 Duos ê
Sentimos |x»r lanfo que «o liourwu um mS.
tirado do Cullegin Militar, por exem- /. iL de Fiputrtdo.
plo, u Callucismo , o Vrlho o Novo
lestamente, ele., que nos primuiroa
adia
estudo* ensinavam m meninos a conho- ■UMlMCt
cer e amar a Keligifto que profeesam ,
« I11TO «KTÍ»»».
o que t?in aua bandeira juram, u de-
vem defender; o os livros de Religião A sombra nnim# da ama aotla «k> outono
do iinao dr 1835 abtnngii* a itnbrn e cpukr-
niln «o reformam ) devem sor os mes* la cidade d« Li»boa. O ceo ulTrovi» a tn««*
mes sempre. olhos o quadro iparasilbuso da imassrt^dada
Dado poia que se aperfeiçoe noi col- dos planeias, i estrella* f.sas q«» douram
legioa a moral um pouco maia, o se «•mi lit>|HSu mitnlo mal! liroa «ua«e lni«a
illustro a mocidade nó conhecimento ifilnts braodamrate os arvoredos, e exirn-
da urdideira crença , nAo leremos hia das flôjrs o prxioto arôwa mm que per-
fumava a terra I Nem uma niivcm otfusra o
mais a desejar acerca da educarão do Armamento!
aossua jowns patrícios. O siau «l'>(^oatealo Noto do SS. Çoraçio
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de J<•»!!« aonuncia ao* moclae» qu« a noite Váe lrvrnr-te um pentaavento,
bu lúcido em tneio do mu gvro! Detpertai-u uu> tenUmeolo!
O rui<k> d-i» vgtt, o (rolar do* filtallM
c*»*ou! Cr item lambem a fúnebre vittn do* Quand-j o peifame Cviiare»
finado» cujo» retto» «Au detcaaçar ou cumpo D*e»»e ei^inltjw» rosal,
dut Praierr», ii que de evalinuu mlii«li*ri# No hotl* que (Vmbrutt
aqurlle» legare», letando ao* vitot n in<n.iv- Vè rrtwlfcín o mra mui!.. .
il-tt LijI dtfK«ine«iiattllMDo! Sódequan- Um »eotlmeato a florir...,
d»' rm quando ■» agclvriut rtuindOci o O» receio* a pungir 1. .
ermitério do« injjlrjn, a grimpa <l»i toer**,
c a* ruma» do umborio do Contento, esm E qunndo mai» pentalivo
•uut de»cotti|M»»ado* p»i» detpetuvum o* 6- Dutcaret a tultdio ,
chui JatvliJia ! •. Ma» nio eram »ú utécbvi Quando áv allurnt levara*
(jo«tm da* ave* da morte que inirriuni|iium A voj, « ítnacHiuci»;
aqurlle roagettoto «iteacio! Lin um men»» li na et paço b-\» de encontrar
l<MKUi uri wa liitU i ma» lào ponteai*, c ,M«u pentameoto a fivrar I
inlerotaolr parrcúi (onmotci o* rochedo*!..
O» ikhttt o repetiam claro, tnielligivel quua- O canto que ao» «eo» e-rgu te»,
t<> i* loin, quanto ao Mftlir • Que o* Aa]« Mn de «aluir ;
Eu o omi, « o iolrievic que cin minha al- I<i In que a amor nio votarei,
ma dopvrtou inoteu o ardente dew-jo de voo- Ha de irmpie amor éoar...
dtir Utn arcano laltet impcaetratei! Cluard* enlào viva lembrança
A «ii de uma infelir mulher •« ouvia io- De quem te ama , e tem **p'rança I •»
teiioiuplda por iwioiot ai»!
Entoava uma twqlo kninvDÍiMA uode a Sem r»p*iança, e >rm ventura!..
ptiiàu rvi(»ira>a com toda a tua Que em tilrneio ha de carpir
A pequena ditlancia da pruçn d» Convert- U m amor , o amor mai» puro
ia Noto doSit. Coteçio dn Jctut ( tul;" lar- ()ue o mortat |i&hi «sntlr !
go dj EtirelLi } era tituaJa uma tiinplc* ca* Tritle limo» que »<S retpira
m cuja nppurcocia não ch&mata a atH-oçjto Quaivio gcmtf oo tom du Ivra!
<Jo ttininíunl*, nu» cmm1« * lm»||n>^to >U»
portu altentira w antever padette o quadiv Quem vrrá u de»Kraça>]a, c exlraordinaria
interu>*ani« que alli te oiTcrtâi! mulher que attita canta, que anim ama?!
Uma fraca lui liemulaodo deitava perce- Quem teri o objecto de lio »ingular paixAof
ber «travei dai uma janella «m ia ubeila a .Viadu hit uma que •arrifiqu* oeoraçio n um
cuntora iMKturnu, e mytlrriou- dever! E que dever poderá »uLijU(tar a íorça
lira uma Senbora aiadn joveo , ao que pa- da oro uom>t ll<> podero*J qual era »tu» ver-
recia , de íórtna rrgular, cuju (rifiivi »lo to* dtteania! Nada tet, e a minhu etirio*t-
pode diferençar ; na» de cúr alta, e ca.be 1- dade p^ltt primeira tei w di-tenvolveu. i'r»
l» prelo». testei iodagur quem cia a ioíclú que babíu
A raiada junio de uma baixa aortdc tiniu va o'|uell* cata.
um tinteiro, papei» , ealgun»livro» , ella re- Seu* oUmh »e iauadnram de Ingrimaa qui
clinava a foce coatierniidj rtn uma da» mio», aio vi correr, ma» que vi enxugar.
e caotava com oiu»U-j» »<-niimcnta! o» verioa A aurora at»»mata #o horlioat* pura, <
que pude decorar, porque mai» de «ma *e* rituoha. O» innoceale» paMaiinbo» ji wiair
o« ouvi, pronunciado* com a verdadeira cx- de teu* ainbot trirurvio »audaçC«* ao dia.
prruào do amor , e da afflicçlo! Eil-o* : quando a tritle Dama »« ajierieUu que r
ouile em tua» v>inl>r*» deixava de a proteger;
Quando no roxo honrou to que forçoto eta tultxar no pcílo u »uu ma-
Nívea aurora de*|M>olar , g<ta, o »cu amor que %í> ú irevat conbavat
K o meigo rjnto da* ave* « que a* treva» me revelaram !
Do actnoo te de»pe*tnr; Ergueu-**, fechou ajanella^ e eo t- ma a
Lemtru-lc que á mctmn hora «ta bem *catí<l<> aa cava, me retirei diicndc
Pent* cm ti quem mai» te adora í a*ó«: Quem *erá oobje«o de tua» afleiçV»
Ojohecel-o-hei ? Tidtei!..
Quando a planície gvraret, (Cvni»«>!«.)
Quando tuba te» ao monte, D. A. G. Piulch,
E»»« brita que tealirc»
Voltear-le a oirota froalc,
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POESIA. " Talrej ura dritnaio teja! »
Di»; e a lodu a previa via;
11a malt* Hut boa por Uru! Fro lai noite!«. c áquella hora
llii». a um Mcdico rn Li»boo!..
Noite IBnlaolu Todo* te ne^am; inania
A no»«e, jJa,0 Li»U«S Lotijolra um t pouco rxp'ricote.
Acorda o i rjo bramit»do 1
N«<r* Uiupetjnde «õa! Não ha muito ve (naán;
utn* oirrlU aparece ; Era joven , e aoimoto;
E a humanidade cincu ud«x« 1 Vai prumpto; bii a* putollo»
Lovou, tempr* cauteloso:
Ninguém vnga pela» rua», Adiantou-w o Cavalheiro,
Nio |>U O (Bochu ujj./uiriru j E & poria chega primeiro.
(Era DO unnn irialu * »<uc,
lu* IX) m«i do Jam-iro) Anlet que «»ta i« lb« abri»»*
!><a J« nitobi uiu'l>ixa, Seoie um txaço que o trgura:
li- * tormeau aâo miiwn! Volte, e cocara um inimigo
Que a vida urraocar-lhe jura,
Ci« de nocturna nvtemblj*. Foit o linha peneguido
Nobre Cori irão taiu j I'or dilTicoçu de partido.
Ao tair , traic usa gemido
JJue M-pulthral |Mm i4 J O fjlpc dvtcarregava...
Horror lhe intpua, e ternura! Jjyo Doutor que o tuipcode!.,
Iticotnpr «Btiitl miituia! A»*im Hvte o Caialheiro
IX» ccfltiurici te dcleoJe ;
TcbU recuar ; nio pódr !.^ K»te Lige : ellca bru Jaiacn j
I <tt ucculto MiiiUtDviito E *6 ra,ío* eocootr&ram I
0 puuge; • twuuir o obrig*
A<]imíI1« triite liuni titu '*• leaUdo* wcobrado
^ j illtltt» I'lO» (ilvociil 9 Havia em tanto a Dcozclla :
lu télat pela iiidocoiku! Armo» dv/cito contava,
lua meiga, quanto bclla ;
Vai rer: a pouca dútancia Q<*» 6 l«-u páaf «Ua clvora 1..
Jo«eo uiulbrr boqueava! » Nem páe, nem mie tenho ajori I »
Tentando erguer-*? da tmra
OcUildc u tfivle luctaca ; Dii; e conta que naacéra
li 'm iooi ttdii >«1. mai» terno De uoia Senhora mui nobre;
hnj.Iora o auailio vupeino! Mav honrando-lbe a memoria,
U nome *eu a&o detcoòre,
1 /''f*; 11 FíJaI 0
* » « ■a vida! SenAo a quem a valvára;
«»• bradu:° . fioBj^-oie «*»«quinha
» E ao Cavalheiro o declara !. ♦
*JW a werga; c do. braço.
^°'lu*li»tJ0 a de.vaUJ.
Eia állta do Fidalgo;
H° J*'-"*» Uilr á p<,iu : Filha qu<* elle deiprctára,
cl
" Dw»!,. iniií mwi»! Forque o rito aacroMato
O hju amor nfto c'roára !..
li/.? ^
heatiu •Mlw
lio v„ ° fidalgo
- l.ujiKve a própria nobreza ,
u
Que ,XK qU.m hi, muito OW>i(Jt Calca av lei» da natureca!
Dor maior olo *.,»ijri;,l
A mie era virluota,
J" ,{*»■«•» »"»•'«.> defeito Fraq«*eou porque era huiraoa;
fcai-lhe o «wa^ào do
For i»o a vital carreira
» Quem «Uria quanlo «tOto l.he acata a d&r m«i» tymnna ;
» oi nu , que cru» cunhnr., J E em mitetiima orpiianda>l«
1
p une* k-bií o que Deixa a filha em teora idado.
1
» sl^'
Njcourru" ««mo*
" '«■■"f»' ffmaoeçoí..
bu«car>lhe; Da mie ««guindo o» dictaove*
A'* Mxicdadn íu^ia;
" f**** «IXovciUí-Jbç ! B U«» de voccoiro» pri>ada
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Já In ladi^enHa femla; I e»ta teobora «iilé « »ei* «nno», e com tudo
Tanto í* »up'rior, e tara . paferiu lerroai»; »ou phjMoaornl* era »ntxo
Oh! tírlndt!, quanto éi mrn! r »e*era , o feitio do *«-u ro*to na um per-
Mlu mal, »ua frnal® l->fca, « pura, pare.
Saíra a pedir e»m< 1 •, dn feita pam d«X'f n rlimlema, »»ia» f«-i-
S-m irofin * irmpttwli!! Ç.V» muito pronunciada» eram com tujo gru-
|)(v.<! a qu« »>«•«* obriga rlo»a», biikI.i que o UWo iníerior |»-tid'«*>«
A dura ni*f»W»ile! de uma maneira jx>iko aeradavH , o que
Ma» caiu , poi» ifflt li'»!" junto a->* »• .br olho» iJernaílii>lo e*pe»»o. lho
Nào pôde t«ir mn»lm*olo. davam um (i'ftO ar dft.W»1*"» • duro quo
n'-in »eii» dente» de uma nl*ura admiratel«
Arre[H-ixiiJo o Fidalgo, e tua figura (ummnmeoto bem talhala, mus
K<*onheoe « "•'* 1
? capatr» dc romprtMar. PraarKcn Viam de
Ijua tia tiitude o ir(l»io Crreie» , de»dr n mnnhtt dette mcMflO dia
N'aqgrlh! peila l«J» brilha; CunJciM d« Iluodil"»! de tliriKI (telo vf»
A» turro* l«i» inia prei* rn»nmrnto eoa» n j«»»en Onlliot» Mí ua<ca
D» moral, d* n»t«r«a! herdeira do ramo pitnKvjfeaiio «Ja fumilta
Ytmn ctij*» rhefa tinha »ld»i l*aebi de lie*
Ma» quanto* ha que ortrttH»J« | cuudai no reit».TÍo rle Bajaret í." Traria et-
Vlo» talento», e opulência , ta ttoboM cm dol»» a »eu marido , eo«dOe-
Contentem que o» filho» gemam rateí» ii<|uriai, í uma reputaçí » inlarlt.
Kntrc a* çatra» «la }ndij»ucia ! |>ip qu« ella »•* »ei»ln>i) e que iitdnmat,
Vi« nl|{oíe« da tirtude, « dantelhit qu® n ucomt»anhii*am lom«ram
1
K*ctu«iM do »l*k> ruJe! iv« Uif^re* 4 »ei» lado, qu«i lhe compHum ,
um mancebo, ií ama jivten e^ntafam altf,r*
Porein tanto cll«s» conhecem naJamrnte e»«j»la» deam ej>l(h-il- mM em lio»
Bua condiç&o damnada, gu.» d*oc, re|«eiln<lo o MtvMlllt em coe.i tt».
por Íim n pw|«ia raça do* O» Ktt» companheiro» no fim Quaad • «-
Tem ao dopecio votada!.. IH ara buíam f.iram nn* pó* do* Jul* e*|«.>«H
Ma »c co»«g«mhj do fiim» depittilar oa |«rwilr» que t^Maju e » rbu*-
Quem do* d»W« *" e«imr'. rna re|w«lu em iiltoa «rit-»? a Vl»a o «rttf
bom u-nlf-r, l.-0Ra *i lfl e pro.jw-ri.la lo .iiKt-
Ma» eflcxiotrmai quu*i «rmpra «a pimb-M» : - r*!a tiraod.í «-nt*o do »cu cin-
No »*u delicio o caf.igo! .. ja o buUmho de *eli*«lr> enrmerim b-rdaJ »
No trr que 4 deagraça lançam de oiro que atli traria «•){ur«», litnçoa lod •
Mo o »er a um Itiisilfo! ■. o teu coalhem»., a e«te povo, n qunl rfdidwo»!
Crime «culto o Omnipolcole »ua» acclamaç.V». A e*ie Irtrfpr» Maiçal p>r
1'unc com braço evidente! ordern ile .mi amo imp\« «ilendo A miilti-
ilâo, c fel dar lofur a un» liumein de P"|'><""
Maldiçio! detprei'1 ao» ímpio»'.. «••laturit »e*l»ilo <i« preto, e t^ado na cab*-
B >&» »do proaperando ç» um me^mn rjr, o qual *«iv>ín lo
t'àiM, a aini|r<>» wJudelroa, II um bqnro, « de*eurolando rajfaro*amente
Da moral a» In» boarawl»: 1
um pergaminho, qu« Ih" entreviu o conde,
S>i» do* homun» t&'> qu*riJo» leu com emjj'»"' o 1f*'• °
Quanto do cto protrjiJo». mui alto, emui podH«i*> >««N<W('■ idlM > u-
ebut de llirno , |»'«.» II'aça de l)e.«, cind«t
D. J. *»• PutUh. de UoudlIoBI, vnW de Bau*e e outro* l
rare*, fiel# .<r*«i(l » de teu coBMlid» ?rum il
muito ulla , - muito (.tariixa l r.in»i»-
iv f WtlLlv 01 RoKMUOM. Viam deCirete», »u:i muito amala F.^-a,
TtunecçSo. i^mpiuta «■>» «eu» »a»*allo» p* um anno,
dopuiamento de lodo» oaacut tiro* , cento»,
e direito».
A* entraJa do Atrw, C.alliol »« apeou, Apena» «ta» pailatra» ** ouviram , finfo»
e nitrru a »rfv rnr lia olrít» a cwnli** »ua de alegria rr»»oa'iim <**a e«lrortdo a<« »m
mulher, a qual avançtwi maKC*to*»mmte po* por toda n pirt-; lodo* í^cejatam m»r •«
bailo d» arn» d* Itiumpbo, e *e »eotou »o- ;ipeo«lmarem do nobre cuode, para lhe ••»<-
lire o pequeno ihnao da trludo encarnado , jarem m-u* »r»lld<»» ♦ • conl-mplatetn «■« «n-l-
qu« ll»« unha aidw preporn lo. Apena» linha ] fo rottõ. O» lran»pwt« d«»ia p<>bre prnte,
23
cnmmoieram JelíeioMwnteocotoçlo dcGnl- te», c mai» aot>r«i «.'niimenio*. P<Wparn um
1»4; um raio <Jr ftfiviíLiJe llltinnrvou o «cu collcgio que Duarte jul^iHi «rt runforme coo»
MinMuftin, rllt pegou u imíu tii- Fitiidicn, o* irui de*rjo*, U .i|tiru-lru o* eti«lnu* ptl»
• Ília beijou. No metmo iotlaale, una to li* mario* , o quiilid'1 w WM«b« MUU 4«iU« , Irudu
Ibt-r ai Lu , magra, e macilenta qu» ninguém rr.úi» lá unni» completo».
•té alll lltiha «i»lo (fax t«l rttado ococurutla Tiulitt Uuattc de Lrmin mui iulima amí-
■ um ramu Jw nliio), m <)N««Dkiu ifpru*li»d<' wm (iuilbrtaie de .Mr»r«c> , pr(«.Mi
Uiuiicenle diaali* <Jg (iimlv, o qwl «ni|alli> i)(ualmenle de alia jcratrhia , « dotado do
ilnru a **>* «ali, e iksiuik»ii m min» que Miatof tuWr. Guilherme ia amiudada* vuri
Itália lq<tl«J* Bui iuji. O II..J.H deu* mu» «iulitr l>uuilrt r Du.nlu' luiiib«'ti> li.uilua »c-
)k«r aiio ria u feição do Querry, mu iraua- te* ia % lai tii r Ctuillirrmc* K*li ratimaia o
lio «ih f»|rl*p, e l«(uU<> cuDio a wa (*•»- mai* paiitrl líine«loy « n'cll« lupciinirA-
toa; rIU <t\i»u via Guillot *eu oJhur fiune, t>i»a o maior talento, e que i« Unte rullita*
t>» qwul mi di*faui«it ittrtino tempo urna «lo «itia a pnaluiir pura o futuro um lillrru*
<S'jf profunda , • a vingança .«li>f»ihi. lo rumo puuro* o i^ualflitem. Veado C>ui-
((Àilvníii.) Ihertikr que Knirtto uiírti dorullegio, por ter
1). Mar *1 tlrtttbuia Ja Cotta òiwiM curn|i|etuiV» o iiai paia que rnlijia que M
t Ahtctdo. apt«nd«r a* princi|ian« c\w«ii que o homem
dete 1-ber, e «endo quanto rlle de*eja«n
No «eguiale n " dirroun uo Pútilln ama ap(ilicar-*e ti'tiquelle turno, para que rlle
OOílrw» «ii«urn<t«ni iu Ij «inru do «tuclor do «•uilltrrme w havia ilKliiuda, l»'i*lo peti*bu
Coatu moral — A tftmKmeiu f~rrtampJ*trt/r — rum attrnçiV» , a foi fnJ|.ir ao *ru amigo
qiic no premente pul4irnm«x; iliirmw agora Duarlr, e lhe di«te da mnr.eiía leguiole.
tómrnle que i um jo*ea d.- 14 para lò no- — Meu amigo, «o»«o filho oo nltilo dn
no*, aquém infotlunioa |>olilico* privaram rtiudo* em quu •• acha, dirci-it.e, que teu*
<Jo« muioi de ter wtii do que o inilrurtjào çlo leade* agora a «••u respeito f
póntiila; nti e«ijo lalruto, e Índole «iriuo- Duarte re»pu«iJea>Jlie:
ta «lá u» mai* bem fwtiJaJai rqjcrançnt dc — f i Bciono «ora o* principio* que já um,
Rtand»"» mm liado». applir»l*o no ramo «l« que ella maia f< »ta,
ama ie* que eu «rja que poderá dar-llie u-
i fflinin itimt« M quelh< rendimento que pretiro c.
— I.ntâo qual 6 ctae tamo ao qunl tono
(como noaai») Hho í Inclinado.'
— Ao irieamo que tó» «oi».
A l»VKJ t. — A* Ulletaluraí
Ivntre n* notável*, • mai* nnlim* tamilin» — Sim, Senhor.
que etn P«ituj>;.| irtn evitlido v comiada • — K »ó* ctlae* «Jtvpotlo a que rlle tiga
«ie |)y«ile de Lírnioa, ji p» teu <H««aJo ou»* «tu carteira
liinealo, «já por «na rectinhcrida Imota , e —- I-; que rontelho me dae* , que approre
cipaHilKii-. H*I«J ill«jtlre mnnol., etii ra*a- ou rvilo a loaioil* rjuc rlle di«*o tem í
<io tom D. IMmm dWrauj", prii«actnle (•uillietme cooiidetou um pvww e depoii
á fumili.i • m uadn inferior A da Duatle, e dl**e.
tinham uiu unta» (illto, por nome lírae»!» — O que to* «lou de pareeer A que appro»
d'Ai«tiji) e Uolc que nie iiuxcu tei», e qoe de*de ji o enraminbei» em lio
Kmp(» (d edutu.lo inorulim-nle , « ron o* brilhante eatretrit. Van cate fim êapplical-o
Iam, prlnopio* que mi arfa a ir-it* pAe* a«ia e»tu«lo« .Caintenienle* f e rll o/Trn-Ço-tne ,
haviam eminadi»; ir wtnprr o joreti Krtvevlo, %r «la ><«»n «nniade for, a in»truil-o, iodo
wiim que l i tendo algum cntemltaiento, Ir» para minha ra*a á*h<>ra» que lhe não lut Be*
w A mu IjmJo |mw nt de probidade que o int- rr»«aiM> cilotLir, e eu me*mo o podarei en-
itulam da ta a ar ira parque ImiU d*rtii»ar no «inat em vnria* ro«*a* tem que drt^ieadae*.
mundo , e dr como devia romportat em Duarte vti*inda o modo de pratar de Gui-
tiaju* o* »rt»li'l I* rnm honra. K!!«* ia Cte^eei). lherme lhe retpondeu :
do, e conhecia-te-Hte ver dolmk) iIim nirllio- — Poit meti rato amifo, titio o qoe me
direi*, drlibrfi>-tne a nppliair ICrnmlo, e
(a) «» l»«»Uí ct'«*l* liwttla raala, ,«-4» um» eniào otiliro-me do «oiwoftteciinralo, que
deicatpa («tal <la Fnfuu 4» vea tatr»t«. m« |wrw mui lo rm agrndeçri.
*' «U M |«uMir* <|mr nada 4» nW« «I- — Ktiiõo, amigo Duarle, quando qul-
k«ii uulr« f««M m»H 4«» q«« • »ui
• • |»* Ikaaa 0 fM* Rldr*, "tliiu út «oatiit ordeui.
«l«« oMi mU f«rwitl« 0 Hia »*J«d« U 14 ««nrr«. D. Pelaiia que lambem te achata preaes-
24
I# nsrndcceu •ummnmcnte a Guilherme n THKVTRO OO GYIO\MO t>H\>l\TICO.
•eu ofTereciroento, e Guilherme mando mal*
um Imrwli» aa com («n Hia de||r*t te inioa. SaMudo 18 do Aro*Io, em benefeio de
Guilherme era tiovo ha annot baiiante*, IIoíuíim Ciumim. A I * repretealirçila da
• linha im unioo filho <k? ilidt de WiBflm, comedia rm | acto — O Grnnwl^ru Hrintia*
porém e»te linha «ido ereado manei- no —«#ikU de mutila : enaipotiçào do bt.
ra muito diflerenir d'<vquella que Duarte Cadmiio Juaior. — A Wilia — Kohmaiv era
«foi o wi; Frederico (nie era o nome do f fraocet , caniailopela Beneficiada. — A* Poe-
blho «IsGuilherme) bati* perdido a míU ilr». ta du ltua — oxrr.li» em 1 acto— ,\ Arin
de tenra idade, e mu pét não j>Vle tirar ik> Dominó — pela Bi-oviuiada. — A B-tfcte-
d'elle partido al;;um , apruir doi mui» «ner- du—'ooraadia em 1 acto.
gícn* meio* que emftcejçArn. Frederico chepm Domingo 19, <• mnao riptcdrulu.
a eilet nnnrx rom «entimenlo* nada nçrada-
teii, • que (tem de*g*o*laram Guilherme, o Pulillrttf «r* l.ldrrurla».
qunl íiklijtndo de irm inutei* rtíwn hn»in
qumi abandonado tuai pertefloStt iecrea do* Publicou *e a uHoruçlo «lo KS. Padre o
pMjmK* líllerarwx ile «eu ftlbo. Papa Pio IX, Ifc» Coou «torio «floreio Crie-
Na urde em queGuilherme linha «aido pi- brado cm Gari j.—Tradução de 51. J.Ca-
ra cata de Da.iri«, e eia que boute ««(a <*»(*• bral. — Vm<le-*u nu J'»ja de Laiado, Hlta
veria, fiou Frederico em ca «a, e quando Au(uti>t n.° 8.
Guilherme veio Ike perguntou : U Critpe, ou Vinte nnn<>t de remoíKH —
— K*te«e em cnu da Duarte de l/mm f Drama original poituguei pu« J. M. Aftifl*
— De lá resbu. to; tip|itu«ado pelo Cua*ervatario» — 8.° br.
Tomo# a pe*j;untar-lhe Frederico: 3»;u r*.
— Como e«tã «il«, e a família f Kamaltict* da Aoacdota* e Brrnardlce*,
Guilherme re»poi»leudhe com a maior tlfw epilttphio*, letreiro* crtciwe», charada*, (a-
ceridade ticr», díum galante*, ti/oMio* , epijromma»,
— folio bom, « invado a coowna que . ele —br. IOO r».
Lá llremo*, «ou eu agora autilíar KrneMo O Uiro d"* Sooho*, ou •«pMcnQlo clara
para qua clle trilhe a carreira lideraria, do e fácil Ja» »!»-*<» c in*piraç<Vi nocturna»; *e-
que RiMlia ter grande* detejoa. guadn u* aiiti» íamoto* cobaluia*, (t**<»*,
aro Nei, egypcio*, • penui.—8." br. lfO r».
(QmAh&l) A Filha daOuwidade, ruinitoce otiyinal
portupiei, por J. J, de S. Telle»i ornado
Joti GeraUct d' .-Hmcvia Pinto dc Qtutr<n. cm duu» linda» ett&mpa* — t «ol. 8.° br.
DWi r*.
Vendem-«e na liua AaguMa n.'** I, 2,
8, 37A, e 188.

ClIlRID.iW. Erpíuoçia da Ckarado d<) n." anleetdeuU.


Toiralo.
No regalo — 1
Na pintura — 1 AumuiicÍO.
Sentira») lo
De alma dura. ] Todo. Na Tra«<*«(a do llotario, ao cluifarit da
AT. Alr^ria n.a 11 di< <ju- iu Ut o* *eguin«
le* nrpocio*: — Kmprir.timo* *obre prédio*
O malho* á o do campo I (U«tU'o*( e utbano», e «ol»m ioda n qualida-
Gojandn-o «em le wntir. I de d" penhotet de «atur cuahwido, detde
O todo aiaio do peilo, meouirt atú maiofea quanti"*. ~ Adianta-
li' de amor... aóo mi monlir. mrnlo* de reoda* i~erta> — Devywito* de Lei-
• tra» de Arma* acreditada* — Aditioiiiatrnto*
de jíiiu* de intciip^Vt, c a|n'li« r« — e fin.il.
BHPEnrACirim mente bit quem »n encarregue de demanda*.
Todo* o* dlu* dai 8 4* 9 huca* da m^nbla,
e da» 3 e meia da tnr li' em -linnie w ncha-
tiikstiio vr. u. Maria u. rã alli peMoa para irutar deate* nefwio*.
Domingo 19 do corrcole — O Templo de Tt». aa O VI. Mtimái
SAUMBÍO. II** 4%m C*|>*IU.lM *.* tl, I.* «oJm.
AGOSTO 2 5 1819. NUMEBO <J.

a asaiBM MBMÍ*

iNDSia&L

(l*roprl<M»riu, o Krdartoni — I). A. (>. Pumu.)


1'nWlmr m h* l*4n m • T<t i« mm luji dw •«». HuIim, C«l^« 4• Ca«<
o n •«, m |'.«U,|»«, Via». lliM^.in, ih JkaiwU ».• I( J. f. Lnad*. M 4iU a'l| ( Cif'»-
** ( . r' »eo. Tiimr.O* i«K *(0. A HM l:T*X «■•!» 40 1*1.
A. <-"«-'|-«dru.L.. trrla .IM(|4m • KrJvtur*. • r«.i.<J.» M wti KwrtptMf*. f»*■ Aâ ■ ° 64
ií ,w t|4
' « WiMMin *• ll>plMat« fralU. Auikwi CwW|■»<»►
>«.. « <r.,„..U, ti, . lUha.

ra *eja feita aoa proft?a*ore«, o dirreto-


rra d'eaaea cidlo^i^ii. 51;»» na meni-
naal.. A* menina* imploram a ation-
J -ifn o nono número antecedente Ira- çio do poverno, o de toda» as pessoa*
t á moa cin grr.il cl'« alu iitoporlnnlti aa« quo nutrem avntiuoento* do humanida-
Jun,l"u • H* oeru|inMiit'hviiioi pnr< de, e desejos do ver prosperar a tua
«•ciiluruirniu da«du<«lf!;lo da. mcnmaa. patna!
UImóim» quo o. eollegio* «lo ina- Quando trato da cducaçJo da» me-
irar(r.tct do »o»»u. jovcn* palricioa lia- nino* , entenda-ae que ò Mali*amen-
*i«rn melhorado consideravelmente, e to n* de uma clatuo media, nu infe»
í1
l "' "JkÍUíiiJu inato «ilpiiin r«ludo de rior, i|ud aAu w quo maia avultam na
Tellgiio. u murai, pAo linhamoa maia sociedadv; porqu«»aa nu?nioas que na«-
a dcaejar acerca da insirtictjão iti* me- ccrani do pôr* nohrea , ou rico* , uaaaa
nino* { o diaaémna lambem que lamen-
tom por cvrlo uma excellento educa-
UvaiiMM! quo „„ liauveaaniiradu d«»Col- çâo. Aano»aaa fidalgaa e»in«iíam-s« em
Militar, p„r exemplo. o Calhe- aperfeiçoar <• eapirito de auaa filha* ; e
«ViT* ®.° V«»«" o Novo Tratamento. podetiain«>a citar como exemploa mui-
u»r informadas aahrmoa Ik»j«» que tas familina cm a noaaa ariatocracia,
<i '""V* "J» *» tirou, e que o Ve»
aondo a« miira d do a auaa filha* oiman
o íi ii»o FiiHaiprolo witolM auhatU
nohrea exemplo*, do virtudo, o a maia
lUMlo f»0k „|vcu< ^UmoH rM|i, ||o ft.
hella «duraçAo.
v en,0
• nd«MiM» que eu» preaença O cnllvgio daa Inglosinha* ofloreco
do livro* lAo b,(,;.
um sem numero »lv menina* a educar
mer o. supera,,. qilo lliritfri„
no melhor molhodo, o quorn a* |Wote-
» «NlabolocimoMu, tí* nnaana io»e,„ gef A Marquesa do Fa^al, herdeira
nulilaviw devei!» golr 4 j||Ua,r*ç4o a
da* auhliinvH *irludc* da nobre Dunue-
TO^AI , o honrar * cUm# ft v|o
1a do 1'aluiulla. A* Duquea^w d*Ter»
pertencer. ooira, Saldanha, Fioalho, aaMarquo-
O. .ne.troi lio igualmente muito taa de 1'onta Duleada , Lavradio, \ a-
v oa i",i>0 0*Pa*t'1» No* ou troa eoll»- latina , C\indt.'K*a* da llibcira Cirando,
inriir ! ] ' ° B'nt,a nu eacola* Hn» Maior, A»ca«;o*M, .Minaa, Bel-
Lu n •
. l!'?* •« v»« *«endu uiunte; a Sr,' I). Marin Michelina
«>.« »«.trucS.ío dw men.íKK., ht>a-
Gucdv«, o outra* que poderiatuoa no-
A
26
mear, «o o pequeno espaço do um jor- Fm quanto cm nossa terra ns mu-
nal o pcrinillisse, «o JisimUm por au- lher** nÀo tiverem .-y precisa inslroc-
xiliar n educação de tanta* infelwc* çãu lilterana, ensinem n coser, mar-
menin*<« 9110 mm» 6 picdtwo auxilio car, bordar, miwtica, otc. , porém ci
tl'pilai virtuosas senhora*, seriam en- ler, escrever, contar, ele., não ; e ain-
tes inúteis, e prejudiciacs á socieda- da menus outros estudo», que mal |>6-
de que ainda poderão felicitar. dc ensinar algucni o que mal sabe.
Tratemos pois da maioria. Poucas senhoras sabem escrever bem;
O» no*** Antigos o h»nrad<« ;*>rtu- não digo só do bem lançado, ou da bo-
guexes temiam até ensinar suas filhas nita fórrna d.t letra; mas da orlliogra-
a |r»r o escrever, recriando que lessem pbiN, e mais circumslaneia* precisas;
livros perigosos , ou escrevessem a poucas senhoras sabem fallar o pátrio
seus amantes, sem te lembrarem que idioma, porque não aprenderam grani*
etn quanto aos livros perigosos tinham 111 atira. I-} como hão de ensinar os ou-
os meios de lhos prohihirein , antes tros! Como pai>ag<iio», o assim apren-
3uc o espirito esteja formado, porque dem as meninas tudo á superfície. Ap-
cpols nenhum mnl lhe» poderão ía- pa rocem n*uma sociedade, ostentam ,
xer; cm quanto ao escrever aos seus uma brilhante conversação, fazem uma
amantes, è menos temível, cunten- elegante figura... encantam os especta-
tar-se uma rapariga de escrever uma, dores... seduzem... adquirem nomea-
ou mais cartas , enin que nutre ás ve- da, estudam Iodas essas apparenciaa
xes longos tempos uma incbnaçflo que phisforica»; vne uni sábio entrar oom
ou morro sem fructo, ou termina em vilas cm discurso... otwlo está o espirito
casamento, porque o namorado so te- «1'pssas fase maduras beldades f,. fira»
nha apaixonado deveras, e conhecido porou-se! Nem saltem dar uma razão
que só por aquelio moio poda OcnAc- do que dixum
guir saus 11r»« ; mesmo (sejamos fran- Algumas senboras temos muito ins-
cas) ê mais fácil resistir ao combate truidas, mas ou por sua posição so-
do sentimento* sustentado por meio da cial não estão no caso du ser mestras,
oscripta, do ^usv»o assalto do uma cu como excepções não podem entrar
ontrovista J... L não se lembravam es- em regra.
tes páes que a donxella inexperiente, Ousem pois ser homens que por ago-
som os precisos conhecimentos quo a ra ensinem »• meninas alar, escrever,
façam antever o risco a que expõe a Arilhmcitc.-t, Grommatica, Historia,
sua virtude, que lhe façam mesmo não CícograpUia, Desenho, etc. , e estas
confiar cegamente na força que imngs» a quem clles bojo ensinam sojam as
na ter do coração, não sabendo res- que nmanbãa os succednin.
ponder a uniu carta, moitas veírs pa- Temem us paus que ot homens se-
ra não dar o seu braço a tircer |>edin- jnm mestres du sua» filhas! Um homem
do a uma arnign quo responda p»r ci- do probidade não abusa jamais da con-
la ; ou porquo ame o mysteno (alma fiança que nelle depositam \ ao pn><o
do amor) se precipite a buscar os meios que muitas vexes a ignorarei.» de algu-
de fallar 00 seu amante! Além de que, mas mulheres causa a perdido do tan-
o sabermos ler dá lugar a aprendermos tas donxcllas 1 Sàu ella* que as ve-
em livros que formem o nosso twpirilo. xes despertam nos innocerites colaços*
1*0*10 quo esteja ao presente venci- sentimentos que melhor fura ntinr.t ex-
d » este prejuízo em quasi todo o rei- perimentassem ! Se a nosso pezar não
no, o niethodo que empregam para o nos podemos eximir de os conhecer um
ensino de suas filhas í terrível, con- dia, bom ó quo ninguém no» istitiri|K»
fi.vndo-as a mulheres coro poucos ou o solfrimenln. Amanu do alguma* mu-
nenhuns estudos. lheres inconsideradas de faltarem lios
27
bous amores cm presença das meninas, que aili lhe scceitem suas filhaa; « is-
c imperdoável. Mm que direi que a so admillido só tislio aló á idadu dir
upeficnci» nào tlic>str»» lodos 01 diiu? novo ou dez annos. no bm doa «jua»«
'*• ® mSeg, iiprotehae a rxp«rien- vAo para a rua! na idade mais p<*ri-
cm; n «.il tau bem na «crie do vossas goaa..
innuconies lilha»; não conainlacs tpie NVsaea mesmos asylos, ou OWtlrM
a .ua vi»In ,e (nl|e em |||{|o nfrn.
régios , convém muito afl.ist.tr na meni-
inc clfaapesaoas que nloaaibam con-
nas innocentes da companhia das me-
servar o preciso recato peranto o* in- no* innocentes... Hajam companhias,
Mocetiica > Unto viu »uas acções, como perao» t oucorao lho quwirmn chamar#
«•'«i soas palavras, que muitas \eict (ta manoira que ao pratica noacoiiegio*
»J»u pciorcs i|uu »uas acç<Vs ; porque a doa meninoa, o a melhor eacolha aa»
'gnorancia 1 h« » faz irr p,,r ^ninrdào a «ua« directoras.
mucria !,, A |US|ncvlho esses perigo»^ A doutrina, quem mulher a ensina-
romances, e dramas licenciosos, onde ria do que aa freiras f.. ICnlra mortos
parece que seus auctores se engolfam no uteio doa vivos ! . . è)m moral, em
na dcv.issidilo . Larolhei brun aa coin- Kcligiâo, quem melhor do que ellaa
patihiaa que daea n vossas tiibas, ató escreveria ! lÍMtneio pnweasa Keligiio
a* ervadas. Vul*«, |«i»..a, «mlrs, velao
pura , «* aania qua abraçaram ; «ejaia
incessantes no ia pi ri lo do vpssos filhos, destinadas a doutrinar as auaa jovma
n*o como opp,o*a«»rc», ou carcereiros
aompatriotaa; u aa quo tiverem mau*
o«:u espirito; mas como amiga» sen-
Çrali do inlelligencia uttrcvain em a>-
lini-rlaa que oa defendam do seus ini-
sumptoa do Koligiio, e moral. Defeo»
migos ; como o pharoJ que dev e goial-as.
dam a virtude no mundo queabandona-
r MU
liíH ^ iiiealrpa
®" "«noccntoa qua ,111 ipih ram, • r|iio mio aa deve oaquecer ; e com
I ou |pn, «,. ug maiores
oa eapiriloa elevado* ao ceo, de IA dVsse
atiiijfOí, e rtiio oa iem tvrannos.
recinto sagrado mostrem neste impor-
Depende .nuí(o do GÓverno a edu-
tante serviço que sio seus dias consa^
ca^itu moral, o instrui^ do um sexo
grndf* n lú. Aaaiui nào sehto inotuia,
que lanlo ie„. inflmdu. o pódo influir
mna sim muito provoúosas , muito vo-
na saciedade, aiópró, ou contra o mes- nrrareia ua aocicdadc.
.no Governo! Hajam escolas próprias,
n>-»ejariami« ver de uma tei parn
c privativas deste w„; ,mJr<-a ,seo!
sempre l>anido dasociednde o mutbodo
Ih «lo» por seu saber, e probidade. A-
sõ usado por ignorantes, o cructs, de
2i* M*i>dcm rc castigar com pancadas, nrruinando a
<1« 1'j .* "'t"»» pio estabelecimento on- aaude, o o napirito doa adolrsrentcs,
ti * ' u u"*",U4«i mu rapa* que hasim aeoaluniados tombam da pa-
tgas qiJt, |MJ||||| a,fiando M
lavra , o n:lo fazem caao da pancada.
°*««ndo Temos inuilos castigo» proporcionados
i . ' , Vl"'n das meninas bonés- no erru que au commetle; c ao osaas
j ' ° "'"'"nlo â0 lanlna desgraça» ptn.ik nfio baalam, aid'ellea que nun-
d* c,ue pl,nam., r úteis • si feíos
ouiruj. liuponha.,0 ca aerrlo Uma, o lerío do entrar no
vergonhoso numero dos proccriptos da
sociedade; o desdo a infancia devem
filey m, O i|«i» nâo a, man.lom *- ser banidos da companhia «(os bons a-
dcscnl* 'K"s ,tt f %,
' «'ji nío tem por que lies quo mnnifeslnrem uma mdoto
Effll» :l Ji,r A r,,'i mei»., O a. ma. A oducnçAo moral tem alcançado
«O i uu° ,"UClI""',nJ« ; «'•)«!•> .N.r. ainda nestes casos n vantagem de a-
n.b?!!iL'k **y Jw
»nfaniiia qW toinos brandar os génios mais duros, e mudar
,mc ; muitas vt'ivs, ou pelo menus moditiesr
1n'c«,iíí^íS
<»«juo uma* pobre m»c conao^uu
1**VÍU'
as mais ferinas erniseravei» condic^es.
4s
28
Kduqurm-so pois, instrunnvse con- amitride da referida «un prima, e «tiaiioein
venientemente as meninas, aprovei- Collulawiidota d'r*te joriMl : a KediMbHa ro-
hlcfn nus imu> (perece lio alto Ionror j r Io-
te m-ac ascxcellenle* dispuaiçôes do es- dada ellr a aoima roda «vi mui» na iel>>rs<>—
pirito <lo iiooai joseits compatriotas, •a etfi preza qu* tentou, e da ijanl aln rrv-
c as gerações fui ur.is serito mais feli- cebi um rrmliaJn faial, trulu n ««-a lado
ces que o presente. uma lia nobre, intrépida , *• «iiinlrn-la i»»m-
pnnhrtr.i, na oulrai l)«mii< di« alto inrrito
que a coadjuvam, e a pruirrç&u do tio aa-
bio» r«vnlIi«iioa»
Rm o nosso N.° antecedente nomeá- A Itedaclora ipHejira Irrrt o* detido» elo-
mos conto lypo do amo* maternal uma giotaotn«iíio(Ja (MuttreColInhorodora: pteo-
princesa, esenhoras iilustres da noiw tW-a pwém o rirei» d* a loranr tu«|v«iia a
terra, que .1 seus peitos crearam , e inlima amiimie, que tile nmmpi , e o« »in-
criam >eui filhos. A no»»» Collaborado- rulua <|u m«|íuii qu» aa mim. AppellioM* pu-
ra I). A. L. Cabral Ponte* pede-nos ra o l'mpo qu.i iiii nvoiuoiki ot progm«oa
d'aqur||r eapirito bcmfaduilo; r o» »in<W>o-
citemos mais uma— âE».™' JJaroncza m , w não «* prewniea, reti l<rio ju«tiça á-
dn Lik. — Ignora vainus esta cirouin- quHlii» qu# primeiro ergueram o brado ds
stnncia, aliás nào a teríamos oimltido. litv«ii«l>< tnlrllcrlunl J e O prndin «Ia Itlua-
Esta estimável senhora cria a «.eus ira^ã« f. minil, que tremulo rd «ohfnncrirs
peitos a sua menina, pensando-a, e w» «ctuloi, nfjaaeaadu ali m ullimo* »ra-
piir.inJi>-io do sair a divertir-so, ou lifiiaiUiiuaitw da ignorAiiriit. Nmui pian*
passear, por náo querer deixar sua fi- que '•*nC » võj^a^rotsandoprudiítioiumonle; por-
boti.it armm »4i> aa maí» foilea — ratão
lha utn instante seiu c« carinhos, o o — tctdade — jitaliça — , o Bo»ao earudo Ito-
trato do 13o extremosa mio ! l fiiVo, e moral! Nuuoi oUia«ío* iàii w me-
FoIkaiwm de ter ainda outro* exem- lhorei. Intp»«idita «uiiMfitii* n> lauff«'li»
plo* noflerccer do verdadeiro amor ma- (uMtlrs, e roranin to o mala brilhaale p>v*ir,
lornal. IMovl^runr*mos — Liberdatlo imellectual no
ímImidm Iam boro qu® * Ei.™* Vis- •«ao írmiaino — 1'aa r amitada am IvMnaiia
condessa d'Asseca tem crendo os seus guerra i»«» , « MtouitiM — Dnpruo aua néscios,
aos mãoa.
filltos; o também as Ivx."*" D. Marian-
na Coutinho, c D. Alaria da Arr.ibi-
dft, nossa 1 IlustreCollaboradora. Quan-
to ih* è grato o ler do olíerecer estes A Aaa^mUva l.inrraría, jornal redigido
oxemptus de virludo , eninur materno, pelo rapirilo f« ntiailf que a ao<i>'dadc lemtb-i-
para convencer aqucllas que se julgam xudo enervar, e por aa»tm diarr , privaJs
do» meloi niK*»'ariiH |»«r» » aeu orlratolli*
mau senhoras, tendo uma ama Que tneflto, pn«lo qtir ri-remitaafcWo', )ú lem ad-
a naua Collaboradora sabia ser mAo, quirido o araiawiii" doa isuilliriM illuv
o ináe extremosa, conhcciamos nós; lra<lin; o ubin de crto que nào n*fo«nrá
mas ignorávamos que houvesse feito elogio» áaua illuairr i{r»Jailota, qus etpain-
um tilo grande sacrifício, tendo tantos eatadit a» trraaa rin que p«-rlrivl«m aubmer-
fui toe, o com pequenos inlervallos de vir a illu«ifii<jáo feminil, aurge atiaaei de
iitaumera» difAvuMadr» a Irtainaf aeu brada
uns aos outros J n favor da nona liberdade intellrrlual; nào
direi maia laoda á«'rra das IS p#i'» tuklimr,
por modssrtn, pnrque tenho11 a4laUif.iqAo de
Só por obedrerr a urna etpreava dfterml- me achai ligadn a e»ta k»' " |»'loa forlea
aaçio da no*>A illuitrcCollaliuradora * E*-m* Imijo» de aangue, e de «miaade, ntaa o pú-
Sar.' D. Aatonia LuímCiUiI Pootn, «m- blico a conhrre, * uai» ae aio erlipt.tr n bri-
scotiiDM que »< pabllcaaait o aegmnte ditrur- lli trde e»|4i.-ra da aua imajçinaçAi», nimiruo-
•o via it.nnm Sr." D» parle que dl* re»pritu do mu ihxne, llac Iitera ua ctogioa de que o
á Itcdacioia d'eatc jornal; em todo o tnui» digna.
muilo o »|iproinmo<, - louvamos. A Aiaemhlía IJ Item ria d»rw»i»» por lai
A clara é rm «(rrmo mnalcrida íi modo ■•» »iinl»ge«H qse a huiTHiniOmie colhe
sipreaaiWa de Joutor que ll»c ptodigalira u UanoaMi illuiiruçào, que pusco aiiait terei a
29
Jiíer; o d«wjo porum «l« me não rontervar cito a uma »mlw>rn trr om rwilplwiof (Juan-
neutra em roalrit* láo itii|«o«iiknu> para o l'» liWIliin não ha ria IVnIuk*!, nifi ruji*
n«»o ki*o, me uniram a acompanhar a cru- dt*w«ri|>rnlMM w |nl>riam ml^ir icithumi,
zada liltrnili* , * Mil drfrra da 1 i!ar-f<lit•!«- in- que (nuim. teochaiiam rm rarlh-^r.rmgnn-
1'llrctual, IH»"» IfdíflJj, u <)Mt <'nU'n- tlanciu» d« |>rroii('k<'( r«la» íom çVtJ Pmque
do * retfttilo de tunlageni. DiH.ft «rmacnt d&t ran» do» Cu|rrlli*tas Kc»
A rrulbi-r iJlu«ir*<la • a mi ti>r, ó l»con« Irotrilot « Fanqui-ito», nto huirmii* dé \èt
IrMivrl <|ue te torna um J„, cole» m.u«ui«i. teaào honini,! Iloitiro» tradeiK.t» rluilr»,
" ** •«'dede , poiqtx- rnbruJo 4 mulher a pri- horni'n» .rndr-itdo Ata», o rnírilr» |wra tt«
meira ojgcaçáo do homem, te t-lia nào fur dam,.»; ale ji IrsiO* hoóirn» floríiUl!! Bra-
|KMir<àu filia» nu irgagu ma- Çtn íiirtp., r {MirnljTMiJ»* um
*' '°o» a coberto 'J í• inútil rirmplot que »« tmlfuo, iuuUi>J(H»a anim o» nrioi dwn-
lT'1r.,m
"* r0 ' a'" UTI,a
* •"«'•'►Ia», !«•« rum o. quu<>» (NMlariamo* tufoti.lir? r a»
ib<*Jo que «iiMMara, receber ea miíu nf-
educação •cieacla» dftaainrvada», a» ano* morr«ado, *
ma, ,,
l"' i® t »|* nJ*íil« ao n.niixi trinpo o agricultura jurada , c n dumortiliiii^u mnr-
um<* ú.lrlia», r»A.« p.qoe ia vantagem ; e e»- iluodo a paMii» d« giganl», muita» »nr» j>, /
In» muLrirt qili! |uWlii iclr» ili'iuim li» iri "irt ra«ntm i*rio« que a Mti«lhl> alimro-
»*>a« uuVr., J.ir. o, b lainUnn m Jetim la, ciiniu crnixrdiuila rm ranMtur; parren
de , • nchcaU>> de delicia» a eii.ten- que bom«t algum anuiU-mn para .1 cU*4« fi-
ria d aqarlle que a riu. M. ligar, « o homem na dj. mulitrrr., |»rqup p.irn e«la» o único
O quem couUr por M,ilr ul companheira, rtxurto o nur, quando de trui |túi nio
nB
" l»**erá julsar »* eomplet 4iiieole de»gra> lt'iu«rr«m riqurza». A'innlf, A»♦.•«!Iilóo Líl-
«i-do, etní <>ia at de» ventura forceje p..c i..f Icraria, n Agricultor Michaelento irá aoiru
tural-o, elle liu.ra nttiduo terminar a fadí- ludo, illmirr» catiilWiM l« pmlnm iuii-
ga de hm« «Ui^nqV. , |Miu toar ao «rio da lio, e t^>ia» a» tlamat dee.jdriln acompanha-
tua Linilin , aonde no da ri|uu ro- rão e»ia cruiada; onda do ferro» ao ttpirilo
cuaUii o cofre, rm <]iw cv»luina d«i|io»it»r rm |iaii de lili«rdad«; da naiureja knuH«ui
mnadc do» teot tunneiitot, alli a encontra c»tc» dnle», humana» forçiu nX> podrrào çnu-
^ WO ltl
| "r'
«ta*,,tiaf Ih. o, de»,e|.d. em c„j.,
mate», para o.D(.xl^o.
fim Ih., fa-e <rof o quo l>eo» f»t mpUadeeealr: w o*
cilita o wh «p.nlo tobej,, lecur** (o que ignorante» ic«ÍMnt que |KM*amo» alcançar a
nào turcrtle i ciupidn) «braça kU, f,is,.*, ao»M emnncipnçio, períenderem rnreneaar
d<* qu»r» té dwntoltef.» uU-olo», e a do- ootfo» iotenida, dMpretemot diclerio* a que
niogurm prr.itma de rsciifui, e digamo» ro-
cilidade da drtteJadu roAe, r bemdú a »or-
mu D. Ituy 1'rreira di.tc ao Alcatre de Avii:
»>'r ha'«
oL «ir.tica I roçado
, («I.» bvr»com rll« a , felicidade
Oa fortuna ubracn a AQu^riJ»! ru cuidava do meu momento to-
do o inundo »e occupain «l'iila, a un» no»
coot.rle ruin qurm di«idiu .eu, inulr,, ou uuiro» dirmaodaram como ca linlia pedido
com qw«™ j . r n ( f(v
coi»h« .. a.lo que dctcu Uitlu» pru*rr«, K,raa ocueÍKf a iateitfàn dc e»po«ar Violante Lo*
pr», |urtoi m:d eoocluiilo o deipo»orio ain-
tfnturwa « quni|fo „.nluf,,,0 gu.rn maiê t« oceupou de nii. * lv<a o que
SKrr ,f ,b m N|
- »'l <** ■»«»»«•' no» »oirr>l> rá; nada de etmorocer, a rm pre-
OM ? ® ,<Kll*r f"»' «orli? um homita ta è ju«'n, t«»rfirmi.» nni», que a «ictoria
^ JZ"f"!£r£LAi: JV,k""""" l.t&io uiais dt(fácil, rnai. decantada 6.
«mb* .r lura^*" ^, ,
. ; m » 001«ihIm Mt<> affrclMu- D. /fntonta /.. Cabral forUti.
L
" '' '"íwlw»; trpdr<'iB'>» ctlj» fetn do
FUta»amo»concluindo orvot«o artigo de fun-
TSr ,hr
r o. iirtciui*£*? • —
qu« rt,jit|n •«>«' ««• líoío, do , quando Itous- ruin fnh»l>t e «tbrnrrip-
m (lB ^ ^
ln'lo. 4 Hedaetwra da AMenaldáa Litleraría
#% ar
' "ccu q." .« nn»- o» lindo» trrnoa q«« em «e^uida puldimrno..
•^«pu.io.crrcc» ,nritll nlimrnIO ^
Nàí> irmo» a»uii<faq.\o decoaberer o ku bh-
Z\2 T'" ""*"1} *^®0»lo«eni ft Mirieda» ctor; d«-»e irr dotado do» mal* brllo» ««ali-
mento* qurm prudut »«r»o» que tonto agra-
íuTín^T,r4,rW '» •*»««-» «><K,d, lm á dam , r -rniilxli jinn ! Hoje mrtmo not IoLk-
d.v j* Y 5 PU*|»P"J" 1-1,1 lib. inaiemo» da.ua morada (Mira lhe rrmt ll.-im"»
a follui, que dr»de já Ibe fica pritrm . i>Jo
«<• t*£l áhum.llw.f.. como (à>llab»radre il«-»te Jornal: entrrtunlo
h m 4
o. ' 7' «>"d"fn.» h..».v na du«idii d* itreHar com a m<>rada do nov
^ kuUiÚLcocio. fuf.^ue bào terá li» to aofw ColUUiiad jr , muiu» ou» oUigbiia
30
tcpdu a bnodiik «le driui «klnikin no ei- í*<*u rorpo — frio rwlnrrr —
1
ClipICXIO d'*»tn ri-Jaiçin, iuii , r 1».° Jr «Ull Slai «u'alma era iirnni ital.
r»M; « pedimo» coatiaue * minnwetir-oo*
iam pnf*coie* làu rico» <le rua iui*fin»ç*o; J. /(jinaruj.
piu«i*Uitik> m dinmi íirl (iialHtja pui Imo «l<
leociou lembrança. Um itilrilifente , r hoflrtidri l>. Itilnnle «In
Protlaria «lo Douro n >» eavia n n-guinle S«t-
nrlo, l)tiii, por verdadeiro rragraçuli), ju|.
pinto» deter publicar, não olMante • «em
.1 VirKrm, r u .tnju. Cf«rrm»n!a «lo ultimo refto. —• NAo «rrA 1 ■ n-
^uaicrm multo («trtira , mm ó muito purtu*
Adíkii * pnlii ii'um wpulcro pterit; a «Irrrinii, a d«-w»]wr*çào, • inewu
Vi liada Virgem, carpimlu, a wnhd* nio eaeollwni ímtr«.
lioa» pcr'U« Uaiupu reate*
Sobre a lo-jra , v» cu indo.
Sobre a luau , »i enie-lo, Que ler* o itlabo ItK* paU/ar ta$.
v
Quo na pÁlr* n>ln*rtrn ;
Um« o Pai quVIU chufa»a, Kencfo.
A mu* ollw» M (matam.
Quem ulu outrora c*te nali do Douro,
A »cui olbo* m (matam Caidou a terra ter da Prnmiwèo;
Lagrima» «la »un tUc; liIX) el|«- entre o» pocttrjtwtt*» era ealio
.Mu» «ubia-n «uai prece» Manancial d'abuudaiKMi , aarru llickuuro.
*Tó ao itirooo do Scohcr.
Ala» que cama*, q«« fi»do, ou aejjro tif(o«ro
'TA a<> tlirnno «lo S*nb»r Hoje o luiem pnl» dc protcripq&o,
libiniJUr» ptetv* «u biam , Que o tramfirinam em brenha» de ier«Ao,
J- «obra a Viffcrii, cKkom , Do» oon* tempo* til, (atui de*Jouru.'
Graça*, a bcaçàm «Inciam,
Seu eommcrHo e«plra«i; a agricultura
Ciiaçn», o braq&o» «Ictciatn, Val tentar UriImd ; r em brrtei dia*
li la Bibe «a um Cborubim , 84 mta t» emigrado, o a fome dura.
Qixi pauuoiio «obro a iuuia,
A' Virgem (allnta auim: Se d'ctl« mnl «io rouui ai utnplai,
(Sentindo muitu pente conjectura)
» Inaoccnte, amuga o pranto, Qu* kvc O diabo (ora pail/urtar.
" Não toráa mui» que chirur:
n Deltn a Irrrn, trn pYocao,
v Vem oj'ui anjo» habitar.
4* /yro i»<i" (em upcrwiça,
■ Vem cp*(M anjo* habitar,
» Pui» um nojo ci tu também , Sei» curJa* a Ivra Iam ,
•» V«<» oo'o. anjo* habitai, A Ivtn q»a «-V« bem,
» AvImt&i lú Pá», o .Mie. A lyro qnn «ralma »em
NAo |»6le ntervo» mu dar,
* A citar A» li PA», r MA», Sol» corda» qu* h.» «la «tbra»,
n Vera iraiar a l>o« louvor, Que hAn tia» no fwii>> |>«-Ii<>nr,
» Contaria, com rllnjvniii, Aló a m<rte rlf^nr,
■ Saaiut ItvmiHM ao Senhor. • Al« a lida perJrr.
}Nn]em cinco ntt*(' ftr
Santo» fornira ou SetitKw, Só par» a outra fer«cr,
Oi tiajilibo» «io cantaiKli», Scntlmca n*altna ewwr
A ulma «la VtfgfOI para, A ''«p'ranç« eu'a «l«*rn|ijrft,
L4 pVo cco fteompnohanjo, Vcmn» nVrertm Coflttrn
Que a t<«p'raaçn («»(« fulgura,
K fico» »A, ci, na term, Qu'c»}i«IÁa »ua «k^otn
Sobra a Lui* tupulvral, Até on mutte «o uiurtal.
31
Que alé á Iwt fiw.l redimo» é illotire Cintara, qu* rww a
K* «I» <i1 i%ka• o do fBn| , qurtlao du aiuor • r de npriançu , mude de
A Uu Iyra hlral tmuniplu, iiliat ficairinut elrroniarotc a r»-
Niu é »inr»«ii , i íirçío j |H'tar, « a drve^prr.11. J'or mim drelaro qu«
O» tu não irMrt |>mu4o( ruuw |K<Muj)la a «MiOracratlt-r rtim a* tua» ra*
Ou lu niu tro» roraçào, ifct» e «onlaJi*. Qurt quo r»p«wf |'<4« r»
Ou nuiMA leni «rfli.çVo, l-ruu-i, e |>fclt'tlu que •«» a tn.oor vioJco-
Qu rul&o t C»,/| lirit; cio
Que Ciguri ri» Ir diiii
1.4 |rQ% um Oy, qV( vigia, (OXNKRVATOHIO.
O In autiliu wíin, D-M>.im<>» |rr nnliciat rsaclat d» Coairr-
' ' IH «HCt» J«» , « t igof f «aluiio, pura pudrrmo* Jíwr iilpumt» rou>it
Nâo ter np'nio^a no uroc>r ».jb«e aqurllo liio atil e*tnb«iecini«M<o, que
Não «atf . rn mrctc U'tir^or: drte mrrrerr a allrn^ft» ij* leOat a* pr^im
Sr»|» íó dVuillfuir-tC o Jif que amum opiugrctau da* urirt, e <la%»rirn-
i*"'" o moiial tuccumbU. cin>:
D. sintonia CoLrn! dt Teire Ponta. Fomu* tuiiiii a IixIm o* rxaicrt da K«-
eola de \lu»lc.i, r em rr«ulta<iu rolhcnao* o
priMlu «' uluvioiioloUut irnmrntut «anlagrn*
Ki">jionta. queá naç.Vo icmlucn d^acllc e»lubrlcrimro-
lo (Nitle lanlo* rarniao*, c laaiat inrninn*
.1' 'yra Ioda uperarnfo, piitadu» dot rrriot dn njirrnijrr a arte mui»
Que l'UK»t, |vr» engroll-Mj , tuUlBir — a .Muiiu — a]|i ion»uir-«r,
Quv Uickt Mibo df miiu ! e lial«]iUr-»« a adquirir o» meio* de »ub»i»>
Niu »£» qu« tr>*»trrkwu trnrin ; teado innrgntel que d'alli tahrm
Ktt devo r.lotar aMim ' . . pto(tMMr« e ptofeaorat de mutira , tm lo **•
Nio pru»i<«» rigorma... tudo» pwíaihl», e pot mctlwdo no«o , r
Que oi», (mito coraçfto! .. •iprciaL
h poj^lc auira iliiíl-oí U» jxoír»»ofi»i »Jo muito Inteilt^enlr* «
NAo conhecera afleiçio iclotui ao cumprimento dr tuu* o)ir|(»uç'.o«.
*e espalma fira d« ^|o; (.) Sr. Joté lbr<x)oroy profdM dn aula
Ur filo • unaj Inoçio ! .. do* ladimrnlot doM^ofririaino, r Sr. Fran>
címo dito da aula doa radimeoloa
Qt»e njju tenho cornçlo ». . do m>*o matculino, «Mm d« wtu grumlr
Valv«!.. mltrt meu itiutm... l»er, u-m vkrellrote melhodo dc «ntioar, •
>'«» quiiinfc» i nobre a p«Ua„, Um cotnpri brmJet láo difhcil «Mvdo a Reo-
»J» a náo fkeja, tu lâo sufi,
Nliu Jr-.faUccc a afíctljilo. O 6r. PdHo, |tr<»fr«M>r da aula d« canto
Sua í^diu a L,m trvi... d<» w«o muMuliim |MMtu« (gualmMla muito
!>o<n mcibodo de cn*inar, e graadr* ronhr-
} ««■« rim arrefecer cim«nlm d.i atir.
,T%lvl " B br»! O Sr. Laurwii « ijo conhecido que Utila o
|V«*»« ntriot eterno w
•i u i*im<* pari» Um tact-r o« cW»kl<>« rto^io»;
>t m utn entre tunto oúi n.i > tleiíarcoiot de tributar»
" ««« a n^er. Ibc tt hoiarria|;*ro devida tu lalralo, <unfn-
Siin, c,pr,o!..e ,Mlo;.. •ando qor tud« o rlogio ó fwqtjetK) cm rom*
Niu de ua» nmor |; ; poraçío do MO mrrilo *rti»tk<<. Ao ndí<<-ar
Nfc» d* «mor é ,Jn rncantQ n» m&i>» no planno Jir-t«>ba que náo *!> a»
; nr,
n "«l*» O »rrd»,Jeiro, trela» riprlnrm o tenlimrnio, ma» que o»
I1>9»iim, án«ah* pranto t Chrrttbin* o «compunham I
S6 o „roor |),. nio O Sr. .>t Iptni é legitimo puio «la haino-
i pui «A» lileal | niaf Nào é »í riimio p«»fr»»or 0d<l piano,
j* dV4|« 6 rteran a . mi» lambem escvllcnl* rompo»'' *- A tua
r° *■*'« c amor *rmpre í^ ,,| rirfuiu mod*%tia , r o mal 1»* •• m dumb
u
r
a tormenta, ou tu buaunça! Irna »e avalia o mérito (m q«r o m*u lume
nào Irnha niada a «JrtiJ* publicidade, ma»
'« «ind>'urut hâo d» irr a floriu de •(< •• m>>
C< Pt.ii4J1, mede uai (Mjrtu^uct — Xavier Alifoot — cul-
33
kxtltlo na brilhant* q<i« «n jvsjçin: » d* Aula li*f Pijnn ilf nmbo* O» H>^a4— IVofr».
ouro a iitk"KU de, ti na no« nialt rHcbmcom* »oi / mnet*M X<rvter :\ltftmí.
I'. iuU) m< rMr.uniii «"M# Appwv."*iM maior |A|>i»M>*mli>» • ... ti
elogio! \&t o* nr^.rol.-t «••(wfuni.M nn l.re. p««<o fí 1 A p|tr u> plcn.imrnlr A
\e irf omiíào de tnbulai-llw o» mui. jilto», l)u>ia£ui(.«in**n «» alumoo» — (irrlnnlrt
« iu*l(N loutoret. Mujrna de Smim iiOliirirn, o hug»nio ,M».
Fot onuiUi bem <vnibiil« puni dirigir aqui*lle «wi.
|if»trii<Mo <t«(ahc|^ ini0nt'>, |»i(< á»<]u*liUa<J>>« Aula d" Hrbora — PnIUmt T>I<j
«ir um grato «ublimr*, viMtm msit villlh flhttomi.
do twtatrt, « um coinpoHamrnlo rtfinplar. App»o*.°* na maior lAppforado. .■!»'. t . 1
O» Sr». Jordani, Jo«< (i.iiul, M atoai. c jiarto 6 |
Santo* Pinto t<-in igualmente jú» á ao»*a
cun>id*r iiçâo * |iw»n#. A ula da Krlyrjit — IVofrav* J, Jardnnl.
Km wnuija publicam/M um mann tW> re- Appiov.® na maior lAppntuli) .... I
tullttdo <J-n riKmti du Ktadu do .V titica , |MMc ...... 1 |Appr.u pliviamcatc l
p»rn miiuif ncliirrcini^nio.
Obcenamo* qui* «Um da» ditripula» m-a* Aula di» M.tatfl— |'mÍM«>i J*ni f!a\ul,
rimada», npprovada* rom dUtiaoçfc», riijn A|i|ifinii«l.i» na maior parti» ff
nocnc» tio dcvlarado* na lula tio* aluMtno*,
«sul* a S»r." (iaiio quo 6 umu da» mrlhxrm Aula U'ln«tfuincoiot de latlo— Proíe%nw /".
dUcipula* do Coo«ei*atorio, « tem umnbcl- A', iit>» \anf(H
)a iuí. A ppctivado» oa maior p«rta 4
Aula di* llnrmuuin — Pfofrnui Frcinciuo Xd.
mo <A» rentftiido Jni tjrnnc* <in Etcnkt ift ncr AUfiomi.
Âiuttta no «iniw (tttk<o ile !U|3 a 1043 ApprovaJo» 0.1 1 0 anno ff
ApprovailiM no ? ° anão .1
Aula dorudimnau» do wioftmlilno — Fiu< Apptutado rom dltlimçiu no 5.° anno 1
Juti 'Ihmdora l/yfino d.t Sttrm (J> M. J« twuu )
I.* CLAMK. A pprairada com di*- Klarram ......... 109
ApfHumJm . . . . ff tince&a I Nlo ro«n|i«rrcrram a r*am® . . I"
3.* Cuut. (M. J. (ion*i<) Pcrdcrum o anoo W
H>pm*nU . . . . 1 8." Cumk.
Appro*.** na matar Appmr.*1 na maior T"»iil ... IH
pana ff purtu ...,'.. ff Kiorrlclnt puMIro* <|a Fornia lil» •}*> irr
A)>|>m\«iiii .... 4 Apptotadai . . . . Q l«>l{a» i'm u nottta d^ffy d>» curiiDla utoc, cm
uma dat wlm do Cornar ta loriu.
Aula do cudlmrntn«.lo »r*o muicullno — Pro-
ícwar Franciuo GaxuJ.
1." UbWMT ApprovadiM plona.
lifpiorntkn . . . |0 IRfAlf • t « i t i 4
Appn«vad>Jt ... 13 J*« Ouut. O Tlvalro do Ujrmnatlo rai» indo multo
Ap|iru*aloi plena» \pjMii»,1* m» maior bem. habt-ino* qu«> léoofltrrrrr ao puk»|iro »l>
mealo ..... 6 |*arti» S puma» rom'*dia* nmn«r uma ijg« »<• ••♦tá rn-
ff-* CllHI, Apfu<iva>i-« . ♦ » . |talnodn — Vam<H ao Jardim t — uma f.n^a
Krprotado* . , . . S Apprmado* plena- — O» oualro vir* a um i»m — um'1"* duSr.
Approvuij» .... 4 .»«... 3 Dnti M.iilin», artMa r aiKioi iIthmIiiim.
Alrnaçw o l.°prrmlohor>o<||Vo n aluroa>> HlaTamlirm «An dar il H> a.» ui" 'ir-in arm .1
lictano Jiifcí Xa\(«r il<> Nou>u — a J uusnt- s«in« iniltul -. In — CoaMança •— K' muitu |i>«.
♦ avrl« utiíiottudi<.vi>U>cum <l"B #qui*| In com-
rlt o alumnu J. 0. da l\*la Ltal.
panhia nmpftih.! rm n^riniar ippuMim, i»o
Aula J«>Canto da *ev> fcmluluo — ProfiKit publico m!«p cum|M'u4ii-llwi "«r. a >I« rnnrur<
l) jmmj lt Lo-retl. renrin numa Inti iroaifiW'» i o tctii Ju»to« «i»
Appiu*,Be*'í>i»
,.,i maior
miklnrn App«*oAlfOO» dl*. plauwM.
3 tlnrçlo 1
Ap|»ru»»dai , . . . » (R. A. I'.* l,l«bon.) /irfiltHçi i ii,i Ctmrudut tia n.4 nnítetJ*iUt,
Aula d«i Cauto do wto tnatculino — l'i jfç*. A I.* Unitiof. —A ff,* Aídu*.
M /inimi-j l*otio.
•>. Tf», na li. M. Murm,
Approtado . 1 Ró* jM CifiUi.Ut a,1» tt, t." *»l*r.
SETEMBRO 1. 1819. NUMERO 5,

frlXm&L

(Proprlciari», r Heriactora — I». A* €■. 1'ihhh.;

Poklutp I# kl |«lM M ilkU4w,— %...(•• «•. • IFIlJ» ••i im iui »n. HhIim, C*K*4a «ta t>«-
**
,W
* ° ***' —* Viu» llftr^iw, rua Aa(iili u." It J I*. U>kU, u Jll» s.*l| c Cm**<
W
*° CkUd*. — 1'trvM, p~r wi IBO.
V TriafMr»
MB MO.
-BIfwairtl
ar»lt» Hf*. *»»• ÍÍW Aialw 10 r«i«.
<*">Hh4hiiúi
1
*«rW 4lrl{>iu . |U4trtiiM. a >»UI« aa h« Ktfflptatla» rua da Cwnt^l» • • 64
" ''"'a í faUln^n lillftuU< a khuihi •)» fratá, A»aanria«, (Vr»fwl».
• fanwahiía» Mitma |>a<tUtilw N rn< a liaka.

na* ou externa» começam, c acabam,


sem que por isso jámais »« intcrrom*
pa o progresso da liUeratura» que a-
' continua* dt»*rnvV» politica» em través da» negra* sombras do um bo>
i><*sa terra , nlém de innuineru», c risnnto do guorra, lux com o favor
tão eoskocítlui inale» , quu todo* mail do» grande*; e estes estendem a soin-
OU racnuj caperimentamu* , Mo fataes bra benéfica de #ua proteção ao ge-
•» M»ur*lt*fiçâo iIím , impedindo o
mo superior eiu todo» o» partido*. La-
progresso da* luxe», quc rTuu. Iiorison- inartiiie viu ao acato. uma poesia —
Ji' do paz dcMjionlAib com o mais puro O Anjo e o Meniuo—-do João Reboul,
brilhantismo. padeiro cm Nunes: I .amar tino o bus-
Parece que o génio domai se tem ca no aeu retiro, e lhe oflerece a sua
oppoftto n gloria de Portugal, «»te |iaíx ih.ii» decidida protecção, n3o se des-
a
XTitjoadu por Deo» , que podendo cle- denhando encorajado com o* verso*
var.s©, njo Ifiu ale a»presente con*c-
dos mais alto* louvores que lhe diri-
guido nivolar-kc ás outras nacòe* illua* giu ; o tratando do mesmo Reboul ,
Ira la» 1 ' cujo nome elle arrancou das ruina* du
I «'mói em nossa terra génios supe- Nunes para o fazer brilhar no Alundo
iorv« co,,|D qu„ brilham na littera-
Li Itera rio , dil l.nui.irlinr :
Uira Allemi, Italiana, Franc«za, In-
• IJéyalitc de* itítcUiyettcct lorsyuc
g > ele., ,0n, CiJtu.Qon ninda um hl tuiiurc. ri Dicu Ut oiti/(tiiet ryo/c»,
eatimuU quis n.>a anime * uma aucto-
te tnatiifaliitU tiniu Ift Ultra. Lestto-
ridade no» prou-ja hlr» cl tuia appelunl /oiti t\ loui , cif-
Dado- á poliiica, os grandes n3o eu- »xvU le niiT.au commtin , confotulanl
ram promorur cu|ll,rA d„
Irá rUtttrt. fniutnf rivre dtt ineme pa*n
(nu Saldanha, u,„ Palmei la silo hon- iitíeUrciurl tom crux qui tnvrnl du me-
r
°"** «'ficorajando com o nte pnin du jour, ei rralhaui dant le
«- vinulo, o convi.|naij0 a aren!1 (anj0# domainr de la prntrr. crjte rifnhliqvt
«•pinto* que, faltai*!., lho um e»paQO
des inteitiyettoa *m Ira droiit ne toid
o» >e oUoniar-se, «norrrm abafados na iftte de i dou < tle Dim , on lr$ fonctioiu
1Va * t,U da,nn,ltl0 * nnoutra»
poJi|ioa> ne iont </ue drs utrvirvs. oit la tficiatu-
Ao acontece nuim na» nv
re nesi que du gmie, Hc. -
**■ ''"Mirada*; a. coutenda» inter- Ao uu-tinu |kjtila Keboul dix AIc-
ft
34
xaridre Duma» indo visilal-o a Nunes: A lilleraltirn moral! Os povos {Ilus-
(um constitucional a um realista! ) trados conhecem melhor as suas <on-
a J*e ilotturinc He lo /Mriw »*«/ «- vcniencia*, e um Governo bom deve
(jrotuli du champ tlr la /tolilif/tte.: les estimar que o povo náo ignaro o bem,
rcrolntioiís f onl Inbmtre ai*c /V/w, para mio seguir o mal; o nosso povo é
nrti pertt f onl rmjraiué atxc Icurmtuj. dotado das melhores intenções, convém
SemoM-y la parole, cl la t-royancts \j aproveital-as , e nào desprezaba*!...
rcpouucronl. * 1'.' bem sabido que nos governos re-
Succedc i»to por ventura cm Portu- prcscritatix » a impren»a é auctorida*
gal.' Tem o poeta, o cscriplor púbii- de su|ierior a que as armas obedecem,
co a protecção das auctoridadc» , ou da mesma sorte que os braços obede-
do* grande»! Nilo lho 6 lúf^oio men- cem á cal teca. — lia toda a liberdade
digar como por esmola de uma eoutra para o esCriplot politico, liajr. Ioda a
pessoa era particular a nua assignatu- protecção para o escripior moral, e
ra para auxiliar a imprcssAo dc suas nJo queira o i:<iternw quo vivam so-
obras, que muitas vezes lhes deixa mente meia dúzia de c»criprore* quo
mais prejuiso do que interesse i náo ad voguem a «na eausi», ohrirnndo inn-
[►erecerá elle viclima da indigência se tt s génios grandes que abandona á mi-
tino possuir outros meios dc sul>sis(ert> séria, a ír engrossar »» fileiras iniini-
cia além do seu talento, (a maior das gas do mesmo Governo. As avultadas
riqueza» que J)e< s confere á humani- sominas que despende com os jornoes
dade) t u náo se verá tantas vezes im- qun lhe suslonlam a sua politica, »e-
pedido ]K>r circunstancia* violentas pa- jam repartidas em proteger, em pre-
ra sustentar a vida de sua mulher, seus miar ou esc ri piores moraes, dando-ibes
filhos, sua role, v mesmo n sua; dain- algum pequeno suhsidio para quo pos-
nar as melhores inclinastes de um ge- sam escrever; e premiando mesmo a-
mo superior entranhando-se na politi- quulles que »e distinguirem mais por
ca t que em Portugal nào é por corto suas proveitosas iloulrins» ; sendo cer-
o campo onde a fioesia engrandeça 1., to que um born Governo podo escusar
Kw ahi um homem que fiodérn ser mais de um jornal que advogue a sua
mil a seu pau, ser muita» vezes o eausa; porquo procedendoclle com re-
instrumento da «na ruína , exaltando ctidão , os escriptoree moraes, e scienti-
com doutrinas revolucionarias os po- fico* , imc» mesmos rccommendarão a
vos que devia e podia moralizar, o »c- devida obediência e respeito ao Gover-
meando du cadáveres , regando do no , c um brado universal acclamarã
sangue e lagrimas os catu|K>* que po- os bons aclos dVsse Governo quu pre-
dia tornar ferieis, e viçosos, animan- miar o mérito em geral, e quizer achar
do corn sons escripto* n agricultura ! no seu poso filhos, e n&o escravos; o
e eis ahi o escriptor ptíblico tornado ai do Governo que imaginasse poder
um general, ou antes um roonarcha, firmar-se coin as arma»somente; ocoiu
dando leis (sem se exp^r) ao povo que as espadas corlar as |x-nnas I... Nio o
por ignorante lhe obedece; c despeda- conseguiria jamais, porque os braços
çando a» entranhas da mAe que lhe empregados nas imprensas seriam lan-
deu o ser !.. A sua pátria, porque na lus braços c|uu te armariam contra
patria seus talento* náo acharam a de- quem os privasse do pilo que a (litera-
vida protecção! tura fornece a tantos infelices; © ao
O Governo cuidando em sustentar- genio também nílo falUitia v»|»aço! A
so com as armas, e outras providen- illustraçXo jã nflo pode retrogradar. O
cias que encara como poderosos meios Governo que proclamou a liberdade *
da sua conaervaçAo, esquece, abando- um povo, nAo pôde preparar-llie o« fer-
na o mais fácil , o mais forte quiçá!.. ros quo clle muaruo Governo ensinou
35
' dMpedaçar.... O meio cificjt doaua to* rogos , lambem *• moira a nppar««r cm
consirvaçjio e a Imiii n<liiiinin(rnrAo , o nmpn, auxiliando a soma cruiadn.
um «loa príncipes atrli^«.« 6 a tnorali- CnlioOu a proter^io do* litieralo* já #«e-
zaçAu do (mivo. T««rne-se a avivar a ditado., tombem ífanqacámo. as cuNmtiai
cr*-»»;* única, c *«rda.Jeira. -r \ Heli- d'«-«t. jkinal ao* ainda não conbecido»; dos
jjiâ«» (In Crucificado qup em unl*> quact daremos era oniem a publico aliçumai
(ueLicst ; ruintandu ver entrr
m..s jaz ninnrecid* , e «|tin«i (terditla nlci appureccrcm alguns joien» militarei,
com «»n,pio. falacs Kapalho-so a que Ivm mmtr»m o quanto as armas «Ao
oiL.ru! f*'"* povoa eteriptn j«or hábeis presando as Ultra», tem a» quaes leu bri-
P*nri.iif prot^ja-a* o Govrrno j « nflo lhsnti%rno teria similhaala ó lux do raio, cu*
e«firtíc aquelles que «in continuas vi. J» (>rça *6 Mtoabec* do* eitra^n! Poimtii>
Ri ias »c encanecem, o consomem a lo etteDHM nio podemo« ainda publicar al-
v ||un« aitl^os que 00» enviaram dn» l'ro»in*
' a fii/enJo á patria o mais imnortan- cia»; c tirnbfm um lo«)[o, « acertado dís-
10 «vrvirO. curto tnbre a» vaoiajten» da illuilraçào femi-
nil. T«mben pedimos desculpo ao» Sn Ca-
bral, l'ij;uciirdo, <•■ Albuquerque, dr nio
NSo Cearíamos emeamp^, <Ji««rmr» no ter |»ublicado ai producçot*» que ao» envia-
primeiro Nd«*i e Jofrtal. TV*os . *lor»a dr ram , o que faremos em havendo algum es-
W «Ma «penu.ça , que #B|JU> Bo| Mjmou 4 paço na tolha, sem prejudicar outra» obras,
rtalliiitl» h.y* d. 0 mnU ,alUfa(rt. que nio |»MÍe«ao* deixar da conicmplat rota
«"«» * Li.tem,ia »* itljumn preferencia, por ternn de »cnhorast
«nem Uallaboradore» nof,M ,|* «mbo. o. que eslio »rrnpre em primeiro logar«
«o.; tendo ... « de Acututnnvo» de «crettr cstiis ulliou» li-
r r » «1« pahwian» tofalmtotc nha» quando aos entia uma jdreo dc 18 an-
m m ai

„ íu" • r ,0b'*hei* a qualqurt no» a IratJucçLj — Senltnpi Mtmaraul. —


Hurra,U, des,*|.,rm.„\m O cume du tranluctora sáe aMÍ^nado na mes-
«■«e uma o« morml ,„m ^ ma lrnJur<;ã>; e n*x'rc»ceoUino» qu" c uma
irdnVr r< , un,n
|1 « dV»r» J„rB4d ; . m- nirsm.i d. muito juiso, * i«tb»io; nó» em
™ q P ^J T ^ " -ni^le f-HI-HS.estrumo o Iheagradrcemut aattençlo que pres-
tJ. " ,
"** > c
*nf*W,. Ihrt M; tou a nu»*»» diteursus, e pretamos muito a
reda cm ouifui dls«ti
tua mllilKjtnçio.
HeCrbcmos v ajrailecetno» a j«o da — O
£ rHÍ V,»r rir*. h-tmem, e a morte — de um aoooymo, as-
[■iS£T Tvr?^ «>» «im oxno a» poe«ii*» do Sr. Matfareoliat liai-
,j,. .A ' ^ *'• «í« uma meaina lo», que publicaremos com a brevidade |>o»-
die.T
f » ?fitmtllu.
"í* — K« pêra mo* que dlo.tr-, fm br,»^
r ais**|. . , »II • n

ro em'«.Í!i* driU,jr o Illisdro


IKi f ' ; I »rM< *
iln «m5?!!', toutamo* a rteolba h'eit<1 <10 rt/ftrtjlc pnr mim tmtnnio c dtp»is
moral ou* !UCÇT,( «Hlfllo e jJvntado iv) mm jardim na a ima dc 134(2.
L N
ÍTnujrj rm^i. " i °» - »® «»• Verde , e fúnebre cvprettc ,
ciitjn co» rV i' ««'"«f" d* «ri- Ar «ore á dôr cun».ixrn'la,
Tm,: síir*";'"-; r Tti »c>â« O dUliqctito
lotei, l.mi. O.,, ^ t«wl-em de dia» U.i minha fiubre morada.
m.i, imHmc* E íl ? ,,w" '•rn,liJ d"
or,..i„ . ... ^* «n»icicrn«»n; <• ouirat
Ne».<| |iequeo>> rri into,
Por minha» tn;l<a cullocado^ 1
Alctn d. minha rtitleacia
Fu'4i meu nume lembrado!
ãEssa testei I)<**IM*<II<!U (|
Ftífn'tóo intimo ià«»Jã^vui* cm líií.
luurralJa iL T * "fU Meu jardim » q"<" rrn calli»af»'« IO
^ W>» prccèota», «wdcadgn a no»- tiudii lio peooau» lida»!
& s
36
Crprette* por mira plaatado*! Da fre«ra (unte Onde nifi^urm
M ii.hu» flòrr* lao querida»! 1) U>rU«lcifk) Tit p>»' um ii«o
K' Uii»il« arLir Dtn qur -ó ha
Minha torte atara* • «lura l)« UO No FufaUo.
Me (oixlfmn» a »»» d»-i\ai!
Nr»la auteccia lio teallda Na n>iaha fronte Onde
Meu praoio to» *a< rrgui! i\ |r»«l tttufrm |-,«i»nnli-> |wito
Dl* l<-u» cuiinUn lio l««i nllinr
SiitiN o chio que «o* »u»trnlu .Mc ti4a « imugem. Artuguc o Hli ilO.
Minha* blgrimaa rtirrr>ln,
De roeu alfeclo um liibulu Ma» i»lo me» mo Oade a Iru» |v»
ldr» de mim rvuebeado! IV f*l OIIUH' l'*r« li tinifnl*
Mário não imt V iter quliera
1'ikIucIo de meui trabalho*, Nu leu queixume. Klriciatnefite...
Filha* do» cuidado* ineu»,
l)i»lr»rfM de roeu* peiarr*, Jíe queria Vé pui» , Zeftaa,
Acceitaa meu ui«* »J»u> I í*rni|ir«- m leu tudo, S1 wn» ruião,
Sitio butquetno» Quaitdo é «ú iro
Perpetua*, cinto», baunilha», .Maú a^mudo. Al cu COIIIÇÒO.
Saudade» , tnartjiio*, rota»,
TiWte*, libdn» violeta*, L. A.
K tá*, arvore» íromJma. I
A A»*embléa Lilleraria rerelie a;ta )<T»>la
Beaigoo o ceo voa defenda o »U4i*« |irifuiii« de — Uma tiom — |i»-»-ia
De átperu» min* dnalxul»» I que IlH! utírirc* it t»r. Aokonio Me Bile* i.nl.
Ymi mil o *ul u* veja l>le nome irtela uma «la» floria* «)ju»H*a
Dc ulmo tiço ivtctiida» l lilirralura , 0S1 Ju« «lu Silva Mi adi* l.«-ul ,
cujo tal'-olo dramático Ivnm n !>•■»«• leiva ;
F ioae-to*, groao da vida, i* qua nlUi mmoi lein ulnimiofinlii o viçito
Que MU* m»ll» diHVrlo» Videi I jardim d'andc «• c»»lbe d luiiiel da pomi».
baihliu e lema lembrança IVU ídéa que foimamo» do nono joten
M« dt»e , twnv ru to» ilnrri J puelu oSr. Antonio MvnJ.» L*-»!, ««pTrunm
trr em lacte mrrderidu e«la ro*a, e unida
D. Maria Margarida Stockkr /*»uk\. a iduíIm» umim |tferio*u* flòiev que a feitil
ia a^ioaçio do *eu auctor ba de piodunr,
fiiiitairui « Utilhuole cuiòa que deva ciogir-
Ibe a (runt*.
«f UMtlllraçSo. Cuda litteralo que te un« á noi*a Asiera-
bl«a ó uuu «o>u|«lma que iivelnino», uma
Zefma inpraia, Procuro o bo»que , prota iadubilavel de que o c»nio 4 por nó»!
Uvic a r«lio: Li «ou tcumiii; li' ludol.. |kx» ao jiroio luda a loiça te eu-
K' leu líoifnlt Kn <« ÍKPfMIu, certa!
M cu coração. K' por te «mar. t mu IIomi.
Recrio* «ím Eu ali (oio N'uni arbmlo pequraioo
l)r li ilnlrirn , O» mimo* leu*, L ma loalulu» colhi ,
Kotl bfllrij Que lu juratle Uleifi-ae i«n »eu perfume»
Mo ic fui guerra. Skicoi *5 uitui: Lu» «eu perfume víti!

Indttfcmil* Du rouxinol Amor qu'eu lhe dedieava


N ào tom lambam ; No gorgear l.ru quu*i luluiaçèo,
E quem te páde O canto leu 'I iutia*a »ero|»e ei>ro'g°
Mo*irai iIchÍcii !! Julgo e*eutar. UclD juoia ao Cuiuçlo-
Da «ociedade Se folha* têeea» Ai de mim! Cim-1 d'*^rs<^»
Me aiiH-nto, liffl, Rolam ao ibiu, DVlIa nwiwu «»»«■ biiiiou ;
Inda que a funo Rumor da» folhai... Quando eti qu'ri» ido|<iiral-a,
Olhe* p'ra mica. Teu» ptu»o» tio. l'obtesioha» ella murchou!
jinionto Altnda Ltai.
37
aosa laíftfcímiõs* ti rwiijito» na» mtat!.. Ktprrrl aioda mfín»
«Ir D. n u ln» para «cr w «ia Miir o* iraiin,
( l imlinundo.) » »*• wg«iM ■>» firtr»; tialia mai» a !«•
irT, e turiiu«a-M' impratirutrl n anilar l>«lut
^ •» «•»«•: poucai hntt« (tiiilr ler <!• u« «JtM» «ainiiilu» ilu r.»ti"-lli«, lajii ralçnUa
Ur-iid<lÇ<> , queomt-ti c.|»illtu irliiu prII•.•!)' »«"li» lintiiirilr u í»irr-tnr uilquiiir uma liiira
d . na «untorn Itmteriota, qu» Ba te»per« rm rauin<> minha nari<»k!a<li*.
T"? attraido a minha at- Quiimlo piuio Mir» «Jo Natal fui 4 1 *.-tr• !-
letVÇ*o. Pe|,„ JR r f„j la, ti fxluJ«( a* jamlln« ('ãwxiitu-ui*
ai i mi <• ,ja l'.»ir»|la. AqiulU lerrttcl calça-
•• ivriçiu!.. Inquiri u n»u»a , <i wubt quo a
ii t '|#f ante» m<t l>n\m cuti.iOo tanto a tu- tinia »I- h.i\ia rHirado <l'aquelle« lugurr* 1
• » nau inr ntiuilou! l'.i>•.!•! junlu eu locar — I'«ira ondr !
*""de *i, «routi uqu. llj inMu ireatuia <)0e — LuUkou por* Inglaterra!
tanto nu- laiireawita já! Purecm qu« u.mui. Vi» U iHiMiir ngullia «n> rwUim!..
íotimi», ,r|tlÇV, Jc. amirade r», ligat.,m ha Inlnpri qurm haiíam titio m |MMi)|rÍt(«
'!*•. I««l* ■ cmnpaiOo «in altuu» que 6>ta«n para Inglutrrra, inoitraiuu -inr a
fiiilirti! lula; irm cufRrO ftt ORrtm# Ua DO»*
Guardando um ia»iolattl «egredo acere* mi h^rtfíiM , l «jiiri como iThim** !
«Ju minha <uii.»idad«, preiett.t lún tempoi mab Mlce» tiaha ru rnldldo
um oegucio parai indagar que» era nquella nu fregtxtia de Santa iiabrl, «• um hoarntlo
tenhura. galego, por nonia Agutlinbu, fui muit<» un-
Ua na principio óo Inrgo da EMnll* umn in« o mm ugnadriro. Procurei o bim telho,
OU« 011 labt-roa -I- um homem chamado IV que batia inililado na guerra da 1'enintulu,
Oto, mong defronte do llo«piu.l Militar. e linha um juito claro. Pctli-lkc »e informa»-
' ' 'l?*"'1r **mW» Anacleta ú porta (ern »«• ih »eu« c«Mit{Mal»rir(i* qurni teria «onduri*
» mulher 4o lYdro J |irrgunici-lh<: mt nie tn- du a bagagem d'aqu« lia troltora p«raU>(du,
~*u ?" "•»'«" de «m» M-nlxirn que l»«in a r «alKum para qu« na tio!
• ud.dk, . w« retjdencia t t.£u»do me .fílr. Não pou|<u«diUgr«t Í4t o pobre Agottinho,
«l.i i""!' '**'* "*',,r"w «• «ju» c«lata «iiua- •• |MUNi(ln« tlÍM teto tJirt-r-m* que o* Irntlr*
vJSXr* *o4i""ir*du "»»e~« a«>s. hittiaru ido |uiu ma «i« um bolateiro A rua
nia «lo Sarmento? di» Arwoal, • eiplieoa.rae quein era; ma*
niittla a li i não ma «leram ftotat ilalal —
- Sua. .mbo,», diw Anacleta , pnra ra, e o Ixilatriro negou qu< lítettem tue»
*»u o miKj, u
»cu "'"""«"r» «ma
hlhinhot: « »enlt„ra
r»u „g.i«lu-
,, in«i>«tit ido para Hia cata.
m % 0 it a r
Hnlendi nrlhur oòo profgulr em laet in-
l
ki. uma* * int-
' que«nimo <|ur .uuo.
tete «Jete»
ir ha- daga^iVt, ntã porqaa m» tinha dito alguém
fcU-r ha Uoto. r. que niotiio* politicvt obrigaram aqurlia te*
«oiírjue aot rala*! nboru a e»»dir-te ; « um gnlego dittera a A-
- li porque { — |»-rSunlri. giMtinho que «Ua partira para denota ! Hn-
Wr,U d
w, Wft, * '"ln tluc »Ww««eem lã eou- tendam lã etl< enretio! 1'nreeeu-iae pruda-iv-
l« aUindonar liio difAt il rinprera, qoat mc
~ ^<*r"J •« chama a tcahara ia áaxendo uma teirivel confaaão no c*I*Imp,
outiiMio di rnflti inAffri aun tentença, e im-
^sj&rrrsrss nundo-tc já inuÍK> noiatd a uiitaba cuttuai-
::::r Ni
° :•»»•«». e~r.í ilwlr.p.
, , '
mliora», e bo«.Bl 14 4» terrt nlniati
,
^mu* Deix^t n ! K'mai» um myit«rio quea enrot
n <,u.oto . u frarot oihot <«ctdla uma inierettanle reali-
co|hl>f Jo
jv., na* dude! Não bei dr por hw malditer a Proti-
prmr j
denein, que laltra me pri«ipta»*e a tlôr da ter
iuSl' p
**"*•' ; el>r,nJ(.mro penar unia iafc-lil n-m lhe |x*Jrr tule». Inta»
»« ber "í* >nra» ^ ..qurlla
^
««•lia, »ra cu» uma crran.-j k. — giaei que a a««encia teria enu>n da trítir/a
f"«n uutra pclami..- 1!!^ ««» «1'aquelU mtillM'1!.. Imaginei tudo, • nun-
Que > r ,1 ,J0*em fH-rr^bia ca miiit me eaquecru!
2 "«,b- o «.Wa4« Uc Vulteram l<<in|»N, • armpra <^"»e eu pot>
»ata |h'Jj Ktlrella tcreaotata od«--ejo «lo ta-
»AÍu2n^Tdri por l,i
■ e .• - ° •'«- •a» anir» de morre* qu^m era n de«c%inlift> i-
«»-. -xtrú q
"":' <1r. Aonde etlarã elluf St Irrá Mu ter oie«
1,,iJm r ««
Chi-
• ÍÍH que' íoi
" <5 je NotcmUo, amante f.. O vu maritlo hoj« laitat f.. Ub !
w
nu»! Llla t»uiã 0*i* fcli*.
38
Com e»tai S'«i« idca» procurai* eu quelle que %(, a*r»e para «I, e maldiçXn k>-
tar um peaiamento quu ma «ftligiu , «i <U- bre o entr que to mV> prraiM eiri «inunu da
grnlo» linha ru dc kibrt .■ Attun um unno
humuaidud*. Contei áinfrlit ■> qu«* liuhaou-
lircocinj. No»a utentura «ido» que »"*m me di/er n<*n mai» uma pa-
(G>it«rva.) lawa, M-guiu in mrui pano*. e*Iremrcea"lo
D. .7. G. Pmtíth. dc quando i m quando, ao niroado da au-
tuada que já M ti alia aproximado.
(CÒNliawi.)
• IEWMM PIM\MoaiHf. f). dnUmia Luiut Hc Ta o*.
«UM41K.K OltaKil.
A floral rnt nrção.
»eg»» rmiM *lM4*ir iria
C***,a*arU bui 4'l»jrri**i» J.i»»-.. .1 rtuf urtça cm<Íi/na 4o Homem t amlamin
(/'um /'rineiftt.
Duas Ivor.n» «lepai» da meia noite haviam
.ilfcj.uU» nu leiogiu dl» .Nrc«-*»tdivle»; era <3 Nâo c nimnilf bih prlnri|>et qurt o perdi»
da .M ní jj i> tthncio tia mutUt nnoma iui rua da* injuria* ó itrnadera; nu< aoinlerimentu*
de <|u«* teiiu mrnot «lendo»* |K-rx»it, quumto iv* «o6r.'irii» alguma ou-
«ra; ki>»«o» nu*cn» nr{riit cnticinm «um mu •a que nu» M*fiara do inutidii, liem loag* do
medonho manto « btíliwnliimn da* ettrulb» no» aldifir, deiemo» tovwir n !>••<«; è a
o o a*ul cclcttc do coo, que *6 tr de» i ta «a meiína gra<;a que m fóra do
1"" mUtlillo» poia ikh up)irimir de muJv um log>ir tiiír.tudo de contagio.
de»; n«o m»! auuiltvi o rouco tcnn dl tro- ( Tfodmuido par U. M. J. O dc <U.)
toada qiMí mal m permitia mo Wwi^> , ma»
O» relâmpago» qucbrando-te d« eocomro &» IRATKXÇA MKIloHAVKb.
tidraça» uilumiatain o mm quarto com uma
lut pbofforicn qun me »nrblt da terror: d» (T»4«'^a )
opaÇo a. r.j>açi m ou» um túmido» grilo» 1'jicnnlrou-ta am umn antiga rvliçjlo lati»
da» «cntiiíeiia» gritando * leria, r o coatinun na, ri*uma viagi-m a Prlio, [«« J. B IV.
latir do* cári augmrniuia o tuiU que leaot d'Orleant, imprr**a cm ra»a de Mo»
butia i»(*kU rtkvfto da ntiahu mnaiu; *ó u nu- retu» em Auecr», cai l?«0f a aarokila «o-
lar dot gallo» mr alegra» a , porqum (wircia Ifuinte.
diier-nwi: d°aqui n ImhurM o Mil Um riivi ia»|M<toc de nunubduto da
do wu» ardente» mim do «•>'«» nir hmÍMMU China, ••iando («rã íiurr uma loarn tia»
iJk> carregado «/ora, te indemaitnni doa hor- gem , deu um iiútrnunl* a »eu» d«»ia 6lb<M,
r«.rc« JV«t« noite, ma* «ia ia venci» ri a iníer- do» quae* o mai» «cibo a pena» ruii»«« aettr
pui tigiliu que me persegui* em lufo aquelta anno», o aniboa motiiatam felio» di«po»i-
noilo « Utinlr^roc |km< , • amdo paracncber çúe». Apcaa* o |á<" partiu , que o me»ue,
minha alma de U&Jo» i» Ituerore» que a nata- abulando dn aucturidsde que llie linli.a *ido
rera apcetcoiut* , foi-iae colljcar i jaaclla ; coatiada , *e tornou o tyranno da ran Aí-
doi» »»>«n>do« lul» •* M nàu teriam paaaado, fa»loU u» |« •«-»« Ix-nradut '|Ur (M*Jeriam ob-
quando ao» meut o» idt>« edtoaram d»lorn*ot •ertar o »eo procedei, «- (ri dr,|eili( d*e»iir«
•»H«* que [wim'»<w de algum atwitinulo: o» iriwk* o» que iiabiin mtii» u peit-> »» in>
me* Dcotl «MtUfBei ca ; que iort<mptrlteo. lot»»»i» de »eu anui au.ente. tjuaml» n ia».
u>ru ou o* teu» mytleriui! Ceituilirnli* m Iiuiram d'e*ia diturtirm, elle nõo qnii acre.
minlm lOMimaia Um mandada |j<<U tua cie» dilar, i«>rqu' i-a^io «Jolado de uiba bt 11a
meneia |*ara «xeam» algum de*«r*çado ! alma, nio iinagifenta que ic poJe*wrn pra*
N*o |icrc«noi tempo; «acompaiijo , <eali- tirar iae» acç^r». |«t0 era upeitu» ttirio mal
«viilo n.»io do coração da mulher, d*-tetni- •e e*te (lerterao pedagogo tlte»*e pudtdlt eo-
Ju*Ç»*a rotagrm; eu já nio eMoquolla nu- wnar a »eu» edurandut algufa» tinutir» e
Utei tímida queettreuiei-ia á titia do»r*lam. laUoi o: mu» ellr nàu n» linha, fira < we<aic-
pogo»: rmoluta a cncauir tudo» o» perigo* nino» groaieiro* , império^* , (uímm, rruei»,
p<-guci ou minha rapa, e já me dtapuaht u Ut«rlio<M , (t i/nocanti i. Dn|MÍ» da nnrauo-
«abir »ó qunodo «ma wnilxira que ru linha ao» <J* íiuo ih u, o iuqiectM s conhe-
de mutiu* auiiut por tniahaeoutpafahaira, de*> ceu , ma»j<i multo |ard«, tt «crd^le, e ».-m
pertatidu át toir* dronnrrilmltt qu« eu de oHtra maneira cuetigar a ier|«rulr que ti.
tau, n« H-Kniuu (h*Jo braço butiL»odo.ine: ntia a .mrntado em «eu «rio, w anKinimi
A<<n-fe , a«AÍK>ia t a isia« drahorn* o Ui! cm o de*prdir. K»lo mon»|fo tete a liapu-
Urit&j>mo ebrdecer a Dcc«: mitetaiel dV «Içada de citar mu obo no tribunal dc um
.39
tnandiuim para qu«> lhe |*a;a«Mi n pentá» que IteiiNta dr IjMboit.
lh»> linha |MUflirlli(lu.
Ku pagaria de bui toatade, « mnmu o 1'rmnrMÍ vnlijr m wminn f^iiínto áquel-
d-ilx<>, in|»n<lfu «'lie foj [Xivcqu Ju jau, Ia em qtie ti«e a himra J* .« r inlrudaaid>i na
*<• r.l« de»*ruÇ»4o educado ir.it». fllb.i* illu.trr* Ak.rinblca, * (utlcl rainu um nrgro.
corno tu naitl ralnwm. de»i» operar. Ktl«>«- Ni» foi culpa tnitiha. O cardeal Uellbratino
■qòl, fHOH^HÍg «ll« dirirfmlo « ik» maB»»« >li«ia quemaii /arilwnie aerrdilata ejue um
tr*do, "ihninaU*, «• pronuru iae. » Com ef- jumralii umMa fiara o ar tio que um callio-
frito depoi, j, w |,r interrogado, e vuiUii lin» mentime, n u mu quero chanç»i» toca o
1
»• ** «tia* o owiKlatin J«u r*«
ia mfniormrl *enlr«ça: > (<mli>imw e*te liluiirv auihor IMuxtiuumt menlu tn Daim.
I"ar« taii.roier nillu.ire K*>lnrtora larpiri
metlti 4 m«uir , nin.i In mie ida ik imi iliv- o binintio, pui d« lado u» «mia», limpei
«*po '•«, « ■ m»u |>if, n cukijrnndrèuiirloi g* ixalix, e fui e«i cnia de artíci». Porem
t fr.ijn» ilr pú ite oiro, nào por ter .««colhido
quaado t'Jli'1 ««laia u AunoiUiin lio tbma,
Wa|, porque luio* te podem en«t«aar, msi« que nem o meu «Irrito caminho deitaram
J«»r ler ti (iiquttit de u ruawriai tanto tem- pura «•» d*itlli Itimbetn dar 4 liiruineta. 1\«-
|M. 1. MiTMria, M ocre. tratou ella ledrcim- ciência j como frade , j<i rvl«.u aliei to a ter
**'» <!••• o homrai irolia aenrrjtm de rppnw taiut nm rerinto* monuchaet.
Ifttdrf outro quando u turtrtr, « mtlltu tntli
Litbta e*ia em cria:, o Si 1 entrou no Jia
** O l«lll de tfiuito* o exige. 3.1 do pa»«ailo em ca*a «la Viijfem ( não c n
dn 1'ulooia ) , « dirÍ£e-*c pura a ca>a «bi iia-
I). J. C, CuatM. laaça ( nio ú a do Campo de Saata Anna ),
ot»de dc*c clicjnr a ?J do cor rente Setembro,
Coa*tjiodo-no* que *e ,marinado ouc iim quanto |xtto '/s-luu. • »e patMim e»la« , c
a ItedacUara dV»l«) jornal irm pinte na Jte-
»M« da 11.U» t in**rida do mettao, de- outiai qu« Inn r..u»oj», a» mim<<tai 6lba« du
c Jararaca qse nio i exueta • .«a idóa. O lie- Litibona, >M LU<ipúna, «egurnlo a tm-llior
orlgroi, folliram oooa a«(dei m pagina» do
£JZ* /V
* óa Jatdim dat Damn*t « Uihutium o» /lerqçri-
.n«, .r paleai,. ,4. Nt',e a .eu
«••mom. „
f UItur ||„
„ «o* termo* «itaqunirui Ifodactorrt norique-
•«•reJIabonçto, nío >ó pHo» talento d.,m- cem a língua dc Camòe* e Fr. Lui< do bou-
iHHpir r^ripior; «na. ,^l« „til,dad« que m , para ordenarem ó« »un» modrttat como
J «1.1 no, íwulta. I m, utllru nâo b»<ia Ibe» de\em Inter a* Jéporuii e btrlkt, o tuJ j
andar peruando o,.,,™, u , o que an.kn em ale* « tltt.
A rmijjfa^iio de Udo» t etfMDlou , equo-
r.
, irwmo *•*»-"« • «■ E~» ™ ,SS
ti ealifnrnira. Pedini^vi, Paço d*Arco», O»
* A n«wa ,w>io , eira», o Um<v, l'«ç> do Unpo, « Ciairu
lein-tc too* ri lido em centro* de ri«ilijjiçto,
nkm íoru «nu-.i, portiu, « jinvoiitmo. O» arre bal-
-."'•.ti.-.r;?,,'."':" Wln 0 í
V. . " J *»»'. «!««• e*. de» da Capital e»iáo bucólico* niú mui* aio.
tão í,-„ rf m,IU ^ .**"I"rl,eu • NA», tem ej(ual.irir>o* o no*»o roltefa o P.
< ttl
cm iil ' j«»idjii»nja d.vlaiar que M. tf, (ierundlo, que depuit dc uma »iu-
»™r (<m r°
tria
«bí
jZ cioco U/na*, e*cre»i-« a ttbtori* pa-
«le*«lr l)- Pedro II *|4 ao baibriro qua
publico cJor..(u £ i'tM r
"«' ° fa* U»rbn» e «< acerta rctogU», cniTi O ckUto»
■.ela. « « *•' 7® ^ *«"•* w epítodít» do injki ptiiico que de|» mui o
, » ' " a lllvrilulr <irflo>
•m»r«»at<-i m cbinrlo rinuia mulher (do ir.Rlei, k rntrn»
•cítrtir cum i«xla a / **
f-Mo oÍ<> (aiíaOKi« ?"?. ,♦ ° d®Je): tamUMii Irmm fnilo Mimi* p.i»eiatu.,
criiica « arma Jc s*Tnu£, P
"" V' tendo cm uma «Trila» tido o ko*io da «itiiar
<

como drf. n.ua. aqoiotn e tbealro òoSr. Conde do 1'atiobo,


J
«U»n»oa ur duJo a» <|.úda. w,hti^, oade o Ciceroni no* di»*« apoatandw para o
teclo: e»liM pintura» «à^ muito iunt, porque
Jm* dolT:?,"* ° Ar""' •Ao do tempo do /'uurio
• |ir« »aoicn d.: A morta nio tem poujado aeki*iencia do»
tnnitillu«ire* «illutirndu» j»rn«e< A moriao-
guardlr ~"5Tl. d- dutle tem tido tal que a Paternidade do Pa-
»ei /V • ^aoííuao quanto k aio ca»uf. a dre
j* " cm v/hk»/.icio ci ntinunrá Pr. (irrundio ergueu a *i»« poria inoJ<-*-
lo» tumulo» «imlr »rpou»jm a» cinta* doju-
deti Xtiruln, da Pilha do Htttio ifAllrnim,
Jo humilde lktiuliMimo, «do bum Ivqaxta-
40
dor. Depot* «te laiim r]c«gfn绫 pai cm o» dt- 1 irada d*um batalhão n*aqurfl« tocai, *edi-
rer: | ligenccie a |acrrnanencin d'uma banda de mu-
N*um dia, fwl «otte, 1 »ica 00 local dn tala, e qo« a abertura e «a-
Tudo a «ofir rvi>* roubou. (Kwiçio, que w uma feita tola nacional, »e
No Ibraim d* l). M.iri» II eonlinua a ier nio íaçn o tnai* rele* «lo que <> mai* ordio;a>
appLaulido o drama ietilulodo — Templo dc tio arraial de Santo Antonio
.V(»ti((v4', — Mem« «er litlo |»l« muito ap- Duem-no* que a Acadrmit »tn» Bella» Ar-
paralo e rí^iKU que rm totto elle i» oitcnia. te* faz e*te nono a isj • ip MÍção , mju bem
tmqaulô «oRifiilo lilitnirio fjilliii«mo« de viotla , que fà lar1J.1tSem este o mirio de
ouiru ii-i, O Sr. Mende* Le»l lem recebido termo» alguma» «luquclla» auln», que pare-
Ju C«(liotiro, «outro* nmí^w, r» me ruída», cem uma* lamina», ao dctUto arranjo. A
«nptilra», («rolu», e topaiio» paia a tua «o- »*u tempo f.dlaremo*.
rôa de poeta. S» i«im nmiiam , deniro rm No Can«#-r»alfl*ht brevemente terjn togar
pouco o «aMo poeta trm nu catirça a oltatn o* «ariclcio* publico». Iremo* Ij , »•- m» deita-
maravilha «to mundo. i»nie» qm- rem entrar, e »e nin vier uma mulbrr pòr-
o* «críplom fije.vcm boa1 criticn do que p«- no* na rua, como já no» iimatrrcu; nd»ii-
drrn da» Mil • urra Boil" ». la«*e que Mm<M por 11 rn corredor em direc-
Kiú fnulni»lih«! umn peça , qiii» Irá df- i;ii a uma aula, táo calado» e modetio» co-
poU «loT"#plí>l Intitulada — V .Í/ci*-fígu-— mi» um iaglri lanam. Ilatemo* diter dun»
O titulo í mode»to, tentai Sr.* i»4o for ci- couta» II retpeilo do mclbmto d'«-n»ino, • ro-
mo muita* pabm riHmttnjpinii que te levan- gularnento dVile útil e*tabelrcimento.
ta tn cnm o «nnto e com a «-«mola. A'iiKinháa ( Domingo 2 de Setembro) ha>
O C»jmi»a«i«» vai bem. K' um Tbeattinbo terá muita* funçanatn». Decididamente o
cora que iT«ip*llii(4mnl, p-w«|ur O »««». povo quer fxnum tl rirmun. No Lumiar
Vai «in«ainr-*i> uma compoiiçio do Sr. tira* nriaial e foj;o <to ar. Nu Piedade outro tatv»
Martini, auctor da — Mendiga — Quatro to. No Salitre oe intermlaatei» nrlequin*;
(if< a um o«to — O titulo nlo no* r«paala , toiro», thcalro*, tiiái quanto Manha 6ou.
porque hoje o* omo* *Xo pouco*, • o» cáe* ! I-Ucnua todo* o* o\foiço* pura 11 noticio
aoi milhar**, praçnt é indolência >la Cama- •o», e por lun nio deixacemo* «le mencionar
ra que, com Kravt* datnno da alma, c da* utn litro ulilii.irno que mr uihir álut. Tem
eaaelta* «lo* tiandanlm, lhe* poupa a tida. por titulo — Deltas «nea cm Portugal *>*t ■
F.r»*ala-«e tamUn n — Cimdquç#.— Por »m »*bia |>r>H«^in ila Camara Municipal tle
quanto *ntx-mo* que Onttança c uma mie, ÍJW». — A|>re»aroo-n<>i em publicur o» titu-
o que tam uma filha; «» mai» telodietno». II lo» d*algun» capitulo*.
/\MÍ»timo* 4 primeira repretenta-çár» da co- I.° l.luifuri* luiitnlo t t\tlkmo «to Largo da
media do Sr. tíri.i Martin» —Nio foi ao Jar- PampulUa. — <t.uCliafaii* da» carranca», pe-
dim — li" pequenina, bonita, rhiilM , o lo *(V»U>ma do hábil nrtiita Ijita, di«r*p*ilo
bem desempenhada. l'nta da* priacipae* «ir- deCanota, mau* do que a Praça deS. Pun-
rut*i»tanctai que a tornam <igrnd«»ci ú n ler ir», nado ile«rr- fntu. — ,1.® O «MMMrtiM ihi
lido ««cripta etpretiarr^nle para o* adore* Piuteio Publico, tramformadoem Ingo de Sn-
nua a devmpenham. A Sr.* Ma«*ey , o Sr. lomit-», e O |M|io de uma «erinç i cleiado «
Hrai \|nrtin>, « inhrr tildo o Sr. Marque* ca ll lego ri a «le repuxo.—4-° A» dun» frente*
entram pnleiumenlc. de um IWI<» ila* quur* una e feiamente
Mr. Charlei continua a ler o quartel ge- grande , e n ooirn (frandemenie ridi. ula. —
neral dc bicharia na Kua Larga d-- S. Roque. ft." I)'u» candietro de , j.i , que fui nltnra-
D"e»ta *e« munira ao ie»|»riin«cl publico, do em monumento, pura perpetuai 4 glucta
medtanle IWn , «crente* ( irra« i«nae* ) mo- d*umn Camara Msmdpat»
no*, mona», e um elepkante macho. Itt^gamo* mo Collepi do bt»ile*Co que »á
O ThMM da Rua «hw Fanqueiro», que tomando Bula d'e*ie» Cap»t«*lo».
nua ditem w? chamará de L). Fernand'), tai /V. dwilflrirl.
quitii coocluido. Km quaaio alguma* .1 /mi
jmit lamentam ver o templo comedido em cniRiVA.
C*m tl« e»|<cctnrulo, n* igreja* de S. Nico- Demito o »u|*rio' I
14a. e de S. Julião «Ao qiuii acabada», e Ap.il|mivdo |»cie ctatuma 1
doem ficar muito boa*, bom ò que mcdrrm O dia «Ho tttlnl"<* lietni,
a» uri*» e a reli|f»Jo. Vcjo^ com o negrume.
Pr.-parit-Mf t ctpntiçiii do* penducli»» da il/moirmliit Rntif.
loduitri* Nacional, na Caia A» rlico «to Ar-
icoal. I^mbramo* que , apcoieitaoiu a »»i»- , ~ S* tir. »« li. XT MiIiti».,
Rua 4m C«fWtti«U» »,• 41, I,*
simnvrBRo 8. 1849. NTJMEBO 6.

4 IMIMlltt,

. (Proprlctnrli», r Utilatlor» — II. A. Cí. Pimch.)

, Ju
b " * "* — A>I|m «# ( • iw4»« mi Ui|h 4a> In, fi)çi<i 4» Cm*
./* "* Ck^ *" '••IhU»; Viuva tu* A«s«*ta mV ll J. F. U»i4«, »• diu ».98i r Cm«i*
' ur, "■>"• — p»» nri tflll. Trlmnl» *•>. fcr.rit>» MO. Aan* IrTSO. A.«tw Ml Mi».
' ' **Pu»^*«i»l»> Mrb JMciln i e niMu m wh Kxri|'t«río , im d» a•M
'»<« 4 M.frli. l>.blir.<Je> litimiUi ■ Ma«im 4» r«|ml4«aln fr»Ut. Amuwím, Cwtwymlo»
*" 4. |Mma» tMflkvl.r W rrm • lii.W..

A3VT33. vòr inul ilisado« lodos o* esforsos da


sua imaginação: lure para Inglaterra
ou Kran^A a soa obra, »«l-a-ha pre-
T'jiji o no(,so N.° antecedeMe discor- miada..,. e ainda mais !... Vel-a-ha dc-
ri tu»-* infiro o abandono em quo
p»»w rrndor-M em Portugal conto et-
JAtom »« Icdrim cm «u*.,* lerra, nio
l,0 c
(raugeira, o ler a melhor extracção
* 7* «•« c«*ni»-« , vla „umo. t |h!o «iioplca facto do ter ido bebor »i
« o qualldvlo nlo CfOoui aos eslran-
proteciorasi aguas do Taiiuc*. ou do
pe.ruâ, fal(a llu protccçjU|
Sen» (»). Ora talo envolvo nlú f.du
o piwioo, u dou grande* em favor
de palriotivnio! perdoetn-nos a nossa
ua Mlicralura, qllo o anu quest;lo uma
a* iuature* glotia» naciooacs: são as franqueza, aqucllct que (cm ao siu
alcanre o evitar as razdes com que
lujtcs, O >.MH vila* nio l,« ful-dr. Hqie
nos queixamos! Nós n.1o cscrcveinos
J.ícbo. alguma cou«a acerca das Ar-
um jornal do partido.... nó* escreve-
«■ . nAo ruem* allondivci- nio me- mos um jornal do instracçAo cuja lin-
nos desanimadas!
guagem é e será sempre a pura lin-
I «r artislaí enlvndomos lodos osqtjc
guagem da verdade, Tranca, o inde-
inZ^!" 1 1UaUluer *»««•«>, proissAo ou i pendente como o caracter de quem o
i'" '.? —c"Miprehendereuui» escreve. Sciu oíTrnder pessoas, guar-
>.. A.líí""0 ,,lJ" l""1» "=•!»»• dando tixlas as devidas aUençGes ata-
dos, nXo podc-iuos todavia deixar do
A I«tlal*rra ivm prosperado, e por referir facto* lio conhecidos para re-
que? I orque *„ Arle. ^ a||| * [
remo apreciada» • c bom i\**íid na* ou. montar A origem doe inales, e concor-
ras „,^cs cml,íatU, J|„fvdtf 0 .|flUu rer da nossa parle com um pequeno
contingente em favor da lerra que pre-
merece toda n atl..^ Uu fnu
zamos corno própria. Tornemos a to-
p mcini
r ••<« mar o lio da noaa oraçfto.
C2T T alíUP® P«a |
d (•) t m doiitU poitu^un r>i<» iflivlo fv.
«raní ' " **•«**•* cu es- I tiinj» vi»i»il<'f twin a» «ua» fl Ve» pm |'«.
tU uu,,r
Jl>« rê'..,? "V* J '' «l»»u «Hi» lufai, foi para l'arl«; li «"«< í c«iabp|#cldo,
do ttu hòm n i""1* ** ,fur **k^° foriulo 111 ()>«'• que "«1 ("H 1'orittgnl , «
j.jk, 1 ■«•«»«,-d» a na elwria. ai I i|n« à iwyfivracia w compram pu' *« julga»
W
- u aeaw ÍJU< jh„ acontece é rrm (unri-i»».
tf
42
Vruwt cn» I.ubcta alas do lojas e«* culpa nossa) imposto tantas reze* a
trarigoiras um qua»i ioda* jis ruas — lei 1 Ji sào «tlni> nações que reprehen-
fazendas, modulas, perfumarias, c.v dem com seus actos n pouca atUuçáo
bclleireiru», elo. ^ «lo. — Yem<>s que quo as nossas auoloridAiliM prestam á
alli acode mais gente a comprar, o gloria , a prc«periilade d'« sto p.iiz !...
preferem quasi todas a* fazendas, o Que tristes exemplos fx-déramos of-
droga* estrangeiras as nossn*! Será ferteer d esta fatal verdade l Alas quem
que a falta do patriotismo haja conta- a ignora!... Quem «n atreverá a des-
minado lodos os corações! Não. !'«' mentir com uin *(> facto ésla juslissi-
quo a pessoa quo vau gastar o >cu di- ma accuMi^nf Se lançarmos a luva
nheiro quer vôl-o bem empregado, n.1o haverá quem ouse levantal-ni..v ■
e comprar o melhor mais barato. Do Nàoha muito vimos uma infeliz mu-
quem poti v a culpa.' Dos fabricantes, lher j;« id.m implorando osoccorro das
quo mio acabaram a*ua obra coiu (ter* alman pias, e ^cOerusas; ruas quo di-
íeiçito lendo paraisso ossulTicientes re- gnidade relletMia em Iodas as suas ma-
cursos í Também nio é; « de quem neira» airaW-z os humildes andrajos da
manda que nito dá o exemplo, n.*o pobreza ! Quem era pois essi» desgraça-
anima , n.lo prcmèa os invento* , c da que tanto nas interessou, e com»
obras nacionacs; mas anlea Carrega moveu pela sua idade, e decente ma-
do horriveis ónus qualquer ofiicio, o neira de pedir? Fra afilha do Joaquim
faz jierdur o godo de o exercer, co- Machado de Castro, auclor da Memo-
nhecendo quanto ò custosa a tenda ria Kiíatun Ki/ttettrc do Sr. Me» l)i.m
do *eus géneros, pela pruferuncia quo Jové I (..'.Tinha uma pens&o que o Es-
se dá aos estrangeiros. tado lhe dava , esta foi por vezes cor-
E* esta a causa da falta de esmero tada , e por fim reduzida a zero, por-
no aperfeiçoamento do qualquer obra que esse quan nada que liiu deixaram
•m Portugal. Amino o governo as fa- n&o se pnga !
bricas , dc-lhe* privilégios , augmen- Como esto muitos exemplos lodos os
te nos direitos a<« estrangeiros o quo dias os (a mos vendo que assás compro-
diminuir nos nacionaes (outro tanto vam o quo dissemos, porrni mencio-
fazem elles) e ver-se-hío trabalhar os námos esla muito de proposito, por
portuguexes com todo o primor, vor- rwio que a sua idado, o mísera situa-
•e-hlo novos inventos digno» do nomo ndo a tom privado de lodn a prole©*
portuguez, quo aos portugueses não i;jo.
falia nem génio nem actividade, fal- Joaquim Machado do Castro, além
ta-lhos fortuna!».» falla-lhes quem lhes do grando invento da Kstatun, fez ou-
d*y valor ao seu mérito real. tros serviços importantes, e era em
Da mesma sorlo v&mos preferidos extremo apaixonado pclodcsenho, e pe-
aos nacionaea os professores estrangei- la poesia : rccom mondamos ainda hoje
ros de qualquer arle. VJo a essa» na* a leitura de um folheto que ellcescre-
çAes civiltsadas quo nos servem demo- veu aos 84 annos de sua idade, inti-
dello, 0 votam ao por maior quo se- tulado—Carta quo um affeiçoado ás
ja o mérito do artista estrangeiro, ó A rtes do desenho escreve a uai aluinno
este nunca tilo estimado, e altondido da esculptura, para o animar á perse-
como os seual... Vejam em Inglater- verança no bcu cst udo, Wc. — Nós po«»
ra » França, e outros psizes da Euro- sumiu* esto escripto que nos oflereevu
pa quantas loja» portuguezas, quantos a mesma sua (ilha . penhorada j»ela
artistas portugueses alii se acham ! Fa- compaixAo que d'eila tivemos: como
çatnos nós outro tanto; imitemos nes- aqui mencionámos este artista digno
te ponto essencial as nações civiliza- do melhor sorte no seu paiz (tendo
das quo nos. teeui (por desgraça e nio renunciado prémios cm oaçõus esira-
LJ

43
nba») publicaremos lambem neste nu.
tôUSTHIISRK NIVIUIVT.
mero mim Ode que cile fel ao Senhor
K«^i D. Juílo VI, quando príncipe — TtADfCçSO.
n fim de que se avalie apura o que rl
le entào a», visto que só depois da
morto v quo ko contorna fia ter justiça Senhos, (Jii«c ella) cu *o« rctlituo o qa«
t<« puiunc». K a vellia matrona Jryii «gi
ao mento! |mh do ooivu utn awjiUlr de junco ariittica-
A l-stntna l'j|Uf»(ro vive, e vivírA uirate rlaboiado, no qual carpia umnctiuuç*
«obtanceir» a»>* óculos; mm do seu de incantadcea brlleaa.
anctor quem lembra o nome?... Ainda 1'uircia Ir» datoilu ou viole idmh ; um In
tliio JecaiialliiriN) cubsia ap-Mia» teutoem-
em raros peito», ainda a compaixão! Imo» roliço* » uuUi<Jo« oa aaieit de kui loi-
(
i .is-ojjt couto »,1u avaliados eui mm- ro* otWUot (ItictUMVum rui toino do t*U ros-
a
® terra o» grandes engenho*!... E a to branco, e iiiu«Io, m olho* eram da còr
ou
'po, repito, oiu é iliw parlicularM, do »»; *»br« o m»m peito nú pendia uuva
1'ortuçal é na verdade um torrào p«* pequena relíquia »u«prata a uma cadeia J«
colhida por Deto |uira «er entre unit< i oam.
htle ntcivdeu »cu» tenros braç«n pnta Kian-
° terrestre, a*.«.iin <■« |n>.
UH.-IW o anulieasem apreciar! da enes- i riica, a qual ini~linuodo-»e (Mira '•lie, u o>i-
ma mirtc que o clima é ameno, írrlil e mirou periurbii-Ja cm quanto (>alliot pi)
podia toniri tua *u»oçio. Que «ignifica nl»
««cvlluaio em »u.v. produeròeit , »An toeaa, e quem é r»ta c(if>nça ! perguntou a
doiadoit de génio e buas inHtr>ro;<V«< os cuode»«a c<u» um Buda in»peiii»«*. Sabrrcu
Seu, habitantes (geralmente fadando). tudo, icobora, rc*poad<iu (iiiUiut cm meia
I oderto ncciisal-t» de indolentes ? Nlo *o», e vallaodo-sa para o lado da velha roía
o aio : a sua indolência nasce da falta um relance tupplkaata llse diue, loraan a
I letar etle menino, ut tossos cuidados ll»c tão
.l" «íMTí,VC'^'
trabalho*
0
' ° "ColUiinouiu
encontram. Quantoquo danasuusu | ainda necettarlo*.
H lodat at imw promcMa*? replicou ella
gorerno ihfcfox para ter a fotluna do com uut iÍn) chrlo dc amargura. F.u at cuas-
(>o««uir terra e gentes como as nos- pritri quando íur tninpo, ic»(>oadcu o mao-
sas cebn em tnrbnisa, eu *ol«o jura ootameole.
Quem isto escreve nào levo a dita I'óra d'«qui, selha feiticeira , gritou eom
tio nascer vm Portugal, nem do piie vos d« itcator o sÍMi<od<r de Vailiac , lio ma-
português toni a sua origem , o tK»r do lerão, e tutor dn CJallio* , aut bont oíúiiot
qual o Josea condr devia o fu canimrn-
tsaa riílo podo »«,, ■u.pcita; entretan- to «.no a lica tterdrira: qae a tatuem m-t
to e j* nossa esta dit,*a terra , e no*. isbtriiaorot, ic imo qwr vahir dc boa roa-
01
lad«i! li juat«ii<k» o jç».tlo A palnsra, deu
E»**" d elU-s ergueremosP°r<UUM«e«;
a vo* implo* em ti/nal . a Murçal f que se apoderat»e d'e«U
MU ){randr mulln-r.
** 'I™ mandam que i»ondo icr- Ninguém tr nlrp> a a |>V At mio* tobre
iuu «ih» uuies quo jtf jlft tAntu solTre-
ella! cs.iain.iu (iulliot, com mait firmera
* !*'! *wa própria conveniência, dt> <|ue co*tua.ava m.niiar ordinariamente.
dêem todj a pmto^Jo ás Sem- LXepni* inclioanilo-stf porá a orfulhwa.crc*-
eias , as Arte* % no Commereio, A A- tuia a qu«-<n ut ameMj.it da Vailiac alo li*
gricuitura qu« todos esse* importan- nbjna podido intimidar:
tíssimo. ramo» M*em amortecido* : ao Geitiudes, lb« di*tr ellc ao ouvida»
governo cumpre rcanim-U«, o fazel-us nina d^uclla que nós cboiamca , nlo pro-
longueis o»ta teraa, umanbiu eu vos torna-
Uorecv. odles PMuwriuoprecK^i*.
res a ver. Gertiudes lnDÇou-ihe utn nlbai de
r , 7' C,
° abundancin, pr..»- rrf.reben«âo, 9 p*(ai»J.i oo a**-1'"1* d.?»ap.
pendaJc, o independência nactonal. pnrrreu pu< rnlic u tUu«oi« • " »eabor d«
I Vaillur uprovimoo-tr rnlio da sou etposa-
■ta e oUrrcrre-lbe a ntàa para a condufir i
(CuiUinuttr-ic-Zta) I prandr tala , aondr o banquete ntipeial erta-
i va terrWo. he^ufrvdo «Sru etrmpln, nt roo-
i viJaiJ.. + tomaium asscato ã rtda da
C a
44
■a meza *nl>r« a qual c»taram amontoado» de Santo*. Quít depor» de lanto* tnnni ir
maneire» Je »od»« ateipocict: o cnpellào re- «èi aqu< lie unwno tulle de ião grata» e »au-
zou tn alta »uz o icíiritrilc, r o fc»tim «o- dotw» mifiiLi^Vt L...
mcçou. Ima imprcttào de imiri» te linha Ao pwt»»nr u Fundição ti um joten dl- in-
apoderado do* duii npcMi; l uoriic.! et la- lerr»iante sipMtn; muito claro, olbot casta-
ta »itencio»a e pen*alita, r (ialliu* hâ«> w nho*, cal:el|<»» louro», borSa loura cre*c»Ja,
tlictU a Inunur cm o)bua «obre cila , tanio que lhe emhe||ejavu muito a phriianninia
cllo rcceiaia encontrar Miai «iilai isilafwJo- meiga e delkadn, ma» muito incluncolka.
ra* e tetera». Era elle de etlalura regular, latina nk«entu-
O cobti rangi mento cm que w ai batam dn em um do» awDtiH ile [teJru , c ulluita
imbw , nJo e*eap»Mi á curiotidade do* emo- liiaentrale para o mar, »uttendn a fronte
tiva», ot qu*«i «o coramuaicatam mil con- cum uma da» in.V.i, Parecia engolfado em
jfílur»» mai» oí mrnm irmúnitli tobi« o Mttii p«'fl«iirieal'M ; e quand» |>ntwi juntod*el-
ataufate mvtterioto que HI«m tinham ape- le, á teu de um i>«* mrui Albinlio* que me
lu» rairciiMu. O trnlto* òe Vaillac momo acompanha» a, toltru mm-bi na Intente a» via-
D&o parecia nlai n iun tontade; elle «egoia la» , fi\ug-a« cm mim, toliou um ai que ex-
com um olhar inquielo o iricxli) eoaittritagidu primia a di/ , c « >m (4< /«, L-rsuru-»e, e de-
de (ialliot, c deitara pfiifl«f» o *<u inau poi» de rrcooUriri u ,eu engano e.ou wjbre
liutnui, apeiar do» nfix^oi que fazia para o a««ei»to de peiira «xmfuto, alvitido, e na
jaifCfr aluara. maior rònilriaaçÉii!
A»»im que o banquete terminou, rlle pro- l*oude a eompnitio mnit do que a cliilf-
pòx 4 tenbora de Koimllloni de irem ter dade, e ilo qur outra» foiwidrraç.V* própria»
jantar o» nkleilo», para ot quaet v» tnluire «1<> mru k»o, e tem me lembrar nnan que
po»to tneja» do átrio. Todo* ca («atuindo» iria texar quem butcata occuliar a tui djr,
»e Ictanlaram immcdiatnmante, o o telho m« aproximei do |iira , e lhe pri^uolci te
tenhor panando por *ru tohrinhn, pWle «ji- temia algtim incommodo, o w lha podia-
icr-Uie ao ou tido; Tundn-tot rito «Jazido co- mot ter uteii!
mo uma criança, procura* tocnar-io* l»o- — Muito obrigado — reipomleu perturbo-
■acm para o futuro. di»»imo —de»culpe-me V. K*.*, nnJa pre-
Kra um gul|* do titta que alegrava a al- cito....
ma, t*i e»U» poto ala» indo de teu» mi.ii Ainda uma tet eu, e meut ftlbot Ibe per-
Ullu adorno* , alumiado por mil tocha», KUbliino» te queria tomar alguma couta, •
comendo com robutto apetite, o» maojare» lhe o floreei o meu fraco piotimn; ma» olitér-
«uculenio* que saqaelle dia tupriam o mi- t«i que afattata de mim at vittiu, e que a
láa (•) « o far» (•• \ t«u »u»tenlo ordinário. nona pre*eata o mottrangia; por í»u> eonti-
( Comltnúa.) nuãrnot o no»to trantito.
D. Muna d'.frrabida lia Cotía Sotua Meu l)ro», dizia eu comigo, terá pottivel
* Miuctio. que ia detventara mo alráial l'i>ree« que a
foiça occulta de um eocanto me condux ao*
loçate» aonde mai» um inf- liz junte at tua»
doid at minha» ddiet e torne Ín5nito o meu pade-
( Gmiutuofáo.) cer ! K»te joten «ofTie muito! a perda de uma
boa mite, de ama etpoui, ou de um filho,
tu rtutto a coiiLu. é rauta da tua affliojio! Klle ctircmeceu ao
t^r-not!... ou a minha pecteaçu , ou a do
I ma brilhante mnnMU despontava pro- meu» filho» o oommgteu !... S<rm dú«id«!„.
meilrndo um dia formoto! lira no* priori- Mai» um mttierio! Mai» ura cuidado!-..
pio» do Agoiío de 1316. Eu n|xo«riir( «;»ta O ctraçâo fnlu leiramenic ten»i»el teolo
linda manhâa para ir d« pa»»cio a ca»* de o» mule» alheio» corno o* teu» propilo»!...
Francitco Dia», fnrendeiro muito honrado, O f&»to oim que eu tinha wido para vir
que outi'ora foi meu cateiro na quinta de ■ ma fnmilía qae eu estima*" . o que ha ao-
bania CalHarioa em Cbella»; e era me»n»o ao» o Ao tia, do»apparerru 1 K outra» lantaa
por tim »iltoi que elle babitatn hoje em idéat diffeteatet, « doViro»<tt te acumuluram
fazenda tua , rrodeiro da» commendadeira» para me rntrnraar o dia ! A* pro|«>rçÍ.i que
eu me aproximata da cttrada «Í<m logare*
(•) Mllu » <m >.1,1* frita «le imj», * ■ilk*. liidla» teze» por mim fifqtrnUlm em com-
O lar» <*ao|>> ht lie l»i*k» . 4c frrnir.t.., i, panhia de inem iwloritJot p.lr», e irmà<-<,
.... 4* fi» ri,., 4, 4* toiualiv i 4* alfa» pr..,.In nifio .Ir- g^lo parecia comprimir-m»- o
• •«!<». corado!.-. Nunca tal patteio melem xaue !
45
Tente» dittrair amargurtt, e fui tutear no- tudo útr> é drpoi» do frita» a» tuat oWiga-
to» amargurai I Ç>Vi domrtlirat. L m irilldu da chila, ou da
i l-e^amo* fiaalmcoto a cow» du honrado fia, um lenço dc «da , ou al^cidio de cúr ,
Fiiimltco Diu», c ao IMitrar na borla a pri- ci» ti «lo rtfríie de uina camponrea. Sr tem
meira p«Ma« q W ,| tui fc u„ Ani|> %uãnu. mrkH empregam odinbriro cm oito para or-
' B <íUJl1 "««ciid^no» loto moafaecido, nnrrm teu» coltot, a tuatorHhn», o ntu o
riattifu um O» braço» *betl.„, c cr jucu-me
ii» ar com um slKaçii Ur »«tdadeira ixini'a- •movunem em Irapot e moda» que a Ioda o
iruiantii drtoram tudoqwaoto o» pá'«, « nta-
»T\il ,, UJo! ridtí» po»«am ganbai} « é etta flii£CÍIo a cau-
malMu,' prla»
* fi]|Olllou P-Jo. filho» , prlo
u„. P a uir;Cfí|l J«aqtJMI« ta da |M-rdjçào dc lanlat ctitat, c d« taalnt
l W l
* ° a minha nvof- rapaii|at!...
Anna m aprrttoia n oproinplar-Ao« um r*-
Aoou «Htata n„
mell** ai»po«{r*o; tinha «•llenlc jantai ram|n«iir. A'taid« funu* lo-
?»».; *•>"«*»» eetnpairei
" ''l010*n.l.-i.in pareciaa uma
uma ra-
ra- dot piwriti ú boita. Iti-bm q pobre Frnn-
J <*a. *corada, f tabcllo» toJo» ci»co 'lrrfnmai copiotat lucrímat mu tngtirar-
pirU», O. drnte» ruullo ulvoi; fimdqveatc nrit ainda ut pcqucaatabulocaagcootctiM cm
o mr.mo imUtlho a tigora.
fórin.t de garrafa», cuja trmente meu par
l>n«i«n.Hi»(N um ititianic Jo ««tumulo maotliíia «ir de Ucnota ; c oulrot fructot cv-
principal d t»ic Komancc: rrfretquemot um
£ ura H hlvoi coçada. de */[„., r ,íc quÍ«ito» que eltoaioda cootcrtava cm memo-
v-fíirr doltjinfclhee, o digamo» alguma coi- ria ti" »ru antigo amo. A gratidlo d'nqualla
ta uorivu d nu família, r do eampg. família pelo» brorfkiot que recebeu de meu»
An«» «SMie jc mfl<jni,ndj f %ui & pfV pAit, 6 mai» um direito que teia adquirido
Çn da l igu^.a conJujir 0 JUII,eoio rom boc- & minha ettima. J>.«o, Joté, Fraocítco, Ma-
ria , o Jnanna, me cncatom , e eiuhatom
0 oq,nH
!* , *po« &«*««*-por
«J-» »ua dc alegria. Aleut filbo« «tUtam tonteniit-
trada teui raaiido, »eu»farrnda
f.ihc;, tol-
fo.
timot.
Lctaram-naa áabogaria: Fraacitco tirou
uma da» m rl fiore» inoeat, «delia nc* deu
lelta etpuaiundo. Foi o que ma agradou ; o
que m« »aavitou a agooia que me queimava
O peito!
LKixrmot em paa ev« boa família gozar
h «í!?1** n*° c ,c»»«-íicâo). a* deliciat do campo: dcíxcmo» ot artoredo»
enfiam Um
" Uv,MBt «Olf»» co*em e u cuja tombra a oot»a imaginoso lepoutoa;
•2S'?"* *T* " P"'« fó'-. ruij.a, e lomemot no Vitto ctunpo do»ivonlecimetv-
do, , má Panetta», ego*,m lo- to» vatraoidiuario»! (Cc>ft<intia.)
D. A. G. fiuici
UttfndB»''19'! f-umpo «<t encontram mu-
oWm,mm :
-Sii:°: «■*» -pi
*o coa„u^ <}«« ■» <1» cine, POESIA»
11*. «5ílSí^ n" ° ' jUD',la oSo
W 0

lar a» pouca» i e*uroaia aprotei- O Adro*.


INITOU.
Ritonhat campina»r que o Téjo beija,
H. ass !.rs£s£ Forquem, á*amor, meu coração arquejat
»• a me.i'T,°q" |
, rw Wl >
. ?* '- K •>»'«• botquet verdejante» ,
•>«•«•« (aHim fot.cT.SÍr^ Aonde já panei doce* ioatactet,
Adro*.,., toti deiiar-vut. Meu ciuel fado,
Ordena que vie i ó» teja aílutlodo !
'•■nbam n'Bi ^ ' ' *?é' '*jr ,n
*'* filliot qnr
Amante Routinol melodk>toT
Ilegato que l*e»|rodet ptegutÇOto f
E »ót lèdot FattannUc*,
^ ,5
" «»* Que frttlr» («nlininnha» do* curifiK. »
Wqu* A mor me brind«wi ualiW., Ob ! Ceo»!
I * " «oodude do camjK., c Amante Kuuxinol f udcui, adeot....
10
O' l.i.toji, 6 palrfa tntillo nmvla, » Doença nadai, com Uarliara otttadi*.
Prtoi cruéi» filho» teu» enwnjruentiida, (•) r Se atreve itnuna n per tui bar-lhe o curvo,
lí lu coo»|eitsa«lu i • Que cm quatro arrote» f.»/rtn RO CQiKurtO
Que cm lufif do ti «erei » De M!1I
O Pndo cootrn mim «h rip>re« «•«»
Kmprejou. — O* l.Ubca , Miro», w1«m !... m t)i" 0«rtq»w oCnirpo dll ainda rom pr-lo
f O que ouviu , quando a Aflonto lu fullatla
Minha chnrn Adelle, «utpende o pranto, • U dewlt o l.i-nlv»í*iinlr» e» que talvitolc
VA <]M awn wwi;»» nio pAtlt» tanto, » O tuito Mundo.
Ah! auffoca o» teto.»» ai»,
Que wl> p*ra o prilo meu cruri» punhac», - Impada no ímpio, no bliwfrrno i mm titulo,
Ataffa um in*iani« o» «cttpirm ii-u», » Se atleta injiivto, * cvfo com demenciu,
O' minha chufa Adelle, tdro», nl>*o»!.,. n A proferir, que pâde ter tilIrKla
* Tua ptoiprun.
Hm prft vou bu<ci( ho.piii»Ww,
Que atylo tlé ao mirfu «Mraa^íto, ' » NAopúd.*, aio: nAopóJe. Olha rom prrtwt;
l)a Patria rp|ml«»tl«, » Vé de Md tia Aupnti o Gniin Pio,
Aonde foi Mi» , e dograçado! ■i Seu |{rgiu frito vè, e'o »u»to frio,
)>o m»r alTiofilitr m « ««ifciH, f> H o filho :nnado.
lin p*>< «hi tutear, ndeo», udeo»!... |
» 8e o Loto Império já tem ptrftliiado,
N»« rvqurça» , 6 Adclle, por plrdude, t» A couv» c tua. • Oh pa»mo! Que diiito'
A lucile q«e poc frif^a «lu «uudtide lte#j;ar.Mi o Ceo ru vrji» d' ia» provi»
Sr ti em liríif eMilito, Com mplendore»-.
Qoe já de le -Vilar fiaor-mt» tini®.
At [mxurnil , e jqrarnrtit n teut Deieem chuveiro* de frmf raalet ditei,
NXo i'(|ur^u>, 6 Adélio... adeo*.... aloiH [. h triH aromai d'immoital virtude t
Ao Allo Ji4o rertuuram a taudr
IU
Í
tle 1847. Mui» vigoniaa.
Lvaia Mii I Ah l.yiij tmiurtM,
Otlt- Naphlr». Quanto ao Ceo d«»rv! Parabém le »t*ja:
Teu» filb >» t «l<», K*lt> o tnuaiio vrjn»
Ktulii, Lytia: irora o »t*io em gloria Neila alegria.
Oh Ptoridaneia ! Santa Providencia ,
Qua o* olhot bvat vtnpre e« m clemrnHa Porém como e*t» dila o Oo le envia.
No* l.uiitrinot! Ao lialtt Kl nau tod>« adurcaiua,
K «IB Voto* puiii*, grillo» llw rtilormo»
Turbai a E»fcra, pronotlíca damnot, 'Je ÍJttm iUivHÍainu*.
De I.uvj o» filho» .in Um atuididi»,
Da nuvem nrjra ouilodo ot etiutnpido» Em stymto <U 17BfJ.
Sem ter o raio, l'vr Jj&jtúw J/jíA.rJij dc Catiro.

Mac não perdendo o tino em teu devmnlo,


A» SaUUI» Ara» buwvam diligente», Kcvlh(i) de I.NImm».
E alli ptualrado», tupplirnt ardcolet
At»itn piufurtm: Dertdidantenle evlatno* rlirca'lo« ao hynver»
BO. Km a ACM1I terra, oode í i multo It-mp»
f Hrito Supremo, a aotiot peito» ferem lodo anda Urto , tn piofliinclam.«e ,
n Pungente» mágoa». Vrm * lattlmtidua e inralKim «la* ferm inanir» prr»rrip^ftr»di/II«>r-
f e»lar Konn indomado* kl.nl*Acua, mm amr»ma 'enacer«i»o<il« «««m
» NUMJ EtptllOÇI. que Dm drpifl:*!» d- direita or^a o wq voto
ao miuUurio. O ceo evta l«tJda<i«i, a altnov-
i» Joio A«igu«t0L..O'D«o»... AhqselSbrançt! phera h<imida, o vento tt^nn do »ul, e a
» Único lie.to , dooe, o dcleiluvel chuva fi-he, ie »Jl<» em turnftiM'. «o metir*
«i Uoi<o fructo, que ha da t«mprc amável em quunlidadi* •uPW,i',«lle para obrigar «» [»•
» liejiit Uílií. calo burçiirr u •«'".^r o cnnl*! da
rhutT», c a pusar dui» furo» iR-imu o» tutjK-ft-
(•) Gim rhil rm ittT. «orFu».
47
Podei* vti um nLalr fabo, « mali que quina*, c a jan«l.i monlxcu-M «lebd, fr. ca,
ftwjtt, par* potUrmo. fcr.ij,r hjdrvp.itln- frágil, uic. li* mí.lrr que *o Ikc eacmpr a fi-
ta. • rrn.it do • utumno. C' .a tu Io n «ciência Uru, que o« imno. Ivam lom, que ot inu«cu-
lucra com r.te. agiinerfa*; e u ItctfiM^iVo d« I.m ii|(iiirm ; a j.inola c.iHtilia o m u mulirn,
,r,|u
]•»<■! f«'rr.in nof ou neutra |«or crilo PiM a-llie o otUi, |m i^uuiu'4!m* tvm d. mIcii. ,
nin O pluiirnclto ó comutiad-» d"bo- /ar^mc-húit Um o» UmhctS lv u rmlafiito:
la u l»«a, e o» (>,], tio. meteoiologico» alo qu« nin quer pcnlrr o |>arliikty roaiiriafl n
Uni;ifè > o t»r n 1«í JariuikI», iu« culumnu •>piuiá<>; irceitacum liberalidade quareula Ui-
tr.prtUV,<U ,lu trq<cita«r| 6IÍU. d*uw ill.».».« nbo» ; « jatHiia c"u»'iU,-.c cu» Naidr. llri d«
'"***♦, **g»iiido a exprc»*ào <io bum luto* dn ir á Imiui ou em Ut4,' prrgunUi dlu no u u
lor|tiM, dxMilur, « indira-lb* «<m um ollur mrijo o
t Urm
01:1'í* }, ubi que m alteia o diirr Mpmmo at paingea» que dcnKiram aoocrl-
^ ••ivelle» tiuili», # a.rilkar o» utligut drnle. Oc BeUm |mta Imíw, trt|K><»Jv o me-
" 'l^e "* ftfffiBi»! S1 oba <|or mi d'rlll>'l di* <>, que ex-iqtar-w-lbe « «klima até »a-
|<Kcrn ijur oào «»nha diirmlo que o plmi- 1» l>nH qannio. A janota vai pura >wnho«;
• »»•»• rtfwcic do cl.j|>6 > d* thutl, dUeil«-M*, i'MK|uiita, c « i'oik)«Í.IwJu; co«-
torno lia* ikmku o««in*>» ti um lilhriln. que Ir^he no>iM conhecimento», loura o medico
JoiM tifikrUo no Uxrquim ! S que a pòa em tik> br 11 a» liic.imUaivrtai, « «>
A mvirtnfxycoMj Ou, |}<j,hmane* que *1. deixa r.» murffij., queoTéjoUiuba, quando
jjurm julgou .er a «*n*arn»çio do e.pliiiu d.- •> ibeMnomelio mai<n quirue Rráo* acima do
um frade bernardo rio co»(-. de um regedor , MfO» O Uva..roo carrancudo, chtga, a
<»« <)« um deputado da provinda ( rm trilo* rhuta rah« cm lorrenle», a mtiJru/Ada «o
) ™ri<i<n-»e cnlre nó». K' umi deveo- c(i'|wkuI'i «la laidti quati que leconfuaJcm ;
fU QW f»l intlo camiuho de Ur 10 íicu , « <h (liai mU> torno uma ti«u que pat.n c ik»-
que j,>lo Wf 14o lumtitinn coma a de mio appaccce momen In oca; at bota» *lo poucas
pNjr»ieo, qoc mando no coro reparmi maup». para n Uwiloit; M noite* , a» noil'1» «m
rn n» McillaWV» da •litn»|Nwlu , do qtu> t*ra
tire. Abrem-*® o» templo* de Terpticliotn, a
" ^rV0' ^ue " "».) fmde, p^. janota dorme pouco, coma & pie»*a} oootul*
.7?' A janota lltWr,,* a u ta todo* o* jviaitn< iÍkmId o Journal iln Ua-
^ d.i »b«„i. de Pyibagora»; uifi al« noJurdttn da< noioai, dilluc o ce-
a».m o Itrio, r por Uto o d.go em plenò
lebro do toda* n* modiíta*, fi.t pettior n pa-
di-. A janotu na l'rimavrra ó um ente uaci-
ciência ácohotte de mnoJriõe», a que ano»-
, » ,raf»<J««Ho, d.^iclico , rqunti burj-urr. »;i {itilinçlo rhatnacap«lli»tai; pôc rm no-
I-evaata-»e «o nator do *,1, ml. „ <Q .
»i*o«e de n«.'idlnho Yoi ^,a „ timento dé««gaalincnln acrlerado ut loja» do
M 0
wtt
peifumntia*; oáo deixa morder n pulga no
» pi« u Jaueíla *èf pn.tar 11. «aloi. « .
e O* empregai, puL|i«*, almoça «o» apõe- Untoa , c dÍH>õe-*« para Irocat a «ida bucó-
lica , « nqtinlira prla etUleoda buliço» c
b' <" faM.iuauie do tlieatiot e do» bailo». A jano-
Llano •' *WUi ,w» , ««a no-ru ta rata.ia nouutir na utelodioMit ootnpcMtfòet
Ll lr' iTUV e r ,n
" " fc*,% de Wrdi, admira o talento d« Mujrerlier;
di vohí. i • 4ilo a J nou #tjQe<
„ " 0 n ,iw
"; ' ^ aKrodaMe d« 'faibett ; • ei»Uiii»ia»OM»-»<5 ao
(KUlar o* (Motrnto* da Donirielt.
1 w/m .11 r «a. ^ I«*raie» ale o K»cuUpio A muwea e o* n» 1001 o* ila para ella tudo
mu •' I irmn u""'* Cw,n O |»lu»r- no camnrote de S. Cntlu». Só (bc punge um
V'*", a ..mocrnic
co. ded* >* «*>«»Wn«do
uUtna i«lo.á o» .impli- dr*fo*to; ú que a» palma» ca»<ui6a*danrtiii
lh*n« não tenham cullocar wobto n imola o»
Te K ,UlJo
" janota, de luta btaneu, que deitam o «nulo
,r
?• " fra |ur14, e^i palli. ijevjc u a*»ignalurat e que Ibe rendem íme-
1 ím oHY *'* oc m
* r' ao ou.ido, p«ra u mamã nio ouvir. A ja-
^rm D.ude, pa..c, 4 Ucvl0 ma(>hU alé fl0
nela voe atndu mvtkamorphoteapie j va« can-
tar no Club, e locar á ritilatmonira. Agora
é a mulber atlitla; a virgem *«póM.*a» •• *»♦
rt',x "■ »âodo* botque», a .... t|ue »ei eufoinytbrx
"A?:
clEí 5°*í " Uo vldt.U; rc- Acaba o hynvcroo. O br. Siu SilveUtr faj
«SrLl^*' renl< u, r< 0
l , *pp<tiie, é um de aiÃu agouro. A janota, cnlw 00 pu»itivo;
,)ut<r' p°mm i7ih,« • ^xidiux. o e»»ae-»t-lhe a exlaenria, «»mo um «oubo;
frua., 4i.-ipn-»<-lhe como a» ouvemiiobn» que o
de uoiim^
u , n I r" Columnn»; o» aanunri... «roto dt.fua n'um wgundu. A jnnola leehn»
P » «* buubu» Halluian de lud*, ç>. .« no »«a boudoir, rccmia** no dt»au , c w
48
rne^n a d«r Iwlgnft. K" uma «implet mulher. ta», eqo» «ueeumblu no dia -Icom umaapo-
Quer conur ni t'me«,» que Ibe iltm-nm , o» pie tia fulmiminii*.
mtiJn^iou* quo frrrbru ; |«orcin fortim Un- Jj bu»ti» demoiioa. O» ojvrrarln* d'uma ( -
to* J l>>mbradh« um expediente: conta o» brirn ao Cidmiio, úrrr.vn &> d>Mnini(o uma
vidrinho* de ngtia lerrea que liebeu , a» gar- l^iKÍ».do |>or mar t em qu«- cxMi.tuiiram um*
rafinha* de ugu» nlcntinn qtie tomou, «»* ba- «meravid iinagi-m da Mãe de |Vo«, d>> \«.
iiIkh, at («o que fui ao llieutro, « «>vm- brefa», para a ijreja du» TUmen^a*. O acto
I4é*, ao club, e «era auxilio iJe Kuclidr» , dtirm-no* i|u«i r»i«-vo Mtlrmmi, e religiota»
fii* um<nlcuk)approximndo, nmntii, «ubtra- menie p.m!»».>». Fol^arao* ««mprr que ve»
lie, ditido «r ciorlui*. R' mitthemallea. mo* at tUiw» IuI»iiimii d^rem pcoiu» d'ot>
R qu«i mh iwporin a i>A» qii' a riiulh<<r te- U» de rrlij(i2o «• piedade.
ja um wl# muilaiel , como qualquer redac- . j n Litboò u vapàr tjrdo — (itvWi'—
tor que hl f>>l{tira pot dinheiro.' dirá o o*- ' o— Alor.imtxnno. —- A l*xdo (lo prim«'iro
tignunte 1)4 1'rnviacja que qttrr taber o que vem o batAo Solaruli que tras de Mamlado
r»»w ctn Li«boa , cidade »|ue rllo idr&liin rei d*< SardAtibu, uma iiri'»ciur paraSua
mai» riem do que Tyro, nmi<a<ij(«i<a doque M. Hl-ltei o Sr. 1) l'<'inando; a u »e(uiialo
Koma, e mal. «abia doque A1l1ea.11. LM»«», rtMilux o Príncipe Carífnoo, qu« bu de ir
r e» ponde mo*-lh« o.'* já, (4 Mi «orniina o LxitCar ao Porto o itW|io do infelu rei ('arlu*
que tinha tido na pa.tuda, »al»a» pequena* Albtto. —\o «pòr InLinte I). Luii f»i o
altvmçVi. Temo* mui. dot, jortMM — A Lei ronde de Lialiiire*, cu<oait*U de S. M. a
■— e a hrraocipoçáo, — Sâo politieo*, ■« por Kaínfta, e o horio de liiKav, ajoUnt» de
'**" fa«eit»o*.||»a 01 no*io* retjieilot muito de rampi da S. M. Kl-Uri para auitlircra á*
longe. A lj*i, *e;ur>Jo dirern , o* que jul. Iwara* (uaebrci.
garnque e»ta palavra *igaiftcu alguma cou- Fr. .latitlacw.
*11, o uma ran.pl«nta<jil<» do K*landarie{ o
hmancipaçlo dl «eu» ure« do Luiiiaoo; d«-
*ej»mo» |hr muito* anoo* , o boi». A Hedactora d'a»lc Jornal em ettremo re.
\ào »e julguo porém quo a vertigem po. coalieeida te contrita ao* geaerotot louvore*
lítica, e periódica! teja a única quo predo- qo»i Hm pr>»li£-iliia o lledaclor du—Jardim
mina : o umor recebeu nia tem anu um trl. Liitrrario —• Jiwnal com qoa drv^nt» irmo*
plice baiunuilo. Uoin leria tido qu» o» ta» »vnqinibi«iido (»• • lo mcriio de Mia* ob<a» liite.
criíwiot do filbo da V.nui fo*M>m |<V> f«Jga- rarla* : muito Mgaimo* da ler merecido a
rSo* «uno *p. cantam no* coro» de unia liodft approvn^io du d oiat^mpotaoro;
opera cómica du Se. Silva Leal , que mi en- a qus uuí>mi ao no*n liumilJe di>c«irMi, at
»uia na < ivirminio, lí«tn»omoi quu»i u de. tua* «alijai rrllt'kòt'1 erti U\*H do iili|Ml*0.
nunciar uru liadot veninbo* quo nelU oovi- ti*»imo a»*ump4o — \ Kduraçèo d« nouo*
tno», porém re«f>rilamo* a propriedade lille- compaUiota».
raria. Por em quanto laibam «6 o» notto* lei.
lofct que um guopa moço alto, corado , de ca*
belliM ea»lDnbu*, 1» f.unota «ui de baixo,d<-t. CIIARAU.%»
pirrtido por uma Venut, a quem tributava Innorenrla» ulvej para,
culto*, endoideceu. Ba no* perguntarem n no- ()|i|Kr*(i comigo luibita ; (
me dir-ll>i-*-Ui-moi que «.chamava Alalliào, e
el A pnr de crime» que a lei
* di.opulo do Coatervalorio. t>e»rra punir cogita. J
1 ata u» tiuodnt d 11 Magdalrna, uma rapa. Da exulli deM*endi*n!a )
tipi, nqurtn o namorada declarou rm di.po. Me poirrmn DO 6nal: ^ |
nibtlldado porque outra m-ii» Mia Hu-rouba.
, ra a alma , Irttlim com um canivete romper Pin cruMilo, negra côr |
l>e mim dAo iri»te «Ignal. J
u» iria*, • nAo o eonteguimln» lançou-»» da Qm*m a rifra não «ouber,
jiinelb de um terceiro nodar. Feliimrolnnào J.imii» páde franquear
morreu , fi^tlurou uma perna, curitundio 11 1) »egre<lo com que alín^to,
cab çn, fiorím viva «ioJ». .So 6 vrtdiwJ.ioqgo Quem meu dono qwt roulur,
no* diien), em uma rua próxima ■ Jomh, ou- //. J. 4 Fnmçn,
tra y oen procurou lumbcm para •! a »»*rte dn
!)• janira- Admiro «•«<* «mor á inorie quando ErfMaqi} du LfovríW.i (Li n.
a
anleítiknle.
elU »« aio i^qurre de n<i., r no» «no levando Moictgo.
com arap».b>i com qi»e roubou a •vuism-ia n
um ^oauhefi. defamilin, oSr.Joui Jooquim
d'Ulivcira, quo muram oa ru» do»CjjicHu- .1» T*r. •• tt, M. Mutki.
Ra» 4m Caffbi.Ut a.» 61, l.* inlir.
SETEIWBHO 15 1849. Mirra eh o n.

(ProprlctarlH. r MesinHor» — I>. A. CW. Piwtn.j

CcMirat «aka Ma aa tiVWilu. — Aw|im-i* t • mm L*j*> 4»t kn. MhU» . C»l<»ía J* C«»
•*" *"* l*a»U4a»j V.uta lliwifia, IM A*;u<la ».* Il J- !*• L»*b. •• -Illa ■ ° a <!»«•»•
*" — l>r*V", pM imi 100. Trin.«tf» «*>. «raatOtr 900. Aann liTOj. %.«l» «J ttm.
V' humfi*<«wU, mb 4f«l<14.< a , a fiilaJai »« vu R«tt|>la«U, »•« «I» »*M
ai |-ra<a CAbfri». FeUfc-a*«r* liHaraaU. • >,..«» <la IbfrrtariilM fratii. itaanm,
et»». «('maiMlttlM 4m Wlarr.M- r-rlkal., *0 ,rh a llaV.

AMB3. para o artista. Sc alguém dá a fazer


uma obra, u quo cala lhe fica arru»
nada por culpa du artista, aonde exia»
^ 'yilfniA liberal nln melhorou , uri* te uma auclartdade a ijucm no» quei-
te* ptiioiM a sorte «lo# artistas em Por» xemos (sem dar dinheiío ainda em cw
l
"Bn' í o nilu devia a«»iin »conÍw«f, ma) o «pio mande reparar o prrjuitoí
porque o governo representativo tem Se o arliala suflVo lamliciii quakjuer
«cri» um Ao, „ denendónai» dWaelas.
lran»lor«M>, «pirin é que mlvoga a »ua
*e, 'HiltsfM-usnvMi} Precitá du» anis.
cauoaf Qurm n «|ue tela ok teus inle-
«nu pir.i .i« procw.i du« artis.
ri'»M*(<! Será necemario a um n outro
l<i« para o* batulhftpt, precisa doa ar-
recorrer a uma ac<^o judicial aonde
tihta* para a* eoiuribuiç&tn; e para
vAo conauiair o dobro do quu perde*
muitas oulrm cousas a quo o svslema
raiitM.. Sobro o* ioeiínio< aprendixea
liberal te leni ligado! — Pod6mo« u-
devia haver uma lei, ou como lhoqui»
segurar quo nu tempo do abaolutismo ictieni chamar, que ma arii»ia« eaoa
l, n
"' °* mais considerados; e apreudiie* nafCUM ol*iga«;òes recr-
que no pre«*iito nenhumas vantagens
prnea* , i* noa recrutainenlo» poapar-
f !í*u>* ! vanj<Mi <!
«iuuniítral-<j com •<» o aprendiz que eala prcKíea a con-
O ScOh,», l) |»tíl|r„ J„ cluir o leinpo do mu ulBcio; o i|ue
inuilae» veui «ai ser um |K*saimo aol*
» cli^^ndu ft ftHiu,»! afc,jjM dado, podendo «or um excellonlo ar-
pur um docrau, « Cm» d.* Vinte o
|i*ia 3 lia lantoa homens «adioa, uian-
quatro, o ru» th,.,mo decreto recom-
dnòea i|uee*lâo a car««» da »ociedade«
meudou "•«nieipali.ládw nova u que v uiua. fortuna para ella, e para
«rrarunaç/lo : quirl3So 4fllH., llc<.or.
ellea o aKneriiar-lhin pra<;a dondi>-»r*
° ° *T»/«,»^oi;paIii«»QAu riflo lhes a»>im um moio eltcax de se »u»*
apparee*... .\;lo hou»o anula um mo*
tentarem , e doirabalhareiu, *ei»do in«
,rA,iir
, P»"» J^arlulaa . I,n*e«. quextionavel qu« ociosos peste
°l, l,,nl,u
,Hi r
' ** Ponsaá n« «ociedado , o |»t>r io«» S"bre ulhrs
V?" **'*"« da atti*n<jAr» do p>verno. ilflu cair a empada da lei • Mai acon*
rn a V.VÍi-^0#'n WÚk IKV tece o inveriK»: o* vadios f»^em, «•»*
»l. u,l l|°U *w u,u Ml,íí* KO,n'» «B** cofidem.se durante tetojm mareíido
* cua»pcir o *«u du*Cf, ucjxj paia o recrulaaionto V v a a aucturida*
7
50
de* que n totio o nutio querem satisfa- mento; rós também temos pergami-
zer as ordens superiores » v.lo buscar nhos , lambem uma coròj em nosso
o* aprendi/e*, «• causar .vi mestre, o Rrazáo d' Armas,,, o todavia prcsauius
ao oílicio «> inais grave prejuízo,- por- ainda mais do quo este presento do
que um bom aprendiz nito se f.»z um acaso (tanlas vezes inútil, e «lé preju-
dois dias! Tcnxt em nossos discursos dicial) a gloriosa certeza dc que aqueJ-
fracos dc eloquência , nnt fortíssimos le que nos deixou a herança de um
do razões , oíTcrecido vastíssimo m- nome illuslre , não commetleu jamais
sutnplo a iitbiai dÍM«rta<^c« ; o muito uma neçÀo .pela qual o drslustrassc. O
desejamos, e esperamos que os nossos nobre tem ohrigaçáo de dar o exem-
contemporâneos unam os «cus a nn- plo; deve por sua* acções lornar-sedf»
soa rogos um favor desla cIímc tio (•no do seu noaie; e mio entender que
importante ;i prosperidade nacional. só pelo mune tem jus ao rcspcitd, u
J.t se *0 que o egoísmo nito move o aos sacrifício* dos outros: nem se po-
nosso discurso cm favor dos artistas ; de julgar mais du quo aqueilo que em-
mas lio somente o desejo de prestar bora nasceu em humilde berço; u por
algum «cr»iço á patria, e ã huma- suas acções »e tem elevado; a gloria
nidade. d'este é a nosso *£r muito mais hri-
Pertencemos a umn classe muita Ui- Ihanle porque luz cnni luz própria,
versa: e com tudo a nesso vèr os met* tjuizeramos anlcs que nossos filhos fos-
moa militares, ainda os mais distin- sem diligentes artistas, do que fidal-
clcs deviam saber um oílicio com per- go* ociosos, pois *\ ji de aoligo pro-
feíçáo, porque muitos ha que, prrdidA vérbio quu o ociotidadt e mãe doi m-
a patente militar, ficam ex[>ostos ap«. ciot. IS Ao será por cerlo com o nosso
rcccr de indigência, ou tem de sobre» exemplo que elk-s h&o de tornar-se pu-
carregar a sociedade enm mais um ente xados á sociedade...
inútil; e muitas profissões ba que nio Quando julgArmos conwemeale vol-
ficaria mal o cxereel-as até o homem taremos ao mesmo as»uiupto; pur ho-
mais nobre; sendo certo quo a verda- je não o podámos prolongar, que ou-
deira nobreza existo nas boas acções tros assumptos reclamam os espaços
de cada um , o que nito 6 boa acçío o da folha.
ser ocioso, nem í nobreza o n.to sa-
ber grangear os meios de subsistência
com o seu trabalho, o applicaçâo quan- .Madame Aadrsda, ei-fniact<xn, ou di-
do sejA preciso. O homem diligantu nio rectora do JoibjI I"'rance» — /OrCilU — |vm
depende senio dc Deos, c do si; e A bondade dc no» otTereccr a tua sabia colla-
lodos dependem d'ellu; ao posso que U*sçio tis — .ttMwllãi Littcroria ; — aquul
lodos desprezam o ahorrocem o ocioso nio Uaviamot solicitado por aos convlnr que
n metmn se achava grnvemrot» en-
que a custa do alheio trabalho quer írrein. Temo» a miif^in devAr qurutsrhi
sustentar nio só as suas precisões, retlabelecida a sua impoilaole saúde; ms»
mas até seus sicio», «imposturas! E' cum um d»>got4o, um trsuliado /»tul I..
e*le sem duvida ridiculo , « abomina- Esta e»tima»el venbora dirigia sabiameoit
vol, quanto superior, e estimável o um roilegío de rduraç&o de menina», e co-
homem que adquire um nome com o mo adoecesse ficou privada d*e«tr 'inico meio
dc »uUUtencta que lhe fe»tn»a! R' vem dú-
seu trabalho ; porque aqucllo quer ful- vida lamentável *<le nrosl^mfslo; o nós
gir com a gioria alheia; quer viver implorarão» a todos o« pies c mães de fsmi-
com o nomo dos defuntos.... este vive lia fju« etiJvorrm nti c<ic««ntm»e(tt» de dai
do a«u nomo, resplAndeec com a sua n tua» filKat uma »ublimc educação, hajam
gloria. de concorrer para a devida rrparaçò* l'e»te
Nio se entenda quo neste discurso graviuimo transtorno, (juhornmo* tecer o»
merecidos elojtios a rvtn senhora; porfin tu-
tentamos abater a nobreza do nasoi- do quanto podóramo* diíer te acha coofiriaa-
51
do no conceito de um ithin cujo notce wiá c«coltia , alguma» di»ripula» «xteram. Paro
«ternamente lembrado, e re«p»-«tado. e»«a» o» preço» da paoiio mmil tfc o* »e-
Traa<crrtnin<>* q„«, 0 íallcxido Sr. 811- (UllM:
vetlre Pinheiro Ferreira dit«« , copiando ftel- Para a»de»pe«a» ferne» . . 7 £ 100 rei».
menteo nanunrio iinprntto Acerca dacoltcgio Mutica c detoubj . . • . 4|DW ■
que Madame Andrada dirigiu. Dança I £ 600 *
O i-»iabeleciinenlj ««lá «ilu»do n'um do»
BOUCAÇXO DK MENIKÀS. bairroi mni« centrae» e taudu»eit d* Li>boa :
Kua direita da Loteio n ° W.
D*« pow)uÍMÍ«nat cn«ai <|up cm |j*i>oa te- O imereate, que tomàmu» oo bem publi-
mo» para a educarão feminil, a que W p»H- !
•a Oar |uuv>f, umí( é n Ja S( . 0 co, una abriga n rrcutnmeivdarmo» e*te b<4*
) lo e»tabei«cim<mlo a toda» a» boa» mie» de
"a AJmne» d'A®dr„Ja. |)'a||i ,,m ^fctdn um família». |
Cnuttl» numero do aenhora» rumplcut, qurt I Paçate »cm(nu um liimetire ndiuaudo.
uj« ç»iIj wiido ao (ralo «Jornet tico r*#mplu- l
Stlmtre / mtor>) Ferreira.
(7*í • »"» »<»c»edadee, oruiMiim mu) dl»- i
Ubciw. hm uma» « oulrat qualidade e*ce-
«MB llliitlre directora: da* mm «irlutU*» fa- O mai» «i*o eotbu«ia»mo anima ■ .ftteim-
miliar*», mor ao», e intima» é prota o fdial i btia LitUrnria quando rm wu grémio »i
BfTwtn «• rrtpriui com que nt «tia. alutnnnt < raiar o» primeiro» «r*plc*»d^»rc« d« uru etirel-
• Iralam, • que nunca depui. k vem a de»- lu! Parlicipam<i» da gl-xi* de »eu« lum«»,
mwntir na enfraquecer ; do» «eu» talento» a<r;i- porque o ponto eleito paru annuncinr-lke a
i'"' l ^ ",l* *»<n «juu o» «abe tranamittir, upparrçio iki mundo foi e»|e Jornal 1
«Hmur»h,i. quanta» pe»araa» frequentam Vêrno» realitada a ju«U idén que liremot
•♦ Mia», r„» q„« M, (íuivm o.m,»anlti*« e.-
do novo gvniu npparveido no orbe poético —
colhida». A cotih»-ct mento» mui variado» em o Sr. Antonio .Men*h» Leni—joveo de 16,
, na ou 17 anno»! PuMicamo» uma <ht« linda»
m ,# 4rt0
ah!:?
junta a «*Sr ?'" • * uma
Andrada "' «««o e.lr»t.geirn,
rura perfcir-À
•Me, que de , „ ...i, 1
u £ ™ poraia» que ooi oflerece, onde a par de um
lulmto elevado, reflectem a cundurn da ia-
sríyjr «- —* 1
- aooencia, o uma alma bem frwmada.
Ilwrlirmm também , e multo ajçradeco
A doclrioa Chti.ti, , bimxm .aern.la r
profaií, « grographi., a grammatiea i;e#al e iruM uma linda chim la que nn» ea«in outro
)oven de 17 anno», o Sr. Albino Antonio
! K " Junl l"V" íralKe-ia de Andrade e Almeida, que em outro nu-
« " »| " *""*** c ••rilho,ética, a» mero publica rem<««; «* mullo Ion ramo» o en-
mnZ?" in%l,u^ d*aqu»l|<? e.tabelcci- thu»iu»mo que na »ua atlencioia carta ma-
nifrttu pela poekia, »»«nrdo »em dúvida pura
r^" *l,i «'»«l-adu per mil te lamentar que «ua» nmt(iiç1ei romo em-
jr r,.r "•dro"" ""•* «**«> '-<«• ptegado publUx) lt»e nio permitiam O pre-
Sfil Trrn,^«". "to.V, irm cito lempo de «e tofilinr á« letre»; entre-
u tanto o detepo piJf muito , e nflo deitará de
* lhe facultar o» meio» de npweitar o wa la-
lotlM^n» ^i'* ®orw' • cultura dr Irnlo.
qualquer «**•»■• nJornur Igualmenle agTadet^emo» o» primeiro» en-
S < ^uTr.".! •*' »itua^.v. «o- uiio» pirlice do Sr. M. P. Corrto, actor
nua lie»™ Jió ° " S**'"Jade* e»»enciae« do thralro de D. Marin || , muito jovm, e
?».. a
"*"»Kuir um. Ummâe d„ faml- muito lubil , e intelligente.
Pol^aaio» ao «Ar o* no«w« nrti«tai <om<v
O* P«Ç* * pe„A. men»al Uo Surem n tnllnr uma carreira lumino»a oaio-
raran»dc,peia.r,,ar, ' K/800tó, o i urle u tciencia!
•Mu„t. ud«e«lt» 4|IUD - Que Porlugal abunda em frlicn engenho»,
e que *6 fuliavn um eipuço omleo^teatar-te,
Am uIL ,*'• >4600 • dit^mo» nó» em o notw) o.* < Timotjijv
tifkando.
ci« ' JfJ*' n'aU «" °*dem k- Temo» prol rata do »»• «f»ff'rll'»« novr» re-
ceairini-ot" chegaiio» á /fieWrfti Ltltrrtirta
»i»<» t. h 'm* 9,te ** »•"«• »»" no»v* (ijrrndecimeato» pela omfian^u qoe de-
inut.míl u m á
«« •«•"»««, ad- |w«iiam «m n.•**<>• »ir»c»ivi» ilrr)i| de f.irer
»"« -i^n a maU «cropilu». jiutiçi ao mérito; »« 1®e diretuo» db tao»«
7 •
52
illutttittimo collatorador, aticior dn» lindií- Am.n at luzcnu*» etirrllu»
timaa, «ngenb.»ai charada*, o Sf. B. i. S. No Armamento a bulhar,
França!... tudo q santo |»»li-««rmc* diirr era l.irvdat, linda» Iodai cila»
nada cm cutnparurào donovto rccooheciaicn- Toda* cila» dVocnniar!
to , v «lo mrriio du itim olxet; rllat tio o Anva a trinta aunihdo
tetdadtiro t<*timunl>o do» profundai coabo- Onde tc \i retratado
cimeniot «lo mu «uvlof, nAo rjrrcem autor U poder de Ura» tablado
loutur j roa» a duma giaiidilo »le»e ter conhe- Que detrmo» rripei lar.
cida, e oó* |>«lin»o* «o oomo illu»irc rull«-
borodo* «credite e|ua eoo etlrrnvo no» pr-a Ho- Ama a pai lide* da lua,
ra u dttiiocç&o que do» faa cnscnleàdo no Quando motira o rotto cltcto,
tiOMo Joi uai o oUrqufr» ainda a nenhum ou* l>"e»i*» nutrn» Inda nua
tro permítlido; c ao E*."50 Sl. J. J. Arnira» Que »ó »él»a , 6 um nirwln!
d* Nerjr, teu digno tobrinho, • um do» Mi- Ai! tri«oin a Ioda o momento
to» mit» prezado», p «oo.iunir» iMÍ||Mnln, No »eu «irlo entendimento
liibutuniot iatiailotacradettmeniu» por tchn* Como p&W o (irmtnutio
ver empenhado cm enriquecer c»ia fullit pe- SuttcnUil a no teu teio!
dindo tio mi Ok o mi prodiKçVi.
Amn indo que è tx/lleja
Quer tiu terra qu«i do» coo» ,
Ama toda a naturrra,
POESIA. Ama o teu c dmmj Um*.
Amore* cTunin Criaiiçn, Aina a noite a ama o dia
O prwn» a a alegria ,
A moru» d*Ul»i> criança Ama ate n poctia
Sio an>ore» Lnf.mu», Quo aot dó em beijoa teu» {
A ma no mar a Itcaaoçn, ■ h» Altwdlc• Lea
t ou» campo» o» jaamit;
Olha aUigre para M flòrc» ,
Sem pexarrt, H'(l lemorr», 1* niliilin** qurl&MM.
QuVUa» ê&o ot hw amure»,
O» MU» Uímm juta Bit. Etcula da minba lyra ,
O fraco, Uitle tlbrar;
Ama a corimtc da» n$ua» Eicuta do trovador,
Que ccacumpo* »«rn cabir, A» quciiat do mu penar.
Arrojodut Li doa /ra£wu
Vè-w n'clJa« a «orrir, P'ra que hatiat, virgem bella,
li do to!rito innocente lti«af nobre, tudo Mrfl
1'rwui.t ua tu.» mente ' P'ra <|M batia d'eu tio pobre
Ettiu caewu do que tente Tanto» dolrt conhecer!
Sem pod«l-«t dnúairI
P"ra tOr lerriteit aneutlia»
A ma at anore» frondotat, Italarrm-m» o curnçàof
E a tombra que cila* dAo, O |>cito m^rttorlrpir ,
Ama-lhc at folbat mi mota» E tér perdida a nuào;
Que lh« ioj.ua pelo cliio,
Do teu tronco debruçado» No» meu» amargo» pejaret,
Com at idtti abiuqada» N eti» meu cruel tiirr{
Uuu depolt bcam trinada» Chamo mil t»*rt it morte»
l'clo tot na toJidlo. P'ra que termioe o tolTrer!
Ama at ate» na ramagem Nem lu, nem «-lia, qu« podem
Alegremente a trinar, -Minba» angatlia» 6adar;
Ama c* talguetrot na margem lumouirm com mrut rogo»
margem do terde mar. Filbo» d'uin ard<nt'jmor.
Ama « *n£» que npu mando
Quando at praia* *on» beijando Ab ! quando á campa de*c«r,
No» fai outir tutturraodo .Em tignal de tanta Uòr,
D« Doo* o »uuto íallar. 5>v quero ler uma ciu(|
53
IVotvde peada uma iú (li;: Jnr parlo ú priorera. Sabirr.»», e o jubilo
li te UtirilD cwWr , d*oqu*lla» boa» alma* »i «rr-co», ir Uiflun-
— Mwwu — p«»» uu« mulher! diu nu.meu cocuci». Utpoii de. ler t^io ut
lo iU NtMttmbro ■niubat ami|ca« lolat ; ler újn luotbctn v
jwa. "• Cdrnm. da uU| <^uc «lua* Iu.vi.ioi ii.ur<nK>;
e tendo a» Dotta» fruirat l<rin<lado do racel-
1 m Lttuirnlo. Icutrt «lOce* ot m«ut peq«K'0Í<i<M, o derra-
A, u
mudo l«((rimii* à memoria «1« oiinKa querida
... ® 1 «»« teu diaj>r«*o mae , n«j* dr>|iedinui t «indo toda» atxaçar»
1 innulo « uirf, seiaeo j not á potlariu.
Feno ontof, p*rco a ventura , Vi ub«rta a porta da igreja; eainri a íarrr
Iwio p'ra ».,iin te perd»..: or»çãn por alma «le minha «itluota mie >
IWIIJfflltn «la |>|rju(o 4M|a<lla» mennut imagent a que ot»tr*ora im-
t UÒo Cfl»li^o» Jo nv, plorei pela »ua preciuta tida , tio cedo cor-
tada!
tanto amor que inc dura A igrajíi parecia deteria ; nat oUtriri qw
A a>«u ii«al o ccUoj ,
a um canto do altar «k>» Santo* Mnrtyret rr
1>« tanta e*|/rança t>«rdi<Ja lata uma «enhora Tetiída de lucto, cosi duat
Meu tuthçXo ie Uuco : criancat a kuImío: «Ura cm profunda roc-
S&j flagello* d'e»ta ^ijji dilaçao. Oi meui filhinho* • o* «Telia trata-
l. UÍUJ cmúgo ilo rum logo amuadc, a eu «l«pnU que orei ao
. Is. libei o f. l ilu morto Saniittimo, fui ajoelhar lambem junto da
> uin to beijo qu. uiu «l*o, tcriUirat « orar nue Kasto» Marlyret.
Ao erguer.me «audou-mn a teobora e eu
vl«i* ÍUfU-Uw quando o roube, lhe coirrtpoodi. Saimo* junta» , e junia» on-
4. aiada amor me |.t«nd«o!
ilám«/t alú á quinta «le N* br.* «ia Con-
Foi má ti nu que tti« coube HMoi
1- tlfto CttlUjO vio CCO« iWiiHHe cila que detenoçat»*, por» e»ta-
ta alli a termar arei. l.ra lorUo, porém urna
I Ju*"1(alaria
1-4Lio , T"1* UIK-LKVÍ,
*ríma «o «neno. irretitlitel «ympalliia rne decidiu a «uUr pa-
Nrm do irmorio O podt; ra mnvertar com uma prttoa cuja pmrnçi
O coração lhe loev: nrlnncolica, e a.Tjvcl mo»ita\a uma alma
«.MO»temada, e franca.
»Jrir»pioma» «lo toffiet 1'ogiiu mc na morna moeda, poi» dítte-
t nio catú^ut do ceo.
me cnin a maior candura qua depoit de uma
Tanio »mot, extrcino» tar.to» ion^n trrle de infortúnio*, era ap«imeirA »cj
f»inKwcnj qo munJo lhe deu, que o teu coração teuiia pratur ao tèr uma
vharnma d* amor «,««« e»t« erratura I...
«« o <co m'a concede»; fiatia perdido teu marido na tomada de
K 6 • (ena v qM mc Utli ju, ficnram-lhe doi» filbo»; cru orf2av
« 6lhu de um italiano!..
6 d. X,I„C ^ — Seu marido era Cbritlioo, ou CaHUta !
<U tb-iy. J- A. .t/oirarcinhai Batiot. perguntei eu.
— lua Miquelina —(retpoadeu-meV. Per-
dida a tua cau» pela cont«nçdo da Évora-
Monte r tomou at anus» a iator d« U. Car-
lo* , pajenundo pelo» mcamu* priocipkw «le
(CWinu0f&>,) legitimidade.
A*. Suau© hoea» a4 U|Je ,, . , tiu» coineideociat L. Que timilhante* •-
"b«<t freira» de t Wl.. ' - ml
" ram noun* «lettiout !...
-Jadeir"; 7.lí Perguntou a mia ha moenda; dme-H* q»«
rw0 u^:x i í;r. d r ettatu por diat morando ao Parai*" < ma»
quebrete irra paraatmiahnt t*ui á H»irr»lla.
''míuota ^ t*' r- «»">»• do.» — A* K>trrl|ii!« raelamou, «O0M> te ura
d, q \° a: "m «**icO» «litino, raio u fwlminára!... — Sitio aoadc jurei nio
ilí n\ (cala
II Da ,T' ""H*'"**
y <■
u
«"« KOti.v.m
ou otitir.iue „ ,M , : tornnr !... IJm detpnlo de morle alli in« ert-
oro rodnira „'i. . . " ,M » "»»- teoervoa para tempn* a eiMtencia!... Ma» a
ml m r<ui
do tHitcJ;X . grade;r ' ««"»-. amiiade «encera e»tn re^miraancia !... Ivuirei,
*»<*» * «W «la «km*., eMatt
»im) cu ittiU: tu precito uma amiga piua
54
nlo tureumhlr; e e»1n é IV»« «jitftn m'« «V- Percorram-** indii a* nulm pública* d»
purou ; 6 o meu coração qu«-m n e»colhe!... continente, e difftedmente ae ha de eacon-
— Meu Drot! bradei, foi pr«ito mhnr irar um jM*>fr-**or mm a» lmbllíta<; V» preci-
um nnj> no iomo temi lo á ivnlr, pura *en- ta» [ara o magirteriu. Já «e «4 que jy>r em
tir «• trrrirri» itn|w«-»»V« «lo dia ! quanto alo faltarão* n > mtioo treundario.
— Que lhe aeonteeeu * K' certo que o e»iado do (uit ido permit»
— lejp» ao amntbecer tini pobre rapai te que nt còrte» li.iUliinn o guterno com
encottado u be rn do mar, que pdfKÍ» <•.»«- jfraotle» «omma» pora etieobjecto; ma* Urn-
I« d- afflicçfri!... i»fBi é crrio que a» rerlu» eolndat no orçu-
— <jue fr|ç?«» tinha' menio (HxJiam »e* melhoe 4tpro«eilndj*.
— ((atlante delirada*; duro, louro, nlhot O ordenado de um pnfMar d'en*ino pri-
mário é apenat de 90£ 000 níl* pnpu pelo
— Claro, louro, olho» cntleahotf! K,tn- ilie»ouro e fO/ pr|» re»pe«li«n munlcipali»
TH d« lutO? d*de; « podendo con»lderar-»e e»U ultima
— Nio me (Minera, »« Ikbi que nJlo Crt quantia ckclu«i«ameatr dctlin.vd.» tio aUi.'u<-l
r»paio «rui) ú tua trinem que me itnpre»- da nula, r*»ta npennt n outra (ura a »uUi»-
tioenu • lencia do profet»* K«ta a«iM *jiTre o«
— lotara muito irlttf ! detcoalo» du drcimti e outro» Impotio*; e jv»
— M «itmtmo; o ainda ftcou mal» ao «ir- tntado Inmentavel em que e»tlo atrunilm O*
ão» puxar; »oKre.iiltou-»«t ... pagamento*, nVm-*e o* pro/i.-*M>ri'» na nu*
— Será elle!... ter-lhe ha morrido re«»idade de rebater; « li vui para a agiota-
— <iurm f... lhe perguntei. gem tal»n metade do ordenado, ficando o
— Nada,,.. 6 nata lembrança r<*qul»i1e.... profr»«uf quati mluiido á miwria n nio ti-
e mudou de coot«nu. ver outro» meio» de »ub*ôtea*ia-
Pediu-tne muito que fica««e min ella aqual- I Ne*te etlado peniwl , «eado um do* no*-
In n'>ite; alo me era puetivel, mo* proenet- mm primeiro* <loiere* o tral*nlh.«r para a ciio-
ti *111 voltar Ixerrnctlo. »r«vaçi<» da f»rH«a r li.imetn, 6 evidente que o
bohi, « fui pura cava da Franckro; man- |irnfn»ir *e ha de dittrnhir dn *«ln* oWigu.
«IH alugar umn leje a Santa Apolonia, e çV» ta«r^lii» para empregnr n maior parte
regrei***! para l.i»U>a, levando utn romance du tempo em «Milto* olijeeii»» (|ue lhe mini*»
nu imaginacio! trem prinaplu* e adrquodo* m«iia de occor-
Quaado Ir miai» («Ma «n o aeme da «lu- rer tli iua* nere»»idade,
va) m« di»«e que batia lido um frnnde »n- A«im não i pwiiiel , que um prof.«.«rr
fnrtunio na &trella, um ralo de lui nllu- iie»ln» circum»lnneín» ter.ha u» ftabilila^we*
iniou a* minha* idfatt». ;\t *ua» m%*irrkr> " o prr.tijio arccMario para ter o director da
ta» palavra» úcerca do «rallirint ainda miik mocidade.
coo (iim Aram itt minha* »u»pelta» aáo infuo- K»le» lojfnre» a» mal» da* veie* *& da pro-
dudj*!... A cantora da Rttrella appareceu curado» por e*tolldo», que o* aio «itvm de«-
como n*um KWiim ã minha irnaglruçlo! Se- em|ienl»ar. Um ç*|fc*<"ipi ro«»l*eeemo» aí>,
ri ella/... Seu roito.... km ttagrf... O, me. que largo*! a iri(*H;* par* requerer uma ca-
nlac*!.., A »ua n)«leriuci trúlern.,.. tudo deira de en»ino peiav»TK>, e eomo ni i hou-
me r«» Hw aa realidade de minha» «utpei- *e»«em aumWMW, í-»l t>ro**«l<t, eeil-o ox*
ta»! E* liem que eu pn*»a di»lraii meu» d-«- M ferala em «ri do ntanado H que re»nllou f
go»<ú« fe»«omlii no* alhHo* ! ICei»>vararn-*e lie>uli*rnm queian* ao r>M«'lbn d*rwlruc-
a* lembruDOn» itn cantora ; o aáo »ei porque çáo do dUtricio em que teve l-i^ar e«te farto,
me dizia o curvçáo, qoe o joien que »i lAu pela igaoraoria, deUunu-.lidade, e embria-
1tj.tr o*iu amante!...&<'tá «lie catado gue» do prr>cfc|o, p ainda uulm aí" W »u«-
Que fatalidade!... t>«a*o nem demillido por não hnver outra al-
( CJ>»ií rniÁa.) guma pet*o« que quilrtte o togar.
A pkilei e»te furto pnra e«*tn|»lo: ami»pcv-
D. ✓/. 6. /'«ild. d'tiamo» apreaeniar ; ma» Ua»«a aette peopo-
»iio.
K' a«u«a ofúniáo po4t q»e aia«tr«e^Ao pri-
n * mu t^to. maria de»c i#r eotregiie ao* parorl»i», que
com umn graiMicaçAo, «lém da *ea cougrua,
K' tSu da»pre*nda n*e»i« nocto Portugal a go»to»amrnte m> rn<arrepjriaia d'e*te traba-
inttnioçáu primaria dr nathot <>» »>««, que lho o»ai irantagea* caoltreidn* para o pul>li-
dAo poj^mot deixar de nlr*nntar utn brado m, já maior nmliw de ennhreimealo», que
a f-»vor d'cilc mino d'adminiitriiçl<> púUlMa. te (MP»un>em n'um tainUtro da religido, já
55
|»rlo IsJn <ln nwvralídode, « j« pejo maioi MC»snento(; vaio d* !'('(urria d • • o Via.
<Je*en\ottimento Ou metmq io»iru<çào. lira; o a onVmui aaiiaada pala fá» |>diu,
(OyilUiwr-K-kA,) tiirtw^i a p*dir, atigiu (um a* Ligrini* a
M■ J. Colorai. 'JotJí jur«-m-M'-lti.- pria« íaca« moiiliunda*, e «•
iu»« cijiuidtt», n umihcib «.viu aquoilr com
Rcviatn «Ir l<lMbon* qu«m iiltciiaautnU! linba vivido. Kra vota
Muilo* Ion» diu», mr«» vnhorr» , e»eo So- tuppliut ttiU^mnr, vardadaiiamtintoiralhóllca.
K«|u« rr.pun ieri.i omlniarn da ijrabor, o «ai
is» ;e.timo qw, iriih,.m p«».»do com Mu duirria, a lu« du cr.undo Cmt.i a ci^i ; um»
em co(n,M»»h()i de tudo quaaio Uie» muna s*ota ouviu, — Oók-w d* «ciunut;
c Amat <m lcihKn '♦do nttja com atiuirtu. — Como polrr.k
t1M'W*IK«) ■ qu*tn e»l« MuJ«cio ó Jificin jutliíicjir »tc prucvsdimaalor Etn que ino#a-
"»• hu «ou |uiw«oUu Mm n»viJ*J,., eoprioi li»Je •'(K>>r>tiuríu «> b>im do |Mdie •eot«n<;a
«•.}•*>, w«, K»lrju a» IXlUc jl- quu o vu procvdimcnto' Q«m tu
n»tuu«, c «no qualquer «tnpirjMdv, do.que dr »ef irem Li«bun, onde e»é«t« uma Sé Pa-
« «"Mi* ultimo* tem|»« oi . t„m «MtceiJo ,, liiiuibid , um ('«liiiicht, cia.« ele. a uni-
, lra* dr Que lhe Im-i J« rU futrt l ra aula demorai (caiunchõ«a) qu« «vi-iia, «e
(Mnitui«14» p»*»^... «Júer tempre U mo írctiuu pocqu<* o Irnltt, mau carunchou» do
«»»« CWI.0 por differe«t*f pala*,,,; i a ^ que a »t»e«Kni, uviolou que nâu devia con-
1.4 '"d*** '«• «Vf- do .Voíkw. tinuar a eacfcer o marota*to. Tudo vai bem ;
í
"" ! «?«?«> nif drra n'•*!«• mo- a p>r itto o ooMochru, « o do*m> pulpilo
mento »■, p w»b(Ju
a fc»t«o»a fchrhcMtMU! qui! conto» lip 1,«, e»iu < orno lodo* Mbam.
A iinpcema paitodica etli em Ua»a, e
iT rTí W» * «««M- a lampa- lei» rnlbailo muito por «ma metquiotkti da
. . •'«•4o» «J«t» l"'*. Atui*t««-to! Jiitíçlo do 'ibeuiio de U. Maria li, para
p* *d*o* tuj.,!
. I «ia*®**..,,,, tt o>ioLa »&,, cuia o domo coifcga do l'ntrio(a. Nó* um*
bem ralhAuiot; qucicin uuvirf Sr.* do tbea-
Iro é precito terrm mai» piudencia, e mait
ducibdude; o /unalkia, pcirque um entrada
wnw ( u
no iWiitio, uitt deve, r»*m pôde 'ooder a
^. ., | wrtpm h«toy oua- •un alma por um cruiad» novo. E' livra,
-^£íu* ?!■**;*p-f" ^ vrah« deve-o ter tempre em es()úr a «ua opinião.
.r?ír ° •'» »*»««« «í.» Uirãn A aite para pco^rrdir* o* nrtittai para vo n-
>|fac pciíriçuai<m oac«MÍtam da ouvir muito, de
T *» ^Jo rtua, * itdo íiiíTr , uuiir Htmpre, a a lodo*. Baua quo a poli-
°"u *• tica «gn r*rripla pv dinheiro; pua i**o «lia
u.£?Tuí mi
" qoe l,a Jc «•'» »e «•'" »ai lorut. Se a ciiika foi motdai, «e a c*-
l»ir.,iji vcio covopada am lei (« «ceio qua
í 1T *•cUn. »im ) MMpondcfdbe com mevquinbax é auç-
tulam™«« avfluui oin- mrninr-lbe o travo.
digo ugura como o letia>b» Jl»nlta-
Wiw
* Mb
v uma ni 1 cuidei que evtava no |»ulpÍto, a rttou
que a dé,.* • J. mc
multo n'um caalinbo «la Ancnblía; quu por es-
J. . . ' •■a» deitara 1$ o,at? ni<> ium treito m<- iMwdeiía mexer; ma» cu qualquec
TuZ ZmT<:rOCtt,âr-AÍiÍ -'»Í- dVil'1 di«« peço licença, e vou e»p*»rj«r-
\uu u,ír * «5«<4 «o 00- me |*»ra a» vali», e lá dirti o qw entendo
« rap»( de quem"!!!!
«<«'rapM quem «. n,lmor-fa U
* ; Mno
Q» °' c,Jm a »--4|K-iio do iwtw llirvutio.
O EtLtmlarU de t«*rça íeira íalktu d'objo-
Í£VUe 'fa • W loWi», ,K>fqun ao clo qne nó» ten«-ionavamo« locar; partilliir
S.tÍe--t q« I'K unniart^ mo* a opiniio «lo articulitla ácxfea do {ac.
m lhe
m do mMte No curall ' Pew?«r*>- Hfombecidum^nte a illuminaçio a f«t c ca-
atnur n& »* • l laftto touUrra da <ci peior. Nio »ó u lui é (>ouco iotenva,
l tte

N~ ^,,S lr,t B,0,< a w»« J» «• ma» |>elo correr da noite tio feobando cada
w> * * J- »w.» 00 pr. ve» mai» « rr^ittru* de ovodo q«K cedo po-
diííí,?"!,i 7rn<;R "tiv* «!«*»*> >4 'e derenxj» direr lencUot /ucíoc •»»'• Ei» o mo-
«v r {wM'ur •a,|° tiio porque tudo* tein ««edo de c«mpikoliÍM»,
«•rTSr *ÍU,,,iJft í quij a par- de»de u companhia de Jevu» ate â da cana*
olo r*|..T|Tl>r' 1°* '"S0* Jo •««>' j4 ratio lítaçAo da» ajeua*. E»te» luj{'0* VaigooltoM»
10 0
ido f* P^* leirrno, «ijjiti o» que todov 04 dia* no* evtio íiucndo é qua o-
56
brijnram um rate ine ignito * diicr no Pif- Dua« -lVitai prtirrovam Monan>(<dr>«, e bo«-
auto iln Jardim dai Dam*» -' imn-lhe- a rUlrulj ntlu qu« o fo«erao «o»
RJb tk <íoíi*i^ri h<í ctpcrn^n tmpit !f I-ki 1 mra aqirrllj) odoaia.
Paliando poituruetneat») c poetin iV" m« Ade»»», inni< «'»h "(r», voa-me «r»lir pa-
fio, \% M ;ik'n, «e-unii'» f>w tilar »<• dir . '«tio ri» ír »èr a Sr * I) ('•KitUn;» , qui* «ai bo>
pura finli» iri^ui ao» «tlM qne »*aÍo, larv (eu e^rrr-jp a- lteiMa A »«Ha íyira) 1 'C»»m-
Iam d» lieber na 6»nl* Caimi Una. O gcnio «ia»ii» Do que li *c paa»ar daroi pnrle |>ara
poflico Tul-M frnrrn li«nni<> d" lut nrtr» <)M a «••tnana. Fr. ,4t*(ittacut.
em pouco frjnfío ai criunçi» mlina
»m r»r»n : A ftedanlura dVtie Jurnnl, Aottora do
Mim» dA eú ■ mamlelta drama orífinnl em 3 ael>* e 4 qiiudro* inti-
P.irn melh'» na boquinha. lulado—. Cnattíinfri — p<>all»radu pelo* iaJul-
NJ» wh admiram»». O JtiI>1 iV>jrtii)• •, que gente» luaiitM qu«i O feoerov» publico Itlo
é uma eicetlenfe pobl ir>ç.Íot redi/ridu |*ir pmll^litui |«f nr»"j»fâo da primeira repro-
doi» do* f»M»<M tAAM C*l1ldÍ'OT» , e »a>WO« <•*- n-ntnri» do wu reíorfclo drnmii, nnrmaniio
criplore», « que '••«ommettdiímo* a toda» n» por lai mmjo o« teu» primeira» r««iloi dra-
|mm«i, 11-rd d.- ««lamentar o pre^o rlntn- ii»«li«<>4, leMemunhit o* wtii eterno» n^rado-
rlo-o d' IW i <WO t«l» rm kHtwilr, M? im cIricmo* ao psliliro, e 11"» leivmrnioi ado-
|mwí«« «uirnin, em i#i ik tomarem »idíi- re» do (ivmnado, o cujo» di-»«élo« a Auc<r>>
abo* d« »tn C t«ulin , nj.» |n«.iirin ■ fai»-r ra dn»« o» I h oi^nm applatMM om que foi
uto d'a^i> datCaldat- Pura prova .loqu" dl- (owihIi gqnrlli citira.
!• m<M ahl »Ao um liltilxilnlint par* imMlm A a<H«o* m||i>|>i< Ke-lnrtorr» do Bitandarla
//it (rd miuvn. AáO oh dm.' .Sim <M mil.' e do 1'ilriol i m extremo MMehecida »e pro.
Uni oIKm, Onlro* utórw. th mrm frei olk.it letia a Auctora, por haverem com InnM bon-
(O uiovi por forçn de lun-ta. Nota dade, « cavalheirjtmo prevenido o publico rtn
do KevtMeiro.)Tflmbem me encanaram. ( I*- favor do drama, e odrrlado ao nome da Au-
Io »ort>trc«i • muito».) etorn a» palma» precurtora» ti» anu triumpti*.
Purn trraninarmo* ate •« faiem «Uiiat ao» Fm o u.autuiil« 1 rataremo« iHppcialnvoa-
bo»piiar« mi *«(••>. O que no* vala 6 «ilpu- le dot aclom do (Sytanudo.
ma pomia que de *ei em quando npfiiif**e
linda , iatpirnda, e «ublime cmo n» do Sr.
Palmeirim , J<do d» Umm , Pinrira da Cu- (-■lAKiniN.
nha , Ca«il HUmíio , ele. , ale. O ruino d*atlo mootc
Km pajfa d<* mv aturarem «iki |e*nr aom. l)e.ço «tir. liquida eoffcoie, f .
aliKinrolu <!<« meu» Hlixv» a adiria d'ucn N4o iou rio, nem »ou fonte, í
pbnoonxno uoooircido em ll«»punba , na pe«- De mim f<>gr toda o grntà. 7
•li da Sr.* linaalia de Prato*, joren du ti Na» montanha» de CaitclU í
anctLM. Ktiavu cmada e pfomeiiiu ao e»jwo Cometo niinha carreira, f .
o fiuili» do matrimonio, quando no dlu 14 Dou rnlrnln em Portugal, l
dc Junho, em íei de dar i lut iini guapo I'a<>Ki o .Minh", • |mi»*o a ÍWirn.)
kn|Mnkoli|A, Ijii<v.u no mundo um mouttro Kú exl>l>», e mo contervo
*»pw» StremuiHln»! K que t«l ílearla o Km regalo , rio , ou ptôza ,
põe quando |Me|wi(ando-*e fura dar um brijo Stífro p"l|«'» repelJJo»,
WO «ill»» en^xitrou um Íadi«idt»o prtfeil i- Que inc d<io pura liinpcza.
inen«« conformado do âmbito para eira»; r
deijMouilu i!a anu» , e nigilu» de gençao, Minlia dama Junia ft>»,
lendo o i roçou terminado mi uma ftjfnra ar- Fa« aov^lu a aeu aalair: J*
niJuodjdii, « rum a» perna» «iUiIiuiIh p»i Meu teuhu* com Ana folh* )
urna cauda muito £K.-a , e adelfaead» |M« Ouro (jiip» tm-.ru U»or. jí
fii a «Htruaiidad* terminando por uma »•<-«. NVIIaa me metlem,
cie d"« falanpe de «)«*lo. Fallixvu pairo ,|ri. I>*•• 11«« me liram ,
poli de nftHhlo, Se 114 ndinb.ti» ainda »«*• Se ml<M il»*|irtfttla»
r*U man orna «'Mira lie>|.ivnU<>1iia , que mxri A p*r d* inim (<rnm.
nn >uu da Comadra em Madr*d , ileu í Iim d«< /' t- S, AWine/i.
um
P«»io quatro meniixa, n)<» mnKiqiiittro
peta*. l)i«-«e que e«tã i apoon «vxn a Sfi" /iljV.rrijdo du fAorirt/" do a." anlutJcnlt.
Mdler, Ou Prntilvania, qw» 1», primeini Cadeado.
parto dei» 4 |ui doit rnerdam, n» t*;uadi>
irw, « no terreiro cinco , ledo» loUuk*. ^'4 Tff- im í». W. Mâinyi,
ltu« Cêfirnhim èti LtnUt.
SETENIBBO 22. 1819. ronrono 8.

h\ .1
&

( Proprlctartii, o nednctorn— I). G< Fim».)

hVnrwtkaMH M ««fcWlui. — Awi{a»<»<. « '(«Jt-w Ml UjM 4a» In. Marti*, C«l(*4a dl» ('■■•
Ub« 1 <\i
Ih, iCilJ**
i ri lâfl t«i A»c«%4«
», »»•
T.I...Im t." J1;; Wil
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mt *n»#.tr« J. »'.
I'.â.M ■ 7JIM «Uu *.+
m «uu »'*£|iaj.« V«* • • •
f Prf^*
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!-• •*« }«>. Tri«f4n 4»X WO, A«<m lÁfdl Ai>U54»«iirrè».
.. * " * • l^rJírlHÉ, P MiMtt «O P,«rti^«rH. Ni »•««
liti«r»r(M • NMi«»riiii <•# )W<t*f«U ftmtit, VnataiU,
• * r--"il' '«* *• '"»*«»• fMlkabr JO . Iluli».

OClTOSJnT^TCKio. nnda no Rei, oolr* * KairIii. Nu cor-


po da sala estavam mui (as cadeiras em
Kvcholu «1c .11 ti»Ira. ordem f para os socins , e para oscon-
vidado*: sobre o estrado ou alumno»
esperavam a entrada deSS. .MM., ef-
br,J
° «■ u'<* fectuada a qual deram começo a soiu
exercícios, quu nlo mencionamos cir-
« «CN..M» 4lSUU,M l.„h». „ cum«lnnci.idainenlu pelo pequeno es-
paço da folha; diiuiDo* porem que a
dl.. "Iww. ' .|U' «num "«Uoiiçlo
„ llelo- sala rulumbavn com *m uierecidos ap-
pl*uio« tk<s concorrenlus, o que os a-
». ^,.7_? '»""?'«• T. ,„„. iumnos enluinnas scdiNtinginrain exe-
rnl ^UU U? %*f 9"° «cr«»e- ciKamio seus papeis coiu a maior al-
^?,rT '' ^ MM- «í-^rvn „■ lonçAo!
J I ,'r'U'C,nw P*Hteos d, Ksclio- A Sr.' D. Mariannn AdeLiide da
u,,ca
ein <. » OB q«»« liveram k^ar Sika GaiAo cintem primorv«iiiiien<o , o
O ''® lí> «lo corrente. (em una etcelleiHe soa. A Sr/ I).
4 Rmiiia Adelaide Pereira l.ishua can-
JuminLio^Tr »' de,,,r
tiadc, ,io ,u\:r ;' ° °r- lou niiiilo b«rm , o sua voz uno c for-
Ifa.l. tww . flwr*f detule n cn- te, mas ó inuttu doce, e vnloada. O
ínl L Ô,'„ * '""""I"' »'<■ *•»!« J«- Sr. Herinnjícnio Hermógenes Pereira
Lisbon arrebatou us ouvinte» com »
1JCllí
nrií í1 r, , ita ° nu
fiadii Annilo sua ve/.del>arilono, muito boa, clara,
I ?' " . «<■■ cotnpolen- o enleada: ú alumno quu niui(o Iwui-
SLTJTT ra oConservaiorio. O Sr. AnlonioDia*.
daC«>sla, liello lennr. muito afinado ,
fe
."í" IV,,,., „r- cantou com lodo o primor, e lambem
ú rdiimnn que dá t;l'»rii a seus profes-
sores. A Sr.* Oliveira esecuteu unia
T " (tranle fantasia para piano, coiti|xi»i-
«.Kr.r . M U>' '""" ° Au çn«idu H»»v'llani, com (mia a perfeu;Ao.
..... "llTi" """"" ,lu" <•*«•» O Sr. .Maxont (alumno) fex retumbar
'** «««.«MM,. Utllil J. ».,• du inúmeros apt»)nu>oS as abobada» do
A
58
Conservatorio na cxccllenlc execução quo este Senhor dá a seus Filhos, os
«ia grande fantasia quo locou no p«a- quae* levam uma boJIisMina educação.
no, composição do BI. Prudont. Os Os Frinripeg se retiraram u nis ce-
Srs. .M achado, o Aluioida, aluuinut do; o J',l-Kei ptr<>c«u nos quo ainda
da aula do piano, tocaram mudo bem. continuaria a informar-se melhor acer-
Os Sr». Caggiani, o Almeida, a- ca d aquelle estabelecimento se Sua
lumnos da aula do rebeca, executa* Augusta F.<posa se oío tivesse ergui-
raro perfeitamente * svmfonía concer* do, por incommodnda talvez.
tante dc duas rebeca», com acompa- Fi-lteí deu do seu bolsinho quantia
nhamento de orchestra, sendo este igual a que estava destinada aos pre-
executado pelo» *1 um nos das nula* de mio* , ficando por isso duplicados es-
instrumentos. OsSrs. Courlade, alum- tes. Sab<m<>* que o primeiro t«.coo ao
no da aula de vicdoncellu, e lamber- Sr. Alanzoni, com muita raz&o: nào
tini, aluinno da aula dc piano, toca» nos parece quo na distribuição dosou-
raiu sofrivelmente. tres se exerceu a mesma justiça....
O Sr. Ferreira tocou menn* mal na Mollo deveras estimamos, e louva-
«ornato de chaves a 1'clnen com acom- rm*s qur SS MM. começassem n visi-
panhamento dc orchestra ( rxcruUilo tar o< onsrrvatorio, e |»>r conseguinte
jkIu» alu mitos d .is aulas do Jnstrumen- a proteger aquellc utilissiino estabele-
los. O Sr. (tareia tocou muito, e mui- cimento, quo é iiidis|H'iisavel, e aié
to bem a fantasia que executou na re- uma das grandes vantagens nacio-
beca , com acompanhamento de piano. naes.
1\ sem duvida utna gloria , o gmn- L uia seinsaboría ouvimos nós a uma
de satisfação para aquvlles quo traba- senhora.... <| urreis admirar o quo é ló-
lharam por aperfeiçoá-los. Como em o gica'.. ouvi: Disse uma senhora quo
nosso n," i nornciinios os professore*, o Conservatório era immorsl!.. K por-
entendemos de justiça nomear osnlum- que?.. porque alli *s meninas apren-
no* quu mais »c distinguiram. dem para oTheatro!!! Haverá quem
Serviu*se um ntimcso o abundante possa conter o riso a tal disparate
refr»*s co. A nós alflige-nos porque antipathisa-
Quando «e ullimaram o» exercícios mos com despropositos. Que nntnora-
praticou o Senhor D. Fernando uma lidado t.1o util ao menos sena eeta f o
acção digna deão publicar com usdu- que moral é a de se expôr uma des-
vido» louvores, que nós muito estima- graçada rapariga polue , Isem ter pos-
mos tributar-lhe. Br^ueihwj « «u di- sua do tino que «jhe por ella, a per-
rigiu aos aluía rios , o ás aluinnaa der-to nas ruas da capital, sem estu-
que «u haviam distinguido, c com o dos , sem sugeiç&o.'.. n.lo conhecendo
.-•grado qU« lhe ó natural ( nobre dis- o amor do l>eIlo; « por ccnseguinto
tmotivo da Magcstade) louvou o bem estragando os sentimentos nas mais ab-
que haviam executado os seus exercí- jectas e repugnantes propensa»! —Co-
cios de musica ; o vdveodo-se para o lhera a sociedade algum proveito des-
Director manifestou o quanto estava ses entes misor.iveis , ou serflo elles o
satisfeito, revestindo suas expressòvs verdadeiro cancro da sociedado que
de uma a/Tibiiidade quo lhe tem gran- tantas ruínasoccasionaf So n tivessem
geado osjmpathia dosportugueses de posto no Conservatório a aprender ain-
todos os partidos; pois « bom certo da mesmo a dança, não viria elia a ser
<<u« o povo pag»-se de todo* os sacri- ao menos uma mulher ulil aos diverti-
fícios que fax por um Kei, quando es- mentos públicos, sem escândalo? niio
te mostra, ao menos, que é seu ami-
consummiria a vida esfalfando se a dan-
go— Louvamos muito o exemplo do çar para agradar ao publico nss horas
cortezin e bondade para com o povo era que o espirito fatigado busca algu-
59
ma distracção? Será melhor quene ar* | serem publicas as aulas!.. Mais uma
ruinem »»i, r iw outro»!.. Nio ad- prova de moralidade naquelle estabe-
quirem até aa bel las formas do corpo lecimento! Se fossem só rapazes que
que a vidaoekM* , desprezível Ihesdts- alli aprendessem, podiam e deviain
troe... I^áo civilizam o espirito que es- ser publicas as aulas; mas nio ha se-
sa mt-sma vida r.uleira lho*embruteço í
paração na entrada do ediíicio; e ain-
*to é quanto Á« dançarina*; por
da que fossem publicas só nsaulas doa
quanto at outras (nem mesmo eslas)
homens, iriam na passagem distrahir
cm preci«.lo doirem para o Tbeatro;
as meninas, e cxpâl-as a mil cousas
n>as quando o fixem, que mal d'ahi
c desagradáveis. Mui tu estimaríamos que
»u '.na. Nío s.io o* theatros preci- todo» lixe saem justiça a quem o mere-
na sociedade , nio »ú comocua de ce ; mas isto ú lio dtÚicil que noa con-
publico, innocentn recreio, mas como tentaremos em pedir A maioria sensa-
e»choJa de moral, «empro que baia ta dotf portugueses a devida attençAo
'|Oem o* «mb* dirigir na escolha da»
em favor do Conservatório Heaf dc Lis-
rcpmehtaçAe*? A« rnemnas que tive- boa , e ao Governo a sua protecção a
rem outros recurso* volta» para cava
do >cui paes, ou parentes ensinadas, este, como a todos os estabelecimen-
tos, a favor doe quaes estarão sempre
•ciu quo lhea tivesse servido do objcc- disjioslas as paginas deste jornal con-
cjo a falta de meios do «ua» família»;
sagrado :i instrucçflo e ao bem cerai.
recebem n«.m do lufado o precj. ge Km seguula vamos dar uma indubi-
presente das pren.lag que deouiro mo-
tável prova ua caria que transcreve-
JCr,âro ' ° ni1<í* vale- mos de um nosso illustre Collaborador
" para
°*',eatro del- em favor do Asvlo de Mendicidade:
iro. c^r V
* yr U,c
" * »»' «ft0» este nobre |>emiaii»enlo é o mais alto
™d',vcr u,na proé
^° "• elogio do «ru auctor.
úm enli' P'í flU,,n'° ° tH"n •'*»«• ó
mUU0 BI,r
»«*«o digno da ,„■*». „ Kt.,no* Sc.*—A porfactlMlWa-
Cf 10 dH
Dara Ih
paru lhe ° ''Tr „<-áo poupa
agra,l, Pelico pui» de ripodliDea, esta faixa divina que dUlin-
ttcm JM.
Iíu«- o (tomam do« cmiIim aotcnae» ,4o «rum
* nc^ vtda , que »o c»*;>e cm con- not.ee e o msi» eoergico morri «iat ootsat
1SL * US% e dc corpo e iieçV». O ioMiiM-lo «Ja conwrvuçjlo pliysirit é
rZ^° T nflo f
** ,e,n
d" cn- upeoai umu Ui da mnlrrm , em qnanlo qu«
A?^ i « Mude. n prrfprlibil idade r«pontnnra , ou a triMlê»-
01 11 0 cia • apfxnxiaiar-te da» kléai rirrsx, 4 uma
• 'l * 'nchavemos dito, no- lei do npiíilo, uma l«i que ao* f<» coo<-r-
C lr u
1 f ""f''* i* de haverem na-
I » abcIceiruento professores mui- Iwr nu rau«a da* rauta», oo am l)«o«, um
o in °in|v..r|jlj0), ^ i^nto osda dan- Srr iafiniiaRimia bom, tabio c poderoto.
c

ça , e®mo °» da musica , principiando PoMuido» d*e>ia «rfdala «irmo* (eu « o


meo ami|(o o Sr. 'lltonuu Joté ^'Aquiao
pelo Director c fini,,)írnndo no ulrimo 8oaM«.) »i«it«r o A»ylo de Meadictdade <U
dot empregado., merecem.nos a me- Li»boo, * traio a vrntura de termo* recaW-
lhor opinião Ue homens exemplares. do* com lala a aftdulidade pelo di);iii«dmo
uma Sr. lambem que rege, c direcloi de lio pio evtubclccimealo o Sr. P«-
acompanha a» menina», de quem ê *ri- "Trino Jn»é Munin , podérroo* obwrvar ri»
r>>mpunhia do meseio S»., rom ioda a oiiu-
wparavel: sua conducta , sou |mnsar, •le»a poMtvel n'utna «iiiia d*aljruma» b»rn* ,
•ua vigilância e desvelo pelas nlumnna
uma ordem, um aeeio, uma economia que
muito louváveis; e por certo as no* te» r.nvrr a doce ct«ivhç4o de que em
'/*"'« c páe* ,|Ue a||| liverem suas fj- PuJiu^al K.i uma Uw «rrnrnte para » ^mo-
de obia do mrlhoramenio da turte do» ih»
biííts rr
" * prufretore» »• da regonlvt
nA KM tunàrM
UV||
KvrelW*atit*iiticmSeat»or«'», pemli«i m«*qu«
*oa.queÍKar-«e alguém de mio *o» tepila o que ]i wl»et». — Nau é M jritn-
8 •
60
Ji>m, A tlquera, au • iruliMiv dc i«di»i- ma no »^giotc. SiiUMr prlo raciocínio qwe
iluM, que torna monumental um rtttUlc' a mrio á c ti pai de ac ilni-aiulirr rm igtlw
cimento, c ti harmonia , Uio é, a r-omlnna- i* « »m todo« im lii^ate», e pela ul»-
çlo do* i]nrrv>» ii(om o fim miim. Ei- ffíinjúu frita d*ha invil» rm «•* l-w-rr.oiHo»
tn harmonia f nó» <i eneoatrárnó» aqat n'um «jui* é pMVr) edurar ItlMn* r maDtacÇM fu-
fffáo iritiilo MililOo ai tendendo bo« poaeo* H»»0», « mai» fatllm-Blr rvgln« ilrlitiillIM
meio» d*<fte rtlat^leiimrnto, c ã dificulda- quo pareciam i«Korii^i»ri< pur fnvqueta de
de Uc fui a ar uma Imib macluoa de de- voo lado.
If iuitdai, c «ipJdi ili) viiUai mduuii ião \ coluim |mi» aqui o» lillrratrt» dar a mia
diferente». Aqui byu»c o graniu |x u»atufolo t*»molii dc ««irnciu, «raliam o» arlittu» dar
de mt/t d*e»tr nâu una reunião con- u »ua vtmnla «lir arii fmim, «i-ahuai o» pro-
vencional de inditiduro rttranho* uni km ou- prii-lailot dar n «un r«rrnl.i peruaiaría u« de
i"«, ma» »lm um.i familia de linAu* tiabn- faii-ii j.i, «rl»h,itr\ o» pKltiihlmjxj» djr r> wtl
Ihaiuln tuthv» rn ftxor «Li rato ro«M«w , feio, r »ér-»^-liào rm bri»»r iiuirmrntar o»
cub> unin diligencia am»r»l , tolantarta! nvritit, fa>|i i.«r hlu Vtodlirr ih mrltioic», c
Nilo *t ii!»u % K*.,u"* W.\ lon*nr tainal- »o» i li,VC1'* ^i'fili»irr* | win prttlffftW» © dl*
mcnlc itic pHilun trópico e»tabrl<xinicnto, iciln irnvu*ii»i*l d«? Kund.idorr» drUr Atrlo,
mr.» «•nti.-i i n. («*r(.iBr | ara concorrer para »rrcl» o digno rrnjw da • Iuri-» r du philuD-
o melhoramento d*elle por to«|o* o» mudo* tbropia opplirnilit» a r«ir r»taÍN*lrrinvralo, «
ao mrw nlranre. n tod<-« aqurlle» qur tiverem com r»te rrln-
I'-"* um ftm «I*-»compre hen- çV» de parrntttteo; tem querer c«Ií»»
der U-«n rv» Um; i-»luOar todo* u» mritn po»- l*lt<-ri atittocr.Kia» de r»iabe|i*cinient<H , lo-
»i«ei* do o olrairçar , «Mothw u» axll»*w, do» de*rin raicnilrr que n a*ylo nade ii»rr
e ípj lic.u titr» nrkn ctool Ilido* tu fim pro- »tdo po»*i»el faiei deinralivU^ »>•mUmutri»
|v»rti ti e puta u tocioJaJe c o a»yl-> onde »e
O ftm ilVilí ettabeleelmrnla rvlá « *6 dar lucou a mel» da r<iiO(imia e da rnoralUaçào,
râ-» úquelle que Ji o nârt pôde harer por •(, o pc>r i»»o O primrirn do» n»vl<i».
ou p«-l«H iw, mH é dar-lhc uma f.imilia Km *Í*IB fio et pendido vrnhfi oTrrecer-mc
que o tboie, 6 dar-lbe o pèu da inirllí)|ri)- paru turr alj;un» «ti««iof de |ule»irna nun
ria r d» nmo» na hora da ad»er»idade< Au- <»♦ «u>UikM , formando |ura itao nina e»co-
let do hottirni «íf homefii é animal , por i»to lha d» ditcipulot ordinário* t e d^i^uodo en-
o qur IritiLtn logo ao »ér um («obre í dar- trar Da aula como ouvinte» nqurlle* que uri-
IHe nlKtgo • «u<lr«ito, ma» ««pinklni a* pri- la coubnrtn, l'ara qun n4o haja caiiila^ilo
mn/ii» iwrttidjdci ou temo» de supprir a» plau»i«r] eicolhrrvi (irímciro para ordinário*
nutra» i ou degra.lairmo» u eimoln; ú ar. o» de mnít apliddo intclleclual e melSor no-
ÍPMI» |K«» dat inatiiR-çio ao* pobre* do ta no e»labeleeimenlo. Trnrei em enda liç&o
ma» uma iiituocçàu paia Juralrdu» uui rcoimo do qac Itoi dc ilier, o qual re-
•«•lã a nu-.mu qun deteria *er ditda a petton» •umo darri u Cominmàu Admi(ii»lraii«a do
tadu*! Aio, affirmal-o teria aUurdo, ma» A«vlo, e dri n«ol»erci c«lc programma coo-
l>a um» ii»iriM<;iio qur irm um mUlo dnn- fornie a» ol>jrcç*M-» nu pergunta» do» ordiná-
wlleiiu.il, n>< rui e rclipota , que w fa> bv- rio», ou d,outra qualquer |>etw:A qUe ettign
ber p<<« ii»< dr corucm^T* /jcci» , amirae», nucto«i»ada pela CommUttlo AJroln'»iraii»a
e ngr»dat»«* t que *e exemplifica <<xn obje- pau «erlftear n bondado dn» prelerçiV». 8o
cto» traiivri* pura jkjucII»-» e« (piem a* pro- uma liçíifi ui» focar dada n'«m dia, ronli-
pen«< v» orgaoirat, i*í 0 (»•,prolongado uuarei a dul-a nu* ir^umin. Kxigireé •ótu<-ii-
do» lirl<« marfcinaet JA ,jj# ^ miojjtut du l« du* alumno» o«ileacio eaatteaçâo, r co&-
rduovçio do r»|JÍrliu, i«Vm embotado o atu- «rrwrri rum ellc» com toda a nflabtlidudc
inm da cotxrpçín d..« tndadr» rn» aUitActo. que me li* poatitrl.
Ii»'a» ron\triÉÇOn drirtn »cr poc pfi* Al liçiV* nâ.» p>i»to proroettel-a» re^ulare».
toa» io»lumada» n fullar a ioda* a* ct|xiddii« Nr»;« truUilbn «erej cr«adja»Mk> pv|» meu
«le«, • que aleaucrm a rootiançn do» inírli- tímido o 6r. Thnaiu* Jow dWquin»» Hoarii,
ie» á /orça dc paci*i»citt, drdicaç&o, « «la- ou por outro que profe*»e * metam doutrina
que eu profe*»ot apre*er>latldo eu prrtiamrrv-
Quanto »riia Ix-llo >«>f srupo* «1c a«vla>J<n le etle» amigo» 4 Cixnmtuuo AdmínittrulUa
0U«indo um diltcirntr» l>ilura« tntlmdjim do A «ylo.
e
"cic*ll»a*, odiroi dincutinio trm uma lo» Um» boca atí duíi» de liçjo.
n'° '«»«l o» |uiiio» de mural d'uma appli» A* minha» liçV» Irruirln mal» qu«r tudo
rtifâo quotidiana ! iao ui» lypo id»nl tnbre ai «Iriitde» dnmr»tiV4i* «to homem , c
oâo rralúatcl! liu jul^o que oJU>, c fuodo> •obre os conbecimcnl'/» tnai» necctiario» X *i-
Cl
da, wodo 04 aphoritmot liraJo» liot mclbo- cnl « não mrno» «nirioi «lo que lojra-
'*» otwluir». • «»! Sim a |taM» d'c*4Ímul<» uui prutcolrt « pu>
° n»opt« do c«miaftM> qu<? principiarei ru a iiaiiai;iVo, o rtrmplo ita prtla l.«m« ,
a prro.ir.r «pe.*, |«*.«, „ y. li*/'... »u« c da» Kiikiia» da ohle da Sr.* |). Mnria I *,
NtUa «• plidiímh,<,,*■„ «WdriaçAo «.nlun-Jc- o í«>frac*te uma cmtiidaf parn qae a Cu>»
rcmpodeu, » j»*, uucm»i.*r.tt.c. di» I)•"•>« w rotiwr vo «>in a d«»ida ibcrwin "
**aid». • V. E\." aedo,
- ^anluiíH»»
m''V*"* JlwMa» ilu Comtni»- bm# piínrct.i ooolspci ru, digna dotnai«>i
•« da A,)lo Jo Mcn j.<|. |mIií» iun tiiludca, qw« muito K
Lft*M 4 dt S»tw iHt uptMa , linrj(MÍo |«c »ua» própria» m]»<,
(r« de I84íi, Edvartlo ,VopoU&o bilro. '• mandando la«tar |Mtr tua* dama», e »cn-
f.tlat, ««lina» paia itagikit, Íiuntím , to*
dr ralur», «*lc., paru «lilTcfrutr» Ijrirjaa d*
C onvitf ás UniuiiN. PoltWfal» que prr(i»a»am d'mai alfaiai
í)*lu pnncria rra u Si." I>. Marin lienv»
nof ,V
,,a
d«vkk*aceio, dicla.
pcm a I lure» ,Uí !**„„ IVu.pUn,q«i«
.. w, alf.i.,,,
oharrta
Al»! quer»lr» p«rmp)o« tãoU-tn digao» dr
que „,xrm „„ CMiirt aUKu.lO ^ aaciiflil.,»,
imllai-»r, dm> ri ptlm priimm, ma» pc-
"'^'o P"f* q«te muilo *e dctrriu ,.||».,r ; Int •«■nlvot.l» d««ola* de qualquer cla»»c!
% o mato» d«*lc,*o à
Haja uma quo Ictunic o grilo, r ioda»,
e»te re.p*m>, d* pai te de 7„„,, pUj ilMwin. po* rrtlo, Illa il« acudir. hUlamo* no Irmpu
do» f>ron*ncivmn\to*, o porque abt harera
I- muno |«i« Lmeaiar, „oe, ^ |t,MO um, «m favoi do» aliarr» raaio»!
que »e prepjr.un «o«n o |uw> o «.
L'm Co tKnlieo.
r'°>" P«Mu» e haUlaç&e. do* grande»
' V rom'«'la que o. allarr» do Se-
lado ileLVudZ U"* *"al*<,w'w» ultimo (»•
boi,, |Klfi ' «f t«" M»a Ur LI»- ( Cemlhmdfêo.)
"i- d.
klta de nek» nrie, ' » * uvut^io tm> raiNtiao mt»tkbio.
«»»» qu* a« M r«! |K>brr,,i"" „jlla d> * f w
"
0 rojj,lt .Mudei com eITcilo u cnioha rti»klenria lem-
d
UUin.,. e " " " rcj-ciu» «o Culto poiaria d«» Faraúi), para a cainha rhuujKin*
jí<* *!* *' da K»lrillat *já r>X> de»i»tía «u «loempenlio
c«>nir,m, («,r .d<run» T.rn 101 *" T •*«"' de ir a Chella» w a minha ooia amiga:
•Hala. ''"P *» nà<> me M pi»f«M>, que no dia 8 <t" A(fo»io,
cm que por nativo Mumc w íut cm Cltel-
D
- «A b»»i. lu» uma «dlemnn pr<»i»»ão do* Santoa Mn»-
««, qu„ «bMW.au Ut- lyre»t trio nmiitln ernada lo^a ao amanhe-
Auiru, SlTdÍL **"'■ ^ aUt>UM * cer aonaociafmv a »t»ita de uma Senhora,
»í O h.u»..* i ! P"^41 tiralm tomado * ve*tidn d» piem, com dói* nmlnn*. Corria
de accio rftl' fUK'i,du íiM.ili/at o ihmUo cila!.. Lm recipKa» abraço, um lrae*porie
' <»w »e m Ii|c,,w„ ■ ..lio de «erdadeiri» jubilo c*|*iiriiu a igualdade d«
a» i. «Ilu. d.M > ' V*f C r,"rr mina» adeiíjôe*!
uo«.iri «..CM •° u,,
u:,r Hi ,% o,
^,0rpc" — Será fMMiivel que eu (eaha uma ami-
,..i i l»o,"r, lir»le |jn .' di»en infeliz Irmini», derramandorau»-
«•dijwi ."j " , «ju«ln<ln poi muilat t*alio-
»»» , « »Uu«. r.u iulr0% Ua MMk «.JU ró,. |n» lagrima», eunindo*ia«' a<>«eu peilo, cu-
ja «i>i»d apiíaçàuniunifetiaii ahutritcl lor-
I da» Mina. e vru i,o»ào rnrotn que ello «ikerra»a !
á Ujft
o c«o£> deq,.,- — Sim, dr rrrio a enronlrnrá em mim!
al B M
T" * U «>">Í0»» ««íla, CO.B — irtpondi, cooduiirtdo-n o almoçar cumi-
é. 0 *M|W« o« MUI otrmcirui. P»} arm cónicatl que ntr de(*a»«» aquelh:
' "Y 1k.> «|u«in imilo o arlw da dia. A» rrean^a» furam po»»*Br com a crea-
»« cl,«n« / lutiimr' Kuma
''rutnrio
no»«**cruada.
•♦«bofa, i»®,, «ji. dn, k nó* Acamo» a ma*er»ar, Ao pat»nr u-
da nu».
ina «ala da qual k a»i«iu»a a rata «oliiarta
,uw uUu Jo
» » dr onJe <>uti raatnr a my»t«'rín*a ran^ilo noctur-
vida dm J.'**•»
v,tt í-'- ^ """me a d«- na, di»w m ■ Irminla: — Vè aquella co»*-
r*M iwnw itnpliot de Putiu- nha f.» c pooiica...
02
— l^aelica, rrtpondeu Irmin.a tVtCorar»- aiaila !.. Eu o tia... eu o polia amar tem
do!.. Como!.. remortu* I., Eu o ama»a!.. ali! «im !.. eu
— TttUmuiltrí nlií um cato que muito nnloiaii!.. De impro»ÍH> uni raiodetfe«hou
dricmt me inwiwr.t»!.. «ohre a minhn ír* nte, » o meu ooraçio!..
— AII»laru «lia rttrcmewmlo... quan- feeiu-me redutiu a cinnit t<>da* at miahaa
vk>.'.. o que «itt!., etperan^aa!..
— Uma jorwti Senhora drrrnmando hat- O acaao m« írr tnb*r que te diria que el*
laalet lagrima*, «ma noite, d apoia <ia m«in lo amava outra! Sc anvou, eootocreto, mi-
notle, (mquo 'U tinha derata de uma* mi- nha boa amign , pójv julgar d» eflvilo que
nha* parenta» que nttittiuci á Uum. eitit ao*a produziu em mim!.. INtremeci!..
— (Vaktnha! e Iodaria ai» acreditei L. Parewil-me ter u-
— Nâo, «si ft(|Uíl ijrtdp Inço etiiman- rna dat muilat iatroçiVt d'aquclle« que te
do-a, porque em Infeliz!.. Salina tanto, t <ll<nrtem fallaado «ia» peMoat que mrllM »e
incito temia quanto dritim ti'i mim tittin coaipixtam; aquelln Jovro linha uma coo-
q«M dlâeoUxiu coo» Bimira 41 mai» trntitnrn- ducta etoelleott.'; a inveja prrteguil-o-ía.
tal J ( qw eu , o «««-revi ; •• do ai- I)iat »» puxaram, r na» minlia» Iritlet
tffB • a a • (imhIíIíçJw, em borat em q«M tolo* ilnran-
ltr|wií 1» tm«« i ma» ido «m|iuJi> acilbw, »a«um , « que tó a mínlia I4r velava, óqua
que Irminia «uflocudii em lagrimai lao^oj^w ou«iu aquellet ver«o«!.. Quem me diria qut
HO fnru pMfnçi, e etcLimou n'um deterto *6 íreqocotado «lo* muchoa, e
— Por ittu D(ra m'( depnr.ni|tort»in dat rvuju , é noite , r am hora» Ian, rne
roeu coração n amou tanto"... K* « Senhora ourirta uma penas qu" um anno depoi» ha-
«lo meu fitai KffoJu!., Ma* ali! nuora m<i via M-r nualca d«*p>MÍtorla domeu «enredo!..
pergunte o «eu nome!.. c um mviterio qu« — D»» teu tegrrdo n&»; da melada «lo «eu
jurei Irvur á tepuliura ! »«Tfre.io, lhe tornei. Irrninia tutpimu, e me
— Socegue, minha querida arnica, que ditte :
tilo o eilgirei. — O «eu tmnr !., tim... o v«i iy>m« è tu-
ttuidri ile a ditlrahir, liranJo-a tia janel- do... ma» etií nunoa^. iKr» ao* áelt'" o li-
Ifl, e «ieaccndo com cila »•» quintal. nho dito com rer#i.> da qo« o repitam !.. N£n
Cu#luu*«ve que tendo »nto um jrnen dai éum nnrfne rrimiiW)<io, hem *ei; ma* eu nA<>
mait bellat qualidade* morae*, o *••« roeu- p>M*o proferilo!,. NAo devo!..
çAo te wniici Mptiiar povoo a pouco prlat ( <l**/l»n««.)
viiiodrH •l'a4|u(lLu alma que I)«h hntin tir> 1) A. G. /'«uifli.
mndii tio pura, mm não para rllaQm*
utlend«ado ao wu cita lo de «luva uinlu ro-
ceott», • mc«mo prond>*ndo.a certa* cott*id«i- Revldla dr I.UItoa.
rtiçCct prupriii» da digaidode «to not*o attt, Já uma v*r nchei matéria h*»tante para
e*íofÇi«u |«m «multar iui íórmat <la uma foter a hiilnrí^ «la «emana. I.ut»*a ni.» «iev»-
ainecra urnirade a puiiòu que a mu pejar a ria ettar o^nMantemente em rao>i'>rti; o ea-
1Jnm1n.ua: que ll»r jtar.via conhecer n.iqael- tado em que ettava era a*«utti»dor , pte**a-
1« intrrewantr j.nen uma mima particular RÍa»n finn l» cata«ir>»t'hr , parwia |tereu/wi«
P»r cila; mm riòo atuo*. Se o tiiMM qu*>m ile horrível lemprttade. O nerrnln^o <tn ripi
lhe impediria o declarais! a «lie. ..um tvmifui d'A «<■*!«► tlcu mate a e»ta intultii quadra lâo
a quem 11*0 « d*«airo*o, rumo ó a uma Se- iutipida comoel|e. Omri d«Srteinl»io, que
ul»jí.i, o dar a Ci.nl».*,, <|a« ama, uniu» de viu at barhat do vivinho a arderem , p>r at
r com cr Hera «|ue • anuídae ainda at- •uat d» m.Mho O movimento |i-m *idn in-
aim Mu .Jk qu« |i»lo nccullitr ao meão* tne- crível, extraordinário, bur|e»«.-o quanto pôde
tpJe do amor qu.» luer porqualquer homem ! »rt*.
— A"* miai, Itii» (ii*M eu, o nnoM a- <> camelo e o elefante t&i por ioda a par-
mor quando ó verdadeiro infunde etlu irrrwt- te o nhjertu dat m^i< t jriat di»eut*.*«-« • at pl-
luçio pelo Irnrvw de uri «W,pr«*xo... pelaidla (xiin*, «omc.in- iucqura nlo Uie firam alrar.
ila «r m;.l inl»|«ftA.li> o «eu tentiinenlo... O primeit.i «l'e*tet nnimnet deligiHc conta-
c ala t>wquo o Iw.racm quanto mai« ama ir- minar ;»»lat t.ió\t demoeratica*, afdi(;itt-*e
mã Senhora, mui» 11 «abe mptitir, com a lembrando «io que o palco em tuoe»ior
— Oh 1 replu«>u irraiola, teawin tira!.. 1 á plakSa, enfatnoo-*e dat honra* a qa« o «1-
ma» aio],. Eu titia felia, nutria-lo a li«oo- aham elevanlo, r attenioa <]e *( pura *1 que
gtnra e»p«tanrja d<t um futuro incerto e d>lo- devia teguir o» ova».""»•*» ... IVm-Tcríi! i
»o!.. hu o «la-., ru não era areada, peln nr. tnliou por tni<« a oirheilra no llw.itro d» I).
nu» aã o »nh«a k u crn f e podia W)i<ijr «èl-o Marin, qwtirwi, riimprou, a vaio confm-
63
urnitar com o» etfwetadont, que- <Ji«fru< lu- ciu« publico» do» alamno». Falrrrno* por a~
»am a tuia dodi«ru>. K.,e qo<- qui. fura que »<_• ilrauraI'aia que ctla a
porecru indiferente, Uiirm-q<* M-r un> pr.»- lir a» Rargiilht<dnt.' Ah! já mu , c por «er
le«to ».>U<mo« doaniinal cobIm. a iir.uoouõa <»mi» illutmriflçA.» rkluiila, e nlViUHo»
«lo clr|»hanle ilw Mr. Chufln, que m? pfrpari»- lio * ineu amíju, que te Um ha de iam, te
;» f"'»1' «**" um dia ao |\s„. «mo d« iuU-> nctla Irrra c liliputiano? A ealrada pa-
*»<Ha dezoci... Fotte qúal o rece mji» própria do Circo da rua do V igif
owti»* 00 pronunciamento d.» animal, Kf- rki do que doContertnlorio; mat catre , »u-
tiu »íe c,«»r»]i0 ^/frm|>lo a.Salomfc>; ,,ue aio» puia a Mila. Hollu que qurr Juri nu
i-ontinua a Kr applaudi<|o, <» tnuoer»do ww gargalhndaCuidava ir pura o mIíu « rn*
alma arm<o0^,lwl, |V,n ^^ ^ cuniru-*« a'um corredor.' Teoba pacioncúi,
1
•'* pequena» íulla», tr.rrrxr rlofio. QuarxJ" « uietbur i»io do que nada* Caiu qu< »c tal
«.«Il-o mc(r«imi-nui nioiUr»*, ta»ia«a upa* eml.rfii,' Quem llw lalliou ! Niiu k nrnii-
'* ^ a Sr." Sj||«r |mra o tornar recuen- dalirc r o Sr. Seixa» em brincando; nquillo
meridutcl lolgarin» tempre qu. omiti*» na nào « (Mque eltc wrja ^lourim, t/urr pare-
appUuto, raihu.iuttico*, c .JUU»i pbrrnnicu» cti-o. ivempre if retiru ! Ft< mal ; ao urout
qm? npiounrumt.nf liUrulimm o» ««.nia- ouç« olitmoo, quando chrjrarvtii Sun» Mb-
dorr» a t"<r 1:1 profanada f ,. 4 m4i afll(tUf grtiade». H rnlà >Foi-ir o mru amigo, o
que wni«t o.» intima a m*it ciurl do» luctu» fxjuri ru bi.
que pô.ir wJíu» o.uraçào da mulher. K* «ni»- |Vj«» bem, «rinpre «:>u«i diler qac por cau-
ler M, una .uri,k uSr a SolUr>
ta d'»n alho *e não dr»OMincba urna ulbadu.
li» Corno riu «rotr , e «|p<|r»lr*« d'«qu«IU> Dirri, tem dialogar, o mui» que ti e ou«t.
mnrto^ par* prvdurir oeflelio que ptoJoi.
Filtraram a Itainha, oHrt, o 1'riecip# Kcal,
• '• . ler a»ni m p>-ido ivo eaaggrrado • o hr. Infanta D. Luil, (toivm btmno »i»-
datpauíW-.. qUe cwi»ett.m .,8tlOT ^ momo
"«m t- limita a repelir u» experMfi,., du poe- lel-o! C-oroc^aram lago o» etccrícia». Ouv«r-
lure, qual hi»huia.* ICm geral tudo corre»
U» d«.^^.ka,j,k daH-nlimMIo, q£ & muiio brin, roctk t o que iwm mal. Ura
«*•«!«. Pan*. !„«,},„t rala r»iu Ujuila, dirá agora alguém í Sim ,
Tt.TlLZ^.T
a Sr.'; o tolo Ue tioloocello fvi «tf>aio como u-
*' * edar t„I A*nalatr». ina norlada , • parntihtot até que cosi al-
•jUi . hcp„ a 0 rtpM-udo, di,|ralii-
guo» «uliinhtM, p*>a Ibc» não chamar »allo4
mi> rn crl moitac». A jvJirta para corotla de ckatrt,
l íSTETtfc
, . . l' • *- K®
' -ollcr nàudetiaervcr mi Tem- (ria, e detetniabida como um moaologo da
Sr.* Talatai. O» curo» borritei», c djtaooan-
lr* cvmu mutira do* car» **» DO taberna du
11 -1, * °*»i" acirim. S. Ví.mrl. Ma» em («ai|Wti4iÇÍo dcleilou-
n<M a ('€>tuit /-anlom fmrti rum#, pela me-
Ji"ítrt 'W'i
uma tikal * . CwO»Cf»e em niua Njuw c Olitcira; entnu»iai»iaou-m» a
ti«,í.'! * «uiu». «W ^«■iiniu — OU I- liei niwri, p« la «rmina
l*. A. I'. I.i*t«a; U-n «orno a aceaa , aaria
tt 3TlrCMOC,UlÍtt><» ' « Oa leUxn ZZ I" r/tui gwrtrt tfnor ratnmla — pela me-
au« Oerrtw* com Orph<^«, nina hiltu li.ilk. O hr. Svcomenho tinu-
«luiiiíi/. a
* «ua«, arraiiam «(>6. «1 lou t piimamrotd um h4o de tlaula, trinta
T ~ni« q«c
« o scnio
,Pn uUi
«'" ,.■»»apra^iu.
« «•Bi|!lUvÍ4lB Koaukic
; Xabl<<««, mil tete» rnai* Uwiiu do que o apprllido do
c*eculante. U Sr. Hugrairj J«m .Maiooi ot>-
K.T ! 'UMir ,Ja i-4m i»ve um triiimpho no piano; « o Sr. Li»bo«
^f
»«c° «1«»0r
U
,Y 4i Io"—réomu-
U». l>'^U , , Um «r,n caniço u-mpr» ma mimo, e e*pi«»*ilo. Kra
;opu 0 WIB
• w* Kuotikl, punem ,K>pu|«, „ muliiuli- mui» de tocia noite quandu »e lerminoram o»
cr 'Uliitlui. S. IH. Ei-|(ei, que uoiu deterá»
» r. um tlttlutao qutf jxteurne M nuii lo.
« prolege a» arir» , nào t& neetlou ioda a i»t-
*° npbitarmonica
in?i* lutntnUH. K urna ^°^° tetOpLP,cmcilico
mi- leo^ao á» Uitcrta» prç^» «ie muiiea , torno
a un« |, aj„ M> «uIvUj qUr 4 uma coumi entendedor qur ét mu* coatrrtou amigatel-
_ "ipilaute ou di-x-aiaUda; Icm n nit era- meotu com o» l'iu(im;ir<, c Alu*1*0»! *»ni-
* a coniinuarrm , • daptfcou-lba do teu
o-.e 1! °1«,Prf«iin" ^ »ioloi»e*l!o, boNinho o* premio». O Sr, I). 1'croundo em
a tuiiMinlMÍo p^cmioH!!!! lodoi o» acto» da tua «Hia publica tal c*da
ciM.al0^1?4 twu l""»4P°rUí olcilur ao dia grnngvando «ota» »jrm|>aihiu». 1'or mim
Uicic » t**na"cllc
% i uci4
">"»; Ml" 1 ruBÍnoHi, raiai* oà«» w# realitta, nem »'•»
11 |kaí«oma ir »er«'rn
v% um bi-
cxcrcU litoogear o» Krii. O jury , que adjudkett o*
G't
premio*, terminou a tua votaçilo tnuíio lar. e que nl» no* drititnm ouvir, nada «lo Dra-
«ir; cuatia-not que r»ti*eram durmmdo, e ma, teaào m pbliniM, qutt 6irum ba»ianle«.
<)IK hnram ailinií6uiçiu mrMt olremuuliif A rllca detrm t» leitor?* o eu bio Ilif con-
do». Volbii-lb* ml«tin:uaiUiifitt lijut., tar o qu« lá ouvi, pn<!|ui> aó evculava a
iia«iantoa-lbe dirrr qualm cw«». BmU <1* lupíiiet qun ^>rra«u rumo <J< qualro birti do
Cuotrrvaioiio, «••ia»o. n'«ima quadra rm Chufatia d'IÚ-l(ri. Vou trr, a fair* da lla-
qce « prtigoa» íulliir oqu« »c riiinnir. A in- leui , que começou lXminp ■
lelligtflri* «tieejtiulo »ni«i'l<nr<ntn ao poder Fr. sintutaÒL}.
da força, r como a* n«Vi riàu farem wifni,
• i r»cri^tor lein de largar a patina c empu-
ohar o cw«lo uu a |um rrt«l««r a* Drclaramo» que o^lpado a iatianciat d»
qursi.V». Maldito exemplo que o ndrii Ale» |tfi«oat que MnrrKrm muilarvutideração,
xaodre. L' m (ulkíltnitlA rtpiruuoao, o um por> caOMtaiiwot quo Fr. Anatlacio pa»»a«vr «tia
la de mrrrcirocnl» >J<*rani rtpectnctilo ao pút»li- •rinanu um lauto idem do nvinlo qu« Ir mo*
co#"* liítcrljtiiu , iii« límancipii- mana-lo ã tua rcti»U. Conh«ciHno* qg« a»
çào; pareciam doa» peixeira» d* língua b«tn optaiwc* tio livre*, a livrr* ilnnn atiMiiíot*
ithadii a jognrem ol)>urjaiuriii» irrg mhocui. lar-w, mu, quaado Irala da toutar , ou
DocoBiixucraaww »t>lcn>Qemcnle, o no ra- ciitior, etliaiaiiio* quu ««lc joroul vitluiin.
bo <lcMtnir.nn-»" O dur||.» fui rm lofur pró- Kua, untrt por deoviuiMjo indul^role, «io
prio, «o Allo de S. Joio; pouco iuowniao. qu« tíVcro. O qomi artigo de fundo oimpro-
do daria o qu«i fjcinte («riu» eutla*. IV.rain »a <•*!» »ddad«, i|ilTrrl»|ii laalo da liiiiala
uão houvo miiitir, Acuo *6 oSr. Ull»i Co«. tl« l'*r. \n.t»Ucio, quanta o <>>raÇfV> <ia mu-
lho (Ixnlc da 1' i 'yt<iíuiiCdt) (rnJiij o Sr. 1'p. Ibrr dilTt-u do coração tio bonicm !.. l'or (al-
frita ibLanbi) (Otpalo<fvJ ( niltti loyp> que ta de ttpaç» não vão poetia alguma oi*»le
viu o tangue do k-u rival. Serio, aerio , *• no w^uinlo raparuiumo* etla faliu det-
por c»Ut uiiMt haverá mnii íittiluiaiLe rm rulpatal, por lta(rrni<M (Krfarido uttumpto*
entrar o um |Mj*tiliulo do que cm Irr certo* dcpublicA utilidade. CoaiaiMo* com aioduW
j.xnar». A ijnprrtua »iii-»e convertendo rm gracia do nuito» luilorei.
uma «cotiBacpMiueroai; para «lia 6 qui» ni*
qurtiiimo» quuiciilenat, • rordòo» maiuiio*.
Kltijn-umniK.
I ma iaoocente utuaiiM mor toa, iu pou-
cm Ji»«, aa IijtU tio llotpital, lirtima «1« Minh.i divl*a ê «Jo rrrr
uma bilnca»Wiia. Trepou  U«da >U< um po- IC>n rnnit iirnliua» MinKti'ri<M ;
ço, failOudlte o equilíbrio, rahili , e miirrru. *lu« ficar *rmpr« brm firme
O» ilifjii » i«m etlado miiilu cuiiriiiiiijgi ^ Lht fé no» unto* .M v«trno»:
no Ihciiio li, >\|aria o buonficio do A»v-
lo de Mendioda Jo tMí nmii cancarrearia im- Já d'i«lo ntnjpir*n me tini,
n>eo»n; Koaltki ca tl tutu «moo u audiUwk», e K-ja mal, <m trja bem ?
contribuiu tem duvida para que citai» uma )'or minSa íí, a»»iro juro
vm ut lagrima» Jm da.valido* »e coavrri».*. Par* lodo o tempre . Amin,
tern cm um livmao iU jutnlo. T*ta lainbrm Al. f. d.
Ioga» t», Uomiiiffo, na Pr.iça du Campo de Htthttaníe da /'rortricin do fíonro.
Aim« , tiitia roriida do lourot a lirar»
licio <io Atyio; a.ttt4Í/am SS. M M., o Prin-
ti|«r, a m Infante*, • cuacorianou til nu- CHIBADA.
i"*""1» dijfin.no» qur o Rmio HW
c.rretpoud.u á rap«i.,ii,a. A, corrida» da J.i tlvfl f/inrat <|« diitno, 1
louro» » uen divittièmrtilo iMiUiroj cumludo Já illiput de jjran li» wmim 2
a^radou-WH nlambmaça d«-o Mistificar dan- l^tiibei tnuilo» mon.ircliat t
d.^lli« ião util dusiiao. A Camara drtia ex- Fia a ^-taadcaa de It<jma.
piar o» coouiiMat |»T)iiitp» <jur tnacciona f.t-
t«hlo ravriter a bom do A«vlo alguma» »n». Pov uma Mcn'tno.
da», que |K*lrfMi liater t^m totamr, n«-m
<láíín uM.ide. l*io iincnoitulUava-a inait do
1W " padtàu ct|iJ|**<Jo qur maiiduu ncrriti ErptiwçS» rf/ii fVirjrfm do r»." nntrer/ltnU.
oo lopo «j(1 ncu; é uma oo»a Kimii<», mr- 1.* Lavadouro. — 2 * l>jbadoura.
i»ot ln»up|fc,ri4,»..J uai do que qualro
<al«irat l^j iaj.., t « r<n|Mirli|eiidu> qua n*s >» Tfr. o. X. Mitini,
cortaraai m>( i »iuia»io, »S.*la feira |u>t.idj , R*a ilw r«|Mlli»tM «>, t.» «aia,
STmaWBBO 29. 1819. NITIY1ERO 9-

t> n
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4tí « r«M/.

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* l»«,lc,<»rlu, f RrdarUrn — II. A. €•. Pnicst) '
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^ •• MMh. _ • »W<M» mm LmJ» <!<•> Sr». Martini, Ç*l«4a Ca a
* «" VJ«. l|.„í,u,.. A•(<••<• a.» l| J. r. I-.OA, .. 41Ú n.iát .c«..
|™r >uri |<i>_ Trímntrc «O. Viafttre
*raa«t>< 1K0. Ann»
Aitno IÍM.
Ií® A>»l» W HM<
• . »rrrt|M>n i'iH>n , r «nUn H M(l. wu Kwtltl»»», mm -» < >*r<M • • «i
*'»*»". l"«Vknfln Ultrrtihi . i»h>i« 4* Ktjmlaiul*. ;<*(*>. Aa*ía*M | T]
•1*35
1
* ««n.i^r»4»i a* ÍMm«« (MtljraUi » itn i IÍ»Im.
B-r irt fr

tia do rdllm. Coolén» a h!»lor(a do» amorr»


-D indo a devida preferencia a assum- do Conde ikRarrrllot, motivo que in<pitOU
uqwlli»» vi-ncruixlni
~ d
•«•ts líM,b,,e»a no»*n*
ofTereoer ul,l,d«de. n3o cm
lei torra jMidè*
o F X Xr«

m» »' ,Um,íro í®!cct<l#nto obra alçu- Rouitturr d<> Conde dc Unr-


pnr«M^«,Car n,uir,Uerar'»; I>or iuo re- relloM.
!
po«i«« nua * .r*»blíc«ndo nealc a« 1
! r.
^pori:t:z zi°r^d"™'
Uri» nnon eaibpHa "
Que «'I rH l)
e
£zrde *'* ***? * Xrr ~ Chamado por IVof,
tilii ctinh /' / "nl P^TíAHmfc o Arro Finado te batia;
«nSSlíiT* - •»■■•
(tom (Ími fae-umxUt. ) Por !«*»■> prdia
A Imi l»jhrl ,
mai» iw^fçoj Vrm0''! tIln
do» qu* A «anta Rainha,
'•» é «»m <Ju» Si " B,1u
" KUciata- l*or ««ia alma pife.
.1.*' F- Vd"M'o ^ Vur-
°b««WaVi» ,*«1?^ Tr,,1Mt" • «»* Tambroi rcraria
tid.i de lai,-,., '"'"f™»» ehUtoHcA» — »«%«»- Ma|(<v*i1o »«-»i ftlho, "
jru iti o Sr v" T " ,Uri|,,n
■l>plÍC*Í4o o«»e- O fri O- Affumo,
1
5®. ^unaa^o^ 7 ííí lí •'airependla
00
io d» fVJL.u «amado ( jrnon. i.
Da» cwifiit ímpia»,
r.rr \r r~ Com «jw R«v4Afa
IX> pai im tKtiniok»,
J «o quu.ro' T»l„|o ra«,,or d.». Por dia* e dia». '
I
J", ífffS1 -d-u Tnrrhcm o carpia '
A
— ?V h ! '"'"<***♦ *»Wi po«ia». Com grande (trrror ,
l
dJ.;. — Nlrt tWtW»ilam<» Com dftr mui pw>fuoda$'
,elor
«3ol ~ i>uWi- Qu« n almn frr»i»,
u.in LC? •/«*»«*'*>« U.t.m (M
qUe ,l r
• ximi.i, * " ^ Já drrnm A qili* )«r«*rf*
Maia1 br lia • «ai» moça;
•qu. o lin-júu li S.-n iitô «-hcf j»a
Jtathaiitc, que ó do Vtopiia la- A Inftmin Maria
66 <n: .PIRI
Que muito queria Que xmpre o lima
Por fillto pie tudo.
Ítaoik' liib<
MteáJ
^ WtttilíK I
«ia. 11} I'. unira o (neta ,
u
No tempo patiu.lo,
li a Deu» rogava Alfrfci muior,
Seu pai (iiitM L- o tinha a wu lailu.
liei lio kol:
K tupplirara !• njç.vn queria
Quv ■ r*iao <J«u« irmà.» **t criark»
De Portugal, Para ler drlla a úlha,
^yc tanto, nrr.nira, A lufunta Mutia.
De ben» larga tnene
UtraoUo^ do «,1. F o nuaif que havia
f).i 1 ufania nu peito
, Mui «je perto a «ta Ni\o pide calar,
O Ciqdo D, Podro: 1'oicm repetia: .
Ureia anDot toniua
A Ilií.inla Ala.i» S£ ti&u dri iilhl ,
P«ri"línu i|i«f.irc-,
Se rra J. mio., f
"i'ji ii'li- *JI lí.
,• '. Uu Sancha, <«u Marin.
Fugira o alegria Ma» tinha p>«éa
D<> tgitn do Conde: P«»r »u«t tx lir/i»
Ni-m p&Je replicai C"<>» uiaii lrov*dorci,
A dõ< qtf« «roli». tutu o 91 Que nu turi« »la.
•mini
F tanto io(Trcu, III.
Ataque um dia
L m Uiidu tolt >u , F. ji o queria
Q ja nio podia Por lanln lunuia,
Alui» trupp abafar H pro» «» d'afferto
A dòr que temia. A I afouta -Marin.
I'. ao* brado» ujaij Ma» certo,min dia
Tão temo», ijo meigo» , Do» PuQr» a p.rtu
Cadente» rimada», Kctraab» rmitiio
Que bera «v a^i, Da» anda» deicia.
Quit tal poe»ia O qun pretendia
Ti«» nobre e ««atida, lVjjunlam ancião»
O i fun*J«> lá d'ulma Da curte o» Senhor*-*
Natccr-ibe Otm«. De tnoit galbaidia:
K quanto diii* L' m v5 o uUa.....
Ao k-ii C'«aooaei(o
NinfUim ll»*«> dit»eia,
X a ella cantando , Ma» MU nxi^ito
Taml-m trummittin: Múu grudo o pteiia...
K Buim iltKibiit
A dií qtra tcaúa.
Salici» qu«m ter ta •'
O amante da Infanta,
D. Pedro 6 o amante, Que nelU pe«»a»a
A qurtn o condado D«r auitv e d« dia.
Da forte Barcellot
Ftoa ante» doado DV) r«i de CuMcIla
tf. E" o lai enviudo,
Po» «eu pai c rei, Que a idIo da Iufania
Dinii o finado, Pedir vem bum grado-

Nfl
fl*
Ninguém ainJt o ditto E já o bom irt f ..s -T
E O W«J« , COttadu D» lai deacnaÍM, „ , ,f «
Dtimalt j* o *ub<,
lí, nU lacerado. • i • . • a- <|
E a cila o dúfa ; ,««
Al at ella ncjrava ,
Jí «*>«!« tndatia, Que ao peoprin marido
ficou bó ul K úlretia,
QujikJo rllu Ifcít Oitte % g.
Wuc cl rei cuntcolia. i »: HA. "* O * ''
E o relo cretoa ,
Ate que a raiohn
ij<» harbtrii Ao Coade r«i má hora /
A»»ia» dui« am.intr» At»im releria. ,
^«IMrat tào arm, V (*Ç
^•wl »ort« ímpia 1 !• / li 'I m H
» A miro, a porfia i
Coorem termionr;
O Cgtide carpia Ji tiVlet que Aloato |
Soo mal, « cborata D« nót «ietouaúa. *
Ao ter BU1M tr/tu«
«» i »\i«* i iit H'(f
l"»« <jade partia;
«•MÇf E quem o diria i
t t /I O lei qi|« incvtatUale
Mat nad* tilii
A litnquílliitlK>: HWJ I)a bella minha
Nero cato fatia.
Cantado d'uuw-acia
Ao rciao rui tia.
96 O divertia
lveuaoe de (Sutmlo,
IV. Que o «eu roraoio VÍ
K «III ta 14 Iioubata a JUaria. .•I
A* faia our-M
^•wlJDt AI.,n»ot A pobre qoo ia
U o* ao»terf«. Ao pai, n coirrr ,
Motlrar ramo no etpoeo i, .
Soccorro» devia! it
Jf*1' 'H' n *vnia '.I .li* Miul un. )
No teu |4l|«riem ,
V. . !
h UlW "co» j<l«te»
®«i» louçiutio. /' E O Coode prtnia . i
E te- dn»p^](A t Ao ter qu« apaitar-K>;
Mu er« obrifatio.«.«
\}*l%4* J « bwàftJo . , , li já a aio «ta.
* lumn e «.« beui .
lamU» cboraflo.
r. IV* mar recolhia
A* teria oaul:
Unia m(Tria E a MU rainha
lul Ji, j,. a ^ ^
tjuc tal ficaria!
8j»
r •**•> » CatWlU '
«'«m Kracilrú,.
Ao cooiento «He tal • i
Kj* M> Píl,jn Morrer de Tarouca,
Correndo a ra,0|lo- Que o mundo habitar,
Já tnaít nilu podia.
K « • i*52, •
« *tu tt Faria;

De aoii« it de dia
íl"'* terrat
Mtit *" trr|wl . . " ' Trotava pentaado,
4
Té ter a «Vfiotía; Alá que morreu , I m !
Na Infaaia Maria. 19 u<J
»"• Ia no alrucre
^ queai aitiit qticria. 1,- .fntiT
.N em mrtmo «qttecta tf » /»»'4
f IH } • ^lu» No «eu trttamento, r ' , • •
A? ,,{,r" "
A I xtf.l Wti« i|aaodo fci morto I
'« fa.faUpa; J «•fel l 9 l 1'nr uiide *1abcia^ iu. m»A
9 •
68
F. Bf«u M lia ! Fo**« eterno o leu reinado
» A» minha* canligai Noila ntaigte, bení^ie-ja
WlO ao rvj n|icno Mn* aida manha* a e.trHla
Di bcllu Maria. » No ckuki huritcxita alveja ! 1
I 041 IfiK
Mm já não *i»ia O Sol tnurdtou linda* (1 *«r« ;
Kl icl de Cattella, A Noile u *Ma lhe* «teu 1
Que 6 morto dn p«»te Também o..» pranto* da Aurora
Tio «liai ka«ii. lima saudwk *« ergueu!...
Vhiva partia • D. A. G. FuiicA.
A |jol>fp rainha.
K cm Portugal 90 de Stltmbro <te IBtO.
Também tuocumbáa.
9 «®aj ÍHIlIl fy t
£ o conto diiin A iihk olhos |iaril«K.
Que *6 |M tBMtn
lVHetpaoha fugira , D«H' o iw m« rpH olho* iSobelto»,
E o pai a nli> quVia... Lindo» olbo» que o eco me nlo deu:
K cila morria! Ueu-le ur.-.ç;* t>. « olho» mim»»**,
arfai»* r.flaif Hl Deu-l«.* um fu»to di Aferente do mru.
A* mndi i*a« do louro riWlla
A \oi(r. Lindo* olhu* te fui relutir,
, oí.r*«*»í' ,.U ti wl E «Jctrji x «dento* iF/imnr,
Noite nmigtt, *em *rtena Fai lio peito raortil opargir.
K«ie« campua atútaar L;
\Vm cora lua nmcoa hri*a Soledade, leu nnrnc «uavo
Minha mente refretou»! Suavita mju jwilo na dV,
« , H..'; i-. H na «acate moflna retraia*
Com leu orvalho alimenta* ' De leu* olbo» for mo) ci a cõr.
]'.»««» pinai» inooct-tile* ;
Com lua* tombra* (xoaJn Que m'ira|Mita nio «rrem catlanbn*
Minha» lagrima* ardente*! Nem imagem do wo estreitado
Sa o* leu* uikm *£o pard*** 1 omite*;
Silencio mv»icrio>j L me deixaram o peito «citado!..
Quanto e* gr alo *u inf.-lir I
K*a a iiMjrn de um futuro Lida brinca a ledire era teu* latiio»,
Que o termo a *eu mal predú Ledo amor em mru peito *e crta,
F. o* teu» olho» tio lindo», tio meigo»
Noite amiga, 4» a tnb'rana Nilo »e movem a dnr-me alegria f
Que or* tiute* dá* liberdade;
Qu«» o» queixumes «oltar deiía* Só a ti cila» trora» firera
A* opprimida liumaaidiaJe!
A li Deu* «'«'relia d'a «irora ,
Ma* o fip> lethal d«» meu peito
Tu lbe* franquia* benigna Lm volver de leu* olho* o minora-
Ki*re o etpnçu A »<.„ clamor;
Tu rali* o» teu* «egredo* ,
Seu» tuipitiM, *ua dwr! /!. 3f. Ca Hat Attklc.

Protegendo o* desgraçado» ,
S>upÒM* « vcntuiuei*,
Km ledo* ditertimentr»,
Ou em aooboa (raiuroml ( GtmfiaMtflfáo.)
Km teu icio adormecido* Tentei nfa*tar Irmina d'aqtirl|r »ilin, e
t >• 4rbo* da wliiltu , da» fcunliiç.V* (|«n tunto a ufiUfijin. IV-
Drtpcitim de quando cm quando guei-lhe rnt uma da* màii*; e*ta*n tremula,
Au» gemido* da afúícçào! « de gálo!.. Pedl-lbc que ickium paia muia
69
tarde a tHtu. narraçio, a «na dir era irui — Nfto pomo duvidar!.. diiía a iritte iaf-
(«rente, o niii lijtrinj |0<|U, tl)fiu «...iu, facwl» pui lagrimai.
O kin^M M («-rija. «lo MU rui (trio, <iuc Conheci que era Ímpo**ivrl di«traíl-a na
0 tempo c n mtio waariam... Ivttrrlla. I)>*tjr a m«l(iip<iii q\ie *x ettuia ,
~ ln>|N**»r|!.. rllit— ilé ullti noite, m«i |uiihm i* modtm lem
tnrl... Oh l nem o tempo, Drm u ra*à««..
•O (| Bliwl» , rllu qwífr, para n *»Ib, dn >)i»l tin a «un
antiga mui; « irui ollioi a ob»eria»utn cum
,0rtr
~ }1 tirntr
pnra *" °* Mia id^iima couta
lembronç» no. puoo,
..
; lu, iotm-í. iniimn taudnde!.,
I'nliu.m« que n traiMui p->rtu, * q«c fo»-
«rr Tu,,c*'- MrU iw... ,\ o>i«4fu »e r^iar coo» rlla unt di** um Chrllm; poi»
1 ' "miuh.i r*8'* apura
li dlr; " minhat>*Jo*
*nud«do tequin. eu Um «abi* o moiiio porque rlla *6 a íur-
w n-nii- lo x>(ilia iciiltile. — iid, dina rlla, quatc
h . o« irui «ou* tratem a minta nlma elle «nnbcf qiw cu «lou um Liitrn, toará
JoM>, qttt, petdli ,jU(. ||(tll|;fl|. a «ii-roc: Ignorn w m--«j« Miiimralot, ou
li I * O*e»fo«ço» não po»«» «■•qihxvr .. ma* não lhe eofthere toda n e*ten*â/>; e elle pa-
«anil*®, o»,. Jrmbrar *em «ri»-!.. redt coiKÍdrrer-in« muito; t*« ai I.. |»n|»-
âmu
tt.T~J;"
m0
"'ahcontradirão
fvir «cr 'uina ',raí!- "!*•«•
! S«a rllr
Irminia,
ó co- •ia ri tèl>a vrrn me triur!.. wm morrer!..
Vendo a jota que ru pcrJi, o «>utr* j»«»ur!
dVllJí*' a JJ
"' ' Mrf
" f,i,nc mio!.. rMa prova c lctri>el! í nperíar a«
i»ml»«« força*!.. I)ri ta-me, rm quanto po*-
coir. s n 6
'r 'co tiao •r***
com tudo
m e
^i»»com
li. ,o ;>iaa|.o "'w 0
;•
o I.rdor w, conter* ar o mro nome tem mancha. A
o.m n.i,, ■ • minha iritteia trm deacutpa; o mundo •»- --
te amor ° aitítl'Ctar/»da reprova m- i*n4c-a |>oe oolro modo... chorar a prrda de
- hntrndr»... i raudo!.. K n.V. o mUi! um marido, ainda que fo«te inãu, r um»
tlrtihlr; rhorar a perdn de um nnanlr, ain-
coT,™1 T' mÍ,,ÍU
A|-n,..,n.- da que fotw um anju ( «eria uin crime!., b
dr mni«, rllo nJo mo prrtmm!.. lílle alo
mtni
uZ' - a*d.. mr ama!.. Seria o maior abatimento men-
trar pui» An por qurm n4x> *e i ia polia do
par* lo- meu amo* t porque tem cun«a£rado a outra
a o cu raraçifa», n toa irtUlrncia !..
vnru Era tio pungente n afOic^io de Irminin;
íZ"."L" r,u »•" i~ que eu metrna tralri de rvluata da C*trrl-
■ lu para aio mai» q*»*ali•
• wn* an)o! e qU
tornar; r »i„em
deoidl
mCU Jo,U
^- H-c»k.nunc, utten^ào a ella minliir a minha rMidencia.
lltula... lh« diMe I)l««*>ihe que, taenbem a «i»ta dV|ualle*
«iiio* me afAtjria , recorda mio perda* para
^ fr " J-lH-d^aõ^r^!0*0 COO,'DU*' mim a» mal* con»id«ro«*i*; • amba* formVt
Ia X" 'rf'?1" - «Ht^-Jíra» ; lomm po- Íirocurar ca*a*protimoaChellM. Achei um »
f..»n%a,„ r
. *? 1«*oto no.^ Wh.,, ■jk.it, e dei\aad» Irminia em *ua cata, fui
t.rorvlainl,, tod!^ a «jutUr rum o Mnborio a renda. Irminia nto
ic..
llw lambemi ,, minha * »imv»í
vi.la, ilcdiliii:
Oodiía*; titairi»
cimiri-
a ,*, J rompo- queria que pM*on alguma a *i**e, epor i**o
lumio ot wnit raini — .« ! / Eiwpa<
' ' «to era pottitel muiiumat junta*; no dia
|u«n meooi infc: ,T ii, j.\ wru» Infortúnio* que ella vinha patiar comigo dava eu ordem
Á criada de di*«*r a qurm me procurattr, que
t,.V. r" t,#t 'O) M nqu<-lla ui«- ru oáo rtUvu em cnwi!
i' 'a' I Vinrm in(r>tDu'-M< (Gmlimía.)
br.n; ru não alf,Vo a „ teu
m
" «>n*idrra,„,
Peitaria, ru Ibr |*mr,i,. dign. de.
,,ur iria d«m«nd-,r D. M. ('. Pu>uh.
»• mau «acta» tnínrm^V». Irm.nia mrrr,.
p-noru qg.. muito (t'ai,, ú minha«inpui.
**", maaqur «ria | «..fuador-lhemaU aclui. n r.iwRso pimmo o cniM.
,
Kt£?í "uand® 8 • »c«MK»nUi»do (CmIIU^I»)
lur \ c"' tn«ian«ia* <,v
qur«caUariam doami»-
f4 . "' " l"**"* H— lha itó- Pnuro tinha undado, * q«#»i que ia per-
qilrllc li* r"Ul' muílo dr pr.lo a- dendo a e»p«fuivç» (li* depurar cor» o dewi-
o«m ^r*'' 1*" "* M>>>to ^gwfadtirti. rquf nbi rido que lauto me intetM*ava , tal era o
* u incUnuÇuo que cltu lii« Uaiui. dorjo qn« cu tinha de mi útil, ou mht<
70
de encontrar alguém q«* Bi> *goi»mn <U mi- pr«HnV» atprrnt. No Am dar«r*<la no« aguar-
tibn dòl til/cr : rttit w Jli.» mal* do que dada ii M<al»i«a que nu» li,»»in aberto a p»«rii»,
••*i !. Fiaaluienie , é claridade de um relurn- qur «liindo-me a min, me guiou a ucn «|i»ar-
f-ag" <lii4Íag«i uma J.UH 11,1 , C um «ullo qtte que parecia »ú ler itdufritu, p.la «ua peque*
girnta ean fm», «ntn uma Jui; s nlli, ,!»•««• nrr , pata o dolorwo quadro qua o riubía.
cu a Margarida (>-«te rr» o QMM d*i minha Jú »èi, ine dituoraião rlla, que vniocom-
cwpu tilar ira) que ir Miiium agudo* grilo* d* meririn aqui nttauiníoa , ó xerdudr «(ue
ufflicçio, «Irtnandetno* o cauta, c (>&}<* »er ur lurta r>»ui a mo«ic, ma« cvm e«<i moita
que o cco no* raijaiH boje aqui , |>ura e*i- jov*l!a«cl, que mandnda iw l)eu«, nlolbr*
lar grande» criir.i',; (i|in«»ifi o |»n««n , c t»a- |KMÍé«no« oppJr oulru nr«i«irncia além doaL>«-
Uado u poria , o \ulio qur ru h.nia ileiiaa- to pranto, e nanai nrdrntM priTr». Nio li-
do, mu perguntou o que pc«t«'t»4{a *uft(A-»da »r (orça* pim indagar mali, á «lata do (Mi-
«m p<odI«: Vtkftot, Hrnbura, Ibe di»»c nei de dilr que m viTrietia a oicu* v.4Ihí», o
cu, alouro attutiiuio *e rommette nu »<mo porque o coruçlo parecia que me uno cuMa
caia, direi em que tnt piM«> *rr ptntutfl a» p**ilo, ru rne retira* »aii«friia nn i p*r-
Nada mr rctpoodcu, mm abiiu-mc mpIJ.i- mi>Uo que h• mc bavu dado de «uilar.
incuto a polia ; i».lu hm* *rgui»»u , r
•fcltu!|juo< nn lagrima» rvrlnmou , Ai! (Cont>n\nir-K-h<i,)
tí«r nribom! li ai «l*r mim, qw vu u-
|pl! WH *1**® ul»/i«no ou» «ai |treci|>iuir a D. /iHtcmxa L. Ca6ml dc Trivt Ponta
iww iiifíltíiiJj foiaptitio.' Quem tv» nv-
«egura que r>i<» ffji i«lo l«»j;r,i tic atg»in* tal-
leudurea que íu ubriguent aqui.' li*-Ibe» Ião
A IMKKUU 1IIISPHIUE.
I «*ie tiik».,. IVimi-aie , Muijtmiila, [CMtlui^ak]
v qu«- ninguém jantai* »e lembre de Jiicr-mr
que cu fura picencher «m detetr* qu« a Ke- I redrrico no ou «ir o qiu* o pae Ibe diria
ligiào |»t u<jrua, avuirnio comigo no aty*> ileiwaioii, n «rnliu no «'»* interior um «tfi-
DVW :tqudl.i qiwa lambem |vr olxrdtccr i lio rito d« iatrja.V* v^f ° ^ dirigir Kine-to.
lígia»», Kíullw cm minba c»u» fiubojc oaw Mut qiKiu lc«ia GuillKnnc maii «oníadc- de
naaoi. Sabia ru, ti 1011,1 capacidade quando in«lruir do qur teu prwprio íilho, w iwo não
%o» franqueei a uimlu cata bo«pilalciru f IVm i>n# uen iat|t<MM«el, pur rllc nlxinvr Jn-
ul
*i' q«« r»ãw, • que re»f»ilnnJi> o Mimo riditlnmrnlr luiloqannio rrarMudar, c apptl-
l»P<\t), ainda Iny*i nua diin poao com rnr-*o a qualquer iuui i
•ritru « »o* chamai* Margarida!.. r<«n lu- Como (Smlhrrnie n4xlu ronteguia dr *ru
J" ainda me anu arrependi d« «iar-to» o no- Allio, e tiu o detrju d l.rrv .lv», p vtn moln
tnr d** umifii, e de to* nprncntar com digni- de (arnur o mal* luutatol é que te o£er*cru
d» l" a Ioda# »« mialuii rela»j,V». Un» «uor a encaminbal-o, o npruveititr em larnafirio
frio irnti qur mi etpalliata pela» mà» da ia- da «ocirdade nt bua* tndiruiç.V» d'aqwclle
íelij qur a|4-tiiitn u>m uulriicb a» minha»; j«*ra.
e fendo que eu Ju«crj««a por mÍImihuc d"el- Fredrtiro dnlli a boeado retirou «• pnra o
la* , («ura tuliii li; rir rojoume ao chia, ♦eu i|uartu, unde «r druemiu i.<m e nria,
« Uaihui cm um rirétai de driciprio , <le r drpoit uiio , r fui n en»n iTum U'tl amigo
que ru nàu podia adivinhar a num: pirar que ir rhannti llrariquc da Sitia, '» qual
«MM «rnliora, e»i» rnuilver drnli- era com quem rltn Miarunarlh.tia K»l»requul-
lowi, r que rnlquvm »itii« a letra, umn quer iiilriiio qur linha. Henrique liriUa 34
n.frlii qur nttiin ralrou n» Ir 14 da ealui'»»»! aniKH, m.it n.i fimui drwulimratJ* igunrt,
Al! de wi«>, amlio»! li.lr dia <teq*rM.»U- • nl aíihla |vjnrrt do que Frrdenoo, laftloque
m» n lembrança <!« uni rrlme, que enfulfa- Uuílherror n probibiu de ir a »uu cn*a!
Jil nv* pi>uri(t d»j mundo ru hatia r»qurci» A r«-»ijen*-iii de ii»nriqu« diilara muito
Ji>, txculianJo-o uvl» um farrapo* d« ««In, da de Guilbrtinr, e por it«» q<»nnd.i Crede*
»jur itovo a «o»M Krneio»l»todr ; mai rtlrcrt- iico U cbrgnu ceia /» nr.ilr, lioru cm qua ra-
n.c »tili(*iiM< cu<n gala* da tjrtode, lor- ri«*ima» iriei elln o |Murorara , <» quando
»ou-»e li.ai» bonvAM pefanle o Rflle SujMr- era de maior ur<rtirtn o obje«-to para quu lá
,r
'° que lutio *é» «t e j4 on ininlia nl> ia. — l'r»dctico l.i6*i que enituu JiMe-lbei .
ma cDoi^ça ociitiigo, inu»rnanil»>f nVHa o — lia* «Ir admirar-*' ll'«ll n L-ita boru cá
*mutg<Mu culi* do iru»oi»ol U.l»«ihaino«, »r- «rir, trm« nào li«e reinulia.
niioi'» i r quantiu iciRÍnirr» n« *»«m« iatla- — I'ntãi» («na q»*1 á!
PÇ1*1» *u »o» coalifri indo: aatjin o (u, — Fani i.imar oorntig» um o>Mclho da
ivgklihlg j infclit dr*cuifM»Mr a* rnu.lia» ei - maior cuutidvraçtio.
71
Henrique t ornou-ltve: rin do »ru muito tul<>nin chnmna-o a 8aaio
— PloM eu tenho ji que «ír, ,^do 0 Be. lld«fuaw»t nn ruju ihcnlro o ou«iu tnnlar,
jrxio para r.lu o..ile inuma, fa,«-j 0 Miciifr- c dvpuj» dc Ibe lecri iruiioa rnfomio» diitaou-
c»o A- br «i ca.o, mi» pudendo r^nr k txinduUj cura dnit bcX«V» dc uuto, «ir »n-
poru amat.lu,.. prl, ,«,01,^,^ r.iio cu .ák>,
e lu e»cre*e-me tudo quanio quiicrc», • dd- I*" da <000 culn. Ulilmimmir fui rt»n«tda-
d » (iam ir rnnlnr no ltvr»tro J'()*ímJ«, (|uv
xa-me dentro da minfa «rricuria , nu« eu <»
e»am.«a.cl fc™, p ám^hdn te dmarei a ** ucaUl dc irraoilruil , « o«d« era C»pcfU-
do com aocicdadt?.
IVia-iKi» qu« o Sr. Umlvttini, que pa>
uToUr^7r,rr,Mfl ^ ***"* m»o uiriii ncfll nli* «o* dc liaríi«>iK>t rqve
ou» _/ ^'* 5MV í4f
Pani
ároaoluU , «in» o lanlo cnthu«in>m<i Um kilil rti llrtpaaha,
1T 9
V" «nuBrim po^ nio vja ctcripiuindo para algum do» no»*»»
t " "l(JU,',n *• »'6. <<£r o que te «- thctiWu». Julgnmo* *«rra umu Km mquiti^A".
*'*• * <*!• «rifa nwií. c„n,,.„|cole cu á-
."1, V*4»"»<c o au, «(< Soma Ttlkt.
i? «late».».- u lei, iMi« cr».
1
Ar.manha
».""V* ®ww
t, juljço UmWtn etperur
n«ii n-j-utu ale
(uindu
KriKl» dc Llkbou.
r;;r°cu ,,iMe Msu,° "a) •vU
,1,. df/nr i,to Mnt^ ^
A iritinfti, que fcliintcnie «-Ha qua*i ti
ÍTtiu Plm
1-nV,^ dar «a ultim<* f«n á leia, foi a mi i« dr*«m-
cnh ív. >>M'n C oJn
' «''ipiovcaido «o aaMda, r mrmolonn luiUJomada d« que ha
S ^ Um pnrAn nl.» Molina , referrododa ou» revUla» o í..th» tin*.
1'uia ludu c»iui ranancudo e ahurrevitel alé
,Wra
^-U,eU
<>»*» a almo»phem k naienM q»>i coa#l»ate-
Ur-.,.. ° W™» J«i-
ravule mlaciia de na*en«, e éllamianda por
*"*£» ,—v.. »|i-iuic«*, que ameaçando grande» iro
'•-» «u, -«K-, r«i íx?^ ,k>
- iwuda*( «pcaa» deiaaiam perccber pouco» •
•WitadTdWr a^^.L .r *?'lu prqoeau* liotúc». O icúiltiro, pobre de no*
n" w aju.tc ,L\£ i livia» rumo um francÍH-ano, aio de»pie(a«a
J » UM ale d« M Ict auiur da «ima. o* olho» da» uu««a»t mrdb o e»p^>, e c«-
(•■raia o»m aotia que uma (xwçio «ie clcrirl-
(f ònfouJj.) fidud* tirtw iWrtuUr um ivliírlo, ou pe-
'«•* GtraUo 4f4lnéãm ptnto dc (iufinK neiuir uma chaminé |au ter uma ■olirin
fieM-a , | km cm o «calo ivBtlmi «empre do»
H>u> ilririm, • di»iip«>u u* lormenla» , cr»-
iltrndo de jubilo a» pobre* trlh»» que ir»a-
«uia o bymno a Saolit Hathura, (airudo íi>-
1 ,u A
« "«t* P*Hnffi.rx. mi|façV« de pwlmn Licnla. Melbor l" aním.
ÍVIo» npuÇM terre*l««» liatilado» petu» por-
um Wh^dl«^t^u^.'T°* °r,ic'4 ^f!0" lai du civlade marchou tudo rm funeral, lin*
pelo. «Wno^Wo, t ;n>U» u, " da poe m«l d« pr>v»<l«M livemo» de ou»ir a
£ d«.»»: : r*'< fúnebre dobrar do» »ino« dc S. Vicente, e n»
1*^1... ri.,. ^-i.rL 1* .! '•« n»aU ln»u«- »atw>» do (.'juiclio cm indo um dia , que no»
U
Krmcl Lamber- j.iiri-ccu um iu»no; furam a» rsrquia* dolni-
ei ° .*»••>
ÍI(Ç^ ,MflJi dM l'«,ír»»pr d!»f perador; a
,,n,«(Wiralotio, de S. Vicenla foram a»»i*-
•wpo C ^vaior^, tir »<•» olíifim funrbir» SS. MM., e pouco»
>Sf Lwr|i U|(|
^owh^kíomJ,, Oim »lf1KÍO IKH fUtu,^ mftpaalet. A no«Klu<b rwti» inleiettanle foi
a laaiaa q«< dnioi a» ootu» do lauto; dc»>
» P**0 mM ,
" »«nrfiioarti.iico.l7|- eram a mil e duirnlos e Lev» queira q«u-
,r:rr-' «♦cil.iu.a.fc» «n Va- «Ai» indo cada %rx a mrlknr.
1*111?' ",eíreru ,aB,u a afilam do inva- A Arniicrnia |{eal da» Scleocia», q»e f<4
do „„ r-ncl*« l'aulj, q,K, foi »Jmil||. afOifid.i «um mil e um reqtretliacalo» pura
«> lofar d« lente de IbImJm^" á llitturfa
J
tur..-K. . * «••'»n>p«i>hia r.^|»>u , << f.,j Nntuiul , aoinMu o* Sr». I'r> t v*ta , e |)r.
^ lj ICÍ0
"'r'' ' ^ Tcpado, para faierem o ul niat. Foi uma
Ibio d ou,? s' s T ^w,°' " nonuMÇiio oceriaila • • q«* ia* honra éqocl»
■ - -M. L^UhiUca, Urodu doú»lu A»»o(Íaçdo. O qu« do» pufete c que tnl-
72
*el o* dei* pro(r«K»rei («-rio de leccionar no* ta occ»jpoo-»rt d'e«t» a*»ucapto, a o» dono»
animar» <|U« «Mio pelo* alaiario», o uu* p»i« da» uíIkiimi» ««wguitMn lem^-linr tudo.
ainhu», como frt o u>>*+" taumatuiio Sunto
A<ti"«io. l'r. .Inatlccío.
l>»í<'iT)-rarit que vni n Ur Iojai um mm!»*
le Jr morte tnirí dua» alia» publicaçur» nn-
MJlie». O r»(.>ccHu tilo d»'»« tr< tiiluni. A Fo-
Minta deporta e <Vni^tUira arempeatiada de
tudo* o» «gw de UiIk«, ui jogar m cbfi*- CHARADA.
ta» com o .•f.Wii.icí dn 1WK) que «ahiu á lm
lu poeco» Umk K' uma luciu rotre a* attti- IMnntu toa poura »ulgar;"í
pu« forma», • o raodrinnmo , muito pura Habitante* lá dti China f .
. *^r-*e, e otie Iwá por arbitro* «Juni riitereo- Hilruhlodn de mirn fim i"
ditiima». S<5* que tomo* progreuitta», re- Fiucen t«»1 L» muito Ana (•} )
comint-o.Janiu* o //ramuvt.
No Iheatro de D. Maria continua a ir o Oo'!c tire o mru Inveato "J
Templo d* Halomilo. No(<jrmiiaiio «xitinua Po? na Aria popuhi*»; f
a Constança , « unta comediu em um «lv, Sími de ouro fabrirado , í"
tiadufida peh» wrili-if D. Antonio 'da Co»U Sou ntoeda valiota. (••) .1
AIocmIo, intitulada — (JuniJudo r*tá o I»
r«do pnraqitem o lia dicoixir.,— Trm agra- K* meu tido iaiacitirl,
ciado i\ ginnu) Ibraim «ni ter logar «o Serj» limite* meu d**«*jo
dia t> 1'Outubro o tvmrlWio do Sr. B<«i D mortal que a n»im te entregi»,
Munin». U bcrvrfi ciado irtiiaiá AtcCc I-r^go etquree honra e pejoi.
«ar ! — poetia ú memoria de Carlo» Alberto,
ociipta por um do* no»tc» mal» conhecido* , .Intonk) jRAno 4c sinittvic .IbnelJa,
e tu|enlo*o* |>orlu». U nume do l^aefiriatio
«j itxomiariiutição bailaste; o publico que A. li. A» ciiaqVa apontada* /atem parte
lho irm feito juiliça como a odor, o wini, dn e\|dicaç4>>, que darernea no u.°»i£uiuto.
oio deitará de ir «ictorúil-o no «eu benefr-
cio. Lin S. Cai lo» ou primeiro de Oulutxn
lerá legar a rcpre*enlnçào d» Ailduidr, |nr
um» cuoipaabin de rurioao*. A ao*»* (minei-
la «Iiij a Sr" Kmitiada* N*m, Int purt*
d'a*U ccmpaalit.», pura oliKqeiíir o beoefa. EMPIKTAilLOM.
ciado, que noa ducin »rr um pai de ÍiuuíIm
muito nece»«it»do fc* ixilaol que poe em
quanto ruda le »«iba ácena da nora epocba Thmtro dr I>. Hurla Bf.
Ibcalral de S. CaiJ«»; diirrn até a» mu» lia*
gwtt*, qu- >le.treCorr»dini vai íarer allinn- Domiopt ikJ dc tktennbfo — (,) Templo
ç.« mm Air. Charle*, e mm o proptirtario de Sulouiào.
di* CurnrIlcN para comerler o Ikrtlm J»rieo
ena raut de Licito». O Ale»Ira Vicente tudo
pode; terenvo», Tlicalro do €à}ninu»>lo.
' ' >f "ora, em contrqoeocú d* »e lhe
"'í'"'"1 ° paWiniiiiU» de riirpanii», Doinlnjo 30 de Setembro — A trnra do»
»aJ f«ra o» bonho» Calda», (irando em
teu lugar o Sr. Victurirv». A «ofoínde <Vh Vc»tí»l<M — I Klv, — O Mnfgwdo ita \'eo-
AltitUi» do Tb-alro de l>. .Maria , dã um tnio — ♦ netoa. — A" IWm *!•» ftiM — I
li»U»a*«l eftrmplu de fraternidade na -v-k- aefo. — O (itanadeiío l'ru»*iario. •— 1'tin*
jk>« que ê* ««.n.,v>l,,.ro COTO o Kuax A pro. cipiar j i» & liorn».
puiilo d arlittat; já no»e*q««cia umpronua*
ci*meat<< em f'»ma qu» (»u r \m o» operário»
d« «errnlburia* «W I.í»Ih.i, ('...mo tirara que EipTicoçâo du Chtvòdá do n* antccidcntt.
Jhe eti^inti) mai» trabalho do que ellrt juU
4•rum uniiarn*^, e tafcirttrn á* Soldado.
u» <.'iaieniea!r» de qua«i I.aIu» n« falwiem
dcÍAtin Jo o, dun>» «k boen nbertn. A iaipeco-
>'« Tte. »■ (i. M. HttTi».
IU« d— C»f«UUUt • » ftr, t,* •»!*<•
IHJO. \f-TIF.ltO fO.

\
LITTEIt llil A.

JORNAL DINSTKUCÇÃO.

('Proprwturin, t lÀtimttor» - O. Cl. ©.

■j» v.54*Í!i,'m*"" a»1*»*-'. * »«•!•-•» •« W** ,lm *«• M»Uss, r»t.«u 4.


"" ./ I; J. V. Umi*, m .III. •/ O. « < «,.ll.„
4> —— T* ÍJ** ■" "*>; rrio^trr 4*U. V „r>i.r 9GO. At»> IíÍOX, A<«ÍM *0 rrfc.
d h», 4 /I H».l«.»..r», « ntrUji •• Kvií^mU, m 4a fwfr^Jè »,* (4
• uuivir^dw dr i« «W
W rrli 4i llnkii. AM«•.!«., C.IM.J-U.U.k^S

OOJHREVUS 10 TtlfUO DC \. j, fi| N|K, ctoritou a derramaro sangue dc nossos


semelhantes paraosobrigar a crer '...
Pno
«WEinriio 'A Dal LA cor DA In j.. Dotou-uus do precioso dom da intel-
C.» lit0| poblÍM on> obra
ligencia, e ó por meio delias que ao
deve firmar a crença »endo inquestio-
íwio *rr 1 st> ,<ÍCom,
ocnJ*ila nável que a Keligiilo do Crucificado
CT wer,PÍ« puhl.ro., mJU ,** é amais pura, mai* Santa, mais con-
bem proteja ,h-Io (íorcrno^ cn
forme nu coração humano, porque
é firmada nesta grande base do Di-
reito natural a Nilo faças aos outros
íbTnírScr0 f/'.** fn,cto««r^ 0 mal que para ti mio quiseras = por-
iMnnô^l r ° ',4ro *» «"»*•««• que clln v fundada lio amor !... !'. sen-
l^rT?iSro0f nM,,S,t'0' 0U d*,icc"^' do lambem miteçavei que a força ven-
iío ,ir . ^ COra<i40 1'unJ.o, ce, rua* ii;lo convence; u Deus é um
?rrr rd
^t,e su* JouínnT! SoberanoOmnifioteiile sim, mas lam-
bem ú Pai.'. . quer chamar *' almas
para im felicitar em lorno do seu Thro-
no, nâo a« quer escravizar... ama oa
cânticos de nmor. o devoção dos lieis,
nio presn as suas lagrimas, antes com
piedúN.i M:to as enxugai... O seu
c< ii n, -iccrdaire ousa também
1 hrono c um 'I bruno de amor e du
« 7T,° £fai? privilegio d* Igreja luz, náo é um Tbrono de sangue o
•l0 Alundo * •*» poder com Lr- trevas!... Iwicordnire discorre como
»a« na raio praticar injustiça*!... ,=,
»'• com cata» jiodcrosa, UXpre**Vs quo um verdadeiro philosopbo, porque n
«em a força de um raio exterminador verdadeira pbilcsophia está na Ke-
ligiita do Crucificado; c«aa em defe-
«mqoilla a« cruzadas, «s inquisições,
sa da qual voluntariamente daremos
iirna»!* * humanidade do* flagelos dn o nosso sangue, quo a heresia, tuas
-ln^?C'fl,CtJoranA,,fmo! &««" nio nÍQ o Cbrislianismo, presará derra-
daula d
" «"?"«! ••• mar; levnndo-nos ao sacrifício o amor,
lios dar
Jar , iV ' * derramasse para e a convicção; jámais a força...
»l"bcrd>a«:... AJooJag. Que as ideas de Lacordaire ac cs-
10
74

palitassem entre nós seria por certo ' triareha é o primeiro n quem tributa-
muito ulil nu nosso pau cm tempos mos todo o respeito c veneração, fa-
que o Púlpito »c acha quasi abando- zendo justiça a seus conhecimentos,
nado; c us puvuii sequioso* do sabias c nobres desejos, mas nào «'■ delle que
doutrina» que lhes lirmassem nas al- depende a sorte do paiz.'... Governo...
mas a Santa Crença de seus antepas- Cortes... olhai por esta porçAo do
sados; maslivro inteiramentedas som- terra escolhida por Deus, ecujo man-
bras que lhes escondem a verdadeira do vos esta hoju comuiettido 1 Tornai
luz!... Luz divina, luz iimnensa que os Portuguezcs dignoa da sacrosanta
illumina, mas nitu queimai... divisa que reluz em sua B.indeira.'...
Acha-se quast abandonada o nosso Ordenai a instrucçAo do Clero, e ap-
Púlpito, o porque? Pela falta de ins- pareccrào cm nossa terra digno« Mi-
trucçào do nosso Clero. NAo haverá nistros do Altar, que Itonrem Portu-
quem ouse contrariar esta verdade, gal eoruo Licordaire honra a França.
lio manifesta. A' Mrtijwjiio doa nos- Sirv.i-vos ao menos de glorioso esti-
sos sábios Pregadores os Srs. Ma Ih Ao, mulo o que védes n'um paiz que sen-
Lima, Munes da Piedade, Rocha, do mais livro que o nosso ainda nos
UoirAo, José Fortunato Franco I.opes, dá exemplos do ReligiãoAinda
o« Priores de S. Sebastião, « do Cas- nos apresenta um Arcebispo do Fá-
tello, Manoel Jo-é d'Oliveira, Cená- ris Dinis Augusta Atire, apparecendo
culo, Corrêa do Laoerda, o laivux mais no meio da» turbas revolucionadas,
alguns do que nào turnos noticias exa- exhorlando-a» a amarem-sc J... e vi-
ctas, c por wso não mencionamos; ctima innocente sacrificada ao furor
(poucos mais podcnlo ser) ruio vemos desatinado, soltar com os últimos alen-
hoje outros que do Púlpito ensinem ao tos catas edificantes palavras •■> Que
povoa verdadeira Religião do «eu paiz, mon tutu/ urit (e tlernier verte =» e es-
porque raros s&o aquelles que tem os pirar abraçado á Cruz!...
estudos precisos, depois da extincçAo A inda appareco um Sacerdote sus-
dos seminários, que facultavam ao nos- tentando na França Republicana as
so Clero os meios da sua instrucçAo. puras doutrinas do Ciiristianismo!...
Conhecemos sacerdotes cujos ta- ( Cimtvttm.J
lento* muito respeitamos, e entre es-
tes alguns que lambem jj pregaram;
mas ao presente estào n'outra posi- REVELA-SE MRrt »0 SCG0.1DO UVSrEBIO.
ç;to; entro este* distinguimos o Sr.
( CoitlmUaruo .J
1) Marcos Pinto Soares Vaz Prelo,
|iur seus grandes conhecimentos.Tam- Atada esU»n eu na Estrella qasado um
bom o Sr. José Jacinto Tavares, di- dia pela murJiiia. ers o dia 14 de Aip»»to. fui
gno Prior da Freguesia de Santa Isa- omir Kiwi ao Convento \no di SS. Csra-
bel, muito sábio, e muito exacto no c«o dc Je<u*. e ti junto A Capelta de N'o»m
cumprimento do seus deveres como Seuhorn d* Soledade um lumem ainda mui-
Parorho, a ponto do se dar ao traba- lo noio, <jue me paroceo o »i*o retrato do
lho de convidar seus pequenos Paro- Catslheiro desc«*licc«do que eu bstia encon-
rhianos a aprender a Doutrina Chris- irado A Fundiste nua ào* primeiros dias
tãa, em que ollo mesmo us instruo; deste mes! Esta «a elle. coma rntlo, sulitner-
nílo como vulgarmente su usa entre ri'um mar tempestuoso, Irivtet provam ro-
nós, que as creanças repetem oomo los cuja brça poectu oppriniil-o tanto, qus
pa[>a^nios o que ouvem; mas instruiu- spiiara ê ficnie na »u* bengala como para
ÍIihw na origem das cousas, até ani- •ustratar o coon»e pe<o dc mus ide.»! Muito
mando-os com preruios! de propósito me ajoelhei no pê delle; roa»
O nosso Eminentíssimo Cardeal Pa- apeais ftrccleo ursa mulher sproxioiar-se
75
a elle, aQ«»toi}-«e vm mc encarar. Obwr- foro a* b«neca«. — O Padre compre muito
• reconheci aer o iix-jtro que eu ima- diíertido. foi almoçar, c cu cbegaodo-me A
gmata. Resta informa r-oe do seu uome... j anel la di*4« ao j-itrn:
quero m o dirè ?.„ — E*te sitia 6 de tmle* recordac^'
Anba»-M a Mm, c ,, ,], MCriaii Al>'-m do« meu* desgostos tenho um motivo
um ai re. homtm reapcitaicl. «uu cu de*le alheio, mas que nio c para mim boje v»tra«
a nimba inicia conheci*: diriS>o-»e ao inao-
olio! ViJ V. S.' aquella casa?
cc
.!?' ® *P^'*oo-4l»e a mio com muito inli- — Qu.1 • »••• Acode »obre»alUdo Edgard.
IM
d j "" 0
ceeasiio pita sahir, — AquelU proxiioa ú trai essa do finltei-
'»ÍU»MI0
uJ? quem* fl,B1 r ,,,fT,
PCl' cr.,'au(lj-mc, disse ao Co- ro, resfoedi.
o jotra j»« turbou-se. — A<juc!la ? í^.
cjrou. c d rigio-me uma attenciosa certcxia. — iwni. Senhor; uma noite oiim alli, era
fijunl(rti.|ho o l'adrn inlo nu caohccia? meia noite, anu voa aagclica rnU^r esto
Uennme. sina, Senhor; rcspoodeo-lbe; »cfmi : e a pocíii» que eu queria mwtrar.
e cu llic ditH«: — Oh! dciic-m'a vâr!... bradou trans-
— Também dc rim, mas trio se lembra portado.
por certo... «, ji 0 «i um d» i FuodiçJo...
Fui buvear os scrsoa qv« elle devorou com
Au tornou elle como para atalhar a a sisU, tremulo, c na maior agilaç&o.
«plieaçlo ; * «erdade!... (mi nio de lua me — Oh! quo temV. S.*?... Bio prrgualci.
ac . * ■» ateai!... e nós ti« Mhiroos. OtTe- Flslõ ctarlimente coavo oaqucila maabla em
«ci ao bo«n |>*|re, e ^ Ca„||lPlf0 0 ^
que o ti 1 Fundiçlo!.«. Farece-ma que uni
"'***■> aa tnuiha choupana. e teimei paro mjaterio se cnsolte em tudo isto!
leewhwein; q„e o .Im^o e»ta« 4 — Oh! um mysterio, sim, exclama o trãato
XartMf;,1lodíc; J "«* P— pira mancebo, mis um msstcrio que nem a morte
^7.1 oU?
» «o- revelara!...
»i« T?!T n,0 t
'" mÍnhM
!»*- — V. S." de ecrto conhecia aquella S«-
o nome A C
T Q WU
"*'**> (ora ohora? di«s<* r» a Hdgord.
do T, ,t ° J ,ea) — Xlft... mas... aio sei... nlo me pergun-
ir«\ ^ úo ,cfdi
« •*> *»- te coisa alguma, ru lhe somítico... nSo lhe
nâr»1 i i • • dlc nio linha foe,r,* poderei duer a «erdade...
L rÍL C m iCimo
° *»' »•» « «»ab« tei- A estas ultima» palatras «te Kd»ird cbe>
uod4
™«^" Eu «um .o çcms o 1'adre que tndia bnalisado o seu al-
ij ,.i _ ' 'r K**kr »v»Urio* <|U« nfto me moço,
— Ora ahi rslSo os poetas juntos !... dis-
arle
'ÍT&
»<*«; Ufíatá „BoP ^" ^«i-tlu- dal- so o bom anulo, (urera arrt-ar^o da |i»e»ia
que tas cborarl iVccc-mo que o meu Ed-
IJ1"?'0,ftUe '>» (empenomeu ami- gard esU cumroôiwlo bastante? Deixe.inc
íow*'t wlirà fumo!ati«>
adre, etlraubo-o
?* muita: homem »>>r cstrs «ersos, se à que não silo Qo fúne-
bre» que tnmbcui mo enterneçam, farto de
c ~~ !... ditse-lhe e*i; eatio este encommradar defuntos oslou cu. V. E&.* çosta
senhor n9o e eaudo' B 1 •
, , * •— muito dc poesias tristes. 1)6 cá».
— U*m*>.... tor», „ Padfe te t ^
Tentou stJr os tersos, mas Edgard disse-lbe;
dia.; «>uoca H»« tool,«ri Mpwa. nem «nxv-
— Nio lhos dou sem o» copiar primeiro2
'c*. »ire fó, twla j.s, |,a |efr.pns imoporta-
temo que me fique com vllcs.
'*'• V» até do» amigo* foge!... N'Jo <)Ucr — Forte ambiçto... faça o que qoúer, cu
«w>V» eoaíMwr c«im dcfwtoi. rom o* li»ro«,
sempre os licide «ír... tornou o PaJrc Km
p» eatendidj; ò Lom e*t«dar. nu at*m
grande pena, e começou a entreter-se con-
"> í"í V! djIc, e se lorne ariveo. l^m versaodo com as creançai era coitas tresiac*,
3Í.U í°ra® -° (ílR'r ^ de boa porque, duia elle, bem sabia que os poeta*
* !*«•• « f^or; n3o uso jt cerimo- iilo goaUsam que U»e« interrompessem os suas
coulicíT0!014 au»i"dc blu é d« do«s dias; sessòcs, e não queria incorrer no desagrado
* iw»a poeUstt «ioda a bnacar poético.
10 »
76

— V. Et.* |wrmitte que cu fere wUs ver- midade do esplontda, e que o* grito* dai
so* para os copiar, di*.«e-rae EJ^ard, que ti- cbutmíJ, e o» (ou* do* instrumento* chegs-
niu o» admon* da mais lmi educação, o eu um a «eu» ouvidos como um motim cottfu-
prometto rntiloil-ot úmaiihla, *ç me der li- lo e incerto, o mancebo parou de repente,
cença. lançou-»* no* braço* do aeu companheiro, o
— Sim, Senhor, lhe rctpoodi; e lUgurd, clwrou amargamente.
«cfitmjo-w muito apontado do interior, de*» — Animo meu bom Senhor, diria o pa-
pedio-*e, e o Padre re<iro«-«e com elle, ma* gem, apertando a nulo de seu amo, llooa
tomaram para dillciente* lodo*. Ofaertei que Fraacisea «o» amo, e quando elLi wubet tov
Kdgord foi |h-!i travetta do SS. Coraçlo de M» aventurai. wr* a pnmrira a tos lamen-
Jesis, e ao cbegar junto i casa <pie foi de tar, c coiif.nbr. Eni 2o ouvio~*c bulha de |ia»*
Irmwia parou, o etteve imoto* el como uma *o«, era a alegre dança que fana a volta d)
estatua, .tlé <joe o ruído de uma carruagem o eaaUiio.
despertou <Jo «eu c*pa«mo, e obrigou a cami- — K»tn manliia ao amanhecer esUe ao
nhar. Ma* caminharia como um tomnarobulo?.. pó da coilina com o meu meSbor earallo da
— Tenho uni graode noticia qu« dar 4 wslla, dn»e pretipiUlaraente o Coode.
minha Irminia! diiia eu eommigo. F/lc jo- — Onde qurrvit ir, mcuScnfaor? |>erguo<
ven coohece-a, e a meu rir sma-a e peio* tou o pacem turprebcodida.
dado* qtie tenho nio receio muito enganai - — A ermitagem «la Rocha de» Are», pa-
me suppondo quo é o nievno que cila ama: ra faliar a (irrtrude*. e procurar o itino de
porém ahi vejo uma »ò ditTeretiç», eéade allitiar a tuinlia cotociescia do peão que «
wr e*1e solteiro!... Emlim verei m descubro acabrunha.
este segredo. \o mesmo imtante te outio uma pequeaa
(Con,tanta.) D. A. G. Putiai. bulba no meio do bo*qoesinlio.
— (,»ue t Í,to? perguatoo o Conde, otre-
a* ('I«T1XL.U t»t: noi >>sii,i.o\t. meccmlo contrn *ua vontade.
— Talvet uma lebre que *e esconde nas
branhas. reipoviJeo At mar. K o* doi* amigos
(CímtímaçtU.) »e reuniram aot convidados.
Algumas horas depois lu-lo descançara no
Sua* turbulentas acclamaçòes, etlrvgiatn caaleilu, apeou* por ordem da Senhor de Vail-
os are*, a cada potto da* notn* e*po*o«. tial- be a ponte Icvaiiça scahaixou para dar pa*-
liot rodeado do* seu# pagrtiv e escudeiro* «agem a dot* homen* de armas, encarregados
parecia cheio de prorrr, em quanto que a «1 uma misto «creta.
Coodeua apoiada no braço do lio de »eu ma- A liroM-fe que no dio fegviiate quando se-
rido c««i(r>aia com elle em ">« baixa, de cundo o aso do pai?. oCapelllo quit celebrar
uma maneira muito ooimadt. lúitrelanto o o oQicio fúnebre peio desça oço dos membros
vim agudo da* gaita* de folie* retoma mo* da família que dtKançatam no lurnalo % fo-
are*: a* dança* uados iisquelle tempo, e ram obrigados a esperar muito tempo que
pair. que se deoomioatani bourrfte, o furan- ttiegawse o (londe: este appareceo emtim co-
dote *e seguiram i»o fettim. Lcrto de *uor, c de (ocira, o» rabello* cm des-
O Senhor de YailUe, e a jorpw esposa apfo- erdem, estava tio pallioo que podia ser tv
veitando-je do tomalto da fr»to, que Ibe» per- taailo por um do» meamos finados, por quem
mitlia *abir *rm st sum notailu*. foram *ett- *« lisa orar.
tar-te desviado* d'alli. debaixo de um cara- Ao *ahir da Ca|«lla< le*e uma explica-
mawhto dc Madre-itilva, «|i»«r batia ent&o ção rnuilu animada com o Viscoodc. de-
no Iuri do jardim, ruir* a* oQkiiia* do Cas- pois da qual se tcnlio lio do<*nte que foi for-
tell®. Apena* liobant detappirecido que (,al- çado a DieUcT-se ua cama. Ajmar c o Co-
liot. cliamaiklu o moço A) mar teu cellaço, c 1
amigo do infância, marvliou rapidamonta No (\ -ffft evt.fr »'!■! ,Ir.r~.tr,,„t, o eMtu-
pelo bosque do canalbeiran. que se estendia Mitura» d« i-rUbr*f no J'" t»jvi«|e <Li« noprú*. um»
futwlrr# por todo* o» m«at>r«< da faatIU
ali ao >alie; o Ioga que chegaram k extre- du* il»U e>|>uaa*<
77
F*1!»o seus coii fiei» imigo», 0 TeUn.u du- Vn ie alguém chegaram a ti
ranle «iat« Doile* seguida». Quo Hm* dirAs lu. ptlmaira T
Emfim • Mudo do Galliot começou ■ me- Ou* tolTres, ca que dufrucLa*,
lhorar. masbcou Irulc epcinalito. u.loaclia». Na solidAo par inteira ?
do praior scoíio Ms coomsaçOes do Umn Sa-
(cfdote. o na» frequente» oraçOes que fana Se a c*a«, ninguém to oure.
1
iu Capella.
Mas soi-te cu avaliar,
j-a;*» «|oe «« adiou inteiramente restabe- Tot* nenlwm braço ferino.
lecido, chamou mu* li wncm dc arma», e foi
Vai leu rimo derribar,
feunir^te a Monti jc, o ao exercito do Duque
de Rnghien. Ahi ninguém le interrompe
N'i«e meies depois, a Coodc»>a doo A |aj Teo movimento agitando.
um (ilbo. o qual te chamou Galliot, como to- Krgtendo as ittoai ao ceu
do» w tem avu«. Curvar pra torra apontando,
Foi sò ao (ita de seis anaot qun este j«-
íen pai abraçwi pela primeira te» seu Gil», Montras o fim dos mortie».
c apenas ficou do llouMÍlloet, o (empo ne- Seu orgulho, tic». e luxo;
coMirto para recrutar a» sua» tropo., por- Na torra, lá lhe nncla,
que o IUi IIenrique II. qi» tinha tucco hdo I)a morte o soberbo influxo.
a I f iocttco I. redunata os sert jços de lodos
M;ut liei* «atMllo*. contra o Imperador Felir, mil terei fclii,
Carni* (Gmtúmm.) té na lua soltdlo;
D. M itu »t AitttiM Cmtí íi.* .Uuim. Felir. seria cu tombem,
Se tilo fura o confio...
D. Amviu X>. CiMti »■ Tini Pmtii,
focmiam.

A UMA ?AL/Í£»tAí
AO MEU COMMANDAVTE
Fobre palmeira que nó,
fria pedia tc circunda. 0 lll«—J-MSlOORO FRANCISCO CDIMAHâCS J *»
Nem nma rota ao teu lido. Vite o nauta solitário
Ne»a tiisto torra immunda! Enlro as fúrias da proeella
Pensando na sua bella
Nem um ai! nem um suspiro. Prosando no «eu fadario —
Vai teu ar punficar. 3k n&n ou\i* o campanario
Nem uma alma piedosa Qoe o chama junto «leMa
N ai teu ermo tisilar1 Tarde tornara a tí-la
Itumo que fc^ue t contrario —
Nem pataa em roda de li
Solitário passageiro. Itugrm medonhos os teclo*
Que to digo um insto adeus S6a estrondo*) o truvio
Inda sendo o derradeiro! Estremeço o coraçJo
Ao pensar en toes tormentos. —
Nas tuas ittoas de»pidat Mas n3o tão os sotTri mentos
Nâo te abriga uma Avetioba, Que Hw causam susto—nlol
Pior fraca a deitas por tfrT4,
Por Iristo. ȏ*-te soiinha; Olhando pra uma estreUa
Que se motlra por instanlo
Teu tronco jà qtmi nu.
1'ems tír a sua amante
Se contempla requrtando, Julga t/r a imagem delta
■/«*« palmeira, nta t&, Quanto déra «õ per vi-la!
Nitguem chorar o leu todo? K Uo liada '! ô tio CoaiUnteI
A tempestade abrandou REVISTA DE LISBOA.
F sopra a hri<a faroeini
Voga a embarrado ligetra Parecem incriseis as miwrias que vlo por
O mio tempo já passou — este cantinho da Europa, a que clumarto
Só m nauta ainda (irou Portugal! O revisteiro. q«* esti. como veo-
Cruel dor! a da wuiltdr! — tmella espertinha, a lubrigar o mais pequem-
Muitt Qvcaioi. iiu acontecimento para o tra/rr para a* co-
B. Filipp» <U Benguela luram da Ratitla, olim de satisfazer a cu*
HO. Dmcabco. riosádade do leitor, que quer desforrar-se dos
«iateiu que lhe cintou o periodico. esmoreci?
cooiiilerando. que. para satisfazer a sua mis-
a i ri /, »: o < MUivrlo. »&o lhe é mi»ter eseiorer todas as «cmani-»
ura rol dc ninharias. Hera baja a Revista Po-
Dfítfaí»n a Sr.- D. €. R. í. pular. que apeou o pulptlo do Pr. Gerúndio,
para dar lugar a uran pecadora. confessada,
Mo (alta Oca* a quem orn ao que parvee. de Sua Reverendíssima; epara
Nunra fikou ao dirisMo nos dizer que a torro nJo 4 plano, nem está
Eu o soa. vateo-me a mn sobre o dorso de quatro elephantes, porque o
Foi a multa redempçio. Sr. Joio Sebastião a psueou em roda, sabia-
do por uma porta, e entraado por outra. Is-
Santa crttz. Unho d'amor to é que *e rhama dnr novidades 11 Que im-
Duas vei«* resgatou porta que todos os altarrabios digam uma
O pobre fillio d'AcUo couta, que é por todos sabida. a« rlla adres-
Que o peecodo coodcmnou. vida cora meia dutia de phrares tsdraxulas
faz vista como um covallo d« cem moedas?
Abrio-me as porU» do fio Asante, astim é que ie adquire popularidade.
A* portas que Acilc» cifrou, Vale miis dim daquellas lindezas do que
ilojc aproxima de miai aiMrjnrtar os curto* d* mathrtnatm do Sr.
O que Salau me roubou. Fuzebio Candido, e as sua» descobertas ar-
cbealogicH. qoe vío ser celebradas, e inter-
Dar damor. amor me trazes. pretadas pelo Sr. Abbado de Castro. E oJo
Cruz damor. d'amor tomai» cuidem que seja pojuena a descoberta. O Ro-
Minha tristeza era prazer. cio. conforme a melhor sentença dos arcbco-
Em canto meu» tristes ais. logos, foi noutros tempos uma vasta cozinha.
As pedrinhas do Sr. Euzebto, occultam una
Crur damor! ob minha erui preciosidade monumental, quem sabe te uma
Triunfa de Sotanaz Porapca? EscataçAes mperticiaes deram la-
Faz-me baixar do p niw ^ar a que se encontrassem muitas podras de
O anjo damor r dc pai. cantaria, lavroda; bastante pedra d*alvcoa-
ria. bastante carvlo. umn almotolia com ozei-
Ha e clle.por desi»a te. e um poçol! A Academia dos Sciencias
Fa * elle por brazio vai reunir-se rm sevOo plena. • permanente
Sú leremos uma crui para nos diíer o que indicam Uo valiosos a-
O sigtval da redempçio. cbados. A Academia è rutàadusa, segundo
oflirmo o »eu digno Secretario! I
E depois quando torosdos APrtra este acontecimento, as noticias da
Formos á cinza em pi), semana sAo iosignificaates. e ridvrulas como
l'mn croz diri que fomos uma carta folheiinistica que um cirurgilnjros-
Duas almis n'uroa *6. to >!lr f qne o diz) publirnu nn Revolução
Jó!» Ett\uo da Siiva de Mssaoxça. dc SeptemUo. em de um artigo em
que o Pharmacoutico Tedeschi lhe atlribuia
31 de Setembro de raa». is honras dc sacristã incensador. Ji qae to-
79
cimo* tm geete que fai ungnento», e eaU-, ra dctde o prioripio atí ao fim. \m tam-
plaimas, diremos aos domo» leitores uma ft- bém riinot; e mnl diríamos, q«« ao sahir te-
vetiíuro que w» ncontrcco uni do* dias da «e- rinmiM de lameotar o detappareeimeato d'um
maita, que Dío» haja, por que ja fadou. Pns- luminar da nossa (literatura. £ no que sempre
»»■<» fdn rua ij* Mournria, c limo» que dAo os risos. Disscram-eos que »e apagara o
d** jmiclUs du Hecolhimenlo. cujo appellido fharol a,ais luminoso, esperta, e atiçado que
«•lie usurpou to silw em que demora. saliio fulgurava em Pottuj.il. Faltoa>llte o areile,
bastante dariJaJe. Olltínio* por ema grade- dine o amigo a quem perguulàmot a eaiasa
xinba, c «imo» um rc|K/>lci(o com uma gi- da morte precoce «k» jornal mais critico, e pi»
bom pit»l <1,1, em «((Ao de querer comer n cante que trai apparcciJo. Acahoo-se-lbe a
pn-buca de haoaoa* que coroa» a uma palmei- torcida, seio outro ditrndo. com fwrteBçtV* a
ra, em torooda qual oreplilteraroxiti. L'a- engraçado; até que um portu*al telho, que
rjbios scomnado im que queria aquillo «Júer. v> re^aUra de ler aqudUs re*»La» seopro
quaotio timos entrar pente, esahir, com nio- fulmmaato. e juermlinu, cortosi os gracejos,
do» do (oriosus, o quem era concedido toa- ducn<io cosu o sobrolho írunndo: d(ixcm-ao
dar os mtsU-rio» daquclla masmorra, cujo as- de cousas, o politica é quem mata a liVU.ro-
pecto I»<n atwj.la (te dia, qoamo mai» <le lura ; o Pharol fui tutima da Ktnaocipavlo;
noite. Qw ha alli hoje? perguntamos a um c coaliotjou: desenhaocro-M aqui nada. que
barbeiro, apootoudo-lhe para a tal carinha. aeja bom, pode medrar.
Ha a rewaiio doa beticairot, respoodeo-oos o O certo t q«ic os joroaei em Portugal tem
bnrt^ndor, cora maneira* de cabo de policia; I>pco, o povo quer ler sem pagar; o dinhei-
ccoIiojou : «a ver, subi, catre, olhe que ro applica-o |>ara ir ver o Elephante tocar
dircro U bocadinho* d'ouro. Venci n repu- unta cutnpaib! t, e disparar unta pistola. Os
giunria que linha ao tal edifício, anti uma fl- estrangeiros acharam em Portogal a verda-
cidiotia, e dei comigo u galaria d*uma aa- deira Califórnia. Desde Kootaki, quo exigo o
Is (cx-ermida) oaíe falavam sotTriielmente f»ro grani' t! ! o o habito dt Coaeeiçio!!!
o» tid esculopiiho». Mo desgostei, etlata- e que chama otraageiro ao Sr. Migoai, que
>e letido um relatorio Acerca «ia acalvse do* hakco. aprenieo, e tem vivido em Portagal,
agua* das A (caçarias, niticioao como um chro- para e-lle tuliir ao lagar da Director doCoo-
nina, ina* externo como o irco da telha. scrsatorio, até ao mais reles cortador ingira,
I'ifcjti»mi a leitura, c o Sr., que farta as ve- todo* aqui tem saenr-M* o» poucos pintos
*es de Presidente, fechou n yssjí com nw que escapam i voracidade do rocebedoc da
Ue» ionuníft que nos arriplaram. Stlva a er- Decima. Agora prepara-** uma e\po*i(lo de
rada luc«i,.iu do tal Sr, Correa, o mais foi anim.tes ferores; o governo concedeo i lu-
Iseat, tencionamos soltar. e jl «timos coo» xaria o qtiei muitas SociedaJes scientifica* nflo
tidaJo* jyira ter todo o edifício da Socieda- U'tn eon» gutdo. «leo-lhe casa. I-Im breve ve-
de, que é, segundo nus aflirraum. um* das remos Icftes. ursos, jatalís. tigres, todos os
ma» úteis de Portugal. habitJQtes da Cosia tl'Afrira, Ksta tinda foi
Piro q>se nem tudo, n'aquella noite íos*e famosa [ura os Lrotcs da Escltola do exer-
Uartnacu, e aguas, dirigirno-no* aot^miu* cito ; estes tuiípiniot nrárt, ultrajado* no
"'«I n tiirmos a pacicticia de ser, e ousir «u melindre por um dos melhore* estudao-
"«raCamediacmom octa^A troca dos ves- les, que ( capa/ de «lar quioio a todos o*
tido». ■« J-. uma das peças mais inferiores, Professores da tal Eschola anti-dilmiana. nlo
rio ni^tfo entender, que alli «r tem represen- ronteutes de tomarem a mni» vilan das des-
um pouco inwnorat e inverosímil. Km forras, farendo-o dimittir do posto de alferes
desconto toemos a(>mc\ha «» Guardado es- alatnno, e ri»cando-o da EKbóla, por elle lhe
'* o liocado pira quem o h»de comer. = e pintar os retratos ao futurai em ura folheto
A* p«quet)ns Misérias. «=■> Na primeira d'c*- que publicou intitulado Caosa* da exceo-
'■» o br. Koroi > cnlra com muita prnprieda- tricidade dos rr>ti!ta<los da E*chola do Kxer-
e, c mestrit; na Mgu»da o Sr. Moait cito no anão lectivo de 18 IS e IS 19 mm |rn-
cdU o teu caracter, cim a habilidade que ciucvim lançal-o é« feras, como «e usa ta no*
*°oo» llie conhecem, c fat rir o» espectado- bons tempos dos tvraooos, que a uuses cpodia
80

recoffdn • ca do instante. O bonito ser* tn te damente profunda. FcUciUmol-o pelo feliz re-
repetir a seena do Daniel «vi lago do» IctW. sultado do «ua applicaçlo. edetajamoa conti-
A resista seguinte liaJe occupar-sc dos tac$ nue tem desanimar, na brilhante carreira das
tijrmnnádtea. O nosso jnix <rai-*c pouco a pou- lettra», bem como t» soa curso Medico em
co transformando cm uma Icrra dc hoteoto- que qtaasi sempre tem «ido pretendo, a fim
t«.Da Atatnbuja ento-oo» um asaigmate de conseguir na historil um nome assai dis-
que I* alli uma cousa chamnda Mi»er»ror- tincto.
dia. que (rodo obrigação d<* curar os enfer-
mo» no vo hospital, de dnr alrcrpoí ao» tneiv- i»t iii.k t< At » i.irnit 11: t **.
digo», e de «xwrnr duas Capella* de Mis-
sa. come Oa rcr.dimrotos, <nn> só o* doenle» A •'iioitHA-MoBuc», artigo cholera da
que lhe pagom 210 ra., e envia o» mai» pa- Ctelr,pedia britanic», tradurido dolnglez por
ra Li»boa, bem como o» engettadi*; e cousa Joio Felix Pereira, aluimt» «lo 4." ormo da
de Mb*a, nem por joohos; e»U arbitrarie- E»chola Mcdico-Cirurgira de Lisboa. — Preço
dade tem Mia analogia com o» que te pra- álO r«S».
ticam no hospital dos doidos em S. Josí, cn-
de »e recebem como doida», pessoas q«e tem
mais jui/o do que quem pira lá o» maodo. CotlPk>OIO tiA llbTOIlU lit Politi CAL,
I)e tudo oos occuparcraos em brote. approt.ido pelo Conselho superior de i&struc-
çÃo publica, pua uso «la» cacholas, por Joio
Km. A)iin(lt. Felix Pereira. — Preço 800 reis.

(UIIMD1. CuiM r.M>ui< KOv:omiBOMuni\ «>u Jud-


ia atire um rUudanle da Enchvío Medieo-
Ho«lro da Ima o sentimento. ) . Ciru/gioi de lÁJtoa, t um doutor em mirros-
Dos cego» alo conhecida : ( e/jpia da faaddade de Ikdkina em Coimbra*
por Joflo Felix Pereira. — Prc\o 120 réis.
Sou utiJ, soa gloriosa )
Da virtude precedida )
O Ameiica*o i:m I.OSMB, conto origi-
Toso. nal por Joio Diu do Quintal. — Preço 100
Sou um (besouro ríis.
D'alto valor,
So da tirtude Todas esto* obras se acham & venda tia
(júso o oxplendor: loja do Sr. JoDo Paulo Mart.cs Lavado, rua
Augusta n." 8.
Centro da tida,
Alvo de amor,
K.se rato ò« ter« Explica&t do ri." cMecedenle.
D lrepio Senhor.
D. A. C. PnicM, I." citííio apontada o» Charada

(•) K o Coptí trila malte Aca liLriculi pelu»


ckincun cosii ws fio» ^a plaaila Cí.
Itccclcmcí. c lemes com a detida atten- (••) Biça — moeda «ia A»ia, de oiro, q»a talla
<io a» obras ultimamente publicada» pelo Sr. 400 c«uJ«<io».
Joio Felix Pereira, Alumao d > 4." anoo da
Kacbola Mclico-Cirurgíca: «lo podemos dei- CHARADA — CoSIJI.
xar de admirar oeste joven um grande talen-
to, e uobre desejo de M*r util A suo Patria,
ttrosutrnu t»« t. i. *<•».»» m>,
e de lio<iril-a com seu» «tujo», que de» vela- »»» M Mim H m-t •}.
OrTIBRO 13. 144». xrnr.Ro ti.

A ASSE1IIILEÂ I.ITTEMim,

JORNAL DINSTRUCÇÂO.

({KroptUUtia, t l\tSatlora - 53. 3. <D.

FíMIfUw
í5
b» «ihI.i» aa Hiarn,,,,.— \ui(»>w, r%tu4ttr mi Uj» An* Hn. MuIIh, Cilrda 4o Cnalm
> W» Paalfctaa; * Saia llraf^un, Ni Aa;a>ta I t J. P. U<al», »• atila • ( '« Carvalha, ao
ChUJ... — fr■•<,««. |h« m*i l«rj. Ttimnln' *0K N-a»n«rr V». Aaa» IltSO. A«uImi V> rrk
Ai rarmptiiMlrDcla* «ria diríclia» a Ktdirtani, r >inia|j> a* *au tUrrlfilttio, rui tia fuarri^Sa »,• M
• «• A Ujçria. PnUitt^ãn Mlrrirt». t aaa«adn <Lm KifnlaraU yrmtia. Anami», C• irt^sadrMiw,
• Cwntualtajaa <le tatrraaaa fartinbt JJ rfli a lliilu,

CMfDElQiS \0 TflPI.0 DE 1 & 6E MUS, cxhala, e as quacs reduzem a ruínas


tudo quanto podem submeller á sua
RLO Bwncsi» fadsb lacordaiiib. influencia; mas por fim caaçu-H ama-
Uria, o vulcão se apaga, e seus tro-
fCWiwíe.y pheoit te reduzem todos d cimas 1 Alii
nsc demonstra eui toda a luz a Ouini-
kxriouk I .acorda ire c o homem quo potencia de Dcos que só deixa cor-
€»!•« mala habilitado par» wr aeredi- rcr o homem livre cm *ua carreira co-
tado no século presente; porque de- pa, desordenada, para na beira do
pois de ter sondado os abvsmoa d»» er- precipício o deter com poderosa Mão,
ro, sóbe a immensa altura ondu o ele- o bradar lhe com vuz tremenda'—Pá-
va o poderosíssimo inlluxo da graça ra que tu abystnas ! — E do alto do
Divina; onda inspirado por I)«w que j sou Ihrono faz descer cm Cânticos
na mente lhe revela altos mistérios, de amor um A rijo de lux, e graça, que
d elle recebe a precKMa lux com que o inspira, o guia, o conduz, aufitii jwi-
*»i iiltiminando a terra; e vê-so em ra que nos ereott — a Suprema feliei-
Lacordatro renovados os prodígio* que dadc I — Ditoso aqucllu quo auirnia-
O Senhor operou na Con*ersio de S. / do pelo phorol da razão pódo seguir
r aulo, e <j« Santo Agostinho! Ijicor- direito « camiribo da SalvoçSo; mas
daire era l.rtrado, o seguio as Dou- feliz mil vezes mais, c mil vezes mais
trinas de Voltaire, e Kossau: Ij- louvável aquelle quo depois de errar
cordaire senle-se tocado da graça Di- nas tortuosas veredas do labjrintho
v
ina, c arrçp«nc|i«Jo se entrega á uni- da culpa, chega ao verdadeiro carni-
ça verdadeira Keligiáo! Toma o ha- nho que a Mf»o de Deos lho aponta,
Ho cie brade, e pregando as puras o alcança o grande bem quejulgára
doutrinas do Chri*(janísrno consegue ler perdido! Este conheceo o mal,
«var apoz o Pendflo Jn Cruz do Ke- este dá mais valor ao bem, c no seu
ui inptor,quo elle corajoso arvora, mais arrependimento digno da Misericor-
naçucs do que |>cssoas leria podido dia do Cco, repara com uteis scrvi-
de#çraçar, te presistisse em seus cr çes todo o mal quo fez á humanidade.
• ^'m, porque o sábio icm Reli- O sophisma é a linguagem favori-
gião 6 similhante ao vulcAo que tó ta dos impios; a verdade é a pura
|MV iiii|iiva ^ m *• 4» J'Ulwfc
aiumia a terra com as lavaá que de si inalleruTel linguagem do Cunstio:
11
82

por isso as erradas dootrinis d'aquel- quo pouco nos devo importar; o «to
íe n-pulsa-a* o coração de quem a> Omnipotente Soberano é sempre jus-
escuta; a» dVsli v.>> achar C-cho nu to, sempre bom, sempre reconhecido
mais intimo da consciência ! aos sacrifícios quo se façam para sus-
Notai ainda oulra colha ; o ó, quo tentar a sua lei. For elle a vida I.
o verdadeiro valor, náo está m> guer- Por cl!© lodos OS sacrifícios I...
reiro, mas sim no ebristão! Um bum Parabéns Lacordairo quo fasto um
general se vò perdida a kua causa ro- dos escolhidos doCeo para ser o Cam-
tira-sc por prudência, e saber; mas peio da lei do Crucificado! Parabéns
o bom Chrut&o rciuiima-to ao ver a oh! França do toros no teu seio um
sua causa prestes a succumbir; np- tão digno Sneerdoto í Frasa ao Ceo
parece no uicio do» maiores perigos; que i»s nossos poesntn imital-o! Tem-
•mj(ire voluntário o inarlyrio, mas nào po* tivemos nus de nào o invejar!...
abandona o campo! Veja-Jto o Arce- Martvres, c Santos Purtuguexes con-
bispo Dinis Auçunlo Atire, o coro|>a- tou a Igreja! Suas mis»<Ws *o admi-
re-se mesuio a Carlos Alberto !... Qual raram ja no Mundo, c ainda em re-
fceria mais valorusof... qual mais iie- motos paise» vive a memoria de nos-
roc?...qual mais amigo do m u povoí... so» antigos, e ».ibioa Sacerdotes! Na
o que deixa um Throno, uma Patria índia ...na índia se vè ainda o resul-
ondo nào poude reinar livre, que se tado feliz da instrucçiio do Clero.' Ató
ausenta perdida a sua causa, a ciú- o inaU iiilimo rapar do povo d'cflse*
ma da I.ibcrdade do «cu povo; ou o quo sobem aos coqueiros, a apanhar
que surgo a'campo (lendo a faculda- cocos para vender; que nenhum ou-
de de bu poder eximir do« risco#) o tro meio, ou emprego tem para sus-
vai participar dos fterigos da guerra tentar a vida; esse* me«mos sabem
que sq acccnde no povo, o que unido latim, c (em os restos da irmlrueçâo
a elle intimamente como pai, e como que áquelJa* torras levaram os nottos
amigo, coro o wu povo quer viver, o antigos Padres! Ainda os modernos
com elle morrer, sem jamais abando- moslram que nào se esquece alli uma
nar o seu posto?!! Lm tem animo do classe tio respeitável, da qual depen-
sacriticar um Throno, o outro a pró- de a moral publicn. Vcja-se o Kx.m<*
pria vida! ^r. Bispo de Malaca. Veja-t» o Sr.
Nilo é que um Carlos Alberto, ou Deputado de (»oa Jeremias de Mas-
outro» n.ío sejam heròes dignos de um carenhas, cujos conhecimentos admi-
iioroc eterno, o de eternos louvores; ramos ouvindo o seu discurso quando
mas existe uma grandíssima dilIWren- tomou assento na Camara electiva.
ça, e e*ta ó na cau»a, o nilo nos ho- Yejam-so outros daqucllas paragens
mens. A causa dos humens não pôde que vem a Portugal aperfeiçoar seus
ser defendida cotu tanta força como estudo* como sc distinguem! Como
a causa de Deus! já de lá trazem o$ melhores princí-
Que lhe imporia ao Chri»t3o que pios !
.1111 a Republica, ou uma Munarchia Nós temos ainda muitos Padres dou-
governem ? Nío se persiga a lei do tos entre os nossow Uisjius, e outros;
ííedemptor; acate-a, siga-a, e faca-a mas esse» nào são eternos» e nào bas-
seguir (fualquer dos governos da ter- lain ! Carreemos do sábios Pregado-
ra, que aquelle que professar a lei de res; precisamos assegurar uin fuluro
Christo, nunca será mio. Dm* é o de lieligiào a rste povo; ç f para is-
>erdadeiro, uoico, universal eSupre- 1*0 ijue imploiuiinos a quem pôde re-
mo Soberano; Iodas as mais não pas- mediar ns males que nas amearnm ao
sam de authoridadet tuas delegadas longa (tuas n.ío mui lontce... ) como
na terra com um, ou outro epitheto, devastadora tormenta; quo Decreto
$3
<v>m a in-slrucçâo do Clero a felicida-
minetam '... V. S.* ar»»; (mi 00r|r Ibo
de «lo |vaiz, o a própria segurança de roubou a via querida...
qu^ui manda; porquo o Poro »Cm co- — Ah! Do* ma h»re. exclama Edcanl,
nhecer o Klerno Soberano, coino ha- antes eu seja «idima de mesrs sentimeol* {
de reconbocor os temporário* f — Rollo, llie di»»* eu. íoi-lhe ingrata?
— N5o. porque nsm ella sabe o que eu
1
•oflro!...
'Jrbsà íx\X K oa^iul J poi» ama com tal euftso. o
'Min.»! rabrt ix»m:.( nik» vítruiio. ■4o o dic j pcwiq que adora ! ?
— Dewrea ba Uo sagrado», que tale mais
(ComUmuofm*.) mortrr doque mfringil^»; toraou tmlemen-
te Edgard.
Na dia «r^niole * tnrde trio Fjfpinj, e — K cauda?...
lrou\c-mc oâo m> <» torvo* de Inn nu, ma* —;Ah! por Deos! n2n f.ilimos mais nis-
também CKitru» cru re»<woU. que m<< pedi* os so ! K id£a que me mala !... E er^ucrvdo-
<4Dtâ*r «o Pkibo, com uma liada, e senti- se timcçaa como ioseauto a pastear pela
mental Mutaca, a qual também me «(regou. sala.
Eacwei-me dúrmJo-lhe qj« de»de o faleci- loffíu Jovea que dò me (et! Que dois
mento dc meu Marido ca nlo rai»ta*a. nem n»}»lerio<i Uo celebres í Irminia ama um ca-
tocota; e pcdi-lbe cantasse «lie: ntsim o fcr; sado, KJgird ama lambem uma casada ! Ir-
e admirei a ma »oi, esiilo. e ferfcçio <oni mima oma, eo seu querido ufc» o sabe; EJ-
«jue maneja»* o Pitão: it»o ponde Mitia ul- ganl »ma, e a soo querida lambem o ig»>-
timar o co o lo... crnuco-»c com a to» mfloca- ra lio uma atentara igualFaçamos qae
da. c oolbcs inundados em lagrima*, que cm estes dois entes Mo cxlrnordiíurio», Uo p-
IxaUlo tentou esconder, mu que «o detinham rrrulo» M eoc>mtrrm ; dere »cr isto carioM f
como gelado* ms pnlpcbr*»! c Ifae roub-ivam íiKei m Í£u*Iiit<!* de seus destinos os uoa,
a luz!.«« Oh ! essas lagrimas comotem aio- e se amem. Jt nio íhib^um ser Irminia a
da ma» do <ji*« aqurlbs que k deliam li- amada de Edgard, porque elle ama uma se-
iriisin.d cair !,». I, tttn rnforfo wlxi!iM|u< alwra rasada, e Irmiam é *iu*a; ocm Ed-
ral, (• 03i combate dc alTcclo*. slo as lagri-
f^nl Umbrm è » amado de Irminia: cila
mai d« eorario que trasbordando no ]*úu «». ama um cavado, o caie {> «oltciro; nvnn slo
somam no» oltio'. c • que a rario oio per- ambos tlto pirixi i.>» cio sisa sorte que de cer-
mitle «eabam publicar o que »r [o»sa ou tn- lo hl o de «limar-se, n-%la »er o m^lo de
,
'®° d almaI — Senhor. dts*c cu a Edgard, sencer lrm:oia a appareeer.
muito me colernece a »im *orle.' Se eu jw-
Av*im discorria eu wi conmigo em quan-
de«e rcmi-rUar alsurna coisa!... A* teres!... to Edgard p*»»ea»n como meditando (ristes
Suem hIh?:.., a amizade, a compaixão po- projecto»; dcc*l*.inc a interrompei-*, e p«-
dem muito; c cu tou 3 nuga de lodo* o* 10-
di-lhe que ao Domingo seguinte siew« aitiia
Wixn. 4 E»lrtlla; assim «no protuctteo. e retirou-
<?m
' *'0" re*p«-fldoo»me, «toguem me *c. Foi eólio que pude fer os trruw que Ed-
No talcr 1! pard fer, e que ulo pojJe acabar de cantar:
Dr-me esse» wn»», 11» tornei, e pc- slo as se^uioles.
Co-Uie q«c »i ter-tne a CMIi*. pois. mudo.
to* para li, c no» Domingo» <• bdk> ir pas- Se ao raiar m.itib3* sjwlosa
•o«r iquella» hortas.
leu* prantos ao» vus misturas;
—~ FmiuíUo ir: i* N« Kt.' a ooica pessoa
totn
Quando a roa barmoeiosa
me apraz falar, porque nio crimi- ecbòa li nas altuia»;
^ • minha tristeza! l embri-te que k mesma Iwra,
■~Obt Aiite* desejava poder-lha ditiipar!
M
Fensa cm ti quem mat» te adort!
°°* S »'o me çompídeço da um ti-
o Lçio o que se passa <1 retro do seu
c| Inooccotc pasaariabo
P 'o. i£ooraado a cauw <jue os cflcilc* de-
Qae seatircs retoar,
11 •
84

Quo poiMJnJ > n'un raminho çado * reforma, e aquelte* que queriam con-
Quer teu canto oootnpaobar; ( sertar a« »»w antiga* crenç i*. guerra» civis
Vai le«ar-te una pemorocolo... acompanhada* do* mau horrivei* excessos.
btfijiçfUr-lc um sentimento!... O* habitantes de Cabor* muito alherenfe*
ao Catholicismo, tendo sabido quo o* iuaova-
Vi m ft)r qrtf lioda, e pura dorc* *e juntavam no centro da Cidade, dei-
Dctabroxou tio querida. taram fogo A caia que Ibos «ema de tem-
Que dos Mj» a sauna e>curo plo'. O» calvinistas que escaparam a este
Tem no Sol» pendida; d«a«tre foram aagmentar o numero do* do
Um sootimento a florir, Montaubaa, o* quaes depois de terem espol-
O» receio* a pungir. iado desta Cidade mi CaUiolúos, d3o tarda-
ram a sahir a campo.
S.' além de «paço infinito Debaixo das orden* de Dura*, eommirv-
Por me fugir to au<rntarc», dante do seu exercito em Gutfane, do Capi-
E de innocente proscrito llo Bessoni»*, e de SourejTac, partidista au-
As memoriai evitarei: dacioso, e emprvhendedar, elles se apodera-
Li no «paço haide encontrar ram deLauserte, d«Cs«lu<t, deCoodon, des-
Meu peraumeato a girar. truindo a* Igrejas, saqueando as Cidades, pro-
fanando a* relíquias, e o* vasos sagrado*,
Por encanto indifioivel com tnet lendo por toda a |Mrle horríveis ex-
lliode uoir-*e o* pensamentos. cesso»; o incêndio, e a pilhagem eram os
Qual por forca irrrústivel meuoret do* sen* attnvtadoi. e o seu furor
Se ligam o» sentimento*. oio respeitava mm idade, nem sexo.
Guarda entio vira Imii brstvça O rdicto de paeilicaçfcj de t 568 saiprndco
De qnem te amn, e sem esprança! a* lioit.li lade*, nu* os protestante* tornaram
• bem d,pre»<a a pegar em arma*. O Senhor
De quem *i»e em noite imroenia, d'Auier (Crasso) de Usfrt) levou ao Quercy
Sem o luzir dVu F.ttrella, em I oó7, tropa* d» DauphioK e da Proven-
Que de amor era rccompenu ce, que obnsaram ftlootluc a rnlregar-lbe
Deo-lbe a arle de perd- l-a! esta Província, acode o* Catholico* ipeoin
Triate amor que sô respira conservaram alguma* praças fortilieada*. Ksta
Quando geme ao tom da Lyra! guerra tornon-se lloetucL a animosidade era
Uo grande, que cada partido M via obrigado n
Quem nio diria que «te» verso* eram con- abandooor as Cidades eAldfe* onde *e acha-
sagrado* • Irmiaia !... que eram resposta va em menor numero, para «o refugiar no*
do* que ella coraposera! lugares onde dominava. Deste modo cada Ci-
(ContuIU4.J 1), A. l>. Pm«. dade ou Concelho ficou mb-iramente compos-
to ou de protestantes, ou dc Callioticos.
" fUTOXt* DC KOI Vlll.l^\T. A Condessa de Itoussilloal cocucrvoa-so
fiel A crença dc seus pais, ella parecia mes-
TKDKÇÍO. mo ainda raait ofertada a esta, depoi* quo
(CtMttnuafúo.) i» kw dogma* tiaUm mais ad«er*ano$.Víara-
na vigiar com d«vcllo a condocta do* «eu*
Vinte e eme® aonos tinham passado, e o vastallo», cumprindo ella mesma com ardor,
Conde Galliot achado uma gloriosa morte no o* exercício* dc devoçAo de que outrora so
campa d* batalha, deixando doia filho* dc descuidava. X*o contente de orar a Dco* no
tenra idade, que Francisca cdacara com lo- «eu oratorio, ella fatia muita* vere* hafi*
do o amor de uma mii. pcrtgruutçòcs, rawlillcsado seu* sentidos com
Entretanto o Calvint*n»o que desolava n
França, »c introduuo cm llootaubaa, e pe-
* Uai pfpecwi V*ft»l -la Cidadã de f"«l,on «í-
neirou dalli cm lodo o Qnercv, Dode ccUo firnu i\u* a» victíaa* tinham pvovucado os Ca-
começou entre o» Scnliore* que tinham abra- tholieaa»
83
dura? penitencias. Com todo o locego nlo Pelo Ceo intpirada to Coo te elevas
habitar i» alma; umi isgitaç&o Por entre as sombras de mysterio santo.
dolorota, o reraor*o talver, d faltar* denta a» A fí te anima; um D«o* te illvstra a menta
comolaçfe* celestes. Do resto nada mai» pu- Que lò Díxx pôde tanto!
ro o» appareneia, e mai* irrcprclirasircl do
<|uc a «ida da Condesaa. Ao nome qoe o Baptismo te concede
Depois d» morte de Galliot, dia vivia no O Sacro Nome dc Jnvs uniste!
retiro mais absoluto, entregue inteiramente E a Doo* também ligaste immensas almas
à lulella <l» «jj filhos, e ao cuidado dc seu» Qih> em tropbco cocacguittc!
negocio», on qoacs dirigia com ml» firme, e
uma rara apti44o. Qual oceulto diamante precioso.
I>ou# únicos valimentos parecia ocropar Surge a intentar no mundo a lua mais para;
toda a tal vida, o desejo bem legitimo de Asssm TntRtn, o nome t->u m eleva.
n*r triunfar o partido Catholico, e am amor Do fundo da clausura!
cégo, p apaixonado por «o«« tilhot; mu o
caracter altivo, e orçj||x«o da Conlesaa d«-t- Tal preciosa lua no Orbe difunde!
truia a ti- a« u»as m«i» matai, e nuturnes n* Astro que as trevas doira da existência
clini<0es, «aa ternura maternal w mostrava Nos guia. no* conforta, e pateatàa
principalmente o'um desejo demasiado d>' proa» Dc um Deos a Omnipotência I
peridadtt, e gloria jela nobre casa de Itous-
ullunt. o -jue explica (.•> itmente sua preta-
E atravessando os séculos remoto*.
reitcia bem ikiUvc! jor Galliot seu «nico re-
Sem declive chegando h Eternidade,
presentante. fViffnfa J
Multiplicada lut, de D franquí-a
D. Mtitu v-à Aiiiiiba ntCcm St.* Macedo. A mesta humanidade'

Em honra do Senhor deixaste ao mundo


Monumento fiei* dr eterna gluno;
POESIAS.
E o muoJo de teus (eitos milagrosos
Santifico a memoria!
CÂNTICO DEVOTO
t M\T» TIICRUt dc aeu ».
Salve! Estrella feliz qne do Carmela Junto ao Cofre precioso
Na» sublimes altura» resplandeces 1 Que eticcxn S*:ro peubar,
Jóia de alto valor I da lUii do Eterno Toa Imagem venerada
O Deudcma enriquece» I (J tenta vtvo esplendor (
Salve, tlievouro de saber, e grafa. Das Ordens que reformaste
Dom prtfWM que d-i Cm bailaste Too» culto, e ven^raçlo;
Para gloria do Ceo, do mundo assombro; E tem de todo o Universo
Que em Liria o Berço achaste! Especial devoçáo

Silve, Thercia. Virgem sábia. e pjra, A historia cm pagina eterna


lu qit« di terra a» illuvW dri vindo, Com lettras d'oiro gravou,
A verdadeira Ijz vais dar ás trevas; O Nome da que Sublime
A cliuaura buxando! Tanto a patria sua bontoa!
No sepulcbro da vidi os <!<:ns encerras A que poc motivo* tantos
Dc magica bellera. e oa fnsrora Tem ao nosso affrrto ju'!
Dm anuo» joteni», «4 da tirlndc
E de Jms o escolhida,
Príws o fvraiovuro! É Tuckku DK Jms'
86

Virgem silna, portentosa. I de saudade... anelei C5lreilo1-o «o peito...


0**c o Cco tanto distinguio! re»nimar-JJie o calor et lindo... descerrar tetn
J'er c»i e'roa brilhante lábios... e »eotir-Hie o roraçio palpitar d»
Oje Jebora te conferio: eot«olro ao meu... oh mna Deus!... EodtV*
' |«r e-ie gòv» a mu.ua própria exotrocie!...
Por a<juelle Amor Ditiuo muteis desejou... dol >ro»a illuilo!... Mas elle
Que a alma pura te abrasou. n4o pereceu... cftCMdco-^c do &>•*, para dei-
Ora ao Senltor pela terra xar ma» vivo. mais expleudido, o fulgor de
Oudo teu corpo habitou ! Mias heróica» virtudes. Oue poderá direr rm
sí» nl>ono o pompa taidtea da Itgcm sepul-
Implora «• compadeça rhral?... Nilo calie na eM reitera «te uni ejii-
]>m luso*. «los lilhin teus I tapliiu a loiíia hisloria de seus dia% todos
Sé dos iuses protectora. solados aos seus. e j pi t ria. E mister Ira*
Pois também via irmlo* leu»! (ar em gro&ton caracteres seu» glorioso* fei-
tos « etoginl-os. — Amigos e parenta que
A Sacro-Saota prometi traiuilar* comigo pel.» espichou vere-la da
Que uo Ourique outrora fez. tida... te soi» seus» íeis A falta de um ente
(iuarda oalmi este brioso querido», pranteai comigo, c eu tos aben-
FitI Poio Portugue*. çoarei. Seu nome e sua idade serão gravados
na lousa: o a« sua* brilhantes aeçftea coou-
De* na)» que o mundo opprimem gro eu um barpejo <k meu pobre alahúde.
O Cco do* bade lirrar:
As m»is ojffes sobranceira Ci^ te uonrv tni t.
Portugal badc brilhar! IV>rrtr, doem», aocU», teu kuhid eterno I,..
, !*«.><» a twa cairia Vrneranda
Triumphc «m lodo o IJnirerv» Pnrf'® ifoplí-xt de ciaria iuitiarcwi"! -
Da Crui o txcd«i Pendão? o laurel ilo ju«to « do ;ui«ir<ÍM,
Guio cm longo fott« de irlati fadigas
I' beos conceda aos humanos 1'or ati«l.-ra «irltvj» un;!iti> ladi<...
Suaae pai. ululo. Sol*e nu toina <juu t»- ««■.;.!« atira,
D. A. G. Pmtn. Uur cntliooura cm M« gdlili recinto
Un»«i mo »*o Ar- paçiaa» KriUiantr»,
Cmw o (jranlu aoaareom » r»f«rvrr.l»
Do* ■•«>, <)*« Ianlo am»»-tc, e^to orBo» dri w '...
tmibcto M: m**j> «AI mm; i «moina
M IIEC TIO, O M."* TUtUTB4UCk«l, K lo «IcfBM, «míSo, tu já lalo oatca
S« rarplr «)n|r»rido não moita*
JOÀO MANOEL DA S3LYA. l>u< umtiorva o rufo «tortiurto,
\ra iju. rarc.i« a nunln ro-apiMaii>,
Era uma existência que de*ia ser poupa» Nrm » l w frniiio di* wUrmi
da a»golpe eroel da Parca... mas nlo o foi... \tu tlu> táiililca O lujjlitt rcliriulio!...
pcrfei leu gtrn n« terra, e succumbio i lei O ceftiçSo n«» tfíi« d* amor miMíd*
unirersal d oh tires... q iotáfaero mortal su- Wi Irrra natal, alti Joa t...
inio-se no pil dos ttarnulim, em quanto o es- A npada ijw rvj«u d»(ríui dt> l|ir«a»i
pirito. diSLmdido nu auras, su!>m à ecle»te lli Ja ruj< 00 f£... K o Uupt ferta
dor orgulho* «Kilro, pini» in.idi»»,
maftOn!... E w, descuidado com 01 alTnns ItiariplitKMi IrjiiWi, «rt iru tutuarM.
da íiiia, eu nem pode ao menos tmpriair-lhe Drrraniuu krtrçâaa mil ha AíiiV.i admlíi ®f
nas li»id'« e mirradas faces o derradeiro os- Ja< dcvraravlo « frio!... Alijo da wort»-,
Alija ««trraiinaiur, iji>» m »o« »*JMi
culo do respeitoaa amor qu« tantas veies se t)*»prenitca a turrir, tibra» o C°lp*,
dignou neceitar-mo •— Quaojo tooi ao sou Arr«»n«^n» 1 Irrta • <)«• i da tarra,
leito de dúr, só encontrei • orfandade, o luto K ma lua ifiM taiatiuH do Onakpnttat*
e o pranto de uma família desolada I... balli, K*o«*lida ao k-ío, rreooduart
qunti aniq«i||.ido |*>r um turlxllilo de melan- Ao» paavtram do Euapjrrao... cão axtiltoi...
roliços pensamentos. corri ao Cemiler 10 do
• Rn» M^amWfat o»4« foi Caiull^-Gracril, «
Alto do S. Joio... U o encontrei... U delirei Onuualm.
87
Ao» Jitrtncá» ilo dúr tept# ■ uo4a4r,
fírii!« »im, porcai Bin Ipcgj, conta a« pMrinf.ai. em que pòe os pós de«de
l »h» f.-ritifUtt o (J<nul>, Ic Ai |)urr«, qtl» whr at£ qiae entra em cata, amaldiçoa»*
Tcsi boixU mâfiM qu« »Hul „ Mu*a. do mil »ere» oCimnrttta, cocnrregado do pe-
••allu .. Tu iVlo morrr»te! biuro das calçada». Adi eilà oG^muasio, et-
t4i>7*.'e rf« « Irpoouilo!...
n (IwatriuHo pnpieoo. « «-m pertences, co«a
» dMjaito IIUS. »» Mia» l.iiitcroa( muito «cc/as, coniidando-
o<h a que cnirrmo». Jí» nlo ha bilhete»!
JoIo F.rt 41 lo D* g|tT4 OS UtiMltri.
* "W ettrbeulo rwdl e quo «pectadorc»!
ufa ! que inraca encontrei aqui taola geato
atachocbn. 1-. o beaefi<eio do «ulhor actor, do
HE VISTA 1)E LISBOA. pai da Mrodtjça. do ma^anlo qae tnc ar Ur
de p5r a tompanbia t» pol» a coafc«ar as
De tiro oem om o?o, dinam o» notsoi bona própria» faltas, na comedia Uh ao jar-
tclliu», « (itilintn fn/Jo. For mim nvalio bem dún ! mm NV aquellc camarote aliai ? o." 13.
e*te axioma. Ci*dm« a» »mm que o nccrr^n.ío e»tà otuliiado dc littcratoi; olhe. repare bem.
batedor de tuia» me crora a porta. c me diz U ej|tè uni que tale pur todos, è o author
«om nvjJ» alliio: a Ketista. Queria antes do Cainôe», da 1). Branca, do Alfiagtia>.\ do
um.i roaUijaçâo, uma pmttqucca, uma co- tf. Lau de Soma, das Viageos na minlu
farmídadç. qmlqoer. do que «la amatdiçoa- terra. ctc. etc.
da obr^jçio de bur o rab.leta mohimI da Bo»U, bem sti quem i; Uolna dito luJo
A»*eiublOa, dr>!iair)t a wr cortado « recor- (* di««cí«e que é e UarretL
tado jor tfuaata* the«ourn» te tem amolado, Ah. ja fala, bcmmito leitor; pois r«Ue-se
« liloie amolar nos rcbalot da «piml, o dat fiara alli, repirc 2 aqucllo Ktupo 4 o Groaiii
pro»iucio». K dc mau ter dt aturar ot catur- lilleratift quaoi cm prso. Acolá aqueiie mo«
ra» que ac trirommcdim por que o revi «leira cifcbo de ro»to »> .tijimlLico. e exjKcní^ fria-
cwrriro i|ue dncume de uma paluieira pn> ea 6 o ao*«o Keraa^cr; i o poeta que cao-
tiiam hsnaaa»; htoana nu* ptrecr quern nem, loa o Cam>«.
ao meãos, ronrede ao «criplor o faculdade
Oh! o Palmeirim : Que poeta que nào cr» ,
d emproar cm toda a »ca citcndo a anal-
lia bada IgiMTZ u caator;
Itga de gouer®, numero, e pevtoa. quando de
Quem mu» do elle dissera
'«I emperro resulta um equivoco. cujo »al;i-
b ette fero Adamtatori
■t-io ocm lodos percebem. Hu IrnçSo de «Ics-
Rcvetolo leitor, deixo os vnlhuMasoto»; a!-
prerar rdas ninharia», c bride ser immula- li te«n um (kirtugiarx ia direita», na lui^ua-
»el. o re»Uletro d«*c íicar sempre acima de
tr gem. t no cara ai cr.
«iai e*ta< pcqucocza», e caminhar lépido, c (Jurai t*?
dt-Mmpetiado • colher noticias, c a dal-a» co- K o Sr. lUmnlho e Souza. Mai» adianto o
lho 1'lirpaetite Ciceroni. D outro modo a He-
no»«o Ilccl»e»tcr; «olte. *i j» a Fr. lieruodio;
»i»U lira io>iptda, e Hxnnifera como a chro- attendo, repare para o mordaz Dr. \. Além
•»ica dc certo Junul de traducçõei, qoe ap* otj >ju»»i o corjw catheniatico d uma etebo-
parece ao dia dei do to>iu4 os meies, c coo- la. cm qae os Lentes »io salão#, e o Director
>cfte-w « um anarthesico mau podero»o do um Jan l\ kmiiJ.•».
o cboloroformio. Basia, ní j me mostre mais oisjuen, to-
Nada dc dormir! A chuta fax muito nii- oío eii»cr^culio.roe de Ur mtrado.
para que se |**« conciliar osoottw. Bc- Benc.olo leitor, ouça. Qae linda po«ia,
•" «oJo leitor. «ou roftduair»»o* com todo o
que «uLJimr» impiracúr» que te«e o Mrade*
*»K»to a ditfcrentes p«ito* da capital, e io- Leal; k> para merecer uma poc«ia d'e»tas cu
«'car-ti,» o q.jo it^nil: »m toda» a» c<ki»m
queria ter Carlos Alberto: è etptes»ir«. »en-
V* »irdes, c que eu julpnr « precito iodi- , timcntal, cner|;ica. e catliusiastica; que |ic-
c®r-*r,». Vamo* por ctmz de toda a folha, em
m nlo ainiui v\rr o Poeta, queria que cila
•ngungem de feiticeira. que a-» roai «tio in-
qu«i«se a immema Irotooda de 'palmas, o«
raonlatei»; por , plf1e , # g
fi«u ttj.jm 0 maii uuteiow burguez, que ooatíauos, braro, bra»o. So eito cá e»ti»e»>
se que prazer que ter<a. B « uuá é quo o
88

tal Ura» Martins po<«uio-ie bolo do senti- Rcirílo com o* Chaocellere* ás rolti**, dir «so-
mento do nulbor, que airvJj foram poaco* os tas muito boas. mas de que ea me trio oc-
appiattto*. capo.
Vamos embora: ou«c aquelles gritos? •- —■ Eipliqu.vme o que quer dizer aquelle
qoelles gemido», mlii para o* banda* da Pa* prado artificial A porta do firemio littorario,
Irãrchal ? será ntgum curso de agricultura á porta da
Que contraste t o que *■ aqaill" ? rua ?
— K amn mulher que «ai anu roaribuoda — Com que o leitor se oceupa ; aquillo 6
yara o hospital per que o «ou amante «eqoit Itersa que tem crescido alli por náo passar
desínur d Vila, t> a deitou romo morta, ta. nir.gutm aquelle* umbrae*. Náo sabe? o fire-
»ada cm *anfuc. cheia de cuotusòrs. e fen- raio eslã conter tido num yierfeito Sahara.
da «. parece-me até que o llarlo d'A1fe*úra trrj
— E a joUiça o que fará ? de escrever às namoradas em tez de se car-
— Nada, benévolo leitor; olho |Mra a ban- tear rom o auditório.
da do Hocio: descobre aquella ca/iali.i na* — Como slo as cousas. No Grémio aqtael-
Eacadiabat da Barroca, ou ante» aqoetla » pa- la s<j|idlo, e a!>'-m tanto poro. tinto iroprl.
lanca ? * uma caia qno a lei prohihe. e a au- — Mo cousas nossas. Admira-se ? a rarlo
lboridr>de comente: la «em o d mo fwodo oa ò obvia, o ikmo po«n i»So quer sabaat, qaer
rua ura do» da orgia. urw>», leOes, tigres, dephaiites. jaquemares.
— Santo LM»' nJo queria »ahir. o ati- giboia*. bisaria, e mais buana. (Jualqutr
na com um* pedra ao dooo da casa, que ca- janota está incoramodado para entrar, grátis,
bio logo iem «ida. no Grémio, paro aprender; e wnte-v? forte,
— IVixwnos esta seena; como temo* a «is- cano Hercules, para ir ouvir dou» urros do
lã fita para esses sitioa, approieite, olhe raais leio.
para cima, para oade eu lhe aponto, o que — Mo admira, tio parente»... tem?
lél porque encobre o roato com as máot? está
— Um Lente da Escbola Medico-Cirurgi- cn«ergonlaad« ?
ea • ler uni discurso que p&o os Médicos pe- '—Sim, e muito, muitíssimo. Ifta aquelle
la ma da amargura. 6 eloquente, e liltcrato cartar; o sallo de S. Ha tio» «ai comerter-so
o tal Majtalhles. mas cousa de fazer pares em... era... léa aquelle cartaz.
rom os Doutore* o lo entende. Mal sabo o — K verdade, tem raiío, amto calor nas
leitor o que M lhe prepara laeste momeoto. faces, devo estar vermelho remo uma mala-
—Alguma consynraçJo medica. alguma li- gueta. Tudo 6 progresso, fecha-** a Praça
ga revolucionaria, «3o ooodianUo a Coimbra, da figueira, e abre-ae o sallo de S. Car-
julga l-o em pleno claustro, e ramdabo quei- I' * ■. • • ■,
mar vivo pelos \erJeai-s. Passe bem, leitor paciente, que teve a
— Para melhor sorte o creou íleo», bade c««d^Keodeocia de me aturar; vou ler a Re-
ser o mait crool tatlo da Universidade; olhe vista Universal, que cometa boja o seu nono
lá se os .Médicos (a atroem a abrir bico «•lume: esta póde-se ler cora prazer, neta i
deantr d'elle; na «ia que a ioda $e lembram de lôla pmumida, orm metcriq«icira, nem tem
ter lido o Zacuto. má língua. é uma menina muito bem crioja.
— Ma» enlio oqae o espera? tire-me de Fm. AarA«T4(io.
cuidado*.
—— l n ot|iendi<!o aliada, qne o* ani^M Uma linda Cliárada d<> nosio illustre Co-
lilleratos lhe offereceram no £m d* aula; laborador o Sr. li. J. S. França, r>mpena-
aquillo è que <•: tabio e patusco. rá no seguinte numero a folU de Charada
— Sr. Ilesisteiro já que me pòi como o neste numero.
diabo ctoo nesta* alturas aturc-me. (Jue «lo
fazer tantos becas fará a judia esc(da, bate- tll»MCAi.iO D l CU*»*»* 0*J X.*A5TKKDKXTI
rá alli baile forense? conaçÃo.
— Qoal historia, 6 a sesslo d ubertura da
Tirwaaruii oa a. a.
Sociedade doi Aditado», deixemos U o Sr. i.» a).
OI TI BRO 9*. <sin.

A ASSEUBLEA L1TTERARIA,

JORNAL DINSTRÚCÇÃO.

( íProptittíirin, t l\címciorit - «73. £1. <9. j^utUii.)

rC
*"^ -

O CL. Kit O. insalubridade dc climas estranhos, o


muitas vexes iniiospiíc*.
Qi .indo o turco Solim.to, estabele- O toldado da cru* vermelha, que
cendo a aede do mui império em Ni- emli.trc.WA chcio de brio, folgando de
cea, opprimio com sceptro do ferro a
ver rduvir «ua armadura, e que anlie-
Asia-menor, a Sjru, © a Palestina, lava por ir embolar a rs|wla no ai-
o riduxio á mais lastimável humilia-
«,-ío a cidade sanlá, um pobre ermi- 'auge, e ganhar gloria para a», o «eus
descendente* é hoj© representado pe-
ta, veio ao occidcnte, prusitou-sc aos
lo missionário humilde, que envolvi-
pe* do «olio d*Urbano ||., y obteve
do na pobre rotipela, sobraça o bre-
licença para ir pela fvuropa pregar a
viário, e se dispõe a ir conquistar al-
cruiiida. A vo* do humildo 1'edro d' mas [>ara o eco ã cusla do próprio
Amiens fcx éco por Iodas m partes,
sangue vertido num» lucta inglória,
c exercito* numerosos, capitaneado»
e desigual, o que folga ;x» lembr.ir-ao
|K»r príncipe», c fidalgo» partiram pa-
de que o sangue do martvr c semen-
a gloriosa empresa. Egla» expedi-
teira de justos. As cruzadas da meia
Ç'*»s repetiram-se, eoito vezes os ma-
idade cora todo o apparato da guer-
res foram sulcados por esquadras, que
ra, e gloria da fama, n&o foram por
levavam novos combatente* ás placas certo tào úteis como as missões da
r
'n«n!,wi. I'.s'a« crusudas, em quo a
Propftganda, do nosso* dias.
• era defendida, e a reliçi.lo desa- Qusodo nas horas de descanso n*
finada a cu*t» de torrente* de san- esses momento, folgado» da vida' ma
p'ei derramado a jorro* nas bem ne- recordo dos trabalho*, e fadigas quo
|'J4QM Juctoa de ebrislAoei e descri- em outro mundo aotTreui irm.lo» »>o#-
8ub»tituid*s no nosso século sos, como nós, nascidos no* bellos cli-
P«to evangélica dedicado de uns pou- mas weridionaes, e que se votaram á
ro* homens que, exilando-se gostosos, morte, e solTrimento* para »a ti» faze-
«tocam a tranquilidade, è doçura da
rem as obrigações do augusto mi (liste-
vida domestica, o amor e carinho das fio, que devem desempenhar sobre a
'«fmlias, e a amenidade da terra na-
terra; ao ler essas pagiuasescriptascom
, • l'«b»lhos c |H.rigos da pere- •ao insinuante aingcleia, que delei-
j.r íart.,ot fcrocjja(it. barba-
0ji tam, e compungem, arrependo-me de
, l>*laa tormentas dos mares, e
ler uma ou outra vez lamentado a som-
90

m* que annu.nlmente vai ongrojmr os Icbrado pilo» poetai e deter"pto pelos hiita-
cofre* «la t>ocicdadc propag.idora d.s rtsilvro, o cotosw de Ithode*. «te prodígio
fo, e cresce-mo o desejo d<< ver (lorow- da irtf, fgi remc-ttiJo por una hiiloriador ita-
ccr uma t;V> generosa, o philaritropi- liano 1 para o mundo cIji ebimerav, para os
ra empreza. INlas »u ao terminar a >onhns «a ratlboloftía. Eeetto que as contra-
leitura contemplo ano«*a terra, aooe- di((ões dos historiadores; a discordando nas
*a crença, o nosso culto, o o nosso dimrnvVn que ellcs dOo do colossa, e na da-
derOy confesso ingenuamente que se ntio que lt»e astignam. pódem bafar alga-
mu aperta o coração, reconhecendo a isa »oinbr,<i r.i realidade do iui etiatenua.
insuflicicncia dos nossos ecelesias ticos, Mas se aqnctle sábio tivesse apreciado a ae-
c a dccadencin do nosso culto, que se tUotieidadc do facto coei o j«i»to valor da
detinha, o morre por falta dc ministro* critica, teria, «tratei de todis as sombras,
dignos deIJe, u do seu fundador. diviando uma luz fi\j, qtc, seguida comias-
C' nesses momentos que dc novo temente. o teiia gtiiido às regifes da terda-
mu convenho que não foi o egoísmo, de. 0 sceptirimio, q«to o<*$a tudo que 6 ma-
mas antes o amor da minha putria, ravilhou. fiira bom que nBo dominava tanto.
quem me fez lamentar as quotas que Ku «ou contar o que ha dc mais iaUrc»-
vdo auxiliar uma regeneração, que saote e positivo Acerca d'cilc monumento gi-
nós, os portugueses, necessitamos, u gantesco.
não podemos diipviaar. A ku Irpuj» dateoilai da Alin-flKMr de-
Compunge-nus o csprclaeulo des- morava a ilha de Rhodus (boje IlhoJcs), *5-
sas nações barbaras, que deseonhe- »im dcocmiu>Ai taltc* do aroma de suas ro-
cem a Divindade, que se prostram que Ibe perfuma tau» os ares (rboioo.
perante os Ídolos, (pio vivem, v «o fi- twa). Nr i termo® era tio frrtil, teu» ím-
ctw tio deliciosos, o ceo Uo sereno sempre,
nam victimas dai paixões, e dos vi-
cio*. Mngoa-no* que tantos entes ja- «jae o» poeta» fingiram, que orna cima dc
oaro regara cãU ilha. c que Apollo ia todvs
zam sepultado» nas Lrévas daignoran-
ot dip* vi«i1al-a; o Km poteram o oooio de
cia, e qii« as suas nlmnx, destinadas
Btpcté <h Sol.
nogóro eterno, hajam de ser victimas
A* eiebola* de cicul|>tura da ilha de Hbo-
do eternos sofTrimuntos.
das f.>rani a» qie tiveram maior renome na
Sdò noasoe ir mitos os quo sotfirem.
antiguidade. Aqui adlutam extrnngriros dc
tem como nós direito ús doçuras da t«l» a* partes. Dit Ari»tidc«, que m n'uiua
reliçiSo, ó mister que contribuamos
da» cidades da ilha havia maior numero dj
paru a sua renascença, que fnç.irnos cvtatuaf nugoiliras do q-.ie cm toda a Orceis.
algum os forço para lhes minorar a rni- Mas o monumento de maior celebridade qua
Kfi*. K* verdade... porém nó».' nó» Hhodu» ftbrirsu, foi o teu colosso, uma òas
que vivemes na mesma terra, que «te maravilhai do mundo.
fallatnoe a mesma língua, que somos Tr<s teetiW aptes de Chrivto, a cUiJe" da
governados pelai mesmas leu, cm que Rbodus ' a capital da ilha . sitiado por De-
estado estamos a respeito de crença, métrio Poliorcetes* revistio tcoaxnaflote Jt v,tn
de culto, e de cl«ro í... Nos seguin- armas. Pcntnrado de tio vigaros-i resisten-
tes N." o diremos. eia, Deitetrio levaatou o eíreo. e lhe fC| p^.
(Ctwimúm.) Axmcw.
seate de todas as núquinaa q®< contra e!li
liaria empregado. 0» rhodios venderam estas
maquinas; e com o dinheiro dVIlns determi-
« OI-OSHO Di: HliODK».
naram levantar uma esV',0, deseommaral
CM4 DAS IIARAVIUUS HO Ml «DO. grsndcu, em honra do Apollo, divindjde tu-
telar do ilha.
nvpoi» i|o Ur feito o • ImirsçJo <b» gre- CÍbare», dittijxdo dcLvtippo, e natural da
gos e Aih romano*. depois de ter «ido a es-
panto dos sarracenos, depois dc ter tido ee> ' Muralori.
9!
mesma ilba, deu começo * ©br». Mj» nic] > uma grande «reatara: não Miou: e eu ron-
elU min cm principio, c jè o dinheiro s<? tri-lbe parte do que »e ki>m pastado, ma»
•cbara caawmiife» Chjrcs enforcou-se dr de- occulti-i-lhc o circurastanria do» «ertoa, e o
K>prtí(Jo. tache*. outro arclulecto mu no- «me do Caialbciro. porque o tneu desejo
terrnoeo, tomou o fio da obm, o a coodcio | era »orprendei*a.
em dote «nãos. K*ta nUIiu imii de p'ia-
Irouni* parereo-me sobresaltada, « pedio-
foi, que st accendia por uma etcadi interior. roe que nm direr que etla rtli cilasa lhe
O colo»*» oUfi á estrada d um porto, e
■o»lra«sc aqudte jorea, ainda que...
lioba 04 pé» «n dois rocltcdoc. afastado» om
— 1. »<>!ioito,,, entendo... lhe ditte eu.
«lo outru de maneira, que o» mtÍo* rf.rçurle
ti «crJade,... aio pude jerejle!...
Itmpe llie passuam à »*la por entre «4 per- tornou Irmioin como (wrdendo o e»peraa<a
w
'- Kra quasi todo de btunze. Tinha roais que batia assomado em sua alma at, ou»ir-
dc d«e Iwaça* de altura. Para fa»r id*a «la. me referir o que pn<sira com K/J^aid.
ra de »ua» dimeosAc», baslarA d «rr, que o Veio linilmeote Kdsard. * eu fui rêrebel-
comprimento do» dedos da» ml)» e«*dia a o á »ala, deixando Irminia no m<m Kicripto-
altura da» «tatuas mdiiMritt. i m>. IXepoi» de brere» cumprimento» pedi a
ISlo eram au»Ji decorridos sessenta mino» Kiigaid catita»<« »o pitno a niodiulta m)»le<-
depoi» <|ue o coIomo (<Wa erguido, e jú um rioM: condeacvndeo; porím ao entoar o> ul-
tremor o lançúra por terra; e a.»im esteie
»er»>», um baqoo c>trondoM> fei
deitado peito de mil «dom ih» praia» de cocrer ao Eícriplorio, e nefei reconbecer a
Jthode*. r<k» mpcitiuin o cadater do {i> mmlw imprurjeneia I Kru a infelir Irmiain ca-
pinte abatido pe!a íorça do> elemento» de-io- bida no clifto pálida, frb. e tem acordoI...
cadr;d<s. Ala» era clw^ado o (empa eta que 1
o iu.il. dc iarreado vaaialisino tiolou a »ou- I- «"IU !.,, grilou ivlgird fora dc ti,
erguendo-a apertaodo-a no» bfnfo» rom tran»-
tidade da» cou<a»; e o giganto í*i tirado de poíte. e cobrindo-Jhe.a» mVaa de ordenl.vi-
teu mmmui. para »er submeOido a trato», e mos beijo», e bgrimatf .;. Ji alo «e deti-
0 gigante drtapptrereo d* «uperfeie di trr-
nlum cila» no» olfco»:... Ja |i,Te 0 C(>raf|0
ra. lui o ca»o, .\o terulo Mptimo os musul-
as deitara correr pela» fare», sem « receio
miou* couquist.it Jo ltlx.de», e logo, feito em
de trair o »eu »egn?do! Oh! n um lance d"
|«diív» o colosso, o renderam a um negocian-
estes qual »cria o coração que pode«e occul-
te judeo. Só o brome carregou cem camelo*.
lar o mu sentimento?... .Serm om com cio
Lí-m em Lm Allatiu», que o coIoíío de
de ftra, rnit» não de anaant»!
1 Mi ode» fórn reconstruído, « .pio o imperador — Ab: |w «mpaiuo!... claroma Hd-
Commodo Ibe mandara tirar a rabeca, e pór 1
nutra á timilluaça da sus. K. poe#ra, etidi-n- R "'» mIimiu !,,, alçam espirito que a fa-
ça recobrar o» sentido»!...
le o eiro dc Allatiu», que, fundado na Siw-
Mandei & Botica buscar om aati-»pa«rac>.
cello, nlo leu o que este rsermeo. Sincella d>ro, e ajudando fúlgard a cotlocal-a em uma
eicresco rn irra e Allntius leu m tktxhi.
marqueaa, desapertei-ibe o» »e»tidos que pou-
Siocello fala do colono de .Nero, que Zi-ne~ co justo» e»ta«am, pois Irminia er» mui sim.
d<»ro eoostruio cm Homo, ua rua sagrada,
pie» em mu vestuário, r nio goMata de on.
q»e 6 • que quer diu-r eu iVni odó primir o corpo só por a agradar aos oiboa rl.»
Joio KttlS PltUII outro»; porque, diria cila, «pprimir o espiri-
'«"« d' 5*°rf»p4.i». ehraaotogu • kkturU to para agradar a l)eo» i uma rutude; ma»
•o Li «o Nxtotial Ur Lubo». fpprimir o corpo só para agradar aos liomeos
6 uma loucura impcrdoatel.
Irmiaia tornou a *i passado» algum mo-
mentos, e apenas abriu o» oiho» • primeiro
A 1*1» A O SBSrKÍO MTtTKlIO. objecto que tio foi Kdgard •
( Gw/iníji».) — K (HlI.,. meu Deo»!... dis«e, e»-
condmdo a» face* com a* mio».
E*err»i „ |rfm01J peJindo-Um que fiease
ver-me bomingo, que eu lioba a coutar-llic ] Ilevelou-M o mtstcrio, disse eu commigo,
»âo ellc» que »c amam! Porín como é isto
12 •
92

de ftcm caudaa? cairo mvstcrio, e assim JJ se %!■ qs« 01 motivos de Irminia se es-
sempre dou mvsterios tenho a penetrar! — cooàor cesw rata, e em vei de cu ir pata Cbel-
PcrgMlvi a km»Í4 como eslavo? Disse- Us. foi ella que veio habitar ò E«trel'a, mas
nte que «e sentia tnetiur: e lidatvdo p>r dis- nio ji na menina casa poética, porque estava
farçar o mm oo<noç»o, assentou*»* nn marque- arruinada pelo tem;*», e abandono a qne un
xi. e voltando-se jiara Edgard Ibc disse: — terror pinico do povo a coadrmnira. Todas
— Como é possiscl que nos tornássemos a os pessoas da amiiad* dr Irminia começaram
ser oeste sitio ■ Edgard Ibe ceatou que aumsisital-a, ca ia frequentes veies o soa ca-
Mil acs*o lhe porporcionou n forttixia de me sa ; c cila vinha também 1 minha; mas ob-
conhecer. e de • ter: c |crguntoo-tlie quau- senei que uma profonda I ri st cu a domina-
do tini» chegado de fõra í va ; e era dn mais fjoestas I... era coocea-
— Ab! senhor, lhe respnndeo Irmiaia, mo* tradn no intimo do peito, e o esforço que a
tiro occulto, c poderoso n-c obrigou a escon- triste fatia per mostrar a todos um sem bl ia-
dcr-me etn Chellav te agradável, augmeutnva o seu tormento!
— Em CbeUa.« !«.» OH ! o meu cornçio Iteceei que sem desafogo este sentimento a
advinhate. que tá pira «lli ne (watil.,. abafasse, ou rebentando improviso corno um
Mas esse motivo terminou? replica Ed^oid. ruíe&o occasiooavv gra»es estragos! Resolvi
— Nio,... respoodeo Irminia, e ao mesmo por tanto interrogai-*, ceoolidetKÍ.ilnie»te lhe
tempo Ibe pergontou conto estava sua Espus*. |iedi que me iji»e*se a r a asai da mu morti-
— Minha feposa !... torna-Ibe Edgard íieaçio, pus era sem dàvidi estranlio que ten-
«orprendido. NJo estè ma pergunta! jA esta do encontrado o seu amante fiel, cou-tante, t
SenLora mr di«*e o mesmo! Oh! cu tsllo a livre, ella vivesse tio upptiniide!
tenho, coo ca a tive, e nl<> sei se merecerei — Sim minha querida, respondeo-me Ir-
o lKxis esta ventura ... talvez nlo I... mwa; vivo triste, e ae nlo fora conhecer a
— Sei* certo!... exclamo Irminia reflui- falta que faço a ineos lillms, desejin antes
maodo-sc, pois sai lia que me asseguraram que morrer, do que viser assim!,.. Que alegria
V. S. era casado.— puMu cu ter, sendo que EJgard mostra ndo-
— Infames!... se cu soubesse quem tal rar-roe. e que me (age!...
intentou !... Ah!... disse Kdgard transpor- — Fogel... Que diabrura é esti? SerA
tado. e segurando-lhe uma d-vs mãos que uma fado mòo de falirem um do outro? li^teamot
ao peito com a maior ternura : ja sabe o que ô qae cu nito compre! endo! —
eu sinto!... etn sio tentei disfarçar... sa- — I'«ii assim acontece. Kanssimas vezes
be tudo!... revelou o meu fatal segredo vem ver-mc; e |K>r momentos. Eserere-me
oh! diga-me também se foi esta a cansa que as cartas mais ,i|>aii>oadas. poi^m em todas
a obrigou a aíastar-se d aqui ? «•ILas, em todas as suas expressO» ainda ns-
— Sam! m\bw um mtsterio!,.. Coobcço que tile evi-
— Que infortúnio!... L*m anuo de tor- ta a minha prciença!... Ê qne de certo rl-
meatos iafernaes por causa de algum malva- le está casado clandestina mente!.,.. Se o
do que linho em vistas apirtal-a de mim I iska fora quem Ibc obstaria o firmat a nossa
— EUc n&o »onUav,i « que eu sentia; nem uflsDo!
é p<SM>a quo se importasse de mim. — ['obre Irmioia !... ters raiSo: deves ten-
Travava-se este dialogo «rtte oa dois aman- tar os meios de descubrir a verdade... mas
te» ; e eu conheci que da parte de Edgard como!... pedir-lbe que vcoba falloMe, e
«UM o mvstcrio revelado: foi uma iilrij*); coafesMr-lbe tu ines.no todos os teus receios
inas Irminia era viuva, Edgard onda Ibe dis- ... exigir que le declare a verdade, ou que
te em que mratrosae estar igualmente enca- te dci\e. ♦.
nado ; e todavia rlle me disse que o sua ama- — Ab! tu falia» bem!... disse-me Irmi-
da era cavada ! Quo significa isl» ? O tempo nia interrompendo•«*• !• •• dínorres ti*»im
o dini, que ca ji uJo estou para me impa- por que oio seate» o que eu sioto!.. Se eu
cirutiir com in»stcriofl que se vio multipli- me convencer um dia que Edgard me foge
cando; e dois imsterio* sabe Deus quantos pof que n)o me anu... acredita que terei
nrntcrws dncaiolictlii I anima de ludo isto, c mais «ioda!... Sc me
93

cooveocer que elle ama outn!... oh! eclío, Fri na M}tl tal»ea; itntcuJb «I uid>
Para drta» inbn U ttrm iniii
mia!» «miga» tiia terei aó animo do o dei» Algaan «ali* atlillctw iUt «Uta
Xar.... aborrccel-o-liei•.. mis elle qaer-nte t'a de hu y 4c anaattãa.
(rtauadif que me adora!.,, repele cm sus» xontuu.\ —.. .Kirain t ta mru*.
caitj» que sou eu vnicameute • senhora nb-
I.
>oluU do tf* coraçàot... d» maia... dia
Alt* U a noite, — » »'fc«Uo eu eontran piara.
que outro laço estranho a mira alo lhe pren- Sota» O riil.iu ili» «lt>rn>a mn,
de ooxaçlo!... Oh!*.. mas pôde pero- Arrttirome krnifcWor o Prata
der-lbc as acções!... Aífirraa de continuo Km jrrMirM taçtlbfiea de txomi
que me idolatra... que m« eu quem dirif* Coatra aa mar»erw t^e o pnwo Ih* ntrritlTim !
I'ar irfii» n/la pairar* o ce^ru «alto
*nu pmsamrniot, e coaummda n*a vontade: l>e ntadnaho tàtrk, —i|«ra rajada*
e com Indo isto foge da minha » i*U !.. • poit A Cacc rn|u«ÍMiii aaa «(waljaam,
n3o terei onimo de lhe foUar. ma* heide-lhe K ti a•» loaje rilmanbnva a
IK> c«U-it« rabUg — ladço aatawpido.
escrever. Ataim o fei. ma* Fdgar.l rttpoo-
dro-lhe tempre rujtterkwo. Foi toJivit a ca- ; Era ama uoita moloiha,
ta d'el!a, um ou doía dtaa depou desta ulti- (Uil a t>awn o acelerado
ma carta. f&nlinúj IVtra oamprir atrentado
Uw a ItuoMilidida anvnrçirjlia !
D. A. G. l'c*icu.
II.
Tia «TM» co»o <i niiini da brmnU
Eram m««« tt,; itti.e.fna ;
1'OI-iM AH. Itiao ln'< faal ta la'>!»« <*>* a»»omiva
Já fteiaxlw... aedantoat
Coatra o ktiwl a< aadat *a qatktatui,
l'm de nostos Littcratos. do» maif Ulu»- K a'nta <]nmla «g via
três, c lambem momo Colaborador. pcruiit- O dntaa*r daa illuaúra da taifaixU
te-no» a pulliraflo doa sejtmitc» tciHX — Km amar-f» ironia.
O bom, v. o u.iu Axjoi — com a coodiçAo tu» qae finit tremm<la o ripar) riifi,
de nlo «<r publicar o ku nouie, nem sequer K «a> »itlltj ilr tii-anl»
com a» iniciaes, q«e tust.iriim a farel-o co- Sifpi d", ittrr a ImWímj — itot lavo» arvt
Caminha avante.
nhecer, sendo catw» destj prccao^Jo o cum-
primenta de um protesto que a si mesmo fex, Er* at<fkerof> a fci#:—a iarço* pottoa
de u3o tornar a larrr verto»!... IXa aa*r i» annvuj
Agradecemos muito a dotiacflo qae nos Uaai ntatt de (em> ta^urnai.na a doitn
li il"r»l'ait» (alvu:
fax de permitlir ainda a publicado d'ette»;
e aguardamos coo satisfafio u occasilo de m Vealto nanttraM* a wwU tl* Vratunt:
poblicar alguma obra na rm pr.»u; afim de » Nío «Mf tí ff Mil,—rrer # tttr lottea.
que o »eu nome tem »ío, Letlbo on listo de » O amar — «i-n paitlo o oauuJu exalta
« A inMcara «! £ d, »• n« ulí.fuo \
boato* t.»lt»b<>fivdorr«, com* ji mphudece « A amlaade — anta hypaerlta manefra
•trarei da» -ombros do mvtleno que o enco- - (lar a ttialvada rM«ati«a para terrír^e
bri.*; c que nlo haUarl porfm a farer que fi- ~ Km Jir» MU, dal »irl«l<t*» mata aubtimea.
que ignorado o Autbor d'estes verto* cujo es- f NJn creint, — r dbfiutU alegre • atila,
«• tina para ci*««> do hoiarm foi Ia»^a4«
tilo sublime revela mui o geoio superior qwe " Entra ai M,iUa d» aaf*fo o Urrra glotio.
«» prodajio.
Cal<n, *iiaiii»-ae
E ri>ui(«<nho tru\ie biaiaia »> lonjt t
O IIOJI K O MÁO AXJOS. III.
Sabito arai na a o trato, o aiir ae aplana,
Dími Ulur »ael<)be feia «Vhaafar «I» m autai E no c«U«t» anal <j« aa nataaa ruja
'** •»«'• ^a il MUU MI l»ro< d# Mi «baniu»,
1* Ir Itwrw au aaa trtipViard 6i4m l<Mi (laalAprece rniu Eittdb. • -
• lin da ch*up*na ■« apeavnata
b aarvi« naati <i>.aa4 li Piaut m II pi'10.
Ao perijrioD Iraiitiaxlo « Iam»
A. DlMAk-ininiii. Em deactU «Ulla.
94

E ««i ««.lia e,na alrat raapai I^Ja, Cm Oo anhclo w|;i)ir-(«


< Vim ijnia» »ia«, »e«n Crlfitu *vr..«, Inca imitei, ku repouso
(it Jtr« f»tic$e;
SortÍM» dl»i» U>« ir*« m UUai Alrai do brilho fornimo
K roa» arraio de «»r-UJi uiil> I>r ura riKAulo icJucto» !
A vi* «Injirrixl»: Tu »« dppfeaii h ratio t.
« Ofc! n3a mi»*, om» 4i>{"felu líhga»»ein r u m dó d« luitthos pena»
- llVw* (!n»io «lo »<*4; A que ra taflrn me cooderoais
» K qa»tn lriwt*r« da ttrrhvi Uf» Sem Alcançar leu autor'
- P« g»n!.
P Be Uml iltrírt# IÍM«M « p-sfu Quanto n»BÍ» tpu rosto cu *eju
w Innocroto I*W"'f, Mni» recrescem meus tormento*
f Crf na* |uU«»i, l<(iiiiaa « mu Ai*, suspiro», c Umento*
* IV IIU Inuitirr. Fax-toe evhalnr leu rigor!
Ku t'adoro, e tu me causas
IV. Tormentos ao coraçAo.
Cuja doe pranteio cm t2o
E rm l>N fmma w dai(ra a imipM Sem alcançar teu amor!
IVaqueUr rtWrm aajo d» lauda 1»,
Km l<)f(ar um anlro atada*
Ni« Já vlUa — porta realidade: CooMJcm os teus carinho*
Meu» Alicio» n'amargura!
D» iim mulWr n vl<miim I nha ; Sua tua a des*colara
Actrco»* com pa»»o ni»-»«ir.wJo,
Brilho* rolo d* candura Ltondo tregoa a tanta dor I...
K potde-a («nbcttt... wU»t a leu lado!... Pondo termo is tristes qurixa»
Q'u esti», formosa. esculatsjo!...
A« mJoa para o fVo
Ergui, — a daiivti: Coadoc-te ao *cr-Bw? pesando,
» Já rtwio, Knm aejo ... Sem akiioçar leu amor.
" \to dm ãiarri OuiuUo u dt ia«».
» l>a tir q»a na t«rra J. Ei S, UuMlrJ*.
- Ti® puro ancotilrai.

O MAU.
R roreit o nur rAvo tão (animo
JRM1BI A. Tuni»f-w-llic amarfllo d» «afia J«.
C»«. — Caat. u. íui.
A»omj a riunha aurora * Mi l PAI.
E o m»l» du «i» (Are,
lhndo viço a» linda» flòrcs Eu j& o mar bramir
Dando lhes «ida c calor Yí-o sim — e vir cahir
Tudo m onieia, ok! Irmúsia, Vir cahir desamporado
Tudo Hiri dc prarer Sobre a praia — c escorregar.
Sõ eu me tejo a morrer Mas vi-o depois »urrir
Sem alcançar teu amor! K o seu furor — cessar.

A íóí... c sempre chorando 0 mar manso eu »i Uo bera


N.Vo encontro lenitivo, E raaoso como um cordeiro
Mo achando ao real obrigo Se as ondas vinblo à praia
Que rnitip* a n>ioba dor! Oht era com uni ar fogueiro;
ltoubasle <» bem que eu goiata. Vi depois o nevoeiro
Pois sem esp'rança fodwo;... Vir o espaço tapar
K era b>ldc lamr-nio c thOro E eu ti o mar bradar
Sem alcançar leu amor. Qual doçjprado gcweiro.
93
O mar, sim; quem o entende. ' premio vate • fortuna de granjear as symfu-
Quem pode compreender tbias de todos quo tem • dicU de o cuabe-
O» arcano* Uo profundos. cer, ou de admirar u íuii produccúes.
Que »A Ueo* póJe saber! A Mu fim é do Sr. Frondooe muito co-
( E a meu pobre entender ) nhecido j* pelo seu merecimento ccrno Fro-
Eu j» vi o mar saldado fessoe dota Arte sublime; e per certo mui»
llrasio —-e encapelrtado lo Celia elle foi nota sua no>a compoMçJi;
E sem dó do desgraçado pois dcfle o principio olé «o fim cltcia da
Nm aguas — o alluadar- animado, clciva seatir os s>iaits efieitos dd
harmonia ' E «em dai ida uma s^randa satu«
Vi Uohem— Irrite barquinho CsçV» |uir« o poeta qaand» encontro um Coai*
Sem poder luctar com o mar fo*i|or que 15o pcrfeilammto comj<cbci>Ja o
Ir n»»e«.W<> mansinho seu pensa mento!
E lã drpois sc Jlíurjjar! Os actncvs dMempenh>tn bem oa ses» pa-
peis, ditlinçuiuio-se mu.to a Sr.* Kos-ituij,
Tadem vi altiia não e o Sr. Tatrardi, que nesta como em tolas
Parccndo o mar desprezar as outras peças e«» que representa, obtevin
Com» sendo wu escravo os justos applausos com qjo o publico sabo
E «i« £Mi!« — e>te a «irar. coroar o seu mérito: é ma qaestio um doa
E a ftio foberba e altiva mellierrs Actores IVsrtugueres.
Ante o tscrato *e curvar! A Kiiicrox.

N V< queiras *x>dar o mar


Ponjue fccarci» vencido»; rcuinniK.
Nlo queira*» saber arcanos
Arcam» j«®r l>oo» tecidos. Ji fui arma poderosa.
Ando em rolo da cozinheira. I
Jmo Cm* JhcRiiM, No cellnro soo uiada.
Pelo rio na bateira.
Declaramos q«e esta poesia — O Ma* — Cot rapares na escboln
< <lr um menino de tr«e anuo». pertenceste Sliiita» vetes assim fu;
4 família dos Sr*. Travassos, e consta-oo* ter Mesmo a;«ca vcu fazendo. ]
Jl romjKrtto o mi comedia, e feito serias tra- Quando pwso, o que cila dia. J
: muito estimaremos poder niod-i meo-
tiooar como um de nosso* primeiro* littrra- Nu rir* paiao da purçanta.
*°s o génio que mereeeo seos primeiros ido* Li ra« e.icoatras na madeira, l
#o limitadíssimo espaço dota Coíba. I..'i me cotta dura espada.
P'ra vencer minha cegueira.
$
ClM\AHIO. QufinJo a frosca madrugada,
lloxeando, detfioalava.
Tem sido brindado esteTbeatro com moi- Inoocente pasMrinbo
^1, e boas Comedia» ultinumento represen» Mmba viuda saudata. 1
Udaj; entro estas oJo pedemot deixar de
"Var «*" preferencia a liada Opera-Comica Co^CKtTO.
^titulada ca Qaal dos doti? e= O nome de
»en illuUre Aulbor o Sr. Silva Leal. leria o TSo notável ê nvu canto,
c 10 MiiHca IV» singular.
1i/! ' k* o^nia Comedia, entre tan-
1 ***' c"*"">4 icr occ asilo d« reconlsecer quo Que qnolijaer. que teolid brio.
•Wm do elevado mento dai was obr** al-
Nlo gosta de me cantar.
cançarem a geral oppro»aç»l'J; letn o nosso B. J. S.
96

Um do nouot asiignante* t.-m a boadsde | A Redactora recobeo amnt poesias de» Sn.
di» nt i bruni jr ecm a seguinte elarada mui- Andrade e Almeida, Silva Mendonça, e João
to linda, muito eagnnliota; obra do uma mc- lta|>ti»ta dc Carvalho. cj-ia infinitamente agra-
ninn, soctora dc outra charada que publica- dece, sentindo portrn oAo |>oder co««entir
mos cm o wxso ■.* 8. —Muito Ibe agrade- ^e sejam publicada* sesta Coíba, for dirc-
cemos Uodelicado mimo; |>or*m muito mais rera respeito à mesma Redactora; entretanto
lh o agradeceriam* ** um prrririllsM a ven- protesta n tua gratidão por tio mimosas pro-
tara dc conhecer o toat da pestoa cujo ta- Jocç&es, quanto cmarecido* louvores.
lento DúR tinto apeteiamos: nora um, nem
outro doem por certo permsoccer iu obxu-
t idade. !•« RU(.U«K» I.1I ILH (NI IK.
llisTonu m LvQiurrlo cu Poarrcat,
Scudo eu gentil doa/fila "} tonteado M#m de muitos documentos ongi-
Que muito* guardam oo peito oaes deste Tribunal, o* Adot de fV celebra-
dos em Lisboa, Évora. Coimbra, e C.on. e o
A vim muito p'ra ensar-me f numero de victima* no* mesmos saltidoS: or-
Foi preciso, força, e geito. j " nada de y estampai. — Preço IjIOO ríi*.

Se me divides, duat danus S«*as ba Vida Conr.vroHOE*. por


Arali.i» bella» tu verte; A. P. Lopes do Mendonça. — Preço SOO rfi*.
Se reunida me queres
Bella dama encontra ri*. O Ai*raic.txo rm Loinncs, eoato ori-i-
P»> 1 MA MOIXA aal por Jo.Vj Dia* do Quintal. — Preço 100
róis.

O Bou Mijiijo, Contos Morar* d'um pro-


Tende... Oh ! Dcos «Io Piedade i fessor a ses» discípulo*, publicados por Cesar
Dissa o triste Pctcador ; Cantu. « traduiido* em portuguer. — Preço
210 réis.
Eis no Dia de Natal a
Jtsçs Cur.isio o Redemptor }
Toda* e»U* obra* *e «dum á venda na
loja do Sr. Joio Pauto Martis* La«ado, rua
Quando bavia em Portugal
Augusta o." 8.
Santo abrigo n*ura Convento
lira eu rniti ro tenente!
Mo me (altava o «ostento I
ESPECTÁCULOS.
Porém boje... morro i forno
THEATRO DE D. MARIA II.
Vou (descalço!?) a caminhar
F «4«ri frades <jue eu senia Domingo 21. —- O Templo de Sélomào. —
\ou á mingoa icr findar!

Inda roai« — SaoUis Ijrrja» THEATRO DO GYMNASIO.


Peita» fj [i ra oraçlo
Para I rtoj e Tkeatrot Domingo 21. — (WJ dot dou.'—Opera
A estrangeiro* jk se «tio I! cómica em 1 acto. — f'»» hanSo na (tarai.
— Farça original em 1 acto. — A Bofetada.
Rnir roo o S. Francisco — 1 acto l'm Tuior de 20 aimn — 2
Distante de Portugal!! actos. — Priocipia is 7 horas e meia.
Onde menoa «• festeja
Toda a casta d'animal.
TlWfMPi'14 '♦ »• MONAIM|
Eto svM=n«i ita. Mn H Hllll M >»* #||.
orTrnno «NS». vinr.Ho 13.

\ ASSEJIBLÉA litteraria,

JORNAL D'INSTRUCÇÃO.

t Iwíiadcm — 30, 3. O. í|Ju»it)>.')

' ■-
I»! »*»»•»»«•,,_ An^iu-M, • tf»le »•« tMf <!m #r». JlaiU», .Lo "
Jí.íi **" J*aaliOa»|
l.ííiL"r *tW| ii«a llanrriun, ma ******
'"*,*«!'"" AapiiU »•* I»1] J4.- r. I.KMo, u tf iLa b:
HiMi.
. —rrn'N
™V»- p»»rP"«ri
•"IdL
ICO.TnM.ii»
Triav.l.rIIV)*m. Stmr,In- • Aa»> liTOI. MdiU
c. 90). H; ,
A«alwmCO^i.trU. • .0
. MT»»4lr<f14a» f K"l*<«.»», , «n«t*4a. aoM« lUrlpIarta, ma |J> CWrir.la «.• Cl
2 t 1 Jr
a Coaunuakaiiw
lC j wlmw parOralar ÍO* rrl» aiuti^lm
a lánW.4c fbpnlanlw Auwa. Curr»M<ir».f la.*

0 TEMPLO DE SALOMÃO. O povo por lanto gorou também


uma suave illusilo no espaço de um
Correram todo* os habitantes desta trimestre que durou este sumptuoso
capitai, dc seu* arredores, o de algu- Ksficctaeulo 1 quando outro nio tives-
mas província* a ver — O Templo dc se sido o proveito bastou o do haver
Salonido — Drama Bíblico represen- conseguido entreter o publico tre« me-
tado no Thcniro de D. .Mona II.: xes, sem que desse divertimento re-
era unia novidade que alvorotava, já «ultawic damno algum á Sociedade.
pelo pomposo titulo, já pelo cxplen- Diráo « é acostumar mal o povo, fa-
dor; e isto é bem natural; o homo *er que nâo dtVni valor a juras de
povo depois que náo tom oiro, gosta simples declamação, onde se aprendo
dc ver ao menos luzir o que assome- a moral » ao que responderei— façam
lho a oiro... já que nio tem realida- primeiro instruir o povo, sem cuja ins-
de pr«<»a o grande beiu da illusiloJ... trução elle n;ío saberá dar valor a
Oh ! sem cila o que seria «ta vida. cousa alguma ; o nosso povo 6 por ora
c«te vale de lagrimas, se um sorriso cuiuo urna creança que só goela de
nos lábio* (que muitas vexe* n/lo che- rir, ver luzir, dançar, ouvir cantar
ga ao coração) nio animasse as fa- clc. ele. — As (teças que por gran-
ces •' • • • Se o fulgurar de uma luz de espectáculo «Ao attrahirvm ou por
passageira nJlo alumiasse, inda que cómicas nío fizerem rir, causario so-
P°r instantes, as Trevas quu nos cir- mno, e aborrecimento a Ires partes
cundam ! Bem como o viandante a- da platéa... instruam o povo, se que*
dora a f^irclla que vem luzir-lho em rem que ellc conheça o melhor; e náo
noite proccllosa, nO* adoramos uma exijam que ot Auctores, e os Dire-
"lusflo que dou doiro us horrores da ctores dos rheatros sacrifiquum seus
existência 2.. • De um, ou outro mo- nomes, e seus interesses expondo á
do, t* ricos, os pobre,, os sabirw, os seena peças quu á segunda, ou ter-
'gooranles, os grandes e os pequeno#, ceira representação casem por que o
todos teni suas gratas illutòes; todos publico ú o Juiz; e ao Juiz falta o pre-
g^atii scus *onlios de felicidade na ciso conhecimento da causal...
Tivemos a conslancia de nos pri-
varmos de ver o theatro 16 annos, ou
K utú c «,»«■ uu lettho a iuuuot >kU! 16J... Transtornos politico* na lu-
la
98

cia dos dois Heis Irmflon, mortes do pouco agradaveit qae o publico (a
jais, o dc quasi lodos cs nossos pa- maioria) havia recebido nosulois pri-
rente*; desgosto* rnortaes que nosop- meiros actos!.. temi, confesso, temi
primiain a alma, nlo nos permilliam a queda do meu Drama !... Cortei-
nern sc quer lembrar os divertimen- lhe falias ... sconas... o até um qua-
tos!... O tempo (h(e grande Medi- dro, onde o sentimento melhor sc de-
co, a ratio, esta benefica auxiliado- senvolvia !... o reconheço que sc não
ra, e acima de tudo Deos do infinita fosse a natural bondade do publico cin
Misericórdia confortando-nos tent-no* favor de uma Senhora; a idóa quo cl-
com a precisa rvdcxio permitlido que, lc tinha de acolher benigno a primei-
sem jamais se extinguir, nossa dor se ra sua compatriota que ousou apre-
modera; e nào so tornando já lio pre- sentar um Urama; sc nio fossem os
cisa a nossos filhinhos a inseparavcl meus bons, e verdadeiros amigos que
companhia, e os assíduos cuidado* do voaram a prevenir com seus appJau-
uma extremosa mài ( porque elles vào sos algum funesto resultado; e mais
crcMcendo) lemos frequentado uo pre- que tudo, se nio fosau o cavalheiris-
sente os tbeatros, como Authora, e mo com que os nossos illustres lute-
como Rodactora; o alli observado o ratos se portaram, sustentando nflo só
gosto da plaléa; pesa-no» sobremanei- a dignidade da classe, mas animados
ra ter escriplo dois Dramas antes de mesmo dealTccto de irmios, eda mais
ter tido conhecimento dos tlieatros de louvável indulgência, e generoso de*
açora; mos so continuarmos na ma- sejo de auxiliar o* tímidos ensaios de
nia do escrever para o tbeatro, pro- uma liU» ulil, quanto gloriosa empre-
testamos que sc nos lembrar cousa sa; se os nossos contemporâneos nJo
triste que faça chorar alguut cora-lo tivessem solícitos, prevenido em nos-
sensível, havemos contraslar a triste- so favor o publico, cm ves das coròas,
za dc alguma «cena com uma vista, dos npplausos com que nos victoria-
ou uma expressão que atlráhia, ou Ta- r.wn, Constança leria cabido, porque
ça rir ao mesmo lampo!... O povo o publico nem lodo aprecia o senti-
gosta desta* alternativas dc barulho, mento; quer ver, quer ouvir cousas
coníusilv... Assim o acostumaram... que o alegrem; ou enlhusiasmcm; nlo
, agora... catitas. Temos até observa- quer sentir allectos quo pungem, o
do darem-so palma* a dilos indecen- »erisibi|ísam ! Kis o quo temos colhi-
tes ]... a «cenas immuraos!... a is- do observando os theatros; o tendo
so é que tnuilo se devia atteoder pa- lido tantos discursos áccrca do Tem-
ra se proscreverem |teças imoraes; plo de SalomAo; nós que nio usamos
ahi é quo nós queríamos todo o es- jtarlir de trrr, c que nilo nos inquie-
crúpulo ... toda a severidade i tamos por divertimentos, reservámos
I ivemos a lembrança de oflorccer ver o Templo dc Salomio nas suas
ao publico um Drama muito senti- ultimas representações; c a um tem-
mental, e moral (embora rcchcado dc po lhe fazemos os nossos primeirus
mil defeitos, o que nào sc lhe pode ne- cumprimentos, e ultimas despedidas.
gar *io estas duas mencionadas qua- Todos os jornae* fizeram o seu jui-
lidades) e confessamos ingenuamente 10 acerca do Templo de Salomáo;
que durante os dois primeiros actos, juízos lio diversos qus se elle hadu
que lio os mais cheios de scnliuien- ser condem nado, ou «'«sojvjdo o Su-
to, sen liamos o corarão oppriinir-se- premo Tribunal — A Posteridade —
no» no peito, c anciavamo* por ver a o dirá; por que nào existindo já se-
appariçjlo dos Mascaras no a.® acto, nilo ein memoria elerna o seu Author,
atiiu que as vistas, a musica, algum a justiça hade ser feita imparcial. Eiu
dilo jocoso desterrasse as impressões nossas paginas só Fr. Anaslacio dis-
90
«o alguma coisa, porquo fnais curio- rito ninguém ignora. O Baile é M-
so, o mais nBui(o(>ta n<M> dittcnioi lo; e as Sr.** Uussola, e Marsigliani
bem, mais sem cerimonia» doque nós, dançam com a maior agilidade, e ocr-
foi ver o Drama, o confessou o quo feiçáo. ' '
■calta ; porém nós nem ainda havia- Sem faltarmos ao nosso proposito
mos vislo o Templo de Saloroío, c diremos quo muito noa interessou Mi-
por isso nada podíamos dizer; o nem sael!... (Jh ! Deos não realise ja-
mesmo agora direme* coisa alguma mais tSo barbaro destino a amor Uo
que pareça louvor, ou censura; n«1o puro 1
«Miamos habilitadas, nem ousaríamos Eia ahi as impressões quo nos dei-
aventurar um juízo em respeito ao xou (além de outras) O Templo de
mesmo Kupccltculo na |wrto littera» Nilomilo; cujo appar&toso brilhantis-
ria; o quo sentimos... o que penda- mo escurecerá por certo, aquelles
mos ficará sondo sempre um mvste- Dramas que hajam do lhe succeder,
rio; e neutraes nos conservaremos, so o publico sensato nào reconhecer
isto quanto á parto histórica do Dra- que o excessivo expkndor também
ma, e mais circumslancias em que deslumbra; c que é preciso conser-
pretendêssemos reflectir; quo em var-se um equilíbrio cm todas as cou-
quanto á poesia livremente declara- sas da vida ■ Entretanto a Direcção
mos quo é bella; que muito nos agra» do theatro mostrou que poudo tocar
dou, e neste ponto n3o recciaroos a- a méta do aperfeiçoamento artístico.
venlurar o nosso parecer... Deos fade bem o* Drama* que succe-
O que ni!o podemos deixar cm si- derem ao Templo do SalomAo; o que
lencio ó o louvor que entendo dever muito do coração desejamos. Ameri.
tributar á Dircc^Jo do tbeatro pelo
gosto, e magnificência do scenario.'
c ao Sr. Epifânio hnnra seja feita |«-
la perfeição do — !\!i«e en Scene —
do mesmo Drama! E' impossível cx- a uma ao auoa.
ccdcr-sc a riqueza, o mimo daquelle
apparato; nas vistas, no vestuário; na
execução; finalmente em ludo. A vis- Pittwo-me que Irminia nUu m»u coo-
ta do primeiro aclo f*«cinou-no*!... teote depot> que vira Edgard; mu pastsdos
alj-un» dia» mo procura r-me, pediodn-me qut>
*quclla Palmeira no fundo tocando
Ibe valesse com o meu coiwlbo de amiga;
com um só dos ramos o escuro da nu-
vi que eslava rralmtste alllicl*! e fui com
vem que a coroa . aquella Palmei-
Ta quo parece mover se como vege- ella pusear ao qsiulol: apentómo-no» 4 «tim-
bra do domo ltov|ur>inliu de Uiuiiilljas. a
tal, quo poéticas inspirações produz
Kota*. e Ibo pedi que sen reierTa mo coo-
A mÃo que a pintou deve ufanar- (smo a» lutt proas.
ão. A destruição do Templo, o tem-
— Sem re*ena !... ®||j gn muito desta
poral ; essas como as mais poéticas expressSo, diise Iroiima suspirando. e toda*
muito nos .içradaram; conhecendo to- tia r.l!e é quem alo sabe Kf sincero! Antes
davia o beilo, c o rico das outras scc- ove d«**c logo uta desetigaao mortal; era um
'ias. A Sr.'1 SjIít torna-se digna dos golpe <jge tcrmiairia d« uma tez o meo smer,
maiores elogios, pelo bem que desem- OU a inuJu sida. mo» este onsterio nuta-me
I*nl>a o «eu j»apel; sente ... Ah .' se
» fogo lento. 6 a peior da» ux*te* I o peior
»'la nSo sentira nâo representara as-
des tormentos o receio em que vivo!... OlLa
*,n>: 9 ^r* Epifânio c como sempre minha arnica. Edgard estere oommigo; p*.
° primeiru de nossos Artistas. — rreeo-me tio meigo, Uo spoitoaado como
A Musica é agradavcl como todas
nunca o vi! Não tive aoimo de o accuar da
as composições do Sr. Pinto, cujo mé-
*ua au»«ocia I... doo dias depois esaeveo-
13 •
100

me a carta tnir» apmo«i»ds: aqui a Uai roraçJo do homem, ajo para fugir a alsum
oíLa bem cmm principia li.. Edgard, tão temo; iaa« para escrevei al-
DiU* olit palavra* tirou Irminia d o »ua guma coita com perfeita conhecimento de
carteira urna caita que logo eta cometa di- cansa... para ver »e tanto» exemplos apro»
lia a miti a veitam ao aoito infeliz aexo; e k contigo
« Lim eternidade me pareceo o dia d« talvar algumas ticlimas. que attrabidas qual
h^utrin por jup longe citava daquella que A por encanto tegurm o seu algoz conto te (d-
o unii-o iiia ilo do meu corado, t«dana 6 íoc- ra o Anjo da tua guarda ! Ah I minha Irmi-
ço*o guardar as importam* roa»idcfa?fca di nta, acabo de crtr, nko ha que fiar em ap-
sociedade (aqui lhe ri (cria ot motivos que parencMv..,, Se o teu Kdgard 6 mio, terei
Ibe obstavam o r fel-a, « participara que da desconfiar dc toJ<w o» honten» do mtirtio;
linha dí prr-tidir a uma rewiu)«, ma* que [wrque até a mim me pirecco elle um Sin-
depor» dai dua* horas desse me.mo dia toa* to ! Due-me o que te aconteceu; n3o vamos
ria a vel-a ) em tio» do» paragrafo* da um*» a julgar mj por suspeita», já »<»» quo tc en-
ma rarta dm» n a razio, este meu ralenti; ganas* pensando mal do infeliz...
baluarte jaz de todo aniquilado! » patudav — E agora enganar-me-bei talvez petttaa-
roais alguma* linlu» tornava « cm fim a mi- do bem, tornou el|a. escota. — Edgard tinha-
nha ultima resolução e*H tonada !... tou me dita que iria ver-ine boolem; eu oltvi
teu !... *í peço que jamais o vencedor aba- com umas dares de cabeça Uo violenta*, que
te dn fraqueza do vencido. ■ ele. entendi melhor cKrever lhe, e transferir pa-
Parece que Edgard evitara a tua pretea- ra outro dia a missa ealrcwsta. — Ketpoo-
ça diive ru a Innioia. por que luctava ainda deo-me do modo que »eris nc*ta outra car-
por ar.-acer o imor que Ibe in>pira4c!... ta !.. • Ah !... combína-a com a que mJa
; E certo, replicou Irminia; poi» admira l pouca lèt-tc!... vé o que eu poderei pen-
ainda outra coita. Sabe que f<x ver-rae. que tar. Ví se i este o metoto homem a escre-
ice doo as mais evidente» provas de alTecto; ver ... a sentir... cm Uo poucos Ju» que
qoau todo* o* d a» ia slor alguma» hora* mudanta I...
em minha companhia, e parecia n9o ler for- Ovm c(Feito Irminia tinha razSo ; era uou
ca* para se «aparar de mim !... jurava aio carta bem divri>a da que cu ncabtra de ler!...
pider viver já sem me rer, sem estar com- Em vez dc lhe parecer uma eterniJada de
rnigo a todo o infante!... A tua candura, angustia* o» dia» m» que nio a via, elle bas-
a *ua meiguice, a sua delicadeza encantavam- eara cw eternidade como único meio de es-
me I Fn«Ui,i a cada momrnto a um in- capar a um tnnl que elle itln deelarava I...
teira sujeição A minha vontade, de que eu ja- Dizia-lhe que nio pedia ir vel-a no dia
mais abusaria; ma» eu ambicionara tanto a qae lhe indicava; dizia que nrtse dia par-
putse daquelle corado, que te cooÍísío que tia para o campo; e là se conservaria dois
me senti orgulhosa do meu poder! Fantaiti- mezet!... c ultimava nestr* termo» — « oe-
ro podre I... Eu loohava ler a mu» adsxa- ccttito descamar: e quem »abe se um terrí-
ila, a maia ditosa da» mulheres! Crédula qee vel <lc#:a*to me laoeari no descanto dos tu-
cu fui!.., ma» para que te hetdc referir eir- mulo»?!... t uma pagina que jú o futuro
camstancia» que ati pouco, ou nada intrrrs- hade abrir; nella estA e«cripto o destino do
tam, o que por minta detgraça nUo grava- teu sincero amante — ÍUjnrJ. —
da» no intimo do meu corado! Oh! a* cx- Sincero!.», mui poaca «inceridade re«pi-
pzestòe* que elle me dingia!... o teu atnor ra esta carta; e coattado u que elLa deixa
... o seu enthu-tiasmo. (oram a minha feli- ver 6 uma desesperação concentrada !... mas
cidade : slo hoje o mou »upplicio I tu que fizette Irminia?
— E importei!... exclamei com a maior — Esc revi-lhe logo, tornou ella, pedi-lhe
surpreza; tão pouco* dia» durou depoú de fe- qae finte vêr-me ante* de ir para o campa;
l«r, de corrwpendido um amor qu« permane- esc revi-lhe com rnuiti pii\)«, expliquei o
ce® puro extremou» quando lafalir, quando motivo de bater tran»feri.|n q n>tta ctilrem-
aio coerespoodido ?!.. Por IXro» Irminia ex- ta, c por Gm mostrei que de>cvoQaia do í<u
pliea-tr, quero ainda aprender a conhecer o amor...
10J
— E que fei elle?... Voou a *er-te; a j da liberdade, e tu o easti^o di c^múllol
«rauquilisar-te, awçvrando-tc a mm fidelida-
de 7 a sua iuleira sujeiçAo A tua vontade que H escrava 1" 'i»re!... me di«»• Irminia, tu que
des*cs mnai« Ijço»!... o» teu»
unicamente commio-Java» J... a mostrar o filho»!...
tuidado> qce II* merecia a tua «aud«?... — O# meus filho* »im, porque s)o íom-
Xada di»«o, ntiolia amiga. eiscrrseomc «•«ilrs: porque prori*am de mim; porque mo
antes de partir boje, oti caria protestando o adoraru arima de todos •» sírej na teria f
n u «tomo, e verdadeiro amor. jurando vr Acrrditi Irminii, cu quero aroluntaria exra*
a unira pessoa que elle adorna. e >1 qu»m ii«Nn»: eu n)o coosentirci jamais que me
promelle voltar • fêMDr !... rtcnaii«ri*i!. .♦Ou«oe*cra*i»ar-mi,p>rquem
e da-me o* cpáihcto» de cn*l. mil *c»« mereça o rnr.i amor. ]«m>is por |oem me
rruelinjusta '... aspérrimocoraçlo!... * '"sprese. liem »«<« qov <w atwitimeato <te-
<|l> ! i mim ».,. a m;m aspérrimo coraçJlo!... prad» qualquer Setiborae que homem de
*u qw» taolna prota* Uie tenho dado de uma bera querer i amar uma Vnliora qoe «« dei»
cega f.iivio!... xa anilar ... .\mici ser! laoaaem de bem
— E* o to» mal. diwe eu a Irrainia, per. o «juc pertemler humilhar a sim amante, ou
d<Vi. ma» a t tende, nlo tia homem algum <isie * mm consorte. Ku no teu caso havia do es»
fcnha a penero»*J.ide de alo ab.*wr da pii- prrar que Edgard me dtsio uma Mtisli()o
*lo de uma mulher; em quanto dundam do do seu procedimento: que elle faltou a todo»
H-u amor, «mi quando receiam pcrdcl-o, las- «* d cirro* do amor, e Hé das atteofOes que
cara desvelados os meãos de o segurar... maa lhe merecias. <■ bem «obrado; todsm igoe-
certos que ciU-jam do «eu (riuiupliu 1... Oh f ramos mj uma raiio occnlU... uma nota b-
fa/cai-»e |«po muito grato*t... e ainda úto triga talvci... um ciúme desesperado... 6
n.1o « o pcior. m elles tó se torna ««■tn
*«i a meu *cf o que o poderá desculpar; to-
prave* - • • • ®m i que atí toda a sua delica-
da a»»im adterte que elle* muita* re»«* para
«lera iívíJj ante* se eomrrto rm mpereta.
cncohnrcm suas falta» usam da capa do ciú-
para irio direr outra coisa... todo o seu ex-
me. .. recorrem a uma faotastica suspeita...
tremo «e converte em deaprceo r... elle» que r4o dto licença a mulher alguma
— Pelo amor ,1© l)«.s bradou trminia, para ter ciúmes... querem a ledo o instante
o3o prosigas, pui» cu beide acreditar que a
marlirisar-nos aUectaado indiscreto» relos...
nioral está perdida o'um sexo que deve aliás mas n)o t relo... é... nem eu sei o que!...
dar-tto» o ei.-inplo I... guiar-nc**... prote- * até fsrerem mio conceito da Srntnra que
ger-ow.,. 01»! sc toda» ai multares pet». escolheram... a falta de inteira confiaava oa
M
*vrm como t«i1... pes«oa que «e mima. i terrível Oagdiol...
— Xlo teriam laenkum horrera |nr amao- ma* elle* querem uma lei para »i. outra pa-
'*• "«« respondi interrompendo-a, mas todos ra vós... |)iie por exemplo a Edgard qao
por mfcito bons, muito honrado* amigo*.
descoafias que elle ama outra; e«<*rè* como
Mas tu amaste, e ptovn q»e te ligaste leses peta ; ao puso que elle quererá lhe sof-
**• laços coojugae*, tornou Irmmia. fra» piciente aa tua» mjqstaa suspeita*.
Abi »cn* tu com o otreMho toado ji — Fntio hrjuii i Irmínia, éalei da cscra-
e lotigos tempos por todas n« candidatas ao io. o do M-nlmr ? Foi» ui.. ciperarei a *oa
;
*anto Mnlnmomo ! r>o* resfondo-te. com to- justilicaçâo, que a me»i »rr já 4o pôde re-
n
•' a fraaqoe» q*e e» Irr ca*ado uma, ousia- parar o mal que cllo fer com e»te pano a si
w»e possível foi*,. prol3 quean^; mesmo... Sim. por quo ainda qoe o meu co-
«iretsnto Mo qoero oe~.r í*m>; antes direi ração O q ti eira absolver, n mini. ro/Ja O cri-
l'«« dar mais forço ao meu decurso que é
mina ! Uma Senhora de b-an* sentimeotos
<*»« nv»« uma raiío de me set pemhltdo o quer antes perdoar aa «eu amante uma injus-
discorrer em tal assumpto; sctido ceito que tiça, do que SoíTrer oma desaltenç»»! Ile
«'«k-urm púdo ser mestre, sem primeiro ter
<l«'0|Kito: e oobte com> tenbo-te «rande van- bora em diante j* nlt« screditarei em todas
as pala«ra* de Kdgard ; e coafesso-to que Oo-
^ni por q )0 aproveita M |u
trs quirrra perder o seu amor, do que a boa
Ojucrçjte!... j>W) n gfcjo 0 prcaiio
tpwito que tfelle tenbu formado! {« RcsU
102

opiniSo que •» baseou o meu amor • perdida AqueEe sangue qoe vertem
e*u boa opiailo o amor nit> podo tosteofar- Soas feridas com dor
»e: Iv-xlf forçoumrotc caliir... Ser» Ul a tfi uma prota santa o vasta
minha desgraça que eu ue tivesse illuJUJo l>o seu vasto o saoto amor.
lauto '... S^nlior aclarai-me a verdade !...
Vi Irminia tio consternada que tratei dc foode, filbos. n'e!lc os olbos
a distratar; ma» em tio! Ketirou-se, pedirt- K mostrae que kks christto»
do-roc que a fo«se vir, pá» *en(ia-se muito E rcxae, re/«e-!he muito...
doente; e com efeito as*ii4oa-me a palidez klas primeiro poode as mios.
do seu r©*to! ura mtirnacte ulo era maia frio
qoe «o*« fnre«, e mm m.losJ Recommeadei Agora de ralos erguidas
meu* filho» t minha Gel errada, e acompa- K<v;ae por «o» e por mim,
nhei Irminia a sua cata, fazendo que logo » Pedi saúde e juízo
re»olhr**e ao »eu quarto, e obfigaodo»a a to- E pedi pedi lho auim:
nar chã bera qiaeote a »<'r acaio succumbia
ao frio mortal que parecia ter-lli« gelado o » Pae do Ceo, que li nos vede»,
sangue I... Mo a deixei aquellc noite; mm • Tende dó de todos nós,
a infelii pa»ou cruelmente, e apesar disso » Qtte nós somos filhos iossos
co dia seguinte crpueo-se; ao aj$entar-se a » E tudo c*p ramos dc to<s.
escrever algumas liolias deixou cahir a cabe-
ça lobre a mera; eslava ardendo em febre!... • Uae-m» saúde e juiao;
• Mo etqucçacs oo»a mli
f<Wi«úi. J • Oiha* bem que voa pedimos
D. A. G. 1'ciicii. » I-he dei* saúdo também.

Agora com as ratoxinhas


Faiei da crua o ságoal
POEKIAS. E rogae devotamente
Noa litro do todo o mal.
Astoiio Mn Ott Lui.
Mo «13»» t<k( t:i.i. i CHI XI

Mo veda, filhos, alo tede» * p®<3H€.


N'e«*e altar aquella rrui?
Oihae bem, oibae, agora, I.
f. o no«o amparo e lai. Qu' importa A rica... é oobre
Da desgraçada pobre
Para iw* remir a todo» O soflrer?
Jisc* C« ■ ri to «Ih morre*. Vel-a gemer... coitada
E n cila por unto nempta Com o íilbiobo abraçada
O perdio a todos deu. A morrer7!...
Foi por nós ma rl «nu do Esearneo... despreso
Como inda nio foi ninguém, PVa mli desgraçada.
E em paga do mal MArido T*o pobre... coitada
Só «ws acousdha ao bem. Qoe a sorte maldix!

Mo vede* aquella r'roa, Escarne»... despreto


Q** lhe poierim judeos Pra tanto toffrer,
tapportuv-a resignado PVa pobre mulher...
Com o peosaoMulo ca Dbos. Pra pbre inftlut...
103
De frio (remendo
IV.
Debalde ella implora,
I''ro orfao que chora LA te diusa utaa crua
O miscro pio; —
0"® piedoan mio ergueu,
Sob a campa que translui
■ nobre orgulhosa C o sugo lume do Cru,
-S
í r»ca.,. «Ixulaila,...
K da desgraçada...
Tem cm leirat mal traçadas
N*o teott a oíBiçlol... Kstas palavras ^iiadu; —
E «qm que jM a .. #
II. E na moric igual t oobreI...
E debalde gemendo chora a pobre Putttiiu Jraiaa.
O pio pedindo para o filho A ttobcv
Com aflliçlo! M de £rtc»lro lait.
O («atido cbáro da desgraçada
O peito olo «oramove da o bastada
Á compaixlo!...

O qo' importa i sobre


Tio rica ... orgulhosa, uixfkzjii: O K.M'*.>ro:...
A viuta chorou...
De fome a morrer ?!.., Ao sorrir <lc mimeis ventura
De meai dina a aurora assomou!
Que Ih' importa... que a pobre Improvisa fotal noite eacura
Do Tome descore,. A carreira vital me cnluctou!
Que gema... que chore
Ao filho abraçada?!... Horrorosa proceda inda ara açaí..*
A kwí Lrados a morte se ergueo!...
Sc á nobre orgulho*»... I»e nxrus dias a gloria, a esperança,
De ooutc e de dia... lera» pais, oo tcpalcbro escoodeol
Só lembra a orgia,,..
Em qoc ooda coifada!!... Da pasiado memoria pungente
De continuo me arranca nnt aia I
Com terrivd semblante o prescoto
Ao futuro reclama inda maia!...

Submergida na dor, na tristera


Dalla crença o wxcorro invoquei!
K «pira de forno... Eis num sonho com leda surpreta
\ pwrta da oobre... Estas sorea do ceo esculti!...
A viuta... Mo pobre
Co filho abraçadaII... — No rigor da mais dura antiedade
^ cm o cto extinguir tua dor—
III. Ah! que o sonho è felix realidade!...
Esta lox era • »oí do Senhor!
Mas Ia w escuta a to* ter ri» cl
Do sofrimento o hrado horritel Esta ror echou no meu peito,
Do reraçio I... E o torrito dc um Aujo cu bem *i!.,,
E a qi«M extincta ioz da pobre.., Negro encanto por t)co» jax desfeito!
Quaii exprando, lançando A oobre Ji e$« Anjo do ceo conheci.
A nuldiçlo! I.. D. A. G. i'tiifn.
104

O K». CAftAti lUtU.lltO. 8 até ia 11 horas da inanhl. o desde as 3


até ás 5 horas da tarde. Os ajustes dos Li-
Lfaos ih fítvttlc I'mftrmtl de IS do cor- ções (arem-se por mer, por du/ia do bilhe-
rnlc, ama liiuii»imu poesia do Sr. L4*al Ki- tes, ou [xir l.içúe», conforme se cu» racionar.
bfiro. consagrado á memoria de seu bilrei* Na mesma casa so «endem boas Peças de
do pai: i esta uma producçlo que rnuitò Musica para todo» os instrumento», c cordas
benm o (eu auclor. já mui «creditado por seus para rebeca, viola, e outn» instrumentos.—
taleutos; cu» quanto * eloquente • «xprcS- Tjmbem to incumbe do concertar toda a qua-
fio de tolima tlór! Aqwllr* irrsos Uo por lidade da instrumento.
eerto o móis rico monumento que a Mtidade,
o amor filial poderia exigir, levando k pos-
teridade iilo só a eterna memoria do illu»tre ESPECTÁCULOS.
Soado, mas at£ o doloroso sentir do coraçio
de seu fikbo: n&o podendo ur lido» aqudlc* TIIKATKO DE D. MARIA II.
>cr«os a ro»to emuto per quem tiser uma
alma seasite), • principalmente por aquelles Sobhado 3,7.-0 Templo dt Salomão.
que assim como dús Um bem perderam um
«irtuoso, e adorado pai!... A companha no» Domingo 2S. — Ultima representação—
tem devera* o illustrc peeta ou seu justisai- O Ttmplo dt Salowtíui.
ibo seoti mento.
Seroada feira 20. — Anriisenario natalí-
cio de S. M. El-Hei. • i.* representação da
Erpliutçèo das Chjradat da Xanlret dente. comedia original em 5 actos — A Mendiga.
— A- I.* representação da comedia em 2 ac-
VALIMOBtA. — AOZALtA.- DOMATO. tos— (h 1'rnitenlft tírarteot. — Os intersal-
ies (crio preenchido* com bailado». — Em
ambas as comedias debutará a Sr.* Maria da
rt Hi.it ivft»-* siii u.
Gloria, discípula do Sr. Epifânio, em cara-
Pater* or Camioo uivoto. dedicado noa ctere» propriu* da sua idade, e pouco tempo
Beii Portugueres; e approsadas pelo Eminen- dc estudo que ainda conta.
lissimo Cardeal Patriarcho.
A Direcçlo de»le Thcatro preiiue o publi-
Ou«» or \ Aiiadii tt CrMxot-Puci co que se «ti ensaiando o drama cm 17 qua-
— Poema original em 5 cauto*. — Ambas dros—O Judeo ErrutUe — e que irá A sce--
estas obras são de D. A. G. Custeia. ua logo que esteja concluída o sceuaxio.
Vendem-te nas lojas do Srs. Latada, ma
Augusta o.* 8; visita lleorijue, dita rua n.° TtllUTOO IM> «YMXAHIO.
1 ; e Canalha, aos Martire».
Sal4»»do 27 de Outubro. — Em beneficio
de Paula Ma ire — Lm banho na barca, far-
%Wl\ClO ça original em 1 acto. — Im Tutor dt 20
omitis, cm 2 acta». — tímrdad* **'<* a Uj-
Na rua da Barroca o* 61. 1.* andar, ao do para <furn o hade coster, em 1 acto. —
lijirro-Alto. se dfto Liçúc» de Musica o ta- A l elhut maturada, opera cómica cm 1 acto.
rsos instrumentos; solfejos c canto; e so eo-
liu I)aaçfl. Os dias das Ijròe* de Muiím Dnnsiogo 28. — (>no/ do* àoit ? opera có-
lio Siganda*. Quartas, e Sextas feiras; e os mica em 1 neto. — A' Poria da Hua, t neto.
de Daoça Terças ítin», « Stbbados. Tom- — Eta t o Au), 2 netos. — A bofrlada, eia
bem ha Liçues nocturna» das 7 ali As 10 ho- I acto. — Principia âa 7 hora» e meia.
ras da noite. e também se dlo por casas par-
ticulares. <,)utm pef tender algumas das ditas
Tiro«»'uit de j. a. KoatiM,
Liftic» pôde duigtr-se á dtU casa desde as Ml •• M.IM H i,, fI.
ffOVEMRRO S. IA 10. ICIIEKO 14.

A ASSEMBLlA LITTERARII,

JORNAL DINSTRUCÇÃO.

(V**p*t«U*i«, t KtWtor# - S. 3. ©. ^Juoith.)

FeW.^ h. Ma, * trmiatt *m Laja. do. S«. HvIím, C»k»J« A. Cl)lmi_

• ~ £1 s~'*. -• «•
• C»»»«aolcaJiJ« 4* latrrnar parUcuLar au Mb a linha. ' •

O CLERO. Portugal guerreiro, o esforçado exha-


jV_ . JOmtkmm, &,.) lou o ultimo suspiro quando o sangue
11*0 na muito Icrnjxj um dos mais il- da flor da nossa nobreza alagou os
lustres Oradores portuguezes dizia do campos d Alcacerquibir, e um r«i en-
palpito, c na pretenda da c^rto estas volto na armadura gemeo o derradei-
p.ila*ra* : A iuimoraltdade é o gérmen ro adeos á Patria, quo tanto amava.
drvtructiro do toda* a* Associações O Portugal politico tlnou-sc no mo-
humanas, c da^ui vem a luliuiusa
mento em que o grande Ministro do
ruina de todo» os impérios; «ào pro- D. José succumhio delido de pozares,
cisas novas leis que sustentem a pu- e torturado pelos desgostos; o Portu-
rcaa dos costumes, a3o precisos cos-
gal religioso que sobrevivuo por mais
tumes, quo mantenham o vigor das
tempo, porque a crença estava arrei-
eis. O Orador que assim se expressava
gada no coracdo do povo, marcha a
J't oão existe, e eomludo a sua dou- passo* de gigante para o seu comple-
trina está confirmada pela experieiw to aniquilamento.
da, e sanccionada pelos factos. O pe-
Esta terra insignificanto pela sua
ríodo glorioso da cxistencia de Por-
população pequeníssima pelou seus li-
tugal passou ; á gloria seguio-se a bu- mites territoriaes, mas assombrosa
miiiaçio; a riqueza a miicria; ã liber- pejo valor, e caracter de seus filhos
dade a escravidão' ;i crença o indif- cavaram-lbe a sepultura enteados do
crcntisnra, o á rcligiAo a im morali- mão coraçlo que Ibe cuspiram na fa-
dade. O Portugal antigo rico de glo- ce, e a fizeram preza da sua rapaci-
orgulhoso pelos suas recordares, dade, que a venderam às naçdes po-
'ttptiUdo, temido, admirado por to- derosas, e quo estenderam na terra
do o mundo- foi rtscado do catalogo suas bandeiras para que oh pés de sol-
<*** NaçÒcs livres, 0 condem nado a dados estrangeiros as viessem pisar
. r na ignorância, e na mizeria a no proprio solo da patria. Depois du
mais vergonhosa das vidas. tal aviltamento a existência ó uma
Do que fomos resta apenas a lem-
morte lenta, e dolorosíssima, poucos
brança, do que somos ficará uma re-
annos mais, e sobre a sepultura do
coroarAo tristíssima aos nossos vin- Ires milhões de habitantes terá a im-
ouro*. Knlro o nomso pretérito, e
moralidado escripto o mais vergonho-
presente ha uma antítese perfeita. O
so do» epitapbk*. Nem *06 illuda c«-
U
106

te tal ou qual movimento que ainda


parece animar os membros corrupio* nxSA tnviLAÇÀO DO SKC.UDO MViTKSlO.
do uma NaçAo que ao agita, como o
cadáver galvanizado. A nacionalida- ( OmíimttaçJ*, J
de, e a crcn<;a, a jiolitica c u religiio licitemos s triste Irminia entregue aos
bio qualidades que caracterizam a vi. anais terríveis combates do amor com o or-
da d'um povo, e Portugal nln tem gulho, sentimento nato com os gestos supe-
nacionalidade poroue lha venderam riores. e que prodigiosameote equilibrava n
cm hasta aos «eus Inimigo*; nito tem etcc«H?s bondade de corai;lo de que Irmiaia
crença porque de proposito o querem era dotada : prompta tcn>pre a perdoar a to-
embrutecer; ni»o tem politica porque dos; s dufarfar qualquer falta «ostro eits
(- eicravo das facções; tiiv tem reli- cemmettido, ronvo olo perdoaria as ses a-
gião porque os ministros do Senhor maute que adorava maii que , própria vida.
trocaram as vestes do templo pelos te uma (alta de lesibrasça ... de attençlo,
trajo* das modistas; o celibato pela (indisculpaveis no smor) alo lho despertas-
orgia; a Igreja pelos lheatros; o te™ u'alraa squelle sentimento que em >Sa
Evangelho pelos romances; o púlpito o amor perteodia saSbcar' Irminia sábio dar
pela tribuna; o confessionário pela o mai» subido valor a qualquer demooatraflo
urna dag eleições; o retiro pelas pra- do adecto de Edgard; e í por i*«o mesmo
ças, o botequins. que ella tabu intimnmrote sentir ainda «
Nâo tem religião porque o Sacer- mais leve UItau; e como diz Bocage — A
dócio, om vez do se considerar como frouxidão no amrtr i um* o/fmta — Irrainia
um ministério augusto, se encara co- desesperava de ver a frieza com que a seu
mo um trafico lucrativo; eiu vuz do «mante •* portnu! DoixaU doente, e cerca-
ser uma missão celestial está conver- da de mil cuidados, e suspeitas!... augmeo-
tido n um ganha pitu vergonhoso. tar-lhas sem rccçio de a desgostar!... da
Esta linguagem parecerá aspera; «ggmar o seu padccirceato foiço!... Ello
que importa so os factos a confirmam. «jue antes Uo dmitid», c ««lícito era em
Para salvar um enfermo moribun- tlrmandir notfriat da sua saúde; em ic sffli-
do não bastam medicinas medíocres. gir com o mais leve incommodo de Irmiuia ;
O remedio dove ser enérgico quando ji pôde etlar sem a ver.... tem saber del-
o mal se enraizou profundamente em ia!... ji alo receia alDigil-s! Oh! se os
todos os membros. Gritam todos: re- liomeiM conlieeeMeo o coroçio da mullxr,
forma, reforma, recomlrucç&o social; nunca se exporiam i dccislo de taei combi-
tes!... Ku olo tei qual sori mais culpado
dos ângulos das praças, das mexas dos
aos olhos do mulher de sesliroeutos elevados;
botequins, dos cantos das ruas, e das
se aquelle que tem commettido um eteesto
cadeiras do Parlamento gritam orado-
110 amor. mnda que d ahi lhe resulte graves
res empertigados, que ó necessário
damnos; «e aquelle que se evjuece das st-
educar o povo, civibzal-o; crear bons
tesçfles devidas à sua amante! Pareee-oie
cidadáos; o moralizar a sociedade. A
que ó e«ta a falta qae nlo sc perdns. porqoc
imprensa o tom dito mil veses, mas
é falia de amor; poi> quando pceleodem nlo
o Governo está dormindo como os Ído-
i' >mmcttcm jkmais essas desnt«»çàes!.. Eí-
los de Raal. Num as cifras, « os cál-
ee»os de amor perdosm-se facilmente... mas
culos financeiros; nem os batalhões; faltas de amor... isso t m«»« rwtoso'... E
nem as cscholas como cilas estilo mon- faltas ccnmcttidas por quem tacto pensa: s
tadas, nem a imprensa venal (e «ó a é aaturalnseste atteacw»: t3o polido, c tio
vonal) poderá salvar a Naç.lo de ca-
re#e«tido I... Eb « delorosoa pensamentos
hir no abismo. O raal na.ee do Cle- de Irmiaia I... tícil-a-hemos velando as
ro; é clle em gronde parto a origem noite», amargasdo os diits, iohelin<lfi mesmo
tias desgraças que opprimem a mWsa a morte para terminar tto urdua lacta, fa-
(erra. F», A*svv*cie. «*do mil prometo» cuja resultado era uca
10?
"iíilruirea ot outro*; escrevendo muita* car- xonadissima carta do Joveo myUerio»o. terei
te. « rasgando-a* logo... «afi,,, <|mumi eu animo de ler... de tocar com aa minhas
entregue é de*«fieraclo «la nctima do ca- mio» as letras de outro homem qun pertea-
pricho. da inoomtancia. ou da crueldade do da roubar o corado qua ò só teu ! Nunca !..
fi amaoteí... 0 m.iior íaior qtie lh« po-> nJo terei aaimo de me vincar de um modo
domes farcr, jal^ando-o cota rimtiii uxki!- «*o ril • tao indigno de mim ! Reagiste amor
geucia 6 *o|>po4-o alucinado de fantasia*
tecfaando a carta entregou-* é criada, di-
ciúme»; na ioeipcrinlc oo trnladeiro m> rendo que a diste a quem foste butear-lhe
tbodo <lc firmar o amor de uma Senhora brio- reposta da mesma catta. Assim acontectn;
sa !... Seja o que for; o tempo o absolvo roa» nem por ia» o Jotco esmorecco!... Era
ti, Ou coodcruiMrA; oo» por a cora r.1o lhe incaiiutel em teu* desvelos- por mover ao me-
podemos perdoar n dores <jur t»i toihet a * fanoaidade do Irmioia l parece que
uma iofclu i]u« o anu, e que merecia lodi mito de propioito estudira aquela mrstrr»
a tua contemplação!... Vamos informar o fora acccn Irr no coraçlo da mulher evirtoj-
leitor dc um noto personagem que tem ef>- diaoria o desejo de conhecer o ente que a
parecer cm sccoa quando a autrncia do Ed- amava, que a pretenda alcançar por mod»
gard tem estimulado o amor procrio de lr- Uo extraordinário I... Os outro» fittem-M
njinia. e ferido gravemente o leu coradof... conhecido* pessoalmente antes 4e fazer co-
E um este m»*leríoH>. apaixaaado por Irmi- nhecer o «eu nmer; e»te quer primeiro ser
Ria. desesperado por saber que rlln «ma «ni- i joliec.tfo. ser amado pelos seu» tentimento».
tro. que clle perna conhecer. ma» tilo conhe- do que pela sua prsioal... Parece cooTiar
ce. taicodo ai maiotrs doera». o« maiores muito nas virtudes de Irminia que prefere at
sacrifícios por cila, usando as mais estudada» qualidade* moraea ás 6«ca»!... c nl eo-
0
atteoçiV» !... E Irmioia inoimel a este, uhece que e»U* mesmas rirtodes a defeode-
como a todo» o» Ria»; e Irminia fiel a um rio de atroicoar o seu amado 7 Cooliarã esta
ingrato rcpoltí o •lies*lo drs!<* joYva qoa per- iiomem tolvei ilematiadameate em *ir...
dida já toda a esperança de obter o a teor de Oh I mj» clle n9o quererA permanecer tem-
Irminia vai valcr-se de uma arai» delia pa- pre occulto... Só conhecido por teus eseri-
ra advogar a sua cauta... occultar porta o ptoj. por seu» exeewos... rr»elar-se-ha um
Ku
«*>«« que aò revelara no momento em dia 1... a que mi» tu Irmioia, um Anjo,
ye poJír ser apresentado a Irmioia!... Ah f
oo um Dcmoaio!... |'m Demooio ji o co«-
Edgard I... Olha o castigo da tua imprudên- sidera Irminia, porque sem perturbar uma
cia !... Contempla o raio vingador perpeo- uoilo t5o santa! perturbar I... a porque f...
abular sobre a tua cabeça pretles a desfe» nem elle. nem o aaiterso inteiro seria bn*-
*^r!... Se e»U» imoceote Mio podero- tante a perturbar a notta uni*», te F.d;jr.l
** de Dcos o dc»«ie... Se culpado clhia so- me tixesse justiça... Se roo amasse como eu
bre a lua certis... perece!... o eomtigo o amo!... Ohl as forçai iodas do llundo.
possam perecer todo* o» ingratos I... A mor- ou do inferno jámai» mo fariam vacilar!...
'«6 a dorida puniç,lo dos iograto* e traido- kti-ahi como ditoorria Irminia, e com estas
^• • ■ ncoham devia existir aeolo nos iafer-idèas ia desapporeetndo o seu rcsentimenlo
contra o seu amado Edgard; que rlla »3o po-
Ma» tritte condido do amor em peite go- dia ter aiacjdo dcíttdol-o com todsi m
• • • < Irminia sente um desejo de te tuas forcas I E todavia nlo sirva do regra es-
f^ilíranlar, de w v'°g«r mesmo da ingrati- te proceder, este sentir de Irminia ! Nós a-
ou iojuttipa do ku ama o te; desejlra eooiclhamot a todos os homem que desejam
perdcr-Jhe o amor... deixai*»... cila que conservar illesa a fidelidade de sua* amantes,
Mo quer ter um amor sublime tornado cau- I
ou etpotas, qae nlo Ibcs d<?om jimn» occa-
wduarli. dia que alo sabe amar, que íiJo de reconhecer que entro homem ai e»-
j*» <|Wr tvr amada scnlo com um amor poe- t'»a. •* acata, as coaudera m»n do que o
Uto
»•.. no momento de ter em suas m"?*
a iiugança tr»mcf...Iiorrorua f... Ah! meu wu amante, ou o teu marido! E certo qno
uma Seolwra virtuosa rmiste a toda* essas
1
• • • cUm* «Lia ao receber uma «pai- piw«s; mu lambem â certo que o corado
1» a
108

feminino ffKolc-« muito de qualquer oJTeo- | reo a uma gaveta, e pesquisando -a em vlo»
»a ; e nlo se dere confiar Unto na generosi- bradou
dade de ura ente offendido... Nem 6 proden- — Iloubararacna!... n Certidlo de Óbi-
eia exporem a pewoo que «num. nem é no- to de meu marido, que o Major me trouxe
breza o reduzirem-se no estado do carecerem I de llcspanbi!. .. Eu a tinha aqui nesta caf-
<ti iudulgencia das sim» queridas-.. Nem to- leira, e eile o sabia f... Oh ! Edgard, juro-
das leio a coragem. as idía»... o eoraçl» dle te que 6 verdade; juro-te que sou livre, se
Irminia. Irminia firme como nm rochedo re- é que uma Ccrtidlo passoda com toda a le-
peli» es oodas que avaliavam a soa cooitio- ,;.ilida J« ; te 4 que todas as nuticiat nlo men-
cia; e Hei ao teu Edgard esperou o seu re- tem. .. Ag<*a »im, 6 que eu receio que um
gresso a Lisboa, o qual se verificou depiis (atai corado tente seporar-nosl... Ser* esse
de Ires dia» contado* do dia da nua partida. llsjor que se interesse pelo misterioso man-
Ao cliegar Edgard soube que Irminia es- cebo I...
tivera doente; teve uma agocia atrana, e — Quem ?. pergunta Edgard convulso.
voára a véi-a, se lh'o permitissem suas for- — Lm, torna Irminia, que incessantemeo-
ças prostradas cota a viorfeoeia daquelle gol- te me es ti mortificando com cartai que nem
pe ' Poude com liada traçar algumas linbas. já leio. e to enganada as recebo.
« prevenir Irminia da sua visita; seotio-x* re- Ali! comprebeodo tudo, minha Irminia I
viver a infdu ao ler a carta de Edgard !... -•vio w mesmos que me tem feito imaginar
Era Edgard todo amor... todo poesia!... que tu nlo eraa a mesma Irminia!.., que
EHc voou a vel-a... alo poude conter a soa me lixerant pensar que me escrtOra» aquella
tno^lo; e foi cotio que Irminn conbecco vi- carta transferindo a nossa entrevista por que*
sivelmente que terrível desconfiança ralava o reres evitar a minha presença para estares
coraçío do seu amiate... que desesperado em outra companhia !... perdoa !... perdfe
í>ra cotraahar-se no campo, « contudo o a minha alue toa fio!... ojoca mais te dei»
•mor. a saodade o trouxeram para junto do xirei tó exposta á raai» astuta ieducç*>! nun-
aoa Irmima í que eile imaginava no gtfso de ca mais terio oc ca sido de forer que duvide-
mil dbtncfAn, e encontra saccumbida ao mos um do outro! TWrame-ie de uma ifi
golpe da sua ausência I C) amor por excessi- todas as suas perteoçfew, e os aossos receio».
vo causa graves damoos por nfto baver conhe- Seremos tão ligados um ao outro qae neta a
cimento perfeito, do caracter da pessoa quo morte no» hade separar.
»e ama; e fwíque julgam (com ratio) Uo — fera o motivo porque fugia» de mim.
immineale a felicidade de uma verdadeira Anjo de virtude !... d mo Irminia, n'um
uoià<», e igualdade de sentimrnlos, que sem- transporte de alegria que ok» pdde cooter,
pre rixeilo o pcior. Unidos intimam ate pe- juígavas-me preta a outros laçosI... Mo
los laços da mais forte simpalhia, Edgard, e sou »coío tua... tu» unicameule serei até ao
Irminia erom um só eote. Edgard mostrou 0 derradeiro suspiro! Maldito seja quem per-
desejo de terminar de uma ver todas as tsis teader sepurar-nos. (Cu4m4m.)
wquieUfóes; e dirigio a Irminia estas pala- D. A. G. Ptsicu.
vras—
—- Irminia... h»Ma qne me assegures que
" livre* • • cti creio mmt uns (um pjlitrjs, A* t tsTi:i.i.lsi di: uat ovii.l«>t.
do que cm quantas Certidões me possam
apresentar: alguém me diiae que teu mando rataro(!«i
eiislia...
( CkmHauttçit.)
— Meu Deus, exclama Irminia, é pos«i-
tel!... e quem ousou dixcr-fe e^a íaliid*. Ao mesmo tempo o *o ardor religiosa le-
de? vei» «o rigorinno o inni* exaltado, lhe faria
—O Hijofi** torna Edgard. coodemaar. e castigar cota una severidada

iiilc!... c foi eile Uinb^Q) quem nu* excessiia as mar» leves faltai, como se a re-
dme que tu eras cas»do!... ell«t qae me ligião cbrisU que »c gloriavn de professar,
trouxe... espera... dita» eíla« palanas cor» ulo Risse toda «adul^cada, c amor!
109
No dia em qoe cnraeça » historia, que ra- do* raeus domínios, por estar gangrenado até
mos contar, a Condc«j de Rowuiloot. sem- ao» ossos! asiit depressa abriria ea o apris-
pre vestida de luio pesado, estava sentada so- co dos meus gado» aos lobos devoradora, o
bre um wfi, pa«ttndo por entre teus dedo* mau Cabello aos empestados: tnuto um, co-
as contas de um rosário, que tinha tido bea- nto os outra* seriam menos perigoso» d> qua
to u.hte o tumulo de Novo Seabor Jew» esta herege. Como vos atreveis vás a faltar-
OirMn. Ella tinha ja cincoenta e ura anaos: me do similhinte gente menina ?
teu rosto dt»n mostrai de ler terffrido grave ■Minha querida m.li, disse Esperie sosten-
desgosto. Kut olhos estavam encovado* ein da cnm e*forfo as lagrimas que ibe moilta-
w** c-rbita» abatidas, c piudas pelas l.igri- vam n* pálpebras, Mnlhurim ja nlo é here-
RMj. a còr macilcota que cubria toda o seu ge. Dais-me licença qu« tos conte tudo que
rwto, ouauuciava uma deèil saade: mn» o sei a este respeito?
seu ar majestoso, e a expressio de nobreza, Fatiai disse a mli.
que se percebia em tola» as suas íeiçGes. fa- togo que arts o despediste com ignominia,
tiam experimentar na sua prat-nca, um cer- o pobre Malhunra...
to sobcesalto de terror, que atemorizara. — (iuardii a vossa compaixío para quem
No *lo da janetla estava unia rapariga de seja mal* digno delia, iuterrompeo a Cnudcssa,
drsaseis a d cm velo anaot trabalhando com — I>igao, ou nfto, nl» era elle bem des-
ardor em eamizas de paooo tilo grosso, que graçado apartando-se de sua mài 1
*« diria Ikc deviam estragar seus liuJo* de- Francisca commoveo-s* da maoeira cheia
dos. Esteta vestida simplesmente com um de ternura com que estas palavras foram pro-
«estido braaco tem guarnição a Intima, nem ouociodas.
enfeites; sul (igara flexível. e delicada, eo«- — Cuotioaai miofaa filha, disse eHa com
servava todo o corinto, a singeleza da iafan- doçura.
cia, o rosto pouco rosa lo, era sobre todo oo- A menino continuou.
taicl por um.» rtprrtUo ooeanUdora do do- Elie chegou ii Roque, no momo dia em
çura, e moléstia, sea» loiros eabellos susti- que muitas familias Caibo!iças, fugindo da seu
dos na frente for ura fitilSn de veludo ca- paiz para escaparem ás prnegnicfe» dos IW-
biam dos dois lados ea» anisei* sobre sen pes- tcsUntcs. tinham siado refogiir-sc nesta «tlln.
coço» e bombros. I)e quando em quando, el- Estas pobres gentes reunidas na praça, con-
li interrompia o seu trabalho, paro fitar na taiatn todas as atrocidades, de qae ps llu-
Coudcss.1 ki» grandes otbos aiues escuro», guenutes se tiniam tornada culpado» em Gour-
furcce-ido esperar o momento de Um dirigir a don, o em oatras riJvdes; o poio os cscuia-
palavra. va tremulo dc raita, quando llitburim pos-
Em fim a Senhora de Ro«»<illoet braieo- tou pela Igreja sem tirar o chapóo.
**• e guardai as soai contas na algibeira. • — Eis alli um do» defensores de sataoai t
Minha mli, disse ratio a menina com voi grilou uma mulher v«iba alii csti um herege I
rariulmso, teubo a pedir-vos uma graça. » Immediatameota ciaco, oo seis furtosos
I»e que se trata Esperie! perguotou a se arremecaram tobre Mithunm, lançaram-
Condessa. no par terra e o piraram Jft* pés, e tel-o-iim
E«perte largou o seu trabalho. enrreo pa- morto s«n rai^ricordia, se o novo Cura do
ri sua m»i, o ajndJiOtt denote deHa. Roque, es se santo homem do qua! te contam
O que qaercs d.«e esta, dando ura beijo tto bellas acçOes, nio acudis»* a soccorrel-o.
tosta dc sua filha, a qudl via comoMvida, Lfgo que este via o que se passa» t preeipi-
e trémula. tou-se entre estes furiosos com rixo de tiu
Ksperie aaimada por esta prova de ternu- vida, e tanto fez com seus drscuros. e seus
que raramente o Condessa IKe data, co- rogos, que conseguiu suktrabil-o à sua raiva.
algum aoiroo; ea vos pesso de nd- ■— Pois o Cura de Roque (et isso por um
«muirdes outra tez Malharia ao vosso ter- brrege ? diste a G ndassa admirada.
vico.
— A iodo oio 6 tudo, cuntinuou a meni-
Mítburim Resiac? exdamoo a Condes- na ; como o pobro Matbarim tkaue no cb.Vi
m eoalorisada, exe miseraicl qae p«z fora
coberto de aaogue, e qua»» uiurlo, o Cura «ar-
110

regeu com elle és roda*, e o levou par» o • Tiranos se ás toas garras


Prvsbslerio, aonde depois de Ibe ter curado • Todo o mundo ó corta pre/a.
as feridas, o Untou durante dois imio, que » Hesce uma se< do leu Uirono,
durou a «ia docoça. Malburim clieio de gra- • Da suírto á natureza:
tidão para com wle digno homem coafessou*
lhe que tinba wdo scduudo pelos bapnmo- d Nasça um dia. e sinta o homem
In; fcz-sc explicar o* dogmas do nossa »». ■ Girar seu sangue nas veias
(a Kebçilo. que a pevas conhecia irapetft-ila- ■ Sem susto ao ferro que arvoras,
acnte. e vcodo bem depressa que o Olrinii- • Sem medo ao fogo que ateias:
no nlo era mais do que um nino separado
desta arvore eterna d<i Igreja, que dete n- • Nestes crancos escalvados
tender-se por toda a terra, como diria o Pa- « Cahir deita o vulto immondo,
dre Antonio; «lie abjurou sens erros: c co- • Pois no dia em qise descançat
rso ma idoaa mli use ainda no casal aonde » Nlo ba lagrimas no mundo:
Disceo. Mathsrim qae ak> tem mais ninguém
no mondo scolo a rlln, soa roga que Ibe per- > A teu lado a atroz doença
itittues soltar para aqui. » Inerme e frouxa descahia.
Sc iseo 6 assim. Malburim soltar* para o » Bo sccptro que tu Ibe dHUr,
lado de tua ali. dtsM • Condessa depois de > Da mio dormente Ibe cabia:
rcf.ec tir um pouco.
— E o seu lugar de mensageiro que ain- > Entre as sombras deste Templo.
da esta sapo, nlo lho tomareis a dar? este • Oeciosa sobre os osaoa
Ibe è muito preciso para poder sustentar a » Esmureça a dor e a (obre
pobre Malhurina qae â lio velha. disse Es- I » Núncios teus. flagcllos nossos;
perie com a mm nu» doce voz.
— Toda a culpa merece castigo respondeo • Possa alegro a natureia
a Condesu com ar sombrio, salte mart faser • Que a teus acenos nlo fojo
penitencia neste mundo do que no outro. • Ditrr a todos os sfres:
— E minha querida mli contaes vds por — Existi. nlo morrais boje: —
cousa nenhuma o ter sido batido, e depois
calar doente durante dois mexes? e além dia- • Junto ao seio a mli piedosa
10. o nosso bom Deos ji Ibe perdoou, lereis > Um o filho que desvela.
nu is severa do que ello? » Nem a mli troa deixnl-o
Francisca fraiuio os sobrolhos. Sois bem » Nem pense o filho em pcrdel-a.
atrevida para uma menina da io«a idade,
disse ella; levaatai-sos, e tornai (tara a vos- ■ Com celeste eutbusiasmo
sa costura, mais larde sabereis a minha de» • O desvelado amador.
tisto. fCuiÚM.; ■ Ya coutando |*>ras de vida
> Nas horas que der a amor:
D. Mtiu »> Atsiaiu IIÍCoit»!*.1 Mtnoa,
• Consortes que amor ligàra
• AfTugcnlando desditas
• Façio tbeatro de gloria
POEMA*. • No leito que nlo visitas:

• Na alegro face da terra


O IIOMSia K « MOHTt. ■ O lindo povo das florei.
• Vegetando reproduza
Morte, i deta>ur teu Templo • O seu comraercio damores:
Homem snasivel se move;
EHe (alia, e se é poMÚel • C'o a presteza d'outros dias
Earg» a fouce, para c oujre: a Dia Ido fdii olj corra,
» Sm hranna, cm( possível • Dirrr que lagrimas param
» Tudo exista, e nada morra... • Quando pira o mou ofltcwt
• Visita cscunrs masmorras,
Stibilo um irmlo rcboraha, • Verks dobrado sapplicio:
Dm monte dotsos eslalla
Negra ciara o ar coodcnu » Aquello a quem foje a amada,
Trem* o Templo. • morte Calla: » Antes que a auarocia o coosuma,
» Se bovea • morte cm remédio
» Mortal, quo louro penetras » N»o poupa immeosas por uma ?
• Miahn estancia oppjca e forte!
> Estremece. e tí que ourado » Quando bebo o fel dos relos.
» Vens argumentar c'o a morte: » Os mus violentos estrabo»
» Nâo arremedam mil veies
k Dapclle portteo escura > De meu fel acerbo» tragos ■
» I>j exrsteoda «caba o pleito:
» E se alguém chega a meu Ihrooo » Quando ao desejo que nutre
» K ja em M*nbr*s desfeito: » Olha a fortuna contraria,
» Quaodo quer tel a o oío púit
» Mas to que intrépido entraste » !S'Jk> me julga necessária ?
» Com austera Uce enxuta,
» Sem que siolas meus estragos • A quantos mil nasce o dia
» Mio ha 101 tremenda escuta. » Com f«ce d« noite escura!...
• Existir no mundo cm trova*
» Tu que me chamas tvraaoa • E morar na sepaltura:
® Com aspecto audai sãnhudo,
» N»o me ultraj.u com justiça » Tu mesmo contrario á morte
» Que eu d3o toa trranna cm todo. » Por mais que ourado praguejes,
» Lá siri momento horrível
» Fm quanto os hora cos raivosos • Que te fuja, e que a desejes...a
• Vlo uosangutfUndo a terra,
» Eu socegadn era rum throno « Bavla 6 morte {o homem exclama )
• Nem dou leis nem sopro a guem. » Ergue a fouce appetecida
» Ao nvwtal juc tens filiado.
» Os homens em meu lugar • K bui» precita que a vida.
• YJo colhendo os meus tributo*.
» E os mesmos que me praguejam • Contra ti ninguém se oateota
» SJo meus bravos substitutos. « Teu poder em vlo se offiusca
» Oucra te odeia, è quem te foge
» Eu d)o mando A sociedade » Quem to quer, 6 quem te busca.
» Que entre si feriou lide;
a Escora de pree*dcr-mc: • AtToota pódes um dia
» Espere que eu a convide. • Teus mioútrof m» pender.
« Logo que falia» a tudo
• Ao lindo reino das pUnlas • Ensinas ti»Jo a morrer.
» .\4o *ai sempre a fouce rainha,
» Um Sol benigoo es aquece. » Tu ergueste o «te é seena
• E o roesrao sol as detinha f » Ondo cégo mo detive!
» Sou desgraçado, e nls devo
• Agora por outro lido » Ter lugar junto a quem vive.
• Eu te argumento, e confundo:
• Ocpot* ce ser desgraçado » NSo fujas, morte, n>» fujas
» Que fvi o homem no mundo ? » Por duplicar meo supplác».
112

> Com quem loava tens d ir Ume»


• Fu cm premio o leu officio. » O artigo de Fr. Aua*ta cio Acerca da in-
diipraaavel isstrucflo do oomo Clero nlo a-
Disse o triite, e a norte crguroJo çradori a todos por excessi ta mente severo
Ura ferreo livro pesado. Uivei; e comtudo elle escreve tio bem, e dir
Aponta • pagina escura tanta» verdades, qw olo lhe podemos deixar
O fim que lhe tem marcado... de permitiu a devida franqueza na» columna»
Anoroio. deste Jornal, que sem esta perna peccaria por
cxccsviva tolulgcncia (como temos ouvido
at6 a algun» respeitáveis lliautm do Aliar).
Por falta de espaço o3o publicamos a Rt- Kotretaato a linguagem da» Dama» deve teta-
túia át Lisboa, o que faremos no o.* teguioto. pre ser menos avpcra que a dos homens. Sem
A iUutmiii. ter oeste m.meuto em vista mais do que a
verdade. accrrKentaremos ao diteuno de Fr.
Annstacio os louvor» qac drvemos tributar
ao do* 10 Km."*0 Cardeal Patnarcha pela» sa-
O .ILDEO ERRAXTE. bia» providencias quo tem dado cm favor da
instrucçlo futura do no»»Clero; pelo desve-
aONASCE DE BCCB.HIO SOS. lo, e energia com que »e tem portado, e pe-
los coohecimentos, e elevado» tentim roto* que
De todo» oa romance» do íecundo escriptor possue. honrando a Cadeira de que Uo digoo
Eugénio Sue, o» que tem adquirido maior re- te toma. Itto é a linguagem da verdade pu-
putaçlo: »to«sOa Mniuim u Paait. e ra a qual filiariam*» senlo fiies»emo« ota
o Jcdto tHisrt=»E»le ultimo pela no- ingénua coo&tsBo. Em ostro numero, diremos
vidade da uu ocçio, 0 pelo desenvolvimento
alguma coisa mais a este respeito.
da» idtas homaoiUrias em que abundn, me- A Kiwcroti.
receo ter traduzido em quasi todo» oa paires,
e n«U cidade M fizeram duas ediftes que A 01 .SrnJkore» Amgwsntu irtte Jornal.
Unta extravio tiveram. E brevemente vai
*er representado noTheatro de D. Maria II. Os Srs. Aisigoante» que limem finalizado
om drama traduzido do Fretares, que o moi- o tempo de sua» aiiigoiUire», e quizerem fa-
no aulbor extrabio dote romance. rer-no» o favor de continuar. ter&o a bonda-
Tio depretaa haja um numero tuilicientc de de entregar • importância de sua» #»»ig-
d'at»i£oaturat. te começará a publicar ama natura» támentc a quem aprweulnr o» Reci-
nova trjducçlo desta excel lente obra a que bos impresso». que em »ri da a«»ignatura por
achamos detnecetsano ettar a tecer elogies. inteiro forem Rubricados de Cbancdla |*la
Preç» de cada íolba com 8 pagiois em Redactora: o que dc ora ávaate fita csUbe-
8." francer, eveel lente popel e ripo, drt rtis leeitlo ntta Redac<Ao.
pago» 00 acto da entrega. Sabirio semanal- O» Srs. que pagim a Mba no acto da en-
mente uma ni dutt folhas. trega, nJo tem Recibo, e por i»»o ni° care-
No fim de cada volume receberão oa Srs. cem deste aviso.
Atsignante* gratuiUmcntc uma capa improata.
Ot Se», das Proviocias que desejarem as- TIIEATRO DO GYMHASIO.
sigonr para esta obra, o poderio fazer diri-
fiodo^e por carta (franca de portei ao edi- Domingo 4 dc Novembro — a 1." repre-
tor do Judeu hrrante, o» rua direita de S. KolaçSo da Comedia cm I Klí — Vna Ca-
Paulo n." 115, I .* andar, Lisboa. Remet- deira para dois. — (/uai <iot dois ? — Opera
tendo logo áW r*i» importe de 2V folhas, cómica em 1 acto. — Caia qvnl no j/u offi-
que serio enviada» com devida regularidade cio. — 2 actos. — A troca dos Vestidos —
pelo eweio. I «cio. — Principia A» ^ boras c rneij.
SuWrete M nas lojas do matame, e oa
nn direita 4e S. Paulo o.' 115, |.° andar. *• *• MCRAIM)
aia m mi*m m mu «,• l|,
lovninno 10. tM». srnr.Ro n.

A ASSE1IBLÉA LITTERARIA,

JORNAL DINSTRDCÇÃO.

« Ktiiutcra - S. g. ©. ^U»;CK.)

t««J * • »#»«!#-•<> mi UJm J»« 1t+». CiLmIi «Iv ('««(ira


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* 1*»«»«»,—IV
J ^ ttiM Au(nia ».• Uji !■«.. i.foi âkui^. m - •|t c Ctnaha «o
I; J. P. Lafffl#, 114 «ÍÍU
Chi*,!».—l>rrr*-»». inr tn#a Itf). Ttlmr.ir« 4ii ^
V'S pw m»i ISO. Trlmr.tr» «!»). Srw.lrr M. A»» JiTOI. A.ul- M ttí».
A» iMiii|iM«nlia wrh diH(U« * llrJolarr, • puiUiIm w m nu li. Cwnjrk ■ ,* 04
AI«trU. fntiliratfci liitrtuui r waawM d* bfntatuU jruNh Au»»mu», CwmMaJntiu,
• C. ■nJunt lie iulctrw pulIruUr 10 Mia ■ lulu.

A E\rosn\o di nwTmi iiomu çoso, e do ministro imprevidente;


Íjuando os lucro* certos, c quasi in-
km 1849
áliveis das tranquibernias bafejados
pelo iV/rr, dão azo ã* acctimulaçãeii
A cxpoíi^o doo productos da nocsa desproporcionacs, e sacrificam um po-
industria, quo so njicrua cora bas- vo todo para engrossar os thesouros
tante impaciência, começou no dia de meia dúzia; uma exposição indus-
M «1'Outubro, na vasta Sala do Ris. trial, como a nossa, revela que ainda
co do Arsenal da Marinha, c conti- se não cxtinguio de lodo a vida acti-
nua atA ao dia 26 do corrente. Moti- va das classes uleis, e que o egoís-
vos diversos fizeram que cata festa mo, e innanimação não conseguirão
nacional nJo principiasse tflo cedo co- victoria sobre o amor do trabalho, o
íno se tinha annunciado, o por uma sobre a industria que caracteriza as
feliz coincidência. senAo de preposi- sociedades.
to, teve lutar a abertura r»o Dia Na- As vantnjens da* exposições são
taiicio de Sua .Magestade El Rei o Se- muitas, e variadas, todas as Naç«Te<
nhor Dom Kuhnanoo; Rei, que a ou- as tem reconhecido, e Portugal não
tras muitas excedentes qualidades, as igoora. Uma exposição bera deter-
reúne a do «cr português de coração, minada, e bem dirigida presta im-
amante das cousas da nos*a terra, inenso auxilio ao desenvolvimento da
cultor, e protector da nona industria. industria, em todos os açus ramos; o
No momento em que a nação vi- principalmente em Portugal cuja sal-
etirna de immentos caprichos, c divi- vação está, segundo nos parece, nas
dida em bandov políticos que Ibe ca- mãos, e na iotelligencia doa produ-
*am a ruína, vai quasi a «umir-se pa- cloro*.
r
* nunca mais apparecer, definhada O que tem sido para o paiz a ac-
pela vergonhosa agiotagem que os ção dus Governou dizcru-no bem alto
Governos tem alimentado e protegi- a nossa agricultura, as nossas estra-
do ; quando <* braços do industrioso das, as nossas fabricas, as nowas mal-
desalentam, e descahem porque nin- tas, a no*«a navegação, e o no»,o com-
guém ha quo auxilie as classe* labo- mercio. Deixai o Governo mj entre-
riosas, o que as proteja na lula desi- gue á sua própria ac<;So, empoleira-
gual c hedionda do uzurorio pregui- do nas cadeiras do Parlamento, ou
14
114

entrincheirado na* Secretaria*, o ve- aos in«-j?jr,'« a ehrgada do meougeiro da ui-


rificar se-lia o «jiló disse o Marquez va fio. O balei do Colombo foi arrastado A
do Pombal; Pcrtuçal irá á vé a abi- praia num lugar onde o mar arremedava
car aos portos da Inglaterra. grande porçlo de senos; desde enlko, a va-
So um dia o paiz chamasao a con- ga respeitosa cessou de invadir esu wjxrfi-
tas os homens do Poder o lhes per» rie; O musgo rebentou espontâneo, e se os-
g untasse o que tinham feito a seu fa- lert.» hoje unia viçosa vegetação no meio dos
vor, re*ponder-lhe-iam com as deci- áridos penedios que a circundam.— Os l*ma
ma*, com os orçamentos, e com os mittiooinos foram acolhido» com veneraçlo
empréstimo*. Decididamente a salva- e temor pelo» habitantes delooa, porUridiu»,
-lo de Portugal n.1n pódc ser obra do rei dos Pu las, .|<ie •• achas* ratào u ilh».
Governo porque elJe a não quer, nem O Monarca, e kui conselheiros vieram rece-
pôde, neiu talvez sabe realizar. O ele- bi'l-05 em pleno ar, para m preservarem, «e-
mento industrial concentrou em t<i a •„'imdo eJles diriam, d.i influencia magica des-
vida danaçfo; preciza manifestal-a ses estrangeiros. O apostolo de Dcos, e inn
cm toda anua plenitude; pòr em mo- discípulos, romperam em proci»*!», entoando
vimento todos o» órgãos, e vencer os os psalnto», o arvorando uma Cruz de prnta.
obstáculo*; lutar, e lutar muito para com « imagem do Crucificado pintada sobte
conseguir o triurnpbo. iiim falha de hanaoeira. Colombo emltauJo
( (Mínm. ) por encontrar o povo reunido, ergueo a vur,
e imptessuioou profundamente o seu audito-
J. J. *i 6ofn Tntu.
ria com a elequenle narraçlo das marasilhaa
da graça divina.
Celebrado o inexhaurivel Amor de Dco»
\v%i/n:n mott.
prlas suas crcaturas. e a regenerado dos bo-
CONTO* BIOGRÁFICOS K LITTKRARIOS. ro eo# por seu filho aonunciou que em n«me
ItMDA BC SANTO OBAM. de Chrislo, que o reino do Ceu esta»* aber-
to a todue nquello» qae cressem ncltc. c pre-
A» troas Ji idolatria rrinnram iío^j no disse em particular a gloiia de lona. desti-
tcím de Escócia, qiando o Irlanda j» era nada a ser o pharol de saltaçSo do império
cliritU ; essa Irliwli, que alrnvci do Irn sé- do Norte. Deos abençoou as primeiras pala-
culo* de perseguição politica e religiosa, con- sras do teu servo; o rei e muitos membros
>ervou «Ic no«K>» dia» o precioso deposito da» do collegio «los Druida» renunciaram logo «o
doutrinas catbolicas. — Foi desta ilha. aben- espirito da mentira; cada dia angim-ntava o
çoada prla presença d° bemaventorado S. numero ir* oe?pb>to»; nJo liouve família qu«
PoUicio que pelo anno de 5t»S, Colombo e n&o ambicionasse n glori» de bo<pedar esses
seus companheiros levaram a luz d> fè ao homens preciosos; concederam-lhes um tera-
Norte dd Gií-BrclauLa. Este santo missioná- plo, adnnraram-se das cerimonias do seu cul-
rio. (emendo que as saudades da pátria fos- to; compararam soa vida tio pura tio auste-
sem para o ku /«lo ardente uma IcoUçlo ra. Uo desinteressada, com a dos saferdotes
funesta ectilpovel, na viagem que ia empiea- paglos: aprenderam a amar uma religilo que
der para au-mentar o rebaubo de Cfcristo, se manifestava pelo espirito dr doçura e ca-
renunciou a Irlanda por um voto solemne. ridade de seus raioistros; ea ilha de lona
Abandonou o »eu navio ao ímpeto caprichoso lhe* veio a ser depui» consagrada em proprie-
dos mire* que o (l/eram abordar em Orou- dade por Bridios,. para ahi fondar ç,!,.
sav. uma das ilhas I Ir brida»; mas reconhe- beleei mentos religiosos, donde, secundo *
cendo que do cume dessas montanhas ainda |»redicçAo de Colombo, a lui do Chrislianiv
se descobriam «o loage a» cosias da Inntsfnil, mo se espalhou rapi lam^ate por |m|a a Eu-
embarcou »m media te mente, e nto largou fer- ropa. CMoml», re*|»eitado e venerado ao lon-
ro srnlo ms turgni» «lf l™«. onde come- (;e. por srw Mb-dori' e virtudes, foi Sagrar
çou as »uas santas predicas. Cm milagre, qee por sai» próprias mioi o rei A^daous; e sua
se p«rpetvirti atê ao fim do «nuado, sigiukxi íulboridade vri« a ser Uo grande, qoc nem
113
o» Mouk», nem o* poro?, dix Buctunan. seus brados im menino que leria Ires aonoc,
«mpreodiam cousa alguma sern a sua consul- elle ja toio soltara aqueiles convulsos grilos
ta. PiaMguúdo m sua carreira apusloiica, de morte que me haviam attratudo para al-
Cdombo ausentou-* p*r iolervallo» da ilba li; mas o mnear agitado do estertor. parecia
«beoçoada. (Cíndnus.J e»pcdaç»r-lb« a garganta, a infeliz era sua
Joio EvttIM Dâ Situ DC Munoifi. m3i, cila nSo chorava, mas *4 estirem» dei-
tada exilariam todos em dizer, qual era o
munbondo, «um o eram ambos; apertava
0 UIQil» PLM>D0 0 íRIir. o menino contra o peito, e curvando seu cor-
po sobre o delle. parecia apresentar-te u mor-
te, para que oln levasse uin só. Dois senho-
Debalde procurei o semoo, este compa- ra* estavam defronte delia, e a que incaica-
nheiro da ignorancia ijulú poucas vetes soc- *a ser maia nova, foi a primeira que fatiou.
corre o role que pensa, porqse o que pensa Luisa, Ibc disse cila, dcsciosa um poveo, en-
sempre soíTre, e ao que Mfllre pensando, ditli- trega-me cw meai»}, é neto de minlia ir-
dl lhe è deparar «lo amigo; as minhas pál- ra», de lua ih li que te ama tanto !! A pobre
pebra* erguidaj, pareciam repugnsr. a servi- siura dvsíazcoJo-se em ligrima» »e adiantou
rem de abrigo (» minhas pupillas dilatadas, para o leito, c estendendo oa braços parn I.ui«
o quadro doloroso que se tiflihi apresentado ia lhe bradou. Minha cara filba. deposita o
aos meus olhos, o as vagas oxprecwVs de Mar- toa filho no roeu cóIJo, eu também sou mli,
panda, nJo m alTastavara um momento da e eu lhe queria como a um filho, lo mo con-
minha idòa ; vamos, disse eu alto, mas só co- fiavas dnvi-mo beijar agora. Ai I diaba m&i
«oigo; umus chorar cora os desgraçados, va- agora 6-me impossível. dei.xm-me carregar só
dk-v decifrar o mjitcrio desta multar que eu com este peio, que alo tardará que aio vè
Uoho ca%hido d« bencGctos, desta mulher que carregar sobra a terra; dos meus braços pa-
A pouco diii« «j«»n havia c«Ick|«> at>« j*S a« ru adi. («» afnotou |Mra uma mora qua liso
1ch da natureza; n ji llie tio quero lauto; ficava defronte oode cottoearam o seu cai-
mas * atslcr saber qual 6 essa natureza ul- xão; ca morna lá o irei púr, este lilho d'al-
trajada pelo mulher a jiicm chamei minha ma. só a morto mo poude disputar, eyiaine-
amiga: piedado bradou Margarida. Ah! nfto cida por a^uclle que amei loocauiente, e com
>ffi>ldi(<ifii uma iofclitJ Basta o remorso; fò, sem contar com meios algona, pocque am
sobra isceiro a este. nJo e\i*tc tormento, nem Portugal a fome è o que legam os governos,
castigo; vamos i ii»m nitria, quero acabar
* siuvci e orphaudadt, em (vernso de rele-
d* rasgar esta peito que abriga um coraçlo vante» serviços que beneméritos prestaram A
dohumaao. e quando acabares dc encbuiiar sua potria. nesta coli/io espantcaa que ame-
cw pranto quo tanto vos commoveo, cnca- drontaria outra qualquer, mtsmo assim l»era
■iahai-mo fura que cu possa remediar o mal vistes que cu me di«punha a eriar um filho
|fue hei feito, gastarei o resto de uma tida alheio, para iOo abandonar u meu, nlo m«
'níehz em uma indagação lal«et infructuosa, foi precito deseer a um tal abatimento aju-
fus cumpro-me farçl-o. Prometi i lhe a mi- dada com a vosta protccçJo, p«<!c crial-o, re-
nha protecçto fo*se qual fosse o objecto de conccstrinaJo nelte todo» os meus cuidadas o
***s penas, e ambas ocu dirigimos a casa dos aflecto, sei qual foi a sua sorte, ata sou por
'Msos iUíiiIkm. Todas as portas estavam a- tanto tio infelir como it« julgais, sou mlí,
*"»Us, e sem depanutno* com pessoa algu- olo podia deixar de seolir a tua morte, o
***♦ ocm ouvirmos niugjem. penetrámos no »ai* ainda, porqtsc ilicitamente Ibe dei o ser;
qoaito onde Li «u mus presenciado a «ena tuccurnbi ao aosor, atas para caJar o meu cri-
•^ais dolorosa que hei »isto em Ioda a minha m •. o&o abundonei esta maia que ametade
ILa : c^°nu Bw""r 'l1* *"*• ,,nle «««os, pi- dalou; tem o Cm que todos hkodc ter. quei-
»*''• »bre essa palider. negras olheiras Ibe ra o eco que eu llie uio sobreviva... .Não
Ku»riK*ciain grandes olhos (Tetoa. dm quaes pude conter o meu pranto, e adiantaudo-me
»♦ pupill® dilatada*. pareciam oío cabtr oaspara I.uira, imprimi um beijo, nào oas suas
«wui; cr um da sobre um jeito, sustinha cm lac«a porque boriortsaram; ai) oj(>.
U4S
Ih •
116

ri bundo que cila acalundo de T«lir tinha ala* imitassem !>,• Nòt estimmos ter sempre oe-
gado de lagrimas; digna Giba, m)i desvela- ca»lio de mostrar quanto veneramos suas vir-
da» pcrmitti-me a satisfação de »os chamar tudes ; qiaauto lhe tomos afliriçoadas pela no-
minha amiga í Al I Senhora ! Se me nlo boo- bre qualidade de ser Uo amigo d<ss Portu-
*eaa< s beijado o meu til lio. eu dirm, que ti- gucie» com os quaea se tem identificado, a-
nha» «indo chiacalbar a rainha agonia; ma» mando as Artes, as Sciencia*. e... a verda-
96 voa digo que respeiteis a min tu wtuaçlo; deira homenagem que deve servir de gloria
deixai-me proseguK) ella, quero esgotar só. aos Príncipes — a alTeiçio sincera do seu povo,
lodo, rate cálix d'amargura; è o carfigo do o mais seguro sustentáculo do* Tltrono*?...
meu erro. esquecer por uai homem um doa e esla homenagem n9o se alcança com o po-
Mandamento» de IW, nlo podia (icar im- der : alcançasse com a bondade que o distin-
pune : cu ia para Ibe icspooder; quando me guem. e que o ma» nobre realce da Ma-
senti preia por Margarida, d« quem ninguém gesladc.
ooUra a dir. Basia senhora, cate dialogo ma- A flalr» circnmstanria que torna esta poe-
la-m# I Compaitclo p.r uma desgraçada. que sia digna da nowa consideraçê.». 6 o nome da
mil vexca tert sido amaldiçoada por aqucllc Auctora. A Snr.* Canuto jà mui conhecida
metmo o quem deu o ser; eu fui mli, c ca- por auas linda* poesia*, tem um lugar muito
las natos sacnlégas, entregaram o fructo da dístinclo em a nossa litteratura; dós exulta-
minha maternidade a uma mulher que nve mo» no receber o mimo de saas producçóc»;
aciadio, par.» esta o levar A misericórdia, ou auxiliando-nos assim com suas brilhante* la-
melhor fóra direr, A desgraço e ao abando- res a seguirmos impatida* a dtâicil carreira
no; que de veies talsei eu terei encontrado que deve eonduur-no* ê meia da mais glo-
descalço mendigando alheio pAo o fructo de riosa empreza I Graças á coragem de ixM.ua
am amor que eu lamhem esqueci? Mas a Damos, e ao Cavalheirismo de nossos Com-
que olvida aeus Cibos, qual será o deter ou patriotas!... O triumpbo ser* completa; e
cousiJcraçio que • poisa prender a alguém ? o* raios da illmtraçJo feminil háode vencer
Infernal coração se nutre 00 meu peito, mas as Iravas que em »io lera pertendido ofTos-
talve* que o remorso oào viesse tarde, »wdc cal-o».
comigo scabora, e ajudada com a vossa pro- À lttO-»CT»B*.
tecção. o eco prrmiltirà que potaamos depa-
rar com a minha inocente viclima, o meu
retrato foi o signaI que Ibe put. por clle •
poderemos descobrir: e ella mc puxava cora POEMIAN,
violência cooao t« f<Va alieoada. Donfvdi-me
da família lafelu que gemia, e eu e Marga-
rida partimos, dirigindo nosso* passo* para a
Sini» Casa da Misericórdia. A ORPl >0 nit DE
D. Autoju L. Cuia» as Tun Peara».
Que me importa esse afan, que »e prolonga
l)e<de o alcaçar do* Rei* ?...
SSo mais ancilas que a Regia autoridade
Temos grande satisfeito em publicar a se- l)a Natureza as lois?
guinte obra da bossa illustre |>eclisa a Snr/
I). Maria JosA da Silva Camilo. F-»la produ- O bomem, sob o docel, ou «oh o colmo,
ção encerra duas circum»taocus para nós mui- Nasce nu. e a carpir?
to altcndivei*... O Nome do Senhor Dom Grande, <n prqsieao, •« fraguas da existcncia
FkmȒruo que muito previmos, porque as A alma lha vko delir I
bellissimos qualidades d'Alma deste Príncipe
atUsbcm nossas aimpalbia»! é um Itei Ar- Do Rei dos reis o Filho sacrosanto
tista, è um Rei que aprecia maia o amor do No Golgotba pendeu!
povo, do que as aduladoras humiliaçAe* J... Ao acúlco da dâr quem fugir pAde,
Oxalá que todos es qi* ciogem a purpura « Quaado o iiarortal y.ifreu?!
117
A vate. qae mergulha a Irra em pranto,
Ao raiar da minhSa pela cidade
Que lhe importa o tohrr .
N um dia em que inveroava;
Dessas pompas quiméricas do mundo,
Que • morte ha de cseondcr?... O» p«»ioi a um pitaeio dirigia
Ao mesmo tempo em que uma personagem
A vate nJo te I«milha, nlo conhece
Era nureo rodie aproximar se via;
A vil adulifAo;
E seguido de um pagem.
Ih» ao Itei, protector da* teiencias e arte»,
í'1 cordoai oblaçlo: O Senhor do Gvstello, regrejuiado
l>e ura saráu oiwk; a noite aodoa ligeira;
Beija por elle o mármore das tampas, O» fogosos gm*tc* espumando
Onde m onora a Crni; Na rapiia carreira;
Implora bengos mil para Fernando
Ao Rcdcmptor Jau». A triste atropelaram, qoe fugindo
Seotio dos liombros escapa r-se o minto
Oh nlo te oflendas, Príncipe, »e cu osso,
Calcado aos [<» do» brutos; eis mm rindo
Em teu régio festim,
Se apAa o nobre em tanto!
Hojar por entre a» gala* natalícias
Meu manto de lapim! A pobre se aproxima, e Dm stapplica
Uraa esmola por Deos! mas com desprèan
Esm aurora louçAa. que te d ocorra
Lba recuso o soberbo: ella replica;
Mais um dia felir,
Fara mia surge iofau>t*, e me recorda lille de raiva acceto,
La momento iofelii !
Aflastando-a de si, grita ao« criados —
Ao* crcos festivae*. que solemnisam ■ Looge da miahn porta esta vil gralha f
» Nlo quero qae me impe*te o* meus sobrado*
L'm gfoo maternal.
» Essa abjecta canalha! »
Heipoi»lc o a flor do roraçlo desfeito
Km miguj filial! Ik» senhor imitando a croeidadc
E em amarga HloOo. se me afigura Um servo cbegi, c maltratando o pobre
FOra «la porta a lança, e sem piedade
Que e»s»s pompas Reaes,
m
De injurias mil a cobre I
• *' 1»c hoje i» pó boqueou, samiasc,
S3o honra» funersei!...
Tremendo Je retira a desgraçada;
V aí ao campo!., eis n'om coeV ura cavalheiro!..
''*«nno» harprjem, de tea Sólio era torno, Foge a pobre temendo ser picada,
Curvado» menestréis:
Lo» quanto eu do alaúde espedoçado E cabo n'um atoleiro!
Só tiro $009 crucial O fidalgo a soe corre; ella chorando
A sua gratuita mostrar deseja;
^gao do amor dos luso», vejas sempre
E ante o seu bemfeitor ajoelhando.
Eate dia raiar;
Lhe implora que a proteja!
"'•«-se os Filhos teos • •• mas ca sou orpbl*...
Eu só posso chorarI...
« Já aio tenho, lhe dit, um *ú abrigo!
39
Outubro 1340. • Nada tenho na terra a)«m das diirc»!...
• Um cantinho na valia por jazigo...
Mm» Joii o* Sn»» rum, » E boje os vossos favores! •

* < iniixuc. I)e tal desgraça condoeo-ae o nobre;


F. vendo qoe a mesquinha estremecia,
ih peio da senil id.de.
Piedoto oa descarnado* membros cobro
•nfelij meodiga caminhava
Co o manto qne traria !
118

Corrisigo a eonduzio; dA-lhe apoveato, • Ao nobre coraçJn, que generoso


Coina. e o» «oreorros lodos peeci» ; » Alhêas migoas cara I
Instaurada* ni forçai eo' o alimento
A infeliz tranquiliza. » Sdn es»* floris m acç.Vs pirdc*.v».
• Os broeflcim que espalhou na vida f
Vis mi sonho* um Anjo qne » clamava » Foi sitryivrl às rezes dotorosas
Favotto em nivre tm»i«piirrt»te vfcte: »• Ua iuooccuou opprimida!
C'o a» az»s <!<• oiro. na» que o Sol brilhava:
K n'um focrir crieste: • Foi da virtnde protector constante:
J» •> 1 + .•_ * • As lagrimas de D cos enxugar soube
Mir di* « «em descamar alma selecta I • » No ro*to do infeliz I... c'rúa brilbaola
P'um braço a ele*a ao Ceo: e na «uLila ■ Fm premio boje Ibe coube!
Mie torna—a volve as vistas, o.La a méla
» Das vaidade» da vida! » K*te é o tco bemfeitor. a Nisto voando
Demandaram dos Ceo* a immenvidade!
» Em pompa fu.-ieral nlo vfs no terra E assim foi. que a mendiga despertando
» Dar-ae um corpo a mnsraoria sepultura? Se acbou na Eternidade t
» Naquelle monumento ora *e encerra
• Toda a hm veatura! O* doii nobres morreram de repente
Pouco antes de espirar a pobreainha!...
■ Toe riqueza*, ostentou grandeza Qoal serpente um M abisma... outro imineata
a Que o Senhor lhe qntz dir; inai orgulho*) Se eleva alva pombinha t
» Despreswi o* andrajo* da pobreza;
• Foi imp.o, ambicioso! » Caridade!... Oh ! celeste alma virtude 1
Com teu divino influxo anima a terra!
» Mcrreo... fiulison tua opulência ! Vil egoísmo, que os mortaes illude
» Sua vaidade inda o sepukhro ostenta !... IK) universo desterra t
> Ma» notaaltm !.. vera*aconsequência
» fi o inferno]... olha attenta! lnpniMi na RtiiiU
«1» lata.
D. A. G. Pcticit.
> Ví-o em chaminé* arderL ví qoe tormentos!
• Como irado o detnonio vem ras^ar-lhe
» O monto. a negra carne, e n >coj lamento»
a 0» trato» redobra Hbe! revista de lisboa.
% Lisboa rewvdtou do lethargo profundo em
» Eata (• abadie qoe ultrajoa te*» moto; 'juc jazco durante os compridos meies do ve-
• Qce at Sacra» lei* calco* da CariJadc I rto. A vida da capital, que apenas ae simbo-
» Aflasta deite ai vistas, que outro tacto lizava noa horripilantes prrg&es doa aguadei-
• Te íei tua vaidade! ros nos tiros do Elephante de Mr. Charle»,
e na* representações interminável* do Tem-
> Olha agora mais alto. atém... observa plo de Nilomlo, maoife>ta-*e agora por de-
» Elevar-se uma ouvem Uinvioou, monstrações palpitantes, e frenética*. Fecha-
» Qac de Eatretlu c'roída em ti conserva ram-se as caldas, vlo retirar-se os camelo*
• Harmonia pasmosa! do palco para os »oa*e* gozos da vida domes-
tica ; a rainha de Sakl abaodtcari em breve
» É o coro do* angélicos cantores n cilrte do immorof Solo»*» I terminou a Ve-
• Sobre a ouvem que vis ltvaodo A gloria lhice namorada, com grande jubilo do pobre
» Um grande qw pl»ntnu viçosas flore* 1 Paixfto. e entre o» exultantes transporte* do*
« Na vida transitória! boticário* velhos: a Bofetada deo os Co* à teia;
o* flores do Jardim da* Dama* murcharam
• Kim flores regadas co' o pinJoso por falta d'agua (vulgo pia tos); o Jornal do*
• Temo pranto que arrauca 0 iesveotura Ftttilialivo* MiliUrc» foi eborar oo limbo >
119
rrsitmci* iuromgiral dos as»ign»a(ei, qnr f íicaclo tem ttai ijuh ; D. Maria sc cautla ia
**o dando cabo de quintos prnne» M pobli- , com aquelia ith»m:n»<io vrvirv para ce-ar;
cam; e I). J©»«J Serrote a anuncia • termini- S. Carlos, cm cpionto o Mestre (jorrada» (*c
çSo do mu briivjt»r«lo Dominical. O me* d' emprexnria, oio «rnir,) «enio para no» recor-
Outubro foi uiãgo, poríSm poc uma justa com- dar dm antigos serralhos em que o SolI.Vi se
pensação entreu o do Novembro, o mci: mai» rxicava deqtiania» escrara» podia huer; pa-
fértil cm acontecimento» d<> quanto» ra mii« rito. A prova tcav ii-a na AUira; o
o anuo. Noe*© foi um frslim itm igual; ebo- | tal IJorraJini jol^ra «jin* o subsidio q«<* o <«•».
gou a fe»ta a todos os Santo». desde o o»«v<> ví«rno lhe coiierdc 6 d^^tiaado a maoter um
pii Adio ai* ao Santo Importo; o3o houve ; Circo Amor da Patna dealrn do Ibeatro Iv-
parente pobre. A» alma* bentas do Purgató- riro: i; ih r«r.-<h1o o que Ibe pireee. Se é
rio, voam no» bondo» para a min;lo do* An- verdade ler elJe dito que ia arranjar um cor-
jo»: o» Padnn receberam a espórtula de tre» po de batU, |>ori-m que t io procurar» Uws
Miw< o'um «o dia : a» be.it»» fartaram-»* de dançarina», ntr* boa» peynrmu: o rargo de
ouvir n //*njil>o: c bensdi-iserim a religiosa emprrrsrão mti-Joo, e conaerteo-se em odtrêo
intençAo do n«H»o bom R<*i D. João V. S. pouro derenle. O Machoth irã de novo 4 sr«-
Martinho é applaodido eotre i> Uicclutuc» na, nuu ji i Ibi «In yiz-l*j'U. \ > tbealro •]«
vergonhosa* doa frogwic* da taberna, o rtal- D. Maria rrpiTv ntou-w» » drtma
tado iw» sernxVs da U«ca eonjunc lamente em 5 acto» e um prologo, pelo Sar. Ilrai
tom o litlio de Semeie nitre hbaçAc» (irofun- Martins. O llramo a^niilou imiito, • o p<i
dn» do bom Carravcllo». e da rurrapi do Ter- Aulbor foi aplaudido enUitis>a«lirame<ite;
mo. ,Nr.it* mri as festas chejjam • tivlo*. O» além d'outras brllnas, nterere rlogio* p*'»
Jactou» esperam a gloriosa Santa Ceciln, pa- naturalidade, e bem dedtuido da acflo. tk
ra terem o prater de escutar o instrumrsUil últimos netos com oporialidad* mrreerm
estrondoso duma philarmurncn ccdesiosttcit. uonrosa meneio, e o dmfcito do drami sah«
Fin quanto «Mm aooho* drl irrovn m ai» rea» uni pauco du tunmiuia. O bailado foi Nem
liram, • moei Jade e a »elhi<v qnc sente frio pe- recebido; porém os Pmilrmet brámcat mere-
la» roa*. e ijue ie inccmtooda de andar A tlu- ceram a boorn d<» rvjuiri ant. {) lando o» si-
va ms extensas noites de inverno, precipita- ioios estiverem farto» de vér os camcU»; coo-
u
' "o» bolrcjuin», paro matar uma» boa» ho- tinuarl a e era seguida iri k «cena
ra» Carendo politica, e poora entre o» vapo- 0 Judeo Hrraule. drama em noa rota quadros
re* do cjfò dc cevada, do ponebe. e do wj- Xo Gtmnntio c«nlint'u O Tu/ir <te%0 annot,
Wtaite cagnac. O Patisaior, e o Freitas comedia di;iiA de se t*r nlo *<> pelo bera e»-
Mo doía Arcopigo* em embrilo, as grandes crilo d d la, como prlo m«do por que 4 des-
laru^cs da vida discutem-so alli oom a mes- empenhada; a Sar.' llissd entra nesla «o-
,n
a «omrerinaonia com que certot liovrrno* media pramorotameole, a acena em que-a
''*■ um ponto. O Marrare v# engrossaremfómiitfa « rrfKti no Iviloopo, dinieulUxa-
8
cad» icMcroto a» cohortea, qoe se estimdem mente ao poderJi dosempenkar melltor, a Sor."
. r"> atiradores ao longo dM esguios correi ío- Mascri reúne a uma bella pr»«enya muita na-
rr%
da sua loja afunilada, esperando anciosos tur.ali>ii lo, e por i»to vai l»-m. O Sor. Ta-
*lae o poatrir* do rrlogio, no ceu movimento borda mem* iguilrrrote elogio. A opera ce-
C|
«»ilinio. passa por soltre asseio lioras. É o rnira (fml dot do*ir»cnpta prlo Snr. SiM
•^otBetilo (alidieo; meia bora mais, o* tbeo- Ijpal, e Mi.'o« subalitiiro rata untajem a
•fo» todo» Miirlo em movimrato. Todos o» 1 elhitf namorada, e a MorftwiJ; tnn sido
1
'eatn>t disrmos rotn omphsse: Lisboa qi applaniida. «a Ana do Sar. labnrta por
''rfca thritrn» nJo f qualqner coisa ; irm cta- pouco que nSo eo«a o int: ati as Sv^hora»
5®* * jâ nío * pouro. I m amigo ikkso fam se riem quando ellroauU:
. f po^co a seguinte cla«iliençlo d*» thro- A mulher que 6 roque!# e vaidosa
o«. qtjr jalgsmo» n*o «cr delle: o theatro A prior q>*» a birla eadeila.
"• Mário a para »ír; S. Carlt>« pura «u- lúi por mim nada queto rota cila.
"5 o G}mna«ío psra rir: D. Fernando pira Qnatro figas llir faço a «nlrr
o o Salitro para dormir. Eíta cla»*i- K ben» Cuto que d(li«» se tomba
120

Que o despr^ro as ensine a trr <ito Em quanto a Seriedade Promolora da In-


Dn* que afectam ler muito juiro dustria se eotreiem com a exposição, o Con-
Dcos bic livre pela prte de a» Ur. selho da Eacbola Polytecbaica assiste ao con-
( E tem ra/io). curso que quatro candidatos fazem para dois
/m kni« m barm íatçi do Sor. Miilmi, lugares de s«b*til«tos das cadeiras de MjIIic-
nlo toe UoU aceitação tomo lhe «pernva- matica. Os concorrentes sdo o Sar. João Braz,
niw; laliu por qae o psio aprecia mui* o Leate da Escbola Xaval; o Sar. Amorim,
que do qt»e aquitlo que ouve; (em mérito. por anlooomasio o Newtoo, o Sar. Serpa Pi-
A comedia Vmo eadrira para doit, a pejar doa mentel, cxcellcntc Poeta, e E<rriptor de re-
cxforço* doa actores. morreo á imcrnça. e conhecido mérito; e o Sor. Macodo mestre
nlo deixou «andade*. porque era mata insig- do* operário* na Aula nocturna de S. Joio
nificante do que a cadeira de S. liem. iNepomueeno. O* concurso* nlo estio ainda
O tlieatro de D. Fernando, abrío-so do terminado*, forêm o até ao presente o Sor.
dia 29 d'Outubro roai ■ reptrsenlaç&o doAmorim e o Sor. Serpa tio o* que tem me-
drama Adriana LKtmtrtur. e da farça A nu* lhor satisfeito. O primeiro destes Sar*, doo
lÁtr da ptrm dt jxio. O theatro e»U bonito; provas <le muito talento, e dum génio Uaos-
a companhia, exceptuado* a Sor.* Emília, e eeadente. o segundo, o Sor. Serpa agradoo-
o Sor. Macedo, è pcwima; a farça d «agra- nos pela scicocio, boa exposiclo, e exceden-
dou. btfliu-lhi o titulo, ijuaado ai pernas te nietlioda; o Sor. Joio ilrai sabe, porfia
de carne e omo oeo sempre fazem pi acere, nlo u mostra, ou olo o pôde mo*trar. e o
unta de pio toroa-sc intolerável. Sor. Macedo alo soflire a aoal»«c: ji Ibe ou-
Sahindo do» limite* tbratraes. o* acoute- vimos contar pelo* dedo* a» casa» decioues
cimento» mai» ooluri» qu« tem «corrido do para exprimir uma centtsima milésima,
a morte do Dr. Silveira Franco, *abio medi» A Academia das Scieocias a brio a sua au-
co. e naturalista, a do Snr. Condede Lumiar; la de latrodocçSo A Historia Natural, de que
a da Giba do Sor. Coode da* Antas; do Sur. é professor o Sar. Dr. Costa. £ vergonhoso
Knir. e do Sor. Gome* Ribeiro; a «ciência o estado em que a Academia conserva a ca-
i> a nqueta nlo slo espantalhos para a mor- sa, e os uteosilio* da aula; outro Professor
to ; já o bom Horácio o diiia : que nlo foste o Sor. Costa eminentemente
sábio, • modesto, recusar-te-ia a leccseoar
Mn ««I»» p»U»l p*.l« padj^ruK laWriiw,
IUt ui<|u lum. ............ n uma casa, que mais parece om quarto do
despejo* do que sala d'estudo. Recommeoda-
A expouçlo do» predurim «ia indostria o>- moa e*le curso pelo exeellcole methodo que
•ioeal começou nu dia 29. dia notável era nelle segue o Sar. Costa, sem dúvida um dos
que o cbifarit do largo de S. Paulo princi- homens mais estudiosos, e profundo» que co-
piou a laaçar açua, oa Sala do Risco do Ar* nhecemos, e que exerce o magistério, e p«-
scnal da Marintia, a cuncorrencia doa vela- dimo* 1 Academia que, para utilidade dosou-
dora tem sido coastantemcnU grande, r é vinU*. e comiaodidade do Professor, faculte
de e»perar que assim continue até ao dia 25 oa instrumento*, e exemplares de que Unta
do corrente mei era que tcrmituri. se carece cia lições de Ul natureza.
SS. Mageatadr* a Rainha, ElHei o Senhor Fa. ,\«AtT4CI0,
I). Fernando, o Príncipe lleal. e o Infante D.
Luii foram vír o» prodtsclua, e dignaram-se
comprar muitos delir». Muitos dos objecto THE ATRO IX) GVMSASIO.
exposto* raereeem todo o etc^io, e tem me- Domingo 11 de Novembro a representa-
recimento, porfm baytante* w encontram al- Cio da comedia em 2 acto* — Como ae trans-
li indigno* das boora* da exposto. E para forma um Caloiro — do» dou ? — Ope-
lamentar que uma grande parte da nos» In- ra cómica cm 1 aclo. — Cma lição — em 1
dustria alli se alo ache representada, e que acto. — A' Porta da nu — «m 1 acto. —»
prodocto» estrangeiro» occupcai o lugar que Principia 6* 7 lioras e meia.
deveria jer dcstiMd» para artefactos por- i ■
tuguexe*. vim«i>'u" a. a, mobaudO)
M* H ««MM M fUH ».• IS,
arovRimno n.

\ ASSE.UBLÉA LITTERARiA,

JORNAL DINSTRUCÇÃO.

(ÍJteprirtatU, e litiatlora - £1. a. e.

P*bli«ar-w kiitudo «« — Atalt—«s, »ww>y ia Loja, 4« Sn. JUrii»., r.líW, 4» CmW*


:
I tilado. _ J»nsq.~, ^ nm |C».H»w»iw<.
Trfanr.tr*»i
4U0.A«S»IJ MU.
1; J. P. IrTÍO. AtuU*
A Mu w .i,t.Ut r»i».
|7Vr«..iu, ..
A« r• r»t■PM>mui wrfa <llrUi.Ua i IMiduri, • mlnUi aa mi KrcrlnUnu. ru iU ('oankh a • iw
4
J^ M»wte «■ .««uci- .U KapettMalo» ^,TTTil... I^ ,
• Coaama a trajai «ir fatiTM» fuUtafar IO nu a lUka.

1 RP«l(\0 II QKSTBU J.UWML xeza do se constituir padrinho d'am


duello desigual, em que um estranho
k* 1849.
entrou com decidida tcm;2o dc mino-
rar a impressão agradavel que tinha
I )isskmos cm o numero antecedente produzido a nossa Exposição.
quo Portugal uada tinha a esperar do A Exposiçilo dos productos da nos-
Governo, c que o elemento industrial sa industria c*lá longe, o muito lon-
dovio, para «alvar o paiz da miséria, ge do esplendor, o rxtens&o que po-
e anniíjuilamealo a que o tem reduzi- dia, o devia ter; todos o conhecemos.
do, |K»r cm acçào todo* os recursos, A maior parte dos ramos mdustriaes
posto que diminuto*, de que podér quo começam, ou jã vigoram em Por-
dispor. (Esta verdade, que a alguém tugal nào estilo alli representados;
parcceo amarga, confirinou-a o pro- obj«cto«i alli «zisteni que so nilo po-
cedimento inqualificável do Governo, dem chamar perfeitos; somos nós os
tm estrangeiro, talvez ciai» do en- proprios a confcssal-o; c mais, qual-
thusiasmo com que a nossa Exposição quer estrangeiro poderia exoeder-nos
tpm «ido recebida, pedio ao Governo um muitas manufacturas; mas a Ex-
Uma casa para expor ao Publico ar- posiç&o em Portugal esta longe do ser
tefactos provenientes de Naij^ei es- jíi o que ó nos outros paizes. A Ex-
trangeira». Este lacto, pelas circuns- posição n;lo foi feita para significar o
tancias de tempo, d«"i* logo revelar adiantamento, co optimismo, mas pa-
®o Governo ou uma feia descortesia, ra simbolizar os primeiros esforços
°u um acinte ridículo. No primeiro das classes laboriosas, e para assina-
c
mo uma benévola adverlencia, o no lar o progressivo melhoramento da
«•egundo uma negativa formal devia nokva industria.
*•» a resposta; e tanto mais quanto Nós, como Naç.fo industrial, exis-
*o tal estrangeiro reatava a liberdade ! timos ha meia dúzia d'annos; temos
«ic exigir que as seus productos fos-
sido tudo, menos cultores da indus-
sem Coll ceados a par doa nossos, ou
• ria. Km quanto possuímos o tirazii
iwsmo, quando lb'o negassem do cx- fumo» ricos ociosos; depois dn sua
po!-os c„, qualquer local. Eque faria perca fomos (quem o foi) cartista*,
o Governo n'um caso, que qualquer ordeiros, exaltados, moderados, elei-
luiota saberia resolver l Desceo á bai-
tores, elegíveis, deputados, ctc. etc.
1C
122

e engodados com as fantasmagoria» cora a (ndiffcrcnça, e nenhuma inter-


das constituições sn noniitc, I roca mos venção ern promover es interesses ma-
o trabalho pela politica, c dcixaioo- teriaes «rum povo que tem a seu fa-
nos adormecer ao som das parodiasque vor o olíma, o aolo, a posição geogra-
nos cantaram os mil jornac* politico* pliica, e a índole, e a quem sõ falta
escritos por homens Ue alma vendida, a acç^o animadora do Governo.
e que, para encherem o ventre, não ICm consequência do quo IcvAmos
duvidaram prostitui r-sc, disfarçando dito, no que escrevermos acerca da
as agonias da morte leota d'uma Na- industria, teremos só em vista consi-
ç3o, com phrases mentirosas, e dis- derai-a como um grande passo para
curso# nojentos que o povo, quo os o n*»o drsrnvoivimento material, r
nio entendia, julgava recheados dc como uma prova da tendência da Na-
erudição, e dictada» pela verdnde. I'*.*- ção («ara o seu melhoramento.
«a epocha passou.
A maioria da Nação corihcceo, por 3. J. ot Sou» Tuui.
desgraçada expcriencia, que muitos
Governos são como o« Sacerdotes im-
jk>s toros dc Uaal, que depositavam as
0S2 ÚSSaiiWSl/S»
iguarias no templo para as virem de
noite furtar, e para se banquetearem O í"asaMK> TO, B A «OBTAUlA NO CCO St
no meio da proelituição, c do crime, TALHA.
fiem termos um Daniel, as pegadas (lunfcivuojúo. )
dos concuttfionaru* ainda ha pouco
lembremos o boorado Sacerdote que m-
«o descobriram nas repartições, d'on-
contrimo* na Igrej» do Ccavento do SS. Co-
de o dinheiro, que tanto suor e fadi-
rsçlo dc Jesus; e que nos fei conhecer Ed-
gas custa ao povo foi alienado impu-
gard: era o 1'adre J... A elle se dirigio o
nemente. Ainda nos lembram essas apsitotvado Joteo. e lhe rogou se enesrregas-
associações monstros, cuias empresas se dos arranjoa «lo* papeis para o seu cim-
gigantescas, essas traoquibernias il- mrolo roa Irramia dc modo que »c efectuas-
Jusorias, que tlerain em resultado a se quanto antes a «01 iroijo, e vm estreada:
decadencia da mais activa porção da usim o cnaiprio n seu bom amigo, e pa»«a-
sociedade portuguesa, e o engrande- rios poucos dias Kdgard foi ifa a sua amaa-
cimento dos homens que souberam, c te, e lhe pedio que elegesse o dia em quo
poderain especular coiu a mtsoria dos deteriam solemoisar ante os Altares a soa
povos. tinik»: este dia foi aprasadn... checou em
Que se tem feito ao povo, o peio fim! A aurora oRo dopeotoo risonh*!...
povot quo auxilio so tem prestado i Fra ao começo da iovemota r»t sçílo. Ot dois
industria f que parte tem tomado o (leis amantes se dirigiram a Igreja, lofon-
Governo no progresso das cla*s« fa- prekeosivrl eommoçlo que se apoderou de Ir.
bris f nenhum. O encerramento da miiuj parecia agourar-lhe grande infortúnio!,..
Liga, qiM poderia vir a sor uma As- Ao aproiimar-sc a hora da cerimonia eccle-
sociação uni, caractoriia sobejamen- siastica. um oegro presagio lhe abafou o co-
te o quo tem sido os ministros cm raçJo! Sentia um doloroso cemiifc» qucselbc
Portugal; a \ ar tio só lhes deve a mi- afigurou sahir dc umi sepoUura junto & qutl
séria. a ignoraríeis», u a hutniiiação. ella havia ajoelhado!... Soou finalmente a
A líxpo««içilo da industria confirma hora tremenda em qoe a voi da Soemfote li-
de sobra o que dicomos. Compare-sc ga porá sempre na terra os destino» de dois
a solicitude das authoridades, as fa- entra I,,. Ah ! se *e amam como estes
digas do .Ministério, as som ma* tira- dicUwo laço» pode*** a morte jiuai» cortal-
das dos cofres, e os esforços do todo* o!. •. icas se ao roa Ir d rio U> humana» coo-
os generos para vencer uma eleição, sidtf•içôcs aconselham, obrigam a um acto
123
*« que primeiro o coraçio deve ser ootí- vos para o* rcehr-rem etpalhaado johrc suas
do'... que triste... que iosoportavel pri- fronte», e na sua passagm as dou» que ha-
•®o I. • • Ê cru Mtnfií i ) <|iic 1 j,^ geei* viam cutfaíd»!.., Qual a rrnss» admiraçlo ao
U. Dio appreva. Bia abençoa Mas Ed- ver aprotimar-se a tege com as cortinas fe-
gard, e Inmei» se «domam I... EJI» iam chadas !...
•er ftlím podendo pertencer um ao rutro «em fora nlo farer tio peblico o acto do seu
incorrerem dí retinir» do* homens!... sem casamento, em atteoçâo a ser Irmiaia Viuva
que o Mundo coodetnnasse vou affeiçlo, que muito recente, os dois amantes haviam ido
líeos ]l luiii santificado! S*mi mio» esta- a pí. como se fossem • um passeio da rna-
vam jl unidas, e as ultima* palavras do Mi- ft^a: « por testemuabas escolhera Edgard
nutro do Altar ism proíerir-se, quando um dois amigo. ^ 0 «baníonaram:
Ixxneffl desesperado rompo por min» os dois e cbegira logo depoi* um delles. Ira rendo um
umafll». separa-lhes o» n»3o>, e brada — Es- bom racultativo; em quanto o ou iro eMran-
ta Mo hora tio 6 livre rosno cri; seu Mari- do na Sacristia inqueria os motivos do impe-
do vire ainda. — dimento que houve; afira dc ver to er»m
Ao echo destas horríveis palavras; a este justiçados.
•cio de desesperação soccedeo nm silencio O Facultativo examinando n pulso da in-
profundo! Todua os espccttdon* pareciam a»- felii. o depois de louteis esforços para lho
&ombrados dc um raio!... K Edgard, e Ir- restituir os sentidos, ti roo do estojo a lance-
tnioin como ficaram ,.. Pondo elfe rrustir la dueodo — uma sangria jé — Meu Deo.!
olbsndo indignado para o homem qne acaba- ... estar! morta! brada Edgard; — Kio,
da dc cortar-Uic a felicidade tutor, unira da porím muito perigosa, toma o Doutor; o
soa vida; e desejlra naquelle momento ar- sangrou Irminia no braço es>pn<do: custou
rarcar-lbe o corsçio da rarana sorte qw el- muilo a sahir o sangue, e apesar de mui di-
Ic Ibe havia arrancado a mio de Irminia!.. latada a sangria, permanecco Irminia ainda
1'orím será verdade!.. Ella nlo »«rA livre! ira movei!... Peta naile adiante pr»fèrio al-
E estas idéas continham ea transportes do seu gumas palavras troneadat: no dia seguinte a
furor; portm a desgraçada Irminia reconhe- appariçio de um dehrio completo anaancion
cendo o seu perseguidor perdeo a vot, e o um estudo que nos fei tremer • Mo conhecia
tnovirortilo; « momentos depois baqueou so- pessoa alguma; seus olhos espantado* pare-
bre o drgrlo de um Altar; fria como um ca- ciam procurar alguma coisa que nlo podia
daver' t era um cada ter que dois per ten- ver; e de quando em quantia hurronsadoa se
diam !... iuigard • erguia em seu* braços, feebavam como pira evitar a rista de um fan-
*o mesmo tempo quo o aou adversario ten- tasma esn que muito ê miúdo filiava; aper-
t«»« Umbem erguel-a do chio. Oh! nun- tando as mfc» com tanta força que parecia
c*... nuiics ! brada Edgard, alo contentarei qurbrar«n-»e!... Chamava os filho»; o pai,
que outra» mios toquem o seu corpo! Affa*- ■ mli; e o sen... Anjo dv guarda; repelin-
te-se, ou... F. larudindoo com força pedio do, — nlo quero diaer o teu nome, que o fan-
• um Soldado que ali i s« achava, fosse lo«*o, tasma p*4e ouvir, e arrancar-me n tua mio '
'«ío buscar-lh* uma sege. O Fadre para evi- ... — Nisto se afogava em lagrimas|;„ A
tar algum desgosto maior chamou o aceusa- febre augmentava cada m mais. Panados
* * Sacristia; e alls escutou, e escrevoo cinco dias um abatimento mortal succedeo á
S°*«to tile lhe declarai. Entretanto cbegira alieoaçlo; nào via, nlo fsllava, nlo sabemos
• *g«'. e Edgard agradecendo ao Soldado, a se sentia !...
U»m*odo o seu nome. Ibe pedio o foase pro- O seu alUirtissimo Edgard chamando o
curar « casa de lnninia. qne Ibe indicou auxilio de toJas as forças da sua ratio pa-
Ajudado pelo mesmo Soldado, e mais pessoas ra nlo siKcumbir á dór, cm quaiiU a soa
«j1» alli acudiram, collocoa Irminia na sege. amante carecesse de seus desielos; nio a
•' tile entrando lambem a suste vií nos braços,
abandonuia nem oru momento, mas triste!
• fcchoa u cortinas, dingindo-se a sege a Este mesmo esforço da raslo, e do amor te
da sua querida... alli «taram os imi- *fo aniquilando a saúde!
S°*. c os lillimboa da iafelu esperando o> ooi- , (Cmiinúm.j D, A. G. Pinta.
JC •
124

O lEIOtt) 1'lAhDo O CRIII. correr perseguido por outro; o desgraçado ce-


dendo ao c-infoço, cabio de joelhos junto da
( Cenrhituo. J
nossa poria, e culto, ouvimos dizer ao seu
Cliegada* que fomos iquclle estabeleci- perseguidor.
mento. Margarida deu as informações nctca- • Adolpho, fstoreeeo o ceo a minha vingan-
iarias par# >aber do destino de «o tilbo; em ça, aehi-i-te;.. e posto que telbo e abatido, co-
balde foram lodat a* diligencias, n'aquelle dia nhece que a jutiiça nuora envelhece; e qae
nada ns poode coibir; o o Administrador em o homem robusto, e poderoso, se torna mi-
sua dtfeta, pcrtrxtata que se leriam perdido seratel. fraco, « abatido perante o seu juiz!
es Urros do» assentos daquclle anno, visto que Lembraste, qoc faz hoje um anno, te fui pe-
}4 dez toe» depois deite, liatinroo* utindo dir que reculbttM* loa irmJa para a saltam
o» rigoroso» frio» de Janeiro: ou que Laite/ o da d*rsgra?a a que a sua sirlude tinha resis-
mesmo Iwuteste sacccdido. em eoateqiseiscia tido ate alli. tnas que eu t^mii que succum-
do» «cuokcrioetito» politico» de 1833. era que bitae afogada pelas garras da indigência T
muito» papei* te perdetam: animou-00* po- Quinto a mim disse-te ca: estenderei a mio
tém, e cuatidou-oos a rol Ur na roanbla se- aua passageiras até terminar nu vida que tio
guinte. par* que eMc noquella tarde, pxlesn- «alai foi na guerra peoinsulir; por que repu-
co«i descanso, mandar reter todos o> atoen- gnando «raiar o meu braço, para fnier pere-
Umentoa, e eulSo illu<id<ir-uos. cer ticlima da minha ambi<flo; uin pai, um
Difficil foi resolver Margarida a que por» lilbo. um innio, ou um protector, em umu
ti»e, porque ella queria permanecer alli; olé dessa» guerras citit que tem aniquilado o po-
*o alvorecer do dui indicado, ma* afinal a» bre porlngal, me rol lotaram na poste i o de
minhas instancia* a resolteram, e partimos inactivo, posto que eu podesse ainda sertir:
wriam jè fioeo (.orai. o por conseguinte de mendiga ate estalar de
Todo o Rapaz que dia encoolrava mil Ira- fomet Nio le imitei, ato sei gritar no Ro-
inculcando ter ooro aacOs. o faria pa- cio Viva o Restaurador.! Ou Viva o Pro-
rar. e era um delírio que tudo deitava a re- gressista ; porque para mim todos tem a mes-
cear. Ibc pergiinlata teu« pai* abandunaram- ma legeoda Destruição da Patria. Negastes-
te? es enfeitado? Se lhe diziam que tin, a ine porta, o abrigo que implorava para tu
infeliz aio tinha forca* para o interrogar, te iraria, ea nQo ser a priisroço de tanto* jano-
tioho fignil, era mister eu acabar este dia- tas de qurazmas que vi em tua casa, U mes-
logo, e terminar e»ta eapccie <ie lurpor em mo me singaria, mas eo jazei farelo»; tua
que ambos permaneciam; coasutnimo* mui- irmla morreu afogada em desgastos, estou par
tas horta noto, e em lai abstracção. que no* Unto solto porque ninguém precisa de mim;
bio apercebemos entoJtiila» ao negro manto cumpre-m* pois satisfazer a promessa que te
da noite, scnlo quando turno* despertada* ao fiz. e que renovei sobro o cada ter de lua in-
toque de recolher. feliz irmia. Meu pai perdoe me. e acompa-
Que hora» que sJo, drs»e eu a Margarida; nharam esta» pbroses agudos gritoc, que no*
aprestemos o pano, mas aiaia assim. *6 per- deitou perceber que o pobre Adotpho linha
to das ou/e l»ora» ò que pedêmo* chegar à perecido As mio* do autbor de *'*o* dias, e
dmm liobiUcAo; como Inibamos de (*mar este em pxicos minutos, o «ima» entregue á
primeiro pela casa do* ao*»* «isiubos bati Municipal que o conduzio preso.
A porta para saber drlles, e enlto soubemos, Margarida havia acompanhado aquclle* gri-
que o menioo tendo pastado desta, a melhor lo* agooisante*. era que te exlsaloii a tida do
morada, todo* iamedtatamcnle batiam lar- pai de aeu tilbo, t inoito Adolpbo exclamou
gado aquella casa, a ninguém me soube di- ella! Pobre Adolpbo! Letado pela ambição
Mr |«ra onde tinham ido. esqueceste» tudo com a politica ; mas o ceo
Pouco tempo batia que tínhamos chegado Armando o braço de leu pai, jé te fez rece-
a oosm casa, quaodo seotimo* o tropel de po- ber o castigo merecido dos teias crime» !...
trnlli»s de easatlafia, e continondos apito» que O meu nio tardará. dii-me o coração: o re-
dittinpmmoa serem dos ootao» tuinW que morso já (oinreou a punir me. mas arada t
pediam soecorro paro uca homem que «imo» pouco, por certo que nio laca aqai I... Se»
1 25
eliora pTio-mo clU, vamo» pedir a Deu» q 0 nome de pais respeito e adoro,
conserve a niiH» mcacu au achar No peito era que geme, ■•ppresu a lonoccocia.
•neu tilbo. e nulo »c p&i de joelho» diante i Na» preces que íaço, »eu* dias que pr^ro,
uma imagem d« Deus. no que eu a «confia» A Deo» eacoternendo pedindo clemência;
&hei. e ambas nas cotitrUaoi orando por
nm» de ama hora, tila foi a primeira qocw A Deo* enenomendo pediíxhi demência,
leunlou, e abraçando-mc pedio-me que me A» vidah ilaqudle» que ao mundo lançaram.
fw*e encostar um pedaço. pon?*' dia me <ba- 1 m bilra tnfeltt, que ú d almn ruir,
mana. tanto pwcque lhe notei V fome ementa sem culpns votaram!
placidez nat vuas ínçôe*. corno por nk> a que-
rer contrariar; m*> logo que o rdogio deo V fome crurnta sem culpa» votaram.
noie Iraras. cu me levantei; e ao* dr*pqic- V minha iaoiKencio; no mundo dertsao
«nos para »ab<r; eu quir alugar uma sege em Ku temo perder-me, quo « pobre virtiid»
coosequenc ia d» abatimento q«c notei n> mi- Aa sciea succumbc. ao pio que é escasso:
nha companheira, ma» achei neJla contradir-
ão : ide vá» senhora. qu» eu iro» a pó. Que, Ãs vexes succumbc, ao pio que t escasau
quereria» que eu encontrasse iodo de «e^e, o O Iraste que m, aio tem que aguardar.
meu pobre filho devaJro c roberto dr re- A fome 6 U)o negra, Uo (eia a miséria,
mendos? Agradeço a vima piedade. m,.«n yue aos crimes maiores eu temo chegar!..
buKa da rainha victima devo andar a p£. Pui»
*amo* a pé lhe <ii*se eu, e assim o filemos É elle exclamou Margarida ! Ê a minlu
ataque rhc^arao» & Misericórdia, aonde soube- j pobre »ir tinia ! Ah 1 cm que abandono te cn-
CIMJ
» pelo Administrador, que e»le menino mia, ; cootrci e«i!! Analbema do cco. cabia sobre
e que t«tava servindo rm cau de um padei- a (rui que abandona o fructo das soa* entra-
ro na rua de... p#rj la o os dirigimos, mas nhãs'' KJIa nlo fou lo diiec ma», ulhamio
*Mm do chiarmos ao «osao destino, e»c*>n- como es|MTur>da pura o pobre r»poi que tu-
irimo» As pedreiras, um rapaa <pusi ou e Jo ignorava, e a qiiem eu íorcodo algumas
de calco. carregado com um sacro, que era perguntas elle vitisfer. contao4o-me o mio
na verdade imprópria carga para a sua ida-
tratamento e «vjs»o alimento que tmba em
de : este mfelix icsIm-k a ume porta, sobre casa do padeiro: acalmado a sua narração, o
« qjj| o ajudaram a pomar o seu perado far- nifcl-i cumecou de n>io a toawr. o qw (er-
do. e aondo tossindo seguramente por mais minoo deitando golfada» do sangue pela boc-
*'<• um quarto de bera, puiou por um retra- c«. Margarida de»|icftou deste corno spo^no
to que traria pendente ao petiço», e desfa- em que se coiocrvaia, e olhanJo para mim
/rndo-se em lagrimas, Ibe ouvimos as seguia- como espavorida: senhora me di»s<» ella, eo-
klraé. que obrigando ■«> de mais peito o rarregai-sna deste desgraçado, amparai a sua
'epetil-as. as guardei na memor a ei-la»: mioceocia, e pwllffi-a:... mas nio. dle já não
prerua de vú». pru»eguio dia encaranio c<en
tu triste coita lo dos pai* enfeitado, o filho que e»lava banindo era sangue; esti
'-«n tal orpliandade aio ta o que ía ;a, morto continuou ella, e correndo a abraçar a
Ne® Ml ramo heide. *em ter protectores soa desditoM tictim», eu ntava bom longe
^"«ar-roe da» garras da negra desgraça; de suffor que dU lesava na mto um punhal,
com que terminou a carreira iníelii da soa
J''ar-r»e da» garra» da negra desgrac*. existencu.
posao <o no Ivo. deserto no Mundo. Mandei condaiir o mu corpo para a Erin:-
^ *quelle* que « lm do dia me dirlo, da do cemitério, aonde satisfeitas toda» asce-
''«« corpo lançarão do abasmo no íu ido! remonias religiosa.*, se conservou alè ao dti
l seguinte, o« qual foi o seu corpo lançado a
*| u corpo lancarfto do abismo no fundo. tem».
'« pai, minlu nUi. por eausa qu' ignoro. O menino foi para minha casa, ma» ape-
• as seja qual for, embora wfdir,
lar dos meu» desvelo», falcceo uni amo de-
1M>me
4c pai» respeito c adoro. pois desta trágica aern-i, victima segundo o
126

«ttoUúo do* facultativo*, de pouco alimen- Ao bardo, cuja fronte mi;eito»*


to, e eunsiiai pêro* que o ahrigmini o cor- O fogo divinal da poesia
tejar. l\>«-«qui poi». o% grtin damno* que Cinge de igneo diodema, «pie dard^a
resultam de ura passo errado. Margarida oti- ih que ousnra biba infesta «rremeçar-Jte.
re onno* viveo mal, porque apesar de pouco* Salve, mil veie* talve!
vezes m lembrar do tua victima, agora me
recordo qor* cila chorava «Inumai »tm, e Ao bardo vencedor, que, «em orgulho.
eram por certo o» rrmonot que lhe mordam Aos hombros lança o maoto roçagante,
o coração; e por fim terminou mih diai por K esmaga, «em os vir, teus inimigos.
meio de um tuicidío. que por ultimo tornou Sob aa peudas rodas do triumpho...
duvidoso • Mia ulvoçio; c o leu cúmplice, Salv». mil veies salte!
veio k sua prendara receber o teu castigo ús
miWH de um pi, pelo erime nío u> pratica- Ao bardo, que entbeioura no proscénio.
do contra e»te, como centra a inofensiva etia- Para a sua riquíssima corda,
teocia d<* uni reeemnaseido, que tmido por Umi um florio de Ivrieo* esmaltes;
eile t luz do dia. havia »ido por elle, eoo- Ao brado, honra das Artes Portuguera*.
demntdo às treta». Trema pois a humanida- Salve, mil veres salve!
de de para calar um crime, aermceotar-lhc
outro. & áa NvitaUo 114».
D. A*to«ia L. Ciiiii as Tua Poxtss. Mtsu Joii Bt Slt»* CilVTff.

POCfiltN. o «ui-mca no THovinoi.

Nas verdes margens do mar


AO lt.I.t;STRr AUTIIOR DRAMAT1CO Vai o trovadoe com migua
O SENHOR HINSia LUL. Seu destino lamentar I
K sentado ao pi da fragua
&au)«fÕ4 ft>riia.
Seu alaúde vibrando.
Ao bardo, quo na dextra poderosa Descanta na tolidlo
Frgue. a gloria dramatica, e sustenta Triste, amorosa Canção.
Nunca visto esplendor em Imo palco...
Ao bardo «pie bonra a Scena portugucrs, » Oh! que raarttno é gemer
Salve, mil vem talve! • Sem delia ter attrndidoI
• Vèl-a por outrem viver...
Ao bardo, que do* «rrul.it aa« treva» • Ai dc mim... o que bei toflirido I
Impávido te afoita a l«?r arcatKM » Premeio ardente pau lo
lio ceeaçlo do liomem, que ioda masmo a Negra, atroi iogratidlo I
Em purpuras sumido, é homem sempre..,
Salve, mil vetei talve I Sentir «eu mago filiar.
Eisai Calla» lio tocante*
Ao bardo, qw* transpor clli*r*a« plagas, Que me farem delirar...
K vAliilo rasgando o «éo das ouve»*. Seus contornos elegantes...
Dedilhou Impas de anjoa; foi rt» frAguat, E ver tanta ingratidão...
Donde estoira o trovAo. rebento o raio... Horrenda cruel vts*o!
Salve, mil veres salve!
Vêl-a assomar feiticeiro.
Ao bordo, que P*'ro<J peias encostas Qual Vénus cocantadora,
IX» recendente, aurífera Soljina, TV» bella, tio prasenteira,
B aos mortaes atterrados páe potente Qie tu alma i tcducUira !
De Jehovah o Solio coruscaste... Ah! voluptuosa iIIj-Ío,
SaWe, mil vexe# nhc! Q-ae espedaça o eor»çèo!.,.
12 7

j No cemitério aheja fria louia;


E *êf-n»c de dor dei lei to
E o (]» dormi U dentro.
Sem me dar o» seus agredm. ,. Dorme da pax do centro I
Ne» direr-mc —« oeste peito
Teus votos Oo iiKcrrâdiM Nasce o Ivrio no deserto,
NSo lu unia pulsaçlo Cra aberto
Em meu favor, não La ! cio!... Aos mortaes parece a terra;
Nem da serra
K ifffho um ul tornvnto! Desce o lobo carniceira.
ft «offrer dura sçooia ?... E o cordeiro
Finde a mort« o laíIrintcnU)... N oga m prados docemeoto
Oh mea Dm» ! — auaato A Urdia ! TAo conteste f
•leme, geme, trovador, Os humanos incarnado*.
Nl<> ia«pir»í temo amor!... Assombrados,
Outubro 11 d« is 19, Contemplando o espaço átrio,
J. E. 8. MniMwt. Tal mistério
Adoravam; eis brilhante
Triuraphante
A pedido de pessoa que rxv* merece a mais Desce nuvem lominosa
«lia Mtiou. e especial comideraçlo. publica- Que ditosa
mos nota folha a seguinte Poesia, impressa Trox no seio lux dirioa !
"a Remia Recreativa cm IhlG. LA se inclina
A uma casa jancto A Sé'
Do quero ê ? I
CÂNTICO
01 AMOR I BIV0Ç19 «0 «LOÍIOJO SAMCTO Era do Antonio, o «irtuoao, o Saocto,
âHTONlO. A siagela ««coibida babitaçlol
O pruligio divino dle odorava
A mJo que o mundo rege omnipotente, Com sublime humildade, e dovoçJo!
Os Euros iofreando
Aos xephjros cunscnto E» a Antonio, cercado do esplendores.
• olgar boje oa terra em leu- bando» D esse gentil Meoino!... e era Jesus !
IW ma» perfume is flores. Jesus, que assim na terra acba o reposiso
Aos campos roais cantores! l>« acerbas ancias que soffreo ua Crux (
"i luiis graça, mais lustre A primavera «... Quinto o mundo te deve. que de novo
I>o pego doma «« iras! Vê do Senhor o n*»to magestoso!
Do rosas, mwtlio, e d'h<ra Quanto a terra te deie onde espalhaste
"ifeitam vate* as acordes Ivras; Da moral o tbesouro precioso t
E a gloria de L»bóa
O uoireno apregoa! Um só nJo ba do« ângulos da terra
Oode alo brilhe de teu nome a gloria t
* ooste 1... como sem fxjra, e serena Foram tuas virtudes, teus milagres
Grota sombra Irater-oos!.,. Monumentos fie» dc alta memoria!
Que briia tio amcM !...
a
lua? Iríumphante lern traier-oo* Throno do Salvador forem teos braços t
Seu regaço de estrellas Nd» uni ibrono também to consagramos,
E reluur com ellas t tm nossos coraçúes, e em rtcoopcsM
Teu auxílio, • favor te supplicímo» I
jA da torre na elevada çrimjn
Ate agoureira poosa: lj dVtsa altura, donde a nAi baivas-te
^ *•* msocios limpa Astro Di moo ! oode boje csUs brilbomlo:
128

Protegn a pátria tua; a pu lltc outorga.


De Christo a crença cm Portugal lirnnnik. Quinta feira 15 do corrente cantou a Sr.*
Landa noTbeatro D. Maria II. — foi applju-
Qual doto maná cri este dida com entbuuasmo: o <e alguns mal in-
Se derrame wbn a terra, tencionados p>r espirito de partido quiseram
Uma porfio dai virtudes depnmil-a, bem punidos liearam pela maio-
Que de Antoni» o p ito iocerra! ria : diremos a este respeito o que presen-
ciámos. Na Galeria superior em frente dos
E brotará no universo Camarotes de SS. Magc«tadc* estavam perto
O fructo d» fé hui» pura; dente uns sujeitos aliás de boa* famílias), o
Pnrtiilvarfro o* hwnaaot. deeum pairada 1 Nlo nos podémo* calar, e al-
Do ceo, u terra, o ventura!
guma coisa dissemos que eiles oatiram; e dis-
D. A. C». 1'i'ic#, tinctamrnte lhes entendemos esta (Inculpa —
£ verdade que ella tem merecimento, roas nio
t la das primeiras cantoras: e achamos que n3o
dete enthusiasmar — por is» paleamos !„ I>e
MORTR. RIM linÇlO.
modu que pataaram conhecendo que merecia
V»l lubn q«i ao*. |ui> 4»t» itolr* rxíl? a ppkuH*!... »> por espirito de cvatradic$*o!...
»i la iw «m mltii, <{«* d«m mlxulil f ma» ii*o foi isto... oús entendemos a cauta I...
J. luttu O que 6 innrgatd é que a Sr." Landa tem
merecimento, cque exercitou muitas agilida-
Deusa ouvem cebrio réot, e terra ! des, e diOiceis trinados. — A Mendiga 6 uma
Horror... treta* f... Morreste JttCI! composição que honra o teu Aatltor.— O Sr.
Nossa vida o tepuJchro hoje encerra! Urai Martins, cujo merito ó já bem coafaeri-
O sepulchro esconde© nossa lai! do — é um Drama muito moral, e bem des-
envolvido; a Sr." Taliatai catra perfeitamente;
Concentrada no peito a npooia e a Sr.* Carolina Emilia jlmats habituada ao
O silencio da morte acatoa' Palco »ai adquirindo a maior veutageu] dos
Mas no espaço qof toa!... que harmonia! Actores, que é deitarem-se possuir do senti-
Mm que sol improviso raiou I mento; goaUmos mnito de a tár no dialogo com
o pai, e »o reconhecimento de tua m&i.—
Alteluia o universo proclama? Tamb<*m a Sr* Mara da Giona dá grandes es-
AlMuia 1.,. respondem os cm*! peranças. Nada diremos dos outros Actores por
Lui immcwa, que o espirito ioflammt. que o publico ube aprtoar-lhet o mento, e
Ji dos erros queimou negro» «cos I os nomes do* Sr*. Epifânio, Tas*», Assi*. e
Theodocieo estio já bem acreditado*. attim
Alltloia Jescs resirscita ? como o da Sr.* TaU»«i. — A Dança foi exe-
Foi teu sangue o Baptismo, o prdllu' cutadn com todo o primor.
Surge!... Arvora lei pura berôditj O Theatro D. Maria II. sai dispertando as
Trramph»tr o sublime peodto. ivropathia»; teus Directores náo poupam meios
e desvelos para agradar ao publico, e conla-
Ante a Cru* » naçOrt t* prostradas. rutn que bftode Iriumphar.
Jft vencida a heresia fatal
SS. Majestade* lworaro coro a sua presença
Morde a terra, das fauces dsmntdas muitas teu?» este theatro; o nos comta me-
Espanando tramo internai!
recer a especial CMi»tdera<4o de EIRti o Se-
nhor Do* FlMiUM Protector das Artes, o
Da bereiia « o mnmtro malquisto Sacncias • amigo verdadeiro dos Portugue-
Inda erguendo a emis blasfemar; Mk
Tua* nobres falanges 6 Ciiristo,
Hfio de o colo maldito aterrar.
iirMt»»"'» s* *• a. atob4»do,
• M». D. A, G. P(iki, ,li H MIM n »-• a».
■>t:zr..nimo t. (DIO. n. i

A ASSEIIIIIll J.ITTERARIA,

JORNAL DINSTRUCÇÃO.

(9.JcoptMÍ#ri«, t lÀtiador* - Z>. 3. O.

r»wkur*9*m tmãmM» « m ft Amtcn»-r. «*e*le+e wt !■»» dm Sn. Martáu, CalçaJa J« CwWe


'"«Sita»; Viu*» llnt^an, raa Aa(t»ta ».* Is J. T. Uraio, u Jili t| c CwialliK »»
lliuii,_rmiia, pnr mri j®, Triw.lrr tfln, Smr.tr» MO. Atol ItTOO. Aialx to nk
A» ramuw4iwU. ~r*o Jirlt,U«. í HcJartora, * ntWn w Ml KMTifttrIa, ru J« C«iwrk.i« «4
- rr*c« a Akçti». PiMica^n Htlroru. «• aa.an, la. 4«- IbfMfanlM
K.f-rt~ frmtU. A—aacioy C«
• IraUu» i(e jwrticalar 10 r»i. a lUka.

FESTA DE SANTA CECÍLIA. necialmenta a Sua* Pessoa, ás Soa*


Virtude», nio A sua Purpura; tendo
certo porém que o Ser de Príncipe
augmenta o mérito de suas acções,
IVo «lia t2 do corrente solemnisou-so mostrando o Senhor D. Fmina.nou que
*ia Pflrochinl Igrvj» de Noua Senhora o explcndor do Sólio nâo o deslumbra*
dos Martire# a Festa animal de San- Pregou o Sr. Padre Rodmjdctcn-
ta Cecília. i volvendo como sempre os seus conhe-
A Meza da Irmandade dispoz Ilido cimentos, revestindo todavia seus dis-
na melhor ordeui, e decência: a Mu- cursos daquella modéstia que é nobre
gica (a} de Chcrubini; o mui bem exe- realce dos grandes talentos.
cutada j teríamos estimado porém que Em o n.° lo do nosso Jornal deplo-
houvesse preferido a Missa do Sr. rando o abandono do Palpito jicla fal-
-\a»ier Migone : tem as maiores sjm- ta de inalrucçdo do nosso Clero, men-
Pathias; o 6 sublimo como o gemo "que i cionámos o Sr. Hocha como umn das
* produzio. honr^AS excepçòea; e hoje repetimos
Sua Magrstade a Uainha n.io com- quu nos merece a melhor opmiflo; o
P^receo por incominodada de saúde; seriamos felizes se todos o« Ministros
"Us «eu Augusto Esposo assislio a es» do Altar desempenhassem com tanto
^ solemne Festividade, dando sein- zelo a mais sagrada, mais importante
P'c ait uiais evidentes provas do quan- das Mutues.
'o estima promover a« honra# ao Cul- Isto mio é termáo aicomnundado,
lo
Divino y oflercccndo em ti o primei- nJo o* accwitainos; nem a nossa razJo
r
° exemplo de verdadeira devoção^ e se deis» .WUuuur com luz estranha...
to
rnando-*e cada vez mais digno du nunca falliimo* ao hr. Itocha; e liem
'l°*sa»i iCh^M « poi» sincera e cora- persuadidas catamos que elJe só nos
J<*4 mente declaramos que nolle veno- conhece pelo nome, assim como nós
'•"Uno* M dum excelentes qualidades a elle por seu* Sermões; a verdade
AJma ainda mau que a Magestndo; porém será sempre a noswa divisa pre-
1Ue *4' outra circunstancia nào tint- dilecta ; embora cl In não seja do yran-
lc
desta tributar-lhe-biamos nos- de lotn i nós não govtamos do requia--
respeito i- augeição, ma» nunca a to das modos — embora cila agrade a
^os^a aíTeiçJo; a qual consagramos ca- poucos... a císcs poucos é que dese-
17
130

jainM agradar; porque cuca pouco* Declaramos que temos algumas producçtct
valem tudo... ds Desenho e Pintora, fnicto do nosio apou-
Folga remas cm ler muitas occaaiàcs cado talento; mas de maneira algum» a» apre-
de offíflir juilM incensos a outros di« sentaremos na exposição dos productos de in-
gnos Pregadores; é com o maior cons- dustria ; nisto seguintes a opinião das pe»«o«s
trangimento que deixamos publicar mais illustradas, e tributamos is Bellns-Ar-
ncata folha alguma censura aliás in- te» a consideração que tem merecido em to-
dispensável } c sempre cora a maior dos os tempos cm todos os paires civilisados.
aatiifaçfto quo louvamos o mento aon-
J. R. BB Fiiiiikim.
de entendemos que existe.

wmn» n smics OIIB^TIL.

KAS MATUS MIM Â I5BTSIIIIA SAOMiL


MOÇAMBIQUE,
A experieneia Um demonstrado que ■ in-
dustria 6 una dai principacs fonte» da rsque- Parece incrível que ainda até hoje ocobom
n de qualquer estado. dos muitos portugueies que tem regressado
No oouo Portugal a industria se tivesse a das nossas |<onet»&cs ultramarinas se tenha
protecção de que necessita, podia risalisat dado ao agradável trabalho de descrever seus
com a doa outro» paires; pois neste paii n*o costumes. Encrtsodo pois essa Urefa, traça-
faltam homem babeis em todos os ramos de remos o quadro da reccpçlo de um oovoCn-
toduslria : porque ba p>u<u9 anuo» que t«mos pit)o-Múr das terra» firmes, cujo principal en-
a Sociedade promotora da Industria Nacional, cargo è a manutenção da boa ordem e bar-
as exp»iv'úes tem sido mui raras, o nobre mutiia entre o» d i demite» régulo*. chiques,
sentimento de patriotismo de preferir os ob- cabos e nats authoridades do Sertão attender
jectos Meiown aos estrangeiros, arba-se es- suas queixo», e foírr ju»tiçs segundo as leis
tiado; « apesar de tudo isto a nossa indus- ou mois propriamente faltando, segando os
tria tem feito rápidos progresso*, e em mui- costumes dos cafres: o codigo legislativo do-
tos ramos quasi que e&ti ao nível da estran- tas povoações incultas, aliás importante pela
geira : pois se os poderes do Estado protege- extravagância da sua confecção ser6 publica-
rem a industria nacional qusatu for necessá- do nos seguintes números.
rio, e d* parte da n»(lo houver o nobre sen- Os rògutos dos diferentes pontos do Ser-
timento de patriotismo de preferir todo quan- tão submissos ao nos» governo, rcecahecem
ta for nacional a» estrangeiro, em breve lem- sua vassatlogcm respeitando n bandeira por-
pa estará a nossa industria ao nisel da dos tuguesa, e auxiliando-nos mutuamente contra
paires mais Alastrados. qualquer aggrewão de algum dos regulo» in-
Quando vrsilinsos a presente exposição dos subordinadas; este auxilio, mais cfticax que
productos de industria nacional, o nosso espi- nenhum ootro, por ser prestado por tropas in-
rito eacbeo-ae de sutnmo praier A vista de digna*, mantém a liberdade do enanmerrio,
artefactos lio perfeitos e primoroso* operados sem a qu»l os hahitmtes da cidode perece-
por artifices nossos, que com Uata gloria sua, riam a mingo», por falta de viveres de que
t da pátria que os sio ooscer, nko poupam sò os Sertões a abastecem; (porque a ilha da
fadigas afim de rivaliwrem com os estran- Moçambique n»da produt) qualquer escaramu-
geiros. Mos qual foi a ooasa indignação quan- ça que intercepte a remmuaicaçio com a ter-
do vimos as producçík» da nobre, sublime, e ra brme é logo seguida pelos terríveis e(Jei-
divinal arte da Piotura, confundidas com os tos da fome denodo esta a tal ponto qu«
objectos de industria. tendo mio uma Acade- em 1831 e 1832 em que houve a guerra
mia de Beilas-Artes. e uma lei q«c determi- com o poderoso cMque Àma-de-ftcn-Aty de-
na ums exposição de lídUv Artes de tre< cm nominado da Qsitaogoaha (povoação a fi lé-
trrí onngs. gua» ao Norte de lloçaabique) viram-sc o»
131
hibitanlti reduudos a alimentarem-sc de e»- dos em cadeiras, bancos, esteiras, e no solo
«aça porçlo <íc milho cirroj por un rii. ctc- conforme as suas dignidades, e pociçOe*
f« da Providencia Divina Jh« deparou a ar- que ocrupam. aio entSo reverenciados pelo
nbada da cbarrua Prbceza Real nada de Goa guerreiro calTre, — o qual em idioma moita
tom carga desse gcocro, o que foi um soc- Ibc faz uma longa descripçio do» deveres que
torro inaudito em uma cri»*, cm que «juasi elle CapiUo-llor tem a preencher para me-
toda a população morreu de fome. soíTreoJo recer toda a consideração que a mia dignida-
mailo maior mortandade o* negros escravos, de requer, sob (k-im de ser votado ao despre-
forque os i(« senhor» fonam moaopctio de zo o seu mando, nlo L rendo justiça recta
algum mantimento que podiam obter e o re- quando iwn (br mister. fdmimva.J
servavam só para si. deixaodo-os barbara men- Joio Kit MU u Silva ih: Mikdosça»
te morrer fttn alimento I
O dia etn que toma o core ciando geral da»
terra»-Gnnes, o oRkial superior, nomeado por >o( «w os: nisToms
Sua Magestode Fidelíssima, è pois ura dia de !»IT| HIL.
graode festa para as authoridadr* cafuae* «u-
geiUs ao governo portuguez a» quaes tem si-
do pré» lamente avisadas pnra «ta tolcmnida- i.whodi-o.Io i utsrouA do* a sim a es.
de. vem m cheques da tjuilaagooha, Ssaculo
— Cabaceira — Apngafago — Priocipc d'Am- Pela denomitwçlo de aaimaes eoolwcemos
P1** —■ nfrgulo*, e sais subordinados, aos quaes nquella da»sc de téio dotados da faculdade
segue o seu catado maior; trajam ricamente dc mudsr de Ingar, A qual chamaremos íoco-
4 Musulmans, e marcbam na sua recUjuar- mofdo. faculdade i qual lhe é sugeita n sua
da a* mangas de negro*, {da* suas povoação») completa orgaoisoçlo.
formado* debaixo de certa ordem guerreira, Para que se possam distinguir ns sua» dif-
nrioados, uns de aljava, aeUas e arco. outro* fereatrs especial, í urgente o coobeeimctito
de ragava e rodella, e outro» finalmente, (os das ws* propriedade* particulares, a que de-
cnsis civilisndos) tratem espingardas que K*m nomina r etn 01, rto«/Cet»fào. Por tanto um nu-
ordem OMoabram; desta maneira armado», e mero de cspccies reunidas forma o género ou
com scin pcnicboa sobre a ter, caudas de ti- tribo. As propriedades commuos a todos os
gres, ledes, pantheras, e nutri» animar» fe~ generos compõem o caracter que distingue
ioics, que mataram nosmattos como tropheos um grupo, « te chama ordem.
de suas Tacanhas para attestar sua coragem,
Reunindo as ordens qoo mais se asserae-
cingem sua cintura, e ornam braçt* o pernas; Iblo, formaremos uma ciatte; c reunindo to-
* pois avúm que se apresenta tio la/ido sé- das as elasaas, obteremos uma divido snpe»
quito (q«« as mais das veies excede a seis a rior, o que os naturalistas cbamam reine.
Oito mil caffres) oavilla de M<*auril onde re- Nó» viremos (diz certo autbor). n'um man-
side o Capitfto-Múr. Apenas cbegndo» no pon- do movente d'ato mos. em que o sér noimal
to da costioencia cessam de tanger suas bu- nJo é msts do que um» combinarão de par-
»i«a» que acompanham o moadtooo bater do te», que barmeoizam com o movimento coo-
batuque, e depois de um bom quarto de hora tinuo 110 qual existe, o que #e effeetua pela
de silencio, tem lugar o Iriarte, saudado respiraçlo da qual procede o meio pelo qual
Wfnal, que ♦ executada por meio de umao movimento dos átomos i transferido 00 ani-
»o*rna geral, linda a qual batem palmas ; mal» que depois dilata a emmnoçfto que rece-
eatjo v)o sabiodo da frenta das suas mangas bco. Porém como a aceumulaçjn deste mo-
O» cabr<s que a» dirigem uns apoz outro», ía- vimento dl lugar a dispersto. a segunda par-
f
tndo mil Iregeito» di«forme». dando grandes te da sistema animal consiste na acção pela
■altos, wmo u,(|;C(l|do a sua agilidade guer- qual a» partículas se convertem em subàan-
rp
»M. «fToximaisdj-sr» a final ao Capitio-MAr <ia pHa acção de comer, pelss fuocç&es da
1*e iraj» ««■» uniformei, sentado em grande
digestlo e assimilação.
ydeiro de braços dohmo de seu immenso
Como oa slres dotados de movimento nlo
Kcl, e cercado dos chiques também «cata-
tenham raircs pelas quaes estejam fixas »o
1T •
132

solo, tu aoimses poluem ama cavidade, a qur f Soma LUo t — O Emparedado, A Cigo-
chonvaoiu» momago, e que para dles tem a na, A Moira. . . 1, J
n«*tna serventia, da que a terra Irm para Ptttira da Cuida : —• A» doa» filhai, Bra-
o* vegetaes. O» alimento» i« rcconccotram na parda, A heraaça do Barbtdio . . 3
neste cavidtde, * entretém a custeada da .V/í. Co«<a>i*6» que tem outraa mui-
mnni íòraa que a» raues snggregam a nu- tas meditai, mus cujos titulo» ignoramos.
tru.Ao to» «egitaet. h abi provi-m por conse- 1si<rrda : — A Rainha c o Aventureira. 1
guinte a necessidade continua de comer, ou D. Pedro ( Mr*<jwtríh):—O» doi» Ca m-
de encher o espaço do estorosgo; eilni raitr» , 1
aoimaes produtem uma autntancia rbamada Cadilho:— A bcwpcdaria da cjrru*(rcn»
cAfto, que X n^trga ao svrtcra*, »eodo o atria. A* mulheres romaaticii»,Gamàcs. 3
restante rcgciUda. Catiilho e Peraú: — Filippe MaaverL, Os
Ires ultimo» dia« do uai sentenciado,
( O-nlmús.) J. J. K. 8,*
Geraldo srm-puar 3
Perini («6) : —O Marque* de Pombal, O
BlANAa, COMEDIAS, FARÇ AS. PROVER poder do* remorsos, A «espora de uiu
Bioa, ITC, ORIOIMAU roHTOCOB- desafio, O Conde Aodeiro, Fma dne
IU, X IMITAÇÕES MUITO LIT&U. praça de família, A Conspirado dos
Artista». Poquita de Veneta. O Gicaoo. 8
(iirwui auoutM.) Perini e Stiro Leni: — Roteito do Diabo. 1
SUni Leal (l4)t—O intrigante de Vene-
Almtiíla-GarrtU: — Catlo, Merope, Gil- «a. Um por de luta». O beijo. Um bom
Vicente. O Alfa geme, Frei Luú de lsomcm de outro trmpo. Qual do» dois? 5
Souva, D. Filippa de Vilhena, O Iko- G. J. las de tori uMo; — A casa de
djira, O Th.ú Simplício, Faltar verda- Gonçalo . (
de a mentir, A sobrinha do Marquez, ttordalo (JoU Marta): — A tomada de
A padeira da Aljubarrota 11 Santarém 1
àltnJn Leal Júnior: — O» dui» renegado», Bordilo (Lwz)t — OJudeo, OArnbecm
O homem da mamara negra. Ausenda. Granada. O monge da Serra de Cintra.
O pagem d'Aljubarrota, A pobra d.u O Coreiío <le S. Pedro. A orfl o oas-
Ruínas, Aita EalicUa, Madrcsilvj. I). mwuo, O prwcriptn de Veneu, O mi-
Maria d'AlemcaUro, Verialbo, Uigucl nistro rcalitla
H Auge Io Uaouotuli, Quem porfia mala Bordalo (Franciuo): —- Ricardo Sataxe.
_ «aça, Quem tudo «|uer tudo perde. A O Alçai le de Faria, ; Itci ou Impoi-
_ «Ilibada do Barlo, O Caçador, O* Coas- tor ? O LepriJso, Fax fa%or do »eti fr^o ? S
pirjuorc*. Ai tres cidra» do Amar, D. Bandeira (o Braz hutna): — Um m«i
. Antúoíu de Portugal, 0 tributo da- ccrn de feria», O sino dis duas horas ... 2
doorcUas, 0 dote de Suiana, 0 Tem- II. O. de Souta: — AITonso 3.*, ou a Va-
plo de Salom&o 20 lido d'Elre) |
jÇ**«aai—O,;Valido, O Castello de Fa- — Fernando o juramento,
ria, O Alcaide de Faro, Geraldo scin- Margarida, A EDgeiUda, O magnetis-
tabor, A inauguração da Estatuo rques- , mo, Vou p«ra a Califórnia. Fra inao-
tre, O Estrangeirado, O mineiro de cente, A Mendiga, LIm Epitodio da
C^sca^s 7 guena da PetmiMila, As cwturciras.
AUaiv/.n : — O Capino do Fc», O bário NAo foi ao jardiiu ? Quatro cies a ma
da Gallego» 2 ànn. Um ca<amento, O Çapateiro , , 13
ffajô — O ÍJroiV* do Rocio, Carlos ou Silm Tullio: —A casa d«s bico», ... 1
a família do Avarento, O malta ou os IohmkWím; — A Cru* 1
•ovo» intra to*. O Ilcmechido, A morte Midott: — Um du de «crio em Cintrj,
do Conde Amieiro 6 O» logro» numa Lospcdaiia, O uoitn-
A. UrmJ<tm: — O Fronteiro d'Aírica. t do cm Frielas. Uma acena de dmm»
J. de Ltmot:— Mana Fues Ribeira . . ] dia», Oddlema, O medico improvisada. 6
133
if-ioú JimtT: — Folre a bigorna • o O polwe Millairim. que «ta Wrella traba-
martelo. Lm banho na barca 2 lhava com tanto ardor. Qual «eria a eadín
( Jmp<u Otorto: — O Kr mi tia da Serra qee gccoltamente prendia este» dois entes?
iie Cintra j •ma pobre, e enferma tendo jê orn pó no tu-
1'úMtr: — O li rap»-o admiro» | mulo, a ou Ir.i no arrebol da vida ornada de
Loftt de Mentivnra : —AtTronta por aífoe- tudo» os encanto» da beHeza. e fc'rnfn» rcvici-
to, (awr ou metler freira, Como m d«» a muita» riqwus? fcjtr «imolo rotslp-
perde um noa o, feito o Artista, Jã rio*o era a rrlipii» ehritU. que abrange na
é linlt 5 sua rede de amur a todo o género bamano.
F. Adnrrl'in arraial ao* tikxos, A era a caridade avcuhoM, e fecunda, que
velhice namorada, O medico de nota abundando no ooraçio desta jo\cn ilac bua
«tcolla. A família original ...... 4 nd-iptrr como vot.s a» internac» do» desgra-
li. Jobj d'Az*itdo:— O Conde Joio. . I çado*. iate Ululo tó hattava para excitar a
■Untada; — Lm botei irm o ser, CIk» aympalbia da duueila de RoaorilonL. A sua
iKiUeia e peto 2 vida inUira era uma seria Bio interrompida
Pihiwrim: — boi» ca*ntoeatoa coove- de (UdicacAo. e boa» obrai. Apcaa» «ainda
ÚtlKI» | da lafaacia, cio tinha coehecido scoio opra-
™ • rer dn praticar | o bem, e aBo pensava cai ou-
CW*i>; — Lm ctnlo ao aedo. D. Alaria tro al»um : era elLa a providencia dos tatial-
Telles. .Nem todo cj«*c liu óoiro, Amor U» do ma mii, adoçava com a aoa boodade,
com amor se p»ga i e benefirios, o que a jastiça severa da Coo-
Mauac — O Tiwailvr, O Infra n uma dc»a l-ftlia de áspero, e altivo. Smccra, o
de bilhar. 2 confiar>te como se é naquella idade, • »u pre-
(empo» e Muito*: — D. Uodri^ . ... J sença era a tnira aJe^ria daquclle Castello;
Latino Corlko-. — A primeira noite «la pefdc>:i»am-»e-tbp faciliBente os seus pequo-
casamento. A opposifto vjatcmalica. 2 nu» defeitos, em f»»ur da» mim graça» ingé-
Condena do ('atol: — Branca | nuas, e o» maior» di-*tcs deteitu» ndo erAo
D. A. G. Putith: — Jerusalém Antuâ, i mais do quo o eteesao do» ica» boas quali-
Juli», A IxiiujuitU de 1 uni*. Coa-staa- dades.
Ç*« O Regedor dc Parnchia, Atbovo- — F.»te Cura de Roqae í um homem bem
ru», O Ungjie do Plácido 7 cxtraordiMrio. diste t Condensa depois de um
Soa ma aumento de mIcskio: olo foi eile qa« ae lau-
*1 AutWes Peças. . . Ut> í"u 40 L«t no inca de Janeiro para salvar o
( CW ___ 61 bo dc um» pobre mendiga que tioha des-
apatecido debaixo do pêio?
Rogamos a tudo* o* aulhorc» dc f<çit iné-
dita*. que ik-» emiem ««tiluka das suas coro- — tile mesmo mami, • foi «inda eile
que livrou da» cbammw o bom bomem Ri-
|*«i(òt», atim de ut incluirmos oc»ta colleç- cardo quo ia «ar queimado por feiticeiro,
que diligenciamos faaer o m«t> completa duem que clle »«i, o «Mcndeo contra dote ro-
i^uitcl. Agradeceremos nfuclmnite a»ad«cr- butlo» hU«A-s.
let,c,J
> 1W no» façam por íiI^ujio iaexaclidlo <)b é um homem de grande coragem.
0il
omissJo nossa. — Como se chama clle? perguatau a Con-
A flaoACçÃo. dessa. t>. ,i,
Cliamam-liic • Padre Af(u<iao« mami;
cwmi,A« n»: koi wiixa>T. olo sei mais nada.
— bim, é não. disse Francisca (aliando
' (Qmimufão.) comsigo mesma; um Itomem sem nome, do
Heo» «úa (BI nirH auxilio, dive Ksperie um nascimento obscuro... eu dc»o perdoar-
f^ngo mesma, voltando para o seu logar llte...
J<Mo da janeJl». t irando de bato mi m u
Para explicar o (entido destas palavra», é
l^jholho. pensava que ao uicoo» ò tua pcotc- preciso sabor que. Roque de« Ares nlo dis-
fcd» uio jjjC íbJi^uj r^pa, jo.quc eia juta tava mau de KownlJcot que légua e meia!
134

« que apesar desta Ald&a rio depender d»- A curiosidade de Esperie foi superior U
qucllc condado, comlulo it autboridade* do advertências de sua mli; levantou a cabeça
lugar tiobio sempre julgado um deter, irem com viveza para observar o recente hegado, o
do tempos a tempos apresentarem 09 seus res- qual undoa a Condessa com modesta firme-
peitos aos Senhores da Koinaillont, O novo za. As apparenriaa do Padro Afforiso em na-
Cura ara o único, que até entío se Uaba aba- da correspoodum A idéa que ddle tinham
tido da o lazer, a nlt tinha ainda vindo ao formado catas duas Senhoras. Sua estatura
Castello, apesar de haverem oito mezes que menos que mediana estava longe de indicar
habitava naquella Paroehia. e o orgulho da a força prodigiosa, que se lhe alinham; suas
Condeita estava interiormente irritada desta feiçAe* delicadas, fisionomia inteligente. e
negligencia. maoeiras dutiactas, er»n indicio* bem oppoa-
— 1'erdoar-lbe o que? disse sem reflexho tos I optntlo que existia da sua baixa ori-
Esperie. estranha o todos os sentimentos de gem.
altivci, a qual nio se assemelhando em eou- — Senhor, lhe disse a Condessa com al-
M alguma ao caracter da Condesu tilo tinha tiva amabilidade, voa me védtt aurprebendi-
entendido o sentido daa palavras de sua mii. da, « eorantad-i da vossa visita, e sou obri-
Esta resposta inconsiderada Ibe teria vaU gada a confesur-vos que Ibe dou tanto nuior
lido uma seria reprehensJo, porque a senho- apreço, quanto menos eu esperava, que no
ra de Koussillont ainda que muito amante de lim de tantn tampo me firesaei» esla honra.
sua ti lha. era para co«i ella de uma severi- — Senhora, disse o Padre um pouco com-
dade, que julgava ivecessaria jmra manter a movido, os trabalhos do «ncerdocio deixam-
dignidade materna, nus a apperiçio de uma nos pouco lugar para cumprir com os dete-
nova personagem veio destra ir-lhe as idéa*. res do mundo.
Aquellc que ae apresentou na sala, era um — Os vomos predecessores tinham certa-
velho que teria pelo menos sessenta annos, mente menos afazeres, re^pondeo Francisca,
gordo bochechudo. msta avermelhado, e narii com um tom altivo, c quasi de escaraeo
eoberto de berbulhas; as delgadas pernas deste que lhe era natural, pots que muitas veies
valho, podilo apmas com o peio do sen enor- me deram o praier do o* receber.
me ventre, o qual sobresahia de meio pé ao — Se em qualquer occaaifco o meu miois-
reato do corpo. Custar* a recoobeccr neste torio for util no Castello, eu estalei sempre
retrato o importado Marcial, que nós simos como elle* áii vossas ordens Senhora, disse ellc
tio artivo no dia do cazamento de seu amo. sem parecer notar a reprehcnsJo indirecta,
Este parou á porta, e disne com respeito i que incerravnm as palavras da Condessa.
O Cura de Koqoe dereja ter a hoori de — A gr adoço-vos, respoodeo esta; depois
{aliar * senhora Condessa; quererá Sua Se- da morte do Padre Antonio meu eapelUo,
nhoria recebel-o ? que eu ainda n&o pude preencher pala falta
Francisca fez um movimento de espanto que ha de sacerdotes, causada pelo furor dos
que parecia diíer «emlira.» llogwnotes, que nol-o« teem desimado, o Pa-
Esperie bateo as palmas com snas delica- dre José, tem a bondade de vir lodos os dias
das mloa, em signal de alegria. Qualquer 00- do «eu convento dominicano aqui, dizrr-eo»
»idade era um acontecimento notável na vida miea. Elie fez com que todas as crianças dos
«olitaria destv joven. c além disto o qne ella meus dominios, qne tinham completndo dez
sabin deste homem tiniu excitado ao maior annos, tomassem a sua primeira commuuhlo;
»oge a sua veneração, e curiosidade. porque nós vivemos num «eculo Senhor, em
— Fatei entrar o Senhor Cura de Roque, que é preciso nJo iids descuidar avos da ins-
di««e a Oondeua endireifondo-se na cadeira, trucçio religiosa e o tetnp" chegado em
e tomando o seu ar de Itainha. Esperie se»- que todos que possuírem um gr&o de fé, nio
tai-vos ao pi dc mim. devera temer de o eipôf a lm, c faie-lo pro-
A donzella empurrou o seu banquinho, e duzir seu fructo.
veio saltando para o lado de sua mli. — Sim, e mormente os fructo» da carida-
"O Senhor Cura de Roque, annuaciou de «em os quaea a fé morreria, disse o Cu-
Marcial ra ; e eu a vós Scobera me dirijo na c*pe*
135
rança de que a «ot«e e*iite em toda ■ luamas dos berejrt, e prevonio>lbe os desigoios;
força. eis-uo* agora livre* delle* por omito tempo,
— Eiplicai-vo* Senhor; diste cila fria- eu vo-lo asseguro. )
mente. D. Mituiit Amuipi ttC«irtSi.,M<mi«.
—- Eu o tarei cm pooeai pulam*. A gra-
ça que '« imploro é em CiW de um ho-
mem, que »« sérvio com telo. e que nVo de- POKMIAM,
seja roais do que tornar-vos a servir ainda do
oirsmo modo. o octaaa nt: i'Hi istiixu.
— Ê de Mathurim que foliar* Senhor?
ainda alo ha um quarto de bora que minba Desce, desce ao teu ocra to,
Giba me rogam lhe restitnrsso o «eu lugar. Nio retardes o teu gyro:
— Vossa filbu tem a bondade de M inte- Ove uma Estrella agõnisante
ressar poc este pobre homem ? disse o Padre É qual o ultimo suspiro!
levantando peta primeira »ei sobre esta jo-
»eo teus oIIkis saiam, e penetrante*. Enttaa Antes vagar só na* treva*
causa de Mathurim deve estar gaaba. O céo Cuidadoso, e apercebido...
">s recompense menina da vossa compaixão lima lur trémula, • fraca
com ura desgraçada! Que elle derrame sobre Fai vacilar o sentido...
T&s sua* abuodante* bençlo*.
— Assim seja! disse a Condessa subjuga- Sem lux o cego caminha.
da pelo acento fervoroso com que foram di- Caminha, e nlo perde o tino...
ta* estas palavras. Mas que osjço oo átrio? Que a railo é quem o gaia.
nlo ò o trote do vm eavallo, e a vot dc meu Ou o acato, ou seu destino I
btbo?
— «He, ♦ meã irmlo, di«co Esper ie pre- 0*se lut tio br!la esperma I
cipiUndo-»c para a porta cheia de riveia e Que fuoebro è teu declivai
grafa. O Cura de Roque a teguio com um E a sorte do* amore* I...
olhar de atlen^o. e beoevolcneia. Sorte de ttsdo o que vire!
Um mancebo alto, cuja* maneira* c rosto D, A. G, Punca,
ununciavam a presumpçlo de um mereetmen-
to que com tinto a ex|>resslo de toa btiono-
mia ofco indicava. appareeeo * entrada da por- O SORDO.
ia, elle rinha ainda toda aliotoado. e de ca- Vou psiro e sirigello
potas, coberto de suor e poeira. Meu senbo dizer,
— Grande noticiai di*M elle empurrando Vai nalle encerrado
Etyeriee ataoçanda para a ccndessa a quem Da vida um prater.
beijou a mfc> com respeito; granJc noticia
•fcioha rali! Cuidei »ír teu rosto
— Ccinrçai por vo* sentar, a dcneaoçar (• gentil Armia
0r
» instante, disse a Condessa limpando com Ouvir tua vor
0
*u lenço • testa de GallioU Em quanto dormia.
— Eu ro-k» diria bem. coatinuon este com
0,8
Reato de iropactaiscit. quo a moderação O* leu* negro* olho*
da côite devia esconder algum grande proje- Fitaram-** em mim
«<>. A Itainba mui bem sabia que o» llogtse- Teu* lábio* roradoa
"•ta se preparavam pari urn gnlpe deceího. Abriram-se alfira.
* quo se elle* Geassem de cima, |> Vigaria atft
a
»ida do Rei e da família real, para *edei- Jalgtiri... doce engano I
>,j
adormecer na ociosidade, e dncartço *» Teus lábios sentir
'd.u de um vultl» sempre prompto a uma Noa meu* se poúarwn
irrupção; o seu talento subtil »<hmhou as tra- Com meigo sorrir.
tâQ

Teu» lábios de fogo. encarregado da riqaera. e da indigência-


Teu doce b«ijtr que rè biter | sua porta ora o rico ora o
Mc faíero o peito pobre — o rico para dar a esmola secreta —
lJamor palpitar. o pobre pira a receber sem ctírar—que olo
pertcdccado a al-umi cl*»e da sociedade —
Cingir com mciM braços é dc todas as classea —■ das inferiores por seu
Procuro a vista.,. viver pobre, c muitas rtm pda humildade
Oh! fatalidade! do nascimento — As classes elevadas — pela
Cruel illusio. educação — a «ciência — e a elr»aç*> de sen-
timentos que orna religiio pbilsntropic.» ins-
Do* brocos me íoçe pira e ordena. — Um homem fiaalmeato que
O caro peobur tudo sdbo e que tem o direito de lodo diter,
A quem ae«to mundo e coja palavra cahe de bem alto sobre as ia-
Sri lenho amar. te! Iigrnc ias o sobre ca coraçOcs com a attho-
ridado d uma raissAa divíaa. K»te homem —
Acordo... um olhar é o Cara.
Em Jtorno loncci Minguem do mundo pôde farer tacto bem
E só co'a lembrança ou tanto mal aos homens conforma clie cum-
Mui Irislc fiquei. < pre a conhece a tua alta missão.
(OmtMa./
Foi moíki I... corutudo... Jtuo Cita» JUniM,
Julguei-*» real •
A cniolbi «cti lura
Ê nrapre ideal! cniRiuiM.
A sorte maldigo» 1 Eu soa principio da morte.") - •
Maldigo Morpheo \... E enfermidade nlo soa J «
Que o sonho quebrou : 1M beil« da Natureia ) ,
Que o sonho ma d»*> t Fraco testemunho dou.
' ' "' ' M. F> Coaia*.
Tono.
.'11 fl|| i ^ £ ul*lsl dflí'' I ' Lfft ttl
O €r RA* Sou escara como a noite.
Sou sinistro, sou horrendo.
(tiuoczido nr lAiiArrisc.) Com movimeato* sem ordem
Ar nocturno voa feodendo.
lia um Ikmdcid em cada Fregurria que nSo
tem família, mas que é da* família* de toda
a parochia — um homem que A chamado pa-
ra testemunha— para cwwelfo —para ageo- A rastos por essa chio ") .
le em lados o> acto» es mais solem*** da vi- Frtwo vida amargurada ; y
da civil «era o qual ms n)o pôde auerr iwm Alím d imprudente, sou flcco.)
morrer; que toma o Itotncm do seio de sua Vaidade sjmbofaada. )
mli — e que v> junto oo tumulo o abandono
Ptk tut Mui»», »
— qfle abe«ç*ia «mi consagra o berço ■= o lei-
to coojugal, o da morte sC o tumulo, um
homem a que aa ercatrças te acostumam a Kmcon*c</ueucia tia repaúina doen-
amar — a venerar — e a temer — aos j*S do ça dc yaryunta% dc qutfoi acotntnci-
T"l o* christios »lo confe«>«r o» «eus ma» tuia a Ucdaciorn, rwo pó<lc jjuUIícíW-
Íntimos segredos aí ?«*» mais Mcrttas lagri- sc et/c tt' no dia deicrminado.
ma* — um homem que 6 C caooclbo do toda» ■ - | n . -
as misérias da alma, c do corpo — i agente TkWftUMU 1>* 1. S. Hu*A»DOf
PO «Ml»#» aa Hrt, 1,4 4 J-
a«t*. miii:ko is.

\ assimblea litteraria,

JOHN\L DINSTRUCÇÃO.

(-proprietária, c l\c£uidora — 5D, J[, <F). íj^asícli.^

IwIm m StuttM, - A*t(u-M, f »railr-v >M I^j«i 4«* Sr». M«rtlaa, ftLjJa 4*
**• KfttiHiii
V*.«|„._|» Vima llrJrvjir., rim AoiTWti I] J. P. L»*k M 4ÍU a; « CmtIW,
r<v.,. ^ mri J«). T.Mii».«rr «RO. kro^lrr M». Aaa» liT«). At«l«i U> M-U.
A> ruir»,»!» J<-arii* »rb • i-niW* m m KiniflvU, nu J« CMmçf* ■>,* 64
' Jv "l Alffil. Plk ita^ln lllt»rnK». « l»Mlliin lie F/fKtK>i« ir«IU. AtMIMCWS C«llll|«llwÍMi
• CwiMMMkaito lia UlrrfM parlxulo 2U r»j. •

O* PinilOK D l RXPMI^Io II1


acçlo tão nobre, o louvável, que a his-
IM>1 HTMI | t< IO \ U< toria mostrará em caracteres indele-
veis aos vindouros, para gloria doe
I\ão podemos deixar de ler grande presentes.
porte no interesso que anima a im- Foi notável, c digno do mais rabi-
prensa n f**or da LxposírAo da In- do louvor o enlhusiasmo do povo que
dustria Nacional; porque so em no»- á porfia concorrco a ver a I'\po*ir.1o,
s.is v.-as nfto syrn somente o sangue e a auxiliar os innucenles, e desvali,
Porluguez, o nosso coraçjo .irde no dos a quem ae consagraram alguns
puro logo do glorioso amor da Patria dias da mesma Kxposiçáu 2 Desper-
que lambem c nossa; c |>orque esla- tando de um profundo lulhargo o an-
vos inlimanente convencida* (jue è ligo brio nacional assomava em lo-
cstu o uiiico meio de regenerai-lo que dos os nerablanlet J a beneficência quo
'esla ao nosso decadente paiz, exhaus- tanto caracteriza os Porluguczes ani-
to du todos os recurvos, e prestes a mava todo® ou eoraçOen!
c.\hir no abvsino de um completo ani- A suavidade do clima deste precio-
lUiUineato; consequcncia fatal de más so torrão se iraiumitte á Índole de seus
Administrares, e guerras civis oue habitantes O povo Porluguez é di-
° tc»> dilacerado; mas posto que aba- gno da melhor M>rtc! A vos Monar-
ndo Portugal ainda tem braços indus- cbas Portuguezes cumpre felicitai-©!
/losos; moT.im-se estes, um me-os o Dai-lhe o que lhe perteuce— o vosso
'°*crno, o breve teremos a gloria de Paternal amor, a vossa protccrJo —
•j,velar com as NaçiVs mais iilustra-
' c independentes; ternos cm nos- K Jtilpir*i» «|«il * ip «i«
So Ml <Jo Mundo Hei M d* ul jrt.U í
"i1 terra lodos o« elementos: lemos a
ri, (CAMÔU.)
jueza do próprio #ólo; faltava-no*
'"na resoluto!... na extrema ago- A Itevitia Vniveruil tem escripto
'"•« cila appareceo como om milagre acerca desta Exposiçio da Industria
'°cóoJ... é aproveital-a ; n\o des- Nacional Ião sabia, e circunstancia-
• niwnr no cometo da mais justa cm* damente, que a nós pertence agora
Iirv*a; e graças, e parabéns á Socíe- somente, depois de manifestado* os
' »dc Promotora da Industria Nicio* notsiM sentimentos, aonuir ao nobre
'uj íjqc lembrou, que executou uma
convite do nosso cotlega que deseja
In
138

unir ao seu voto o voto de todos os cri>t. — e fundido — nitrato de hiriu —- co-
jornaca, para quo o Governo profct.ni- bri .ínwneaiacal —aljçodío polrora — «ulpha-
do a duvida alUsnçio, e protecçáo aos lo dc chumbo — acido oitrieo de 40* — di-
Artista* Porluguexes, dobre o N';*<lai to de 43"—otnisooto 2V" — niUatode chum-
Medalha* quo devem premiar este» bo—aitrato de cobio liquido — nitrato de
primeiros oxforços do trabalho nacio- ferro liquido — nitrato de zinco — chlorureto
nal. de cal — bi-carhoiialo de vxlu — sol ira Jo —
Temos o Senhor D. Esanaxoo, Rei »l de Im Rocbcllc — «eido Ur tricô — cre-
Artista, o verdadeiro amigo dos Por- mvr de Urtaro branco —dito escuro —sali-
tuguese*; a Elie especialmente diri- tre refinado —bi-carbona to de ioda — mjI-
gimos nossas súppticas para táo justo pbato do aiuco — ti tio dc soda — carbonato
fim; o animadas da mais viva confian- de Kfcli cm!.— termellito—tarUro eméti-
ça era suas virtudes, nio duvidamos co—>al dc tártaro — Urra follia<la cri<t. —
do bom êxito da noua perlençáo; por- dita cm pó — Urbilb urineral— nitrato da
slruiKÚaa — olco de tabina — « olco d'ar-
que é ello o melhor intercessor, e o
ruda.
mais certo protector doe Arti>toi Por-
luguezes; mimoseados jA com a visita D» fabrica da Verdelha, perUnecaU ao
Sr. Conde d« Farrobo. appareceram os— aci-
de Suas Magestades á Exposição, e
do cblondrjco —nilrico —oxaUco —e wl-
generosa compra de alguns objectos,
phur.co — barrilha — cjdanircio dc cal —
entre os quaes devo notar-ce eíejjido >ulj-'i «to de colre — f?rro — poU*M, e soda.
por El-Kei um Torno; o que prova
Da fabr.cn d'Alcantara, do Sr. Fonseca
quanto elle conhece, c preza a* Artes.
vieram — mcrcorio doce — pós de Jp—<< —
Esperamos pois que ikm«m Artistas
oleo «Te amêndoas —ooJes — e rícino,
esmerando-íc cm promover seus prrv-
E«te» producto», como muito bem diwe a
priot interesse», se tornem cada ve* Rerina Popular nAo forniu enviados I expo-
mais dignos da Nação a que tem a «içía coo» ipecimem dc j*rfeiçlo, bem loo-
bonra de pertencer, e que podem com gc dciU oUvarn algum. Etlíinamo», por/m.
«seu* braços, e seus talentos elevar ao o eocootral-os alli como prova de que já se
maior auge do Prosperidade. prejoram oo nosso paú. Admiramos, o appa-
A Bu>taoi<.
recerem apenas entre os productos da fabrica
dos Sr). Senedelli» duas amostras de oleo*
|IIPO«l( io no* PKODKTSS DA csscnciaes por ventura os menos suados. Cora
l>UI VI Hl A XACWNAU o clima c Urrei» que D«n nos conecdeo po-
deria no« Ur por preço coromodo oleo* es*en-
Os productos di ix»si industria, que esti- eiacs tto boas, ou melhores como os que oos
mam patentes ao público na sola da expoti- vem do citrangeiro.
çlo Um tido ]4 incociuwiK» cm diienoi joc- J. J. ds Etvu Tttia*.
nies, e tanto k tem estripU a ku respeito
que dooecestiria ptreceiA a mcnçAo que del-
ir» varoo* Tarer. Mcn^o, din mot nós, porque wilti:B MOTT.
aada mais jalgamos deve* diicr Acerca kde»U
objecto todo da compcteocia dos jornaet da
especialidade, aos quaei cnmpcto deduzir do i.i.>m lii; *t*TO oai\.
exposição todas a» contequeixu; que sciesti- (Gmrmma(S+J
ficamcoU ddla m podem tirar.
Entrando na sala do lado direito, estavam E muitos de mus discípulo» «edisp-eíarai»
sobre una meia cacocoU e Untos productos também, fora derramarem o» beneficio* da
ebimieos. provenientes de três fabricas. (é por todos os habitantes das ilhas e mon-
Os Sr*. Sertedella* apcewatofai» nnvastm tanhas do NorU. Outro* iotimamcnta dedi-
d'acido borieo fundido — acido phosphorieo — cados a Josa, fernm encarregada* do minis-
ebrofornsio — collodio — n.troto do praU tério dot altares, e de dirigir os Irabilbo*
J ÒU

templo* christ)-* q»e k (èfiemn com ria Oraa; e prevendo qao as couuqueo<ias
t»nta rapidez como magnificência, em redor do sua paitlo iim compromotler o nasccote
d» pnmcito morteiro. Entre este* ultimo» esplendor d» nova igreja, apressou-se a deter
dscipalos, distinguia-se o amigo predilecto o ku amigo k borda do precipício. — Oran,
•1® apostolo. um fo«lrc por nomo Orao. que lhe disse elle, nós viemos a Jooa para ganhar
j>»o recebera a» ord.u» por ser ioda muito coroçúes a Jwr» Cnnrsro. c nío ao muodo:
joteo. senilo depors de chegar As He bridas. tu deixastc-tc seduzir pc!o» olhos iimocentes
Melaocoliro, amador da soltdlo, e ator- do Mário; e talvez icm o saber lhe tenha»
meot,nb por um peta r secreto, Orao era tan- votado teu corado; mas c*»c corado per-
lo tiun caro a Colomba, quanto elle carreia tence i igreja ; e cu, quo sou ku ministro,
ntats de tua coesoíadora amizade. O Saolo o o reclamo em nome delia. Tu ndo deve» ter
considerava como ura rato do eleito arran- «mira esposa, mai» qoe o igreja; o reino do
cado por elle a Sa lanar, porqoe Unha «alva- cto iJq te vera concedido, miio fores casto:
do Mia «Ima de uma teolaçào fatal. renuncia pois a Mona; porque eu te declaro
— Desde a chegada doa nussMMurio» • Jo- da parle de Sio Patrício, que um sò sorruo
io, o chefe da família de Mae*Leto leve o de amor profano qoe ta obtenho» delis, ,U»
privilegie de receber em soa cosa o apostolo custar* a («-rda da salvaçk» eterna. Eu que-
c mu amigo. Seu» cinco lillx» muitas veie* ro amonbla coosagrar-te ao altar o rcccbcr
reaoocia«am a caca e a peie* para ouvirem de ti um voto de cnstidade.
a palavra divina; ma» ai sus» duas filha», — Tal era. segundo awsegura a lenda, o
mais que todas recebiam com avidez a nora poder da» palavra* de Colomba, que Oran sub-
doutrina. A reais nova tiaba qttinte arraot; e mettro-se «em murmurar às vontade» do San-
a mais velha W contava mais onze metes. to ; pronunciou o voto qoe te lhe exigia, e
^ pai contemplava com jubilo o desenvol- retirou-se a um oratorio situado rm uma
vimento e progresso do Mias ialdligeucias; o eniitiencia, perto do mar: nlo sahia dalli se-
>rllio Mac»Ul« re<npraria-»e em se farer 0)0 fura celebrar o sacrifício da missa. Era
crnn<a ao pé de soas filhas, por suo dócil tal o rigor do seu voto, qae quando «Irato-
atteoçlo aos preceito» da fô de Chrrsto. Mui- sava a multidão para ir ao altar, bostavo ««
tas vezes se tem notado, e com ratio, que mente o rorçar de am manto de mulher para
por toda a parlo oodo o Evangcllio s« tem o fazer iinpallidcvir de medo: c no confes-
prtgado entre os pnglos ou o» barbaro». as sionário não adimitia mulheres. Correo até o
mulhwt* e os velhos foram os qtto mais de- boolo de que á imitação d« Origencs, se ti-
pressa sc converteram: as mulheres. tratadas nbo fosto na impossibilidade de violar seu
como escravas por uma legitlaflo barbara, voto: o qoe parece crivei é que a cloquencia
pressentiam que as instituiçúe» caritativas do de S. Colomba não leria Uo facilmente ven-
cbrittiooiMBO lhes iam restituir suo importân- cido a poiUo de Oran. sc este lho nko tives-
cia social: o» velho*, membros inúteis desses se revelado, mesmo na respora do tomar as
e
»Udo« em eootinua guerra, deviam preterir o*dsns. qoo o eornçlo de Marta n&o era li-
"ma reliplo que restabelecendo os direitos vre, e qoe um joven caçador, |ior nome Mac-
du poder [Hiemal, cercava do respeito sua» pbail, qoe os acompanhara da ilha de Oron-
e
*»s. nsMTtirava o repouso ao declinar da sua say, linha obtido delia a confissão de um mu-
V|
da. e lhes promettu um ihezoiro de espe- tuo amor.
ra
«Kv* para aWm d) tumulo.
-—Orao postava de repetir as lições de CAPITULO II.
Colomba a Maria c a Rachel, eram estes os
« Dírk wii tho «içlit awl wiW the it^rn,
^•mes qae as duas joveo» rathecumtna» re- Atirl ImkÍ tb« tíirrrol'» va*r;
'cberam com o.Sacramento dobiptisroo; nus And Uud !U »»* *h bmnl to 4ash
mvoluntar dmente »e comprazia em ptoloagal- Agaiiut lho <li»l4*t ilw!».
V» «m Maria, cuja ingenuidade. graça, e «o mb*v hapUxs vtat«
'•midez virginal enfeitiçaram o joven missb- Th» Uv»»lr twrmil Ujr
Whf-i lo! Im hr.rl ■ VOÍ«»
•tario. Luwt iat «or» diiaiajr. "
Colomba otrcmeceo pelo pffigo que cor- (Tus llusir or Wamwo»t«.)
I» o
lio

A ««tu ntin MAtirU « a barraca .!•». ^Z>Z2


anr nirxin. ■ turma* (uu um tui.1u.Ur-
radur , o bu ijuitmi»! coan »ii«pito wu tMS A.StJIOS DK TSEVAS.
Mp« niflln e» rtfMoi Jj praia.
O ermita Moinha wxiiiiia «nmiiHit (CcnlmuaçS*.}
da «id* bumiu, qvarxlo «uliilo i.«vio ama
»ui da mulher, iuu «pi wp|4ieiAlt • do» Uma noite em que Irminia deixou-nns
lorota.
(O Hamra na WnkwsiTM.) perceber q«e estiM em estado de «ír. e oo-
tir alguma cousa, o medico mandou qoe o
Os Pi das. e os Seotos iJetlir«ram-*c guer- sacramentassem, desejando aproveitar aquel-
ra de vingança e eitrrminoçiu. Colomba cor- les mocnctrfio de crise para prrparjr-lba a
reo a encontror-se com os chefe» inimigos, alma. que as esperanças da vida lhe Ura es-
re»<4uto n evercer »un miloencia «obre »nl- vtecrado do dia, cm dia: julgou prudente
mai destes feros guerreiros do Norte, e re- afastar Edgard, e par» cs*c fim pédio que
dajeilwM • concertarem pores. chamarem o hixirado podre J... que teio
— Oran, despeidiudo-se do mu amigo pro- immediatamente. Ao «il-o Edg.ird se aflli-
Jiroo is margens do Jooa, seffuio com a vis- gio moito, como receioso q»e alguma noticia
ta o navio eu* sc alongara r«|>a<It> pelo estfei- peior lhe agrnsasse a Mia justíssima dór;
to do Mali: di»pois voltou oppresso d« triile- assim acootccco. O padre J... «intou-lhe
ia para o wu oraterio, e pawou o resto du que o impedimento fita jitstiícado. mostras-
dia em om;Jo. lillc sentia que na aurencia do-*e com testemunhas fidedigoas. e roais
de Colomba llie era mau precisa a protecção pcosas que Iraunia era ainda casada, e Un-
do cêo: sentia-se afllicto »n solidio, e algu- to que o mesmo seu marido foi quero lhe*
ma* «vir» a sou pesar *u«|.ns»n lembrando- dividio as mios...
te do seu soto. Neste du una saga inquie- — Meu l)eos'. etrUmou Edgard, sufoca-
tação seio agitar o cenobita; lagrima* invo- do em lagrimas, cntlo ji i4o me resta ocra
luaUttM corriam ao torço de sua* fores, pi- uma torça e->perioça! Até aqui animaia-mo
Itdat * ditcaroadas, pw severa peiutcana. a esperança de a stfr tcclhoiar com os meu»
A seu pesar, deixou a oração, e foi cor- desvelos! agora, ainda que ella rotst.i A cr.»-.-!
rer sem desígnio as erlUi do sou convento, enfermidade terei do sucumbir n dOr. i de-
todas deserta-» j*!a nn/eacia do* misuotsario* : scspcroçAo de a *4r nos braços de oaUo I...
um instante. e ficava estático Oh nunca .,. nunca meu Deos. permitir
occultaodo o rosto coro as mios; depois es- ante» que ella morra ; e cu seguil-a bei !..
tremecia, levniila«a-«e sebreultado. o ema — E sen marido duae o padre iaterrom-
aterrado de interrogar a roa consciência. pendo-o.
Olhai a pnra o cio; e parvcia-lhe o dia bem — E um tomem, toit>a-lhc Edgard,que me
longo: apeotimaram-se as noathros da noite, importa se c ou alo seu marido? i um ho-
e sesi iiirleftoivH terror parecia augmentar mem ... um demonk» que me rouba a posse
cora ella*. Súbito um furado dc vento im- de um coraçlo que era meu todo roteiro!..
pel lindo sombrias e pesadas nutras apressou Ah! isto é mais que morrer f... Oh I mi-
o complemento das tròias. As aves refogia- nha Irminia.
mm-se mais cedo do que costumavam em Ditas estas palavras corrco como f<ára de
aetis roclrcdaa inaccessivets. soltando um grito si para o leito de Irrniuia, a qual recoohe-
agudo, e o mocho fei oovir *eu pear melan- ceodo-o estefldeo a mSo, diteodo com voi
cólico, bem conhecido prognostico dosllrbri- fraquíssima estas pola«ras (que m.il se podiuu
<|ju ; e *> roar empolava-se como arfando as- perceber, nus qoe Edgard distiugaio perfei-
sustado da ameaça da tempestade; a areia tamente). Meu Eiígard...
da (traia moltia-*e em UirbillWWs; e n> va- — leu !... Sim. brado Edgard, teu sem-
gas rolando encapeladas vinham quebrar-*: pre ... o a perlando-a nos braço* com um
na praia com estampido medonho, ao fjual frenético transporte, caio sem forças e seio
se succedia o duro siiwIUr do vento. seèordo. No mesmo instante solta Irmioia
( ) om grito, o primeiro som de sor claro que
João Evtstro na Silva ok Mi»bo>ça. se lhe ourio de|««s de 8 dias, e Scou pcos-
Ml
bo estado opa «moo iro cm que a titc- «■Sfcilo dc um delírio na minha doença! mat
«*<•>»: e |iAfccvo-fK4 impo»ii«l agora restituil-a loi ii serdbde 1Eu o tí, en o reconheci,
m4«! O bom do padre J... apiosciUa- ua^upJie dia (ittal que detia fazer-mo a mais
ma incidente ctodusio o n* amigo era íeha das creatnras. « rm que nu- pareveo ou-
»f|(€ onde itera; levott-o para maçam; vir um gcmicõ erguer-te do fundo de uma
t idlt o tratou dctseladamcntc. sepultura, e era um espectro que interpoa
I j .iTinuto Irra ima (oriundo • ai, perptio- barreira mtcamet entre dois entes que Um
■t l^o por Edgard; dintram-lhc que es- creou um paca o outro!.. Onde olá elle ?..
U»a repousando depois do desnato que tese, meu marido...
e q»e {retirava tralar-te... é ju.to. di*e ~" k*" do Major ••• dir o Marque»,
ctW, lenham com elle lodo o cuidado... Ah! detcaoce j^ím^ que Ho Ibe lesará teus li-
que n*o jkhsj ro ter a toa enfermeira 1... "•s... \ . k\. lem um bom prettertor...
1'areceo ammar-se com «ate desejo. O o tempo IIjo rercJarà; fi.jue pois presen.da
«wlico fallou-lb.* rto» ta cr» mento», qL« ella para nio cedcr ás instancia» d eUc, poia m>
<om muita «alitíjçio esperou, roirigaudo-te perteode illudil—a, por fins tioislro» u qste o
' s raflo» da Dcos, r implorando j sirgern Usaram at mos más iutcn(úct,«c<jcomelhos
•V & da* Oures que ou lhe dffse tida pura de um perterso...
«'«cr feliz com Edgard, ou a etiim*>tcde»U — Enlouqueço, brada Irmiota... Scobor..
*iJa de tormento» para o eten» descanso, tomo tudo itto acontece I,.. pois eu oto tis*
itacebeo o» Mcrjmctilõ» com a matt frrioro- em mi-ifau mio uma certtdio dobsluquemo
M
Je»mto ; chamou ku IjíIio* que abraçou, deo o Major... t meu marido apfiare<e »t-
e «ben^oou, rccomoeodaodo-o* sempre às * o!... Alt! bem pertago toi o coração de
»U«11 «erdodcira» amiga*, para que na tua fal- Ugird !... Poit atteoda a miuha firme re-
llw» senisum dc role». AtKJiJibrrw-cutf o v>.>j;lo... Ainda qne mau marido tiíeiM at
•sim» com que Irmio-a teasacnUra na cama melhore» inteoçòc» o ateu respeito, em uõo
para KivUr o Sulimmo; *entendemoster toroaru para tua companlMa... porque t«-
o jue sul^armcnie se chama rutía dttuudf. tUtor Mirqucz. nuaca o autei, elle foi um
Noliroo» um cu» «íifno de ottenrJo. En- terdugo «juc me flagejloq a exittencia em
tre at petojt q-jc acompanharam o Stulit- qiuuto etlite com elle. e nurca ea disse isto
s.itio tUiha um jorca alto, e dc buo pecsco-
a uikgucat!... respeitei a tua memoria quan-
{A, q«e ao encarar Irraioii se ditfez em la- do julguei que Deo* m« batia refgAtado do
grimai, dando mostra* da maia intima com- meu doloroMiceptaseiro! ALandooou-me com
•"«Klo • — Um to dá aio puuia sem que do» iuooceoles mis filhos, e nunca procurou
• mesmo joseit ttesse dua*. ou txes »wa jxr- taber de iM»; c perteudm que eu com taea
Pwrfar pelo «alado da saúde dc Irai um; sem uiotitos. e tfeudo-o morto, tio tnuw, nAo
ducr jamott o mu nome. ettimasac ligar-me elerummte a u.tt anjo
Irminia era naturalmente muito robusta, de tiiiode»!... ,\jo toruarri a »ír Edgard,
* muito nertoaa ; a aua robwaler, c a tua ar- ptciencia !... ma» ti.W potto ji petder-lhe o
dente imaginação a auxiliaram; dc modo amor I... nunra aerei d« outro!... (:n
«Jue rm pouco» dtaa teu t o- se com animo contento me cKowlerá cuilo um Mpddv*
<le te erguer da cama; perguntara por Edgard, ao» olboa do Universo f...
c
oóa llte respondiam*-» que eitasa rm cata Chorara e toluçasa a ponto qne o Mar-
*> te« amigo o padre J... tratando da tua que* julgou j.rudcate retira r-se, e Ibo pedio
**ude, e que ia melhor. que IraaquiiiMtMe o acu espirito, que talsca
**<t f*trt tempos rt -eheo Irmiaio uma si- amda fa«e feliz.
*<• de grande cMuderafae, era o Marquei Era com «deito o marido de Irmuua,
de • •qoe tinha annimeiar-lhe que tco qoe nfio morreo do campo, ma» R-ra para u
•"•rido esta»» diligenciando lirar-lhe teutH- Hrasil aoude «atese um atino, e regressou a
"•®a. e roodtijri!-** contigo para Gibraltar; Gibraltar tem ttunca te lembrar de sua es-
•onde rniJú, peta, r.cm de seu» filbos. O Major valemlo-
— Meu marido!... ah ! Iritle de mim!.. v
e da co*fu»lo do combata tn queda dc liil-
*S°M "te lrt&Wa!... e julguei eu que era bio, c tabetiáo que • marido i« Iraiota fút»
142

para o Brasil, («st tenjíe* de nlo tornar A que faria ? chorara noite, e dia, a ma infe-
Patria, fez acreditar qne um do» morto* no ri* situação, privada do viV, e até de ter no-
combate era o espo«o de Irmiote. enganando ticiai de Edgard, que lhe asseguravam todoa,
a todos a semelhança Vc 'll,'a eotrc c,t**< até o mesmo padre J...que »e liav ia retira-
e o morto que f achata despojado do seus do para longe do Lisboa. — Sem me escre-
uuifornvs; e por que todos, nnios o Major ver f.. diria ella, diter-me um adens I.. ab I
ignoravam a dctcrçJo d'aquelle oflicial, ma- Kdgard pensar* qoe o íllsida!... que fui uma
ndo de Irmiaia. E «jual era o motivo d cata perverta, etle que só ama a virtude! Dco*
ettraUgia! Uma concentrada paulo qt>o o de immensa jutf içt, e miM-rieordia, com pa-
Major nutria por lrminia, e que voltando o decei-voa de mim... justiGcae-me I... Da-
Portugal wperava rir coroada oíTcreceado to c*quecer-me d'elle como amante; canfor-
lhe a m#o de mpoao; que de outro modo a ovar-me-bei eom a sua indiíferença; ma? que
virtude de Irtniou destruíra toda* as tua* ten- pense mal de mim è atro/1...
latitas. Vie frustrado etta esperança Na mais profunda melancolia a iofelit sen-
pmlo de lrminia por Edgard, que «lie Mj- tia fogir-lbe n vida, ignorando o torte de
y*c coabcrea logo am pnocipio, porquo a< a Edgard! Se tilo fase o amor porteis* filho*,
tigilantes olho* do ciúme nlo Talem disfar- o o cuidado na soo edoençlo, teria sucum-
çtrs; tramou om tJo para deaonir aquellrs bido * sua dòr, o intaiporlavel saudade; mat
corações; e sabendo qoe o marido dc lrmi- ira «nJi: esta mtsOo de que l>eos a encar-
nia »e achava em Gibraltar, tendo até mu- reira era tio aagrada I.-,. devia cumprir-
dado o nome. etcteveo-lhe, dando-lhe prte se Gel mente para merecer que Deu* llie va-
que ««a esposa cslara vivendo com Edgard, lesso I..« Conhecia a extensão do teu* dete-
r «|tae íiitfiwfc-o pastar por morto ia despo- res, e suai esperanças por Edgard luriam
•ir-M*. O marido dc lrminia par nnturesa sido cortadas pela rair I...
j ro|vi*5o ao mal, e que só para lhe destruir — .\io trnho ;l que esperar do amor dft
alguma felicidade M lembrava d'ella, c Ca ri ■ Edgard, mas qouero antes da minha morte
valer o* seca direitoa de mando etqucceiwl',i vtber que elle * felu. e que nlo me abor-
ati&s o* deveres. Veio logo a Lisboa, e«t<v rece 1. *. que toobeese todo a verdade I...
ve em cava do Major att ao momento de se- K«-|<-tu a Ma de continuo evtaa expreaaúe*;
pinr OS dot* amantes m acto da na união; e tonundu a cooccntrar-se na quinta dn Con-
porím nada mais quii senlo levar seus (IIIkm, ceição na ettrada de Chellas, *e|iarada de
f«ira desgraçal-o* também rom a pe«imn edu- toda a socUtlade. al^m de tens filhos (queatt
ra.-Ao q-je teriam » vista do exemplo da cnn- ru por rirctjmstancia» irapenota* tite de tm>
ducta irregular de sen pae : eram <m coa«e- ausentar d'e*te Reino^ via a minha infetic
Iho* do Major que acanharam ainda mais a amiga, peitada de todo o conforto, aecler.tr-
sua mà indole, pois alo poleado de oalro «a pelo* pesare» a carreira de seus dias, sem
modo, o Major o buscava como rmtrumcr.t» qtm no eifufo de dois anno« tivewe um «O
da s«a vingança. luute-s foram o* esforço* motivo de alegria, ama só noticia de Eilgard •
do marido do lrminia para amncar-lbe o* Estava jA rrdutida a um «ladodeabatim^n-
filhos, e cbamal-a * sua companhia. — Ino- to em todas as soa* feifãe*, outr ora tio ani-
te is também as diligencias de lrminia para madas, qtip só despertava rompai*lo. aqurlln
entrar em um contento, deitando tens fiiho» cujo espirito inspirava Movivattimpathias!..
• meus cuidados, e do honrado padre J... (>h! qtsem nunca o deixlra anniqt-ilar ven-
As autboriJade» nlo consentiram. (Ima oc- cido prli força de um sentimento quo nas-
culta, e poderosa mio protegia lrminia sem cendo « fácil de tabjugar. ma» que avultan-
ella podesae conliecer qtaetn eia o teu do se torna taperior a todas a» forças da ra-
protector. Oo qiae n»o soube prevenir-lhe o excesso!
Bem deprc«B enfadado de requerer em
alo, e contente fom o mal que fe», o mari- ( Conhnúa.J
do de lrminia tomou piro Gibraltar, aban-
donando inteiramente seus projectos acerca
da esposa, o dos Cibos: • dl* entretanto o , D, A. G. r««i«n.
143
■•OJJOAX. 1
Tal descantara Ignet cm borts tristes.
Hora», qae a amor fugindo, a amor sddata!...
lixcanU poderoso a Ura subjeita i...
Era o seu Pedro !,,, a Estrella que «dorara !
«>» AXOHM OK itkTHO.
He eootrarios o (Tectos lucta borrifei
\i» d tuimtM vai» qu* pcdútN A mente Ibe confunde; esmaga o peito!
A tot «strMaa m«íi d* |>i« (ria,
O MW|« d» *» 1'fJfO l)M lb* Mtilll Soas almas se eoteodem I... jà ligadas
l*oc muil» gr»od. »p«{0 f^pi-íiu». Amor as tem, dos boraeos a despeito I
CAMÓKI. LU II AO* Cillo ll«.
E do mrtterio a sombra os protegia!...
Mas a maldade nitirtn. »rn«rosa,"
Rerclaodo este arcano, ergue sedenta
['rota mento que ousado to etesas Férreo punbal na dextra uoguinou I
A iiamioeneia a que deves ftijiir'
Párn, póra!... mo abismo da* treta» Ectf virtima a inicia!... Rcwbam-lbe a sida!
Pensamento iofclii ran cftbir! Hasgnia-liie o cora<io!... mw nunca a sorte
Do »c*i rriocijw o amor poode arratcar-lhe !...
(Valls espbera abondooa altos lumes!... Morreo por elle I... foi dictota a morte.
X»o Uns animo?!... forca nJu Um!! l« d» NWalro ||. A. G. l'cia«a.
I>a rirtude aos ««aves perfuro**, tia IÍ4S.
I>a raato aus clamores nflo teu* 7!
A M I KM.
InfHir, tu vacila»!... nem onsas Mo sís a nuTcm branquinha
\ V»«a «spbera de lar adejar! VII» nos c*oa a correr!
»m mai« «4br«, cvni d6*«r*. nrn pousa»!... N4o a ví» Mo tramparente
Janto a Murem fitai »»«■* tuirar! \ our com Uoto prarer1

Ao recinto a teu» túos pcncriplo Assim tu Giba Uo qta rida


Nolrer queres, porém sempre ca tio!... Voe» a bhocar no jardim.
Li u> prende no ttpaf» infinito Assim tu meiga avuccoa
De una KsUetla a mate attracflol Doudcja»—sorti» para mim.

E e»M ourem croe! o>o te empedo Por ora a tua inaoeeocta


foo tea Astro e«* grato fulgir ? I Pude icm medo folgar;
N*o... que a Itti a uma timbra oio cede! Pode* li ire correr prados
Mas a sombra nlo deixa subir!... Pode* noa campe* andar.

Crna nurero fata! é barreira I... Encantai) todos e tudo


U que sal uma ourem 00 ar?... No» teu» brincos infantis!
t'ma ourem falai, passageira l... Abrem rojas quando folgas,
l»o ourem que pode causar ? ! E jasmius quando sorri»!

0 que pôde!... que negra tormenta!... fi uma perla formoza


Ouantos raios dos púde trarer!... Cabida dos cios aqoa!
es»a nuvem receios augmenta !... Oxalá a Deus tia faltes
K*w aurem der ias temer! Q«e cedo fKjuc sem li.

Pensameoto infelir. porque exilai? Ai! anjinho idolatrado


deixa esse iacaoto faial!... Conlristoo-me este pensar.
»e da Estreita o sorrir nlo nit», Morrerei se tu morreres
Mo evita» ctuel teodml!... Nio posso sem ti passar.
144

És pttlc Ja raioHi «iil* Mulbrrc* jouco discreta*: e a esta* que n»o


F.« sul» do corado. duvidam por u*a leviandade sacrificar aos en-
F.tU tidt adoro cu auito feito do corpo a formosura da Alma. eo cre-
Vi»o desta adoraçlo... dito de seus Marido»...
A Modista A»pacia trouxe A seroa a «ni-
O leu olhir me «ocega ca joia que faltava A cor-la de sublima Artis-
K tranqoillo «i Pirarei; ta que orna a fronte da Sor.* Soler ? Diflkil
Qoem tem de ti um »orrito será iioital-a; ctccdel-a importei! O* ou-
K m terra uni Mil rei! tro* Actoret igualmente »c distinguem, como
A*wii# Mudm Lut. sempre; e a Dirccçlo mareia perfeitamente
ofíerecendo ao pablieo alo tó Drama* de ten-
tiracolo, ma* Farças, ou Comedia* interessan-
(Tom l|orrflro»j. te*, e moraes; a* vnntajen» que dette amal-
gama resulta ao pvblioo, e ao tbeatro, é Mo
Por cartai recebida* do Alím-tejo, rti*- tisitd que eacutado no* parece meocionsi-j*
U-am que «ias baixio de eontrabondistiis llev- A HtntrrSn.
pqnlvue* evadindo a* dosms terra* aiaassina-
r*m crnelmente o Fiscal d» faotracto do Ta
baço de Évora, e <JoisG«ardi», que entraram
mortalmente ferido* no Hospital doLmdro.il.
para oode di«e que os conduzira um carrei- Nío sou praça, netn caxtelJo.
ro d Elvas — í<n cumtnetUdo este horrendo Nem nliVa. nem cidade: f t
crime entre Trena, • a Villa «lo I.andr .»l; Muita gente em mita habita, í
sendo o infeliz Pessanha Fival. morto ii fa- Ou por força, ou por vontade. J
cada* e cortado o rosto com a própria e*[»a-
di, em a ooita d« 30 do mel de Nutemúro Cultivada sou mais linda.
próximo (iodo! l>aretD'« rircu instanciada no- Imitada muito encano M
licia dwta catastrofe, quando a tivermos: e Vito um dia, tivo um mer, f
ao emtanto togamos Bo tioierno os prori-Jen- Também vivo todo o atino,
*nno. J
cia$ que obstar a contiauoçlo de taes
desgraça*; tendo toadmnaircl que se consin- Nobre Duque da Terceira,
ta imfxjncmente a entrada de estrangeiro* ar- Qoem diri, que jú fui teu?
mado*, com grasiiaimo prejuis» do* interes- " moderno é mor grandeza,
se* do Contracto do Tabaco, e das rida* de O antigo ji esqueceu.
Unto» homens qoe para cumprir Gelmeotc
seu* deteres se expiem .1 morte qaasi ine- ll. J. S.
vitável, porque o numero do* Contrabandista*
* muito superior ao do* liuard.** do Contra-
cto, Imploramos todas a* providencia*; aeodo ErplUapio du Churudat J« A'.* axUctdtr4t.
movidas novstt súpplicaa pelo amor da huma- Monctco. — PAVÃO.
nidade. ann geral, e em partícalar de uma ti-
da a «si* cara que tombem IA temos... um
filho ! — rtWJCIÇlo i.imsa»hit.

TMEATRO DE D. MARIA H. IffTM nro UTIGlVnS, T**TICí 6iIKT.


•— Froterbia em I acto. por A. X. Tcixein
Representoo-fe em a noite de 8 do cor- Homem. Yende-*c na» loj»* da Lavado, rua
rente pelo primeira vet neste Tbealro a — Augusta n.* 8 ; a Silva em Alcantara. —
Filha de Fijaro — (TradueçioV Kit a come- Preço 100 réu.
dia em 5 Actos uoe ao mérito de um mpe-
ithoso enrcd>. a justa critica i fraqxrera de
tvm«»»n«l» Ok t. a. NOHASDO,
atguat Marui.« ipe se deixam domtaar por ••• M aa»4M M nata M |g.
OlZKflBKO IMO. wr.nr.no fn.

A ASSE1IBLÍA litteraria,

JORNAL DINSTRUCÇÃO.

(JJroptutttrin, t liciiulovn - iD. JJ. ©.

Fahittafw• ka t«4a. m KM I«Jm 4m V-tU.. Cabala .In r«nb**


ii. S —IVrv>., pari «>'J
ihu*.. tina100.
lltiti^n,
Trlnrtlrrru
*».A»{wIj 1; J.\tt*u
SoMilr? »J. P. Litudo, iu iiU» rri..
UTfiO. A«ul«* S; r Cuiiiba as
\i r<«f.|»vi.lri< u< wr.<> <llrill.Ua a Knlarln», • m«la l.« «A vá K^tlfXrit, nu ala Pnwtl^l» ■_* (|
• ''«1* "I Ala-fria. hhllfi^iei lillauui r MauitoM de Kynlmilai rraln. .Vosuiiu, CamwJnlMtuu.
• C. * m. »!•, itc it.Ir.r~ particular J0 rrti m liaba.

de, mas a beneficência foi a sua mais


presada, udistiuctn divida ; c sem dú-
\rt IIOLOGIA. vida é a que mais grata aos olhos do
Deus, mais útil sc torna á sociedade.
Desviando nós sempre oflertar a de- Sua beneflcencia se estendeo cm fa-
vida homenagem ao mérito; c sendo vor de toda a humanidade; o orfào,
esta folha redigida por uma j>e»*oa a viuva, o decrepito, vmfim todos os
fH-rlenceiítr ao avxo feminino; o u desvalido* erniu as sua» ereatura* a-
este especialmente dedicadas as co- madas, porque ella contemplava o«
lumnos destu Jornal, n.to será de es- pobres como os validos de I)cus, ten-
tranhar, antes sim ide louvar, ejue o do sempre ent memoria que as lagri-
oosso artigo de fundo bojo seja con- mas semeadas na terra, brolardo ale-
sagrado a saudosa memoria da Ex.,Ba grias no céo!
*{'* da Ribeira Grande D. Quando despojados os Frades de
**'arianna de Almeida, de quem fomos seus Conventos foram expostos a men-
Constantes admiradoras, som jamais digar, um grande numero de Religio-
a
termos lisongendo em vida; sendo sos encontrou no Palacio da Ex.1""
°osi»o invariavel sistema — nào in- Condessa da Ribeira o abrigo contra
c
°">modar senão a nós mesmas — mio todos os rigores da indigência: as
Queimar insentos senão á virtude, o Freiras, e recolhidas, os Asylos da in-
talentos — por isso dovo a nossa fância desvalida, e immensas famílias
x,,
z ser acreditada por insuspeita. E soccorndasconstantemente por aquel-
l^om duvidará das verdades que va- la Alma virtuosa, attestam esta ver-
•uos referir; se nossa voz nSo é mais dade com as sentidas lagrimas que
f
|Uo um «eco do prcgAo universal que derramam na dolorosa perda da sua
5* maior evidencia os factos tem con- i Ilustre Bem feitora ! Distincta em nas-
■nsado ?1 cimento, distincla em virtudes, dis-
A Ex.lna Condessa da Ribeira, D. tincta até no modo porque raorreo,
'•■»rianna, foi umadaquellas raras Es- dando o ultimo suspiro entoando a
f
<-l/as caluda? do céo, para servirem I.advinha de Nossa Senhora 1 E accla-
rarol &ua humanos, na diltàcil car- mando suas virtudes, pouco dizemos
pira vital I Foi exemplar em todas de seu nascimento tio conhecido co-
virtudes quo honram a humanida- rno suas virtudes f 1
19
1 ÍG

Pedindo nós ao Ex.1"" Sr. Marquez ouit Portuj-uen*. Ha, por tanto, um motim
de Penal*» que nos desse alguns es- particular, pira que it consigocm a jui. al-
clarecimentos a este respeito, respon- guma* palmas, rio dc lisonja. ma» do bem
deo-nos n* seguintes palavras zr A merecido louior i Sr.* Condensa,
rrspeUo <lc minha Tia ha taaia» gran- NaK» 1 Sr.* Condes» ds Ribeira I). Ma-
deza % do cio a referir% ijue me jxirccc rianna d'Alrneida, ao dia 17 d'Ago*to de
deviam ca liar-te ai tjrtituleiat tia ter- 1785, e foram seu» Po», o* Sri. Marqueiei
ra, c tle lerra.. . ICsl.n expressões são de Lavradio. — O toraçJo de»t.i mesmo, for-
dignas do Sobrinho da virtuosíssima mado coroo o dc David, pela medida do Co-
fin.idn, e exaltam ainda mais a »ua rado de Ueo», começou a dar protas detda
nobreza! Do mesmo Ex.11,10 Marquei a roais tenra infância, do que era, e a pro-
do Penalva viu seguida publicamos gnosticar o que seria para o futuro, citarei
algumas noticias acerca do ntsciinen- para exemplo) que dercodo ser castigada,
to c virtudes de sua Kx."* 'i'ia; e é por seu Pai, ama de mus irmit, por trates-
dclle Marquez que nAo diremos algu- •ara própria dc criança, oifcreceo-se a Sr.*
ma cousa mais, porque a amizviu ver- (^qikIcmj (ainda menina) para soflirer o ca»-
dadeira que de ha muito lhe consa- ligo destinado para sua irai.
gramos, poder-nos-ia tornar suspeitas, Creteendn em idade, cresceo nas tirtode*,
aos olluis daquelles que de perto náo e dando os e templo» de todas, cscoJheo, co-
o conhecem ; diremos porém quo as mo sua favorita, a da Caridade, que toda a
Virtudes Cbristãas que distinguiram tua tida cxcrcco cm lator doa pobres, e alfli-
a F.*."" Condessa da Ki beira reflectem ctos; não havendo uma só pciioa, que bas-
eando alltvio nesta Senhora, sahitse da sua
nos coraçúe* do sous mais próximos
parentes; sendo esta familia tão dis- presença desconsolada.
Guio Filha, como Rtpo«.i, eomo JlAí, Ir-
tincta pela grandeza de seu na*cimen-
ma. e Parenta, ta tudo quanto se pode ter
1o, quanto geralmente estimada, eco-
dc mcllior.
nhecida por suas Virtude», e Chris-
Pôde direr-se, que tod* n soa vida foi uma
(andado. preparação para a morte, porm, nos últimos
Acompanhando todos «m parentes
tempos rcd.brou o teu fervor, e piedade. !*al-
da Kx."* Condessa em «ua justíssima leceo co dia i do torrente, mando a Lalai-
d'ir, oGerecomoa a seu filho o Kx.B,l> nba dc .Nossa Senhora, e acabando de repe-
Condo da Hibeira uma prova de nos- tir o ultimo Agnut Dei. Jaz no ceiaiterio dai
so» sentimentos rio Canto fúnebre quo Itdigiosas da Cooceiçlo d'Arro:i«. conforme
nesta Tolha publicamos boje. o* de<ej«s que por humildade, manifestou era
itsa t dj.
Minrii nt Futitt,
litboa II d# Dejrmhro d» 1 1819.

A» virtudes «la Sr." Condessa di Ribeira, i \MDa*K iikmoru na viMTrota


ainda, cm ja.i «ida foram ataliadas, e coo» SIU* ai*l>tSSA III RIVIIIA CI1XDK
»iW«ih» pi-ri!mrat<>: p. depsw do fatteei-
D. MAUUJI.MA DS ALMZIOA.
rneuto d<-sU tirtuosa Senhora, <pj»ti tol<is os
jornses. que amanciaram esta morte 1 c lo- iiutrin 11 « ai miuiw »s IS49.
r»m muito») juntarain ao triste annuiww,
um tributo d-Ion «ores, dcdic*<fe> â me-
moria da Sr.* Condcsa. I M CVTIICM^
Piw«-nif, n»o si ravnatet. ma» at<< ne-
«■«-vuírio. que a Aísembk* Littcraria. d£ lam- Em fúnebre cvpreste A*« nocturna
bem o ou coeitingente: e«tc jornal tem por Trrs teies »dejo«!..« pwu tres veres I...
vja priacipal Redactora, umn Senhora, ejul- Kra em noite soJcrone que precede
£;o-<>, trMDo espcculmeote, dedicado is Da- Ao dia quatro do maior dos Mc/es!
147
Mc* tm que f,M ffcradj a Mli do Eterno!...
Mas EOa tA da Virtude
Vue toi do Kedemptor u Natalício!...
Amava o merecimento!
Nh«f... wn« |xw!i„'io ao Mundo trates.
No» \éos da Morte ec volto, ma» propicio!...
Heroina que a vim foste
Exemplar em vida, e morte!
Supremo arcano!... arcano incompreheosivrl! Roga a Deos que no» concedi
Uue o maior bem mm cu4o acerbas mago»,
Juoto a ti ditosa sorte!
<M a cura cí&cj* rieU ao* enfermo»!...
<Jue awiu» preiemo* da eintencia a» fragoat! O mérito que brilhava
Em tu Alma bctnfjxcja.
pewdo irunlo a Noite veste!... Ao* leu* legaste!... por elle
• )<? lacto rigoroso era e*te manto!... Honrar teu» Manes «o seja.
fc do Modio agoureiro A tcu »iui»tra
Ais responderam de sentido pranto! Vós qoo elinrie» bojo a ausência
U'(MC espirito «btimc:
Ira junto a «no Pa brio onde a grmdera Bem diici o que Derreta
Coa» angintia» di vida us mesclava!.., L»a lei que a morto exprime !
■Misto Catai de néctar, e veneno!,.,
(Jue triste quadro ,ilii w duimi! E«a lei que i* tio ca>toia.
Kepngnanto à Naturoia.
lento» filhos, parentes carinhosos. Mas que os bons eleva ao seio
•Sirvo» fieií, e amigo» suplicando l>.i verdadeira grandeza!
Ante um Altar prostrados; e em smí rosto»
A diir, o «Iruleulo retittaodo!.., N »hre Conde, que as virtude»
I>a Mli ternj herdar pad«-v-te!
N um htn de brando recottada De Flor** orna o wpulrhr».
\ encravei Matiooj agonizava!... Qac eu Ibe cuasagro um ej preste.
K nem da morte ás anciã», nem ki dores
D. A. O. 1'oiicm.
O carito sublime »e abalma !

Enri eita«e divino contemplara!)


l>o» Anjo* a morada luminosa, €1 * ITII,
A dextra de Jeltova «ottendo via
D» mérito a coroa preciosa! ur.niT iv lo.

jS atim leve aciíno «*u ergue r-w a Virgem!... Gíerm irv alliMflii Am, #1 ii» Urra
pnr imiallw Ama «Wirníalit.
gatando os serafins a acompnnbiram !...
liv. »t S. Uti».
■*» nuvem dt sapJuras, e oiro puro
Uesceo a terra; e os Astros a saudiiram f O nascimento de Ji»r* dk Nssamm. 6
a mai» sublime, c misteriosa jotemaiiade do
portentosa se evpariio no Globo!... Christinnismo.
jWume divisai a terra c\hal-al... O crime que o primeiro homem havia com-
' «talas entàa a cafcrma i Virgem SantaJ.,. meltido, marcando todo» os »eus dwecnden-
** ■ Virgem do» Cios veia acompanhal-a!tc» com o ferrete ignomiaino do peccado. (et
com qne no ventre de umn mulher virgem
*°be a gloria cantando • Alma ditosa «tirenne o qae Lavia de ser ao cabo de
V>uç a Virgem Mli conda* I u Omnipotente
trinta c tra anao», —Salvador do mundo.—
^ge-lhe a frwite com celeste er'A» O nascimento de JOCS, ciecutado pelo
ât
virtudes que honrou premio eminente! poder do Pai. — e ^ela graça do Espirito
Santo, rcalizoo-se ò meia noite, «o centro da
Na terra o» titulo» teve pobreni e humildade.
De fira lide por riawi mento; A desobediência de Adam ao ditioo jer-
ll) •
148

ceito, aggravando a juttiçn do Eterno, tinha base a humildade e a rcsi^oaçlo, fei o com-
ftthaiío «•> polias da bematealurança, c Su- pendio da Lei que oos deixou.
gcitade todo* o« km dependentes a uma coo- Os decretos do Eterno Pai que o manjara
dcmnoçlo, ficando dependente a salvaç&o do a tetra. Iiatiam de ser cumpridos.
mundo dc um sacrifício, que saUsiítrvc A E a hora do sacrifício caminhava para o
Justiça do Eterno Pai. cordeiro qac bana de ser oíTerecido a seu
E aorvdc existio fs» »ol>re que se funda- Pai, para devi ut ato de sua justiça ofleodida.
vam toda» as esperanças dc taltaçio?— (Jue I) nitre os dote que formavam o Aposto-
era o enviodo do Pai, e que Untos aimo» ba- lado, um. por trinta dinheiros entregou o
tia sido onaunciado pelos Profeta» como o Me*tre ao p>.<dcr das turbas.
Messias ? E no cimo de urna montanha escarpado,
Numa ehoçn humilde cm BeUtelem dc encravado numa Grui. coberto dc alTronta»,
Judl, existia pobremente enfacbado por sua exporto aos olhos do mundo expirou Js.m >
Mii o Saltador do muodo, recebendo dos pas- — o que batia Irinto etres anntts tiniu nas-
tores as primeiras adorarão. cida para assim roga lar o mundo do capti-
E eJk> tardou que do Oriente partissem teiro da culpa.
tres Mago» para demonstrarem que o filho dc O nauimento de JESUS CIIKISTO <• pois
Mania era o liei dos Heis, e o Saltador do a maior de Iodas as solemnidades do Clirts-
muodo. tuiiismo, porque com eilc, nascco a salsaç&o.
.Meditemos «obre o Evangelho, e alli sere- Á meia noite os templos s>o patentes ao*
mos, que os lIíjiM do Oriente, tieram o ltc- fieis cm memoria da bota em que Jksli* na»-
thelem guiados por ama estrella, cquo junto «o, e aili, o* Mia »«ro« da Iteligilo, por en-
do Presépio prostradou por terra adoraram, tre Solemucs Hosanas, queimam sobre o»
e abrindo os ses* Utesouros oflcrcccrom — tluiribulos o intenso saato com que Ibarifi-
intenso — e mirra. cam o berço em que e»'.J Jrst >. e a Cru<
Sc Cetar Augusto, eolloeado sobre o Tbro- em que nsorreo.
no, rodeado dc «#l«lrn que lhe executam Sobre as aras santas (■ oflerecid» o Corpo
seus decretos, mi cou.iJrrn »<) tia posoe das Sacramentado de fv-o* titn conto Mcrtlkiu
botim* « da» grandeus, Jsu.it nascendo o*u- uninacolddo d* l!eli>.'iãu CuiboJica.
taa clioça humilde, deitado «'bro um Prese- E os fieis recoaihcccm que o nascimento
pio, coberto de pobrera, recebe de tres Rata dc Jiurs t a origem da sua salvado eterna,
do Oriente, offertas e a toraçfcs, ctxtio Kci, D. Lobato U. R. t» Fasii.
e como Deos.
Sc o puto do Judeia se cutta ante o Ce-
li r, t o tem por um Poteatada. aquclle* que l rnncint sn: ri.xmo» th.
v£em uo Pfcsepn» o Saltador do mundo, ecis-
s»dcrio-« como uma folha secca que um so- Esta Tendciro era singular; na Pérsia aoo»
pro de tento faz desaparecer de tobie a terra. do vendem a formosura *o peso, cila teria ta-
A noticia do nsrciminto do Messias w- lido muito dnihciro, pois tmha uma configu-
blicada em toda • Judeu fet com que ura ração inimmsa ! Podia ter quarrnla ances;
decreto mandasse dejtollir todas as crianças sem ser bonita , ella possuía cibo» e dentes
qor etitliam cm Ikthrícm e mu Termo, até que attrabiam logo n attençAo e uma vor
à idftde de um aano, para ser se nesse nu- tio meiga e tilo argentina conto a carapai-
mero se comprebradia o que j i era eboma nba de »ua lojo, I>o genio sempre alugre c
do Hei. com expressOn aliáveis ella agradava a todos
Executou-» • ordem decretada por He- tem exccpçlo. Tiaha também o seu capri-
rodes, as cabeio» dos ianoceotes rolaram pe- cho. que era o de ser unta pessoa entondíd*
las rua». Miit » —Jtui —eJo»i. t.V> para no negocio, « aio deixa*11 de ter ratio, vis-
o Egtpto e aili começou o Saltador du mun- to ser dotada de uma bua cabeça, fatendo
do a carreira sobre a terra. bem as suis compras e tendo ordem oos »eus
Curta foi a existência do Messias. mas no livros, assim como no seu aitajte»,oadcca-
pouco tempo que viveo, a sua tida tete for da ctHisa sc achai a ao seu lugar.
149
A Fende ira mZo gnslata dc chicana e mt
•rto é» mui pobre rass ririidmente de n«j-
Por desgraça qualqwr ck* se>n |lunmM
c intento superior.
ireíiitete» Um nio [»k**»a no ftm de uma K- Dahi u dois meie* n telha faties fre-
Rwti» do cn-dito, «lia oio perdia seu tem,no gue/a cootin.ia da Tendetro. entrou para com-
»em teu dinheiro «ti citações iado ao tribu- prar uma ninltnria e deuoa-to liear para coa«
nal. ma» bria sirapleitncnlc uma crua sobre teriar.
o rol do culfxiA». HesulUta dnhi queaqud-
— Poia er.tUo. como vAo o» negocio» ?
^ 1"® •'""n '»h«r a tanta fucitocia coro- ^ nre po»«o fa/er pagar doa meut
fMtam na sua caia, com dinheiro oa ntRo, - nguem, <li»e llawet, o segunda nudarnlo
ew quanto lomatntn a credito cm caM do» me tr t> dado um real ha Ire» arma na t.
»eus tiiinbos de ohmJo que cora o (empo, a
Poftfue ria de>pede ot seus inquilinos?
icadeira trio ater mai» no d» quo w tuu o>Hi nou □ lindeira. Ot que não pudrrn tia■
titaes cm arretaria. gar unu «emana, de certo que ol» paznrto
Fitando ura dia a ler ema antiga nordla daat; siga o meu ayrtema.
«•'c I iclding que ella achou n uma j>or>;jo de — fomAra eu, respoadeo a telha Daties,
Mpcis tdbes que tinha cnUo comprado, en- inat o cato t que «• trata de uma creatura
trou do aruuuem uma mulher mui nota que que acaba de dar i lur um filho. É um Un-
trazia um singelocbapto de palha eumi am- to orgulha»#, porque ainda que muilo fina.
p'a capa exucc/a; era tisivelraenle »upe- se te f>jJc accredilnr n aquillo que dia, tu
»icr à classe ordinária da» fregiietat da Tm- olo tejo o acu dioheiro; nío aci o qw> me
diir». ainda que sua» compra» (buem mui prece (irrsumpcio <cm meios
diminuía*.
— JJa» que 6 feito de mu marido ? per-
A Teodeira estava apromplaDdo n encom- guntou a Teodeira.
n«nda quando a juvetj lhe diste: — Achar-
—■Só Ueoa o tabe; em quanto a mira eu
w«-lia ti.kci Lem ouvida, senhora, masqnn- nunca ti homem algum pdr p^nnoud cU
ra eonceder-me licença para comer um des-
U. O que drvtgrndií cn^ú 6 que nJo é
se* liptr*. apontando p»rn uma ceira que cun- iuiíj datía ; pirque, quando me piga«a ain-
hal» uma porção detta fructa síca. da a rtitdj da casa. motlrata-lhe alguma o n-
l.oui muito gasto, minha menina, rev- >i Jeraçlo. t julgaiulo que detta «tor muito
pondfo a boa lindeira olhando npidametife
abuirrici jii, oífercci-nie para lhe fazer cnm-
ptra a tigura de tua frcgucra, defiois cootinuou
patina. Mas logo nc fei entrar emmim.di»
com um sorriso alegre: coma quantos qui-
«odo que nioqueru causar ioconi modo. Ora,
'cf. e logo a joren deitou »c k ceira e co- nte se piídr aturar o orgulho!
biço da frueta sofregamente.
— 0*' feições tem ? perguatou a Tcadeira.
A» compras ertatam podadas e porta* so-
— K llv fraca como scohara; quer que
bre o boleio» quando dliando para a tua coo- lho diga, |urec*-*e com uma fidalga, mas
t». a joten tio que a legista lhe nòo letata com lodo tem mais tobrrba do quedinhetro.
°*da par o» figos — Ira* dia um cbap/o de pilha e ama
cato minha menina, disse a capa e*coccra?
•■'a Traícira. estio muito ussuas ordem. Eu — Ê terdadc, dU»c a vcUu Daties. Pois
^cm *ejo do que s* trata! —Farendn entAo coaheciva ?
•»« pa peliça do terto des figo* cila pcdi*-lhe — Foi d« ttinúaa fregueas.
os arcc.taise. «ccrejeealindo. — Soo
«' 'eira f)cos qur lhe n)o dtu muito,
"mito mteretwira e procuro sempre segurar- re»}^-nJeo a telha, sculo hade-lbe custar bem
Cje dL
' unw frcgwna. Tal iOo era a u-rdadc. para se fa/er pagar.
' " 0"® boadode, rrspondea a jotca, cia — .\4o me dc>e uajj. de mais a mais
JI«>aU> um tito rubor lhe cobri© a» face» do- bem saba que cu o3o faço credito muito
rida* ao receber «te prevnte. Klta re«i-
rc#
tempo.
* commotida pelo o grado da Trodeirn. — Tem ratio; a*»im podew» eu faier o
'I'* do teu lado estira tio satisfeita como se
«esmo. l'oréw ji a de> paJi e lurça te ri que
"Cv«c concluído algum bom negocio. Srro- *o ri embora, para u semana, »em baralho.
alcançou «ta fregucta, Ul quaJ dia era;
1'cajo que nuuca terei o meu diabeiro. Ora
130

esta, cu aqoi e m«ti Uimciu que etpcra pela nal, a^ui vai nc«ta carta, — pobre folhinha,
c&i, o que alo lhe bsde «gradar muito; rasgada do litro da minha vtda para ir ap-
adros. parecer entre nome» — cujo menor dote —
(CtmtímAm) e talvei a bclfe/a, porque o talento os tem
procedido.
D. C. A. m Aatttbi. O Jornal de V. Ex.* ( peedoe-me a digres-
*io) nlo 6 só interessante» peln mlelligeocia
coro <pnj esta seoiJo redigido e colaborado,
Tendo lido algum*» poesia» do Sr. F. Go- ma» também pelo bello icxo <iv« rctabomdt*-
mo de Amorim. d« que muito guita mo*. e rei: do meio doa seus iwmc». vai o meu de«-
tido informações a M respdto. d«ejimos co- tscnr como am cardo, vegetando em um Jar-
nhecer este génio flllio legitimo da» Minit; dim. for que a ininlia Poesia, leva estampa-
eOe poçu <}«« sc eleva i Eternidade sem ou- do cm cada verso, o sello da insignificância.
tro auxilio ali tn da natureza que tanto o div Ilogo a V. Et.* o favor de publicar esta car-
tiagaio! Sèo estes os génio* que trai» dese- ta para ruc íervir do salvaguarda, porque se
jam o» elogiar, porque ofa prrsamo» mnis o» alguma honra me píde raber de tal publica-
títulos que Deos confere. do que aquellea com Cio (da Poesia ) * tòo tónutrtc a de ser es-
q«c os horoetis pretendem caobrpccr o» bo- cripla no Jornal de uma fierdoea.
ocos!... Tenho a honra de scr. com a mais alta
Pedimos ao Sr. Amorim un a praia mai- considerado c respeito
to de propósito |>ara termos occasito de of- Víí V. Ex.*
fertar Iwwro oo kii mérito. #
O génio do Sr. Amorim tilo é como et!e IJJHU II «!«• T)»- Muito alt. venerador
por modéstia dii— ura cardo— (• rim utno <l» IH». K. Gohh nu Awobim.
planto delicada ii»KÍda bo deserto, e que sá-
bios cultores devem tran«porlir ao? formosos i
jardim. da nona litteratura ; animar. proteger O A%%KL,
para que a Patria collia preciosos fnackis dc
seu» tãdentos. Araanli) dum»-* batiISia
O Atucl com que nos liriidi Seri um dos Por defender a niflu
actieis da radia que lign os Socios da Asscro- Vai coomaodir-uos ao campo
Meo I jttrraria. e fará que dc ora em diante O nosso Rei 1>. Joio.
c imo tal consideremos o Sr. Amorim, aquém
as Damas da Assemblén Litteraria tecem nes- I). Joio é tio sabote
tes justos lovtores a corrti devda a seus ta- One nto teme de ningue».
lentos, e que lhe ofleweta oa sua entrada Trema CisleMa a vaidosa
como nos» Colaborador. Com sca soberbo desdém f
O Anoel t uma bella poesia, e muito t*~
tire imo» i^r o exemplar castigo da ialiddi— Qae o* plainos dAljubarrota
dade que teguado o nosso pensar é o mais A gloria Ibe liJo-de roubar.
negro e ílxmúnatrl dos crimes. 0 que senti- Os aossos rijo» montante»
mos <-v quo o delinquente pertença ao no**o Vao-lbc a soberba humilhar I
sexo; entretanto nlo seremos por isso mais
indolgcatrt. — Se ells foi culpida »oIfri. qtje El-Rci D. Joio primeiro
um tal ddicto nâo tem perdio; a «cotei»;.» Quando sabe a combater.
de morte foi mito bem proferida; e mclíur Iletn sabem quantos o KgVMtU
«ioda a execufJo... 0«e o graude Rei vai vcuccr.

III."1'* Ex.m' Sr.' — A falta absoluta de E ca taml>em neste combate


tempo iti<? iço impedido de eomjirir a« or- Por I)co» que «3o faltarei!
dens de V. Ei.* que tenho coroo leis. A Poe- I!cí-d<! erguer a rainha espada
sia que me mandou escrever pira o teu Jor- Ao lado do forte Hei!
15!
ItotMe «!e Anoel I). Bronca, I cmUroit-fe das mas jares
Promette» r*o mesqacter? E que lho fOra infiel 1
Da soltarei ca» «Beiro
Ou imo me tornas ■ ter! E diste-• \inguem o sobe,
► Mortos nlo podem faltar!
Cm joten íarriHw} pk-rm Eis que uma lhe respoode:
0* o ««le de Mendo tem! — Mas tito», podem soltar!...
A«irn blltti cltorando
A qurm ijuíiio mau bem! E Mendo juoto de Uraaca
Tremendo (nllata atai
Era uma linda dotuclla
— Fui citrato de Castella
Filha de nobre senhor. — Pude fugir—eiftne aqui!
Que «o ai mo rndo nmneebo
Pagata amor —com amor. A don/rtla espatorida
l>cbalde tenta fugir I
Diria Branca cm snlup* — D. Branca, D. Branca!
— «O teu Anor! guardarei, — Qucro-te as jum cumprir!
01»! Mendo. »e la morrerrt
A mais ninguém quererei 1... — E *00 cumpri-!** de certo
Porque sempre te adorei!
» Mas tu nio lias-de fiiurte I)i« — qoe è feito das tua*,
Falia, dire, o.lo è assim ? Q«e ú do Anncl que te dei?...
— Ru jnro—dil elle —amarte
Se tu m o jura» a mim!... — Causte nobre dooiella,
Pncauta-me taoto amor!
A* jara* que o* doi, fi/nriira Sinto prarer em roubar-te
Nem ca a* quero eonUr...
Ao teu pnd ro>o Senhor!
hrnm d amor — lio ardente...
E eu Uolio medo de atnar! — D. Branca de joclbo*
Bradata — . Perdio. per Jio!...
hoi-se o mancebo p ti guetta.
" H >uba-me a «ida que cu tcalto
Coitado f — mo» ido * oitou t » Porem perder-rne— i«o nio!
!'• Branca, a linda virgem
Por muito tempo o chorou ! — Perder*te — dii-llie o mancebo
Pu nio le quero perder!
Ma» at pena* tnmbcm morrem
Juramos ser «n do outro
Como tudo ka-de morrer! JuoUm detemos morrer!
A dooieita pouco, a pouco
O pagem ponde csjucccr! Quando o Pai de D. Br.inca
Veio a tíilia procurar'
I' co fim de quatro nnao» V iu-a a clb de joelho*,
A!<; contente caiou!... E o pogem tem faliar!
Pelo pobre papem Mendo
l'rn gentil-homem trocou! Sentado defronte d cila
Olbo» fie to», sem arçilo,
Era o dia do noitado O fatal Aonel das juras
A noite »inha a chegar! Tioba fechado na raio I
D. Itranca dnva a* danças
Vai-se és sa.'a> partwr. Chamam debalde por elle»
Porque nenhum respondeu!
E Icmlroo-lhe o pobre Mendo
— Estavam mortos — ma» corno,
Qu« Ibe ti ubá ioda o Acne!!
1- que utoguem entendeu!
152

Nenhuma esjwrla tistnha Fa ti isto, e tu nlo, mais felix


O cato ioub« contar ( Us um pouco ioda mais do que eu;
N'ftilmm.1 telha ad tinha Meu» prazeres na terra, tio dores
Lhe qoiz as carta» deitar I Misha espr'an;a de paz, é oo c--o.

Xem sequer o Pai de Branca D. Anoiu L Cannai et Tai»«.


CooK-r«ou a habitação!
Porque vcreprç á meia noite
Dos salss na solidão APOLLO
Se outia a <o> da doturílj
Gritando = Perdi j. per.iJo'!! &CMANARIO RECREATIVO, CRITICO
E TUEATttAU
Minha ató, guando cu chorara
Este conto rae cwtau, Com etle titulo ramos emprebrader a pu-
blicação de um jornal, quo sabirà ú luz Uo
E nio wi se aconteceu!
Lembra-roc desde criança depressa haja suficiente por^^o de nasigaatu-
Porque me trax a lembrança ra*. — N.Vj faiemos tio» pro-nettimeutus; na
Da minha ató que morreu t 4puca delles. achámos escusado alimentar o
teu numero: emprega remo* tudo» os esfor-
K. Gostas oa Amdiim. ço» para que este Senuisario se torne critico
c recreatiso. coatrndo alternadamente —■ ro-
A ILLI HTH»: RK»«(*rOlt«. mances, poesias, charadas, tariedades, eebro-
nica tbeatral —: é quanto Usta de prometa.
No regaço <U paz «? passou Publicat-*e-ha todos os sabbados uma fo-
Minha bclla, e fclii mocidade, lli j de quatro (vaginas, formato de folio, ly-
Nosso* dois corações se ligaram po miúdo, impressa nos jwíl» da Imprensa
Ilootc cm nó* a mau terna amizade. Nacittul, cuen a nitidez própria d» ediçOcs
daqudla Oflicina.— Preço, 10 ri'.*.
Essa tempo porím que 14 sai. Os Senhores, re»ideutc» nas Pros :ncia«. que
Que desla nlma os prazem lesou; desejarem assiguar para este Semaoario. [»•
No meu peito, por tuas virtude*, derlo faze-lo, dirigiodo-sc por caria, franca
Maia o nó d 'amizade apertou. d« porte. 1 Redacçlu do APOLLO, Rua di-
reita de S. Paulo, n." 115. |.° andar, re-
Hoje pois transtornado em tormento. mettesdo 210 ríis, importe do tinte e qin-
Mais sensível minba alma formou; tro folhas, que Ibe serio cosia das, com a de-
|j comigo, qual mel do martírio, tida regularidade, p«lo Correio.
Qu« uma porte da Cor adoçou. Pede-se a restituição deste prospecto, com
asnignalura. ou «em cila.
É qual tuia da terra pr'o nauta,
Tua liza. e constante amizade. TIIEATRO DE D. MARIA II.
Foi igual, nona sorte na dita.
Sabbodo 22 do corrente cm Beneficio da
Na desdita coaserso igualdade.
Sr." Liada — O Tropeiro de Parir. —
A Beneficiada preencherá os interaallos
Ambas fomos dos Pais ns delicia».
cantando.
Ambos timo* sorrir-»e a trantuia,
A otíd ambas mostrou seu* favores
Mas o negro phantasma nio dura '! ILrplicnçòo da Charada do .V" mteeedmte.

Destruio-u desífi-* a illusSo


Ao meel*rem-5« 8* Por™» f«'*®
Qu« cbegaodo-ie St tida* paternas Tiro«isran BC t, m. Monuto,
Lhes letou seus alentos aita«. Hl wm «im m «m M i9.
lfllf).

k ASSÍ1IBLIAIITTIKAIIA,

JORNAL DINSTRUCÇÃO.

(fPraprutaría, t lÀcímtlctrt — 53. 3. 0. ^lusirii.)

faUl4*«-w b «<hU* m iiliiMt. — etttdt-M dm U)«< 4— Sn. M.rUn., C«V«.i. da ('«Abra


Viu»» i|rtf»tit4, ru AkxinU n.* 1; J. *• •«»'•<<»» u <liU a." I; * Canilk ••
vaUil«. — Prv^w, |M iiwi ÍOI. Trimnlrr 4UX Srmr* Ir* MO. A MU liWO, A"iU» 40 rrj>.
A> wtb JirUktM * Rolvluri, • ra«l*U» m wu birlpl«i«, da Cnn^lu «4
• ^r«^« 4 Aletria. PabiicK*** litt«arva« r luiarm <1* K>M<ta«<iU» frnlit. Aiiuxm. Com-tpuMUaoat.
• (-«mmalraaiw iU ínirtr*. |i»Hi<ul»r » nb • U»ka.

O \ ITII, Ewi golpe* eruei» f|t»r tupportas


LA redobram do algos na cersuf
Oh ! ÍUit »J.>*IK»i! Comi F««tor»«!
Ri' * Prol» d* Kt«r»v ! Kii • Mcniii t Fim palhinhas... o Infante adorado.
Bocmi<
Ante o qual « ajoelham oa Reis!?...
AMOU COM AXOli AZ MOA. Dos Psitarea no* htninos lourado,
O que * lerra vem dar «era» leia!
Ji de Oorr« »iç<.*ai w e*malu
A eampiua que o gílo cobriu! Solte! Noite que a* trtoas doiraste
O <ord<iro ao» jíido* ji iaJta I Mais brilhante que um dia de Abril!
Que é 4o iumoo Uo Unte, e Uo frio. Quadro agrerie, internou, accalute
Dc Jt-sia o corpinho gentil!...
0u« é jo borror. que é da morte apparente
Km jue opprcuo jucvte Bethlcm 1 Natureza, respeitaria
l-wda Autora usomou Uo luseote Da ualureia o Senhor I
QuaUo a Noile Iwtro» também! E o» buroano» ultrajaram
O »eu Deu», e Saltador!
profundo nleocio da* tróva»
** coDfcrlc em cantares!... Oh! h» O que ( 'ra feJiciUr-no»
v°e ^ DW<< D0 *c'10 ** •'«*»»! • • • N'um Presepio quis nascer;
"lo {% Sol... Drro Estrella I... £» Jom! O quo para libertar-nos
Quii nem supplici» morrer!
É* o Filho do Eterno! 0 Messias.
v<*« «la Virgem mimosa rutceo! Eis a Cnu junto ao Presepio!...
*;* c>.mf>ud«» fiei* prcpheciaal... Eis a Crvs onde e»piroti!
atnsmos o Mwwiro gémeo! Olhai Geil... dessas chaga*
p Quanto tangue derramou!
.JT 09 l)raaoo* da terni »e exaltam
J r*«»f|orlad*t cm oogro furte; Eua Crat, aqoelle sangoe
f
( '««ooeetrte* as »idas a«*altam Sl» a t«t do Kedrmpter,
rrc
o sangue coo praol*I... <ju« dirI Que nos brtid» a cada in*tante
— Pagai amor com amocl —
Ofc martírio sublime! que sa porta*
«• eco abie! Inooceocia feliz ? D. A. G. Priica.
20
adoraçAo. l)o K«o da Virgem nu palha» poisou,
Exaltai |nnoi da terr»! A Gloria do Mundo. • bom iefci!
Exultai! vinde adoreeio» Que o* hf mrus ingrato», maldito*, sem dú,
A Jespí* Pilho d< Virgem Em breve chagada pregaram na Crnx!
Que oa»c:do nitro nó» temo»!
Tu xiite Senhora o fneto bemdito.
Jrscs que piri ulur-not Dai tuas entraoha» ferido e chagado:
Sua Gloria aniquilou. \o collo o tiveste, « o coito materno.
Já de llomom o sír tomando Do sangue de Cunisro, tambem foi banhijo;
Do» Có<rt 4 terra tonou!
To TMte »ea corpo té negro, e vermelho.
Do» Cfos j terra baixou Que o sangue, e torturas, icdoia outra «ir;
For fazer no«a ventura! iou pranto cahio na fridn ind aberta
Scj Natal nuratilW» Al lulis tó que julguem qual foi tua dúr.
Louve toda a crcatura 1
Tu viite wu corpo na terrn invoSer-se.
Ates, Mar, Bosques, c Rores, A falta choraste do filho adorado,
Lua. Estrella», Firmamento, Tu sempre o seguinte n acerba paixão,
Ao Scnbor bendirei talo». Té morto o seguinte a ser sepultado.
Louvai lio grande portento!
Omite teia nome no» lobio» bemdito»,
Quanto exUlo sobro a terra, Senhora que d«Vr tu alma aiviltou!
Quanto clLi pr«dm e cria. Que angustias erocis, teu peito opprimiram.
Todo pxaltc, adore. « lotno Só quando w» lábio» a vida esperou!
Jbw 1'iilio do .Maria.
Tu d4*te« exemplo, e as inib que te imitem
Vinde pois oh! poio* todo», Que o teu pilructnio ulo hado faltar-lbe*.
Correi cbeios de prat<*r, Que »ij:nia seus filhos, trabalhem pr a elk-f.
Viodo adorar murotri Que a Virgem Maria a mio hadc dar •lhes.
O Deos de imrr friso poder! D. Arroxi* L. Cimu k Tim,

Os eornc«c* oCcrloi-lta NOITES DE YOUNG.


Cora ternura e gralidAo,
Alo petcacs o doce fructo imitavAo.
De Uo rara K(dc:up;itf. Neste initante me oconli a voi rouqurnlm
Do gaito vigilante!... Foi o Eterno
F vó* Virgem Soberana Qurm o pti de atalaia junto ao homem,
Ho» Cea» e teria Senhora, A gritar-lhe de noite: — Alerta! Alerta!
Jlii de Deus, dos homens Mii, Filho do p>, nio durma»! Olha o» mije»!
SCde ua»a int«ice»*om 2 Erguc-te a revezar seu* hirr.no» sarros!
Todo o uoiverMi a I)m eitA patente !...
Hojai ao Filho Be® dito F.ltc tneviV.. mas ah... qulo triste e afllicto!...
De nós Idkt compaixão, O pranto em borbotue» me ronuod.i »» f«e$!
'• 1'fopicig ot olhos tixe HeM-naçao. valor, tudo bei perJido!...
ti» Forteguera Naçlo. E o homem que suecumtc acaso 6 homem ?...
I). M. ti, Kimua. Km pur imiura, ignoro a* Wi»» «everaa
Que aos impele a mísera exi»tc.ieb?
aisniTAvio. Mnl virginvo* i lur, »<»moi ligado»
Tre» veie» o Gallo cantando no» dii», Ao acóleo da dor!. • • O iroico meio
O frueto bemdito da Virgem natreo; De mau brandos tomar tanto» supplicios,
Mai pra remir-ocí, wlvar-ao» da culpa. E Wjmrmo-no* quando nos golpciim !...
Ai! ^ur.alai torturai! que d'Jrci Ktfrcol CCmIuiujJ MtIU J, S. CaiHT».
155
XAT.tL. oot que retirar-tx>» a ma eollaboraçllo *e I1i«
desobedecermos! quo não podemos deitar de
H r/gnrra * jtmaii dam la ma'-
mo d* Jacob: consentir na publicação deala seguiate cari*
Et toa r*fn* t/aura point d* An. cm ver» que no» dirige eoviaodo a sua poe-
ET. ok 8. LK. sia ao Nascimento dr Chmisto. E alo m
contentou só com a nrxva promessa de a pa-
SjItc eh dia venturo». Iilicar, obrigoa-uo* a ler cm voz alta este*
Que rccordis ura timttrio! louvores tillao* da M amizade! A tudo obe-
Ta revelas a verdade. decemos pela ra/lo expeadida ; nQo queremos
Revertida com império! privar r*ta folba da gloria dc ter na lista de
»(j«» eolULoradoras um génio Uo di-tiacto,
A* lagrima* cfuugMlc nem roubar a nosm leitores a saUifaç^o dc
Da mais nc,;ri escravidão t lerem suas poesia», Attcatas e«4as <«um» Uo
Que retvnlavam ui face», poderota* esperamos sc dignem raJetac os
b um foto cm tribulação! evceiios de boodada da Sr. StoeLler, c da
uo>*a cooiífceadcocia.
D'um píi\o Uo poro e crente A EttiAcroaa.
Na pihm do Senhor;
Que Ibc bradou « 6 clmgado ■
A Dctblera o Ut Jcrajilor. CMtT\.

.Minha boa e amiga AuSa.


— Que harmonia lio celcsle ? I
L> OBKCO O II,CU JtiLi!... Eu sou d Asxtnbk-a
A humildade etmuaodo A mais polireziobi.
Que cm ma «idi rclus!!... Pobre de for tuna.
IV «aber i»ew|uiu!ia I
Sim, ns^i-o o Rei dos Reis! For Htisfazcrte
Sim, naueo meu Salvador! Aw.fiom *frn par
Numa tio pobre poupada, Minha inerte Lyra
Mn* pobre quo a dum pastor!!.,. Te Tecbo «Tortar.
Releva seus erros.
Era o Senhor dTnircrao. Benigna os corrige.
Que trouxe uma dou Lei! Meus tremules vrúo*
1'ara litrarle Iirael Junto aos teus dirige.
l)'um colot>al a Iro: Rei! I... Tu és do Parnazo
Mura singular
F o Messias prometido. Quem teu Canto escuta
A tanto* scctos por Dk»! Mo ousa cantar.
A quero se eatolo o* lij moo*,
Toa Amiga sincera
Qve nltiio» u Ivrm aos cio»!...
M. M. Stucaui.
Salte oh dia magesfoto,
Qu» recordas um ravsterio!
íD-Daa raraRNBroc.
Revelando uma vrrdade,
Reieilid» com império t! A Wsmo !• ILLA 5E01A IL KL BILCCK '•
J. II. Atuunt Diitcu.
14
Drsnxibro IBI». Teodo estado rm Inglaterra, Franca, e Itá-
lia. regressei emílrn a Portugal. Chegando a
Lisboa, túo obstante a» attribuíaçOcs que «-
, F<M qoe no* impõe a E\.,n* Sr." D. 1
«ria Margarida Stock ler, oos<a peesaditsi- 00 N'a« minhas «iigm £ lulia ri «ti Irj-rod»
■"<» amiga, c mana, c tâo rigorosa Noada me- campo,Craitlnplrio de una pa«f«ui <iUU((n d*
aio laD-« de Hore»t«.
20 •
!06

tio me opprira'ans, um de nrui ptimeiros —Meu Deos?... serA rrivrl!... exel»-


cmdados fui procurar Inaiuia. Eocontrci-a... na Iruiiuia derraiiur«io jKtrrni algumii la-
ma* como!.,, I)ez nv sr» batiam decorrido grima* sobre a sorte áe mu marido: e V.
apenas. c *tti rosto parecia t>r visto p»>sar Ex.* como ainda s«in«?re*M pelo do tio» de
de/ invernos! Quanto podi« o desgosto! Per* um* infeliz tio peoxirai «o tumulo!
guoiet-lltc por Edgard; um n*> sei aeompa- —Apou i que a minha alTei(*o 6 serdn-
ehado de uma torrente d lagrima* foi a sua «leira. pura. de^mtrrcuuda! Outrora era um
única resposta ! Arrependi-uie de haver ma- amor desordenado. uma louca pertenço; a
pondo a* ferida* do mu cvraçJo. e cuidei em suo virtude, o mo amor por Edgard confun-
distrahil-a cootondo-lhe alguma couta do mui- díram-me; eoterveceo-mc o seu soíTrimento!
to que eu tioba visto. e sofírido f... Esta Eu me envergonhei de haver |>or algum mo-
narraçAo tal*et fosse um interessante episo- ! «Li pertcndtdo pertubar a sua unilo I... Sin-
dio; mas 6 circunstancia que pertencendo A lo convcrter-íC em sentimento* imis nobres
historia da minha sida, *e torna miranha aos todo o cr.ru amor: amizade. rompaixlo, o
amores delrminia. assumpto «leste Romance; Intimo desep de a ver feliz, eis os sentimen-
e por Unto dcllcs unicamente vou dar noti- tos qae de ha muito me aninum por V. Ex.*
cia* ao leitor. Eu também qnii ser berne; a virtude de V.
Ãs dez born« da manliBa de um dos pri- ti.' Mi um estimulo que me frr seguir o
roeiro* dias do mez de Fevereiro do anno de caminl-o da bnora. Observei todos os pa*«>s
1839» uma carruagem parou a porta da Quin- de seu marido; empenhei em favor de V.
la de N. S. da Caaceiçio. Quem *<*rá? disse Ex/ toda* as authoridades, e meus parente»
Irmioia sobrcsaltada, e como despertando seu dos quaes um aqui veio oflereeer-lhe sen*
espirito «lo mortal somno em que seus de*- serviços, o Marquez ••••. Nunca mais «ies-
gostos a haviam sepultado; —Quem «e lem- cantei! Apenas seu marido se retirou para
bri que vivo ainda ! l'm occulto presentimen- Gibraltar escrevi ao Cônsul porttigtaez que me
to lhe chamou i vida tolos os sentidos; m*i»- dês«< continuas novas daquelle homem; e eis
dou saber quem era. Um cavalheiro se apeou, a carta delle que acabo de receber, o a cer-
dizeodo que precisava muito fallar-lbe; en- tidâo. Assim podasse eu catrcgar-lhe a mão
Irou. e logo reiv.nUecemo» n'um joirn d* ±1 que outrora detejei aniquilar t...
a 25 »nr»cs aque.le que tanta» lagrima» «ler- —Ah! quanta virtude!... aonde estara
ramosi quando Irminia se sacramentou f elle? A esins palavras de Irminia o joveo
— Senhora, disse o mancebo, lembra-se baixou os olhos tristemente.
de uma» cartas, uns versos que n'outro tem- —Morreria elle. meu Deos! boda Irmi-
po recebeu de um Jovren misterioso qitr a a- ufa. Ab ! por compaixJo alma sensível, e *ir-
dorasa; e perteodia o seu amor?... que luosa, tire-me desta incerteza fatal. O que t
protestou revelar o seu nome quando tivosc (cito de Edgard ?... casou *.,. morreo ?...
a ventura do ser admittido A presença de V. —\Jo, Senhora; eo!oopjeceo — re>poode
Kx.* pois cil-o... s«u cu Augusto Augusto.
— O Senhor?!... brada Irminia erguen- j A estas palavras Irminia se lançou aos pés
ò>se. « q^e perteade de mira?! de Augusto implornodo-lhc a coaduti*s« ao
— A sua amirade, c que aeceite da* mi- seu amante — Ah 2 porque me esconderam
chás mios a sua mai^r felicidade... o seu c»U desgraça!... ter-se-hia evitado talvez!
resgate... seja cu o primeiro a aonunciar- Ergueo-se o mancebo, e tomando-a pelo
Uie que e*U livre... braço a coaduzio o Quinta de Santa Catb»-
—-Eu livrei... como assim!... riu*, mesmo defronte da Quinta oode Inni-
— Eis-abi a verdadeira certidio do abito nia habitava !
de seu ovando, morUi em Gibraltar dc uma Quando coo i a lese c« te. e pouco antes de
apoplexia fulminante, nio i esta certidio perder o uso da razto, quiz Edgard csco!ber
•pUal á que o Major lhe «rtviou, e que lhe aquclla babstaçlo, Icmbraado-se talvex que a
roubou para não se descobrir a sua maldode. sua amante voltaria a residir na Quinta da
Esta élegal, comovi, reconhecida pclus nos- Concciçlo!... e nlto o enganou o eoraçJof
ms autboriiades. i Poucos dt» depois dalli estar comcçcu a
157
•fiíBur. teado perdido o «omno e a vontaá' palavras unutdo-a ao ício colria-lhe as mios.
de comer; «tubvío ioda e (jualquer coetps- c as f*(M da ari«atÍMÍmo« beijos.
liLio, que parecia aborrecer; bufando a .->- Irminia eatJo lhe pedio qi« o attenJes^e;
hil3o, c terminando emfim cm loucura foc- e efle a escutou cotno 10 «tivesse cm p-r-
»al que cin brese se torcu furi >sa f O »eu fcilo juízo.
LonrnJo ami^o o Padre J • • • • nJo o quit Di*»e-lbe Irminia que ella «ra jl lítre; o
abjtujtnar, nem CCfi$ea(io que O tirasvm do <]oe elie ifafli bana sahir pira tua compa-
lagar <i'i* Edgard elegera. Manfou luvar nhia, para nanea mai( »e separarem.
dois hábeis enfermeiros; mas era impossível — Sim, sim, respoode Edgard «rgtaeodo-
convr»al-o wlto: dc modo que foi preriio se, tntaando-a r*l» braço, o tentando sahir
mandar j»Jr grades dc feiro na sala oode o sem cbapéo, Irminia Ibe pooiicrou que pre-
desgraçado previstia, cisara licença do Mrdúo.
Aa»im encarcerado o foi encontrar Irmi- — Licença!... para que? pari ir com
aia! duvidaram permUtir-llsc a entrada; mu minha Esposa f... Ora esta ?... duendo isto
tila, e Augusto pediram lauto ao Padre J • • • • perteadia sahir do quarto. Augusto appare-
T** este cooaratio finalmente que: li minta ceo com os eufermcimi. Edgard mfureeeo-
WlraM*. ficando todo* prevenidos pra soc- »e ao ser Augusto, forcado gs<to« de dese*-
corrcl-a quando necessário fosse. pcraçío, p:in'ni socegou quando Irminia Ibe
Estava o infeliz escrevendo na parede aos «Jiwe que fiVra elle qoetn alti o trouxera. O
tersos; o semblante abatido, c magoado; os Padre J • • • rtlavj sattafeiliisimo, e todos
oibos espontados; a cór polida, os cabello» esperaodo que Edpni recobrasse a rarl», es-
em desordem, e o xrituano raspado 1... Ir- Iteravam aociu^M o dia seguinte (vara consul-
minia eorrro a eDc griUndu — Edgard. ob! tar o Medico. Itmiaia pastou a noite janto
meu Edgard... abruçaado-o desfeita cm la- ao seo amante, o este em tal placidez quo
grimas. Culparam todos o imprudente trans- •t* os eaferaseiros a qoem elfa brindou com
porte do amor dctrmmia, rrceiando qu« Ed- alguns pinto», foram dornsir desc-iaç^ados.
gard se enfurecesse: e tivefce a pobre Sr* Ao amanhecer vieram saber do doente, e
de pagar caro a sua confiança; mas o que traior-lhe um caldo. Edgard tiolia dormido
*contccco ? O enferma no «ui ir aquelU toi algumas boras, o acordado com as feifdes mais
larga o lapi», toíta o rosto, encara attento ao natural.
pira Irminii. e brada com toda a força da Augusto, o Padre J • ♦ •, e o Medico en-
'tia tot — Irmínia!,.. E apertaado-a nos traram ; Edgard ao ul-us se («rturbou, e
1*>Ç0* cabe snfTocado «obre a marquem em segurou Irminia; ota pnr^m o tnnquillisou
S0* dormia, cobriod»-te de um suor fr<o, e dicendo que eram amigus. O Mctlico exami-
qaasi sem alrnio. Arodiratn-lhe com csprri- nando o doente coaheceo que dava toda a es-
*•» que lhe animassem os sentido*; e logo perança da melhora, e consecitio em que fos-
Tje tornou a si todos se retiraram, menos se com a sua amante qoo era de certo o me-
''minia. lhor riiTertnrirn, e « unira Medicina para tal
Edgard olha cm roda de si, e di/: enfermidade. Irminia f«dio a todo* que ap
. -— Iraiiitia. Irminia!... E* to, ou a tua parecessem: e grata se d«pedio levando pa-
*i*lo Anjo adorado f... ra sua casa o seo amante <>ue em pouco tem-
— Sou eu, respoodro-lhe ella ; a tua arnao- po se achou inteiramente bom, e crendo um
a tua Esposa... innho tudo quanto solTreo I Foi preciso com-
— Esposa!... ah !... diz Edgard soltan- tudo um tratamento muito delicado para ven-
do um borriic! grito dc dcsesperaçflo, e clle? cer n extrema debilidade cm quo estava : mas
•lucile DragSo infernal que te amarou de fdirmeate I)ei.* petmittio que os desvelos do
ftcu« braços?... dmasle-o pnra me arom- Irminin rrstit jissem ao leu amante o que o
Rnlior aqui 01 sepultura ? Sim. deixa-»* vi- seu amor lhe batia roubado! A radof...
lè ao Mundo, e oôs aqui no tumulo eter- o maior bem que pgsiuitnas na terra!
'•«meote unidos!... Agora venha eile.., ve-
todo» o* exercito* da Ituisia... r.So
cociegvirio dividir-no* f... Acabadas estas D. A. G. 1'vttca.
158
A TK^DKIBt DK PLtllOlTH. do* <k re.tirici me faltam. Nâo reeeho di-
olirirvi tin tre> meies e estou a tratada n» pa-
gamento da ea«a— que Ibe heide faier?
A TcnJeira voltou ii suai qceupiçú« de — Aotes de responder a esta pergunta,
co«lutne, que eram dr medir autucar c outros observou a Tendeira, ea lhe vou dirigir ou-
generot, mu pio Uo dextra como do covtu- tra : Quem t- a seuhora! £ realiue ite casa-
irp, for se achar prcoccupada com o amjtn- da ? Mo a quero olíeoder, mas tenciono ser-
pto sobre o qual • telha Davies aeabaia de (hc útil. poiv nlo foi uma vl «uriotidade que
conversar, porque cila tinha paixlo peia jó- me trouxe aqui.
veu QryulhcM e procurara um meio para llie A />ven sorrio-se e respoadeo: — A cer-
poder Kr otit: por <\*v>cguiale o seu génio tidão do meu casamento estA naquella caiw.
cocnpadeeiio ulo Ific doo desca&ço o te lei Sou a cip>>.« legilimn dc AoJrê W allacc.sc-
tu lido os d</« aviarei da casa acode morava guudo cubmtJtiJialo do oatio trine ezd ha-
■ jot-so drjcoohcciJa. Ilatrodo levemente uM, c.to d:itino foi A Índia, e meu pai be
jvrio, uma triste velha que servu do ciiter- nobre.
mc.ia. veio abrir. — Vejamov, diííe a mulher entendida ,
— Peço. roinhi Setdwra, queira desculpar qunodo a jeveu lha entregava as suai chaves.
a confiança que tomo, disse cila logo. clic- Depois de ter exnrainido o documento com
g^oilo-jc pira a cama. roas desejava Uolo a tiuii vigilante atten^o, tornou-o a pjr no
ver o menino. seu lugar, accrcscentando: — Esloa satisfei-
A pten, que «Uva etxoslaJj em cima da ta, e agora repelira o que ji diste, isto
canta. conheceu quem lhe (aliava masdeo que a -Senhora mc latcressa o mais possiveU
signal de ccointimeuto. atrever me-bei a perguntar-lhe quaato deve?
— Eu, rainha Senhora, tou a Tendeira da — Nada mais do que libra e meia. rcs*
«quina, di«*e a boa crcatura, c venho uber pondeo a joven.
di miaba fregueia. admirando muito nlo a — K tá bum I disse a Tesdcira, e depois
ler vitto la taolo tempo, c quando chegou de ter reflectido um pouco, c««linuou awnu :
j iutii ao leito j decote deo-lbe a itJo. — I «ul:a animo, minha menina ; eu voltarei
— I *tu 6 ter demasiada Uw»d.idc. rrvpon» ámariM, o »e tw> intervallo peeciaa de algu-
deo a javcD com uma voi fraca, agradeço- ma cou-a, pvle-o mandar hu>ear porque lho
Ihe muito, «... farri crc>lito. Nlo falle, citeja socegada. Ora
— Nlo falle, «lo fal!e, diive a Teodeiru, pois, enfermeira tenha tomar conta na mui
em quanto Ike levantavam uma dobra da co- doente, di se cila i iufelix creatura que es-
berta pira movlrar o menino que dormia. tava fura da porta.
Que Lella criança! Oh ' que formosura. Ni o A Tendcira despedio-se da joven mài, e
pode Íítci id>-J, minha seuLora. quanto cu raetteo uma pc^a dc prata na oito da enfer-
gesto destes aujiobos; cltcs precisam (auto meira que.n olumiava pela eteada.
de Dt>! Quanto o pai deie «'.ar Miivfc.lt>. Conforme A promessa que tinha feito, dia
— Nunca o vio. respoodeo a jovru; tUà foi no dia seguinte k casa de sua visinha c
embarcado, e provavelmente do índia oesU lhe disse: — Nâo acho sr." Wallace que ev-
occasiio. teja tanto 4 sua voutade nestu ap-»ento co-
—CoiUda I di*« a Tcodcira, depois, fal* nto eu o desejara, e trabo pensado que the
lindo de rugaiinho, mande a eofermetra em- poderia arranjar um caatiako ns intidia ea-j.
bora. Que Ibe parece ?
A d'xutc obodçceo e a enfermeira babio — Nío tenho dinheiro, n-spo&deo a sr."
do quarto. Wallace, senlo acceitaria cv«i muito gosto
— Queira-aio perdoar, minha senhora. nv> unia olíeitn Uo grata.
<-i lambem fui i»3i, c sei por cjpericoeia — .Nâo tem dinheiro; quvl 1 Utoria! O
que um lie lio menino coino aqurllc carece «m ourido « responsarei '«Jo, e estou
de muito alimento. É necessário que coma bciu certa que clle bade voltar carregado de
koOieiroleincote, ou hade perder a sua Mude. ouro. Pois dí-rnn attein;! j ; cu vou pi^ar tu*
— Hm o s«i, rcijwodeo a mli, mos to- do, e te o papA ulo voltar, caUo ficarei com
150
o pequenito pnrs «aldar a» ccnU?; e a ex- mait dípreíM craitieceri a vantagem que Icm.
cellcnte nmllicr m-io com Unto -oito di Sc so<il<uc coma me dfixaram tio só, sem
•ua própria prnptHÍçSo qtic deo hastxnte aoi- apoio, c como dieta de animo e de energia
»o 1 tuo pr.)tcsi.ii para aeecitar o contracto. cu venn todos o» obstáculos; olhe para mim
O ocgoeb ficou bem depressa rooduido, agora. Estou ã te*t» <1* um bom cooinsercio.
0
' rcoduiu Imc tanto cuidado dt iimbom com um armarem bem reohrad.t, do quengo
bosp<*J», qce ella ofk> tardou a stíiir do quar- devo riaái a ninguém, e di-raais a mais te-
to, inl» ler com a jotul doou d* rax, cujo «lv» é peita boas peeas de ouro. Façaaibra
génio divertido ccmm-joicava-tc tanto. que a c eu Hia venderei, saiba M-mpre qoe he bom
"• Wallace declarou que havia muito que ler mai» dc uma corda ao arco; pois mtlo
dia dío sc «Mia tio boa e tio feliz como animo.
«tio. fOm/biila.)
A Tendeira nlo «u* mente das boa»
<*u»as do mtindo. ma» também tínlia muito» D. O. A.
ifleios pari ac alcançar, e teve prar.de ruida-
do que ulo falta»3« wda A Ma joten boa»
peda. ao Pt nf.tro, r. em cevectal aos Se».
Ainda que suas express&c» fo*»em triliões, ASSIGNA.NTES ni>TE JORNAL,
a franqueza í a bondade st fatiam realçar,
a ponto <|«e quando a joven senhora lhe fat- Sladame C. d'Aiklrada, outrora Directora
iara no que Ih» devia. Mia excelh-nte creo- do Jornal Francei — l/Aheill — e boje C»!-
lufa lhe respendia sempre, qu.« mui looge de labóradura do Jornal que redigimos; couslron»
lb«í «or ohriipada. era dln qce tinha lucrado gida a tiver «'um retiro por tuas tristíssima»
tom eslo arranjo, e que e»p*r»v» bra ter circum»ta«cia» na falia de suas DiscipuJa» que
paga roa» mura por aquilln que tinha feito. «e retiraram do CoUegio que esla Seahura di-
À força de ouvir icpctir e»la* »s*ever»ç v« a "fi''» ® qual »e extingui» por ter cabido gra-
jorcti hospeda persuadia-se que ella fazia uma vemente enferma a ma Directora; Madame
mertô k »ui graciosa «lona de c*v». Ella n!>o C. d Andrada gmuo superior, dotada de mui-
pca<-a«a senlo que eoi breve leria o gtnlo de lat prendas enlre a* quaes realça a arte tu-
ajrçveotar xx» liUw a s<u esposo, cuja solta blime da Musica, ticlima de ura acerbo des-
M esperava todo» os dia». gosto domestico havia-se deixado p>ssuir lan-
— Deos be grande, dizia a Tendei». «» a lo do seu scfltinculo que tuccumhio. e coti-
wperai»,*a olo deixa de ser uma bon c*iumi ; •iervou por muito tempo abatido ® K*u gtari-
I#
«» <ki«-o.c lhe dar ama palavra. rainha de e»pmio f... Ao brado da Itedactora da
«comi; bem sc ví qu/> cstts marinhas ntm- Aaaembl^a lutterana ídvociuiJo sociplade
C4
»« emjnrgaram ^ni obras grosseiras, mas as Damas de espirito para oraareni com «eus
'S°ta qur o menino crwce. e que via saúde escripto* • nos«a littrratura. mjtue-se este gé-
'• «ais vi^orovj, julgoter-lhe preparado aquil- nio e dispetla como de um profuso lethar-
que « drve toroar independente. Eu beta p> i voz attça, que a duma á vida lititra-
*ejo o que pide fazer cotn a agulha e leni» ria, & cvúlcaci» mais glorino !... O seu no-
qi** «>*<► ganharia pouco dinheiro, ÍCCJ-me toro» a appari^cer!... r sio as coluana»
'"tsíe disposta pora i»y>. dii iioslSo Jornii que tem a satisfação de « re-
—- Eu faret toio quanto Plr do meu »l- corò ir «o publico; porque visto este nome o
"•ce, pira Ibe i«"flrw a minha gralid&o. seu mérito nío hado esquecer. .Madame An-
«*"o a sr.4 Wallace. drada apparere lambem implorando a protec-
— Nlo se trata disso, minha filha: cu ção dos benemerilos Cavalheiros, c nobre» Da-
''*o nve occupo açora sccAo dos vetis próprios mas Portugurn.» para a auxiliarem nt ie<o-
Wercwes, e dc modo algum dos meu*: pois luçio que tomou de oferecer um Concerto
freio qtio poderá fazer uma quantidade dc cum o» Auspicio» do Nobre Duque de Pal-
taahana» qu« 9c tendera pt* bom preço. mei!* qoe leve a georrosidade dc Ibe fran-
— Ma» cu u*da cu tem Io de comuicrcio. quear para e»t fim uma de suis salas no «eu
— Tcior j quinto irais ccdo principiar, Palacio «o CaUsarii; c dos Ex.*1®' Sr». Coa-
160

do do Farreio. Conde <3c Linliarc* D Ro- BiBUOftitAPixiA.


drgo. Visconde d* Carreira. e mais Cava-
lheiro*. e Damas que Uode acompanbal-a i»o ArvotToiímos guues o* Historis do
mrais GoctrUi, i»ia como o Sr. CatcU Amico r. novo Tísr\Mt>To ele. Por Joio
que também executará no seu Fío/onerí/o al- Tcdcsehi Lisboa. Preço 120 is. Veodc-ve m
gumas Pn«. Das Senhoras que terto a sa- loja dc Lwado, Rua Augusta tu* 8. e em
de concrrfTtr a e»te brilhante Con- casa do avetor, Rua das Freiras Selesias. em
certo. ô a Ex.,B* Sr.* Onill cantora sublime Betem.
unia d u qtae w r<pera conteria com soa roz Esta obra t5o ntil. e indispensável 1 Mo-
angélica rm prauo a tala onde terá lugar cidade merece a attençlo de todos os chefe»
tio riistincta reunião. E nem uma Senhora da de família, e mais pessoas encarregadas da
qunlidade, e do mérito de Madame Andrada instnxçllo primaria ; e o Sr. Tedesehi lem
«teria esperar menos da elevaçfio de senti- jus aos maiores elogios por este importantís-
mentos que earacterita as alraaa bem forma- simo serrão que acaba de prestar à Socie-
das. dade, oferecendo a nossos inaocentes Compa-
Nós imploramos ao Pablico, e a nossos As- triotas um meio í*cil d>* conbscer a Historia
signaates especialmente, a tai protecção em que mais convém estudar: pois é aquella que
favor desta Senliora tio digna de contempla- no* iastnie na Religilo que professamos, e
çjo. Sendo aliá* um deter salvar dos naufra- em que se deve buscar, e firaur a moral pu-
gii* da Tida uma pensoa que por seus talcn- blica.
tu p>de ser muito ctlil a Nsctedade. Esta np'.«au!o deve ser protegido, e re-
O Concerto é a IS de Janeiro pelas 8 ho- commendado. 0 pensamento que origino* es-
ras da DOtlf. A Kiuanu. ta publicação roda o* nobres sentimentos do
sen aoctor. que por tantas razões se consti*
tue digno «la estima, e eoowderaçJo do pu-
DESASTRE. blico.

In» caso desastroso ultimamente aconteci-


do nos excita a compaixfto, e a suppJicannos Jocn.Tsr — Fpssodin de Mr. de I smarlinr,
tado o cuidado, e vigítancia para prevenir as publicado por J. E. da SiUa de Meadeaça, o
fataes consequências que resultam do abuso traduiido peta Sr.* |). Maria José da Silva
em que «tio algumas mulheres sem <wtrog Canuto. Vcnde-se v assi^ua-so ca Rua Au-
conhecimentos altra daquelles que a pratica gusta d.** I. 2. .% 8, «188.
lhe* confere, de irem a«aistir como Parteiras Preço pua o* Sr*. A»»ignaate* 200 rs. por
ató em occ«<iAo de partos difEceis! volume. — Avulso 210 rs. Contém semente
A Ex.*** Sr.* D. Maria Margarida, Con- 2 volames.
sorte do Sr. Diogo Fa Ido Aranha, tose um O nome do Anclor deixa conhecer o mé-
Menino de 7 meu* no du 2 d® corrente mer, rito da obra; mas o nome da Traductora mui-
sendo am sikccmo Uo custoso que logo de- to recoinraendavtl a terna aos nossos Compa-
pois foi Sacramentada, e Ungida : o pai do triotas : i «.ma Senhora já por seus talentos
rcccm-nascido querendo ter seu filho que es- muito conhecida, e digna de toda a contem*
tava j* pc-vado peta Comadre, e deitado, tio plaçio: uma Senhora que tem consagrado
o Menino muilo branco, e sem movimento; seus dias à educado de Menina* l 'e tem a
tomou-o nos braços! e citava o iimoceiíle frio, seu cargo n"qm Collegio de qoo à Directora;
e com os toeiro» n»np()os em sangue!... c «uai noites cm vigílias cujo retaliado tio
foi-se chamar de proanpto ura Facultativo, cm honra d* nosw litteratura. Por essa ra-
porrm debalde ** «rmpeegaram todos os es- tio; e por *er nw«a prezada Colaboradora
forço*, que a criaria falocoo »cis horas e meia recommendamo* cspecivlmcnte nio su esta,
depfri» de nasci d"; e úto p-r falta de intel- mas todas as obras da Sr.* Canuto.
ligraci», Jc cuidado, d* caridade da Coma-
dre que lhe alou bem o crabigo! A ali
t»r«»»*Mi» »l t. B. «uiiitoo,
experimenta mclb«xa*- Hl M WH» m •**•« ^ • 1#.
is.»o. m nEiío »a

A ASSEIBLIA LITTERARIA,

JORNAL DINSTRUCÇÀO.

(íPro^rUtnri», e ftctartc?» - 3D. 3. 0. jputUit.)

PaUitirw ha to4<M m — Aialj;»-», * rm4c-w nat UJm 4a* Sr». Matliat, Cilrali ai» Cori Lm
t\ aan Vlnt llnriqim, rua «.* 15 J. P. lai«4<>, aa 4ila ».• S ; r CtnaU» M
tWad*. — frrvs p" io»« !«>. Trima.tr» 4M1. Inw.lrr WH). Aaau lrT«0. A.uU M rn.,
A» rwiniaiwailaaicia» ter>a 4lrl(Mn a HdWtaf», r rgtial» a» «m Ihrlftorla, roa da fuatHcb »,* M
*• AU-iría.«Irr..|.li.a«..W»
* luuualtaM llltrraria*10a rtu
lalrtnir piUculu aanuxU
a Uaha.dr K^mt«ulm A»aaa>i<». "

A i>vrui í\\o nus ritix in:«. da riqueza de que s3o administrado-


_y
res Se reflectirmos bem no emblema
L« geralmente conhecido que *o a ins- que distingue os Keis, notaremos que
trucçáo e conveniente aos povos; aos o sceptro prendo a dextra que o sus*
Rei» é indispensável: os povoa dcveai lenia ! ... 1?, o diadema não permitte
inslruir-*c para conhecerem Ioda a que w» mova livremente a fronte quo
cxlrnçAo do kui devores, csuas con- o cinge! ... O Kei é menos livre que
veniências, para saberem obedecer ás o povo: isto é um axioma.
lei#, amar, o respeitar «eus Soberanos; A elevação do I hrono, a grandeza
e a e»ies para cumprirem o .sagrado dos palacios, correspondo ã elevarão
encardo que Dcos lhes confiou; para do Real encargo; á grandeza de suas
saberem mandar, e fazerem-se amar responsabilidades; o a consciência su-
dos mjus Mibditos. Aií daquelle que geiía a táo grande pezo tem de sotirer
tom de obedecer a quem n;lo sabe muito para se conservar illcsa I
•nandar !... ma* ai lambem do que Kis os motivos porque a instrucç.ío
*>3o conhece os meios do governar a rios 1'rincipes A indispensável, para o
grande família de que ó chefe!.., Os bem estar da Nação, o do sou C hefe;
encargos dente são oainais graves ; sua e com ludo não ó lio commum que
responsabilidade ó Iremenda! Obede- deixemos de apreciar, e admirar o Kei
cer a um mando justo, c suave, óinui que dá a aeus filhos a melhor inslruc»
ucil! O súbdito de um bom Rei é ção! louvores por tanto «o consagrem
feliz que o mesmo liei (quando aus I rincipes quo no meio de tantas
° v»l sentimento de ambição não se grandezas, e distracções amam a ap»
®PP<ic á sua felicidade) a sua sorto plicação as Scienciaa, e ás Artes;
* comparada com a «orle de um filho principiam a fazor-*e amar do seu po»
•utfeiio ao mando de um bom pai que vo dando a todos um exemplo eflicaz,
*°licilo proporciona a seus filhos uma e esperanças de felicitar um dia ater-
**"slcncia iranquilla, ditosa, Jivre de ra que o» tio nascer, c copos destinos
'e*pontabilidade! O bom filho ama, o Céo lhes tem confiado. Nós hoje as-
««••ja a conservação da vida de seu sim o cumprimos !...
P*n i o só o filho cego de ambiçjlo an-
Nós que na» coluronas deste Jornal
^•a por perder seu pai, entendendo
não lemos duvidado moleslar oorgulho
r uma fortuna o mandar, o dispòr
aristocrata mostrando a nenhuma con-
21
162

aideraçSo que nos mereça a nobreza iguaes, são todos nossos amigos!...
■um instrucçào, e «cm virtude; e of- Sim, porque a philosophia nos torna
fertando coròas ao mérito diquelles sobranceiras a todas as quimeras do
quo embora nascessem cm humilde Mundo, e porque Doo* se dignou dis-
choça lem-so engrandecido por «cus linguir-wrt com um titulo que só elle
talentos. Nó# quo na infância acalen- pôde conferir, c quo o« homens não
tadas cm berço do oiro brincámos com podem roubar.
o* Príncipe*, e junto ao Throno vimos Já so vò que a pessoa que assim
nossos pais, o maridos coberto* de hon- pensa nito liga a sua razão a terrenas
rosas dislincçõc*; e do improviso tam- considerações; vive do génio, vive da
bém vimos esvaece rem-so ou sonhos verdade, e o gemo, a verdade respira
de grandeza, e n'um terremoto politi- em todas as suas acções! Por isso mes-
co desabar sobre nós o edifício que mo não duvidaromoa nunca escrever
encerrava toda a nossa fortuna !... o que a nossa razão nos dictar, certas
As honras funeraes devidas ao no- do que todos tem direito, o motivo do
bre ancião, ao general dislincto por censurar os defeitos do nosso enten-
mais do meio século de gloriosos ser- dimento; roas duvidar da pureza de
viços, vimos substituídos pelo mesto uossas intenções seria grande injusti-
acompanhamento du alguns amigos ça ! Quem u»a a franqueza que nós
lieis cujas lagrimas regaram a sepul- lemos por divisa, está ao abrigo de
tura daqucllo que tendo consagrado qualquer injusta supposiçjlo; e é con-
seus dias, o seus bens á terra que não fiando em missa própria consciência
era sua, mas que prezou como sua, que nunca exilamos em dar louvores
util a lodos, e bom para todos.'... tanto aos pequenos que se fazem gran-
perecer victima resignada!... des, quanto aos grandes que se ele-
Ah ! ... para escrever neste dolo- vam além da sua grandeza! Tudo
roso assumpto... para resistir ao sen- 3uanfo havemos dito ó uma satisfação
timento quo esta recordação aviva, é ada a nós mesmas, que o publico não
quo não tomos forças!... Convém exigia talvez; porém temos a cons-
lançar um véo do morto sobro o qua- ciência escrupolosa do mais em certos
dro fatal, não dos destroços da nossa pontos !... Será o orgulho, talvez,
fortuna, mas dos ultimo» dias do nos- iilho do génio, que so revolta com a
so honradíssimo pai! idéa de quo houvesse alguém que in-
Enós!... sobrevivemos 1... n.Io terpretado mal o sentido do nossas
dos deixámos esmagar do pezo das expressões; e a um justo louvor (só
adversidades; o dando a natureza o pela circunstancia do ser dirigido a
que e da natureza, lagrimas dolorosas um grande) chamasse adulação 2 Con-
ás cinzas do nossos pai», maridos, e cluamos pois, que 6 tempo, oslo dis-
irmãos, quo junto a nós succumbiram, curso, dando a nossos leitores uma
erguemos d'entrc a» ruínas a fronte, agradavcl noticia; o ofertando em
e nos sorrimos ao ver substituído o véspera de Kci* justos incenso* i SS.
berço dc oiro da infancia pelo esqui- A A. os Príncipe» D. Pm»«o, © D.
fe da Misericórdia! Luiz pelo progresso do seus estudos^
Finalmente resuscilou o nome que e pelo bem que desempenharam o#
ombaldo os homens injustos lentaram exercícios que lizeram dos conheci*
involver no p6 revivo em nós! Ho- mentos adquiridos durante um anno
je em vez de um palácio temos uma do seus estudos. Os exercícios forain
pobre choupana ; temo» o Céo;... em presença de seus Augustos Pais,
temos o Universo em que vivemos, e para quo estes jiodessem formar uni
a companhia dos grandes, e peque- (uizo seguro de seu aprovei (amento.
no* ! sdo lodos nossos irmãos, e nossos Versou aqucllo exercício na traduc*
103

ç4o da vários auctores latinos, ingle- Tavares coro os merecidas elogios a mos ta-
ses, 9 franccse»; e na apresentação leclo», e ú dignidade com que se porta como
de themas compostos, ou alli mesmo Parocbo; agora tambem direaio* qne foi mui-
executados, na» mesmas línguas. So- to aceitada a cleiçJo quo deite (iteram pora
guiram-*e interrogações de Geogra- membro do Gomei ho Geral d« Beacftccocia;
phia, o dc Historia, a quo SS. A A. |>or quaato o Sr. Talares une a wu« graode»
responderam; e terminou o exercício conhecimentos, c longa prática, um aaiiuo
pela «xecuçilo do varia» j>c<;a» domu- |K>r natureia bemfaicjo, activo, zrkto, c pre-
sica no piano. t.dente; .abenvo» que slo amplíssimas as ideai
A educaçAo d ca t ca Príncipes é «em do Sr. lavares cm fator dos indigentes; ma»
dúvida louvável! Seus Augusto» Pais tambem sabemos pelo mesmo Sr. Tarares, t
disvelam-ae em tornnl-os dignos Prín- por conhecimento que lamo» da» priaoas de
cipes de uma Naçào briosa 1 Religião, que se compúe o actual Conselho Geral d«
e moral tem-lhea formadoosespirilo»; Urorficeocia que rorrccem toda a coaGança,
"ciências, e bella* artes os vdo apor- e todo o elogio pelo que tem já feito.
friçoando. Sflo admiraveia estes Me- A Comniiu^o nomeada pira ccofccctooar
ninos pela sua applicaçfto aos e*tudo« ; o plano de eitiiKçlo da mendicidade, é com-
»io respeitosos e submissos a seus Au- po»ta do» llrrabro» seguintes
gustos Pais ; dóceis onttenciosos para
com seus Mestres; o corte zoa. «liá- Os Srs.
veis para com o povo. A escolha de Coode da Kedoodo. Vice-Prcidente do Con-
seus Mestre* foi excedente; Cavalhei- telho.
ros todo* do reconhecida probidade, Coada de Lavradio.
e grandea conhecimento*. Ao Sr. Vis- Jv$é ItidiKn Guedes.
conde da Carreira cabe a gloria do oc José Lourenco da I^r.
dirigir; e merece os mais sinceros Jwí Jacioto Tavaro.
elogios pelo disvclo que emprega na
instrucrilo dos Príncipes. Todos estes nomes slo Uo conhecidos, e
O Senhor D. Fr.nNANoo amador das considerados que basta publical-os para jus-
Artes, e Sciencias deseja velas pros- tificarmos a coofkoaç» que lemos aa intelli-
perar no seio do Sua Kcal Família! gcocia. rectidão, e nobres sentimentos de hu-
Honra lhe seja feita ! Ix>uvor aos Heis manidade que distinguem aquclles Cavalhei-
que sabem guiar seus Filhos peia es- ros. Nfto lembramos por taato o que sabemos
trada civilizadora da illustração que oJn Ibe* esquece!... roaa t o novo corifAo
devo conduzil-os um dia á gloriuaa nem no» mote a implorar todo o favor, to-
Iminor tal idade. a a protidebcia, a maior urgeoda, pora sal-
D. A. G. Fitirn. var das garras da indigência tantas victimos
que perecem como silenciosas ovelhas 1 Nio
adtogamos a causa dos que sabem pedir...
Publicamos o vguiote artigo do Sr. Lo- esses e»Uo patentes ás aulboridades; estes
,l
° Q- "• de Faria Acerca do Conselho Ge- faiem-s* lembrar com soas descompassada»
"I dc Beoelireccia: escripio que muito agra- caatilenit pelas rui»; com sims súpptica» im-
rmos, «louvo moa; por quanto * cite um portuna»; parque a ioda tem forças pua can-
*k»uropto digoo de toda a consideraçio. e so- tar; tem o costume; tem resolução de ap-
*** o qual liohamos trocionado direr algum» parecer. embora cobertas de andrajos, das-
despertando a altençlo pública; o Sr. calçot, ou nús!... Mo pedimos por quem
'•o®* lo pretenio nosso* desejo», c mcllwr do •abe pedir; pedimos, sollicitamoi a mais sé-
***• « hriamoa expende raràe» que sente ria atteoçlo do Conselho em favor de taatai
l*dcm j«»tamcnlr (^oinrinr. família» mfeliies, c honrada* quo por mil re-
J Jlirm9®®» quanto dii em respeito ao Sr. veres na vida, cxluusto» de meios de subsis-
J* Tavares. Ji cm MMM cscnpto» tracia. veadem aoa Ferro»-» rlhos att a ulti-
VCM
® ,c®°> menciooido o Dome do Sr. ma cobcrtqr* dr se«» membros!,,. a cama
SI •
10 i

onde « laço» membro» descantavam... e por Entre efe, é objecto, que deve merecer
fiou vexadas, e opprimkla* de miséria. e de grande attrnç&o, e a que i indispensável dar
angustia fenecem entre quatro parede* sem incremento.
um soceorro I.. porque nem animo, nem for- Com o fim de se satisfazer a «ta neceisi-
ça» tem de o pedir 1 Oh! a quantas desta» dade, crooj.se em 18IS, um Cooaolbo Ge-
victima» temos prestado nosw fraquíssimo ral de Beoeficcftna, com attribuiçóe» amplas,
apoio!... Quantas veies caM mruno Sr. Ti- sugeitando<lhe todos oa etlabelecimonUi» de
vare?, o outro* alma» generosas tem jantado beaeficencu do reino e lUta* adjacentes.
ao ootao insignificante auxilio a» wn O Conselho Geral d* Beoeficencia, na pri-
*as esmolas para conservar algas* d»®* de meira época da sua eiisttocia, apresentou-sc
oxisteoeia a |>es»o»» honestai, c recolhida» com o aspecto de s« elevar t altura a que o
(e algum»» nem sta d* Freguezia «lo Sr. Ta- decreto da sua instituição tinba em vista ía
vares) I Oco* no* lem proporcionado ai ocea- zel-o chegar, em prescoça di reconhecida ne-
siie* do ler noticia» destas dc>graça» para cessidade d« se prover de remédio, sobre os
advogarmos hoje a causa do» ente* mni» des- grandes males que a miséria acarreta sobre a
valido*! Quanta» |>obres ctcanciolia* gemem sociedade.
tremendo de frio, aociando de fraquera, se- A activiUdc com qac sc apresentou o Con-
pultada» em «ida no* lúgubre* cubículo» de selho. o o» serviços que principiou a faicr,
um subterrâneo, cu de uma trapeira! quan- foi tudo devido oo reío verdadeiramente fi-
tas attim morrem, ou quanta» espiram ate lantrópico, que tanto distiaguio, um do seu»,
nos peitos, ou nas entranhas de sua» mlis primeiros membros, o Sr. Soares Franco, que
quo perdendo as força» com o okkim do tra- ató ao lim da sua esUtencia nlo deixou de
balho. c falta de alimento suecttmbem, • com consagrar ao Cwuellso incessantes cuidados e
ellas o» mivcro* inisocente», »« è que ante* desvelo*.
oio as vêem acabar !... O Sr. Soure* Frasco, era só ao empenho
K*U> quadro è horrível, ma* aâo exagge- dc ver Iciantado um edifício à Beocficencia
radol Faça-tc em Portugal como nos outro» Publica I — Era só, a suu morte iofeljxmentc
assim o provou, porque ntè ha pouco o Con-
paires da Europa civilisada faa a policia. K\n-
minem-M! com attençlo todos o* individuo» selho jazeu n um profundo Mliargo, do qual
do eada Fregueria; ioquira-s* quaea »lo a» «O agora romeça a dar algum accordo.
meios de wa subsivtrocia ; mande-se a cana A parahsaçJo doa traLilbo» importantíssi-
dos que nlo comparecerem: e ver-*e-ba em mos que por lei estão commettidos ao Coo-
cada Fregueiin mat» de um exemplo destes •ellio, a* questões dc maxíma gravidade que
que apooUrnosI lhe competia discutir, taes como o plaoo ge-
Fspcramoa po*s qu« o Conselho licri I dc ral pira a orgamsaç)» da benofiernei» jrjbli-
Bcnctícencía vele em favor do» iníelues, cum- ca cm todo o reiiso: o modo de farer des-
priu Jo a mais Sagrada Lei que Dco», e a apfiarcccr o* mrnd<go» da» rua» da capital, e
Sociedade soa impõej sendo alia» indubitável outras cousas mherentes A sua instituição.
que oa gemido*. e a» lagrimas de tantos des- foi com que aW hoje ainda nada disto »a te-
graçados, Uo-de forçosamente envenenar as nta tratada.
alegria» do* mait ditoso*; porque todo aqurllc E sina da noiaa terra — as imtituiçOe* mais
que oAo tiver uma alma de fora ala poderá importantes, sko as que sempre morrem ao
ser íeli* ittxlo soffrer o seu semelhante. abandono!
A Itiiut ro>i, Porém, aperar da iaacçio que tem havido
em Uo importante estabeleci mento, alegra-
nos em eitremo ver. qo° o Conselho Geral
O CO*»KI.HO geral de dc Beneficrixia vai dentro cm pouco devor-
»c à altura da sua mi**»o«
Um dos membros que ultimamente forana
Uma das cousas que directamctilc concor- nomeado* pelo governo, o Sr. Jo*A Jaciofo
re pora a perfeita orgaoisiçlo das sociedades, Tavares, eomprebendendo bera o fim a qu«
«• a bcoc&ccocia pubJKJ. dete chegar o Cooaelho, rc»estido (como k»*
165
|*t) Am mm pums e dewjoM de Uma noite de lindíssimo luar estavam os
,cf
renlisado o pensamento altamente civili- quatro amigos pjsorando nu jardim, o Padre
**do da beneiieencia publica. teto feito a fa- J ♦ •. com Augusto um talo desviados de
*or do Conselho, tudo quanto tem podido. Edgard e Irminia que •« haviam afastado pa-
0 Conselho Geral de Beneficencia deve ao ra junto de um arvoredo contíguo ao quintal
Sr. Tavares a sua retorrcK^o. de uma cata desabitada; conversavam em
A* sessões que até è pouco constavam da voz alta, nem uma brisa agitava as folhas,
leitura dc uma acto, hoje j4 se observam quando de unpruviso sentiram moicrciu-se as
cheias de rida, e 0S0 tarda vermos cm pro- ramagens dt» bosqae! Súbito receio se apos-
jecto*, o que La muito podia estar reahsado. sou do coraçlo de Irminia, e a decidio a vol-
Oxalá que o exemplo do Sr. Tavares seja ver opreasada com Edgard para janto dc seus
•eguido, « que o governo coadjuve o Conse- amigos; ei* que um tiro rebenta ao ar com
lho na» medidas qut> tem a adoptar, porque um grsade fracas», e parccco-llies sentir um
o interesse comprehende toda o Macio. baque na terra t Traiflo I... gritaram to-
Abstemo-nos de emittir a nossa opintlo so- do» !.., Acode gente, mas nada se encontra
lte o modo do as levar á pratica, so pedimos no jardim! Edgard c Augusto saltam no pró-
•o Conselho que nlo deixe o caminho que ximo quintal, e notam estenJido no chão um
«meça a seguir, porque m> fim está a glo- tramem nadando cm sangue, com uma espin-
ria que lhe hade recompensar as fadigas. garda a seu lado 1.., O homem nlo faltava,
1 a beneficência publica, que reclama es- mu retolwa-se na terra como tentando er-
se senifo. guer-se" Ao» gritos de sotcorro vem mais
D. Lobato Cl. II. bi Fisu. gente com archotes; obscrva-tc a espingarda,
era de dois cano»; estava rebentada! K um
malfeitor bradaram os soldados, e mais pes-
Sirjrxxxaizt/S, soas q»e alli se achavam... K o Major I...
( Cvnclniv,) grila Augusto!... Co«n efeito era o Major
que trado-sc introduzido naquella casa aguar-
Pm*f;»i.la iiiwenrb, enju nlo ;»n! dava a oceasiio de nnUr o» dois consortes,
S&msn »u cvi. t*u< (tm, «1» co»t«<|u* quando os visse • geilo; de muito carrega-
Par l),oi o* teu* liMnlai! • bera rft da rebentou a armo, e o monstro, foi a vi-
lV<rrt«d* «o castiço!... «ia I rojuri
tunilunMli huainUtiUI ctimo e o algoz! Antes de expirar eoníesanu
O no nto lifiu ira tr»tifo o súie, toda a soa perversidade; pedir», e obteve o
Nem a nrtutl* «ara bríDualt perdi!o dos virtuosos amantes: deites teve os
OlinJit, am u ÀtAiuKa 'tr últimos soccorros. e as boorat funernes! Eis
I'wm da âaclora. como o cio pune o mattado, e premia a vir-
tude I
Km quanto Irminia solicita btivain o* Vivem este» fieis extremoso* amante» m
"seios de restabelecer a sande do seu ainon- mais perfeita e ditosa uoito.., Edgard é o
o Padre J ... e Augusto cuidavam em «erdadeiro nome do amante ; se o nome de
'"niar a na Uo suspirada quanto eonlroria- Irminia ò o verdadeiro nome da sua esposa...
onilo; todo em Cm se veneeo, e o To- aonde ê actualmente sua rcsideoeia.., SAo
do Poderoso permitiio quC 0 dia i| <J© Se- dois Mvstetis-s que nio «« me permitte ainda
**«»bro de 1839. raiando puro e icrrnovisse revelar. E eomtudo Edgard leri forfosamen*
f
ofoflda o feticidade d aquellrs deis extremo- te de apparecer outra ver em meus esaiptos I..
•°* amantes, etcraiudo com o lafo conjugal Entto ser-mc-ba impossível deixar de o fa-
•'Juelle do mais ardente, e casto amor «pte zer conhecido t Quanto a Irminia cila con-
mu«to ligira saas almas. sente que a esic tempo eu revele o seu ver-
•V gratidão dos do» consortes para com o dadeiro nome, c mais circunstancias que aqui
Padre J •.. « Augusto ern mtiniia, e a cada se omittem.
uwtante se manifestara; por^m Augusto re-
eeiava amda o qu«r que foste!... e nlo se FIM.
«ngaasva I.,. D. A. Ci. Pcsicn.
ItíG
X 7i:\l>CltU DK rUMUlTU. njtio em qoe existia teu mando. A esperan-
ça muito tempo drmorada cauta angustia. c
a irittera apodernu-se da joven esposa, apo-
Mais do que satisfeita por ter «ma occa- iar do goriio jovial dc tua senhoria, • poolo
m3o de poder «l»r provai de w» ■*- que a achata muita» teres banhada cm la-
>111» tooio de emboUjr i suo senhoria, « jo- grimas em quanto embolava o seu filho.
irn ip|i|in)iMC lo^o ito lfib#lko» coro m («n* — Ura itlo tilo presta, grilava a Trndci-
telho» da Teudeir». que linha perguntado cm ra. nlo l adc ter assim de maneira alguma I
dillerrntr* ca»aa de moda» o preço que ti- Jji ún>nii!»l irei tomar informações ao arse-
nham differentrt artigos escolhido», e empre- nal, e peço que enxugue as suas lagrimas,
gou toda* a» tua» hora» vagas em completar ou srnlo bade estragar a sua formosura-
a primeira porçlo. A boa mulber entendia pouco de negocio»
A Tendeira nio »e tinha esganado; dispo/, deste género, ponfrm olo temia os obstáculos
com facilidade do» primeiros artigo» e rece- e tinto* foram os seus passo», ataim como
bo eneomanendas pora ma» do que a sua fitas as suas instancias, que apesar do riso
inquilina podia executar, tal era a perfeição que a sua celebro figura inspiro v a oos infe-
de »ua» obra». A» vendas excederam tadat riores. importava-to Uo pouco com ewis gra-
a» esperança» eoocebida»; ma» quando a mu- ças, que atlrabio aatleuçilo de bum dos che-
lher «tendida percebeo que seria mai* van- fes que prometteo de a avisar logo que che-
tajoao distribuir a» mercadoria» por tario» ar- gasao o uniw.
mazém. litto i)K qutilo meno» offerecidas A excelknta Tendeira olo era nada cu-
maia procuradas erara; quando emfim dia riosa t por conseguinte nuora indagou o mo-
•bservou qoe tinba fundado um booi com- tivo da miséria de que tinba Uk> generosa-
merci ». princípios a augmcnlar o» »eu» preço*, mente livrado a sua inquilina, mas a Sr.*
até que cbeçou a alcançar o dobro d aquillo Wallace, de sua boa mente, cooton-lbe a sua
que lhe datam liatia apenas doi» meies e a historia, julgando que era do seu deter ser
Sr.* Wallace foi tio ÍHi« do seu negocio que franca para com aquella que tinha tido a sua
pOde tomar unia criada para o »eu (íIIm e terdodeira bemfcilora.
lambem pagar o qoe deviv 4 tua boa senho- Dtsse que era a filha única do um rico fi-
ria, dalgo de província que lhe fer conhecer Wal-
A Tendeira n*o etlata cm li de contenta- lace, filho de um de seus íntimos amigos de
mento pelo bom exilo da sua lembrança, po- collegio, e ainda que soubesse do mu nwluo
rtm 0*0 quu receber commitaAo alguma de aftcelo, 11 io o approvou nem deixou de ap-
tua protegida, e lhe letou mui pouco pela provar, tanto era bondoso e inimigo de todo
cama e meu. ruonlo ctlorvavso o seu seccçv. O joveo que
Nada. nada. era o resposta que dava pretendia alcançar a rolo da menina, deela-
sempre A» vivos instancias da jorro; ecano- rau-M a seu no Leo pai, de quem n3o rece-
mite. minha menina, a mim nfto me (alta bco resposta alguma, e em consequência se-
nada. ma» desgraçadamente «ate triste mun- gurou o objecto do seu afreto por um casa-
do o dinheiro è n cotio melhor amigo» Sinto mento clandestino, e depois de Ur passado
muito ter qoe Ibe dirrr itlo. ma* eu o tenho alguns rata** de ventura oa companhia de
expertmeutado e o experimento lodos osdias. tua joveo esposa, parlão para a Índia.
Para quem é pobre e precita d« um jantar, Apenas tinha partido, na esperanço deau-
ninguém Ibo oflerece; mas quando »e <• rico gmeotar a sua fortuna, a insoceate esposa
e que nio ba occemidade dclle. todos nos coo- descobrio por tua grande desventura que o
timirTir pai tinba casado com a sua principal creada.
A Se* Wallace «orrio ea3o incommodou mulher vil e astuciosa que se tinba tornado
nau **la verdadeira amigo, ma» íer-llie oma Uo precita ao aociio, que j* a Dio podia ter
touca que a Tendeira aebou bcUiníma, eobri- fora de sua vista; mas tio depressa sc achou
gou-a a trarel-a. tenhora expultou o» antigos servos de casa,
I'a«3ram-se mais do» <>u Ires mexes, e a e cm troco deste* eollocou creatuxas suas.
jovcfl mfti alo recebia noliciw algum» do L/>go qoe te descobrio o citado da jov«»
167
esposa, que o o3o podia já ©ctu!Ur, insistio Oiro Gno, incenso, e mirra
para (jim fosse posta fera de c»n, e apem Saatos Rei» Magos letoi
de ser mui custoso »o anà3o tep*ror-se de Ao Rei dos Reis 1.. • humilhados
Mj filhe, lhe disie: — Mana, forçou» serA Saalos Reis ajoelhai!
que saias ■ fim que eu goie socego; «lii
tens dinheiro, e quando precisares de min. N um Presépio humilde, e pobre
onde estimes csrrrte-mc. Teu pi sera io- lios Ons, e terra o Senhor!...
íriii se aqui ficam, e niooserA dnoiquan- l-ngo depois n um «upplicio
do te fores embora. Escreve-me sempre, e Do Umscrso o Redemptor!!
eu te ampararei at<> t vinda de Wallace.
A itifelii foi para PI «moo th. porto em qn* Raivou a »i»er na Urra I..,
esperou teu marido. escrevendo sempre ao Ergu«t>-sc a morrer na Crus I
pai. de quero nunca recebia noticias. Humanos, essa humildade
— Qoe crueldade t exclamou a boa Tco- (juntas grarxJetas iradw !
dtira.
— Xlo culpo meu pai, continuou a Sr.* Meus Santos Reis Mago*
Wallace, porque julgo que ignora a minha E'guei-vos. correi I.,.
posi^Jo, lendo ranha madrasta interceptado Qoe é «mdo o Alessias
todis a» minhas carta». A Herodes ditei!.,.
A Teodeira achavo-se só um dia, por (er
a ma inquilina ido dar um grande passeio A lias desan Estrella
com o tnemoo e a errada, o que acontecia Vos gusa a Belhlctu !
sempre que o tempo o permiti ia porque a dona Assim bwms almas
da caia assim o exigia, deelarmsJo que era Dirija também !
muito bom ganhar dinbeiro. tnnt quo a Mu-
de «alia mm* do que a riqueza, e que ella Pastores, Serrano»
não queria víUa mntar-se com tarefas. Esta- Haveis de rocontrar;
va enlAo de todo súsinha em casa quando um Ireis todoa juntos
próprio do arsenal lhe veio dar parto que a Jiscs adorar:
J*rinctM Iznlxi «cabota de chegar.
A excedente molfier ficou tio satisfeita co- Que a Virgens Sobrans,
mo se r>j« navio lhe trouxesse lambem um Que o Meoiao De«s,
«*»pmo do longiqi» Orienlr. pagou generosa- Voa querem unido*;
mente ao forlador desta notieia, encarregou Que sois todos sem:
"ma íisioha de ficar na loja em seu lugar e
pari» sem esperar pela joveo senhora que ivAo E querem ligados
'ta ia roJtar Uo rrdo. (Cmdkéím.J O» povos, e m Reis.
D. C, A. •'A.tvuoi. O uai Cji a mo coos dote
A quem deo as lei».
fOKHMS.
Pois entre os Aposflos
cístico %oh hmo» m m. Se um Judas houver;
Far-se-ba conhecido...
Iiwpertai Heis do Oriente! Punil-o 6 mister.
Despertai!... Véde «Ma lus!
K lus porá de uma Estrella Louvai Reis da terra,
One 10» guia a ver Jt»n! Louvai o Senhor;
Segai seus exemplos;
Essa Estrella Uo brilhante Exemplos de amor.
Kcflecte lus immortal,
Que dos Cfos deveu à terra!.,.
Te»» em Ilcthlcm seu Xatul! D. A. O. Pr«im.
168

o» u>:u. Pocqae n» meute apitada,


Fcmni nail o» pensamento»?!
No Oriente Uo bctU, e ferino»* Porjue devoro cm silencio
Uma Estrella brilhante fulgiu t Tudo» o» meu» »o(TrimenU»?t
Que u°* prado», na relva »iço»a.
Sobre • tetra o fulgor espargiu! E porque corre este, praoto
Que «into, banhar-me o rosto?!
E aos Rei» Magos profícii inouurti Porque »olfro: porque gemo;
Que é o-mido o Senhor Hei do» Ceai, Sempre em couttouo dcagmto?!
Divtipando a cilrctnid.i agonia
Km que atava Kracl ca Ire o« icu».^ Porque nk ró/o alegria;
Porque nio sinto prazer?!
Já por vi!c», por raootr». e »erra* Porque anvaldifAo a 'ida
Corre o poro liei a Betlilem! E sj desejo o morrer ?! I
K o» Rei* Mago» de longiqtia» (erra»
O iltwm adoram também ! E porque eboro o panda...
Que nunca mui» gorarei
Oh! Jtxka!... tu t|>le nsn Hei» K porque me lembram bem
Anto o berço curvados com fé! •.. Ventura» que cuQo goiei! I
O Mettino adorando liei*
Qoe é da prole real dc lesai1!.,. Se tvt (erro ha flieidaJ*
Toda; toda. cu dbfrixtei!!
Adoraram 1... c o» doiw preciosos Tire dia» de praier.
Que lhe olTcfian com unto Tenor, Como nunca mais terei f!
Sio a prova de que eram piedows:
Que eram crcote» em CjmiMro Senhor! E»»a illudo, vi fiada r.
Como uma nuvem, fugir...
E»«o crença que etiUe amigada. E levar a pó* de $L ..
Foi do Muodo felii Itedempcâo! A c»p'rat»ta do meu provir!...
E verdade tio pura, e provada
Qoe dc a crer >e comprai a raiio! E»»e Panado tio Mio;
Que jámais verei voltar
Dewa Ur que plantou em no»»'alma Fugiu... Jeixoo-m ji Kiudadt
Ilide o fructo colfcer-»e no» Ceut I Para comigo o tkorar ! !
A virtude teri nobre palma;
Terá ct&b tecida por Deu»! Minha taudadr tio tjurida
J. II. AlMKIDA BitlCO, A li agora keide amar,
A Wie. não: que me olvidou
Nlo devo ntllt pcn»ar!!...

* «ti nADi: no ruouio:: E basde morrer a meu lado.


Sempre, a meu peito enlaçada,
O «onçS» |h>h|m grm» Minha wudadt infelii
O Uhio )«rqi#r Mi|Hr« f Como eu, tio dugropnl*
Fotqu* miali anui la e rim*
To» «»tr« i corda d* lyra f !
ti da Novembro isI#.
Autuiin lluccuii.'
LioroLiiin* »a ▼*••*» Outac»
Porque geme» coraçJo
SctBfce, »en>pre entregue & dòr?!
E minhalma joque inceit» Tim«»ár*i* »* >• a. Moatiso,
N um fogo dewra<lór ?!! •<< H MWH M um (.* I),
1S30. Jrt YCEItO

A ASSI1IBLÉ1 UTTERMII,

JORNAL DINSTRUCÇÃO.
>

(sPrcpvUíariii, e Kcfcartora - E>. 2. 0.

PuUicipw Kj tuda* « «.IIUIMI, — A«aipi»-t«, r *«•■)*-•< a»» iot ítK Martins falc«U .1, ■
JJ- •• VI*»» llinri*!*», ma tngmla I; i, f. t^rraiU, «a Jit« »,* av . CaraalS»
< kia.U. — I'r.v-, |M «ara 1(0. Trunctra «ao. hwiln XO. Aaow l.TtU. Atui» Jo raia.
A. Ur mia* >crh ilirlfidai i Kcdactor*, e c-ntúuU» ao KV fUrripUri», rua da CWricãa « • 64
« rra<« d AIrfria. l'ahHra<0r« liUrrarva, r ai»|HK» .Lr aaillo» frmtU. AauMiii., f
• Caa»iM*Jr«4«a da iaUrnw raau..iU» JU rtit a Uaka. T""-'""»»,

A ÀSSEMBLÉA UTTERARIA. lentos, o a moral, estima \ôt florescer


com Seus Reata Auspícios a nossa
QuAJtno rrijurmot a voz cm favor da illu*traç.lo no Reinado de uma Senho-
illustuçâo feminil, sustentando a« co- ra, que ò Sua Augusta Esposa.»
luninas deste jornal a liberdade intel- •Nu» a Redactora, asColhiboradoras,
lectual de que por tànlos séculos te- e os Collaboradores da Assembléa Lu-
inoa «tilo barbaramente privadas, e a terana lu ijanios a bcneiica AJito de Sua
que ternos tilo sagrados direitos conio IMagestade que Se Digna com tanta
c* homens; afllrontandoas mais ardua* bondade, e dutinccào premiar o* nos-
dilliculdades preparámos neste mesmo so* esforços, c sinceros serviço, que
jornal um campo ondu ai talentos se havemo* prestado á moral pública, «
podi ssem livremente exercitar ; o ten- futuro progresso das leltrav; c pro-
latido derribar >u bitrcirav do antigo» testamos n:Io desmerecer jámai* lio
errado* preconceito*, para a justa, c alta, e benigna protecção. Á entrada
gloriou.* ewprcza de Hlusirar, e mo- de Sua IMagestade como uomo llxcel-
raliaar o sexo educador do género hu- so Protector, a Assembléa Lideraria
mano; aquella» que formando o cora- entoou o seguinte Ihmno.
Ç3o do homem firmam nelle o seu do-
mínio; (ciu na sociedade a maior in-
fluencia ; c podem causar bens, o ma- A SLA XACESTADE TIDEUÍSIU
les incalculáveis; implorámos o pode-
roso auxilio iK-s (Cavalheiros que por
►cu* nobres Mrutitnentoe, e por sua Mi O SOM | KKiíVWM
instrução honram a no*,a terra. Abvn-
mmo,
Ç°ou Deus os nosso* esforço* ! As Da-
jnai tem concorrido a alistar-so neste Sabe ó Itti «pie bemfozrjo
Tcti fsvnr no* o«torgtat« !
■''ilhante exercito; o aillustre cruza*
f,
a vai sendo auxiliada, o protogida Hoje so Nome tn gtribaitc
Pelos mais distinctos Cavalheiros, á l m tropheo de puro amor!
frente dos quae* temos a gloria de vtV
ou» Magestade JEI-Rei o Senhor IX Vita o Hei qae O dit Sentiria»
Piotector. e oobre amparo!
lr.KNA.MK», Augusto protector da* Ar-
te», c S«icnt:ia*, qu« autuando o* ta- K FkitXAMK» *o» lutos raro;
E dos l*ws gloria, e amor f
22
f

170
CHAMAS, COIRDtAt, TARÇAB nOTIR
Tu da« Artes, e Sdeocias moa, XTC. oaiciNAti ronTuc.cs-
O progrewo autiliandoc ul, x 1MITAÇÒXS MUITO LITACI.
Vem Ljsia proíperaodo
Tributarte eterno nraor. (imiokii hoomW.)
(ÇoníianatU do n.° 11.^
ViT« o Rei que v «1»» Sdeocias
Protector. e nobre amparo! .1 yuiar dt Ixmreiro: — O Magriço, O
£ Fe*5a>do •<»« lutos caro: Traga-mouro», I). Antoaio Prior do
Ê doi luro* kIo*i«. e ouior! Crato, D. Mencia. Zoroasto, O herdeiro
de st mesmo. ............ 5
Mostras que és Rei. que 6» amigo. 1'iuirro: — Lopo de Figueiredo, Diogo
Que i4o jueres rassatlagcn ; Tinoco. O ultimo dia de D. Joio 2.°,
Que estima* para homenageai: Henriqueta ou o piotcripto 4
Qoe o leu império £ de amor. J. Freire de Serpa: — D. Sttaando Con-
de de Coimbra. O Almaoxor AIxm-
Vira o Rei que c da» Sciencias Afan. A Aclnt, A Judia, D. Sancho
Protector, c nobre amparo! 2.". A bOda eu» trajos de (Vasqueira. C
í Feh*a5uo ao» luxos caro; A. dt Serpa; — A eleiçio de um mando.
K dos Ituos gloria, e amor' Os dois provincianos.. 2
/ia/»?;o d'Almeida: — O mooge da Serra
Chora o altivo Maredonio dCtoa. Luiz de Camões, O destronado.
Apta de immeosas nctariM, Martim do Freilas. ......... I
Porque a par de tantas gkrias Arriaja: — O crime. 1
Klo teve um hjmno duraor! J, M. Aff»iuv•' — O crime ou tinte an-
ti» de remorsos, FernSo Telles ou •
Vira o Rei qoe & das Scieocias primeira expcdiçAo a Ceuta, 1). Leonor
Protector, e nobre amparo! de Portugal oa os nmtcrios da Setta
i: Feh*axoo aos lutos caro; de Cintra, A salkla do Rei ..... 4
£ dos lutes gloria, e amor! II. Catmira: — O retrato politico de mui-
tos homens, O Reoegado, Um dia de
Toa conquista 6 sublime!... eleições em Lisboa, Torquato Tas»,
K«M marcha que prologues I). Marta 1 ellcs........... ■*
lxuros mil. tropheos convcgucs; Tem mnis alguns de que nío temos
Firmas um Tbrono de amor! aic»ln noticia exarla.
Teixeira //ornem: — lotcr duo litigantes
Vira o Rei qoe f- das Scieneias leitius gaudel 1
Protector, e oolre amparo * haae: — Miguei do Vaseooeellos. ... 1
£ Fkkmmio aos lutos caro; Ateredn: — Miguel de Vascoocellos {onlrt) 1
doa lutos gloria, e amor! C. A. Sikm: — O noi»u caçador. O Ce-
libatário 2
A AwmbUa te consagra ' Perrin d'Almeida: — Nlo ha mal que
Um Pa drio ioexpagnasel! se nlto cure *
M.ioumroto respeitável Mv/j/Mrt.*— Maria ...••••• *
De gratidlo, t de amor. tirito: — A viu»a indiana, A tomada de
Esora *
Visa o Rei que t das Scieocias A. iloitíriro: — Carnfe* *
Protector, e nobre amparo! (turrm Isal: — O Juramento oo o Ca-
Ê FnasíA*t>o aos lotos caro; sa lie iro de Christo. . 1
£ dos luxos gloria, e amor I Sattío$: — Uns comem os figos, a outro»
arrebrnta-llies a bica 1
fíotnjnn: — Os dois irra lo». Uma como
D. A. G. PfitcM. tantas, Uma ít»*juua
171

Tem mais alguma» de que alo le- A. Ozono dr Campo» * SShã: — A mor-
mo» ainda noticio exacta. de Sertorio, I m sobem outros descem,
•fim Kmrtf .* -— D. IIidmI d'Azere- O p©seroo de D. Joio de Castro u
do. . 1 índia, ou a dcícra de Diu, Que lai etU
Xwjutira : — Aibe» to I a mama T! 0 Conde de Oeiras. 0 Gra-
C. C<uHi-brmeo:—O Marquez de Tof- nadeiro sem ligados. Um por outro. Os
re»->'ovas, Cri ou morre. 2 dois Ladrões, Os Mistérios da Rtnaia. 9
Âfrdini: — Amor e patria I NB, Disaraoa cm o n." 17 que o
Candido d* Carvalho: — O cambota, A Krmitto di Serra de Cintra era deste
coojuraçío malograda 2 Sr. Ozorso de Campos; por declaração
Lamprra: — Mariana Pinída I do mesmo Sr. sabemos que nio i com*
A. (j. da Silva: — A vingança, A I>o» po*içJo soa; ma» de outro autbor que
queza de Bragança 2 se appellida Campo»; mas olo Cam-
htrtado: —- ASoaw ou seta sono» no Cai* poa Ozono.
lello. Ot dou rivaea 2 Som ma
1'timpot: — O» Templário» I 31 Aulborc* Peça» 111
Bnuh. e .Vi/m //ai .* — D. Joio I*. . |
Lobato l'trri: — C) ultimo arranco do Apenas meneboamas o» nome» de duas
feudalismo, Astolpbo ou o usurpador Senhora» coroo outboras dramáticas; consta-
arrependido 2 rias porem que a Sr." Condessa do Catai (D.
Aragão: — O cepo da (bote do Santa Ca- Luzia) também compor duas peças, sendo uma
thariaa, O caixeiro, O» a more» da I). delias esenpU em (rancez. seguiodo desta
Pedro r i). I|;mi de Castro. e morte maneira as pitadas de tua talentosa rníi.
<le»la (! . Knnlio de Polonia 5 Deixamos concluída • lisU dos dramas,
Teni aiiu» outro» cujo» titulo» i(- comedias, forças, ate. originaes de moderna
MNwa, data — i»to depus da creaçlo do Comer-
Ftínrr: — O* empírico* de algum dia, satorio pelo Sr. Garrett; —em outros nu-
O pai de uma actriz. Calumnio, Quem mero». proseguiremo* com • relaçlo de au-
tt m mareia 4 tlwres antigos e titulo de soa» composições.
Ananymot: — Eira. O incógnito, O In-
fante Souto, I). Jofto de Castro. O gv- A Rtm^io.
temo de D. Joio de Cvtro db ludia,
Ivanboé (ovvimot dizrr çmr t do Sr.
Ilogan,poMo çue cjftraktda do rum an- A T»:\nns« i isr: i»l,i moi tu.
ti de Jt alCcr Seoit), O» CastelUo* de (C—tlmèe.)
Abrantes, Um episodio na còrte de D.
Joio 3.". A Coodes»ad'ALbougaia, Ga- Dirigio-se para o artcnal o foi filiar com
briella, O» omterias dotheatro de S. o chefe coo desceu te que to Linha interessado
Cario», Uma demta de patriotismo, no teu negocio.
Nova Artrta, A doutora, Cid Ackin, — Siato muito encommoJal-o, meu se-
0. Branca, Luif d« Camões, D. Leo- nbor, ma» peço mo queira dizer onde csti a
oor de Mendonça, Ignez e (Constança, 1'ruueui húM.
A Feiticeira. A mio* do Diu, O cura . — E o que quer da Printtza lutbti, per-
de Santo Aleixo, Os dois nobres, Q*e guntou um bomem jue consertava com o em-
importa um Dora ? D. Beatriz do Sa- pregado o cuja figura era lio iwbro como
bota. Ã prosa de bomba. Casamento dittineta.
originado pelo apetite 27 — Queria foliar com um dos oflsciaes, sc-
I). Santos: — Alais ou um nnsteriõ obor; rnpoodeo a Teodcira.
hisUwtco (drama), Uma Rainha de I». — Já se (oram ha muito, minha rica,
glaterra oa nove dias de Reinado (dra- — Oh! que desgraça é • minha, excla-
ma), A nsite das núpcias (drama), Á mou a Tendeira.
prosa de bomba (comedia/ 4 O empregado sorrio-v, e dis»e algum»
Ti •
172

Clitm ao ouvido do sujeito que linha fol- posa ; nío ba tempo a perder; minuto» nes-
ia. te ca» tio hora».
— ti< o eapil&o da Prineeza haM, e el- — Ora, nu é boa! tenha deseançar um
le lhe poderá uivei dar alguma* .nfornu- pouco primeiro.
{to. — Minha piedosa amiga, seja boa ali ao
— Com todo o goalo, respondeo o capitão; fim, suppheou • toveo, compadcça-tc de
por icolura a gcflto da minha tripulação lhe mim.
teria ficado a de»er alguma cousa ? — Está bom! faça de oocla que elle já
— Mo senhor, respondeo a Teodora. fa- aqui está em casa.
zendo orna mesura : empenbo-mc mui lo cm — Isso t dcieras? exclamou a Sentara
foliar com o arguodo commanduolc cajo no- Wallace.
me é Wallace. — Ahi o tem. respondeu a boa ereatura
— Wallace? e que tem quo Ibe di/er? ao «cr abrir-sc a porta do fuado. quando v
— Eu lho digo. porque conheço que nio ca pi tio apertando nos wn braços a formou
hade tombar dc uma tcllw. Tcaiho um re- e?po*a a lotou rapidamente para a aala inte-
cado para lhe dar da porte do tua mulher. nor.
— Como é isso? pe» «em da província? D ahi a pouco* instaalcf a joten abrio a
— Mo senhor, móro nqai ao pó de IMv- porta e com o ri»tn bonbadu em lagrima*
noulb. deleitosa», ella perguntou pelo teu filho. Ho-
— Por certo que »e engana com a poso*, ras rápidas o seaturovii «ojram oa diminuta
repoodeo o capiUo. sala da Teodeira. oo decurso dessa dia me-
— Allirmo-ilio que b3o. Quero dizer o Sc. ntor a fel. o quando o «alente o bello capiUo
W allace da Princtza íiaM, esposo legitime foi informado de sua generosa conducla, elle
de J/ím Maria Dormer. amarrotou a melhor touca da boa mulher (to-
— Deos todo podrnxo ! gritou o cepiUo; ca Uo celebre per ter sido a obra das deli-
nu cu inciuo case Wailoce, «puto >!«'•*• k- cada* mio* dc tua espoaa}. a força do beijar
nbon. Como csU cila ? e aomle esti ? como >uas gordas e alegre* faces.
acontece que cila sc ach« cm 1'Jvmoulh. Ve- A viagem do capitlo Wallace o tinha en-
rá por acaso morrido mi |w? ri jiiccido « lenuonata daJli em diante Úcar
i asa pergunta por cada ver, tc Ih" «gra- em terra, mos ante* de tudo tiniu «pie pedir
da. meu senhor. disse a Tende.ra. Q««nto coutas a seu so^ro. Ella Uniu eseripto mui-
Dcos é bom na tua inlinita misericórdia. Sim. ta* teres da índia e mandado avultada* quan-
»cnhor. a senhora WalUco csU bua. — Quem tias de dinheiro á nu raalher, a cuja mito
lhe diria que mu mando soltaria capttlo! nunca chegaram. Este oi«rterio carecia dc
Oh! senhor. cila e»tá mau linda quo aunco, exptiMQto.
e tem um formwo menino. — .\ada precatamos de leu pai. lhe diste
— Cartamo* wra demora, diwe o capino elle, moa forçoso é que eu lenha uma eipli-
Wallace; eia nma reatara inesperada. Vi- caçáo, pois aa nio ío-fc a tsosaa divertida
mo», minha excdlentc ercaturn; tomo o meu amiga, tu ji n&o existias 1
braço e conversaremos pelo raminho. Em primeiro lagar (oi ter com oa seus eor-
O bollo r*j.iUo agarrou no braço da hu« rrsjmdenles dc Enndre*; aeboa nio *"ineotc
mi Ide rendeira, cujo impaciência e ositai;.lo que a» suas leiras tinham sido entre#»*, mo*
igualaram A noe clle senti*. mas já estava seguado a apparencia fabitxada a as-i-oalu-
Km alento A força dc responder a tanta* per- ra de saa mulher.
gunta*. d* modo que quão lo chegou á tu* I/)go tonsuu casnlk» de p»1». 9 rm pou-
cosa, cahio quasi icn sentidos. cas horas se achou na pceacoça do Kuhor l)or>
Pela na ordem o capiUo foi-* esconder raer. cuja mulher tinha • Jo a uma eapclla
no mIi que esUsa no fundo da loja. e a Tcn- metbodista mui »uiob« que dia protegia ul*
deira collocou-K * frente da rua. tiovamente com grande talãsfaçlo do peíga-
— Cltegon oiavio gritoa cila logo q«c avil- dor. quo jantava mustas «eoes com o »el!i*
tou a jo»en «cnltora ; dí-roe o mentnn. ca«c.lh«iro. com grande pe-«r deste. quen3o
— Vamo-nu» já embora, dia* • texo* es- podia soQrcr a griUri* dc La» cutc Uo ig«>'
173
'•ale; poréra elle ido tiniu animo de o mia- IS CASrCLUl DC HOlmiLLO^T.
d»r pôi o« nu.
O nobre aaci&o ficoti Uo gostmo de «cr o iuwc^M.
ttv gcnio coíbo de u ber do mm (Ubá, de quem
»Ío IidIm tido nolicias algum»?.
— Apor» percebo lado, observou o capi- — EatSo o que acoatcceo. exclamou a Con-
'lo, a» orlas nl« UVeia sido entresuof. densa, de que »c possa esperar am Uo felii
— Kfc» folie amo k miniki mulher, disae resullodo?
o ancilo. ou atioca mais lerei descanço. Soa — Eu vo» too repelir loJo» os acootcci-
j* bastante iafelu, e mais do que castigado mcatoa. fumo boje mesttw m oscootaram em
F>eU iniulia imprudência. Lilwn, disae o mmcclw, eocostaodo-se na
— Sc me 5»o engano, meu pai, pirrce- sua cadeira: tu* «abeis que o Almirante Co-
n>e que 11» posso fazer um beneficio verda- liga; lendo sido ferido por um assassino, os
deiro; ma* acredite, que ainda qie eu lo- seu* comligianario* intenderam que calo
tn« uma ju«U vingança, IkkIc poopâ-lo tevnpre. golpe partira da mio do Duque de Gui*o. os
A mm pedido rfcjnnram w errado*, eapoi Calicnuta* reunidos ca l'aru ca numero
de alguma demora, ellw roctfessaram que ti- de mUt mil homens romperam cm ameaças,
nbam recebido cirtas em diflcrcntes occastòet, nin ocultando quo eslatam dispostos a faxerera»
• que a» Unham sempre dado ú senhora Uor- se justiça por suas mios se o rei lha negasse.
mer que o* ameaçava de verem despedidos Os mais alretidos fatiaram cm vai alta de
se falla<tem bi><o a wu areo. Elle* aio u- assassinarem o Duque, e a raesiu Rainha
biana d onde tinham as cartas, nem a quem Mli. Caliurina assustada, rrumo immeduta*
eram dirigidas. |*irqtie nenhum subia ler. mrfitu ti *<'u conteSbo, persuadio ao Bei que
O captUo Wallsce loi immcsliatameate ao nuts taba bcar litre dos llu^aenote». do que
cotrcio, onde soube que todas a* sua» cartas ler de os tcwcr sempre, e nrm Ibe importar
vindo* da Iodia liabain litlu entregues no pa- cuui a» (oruiiÍMÍade* da justiça contra eximi-
lácio : nào era preciso mais nada. Voltou lo- nos«s Uo tctnitcis, os fw cuodcmnar á morte
go a despedir**: do ata sogro, e tornou para seiu forma alguma de procoto. O matsicre
L*rdrcs onde conwltwi um magistrado que gcnl dw prutesUnles fui decidido para a
|lte recommca Jou um bom procurador a quem ncite Mamute, topera de S. Itirtholomeo,
•ncambio e*l« nrgecio tio «ério. e o Ouqae deGuite foi encarregado do cxc*
A indigna Doraaer rneltra bem drpeest* tular a* oídra* da edetr. Tudo corrco segun-
• visita de am tnaodado da |M>licãa que |p- do ca sr » desejo*. Co]>^nt, apunhalado no
'ata uma ordem de prisio. era tirludr d.i seu quarto foi precipitado pela jandlo,..
lual rlle n levou è procoç» do magistrado — (,H»e horror! cuUuioj E*(>crie cscoo-
n>
'is próximo, que a entiou á cad